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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Flash Verde na Via Láctea Choca Cientistas


Um flash verde diferente de uma fonte misteriosa no centro de uma galáxia distante foi visto por cientistas usando o satélite NuSTAR da NASA. Observações posteriores revelaram que o flash desapareceu dentro de duas semanas, deixando os cientistas refletir sobre o que poderia ter causado isso.

Pesquisadores liderados por Hannah Earnshaw, da Caltech, notaram uma mancha verde nas observações retornadas pelo NuSTAR – uma missão em que um dos objetivos é estudar a supernova. Essas explosões estelares produzem tanta luz que podem, em alguns momentos, ofuscar as galáxias. A imagem de satélite, que mostra a ‘Galáxia do Fireworks’ NGC 6946, normalmente mostra a supernova como manchas verdes e azuis, com uma atualmente aparecendo no canto superior direito da imagem fornecida.

Essa imagem, no entanto, também mostrou outra coisa. Na parte inferior da imagem havia outro ponto verde que não estava presente na primeira observação 10 dias antes. As observações de acompanhamento com o Observatório de Raios-X Chandra mostraram que a fonte havia desaparecido. Desde então, a equipe nomeou o flash ULX-4 (raio X ultraluminoso), pois é o quarto ULX desta galáxia até agora identificado.

“Dez dias são um período muito curto para que um objeto tão brilhante apareça”, disse Earnshaw em comunicado. “Normalmente, com o NuSTAR, observamos mudanças mais graduais ao longo do tempo, e muitas vezes não observamos uma fonte várias vezes em rápida sucessão. Nesse caso, tivemos a sorte de perceber uma mudança de fonte com extrema rapidez, o que é muito emocionante”.


domingo, 7 de outubro de 2018

A Galáxia com 40 Bilhões de Terras

Para cientistas, o Kepler-186f foi apenas o primeiro planeta parecido com a Terra a ser descoberto na Via Láctea. O avanço da ciência espacial sugere que a pergunta que há milênios nos intriga — estamos sozinhos no universo? — tem resposta: Não


Na Via Láctea não há apenas uma Terra. Há 40 bilhões delas. O Kepler-186f, planeta fora do Sistema Solar muito semelhante ao nosso, descoberto no último dia 17, provavelmente será conhecido como o primeiro dessa espécie. Em um futuro próximo, contudo, muitos planetas assim, parecidos com a Terra, serão revelados pelos astrônomos.

Com dimensões muito próximas às do mundo onde vivemos, o Kepler-186f deve ser rochoso e composto também de ferro, água e gelo, segundo cientistas. Isso significa que sua atmosfera também deve ser parecida com a nossa. Ele orbita a zona habitável de uma estrela anã – ou seja, uma faixa nem muito próxima e nem muito distante de sua fonte de calor e luminosidade, o que faz com que suas temperaturas não sejam extremas. Essa é uma das características que mais empolgou a comunidade científica: o planeta tem grandes chances de ter água na forma líquida, uma das condições fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.

“Essa descoberta mostra que realmente existem planetas do tamanho do nosso em zonas habitáveis”, afirma a astrofísica Elisa Quintana, principal pesquisadora da Nasa responsável pela revelação do Kepler-186f. “Estamos percebendo que há muitos como ele e, por isso, as chances de existir vida em outros planetas é muito alta.”

Até 2010 ainda não havia confirmações de que outros lugares no espaço poderiam reunir as mínimas condições propícias à vida – água na forma líquida, energia e algum dos seis elementos fundamentais para a existência (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre). No entanto, com o lançamento de missões como a Kepler, há cinco anos, e o avanço de telescópios capazes de visualizar e enxergar não só partes longínquas do cosmo, mas também pequenos planetas (do tamanho da Terra ou menores que ela), os cientistas estão percebendo que, sim, há bilhões de planetas que exibem as mesmas características do nosso. E deles, o Kepler-186f é o mais semelhante à Terra até agora. Então por que, entre inúmeras possibilidades, seríamos os únicos privilegiados com a vida?

Para a Nasa, vida é oficialmente definida como “um sistema químico auto-sustentado, capaz de sofrer evolução Darwiniana”. Não significa dizer que há animais ou civilizações como as criadas pelo homem em planetas afastados. Mesmo organismos muito simples, como vírus ou colônias de bactérias, significam vida para a Nasa e para as quase 150 missões em todo o mundo que buscam planetas fora do Sistema Solar. Em conjunto, eles tentam responder à questão que inquieta astrônomos desde a Antiguidade: estamos sozinhos no universo? Ainda não chegou a confirmação categórica de que existe vida fora da Terra. Mas o conjunto de evidências, que agora ganhou reforço com a existência do Kepler-186f, indica que a resposta está cada vez mais próxima. E talvez a pergunta a ser respondida nos próximos anos seja outra: que tipo de vida nos cerca?

A descoberta de mundos – A divulgação do novo planeta mereceu a atenção de todo o mundo porque era aguardada desde a metade do século XX pelos cientistas. Foi nessa época, com o lançamento de telescópios como o Hubble, que os cientistas puderam, finalmente, ter imagens nítidas do cosmo. Com elas, perceberam que vivemos em um universo muito mais rico e cheio de planetas do que antes se imaginava. As novas informações indicaram a possibilidade da existência de diversos sistemas estelares, ou seja, que outras estrelas, além do Sol, têm planetas orbitando ao seu redor. A confirmação dessa hipótese, entretanto, só veio em 1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra, na Suíça, identificaram um planeta feito de gás, como Júpiter, em volta de uma estrela, a 51 Pegasi. Assim, faz menos de 20 anos que sabemos que outros sistemas solares, como o nosso, podem povoar o universo.

“Nossa galáxia tem cerca de 300 bilhões de estrelas e estamos rapidamente confirmando a noção de que todas têm planetas rochosos ao seu redor”, afirma o astrofísico Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, coautor da pesquisa que descreveu o Kepler-186f. “Resultados da missão Kepler têm nos mostrado que, quanto menor o planeta, mais comum é sua existência. Assim, parece-nos que planetas rochosos são muito frequentes. Ainda precisamos saber quantos deles estão em zonas habitáveis, mas as primeiras estimativas já mostram que o número também deve ser incrivelmente alto.”

A última conta feita pelos cientistas, publicada em novembro de 2013 na revista Pnas, mostra que uma em cada cinco estrelas como o Sol tem pelo menos um planeta do tamanho da Terra em sua zona habitável. Isso significa que só na Via Láctea podem existir 11 bilhões de planetas como o nosso. Se na conta entrarem os planetas ao redor de estrelas anãs, o número sobre para 40 bilhões. De acordo com os autores do estudo – entre eles Geoffrey Marcy, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, um dos “caçadores de planetas” mais bem-sucedidos da astronomia moderna – o mais próximo pode estar a 12 anos-luz de distância (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros).

Ou seja, os astrônomos imaginavam que planetas como o Kepler-186f existiam aos bilhões, mas ainda não tinham visto nenhum. A cerca de 500 anos-luz do Sol, o novo planeta orbita uma estrela anã, o tipo mais comum em nossa galáxia – elas são mais de 70% das centenas de bilhões de estrelas.

“Há pelo menos um século tínhamos ideias sobre os planetas fora do sistema solar e há mais de cinquenta anos desenvolvemos o conceito de zona habitável. Ainda não contávamos, no entanto, com telescópios potentes para fazer os experimentos e ter as confirmações que precisávamos sobre eles. Agora finalmente possuímos essa tecnologia”, afirma Kane. “Nos próximos anos, muitas descobertas devem ser feitas. Só nos dados da missão Kepler há várias, aguardando para serem reveladas.”

Missões do futuro – A sonda Kepler, que forneceu os dados para a revelação do novo planeta, foi a grande alavanca para a explosão de novos planetas encontrados pelos cientistas nos últimos anos. Lançada em março 2009 pela agência espacial americana, ela tinha o objetivo principal de procurar planetas parecidos com o nosso, durante quatro anos. Seu telescópio e um sistema de imagens em alta definição são capazes de identificar mesmo planetas considerados pequenos, como a Terra. Em relação ao Hubble, a Kepler tem duas vantagens: capta mais estrelas em detalhes e faz imagens mais nítidas por possuir um filtro que diminui as interferências luminosas e detecta diferentes cores.

Até agora, a maior parte dos planetas revelados por ela tem um tamanho intermediário entre a Terra e Netuno, quatro vezes maior que a Terra. A análise das informações dos três primeiros anos da missão já identificou 3 845 possíveis candidatos a planetas. Desses, 962 foram confirmados.

Como outras missões de busca, a Kepler tem mais facilidade em identificar grandes planetas. Eles são mais visíveis e facilmente monitorados pelos telescópios em regiões longínquas do cosmo. Por isso, grande parte das descobertas são de super-Terras, planetas mais pesados e maiores que Terra, ou gigantes gasosos, bolas de gás como Júpiter, planeta de hidrogênio com massa equivalente à de 317 terras. Lugares assim, no entanto, exibem condições menos propícias à vida – os gigantes gasosos costumam ter uma atmosfera maciça, causando uma grande pressão que praticamente inviabiliza a existência de seres complexos, enquanto as super-Terras têm menor probabilidade de reunir as condições atmosféricas necessárias para garantir a presença de vida.

Por isso, programas espaciais em todo o mundo investem maciçamente em telescópios potentes, capazes de captar planetas menores. Dados e imagens ainda mais precisos que os da missão Kepler – que encerrou a primeira fase de seu programa em 2013 e, no início da segunda fase, chamada K2, teve um problema com o sistema que “mira” o telescópio, mas continua em atividade – virão de programas como aquele que será lançado pela Nasa em 2017, com uma nova geração de telescópios. Nessa data, irá para o espaço o Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess) e o telescópio James Webb, substituto do Hubble. O Tess vai monitorar planetas ao redor de estrelas anãs, enquanto o James Webb pretende examinar a atmosfera desses planetas e procurar substâncias que só poderiam ser geradas por organismos vivos, como os seis elementos essenciais à vida (carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre).

Possibilidade de vida – Quanto mais planetas são descobertos, maior é a probabilidade de achar planetas semelhantes ao nosso e, assim, os astrônomos acreditam que aumente também as chances de encontrar vida em outros lugares do universo. A definição de vida, porém, é algo complexo, que está longe de ser consenso entre os cientistas. O estudo da vida terráquea – o único tipo conhecido até hoje – mostrou que, apesar da grande biodiversidade terrestre, todos os seres são similares: são feitos de células ou, como os vírus, dependem delas; usam ácidos nucleicos como o DNA para armazenar e transmitir informação genética; e possuem um metabolismo similar.

Mas não é impossível a existência de outros tipos de vida espalhados pelo universo. Afinal, mesmo a Terra guarda muitos organismos que ainda são enigmas para os cientistas. Em 2010, pesquisadores da Nasa encontraram uma bactéria em um lago da Califórnia, nos Estados Unidos, que se comporta como um ser extraterrestre: não usava nenhum dos seis elementos fundamentais à existência, mas sobrevivia a partir de arsênio, um elemento altamente tóxico.

“Sabemos que para surgir vida é necessária uma complexidade química mínima, ou seja, moléculas orgânicas e razoavelmente complexas, formadas a partir de elementos básicos. Mas sua origem pode exigir algumas condições especiais. Ainda estamos aprendendo como todos esses elementos se juntam para formar um sistema químico autossustentado, capaz de se reproduzir e evoluir”, explica Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo (USP).

Por isso, os cientistas ainda procuram corpos vivos no espaço de uma maneira “Terrocêntrica”, buscando as condições que proporcionaram o surgimento dos seres por aqui: presença de água líquida ou moléculas orgânicas complexas.

“Mesmo a vida que conhecemos tem uma flexibilidade imensa a diferentes situações. Não é impossível imaginar um universo com muitos planetas, alguns mais quentes, outros frios, porém todos com organismos capazes de lidar com essas condições. Talvez em muitos desses planetas que estamos descobrindo as condições sejam extremas demais para atingir a multicelularidade, ou chegar a uma civilização tecnológica como a nossa. Mas, ainda assim, isso mostraria que a Terra não é privilegiada em ter vida”, afirma o cientista.

Um cosmo próspero? – Quando se fala da existência de seres animados no espaço, normalmente os cientistas imaginam formas microscópicas, como as primeiras que provavelmente habitaram a Terra em sua origem.

“Se houver vida, como ela funciona? Podemos estar próximo a um momento de descobrir sistemas vivos completamente novos, novas biosferas para conhecer e explorar. É quase como se estivéssemos no papel do naturalista inglês Charles Darwin, em 1800, a bordo do navio Beagle explorando novas terras e toda a sua riqueza”, diz Galante.

Para a maior parte dos astrônomos envolvidos com a busca de planetas fora do Sistema Solar, é muito improvável que, em um universo tão cheio de constelações, planetas e sistemas estelares com condições próximas a nossa, a Terra seja o único lugar a ter desenvolvido organismos vivos. “Sabemos agora que planetas semelhantes à Terra são comuns na Via Láctea. Para nosso planeta ser o único com vida na galáxia, isso significa que a vida é algo incrivelmente raro – uma ocorrência em 40 bilhões. Mas, mesmo que a probabilidade seja apenas de 1 em 1 milhão de possibilidades, isso já significaria muita vida só nessa galáxia”, afirma o astrofísico Erik Petigura, pesquisador da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Se essas hipóteses forem confirmadas nos próximos anos pelos cientistas, esses alienígenas, que podem estar na iminência de serem encontrados, causariam uma grande revolução científica, semelhante à provocada pelo astrônomo Nicolau Copérnico, quando ele formulou, no século XVI, a teoria de que o Sol é o centro do Sistema Solar. Teríamos de aprender que somos apenas mais um planeta – e minúsculo – cercado de bilhões de outros com seres diferentes.

“Uma descoberta como essa teria impactos profundos. Até o momento, o conhecimento que temos parte da hipótese de que a Terra é o único lugar do cosmo onde a vida apareceu e evoluiu. Se for provado que a vida é uma consequência natural da formação de planetas nas zonas habitáveis, assim como foi provado que a formação de planetas é uma consequência natural da formação de estrelas, então isso significa que o universo é, literalmente, fértil em vida”, diz o astrofísico Stephen Kane. “O único desafio que permanecerá depois disso será descobrir como atravessar as vastas distância que nos separam desses outros seres.”

1. Kepler-425b


(NASA/JPL-Caltech/T. Pyle/Reprodução/Reprodução)

Anunciado pela Nasa em 23 de julho de 2015, o Kepler-425b está na zona habitável de uma estrela-anã do tipo G2, a mesma categoria do Sol. Com o diâmetro 60% maior que o da Terra e ao redor de uma fonte de luz com a mesma temperatura do Sol, ele tem grandes possibilidades de abrigar água líquida. Localizado na constelação Cygnus, a 1.400 anos-luz (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quliômetros), o planeta é, provavelmente, rochoso e dá uma volta ao redor de sua estrela em 385 dias, o que faz com que ele tenha um ano apenas 5% maior que o terrestre. A imagem acima é uma comparação feita pela agência espacial americana entre a Terra e o novo planeta.


2. Kepler-438b e Kepler-442b


(David A. Aguilar (CfA)/VEJA/VEJA)

Candidatos a explonetas mais parecidos com a Terra já descobertos, eles orbitam estrelas anãs vermelhas, menores e mais frias do que o Sol. Enquanto a órbita do primeiro é de 35 dias, o Kepler-442b completa uma órbita em sua estrela a cada 112 dias. 

Com diâmetro apenas 12% maior do que o do planeta azul, o Kepler-4386 tem 70% de chance de ser rochoso, afirmam os pesquisadores, enquanto o outro, cerca de 30% maior do que a Terra, tem 60%. 


3. Kepler-186f


(NASA Ames/SETI Institute/JPL-CalTech/VEJA/VEJA)

A 500 anos-luz da nossa galáxia (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros) e orbitando a zona habitável de uma estrela anã, esse é o único planeta a ter o mesmo tamanho da Terra. Com isso, os cientistas estimam que ele seja composto de rochas, ferro, água e gelo e tenha uma atmosfera parecida com a do mundo onde vivemos. Além disso, ele tem um movimento de rotação semelhante ao nosso, o que garante uma temperatura bem distribuída em todas as suas faces. Essa soma de características indica que ele pode ter água na forma líquida, um dos fatores fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.


4. Kepler-62e


(NASA Ames/JPL-Caltech/VEJA/VEJA)

Descoberto em abril de 2013, está na zona habitável da estrela Kepler 62, um pouco menor e mais fria que o Sol. Estar na zona habitável significa a presença provável de água. Ele fica a 1.200 anos-luz da Terra e tem tamanho 60% superior ao do nosso planeta. Sua órbita é de 122 dias e os cientistas estimam que ele pode ser rochoso, como Marte, ou formado de oceanos.


5. Kepler-22b


(Nasa/VEJA/VEJA)

Localizado a 600 anos-luz da Terra, tem 2,4 vezes o raio do nosso planeta e está bem no meio da zona habitável de uma estrela muito parecida com o Sol. Foi encontrado em 2011 e demora 290 dias para dar a volta ao redor de sua estrela, o que faz com que, possivelmente, tenha as mesmas condições do nosso mundo.


6. Tau Ceti e


(L. Calcada/AFP/AFP/AFP)

Trata-se do planeta na zona habitável da estrela Tau Ceti, que fica na constelação da Baleia, a 12 anos-luz do nosso Sol, e é muito semelhante a ele. Tem cerca de cinco vezes a massa da Terra e os cientistas ainda não sabem se sua composição é rochosa ou gasosa, como os planetas gigantes.


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Enorme Anomalia Vinda da Antártida é Identificada por Pesquisador


Recentemente foi publicado um vídeo que alega identificar uma enorme anomalia vinda da Antártica em uma forma de radar, e também um tipo de padrão multi-ondas sobre o Mar do Caribe. O vídeo parece propor a suspeita de que uma ‘estação de desastre natural’ pode ocorrer neste outono (ou primavera para o hemisfério sul), e como em agosto e setembro passado, desastres naturais podem ocorrer nesse momento.

(Para informações de como ativar a legenda em português do vídeo abaixo, embora ela não seja precisa e não funcione em aparelhos móveis, clique aqui):


No ano passado, o Caribe foi abalado por vários furacões, particularmente devastadores, tornando algumas ilhas quase totalmente destruídas.

Durante esse tempo, uma coisa similarmente estranha foi capturada em imagens de satélite sobre os furacões: o que parecem ser raias produzidas por jatos pulverização de alumínio em alta altitude, para efeitos de modificação climática. As trilhas, a pulverização, você sabe do que estou falando. Aquelas que foram identificadas nas imagens de satélite do Worldview da NASA, sobre os furacões.

Desde quando os aviões voam perto de furacões e deixam para trás trilhas entremeadas?


Ao tentarem descobrir porque os desastres naturais poderiam sazonalmente alcançar o pico desta forma e serem tão intensos, as pessoas têm uma variedade de explicações. Alguns acreditam que é uma mudança climática e você ouvirá muita conversa sobre isso na grande mídia. Outros entendem que a mudança climática é inseparável do dano aparentemente causado pela geoengenharia e pela pulverização dos céus, e outras pessoas até mesmo correlacionam os eclipses recentes neste ano, tanto no ano passado como no presente, com desastres naturais.

No ano passado, os eclipses ocorreram em torno do mesmo tempo que este ano, porque é um ciclo de 18 anos para eclipses acontecerem no mesmo local novamente.

Em agosto de 2017 e nos meses seguintes, uma mistura catastrófica de desastres naturais pareceu ocorrer em toda a Terra. Dos furacões que dizimaram o Caribe, às chuvas de monção na região oriental do mundo, não parece que tudo aconteceu depois daqueles eclipses bastante precisos? Não é muito louco teorizar que algum evento gravitacional entre o Sol, a Lua e a Terra pode afetar o clima em nosso planeta. A Lua já influencia a maré da Terra, há muitos exemplos como esses que podem ser citados em argumentar que as atividades da Lua podem influenciar a vida na Terra. Parasitas são conhecidos por serem mais ativos durante as Luas cheias, e certas coisas são estatisticamente mais prováveis ​​de acontecerem em Luas cheias.

O eclipse que ocorreu no dia 27 foi tecnicamente o mais longo do século XXI. Até algum período após o ano 2100, outro eclipse tão longo não ocorrerá.

Se você assistiu ao eclipse, provavelmente notou que era muito mais escuro e mais intenso em cores do que os outros eclipses lunares, chamados de “luas de sangue”, porque a sombra da Terra lançada sobre a Lua não era tão exata, e a cor ficou meio vermelha.

Esperando ver uma cor vermelha, eu assisti o eclipse, mas para minha surpresa, parecia que algo tirou um pedaço da lua e o eclipse era preto. O eclipse foi claramente muito exato.

Portanto, se os eclipses do ano anterior precederam desastres naturais, esse eclipse muito mais exato e longo poderá ter um efeito semelhante este ano?

E se algumas pessoas em posições de poder, que mexem com a geoengenharia, tiverem uma crença oculta no poder dos eclipses, e decidirem desencadear coisas nas pessoas durante este tempo? Essa é uma teoria muito remota, mas o que mais seria interessante colocar neste artigo?


domingo, 20 de maio de 2018

Cientistas Detectaram o 9º Planeta do Sistema Solar - Finalmente Nibiru?


Os cientistas dizem – mais uma vez – que um mundo antes desconhecido pode espreitar nos limites mais externos do nosso sistema solar.

Por vários anos, os astrônomos têm debatido se tal planeta existe ou não além da órbita de Plutão.

Agora, um novo estudo pode ter finalmente encontrado evidências  de que o mundo elusivo – apelidado de Planeta Nine – não é apenas um mito.

Usando dados do Dark Energy Survey – um levantamento na gama próxima ao infravermelho, como também a visível, que visa investigar a dinâmica da expansão do Universo e o crescimento da estrutura em larga escala – especialistas avistaram um objeto nunca antes visto.

E embora o Dark Energy Survey seja uma ferramenta improvável para encontrar objetos dentro do sistema solar, já que quase todos orbitam dentro do plano, foi útil para detectar o objeto recém-encontrado: ele tem uma órbita inclinada em 45 graus em relação ao plano do sistema solar, e é algo que os cientistas no novo estudo não esperavam ver.

No entanto, foi algo previsto por Batygin e Brown, pesquisadores do Caltech que propuseram em 2016 que o planeta era real.

Mas, apesar disso, David Gerdes, astrônomo da Universidade de Michigan e coautor do novo artigo, disse à revista Quanta:

Não é prova de que o Planeta Nove existe.
Mas eu diria que a presença de um objeto assim em nosso sistema solar reforça o caso do Planeta Nove.

O novo estudo descreve como os astrônomos se depararam com um objeto rochoso ‘distante’ – talvez tão grande quanto um planeta anão – que eles argumentam que foi empurrado para uma órbita extraordinária pela força gravitacional de um mundo massivo e desconhecido.

Eles argumentam que esta descoberta oferece uma evidência sem precedentes de que o Planeta Nove deva estar em algum lugar.

Em 2016, os astrônomos investigaram as estranhas órbitas de seis objetos em uma região distante de corpos gelados que se estendiam além de Netuno. Os objetos tinham órbitas que apontam na mesma direção e são inclinadas em 30° para baixo em comparação com o plano solar, no qual os oito planetas circulam o Sol. Este fato, dizem os especialistas, é um sinal revelador da existência de um mundo massivo. Crédito de imagem: Caltech.


Planet Nine – Um astrônomo mundial procura desesperadamente

O mundo alienígena foi proposto pelos astrônomos do Caltech em 2016, quando eles descobriram como um grupo de objetos gelados na borda do nosso sistema solar tem órbitas estranhas e inclinadas.

Gregory Laughlin, astrônomo da Universidade de Yale, disse:

Ele tem um magnetismo real.
Quero dizer, encontrar um planeta com 10 massas terrestres no nosso sistema solar seria uma descoberta de magnitude científica inigualável.

Os astrônomos da Caltech sugeriram como as órbitas dos chamados objetos trans-netunianos (TNOs – sigla em inglês) eram alterados pela atração gravitacional de um planeta com dez vezes a massa da Terra, localizado além de Plutão.

Pesquisadores descobriram então como os TNOs tinham órbitas elípticas apontando na mesma direção. Eles também descobriram que os objetos foram inclinados em torno de 30 graus ‘para baixo’ em comparação com o planeta em que os planetas do nosso sistema solar orbitam o sol.

E embora tenha havido muitas evidências que sugerem que tal planeta não seja apenas um mito, não identificamos o mundo indescritível no céu.


NASA diz que esse planeta provavelmente é real

Em 2017, a NASA se juntou à discussão sobre o planeta elusivo. A Agência Espacial destacou cinco linhas diferentes de evidências que sugerem que tal planeta seja real.

A Agência Espacial dos EUA também disse que a ‘inexistência’ do Planeta Nove gera mais problemas do que resolve.

O Dr. Konstantin Batygin da Caltech disse:
Há agora cinco linhas diferentes de evidências observacionais apontando para a existência do Planeta Nove. Se você remover essa explicação e imaginar que o Planeta Nove não existe, você gera mais problemas do que resolve. De repente, você tem cinco quebra-cabeças diferentes e precisa criar cinco teorias diferentes para explicá-los.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ASTRONAUTAS foram FORÇADOS a Não Falarem sobre CONTATO com OVNIs e EXTRATERRESTRES?

O artigo abaixo, escrito por Douglas Herman e publicado no site alien-ufo-sightings.com, relata um tema já comentado aqui e em outros sites que tratam estes assuntos com seriedade e respeito, contudo dessa vez trazendo informações muito interessantes ainda não publicadas por este canal:


"Em nenhum momento, quando os astronautas estavam no espaço estavam sozinhos: havia uma vigilância constante por OVNIs." – Scott Carpenter, astronauta da NASA

Buzz Aldrin é um homem brilhante. Não é simplesmente notável por seu intelecto, mas por ser um homem profundamente espiritual. Desde há muito aposentado, o coronel Aldrin agora orbita as dimensões mais íntimas de sua mente, um universo secreto tão profundo e misterioso quanto o alcance da Lua.

Como um jovem militar, meu caminho levou-me a um encontro próximo com o coronel Aldrin, há mais de 30 anos. Como motorista de um carro com um rádio, servi na Base da Força Aérea Lackland quando o coronel Aldrin estava passando por uma série de testes lá. Uma tarde, meu rádio trouxe a mensagem de que o coronel Aldrin precisava ser levado para Wilford Hall, o grande hospital da base. Infelizmente, meu carro não foi escolhido. Muitas vezes eu me perguntei se a ‘crise nervosa’ que este astronauta notável sofria foi devido à pressão do governo ou não. Eu acho que foi.

Por que o coronel Aldrin sofreu uma ‘crise nervosa’ naquele momento? O peso da celebridade súbita, certamente. “Endeusamento” pela imprensa e massas adoradoras. Mas havia algo mais.

De acordo com Fred Steckling, autor do livro, We Discovered Alien Bases on the Moon II (Descobrimos Bases Alienígenas na Lua II), Aldrin poderia ter tido a intenção de proclamar a verdade do que viu. Muito provavelmente, os funcionários do Pentágono e da Casa Branca, receosos como sempre, o teriam persuadido, convencido ou ameaçado para não fazê-lo.

De acordo com Steckling:

"Esta é uma lista de fatos que aprendi de vários indivíduos que trabalham, ou que trabalharam, ou que estavam vinculados com a NASA de alguma forma ao longo dos anos. Por razões óbvias, agora não usarei seus nomes reais. A lista abaixo representa algumas das informações de três pessoas: uma atualmente está trabalhando em  missões para a NASA no Departamento de Defesa (​​DOD), outro que começou a trabalhar com a NASA e o DOD quando o JSC (Johnson Space Center) foi construído.
O terceiro é um cientista que trabalhou na NASA e outras instalações, e com Edward Teller.
Há edifícios na Lua. Há equipamentos de mineração na Lua.
Fotos, fotos da NASA, existem, as quais mostram claramente ambos. Centenas, mas provavelmente milhares, de fotos da NASA foram adulteradas. Especificamente, pelo uso cuidadoso de um aerógrafo, discos voadores e outros OVNIs podem ser removidos e, em seguida, a foto é liberada para o público e / ou imprensa.
O filme feito pelos astronautas mostra claramente OVNIs, OVIs, Veículos Alienígenas, etc. A NSA (Agência Nacional de Segurança) filtra todas as fotos antes de serem divulgadas ao público. Tudo o que a NASA liberou foi monitorado de perto por pelo menos uma cultura ‘alienígena’.
A NASA sabia sobre a atividade ‘alienígena’ na Lua antes que Armstrong, Aldrin e Collins lá pisassem. Edwin Aldrin, a um dado momento, encontrou evidências de que não éramos os primeiros a chegar na Lua. Depois de ver e tirar fotografias de pegadas no solo lunar (Aldrin), viu os seres que fizeram as pegadas (o relatório e as transcrições das conversas entre os astronautas não foram claras se Aldrin teve contato físico e / ou mental com as entidades).
Os veículos alienígenas voaram a menos de 15 metros de um veículo espacial dos EUA durante uma órbita terrestre completa e, em seguida, o VA partiu; novamente enquanto Aldrin estava presente. ‘Buzz’ Aldrin teve uma ataque nervoso por causa desses eventos e devido a pressão para não falar. Houve 22 mortes (muitos ‘suicídios’) no JSC em Houston. Nenhum astronauta que tenha visto AV ou ETs tem permissão para falar sobre isso, mesmo entre eles. Se o fizerem e forem pegos, eles podem ser multados, humilhados publicamente, presos ou terem todas as pensões e futuros salários retirados."

Quanto do relato acima é ficcional e quanto é fato? Somente aqueles que foram para a Lua e regressaram sabem com certeza. Há muitos relatos de segunda mão e supostas conversas, (pesquise no Google sobre Avistamentos de OVNIs por Astronautas), onde ambos, Aldrin e Armstrong, declaram em termos inequívocos que viram enormes naves e outros sinais de ocupação alienígena da Lua.

Return to Earth (Retornar à Terra), a autobiografia de Aldrin, conta sua luta com a depressão e alcoolismo após sua longa e dedicada carreira na USAF e na NASA. A NASA, a CIA e o Pentágono obrigaram o coronel Aldrin (e todos os outros astronauta) a ocultar o que viram na Lua? Quanto disso contribuiu para os problemas mentais de Aldrin?

Algum tempo atrás, o Science Channel exibiu um programa chamado ‘First on the Moon: The Untold Story‘ (Primeiro na Lua: A História Não Contada). Um segmento descreveu um encontro com OVNI que os astronautas do Apolo 11 testemunharam durante o vôo para a Lua. Aldrin falou de algo que viu.

Dave Stone escreveu:

"Para o meu melhor conhecimento, esta é a primeira vez que Buzz Aldrin, um astronauta Apolo 11, já relatou publicamente qualquer experiência de OVNI associada à missão lunar Apolo 11."

Buzz Aldrin observou:

"Havia algo lá fora, que estava perto o suficiente para ser observado, e o que poderia ser? … Mike (Collins) decidiu que poderia ver aquilo no telescópio e ele conseguiu, e quando estava em uma determinada posição, que tinha uma série de elipses, mas quando você o colocava em foco, era uma forma de L."

O cientista sênior da NASA, Dr. David Baker, disse:

"A NASA sabia muito pouco, hum, o objeto relatado pela equipe Apolo 11. Era obviamente um objeto voador não identificado. Mas tais objetos não eram incomuns e a história dos vôos espaciais na órbita terrestre nos anos anteriores indicou que várias tripulações viram objetos."

Aldrin observou:

"Agora, obviamente, nós três não íamos declarar, “Hey Houston, temos algo se movendo ao nosso lado e nós não sabemos o que é”. Não estávamos prestes a fazer isso, porque sabíamos que essas transmissões seriam ouvidas por todos os tipos de pessoas e quem sabe o que alguém teria exigido que voltássemos por causa dos alienígenas, ou seja qual for o motivo, então não o fizemos, mas decidimos apenas perguntar cautelosamente a Houston, onde, e o quão longe estava o S-IVB."

O S-IVB serviu como terceiro estágio do foguete Saturno V e segundo estágio no Saturno IB. Possuia um motor J-2. Para a missão lunar ele foi usado duas vezes: primeiro para a inserção em órbita após o corte do segundo estágio, e depois para a injeção trans lunar (TLI). Naquele momento, a NASA relatou que o estágio estava a 6.000 milhas (9.600 km) atrás.

Aldrin respondeu:

"E depois de alguns momentos decidimos que, após o observarmos (OVNI), era hora de dormir e não falar mais sobre isso até que voltássemos e passássemos pelo interrogatório."

Talvez um dia, um astronauta vivo, um herói se apresentará e, francamente, dirá o que viu e pelo que passou.

Um proeminente pesquisador de OVNI observou:

'Um desses caras – mais cedo ou mais tarde – tem que vir ao público. Este é um acobertamento cósmico da ordem mais alta."

O cientista da NASA, David Baker, disse:

"Havia muitas pessoas dentro do programa que saíram mais tarde e se convenceram de que os OVNIs existiam. Isso causou alguma preocupação por parte da NASA, onde eles conseguiram um acordo da equipe para nunca falar publicamente sobre essas coisas, por medo da ridicularização."


Assista abaixo um vídeo de uma entrevista como finado astronauta da NASA, Gordon Cooper, onde ele relata duas de suas experiências onde avistou OVNIs (Para informações de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


E a lista de astronautas que viram OVNIs não para por aí. São muitos mais, e abaixo está um artigo que fala de mais alguns que se  manifestaram, entre muitos que ainda se mantêm em silêncio:


Alguns avistamentos de OVNIs / UFOs por astronautas da NASA

Em 12 de setembro de 2006, um objeto anômalo é visto sendo refletido no visor do astronauta Joseph R. Tanner, da missão STS-115, enquanto ele acenava para uma câmera digital da sua colega astronauta, Heidemarie M. Stefanyshyn-Piper.

Toda a informação a respeito de alienígenas pode ser bem aceita a um público selecionado, mas para aqueles que não crêem, a história de astronautas da NASA que avistaram OVNIs pode vir como surpresa.  Um site anônimo, com o domínio syti.net, bem como vários outros sites na Internet, documenta vários astronautas que alegadamente fizeram declarações de terem encontrado OVNIs durante seu trabalho.

O Major Gordon Cooper foi um dos primeiros astronautas da missão Mercury e o último a voar no espaço sozinho.  Cooper deixou uma importante mensagem para a estação de rastreamento, Muchea, perto de Perth, na Austrália.  O astronauta relatou um avistamento de um objeto com brilho verde se aproximando de sua cápsula.  O OVNI foi detectado pelo seu radar, mas Cooper foi aconselhado a não comentar sobre o avistamento.  Ele também afirmou ter visto um outro OVNI, quase uma década antes do seu voo espacial, quando estava pilotando um Sabrejet F-86 sobre a Alemanha ocidental.  Cooper falou para as Nações Unidas, e em muitas ocasiões disse que os astronautas “vivem em segredo porque os Estados Unidos temem a reação da população”.

A luz verde surgiu novamente numa recente reportagem da CNN, no dia dois de janeiro de 2014.  Tom Watkins, da CNN, reportou sobre um agroglifo elaborado que foi encontrado na propriedade de um fazendeiro na Califórnia, a somente duas horas de carro ao sul de São Francisco.  Luzes verdes foram vistas e gravadas por um observador.  Muitas pessoas especulam entre o caso de serem alienígenas ou algo forjado. Porém, o agroglifo circular é similar em descrição à maioria de relatos de casos de OVNIs

Outros avistamentos de OVNIs de astronautas da NASA incluem o de Donald Slayton, que também foi um astronauta da missão Mercury.  Ele alega ter visto um OVNI durante um voo num caça P-51, em 1951, sobre Minneapolis. Primeiramente o objeto parecia para ele como uma pipa, mas logo deu para ver que objeto tinha a forma de disco.  Ele perseguiu o objeto até que o mesmo desapareceu.

O Major Robert White, em 1962, também relatou um avistamento de OVNI.  White estava testando um X-15 que também foi pilotado por Joseph A. Walker no mesmo ano.  Walker foi um piloto da NASA, cuja tarefa era a de realmente detectar OVNIs.  Ele alega ter filmado muitos avistamentos, embora as filmagens nunca foram liberadas.

Em 1973, o comandante da Missão Apolo 17, Eugene Ceman, declarou num artigo para o Los Angeles Times, que os OVNIs eram de “diferentes civilizações“.

Edward Higgins White (o primeiro estadunidense a fazer uma “caminhada espacial”) e James Mcdivitt em 1965, tiraram fotos de um OVNI metálico com longos braços.  Uma pessoa poderia imaginar que este era somente um objeto de outro país mais avançado.  Porém, mais astronautas relataram sobre a possibilidade de vida extraterrestre.

James Lovell e Frank Borman reportaram por rádio, enquanto no espaço durante seu voo de 14 dias em 1965: “Bogey, às 10 horas, ao alto“, ou seja: “Aeronave não identificada, ligeiramente à esquerda, numa posição elevada“.

Em 1969, Neil Armstrong e Edwin Aldrin relataram uma misteriosa experiência na Lua.  Abaixo, uma transcrição do que se alega ter sido transmitido:

NASA: O que está lá?  Controle da missão chamando Apolo 11.
Apolo 11: Estes ‘bebês’ são grandes, senhor!  Enormes!  Oh meu Deus!  Você não vai acreditar nisso!  Estou lhe dizendo que há outras espaçonaves lá, alinhadas no lado oposto da beira da cratera!  Eles estão na Lua nos vigiando!

Armstrong alegou que havia uma base na Lua e ele foi alertado pelos alienígenas a não permanecer por lá.  Ele não entrou em detalhes, mas indicou que a CIA estava por detrás do acobertamento.  Maurice Chatelain, em 1979, ex-Chefe de Sistemas de Comunicação da NASA, confirmou que Armstrong teria mesmo relatado ter visto os OVNIs.  Chatelain falou sobre o codinome ‘Santa Claus’ (Papai Noel), que começou a ser usado como resultado de Walter Schirra, da missão Mercury 8, ter atribuído o nome para qualquer avistamento de OVNI.  James Lovell deu continuidade a este termo e o declarou numa transmissão para que todo o público escutasse: “Por favor estejam informados que Papai Noel existe“.

Scott Carpenter, um astronauta, mergulhador e piloto de testes, foi um dos primeiros astronautas do Projeto Mercury da NASA, em 1959.  Ele teria declarado: “Em momento algum, quando os astronautas estavam no espaço, eles ficaram sós.  Havia uma constante vigilância pelos OVNIs“.

– Texto de Lindsey Alexander, traduzido e adaptado por n3m3 (OVNIHoje)

O histórico das missões espaciais, tanto estadunidenses quanto russas, estão repletas de relatos de OVNIs se aproximando dos astronautas/cosmonautas.  Certamente, estes indivíduos altamente treinados não iriam sair por aí inventando estórias.  A realidade é que há mesmo um fenômeno ainda não explicado, pelo menos para a população em geral, que para as missões espaciais ocorre desde seu início na década de 1950, e continua a ocorrer ainda nos dias de hoje.

Quem assiste constantemente a transmissão ao vivo pela Internet da Estação Espacial Internacional, pode muito bem respaldar este fato.  É só uma questão de tempo até que um objeto anômalo apareça no vídeo e a NASA corte a transmissão com sua famosa tela azul.

Fonte1

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

‘OUMUAMUA’ - OVNI é Monitorado Pelo Mais Potente Telescópio do Mundo

O mais potente telescópio do mundo, na Virgínia, Estados Unidos, está tentando detetar sinais de rádio do mais recente e misterioso objeto que entrou no nosso sistema solar, o 'Oumuamua'.

Foto meramente ilustrativa.

Há um objeto misterioso à deriva no espaço que tem uma forma semelhante a um charuto. Foi detetado pela primeira vez no sistema solar em outubro e agora o mais potente telescópio no mundo está tentando perceber que objeto é este e se é sinal de que há vida extraterrestre no espaço.

Recentemente chamado de ‘Oumuamua’, o objeto que entrou no sistema solar vindo do espaço interestelar tem cerca de 400 metros de comprimento, sendo dez vezes mais comprido que sua largura. Tem uma cor avermelhada, pouco pó e água, e deve ser primariamente rochoso ou metálico, segundo o jornal The Guardian.

Os cientistas que integram o projeto Breakthrough Listen, que procura sinais de vida para além da existente na Terra, disseram que o Green Bank Telescope, localizado na Virgínia, Estados Unidos, vai tentar detetar sinais de rádio vindos do ‘Oumuamua’ — a primeira fase de observações vai durar cerca de dez horas e vai capturar sinais em quatro ondas de rádio distintas.

"É muito provável que seja de origem natural, mas por ser tão peculiar, nós gostaríamos de verificar se há algum sinal de origem artificial, como emissões de rádio”, disse Avi Loeb, professor de astronomia na Universidade de Harvard e assessor do projeto Breakthrough Listen, acrescentando que “Se nós detetarmos um sinal que parece de origem artificial, vamos saber imediatamente”.

Muitos astrônomos creem que o objeto é um asteroide interestelar, mas a sua forma alongada é diferente de todas as outras verificadas na cintura de asteroides do nosso sistema solar, daí quererem monitorizar o objeto.

‘Oumuamua’ encontra-se agora duas vezes mais distante da Terra do que o Sol, mas ainda assim, o telescópio consegue detetar as transmissões. Loeb diz que não espera que o telescópio detete uma transmissão extraterrestre, mas que é melhor verificar.

"A probabilidade de ouvirmos alguma coisa é muito pequena, mas, se ouvirmos, vamos reportar imediatamente e tentar interpretar”, disse Leob.

O professor acha importante perceber se há realmente indicações de vida extraterrestre porque é uma questão fundamental da ciência, “talvez a mais fundamental”, tentar perceber se “estamos sozinhos?”.

O projeto Breakthrough Listen foi criado em 2015 e financiado por Yuri Milner para procurar evidências de sinais extraterrestres ao longo de, pelo menos, 10 anos.

Os investigadores não sabem como é que estes objetos tão longos podem surgir na cintura de asteroides e, ao estudarem ‘Oumuamua’ de perto, esperam aprender como se formam e se há outros no sistema solar — “Se for de origem natural, deve haver muitos mais”, afirmou Loeb. Assim, se o telescópio não detetar quaisquer sinais de vida, os astrónomos esperam que a investigação ajude a compreender melhor este corpo misterioso.


domingo, 26 de novembro de 2017

CENSURA! - As Bases Extraterrestres no Lado Oculto da Lua

Estruturas extraterrestres do outro lado da Lua que não deveriam existir. Esta poderia ser a principal razão pela qual não houve missões tripuladas na Lua nos últimos anos.


Nos últimos anos, um número anormalmente grande de altos funcionários do governo, ex-astronautas e oficiais militares falaram sobre OVNIs e formas de vida alienígenas que visitaram ativamente nosso planeta há milhares de anos.

Uma das nossas citações favoritas sobre a vida alienígena vem de Edgar Mitchell, o astronauta que participou da missão Apollo 14 em 1971 e o sexto homem a caminhar na lua. Mitchell disse que “depois de viajar no espaço, estou completamente seguro de que os alienígenas estão nos observando. Eu não sei quantos, onde e como eles fazem isso, mas olhando para nós; Vimos essas naves em todos os momentos. ”

No entanto, Mitchell não era o único astronauta que falava abertamente sobre extraterrestres. Edwin Eugene Aldrin, Jr., Alias ​​’Buzz’ Aldrin, um ex-astronauta e engenheiro americano, também falou sobre o fenômeno OVNI. Buzz Aldrin foi o piloto do módulo lunar da Apollo 11 e foi um dos dois primeiros terra humana na superfície da lua e a segunda pessoa a pisar em 21 de Julho 1969, 03:15:16 UTC

ALDRIN DISSE:

No Apollo 11 em direção à Lua, observei uma luz através da janela que parecia se mover ao nosso lado. Havia muitas explicações sobre o que poderia ser, além de outra nave espacial de outro país ou outro mundo: era o foguete do qual tínhamos separado ou os quatro painéis que se afastaram quando removemos o lander do foguete e estávamos preparados para narrar com as duas espaçonaves. Então, na vizinhança, afastando-se, havia quatro painéis. E estou convencido de que estávamos vendo o sol refletido em um desses painéis. Qual? Não sei. Então, tecnicamente, a definição pode ser “não identificada”.


A missão Apollo da NASA é considerada por muitas pessoas em todo o mundo como uma das maiores conquistas da humanidade e, por outro lado, como uma falha total. A verdade é que ninguém pode entender por que a NASA decidiu fechar o programa Apollo, que estava indo tão bem.



Fonte
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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Nasa Divulga Fotos Espetaculares de Júpiter


A sonda espacial Juno da NASA — depois de viajar quase três bilhões de quilômetros ao longo de cinco anos — se encontra em missão em Júpiter desde meados do ano passado e vive enviando à Terra dados relacionados com seus levantamentos e medições sobre o gigante gasoso, assim como muitas imagens inéditas do planeta.

A Juno demora 53 dias para percorrer Júpiter de um polo a outro e, de uns tempos para cá, ela vem realizando uma série de sobrevoos sobre a superfície e capturando muitas imagens do planetão. Tantas que, de acordo com Fiona MacDonald, do site Science Alert, a agência espacial decidiu compartilhar os arquivos com o público para que os amantes de astronomia pudessem ajudar a processar as fotos — e mostrar seus talentos.

As imagens que você vai ver a seguir são resultado dessa parceria da NASA com o público e, segundo Fiona, foram compartilhadas pela agência espacial ontem, dia 5 de setembro. As fotos originais não-processadas foram registradas pela sonda durante seu oitavo sobrevoo sobre a superfície jupteriana, batizado de Perijove 8, e você pode conferir através deste link. Mas, que tal dar uma olhada nas obras de arte que os dedicados membros do público conseguiram criar? Veja:

















Fonte

sexta-feira, 26 de maio de 2017

As Impressionantes Descobertas da Sonda da Nasa em Júpiter


Júpiter tem furacões do tamanho da Terra

As observações iniciais de Júpiter feitas pela sonda espacial Juno são "de tirar o fôlego", informam os cientistas da Nasa envolvidos na missão.

E o que mais os deixou perplexos até agora foram as gigantescas "tempestades" registradas nos polos dos planetas.

"Pense em um monte de furacões, cada um do tamanho da Terra, todos tão espremidos uns aos outros que chegam a se tocar", explica Mike Janssen, da agência espacial americana. "Até mesmo entre os pesquisadores mais experientes, essas imagens de nuvens imensas rodopiando têm impressionado muito."

A sonda Juno chegou ao quinto planeta do Sistema Solar em 4 de julho do ano passado. Desde então, ela tem se aproximado do planeta gasoso a cada 53 dias.

As primeiras conclusões derivadas dessas observações estão sendo divulgadas agora nas publicações científicas Science e Geophysical Research Letters.

A equipe da Nasa diz que o que se sabia previamente sobre Júpiter está sendo revisto com base nas novas descobertas.





"(Com) essa observação mais próxima, constatamos que várias ideias que tínhamos (sobre Júpiter) eram incorretas e até mesmo ingênuas", afirma Scott Bolton, principal pesquisador do Instituto de Pesquisa de San Antonio, no Texas.

Os grandes ciclones que cobrem as altas latitudes do planeta só agora estão sendo vistos em detalhes, porque as missões anteriores nunca conseguiram realmente olhar o planeta por cima e por baixo, como Juno tem conseguido - e, certamente, nenhuma teve resolução tão alta. É possível discernir até mesmo características que estão a apenas 50 km de distância.

As estruturas são muito diferentes daquelas encontradas nos polos de Saturno, por exemplo, e as razões disso ainda não são compreendidas.

Outra surpresa vem do Radiômetro de Micro-ondas (MWR na sigla em inglês) da Juno, que detecta o comportamento abaixo da superfície de nuvens. Seus dados indicam a presença de uma ampla faixa de amônia que vai do topo da atmosfera até a maior profundeza que se pode detectar - pelo menos 350 km para baixo. Ela pode ser parte de um grande sistema de circulação.

Mas a MWR mostra que a amônia em latitudes maiores pode ser muito mais variável.

"O que isso está nos dizendo é que Júpiter não está muito definido por dentro", diz Bolton. "Está completamente errada a ideia de que, uma vez que você vá além da luz solar, tudo será uniforme e tedioso. A realidade pode ser muito diferente dependendo de onde você olha."

A equipe que monitora a Juno selecionou alguns destaques entre as novas descobertas:

- Júpiter é 11 vezes maior que a Terra e 300 vezes mais pesado
- São necessários 12 anos terrestres para que Júpiter consiga fazer uma volta no Sol; um dia por lá tem 10 horas de duração
- Em sua composição, ele lembra uma estrela; é formado basicamente de hidrogênio e hélio
- Sob pressão, o hidrogênio se torna um fluido que conduz eletricidade
- O hidrogênio metálico é provavelmente uma fonte de campo magnético
- A maioria da superfície das nuvens contém amônia e sulfureto de hidrogênio
- As listras de Júpiter são criadas por ventos fortes de origem leste e oeste.
- A Grande Mancha Vermelha de Júpiter é um gigantesco vórtice de tempestade duas vezes maior que a Terra. Essa mancha será o tema da próxima etapa de investigação da sonda Juno


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Extraterrestres Não Deixaram Detonar Artefato Nuclear na Lua


Na década de 1950, o Coronel Ross Dedrickson foi responsável por manter um estoque de armamento nuclear para a Comissão de Energia Atômica dos EUA, e por acompanhar as equipes de segurança, inspecionando os armamentos, entre outras coisas. Como seu obituário declara:

Ele foi designado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Um longo serviço com a Comissão de Energia entre 1950 e 1958 incluiu deveres de contratos administrativos em locais de teste no estado de Nevada, Área de Testes Nucleares no Pacífico ao oeste do Havaí, fabricação e controle de qualidade de armamentos nucleares em Albuquerque, e inspeção de instalações nucleares e não nucleares por todo o país.  Ele serviu com a 5ª Força Aérea no Japão e mais tarde, como Coronel, foi o Oficial Encarregado do Comando Unificado do Pacífico, no ‘centro de controle e comando’ no Havaí. Em 1962, foi transferido e serviu como Encarregado de Materiais para a 832ª Divisão Aérea da Base Canon da Força Aérea, em Clovis, Novo México. Ele se aposentou da Força Aérea em 1964.

Dedrickson está entre um de centenas de militares delatores com histórico confirmado que foi apresentado pelo Disclosure Project do Dr. Steven Greer. Seu testemunho sobre OVNIs – especificamente sobre os OVNIs e os armamentos nucleares – pode ser corroborado por uma gama de informações e evidências que está disponível dentro do domínio público. Muitos delatores fizeram apresentações no National Press Club, numa tentativa de difundir esta informação pelo mundo, com o maior exemplo sendo a Audiência de Cidadãos para o Desacobertamento, que ocorreu há poucos anos (2014).

Com tal histórico profissional, trabalhando nos lugares onde trabalhou, é seguro dizer que ele teve acesso a informações sensíveis sobre vários assuntos. Este não é somente um delator militar aleatório do alto escalão, falando a respeito de assuntos aleatórios. Há muitos delatores e documentos claramente delineando um relacionamento de décadas entre OVNIs e instalações de armazenamento de armas nucleares e locais de testes.

Um número desses incidentes possui confirmação visual, junto com confirmações por radar de solo e de ar também.

Na entrevista abaixo, Dedrikson explica como o governo dos EUA tentou detonar um armamento nuclear na Lua, mas foram impedidos de fazê-lo.

No que diz respeito à imprensa corporativa, é conhecimento público que um relatório anteriormente secreto do Centro de Armamentos Nucleares da Força Aérea, de junho de 1959, mostra o quão seriamente eles consideraram o plano, chamado Projeto A119. Em geral, eles queriam investigar a capacidade dos armamentos no espaço, bem como ganhar mais informações sobre o ambiente do espaço e a detonação de dispositivos nucleares dentro dele.

É interessante como o mundo é tão envolvido em programas de TV, tais como Strange Things (Coisas Estranhas), os quais mostram o Departamento de Energia e seu envolvimento com criaturas de outros mundos e outros estranhos fatos, todavia estão dispostos a ignorar um Coronel estadunidense que trabalhou em cargos sensíveis no Departamento de Energia por anos, na época quando todo esse desenvolvimento nuclear estava a todo o vapor. Ele é real e é interessante pensar sobre o que ele realmente poderia saber.

Ele declarou:

Também descobri sobre incidentes envolvendo armamentos nucleares, e entre estes incidentes estavam um par de armamentos nucleares enviados ao espaço que foram destruídos pelos extraterrestres…  Bem no final da década de 70 e no começo da década 80, tentamos colocar um armamento nuclear na Lua e explodi-lo para mensurações científicas e outras coisas, o que não foi aceito pelos extraterrestres.  Eles destruíram os armamentos antes de chegarem na Lua.

Veja abaixo vídeo em inglês de uma entrevista com o Coronel aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos, Ross Dedrickson (Para instruções de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):