Mostrando postagens com marcador Antropologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antropologia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de março de 2019

Lalibela - Engenharia Impossível nos Dias de Hoje

Os engenheiros que estudaram o projeto concluíram que sua construção não pode ser explicada cientificamente


Em Lalibela, Etiópia, existem algumas estruturas ocultas na paisagem montanhosa africana. Elas foram escavadas inteiramente em um único bloco de pedra. 

Giorgio A. Tsoukalos (Alienigeanas do Passado): Quando você se aproxima de Lalibela, você não vê absolutamente nada. Mas no momento em que você chega perto o suficiente, de repente, você começa a ver estruturas no chão.. Do chão, surgem essas igrejas enormes e magnificas que foram esculpidas na pedra. 

Philip Coppens (Autor, The Ancient Alien Question): Na verdade em vez de construída, Lalibela foi escavada nas rochas. De cima para baixo. Assim, o que temos, é um feito incrível de engenharia, que literalmente supera tudo o que sabemos sobre técnicas de construção.

Os rituais religiosos são centrais na vida de Lalibela, a cada ano quase 21.000 peregrinos cristãos vão até lá. Os arqueólogos acreditam que as igrejas foram cavadas no século XII. Mas os engenheiros que estudaram o projeto das igrejas concluíram que sua construção não pode ser explicada cientificamente. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Quando vemos as igrejas de Lalibela, podemos ver que eles usaram o que provavelmente eram ferramentas elétricas. Sempre que trabalhamos com pedra bruta temos que usar ferramentas elétricas de corte especializadas, ainda hoje teríamos que usar cerras elétricas, esmeris e cinzéis - avançadas ferramentas de ferro.

Porem, se as igrejas de Lalibela não poderiam ser feitas sem tecnologia moderna, quem ou o que as construiu?


O mistério da construção de Lalibela e a misteriosa
ajuda de seres vindos do céu

Segunda a historia de vida do rei Lalibela, que foi escrita no século XV, o arcanjo Gabriel foi ao rei Lalibela e o levou até a jerusalém celestial onde ele conversou com Deus, que lhe disse para voltar e construir essas igrejas. Assim sendo, ele voltou e imediatamente mandou construí-las. Mandou escava-las na própria rocha. Foram precisos anos para concluir o trabalho 24 horas por dia. Mas curiosamente, Lalibela teve ajuda de anjos vindos do céu...

Bill Birnes (Autor, pesquisador de OVNIs): Assim segundo a lenda, os anjos desceram do céu, e durante a noite, faziam o trabalho que os seres humanos não podiam fazer. Então houve na verdade dois turnos de trabalhadores nas rochas de Lalibela. Um de seres humanos que trabalhavam durante o dia, e o outro de seres extraterrestres que trabalhavam de noite. 

Giorgio A. Tsoukalos (Alienígenas do Passado): Para mim, essa é uma historia muito fascinante. Na minha opinião, os anjos foram mal interpretados e o que eles realmente viram foram extraterrestres reais vindos do espaço com sua tecnologia avançada. 

As igrejas de Laribela podem ter sido construídas com a ajuda de viajantes celestes por qual motivo? Era para adorar Deus? Ou para celebrar outro ser mistico ou extraterrestre? 


Arca da Aliança e Lalibela

Segundo o antigo livro sagrado dos cristãos etiopes, a Arca da Aliança judaica, que para alguns estudiosos do antigo astronauta continha alguma tecnologia extraterrestres avançada, foi transportada para a Etiópia no século nono antes de cristo. Segundo a lenda, houve um tempo em que a Arca da Aliança esteve realmente em Lalibela. 
  
Curiosamente em Lalibela existe um altar que tem as dimensões exatas da Arca da Aliança. Isso poderia indicar que realmente, em algum momento no passado, a Arca da Aliança era protegida dentro dessas misteriosas igrejas construídas por seres vindos do céu em Lalibela. 


Ajanta - As Incompreensíveis Estruturas que Espantam Até Engenheiros Renomados


No oeste da Índia, em 18 de Abril de 1819, enquanto caçava tigres perto da aldeia de Ajanta, o oficial britânico John Smith descobriu 29 templos - em cavernas - escavados em um penhasco acima do rio. 

A arquitetura e a ornamentação das cavernas construídas em 200 a.C. revelaram novas informações sobre o passado sagrado da Índia e outros mistérios. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Conforme você anda pelas cavernas de Ajanta, você vê todo o tipo de templos escavados em rocha solida, com uma grande variedade de estatuas. Mas tudo isso foi escavado em um único bloco de pedra gigantesco.

Visitadas todos os anos por milhares de budistas, ainda hoje as cavernas são consideradas sagradas. Construídas como santuários e templos, elas contem muitos lugares de adoração completos, com esculturas e pinturas que retratam a vida e a época do Buda Supremo, muitas vezes chamado de 'O Iluminado'.


David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): Existem muitos assuntos esculpidos em Ajanta, muitas dessas esculturas são do buda. Além dessas esculturas, existem diversas representações de outros seres mitológicos. 

Ainda hoje, os engenheiros modernos ficam intrigados com o modo que as cavernas foram cortadas nos penhascos de granito com 20 metros de altura há mais de 2.000 anos atrás. 


David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): Estas cavernas foram criadas por meio da remoção da pedra, levada por tuneis até a superfície da rocha. A pedra foi removida, cinzelada, retirada e todos os espaços interiores que vemos nas cavernas hoje, foram criados dessa forma. Todos os detalhes arquitetônicos que vemos no sítio e as esculturas, foram escavados no mesmo bloco de rocha que é a própria encosta da montanha.


Segundo os pesquisadores, o complexo de Ajanta é importante por causa do posicionamento intencional das cavernas nos penhascos. Uma formação que revela o entendimento extremamente adiantado da atividade celeste. 

David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): As cavernas foram escavadas em forma de ferradura, e assim, orientadas em diversas direções. Algumas são orientadas para o oeste, outras para o sul, e algumas são orientadas para o leste, de modo a se voltarem para o Sol nascente. Tudo indica que os povos antigos na época na Índia eram muito interessados no universo e na relação entre os corpos celestes. 

Evidencias do conhecimento preciso que o escultor tinha dos movimentos celestes são encontradas em duas cavernas especificas. Cada uma delas contem estruturas em forma de domo representando Sidarta Gautama, o buda supremo e mestre espiritual que fundou o budismo.

David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): A caverna 19 é orientada para o solstício de inverno, e isso significa que, no dia do solstício de inverno, o Sol da manhã se filtra pela grande janela da fachada, e a luz do Sol ilumina a base do domo. Isso também ocorre na caverna 26 em Ajanta, ela é orientada para o solstício de verão, e assim, no dia solstício de verão a luz é filtrada e atinge o domo. 


David Childress (Autor, Technology of the Gods): Isso é uma coisa muito difícil de fazer, porque estavam cortando rochas sólidas dentro da caverna. Então seria preciso um equipamento de alta tecnologia, afim de fazer um túnel, construir e escavar dentro da rocha sólida, e ainda sim esta perfeitamente orientado para o solstício.

Será que as cavernas de Ajanta foram construídas com a ajuda de tecnologia alienígena avançada como acreditam os teóricos dos antigos astronautas? Se assim for, será que são consideradas sagradas pela população local devido a sua conexão com vistantes extraterrestres? 

Jason Martell (Autor, Knowledge Apocalypse): Muitos teóricos do astronauta do passado olham o domo e dizem que é uma referencia simbólica do poder do voo. Muitas vezes ela é mostrada simbolicamente com um jovem buda, e parece mesmo que ele esta manipulando algum tipo de controle dentro do domo. Os domos sempre foram usados como uma forma dos budas subir aos céus ou descer dos céus. Podemos dizer que esses seres estavam indo para o espaço. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Eles representavam nas cavernas deuses e figuras que eram meio animal e meio deuses. Assim temos aqui o que parece ser algum tipo de templo subterrâneo especial, que foi construído por extraterrestres ou algum tipo de deuses espaciais.

Bill Birnes (Autor, pesquisador de OVNIs): O que os monges budistas viam? Será que os monges foram ajudados por algum tipo de presença extraterrestre no passdo? 


domingo, 23 de dezembro de 2018

Homens da Galáxia Azul - Os Verdadeiros Construtores das Pirâmides?

Numa revista que encontramos em circulação no Distrito Federal do México, achamos o seguinte relato:

“Em 1960, uma revista científica soviética, apoiando-se nos relatos do historiador egípcio Maneton e do grego Heródoto, assim como nas inscrições do enigma da Atlântida e da vinda de seres extraterrestres, a pergunta que se faziam era esta: ‘Foram os atlantes um povo de tez azulada?’ Dizem algumas tradições que os atlantes fundaram a civilização egípcia e que os chefes mais antigos das dinastias eram atlantes de raça pura.

Os artistas egípcios, que reproduziram cuidadosamente os objetos em seus murais e respeitaram as cores, como pintaram os seus deuses? ‘Osíris tinha o rosto verde (por ser o deus da vegetação que renasce); Toth estava pigmentado de verde ou de azul-pálido, e Amon e Shu eram francamente azuis.

Por que essa cor formava parte dos deuses egípcios? Só se pode responder de uma maneira: eram descendentes de um povo de pele azul!’ Deveríamos crer que Osíris e Thoth, que chegaram ao Egito procedentes de um país de altas montanhas, encontraram uma região com clima quente e muito sol, e viram a sua tez modificada pelo sol, que terminou por lhes dar uma pele olivácea (azul mais amarelo igual a verde), como costumam tê-la em nossos dias os habitantes do Mediterrâneo”.

Mestre, o senhor poderia nos explicar algo a respeito?

Resposta de Samael Aun Weor: Dito artigo é um pouco vago e obscuro. Fala sobre a Raça Azul, supõe que esta vem da Atlântida, mas não nega a origem da cultura egípcia. É óbvio que os Homens Azuis são os antigos construtores das pirâmides. Sem embargo, algo falha no artigo. Permita-nos a liberdade de dissentir. Necessitamos enfatizar o fato concreto de que os Homens Azuis jamais vieram do continente atlante.

Alguns supõem que os Homens Azuis vieram de Vênus, e não está demais citar outro aparte do citado artigo: “Recordemos os extraordinários acontecimentos sucedidos em tempos remotos em Vênus, que foram anotados pelos astrônomos da Antiguidade. O próprio Santo Agostinho afirma que Castor, o Ródio, deixou escrito o relato de um prodígio assombroso ocorrido nesse planeta, que de pronto mudou de tamanho, de cor e até de órbita em torno do Sol, ao mesmo tempo que perdia satélites.

Esse fato sem precedentes deve ter acontecido em tempos do rei Ogygés, fundador de Tebas, como asseguram Adrasto, Cyzicênio e Dies, notáveis matemáticos de Nápoles. Que se sucedeu em Vênus para que parte de sua povoação fugisse precipitadamente rumo à Terra? Uma colisão Uma explosão nuclear? Não podemos dizer nada, mas para ser certa qualquer uma dessas hipóteses, teremos de crer que Vênus esteve ligado à história de nosso planeta, e resulta curioso que os sábios soviéticos insistam em relacionar o mistério de Vênus com os da Atlântida e Tiahuanaco”.

Como vocês verão, queridos leitores, o autor do artículo mencionado e cujos apartes foram transcritos com o propósito de refutá-los, tem duas opiniões diferentes e nenhuma delas é verdadeira. Aqui no México conhecemos o caso de Salvador Villanueva Medina, autor de um livro que se intitula Estive no Planeta Vênus.

Conheço pessoalmente esse homem e sei que é sincero, não se trata de nenhum charlatão ou fantasiador; foi rigorosamente examinado pelos psiquiatras e os resultados obviamente foram os de um homem sério e totalmente equilibrado.

Tal cavalheiro escreveu para o bem da humanidade; narrou a seus semelhantes o que lhe aconteceu. Como quer que era um simples condutor, conduzindo um carro até os Estados Unidos, teve de passar por alguma dessas peripécias. O automóvel se danificou e os norte-americanos que viajavam com ele desceram do carro abandonando-o, para se dirigirem a um povoado próximo com o propósito de pedir ajuda.

Esta é a uma das centenas de galáxias azuis descobertas pelo Telescópio Hubble. Seu nome é “little Lion”

Villanueva Medina ficou só, jogou-se debaixo do carro com o propósito de observá-lo e consertá-lo. Sentiu passos na areia, saiu debaixo do carro e se encontrou com um venusiano que falou com ele.

O que ocorreu após foi muito interessante. Convidaram-no e ele aceitou. Foi levado em uma nave até o planeta Vênus, onde conheceu uma civilização extraordinária. Depois de cinco dias foi trazido outra vez à Terra.

A descrição que Villanueva Medina dá sobre os homens de Vênus concorda com a que sobre eles nos dá George Adamski, famoso cientista americano. A estatura dos venusianos era em média 1,10 metro, a pele branca rosada, cabelos prateados, formoso rosto etc. Villanueva Medina não viu, pois, Homens Azuis no planeta Vênus. Assim, então, tal hipótese também fica descartada.

De onde vieram, então, os Homens Azuis? Existiram, é ostensivo. Muitas pessoas assim o afirmam, mas elas desconhecem a sua origem. Nós asseveramos solenemente dizendo: os Homens Azuis vieram da Galáxia Azul! Não há dúvidas de que eles criaram as poderosas civilizações do Egito, da Caldeia, da Assíria, da Babilônia etc.

Pergunta: O senhor poderia nos dizer com que finalidades e para que vieram?
Samael Aun Weor: Com o maior prazer darei resposta ao cavalheiro, pois muito me agrada sua pergunta. Permita-me informar sobre a Fraternidade Cósmica Universal. Assim como existe ajuda mútua entre pessoas boas, assim também há entre planeta e planeta e entre galáxia e galáxia.

Os Mestres da Galáxia Azul, levados pelo Amor Universal, preocuparam-se muitíssimo por nossa humanidade terrícola, ajudando-nos incessantemente desde a noite mais profunda dos séculos. Repito: eles foram realmente os que instruíram os arquitetos das pirâmides, os que ensinaram a Doutrina Secreta aos atlantes e aos egípcios, os que estabeleceram os Mistérios gloriosos das poderosas civilizações de Caldeia e da Assíria.

Seu trabalho foi maravilhoso, formidável. Eles nos amaram de verdade e ainda continuam nos amando, pois, ainda que pareça incrível, vivem neste aflito mundo com o propósito de nos ajudar na hora crítica que precede o Grande Cataclismo.

P: O senhor me surpreende com o seu relato. Poderia dizer-me se vivem neste planeta e em que lugar habitam?
SAW: A pergunta que a dama faz é por certo bastante interessante e bem vale a pena que lhe demos uma resposta concreta. Tenho de informar, para seu conhecimento, que os Homens Azuis vivem numa cidade subterrânea sob o gelo do Polo Sul.

P: Como é possível que possam subsistir a tão baixas temperaturas? Seu organismo é diferente do nosso? Como fazem para viver?
SAW: Vamos responder às perguntas do cavalheiro. Rogo a maior atenção do auditório. Os organismos dos Homens Azuis são similares aos nossos, isso é óbvio. Quero que todos vocês entendam que os homens provenientes da Galáxia Azul não têm casa de gelo como os esquimós, nem nada do estilo, pois seria absurdo pensar que tais criaturas vivessem em iglus de gelo. O melhor é compreender que eles possuem uma cidade subterrânea, feita nas próprias entranhas da Terra. Se há gelos em cima das rochas e da terra em geral, não afetam em nada a cidade submersa. O problema climatológico não existe para os Homens Azuis. É ostensivo que se eles puderam conquistar o espaço infinito possuem adiantamentos técnicos formidáveis. Não é difícil compreender que eles puderam criar seu próprio clima dentro de sua misteriosa cidade.


P: Por que, havendo outros lugares dentro de nosso planeta, com melhor clima e vegetação, escolheram um lugar tão inacessível?
SAW: Dou resposta ao cavalheiro. As terras dos polos Norte e Sul, hoje cobertas de gelo depois da passada Glaciação, noutro tempo tiveram poderosas civilizações, magníficos climas equatoriais e esplêndidas cidades. Não estranhe o cavalheiro o que afirmo. Essa cidade subterrânea onde agora vivem os Homens Azuis é antiquíssima, foi feita antes da passada glaciação. Isso significa que tal cidade tem muitos milhões de anos de existência, que advém das épocas arcaicas da Terra, que sempre foi a morada secreta dos Homens Azuis. Como quer que seja, eles têm naves cósmicas com as quais podem viajar a través do espaço infinito, é algo palmário e manifesto que eles não sofrem de problemas de abastecimento.

P: Esses homens azuis, Mestre, chegaram alguma vez a sair de sua cidade para conviver com os terrícolas?
SAW: Vamos responder à distinta dama. Permita-me dizer-lhe, senhorita, que nas épocas do Egito, da Assíria e da Babilônia tais homens foram recebidos como verdadeiros Deuses. Desgraçadamente, estamos na Idade de Ferro, na época de degeneração mundial, e por esse motivo, eles rara vez se mesclam com as multidões. Sem embargo, não está demais afirmar que de vez em quando algum desses homens extraordinários convive com as pessoas. Certa dama me contou o fato concreto de que ela havia visto um homem de tez azul em Buenos Aires, na Argentina.

P: Mestre, esses Homens Azuis têm alguma missão a cumprir nesta época ou no futuro?
SAW:Vejo que quem fez a pergunta é um missionário gnóstico internacional e é claro que com o maior prazer darei resposta. Os Homens Azuis estão auxiliando a humanidade com procedimentos telepáticos favoráveis para alguns, e é evidente que dentro de alguns anos esses homens extraordinários terão de se lançar às ruas, publicamente, para admoestar as pessoas, para chamá-las ao arrependimento, para fazê-las ver o cataclismo espantoso que se avizinha.

P: Mestre, o senhor poderia nos dizer que quantidade aproximada de habitantes existem nessa Cidade Azul?
SAW: Bem, distinto cavalheiro, darei resposta à sua pergunta. Permita-me dizer que eu não os contei, mas posso assegurar-lhe de que é uma cidade bastante grande, muito semelhante em tamanho à Cidade do México, com vários milhões de pessoas e muitas casas, ruas e avenidas e amplo campo para guardar suas naves. Mas, exatamente, não sei que quantidade de pessoas vive lá, pelo menos não o perguntei ao rei da cidade.

P: Assombra muito que tenham um governo monárquico, mas o senhor poderia dizer, dado que eles são seres iluminados, se o rei que os governa é divino?
SAW: Distinta senhorita, sua pergunta é inquietante. Alegra-me responder-lhe. Sua Majestade o conheço, e solenemente lhes digo que ele pertence às Dinastias Solares. Trata-se de um autêntico e iluminado Mestre de Perfeição, que não necessita de gendarmes ou soldados armados para se fazer obedecer por seu povo. Todo mundo o respeita, pois é terrivelmente divino.

P: Mestre, poderia dizer-nos como o senhor fez para se pôr em contato com dito monarca? Acaso, o senhor tem alguma nave cósmica? Ou que meio utilizou para poder chegar à Cidade Azul onde habitam esses seres?
SAW: Amável cavalheiro, vou responder com claridade a seu anelo de inquirir e investigar. Existem procedimentos telepáticos, ninguém ignora que mediante a Telepatia se pode pôr em contato com pessoas que vivem em distintos lugares do mundo, ainda que a remotas distâncias. Sem embargo, nós vamos mais longe ainda nessa questão. Temos procedimentos secretos por meio dos quais podemos nos transportar espiritualmente a qualquer lugar secreto, incluindo, como é lógico, à cidade subterrânea dos Homens Azuis. Eu visitei tal cidade, não o nego, e você e vocês todos também podem fazê-lo se conhecerem nossos procedimentos.

O interessante é que ingressem a nossos estudos gnósticos, que estudem nossos livros etc. É claro que ao visitar espiritualmente aquela misteriosa cidade, tive de pedir primeiro permissão à Sua Majestade o rei. Sem a permissão daquele monarca que governa a cidade eu não teria podido passear tranquilamente pelas ruas maravilhosas da misteriosa urbe.

P: Poderia explicar-nos algo sobre ela? Como é e que tipo de construção têm?
SAW: É claro, estimado senhor, que aquela cidade esplêndida, construída entre as próprias entranhas da terra, é muito diferente de todas que conhecemos atualmente neste aflito mundo onde vivemos. Um caminho serpenteado conduz até às portas da cidade. As ruas e avenidas estão iluminadas, como é natural, por lâmpadas maravilhosas que fazem daquela gigantesca caverna algo luminoso e radiante, pois aparece como um dia esplêndido. Poderia dizer que eles manejam a luz e as trevas de forma perfeita. Têm 70 esplêndidas salas distribuídas nos distintos lugares da cidade, e em tais recintos celebram suas assembleias ou realizam seus estudos.

P: Que classe de estudos esses seres fazem?
SAW:É natural, distinta senhorita, que seus estudos são de tipo avançado. Trata-se de ciências cósmicas, elevados assuntos espirituais, natureza etc. Não está demais dizer-lhe que dentro dessa grande urbe mística e inefável resplandece a Esfinge, símbolo vivente da sabedoria Iniciática.

P: Poderia dizer como se vestem e qual é o seu meio de transporte dentro da cidade?
SAW: Quero informar a você, bom amigo, que os membros daquela Raça Azul se vestem certamente com elegância e distinção. Usam formosas túnicas de estilo antigo, belos mantos, sandálias de estilo muito clássico etc., vão e vêm pelas ruas da cidade ao longo das calçadas. Eles são de mediana estatura e formosa compleição. Transportam-se a pé ou em carros distintos aos que nós conhecemos, propulsionados por energia elétrica.

P: Poderia explicar, Mestre, que tipo de alimentação têm e onde a conseguem?
SAW: Sua pergunta é certamente muito interessante. É óbvio que têm de comer para viver, o seu alimento básico são algas marinhas, que as recolhem do fundo dos oceanos de todo o planeta Terra. Suas naves lhes permitem transportar-se para onde queiram no tempo e no espaço, mas, é claro que de sua galáxia trazem muitos outros alimentos com os quais se nutrem. Tenha-se em conta que eles não estão presos dentro da cidade, que possuem liberdade para viajar em suas naves para onde quiserem, e isso é tudo.

P: Poderia nos dizer que classe de moeda usam ou se não a possuem?
SAW:Senhorita, os homens autênticos, os homens cósmicos, não necessitam de dinheiro para poder viver. Eles têm sistemas, métodos econômicos imensamente superiores aos nossos, pobres animais intelectuais da Terra.

P: Qual é a mensagem que eles têm para a humanidade terrícola, na época atual?
SAW: Bondoso cavalheiro, sua pergunta é formidável, e é claro que passo a responder-lhe. Uma dama azul que permanece sempre junto ao rei me disse o seguinte: “O planeta Terra vai ser destruído, as pessoas que habitam a superfície da Terra creem que todas essas cidades e coisas materiais que possuem lhes vão durar toda a vida, apegam-se às coisas e isso é um absurdo, porque tudo o que têm vai ser destruído”.

P: De acordo com o que nos acaba de comunicar, seria preferível já não nos dedicarmos a conseguir nenhum objeto material?
SAW: Sua pergunta é inquietante. Permita-me, bom amigo, dizer-lhe que devemos viver de acordo com a Lei da Balança, não nos revolvermos no lodo da riqueza, tampouco no lodo da miséria. Devemos ter as coisas necessárias para a vida, mas não nos apegarmos jamais a elas. Lembre-se dos últimos dias de Pompeia; as pessoas então tratavam de fugir com seus tesouros, apegadas a todas as suas propriedades, e pereceram. As escavações demonstram que os habitantes de Pompeia, em sua maioria, foram esmagados pelas ruínas da cidade ou pelas pedras do Vesúvio.

Os Homens Azuis cumprirão uma gigantesca missão mundial nos momentos mais espantosos que se avizinham, eles lutarão por nos fazer voltar à Divindade, eles se preocuparão por nos mostrar o caminho da Salvação.

(Samael Aun Weor, Desfazendo Mistérios)


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O "deus" SHIVA era um EXTRATERRESTRE e ainda estaria visitando a Terra?


A história antiga é repleta de contos sobre seres de outros mundos, objetos voadores e relatos de tecnologia altamente avançada. Isso vai muito além da mera ‘imaginação’ e do folclore, simplesmente porque há muitas evidências, em várias formas, de que estamos sendo visitados e fomos visitados anteriormente. Tome este exemplo de Erick Von Daniken sobre os esquimós:

A mitologia dos esquimós diz que as primeiras tribos foram levadas para o norte por “deuses” com asas de bronze. As mais antigas sagas dos nativos americanos mencionam um Thunderbird (Pássaro do Trovão) que apresentou fogo e frutas para eles. A lenda maia, com o Popol Vuh, nos diz que os ‘deuses’ foram capazes de reconhecer tudo: o universo, os quatro pontos cardeais da bússola e até a forma redonda da Terra. O que os esquimós estão fazendo falando sobre pássaros de metal? Por que os índios mencionam um Thunderbird? Como os ancestrais dos maias supostamente sabiam que a Terra é redonda? – Erich Von Daniken (Carruagens dos Deuses)

Outro exemplo sobre possíveis figuras extraterrestres no folclore antigo é a história de Quetzalcoatl. Esta figura foi considerada ser um conto mítico. O cronista espanhol Juan de Torquemada afirma que Quetzalcoatl era “um homem louro e de barba longa”.

Outro descreve-o da seguinte forma: “Uma pessoa misteriosa … um homem branco com forte corpo, testa larga, olhos grandes e barba longa. Ele estava vestido com uma longa túnica branca chegando a seus pés. Ele condenou os sacrifícios, exceto frutas e flores, e era conhecido como o deus da paz… Quando se fala sobre o assunto da guerra, ele teria tapado os ouvidos com os dedos.” (fonte)

Novamente, há relatos como esses ao longo da história, de vários períodos de tempo, em várias culturas…

Novas informações que ameaçam o paradigma atual de pensamento, não importa o quão convincentes, sempre enfrentaram o ridículo e a supressão por nossas supostas “autoridades intelectuais”… Se não por causa da ignorância absoluta, essas histórias não recebem credibilidade porque existe um esforço intencional para escondê-las por aqueles que estão no conhecimento, aqueles que estão no poder. E assim as verdades e fatos mais importantes sobre o nosso mundo raramente nos são apresentados acima do quadro. Na maioria das vezes, eles só podem ser descobertos se realmente tivermos vontade de cavar para encontrá-los e digeri-los com uma mente aberta. De outra forma, dedicamos nossas mentes à manipulação da percepção dominante que ainda hoje passa despercebida…

Sadhguru falando sobre Shiva

Ao final do artigo está um vídeo de Sadhguru, um dos muitos estudiosos no campo que, quando você o ouve, revela-se como um verdadeiro estudante de filosofia antiga esotérica, física e metafísica. Ele conta uma pequena história sobre Shiva, que era considerado um deus pelo povo da antiga Índia.

Sadhguru explica como a história de Shiva e suas origens, e até mesmo a Montanha onde ele supostamente residia, está cheia de evidências sugerindo alta inteligência provavelmente de outro lugar. Ele fornece vários pontos citados na história de Shiva que o levam a essa conclusão.

Ele explica como Shiva estava cercada por amigos que pareciam estranhos, diferentes e não humanos. Na maioria das vezes eles eram descritos como demônios pelo povo, simplesmente porque pareciam diferentes. Shiva também não podia engravidar uma mulher humana da maneira tradicional, porque seu esperma alienígena não funcionava. Seus filhos nasceram de uma maneira diferente. Ele explica como várias mulheres não humanas foram trazidas para ajudar no processo.

Todas essas coisas sugerem que ele veio de outro lugar, fez o que queria fazer e voltou e periodicamente vai e volta em momentos diferentes. Isso poderia ter acontecido ao longo de muitos milhares de anos…

Sadhguru cita várias referências na literatura, explicando como Shiva não é humano, e até descreve uma vasta inteligência que deve ter estado por trás da criação de Monte Kailash, uma montanha atribuída a Shiva como sendo sua casa, como mencionado acima. Sadhguru explica como Kailash não é um lugar na Terra também. Ele também descreve algumas experiências paranormais que teve com esses seres. “Literalmente, esses seres foram atrás do meu dedo anelar… com tanta força.”

Eles conhecem nossas maneiras, ou eles nos ensinaram essas maneiras, ou eles nos fizeram assim. Não sabemos o quanto papel eles tiveram em nossa criação, mas definitivamente… não veio daqui, houve um entendimento mais profundo em outros lugares e foi simplesmente trazido até aqui. Ele chegou em um determinado momento, quando jovem, e partiu quando jovem. Ele não nasceu aqui nem morreu aqui…


domingo, 15 de julho de 2018

ARQUIVO LAÉRCIO FONSECA - [VÍDEO]

O polêmico arquivo com as declarações do Prof. Laércio Fonseca feitas para a Pozati Filmes e que provocou a reação de alguns nichos da ufologia, enfim publicado. 
  • Cientistas se tornarão médiuns? 
  • A vida após a morte é a chave para compreender o fenômeno UFO? 
  • Os ETs atuam no meio de nós? 

Assista, avalie, reflita, pense e repense. Tire suas próprias conclusões.


quinta-feira, 7 de junho de 2018

"Só a Destruição Apocalíptica Pode Eliminar o Fosso Entre Ricos e Pobres" - Afirma o Historiador


Não é preciso ser um gênio para ver que há muita injustiça em nosso planeta. As pessoas ricas estão ficando mais ricas e as pessoas pobres muitas vezes têm muito poucas possibilidades de melhorar suas vidas.

Um historiador apresentou uma teoria radical sugerindo que apenas a destruição apocalíptica pode eliminar a lacuna entre ricos e pobres.

É uma visão pessimista, mas alguns cientistas acreditam que esta é a única maneira de "salvar" o mundo.

Em seu livro The Great Leveler: Violence and the History of Inequality, da Idade da Pedra até o Século XXI , o historiador de Stanford Walter Scheidel argumenta que a violência em massa e as catástrofes podem diminuir seriamente a desigualdade econômica,

De acordo com Scheidel, os registros históricos mostram que as sociedades são “niveladas” apenas por eventos enormemente destrutivos: guerra de mobilização de massa, revoluções radicais, fracassos do Estado e pandemias mortais.

"...A violência em massa e as catástrofes são as únicas forças que podem reduzir seriamente a desigualdade econômica? Para julgar por milhares de anos de história, a resposta é sim. Traçando a história global da desigualdade desde a Idade da Pedra até hoje, Walter Scheidel mostra que a desigualdade nunca morre pacificamente. A desigualdade diminui quando a carnificina e o desastre aumentam e aumenta quando a paz e a estabilidade retornam. The Great Leveler é o primeiro livro a mapear o papel crucial dos choques violentos na redução da desigualdade ao longo de toda a história humana ao redor do mundo.
  Desde que os humanos começaram a cultivar, rebanhar animais e repassar seus bens para as gerações futuras, a desigualdade econômica tem sido uma característica definidora da civilização. Ao longo de milhares de anos, apenas eventos violentos diminuíram significativamente a desigualdade. Os "Quatro Cavaleiros" de nivelamento - guerra de mobilização de massa, revoluções transformadoras, colapso estatal e pragas catastróficas - repetidamente destruíram a sorte dos ricos. Scheidel identifica e examina esses processos, desde as crises das primeiras civilizações até as cataclísmicas guerras mundiais e as revoluções comunistas do século XX. Hoje, a violência que reduziu a desigualdade no passado parece ter diminuído, e isso é uma coisa boa. Mas lança sérias dúvidas sobre as perspectivas de um futuro mais igual.
  Uma contribuição essencial para o debate sobre a desigualdade, The Great Leveler fornece novos insights importantes sobre por que a desigualdade é tão persistente - e porque é improvável que ela diminua tão cedo."

Como exemplos históricos que comprovam o caso, Scheidel menciona o colapso do Império Romano, da Peste Bubônica, da Revolução Francesa e das Guerras Napoleônicas, da Guerra Civil Americana, das revoluções comunistas russas e chinesas e das Guerras Mundiais I e II.

Quando as sociedades estão sob estresse, elas tendem a se reformar de maneiras que reduzem temporariamente as desigualdades de oportunidade e renda.

Sem um evento dramático e destrutivo, a distância entre ricos e pobres aumentará, disse o historiador.

Nas próximas décadas, o dramático envelhecimento dos países ricos e as pressões da imigração sobre a solidariedade social dificultarão ainda mais a distribuição equitativa dos rendimentos líquidos. E, acima de tudo, a mudança tecnológica em curso pode impulsionar a desigualdade de formas imprevisíveis, desde a automação mais sofisticada que esvazia os mercados de trabalho, até as melhorias genéticas e cibernéticas do corpo humano privilegiado”, disse Scheidel.

Scheidel salienta que uma guerra não é suficiente para melhorar as condições de vida futuras daqueles que são pobres agora. Segundo ele, apenas uma guerra nuclear pode remodelar o mundo como é agora.

"Apenas a guerra termonuclear total", afirma ele, "pode ​​fundamentalmente redefinir a distribuição existente de recursos", disse Scheidel.

Assim, parece que a escolha é a desigualdade ou o apocalipse, a menos que haja uma terceira opção que Scheidel e outros cientistas negligenciaram.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Estátua de 11.000 anos Descoberta na Rússia é Duas Vezes Mais Antiga que as Pirâmides


No final da última Era Glacial, quando os mamutes passeavam pelas planícies e os leões da caverna rondavam a Terra, um grupo de pessoas na Sibéria derrubou uma árvore e começou a cortá-la em uma forma humana. A razão dessa estátua ainda está envolta em mistério, mas uma nova pesquisa revelou que o ídolo de madeira é duas vezes mais velho que as grandes pirâmides de Gizé.

O mais recente estudo, publicado pela revista Antiquity, não apenas refinou o quão velho pensamos que o ídolo misterioso é, mas também pode sugerir para que eles usaram a estátua.

O ídolo foi descoberto pela primeira vez em 1894, enterrado sob 4 metros de turfa no pântano de Shigir, o que dá à estátua seu nome comum: o ídolo de Shigir. Descoberto em pedaços, foi finalmente montado em 1914, revelando que uma vez teria tido impressionantes 5,3 metros de altura, embora nem todas as peças da estátua tenham sobrevivido.

A cabeça do ídolo de Shigrir. Zhillin et al. 2018

No entanto, não foi até cem anos depois que os avanços na tecnologia permitiram que os pesquisadores finalmente testassem a incrível obra de arte e obtivessem uma estimativa de sua idade. Por datação por radiocarbono em duas seções do ídolo, determinaram que ele tinha cerca de 9.800 anos de idade. Na época, isso era extraordinário, e muitos acadêmicos rejeitaram essa descoberta como sendo impossivelmente antiga para um objeto de madeira.

A datação por radiocarbono naquela época, no entanto, era desajeitada e não particularmente precisa. Juntamente com o fato de que os primeiros testes usaram apenas dois pedaços do ídolo de Shigir, os pesquisadores quiseram reexaminar a estátua. Eles levaram núcleos da madeira para se certificar de que estavam descontaminados no último século. Usando técnicas modernas, eles revelaram que o ídolo foi esculpido a partir de um único tronco de lariço há 11.600 anos. Isso é mais do que duas vezes mais velho que as pirâmides do Egito e a mais antiga arte em madeira conhecida.

A estátua como foi reconstruída em 1914. Zhillin et al. 2018

Esta é claramente uma descoberta incrível, mas tem implicações mais amplas para o desenvolvimento de peças de arte monumentais pelos primeiros humanos que estavam saindo da Idade do Gelo. O interessante é que o estilo e as imagens do ídolo de Shigir são incrivelmente semelhantes a outras grandes estátuas da Era do Gelo descobertas em Göbekli Tepe, na Turquia. A única coisa que é dramaticamente diferente é o material em que as estátuas foram criadas. Isso sugere que a cultura de produzir essas obras de arte imensas, simbólicas e presumivelmente rituais, não se originou em um único lugar quando a Era do Gelo recuou, mas surgiu em vários centros na mesma época. O que levou a esse súbito desenvolvimento e explosão de devoção artística ou religiosa ainda não é totalmente compreendido, mas gera indagações intrigantes sobre nossa cultura e crenças.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

A Mídia Dilui Significado da Descoberta de Papiro com "ENSINAMENTOS SECRETOS" de Jesus


por Wilson Ferreira

As notícias foram dadas como alguma coisa entre Indiana Jones, conspirações do “Código da Vinci” de Dan Brown ou sobre Jesus convenientemente próximo do Natal. As notícias sobre a descoberta do manuscrito em grego do “Primeiro Apocalipse de Tiago” (manuscrito apócrifo gnóstico até então conhecido em linguagem copta da chamada “Biblioteca de Nag Hammadi”), perdido no acervo da Universidade de Oxford, foram cercadas por uma mitologia midiática que sempre é acionada para diluir aquilo que é de mais virulento e revolucionário no Gnosticismo (razão pela qual foi tão perseguido por toda a História): os conflitos políticos e econômicos como parte do drama de uma luta cósmica entre o Bem e o Mal, sem superação dialética ou solução evolutiva. A grande mídia cobriu a descoberta como “religiosa”, diluindo a potencial ameaça às instituições desse mundo: de que Jesus não veio para nos “salvar”, mas para nos revelar algo que já existe dentro de nós – apenas nos fazem esquecer através de ilusões. E a mídia que “noticia” a descoberta do manuscrito é uma delas.

Nem tão perto do Natal para ninguém perceber a notícias, ocupados que todos estão com seus afazeres natalinos; nem tão longe do Natal o suficiente para que ninguém associe o simbolismo da descoberta com a data do nascimento de Jesus.

Por isso o timing da notícia (primeira semana de dezembro) foi perfeito e, portanto, suspeito pelos seus propósitos.

Vamos em primeiro lugar à notícia:  estudiosos encontraram a mais antiga cópia de um texto cristão apócrifo em meio ao acervo da Universidade de Oxford, uma das mais antigas do mundo.

O manuscrito é uma edição em grego do “Primeiro Apocalipse de Tiago” que reúne os chamados “ensinamentos secretos de Jesus” para o seu “irmão” Tiago – para muitos historiadores, um “irmão espiritual”. 

Esse texto já era conhecido em copta (linguagem egípcia que evoluiu dos hieróglifos) dentro da coleção de 52 manuscritos gnósticos organizados em 13 códices de papel velino encadernados em couro, descobertos em 1945 no Alto Egito, e que acabaram conhecidos como “Biblioteca de Nag Hammadi” – aqui no Brasil reunidos em uma edição em português da editora Madras: James M. Robinson, A Biblioteca de Nag Hammadi. A biblioteca foi encontrada em um enorme jarro no que é hoje a cidade de Nag Hammadi.

Manuscritos de Nag Hammadi

O documento de 1.600 anos atrás, descreve como Jesus passa o conhecimento da “prisão terrena” para Tiago, além de revelar que o mundo é protegido por figuras demoníacas (os “Arcontes”) que bloqueiam o caminho da elevação espiritual após a morte através dos diversos céus, mantendo-nos prisioneiros do mundo material.


Narrativa herética

Essa narrativa foi considerada herética por apresentar uma versão de Jesus bem diferente: muito mais revelador de uma sabedoria já pré-existente no homem (porém, esquecida) do que um messias que teria vindo para redimir a humanidade do pecado – na verdade todo o pecado e o Mal já estariam presentes na própria Criação que aprisiona a humanidade.

Em outras palavras, o “Primeiro Apocalipse de Tiago” mostra Jesus como um enviado (um “aeon”) que não tinha o propósito de nos “salvar”, mas tentar despertar-nos do sono do esquecimento através dos “ensinamentos secretos” – a gnose.

O texto, assim como todo o restante da coleção gnóstica de Nag Hammadi, foi proibido desde que Athanasius, bispo de Alexandria, definiu o cânone dos 27 livros que formariam o Novo Testamento bíblico. Banindo todas as seitas sincréticas conhecidas como “gnósticas”, condenando-as à perseguição e o genocídio, como o episódio do massacre dos gnósticos Cátaros em Laguedoc, Sul da França, no século XII.

Geoffrey Smith e Brent Landau: professores da Universidade do Texas que descobriram o manuscrito.

Desde o triunfo do cristianismo ortodoxo, o Gnosticismo (assim como os seus derivados esotéricos como a Alquimia) acabou habitando os subterrâneos dos movimentos sociais. E acabou transcendendo o campo religioso para sua cosmogonia e ontologia inspirarem pensadores revolucionários e movimentos culturais e artísticos críticos: o Iluminismo, o Romantismo dos séculos XVIII-XIX, o revival espiritualista e esotérico do Espiritismo e Teosofia do século XIX, até chegar no século XX no campo científico e cultura de massas – dos paradoxos  da Física Quântica até alcançar Hollywood é a suas melhores traduções fílmicas (porque didáticos) do drama cósmico descrito pelos evangelhos apócrifos gnósticos: Matrix e Show de Truman.  


Mitologias midiáticas contra o Gnosticismo

Por isso, desde a descoberta da coleção de Nag Hammadi, o mundo tem uma bomba nas mãos – sincronicamente, coincidiu com as explosões das bombas atômicas em Hiroxima e Nagasaki. Evangelhos diametralmente opostos aos bíblicos canônicos, que potencialmente são capazes de colocar os conflitos econômicos e políticos desse mundo em um novo patamar – como partes de um drama cósmico de uma luta universal entre o Bem e o Mal, sem superação dialética ou solução evolutiva. 

Seria muita ingenuidade da nossa parte acreditarmos que a perseguição ao Gnosticismo tenha acabado e ficado lá atrás na Inquisição católica. Apenas as estratégias de repressão a uma histórica heresia mudaram: de banimentos, assassinatos e genocídios à diluição através da grande mídia e indústria do entretenimento.

"Primeiro Apocalipse de Tiago": o conflito cósmico entre o Bem e o Mal.

Um olhar mais detido na cobertura feita pela mídia corporativa à notícia da descoberta da edição em grego do Apocalipse de Tiago transita por diversos mitos que compõe uma mitologia midiática maior: 

(a) a compartimentalização da notícia aos chamados “fatos diversos” – curiosidades históricas, científicas etc.; 

(b) o mito do “antigo”, do “perdido” ou do “raro” – um manuscrito em língua morta no qual o fetichismo da forma (o “papiro”, o “antigo”) desvia a atenção da mensagem do conteúdo; 

(c) o mito do objeto “religioso”, principalmente pela proximidade da suposta data do nascimento de Jesus;

(d) o mito do “herege”, do “secreto”, um fetiche que se aproxima de um imaginário conspiratório ao estilo do canal History Channel ou alguma coisa parecida com “Código da Vinci” de Dan Brown.

A cobertura foi anódina, na qual se evita o termo “Gnosticismo” para substituir por “cristianismo primitivo”, “manuscrito sobre Jesus”, “texto herege” ou “texto proibido” – menos pela sua mensagem, mas muito mais por supostos detalhes pessoais de Jesus: ele supostamente teve um “irmão”...

Os pesquisadores bíblicos da Universidade do Texas em Austin já haviam descoberto o documento no início do ano nos arquivos de Oxford e anunciada a descoberta no encontro anual da Society of Biblical Literature de Boston em 18 de novembro para só agora ser divulgado pela grande mídia, revelando o timing preciso, equidistante às comemorações natalinas. O que produz um efeito ideológico: a notícia como uma descoberta religiosa... coisas de religião...

"Primeiro Apocalipse de Tiago": o conflito cósmico entre o Bem e o Mal.

Manuscrito explosivo

E porque o “Apocalipse de Tiago” é um componente explosivo no interior da bomba armada pela Biblioteca de Nag Hammadi?

O texto não é um apocalipse propriamente dito, mas com características apocalípticas ao descrever a geografia celeste com seus 72 céus e as “senhas secretas” dadas a Tiago por Jesus para que consiga escapar dos poderes malignos dos Arcontes (regentes de cada céu sob o poder do Demiurgo – Yaodabaoth) após os martírios e a morte no plano material – para ler uma tradução do texto clique aqui.

Jesus adverte a Tiago que ele também passará por algo semelhante aos martírios da Paixão: “Não temas Tiago! Apanhar-te-ão a ti também. Mas separa-te de Jerusalém! Pois ela é a taça da amargura durante os tempos aos filhos da luz. É um lugar de estadia de um grande número de arcontes, mas tua redenção estará a salvo deles”.

A ascensão de Tiago e dos gnósticos é na direção da Plenitude (o Pleroma), a moradia do verdadeiro Pai fora da Criação.  

O Tiago em questão não é um dos apóstolos, mas aquele que na tradição do cristianismo ficou conhecido como “Tiago, o irmão do Senhor” e “Tiago, o justo”.

O cenário da narrativa é de iniquidade e perseguições ao povo e como a dedicação de Tiago  ao Deus Supremo (“Aquele-que-é”) despertou a fúria do deus dos judeus (o criador do mundo material e comandantes dos Arcontes), destruindo o Templo e Jerusalém.

O “Apocalipse de Tiago” explicita esse conflito cósmico que envolve tanto o mundo material (político) como o espiritual (pós-morte). Por isso, a contundência desse manuscrito, mensagem que passou bem distante da cobertura dada pela grande mídia.

No cinema, os clássicos Matrix e Show de Truman figuram esse conflito no mundo material – protagonistas prisioneiros em ilusões tecnologicamente criadas por arcontes desse mundo.

Por sua vez, filmes como Enter The Void, The Discovery, O Terceiro Olho, I Am a Ghost etc. são exemplos de narrativas que especulam sobre essas “senhas” (a gnose) para a alma escapar das armadilhas pós-morte que nos prendem nesse mundo físico e que fazem girar a “roda de Samsara” do ciclo interminável de reencarnações e sofrimento.

Sintetizando: a notícia da edição em grego do manuscrito seria a oportunidade da discussão do seu conteúdo – como sempre, trancado a sete chaves através da mitologia do “secreto”, do “religioso”, do “perdido”. Como o conteúdo seria “incompreensível” a opinião pública fica perdida no fetiche da “antiguidade” como um documento cuja importância está perdida em si mesmo. 

A perseguição ao Gnosticismo permanece, dessa vez sob as camadas pesadas da notícia e do entretenimento.

Com informações do Daily Mail, Society of Biblical Literature, Independent, O Globo.


A Era das Novas Bruxas


Em uma noite recente, sentei-me em uma aula chamada "Bruxaria 101: Maldições, Feitiços e Pragas", na Catland, a butique de ocultismo da moda no Brooklyn, em Nova York. Mais de uma dúzia de pessoas, a maioria moças, estava acomodada em cadeiras dobráveis no espaço de eventos de paredes negras da loja. A instrutora era uma das donas da Catland, Dakota Bracciale, antiga maquiadora carismática e mal humorada de 28 anos, vestida de preto esvoaçante, com uma barba e longas unhas cor de alfazema.

"Se você não está pronto para admitir que o universo é um caos, não tenho certeza de até onde pode ir", disse Bracciale à classe, descrevendo a bruxaria como uma maneira de exercitar poder em um mundo sem regras morais transcendentes, uma tecnologia sobrenatural para tomar conta de si mesmo quando ninguém mais o fará. A bruxaria, afirmou, "permite que você seja o árbitro de sua própria justiça".

Eu suspeito que essa suposição de caos – a sensação de que as instituições falharam e de que ninguém está no comando – ajuda a explicar o bem documentado ressurgimento do ocultismo entre os integrantes da geração Y. As tentativas de lançar feitiços logicamente não são exclusivas dos jovens de hoje; Sally Quinn, escritora e apresentadora de Washington, acabou de publicar um livro em que se orgulha de ter enfeitiçado o renomado editor de revistas Clay Felker, que foi meu professor de jornalismo, antes que ele morresse de câncer. Ainda assim, a mágica e a bruxaria andam com o ânimo renovado, que parece estar relacionado ao clima atual de colapso da política e da cultura.

"As bruxas estão por todo o lado nos dias de hoje", lê-se na introdução de "Basic Witches" (Bruxas Básicas), um livro atrevido sobre como fazer bruxarias, publicado em agosto. Na Catland, além de velas, pés de faisão e pequenos vidros com ossos de ratos, é possível comprar a Sabat, uma bem produzida revista feminista de bruxaria, cujas capas trazem fotos em preto e branco de lindas garotas pensativas que parecem estrelas do pop. Há um número surpreendente de caixas por assinatura de parafernálias para mágicas. "Por que a Bruxa é a Heroína da Cultura Pop de que Precisamos Nesse Momento", diz a manchete de um artigo recente publicado no site Vulture, da New York Magazine, que integra a série da semana das bruxas.

Parte dessa moda é sobre a bruxa como metáfora, um ícone que captura a fúria e a independência determinada de legiões de mulheres desagradáveis. Mas parte disso é uma prática real, apesar de eclética, e espiritual, adotada por pessoas céticas quanto às religiões organizadas, mas que não se sentem completas sendo ateístas. São essas tentativas sinceras de usar a mágica que me interessam, porque o ocultismo frequentemente cresce durante os tempos de crise social.

Houve um movimento espiritualista vibrante nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, e, durante a guerra, diziam que a primeira-dama Mary Todd Lincoln teria mantido sessões na Casa Branca. O ocultismo floresceu na Rússia pré-revolução e na República de Weimar na Alemanha, assim como na época turbulenta e perturbada dos EUA nos anos 1970. Em geral, quando as instituições e crenças tradicionais entram em colapso, e as pessoas ficam entre o desespero cultural e as esperanças cósmicas, elas se voltam para a mágica. Como Bracciale me disse: "Se os poderes existentes e as estruturas estabelecidas estão deixando você pelo caminho, e há uma coisa que essencialmente oferece outra saída, ou uma maneira de manipular as circunstâncias, por que não tentar?".

Bracciale, que usa pronomes neutros de gênero, cresceu em uma casa evangélica – algo "entre um 'acampamento de Jesus' e encantadores de cobras" – e diz que o novo ateísmo de Richard Dawkins e Christopher Hitchens teve um efeito profundo em sua geração. Mas o ateísmo não foi suficiente, explica: "Criou um vácuo imenso que precisou ser preenchido com alguma coisa".

Esse é um padrão familiar. A teosofia, mãe de todos os movimentos New Age, foi fundada no século XIX quando as descobertas de Charles Darwin minaram a fé nas histórias cristãs da Criação, que levaram alguns a abandonar a religião de uma vez, mas outros a se interessar por novas formas de misticismo. O crescimento do ocultismo entre aqueles que abraçaram a contracultura das décadas de 1960 e 1970 confundiu os estudiosos que acreditaram que a sociedade norte-americana estava se tornando ainda mais secular. O modelo sociológico dominante na época, escreveu um professor da Universidade de Chicago em 1970, "não conseguiu lidar com as novas manifestações do sagrado nos campus universitários e nas comunas para onde os estudantes vão quando fogem dos campus".

Hoje também a racionalidade tecnocrática está perdendo a força. Embora a cultura do ocultismo existisse entre os jovens antes de Donald Trump assumir a presidência, Bracciale acredita que a calamidade da eleição acelerou o interesse pela bruxaria. A bruxaria em si, com certeza, tornou-se política. A cada mês, milhares de bruxas, novos-pagãos e outros praticantes de magia se unem virtualmente para jogar uma praga em Trump: "Que ele fracasse completamente. Que ele não faça mal". (A estrela pop Lana Del Rey já participou.)

"Quando uma grande crise está acontecendo, talvez você se sinta impotente para fazer qualquer coisa através de qualquer meio tangível disponível", explicou Jaya Saxena, uma das autoras de "Basic Witches". "Você não é um político. Talvez não tenha muito dinheiro e não esteja no controle de tudo que acaba lhe afetando e acabe procurando maneiras em sua vida para mudar isso."

A Catland já realizou três cerimônias lotadas para enfeitiçar Trump, que envolveram o uso de "ingredientes de maldições", assim como a recitação do Salmo 109: "Sejam poucos os seus dias, e outro tome seu ofício. Sejam órfãos os seus filhos, e viúva sua mulher. Sejam vagabundos e pedintes os seus filhos; e busquem o pão também em lugares desolados".

Pode parecer estranho que pessoas que rejeitam o monoteísmo digam versos da Bíblia, mas Bracciale frequentemente usa o Livro dos Salmos em feitiçarias. (Atentos à apropriação cultural, alguns dos jovens ocultistas de hoje procuram ideias esotéricas em suas próprias culturas em vez de pegar emprestado de tradições estrangeiras.) Bracciale observa, saboreando a ironia, que por oito anos alguns guerreiros de oração cristãos utilizaram o mesmo salmo imprecatório contra Obama. "Eles apenas usam 'pensamentos e orações', e sabemos o quando elas valem", disse Bracciale com desprezo. "Conosco, há uma estrutura em volta, há uma metodologia por trás."

Por décadas, a direita espiritualizou a guerra política, tratando-a como uma disputa metafísica entre o bem e o mal. Não surpreende que a ascensão de Trump, uma pessoa que para muitos representa uma inversão de todos os valores decentes, criaria uma reação sobrenatural na esquerda. Os ocultistas da geração Y podem parecer bobos para quem está de fora, mas você não precisa acreditar em seus feitiços, na bruxaria ou na magia para vê-los seriamente como um sinal de que muita gente acha o presente intolerável. Sob a superfície da cultura norte-americana, uma mistura furiosa está começando a ser preparada.

Por Michelle Goldberg


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Cientista Afirma: "Humanos Não Evoluíram na Terra"


Segundo um livro controverso escrito por um renomado ambientalista e ecologista, os seres humanos não evoluíram junto com outras formas de vida na Terra. Na verdade, o raça humana não evoluiu a partir de uma linhagem de vida em particular, mas evoluiu em outro lugar e foi transportada para a Terra (já como um Homo Sapiens totalmente evoluído), entre 60.000 e 200.000 anos atrás

E se estivéssemos procurando por vida alienígena não sabendo que somos, de fato, os alienígenas na Terra?

Uma teoria proposta pelo Dr. Ellis Silver declara que há vários indícios presentes na raça humana, os quais sugerem que os seres humanos não evoluíram junto com outras formas de vida na Terra, o que significa que somos os alienígenas que estamos procurando.

Um livro chamado Humans Are Not From Earth… (Humanos Não São da Terra…) é uma retomada da evidência contra a tese da evolução do homem na Terra.  No livro, o ambientalista e ecologista Dr. Ellis Silver apresenta a avaliação de treze hipóteses importantes e dezessete fatores que sugerem o fato dos humanos não serem da Terra.

A raça humana é, supostamente, a espécie mais altamente desenvolvida no planeta, todavia é surpreendentemente despreparada e mal equipada para o ambiente da Terra: prejudicada pela luz solar, uma aversão por alimentos que ocorrem naturalmente, possui taxas ridiculamente altas de doenças crônicas, e mais, disse o Dr. Silver numa entrevista.

De acordo com o Dr. Ellis Silver, os humanos podem sofrer de dores nas costas porque nossa espécie foi desenvolvida inicialmente em outro planeta com gravidade mais baixa.  Adicionando ao mistério, o Dr. Silver também indica o fato de ser estranho que recém-nascidos tenham cabeças enormes, o que torna difícil para as mães darem a luz, podendo resultar em fatalidades tanto para a mãe quanto para as crianças.

De acordo com o Dr. Silver, nenhuma outra espécie na Terra tem este problema.

Mas, além das numerosas teorias controversas que ele propõem, o doutor também sugere que os humanos não sejam projetados para ficarem expostos ao Sol da forma que estão na Terra, já que são incapazes de ‘tomar banho de Sol’ por mais de uma semana ou duas – diferentemente de outras espécies na Terra, como os lagartos – e não podem ser expostos ao Sol todos os dias sem terem problemas.

Além disso, o Dr. Silver explica que os humanos estão quase sempre doentes e isto poderia ser devido ao relógio do nosso corpo ter evoluído para esperar 25 horas no dia, e não 24, o que foi provado por muitos pesquisadores do sono. [Curiosamente, Marte possui um dia com 25 horas.]

O Dr. Silver também diz que esta não é uma condição moderna. Os mesmos fatores podem ser traçados por toda a história do homem na Terra.


Assim, de onde viemos?

De acordo com o Dr. Silver, os neandertais provavelmente eram um cruzamento com outras espécies, talvez do sistema Alpha Centauri – que é um dos sistemas solares mais próximos da Terra – num distante passado, dando nascimento aos humanos modernos.

Segundo Ellis, há milhões de pessoas ao redor do globo, os quais ‘sentem’ que não pertencem à Terra.

Ele explica: “Isto sugere (pelo menos para mim) que a raça humana pode ter evoluído num planeta diferente, e podemos ter sido trazidos aqui como uma espécie altamente desenvolvida. Uma razão para isto… é que a Terra pode ser um planeta prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta e estamos aqui até que nos comportemos.

O Dr. Ellis Silver conclui que a raça humana não evoluiu a partir de uma linhagem em particular, mas sim evoluiu em outro lugar e foi transportada à Terra (como um Homo Sapiens totalmente evoluído), entre 60.000 e 200.000 anos atrás.


domingo, 29 de abril de 2018

A Polêmica e Suposta Câmara Secreta Sob A Esfinge Egípcia


Muitos pesquisadores propuseram há muito tempo que existem muitas câmaras localizadas dentro da Grande Esfinge e abaixo dela. Alguns até sugeriram que o mítico ‘Salão de Registros’ está localizado logo abaixo deste misterioso monumento antigo.

Diz-se que o Salão de Registros detém a chave para entender nossa civilização e a história real da humanidade. E há ainda afirmações mais estranhas de que há até mesmo túmulos de alienígenas sob a grande Esfinge, mas isso tudo ainda está para ser comprovado. A falta de investigação leva muitos a acreditar que isso é porque eles já sabem as respostas (secretamente), e aqueles que estão no poder colocaram bloqueadores em todas e quaisquer tentativas de investigar a Esfinge ou abaixo dela. É uma loucura, mas o fato é que é verdade.


Ninguém parece querer que este lugar seja revistado, por isso temos que ir com fotografias e testemunhos iniciais e possíveis relatos de testemunhas oculares sobre o que está lá embaixo.

Certo, agora isso é algo sério demais:

Observe a abertura no alto da cabeça na fotografia 1. Muitos relatórios iniciais da Esfinge incluíam detalhes de 3 ou 4 aberturas ao redor da esfinge, levando a complexos sistemas de túneis, contendo túmulos com artefatos alienígenas. Algo dentro desses sistemas de túneis levou o governo egípcio e até mesmo a CIA a intervir e restringir o acesso em razão de “segurança da nação”.

A segurança da nação? De que nação eles estão falando? Egito ou Estados Unidos? E mais ainda, desde quando a CIA tem estado remotamente incomodada com a segurança nacional do Egito? Então, ali mesmo, está a bandeira vermelha, que é a arma fumegante também que implora às pessoas que investiguem mais.

A CIA interveio e impediu que as próprias autoridades do Egito investigassem mais alguma coisa. Eles bloquearam qualquer porta, aberturas escondidas e quaisquer outras aberturas que levassem a algum lugar que tivesse coisas que eles não queriam que ninguém visse… …Ou é uma carga de ouro, como toneladas, ou são artefatos alienígenas. Mas nós sabemos que não havia ouro…

Mas é uma boa teoria da conspiração porque isso é história e não algum seriado de crime de TV estúpido que é fabricado. Esta é uma história real e tangível, está bem ali no Egito e tudo o que é preciso é que alguém com grande coragem vá até lá e entre como se fosse dona dela…

…Vai ser preciso um bom linguista e uma mente determinada com intenções fortes para entrar na Esfinge …

Então aqui está uma trecho do CatchPenny.org que afirma:

A ideia de que há uma câmara sob a Grande Esfinge de Gizé provavelmente tem suas raízes na antiguidade. Em sua ‘História Natural’, Plínio escreveu:
Na frente delas (ou seja, das Pirâmides de Gizé) está a Esfinge, que merece ser descrita ainda mais do que elas, e ainda os egípcios passaram em silêncio.
Os habitantes da região a consideram como uma divindade. Eles são da opinião de que um rei Harmais está enterrado dentro dela … (Livro 36 XVII)

Você vê que eles (o povo local) acreditam que há um rei enterrado dentro dela (da Esfinge) e não um alienígena. Então alguma coisa ou alguém foi enterrado dentro dela… É Edgar Cayce quem acreditava e falou muito de que havia um Salão de Registros sob a Esfinge no Egito.
Se há uma coisa sobre a Esfinge é que ela foi mudada ao longo dos anos com um variado grau de tentativas para salvar algo, seja na forma, no tamanho ou no interior.

As mudanças provavelmente foram o formato real da cabeça, porque os especialistas dizem que uma cabeça de cão seria muito mais provável, porque é assim que ela é descrita em outro lugar. E mais, uma cabeça de cão se assentaria perfeitamente no lugar do que está lá agora. A cabeça que está lá agora é pequena e parece que ela foi moldada de uma cabeça original de um cão…

Agora, esta e a pesquisa interessante que encontramos, e leia cuidadosamente:

Os Rosacruzes aproveitaram a idéia de uma câmara secreta como um lugar de iniciação. (Para mais informações e diagramas de seu ‘Salão Subterrâneo’, veja A Visão Rosacruz.) Em anos mais recentes, a teoria de câmaras ainda não descobertas na área da Esfinge foi popularizada por autores  que criticaram os egiptólogos ‘tradicionais’.

Em seu livro “The Message of the Sphinx” (A Mensagem da Esfinge), Graham Hancock e Robert Bauval relatam o uso da tecnologia moderna para investigar o terreno em torno da Esfinge: Em 1973-4, o primeiro de uma série de projetos pioneiros sérios foi lançado, usando penetração no solo, radar e outro equipamento de sensoriamento remoto de alta tecnologia para localizar ‘anomalias’ sob o leito de rocha abaixo da Esfinge. Esses projetos foram canalizados por meio de instituições acadêmicas bem estabelecidas – a Universidade Ain Shams, no Cairo, e o prestigioso Stanford Research Institute (SRI), nos EUA. Em 1977, a National Science Foundation dos EUA financiou um projeto em Gizé envolvendo novamente o SRI. Desta vez, foram utilizadas várias técnicas novas, como medidas de resistividade (de hastes de metal impulsionadas na rocha através das quais uma corrente elétrica foi passada), magnetômetro e também as mais recentes técnicas de fotografia aérea e infravermelho térmico.

De acordo com o relatório oficial da equipe do SRI:

Várias anomalias foram observadas como resultado de nossa pesquisa de resistividade na Esfinge… Atrás das patas traseiras (extremidade noroeste) encontramos duas travessas. A anomalia poderia ser devido a um túnel alinhado de noroeste a sudeste.
Duas outras anomalias foram observadas, no fundo da rocha, na frente das patas da Esfinge.

O que você acha disso?

É interessante notar que existem câmaras escondidas sob as patas e sob a parte de trás da Esfinge, o que dá ainda mais credibilidade à teoria do túmulo alienígena…