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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A Batalha Mística da Grã-Bretanha na Segunda Guerra Mundial

Guerra e Magia têm sido companheiros de cama regulares desde o início dos tempos. Durante conflitos e em tempos de turbulência, vale tudo para superar os inimigos e derrotá-los. E se magia constitui uma espécie de trunfo ou arma secreta capaz de assegurar a vitória, com certeza valia a pena explorá-la. 

Neste septuagésimo sétimo aniversário da desesperada Batalha da Grã-Bretanha, este artigo analisa as formas como a Magia foi usada neste dramático momento da Segunda Guerra Mundial. Ao lado da Batalha Aérea que estava sendo travada nos céus durante o verão e o outono de 1940, houve outra batalha sendo disputada simultaneamente - uma Batalha Mística. Vamos ser claros - estamos falando aqui de "magia" no sentido oculto, não de "mágica", não há nada de conjuração ou ilusionismo, e sim rituais místicos e tradições ocultas. 

A Grã-Bretanha tem uma longa tradição de recorrer a magia quando os inimigos se apresentam e ameaçam a segurança de suas Ilhas. No início da Era Moderna, em Friar Bacon, um feiticeiro inglês teria desafiado um oponente saxônico para um duelo de magia no qual sua vitória garantiu a posse das ilhas. O lendário Rei Arthur teve suas mais importantes vitórias garantidas pelo seu fiel feiticeiro Merlin, contando ainda com o poder da espada mágica Excalibur. Saindo dos Mitos e investigando a realidade, temos casos de elementos sobrenaturais auxiliando governantes britânicos em vários momentos. 

Em 1588 o matemático, conselheiro e espião da Rainha Elizabeth I, o misterioso Doutor John Dee, supostamente conjurou um enorme vendaval para destruir a Invencível Armada e obrigá-la a retornar arruinada para a Espanha. Em 1807, a iminente invasão de Napoleão foi, segundo lendas, revertida por rituais místicos realizados por bruxas do Sul da Ilha Britânica que afetaram psicologicamente os franceses e os encheram de receio de atravessar o mar. A Primeira Guerra Mundial viu os Anjos de Mons, supostas figuras angelicais intervindo a favor dos britânicos e em um nível pessoal, muitos soldados acreditavam que carregar talismãs caseiros serviria para prevenir ferimentos e impedir a morte no campo de batalha.

A Segunda Guerra Mundial estava destinada a ser lutada em muitos níveis. Acima e além das maneiras conhecidas e testadas que envolviam disparar algum tipo de projétil contra o inimigo, ela viu o uso da manipulação da psicologia chegar a novas alturas como um meio de desestabilizar o outro lado. O astrólogo Louis de Wohl foi empregado pelos serviços de inteligência britânicos, cuja equipe também incluía Dennis Wheatley e Ian Fleming. Sua função era alimentar a desinformação e contrariar as previsões astrológicas feitas a respeito de Hitler. Segundo os astrólogos nazistas, os alemães estavam fadados a conquistar a Europa inteira. Com base nessas previsões, os nazistas lançaram milhares de panfletos sobre a Inglaterra, alegando que não fazia sentido tentar impedir a invasão prevista pelos astros. Imediatamente, os astrólogos britânicos fizeram suas próprias previsões que contrariavam os alemães. 

Mas os ocultistas britânicos foram muito além disso. Eles se envolveram usando métodos ainda menos ortodoxos para apoiar o esforço de guerra. 


AUTO-DEFESA PSÍQUICA

Uma figura tem sido associada mais do que qualquer outra a Batalha Mística da Britânia: a ocultista e escritora Dion Fortune. Nascida como Violet Mary Firth em 1890 em uma Família de Cientistas Cristãos no Norte de Gales, ela teve experiências com visões e mediunidade desde a sua infância, acreditando ser a reencarnação de uma sacerdotisa de Atlântida. Além disso, Dion acreditava ser capaz de canalizar psiquicamente a presença de Socrates e Merlin em sessões espíritas. Ela começou a direcionar suas experiências psíquicas de modo mais coerente após se filiar a famosa Sociedade Teosófica. Depois da Grande Guerra, ela se juntou a Stella Matutina, uma semente nascida da Sociedade Hermética da Golden Dawn, um grupo de ocultistas que por algum tempo congregou sob uma mesma Ordem Aleister Crowley, MacGregor Mathers, WB Yeats e muitos outros expoentes, que incluem a própria Dion. 

O nome místico "Dion Fortune" pelo qual ela se tornou conhecida, era composto pelas iniciais de seu nome código dos tempos de Golden Dawn – "Deo, Non Fortuna", que pode ser traduzido como "Não pela sorte, mas através de Deus" e deriva de um lema em latim de sua Família.

Como parece ter acontecido frequentemente ao longo da história da Golden Dawn, disputas internas levaram Fortune a abandonar a Stella Matutina e criar seu próprio grupo, com uma forte ênfase no Cristianismo Esotérico e com uma roupagem menos formal. Ela realizava experimentos com meditação e magia ritualística assimilando elementos dos Mitos Arthurianos (Rei Arthur) sobretudo as lendas derivadas do Santo Graal e a respeito de Glaston­bury. Apoiada pelo visionário arqueólogo Frederick Bligh Bond, ela acreditava que o Santo Graal era uma força mística que fornecia poder e protegia a Britânia.

Ironicamente, após algo que, para nossos padrões, poderia ser compreendido como um colapso nervoso, e que ela tratou como um ataque místico, Fortune passou a treinar e praticar psicoterapia. Ela escreveu diversos livros, novelas e artigos para revistas de grande influência na época, como a Occult Review, combinando psicologia e misticismo, explorando o inconsciente coletivo, noções Jungianas de anima/animus, conceitos de Linhas de Ley, projeção astral psíquica, e métodos esotéricos de cura. Fortune desenvolveu um ocultismo profundamente embasado pela psicologia (ela usava o termo "Ciência Oculta"), uma espécie de sincretismo que se apropriava de elementos religiosos de várias culturas, incluindo a cosmologia egípcia, astrologia teosofista, numerologia, Cabala e técnicas orientais que permitiam acessar a "Biblioteca de Todas as Coisas", os Arquivos Akashic. Ela desenvolveu técnicas para canalizar sua mediunidade, induzir o transe, visualização de pentagramas e globos de proteção, auto-hipnose, meditação transcendental, uso de ferramentas para previsão do futuro através de taro, bolas de cristal e espelhos escuros, análise de sonhos e contato através de sonhos com "mestres secretos". Para muitos especialistas ela foi uma das maiores ocultistas de sua época.

Dion, esteve envolvida em todo tipo de tradição hermética e testou os limites do oculto em suas experiências colecionando desafetos. Acreditando que poderia haver utilizadores de magia capazes de atacá-la física e espiritualmente, ela redigiu seu mais famoso livro com o título Auto-Defesa Psíquica em 1930.


UM EXÉRCITO MÁGICO

Para Dion Fortune, o que importava era o estudo, sendo que qualquer resultado mágico seria produzido por elementos sobrenaturais superiores: "algo desse mundo, mas que não é desse mundo agindo através de nós". Ela acreditava que problemas sociais, políticos e até econômicos, seja de pessoas ou até nações, poderiam ser resolvidos através do uso de magia.

Ela considerava ocultismo como "uma nobre busca pela alma, uma verdadeira cruzada contra os Poderes das Trevas", a magia estava a serviço da humanidade, e de 1939 em diante ela acreditava que sua Ordem – A Fraternidade da Luz Interior (Fraternity of Inner Light) – estava destinada a defender o Reino, herdando o papel do legendário Rei Arthur e dos Cavaleiros do Graal. Com o início da Guerra, ela também passou a acreditar que a tarefa carecia de mais do que os membros iniciados de sua Ordem, diante de uma ameaça desse tamanho, seria necessário reforçar suas fileiras. Em uma surpreendente reviravolta, a Fraternidade começou a alistar novos membros, convidando pessoas de fora, fazendo deles membros honorários com o discurso "Todos temos de fazer a nossa parte". 

Com membros espalhados em todo Grã-Bretanha, a Ordem começou a agir como um verdadeiro Exército Místico operando na Defesa do Império. Fortune fez da sua propriedade em Queensborough Terrace, distrito de Bayswater em Londres, o Quartel General do grupo. Havia outros quartéis generais místicos em outras cidades, sendo que o de Glastonbury era um dos centros mais importantes. Ao longo de três anos (Outubro de 1939 a outubro de 1942), o Exército Místico se juntou, realizando Rituais Místicos, Meditação e Encantos de Proteção semelhantes aos usados pela Golden Dawn, com o objetivo de proteger prédios e lugares importantes que eram alvos chave do bombardeios nazistas.

Fortune acreditava em um Espírito Nacional que habitava Glastonbury, uma força personificada pelo fantasma do Rei Arthur que despertaria para ajudá-los. O grupo acrescentou elementos cristãos, rituais da Rosa-Cruz, tradições mágicas do Livro de Abra-Merlin, a lenda do Cálice Sagrado e o Arcanjo Miguel, todos unidos para proteger a Nação contra os Invasores Nazistas, considerados servos de forças obscuras e malignas. 


O INÍCIO DA BATALHA

Os novos membros alistados para ajudar na Batalha Mística receberam treinamento em meditação e como criar proteções místicas. 

"Os membros da Fraternidade da Luz Interior foram cuidadosamente treinados na teoria e na prática da meditação. Todo domingo de manhã entre 12:15 até 12:30 certos membros focavam em um transe para criar um Círculo de Proteção ao redor de seu Quartel General. Outros membros, se uniam nessa mesma meditação ao mesmo tempo. Os membros também eram convidados a visitar o Centro para participar dos rituais e aprender magias, sobretudo de proteção. Os mais capazes recebiam permissão de passar adiante o que haviam aprendido e iniciar novos membros fazendo o Exército Místico crescer.

Através de meditação, os membros da Fraternidade acreditavam poder desviar bombas, desarmar detonadores, causar problemas mecânicos em aviões, modificar o clima, criando tempestades e nevoeiros e influenciar os pilotos e artilheiros para que errassem os alvos pretendidos. Os membros acreditavam compartilhar de uma única alma. Quando os aviões da Lufftewaffe sobrevoavam Londres, eles se colocavam em círculo de mãos dadas e canalizavam sua energia para produzir efeitos mágicos. 

Além disso, a Fraternidade acreditava que a Batalha pela Britânia era essencial para frear o avanço das Forças das Trevas. Dion Fortune foi uma das primeiras pessoas a se referir a Alemanha Nazista como uma Força comprometida com o Mal. Ela havia estudado a simbologia secreta e estava ciente de vários rituais místicos empregados pelos Nazistas. Para Dion Fortune, a Guerra não era travada apenas nos céus, nas praias e nas cidades, o Campo Espiritual estava saturado de energia que os nazistas estavam empregando para suas vitórias arrasadoras até então. A Blitzkrieg, no seu entender, estava sendo alimentada com magia, o que explicava sua incrível eficiência. Nações caíam diante do avanço das tropas nazistas em dias e nada parecia ser capaz de fazer frente a ela. 

Nada, a não ser usar magia contra magia! 

Os membros usavam seus rituais para proteção, mas também agiam ofensivamente. Aqueles capazes de empreender viagens astrais, alegavam espionar bases inimigas e ouvir planos consultando bolas de cristal e espelhos. Usavam totens e símbolos de proteção para evitar que os nazistas usassem a mesma estratégia contra eles. Ocultistas tentavam afetar Generais inimigos através de magia direcionada. Consultavam a astrologia e numerologia para determinar as melhores datas para empreender bombardeios. Enviavam relatórios a respeito de onde deveriam ser posicionadas as baterias anti-aéreas, de preferência sobre Linhas de Ley - que conduziam magia e favoreciam a mira dos artilheiros. Símbolos de proteção mística foram pintados em instalações vitais com o intuito de desviar as bombas.

A medida que a confiança de Fortune crescia, ela começou a exigir mais de seus soldados mágicos. Em 28 de janeiro de 1940, Dion enviou um relatório ao Alto Comando de Defesa do Reino afirmando que a Fraternidade da Luz Interna pretendia realizar um Ritual para invocar presenças angelicais - Anjos vestindo mantos vermelhos, tendo espadas flamejantes em suas mãos, para defender a Grã-Bretanha contra o Mal. Se o Alto Comando de Defesa se manifestou a respeito do ritual não se sabe ao certo, mas em tempos desesperados, toda ajuda parece bem vinda.

Em 21 de abril do mesmo ano, outro Ritual estendendo o apoio dos Anjos foi realizado pela Fraternidade. A invocação visava defender a Costa da Inglaterra contra uma invasão que parecia iminente. Mapas e fotos da Costa sul da Inglaterra foram colocados sobre mesas e os membros da Ordem se dispuseram ao redor delas canalizando energias. O objetivo era ousado: criar uma muralha de nevoeiro que impedisse os navios nazistas de realizar o desembarque previsto em uma consulta astrológica. Bem sucedido ou não, é fato que a semana foi de enorme nevoeiro o que impedia a visualização do litoral. Nenhum desembarque aconteceu nesse dia ou em qualquer outro e a Fraternidade comemorou seu feito.

A seguir, Fortune começou a liderar ataques ritualísticos e batalhas no plano astral, com seus seguidores visualizando a si mesmos como armas mortais. A Fraternidade tentava descobrir planos secretos, determinar a localização de submarinos e de deslocamento de tropas se valendo de rituais que supostamente reverberavam no plano astral. Além disso, havia um grupo determinado a espalhar maldições e atormentar os nazistas mais graduados com todo tipo de malefício. Na luta contra o mal, qualquer arma à disposição poderia ser usada. Fortune e seus colegas mais próximos contavam que chegaram a lançar maldições semanalmente contra Hitler, Goebbels, Heinrich e Mussolini.

Quando Dion Fortune ganhou fama de feitiçaria e de empregar magia negra ela se saiu de forma bem humorada: "Se a magia que uso é branca ou negra, eu não sei. Mas após o fim da guerra, eu usarei água e sabão para remover qualquer mancha".

Mas embora estivesse na ofensiva, Fortune acreditava que os Nazistas também usavam forças mágicas similares, ainda que muito mais terríveis. Ela escreveu ao Comando Britânico em uma correspondência: "Não estou certa do quanto Hitler sabe a respeito do conhecimento técnico sobre o ocultismo e sua aplicação a assuntos militares, mas tenho certeza que ele está assessorado por especialistas", em outra correspondência datada de outubro de 1945, ela assumia que o Fuhrer deveria ter "algum conhecimento de ocultismo e certo grau de mediunidade desenvolvida e que isso havia permitido a ele sobreviver a atentados".

Existe consideráveis trabalhos a respeito do interesse dos nazistas em assuntos esotéricos, particularmente no que diz respeito aos Mitos do Graal e artefatos ancestrais. Fortune acreditava que os nazistas mantinham um Destacamento de Ocultistas como consultores e para a realização de rituais que aumentassem suas chances de vitória. Segundo ela, os nazistas buscavam artefatos antigos e magias nas nações que haviam conquistado. O uso desses artefatos contrabandeados da Europa ocupada, do Norte da África, do Oriente Médio e do Leste Europeu constituía um perigoso arsenal sobrenatural. Nas mãos de ocultistas alinhados com doutrinas malignas esses artefatos poderiam deflagrar efeitos aterrorizantes.

"Nós estamos lidando com forças ocultas perigosas. Eles (os nazistas) encontraram canais de expressão através do subconsciente de pessoas suscetíveis que não possuem princípios espirituais fortes. Nesse contexto, eles são tão, ou mais perigosos que a mais destrutiva das armas".


BATALHAS ASTRAIS, BOMBAS DE VERDADE

No auge da emblemática Batalha da Britânia, em meados de 1940, Fortune sentiu que o grupo já havia obtido algum sucesso sobre seus adversários. Ela sentiu, entretanto, que um momento dramático estava para acontecer e que um milagre precisava ocorrer para que a Inglaterra continuasse lutando. Esse momento, segundo Fortune, veio com a Evacuação de Dunkirk, quando tropas britânicas e francesas presas no litoral conseguiram uma milagrosa fuga através do Canal da Mancha. "Quando a tempestade estava mais bravia, tudo de que precisávamos era de uma certa calmaria, e mesmo as autoridades militares mais céticas falaram a respeito de um milagre". Até onde se sabe Fortune e seu grupo jamais afirmaram que a Evacuação de Dunkirk foi uma obra deles, mas disseram que aquele seria o momento da grande reviravolta na Guerra.

A despeito dos triunfos no campo místico, a guerra parecia cada vez mais próxima. Em um comunicado em setembro de 1940, Fortune escreveu que "toda nossa meditação esta semana foi voltada para os pilotos de caça da RAF em sua batalha mais importante". Durante os bombardeios sucessivos de Londres feitos pela força aérea alemã, boa parte da vizinhança de Bayswater foi destruída, mas o Quartel General da Fraternidade da Luz Interior se manteve intocado. "Durante todo o bombardeio e o som de explosões, nós permanecemos calmos e não experimentamos nada além de um absoluto sentimento de paz".

Essa confiança aumentou ainda mais quando a Blitz alemã acertou as duas casas vizinhas ao Quartel General da Fraternidade e esta ficou ilesa. "A casa ao lado ruiu com a explosão de bombas incendiárias e apesar dos estrondoso ruído próximo nós escapamos sem nenhum dano". Mesmo em meio a todo cenário de destruição Fortune escreveu em um diário: "Nós construímos uma proteção poderosa, quase tangível ao nosso redor. Essa é a segunda vez que um bombardeiro atinge nossa vizinhança, mas não houve vítimas. Não há como negar que existem forças poderosas agindo aqui".

Mas a despeito dos rituais e das proteções criadas, na semana seguinte, a propriedade foi atingida por um ataque aéreo maciço. "Sofremos alguns danos, mas eles não provocaram nenhuma vítima fatal. As invocações tiveram sucesso parcial, poderia ter sido muito pior". Ela se referia provavelmente a uma bomba que atravessou o telhado da biblioteca da Fraternidade, mas que não explodiu devido a uma falha no detonador. 


A NOVA ERA

A medida que a Batalha da Grã-Bretanha e a Blitz passou e a guerra gradualmente começou a pender para o lado dos Aliados, Dion começou a direcionar seus esforços para que o conflito terminasse o quanto antes. Como muitos, Fortune acreditava que após o fim da guerra deveria haver um período de reconstrução não apenas físico, mas social; a Era de Aquário estava se aproximando e muitas feridas precisavam ser cicatrizadas. A ocultista escreveu repetidas cartas pedindo a políticos e líderes do governo que não usassem os dias finais da guerra como pretexto para uma vingança. "A vitória não pode ser alcançada com a destruição completa do inimigo. Quando esta guerra terminar, a maneira como as coisas serão conduzidas serão determinantes para que conflitos desse tamanho não ocorram novamente".

Alguns seguidores mais próximos de Dion Fortune acreditam que os ataques psíquicos que ela sofreu durante a guerra, feitos pelos magos nazistas, a levaram para o túmulo mais cedo. Tendo ensinado seus métodos para os membros da Fraternidade por quase duas décadas, ela sucumbiu a leucemia pouco depois do término da guerra em 1946, alguns dias depois de completar 56 anos de idade. Ela foi enterrada em Glastonbury. 

A Fraternidade da Luz Interior continua existindo até os dias atuais.


LUTANDO O BOM COMBATE

Talvez Fortune e outros ocultistas britânicos tenham tido algum sucesso nesses dias escuros de temor e destruição. Poderia a energia psíquica focada pela Fraternidade ter ajudado a suportar a força acachapante da Blitz Nazista que despejou bombas sobre Londres 24 horas por dia, 7 dias por semana ao longo de meses?

Enquanto a intervenção sobrenatural de Dion Fortune pode não ter produzido nenhum benefício prático além do psicológico de aumentar a moral, seus efeitos não podem ser minimizados. Na história oral relatada pelos veteranos da Batalha da Britânia, é comum encontrar indivíduos atribuindo a milagres e ocorrências inexplicáveis sua própria sobrevivência. Muitos afirmam categoricamente que só saíram vivos desse conflito porque uma força superior parecia estar intercedendo por eles no momento de maior necessidade.

Apenas o olho do cético é capaz de separar a verdade da mentira e cada um tem sua própria interpretação a respeito da existência ou não do misticismo nos Campos de Batalha. Ainda assim, magia parece continuar a desempenhar um importante aspecto nas guerras contemporâneas. Nos anos 1980, o "Rei dos Bruxos Britânicos" Alex Sanders relatou ter feito uma série de rituais mágicos que visavam derrotar os inimigos argentinos na Guerra das Malvinas (Falklands). Sanders se gabava de ter encurtado o Conflito em pelo menos seis meses, graças a magias que permitiram um avanço seguro e sucessivas conquistas. Após o 11 de setembro, cerca de sete toneladas e meia de aço retirado das ruínas das Torres Gêmeas foram derretidos e usados para forjar o USS New York, que entrou em serviço em 2009. Isso carrega um imenso simbolismo, ainda mais quando sabemos dos rumores a respeito de que uma parte desse mesmo aço foi usado para forjar espadas usadas em rituais e cerimônias pelas forças armadas.

A Batalha da Grã-Bretanha com certeza foi vencida, pela imensa coragem, determinação e habilidade dos britânicos, da Commonwealth e dos pilotos aliados que lutaram nos céus enfumaçados daquele verão em 1940. Foi uma vitória imensa, com um significado profundo para o restante da Segunda Guerra Mundial e para o século XX. A monumental Operação Leão Marinho - a Invasão da Inglaterra, foi frustrada não apenas pelo sacrifício de homens e mulheres, mas pela capacidade de comprometimento de todo um povo - e porque não de magos, determinados a lutar até o último fôlego... E nunca se render!

Fonte

sábado, 12 de novembro de 2016

O Homem que Entrou em Coma e ACORDOU NO ANO de 3906

Informamos que aqui comentamos apenas uma teoria surgida na internet; não temos a intenção de fazê-los acreditar em nada. 


As viagens no tempo têm sido sempre um assunto de grande controvérsia; primeiramente porque há pessoas que defendem com capa e espada que elas são possíveis, ao passo que outros afirmam categoricamente que são completamente falsas. Com certeza, pelo menos uma vez na vida, você deve ter lido artigos ou notícias sobre pessoas que viajaram para o passado ou para o futuro. Há também filmes como "De Volta ao Futuro" e séries como "O Ministério do Tempo" que contam aventuras de personagens que viajam para outras épocas.

Por outro lado, sempre duvidamos da existência da máquina do tempo. Durante muito tempo, pensou-se que cientistas sem escrúpulos poderiam havê-la desenvolvido em alguma área secreta, porém, infelizmente, a não há nenhuma prova disso. No entanto, a dúvida sempre fica lá. O mais natural é pensar que, na verdade, essas viagens são mentiras, mas na história de hoje parece que um homem conseguiu viajar para o ano de 3906.

Existe uma grande quantidade de profecias e de livros que exploram visões sobre o futuro. Todos conhecem as profecias de Baba Vanga e Nostradamus, porém, além delas, há mais coisas que devemos levam em conta. Claro, há livros que tratam de viagens para o futuro e sobre profecias que foram cumpridas, mas são fantasiosas, porque não contam apenas verdades. No entanto, o Sr. Paul Dienach escreveu um livro sobre isto, baseado em sua própria experiência.

O livro escrito por Paul Amadeus Dienach chama-se “Crônicas do Futuro”. Durante muito tempo ele foi proibido, porque o contido em seu interior era top secret e não era adequado para todos os públicos. O Sr. Dienach incluía em suas revelações o que aconteceria no futuro com toda a humanidade; um terrível acidente fez com que, no presente momento, saibamos os desígnios do século 40 de nossa era.

O Sr. Paul Amadeus Dienach era um professor de alemão da Universidade de Zurique, porém nunca pensou em tornar-se escritor ou nem ao menos em escrever um livro. Infelizmente, a vida deste homem foi interrompida por ele ter sido vítima de uma doença: a doença do sono. Poucas pessoas se recuperam deste terrível mal. Em 1921, Paul entrou em coma em função da doença, ficando inconsciente, por um ano inteiro, em uma cama de um hospital de Genebra.

Sua família achou que ele nunca iria se recuperar disso. Eles tinham quase perdido as esperanças quando o milagre aconteceu. Paul Dienach acordou do coma de mais de um ano, após ter contraído uma encefalite. Ele não disse a ninguém o que tinha acontecido, mas anotou em seu diário que ele tinha ficado consciente durante o tempo todo. Ele não se referia a 1921, no hospital de Genebra, mas havia se teletransportado para o corpo de outro homem, Andrew Northman, no ano de 3906.

As experiências que Paul Dienach experimentou no século 40 de nossa era são top secret, mas conhecemos muitos detalhes acerca dessa viagem. As pessoas que viviam no ano de 3906 perceberam, rapidamente, que a pessoa anteriormente conhecida pelo nome de Andrew Northman tinha mudado completamente. O Sr. Dienach não sabia nada do que se passava naquele lugar, pelo que, então, os cidadãos decidiram contar a ele tudo o que havia acontecido, desde 1921 até aquele ano.

Entre as coisas que contaram ao professor de alemão, houve algo realmente inacreditável. Parece que a evolução humana não tinha parado: o Homo Sapiens começou a desaparecer, dando lugar ao Homo Occidantalis Novus. Esta nova espécie era muito mais inteligente do que a de agora, com habilidades para se comunicar telepaticamente e, até mesmo, para prever o futuro imediato. Por anos, Paul Dienach não contou sua história a ninguém, até que, finalmente, a entregou a uma sociedade maçônica. Isto é o que vai acontecer no futuro, nada bom para nós.


Comecemos pelo período entre os anos 2000 e 2300: haverá problemas de superpopulação, destruição do meio ambiente e muita desigualdade econômica, porém não existirão muitas guerras. Em 2204, Marte será colonizado por 20 milhões de pessoas, mas em 2265 um enorme desastre natural matará todas elas e, a partir daí, nunca mais irá se tentar voltar para lá. Finalmente, no ano de 2309, como resultado de divergências entre países, ocorrerá uma Terceira Guerra Mundial.

Em 2396, será estabelecido um Parlamento Mundial da Terra; todos os recursos serão distribuídos por toda a população e, tanto o excesso de população e quanto problemas ambientais, serão resolvidos. Finalmente, em 3382, algo incrivelmente surpreendente acontecerá na humanidade: diversas pessoas desenvolverão a hipervisão, o poder da mutação do cérebro humano e desenvolverão alguns poderes criativos surpreendentes. A partir desses anos, se iniciará a denominada Idade de Ouro, em que todos viverão muito bem.


domingo, 2 de outubro de 2016

Homem afirma ter ido a um MUNDO PARALELO e trouxe uma Prova: Um Álbum Inédito dos BEATLES!


James Richards é um homem oculto. Ou seja, ele é aparentemente impossível de ser rastreado. Seu site não oferece nenhuma pista de sua identidade real (Richards é um apelido) e seu endereço de e-mail só se remonta à sede de uma subsidiária da Yahoo.com. Então, por que o sigilo? O que ele fez para merecer tal vida cheia de subterfúgios e evasão? Parece uma descrição precisa de um criminoso, e, de fato, segundo seu próprio relato, ele envolveu-se em um roubo transdimensional.

Sua história começa em uma área isolada de um deserto da Califórnia chamada Del Puerto Canyon. As imagens em seu website mostram uma paisagem árida, cheia de montanhas escarpadas, um fim de mundo extremamente inóspito, que só existe no oeste dos Estados Unidos. Foi aqui, onde Richards, enquanto perseguia seu cão fora de controle, tropeçou e bateu a cabeça, ficando inconsciente e se lançando na experiência mais incrível de sua vida.

Quando recuperou a consciência, ele se encontrava em um quarto estranho, contendo muitos móveis domésticos comuns, bem como uma máquina eletrônica estranha que parecia de outro mundo. Do lado de fora se escutava um zumbido de tráfego, um som pouco familiar às extensões sem vida de Del Puerto. Richards logo descobriu que o quarto pertencia a um homem chamado Jonas. Jonas, que deixou-se ver mais tarde, era de uma dimensão paralela.

Em recordações cada vez mais incríveis, Richards continua a descrever as complexidades desta dimensão, como uma coleção alternativa de ficção científica, que pode ser resumida em duas diferenças básicas, de acordo com o autor da história: em primeiro lugar, o ketchup era roxo e, em segundo lugar, os Beatles ainda estavam juntos. Isso, de acordo com o seu testemunho, propiciou que ele mesmo roubasse uma coisa do quarto em que acordou, ou seja, um álbum dos Beatles que nunca existiu: Everyday Chemistry.


O problema com a tentativa de desacreditar as histórias de universos paralelos é que isso é, por natureza, impossível. Não importa quem conta ou qual seja a narrativa, não há maneira de refutar qualquer fato a esse respeito. Além do mais, a prova supostamente trazida por Richards, está lá para todos verem, ou mais precisamente, para todos ouvirem. Todas as onze canções do álbum "inexistente" estão disponíveis online. E o fato é que elas são bastante boas.


Logo após o vazamento do álbum, em 2009, fãs ansiosos observaram que cada faixa continha muitos elementos de vários projetos solo do Fab Four, misturados com um pouco de instrumentação que parecia original. O título do álbum parecia ser uma dica esperta para disso, mas Richards, entrevistado pelo Telegraph, veio com uma explicação alternativa: "Eu tive a sensação de que algumas músicas tinham um som familiar. A única conclusão a que posso chegar é que, apesar de que no outro lado os Beatles não tenham se separado, isso não significa que as suas futuras ideias musicais desapareceram".

Assumindo que as viagens interdimensionais provavelmente não estejam por trás desta história, a questão permanece: quem fez o álbum? E por que toda essa nuvem de mistério? Trata-se apenas de direitos de um autor ciumento ou há algo mais acontecendo aqui? Em 1998, uma década antes da página da web de Richards, o escritor de ficção científica Stephen Baxter publicou um artigo em um jornal chamado Interzone. A história se chamava “O Décimo Segundo Álbum”, e detalhava uma realidade alternativa, em que ele descobria um novo LP dos Beatles.

O registro de ficção incluía canções que eram, no mundo real, escritas e gravadas como projetos solo. No entanto, na realidade paralela, o grupo nunca havia se dissolvido. Além disso, na internet, eu li a notícia de que Baxter não está interessado em falar sobre roubo de música de outro mundo. Acho que isso significa que ele provavelmente não está interessado em perpetrar uma fraude interdimensional gigantesca. Quem sabe fosse um projeto estudantil? Um passatempo de algum professor? Todo o contato feito com qualquer parte interessada nessas questões, não gera nenhuma resposta séria.

Como opção final, nós também contatamos Shane Richmond, o escritor do Telegraph que primeiro cobriu a história, em 2009. Ele respondeu: "Por mais estranha que seja a coincidência, você tem exatamente o mesmo nome do meu tio", assim que prefiro me convencer de que tudo seja uma mentira, antes de pensar que em outra dimensão eu poderia ser o tio dele. Seja o que for, nunca se saberá ao certo se o relato e, portanto, o que ocorreu, foi real ou não.

Segue abaixo o suposto álbum completo:


O site de James Richards: www.thebeatlesneverbrokeup.com

Fonte

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Suposto VIAJANTE DO TEMPO aparece em VÍDEO de luta de boxe de 1995?


É um pedido simples, mas aparentemente os viajantes do tempo não têm respeito nem pelo espaço e nem pelo tempo. Veja, novamente prova de suas traquinagens temporais publicada no YouTube, ameaçando a romper o tecido de nosso frágil Universo. [Ironia, é claro.]

A filmagem, publicada por JammyBantam, mostra-nos a luta de boxe de 1995, em Las Vega, entre Mike Tyson e Peter McNeeley. Um evento perfeitamente normal. Contudo, na platéia, vemos nosso suposto viajante do tempo segurando o que alguns dizem ser um smartphone.

Seria isto, como o vídeo sugere, mais uma prova de viagem no tempo? Céticos dizem que o objeto é somente uma câmera ordinária, embora peculiar, disponível na época. Uma Casio, talvez, como o Inquisitr menciona.

Veja o vídeo:


Fonte: OVNIHoje

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Aparição Sobrenatural em Escola da Malásia causa Pânico em Alunos e Escola fecha as Portas - [VÍDEO]

Várias escolas da cidade de Kota Bharu, capital de Kelantan, no norte Malásia, registraram nas últimas semanas fatos estranhos, um fenômeno que a imprensa local atribuiu a "fatos sobrenaturais", mas que para os especialistas é produto de algo muito real: a histeria coletiva.

O jornalista malaio Philip Golingai tuitou esta imagem que teria sido feita por um estudante na escola fechada. Foto: divulgação, Twitter de Philip Golingai / BBCBrasil.com

Na semana passada, mais de cem pessoas, entre alunos e professores, sofreram desmaios, vômitos e ataques de ansiedade após a aparição de uma "silhueta preta sobrenatural" no colégio SMK Pengkalan Chepa 2.

"Não me surpreende que os surtos tenham acontecido em escolas islâmicas da zona rural da Malásia. É região religiosamente mais conservadora, com uma arraigada crença nos espíritos, e cujas doutrinas a respeito são mais rígidas", disse à Agência Efe o sociólogo americano Robert Bartholomew.

A escola foi fechada por três dias para que clérigos islâmicos recitassem versos do Corão dentro do colégio e os 'bomohs' (xamãs) afugentassem os 'pontianak', nome como os fantasmas são conhecidos da mitologia local.

Uma das alunas garantiu que ficou com as mãos dormentes e que a cabeça dava voltas. Outra disse ter sentido uma "pesada presença" em cima do seu corpo, em entrevista à rede "BBC".

"A imprensa e as redes sociais se encarregaram do restante e contribuíram para o efeito dominó", explicou o pesquisador, esclarecendo que os sintomas de histeria aparecem em pessoas "absolutamente saudáveis", mas com níveis "severos" de estresse mental.

A Universidade Pahang da Malásia começou a vender em maio do ano passado um kit anti-histeria que contém sal, spray de pimenta, limão e pinças de madeira, entre outros artigos, para "espantar os espíritos malignos".

"Os muçulmanos acreditam que estes ingredientes de uso diário protegem dos demônios e dos que fazem rituais supersticiosos, embora o kit também contenha compostos químicos menos comuns, como cloreto de sódio e ácido fórmico", argumentou o criador da invenção, o professor Mahyuddin Ismail.

Segundo Ismail, durante mais de 20 anos este tratamento foi utilizado por hospitais "prestigiados", como o Manarah Islamic Treatment Centre, que declararam sua "alta efetividade".

"Quando lançamos o protótipo no ano passado, muitos questionaram, mas depois do aumento no número de casos nas últimas semanas outros muitos estão me pedindo ajuda", afirmou ele, apesar de reconhecer que alguns médicos e psiquiatras não aceitam como válido o componente sobrenatural.

O sociólogo americano ironiza e duvida da efetividade do kit.

"Para mim, faria mais sentido se isso fosse acompanhamento da minha comida chinesa. Estamos no século XXI. Penso o mesmo a respeito dos 'bomohs'. Fechar um colégio e pedir para que um curandeiro vá até lá para solucionar a questão não faz mais do que legitimar que há algo sobrenatural nos surtos, quando não há", defendeu Bartholomew.

As instituições de ensino da Malásia são as que mais encomendaram o kit feito por Ismail, que custa 499 ringgits malaios (mesmo valor em reais) e teve o respaldo do Ministério da Educação, que apoiou o lançamento oficial.

A definição científica da histeria coletiva, ou Doença Psicogênica em Massa, diz que se trata de uma situação na qual uma pessoa experimenta sintomas de uma doença qualquer - sem causa orgânica alguma - e estes se estendem rapidamente para aqueles que estão ao redor.

Normalmente ocorre em ambientes fechados e com pessoas que convivem muito próximas. Pode acontecer em hospitais, mosteiros, ambientes industriais, mas na maioria das vezes ocorre em colégios.

"É um transtorno cujo tratamento e cura ainda não temos muita informação", disse Ismail.

A histeria coletiva foi qualificada como tal no século 18, mas existem textos datados de mil atrás que falam de 'danzig-mania' - que fazia as pessoas dançarem de forma descontrolada durante horas -, considerada por alguns especialistas um precedente da histeria.

Outros estudiosos do tema, como o escritor John Waller, já afirmaram que os surtos são cada vez mais frequentes no mundo, "de Kuala Lumpur ao México, dos Estados Unidos à Europa".

OUTRA MATÉRIA

Uma escola no norte da Malásia foi temporariamente fechada depois do que a imprensa local chamou de um caso de "histeria coletiva".

O problema começou na semana passada, quando vários estudantes e professores de uma escola na cidade de Kota Bharu alegaram ter visto espíritos ou ter vivenciado experiências sobrenaturais.

A escola, chamada SKM Pengkalan Chepa 2, fica no Estado de Kelantan, uma região muito tradicional e de religiosidade marcante.

Autoridades do setor educacional decidiram fechar a escola e chamar especialistas em tradição islâmica, acadêmicos e até feiticeiros para fazer sessões de orações e "exorcismos".

No domingo, a escola foi reaberta e as autoridades disseram que a situação voltou ao normal. No entanto, nem todas as perguntas relativas ao episódio foram respondidas e o caso ainda desperta muito interesse no país.

'Silhueta escura'

Na semana passada, um pequeno grupo de estudantes começou a alegar que tinha visto uma "silhueta escura" nos corredores da escola. Depois disso, mais estudantes e até professores disseram ter visto a mesma figura ou sentido uma presença sobrenatural na escola.

Uma professora disse ao canal local Astro Awani que sentiu uma presença "pesada" se agarrando a ela. Outra afirmou que uma "silhueta escura" estava tentando entrar no corpo dela.

Um estudante disse ao jornal local Sinar Harian que sentiu dormência nas mãos enquanto sua mente estava "dispersa".

Uma funcionária da escola confirmou à BBC que cerca de cem pessoas, a maioria estudantes, foram afetadas.

"Nossos estudantes foram possuídos e perturbados (por estes espíritos). Não sabemos exatamente por que aconteceu. Não sabemos o que nos afetou", disse a funcionária, sem se identificar.

"Mas o lugar é meio velho e crianças às vezes são desobedientes, às vezes elas jogam o lixo dentro da escola. Talvez elas tenham acertado alguns 'djinns' (fantasmas) e ofendido os espíritos".

A escola fechou na quinta-feira e convidou religiosos islâmicos a recitar o Corão e fazer orações dentro de suas instalações. Autoridades locais também estão enviando consultores para a escola nesta semana.

Já o Departamento Estadual de Educação de Kelantan não respondeu aos pedidos de entrevista da BBC.

O que é histeria coletiva?

Com base nas informações da imprensa, Robert Bartholomew, sociólogo que pesquisou histeria coletiva na Malásia, disse à BBC que este é um caso típico: histeria coletiva (ou ilusão coletiva) é definida por crenças falsas ou exageradas se espalhando rapidamente dentro de uma população.

Tais episódios geralmente ocorrem dentro de pequenos grupos de pessoas, todas muito próximas, em ambientes fechados.

Vários casos famosos de histeria coletiva já foram registrados no mundo todo, inclusive um suposto "surto de dança" séculos atrás, quando pessoas começavam a dançar incontrolavelmente durante horas.

Em 2012, a cidade de LeRoy, em Nova York, EUA, foi parar no noticiário depois que estudantes começaram a apresentar estranhos tiques ou momentos de fala ininterrupta, sem nenhuma causa aparente.

Depois, o Departamento Estadual de Saúde de Nova York descobriu que os estudantes afetados, em sua maioria meninas, estavam sofrendo de uma espécie de "distúrbio de conversação", uma forma de histeria coletiva.

No sudeste da Ásia, durante a década de 1970, foram registrados vários casos de histeria coletiva em fábricas de Cingapura e na Malásia.

Bartholomew afirmou que o fenômeno é comum em áreas rurais malaias.

Em 1987, houve um caso envolvendo 36 meninas muçulmanas em um abrigo do país. O sociólogo afirmou que esse caso durou cinco anos.

"Os incidentes envolviam gritar, correr e (episódios) de confusão mental, choro, movimentos estranhos, transes e possessão por espíritos. As meninas, com idades entre 13 e 17 anos, reclamavam que havia muita religião e estudos e pouca recreação", afirmou.

Uma vacina e um vazamento químico foram os suspeitos de um incidente de histeria coletiva em LeRoy, Nova York. - Foto: BBC / BBCBrasil.com

"Malaios são suscetíveis por causa de suas crenças em uma variedade de espíritos", acrescentou Bartholomew, afirmando ainda que geralmente esses incidentes ocorrem mais em colégios internos femininos, que são os mais severos.

Causas?

Medos ou crenças já existentes com frequência influenciam o que as pessoas apontam como causas para a histeria coletiva. No episódio de quatro anos atrás em LeRoy, Nova York, as suspeitas recaíram sobre uma vacina contra o HPV e um vazamento em uma indústria química da região.

Em Kota Bahru, autoridades estão responsabilizando eventos sobrenaturais.

Mas, em alguns casos, trata-se de uma única pessoa desencadeando um episódio coletivo, que então é exacerbado ou prolongado por fatores diversos.

No caso de LeRoy, alguns médicos argumentaram que a histeria coletiva teria começado com um estudante diagnosticado com síndrome de Tourette, distúrbio que se manifesta em tiques múltiplos.

Bartholomew disse, por sua vez, que sua pesquisa aponta para causas mais profundas nos incidentes com meninas de colégios internos na Malásia.

"Elas não gostam de frequentar essas escolas, superlotadas e sem privacidade. A frustração e raiva se acumulam durante semanas ou meses. Em um certo momento uma estudante fica 'possuída' e isso se torna um catalisador para o drama", afirmou.

Para as autoridades, a solução foi buscar feiticeiros.

"O uso de muitos curandeiros nativos pode ser uma faca de dois gumes, especialmente se eles fracassam. Pois eles legitimam o aspecto sobrenatural do incidente. Como resultado, o incidente provavelmente vai se prolongar", opina Bartholomew.

A repercussão desses casos em redes sociais também ajuda a exacerbá-los.

O acadêmico Wan Zumusni Wan Mustapha, que morou e lecionou em Kelantan por 13 anos, crê que o incidente foi exagerado.

"(A aparição da figura misteriosa) pode ter sido causada pelo calor, estresse ou névoa", afirmou.


Fonte: Terra

domingo, 26 de julho de 2015

EVANGÉLICO relata suas experiências com OVNIs e EXTRATERRESTRES


Pettisson, um rapaz alagoano, simples e evangélico, resolveu contar suas experiências ufológicas. Sua principal intenção é descobrir mais pessoas que passem, ou que tenham passado por experiências semelhantes e que possam ajudá-lo a entender o que tem ocorrido em sua vida. Nesse sentido, o site ETs & ETc resolveu ajudar e nós do Filosofia Imortal estamos dando uma forcinha.

Ouça na edição abaixo, toda a história contada pelo próprio Pettisson.



Cientistas brasileiros a um passo da TELEPATIA


Os abduzidos, aqueles que dizem ter sido raptados por alienígenas, geralmente são zombados pelos cientistas, pela mídia e pela sociedade em geral, principalmente quando alegam que o meio de contato com seus abdutores era através da telepatia. 

Interessante que agora a própria ciência (quântica) está se abrindo para a possibilidade deste tipo de comunicação.

Veja abaixo este interessante artigo de Naiady Piva, publicado no site do jornal paranaense, Gazeta do Povo:

De um lado, a neurociência de Miguel Nicolelis. Do outro, a Física Quântica de Gabriel Guerrer. Cada um a seu modo, ambos estão próximos de algum tipo de telepatia humana. Em seu laboratório na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, Nicolelis desenvolveu o primeiro computador do mundo formado por uma rede de cérebros. Já Guerrer vai testar se o poder da mente, puro e simples, pode interferir em um objeto, sem que haja alguma interação entre ambos por meios materiais. 
Conhecido pelo desenvolvimento do exoesqueleto que deu o chute inicial da Copa do Brasil, em 2014, Nicolelis dedica seus estudos à Interação Cérebro-Máquina (ICM). São computadores “híbridos”, metade máquina, metade cérebro. 
Em dois estudos publicados na revista Scientific Reports, em 9 de julho deste ano, o Nicolelis Lab (laboratório que coordena nos EUA) relata experiências de “brainets”, redes de cérebros, em uma tradução literal. São os primeiros ICM da história que integram o cérebro de mais de um indivíduo. No teste, macacos e ratos foram conectados por um chip para executar uma mesma atividade motora, de forma simultânea. 
Os primatas receberam implantes de microeletrodos, são como “chips” que medem a atividade cerebral. Especificamente, dos neurônios corticais, localizados no córtex, área responsável por funções complexas do cérebro. 
Em um experimento, dois macacos ficaram em salas separadas, observando a mesma imagem de um braço virtual bidimensional. O objetivo deles era mover o membro para atingir um alvo, no canto da tela. Cada um ficou responsável por movê-lo em uma direção (na largura, eixo X, ou altura, eixo Y). Significa que para atingir o alvo, eles precisavam sincronizar os cérebros, para mover os dois eixos simultaneamente. 
Em outro teste, foram monitoradas as atividades de 700 neurônios em três macacos diferentes. Desta vez, o braço virtual foi disposto em um espaço tridimensional (além dos dois eixos anteriores, foi incluída a profundidade), e cada bicho ficou responsável por duas funções distintas. 
Neste caso, a brainet só foi bem-sucedida quando pelo menos dois dos macacos eram capazes de sincronizar seus cérebros. Os pesquisadores constataram que, conforme os macacos ganhavam prática, sua performance evoluía. Além disso, perceberam que os cérebros dos animais sofreram “alterações plásticas” para permitir um aumento de sincronia. É como se eles se adaptassem para funcionar em rede. 
Em outro estudo, também publicado na Scientific Reports, o Nicolelis Lab testou a eficácia das brainets em ratos. Pares de roedores foram conectados, e estas interfaces cérebro-cérebro (CCI) foram integradas, comprovando a eficácia das brainets em grupos maiores de animais. Em alguns casos, as redes tiveram performance superior à de um animal, individualmente. É como se a brainet criasse um super-cérebro. 
Aplicabilidade 
A ideia de um computador metade humano, metade máquina pode fazer brilhar os olhos de fãs de ficção científica. Mas o trabalho de Nicolelis está mais no campo da medicina de ponta do que da inteligência artificial. 
Uma versão “não invasiva” das brainets está sendo desenvolvida para teste em humanos, em conjunto pelo Projeto Andar de Novo. Com base em São Paulo, o consórcio é o mesmo responsável pela pesquisa do exoesqueleto da Copa do Mundo. Na prática, a rede de cérebros pode ser aplicada na neuro-reabilitação de pacientes com alto grau de paralisia corpórea. 
Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Nicolelis deu como exemplo que um paciente que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) poderia ter seu cérebro conectado diretamente com a área relativa à linguagem de um paciente saudável. Desta forma, a recuperação seria acelerada. 
Física quântica 
Em outro estudo, ainda não realizado, o físico quântico Gabriel Guerrer vai desenvolver um trabalho pioneiro em território nacional, em que verifica o rigor científico da telepatia. 
Vinculado ao Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi), da Universidade de São Paulo (USP), o trabalho consiste em convidar pessoas a observarem um laser, que fica isolado de vibrações e ruídos eletromagnéticos. Os participantes devem alternar entre o estado de relaxamento e de atenção dirigida. Ou seja, tentar interferir no objeto com o “poder da mente”. 
Em termos técnicos, consiste no estudo da “ontologia das interações consciência-matéria”. A parte empírica da pesquisa será feita em um laboratório da Física. Ainda não há data para os testes (a pesquisa em si foi aprovada, mas seu financiamento ainda não). A versão original do estudo foi desenvolvida pelo pesquisador Dean Radin, do Instituto de Ciências Noéticas (IONS), fundado pelo astronauta Edgar Mitchell (do Apolo 14). 
A pesquisa consiste em uma nova etapa na carreira de Guerrer, que já navegou entre o principal acelerador de partículas de mundo – da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) – e as experiências místicas. Filho prodígio da Universidade Federal do Paraná (UFPR), hoje ele se dedica a dar cursos para leigos sobre o mundo quântico.

A Física e a consciência 
A relação entre telepatia e o estudo das partículas subatômicas remonta aos primórdios da Física Quântica, nos anos 1940, quando cientistas apontaram que pode haver algo além da matéria interferindo nas leis da Física. Seriam os primeiros indícios da consciência. 
Em uma ciência que pode ser usada tanto para produção de lasers e equipamentos médicos quanto para falar da relação com o mundo do além, em comum há uma linguagem matemática. A diferença está em suas interpretações. 
Mas há alguns consensos. Um deles é o de que as partículas elementares, que compõe o átomo, funcionam de “modo quântico”, com suas próprias leis de funcionamento, quando não são observadas. Mas basta inserir um expectador que elas passam a agir do modo “clássico”, conforme os preceitos da Mecânica, Elétrica, Termodinâmica e companhia. 
Outra noção disseminada entre as linhas é a do “emaranhamento”, a ideia de que as partículas guardam memórias entre si. Funciona assim: quando duas coisas quânticas (elétrons, fótons) entram em contato, por mais que elas se afastem no espaço, guardam uma conexão entre si. É como se continuassem sendo uma unidade. 
A consciência, portanto, pode ser vista como um “campo”, assim como é com a matéria. O físico Gabriel Guerrer compara com o sinal de uma televisão. “Ela não produz, e sim recebe e decodifica. Podemos passar a olhar a nossa experiência assim, e de que a fonte que está transmitindo isso [a consciência] seria uma só”. Seria o pulo do gato na relação entre os estudos quânticos e o misticismo. 
A telepatia e a psicocinese, portanto, poderiam ocorrer quando um indivíduo desenvolve a capacidade de acessar este campo da consciência de alguma forma, com algum propósito. Comprovar seus indícios científicos, como a pesquisa de Guerrer pretende, pode indicar que “há algo por trás dos bastidores, do espaço e do tempo, por um lugar que a gente não está vendo”. 
Mas isto não significa uma “prova científica” de que a telepatia existe. Até porque a ciência por trás do negócio consiste no estudo de coisas muito pequenas, elétrons, fótons, e disso para o funcionamento do lado desconhecido da mente seria um pulo muito grande. Mas, nas palavras de Guerrer: “o que é interessante é que a Física Quântica não proíbe a questão da telepatia. Diferente da Física Clássica, que proibiria”. 
Fontes:

quarta-feira, 15 de julho de 2015

AS SETE LEIS HERMÉTICAS


1 – A LEI DO MENTALISMO

“O Todo é Mente; o Universo é mental.” (O Caibalion)

O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que “pensa” e assim, tudo existe. É o Todo. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência.

O Universo e toda a matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que “pensa”. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento.

2 – A LEI DA CORRESPONDÊNCIA

“O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima” (O Caibalion)

Essa lei nos lembra que vivemos em mais que um mundo.

Vivemos nas coordenadas do espaço físico, mas também vivemos em um mundo sem espaço e sem tempo.

A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta.

O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas.

Por isso estudamos o universo: para aprender mais sobre nós mesmos. Na menor partícula existe toda a informação do Universo.

3 – A LEI DA VIBRAÇÃO

“Nada está parado, tudo se move, tudo vibra”.

No universo todo movimento é vibratório. O todo se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento.

Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia.

Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo está em movimento.

A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento e ritmo.

4 – A LEI DA POLARIDADE

“Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados”
(O Caibalion)

A polaridade revela a dualidade, os opostos representam a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, tudo é dual, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza.

O pólo positivo (+) e o negativo (-) da corrente elétrica são uma mera convenção. Energia negativa (-) é tão “boa” ou “má” quanto energia positiva (+).

Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento.

5 – A LEI DO RITMO

“Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação”.

Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão de energia cinética para potencial e da energia potencial para energia cinética. Os opostos se movem em círculos.

É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez em um sentido inverso.

Tudo está em movimento, a realidade compõe-se de opostos. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação. As coisas avançam e recuam, sobem e descem. Mas também giram em círculos e em espirais ascendentes e descendentes.

6 – A LEI DO GÊNERO

“O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação”.

Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros.

Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de “ying” e de “yang”. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno.

É uma importante aplicação da lei da polaridade. É semelhante ao principio animas – animus de Carl Jung ou seja, que cada pessoa contém aspectos masculinos e femininos, independente do seu gênero físico. Nenhum ser humano é 100% masculino ou 100% feminino.

7 – A LEI DE CAUSA E EFEITO

“Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei”.

Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica.

Para todo efeito existe uma causa, e que toda causa é, por sua vez, um efeito de alguma outra causa.

Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos.

No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como karma.


Chackras e Emoções

Nosso corpo, assim como qualquer matéria, é energia que vibra em frequência baixa. Quanto mais baixa a frequência, mais densa é a matéria. Os chakras, são vórtices de energias localizados em partes específicas do nosso corpo, que vibram em frequência alta e, por isso, são invisíveis aos olhos físicos. Chakra vem do sânscrito e significa, roda, são centros de energia que servem para controlar o fluxo de prana. Os chakras, absorvem a energia prana, decompõem-na em suas partes e, em seguida, mandam-no ao longo de estruturas chamadas nádis, para o sistema nervoso, as glândulas endócrinas, e depois para o sangue  e assim alimentando o nosso corpo. O chakra funciona  também como centro de intercâmbio, entre as dimensões física e astral.

Os mais conhecidos são sete chakras, que alimentam as nossas sete glândulas e partes de nosso organismo, são eles; Chakra coronário, chackra frontal, chackra laríngeo, chackra cardíaco, chackra esplênico, chackra sacral e chackra básico. Em breve iremos aprofundar sobre cada um. Para que o prana flua harmoniosamente por todo nosso corpo, é preciso que os chackras estejam  “abertos”. O equilíbrio emocional, alimentação, bons pensamentos e o contato com o sol alinham os nossos chackras.

Mas o ponto decisivo no bom funcionamento dos chackras , são as emoções. Emoções de alto padrão vibratório  garantem  o bom funcionamento dos chackras. Emoções de baixo padrão vibratório ,  desconfiguram  os chackras impedindo a entrada da energia vital. Vamos pegar como exemplo o chakra base, quando esse chakra está “aberto”, temos vontade de viver, temos prosperidade  e somos bem alicerçados na vida .Um outro exemplo é  o chakra frontal, pensamentos confusos interferem em seu bom funcionamento. Um chakra desconfigurado altera toda a situação física, problemas de saúde, obesidade, separações  e etc. Cuide de suas emoções pois elas garantem o bom funcionamento de seus chakras.

Chakra Muladhara, conhecido também como o ckakra base. A palavra  muladhara tem o sentido de “raiz” (mula ) e de base (adhara ). É portanto, a raiz, o fundamento dos sete chakras.

O Mantra  desse  chakra é lam, esse som representa o elemento terra.  O primeiro chakra, o centro coccigiano, relaciona-se com a quantidade de energia física e com a vontade de viver na realidade física. Esse chakra nos faz ter o desejo pelas conquistas materiais,  pelos prazeres “mundanos” saudáveis. Quando a força vital funciona plenamente através desse centro, a pessoa tem muita vontade de viver na realidade física. Quando a força vital funciona na sua plenitude, por meio dos três  chakras inferiores, combinada com um fluxo pujante pelas pernas abaixo, vem com ela uma clara e direta afirmação de potência física. A afirmação de potência física, combinada com a vontade de viver, dá ao indivíduo uma “presença” de força e vitalidade. Ele afirma: “Estou aqui agora” e com, efeito, se acha bem fundamentado na realidade física. Possui uma forte vontade de viver. Quando se obstrui ou fecha o centro coccigiano, bloqueia-se a maior parte da vitalidade física da força vital, e a pessoa não produz uma impressão vigorosa no mundo físico. Ela não está “aqui”. Evitará atividade  física, estará por baixo em matéria de energia e poderá até ser  “enfermiça”. Faltar-lhe-á força física. Esse chakra bloqueado é responsável por perversões sexuais, doenças nos órgãos genitais, falta de prosperidade, glutonaria, pornografia e etc.

Alimentar-se de produtos animais, inclusive carne, desconfigura esse chakra. Existem vários tipos de tratamentos para abrir esse chakra, visualização, cromoterapia, cristais e etc. Mas o que vai realmente desbloquear esse chakra para que a energia vital flua, são as nossas emoções e pensamentos. Não estou dizendo para não fazer  esses tratamentos, mas paralelo a isso, tenha  um padrão de vida no positivo. Para o bom funcionamento desse chakra,  comece a ter um sentimento de gratidão pela vida e pelas conquistas materiais, ainda que sejam poucas, tenha metas, algo para conquistar no mundo da matéria, busque a realização de um sonho concreto e diminua o consumo de carne. Paz profunda!

Continua...

Texto: Alison Weler

Fontes: 
Teoria dos Chakras – Hiroshi Motoyama.
A Cura pela Meditação –  Cristina Cairo
Mãos de Luz – Barbara Ann Brennan

terça-feira, 7 de abril de 2015

APOMETRIA - Tradicional, Quântica e Planetária (ENERGIAS DE PLANOS SUPERIORES) - [VÍDEO]


Considerando-se a multidimensionalidade do Homem e o facto de este (já) ter tido várias vidas passadas, o trabalho da Apometria consiste num desdobramento, projeção mental ou projeção da consciência do terapeuta - as três momenclaturas estão corretas - a dimensões superiores, contando com a ajuda das equipes de cura e resgate de cada dimensão.

«Quando falamos em Apometria, devemos mencionar com grande respeito, o cirurgião geral, ginecologista e clínico geral, Dr. José Lacerda, por ter sido ele quem deu os primeiros passos dentro dessa área da medicina espiritual.

«A origem da prática de Apometria data de 1965, quando, no hospital de Porto Alegre um senhor chamado Luiz Rodrigues afirmou que possuía uma técnica de tratamento médico diferente, em que eram utilizadas energias de planos superiores. Essa prática foi chamada por ele de Hipnometria, nome que mais tarde o Dr. Lacerda considerou impróprio, pois o referido procedimento não induzia o paciente ao sono.

«Depois de participar de varias seções, Dr. Lacerda comprovou a eficácia da técnica, mesmo sem saber explicar o porquê do êxito. Como grande pesquisador, estudou profundamente cada passo do procedimento, e suas conclusões deram origem ao trabalho que, hoje, conhecemos como Apometria Tradicional.

«A Apometria Quântica surgiu a partir do estudo dos muitos conceitos deixados por Lacerda, pela prática das mais diversas técnicas terapêuticas, e os conhecimentos de sistemas de desenvolvimento do Ser, com a experiência da aplicação de Cura Quântica e Apometria Tradiconal.

«É uma técnica recente e revolucionária pela simplicidade e facilidade dos procedimentos. O ser humano é considerado um grande sistema, que não aproveita nem 10 % de sua energia para sua própria evolução. Para permitir um maior aproveitamento de todas suas possibilidades, para tornar esse sistema curado, não se pode tratar qualquer parte isolada. A Apometria busca atuar na raiz de cada problema, e não apenas tratar os sintomas.

« Nos atendimentos são tratados desequilíbrios físicos e psico-emocionais como estresse, depressão, dores no corpo, problemas gastrointestinais e circulatórios. A finalidade deste trabalho é servir como um manual de cura multidimensional, abrangendo as áreas de desobsessão, translocação dimensional dos corpos sutis para os templos de cura, limpeza e varredura dos planos sutis e realidades paralelas.

«O trabalho apométrico produz um equilíbrio do campo energético, e limpa centros de energia e meridianos do receptor. São removidos bloqueios energéticos causados por traumas e energias que influenciam nosso estado como implantes, elementais deturpados e formas-pensamento. Além disso, a terapia permite a reconstituição, a partir dos corpos superiores, do DNA original, e ancoramento de energias suprafísicas das Hierarquias de Luz.

«Por intermédio da Apometria, podemos levar esses procedimentos de cura para o mundo extrafísico, onde existem muitas almas desencarnadas que ainda não conseguiram se libertar, por estarem presas à ilusão da matéria e manipulações que sofreram antes ou após terem desencarnado.

«Os conceitos e conhecimentos deixados pelo Doutor Lacerda foram aprimorados e assim, expandidas as áreas de ação. Dessa maneira foi criado um novo conceito de cura espiritual unificando conhecimentos e filosofias.

«A Apometria Quântica faz parte de uma nova proposta de cura e educação, espiritual e física, procurando, com amor e respeito, desmistificar os antigos conceitos e padrões que restringem nossa evolução e crescimento, e reforçam a culpa em nós, fazendo-nos acreditar que não somos capazes de nos curar. »

«A Apometria é um trabalho extremamente abrangente, feito através do desacoplamento dos corpos para que sejam tratados separada e especificamente, nas dimensões onde habitam. Não podemos ignorar que somos seres multidimensionais e sofremos as ações de nosso comportamento emociona lizado, em todas as dimensões onde existimos. Devemos lembrar também que, temos um passado, um presente, um futuro e no decorrer das encarnações, além de aprendermos e resgatarmos, também contraímos dívidas, fazemos votos, contratos, recebemos trabalhos de magia, pragas enfim, situações que carregamos de uma vida para a outra e que, interferem em nosso presente. A Apometria é uma benção com a qual podemos trabalhar todas essas questões, junto a hierarquias que são extremamente interessadas em resgatar os filhos e filhas de Deus, o Planeta Terra como um todo, através do amor, promovendo a cura de questões ligadas as nossas atitudes presentes, passadas e futuras. »

«Esta técnica, pela a qual podemos efetuar o desdobramento ou a dissociação do corpo astral, mental e morontial, foi estudada em profundidade pelo Doutor J. Lacerda na década dos anos 70 e 80, na cidade de Porto Alegre, colocando-a em pratica na Casa do Jardim, instituição que copiaria o modelo da casa de cura do plano astral da qual o Dr. Lacerda e sua equipe receberam muitas orientações. Após anos de estudo e dedicação, Lacerda complementa seu magnífico trabalho escrevendo dois maravilhosos livros os quais são os alicerces desta revolucionaria técnica que mudaria a medicina do espírito. A Apometria surgiu a partir da pratica e estudo de diferentes filosofias e técnicas terapêuticas, principalmente da Cura Quântica Estelar a qual tinha sido já canalizada e colocada em pratica pelo nosso Irmão Rodrigo Romo e o nosso Grupo de Florianópolis. A Apometria não possui vinculo nenhum com qualquer dogma ou religião, apenas com a consciência das nossas missões como almas no que se refere ao nosso aprimoramento interno e ajuda aos nossos semelhantes. »

«O Processo Terapêutico Apométrico proporciona uma profunda desintoxicação mental, emocional e física. Essa limpeza é extremamente necessária para que as pessoas saiam da confusão mental/emocional e vejam seus processos como um observador, para identificar no presente, as atuais posturas e atitudes que permitem a distância entre personalidade e essência. Essa distância é a causa básica de todo o problema.

«O envolvimento com as situações dificulta a observação sem julgamento e a observação sem análise. Julgamentos nos impedem de perceber as coisas, como realmente são.

«A Apometria Quântica faz parte de uma nova proposta de cura energética, que através de visualizações, impulsoterapia, e desdobramento dos corpos sutis, nos conecta com uma parte esquecida em nós, permitindo que nos conheçamos melhor, fazendo-nos mais conscientes de nossos padrões de pensamentos, padrões de comportamentos e de emoções, o que nos abre para a possibilidade de uma real transformação e cura.»

Assista o vídeo abaixo:


Fontes: