Mostrando postagens com marcador Mediunidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mediunidade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Encontro Ufológico São Thomé das Letras


Há muito tempo era esperado um evento ufológico nesta que é considerada uma das cidades de maior incidência de avistamentos de OVNIs do Brasil. Estamos falando da cidade que já tem toda uma áurea de mistério que a envolve: São Thomé das Letras.

Portanto, faça já sua inscrição para este evento que ficará para história da ufologia moderna em nosso país.

Dias 07, 08 e 09 de Dezembro de 2018.

Local: 
Auditório da Biblioteca da Eubiose – Rua Cap. Francisco Pinto de Souza, 201, próx ao Souza Reis, Centro - São Thomé das Letras, MG.

Inscrição: Apenas R$ 50,00 (Direito aos 3 dias de evento)

Obs: São poucas vagas, portanto faça já sua inscrição através do Sympla, clicando aqui.


Filosofia Imortal não faz parte da organização deste evento e publica gratuitamente anúncios de eventos ufológicos, por ser de interesse direto de seus leitores.

domingo, 15 de julho de 2018

ARQUIVO LAÉRCIO FONSECA - [VÍDEO]

O polêmico arquivo com as declarações do Prof. Laércio Fonseca feitas para a Pozati Filmes e que provocou a reação de alguns nichos da ufologia, enfim publicado. 
  • Cientistas se tornarão médiuns? 
  • A vida após a morte é a chave para compreender o fenômeno UFO? 
  • Os ETs atuam no meio de nós? 

Assista, avalie, reflita, pense e repense. Tire suas próprias conclusões.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Artista dos Quadrinhos Desvela o Astral em sua obra

Fernando Picheli ilustra saídas do corpo e saberes de budismo, teosofia, hinduísmo e espiritismo.


Por Ana Elizabeth Diniz

Um acidente de trabalho em 2002 levou a uma fratura do fêmur. Após a cirurgia, Fernando Picheli, 40, natural de Santo André, São Paulo, engenheiro projetista no ramo automobilístico, acordou sentindo muita dor na perna. Ela foi aumentando até ficar insuportável.

Apaguei e, quando acordei novamente, eu estava sentado na cama do hospital, não sentia mais dores. A sensação era tão real que fiquei com receio de me levantar e apoiar os pés no chão. Aos poucos tomei coragem, fui descendo bem devagar e tive uma grande surpresa quando me vi andando no quarto. Eu realmente estava fora do meu corpo. Saí do hospital caminhando, eu podia ver muitas crianças brincando, era outra dimensão, um local extrafísico com uma energia maravilhosa, as cores eram vivas, eu conseguia sentir o ambiente alegre e contagiante. Me sentia muito bem, pude então flutuar e voar, a sensação de liberdade que sentia foi indescritível”, relembra Fernando.

Essa foi a primeira de muitas saídas espontâneas do corpo, que aconteciam quase todos os dias. Foi quando o artista passou a estudar sobre viagem astral para conseguir entender o que estava ocorrendo com ele.

Inspiração. Após sofrer um acidente em 2002, Fernando Picheli passou a fazer viagens fora do corpo e resolveu criar quadrinhos com a realidade de outras dimensões

Naquela época, há 15 anos, eu desenhava algumas das coisas que via em minhas experiências, mas só a partir de novembro de 2014, com o auxílio da tecnologia, iniciei o projeto como as histórias em quadrinhos (HQs)”, comenta Fernando.

Nascia, assim, a HQ “Plano Astral”, que aborda um pouco desse mundo dimensional, misturando personagens fictícios em histórias de fantasia, recheadas de informações reais e extremamente úteis para aqueles que ousam romper a linha do materialismo.

As experiências frequentes de saída do corpo me permitiram comprovar muitas coisas que antes eu só conhecia por meio da literatura espiritualista e se tornaram um grande acervo de informações para que eu pudesse utilizar em meu trabalho. Acredito que as ilustrações possam revelar minhas experiências em outras dimensões, o contato com consciências extrafísicas e ajudar aqueles que estão passando por situações parecidas a entender melhor o fenômeno da projeção astral”, analisa o quadrinista.

A realidade paralela, com a qual o artista se tornou íntimo, é fonte de inspiração para as histórias em quadrinhos. “A riqueza de informações, formas e sensações que venho experimentando por meio da projeção astral são a base para criar as histórias. Além disso, muitas das informações que coloquei na graphic novel são experiências que vivenciei. É incrível como aquilo que acreditamos ser apenas fantasia, na verdade, está muito mais próximo da realidade do que poderíamos imaginar. As dimensões além do plano físico são muito suscetíveis à forca do pensamento e às emoções. A interação é muito mais dinâmica, e as possibilidades, muito mais amplas. É esse ambiente que tento traduzir por meio dos desenhos”, observa o artista.

O trabalho do artista aborda outras correntes. “Não tem como separar. Os conceitos de imortalidade e reencarnação e o contato com espíritos estão integrados a meu trabalho. Procuro adicionar conhecimentos de doutrinas e filosofias como o budismo, a teosofia, o hinduísmo, a umbanda e também o espiritismo, que foi minha base”, diz ele.


Vivenciar outros mundos altera o sentido da morte

Desde pequeno, o artista teve muito contato com a doutrina espírita e com a umbanda. “Elas foram a base do meu conhecimento, auxiliaram muito minha formação. Procuro sempre abrir a mente para outras linhas de pensamento, pois acredito que todas elas bebem da mesma fonte de conhecimento, que é divina. Durante esses anos de pesquisa, estudo e prática da projeção, pude verificar que a linguagem nos planos mais elevados vai além de crenças e doutrinas, é algo simples e direto, a verdade é reconhecida pelo alto padrão dos sentimentos envolvidos”, diz Fernando Picheli.

O processo criativo é totalmente intuitivo. “Algumas vezes busco uma imagem que seja inspiradora, uma emoção, ou mesmo uma mensagem que quero transmitir. Essa informação muitas vezes vem em blocos, as ideias e as imagens vão surgindo na mente. Vou armazenando na memória ou faço rascunhos no papel para depois fazer a arte final. É um mundo gigantesco que vai se formando dentro da mente. Ele pode ter movimento, cenário, som ambiente e até música. É como construir várias cenas de um filme dentro da mente, depois vou juntando as partes e transferindo para o papel”, comenta.

Quando surgem dúvidas, Fernando se vale das experiências de projeção para entender e investigar o assunto do lado de lá. “De acordo com o tema que estou trabalhando é comum eu entrar em determinadas faixas de sintonia, que influenciam minhas experiências. Por exemplo, eu precisava saber como as roupas são plasmadas no plano astral, para poder representá-las em minhas histórias. Verifiquei que durante a projeção, nós geralmente criamos inconscientemente nossas vestimentas. Podem ser as roupas com as quais nos deitamos, elas estão em harmonia com o ambiente em que estamos inseridos”, ensina.

Para ele, o estudo dos vários planos existentes além do plano físico não é algo para ser usado após a morte: “Ela simplesmente não existe. O simples fato de comprovar isso e entender melhor as consequências de suas ações poderá ajudar o indivíduo a vivenciar seu dia a dia com mais sabedoria”.

Para ler, visite seu site, onde a graphic novel está disponível gratuitamente. É só clicar abaixo:


sábado, 23 de dezembro de 2017

Palestra de Shellyana (EXTRATERRESTRE) Através da Médium Mônica de Medeiros - [VÍDEO]


Uma vez por ano a Shellyanna (Uma Extraterrestre) se manifesta através da mediunidade da Mônica de Medeiros na Casa do Consolador em São Paulo. Como de costume, esse ano a palestra ocorreu dia 13 de dezembro de 2017 e foi transmitida ao vivo pela Rádio Vivência Espírita e Facebook Live.

Segue ao final da postagem, esta interessante palestra, que, acreditamos, muito há a acrescentar a todos aqueles que buscam tornarem-se seres melhores e compreenderem cada vez mais a si mesmos, ao universo e nossa relação com o Cosmo. Mas antes, vamos conhecer um pouco mais sobre Mônica de Medeiros e seus trabalho.

Quem é Mônica de Medeiros?

Mônica Medeiros, médica formada pela Universidade de Campinas (Unicamp), com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago, entre 1988 e 1990, quando se tornou membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Com 24 anos de experiência, Mônica se dedica há 13 anos a gerência médica de convênios e tornou-se servidora pública concursada selecionada em primeira chamada pelo Ministério da Saúde. Em hospitais de São Paulo, ocupou o cargo de chefe de equipes de cirurgia do trauma e, atualmente, trabalha em prontos socorros municipais na região de Taboão da Serra. Já em sua profissão espiritual, com visões e manifestações desde os seus cinco anos, em 1992, fundou o centro espiritualista Casa do Consolador, entidade filantrópica universalista de São Paulo. Na Casa, a doutora Mônica pratica a chamada medicina integrativa, um tipo de tratamento que trabalha a imposição das mãos, como o Reiki e o Johrei, às vezes com auxílio de entidades desencarnadas, passes mediúnicos, conceitos sobre vida após a morte, reencarnação e outras técnicas de percepção, estudo e manipulação bioenergética. 

Foi fundadora e presidente da Casa do Consolador, centro universalista com 15 anos de existência. A casa faz cerca de 7000 atendimentos por mês em reiki, cirurgia extra-terrestre, medicina espiritual e cromoterapia, umbanda pura, desobsessão, xamanismo, palestras, congressos, com cursos de escola de médiuns, cromoterapia, reiki, fraternidade branca. Nos 15 anos de existência já foram realizados mais de 270.000 consultas na área da saúde e 150 mil cirurgias extra-físicas. Atendimento a cerca de 900 pessoas carentes de São Paulo e a médica também é presidente da ONG Árvore da Vida, que protege animais em sofrimento.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Escritório Mal-Assombrado Causa Polêmica na Internet [VÍDEO]

"Atividade Paranormal" em escritório de Manchester, na Inglaterra, deixa internautas intrigados.


Imagens das câmeras de segurança de um escritório em Manchester, na Inglaterra, têm chamado à atenção de diversas pessoas, no vídeo uma cadeira, se movimenta sozinha, um monitor pisca sem “ninguém” mexer, uma maçaneta de porta de movimenta sem ninguém do outro lado, papeis são arremessados ao alto do nada.

No vídeo também é possível ver sombras se movendo pelas paredes e arquivos se abrindo no meio da noite.

Segundo o caçador de fantasmas, Scott Mackinnon a filmagem é falsa! “Algumas das cenas ‘capturadas por câmeras de segurança’ foram claramente editadas. Mas este vídeo é realmente bem feito e só alguém com um olhar treinado poderia perceber a montagem”, afirmou ele.


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Nikola Tesla Descreveu um Smartphone em 1926?

Em 1926 Nikola Tesla já sabia como seriam os smartphones modernos que usamos atualmente com uma precisão assombrosa que muitos não poderiam fazer nem nos últimos anos.


Na transição entre os séculos XIX e XX, Nikola Tesla demonstrou o seu potencial pioneiro e revolucionário. Conhecido por suas contribuições para o projeto de alimentação moderno de corrente alternada (AC), Tesla foi um excelente físico, mecânico e engenheiro eletrotécnico, inventor futurista, bem como o proprietário de uma memória quase fotográfica. Tudo isso fez com que ele fosse um dos inventores mais citados e respeitados na internet atualmente.

Até o final de sua vida ele falou oito idiomas e contava com 300 patentes. Nos últimos anos, o legado de Tesla tem sido objeto de um grande ressurgimento. Como você já ouviu ou leu, Tesla é um nome que aparece cada vez mais por conta de suas muitas previsões em matéria de energia e comunicações estarem se tornando realidade.

O fragmento seguinte (uma citação) mostra o quão profético tornou-se o inventor. Basicamente, ele conceituou um smartphone moderno em 1926, como se pode ler no livro “Lightning in his hand: the life story of Nikola Tesla“, escrito por Inez Hunt.

Nikola Tesla disse:
“Quando (a conexão) sem fio for aplicada perfeitamente, toda a Terra irá se tornar um enorme cérebro, o que já é, dado que todas as coisas são partículas reais juntas e em sintonia. Nós vamos ser capazes de se nos comunicarmos uns com os outros instantaneamente, independentemente da distância. Além disso, através da televisão e de telefonia poderemos ver e ouvir o outro tão perfeitamente como se estivéssemos cara a cara, embora existam milhares de milhas de distância, e estes dispositivos através dos quais seremos capazes de fazê-lo serão incrivelmente simples em comparação com o nosso telefone atual. Qualquer homem será capaz de transportar um no bolso do seu colete”.
Podemos dizer que Tesla estava certo em tudo relacionado à tecnologia, mas perdeu com a moda, em relação ao colete. No entanto, os hipsters abundam em massa, tornando a previsão de Tesla praticamente certa.


27 DICAS de NIKOLA TESLA para MUDAR SUA VIDA!


Conhecido como o gênio que iluminou o mundo, Nikola Tesla inspirou nações a se unirem em nome da paz e da ciência. Como um visionário muito à frente de seu tempo, Nikola Tesla tornou-se para muitos, uma fonte de inspiração e grande sabedoria. Hoje, gostaríamos de compartilhar com você, 27 dicas deste homem incrível.

Vamos lá!


1. A ciência pode fazer mais progressos estudando os fenômenos não físicos.
“O dia que a ciência começar a estudar os fenômenos não físicos, ela vai fazer mais progressos em uma década do que em todos os séculos anteriores de sua existência” ~Nikola Tesla

2. Seu corpo é um presente inestimável.
“Todo mundo deve considerar seu corpo como um presente inestimável daquele que te ama acima de tudo, uma maravilhosa obra de arte, de beleza e mistério indescritível além da concepção humana e tão delicado que uma palavra, uma respiração, um olhar, ou melhor, um pensamento pode prejudicá-lo”. ~Nikola Tesla

3. Se você quiser descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.
“Se você quiser descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração”.~Nikola Tesla

4. Genialidade requer solidão.
“Esteja sozinho, este é o segredo da invenção, estar sozinho, isto é quando as ideias nascem”.

“A maioria das pessoas estão tão absortas na contemplação do mundo exterior que elas estão totalmente alheias ao que está passando dentro de si”. ~Nikola Tesla

5. O cérebro é apenas um receptor.
“Meu cérebro é apenas um receptor, no Universo existe um núcleo a partir do qual obtemos conhecimento, força e inspiração. Eu não penetrei nos segredos deste núcleo, mas eu sei que ele existe”. ~Nikola Tesla

6. O presente do poder mental vem de Deus.
“O dom de poder mental vem de Deus, o Ser Divino e se concentrarmos nossas mentes na verdade, ficamos em sintonia com este grande poder”. ~Nikola Tesla

7. O instinto transcende o conhecimento.
“O instinto é algo que transcende o conhecimento. Temos sem dúvida, certas fibras mais finas que nos permitem perceber as verdades quando dedução lógica, ou qualquer outro esforço intencional do cérebro é inútil”. ~Nikola Tesla

8. Quanto mais aprendemos, mais ignorantes nos tornamos.
“É paradoxal, mas verdadeiro, dizer que quanto mais aprendemos mais ignorantes nos tornamos no sentido absoluto, pois é somente através da iluminação que nos tornamos conscientes de nossas limitações”.~Nikola Tesla

9. Se o ódio pudesse ser transformado em eletricidade, iluminaria o mundo todo.
“Se o ódio pudesse ser transformado em eletricidade, iluminaria o mundo todo”. ~Nikola Tesla

10. Se você pode imaginar, você pode conseguir.
“O meu método é diferente. Eu não me apresso no trabalho atual. Quando tenho uma ideia eu começo imediatamente a construir em minha imaginação. Eu mudo a construção, faço melhorias e opero o dispositivo inteiramente em minha mente”. ~Nikola Tesla

11. Quando uma inclinação natural se desenvolve para um desejo apaixonado, avançamos em direção ao objetivo em botas de sete léguas.
“Quando uma inclinação natural se desenvolve para um desejo apaixonado, avançamos em direção ao objetivo em botas de sete léguas”. ~Nikola Tesla

12. A vida é um mistério a ser vivido.
“A vida é e sempre continuará a ser uma equação sem solução, mas contém alguns fatores conhecidos”.~Nikola Tesla

13. Nossas virtudes e nossas falhas são inseparáveis.
“Nossas virtudes e nossas falhas são inseparáveis, como a força e a matéria. Quando elas se separam, não é mais o homem”. ~Nikola Tesla

14. Os mal-entendidos são sempre causados pela incapacidade de apreciar o ponto de vista do outro.
“As lutas entre os indivíduos, bem como governos e nações, invariavelmente resultam de equívocos na interpretação mais ampla do termo. Mal-entendidos são sempre causados pela incapacidade de um apreciar o ponto de vista do outro”. ~Nikola Tesla

15. Você pode viver para ver os horrores provocados pelo homem além de sua compreensão.
“Você pode viver para ver os horrores provocados pelo homem além de sua compreensão” ~Nikola Tesla

16. Um homem não pode ser salvo de sua própria tolice pelos esforços de outra pessoa.
“Minha mãe compreendeu bem a natureza humana e nunca repreendeu ninguém. Ela sabia que o homem não pode ser salvo de sua própria tolice pelos esforços ou protestos de outra pessoa, mas somente com o uso de sua própria vontade”. ~Nikola Tesla

17. A paz só pode vir como uma consequência natural da iluminação universal.
“O que queremos agora é o contato mais próximo e uma melhor compreensão entre indivíduos e comunidades em todo o mundo, com a eliminação do egoísmo e do orgulho que são sempre propensos a mergulhar o mundo na barbárie primitiva e conflitos… A paz só pode vir como uma consequência natural da iluminação universal…” ~Nikola Tesla

18. Tudo o que foi ótimo, foi ridicularizado no passado.
“Tudo o que foi ótimo no passado foi ridicularizado, condenado, combatido, suprimido, apenas para emergir ainda mais poderoso, ainda mais triunfante da luta”. ~Nikola Tesla

19. O futuro vai avaliar cada pessoa de acordo com o seu trabalho.
“Deixe o futuro dizer a verdade e avaliar cada um de acordo com seu trabalho e realizações. O presente é deles, o futuro, para o qual eu realmente trabalho, é meu”. ~Nikola Tesla

20. As influências que moldam nossos destinos são muito sutis.
“Conforme eu revejo os eventos de minha vida passada eu percebo o quão sutil são as influências que moldam os nossos destinos”. ~Nikola Tesla

21. Não é o amor que você faz. É o amor que você dá.
“Não é o amor que você faz. É o amor que você dá”. ~Nikola Tesla

22. As maravilhas de ontem são ocorrências comuns hoje.
“Nós ansiamos por novas sensações, mas em breve nos tornamos indiferentes a elas. As maravilhas de ontem são ocorrências comuns hoje”. ~Nikola Tesla

23. Todo ser vivo é um motor engrenado na roda de trabalho do Universo.
“Todo ser vivo é um motor engrenado na roda de trabalho do Universo. Embora aparentemente afete apenas o seu entorno imediato, a esfera de influência externa se estende a distância infinita”. ~Nikola Tesla

24. A paciência é fundamental.
“Este é o problema com muitos inventores, eles não têm paciência. Eles não têm a vontade de trabalhar uma coisa devagar, claramente e agudamente em sua mente, para que eles possam realmente “senti-la funcionar”. Eles querem tentar colocar a sua primeira ideia para fora e o resultado é que eles consomem muito dinheiro e material bom, apenas para descobrir finalmente, que estão trabalhando de maneira errada. Todos nós cometemos erros, mas é melhor comete-los antes de começar”. ~Nikola Tesla

25. Raças e nações vêm e passam, mas o ser humano permanece.
“O indivíduo é efêmero, raças e nações vêm e passam, mas o ser humano permanece”. ~Nikola Tesla

26. SOMOS TODOS UM.
“Embora tenhamos liberdade de pensar e agir, nós somos mantidos juntos como as estrelas no firmamento, com laços inseparáveis. Estes laços não podem ser vistos, mas podem ser sentidos”.~Nikola Tesla

27. O dinheiro não tem o valor como os homens têm colocado sobre ele.
“O dinheiro não tem o valor como os homens têm colocado sobre ele. Todo o meu dinheiro foi investido em experimentos com o qual eu tenho feito novas descobertas que permitem a humanidade ter uma vida um pouco melhor”. ~Nikola Tesla

Origem: purposefairy

quinta-feira, 3 de março de 2016

O que acontece se olhar fixamente nos olhos de alguém por 10 minutos?

Olhos são apenas para ver ou também para falar?
O que olhar nos olhos pode nos revelar? Muito mais do que imaginamos!


Um psicólogo na Itália descobriu como induzir um estado alterado da consciência sem a necessidades de drogas, pedindo para 20 voluntários se sentarem e olharem nos olhos um dos outros por 10 minutos em linha reta em um quarto mal iluminado. Não só a tarefa aparentemente simples trouxe estranhas experiências “parecia estar fora do corpo” para os voluntários, como também lhes fez verem alucinações de monstros, parentes, e a si mesmos no rosto de seu parceiro.

A deformação notada é mais ou menos como a imagem abaixo caso você fique olhando para o ponto central.


O experimento, dirigido por Giovanni Caputo, da Universidade de Urbino, envolveu 20 adultos jovens (15 dos quais eram mulheres) em uma sala mal iluminada a 1 metro de distância um do outro, e olhar nos olhos de seu parceiro por 10 minutos. A iluminação do quarto foi o suficiente para os voluntários verem facilmente as características faciais de seu parceiro, mas baixa o suficiente para diminuir a sua percepção geral de cores.


Um grupo de mais 20 voluntários foi convidado a se sentar e olhar fixamente durante 10 minutos em outra sala mal iluminada em pares, mas suas cadeiras estavam enfrentando uma parede em branco. Os voluntários foram pouco orientados sobre a finalidade do estudo, só que ele tinha a ver com uma “experiência meditativa com os olhos abertos”.


Uma vez que os 10 minutos se passaram, os voluntários foram convidados a preencher questionários relacionados com o que eles experimentaram durante e após o experimento. O questionário centrou-se sobre quaisquer sintomas dissociativos que os voluntários possam ter experimentado, e outro questionou-os sobre o que viram no rosto de seu parceiro.

A dissociação é um termo usado na psicologia para descrever toda uma gama de experiências psicológicas que faz uma pessoa se sentir separada do seu entorno imediato. Sintomas como perda de memória, ver tudo em cores distorcidas, ou sentir-se como se o mundo não fosse real pode ser causado por abuso e trauma ou drogas como a quetamina, álcool e LSD; e agora, também, olhar por muito tempo nos olhos de alguém.

“Os participantes do primeiro grupo disseram ter tido uma experiência convincente diferente de tudo que haviam sentido antes”, escreve Christian Jarrett, um dos autores do estudo.

No teste de estados dissociativos, eles deram as classificações mais fortes para itens relacionados à reduzida intensidade de cor, sons parecendo mais calmos ou mais altos do que o esperado, as coisas ficaram espaçadas, e o tempo parecia arrastar-se. No questionário, 90% do grupo concordou ter visto alguns traços faciais deformados, 75% disse ter visto um monstro, 50% disse ter visto os aspectos de seu próprio rosto no rosto de seu parceiro, e 15% disse ter visto um parente. Alguns disseram sentir fortes emoções como se sentisse algo que o outro sentia emocionalmente.

Descrições dos participantes incluíam enormes deformações de seus próprios rostos, ver os rostos de pais vivos ou falecidos; rostos arquetípicos, como uma velha mulher, criança ou o retrato de um antepassado; rostos de animais, como um gato, porco ou leão; e até mesmo seres fantásticos e monstruosos.

Então, o que está acontecendo aqui? Os cientistas explicam que é provável que tenha a ver com a adaptação neural, que descreve como nossos neurônios podem abrandar ou mesmo parar a sua resposta à estimulação imutável. Isso acontece quando você olha para algo por muito tempo – sua percepção vai começar a desvanecer-se até você piscar, a cena muda, ou pode ser corrigida por minúsculos movimentos oculares involuntários chamados micro-sacádicos.

O fato das pessoas terem relatados sentimentos emocionais fortes que se passam com as outras pessoas, aos quais foram confirmados pelos voluntários, intrigou muito os cientistas que pretendem estudar o fenômeno. Isto já foi descrido nas técnicas de constelação familiar do alemão Bert Hellinger que estuda os campos morfogenéticos e como eles afetam o mundo. “Os olhos são as janelas para a alma” diz o pesquisador. Sabemos que um olhar pode dizer mais do que mil palavras.

Fonte: keedele.com

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Como Desenvolver Habilidades Psíquicas


Médiuns são pessoas capazes de entrar em contato com o subconsciente. A maioria das pessoas possui habilidades psíquicas, mas elas podem estar escondidas na bagunça da mente ou você ainda pode não saber como aperfeiçoá-las ou colocá-las em prática. As habilidades psíquicas podem ser trazidas à tona, aperfeiçoadas e desenvolvidas.

Desenvolvendo as habilidades psíquicas através de exercícios


1. Aprenda mais sobre os diferentes tipos de habilidades psíquicas.
Alguns médiuns têm mais aptidão para uma determinada área psíquica ou decidem focar em uma habilidade em detrimento das outras.
  • Imagine-se usando o "terceiro olho" — o chacra (ou campo de energia) localizado acima dos olhos físicos. Visualize o terceiro olho abrindo e expandindo. Preste atenção no que consegue visualizar na "tela interna" da mente. Tente fazer isso com os olhos fechados.
  • A clarividência é a capacidade de visualizar imagens espirituais. Uma característica da clarividência é a "visão remota", ou seja, a capacidade de ver coisas que não podem ser percebidas pelos sentidos comuns. Os clarividentes usam a aura para entrar em contato com comunicadores espirituais. Para esse tipo de visualização, decida um local remoto ao qual você deseje sentir. Feche os olhos e pense nesse local. Transfira este desejo para o terceiro olho. Observe e anote a primeira impressão que tiver.
  • A clariaudiência também possibilita o recebimento de impressões espirituais, mas nas formas de sons. As palavras são transmitidas através da aura para o subconsciente do médium, como se ele fosse um tipo de telefone. Para praticar a clariaudiência, repita uma palavra em sua mente, concentrando-se bastante nela. Isso auxilia o desenvolvimento da voz interior. A clarisciência é a capacidade de sentir a presença de um espírito, incluindo suas emoções e personalidade.


2 - Use pequenos objetos para praticar a capacidade psíquica.
Alguns médiuns, como os que trabalham em investigações criminais, usam roupas. O segredo é encontrar um objeto usado, já que os médiuns acreditam que ele terá mais energia do que um objeto novo.
  • Coloque o objeto nas mãos, feche os olhos, relaxe e sinta o que seu corpo estiver sentindo. Você poderá perguntar a si mesmo se o objeto pertencia a um homem ou a uma mulher, quais eram as emoções do dono desse objeto e com que ele trabalhava.
  • Escreva o que vier até você de forma instintiva. Isso é conhecido como impressão energética. Não edite nada. O ideal é que a pessoa que deu o objeto para você conheça seu proprietário, mas não diga nada. Assim, você poderá comparar o que escreveu com a realidade.

3 - Tente outros exercícios com objetos.
Peça para alguém esconder um item e veja se consegue encontrá-lo. O segredo, mais uma vez, é tentar sentir a energia do objeto. Tente "sentir" onde o objeto está localizado.
  • Visualize-se conectando-se com a energia desse item para descobrir onde ele está. Pergunte a si mesmo se ele está em um lugar baixo ou alto, se está escondido embaixo de alguma coisa ou guardado dentro de outra coisa.
  • Você poderá usar imagens em vez de objetos. Peça para um amigo recortar algumas fotos de revistas e colocá-las em envelopes fechados. Então, veja em quantos detalhes das fotos você consegue pensar.

4 - Desenvolva as habilidades psíquicas através da meditação.
Assim, você conseguirá limpar a mente e concentrar-se no seu sexto sentido. É extremamente importante diminuir a bagunça mental.
  • Ao acordar de manhã, esforce-se para ficar quieto por alguns minutos, mantendo os olhos fechados. Antes de abrir os olhos, tente perceber tantos sons, texturas e cheiros quanto for possível. Se realizado por várias semanas, este exercício poderá contribuir bastante para o aumento dos níveis de consciência e intuição.
  • Para meditar, feche os olhos e respire de forma lenta e profunda. Em seguida, inspire pelo nariz. Segure o fôlego por um momento. Volte a respirar pela boca.
  • Uma música suave ao fundo poderá ajudá-lo a acalmar a mente. Você também pode recitar um mantra (uma palavra ou frase curta que você repete para si mesmo, por várias e várias vezes). O objetivo é eliminar a bagunça mental indesejada. A meditação funciona porque nos ajuda a desligar a mente e a liberar o subconsciente analítico.
  • Imagine um sinal de "mais" ao inspirar e um sinal de "menos" ao expirar. Repita o exercício várias vezes. Limpe a mente de todos os pensamentos negativos, pois eles podem bloquear as habilidades psíquicas.

Reforçando o subconsciente


1 - Aprenda a confiar na intuição e a reconhecê-la.
A intuição é a sensação ou crença em alguma coisa que não se baseie no raciocínio lógico. É um instinto que transcende a lógica.
  • Embora todos tenham intuição, algumas pessoas conseguem desenvolvê-la mais do que as outras. É preciso confiar na intuição para desenvolvê-la. Ela é aquele sentimento instintivo que você tem quando conhece alguém novo. Para que as tendências psíquicas sejam liberadas, suas motivações devem ser puras.
  • Preste atenção nos pensamentos e sentimentos aleatórios. Mantenha um diário à mão em todos os momentos e escreva aqueles pensamentos que parecem surgir do nada. Depois de um tempo, você poderá observar o surgimento de certos padrões. Pensamentos que antes pareciam completamente aleatórios e desconexos começarão a transforma-se em temas ou ideias reconhecíveis.
  • Ao acordar, é bem mais fácil lembrar dos sonhos em detalhes quando permanecemos quietos por alguns minutos do que quando nos apressamos para sair da cama e começar o dia. Tente definir o despertador para acordá-lo dez ou quinze minutos antes da hora habitual. Dê-se um tempo para lembrar dos sonhos e fazer algumas anotações rápidas no diário. O subconsciente fica mais livre durante o sono.

2 - Aprimore a capacidade de sentir empatia.
Algumas pessoas acreditam que os médiuns estão em sintonia plena com as emoções, dores e energia de outras pessoas. Eles conseguem vivenciar as experiências alheias como se fossem suas próprias experiências.
  • Embora as pessoas já nasçam com empatia, elas também podem adquiri-la. Algumas pessoas acreditam que todo mundo nasce com algum grau de habilidade psíquica, portanto ela sempre poderá ser desenvolvida. Especialize-se na leitura da linguagem corporal. Os videntes aprendem muito sobre as pessoa porque conseguem ler os sinais não verbais, que podem fornecer indicadores-chaves dos sentimentos de alguém.
  • Às vezes, os curadores psíquicos colocam as mãos no paciente para poder perceber melhor as emoções dele. Proteja-se da energia psíquica negativa. Isso é conhecido como proteção psíquica e significa conseguir se proteger ou criar um escudo contra as energias negativas alheias.

3 - Aprenda a concentrar-se.
Se quiser ler os pensamentos de outra pessoa ou mover objetos com o poder da mente, você precisará desenvolver a habilidade de concentração. A capacidade de focar a mente é vital.
  • Olhe para uma imagem por um minuto. Em seguida, feche os olhos e tente reproduzir essa imagem em sua mente, com todos os detalhes que conseguir lembrar. Essa técnica de visualização vai ajudá-lo a aperfeiçoar a habilidade de concentração.
  • Use o poder da imaginação e de sonhar acordado. Não é nenhuma surpresa que as crianças, muito mais imaginativas, sejam mais capazes de usar o subconsciente. A imaginação incentiva as habilidades psíquicas.

Usando campos de energia


1 - Aprenda mais sobre o seu campo de energia pessoal.
Os médiuns acreditam que todas as pessoas são cercadas por campos eletromagnéticos, usados para transmitir energia em um nível psíquico. Você fará melhor uso dessas energias se entender o que elas são.
  • As auras e os chacras são dois aspectos do campo de energia pessoal. Se você compreendê-los, poderá controlar melhor o fluxo de energia que entra e sai do seu corpo. Aprimorar as habilidades telepáticas poderá levar muitos anos, portanto tente praticar essas habilidades diariamente, se possível. As auras são campos de energia que rodeiam o corpo, já os chacras são os pontos onde a energia flui para dentro e para fora do corpo.
  • Você pode tentar sentir os campos de energia pessoais das outras pessoas e, assim, aumentar a capacidade de ler pensamentos alheios. Peça para as pessoas desenharem alguma coisa em um papel e tente descobrir o que elas desenharam, sem ver os papeis.

2 - Estude os principais chacras e trabalhe para desobstrui-los.
O corpo possui sete chacras principais. Eles são aberturas pelas quais a energia flui para dentro e para fora do corpo. Os dois chacras superiores são centros mentais, os quatro frontais estão relacionados com as emoções e os outro quatro, localizados na parte posterior do corpo, relacionam-se à vontade. O chacra base ou raiz está relacionado com o aspecto físico do organismo.
  • Se um chacra estiver bloqueado, a energia deixará de fluir e isso poderá causar doenças e a supressão das emoções. Se os chacras estiverem muito abertos, poderão causar reações exageradas e problemas emocionais.
  • Imagine-se abrindo e fechando o terceiro olho, o chacra localizado logo acima e entre os olhos físicos. Feche os olhos reais e imagine o terceiro olho abrindo-se ainda mais.

3 - Descubra como enxergar a aura de alguém.
As auras são campos de energia emitidos por todos os seres humanos. Elas variam de cor e intensidade. Se você aprender a sentir a aura de uma pessoa, poderá ler melhor os pensamentos dela.
  • A energia está em toda parte, inclusive sendo irradiada pelo corpo. Posicione-se a aproximadamente três metros de distância de outra pessoa e peça para ela ficar na frente de um fundo branco ou preto.
  • Olhe relaxadamente para o nariz da pessoa e use a visão periférica. No começo, a aura se parecerá com uma névoa suave. Mantenha o olhar nessa névoa. Quando a vir, continue olhando para ela e conseguirá enxergá-la. Quando você piscar, a aura provavelmente desaparecerá.

4 - Livre-se da energia negativa.
Para desenvolver sensibilidade aos sentimentos e experiências alheios, sua própria energia deverá operar em um nível de frequência mais alto.
  • Energias como a negatividade e a infelicidade bloqueiam as habilidades psíquicas. Pense positivo tanto quanto conseguir.
  • Comece entrando em contato com a terra. Isso vai ajudá-lo a aprender a controlar a energia. Fique em pé e mantenha os braços soltos e os pés afastados. Dobre os joelhos ligeiramente e afunde os pés no chão. Mentalmente, transfira a energia para os pés. Visualize raízes saindo dos seus pés e penetrando profundamente no solo.

5 - Fique parado e em silêncio para poder perceber a energia natural.
Você deverá desligar-se do caos da vida moderna e de todas as distrações para conseguir perceber melhor a energia.
  • Manter-se longe de alvoroços e atividades distrativas e barulhentas ajudará a mente a pensar com mais clareza, desenvolvendo uma maior concentração e precisão mental. Desfrute da beleza dos sons naturais, como o canto dos pássaros, o barulho da água correndo em um riacho ou cachoeira, etc.
  • Esses sons naturais são famosos por melhorar a intuição e as habilidades psíquicas. Elimine todas as distrações criadas pelos aparelhos eletrônicos – o telefone celular, a televisão e até mesmo a iluminação elétrica podem criar uma barreira para as habilidades psíquicas.

DICAS
  • Pratique, pratique, pratique! O desenvolvimento das habilidades psíquicas não foi feito para pessoas que se decepcionem facilmente. Você precisará de muita motivação e dedicação para conseguir alcançar resultados.
  • A sensibilidade especial propiciada pela auto-hipnose poderá ajudá-lo a alcançar os objetivos por meios psíquicos.
  • Na próxima vez que estiver na piscina, tente prever o sexo da próxima pessoa que descerá pelo toboágua. As aplicações práticas aperfeiçoarão as habilidades psíquicas.
  • Às vezes, o simples ato de observar a habilidade sendo praticada por outra pessoa poderá torná-lo capaz de praticá-la também. Note que este é apenas um "choque" temporário do subconsciente ao observar a coisa sendo feita de verdade.
  • Ouvir a voz do inconsciente e permitir que ela o guie também ajuda. Às vezes, essa voz fala através dos pensamentos e nos diz se algo é bom ou ruim. Geralmente, nós a ignoramos mas mais tarde acabamos descobrindo que deveríamos tê-la escutado. Ela é nosso guia espiritual e pode ser uma ferramenta poderosa quando ouvida.
  • Quando estiver meditando, limpe a mente para que os espíritos possam falar com você.

AVISOS
  • O público em geral não reagirá muito bem se você falar sobre qualquer coisa relacionada a habilidades ou experiências psíquicas.
  • A maioria das pessoas não vai ou não poderá compreender a realidade de habilidades psíquicas.
  • Os efeitos das habilidades psíquicas são pouco compreendidos.
  • A ciência convencional ainda se recusa a aceitar a validade dos estudos científicos a respeito da parapsicologia e das pesquisas sobre a consciência.

Fontes e Citações

http://www.wingsforthespirit.com/

domingo, 26 de julho de 2015

EVANGÉLICO relata suas experiências com OVNIs e EXTRATERRESTRES


Pettisson, um rapaz alagoano, simples e evangélico, resolveu contar suas experiências ufológicas. Sua principal intenção é descobrir mais pessoas que passem, ou que tenham passado por experiências semelhantes e que possam ajudá-lo a entender o que tem ocorrido em sua vida. Nesse sentido, o site ETs & ETc resolveu ajudar e nós do Filosofia Imortal estamos dando uma forcinha.

Ouça na edição abaixo, toda a história contada pelo próprio Pettisson.



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Capacidade de entrar em CONTATO COM ESPÍRITOS pode ser desenvolvida por meio de estudo e dedicação

Medo e curiosidade se misturam quando o assunto é o contato do homem com o mundo dos mortos. Enquanto diversas religiões têm explicações sobre o fenômeno, a ciência ainda tenta desvendar as causas e os efeitos dessa experiência.


Você já sentiu que estava sendo observado, mas, quando se virou para ver quem era, ninguém estava lá? Ouviu alguém dizer o seu nome sem haver ninguém por perto? Teve a impressão de ter sentido a presença de alguém quando estava sozinho em casa? Pode até ser que essas situações não tenham sido nada, mas pode ser também que espíritos estejam tentando se comunicar com você. Pelo menos é o que acreditam os médiuns, pessoas que desenvolveram a habilidade de se conectar, de uma forma ou de outra, com o mundo dos mortos. Segundo eles, sentir essas manifestações de vez em quando é comum, pois todos temos a capacidade de estabelecer esse contato. Decidir trabalhar ou não essa habilidade aparentemente inerente ao ser humano é uma escolha — e os caminhos, não necessariamente, precisam passar por alguma religião.

Ainda que o tema cause certo medo, é fato que o assunto desperta também uma boa dose de curiosidade. Adriana Noviski, autora do recém-lançado Na sala ao lado — Os mundos invisíveis e seus segredos (Editora Évora), é um dos exemplos de como a busca por informação é capaz de mudar paradigmas — e o modo como se encara a vida. Sem nem saber do que se tratava e, a convite de uma amiga, ela resolveu participar de um curso de cura espiritual. “Fui fazer quase que por intuição e descobri que era médium”, completa. A vivência e o trabalho voluntário posterior às aulas a inspiraram a contar as histórias que viu, por meio da personagem fictícia Amanda.

O atendimento a pacientes a deixou impressionada. “Sempre tive muita intuição, mas achava que era só isso”, comenta. “Existe uma diferença entre intuição e mediunidade. A mediunidade é conseguir ver algo a mais.” Sonhos premonitórios, vultos e mesmo percepções que vinham como flashes sobre problemas de pessoas próximas foram, segundo Noviski, o ponto de partida para que ela procurasse se aprofundar no tema. “Quis escrever o livro para encorajar outras pessoas, mostrar que é natural, porque já fui muito ridicularizada por isso.”

Um dos fundadores do Programa de Saúde e Espiritualidade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) e professor titular do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Alexander Moreira Almeida explica que, para fins de estudo, a mediunidade é definida como “uma experiência em que um indivíduo alega estar em comunicação com ou sob a influência de uma pessoa falecida ou de um outro ser não material”.

Depois de sofrer com problemas de saúde e
"crises de loucura", Maria Liosmira encontrou
a cura em um terreiro
O tema, inclusive, é familiar a todos nós — uma vez que está presente na base de grande parte das religiões. Como exemplos, Almeida cita Moisés e os profetas recebendo mensagens de Deus e dos anjos, Maomé recebendo mensagens do anjo Gabriel na composição do Corão, os oráculos gregos, os dons do Espírito Santo nas comunidades cristãs primitivas, bem como entre os católicos carismáticos e protestantes pentecostais. “Deve-se destacar que, especialmente no Brasil, nossas origens indígenas e africanas estão também fortemente permeadas por crenças e vivências ligadas à mediunidade”, completa. “Sendo assim, é uma experiência humana que precisa ser mais bem investigada.”

Sob as lentes da ciência
Há mais de um século, pesquisadores tentam entender do que se trata o fenômeno da mediunidade. O interesse nesse tipo de estudo, explica o psiquiatra, teve seu primeiro pico entre os séculos 19 e 20. Nos últimos anos, o tema parece ter voltado à tona. As experiências mediúnicas têm sido investigadas a fundo por pesquisadores há mais de 100 anos. Houve um grande interesse no tema na transição dos séculos 19 e 20 e,recentemente, houve uma retomada do interesse. Entre as principais hipóteses, estão fraude, doença mental, manifestações do inconsciente do médium, percepção extrassensorial (telepatia e clarividência) e sobrevivência da consciência/personalidade depois da morte corporal.

Desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em 2013, o trabalho “Neuroimagem e mediunidade: uma promissora linha de pesquisa”, de Julio Peres e Andrew Newberg, usava recursos da neuroimagem para investigar a mediunidade. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que “regiões e sistemas cerebrais mediam os diferentes aspectos da experiência religiosa”, descartando, assim, a teoria ponto de Deus — que postulava um local no cérebro como responsável pela experiência com o divino. Os estudos sugeriram ainda que há uma maior atividade do córtex frontal e pré-frontal (áreas responsáveis pela motricidade voluntária) durante experiências religiosas. Outros achados incluem “um aumento da atividade nas redes atencionais relacionadas ao pensamento reflexivo durante tais experiências”. Os lobos frontal e parietal, segundo alguns levantamentos, são as áreas do cérebro correlacionadas com elementos psicológicos e cognitivos específicos dessas vivências.

Falando em investigação, para os cientistas, a existência de comunicação entre vivos e mortos não é o foco das pesquisas científicas. Para eles, o que importa mesmo é saber qual interpretação a pessoa que vivencia a experiência atribui a ela. Contudo, os estudos demonstram curiosidade em saber o que se passa no cérebro de um médium incorporado, apesar de as pesquisas sobre o assunto ainda serem esparsas. “Em linhas gerais, os resultados demonstram que as experiências espirituais como a mediunidade não estão ligadas a apenas uma região, mas a um complexo padrão de ativação de diversas áreas cerebrais”, afirma Alexander Moreira Almeida.

Com o psicólogo Julio Peres e Andrew Newberg, neurocientista norte-americano pioneiro no estudo neurológico de experiências religiosas e espirituais (conhecido como neuroteologia), Almeida participou de uma pesquisa que buscou descobrir as diferenças de funcionamento do cérebro de médiuns quando eles psicografavam em relação a quando escreviam um texto fora do estado de transe. O estudo, feito na Universidade da Pensilvânia (EUA), usou tomografias para comparar os resultados. “Eles mostraram que os textos psicografados eram mais complexos do que os escritos em estado normal de consciência”, resume. “Apesar disso, entre os médiuns mais experientes, ao contrário do que seria esperado, durante a psicografia, houve menor ativação de várias áreas cerebrais ligadas à construção do discurso e ao pensamento mais elaborado.”

A investigação neurocientífica de experiências espirituais abrange, ainda, a própria saúde mental dos médiuns, uma vez que pode existir a possibilidade de essa faculdade ser, na realidade, causa ou consequência de doenças mentais. Para os médiuns, uma boa notícia: de acordo com o psiquiatra, estudos recentes indicam que eles “possuem boa saúde mental e que essas experiências podem estar associadas a bons níveis de ajustamento social”.

Maria Liosmira Rodrigues dos Santos, 49 anos, passou por várias consultas até descobrir a razão pela qual acordava, sem explicação aparente, em qualquer lugar, menos na própria cama. Quando ainda era adolescente, por volta dos 19 anos, era comum que dormisse em casa e acordasse, por exemplo, no meio do mato. Durante os “acessos de loucura”, como ela define, sintomas como alucinações (via seres andando em telhados), gritos e pessoas que chamavam seu nome eram comuns. “Claro que o diagnóstico era sempre loucura”, resume a costureira e comerciante. Esquizofrenia e transtorno dissociativo de personalidade (mais conhecido como dupla personalidade) eram resultados frequentes nos veredictos dos médicos.

Se a saúde não está bem, não é somente o corpo que reclama: para Maria Liosmira, a mediunidade também se manifesta nessas ocasiões, seja com dores nas pernas, seja com fobias e dores de cabeça inexplicáveis, como no caso dela. “Depois de seis meses de consultas e exames, fui ser curada em um terreiro”, relembra. Quando se mudou para o Maranhão, ela encontrou, no município de Caxias, um povoado chamado Narazé do Bruno, um terreiro de terecó. A religião tem raízes afro-brasileiras e é mais popular em Codó, cidade maranhense a 300km de São Luís. Desde então, Maria Liosmira é mais conhecida pela alcunha de Dalila de Légua.

A linha adotada pela crença de Dalila de Légua é curadora, ou seja, se vale da chamada cura espiritual. Semelhante à umbanda, misturou-se a elementos do catolicismo, aos ancestrais indígenas e à encantaria. “Todo e qualquer culto afro, ou se procura por amor ou pela dor”, opina. Pelo amor seriam os curiosos, “que acham bonito”. A dor, para ela, é o caminho que mais leva à espiritualidade. “Não é uma coisa que se escolha, mas é possível desenvolver em qualquer religião”, resume. “Tem coisas na vida que não dá para se explicar. Somente depois que se vê o resultado é que se vai encontrar explicação. A questão é que, até hoje, nunca mais na minha vida acordei em mato, na rua. Nunca mais me perdi sem me encontrar. Reencontrei o sentido da vida.”

No espiritismo

De acordo com O Livro dos médiuns, de Allan Kardec, há oito principais tipos de médiuns:
Médiuns de efeitos físicos: aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, os ruídos etc.;
Médiuns sensitivos ou impressionáveis: pessoas capazes de sentir a presença dos espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio que elas mesmas não sabem o que é;
Médiuns audientes: são os que ouvem a voz dos espíritos (mas não necessariamente transmitem o que ouvem);
Médiuns falantes: nessa modalidade, os espíritos agem sobre os órgãos vocais para verbalizar mensagens. Em geral, a pessoa se exprime “sem ter consciência do que diz e quase sempre tratando de assuntos estranhos às suas preocupações habituais, fora de seus conhecimentos e mesmo do alcance de sua inteligência”;
Médiuns videntes: são aqueles dotados da faculdade de ver os espíritos;
Médiuns sonâmbulos: para os espíritas, esse fenômeno é considerado como uma variedade da faculdade mediúnica. “Muitos sonâmbulos veem perfeitamente os espíritos e os descrevem com a mesma precisão dos médiuns videntes”, segundo o livro;
Médiuns curadores: têm o dom de curar por simples toques, pelo olhar ou mesmo por um gesto, sem nenhuma medicação;
Médiuns pneumatógrafos: são aqueles com aptidão para obter a escrita direta.

Fonte: O Livro dos médiuns, de Allan Kardec.

Na umbanda

A mediunidade é expressa de várias. Veja algumas modalidades mais comuns:
Intuição: por meio do pensamento, o médium recebe informações, conselhos ou mensagens dos espíritos;
Incorporação: acontece quando a vibração da entidade se sintoniza com a do médium. Pode ser total ou parcial; ou seja, a pessoa pode ou não se recordar do que aconteceu durante o processo;
Audição: o médium seria capaz de, literalmente, ouvir os espíritos;
Vidência: permite ao médium visualizar as entidades;
Clarividência: permite ao médium visualizar fatos do passado e/ou do futuro. Acredita-se que ele seja capaz de tomar conhecimento da vida em outros planos espirituais, bem como ver os corpos astrais e mentais das pessoas;
Transporte: acontece quando o espírito deixa o corpo para “dar uma volta”, ou seja, é capacidade de visitar outros lugares espiritualmente. Pode ser voluntário ou involuntário;
Desdobramento: quando o espírito do médium sai de seu corpo, vai a outro local e fica visível a outras pessoas;
Psicografia: acontece quando o médium recebe informações dos espíritos por meio da escrita.

Fonte: Centro Espírita Urubatan.

Para Ruy Meireles, do Centro Espirita Paz e Amor, a mediunidade é uma grande oportunidade de aprendizado

Tradução simultânea

Paulo Henrique Wedderhoff, coordenador do grupo de exercícios mediúnicos, um módulo do curso de estudos da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE), diz que o caminho para desenvolver a mediunidade ao máximo leva, em média, cinco anos. Até lá, é possível perceber-se médium nas pequenas coisas, até mesmo quando se compartilha conhecimento. “Se você lê um livro que o impactou e divide esse conteúdo com alguém, você está mediando um conhecimento que veio de outro espírito que não é o seu”, exemplifica. “A mediunidade é muito extensa e não se limita à troca do polisistema cultural, espiritual e corporal.”

Para os espíritas, a mediunidade seria uma característica do ser. Uma vez que todos teríamos espírito, logo, todos seríamos médiuns. Mais que um dom, seria uma habilidade — que, como todas as outras, precisa ser estimulada e treinada até a perfeição. O objetivo da mediunidade, segundo Wedderhoff, é acessar pensamentos que estão nas “redes mentais”, algo como uma internet universal unindo encarnados de desencarnados. “Por isso a frase ‘orai e vigiai’. Não é para ficar com medo, mas para pensar no que se diz. No banco das ideias, o que manda é a qualidade do pensamento, que determina a qualidade do que se acessa.”

No espiritismo, Wedderhoff explica que o conceito de incorporação é um pouco diferente do que prega o senso comum. Segundo o religioso, o médium jamais se ausenta do próprio corpo. Seria algo como tradução simultânea, com a diferença de que, no processo mediúnico, o espírito emite um pensamento, com base em dados do seu acervo cognitivo e que recebe repassa as informações de acordo com suas habilidades. “Você (o médium) é titular de suas decisões. Se o espírito fala algo que você não concorda, você pode não passar isso para a frente”, reforça.

Antes de se render ao espiritismo, Ruy Barbosa Meireles, 64 anos, era católico de berço e cético a respeito das questões do além. Os velhos questionamentos — para onde vamos? De onde viemos? — pipocavam em sua mente. O aposentado, então, resolveu tirar as dúvidas com o padre, mas as repostas pareciam incompletas. Foi quando, há 25 anos, um amigo emprestou a ele o Livro dos Espíritos, obra fundadora da Doutrina Espírita, escrito por Allan Kardec (pseudônimo do educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail).

Hoje, Ruy comanda o Centro Espírita Paz, Amor e Caridade, na cidade goiana de Luziânia. O caminho até se tornar médium foi longo e permeado por anos de estudo e prática. Assim que adotou a doutrina, começou um curso de um ano e meio para iniciar o desenvolvimento da habilidade: seis meses exclusivamente focados na teoria e o restante em uma mistura de conhecimento e prática. “Foi aí que descobri que tinha sensibilidade mediúnica”, completa. “Sentia coisas, escutava barulhos e sentia presenças que não estavam ao meu lado, que se manifestavam como vultos.”

Antes de saber como essa habilidade funcionava, Ruy ignorava sinais que chama de “fatores mediúnicos”. A sensação de estar sendo observado (sem, de fato, ter alguém olhando) é um dos exemplos de que a sensibilidade para o mundo espiritual pode estar aflorada. “A mediunidade é uma faculdade orgânica do ser humano”, justifica. Como um motorista prestes a tirar a habilitação, além das palestras explicativas, quem quer evoluir tem na prática algo essencial para desenvolver a habilidade de se comunicar com o “outro lado.”

Basicamente, Ruy descreve esse processo como uma exposição aos objetos de estudo. Em uma sala, o médium responsável por conduzir a aula incorpora espíritos protetores, que irão garantir que tudo corra bem. Os alunos se concentram, esquecem o mundo exterior e são conduzidos a um estado quase meditativo. Os espíritos presentes, então, se aproximam dos alunos, para que saibam qual é a sensação de estar próximo a uma entidade. “Nesse contato, sinto um arrepio gostoso e, às vezes, desconfortável”, descreve. “É um bem-estar, uma alegria.” A última etapa (que demora anos até ser alcançada) é a incorporação propriamente dita.

Durante todo o processo, é crucial que a pessoa esteja tranquila e confiante. A aproximação do espírito, de acordo com Ruy, é sutil. “Não pense que é como ser atropelado por um ônibus”, compara. Além de incorporar entidades, ele também psicografa mensagens, tem vidência (capacidade de captar lampejos e impressões do que se passa no plano astral) e passa pelo processos de desdobramento (quando o espírito sai do corpo “hospedeiro” e, literalmente, passeia por outros locais). “A mediunidade é a grande oportunidade para aprender”, analisa. “Se incorporo um irmão sofredor, que passou por dificuldades, isso serve como exemplo para mim. Algo como: ‘Não faça isso, veja no que deu’.” 

A troca de espíritos

Na umbanda, acredita-se que as entidades se apresentem sob a forma fluidílica de caboclos, pretos velhos, crianças e exus. Quem explica é Pedro Miranda, presidente da União Espiritista de Umbanda do Brasil (Ueub). Segundo Miranda, cada uma dessas formas de apresentação tem uma finalidade, que vão desde os chamados passes magnéticos (transposição de energia para o corpo físico do paciente), à cura espiritual. Quando incorporado por uma dessas classes de entidades, o médium, segundo a crença umbandista, “divide” o espaço do corpo para que o espírito o use como ferramenta para ajudar quem precisa.

Aristóteles Talaguibonan Freitas Arruda, 33 anos, é um sacerdote da umbanda. O advogado conta que sua trajetória rumo ao desenvolvimento espiritual começou ainda criança. Aos 4 anos, ele já acompanhava os pais nos cultos. Por volta dos 8, os sinais de que era um médium de incorporação começaram a surgir. “Quando eu participava dos cultos, sentia palpitação, uma sensação de arrepio, até que entrei no estágio de transe”, descreve. Por ter começado tão jovem, Talaguibonan (seu nome espiritual) associa a mediunidade à discriminação. A discriminação sofrida na escola, para ele, ainda é um quesito marcante no que diz respeito à própria espiritualidade. “Passei por preconceito por conta da minha opção religiosa, que nem foi bem uma opção”, conta.

As guias (colares feitos com contas coloridas que fazem parte do uniforme dos médiuns) eram motivo de chacota, assim como as roupas brancas. Mesmo na faculdade, Talaguibonan conta que era excluído, por puro desconhecimento. “Eu era o macumbeirinho, o bruxo, qualquer coisa, menos religioso.” De qualquer forma, o advogado conseguiu prosseguir com sua missão espiritual. Hoje, pai de santo (cargo de alta importância no terreiro), não se ressente. Prefere tratar do tema como um aprendizado. “Ninguém ama o desconhecido, mas ele causa interesse, curiosidade. Faz com que as pessoas busquem se conhecer.”

Na espiritualidade, Talaguibonan conta ter encontrado seu canal para se religar ao sagrado. Por meio da mediunidade, ele diz ter acesso ao Deus que acredita. “É algo que me acalenta. Me considero um escolhido, um privilegiado.” Dependendo da entidade que recebe, ele conta que a sensação muda. Em linhas gerais, há um “apagão”: quando tudo termina, é como se nada tivesse acontecido. Algumas entidades, contudo, consomem grandes quantidades de bebida alcoólica e/ou tabaco, substâncias que causam uma certa rebordosa no médium no momento seguinte à incorporação. “Não fico bêbado, mas sinto a indisposição do álcool”, descreve.

A mediunidade, de acordo com Pedro Miranda, presidente da Ueub, é genérica e extensiva a todos os campos de entendimento. Na umbanda, ela é chamada de incorporação, embora o termo seja impróprio, na visão do religioso. “O espírito não entra no corpo. O guia vibra pelo nosso sistema nervoso, tocando nessas células, o que chamamos de desenvolvimento”, justifica. “As células vão se adaptando àquela vibração, até que se possam fazer a ligação que chamamos de incorporação.” Além dessa modalidade, há a mediunidade de audiência, visão e desdobramento astral. “Ela tem várias formas de apresentação, mas não há mistérios. A limitação da mente humana é que, às vezes, coloca mistério.”

Grande parte das entidades da umbanda já pisaram em terra firme e tiveram experiências no corpo físico. Desencarnados, foram preparados para trazer a quem ficou um pouco da experiência que tiveram e orientar a condução da vida de quem está na Terra. O objetivo do médium é o “trabalho”, termo que se refere ao ato de retribuir a habilidade, considerada uma dádiva dos seres humanos. “As entidades são portadoras de mensagens, não são nossas propriedades”, reforça. “Elas vêm para esclarecer, ajudar e curar aqueles que necessitam de auxílio espiritual.”

Ainda de acordo com o umbandista Pedro Miranda, todos temos uma vibração específica. Algumas se encaixam com o espiritismo, outras, com o catolicismo, e assim por diante. Fábio Araújo, 44 anos, vibra na faixa da umbanda desde cedo. Atualmente, ele se considera um sacerdote da religião. Desde os 12, incorpora entidades e trabalha ativamente em um terreiro desde então. “Nessa idade, você começa a aprender a viver, a saber o que é certo e errado. Ser médium me deu um rumo, uma direção.”

Filho de pais enérgicos, Fábio via na espiritualidade um ponto de apoio emocional que não encontrava dentro de casa. “Poucas pessoas que conheci na juventude estão vivas hoje. Muitas foram assassinadas, porque mexiam com coisas ilícitas”, comenta. “Tivemos uma adolescência muito complicada, sem aquele acompanhamento de pai e mãe. A espiritualidade foi o que me deu esse direcionamento.”

Quando está incorporado, Fábio não sente nada. Segundo ele, é como acordar de um sono pesado. Antes da entidade se aproximar, contudo, há uma série de “sintomas”. Os médiuns, primeiro, passam a mentalizar aquilo que buscam, como na meditação. Depois, a entidade “baixa”, no jargão da umbanda. Muitas vezes, a incorporação vem de uma vez, porém, na maioria dos casos, é resultado de um longo processo. “Cada ser humano tem a sua e ela aflora. São caminhos que se deve escolher.” 

Adaíldo diz que o candomblé manifesta "a força do amor"

Confessionário da alma

Presidente da Federação de Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno, Rafael Moreira explica que, diferente da umbanda, no candomblé há a incorporação de divindades da natureza, conhecidas como orixás, os deuses supremos — ou santos, no sincretismo com o catolicismo. Enquanto na umbanda as entidades (encarnadas ou desencarnadas) descem à Terra para atender a uma pessoa, no candomblé, o orixá descarrega o local (como uma limpeza espiritual). “Ele está acima das entidades. Oxalá, por exemplo, é a representação de Deus, ou seja, são as bênçãos maiores.”

Incorporar, contudo, não é uma finalidade na religião. Cada um tem um dom específico: alguns, para a incorporação de entidades voltadas para a ajuda social, como os umbandistas. Outros, para a incorporação de orixás. Há ainda os que não incorporem nem um nem outro. “O processo não se dá somente porque você vai ao terreiro”, reforça Rafael Moreira. “Cada ser humano tem sua missão na Terra, em qualquer crença.” Médiuns antigos teriam mais capacidade para se manterem conscientes ao longo do processo. “É como se fosse um confessionário”, compara. “Por mais que a pessoa veja e escute o que está acontecendo, não pode falar. Quem fala por ela é a entidade.”

No candomblé, a mediunidade funciona como uma meritocracia misteriosa: a decisão sobre quem será agraciado com o dom é dos orixás. “Sempre falamos que alguns vêm para a religião por vaidade, outros pela ajuda social, e outros porque não tem jeito: vão para um lado e para o outro, mas as entidades o trazem.” Para ser um bom médium, contudo, não basta ter essa faculdade ou estudar bastante. É preciso estar de bem não apenas com a própria espiritualidade, mas em todos os aspectos da vida. “Uma pessoa, para sair de si, tem que se entregar à incorporação.”

“Horrível!”. É assim que Adaíldo Lopes dos Santos, 47 anos, define sua primeira experiência de incorporação. Ele considera o início de sua história com o candomblé “engraçada”. Há 30 anos, o assessor técnico da Secretaria de Defesa da Mulher e da Igualdade Racial teve leucemia e nada parecia dar certo. Evangélico, ele superou seus preconceitos e resolveu conhecer um culto da umbanda. Na primeira vez que pisou no terreiro, incorporou o caboclo Sete Flechas. Lá, aprendeu a única cura bem-sucedida, segundo ele. “Não era uma doença, era só uma cobrança de santo”, justifica. Cobrança de santo, de acordo com o religioso, significa uma oportunidade de se encontrar no mundo dos orixás, como se as entidades o estivessem chamando.

Antes de acabar no terreiro, o plano inicial era ir para uma vigília evangélica (reuniões de oração, louvor e pesquisa bíblica). Com a mudança de planos, Adaíldo colocou a Bíblia debaixo do braço e foi, rumo ao desconhecido. “Não estava com medo. Estava, na realidade, observando o que acontecia e criticando por dentro.” O servidor público tomou coragem por lembrar as vezes que assistiu, escondido, a irmã, umbandista de longa data, praticar os rituais. “Nesse dia, eu estava indo para o culto, escutei o tambor e o segui”, relembra.

Adaíldo não achou a sensação de incorporar muito agradável da primeira vez. “Parece que eu tinha tomado um litro de cachaça. A minha cabeça rodava o tempo todo e o chão balançava comigo.” Depois disso, ele apagou. Não se lembra de nada do que foi dito pelas entidades, só sabe o que lhe contaram. Hoje, é sacerdote do candomblé e comanda um terreiro em Luziânia (GO). Para ele, a mediunidade se desenvolve de várias formas, mas, principalmente, no respeito ao próximo. “Quando eu era evangélico e chegava em uma casa de candomblé, não  respeitava aquela pessoa. Tudo o que eles estavam fazendo, para mim, era em adoração ao satanismo”, analisa. “Depois que você recebe essa energia, descobre que há uma força muito além de tudo isso, que é a força do amor, do respeito.”

Contar a novidade para a família evangélica foi um desafio. Quando aderiu à religião, aos 17 anos, até tomar coragem para falar, Adaíldo aproveitava quando faltava luz para acender velas e oferecê-las para as entidades. “Quando eles descobriram, fui criticado por uns, enquanto outros tiraram o chapéu”, descreve. Adaíldo tem irmãos pastores e irmãs missionárias, mas garante que, quando todo mundo se reúne, o assunto religião não gera polêmica. “Nós nos respeitamos como família.” 

Estudos espirituais

Não é de hoje que a ciência busca entender como funcionam algumas manifestações religiosas. A mediunidade não é exceção. Veja alguns exemplos de trabalhos importantes que tentaram desvendar um pouco do desconhecido:

  • No estudo Fenomenologia das Experiências Mediúnicas, Perfil e Psicopatologia de Médiuns Espíritas, de 2004, o psiquiatra Alexander Moreira de Almeida estudou 115 médiuns com o objetivo de definir o perfil sociodemográfico e a saúde mental dessas pessoas, bem como a fenomenologia e o histórico de suas experiências mediúnicas. Os participantes responderam vários questionários — como o Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire (SRQ), instrumentos planejados para triar transtornos mentais. A conclusão foi que “os médiuns estudados evidenciaram alto nível socioeducacional, baixa prevalência de transtornos psiquiátricos menores e razoável adequação social”;

  • Em sua tese de doutorado, pela Unicamp, a historiadora Eliane Moura da Silva analisou a relação entre psiquiatria, espiritismo e doenças mentais, ou “o processo de construção da representação da mediunidade enquanto loucura”. O foco do estudo foi o período entre 1900 e 1950, quando essas experiências  passaram a ser interpretadas pelos psiquiatras como causa e/ou manifestação de doenças mentais;

  • Há também estudos recentes investigando a origem da mediunidade, buscando desvendar se médiuns podem realmente obter informações que não estão disponíveis a eles pelas vias convencionais. O vídeo Pesquisa sobre cartas psicografadas por Chico Xavier (disponível no YouTube), foi feito pelo Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da UFJF (Nupes) em uma pesquisa para a USP, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora, o tema é abordado a partir do contexto histórico da mediunidade.


Fonte: SaúdePlena