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quarta-feira, 8 de junho de 2016

MÉDICO PHD faz denúncia alarmante: MICROCEFALIA não é causada pelo ZIKA VÍRUS e sim por VACINAS VENCIDAS

Autor do estudo: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD. Realizou estudo e assinou denúncia junto ao Ministério Público. Vale a pena conferir.

Microcefalia em Pernambuco e Brasil. Acabo de fazer uma denúncia assinada junto ao Ministério Público Federal. Ver abaixo:

Denúncia de Crime contra a população brasileira, uma sequência de erros e procedimentos grosseiros, realizados pelo Ministério da Saúde, SUS, seus institutos associados e suas autoridades constituídas, que provocaram e continuam provocando a atual crise de MICROCEFALIA (MC) em todo o Brasil. Análise mais detalhada e específica de dados e fatos referentes ao Estado de Pernambuco.

Autor: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD

Pós-doutor pelas universidades americanas de Harvard, Washington University em St. Louis e North Carolina State University; Doutor pela Washington University em St. Louis; Mestre e Bacharel em Física pela UFPE; Áreas de atuação: Ressonância Magnética, com trabalhos em neurologia, próstata, Física do Estado Sólido, entre outros.


RESUMO DESTA DENÚNCIA

A crise de Microcefalia (MC) que surgiu no Estado de Pernambuco, com um pico máximo de casos em novembro de 2015, não se deve ao vírus ZIKV e nem é uma epidemia. Quatro fatos-causa principais existem e claramente explicam os dados, números de casos e períodos das notificações. 

Os dados que aqui reporto e analiso estão sob o domínio público, na imprensa e Ministério da Saúde, podendo ser verificados. Não fui permitido acesso a dados mais completos e precisos oficiais, o que, ao meu ver, tornariam esta denúncia ainda mais evidente, por recuar o pico máximo da Microcefalia em Pernambuco para trás no tempo em um mês ou mais. Me atenho ao Estado de Pernambuco, em grande parte desta denúncia, pois é o que possui dados divulgados ao público de forma mais completa e também é o marco inicial da notificação compulsória da MC no Brasil. 

Os 4 fatos-causa que explicam o comportamento temporal do gráfico que apresento são: 

A) O pico máximo do número de casos em Pernambuco corresponde a um primeiro trimestre de gestação entre janeiro e abril de 2015 com nascimentos microcefálicos. Isso deve-se à vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo com a vacina tríplice, que contém o virus vivo da rubéola. No Ceará, esta vacinação contra o sarampo em mulheres no período fértil com a vacina tríplice continuou até meados de abril;  
B) O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação pelo Ministério da Saúde aumenta o pico e alarga a curva gráfica em torno do seu máximo;  
C) A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, nos dados para Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por um outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacinação contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, a partir do sexto mês de gravidez.; e  
D) O pico máximo de casos de Dengue no Estado de Pernambuco é entre 20 de março e 10 de abril de 2015 e isso requereria, por associação, desde que temos o mesmo mosquito vetor, um pico máximo no gráfico de Microcefalia entre final de dezembro e início de janeiro de 2016 e não em novembro de 2015 como tivemos. Isso, por si só, colocaria possíveis efeitos do ZIKV como causador de Microcefalia em importãncia menor e não como o principal causador da Microcefalia.


APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS GRÁFICOS ANEXOS

É necessário lembrarmos que uma gravidez humana tem em média 9 meses.

O gráfico da Microcefalia em Pernambuco, notificação-a-notificação no tempo, mostra um evento com máximo em cerca de 20 novembro de 2015, curva VERMELHA; a totalidade dos casos notificados é apresentada na curva AZUL. 

As curvas são baseadas em estatística muito simples, como as usadas para análise de epidemias. O número de casos é associado ao seu instante de notificação no tempo. 

Três retângulos coloridos registram, no gráfico, regiões de interesse: 

i) O retângulo vermelho, de 20 de setembro de 2015 a 18 de janeiro de 2016, marca a região da curva com notificações de Microcefalia em Pernambuco;  
ii) Tomando-se o centro do retângulo vermelho e recuando todo este retângulo vermelho 9 meses no tempo, uma gestação, temos o retângulo violeta. O retângulo violeta corresponde à região no tempo de 1 de janeiro a 30 de abril de 2015. Um nascimento de microcefálico na curva do retângulo vermelho tem, necessariamente, um início de gestação no retângulo violeta, data em média 9 meses anterior;  
iii) O retângulo amarelo, de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2015, corresponde à vacinação contra sarampo em Pernambuco pelo SUS. Devido possivelmente à Copa do Mundo de Futebol, muitos estados e em sua maioria no Nordeste, apresentaram sarampo em forma quase epidêmica, entre 2013 e 2014;  
iv) A curva vermelha e fina entre 15 de fevereiro e 30 de junho de 2015, com o seu máximo no início de abril, registra, para completude desta denúncia, a epidemia de Dengue em Pernambuco para 2015.

FATOS-CAUSAS, de A a D, acima:

A) VACINA TRÍPLICE: As chamadas públicas e oficiais para vacinação contra sarampo em Pernambuco, pelo Ministério da Saúde e SUS, foram de de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2014. Isso foi devido às centenas de casos de sarampo em PE e CE. 

No Ceará, a vacinação foi estendida até meados de abril de 2015 e inclusive com visitação para vacinação a domicílio. Nas chamadas oficiais, o convite é feito para a vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo. Se a mulher em período fértil engravidar em até 3 meses após a vacinação ou se estiver grávida, no início da gestação e não o souber, os efeitos do Rubella Virus da vacina tríplice são devastadores ao feto e são conhecidos há décadas. Problemas encefálicos, visuais ou cardíacos no feto/recém-nascido podem ser facimente encontrados na literatura deviso à rubéola. 

O que atualmente se divulga como sendo ZIKV é facilmente associado à rubéola. E tivemos sim uma grande vacinação com a vacina tríplice em Pernambuco no final de 2014. Segundo o gráfico de Microcefalia para Pernambuco, Fig. 1, o máximo da curva corresponde e pode ser associado à vacina tríplice usada para o sarampo. A microcefalia é então o efeito colateral do componente de rubéola da vacina tríplice para Sarampo, Cachumba e Rubéola. Este erro é grotesco e houve.

É preciso, também, ter em mente que o vírus da rubéola provoca, quando não o aborto, a síndrome da rubéola congenita e a microcefalia é apenas uma manifestação da tríade clássica: microcefalia, catarata e surdez.

Ver a fala do secretário de saúde de Pernambuco na época:


Esta chamada foi feita pelas várias secretarias de saude pelo nordeste, sob recomendação do Ministério da Saúde.

Devido à vacina tríplice em mulheres no período fértil, os casos de Microcefalia vão continuar até nove meses depois do término desta vacinação, mais o período inicial de atuação desta vacina no corpo da jovem, o que nos dá um total efetivo de pelo menos 12 meses após a vacina ter sido tomada. 

Como um outro fato exemplo, aqui está uma das chamadas para vacinação de sarampo no Ceará:



OBSERVAÇÃO

Não é o caso de vacinação com a vacina tríplice em mulheres grávidas. Isso pode até ter acontecido, erro grosseiro, mas não acredito ter sido a norma. Eu me refiro às mulheres que engravidaram após se vacinarem. 

Temos as nossas grandes festas culturais de final de ano de 2014 e o carnaval de 2015. Os gráficos apontam para inicio de gravidez entre janeiro a abril de 2015 em Pernambuco. E o efeito da vacinação de rubéola dura meses e estes estariam associados ao primeiro trimestre de gestação. 

Também, não estou me referindo a vacinas vencidas ou contaminadas, neste caso da vacinação contra o sarampo com a tríplice. Afirmo que a vacinação foi efetiva e de grande alcance nos postos de saúde de Pernambuco. 

A Microcefalia que se apresenta 9, 10, 11 ou 12 meses depois de uma jovem fértil ter sido vacinada com a tríplice é devido à componente da rubéola na vacina.


EXEMPLO

Por favor, notem este possível diálogo entre uma atendente em um posto de saúde e uma mulher jovem que foi tomar vacina de sarampo:

— Vim tomar a vacina de sarampo. Um conhecido meu está com sarampo.

Você está grávida?

— Não.

A sua carteira de vacinação… etc.

A jovem engravida nos próximos 3-4 meses e temos um percentual bem alto de casos de acometimento do sistema nervoso central do feto, devido a contaminação do feto no primeiro trimestre de gestação.

Nada mais claro do que isso para explicar como é que em Pernambuco a Microcefalia aparece com números descabidos em novembro de 2015, do litoral ao sertão, ao mesmo tempo. 

A vacinação de sarampo foi oficialmente satisfatória no estado, segundo a Secretaria de Saúde Estadual.

A explosão da Microcefalia em Pernambuco provoca o próximo fato-caso: 

B), abaixo.

B) NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA: O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação aumenta o pico máximo da curva no gráfico e a alarga em torno do seu pico para Pernambuco. 

Aqui em Pernambuco existiam obstáculos consideráveis, mesmo para médicos, para se aprofundar nos dados de microcefalia existentes na Secretaria Estadual de Saúde. A SES recebia a Declaração de Nascido Vivo (DNV) de todo estado para digitalizar e assim centralizava os dados. Acontece que a DNV não contém o dado antropométrico de perimetro cefálico, somente peso ao nascer, idade gestacional e Índice de Apgar. 

A notificação de defeito congenito (incluindo microcefalia) ficava dependente da observação do declarante (em geral um pediatra). Portanto, a única forma fiel de acessar dados sobre microcefalia era fazer uma busca ativa nos registros das maternidades. 

Provavelmente devido a isso, o Ministério da Saúde torna compulsória a notificação de casos de microcefalia em todo o Brasil no final de outubro de 2015. Mas, não está claro neste momento se todos os estados notificam a totalidade dos seus casos. 

C) VACINA DTP APÓS SEXTO MÊS DE GESTAÇÃO: Não fosse o “erro” operacional devido à vacinação de jovens no período fértil contra sarampo no Nordeste, dificilmente saberiamos do efeito da vacina DTP que está provocando Microcefalia em todo o Brasil presentemente.

Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacina dTpa contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, i. e., a partir do sexto mês de gravidez. A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, em Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por este outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. 

Em 2014, grande divulgação pública foi feita quanto à utização da vacina dTpa (o a significa acelular) como parte do protocolo pré-natal nacional de gestantes. Foi veiculado um acordo entre o MS-SUS para repasse da tecnologia de fabricação da dTpa no Brasil, com o apoio técnico do laboratório GlaxoSmithKline Pharmaceuticals (GSK). 

O instituto Butantan, que só produzia e ainda produz a DTP ou DTPw (com bactéria viva Bordetella Pertussis, da coqueluche atenuada) para o programa nacional de imunização, passaria a produzir a vacina sem a bactéria viva a vacina dTpa, usada no primeiro mundo.

A vacina DTP deixou de ser fabricada pela maior parte das indústrias farmacêuticas do mundo. O SUS ainda usa a DTP para vacinar as crianças de 2 meses a 7 anos. Foi também anunciado, em 2014, que o Ministério da Saúde adquirira a dTpa no mercado internacional, 4 milhões de doses, ao custo de R$ 87,2 milhões, que cobririam as 2,9 milhões de gestantes e adultos em 2015, mas que progressivamente substituiria a DTP pela dTpa para todos.


O problema com a vacina DTP ou DTPw (atenuada), que parou de ser usada nos EUA em 1995, é que ela causa, entre outras patologias, a microcefalia. É aqui que aparece o problema:

a) em meados de 2015, o Ministério da Saúde anuncia que não consegue comprar a dTpa no mercado internacional, pois está em “falta” e anuncia a sua troca pela vacina penta-valente, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan. 

Isso é bastante estranho, pois na rede privada de saúde do Brasil, uma gestante pode tomar, pagando, a dTpa que não se encontra em falta. 

Pergunto onde foram parar as 4 milnões de doses de dTpa para as gestantes e pessoal de saúde e que seriam usadas em 2015? 

Por que em 2105 toda e qualquer menção ao acordo de transferência de tecnologia para a produção de dTpa com a GSK somem no Brasil? 

Também, a própria vacina dTpa não é recomendada para uso em gestantes pelos laboratórios que as fabricam, e isso está escrito nas bulas destas vacinas.


D) O ZIKV: Uma causa e efeito devido ao ZIKV, necessariamente, acompanharia a epidemia causada pelo mosquito vetor. Não é o que a curva AZUL, Fig. 2, apresenta. 

Neste momento, e desde após o pico em Pernambuco, a curva tende a uma constante de casos por dia, o que requer, em qualquer estudo de epidemias, uma causa diária constante de contaminação. 

O mosquito vetor, Aedes Aegypti, é o mesmo para Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e ZIKV. É razoável considerar, ao menos em primeira ordem, que o período de uma epidemia de dengue estaria associada a uma epidemia de ZIKV no tempo. É o mesmo mosquito. O período de incubação da dengue no homem varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias; após este período surgem os sintomas de dengue; para o ZIKV isso está em estudo no momento. Mas o número de casos por dia é muito alto e se apresenta como uma constante, uma média de 15 casos dia desde o final de novembro de 2015. 

A causa de efeito constante, os casos de microcefalia, requer uma contaminação constante. A VACINA DTP, a versão usada pelo MS-SUS é esta causa, pois todas as grávidas devem se vacinar após o sexto mês de gestação. Temos aqui uma constante que não existia antes de novembro de 2014 e isso explica o porque de todo o Brasil est´å apresentando casos de microcefalia.

Para ZIKV a curva estaria aumentando, acompanhando o aumento do aedes, como temos na propaganda oficial massiça neste momento. Mas o comportamento do gráfico requer uma causa CONSTANTE! A dengue em Pernambuco foi entre 15 de fevereiro ao final de abril. Isso significaria, se fosse o ZIKV, que é o mesmo aedes da dengue, uma grande contaminação neste período. Acontece que isso deslocaria a curva da microcefalia para meados de janeiro de 2016 e esta não seria em novembro de 2015! 

O pico da dengue que está em 15 de abril, provocaria uma região de casos centrados em 15 de janeiro como temos aqui!

Dengue em PE 2015


Questiono, também, um dos marcadores usados para a identificação do ZIKV, o IgG, que aparece em contaminações pela rubéola/rubella, o que o torna inespecífico, exigindo, assim, uma procura pelo DNA do ZIKV, ou um marcador específico e único, para validar os testes de presença do ZIKV nas amostras provenientes de bebês com microcefalia.


CONCLUSÃO

Pelo que demonstro, as causas que provocaram e provocam o grande número de casos de microcefalia em Pernambuco estão associadas a 2 vacinas: 

a) a vacina tríplice erroneamente administrada a jovens no período fértil e b) a vacina usada para coqueluche no Brasil pelo MS-SUS. Pernambuco teve, acredito, 60 municípios com sarampo em 2014. Foi recomendação oficial da Secretaria de Saúde do estado de Pernambuco que a vacinação de sarampo fosse feita em toda a população vulnerável nestes municípios e em quem teve algum contato com os acometidos nestes municípios. Só esta constatação explica porque a microcefalia aparece por todo o estado de Pernambuco ao mesmo tempo. Mas isso é somente o pico máximo inicial da curva de microcefalia para PE. A largura do pico tem a ver com a notificação se tornar compulsória. As notificações atuais não mais tem a ver com a vacina tríplice. O estado atual de 15 casos por dia de microcefalia em Pernambuco está relacionado com a vacina DTP, DTPw (e suas outras siglas) para difiteria, tétano e pertussis, administrada a “todas” as grávidas a partir do sexto mês de gravidez.


RECOMENDAÇÕES

Parar toda e qualquer vacinação de grávidas ou jovens no período fértil em todo o Brasil!

É muito fácil verificar o que apresento aqui: 

1) Basta analisar as carteiras de vacinação das mães com crianças com microcefalia, por exemplo; 
2) Fazer o cruzamento dos dados do posto de vacinação municipal, nos 60 municipios de PE com a ocorrência de microcefalia com a vacinação de sarampo; 
3) Com dados oficiais completos, todo e qualquer estado da federação pode ter curvas de causa-efeito plotadas para microcefalia; 
4) Apurar as responsabilidades de todas as instituições e suas autoridades, nas pessoas dos seus representantes constituídos, pelos erros e procedimentos que estão provocando este grande número de casos de microcefalia em todo o País; e 
5) Acabar com esta aparente farsa que pretende singularizar o ZIKV pelos casos de microcefalia no País, quando temos duas causas gritantes que explicam o porque da quantidade absurda de casos de microcefalia no Brasil.

OBSERVAÇÃO FINAL

Me coloco à disposição do MPF para maiores esclarecimentos e para a transferência da grande quantidade de documentos, matérias e artigos científicos que pesquisei, para auxiliar as investigações.” Fonte: Apocalipse news

Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho.
22 de janeiro de 2016.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

FOSFOETANOLAMINA e o CÂNCER - Rede Record dá Show em matéria Espetacular! - [VÍDEO]


E mais uma vez a Rede Record deu um show e mostrou como e que se faz o verdadeiro jornalismo, aquele compromissado com a verdade e a imparcialidade, sem vínculos com máfias da informação, interesses políticos e de empresários escusos, que só pensam em lucrar nas costas das pessoas.

Clique para ampliar
O programa Domingo Espetacular, da Rede Record deu um banho no programa Fantástico, da Rede Globo, exibido no domingo passado (18), ao exibir uma matéria completa e cheia de detalhes investigativos, sobre a Fosfoetanolamina, que tem sido alvo de polêmica e perseguição covarde pela Máfia da Doença, máscara das indústrias farmacêuticas e de médicos corruptos que não deixam as pesquisas acontecerem, pois isso significaria uma perda financeira astronômica de milhões de dólares nos tratamentos de quem não tem outra alternativa para se tratar do fantasma do câncer no mundo todo.

No entanto, graças à Internet e a coragem de diversas pessoas, sobretudo do descobridor do potencial da fosfoetanolamina, o assunto ganhou o conhecimento de quem precisa saber a verdade por trás dos interesses de uma máfia que insiste em fazer as pessoas de reféns.

Assista à MATÉRIA COMPLETA no vídeo abaixo (Obrigado pela colaboração, Adriana!).

Vamos à matéria...

A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado convidou diversos pesquisadores para um debate. O tema: a polêmica que envolve a nova substância que, para muitos pacientes, tem a capacidade de curar o câncer.



De joelhos, o Dr Renato Meneguelo implorou para que possam ser feitos os testes clínicos com a fosfoetanolamina, de modo a solicitar seu registro junto à Anvisa. EMOCIONANTE!


De joelhos, o Dr Renato Meneguelo implorou para que possam ser feitos os testes clínicos com a fosfoetanolamina, de modo a solicitar seu registro junto à Anvisa. EMOCIONANTE!
Posted by Rogério Peninha Mendonça on Quinta, 29 de outubro de 2015

Fonte: R7

sábado, 10 de outubro de 2015

Brasileiro descobre a CURA DO CÂNCER e é preso após dar remédio para doentes

Um professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) conseguiu desenvolver uma substância que pode curar o câncer.


Gilberto Orivaldo Chierice coordenou por mais de 20 anos os estudos com a fosfoetanolamina sintética, que imita uma substância presente no organismo e sinaliza células cancerosas para a remoção pelo sistema imunológico. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.

Uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. Procurada, a Anvisa disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento. Segundo a agência, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clínicas.

Mas, de acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. "Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos", desabafou.

Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes - os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno. A Anvisa nega que tenha sido procurada formalmente.

O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. "Mas é evidente que um caso é diferente do outro", afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.

Contou ainda como a substância age e afirmou que já há outro país interessado em fabricá-la. “Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir”, disparou na entrevista, reproduzida a seguir: 



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Corpo do MÉDICO que associou VACINAS ao AUTISMO encontrado em um rio.


Na semana passada, um proeminente pesquisador sobre o autismo e opositor das vacinas, foi encontrado morto a flutuar num rio da Carolina do Norte, em circunstâncias que muitos acham suspeitas. 

Na tarde da última sexta-feira, um pescador encontrou o corpo do Dr. James Jeffery Bradstreet, no rio Rocky Broad em Chimney Rock, Carolina do Norte.

"Bradstreet tinha uma ferida de bala no peito, que parecia ser auto-infligida, de acordo com os delegados policiais", informou a WHNS.

Num comunicado de imprensa, o Gabinete do Xerife do Condado de Rutherford anunciou: “ Os Mergulhadores da Esquadra de Resgate do condado de Henderson deslocaram-se ao local e recuperaram um revólver do rio."

Está em curso uma investigação sobre a morte e os resultados de uma autópsia estão previstos para breve.

Dr. Bradstreet dirigia uma clínica privada em Buford, Georgia, que se concentrava em "tratar  crianças com Transtorno do Espectro do Autismo, TPP e distúrbios neurológicos e de desenvolvimento relacionados."

Entre vários tratamentos, o Wellness Center do Dr. Bradstreet realizava supostamente tratamentos para lidar com a "toxicidade do mercúrio", acreditando ser o metal pesado um fator preponderante no desenvolvimento do autismo infantil.

O Dr. Bradstreet levou a cabo o esforço para identificar a causa da doença depois que o seu próprio filho contraiu a doença após uma vacinação de rotina.

"O autismo me ensinou mais sobre medicina do que a própria faculdade de medicina," afirmou o médico numa conferência, de acordo com Jake Crosby do Epoch Times.

Além de tratar pacientes, Bradstreet também oferecia prova pericial no tribunal federal, em nome das famílias afetadas pelas vacinas e foi o fundador e presidente do Centro Internacional de Recursos de Desenvolvimento da Criança, que, durante algum tempo, empregou como “director de pesquisa”, o especialista em autismo, muito desprezado, Dr. Andrew Wakefield.

As circunstâncias à volta da morte de Bradstreet tornam-se mais curiosas devido a uma recente rusga de surpresa aos seus escritórios levada a cabo por um conjunto de agências liderado pelo FDA.

"O FDA ainda não revelou a razão porque os agentes revistaram o escritório do médico, alegadamente um ex-pastor, que tem sido controverso por bem mais de uma década", relatou o Gwinnett Daily Post.

Páginas de mídia social dedicadas à memória de Bradstreet, estão cheias de comentários de famílias que dizem que o médico falecido teve um grande impacto em suas vidas para o melhor.

"O Dr. Bradstreet era o médico do meu filho, depois que meu filho foi diagnosticado com autismo. Ele fez milagres", afirmou um usuário do Facebook. " Com16 anos, o meu filho está agora com uma vida normal à sua frente graças a ele. Todos os dias lhe agradeço."

Outra pessoa escreve: "Serei eternamente grato e agradecido ao Dr. Bradstreet por ter recuperado o meu filho ... do autismo. Os tratamentos mudaram a vida do meu filho, para que ele possa crescer e viver uma vida normal e saudável. Sentiremos grandemente a falta do Dr. Bradstreet! "

Foi também criada uma página no “GoFundMe” por um dos membros da família de Bradstreet que procura " Encontrar as respostas para as muitas perguntas que levaram até à morte do Dr. Bradstreet, incluindo uma investigação exaustiva sobre a possibilidade de jogo sujo."

Apesar dos pedidos da sua família para que se evitem especulações por parte do público, mesmo assim, muitos chegam à conclusão que a morte do médico faz parte de uma conspiração.

"Auto-infligida? No peito? Eu não engulo essa”, comenta uma pessoa na lista de comentários da WHNS. "Este era um médico que tinha acesso a produtos farmacêuticos de todos os tipos. Este era um homem religioso com uma prática médica próspera. Desculpem, mas isso fede a assassinato e a encobrimento”.

Outro comentador teve uma conjectura mais definitiva:

"Ele NÃO se matou! Foi assassinado por causa de contra quem estava a falar, do que sabia, e do que estava a fazer sobre isso. Ele era um tipo de médico brilhante, compassivo, com incríveis habilidades para curar. Ele foi levado. Parado. Silenciado. Por que é que um médico que tinha acesso a produtos farmacêuticos e poderia morrer em paz, daria um tiro no próprio peito???? E lançar-se-ia num rio?? ISTO É ÓBVIO! ASSASSINATO!! "

Os arranjos fúnebres para o enterro do Dr. Bradstreet ainda estão pendentes na casa funerária Cecil M. Burton em Shelby, Georgia.


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Máfia da Doença: A QUIMIOTERAPIA MATA MAIS DO QUE O CÂNCER, denuncia médico - [VÍDEOS]


Por Dr. Victor Sorrentino

Hoje minha intenção é fazer você refletir. Vou falar sobre a verdade do sistema farmacêutico no Brasil, onde profissionais ganham comissões, viagens, jantares e congressos, tudo para que simplesmente prescrevam medicamentos à população. Sem dúvida alguma esta é uma das reportagens mais assustadoras que você verá em termos de saúde, sobre uma verdadeira máfia da doença.

Se quiser se aprofundar no assunto, assista à essas 2 excelentes reportagens:

A Máfia da doença – parte 1 



Esta é uma história verídica que presenciei e vou, com toda certeza, fazê-los pensar muito. Vou resumi-la para que vocês entendam o recado diretamente:

Gustavo (nome fictício) descobriu que era portador de um tumor de reto (câncer de intestino) há alguns meses. Estava bem, mas com única queixa de sangramento ao evacuar. Desespero familiar e pessoal, primeiro caso na família, homem jovem (50 anos), de hábitos de vida e alimentação saudáveis. Foi levado aos especialistas conhecidos como “professores”, “PhDs” na cidade do Rio de Janeiro e a decisão foi tomada: apesar de não haverem evidências de metástase, ele entraria no protocolo da Quimioterapia seguida de Radioterapia e depois seria submetido a cirurgia curativa.

Como ele tem médicos na família, a decisão teve forte apoio familiar e confiança total no protocolo indicado. Em seu caso, indicaram uma Quimioterapia nova, com doses orais e um tratamento particular. Naquele “jogo” habitual de um médico mandando pro outro para estabelecerem um tratamento “ideal”, o tratamento foi iniciado.

Lembro como se fosse hoje, de ter passado algumas noites pensando sobre o que eu poderia fazer para ajudá-lo, já que toda estrutura da minha Clínica fica em Porto Alegre e que, mesmo assim, muito do que eu aconselharia, poderia trazer sérios problemas sociais de minha opinião, com a opinião mais ortodoxa dos familiares médicos. Passei dias pensando na frase que ouvira não só de um de meus maiores mestres, Dr. Lair Ribeiro, bem como da boca de outros muitos cientistas desvinculados às indústrias farmacêuticas: “Grande parte dos pacientes com Câncer não morrem do câncer, mas sim das Quimioterapias”.

Decidi ir até ele, e ainda no primeiro dia de seu tratamento fui claro e objetivo. Disse-lhe que se fosse Eu, em seu caso, sem metástases, não faria Quimioterapia. O motivo é longo, mas fundamentalmente baseado no fato de que ninguém sabe o que pode acontecer de efeitos colaterais com estes venenos. Se fosse realizado somente a Radioterapia na busca de diminuir o Tumor e, posteriormente uma Cirurgia para removê-lo, com toda certeza a segurança era muito alta de resolução do problema.

Portanto, Quimioterapia para que? Para talvez uma possibilidade de, no futuro, não ter recidiva? E como acreditar nisso, se nunca comparamos os indivíduos com eles mesmos para saber se realmente vale a pena ou não nestes casos? Vejam bem, estou falando sobre um caso isolado, pois em outros tipos de tumores, as abordagens podem ser diferentes e mesmo minha opinião sobre Quimioterapia pode ser positiva.

Mas isso me motivou a pesquisar, pesquisar e ver que por coincidência, a única classe de medicamentos NO MUNDO que até hoje nunca precisou ser comparada a placebo (pílula de farinha ou açúcar), foram os Quimioterápicos. Muito estranho, pois a resposta da indústria farmacêutica é que esta doença é muito importante, que não há espaço para se comparar com placebo.

Então, resumindo:

  • Nunca testamos a diferença das quimioterapias em termos de recidiva, com tratamento placebo!
  • Milhares de pessoas morrem por efeitos adversos destes venenos!
  • Se realizar a cirurgia estaremos “nos livrando” do problema!
  • Só Deus sabe se no futuro haverá recidiva (existem muitos detalhes aqui a serem ditos)!

Bom, não tinha como eu não ir lá e falar com aquele homem, colocar pra fora a angústia que me prendia ao conhecimento que tinha comigo. Ao mesmo tempo sabia que seria somente uma voz, que apesar de ter muita confiança por parte dele, não transcenderia a opinião daqueles super especialistas. E na verdade, inclusive quando fui até o Dr. Lair Ribeiro para pedir-lhe opinião, fui aconselhado a não interferir, por diversos motivos.

A evolução do tratamento passou a ser drástica e triste, pois já no quarto dia da quimioterapia o homem estava em uma situação absolutamente debilitada, nem parecia mais aquele homem enérgico e com toda vida que conhecera, e já aproximadamente no sétimo dia ele teve que ser internado em um hospital de médio porte.

A situação se agravou, a CTI daquele hospital não tinha condições para atendê-lo quando o quadro evoluiu para insuficiência respiratória, e graças então ao familiar, depois de muita luta para tentar conseguir uma vaga em um hospital que pudesse mantê-lo vivo, a transferência foi feita.

Situação de tristeza familiar, transtorno para toda aquela família que teve que se deslocar ao Rio de Janeiro para lutar junto daquele homem diariamente, desestabilização financeira, psicológica, enfim aquela história que não desejamos nem aos nossos piores inimigos (para quem os tem).

Os efeitos da Quimioterapia mantiveram-no em coma por quase 3 meses e, coincidentemente, no leito ao lado (em um dos melhores e mais bem equipados hospitais do Rio de Janeiro), também estava uma pessoa em coma devido a efeitos colaterais de quimioterápicos. Luta, comoção. Eu mesmo visitei-o frequentemente e fiz questão de encostar nele e incentivar todo familiar que fizesse a higiene adequada e também o fizesse, ao contrário de todos os “avisos” dizendo para encostar o mínimo possível no paciente pelo risco de infecção. Mas pedi que todos tivessem somente pensamentos positivos, concentrassem suas energias em coisas boas e nunca em tristeza e piedade por aquela situação.

Quem chegasse ao lado dele, apesar da cena assustadora inclusive para médicos, com a pele completamente alterada e parecendo queimada, sem cabelos, emagrecimento com edema generalizado e todos os aparelhos possíveis, tinha que sorrir, conversar com ele em tom firme, ter certeza de que melhoraria e passando através das mãos sobre qualquer parte de seu corpo, um feixe de energia potente, de luz amarelo ou dourado brilhante (baseado em conceitos cromoterápicos milenares).

Bem, mas passados 3 meses ele saiu do coma, indo contra qualquer opinião médica possível, pois todos eram enfáticos em dizer que as chances eram mínimas (e eu como médico sei que estavam ali falando exatamente a verdade dos fatos). Saído do coma foi para o leito e, após mais 1 mês recuperando-se, conseguiu sair do Hospital, porém com o seu foco do problema (o Câncer), absolutamente em segundo ou último plano. O objetivo durante toda internação, foi salvar a sua vida dos efeitos da Quimioterapia e só. E a partir do momento em que se iniciou o quadro dos efeitos maléficos, vocês sabem quantas vezes aquele médico professor PhD e super especialista que indicou o tratamento, se pronunciou ou ao menos foi até o hospital ver o que havia acontecido e explicar o porque? NENHUMA!

Parece brincadeira, mas não é! O trabalho daquele profissional foi simplesmente indicar uma droga (sabe-se lá com quais reais motivos) e lavar as mãos para o que poderia ou não acontecer, afinal de contas, ele estaria protegido pelo Protocolo. Todos prescreveriam algum quimioterápico, pois faz parte do protocolo de tratamento. Mas vocês querem saber o que eu peso? Me desculpem a expressão, mas “que se dane o protocolo”, não estamos tratando robôs nem animais irracionais! Lidar com pessoas, necessita individualização de condutas, personalização de opções terapêuticas e análise criteriosa de riscos X benefícios.


Máfia da Doença: médicos que podem matar pacientes

Se este tipo de conduta pode levar o paciente à morte sem nenhuma garantia de que no futuro irá de fato evitar uma recidiva, ao passo que o outro tratará diretamente o problema, o mínimo desejável e esperado é que as coisas sejam esclarecidas com paciente e família. O mínimo é honestidade, ponderação, humanização. E depois do problema, simplesmente dizer que ele caiu na estatística e que poderia acontecer, e que a culpa é do câncer? Nem se quer ir até o Hospital e a família ser obrigada a contratar, em caráter obrigatório e particular, um médico que possa acompanhar e tentar resolver a situação dentro do CTI, se tornando o médico responsável? Parece piada, sinceramente!

Sim, revolta, mesmo eu sendo médico, sabendo que a maioria dos médicos não compactuam com estas atitudes, mas também sabendo que, como os próprios familiares médicos fizeram, acabamos acreditando que era realmente a única e correta opção, pois aprendemos nas universidades que os protocolos devem ser seguidos independente do caso e atrás disto, nos escondemos e eximimos da responsabilidade da consciência pessoal literalmente.

E esperem aí, porque a história ainda não terminou! Um dos efeitos colaterais dos quimioterápicos foi uma queimadura extensa também a nível interno das mucosas e o esôfago estenosou (fechou, colou). Resultado disto: alimentos não passam mais pelo trato digestório e ele está sendo obrigado a se alimentar por uma sonda colocada através da pele diretamente no estômago todos os dias, mesmo após 3 meses fora do Hospital.

Neste período ele está se recuperando, que fique claro, não do câncer, mas da quimioterapia), se alimentando por sonda, ou seja, necessita sempre de ajuda para o preparo, caminhando agora com muletas, pois passou boa parte do tempo sem conseguir firmar as pernas devido a uma grande perda de massa muscular e, enfim, buscando estar recuperado para a próxima etapa.

A situação atual é que ele retomou somente a radioterapia para tentar desta vez diminuir o Tumor, depois será submetido a uma cirurgia para removê-lo, depois recuperação e, por último, a parte mais delicada e perigosa: tentativa de reconstrução do trânsito digestivo através de uma complicada cirurgia.

Mas vamos aos fatos e deixem-me tentar respirar profundamente, secar meus olhos cheios de lágrimas, e pontuar o objetivo deste meu post: será realmente que estamos no caminho correto? É esta medicina avançada que temos em pleno 2014? Como confiar neste tipo de abordagem? Quais são os interesses que estão movendo parte de nossa ciência?

As questões são inúmeras, eu tenho boa parte das respostas e você deve tentar construir as suas, pois já lhes dei aqui muita informação para fazê-lo.

Gostaria de lembrar que NUNCA tenho objetivo de generalizar uma comunidade inteira de médicos, nem mesmo das especialidades.

A você, que está lendo este post, agradeço por fazer parte de uma corrente em busca de mudanças. Agradeço o interesse pela saúde e peço que compartilhe, principalmente as reportagens, pois precisamos acordar para uma realidade diferente. É injusto generalizarmos classes, porém se quisermos justiça devemos fazer a nossa parte para atingi-la.

Esta ligação tão próxima de indústrias farmacêuticas com médicos, os pagamentos de comissões, aquele programa “ROPP” que contabiliza, identifica e recompensa os profissionais que mais receitam um ou outro fármaco, que paga congressos, jantares, reformas e enchem os consultórios médicos de representantes com suas amostras “grátis” não são o caminho correto e todos nós sabemos disto.


Fonte: doutissima.com.br

Assista também este vídeo: ''MEDICINA da DOENÇA como FUNCIONA''



Saiba mais:


Leia também:
=> “A Máfia Médica”



segunda-feira, 20 de abril de 2015

Doença misteriosa causa 18 mortes na Nigéria

Sintomas são dor de cabeça, perda de consciência e de peso e problemas de vista; pacientes podem morrer em 24 horas

Funcionário do Aeroporto Internacional de Lagos, na Nigéria, examina passageiro: país registrou casos de ebola no ano passado, mas autoridades acreditam que agora lidam com outra doença - Sunday Alamba/AP

RIO — Uma doença misteriosa causou a morte de 18 pessoas no sudoeste da Nigéria, declarou neste sábado um funcionário do governo regional.

"No total, 23 pessoas foram afetadas e 18 morreram", disse à AFP Dayo Adeyanju, comissário de Saúde do Estado de Ondo, onde a doença surgiu no início da semana, na cidade de Ode Irele.

Um boletim precedente apontava 17 mortes em Ode Irele.

Os sintomas desta misteriosa doença são dor de cabeça, perda de consciência e de peso e problemas de visão, seguidos de morte em 24 horas.

Os exames efetuados até agora não indicaram se tratar de uma doença viral ou de Ebola, em particular, afirmou o porta-voz.

O Ebola, uma febre hemorrágica de origem viral, deixou desde 2014 mais de 10.600 mortos, principalmente na Libéria, Serra Leoa e Guiné, mas também afetou a Nigéria.

Segundo Akinmade, que declarou que a doença está restrita a Ode Irele, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), do ministério nigeriano da Saúde e outros colaboradores se reuniram na cidade.

As amostras de fluidos corporais dos afetados pela doença foram enviadas neste sábado ao hospital universitário de Lagos, onde estão sendo analisadas, informou um porta-voz da OMS.

Fonte: O Globo

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Hyper-Evolução do Vírus Ebola - Transmissão pode estar acontecendo pelo ar!


Segundo as autoridades, a preocupação é que ele teve a oportunidade de se transformar e que poderia, eventualmente, ser transmitido pelo ar. Os últimos meses têm levado a muita confusão sobre a propagação do vírus Ebola. As autoridades de saúde e os governos primeiro negaram que uma séria ameaça existiu e não tomaram nenhuma ação significativa para evitar a sua propagação para fora da África Ocidental. Então, depois do vírus ter chegado a seis diferentes países da região, as autoridades da Organização Mundial de Saúde (OMS) e os Centros de Controle de Doenças (CDC) dos EUA começaram a entrar em pânico. A apatia deu lugar ao verdadeiro temor de que estávamos diante de um vírus em uma escala totalmente diferente do que nunca.

Na sua taxa atual, alguns modelos matemáticos mostram que o vírus pode infectar em qualquer lugar de 20 mil para 100 mil até o final do ano, com mais de 4.000 pessoas em todo o mundo tendo sido infectadas até o momento. Cerca de 2.300 pessoas, mais de 50% das pessoas que o contraíram, morreram.

Embora o CDC divulgou um recente aviso alertando os viajantes que o vírus poderia deixar material infeccioso no ar, eles tiveram o cuidado de dizer que ele não era capaz de se espalhar como outros vírus pelo ar, como o resfriado comum ou a gripe.

Mas, com a maneira que o vírus sofreu uma mutação e se espalha até o momento, dizer que os melhores profissionais de medicina do mundo e as autoridades de saúde estão preocupados seria um eufemismo. O Ebola infectou mais humanos nos últimos 9 meses do que todos os surtos anteriores ao longo dos últimos 40 anos combinados. A preocupação, de acordo com funcionários, é que ele teve a oportunidade de se transformar e que poderia, eventualmente, se espalhar pelo ar.

O que não está sendo dito publicamente, apesar de briefings e debates nos círculos internos das agências de saúde pública do mundo, é que estamos em águas totalmente desconhecidas e que a Mãe Natureza é a única força responsável pela crise no momento.

Há dois possíveis próximos capítulos desta história que deve nos manter no escuro.

A primeira possibilidade é que o vírus Ebola se propague da África Ocidental para as megacidades em outras regiões do mundo em desenvolvimento. Este surto é muito diferente dos 19 que ocorreram na África nos últimos 40 anos. É muito mais fácil controlar as infecções de Ebola em aldeias isoladas. Mas houve um aumento de 300 por cento da população da África ao longo das últimas quatro décadas, a maior parte nas grandes favelas da cidade. O que acontece quando uma pessoa infectada, adoece na viagem de avião para Lagos, Nairobi, Kinshasa ou Mogadíscio - ou até Karachi, Jacarta, Cidade do México ou Dhaka?

A segunda possibilidade é uma que os virologistas estão relutantes em discutir abertamente, mas estão definitivamente considerando em segredo: a de que um vírus Ebola pode sofrer mutação para se tornar transmissível pelo ar. Atualmente você pode contrair o Ebola apenas através do contato direto com fluidos corporais. Mas os vírus como o Ebola são notoriamente descuidados em se modificar, o que significa que o vírus que entra em uma pessoa pode ser geneticamente diferente do vírus que entra na próxima.

A atual hyper-evolução do vírus Ebola é sem precedentes; houve mais transmissão de humano para humano nos últimos quatro meses do que provavelmente ocorreu nos últimos 500 à 1.000 anos. Cada nova infecção representa trilhões jogadas dos dados genéticos.

Se certas mutações ocorreram, isso significaria que apenas respirar expressaria um risco de contrair o vírus Ebola.

No caso do vírus Ebola ser transmitido pelo ar, os modelos de pesquisa mostram que ele rapidamente iria se espalhar para todos os cantos do mundo, infectando e matando milhões.


Os hospitais norte-americanos já estão preparando as áreas de admissão no caso do vírus atingir o alvo e um relatório do Congresso divulgado no início deste ano, diz que os kits de detecção de Ebola e instalações de reação móveis foram mobilizadas para as unidades da Guarda Nacional em todos os cinquenta estados.

Assim, enquanto o público permanece alheio à gravidade da ameaça, o governo está rapidamente aumentando os preparativos.

No entanto, tudo pode ser em vão caso as atuais cepas do Ebola se tornem transmissíveis pelo ar. Nesse caso, milhões de pessoas irão contrair o vírus e os sistemas médicos nos Estados Unidos estarão sobrecarregados. Além disso, todas as vacinas experimentais podem ser lentas, devido à enorme demanda global e suprimentos limitados.

Isto deixa a prevenção em escala individual a única estratégia viável. Tess Pennington, autor de Blueprint do Prepper, recomenda que cada família prepare um quarto para o doente e estoque alguns materiais essenciais de preparação para uma pandemia (e não apenas para o Ebola, mas para qualquer potencial foco de contágio no futuro).

As considerações básicas em tal cenário devem incluir métodos de quarentena para os suspeitos de ter contraído uma doença e equipamento de proteção para os responsáveis ​​pelo tratamento. Isso pode incluir a OMS recomendou máscaras respiratórias N-100, macacões Tyvek, óculos de proteção, luvas e revestimentos de sapato.

Além disso, caso tal evento agarre o mundo, milhões de pessoas estariam em pânico. Os sistemas normais de comércio provavelmente quebrariam, deixando muitos sem comida, água potável e energia. Assim, também é importante considerar se preparar para um cenário no mundo como nós o conhecemos literalmente for interrompido.

Para ser claro, até onde se sabe o Ebola ainda não atingiu uma mutação no ar em seres humanos (embora a pesquisa tenha mostrado que ele foi levado pela respiração entre os animais). Mas, só porque não aconteceu ainda, não significa que ele não poderá, considerando especialmente o número de casos oficiais divulgados até agora.

Em 1918, a gripe espanhola matou cerca de 50 milhões de pessoas, cerca de 5% da população do mundo. Você pode imaginar as implicações de um vírus Ebola transmitido pelo ar, com uma taxa de mortalidade de 50% a 90%?


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas

Os hospitais de São Paulo estão abarrotados de pessoas que se queixam de estar sofrendo efeitos danosos da vacina contra gripe suína, mas essas queixas não podem ser registradas pelos médicos, porque não existe um CID – Código Internacional da Doença – para a reação patológica à vacinação.

Em visitas a hospitais, conversando com médicos e enfermeiros da cidade de São Paulo, constatamos que cada um deles está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína. “Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.

Multiplicando-se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma ideia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.

Apesar de todas essas centenas ou milhares de queixas diárias, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as reações à vacina não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças, que é um número dado à enfermidade para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde, para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18). Muitos colocam, simplesmente, o código das famosas “viroses”.

Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, que viraram notícia, ou processaram o governo e os laboratórios.

Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.

As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:

1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarreia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.

2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.

Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarreia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”. (Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina.) Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.

Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.

Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados).

Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.

Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade dessas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação – que têm o dever de esclarecer a população.

Fontes:


terça-feira, 15 de abril de 2014

DCA: A CURA DO CÂNCER 'Ignorada' Pela Indústria Farmacêutica

Evangelos Michelakis, um pesquisador de câncer na Universidade de Alberta, descobriu há três anos que uma substância química comum e não-tóxica conhecida como DCA, abreviação de ácido dicloroacetato, que inibe o crescimento de tumores cancerígenos em ratos. As constatações iniciais de Michelakis ganharam muito alarde na época e re-circularam na Web novamente esta semana, em grande parte por causa de um post em um blog intitulado "Cientistas curam o câncer , mas ninguém toma conhecimento", o que desencadeou um novo debate com as pessoas perguntando se isto era realmente verdade.

O mecanismo pelo qual DCA funciona em ratos é extremamente simples: ele elimina a maioria dos tipos de células cancerosas através da alteração da forma como estas metabolizam o açúcar, causando-lhes a auto-destruição sem afectar os tecidos normais.

Após os testes em animais, Michelakis e seus colegas fizeram testes de DCA em células cancerosas humanas em uma placa de Petri, e em seguida conduziram testes clínicos em humanos, usando 1 milhão e meio dólares recebidos através de doações. Seus resultados foram encorajadores, o tratamento com DCA pareceu estender a vida de quatro dos cinco participantes, e seu estudo foi publicado no ano passado na Science Translational Medicine.

O trabalho preliminar em ratos, culturas de células, e pequenos ensaios em humanos, aponta para o DCA como sendo um poderoso tratamento do câncer. Mas isso não quer dizer que seja a tão esperada cura do câncer. Muitos outros compostos que pareciam igualmente promissores nos primeiros estágios de investigação acabaram por não cumprir a promessa. Mas mesmo assim Michelakis acredita que o DCA é merecedor de uma quantidade maior de testes em humanos.

Michelakis não patenteou sua descoberta. E não porque ele não quer, mas porque ele não pode. Quando se trata de patentes, o DCA realmente é como o sol: é um produto químico barato, amplamente utilizado e que ninguém pode patentear.

E no mundo de hoje, essas drogas não atraem financiamentos facilmente.

As empresas farmacêuticas não estão exatamente ignorando o DCA, e elas definitivamente não estão suprimindo a investigação com o DCA. É só que eles não estão ajudando. Por quê? O desenvolvimento de drogas é basicamente um negócio e investir no DCA simplesmente não é um bom negócio. "Os grandes laboratórios farmacêuticos não tem qualquer interesse em investir [na pesquisa com o DCA] porque não haverá lucro", disse Michelakis.

O Longo Caminho para a Cura

O farmacologista Omudhome Ogbru, um diretor de Pesquisa e Desenvolvimento em uma empresa farmacêutica sediada em New Jersey, The Medicines Company, ressaltou: "As empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidas com lucro, a fim de sobreviver e crescer".

Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba como uma droga aprovada, Ogbru explica em um artigo de opinião no MedicineNet. Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos de 7 a 10 anos de testes a um custo total médio de 500 milhões dólares - o que pode ser em vão se a droga não receber a aprovação do FDA. E mesmo se isso ocorrer, "apenas três de cada 20 drogas aprovadas geram receitas suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento."

"O lucro é o incentivo para o risco de que a empresa tem", escreveu Ogbru. "Sem a promessa de um lucro razoável, há muito pouco incentivo para qualquer empresa desenvolver novos medicamentos."

Seria quase impossível ter lucro com uma droga como o ácido dicloroacetato. "Se o DCA realmente provar ser eficaz, então será uma droga ridiculamente barata", disse Michelakis.

Daniel Chang, oncologista do Centro de Cancro de Stanford, e que recentemente começou a estudar o DCA, concordou: "Tenho certeza que a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação", disse Chang.

Embora as organizações de saúde do governo como o Instituto Nacional de Câncer dão bolsas de investigação para ajudar a financiar os ensaios clínicos "elas nunca seriam suficiente para obter aprovação para o DCA como um tratamento contra o câncer", disse Akban Kahn, um médico em Toronto. "Você precisa de centenas de milhões de dólares, e um subsídio do governo não é tão grande."

A pesquisa com o DCA andou muito mais lentamente do que se uma empresa farmacêutica estivesse pagando a conta. Dito isto, o financiamento de base permitiu um surpreendente progresso constante. "Através do website, de rádio, telefonemas, e outras coisas assim, foram levantados cerca de 1,5 milhões de dólares em nove meses", na Universidade de Alberta DCA Research Center, disse Michelakis. Isto foi suficiente para financiar um estudo detalhado do tratamento DCA em cinco pacientes com câncer de cérebro.

Modo de Ação do DCA

Os resultados foram promissores. O estudo entretanto foi pequeno e não tinha um controle com placebo, o que torna impossível dizer com certeza se as condições dos pacientes melhorou por causa do tratamento DCA ou por outro motivo. Daniel Chang, o pesquisador de Stanford, descreveu os resultados do estudo são interessante, mas não conclusivos. Em seu estudo, Michelakis e seus co-autores escreveram: "Com o pequeno número de pacientes tratados em nosso estudo, não se pode fazer conclusões definitivas sobre DCA como uma terapia"

Apesar da escassez de testes clínicos, um médico de família, Akbar Khan, do Medicor Cancer Centre, em Toronto, prescreve DCA para seus pacientes com câncer. Ele diz que isso pode ser feito no Canadá, porque o DCA já está aprovado para o tratamento de certos tipos de distúrbios do metabolismo. Michelakis, no entanto, disse que acha que Khan não devia prescrever a droga antes que ela seja oficialmente aprovada para uso contra o câncer.

"Estamos vendo cerca de 60 a 70 por cento dos pacientes que não tiveram sucesso com tratamentos convencionais responderem favoravelmente ao DCA", disse Khan. O grupo de Khan acaba de publicar seu primeiro estudo peer-reviewed no Jornal de Medicina Paliativa. "É um relatório do caso de um paciente com uma forma rara de câncer que tinha tentado outros tratamentos sem sucesso, e então ele veio até nós para tentar o DCA. Foi eficaz, e realmente é um resultado bem dramático. Ele tinha tumores múltiplos, incluindo um particularmente preocupante na perna. O DCA estabilizou significativamente o tumor e reduziu a sua dor".

"Atualmente, temos três pacientes com cânceres incuráveis e que estão com remissão completa, e estão provavelmente curados após usar o DCA em combinação com métodos paliativos convencionais. Estamos no processo de publicação destes casos", disse ele.

Um Novo Modelo de Medicamento

No entanto, pequenos ensaios e estudos de caso não serão suficientes para provar que o DCA realmente funciona. São necessárias futuras investigações sobre a eficácia do medicamento , e sem a ajuda dos grandes laboratórios farmacêuticos, isto terá que acontecer de uma forma não usual.

"Esta poderia ser uma experiência social, onde o próprio público financiaria estes testes", disse Michelakis. "Depois de descobrir o efeito do DCA em células de câncer, eu considero isto a segunda maior realização do nosso trabalho: quando mostramos que você pode trazer uma droga para testes em humanos sem um monte de dinheiro. Se outros forem inspirados (o seu grupo está começando a estabelecer colaborações com alguns hospitais de câncer de destaque) esta poderia ser uma grande conquista. Eventualmente os órgãos federais como o Instituto Nacional de Câncer veriam que há provas suficientes, e então eles vão ajudar com o financiamento.".

"Isto representa uma nova atitude e uma nova maneira de pensar", acrescentou Michelakis.

O site "The DCA Site" mostra várias histórias de sucesso no combate ao câncer utilizando o DCA.
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Eu me pergunto então: mesmo que as indústrias farmacêuticas não estejam interessadas, não seria do interesse dos governos investir em uma possível cura para esta que é uma das maiores mazelas das últimas décadas? Apenas para comparar, os quase 2 milhões de reais gastos no kit-gay dariam quase o que foi necessário para fazer os testes iniciais do DCA. Imaginem então do que poderia ser feito com os 2 bilhões de reais utilizados na desnecessária campanha contra a inexistente pandemia da gripe suína? Isto poderia financiar quatro vezes todo custo para viabilização do DCA como uma droga no combate ao câncer.

E para quem tiver interesse pode ler também sobre os promissores estudos do uso da maconha na cura do câncer.

Fontes:

Fonte da matéria: anovaordemmundial.com