Mostrando postagens com marcador Lemúria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lemúria. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

YONAGUNI, A Cidade Submersa de 11.000 anos pode confirmar Existência de Terceira Raça


Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.


Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente. 

Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas megalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.




São restos de uma cidade antiquíssima submersa próxima ao território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.


Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade

Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta. Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um enorme platô com mais de 200 metros de comprimento, e para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de zigurates.


Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as colossais pirâmides do Egito.


E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.

São escadarias, entalhes na rocha, rampas, terraços, pilares, desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas ferramentas de entalhe.


Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.

As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica civilização, anterior a Idade da Pedra.

Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?


Lendas que se tornam palpáveis

Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da Terra.

Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas

Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a história pode estar escondendo.

Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.

Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência.

"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos, que preferem manter protegida a ideia de progresso científico contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra, povos mais evoluídos em conhecimentos.

Assista esta matéria do famoso Project Camelot falando sobre o assunto



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Encontrada Terceira Pirâmide na Antártida


Desde que o Google Earth foi lançado, ele tem sido uma ferramenta não só para o uso dos teóricos da conspiração, mas também para qualquer pessoa procurando descobrir sobre o que pode estar além da nossa visão.

A mais recente, numa série de três pirâmides cobertas de neve, foi descoberta nas imagens de satélite do Google Earth, e em poucos dias as descobertas estão sendo divulgadas pesadamente nas comunidades que pesquisam a história alternativa.  Duas das pirâmides podem ser encontrada a aproximadamente 16 quilômetros para dentro do continente, enquanto a terceira fica próxima da costa.

As implicações desta descoberta são complexas e, se aceitas, poderão virar o mundo científico de cabeça para baixo. Nenhum livro de história menciona uma civilização na Antártica com a habilidade e tecnologia necessárias para construir enormes pirâmides.  Há uma razão aparente por detrás desta situação e, pela aparência disso, ela sugere que uma civilização tecnológica existiu na Terra muito tempo antes da nossa ter emergido.

Muita semelhança?

A Antártica é agora um deserto congelado, mas nem sempre foi assim. Ela ficou na sua posição atual devido as placas tectônicas, se deslocando, ano após ano, cada vez mais para o Pólo Sul.  Milhões de anos atrás, o clima da Antártica era muito mais ameno devido sua posição próximo do equador. Este é um fato estabelecido, respaldado por várias teorias aceitas, não sendo somente uma especulação.

Há alguns anos, o British Antarctic Survey (BAS) descobriu evidência de que o clima da Antártica era muito diferente no passado distante.

A Dra. Vanessa Bowman, da BAS, disse:

“Retorne 100 milhões de anos no tempo e a Antártica era coberta por florestas exuberantes, similares àquelas de hoje na Nova Zelândia.”

Uma outra expedição – liderada pela NASA, envolvendo 11 outras organizações científicas – descobriu formas de vida microbianas ‘fora de lugar’ nas profundezas do Lago Vida na Antártica, presas sob uma placa de gelo de 20 metros de espessura.  As colônias microbianas tinham prosperado em isolamento por milhões de anos, e cientistas acreditam que elas sejam as descendentes de microorganismos que viveram num clima muito mais ameno. Quem sabe quais outros enigmas esperam abaixo do gelo para serem revelados.

Mesmo com a tecnologia de hoje, construir estruturas massivas como as pirâmides da Antártica seria quase impossível.  Há simplesmente muitos problemas relacionados à mão de obra e a logística requerida para tal projeto. Se fosse viável construir estes misteriosos monumentos na Antártica, isto deve ter ocorrido no passado, quando aquele continente era um lugar favorável para vida humana.

E isto abre uma grande ‘lata de minhocas’. O continente só seria habitável num passado muito distante, mas a ciência predominante diz que a roda não foi inventada até uns 6.000 anos atrás. Ao mesmo tempo, é dito que humanos ‘anatomicamente modernos’ só controlaram o fogo 125.000 anos atrás.  Assim, onde estas controversas pirâmides se encaixam?  Seriam elas evidências de uma antiga civilização avançada?  A mente estremece quando ficamos colados em nossas crenças desatualizadas.

Proponentes da história alternativa e fãs da hipótese dos alienígenas do passado não têm problemas em aceitar a realidade paralela gerada por tais descobertas. Não é difícil ver e aceitar que não somos os primeiros e, embora pareça assim, provavelmente não seremos os últimos.

Milhares de anos após elas terem sido construídas, ainda estamos fascinados pelas pirâmides do Egito. Os monumentos deixados para trás por aquela sociedade têm encarado o teste do tempo em mais de uma forma… eles deram aos seus construtores a imortalidade.  Mantendo isso em mente, o que poderia ser dito sobre as pirâmides que têm milhares de anos de idade?  Isto coloca nossas vidas em perspectiva e nos faz ver o grande cenário.

Ou nos encolheremos num repúdio egoísta?

…….

Infelizmente, não há maiores informações no artigo sobre as coordenadas ou quem tirou a foto a partir do ponto de vista do solo. Contudo, fica aqui para registro e avaliação dos leitores.

Fontes:

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

NASA mentiu e NIBIRU está mesmo chegando, segundo Google Sky? - [VÍDEO]

Nós do Filosofia Imortal acabamos de esbarrar com uma notícia colocada de forma alarmante e assinada por uma pessoa que se diz chamar Lyn Leahz. Não sabemos da veracidade da mesma e nem conferimos as coordenadas fornecidas. No entanto, se for mesmo verdade, as coisas podem esquentar um pouco nas redes sociais e por toda Web.

Mais uma vez, deixamos ao leitor o aprofundamento nas pesquisas e a conclusão.

Vamos à matéria...


Uma notícia recente que causou alvoroço na rede. A NASA acaba de ser pega em uma mentira... e as coisas são mais graves do que nunca! 


Essa área foi divulgada por diversos vídeos no Youtube antes de 2010 e causou grande repercussão, tanto é que muitos ligaram isso ao fenômeno 2012 especulando sua chegada em nosso sistema solar nesta data, vamos agora analisar o artigo de Lyn Leahz e o que ele descobriu .

O que foi dito por: Lyn Leahz 

“Google Sky acaba de tornar visível uma área no espaço que anteriormente havia sido censurado pela NASA, nesta área estava escondido o que parece ser o Planeta X, também conhecido como Nibiru, de acordo com estudos recentes, supostamente dirigi-se em direção à Terra!“

NASA está mentindo! Eles poderiam estar mentindo para nós até sobre outros eventos que as pessoas ainda não saibam? A resposta é sim! 

Estamos caminhando para um evento apocalítico vindo de "fora deste mundo", algo inconcebível para nossa humanidade atual, pois o que temos de lembranças sobre ele está em nosso subconsciente de vidas passadas e nos registros de diversos povos que afirmam uma mesma coisa. Ele é o causador do fim de diversas eras em nosso mundo; como Atlântida, Lemúria e outros; que a humanidade guardou sobre a figura de dilúvios universais.

Se não fosse algo se suma importância, porque a NASA censuraria tal localização no Google Sky? 

Vídeo que mostra o que a NASA esconde (em inglês):


Vídeo intitulado URGENTE. The Big Lie NASA, estão em grave perigo! Tempo para orar mais do que nunca!

Por que o Google decidiu parar de censurar esta parte do espaço? 

Durante anos tem havido especulação por teóricos da conspiração que alguns astrônomos Google Sky estariam censurando o Planeta X ou Nibiru em junção com a NASA, da vista do público. Agora, surpreendentemente, um trecho do Sky do Google que esteve anteriormente censurados é tornado visível pelo Google. A figura a seguir mostra como este astro foi censurado pelo Google por anos.



Planeta X / Nibiru

A partir de agora é o momento não está claro por que o acesso Google é irrestrito para o sistema planetário confirmando o que dizia Zecharia Sitchin, que escreveu numerosas publicações sobre o planeta Nibiru. 

Levando em conta as revelações mediúnicas, onde alguns médiuns, por base nas informações recebidas, moldaram sua constituição física como na imagem abaixo, o Astro Intruso (na terminologia espírita) com sua cabeleira, que nada mais é do que seu campo etérico energético. E por coincidência se assemelha com a imagem revelada do Google Sky.


Na imagem abaixo, filmado agora em 2015, você pode ver claramente o disco alado como descrito por Sitchin e outros. É quase sobrenatural!

O sistema está atualmente nas coordenadas: 5h 42m 21. 0s 22 36 '45 0,7 in.


O que foi revelado e que anteriormente tinha sido ocultado está nesta foto abaixo. Se você fosse procura no Google Sky por esse quadrante, daria com a cara neste quadrado preto colocado ai intencionalmente pela Nasa, já que é ela que disponibiliza as informações ao GOOGLE. 


Esta é uma imagem das mesmas coordenadas antes de o Google remover a faixa de censura e agora, mais visível e próximo. É o que teóricos da conspiração suspeitavam e está aí, uma foto real de Nibiru!



Planeta X / Nibiru se aproximando da Terra 

A partir de um artigo no site da NASA publicou um pouco mais de um ano atrás, 07 de março de 2014:

Depois de olhar para centenas de milhões de objetos por meio de nossos céus, explorar o espaço com a Wide Field Infrared Explorer NASA (WISE) não demonstrou qualquer evidência de o corpo celeste comumente chamado de "Planeta X" 

Pesquisadores haviam anteriormente teorizado sobre a existência deste grande planeta, mas o corpo celestial invisível, poderia supostamente estar em algum lugar além da órbita de Plutão. Além do "Planeta X", o corpo tinha ganhado outros apelidos, incluindo "Nemesis" e "Tyche". 

Este novo estudo, que envolveu uma revisão dos dados WISE cobriu todo o céu em luz infravermelha, não encontrou qualquer objeto do tamanho de Saturno ou maior do que existe a uma distância de 10 000 unidades astronômicas (UA), e não há maior do que Júpiter 26.000 ua objeto. Uma unidade astronômica é igual a 93.000 mil milhas. A Terra é um UA e Plutão cerca de 40 UA do Sol.

Como vemos, em meio a tantas desconfianças de anos, a NASA dá uma desculpa finalizando o assunto, que havia sido confirmado em 1983. Vamos ver o trecho:

"Em Novembro de 1983 o IRAS telescópio infravermelho da NASA descobriu uma incrível e enorme massa colossal, que parece uma estrela ardenda, um objeto grande, na região de Orion." disse o Dr. Jaysen Rand, pesquisador e autor de “O Retorno de Planeta X”, em seu discurso de abertura durante a reunião histórica, observando a forma aberta e assim anunciou a descoberta naquele dia. 

No entanto, 24 horas mais tarde, a mídia estava em completo silêncio sobre o assunto e não se ouviu nem mesmo um pio, como protocolos de segurança nacionais executados nos mais altos níveis do governo e da mídia. A partir daí, foi quase um apagão de mídia por completo. 

Rand, em seguida, fez menção de uma revista US News and World Report num artigo de 1984, que revelou uma nova pista do que a NASA encontrou. "Chamaram uma estrela anã marrom", disse Rand. 


Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin, renomado pesquisador e autor, afirmou que o Planeta X navega através do espaço em uma órbita altamente elíptica, vinda à terra do sul em uma planície angular, então próximo do sol ele faz o retorno antes de sair fora do nosso sistema solar a cada 3600 anos. 

O 12º Planeta e suas consequências

As descrições de Sitchin afirmavam: Há um planeta ainda não descoberto além de Netuno, que segue uma órbita rara, elíptica, adentrando em nosso sistema solar por inteiro a cada 3.600 anos aproximadamente . Este planeta é chamado de Nibiru (embora Júpiter fosse o planeta associado com o deus Marduk na cosmologia babilônica). 


De acordo com Sitchin, Nibiru (cujo nome foi substituído por MARDUK em lendas originais pelo governante Babilônico de mesmo nome, na tentativa de cooptar a própria criação, levando a uma certa confusão entre os leitores) colidiu com Tiamat catastroficamente (deusa no mito da criação babilônico Enuma Elish), que ele considera como um outro planeta, uma vez localizado entre Marte e Júpiter. Esta colisão supostamente formou o planeta Terra, e um cinturão de asteróides e cometas. 

Sitchin afirma que ao ser atingido por uma das luas de Nibiru, Tiamat dividiu-se em duas, e então uma segunda passagem de Nibiru, atingiu os fragmentos quebrados e a metade de Tiamat tornou-se o cinturão de asteróides. A segunda metade, colidiu novamente com uma das luas de Nibiru, e foi empurrado para uma nova órbita e tornou-se hoje o planeta Terra. 

Poderia esta aproximação com as crescentes mudanças no clima, estações, marés, atividade vulcânica e atividade tectônica ... e até tornados atingiram em junho agora? Como eu disse na minha função de vídeo no início deste artigo, as estrelas quando se aproximam da atmosfera da Terra realmente podem causar mudanças significativas na atividade magnética. 

Por muitos anos, os governos têm conhecimento de que um corpo celeste se aproxima (também conhecida como anã marrom estrela) e seu ciclo de aparição é de 3,600 anos, claramente discutido em antigos selos cilíndricos sumérios e outros documentos velho. 


Colisão com a Terra

Para muitos que não conhecem o tema, e segundo levando em conta as especulações populares e neo-científicas que levam ao pé da letra o contexto “ em direção da terra”, se Nibiru se choca-se com a terra, nem mesmo as bactérias sobreviviam, ele é quatro vezes ou mais o tamanho da terra.

Como definiu Zecharia Sitchin em uma de suas obras; essa suposta colisão ocorreu num período da formação sistema solarconegido pelos antigo escritos indianos de Manvantara, quando ele e outros estavam se organizando á milênios atrás e depois disso, tomou sua órbita cíclica e perfeita adentrando não só o nosso como outros, num clico perfeito como de um relógio.


O Planeta Chupão do Espíritas

Na literatura espírita Nibiru é conhecido como o Astro Intruso, sua existência está relacionada com o processo de aperfeiçoamento dos espíritos no campo extra-físico, funcionaria como uma espécie de ônibus galáctico, destinado a trazer e levar almas que foram banidas destes mundo por incompatibilidades marais, bem como ao mesmo deixam outras que já estão aptas a voltarem a viver em seus mundos de que foram expulsas no passado.

Assim descreve o espírito Ramatís:

“E justamente pela órbita desse planeta corresponder a 6.666 anos terrestres, em elevadíssima velocidade de escape, sua trajetória inclui inúmeros sistemas solares. Em seu caminho, ele vai absorvendo entidades espirituais não apenas da Terra, como ainda de outros planetas similares, abrigando-as em sua estrutura energética etérea 3.200 vezes maior que a aura terrestre.”

Como vemos, existe uma certa discrepância nas datas informadas entre Ramatís e Zecharia Sitchin que se baseou nos tabletes cuneiformes suméricos.

As datas de Ramatís parecem serem mais lógicas, ainda mais quando se enquadram segundo o calendário de Dendera no Egito. As consequências suas em sua passagem são o próprio apocalipse como Ramatis afiirma:

“A Terra receberá forte vento similar ao jato de superfície, e depois começam as deformações da litosfera. Aí surgirão os maremotos e furacões em larga escala, bem como da atividade vulcânica, mediante a ação de agentes exodinâmicos. Bolsões de gás natural explodem em diversos pontos, o mar invade inúmeras áreas e outras emergem.
Atlântida e Lemúria reaparecem no mapa do planeta. Explosões serão ouvidas com freqüência na maior parte do planeta, fruto das acomodações da crosta. 
As 48 horas que se seguem à passagem do astro intruso serão de dinâmica inimaginável em termos de variações geográficas e climáticas .”

Como explicamos e segundo afirma a próprio Ramatis, Nibiru não vem para destruir por completo o planeta como muitos creêm, más torná-lo propício á um novo começo.

“O astro intruso não vem destruir a escola para transformá-la numa escola do interesse exclusivo de alguns, mas para higienizá-la e torná-la mais apropriada para os alunos repetentes, e para os que vêm de outros lugares para freqüentá-la. Aqueles que terminaram seus cursos são levados para escolas (planetas)mais avançadas, enquanto outros que precisam de grandes reformas seguem com o astro intruso.”


O Segundo Sol

E agora o Google Sky revela uma área no espaço que foi anteriormente censurada, mostrando o que parece ser o Planeta X (nibiru), e o interessante é que alguns fatos recentes pode até coincidir com isso.

Não é atoa que diversos sites tem ao longo de 3 anos publicando imagens de diversos locais do mundo onde puderam serem visualizados dois sóis.



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Lendas urbanas ou Mundos em colisão?


Julio Verne 
Foi um maçom ilustre e sabia o segredo da Terra oca e nos contou uma realidade tão apavorante e constrangedora que se tornou “ficção” para os desavisados, mas hoje ligando os pontinhos tudo se encaixa...

Os Tehuelches

O povo Tehuelche têm uma história de mais de 14.500 anos, também chamados de patagões ou patagônios, foi identificada por exploradores europeus como uma raça de gigantes na América do Sul.

A primeira menção a esse povo veio da viagem de Fernão de Magalhães e sua tripulação, que alegou tê-los visto ao explorar a costa da América do Sul a caminho de sua circum-navegação do mundo em 1520. 

Antonio Pigafetta um dos os poucos sobreviventes da expedição e o cronista da expedição de Magalhães, escreveu em seu relato sobre seu encontro com os nativos com o dobro da altura de uma pessoa normal: Eles foram encontrados em uma área entre os rios Chubut, Negro e Limay

Um dia, de repente viu um homem nu, de estatura gigantesca, na margem do porto, dançando, cantando, e jogando terra sobre a cabeça. O comandante-geral [ou seja, de Magalhães] enviou um de nossos homens até o gigante, para que ele pudesse executar as mesmas ações como um sinal de paz. Tendo feito isso, o homem levou o gigante para uma ilhota onde o capitão-general estava esperando. Ele era tão alto que nós só atingíamos a sua cintura, e ele era bem proporcionado

Quando o gigante de frente ao capitão-geral e da nossa presença, ele maravilhou-se, e fez sinais com um dedo levantado para cima, acreditando que tinha vindo do céu

Tehuelches acreditavam em um ser supremo, que viveu no norte e chamou-lhe Tukutzual e habitam o sul, Kooch. Segundo a tradição, como todos os povos nômades, compartilhavam a crença em El al, herói civilizador que condenou a primeira geração de homens para ser peixe, por terem violado um tabu sexual. Tehuelches foram proibidos de comerem peixe porque estariam comendo seus ancestrais.

No entanto, uma recém-editada revisão dessa viagem saiu em 1773 (era iluminada), alegando que os patagônios foram registrados como tendo 1,98 m de altura, a estatura media de um europeu na época era de 1,68m...

Arqueólogos mexicanos descobriram um labirinto de templos de pedra em cavernas subterrâneas, alguns submersos em água e contendo ossos humanos, que os maias antigos acreditavam ser um portal onde as almas mortas entraram para o submundo.

Pesquisadores descobriram as ruínas de pedra de onze templos sagrados e o que poderiam ser os restos de sacrifícios humanos no local, na Península de Yucatán, México. Essas cavernas se comunicam através das Américas. No Peru os túneis acabam na selva amazônica.

Existem também mais de 200 cidades subterrâneas na Capadócia, que mostram apenas o primeiro andar, há centenas mais que não temos acesso.


Antigos dizem que os Incas dos Manco Capac relataram que vieram de cavernas subterrâneas. Indígenas do mundo todo relatam que existem outras cidades intraterrestres como:

Shambhala e Agartha na Ásia,
Telos no Monte Shasta,
Posid, Atlantic City, em Mato Grosso no Brasil,
Shonse, Colônia,
Lemuriana na Himalaia,
Índia Raipur Branch,
China-Mongólia Shingwa e
Monte Lassen, na Califórnia.
Na Sibéria, no sul do Uruguai - los Big Blade
Mammoth Cave em Kentaky
Manaus e Cataratas do Iguaçu, no Brasil
Monte Epomeo, na Itália
Cueva de los Tayos, no Equador
Esfige de Gizé, Egito
Gruta da Paz, no Equador
Cordilheira de Yvytu Turusu, no Paraguai
Guagapo Grotto, no Peru
Tula no Rio Paraná até a capital Argentina.

Los Angeles foi fundada em 04 de setembro de 1781, pelo governador espanhol Felipe de Neve. Tornou-se uma parte do México em 1821 após a Guerra da Independência do México. Em 1848, no fim da Guerra Mexicano-Americana, Los Angeles e o resto da Califórnia foram comprados como parte do Tratado de Guadalupe Hidalgo, tornando-se parte dos Estados Unidos. O México perdeu cerca de 55% de seu território anterior à guerra.

Los Angeles -CA
A terra que o Tratado de Guadalupe Hidalgo trouxe para os Estados Unidos tornou-se, entre 1850 e 1912, a totalidade ou parte de 10 Estados americanos:
Califórnia (1850),
Nevada (1864),
Utah (1896)
Arizona (1912),
Estado do Texas (1845)
parte de Kansas (1861),
Colorado (1876),
Wyoming (1890),
Oklahoma (1902),
e do Novo México (1912).

Havia cerca de 80 mil mexicanos que viviam nas áreas da Califórnia, Novo México, Arizona e Texas durante o período de 1845-1850. 

A Califórnia foi admitida como Estado dos EUA em 09 de setembro de 1850. O ato de admissão não fez nenhuma referência ao direito à terra nativa americana. Em seu segundo dia no cargo de primeiro Senadores da Califórnia, John Fremont e William M. Gwin introduziram projetos de lei para extinguir todo título indígena, na Califórnia.

O legislativo estadual se opôs fortemente à política da reserva indígena seguida pelo tratado e pressionaram o governo federal de uma vez a remover todos os indígenas do estado.

Fome, doença e morte reduziram a população indígena a 17.000 indivíduos... pois eles sabiam demais.

Arqueólogos dizem que os maias acreditavam que o complexo subterrâneo de cavernas cheias de água levam a câmaras seca - incluindo um caminho subterrâneo que se estende cerca de 330 metros - um caminho para um submundo mítico, conhecido como Xibalba.


Diferentes grupos maias que habitaram o sul do México e norte da Guatemala e Belize tiveram suas próprias entradas para o submundo, que arqueólogos descobriram em outros locais, quase sempre em sistemas de cavernas enterrados nas profundezas da selva.

Alguns dos túneis existiram para o oeste para 20 milhas na Baia de Santa Monica (CA). Infelizmente esses tuneis estavam ligados às ruínas mais antigas de uma cidade ainda maior que foi coberta pelo Oceano Pacífico milhares de anos atrás, durante um terremoto tremendo e inundações posteriores

Narra a lenda que cerca de 4.000 a 5.000 anos atrás, uma chuva de meteoros enormes devastou parte da costa oeste de os EUA, cobrindo uma área de centenas de quilômetros de largura. A cratera Winslow no norte do Arizona é apenas uma das peças que caiu do céu daquele evento. Milhares de pessoas foram mortas, suas lavouras dizimadas, destruídas habitações, e as florestas em chamas.

Mas o "Povo Lagarto" de Los Angeles (os anjos), sobreviveu à chuva de meteoros. O velho Chefe indígena (Hopi) Leaf Green, dizia que o "Povo Lagarto" era capaz de prever terremotos e que ele também era capaz de fazê-lo, tanto que previu com precisão a destruição do terremoto de Long Beach em 10 de março de 1933, com um mês de antecedência.

O velho indio acreditava que era fácil para qualquer um predizer com 96 horas de antecedência, quando um terremoto estava chegando, porque a agulha de uma bússola se tornaria desmagnetizada e se recusaria apontar o norte. 

Warren G. Shufelt, engenheiro geofísico de minas estava empenhado em uma tentativa de arrancar a cidade perdida no fundo da terra, abaixo do monte Fort Moore durante 1934. Naquele ano, usando uma vara de radiestesia ele chamou de "rádio de raios-X", afirmou ter descoberto cavernas embaixo da cidade dos Anjos = Los Angeles

Shufelt soube da lenda do Povo Lagarto após seu aparelho de Raio X ter lavado aqui e ali, sobre uma área que se estende desde a Biblioteca Pública, na West Quinta rua para o Museu do Sudoeste, no sopé do Monte

Ele acreditava tão firmemente no que o velho índio Hopi disse que reuniu uma equipe pequena de assistentes para sondar com aparelhos o labirinto. Descobriu que há catacumbas com um valor inestimável de comprimidos de ouro abaixo do centro de Los Angeles a 250 pés no chão.

A boca de entrada do poço esta na antiga propriedade na rua Banning em North Hill com vista para Sunset Boulevard, Spring Street e North Broadway.

"Eu sabia que era mais que um padrão de túneis. Eu tinha traçado o curso dos túneis, a posição dos grandes salas espalhadas ao longo da rota do túnel, bem como a posição dos depósitos de ouro, mas eu não conseguia entender o significado disso." disse Shufelt

Segundo o rádio de raios-X revelou a localização de uma das três cidades perdidas na costa do Pacífico, a um local que foi escavado pelo Povo Lagarto, após a "grande catástrofe", que ocorreu há cerca de 5.000 anos atrás. 

Esta catástrofe foi lendária na forma de uma enorme língua de fogo que saiu do Sudoeste, destruindo toda a vida em seu caminho. O buraco da cidade foi escavado como um meio de escapar de futuros incêndios. A cidade perdida foi cavada com produtos químicos poderosos do Povo Lagarto, em vez de picareta e pá, drenado para o oceano, onde começaram seus túneis, segundo narra a lenda...

Newgrange (novo celeiro)

Foi construído na Irlanda durante a idade da pedra há mais de 5.000 anos atrás (3.200 aC + 2012 dc).


Segundo reza  a lenda, os “especialistas” no assunto assumem que essa obra teria levado 5 anos para ser concluída, apenas fazendo uso de ferramentas feitas de pedra, madeira, chifre ou osso - tornando a construção com peso de mais de 200 mil toneladas - mais antiga do que Stonehenge na Inglaterra e a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, mas não mais antiga quanto a Pirâmide do Sol na Bósnia.

Eeiiittaa... essa também é braba... imagine na Copa?

“Especialistas” afirmam que a MEGA-construção tem propriedade astrológica, espiritual, religiosa e cerimonial como as muitas catedrais atuais de adoração...

Me engana que eu adoro...

A entrada de Newgrange foi selada e permaneceu fechada durante vários milênios. Mas começou a ser estudada como um monumento pré-histórico por antiquários, no século XVII (sempre com os “iluminados” no pedaço), e ao longo dos séculos subsequentes até ser restaurada em grande parte a uma interpretação de sua aparência original, por volta dos anos 70.

O monte aparente na superfície da terra tem de 76 metros de diâmetro e 12 metros de altura, e abrange 4.500 metros quadrados (1,1 hectares) de terra.

O que há de curioso nessa construção?

Bom, além da sua construção "feita com paus, pedras e osso", uma vez por ano, no solstício de inverno, o sol nascente brilha diretamente ao longo da passagem na câmara durante cerca de 17 minutos e ilumina o chão da câmara. Um alinhamento muito preciso para ser considerado a ser formado por acaso. Professor MJ O'Kelly foi a primeira pessoa nos tempos modernos a observar este evento em 21 de dezembro de 1967. 

O alinhamento é tal que a caixa acima da entrada da passagem permite que a luz bata no chão da câmara interna. Hoje, a luz entra pela primeira vez cerca de 4 minutos após o nascer do sol, mas os cálculos com base na ultima precessão da Terra há 5.000 anos, a luz teria entrado exatamente ao nascer do sol. 

Será que o povo há 5 mil anos atrás sabia de algo nessa data que a gente não sabe? Será que a comunidade local se protegia dos raios galácticos?

O solstício de inverno anual, de toda manhã de 21 de dezembro, é frequentemente transmitido ao vivo pela RTÉ televisão e também pode ser visto em todo o mundo através da Internet. Não vá perder essa, hein?!!



Misteriosa cunha da Romênia

Uma estranha peça, tipo uma cunha, foi encontrada em 1974 numa das margens do rio Mures, a dois km de Aiud. O misterioso objeto foi descoberto numa escavação, enterrado a 10 metros de profundidade, ao lado de dois ossos de mastodontes. O mastodonte é um mamífero de grandes dimensões, também chamado de mamute, extinto há pelo menos 10.000 anos.

A cunha foi levada para ser examinada num laboratório em Lausanne, na Suíça, e obteve o mesmo resultado na análise metalúrgica:

89% de alumínio, 6,2% de cobre, 2,84% de silício, 1,81% de Zinco, 0,41% de chumbo, 0,33% de estanho, 0,2% de zircônio, 0,11% de cádmio, 0,0024% de níquel, 0,0023% de cobalto, 0,0003% de bismuto, e um pequeno traço de gálio.

A análise da espessura da camada de óxido que recobre todo objeto de alumínio deu uma precisa referência de sua idade estabeleceu-se a idade do material em cerca de 300 anos fabricada por fundição, indicando que o alumio descoberto na margem do rio é anterior a sua descoberta nesse planeta. Até meados de 1800 e o material não foi produzido industrialmente senão em 1885.

Como algo assim poderia estar na mesma camada geológica de ossos de mamute datados de 10.000 anos de idade?

A misteriosa cunha de alumínio nunca foi exibida ao público.  Posteriormente as análises, o artefato foi doado para o Museu de História da cidade de Transilvânia, em Cluj e somente um grupo muito seleto ficou sabendo sobre isso.


Sereias?

Narra a lenda que no início de 1990, a Marinha dos EUA começou uma série de testes de sonar secretos. Essa ideia se deve a mortandade em massa de baleias e outros seres marinhos em praias de todo mundo.

Mas nesta história, um vídeo amador surpreendente e provas fotográficas, bem como outras gravações de áudio, sugerem que baleias não foram às únicas criaturas afetadas pelo “sonar da Marinha”. Restos mortais de um ser metade humano e metade peixe estavam entre os atingidos pelo evento que afetou a audição dos animais.

Em 1997, cientistas da National Oceanic Atmospheric Administration (NOAA) registraram um misterioso som (chamado "A Bloop") no Pacífico profundo, um som de um grupo animal singular, bem diferente de tudo que os estudiosos já ouviram até então.

O fato é que homens lagarto, anjos, sereias já não são mais surpresa para quem tem uma pista de como eles se desenvolveram na Terra. 

Mas o que chama mais atenção é que estão se “materializando” para todos em um nível de informação mais frequentemente. Meu palpite é que temos informação detalhada, mais específica sobre esses seres, logo, podemos vê-los. Vou mais além. Os “mundos” estão se chocando. As diferentes frequências estão navegando na mesma onda de informação, como uma viagem no tempo.

Vamos em breve assistir a muita coisa bizarra, mas sabendo antes de tudo que a imagem do gigantesco holograma está unindo suas partes e colocando tudo no mesmo “MUNDO” que antes estava separado por infinitas e diferentes vibrações de informação.

Lembrando que esse é o principio do caos. Depois do colapso, virá a separação novamente, e a poeira irá assentar. O “mundo” não vai acabar, como vimos.

A “vida” voltará a surgir dando continuidade a seu propósito: o de ensinar como nadar nessa “onda”...

laura botelho

Escrevi esse pequeno texto só para avisar a você - que gosta do que escrevo - sobre a próxima palestra ON LINE que farei no dia 27 de novembro – a partir das 21h. Falarei mais sobre frequências de vibração e como elas afetam nosso corpo (matéria) e nossa alma (energia).
Tema: Cura = atenção = conexão = equilíbrio.

Este especial de duas horas é ficção científica baseada em alguns fatos reais e teoria científica.




As Origens do Homem, segundo a Teosofia

Helena Petrovna Blavatsky

“Origem divina não quer significar aqui uma revelação de um Deus antropomórfico, no alto de uma montanha no meio de relâmpagos e trovões; mas, segundo entendemos, uma linguagem e um sistema de ciência transmitidos à primeira humanidade por homens de uma raça adiantada, tão elevada que aparecia como divina aos olhos daquela humanidade infantil; em uma palavra, por uma “humanidade” proveniente de outras esferas.”

O texto acima faz parte do livro “A Doutrina Secreta – Vol II – Simbolismo Arcaico Universal”, escrita pela russa Helena Petrovna Blavatsky (HPB), uma das principais referências da teosofia moderna. Diga-se moderna porque não é um termo novo, pois já era mencionado por filósofos gregos como Amônio Saccas e místicos medievais como Jacob Boehme.


Às vezes equivocadamente traduzida como “sabedoria de Deus”, a teosofia na verdade traz o conceito de sabedoria divina (na Índia conhecida como Brahma Vydia), aquele conhecimento que é comum a todo universo e de onde as religiões e filosofias vão buscar suas inspirações.

Para se ter uma ideia do quão polêmicas foram as afirmações de Blavatsky na época, segue um trecho da edição brasileira de A Doutrina Secreta:

Sociedade Vitoriana
Convém recordar que, quando publicado pela primeira vez, na Inglaterra, (1888) o colonialismo vivia seu período áureo. O universo, na visão de muitos, tendia para se tornar uma máquina sem alma, idêntica às que os homens construíam para suas fábricas. Esse espírito refletia-se na rígida moral vitoriana, na casaca preta e no colarinho engomado, na cartola esguia como uma chaminé fumegante, nos espartilhos e saias amarradas.


Contrariando as publicações científicas na época sobre as origens do homem, Helena Blavatsky sugeriu que não, o homem não era descendente dos símios e sim o contrário, causando grande rebuliço no meio intelectual e gerando atitudes hostis contra a sua pessoa.

HPB acreditava que os primatas eram na verdade o resultado do cruzamento do homem primitivo com animais extintos há milhões de anos, uma espécie de degeneração do modelo humano. Por muito tempo essa afirmação foi ridicularizada pela comunidade científica. Mais recentemente, a descoberta de fósseis com características humanas e mais antigos do que se esperava, tem colocado em xeque a teoria darwiniana.

Sugestão da Evolução dos Macacos.
Abaixo, um trecho de uma reportagem feita pela revista Galileu:

“Blavatsky, que morreu em 1891, era contrária à seleção natural de Darwin. Para ela, a evolução humana se dera a partir de "seres elevados espiritualmente". Em seu apartamento em Nova York, que dividia com Olcott - em quartos separados - ela tinha na sala um babuíno empalhado, com óculos, colete, fraque e gravata, portando sob um dos braços um volume de A Origem das Espécies, de Darwin.”


Mas, se Darwin estava errado, de onde surgiu o homo sapiens?

Segundo Blavastsky, o universo é pura vibração ocorrendo em vários níveis dimensionais onde a manifestação se dá dos níveis menos densos (etérico, astral, etc.) para o mais denso (físico). O que observamos com nossos sentidos comuns seria apenas a ponta do iceberg de um processo intrincado onde experiências se compartilham numa malha infinita de interações. (Vide Teoria das Cordas e a Ordem Implícita de David Bohm) 



Importante ressaltar, e isso é de extremo interesse, que na visão teosófica o universo não está cheio de vida, mas ele é a própria vida em movimento. Não a vida biológica que conhecemos, mas o incansável impulso para a manifestação da forma em todos os níveis.

Muitas pessoas, por exemplo, já fizeram a seguinte pergunta: “Ora, se existe vida e seres inteligentes em outros planetas, quem os criou?

Podemos perceber primeiramente que essa pergunta cai no erro clássico de se basear nas ditas “escrituras sagradas” onde se afirma que Deus criou o homem e a mulher aqui na Terra e ponto!

Essa possibilidade é absurda, considerando que só na nossa galáxia existem bilhões de estrelas e o universo (visível) tem bilhões de galáxias! Inclusive, foi dito por alguém a seguinte frase: “Se estamos sozinhos neste planeta, então o universo é um grande desperdício!”. Pois bem, se seguirmos o raciocínio da pergunta anterior, chegaremos a conclusão de que Deus foi incompetente em sua criação. 

A Lemúria, segundo a Teosofia.


A partir do momento que entendemos que esse impulso vital esta em toda parte, torna-se impossível explicar o surgimento da vida em todos os pontos do universo, simplesmente porque cada situação é diferente da outra, poderíamos especular por exemplo a interferência de seres de outros orbes, transporte de elementos orgânicos por cometas (seu núcleo gelado poderia conservar esses elementos até chegarem no seu destino), choque de astros, migração interplanetária, enfim, partindo do princípio de que a vida é uma regra e não uma exceção, fica fácil entender porque, a primeira vista, não é possível uma resposta objetiva à questão.

Outro ponto importante a se considerar é que a evolução dos seres ocorreria em vários níveis dimensionais e não apenas por seleção natural como querem alguns.  Os animais por exemplo teriam, cada espécie, sua própria “alma grupo”, um repositório de informações que num dado momento, ao alcançar a massa crítica,  impulsionaria a “materialização” de um tipo mais adaptado, resultado da soma das experiências do grupo. (Recomendo a leitura da Teoria dos Campos Mórficos de Rupert Sheldrake)

Com o homem não seria diferente, exceto pelo fato de que em nós está desperta a autoconsciência, ou seja, a capacidade de se distinguir de outros indivíduos da mesma espécie, ou seja, de possuir um ego.

HPB acreditava que a humanidade é composta por remanescentes de várias raças-raízes e sub-raças, algumas já extintas, outras estariam em formação.

Em resumo, a antropogênese defendida por Blavatsky constituía a seguinte classificação:

1ª Raça Raiz: ou raça lunar, viveu no Pólo Norte, então habitável;

2ª Raça Raiz: ou raça etérica, viveu mais ao sudoeste do pólo norte no período Devoniano (onde os gregos diziam ser a morada do Deus Apolo);

3ª Raça Raiz: raça lemuriana, porque viveu na Lemúria. Os seres desta raça eram gigantescos, não tinham estrutura óssea mas cartilaginosa. Sua 3ª sub-raça tinha indivíduos de 4 metros e eram hermafroditas; só na quinta sub-raça houve a diferenciação dos sexos; 

Lemuriano

4ª raça: Foram os atlantes, cujo continente desapareceu no período Mioceno. A ilha Poseidonis, mencionada por Platão e que afundou em 9564 a.C, fazia parte deste continente. Da Atlântida são remanescentes os toltecas, turanianos, semitas, acadianos e mongóis;
Atlântida

5ª raça: A raça ariana seria constituída dos povos hindus, egípcios, árabes, persas, celtas e teutões.

Deve-se levar em consideração que a Doutrina Secreta foi escrita, numa época de forte preconceito racial, a escravidão estava sendo banida sob protestos dos mais conservadores e muitos cientistas estavam tentando criar uma teoria que justificasse a opressão de povos menos desenvolvidos.

Por outro lado, graças ao empenho e a coragem daqueles teófosos é que hoje temos acesso a muitas informações que estavam guardadas nos recantos mais remotos do oriente. Sobre a veracidade e exatidão desse conhecimento só o tempo poderá confirmar.

Agradeço aos que chegaram até aqui. Abraço fraterno!

Jorge Melo, 39 anos
Estudante de Teosofia 
Pesquisador na área do autoconhecimento

Fonte: Ab Origine