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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Tubarão morde nadador e se recusa a soltá-lo. (IMAGENS FORTES)


Ervin Maccarty contou que teve muita dificuldade de voltar ao barco, pois o predador não queria soltá-lo.

"Pensei que ia morrer […] Finalmente voltei ao barco e o vídeo conta o resto da história", diz a vítima da mordida de tubarão ao portal Metro.


domingo, 7 de janeiro de 2018

Equador: Mar Recua e Deixa Habitantes Receosos

Crédito da imagem: David Lainez / Twitter.
Habitantes da localidade de Santa Rosa, na subdivisão Salinas da província de Santa Elena, e Bahía de Caráquez, em Manabi, todos na costa do Pacífico do Equador, ficaram alarmados no momento em que o mar recuou a mais de 100 metros da costa, informa Actualidad.RT .

Várias fotografias do fenômeno circularam nas redes sociais, que os usuários associaram ao que ocorre antes de um tsunami.

No entanto, o Instituto Oceanográfico da Marinha (Inocar) excluiu que fosse um tsunami. Em um comunicado, eles explicaram que até sexta-feira, 5 de janeiro, haverá marés de sicigia ou aguajes, e que foi precisamente isso que causou a retirada do mar.

De 2 a 5 de janeiro de 2018, houve um nível máximo de água que também coincide com o periélio (quando a Terra está mais próxima do Sol).

O comunicado ainda diz:

Essa coincidência, além dos fatores oceanográficos e atmosféricos que contribuíram para a diminuição do nível do mar, causou nestes dias em alguns setores da costa um recolhimento do mar, que não é comum.
Crédito da imagem: Noticiero 24 Horas.

Mas seria este realmente um fenômeno causado como resultado da Terra estar mais perto do sol?

E quanto a toda a água do oceano que desapareceu misteriosamente das praias no ano passado no Brasil, nas Bahamas, no Uruguai, no México, e também a água em muitos lagos e rios, como o Mississippi, lago da Geórgia, PA Lake que de repente desapareceu?


A água nos oceanos, lagos e rios simplesmente não desaparecem, a menos que algo esteja acontecendo, e não estão nos contando a verdade sobre esse “fenômeno”.

Muito provavelmente, o que está acontecendo aqui nesses casos é um fenômeno natural, embora muito incomum. Todavia, não custa ficarmos atentos, pois quando uma série de fenômenos incomuns, mesmo naturais, ocorrem em sequência, pode ser um alarme de que algo está desequilibrado.


sexta-feira, 4 de março de 2016

Encontros imediatos no Afeganistão


Muito antes do Afeganistão ter se associado com a “Guerra Contra o Terror”, coisas estranhas e misteriosas estavam acontecendo nos céus daquele país.  E isso chegou a tanto, que o Departamento de Estado dos EUA ficou interessado no assunto.

Estamos falando de OVNIs.  Estamos também falando de arquivos anteriormente secretos sobre o assunto, os quais foram liberados sob a legislação de Liberdade da Informação.  Em 04 de fevereiro de 1981, um certo Sr. Archard – reportando para a Embaixada dos EUA em Aslamabad, Paquistão – preparou um documento intitulado “Close Encounters in Afghanistan” (Encontros Imediatos no Afganistão).  Trata-se de um documento que possui um tema distinto sobre OVNIs, mas que também endereça à questão dos OVNIs poderem ser dispositivos secretos da antiga União Soviética.  Seja lá qual for a verdade, tudo começou em 1980, e continuou a preocupar as autoridades estadunidenses em 1981.

Archard escreveu:

“Estou convencido que há substância em muitos dos relatos de viajantes do Afeganistão, de que o Exército Vermelho esteja usando lá um tipo de luz de alta intensidade e muito poderosa.  A luz pode ser usada em conexão com a defesa de perímetro e/ou segurança nas estradas.  Ouvimos e reportamos relatos deste fenômeno desde setembro, primariamente de jornalistas e aventureiros.  Estes descreveram estranhas luzes iluminando amplas porções – tipicamente muito de, ou mais do que, um quarto (25%) – do céu do Afeganistão.  Os locais dos avistamentos reportados a nós têm sido Ghazni (agosto de 1980), Nuristan (setembro de 1980) e Khost (janeiro de 1981).

A documentação do Departamento de Estado continua com o seguinte:

“Relatos possuem em comum as mais brilhantes das luzes, as distâncias das quais elas são discerníveis, e o tamanho das áreas que elas parecem iluminar (mais – talvez muito mais – do que 5 milhas (8 km) em diâmetro).  Relatos diferem; alguns falam sobre fachos estreitos que são comparados com lasers ou luzes de holofotes, como parte do fenômeno.  A maioria, porém, fala de iluminação mais difusa.  Relatos também diferenciam quanto ao fato das luzes vagarosamente se encherem ou minguarem, ou alcançarem a intensidade máxima e desligarem instantaneamente.”

Archard notou este estranho estado das coisas:

“Tenho sido cético sobre as histórias que possuem OVNIs, até que o produtor da NBC, Joe DeCola, retornou de Paktia no mês passado.  Acabei conhecendo Decola bem e o considero um observador cuidadoso e preciso.  Enquanto ele estava passando por Khost (Matun), por volta de primeiro de janeiro, DeCola e sua equipe ‘viram a luz’.  Naquele momento eles estavam a 12 milhas (19 km) ao sul da guarnição militar de Khost.  Quando eles perceberam, a luz parecia ter uma grande intensidade.”

Archard adicionou que a primeira impressão, tanto de Decola quanto de sua equipe, foi que “…ela estava suspensa por um helicóptero, o qual estava procurando por eles. Ela não se moveu, porém, não havia nenhum motor de aeronave ou ruído perceptível.  Eles deixaram a área tão rapidamente quanto possível, mas tinham certeza que a luz permaneceu visível e estacionária por pelo menos 20 minutos.  A impressão de DeCola foi que a luz era gerada por uma fonte aérea à uma altitude de dezenas de metros.  Devido ao fato dela não se mover, e não haver barulho de motor, ele acha que ela poderia estar sendo suspensa por um balão. Como outras testemunhas, ele reportou estar nervoso pela intensidade e magnitude das luzes e imagina se ela era intencionada a primariamente assustar atacantes em potencial.”

Archard perguntou a Decola se ele – DeC0la – pensava ser possível que a luz poderia estar vindo de “…algo como tochas de magnésio, como são usadas pelo exército dos EUA.  Ele estava seguro que não, pois não havia nenhum movimento e a duração era longa demais.  Quanto aos morteiros lançadores de chama, não havia nenhuma explosão…”

Archard teve o seguinte a dizer sobre o início de fevereiro de 1981:

“Outra história mais específica veio em 3 de fevereiro, do francês Dominique Vargas, com base num avistamento próximo de Asadabad, Kunar, em setembro. Vargas, um fotógrafo profissional, que parecia ter um histórico em ciência e também militar, alega que a luz que viu era ‘mais fria e mais branca’ do que uma luz de tungstênio, que queimaria a 3.500 Kelvin.  À primeira vista, a luz iluminou um diâmetro mínimo de 5 a 10 quilômetros, no que ele descreve como sendo uma forma hemisférica perfeitamente traçada.  O período de iluminação foi de aproximadamente 15 minutos, com o período de maior intensidade começando instantaneamente e durando dois a três minutos.  Subsequentemente, o tamanho do hemisfério iluminado expandiu dramaticamente, enquanto a intensidade da luz dentro dele diminuiu gradualmente até nada.  Vargas pensou que a fonte de luz não estava no ar, pois isto teria produzido uma forma mais do que hemisférica.  Como DeCola, Vargas não escutou nenhum barulho associado com a luz.”

Archard fechou com o seguinte:

“De forma interessante, o fenômeno da luz noturna sobre as Colinas Margala de Islamabad foram vistas por diplomatas e outros há alguns meses, e reportadas na imprensa.  Pensamos que esta era provavelmente uma luz se movendo, da escola clássica dos OVNIs, e não relacionada aos avistamentos do Afeganistão”.

OVNIs genuínos?  Algum tipo de armamento ou aparelho secretos dos soviéticos?  Seja lá qual for a resposta, esta não está nos arquivos do Departamento de Estado dos EUA.  O fenômeno ainda permanece inexplicável.

Fontes: 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Exploradores submarinos encontram "ESTRANHA CRIATURA" - [VÍDEO]

Vejam só que criatura mais estranha que foi encontrada no fundo do mar. Se encontramos coisas assim na própria Terra, que outras diversidades poderemos encontrar por este Universo afora?


Enquanto há uma escassez de ideias loucas na ficção científica sobre como as criaturas de outros planetas poderiam se parecer, muitas criaturas estranhas e notáveis podem ser encontradas bem aqui na Terra.

Recentemente, uma equipe do Nautilus Live expedition, pilotando remotamente um veículo submarino, encontrou uma das mais fascinantes e diferentes formas de vida no mundo: um raro sifonóforo violeta, passeando nas profundezas do oceano. Até mesmo os experientes exploradores, acostumados com animais marinhos exóticos, tiveram dificuldades em aceitar se o que estavam vendo era real.

“Uau, Ok, isso é impressionante”, diz o operador do veículo. “Eu não posso acreditar que isso seja uma criatura viva.”

Espantosamente, embora isto se pareça como um único animal similar à uma água vida, ele é na verdade uma colônia feita por milhares de organismos individuais, chamados zooides; cada um contribuindo para o todo. Porém, mas do que somente sua aparência extraterrestre, esta coloração violeta também é fora da normalidade.

H.H. Helm, escritor para o Deep Sea News disse: “Para mim, a melhor parte da ciência são coisas como esta: ver algo que tira seu fôlego por completo. Mesmo após estudar animais como este por cinco anos, este vídeo me deixou pasmo. O animal capturado na filmagem, descrito de forma simples, é impressionante”.

Veja abaixo o vídeo em HD, mostrando esta estranha criatura com mais detalhes:


Fontes: 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

‘Comissão da Verdade’ - Monstro de Lago na Islândia realmente existe [VÍDEO]

Lagarfljótsormurinn, a serpente gigante que alegam habitar o lago Lagarfljót, próximo de Egilsstaðir, no leste da Islândia, realmente existe, como anunciado no sábado passado (23/8) pela maioria de uma ‘Comissão da Verdade’, que foi estabelecida em 2012 pelo Conselho Municipal de Fljótsdalshérað.


À Comissão, foi dada a tarefa de determinar se o vídeo do alegado monstro, que foi filmado por Hjörtur E. Kjerúlf, e que se tornou viral, era autêntico, e se ele era digno de um prêmio de ISK 500,000 (US 4.300, EUR 3.300)

“Contaram-me sobre a conclusão da comissão e eu gostaria de dizer que estou extremamente contente em confirmar que a maioria da comissão estava certa“, disse Hjörtur

Enquanto concluía que o vídeo de Hjörtur era autêntico, a Comissão determinou que uma foto tirada por Sigurður Aðalsteinsson, que também tinha entrado com um requerimento ao dinheiro, não mostrava a serpente real.

Hjörtur fez a filmagem a partir da janela de sua cozinha, na fazenda Hrafnkelsstaðir, em Fljótsdalur, numa manhã de fevereiro de 2012. O vídeo foi originalmente publicado no site da empresa de TV nacional RÚV e, após ser reportado pelo Iceland Review, foi republicado múltiplas vezes.

Agora o vídeo já foi assistido por aproximadamente 8 milhões de vezes e isso incentivou as equipes de filmagem do mundo todo a irem até o lago na Islândia em busca da serpente.

O ex-prefeito de Austur-Hérað prometeu o prêmio em 1997 para a pessoa que apresenta evidências da existência da serpente Lagarfljótsormurinn. Após Hjörtur e Sigurður alegarem direito ao prêmio, a comissão da verdade foi estabelecida.

A comissão também recomendou que mais estudos fossem feitos a respeito do Lagarfjótsormurinn.

Além do prêmio de ISK 500.000, Hjörtur recebeu outro prêmio de ISK 50.000 da cooperativa local de turismo, Þjónustusamfélagið Fljótsdalshéraði, por ter divulgado em seu vídeo a região como sendo um destino turístico.

Assista o vídeo:


Fontes: 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Pilotos avistam estranho fenômeno emergindo das profundezas do Pacífico


Recentemente, o comandante de um voo entre Hong Kong e Anchorage avistou um brilho avermelhado intenso nas águas da Península de Kamchatka, enquanto sobrevoava o Oceano Pacífico. JPC van Heijst afirmou que foi a experiência mais aterrorizante de sua carreira como piloto comercial.

Segundo relato oficial, na quinta hora de voo, piloto e copiloto viram espantados um brilho intenso saindo das águas do oceano em direção ao céu. “Parecia um raio...Nunca vi nada igual”, declarou o comandante. Apesar de não ter recebido nenhum aviso de possíveis tempestades elétricas na rota, van Heijst decidiu fazer a travessia prevenido contra eventuais fenômenos atmosféricos. “Resolvi fazer algumas fotos do céu noturno e do estranho brilho verde que cobria todo o hemisfério norte”, explicou o piloto, que 20 minutos depois avistou o intenso brilho vermelho alaranjado, “o que foi muito estranho porque, supostamente, não havia nada além de um oceano sem fim, abaixo do avião”, segurou.

“Quanto mais nos aproximávamos, mais intenso era o brilho que iluminava as nuvens e o céu”, descreveu van Heijst. Fiquei muito assustado, pois o aeroporto mais próximo estava a praticamente duas horas de voo do local e não tínhamos outra alternativa senão sobrevoar a luz desconhecida. Reportamos tudo ao Controle de Tráfego Aéreo, que abriu uma investigação sobre o ocorrido”, finalizou o comandante. Entretanto, existem especulações que a origem do brilho pode ter sido causada pela explosão de um vulcão submarino.

Veja mais imagens neste vídeo postado no Youtube:

terça-feira, 3 de junho de 2014

Pesquisadores enviarão satélite para monitorar Triângulo das Bermudas


Uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Astrofísica de Bolonha, na Itália, trabalha em um projeto com o objetivo de comprovar a hipótese de que a causa da anomalia conhecida como o Triângulo das Bermudas está no espaço sideral. Segundo o diretor do projeto, Riccardo Campana, um satélite será enviado ao local para monitorar e medir com regularidade a região misteriosa do oceano, conhecida academicamente como “Anomalia do Atlântico Sul”.

O Triângulo das Bermudas tem suas vértices nas Ilhas de Bermudas, Porto Rico e na Flórida, e é mundialmente famoso por ser uma zona anômala. O que a maioria das pessoas não sabe é que os fenômenos anormais se estendem a regiões localizadas a centenas de quilômetros da superfície terrestre. São inúmeros os relatos feitos por astronautas e cosmonautas que afirmam ter visto clarões enquanto sobrevoavam a área no exato momento em que os instrumentos eletrônicos de voo passaram a não funcionar corretamente.

Medições anteriores de satélite foram capazes de mostrar que o cinturão de Van Allen (região interior de radiação da Terra onde as partículas carregadas estão concentradas) encontra-se a uma distância mais curta do planeta exatamente sobre a região do Triângulo das Bermudas. Os cientistas especulam que a variação do cinturão sobre essa zona poderia causar a anomalia e os consequentes mistérios ocorridos no local, como o desaparecimento de navios e aviões e a aparição de diversos navios fantasmas.

Além disso, o satélite dos pesquisadores italianos tentará confirmar os dados obtidos a partir de pesquisas anteriores, segundo as quais a zona de anomalia estaria se movendo para o Golfo do México.

Fonte: RT

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Caracol é considerado o animal mais VENENOSO do mundo

Seu veneno é um coquetel de moléculas peptídicas neurotóxicas.


Vamos admitir, as conchas dos caracóis marinhos são verdadeiras  obras de arte, possuindo uma combinação de cores que hipnotiza qualquer pessoa, mas, quando estivermos falando do caracol-do-cone é melhor você correr. Pegar nele? Nem pense nisso!

Essa espécie de caracol, cujo nome científico é Connus pannaeus possui um veneno poderosíssimo formado por centenas de compostos, muitos deles encontrados até em venenos de cobra. Possui um substância que é particularmente centenas de vezes mais potente que a morfina. Pesquisas revelam que apenas uma gota do veneno desse “dócil” animal é suficiente para matar 20 pessoas adultas.

Apesar de terrível ele não é uma descoberta científica recente, a cerca de 25 anos os cientistas da Universidade de Utah isolaram a molécula do veneno desse caracol  e constataram que possuía um poder analgésico nos humanos. Os estudos não pararam por aí, esse só foi o ponta pé inicial de uma série de estudos que duraram mais de 20 anos para conseguirem sintetizar em laboratório o mesmo composto que atualmente é utilizado em um novo fármaco, chamado de Prialt (princípio ativo é a ziconotida).

Umas das grandes  vantagens desse novo medicamento é seu absurdo poder analgésico, sendo classificado como mil vezes mais potente que a morfina. O grande problema da morfina é o seu poder de viciamento por ser uma molécula opióide, derivado de ópio. Já a ziconotida não possui efeito viciante.

Muitas das moléculas que compõem o seu veneno ainda não possuem estudos que provem ou indiquem suas respectivas ações, porém, existem cerca de 6 tipos de toxinas que são bastante estudadas e suas ações no corpo humano são completamente elucidadas.

O caracol-do-cone possui um “dente” formado por quitina possuindo aspecto de um arpão cheio de microfarpas. O veneno é injetado de modo absolutamente rápido e não existe nenhuma espécie de antídoto para quem for “picado”. Foto: Reprodução/WikipédiaCommons

É importante salientar que esse veneno pode ser retirado de todos os caracóis do gênero Conus. O gene responsável pela fabricação do veneno parece ter sofrido uma mutação ao longo das gerações o que proporciona ao animal produzir suas toxinas rapidamente e com uma variedade espantosa de moléculas.

O veneno pode ser retirado dos caracóis mortos ou com o caracol vivo. O grande problema de se retirar sua glândula após a morte é que dentro dela possui uma infinidade de milhares de compostos que muitas vezes não são usados pelo caracol para matar a presa e isso dificuldade a isolação dos principais princípios ativos. Já a retirada do veneno do caracol vivo também é complicado porque não é fácil lidar com um animal grande, extremamente perigoso e que não libera as toxinas facilmente.

A ação de suas neurotoxinas nos faz pensar que suas vítimas (moluscos e peixes) não sintam dor. Como a inserção do veneno na presa é de forma rápida, paralisando-o eficazmente e, logo em seguida, a ação poderosa de seus analgésicos entram em ação, a presa poderá ser engolida e se sentir nas nuvens por estar sob ação alucinógena e analgésica.

Confira no vídeo abaixo:




segunda-feira, 31 de março de 2014

Gigante criatura do Cambriano é desenterrada na Groenlândia

Fósseis de gigantes que nadavam nos oceanos mais de 500 milhões anos atrás foram descobertos na Groenlândia.


O estudo descreveu como as espécies estranhas, chamadas Tamisiocaris borealis, usavam enormes peças faciais especializadas em filtrar plâncton – semelhante à maneira como algumas baleias modernas se alimentam hoje.

As criaturas viveram 520 milhões anos atrás, durante o Cambriano Inferior, um período em que todos os principais grupos de animais e ecossistemas complexos surgiram.

Eles nadavam com retalhos de ambos os lados do corpo e tinham grandes apêndices na frente de suas bocas que podiam ser usadas para capturar presas maiores, como trilobites.

No entanto, os fósseis recém-descobertos revelam que esses predadores eventualmente evoluíram seus apêndices, os usando como um aparelho de filtragem. Isto significa que os animais podiam varrer a água e prender pequenos crustáceos e outros organismos pequenos em uma espécie de rede.

O autor principal, Dr. Jakob Vinther, professor de macro-evolução na Universidade de Bristol, disse: “Esses artrópodes primitivos eram, ecologicamente falando, os tubarões e baleias da época cambriana.


A fim de entender completamente como o Tamisiocaris se alimentava, os pesquisadores criaram uma animação  em 3D para explorar a gama de movimentos que eles podem ter usado (vídeo acima). 

Fontes:


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

NOVAS ESPÉCIES descobertas nos Mares do Extremo Oriente

Verme conhecido como Alitta virens
Os cientistas do Extremo Oriente russo descobriram nos últimos anos mais de trezentas novas espécies marinhas de águas profundas, informou Andrei Adrianov, diretor do Instituto de Biologia Marinha da filial do Extremo Oriente da Academia das Ciências Russa (ACR), no fórum internacional Natureza sem Fronteiras, em Vladivostok.

Foram especialmente produtivas as investigações das zonas de águas profundas da fossa das Curilhas-Kamchatka. Os cientistas descobriram, a uma enorme profundidade de mais de cinco quilômetros, verdadeiros oásis de vida. Para bordo dos navios de expedição foram içados mais de setecentas espécies de habitantes marinhos. Cerca de metade deles era antes desconhecida pela ciência. As fossas profundas dos mares orientais são afinal ricas em múltiplas formas de vida. Os estudos realizados há vários anos no mar do Japão, se bem que a menor profundidade, também tinham sido produtivos: foram detectadas mais de 200 novas espécies, sobretudo invertebrados. Essas descobertas criam novas oportunidades para o desenvolvimento da farmacologia e para a obtenção de novos tipos de medicamentos, diz o perito do Instituto de Oceanologia da ACR Mikhail Flint:
Neste momento todo o espectro de antibióticos que obtemos de fontes terrestres não é suficientemente eficaz. A fauna marinha, incluindo a que é recolhida nas profundezas, desligada dos processos que ocorrem na superfície terrestre, resulta em toda uma série completamente inovadora de fármacos que já estão a ser sintetizados em condições laboratoriais. Dessa forma eles serão largamente difundidos. Além disso, algumas espécies animais poderão possivelmente ser cultivadas. Nesse caso iremos obter culturas que podem ser usadas na produção de fármacos biologicamente ativos e importantes para nós.
Os cientistas contam obter novos antibióticos, e compostos químicos que reforçam a ação dos antibióticos, dos organismos que vivem nas profundezas oceânicas e nos recifes de corais, assim como novos venenos que, em doses pequenas, podem ser usados para bloquear processos indesejáveis que ocorrem no organismo humano. No fórum de Vladivostok foram debatidas as questões da monitorização na área da usina nuclear japonesa de Fukushima I e da influência das descargas radioativas da usina avariada sobre a flora e a fauna marinhas. O Estado deve reforçar o seu controle sobre a qualidade dos recursos marinhos dos mares do Extremo Oriente. Agências governamentais como a Rosrybolovstvo e a Rospotrebnadzor devem assegurar a proteção contra a poluição radioativa e excluir a própria possibilidade ocasional do consumo de pescado contaminado, sublinha o vice-presidente do Comitê para os Recursos Naturais e Ambiente da Duma de Estado Maxim Shingarkin:
Sem dúvida que é indispensável reforçar o controle. O Japão reduziu em dez vezes os limites da presença de substâncias radioativas nos produtos alimentares. Na realidade ele acabou por capitular na questão da defesa dos interesses da população do país no que respeita à presença de radionuclídeos nos produtos de origem marinha.”
O biólogo Alexander Semenov e uma das criaturas fotografadas por ele e sua equipe
Os cientistas russos consideram que também deve ser reforçada a vigilância por satélite de um fenômeno como as circulações sinóticas no oceano. Se trata da interação do oceano com a atmosfera que influencia o movimento das massas de água. São alterações a uma escala de dezenas a centenas de quilômetros. É necessários vigiá-las para registar as possíveis poluições transfronteiriça s nos mares do Extremo Oriente.

Fonte: ruvr.ru


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Fukushima libera 300 toneladas de água radioativa no mar

A usina de energia nuclear Fukushima Daiichi, que foi duramente afetada pelo tsunami de 2011, pode estar liberando 300 toneladas de água radioativamente contaminada para o oceano diariamente, desde a época do incidente, informou um funcionário do governo nesta quarta-feira.

A estimativa é a primeira tentativa do governo de quantificar a seriedade da situação, depois que a operadora da usina, a Tokyo Electric Power Co. (Tepco) ter divulgado que os níveis de radiação em águas subterrâneas tem aumentado nos últimos meses. Mais cedo, o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe disse que o governo vai ter um papel mais proativo para evitar que água contaminada vá para o mar.

A usina Fukushima Daiichi registrou a fusão de três de seus reatores em março de 2011, liberando elementos radioativos em toda a região, o que configurou um dos piores acidentes nucleares do mundo. A expectativa é que sejam necessários 40 anos para a limpeza do local, a um custo de trilhões de ienes;

Até pouco tempo atrás, a Tepco dizia que mantinha a água radioativa na região da usina e que havia sido bem sucedida em evitar que essa água fosse para o oceano. Reguladores nucleares japoneses contestaram a afirmação e a Tepco recentemente admitiu que provavelmente parte da água contaminada estava vazando para o mar, embora não soubesse em que quantidade.

O governo do Japão disse que vai intervir para combater vazamentos de água contaminada de Fukushima e estuda financiar um projeto multibilionário para corrigir o problema, por meio de uma parede que impeça a passagem da água subterrânea. Fonte: Dow Jones Newswires e Associated Press. 



quarta-feira, 29 de maio de 2013

Cientistas conseguem filmar Sereias durante mergulho em um mini-submarino


Depois do documentário que ganhou o carimbo de falso pelo Discovery, pelo Animal Planet e por muita gente ao redor do mundo. Os cientistas que tiveram as provas supostamente apreendidas pela Marinha, resolveram pesquisar mais a fundo. Então, no dia 6 (seis) de março de 2013, portanto este ano, dentro de um mini-submarino, mergulhando na região da Groenlândia, o inusitado, a lenda, o mito supostamente resolveu provar que é muito mais real do que pensam nossos grandes e ortodoxos cientistas.

Para assistir ao documentário citado acima, clique aqui.

Desta vez, estes dois cientistas, Dr. Torstein Schmidt e seu colega simplesmente conseguiram supostamente filmar não só todo um "cardume" de sereias passando pelo mini-submarino, como gravaram o momento inusitado em que uma delas toca o vidro do mini-submarino, deixando-se ver claramente.

Assista ao vídeo (que infelizmente está em ingles!) e tire suas próprias conclusões.


Fonte do vídeo: owji

Saiba mais: