Ervin Maccarty contou que teve muita dificuldade de voltar ao barco, pois o predador não queria soltá-lo.
"Pensei que ia morrer […] Finalmente voltei ao barco e o vídeo conta o resto da história", diz a vítima da mordida de tubarão ao portal Metro.
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| Crédito da imagem: David Lainez / Twitter. |
Essa coincidência, além dos fatores oceanográficos e atmosféricos que contribuíram para a diminuição do nível do mar, causou nestes dias em alguns setores da costa um recolhimento do mar, que não é comum.
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| Crédito da imagem: Noticiero 24 Horas. |
“Estou convencido que há substância em muitos dos relatos de viajantes do Afeganistão, de que o Exército Vermelho esteja usando lá um tipo de luz de alta intensidade e muito poderosa. A luz pode ser usada em conexão com a defesa de perímetro e/ou segurança nas estradas. Ouvimos e reportamos relatos deste fenômeno desde setembro, primariamente de jornalistas e aventureiros. Estes descreveram estranhas luzes iluminando amplas porções – tipicamente muito de, ou mais do que, um quarto (25%) – do céu do Afeganistão. Os locais dos avistamentos reportados a nós têm sido Ghazni (agosto de 1980), Nuristan (setembro de 1980) e Khost (janeiro de 1981).
“Relatos possuem em comum as mais brilhantes das luzes, as distâncias das quais elas são discerníveis, e o tamanho das áreas que elas parecem iluminar (mais – talvez muito mais – do que 5 milhas (8 km) em diâmetro). Relatos diferem; alguns falam sobre fachos estreitos que são comparados com lasers ou luzes de holofotes, como parte do fenômeno. A maioria, porém, fala de iluminação mais difusa. Relatos também diferenciam quanto ao fato das luzes vagarosamente se encherem ou minguarem, ou alcançarem a intensidade máxima e desligarem instantaneamente.”
“Tenho sido cético sobre as histórias que possuem OVNIs, até que o produtor da NBC, Joe DeCola, retornou de Paktia no mês passado. Acabei conhecendo Decola bem e o considero um observador cuidadoso e preciso. Enquanto ele estava passando por Khost (Matun), por volta de primeiro de janeiro, DeCola e sua equipe ‘viram a luz’. Naquele momento eles estavam a 12 milhas (19 km) ao sul da guarnição militar de Khost. Quando eles perceberam, a luz parecia ter uma grande intensidade.”
“Outra história mais específica veio em 3 de fevereiro, do francês Dominique Vargas, com base num avistamento próximo de Asadabad, Kunar, em setembro. Vargas, um fotógrafo profissional, que parecia ter um histórico em ciência e também militar, alega que a luz que viu era ‘mais fria e mais branca’ do que uma luz de tungstênio, que queimaria a 3.500 Kelvin. À primeira vista, a luz iluminou um diâmetro mínimo de 5 a 10 quilômetros, no que ele descreve como sendo uma forma hemisférica perfeitamente traçada. O período de iluminação foi de aproximadamente 15 minutos, com o período de maior intensidade começando instantaneamente e durando dois a três minutos. Subsequentemente, o tamanho do hemisfério iluminado expandiu dramaticamente, enquanto a intensidade da luz dentro dele diminuiu gradualmente até nada. Vargas pensou que a fonte de luz não estava no ar, pois isto teria produzido uma forma mais do que hemisférica. Como DeCola, Vargas não escutou nenhum barulho associado com a luz.”
“De forma interessante, o fenômeno da luz noturna sobre as Colinas Margala de Islamabad foram vistas por diplomatas e outros há alguns meses, e reportadas na imprensa. Pensamos que esta era provavelmente uma luz se movendo, da escola clássica dos OVNIs, e não relacionada aos avistamentos do Afeganistão”.
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| Verme conhecido como Alitta virens |
“Neste momento todo o espectro de antibióticos que obtemos de fontes terrestres não é suficientemente eficaz. A fauna marinha, incluindo a que é recolhida nas profundezas, desligada dos processos que ocorrem na superfície terrestre, resulta em toda uma série completamente inovadora de fármacos que já estão a ser sintetizados em condições laboratoriais. Dessa forma eles serão largamente difundidos. Além disso, algumas espécies animais poderão possivelmente ser cultivadas. Nesse caso iremos obter culturas que podem ser usadas na produção de fármacos biologicamente ativos e importantes para nós.”
“Sem dúvida que é indispensável reforçar o controle. O Japão reduziu em dez vezes os limites da presença de substâncias radioativas nos produtos alimentares. Na realidade ele acabou por capitular na questão da defesa dos interesses da população do país no que respeita à presença de radionuclídeos nos produtos de origem marinha.”
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| O biólogo Alexander Semenov e uma das criaturas fotografadas por ele e sua equipe |
Desta vez, estes dois cientistas, Dr. Torstein Schmidt e seu colega simplesmente conseguiram supostamente filmar não só todo um "cardume" de sereias passando pelo mini-submarino, como gravaram o momento inusitado em que uma delas toca o vidro do mini-submarino, deixando-se ver claramente.