Mostrando postagens com marcador Protesto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Protesto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Revista Francesa revela a VERDADE que o GOVERNO BRASILEIRO tenta ESCONDER!

12 Páginas de uma Revista Francesa (France Football) que resumem o Brasil em todos os sentidos.



A VERDADE NUA E CRUA

- Apesar do lema brasileiro: “Ordem e Progresso”, o que menos se vê na preparação deste mundial, é Ordem ou Progresso.

- A FIFA não pediu o Brasil para sediar a Copa, foi o Brasil que procurou a FIFA e fez a proposta.

- A corrupção no Brasil é endêmica, do povo ao governo.

- A burocracia é cultural, tudo precisa ser carimbado, gerando milhões para os Cartórios.

- Tudo se desenvolve a base de propinas.

- Todo o alto escalão do governo Lula está preso por corrupção, mas os artistas e grande parte da população acham que eles são honestos, e fazem campanhas para recolher dinheiro para eles.

- Hoje, tudo que acontece de errado no Brasil, a culpa é da FIFA, antes era dos EUA, já foi de Portugal, o brasileiro não tem culpa de nada.

- O Brasileiro dá mais importância ao futebol do que à política.

- O Brasileiro elege jogadores de futebol para cargos públicos.

- Romário (ex-Barcelona) é hoje deputado. Aproveita o descontentamento com a Copa para se auto-promover, mas nunca apresentou um projeto de lei sobre saúde ou educação. Sua meta é dar ingresso da Copa para pobre (como se essa fosse a prioridade para um pobre brasileiro).

- O Deputado mais votado do Brasil é um palhaço analfabeto e banguela, que faz uma dança ridícula, com roupas igualmente ridículas, e seu bordão é: “pior que está não fica”. Será?

- Em uma das músicas deste palhaço analfabeto ele diz: “Ele é ladrão mas é meu amigo!”, Isso traduz bem o espírito do Brasileiro. ( http://letras.mus.br/tiririca/176533/ )

- Brasileiros se identificam com analfabetos.

- A carga tributária do Brasil é altíssima maior que a da França, e os serviços públicos são péssimos comparáveis aos do Congo.

- Mas o Brasileiro médio pensa que ele mora na Suíça. Quem está lá, na verdade, é a FIFA.

- Há um dito popular que diz que “Deus é brasileiro”.

- A FIFA, como imagem institucional, busca não associar-se a ditaduras. Tanto que excluiu a África do Sul na época do Aparthaid e, ao contrário do COI, recusou a candidatura da China, apesar das ótimas condições que o país oferecia. Mas o Brasil, sede da Copa, vive um caso de amor com ditaduras.

- O Brasil pleiteava uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, para sentar-se ao lado França, mas devido ao seu alinhamento com ditaduras, a França já se manifestou contrariamente.

- A Presidente Brasileira parece estar alienada da realidade e diz que será o melhor mundial de todos os tempos, isso, melhor que o do Japão, dos EUA, da França, da Alemanha.


- Só ela pensa assim, na FIFA se fala em maior erro estratégico da história da Instituição.


CONFRONTOS:

- Ano passado os brasileiros saíram as ruas para manifestar, pela primeira vez se viu um movimento assim num país acostumado a inércia, mas o Governo disse que eles eram baderneiros e reprimiu o movimento com violência. 2 mortos, mais de 2000 feridos, mais de 2000 prisões. Ninguém responsabilizado...

- Há um movimento chamado “Black Blocs” que ameaça revidar a violência do Governo.

- Há um #hastag que já foi repetido mais de 500.000.000 de vezes em redes sociais e ameaça ‪#‎naovaitercopa‬

- Os próprios brasileiros pedem para os estrangeiros não irem para o Brasil. Há milhares de vídeos feitos por brasileiros neste sentido:


- O governo brasileiro acaba de gastar 400milhões de Euros com compras de armas para a polícia e disse estar disposto a colocar o exército na rua para proteger a Copa contra os…. Brasileiros (???) Isso mesmo, o governo está ameaçando seu próprio povo.

- Há um movimento de alguns jogadores de futebol, liderado pelo ídolo do Lyon (França) Juninho Pernambucano, chamado “Bom Senso”, pedindo conscientização dos jogadores.

- Analisando os países sedes desde 1970, o número de mortes em estádios, nos 16 anos prévios a cada edição da Copa:

México: (1970): 06 mortes;
Alemanha (1974): 00 mortes;
Argentina (1978): 04 mortes;
Espanha (1982): 00 mortes;
México (1986): 12 mortes;
Itália (1990): 00 mortes;
EUA (1994): 00 mortes;
França (1998): 00 mortes;
Japão (2002): 00 mortes;
Coreia do Sul (2002): 00 mortes;
Alemanha: (2006): 00 mortes;
Africa do Sul: (2010): 17 mortes;
Brasil: (2014): 234 mortes;



OBRAS:

- O Brasil foi o país que teve mais tempo na história de todos os mundiais para prepará-lo: 7 anos, mas o Brasil é o mais atrasado.

- O Francês Jérome Valcke, secretário geral da FIFA criticou o Brasil pelos atrasos. O governo brasileiro disse que não conversaria mais com Jérome Valcke.

- A França teve apenas 3 anos, e finalizou as obras 1 ano e 2 meses antes.

- A África do Sul teve 5 anos, e terminou com 5 meses de antecedência.

- Há pouco mais de 3 meses da Copa, o Brasil ainda tem que fazer 15% do previsto.

- O custo do “Stade de France” foi de 280 milhões de Euros(o mais caro da França), uma vergonha se comparado ao “Olimpiastadium” sede da final da Copa da Alemanha em 2006, que consumiu menos de 140 milhões de Euros.

- Mas perto do Brasil isso não é nada. Cada estádio custa em média mais de 1/2 bilhão de Euros.

- E o dinheiro sai do bolso do Brasileiro. Tudo é financiado com recursos públicos. Na França tudo foi financiado com recursos privados.

- Mas o custo não é alto porque os trabalhadores recebem muito. Os trabalhadores recebem salários de fome.

- As empreiteiras é que ganham muito e há muita corrupção para os políticos.

- Não há segurança para os trabalhadores, acidentes e mortes são comuns. Na França o número de mortes nas construções foi 0(zero)

- Mesmo com os milhões a mais, os Estádios são ruins.

- Em 2007 o Brasil construiu um estádio para o Panamericano do Rio e homenageou quem???? Um diretor da FIFA, um brasileiro, corrupto para variar: João Havelange! No Brasil corruptos recebem homenagens.

- O estádio era tão ruim que não durou nem 6 anos. Isso mesmo, 6 anos….

- Hoje o estádio está interditado e não recebe mais jogos. Detalhe: custou mais de 150 milhões de Euros(mais do que o Estádio do Olympic de Marseille), e hoje serve de ninho para pombos.

- Na França, os Estádios são multi-uso, servem para competições olímpicas, jogos de Rugby, e são centro de lazer, com lojas e restaurantes e estacionamento nos outros dias da semana. No Brasil são usados só para jogos.

- Em Brasília estão construindo um Estádio para 68.000 pessoas, sendo que o time local está na quarta divisão do campeonato brasileiro e tem média de público de 600 pagantes. Tudo com financiamento público.

- Em São Paulo há 2 estádios, Morumbi e Pacaembú, ao invés de reformá-los, construíram um 3o. estádio, Itaquerão, 23km do centro da cidade e sem metrô até lá.

- O ex-presidente Lula, torcedor do Corinthians, empenhou-se pessoalmente para que construíssem este estádio em vez de reformar um dos outros 2 já existentes.

- Exceto seus correligionários, ninguém acredita que Lula foi movido por amor ao “Timão” .

- Lula é amigo íntimo de Marcelo Bahia, Diretor da Odebrecht, vencedora da licitação. Um reforma custaria menos de 100 milhões de Euros, um novo estádio tinha previsão de custo inicial de 300 milhões de Euros (mas já passou de 500 milhões) um dos mais caros da história da humanidade. Lula e Marcelo são constantemente vistos em caríssimos restaurantes de Paris, tomando bons vinhos franceses. Lula, claro, se declara socialista.

- Este estádio é igualmente ruim, alagamento, péssima infraestrutura, e antes mesmo de inaugurar já caiu, matando funcionários. vide: 


TRANSPORTES:

- A atual presidente Dilma Rousseff garantiu que faria um trem-bala, nos moldes do TGV Francês, que ligaria 4 cidades-sede: SP-RJ-BH-Brasilia. A promessa está gravada em redes sociais. 

- Em 2009 foram aprovados 13 bilhões de Euros no PAC, uma soma gigantesca de dinheiro, suficiente para construir um TGV de Paris a Cabul no Afeganistão. Nunca se viu um orçamento tão alto.

- Mas o dinheiro desapareceu e nem um único centímetro do TGV brasileiro foi construído.

- Nenhum brasileiro cobra da Dilma a responsabilidade sobre a promessa do trem bala.

- Nenhuma das cidades-sede tem metrô até o Aeroporto.

- Os taxis são caríssimos e os taxistas fazem trajetos mais longos com os estrangeiros que não conhecem a cidade.

- Aprenda Português pois os Taxistas não falam nem espanhol, francês não existe. Inglês nem pensar???

- Para os taxistas não há cursos de inglês financiados pelo governo, mas para as prostitutas sim. Parece piada, mas é verdade. Vide:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/01/1211528-prostitutas-de-bh-tem-aulas-gratis-de-ingles-para-se-preparar-para-a-copa.shtml)

- É assim que o Brasil está se preparando para receber os turistas, ensinando inglês para as prostitutas. Pergunte se há um programa assim para policiais???

- Metrôs não funcionam bem, não cobre nem 10% das cidades ou simplesmente não existem.

- Os ônibus são precários, com muitos atrasos.

- O sistema de ônibus é complicadíssimo e ineficiente.

- Diariamente os ônibus são atacados por gangues que lhes ateiam fogo sob ordem de criminosos ou simplesmente para protestar.

- Às vezes não dá tempo do passageiro sair correndo e morre carbonizado.

- Ninguém é preso, mas as autoridades dizem: “estamos investigando…”

- O aeroporto da Megalópolis São Paulo tem uma capacidade de receber vôos inferior ao Aeroporto da pequena cidade de Orly, no interior da França.

- Os preços de passagens de aviões dispararam. Por um trajeto de 400km chegam a cobrar 1.000Euros durante a copa.

- Como o Brasil não tem infraestrutura, não aproveitará a alta demanda, devendo permitir que empresas aéreas estrangeiras atuem durante a Copa, o lucro virá para a Europa ou os EUA.

- Aluguel de carros é caríssimo, e, como disse um ex-presidente brasileiro, Fernando Collor, também afastado por corrupção, os carros brasileiros são carroças, sem os principais itens de segurança.

- Muito cuidado ao dirigir, o trânsito é uma selvageria. Sinalização, quando existe, é exclusivamente em português.

- Ônibus lotados a toda velocidade, dividem faixas com carroças, mendigos que puxam carros de ferro-velho, motoqueiros cruzando faixas sem sinalizar, pessoas xingando, engarrafamentos de horas. Em São Paulo chega a passar de 300km de engarrafamento, dentro da cidade, o maior da humanidade.

- Faixa de pedestre não serve para nada, não espere que os carros parem. Atropelam, matam e fogem.

- Não tente andar de bicicleta, será atropelado ou roubado.

- As estradas estão caindo aos pedaços, sem sinalização e o número de mortes em acidentes de trânsito em 2008 foi de 57.166, na França, 399, ou seja, quase 15.000% a mais de mortes, e levando em conta que no Brasil não há acidentes por neve ou gelo na pista.

- Apesar do Brasil ser autossuficiente em petróleo e estar do lado de países da OPEP, como Venezuela e Equador, a gasolina uma das mais caras do mundo, e de péssima qualidade, misturada com etanol e solvente de borracha, não há fiscalização nos postos.

- Mas o Brasileiro defende o monopólio do petróleo. É o único país do mundo onde os consumidores acham que o monopólio é bom para o consumidor, e não para o monopolista.

- Não existe transporte fluvial, apesar de ser o país com mais rios no mundo. O Brasil deveria investir em barcos, todo ano as cidades alagam. Vide:


- As autoridades dizem que foram pegas de surpresa!

- Não há transporte por trens.


SAÚDE:

- Reze para não ter problemas de saúde enquanto estiver alí.

- Vacina contra febre amarela é recomendada.

- Use repelentes, no Brasil ainda há pessoas morrendo com dengue, malária ou doença de chagas, já erradicadas na França no século XVIII.

- Faça um seguro de saúde privado antes de ir ao Brasil.

- Médicos privados cobram mais de 100Eurs por consultas de 20minutos.

- Os hospitais públicos são péssimos, (vide vídeo abaixo) comparáveis a zonas de guerra.



- O Brasil precisa importar médicos de Cuba, já que não tem competência para formar médicos no próprio país. Acredite: Há um programa governamental para isso.

- O Brasil gasta apenas 4% do seu PIB com saúde, e 12% com pagamentos de funcionários públicos. Nos últimos anos o gasto com funcionários cresceu, e com saúde encolheu.

- A França gasta 12% com saúde e 4% com funcionalismo.

- Resultado: Brasil é 72. entre 100 países pesquisados pela OMS, a França 7.

- O craque Zinédine Zidane já era mal visto no Brasil, por ser responsável direto por 2 derrotas humilhantes da “canarinha” em mundiais. Ao saber que o Brasil sediaria a Copa, Zidane afirmou que o Brasil tinha outras prioridades, como a saúde, não os Estádios.

- Ronaldinho Fenômeno rebateu a frase dizendo que “não se faz copa com hospitais”. vide:


- A frase de Ronaldinho Fenômeno virou hit no Twitter e record e visualizações no youtube.

- O Pelé pediu para os Brasileiros esquecerem os problemas e curtirem a Copa.


HOSPEDAGEM:

- Paris é a cidade mais visitada do mundo, com quase 20 milhões de turistas / ano. São Paulo é menos visitada que a pequena Benidorm na Espanha, ou que a cinza Varsóvia, na Polônia ou a poluída Chenzen na China.

- São Paulo perde para Buenos Aires, Cuzco e outras cidades Sulamericanas.

- Nem no Brasil é a mais visitada. Ninguém faz turismo em São Paulo.

- Amarga o posto 68 na lista das mais visitadas do mundo.

- No entanto, um hotel em São Paulo custa em média 40% mais do que se hospedar em um equivalente hotel em Paris.

- Na época da Copa, um hotel de baixa qualidade em São Paulo chega a pedir 800Eurs por noite.

- Os brasileiros não tem hábito de intercambiar casas, alugar sofás ou hospedar pessoas por sites em internet.

- Leve adaptador de tomada. O Brasil adotou um sistema que só existe no Brasil, e muda a cada 4 ou 5 anos, gerando milhões para algumas empresas.


TELECOMUNICAÇÕES:


- O sinal é péssimo, um dos piores do mundo.

- 4G não existe na maioria das cidades.

- A internet é horrível e caríssima. Para o Brasil chegar aos níveis do Iraque deveria dobrar o investimento em banda larga. Vide:
http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/conexao-de-internet-no-brasil-e-mais-lenta-que-no-iraque-e-cazaquistao


SEGURANÇA:

- Se você não gostou do que leu até agora, o pior está aqui.

- No Brasil há mais assassinatos que na Palestina, no Afeganistão, Síria e no Iraque JUNTOS.

- No Brasil há mais assassinatos que em toda a AMÉRICA DO NORTE + EUROPA + JAPÃO + OCEANIA.

- A guerra do Vietnã matou 50.000 pessoas em 7 anos. No Brasil se mata a mesma quantidade em um ano.

- Ano passado foram 50.177 segundo o governo, segundo a ONGs superam 63.000 mortes.

- Todo brasileiro conhece alguém que foi assassinado.

- 1% dos casos resultam em prisão.

- Este 1% não chega a cumprir 1/6 da pena, e é beneficiado por vantagens que se dão aos criminosos.

- As prisões parecem masmorras e não recuperam.

- Rebeliões com dezenas de mortos, pessoas decapitadas, esquartejadas são frequentes.

- Recomenda-se levar uma pequenas quantidade de dinheiro para caso de assaltos. É comum assassinarem as pessoas que nada tem para o assalto.

- Não leve o cartão consigo, você pode ser vítima de uma espécie de sequestro que só tem no Brasil: “Sequestro Relâmpago”.

- Não use relógios, máquinas fotográficas, celulares, pulseiras, brincos, colares, anéis, bolsas caras, bonés caros, óculos caros, tênis caro, etc… vista-se da forma mais simples possível.

- Se for assaltado, não reaja.

- Não ande pelas ruas após as 22hs.

- Caixas eletrônicos não funcionam após as 22h30, devido aos assaltos. Os políticos, no lugar de aumentar a segurança, tiveram a brilhante idéia de proibir o cidadão de bem de tirar dinheiro do caixa.

- Os bancos fecham as 16hs.

- Só faça câmbio em bancos ou casas autorizadas. Existe uma grande quantidade de moeda falsa e estrangeiros são alvo fácil.

- Policiais são monoglotas. Aprenda frases como: “Eu fui assaltado”; “preciso de ajuda”, “estou ferido”, “sou francês, leve-me ao consulado por favor”

- Há falsas blitz para assaltar pessoas.


CONCLUSÃO:

- O que falta no Brasil é educação. Os números são assustadores, mesmo quando comparados com seus vizinhos sulamericanos.

- O Brasil tem uma porcentagem de universitários menor que o Paraguai;

- Apenas 3% dos Brasileiros são bilingues.

- A Argentina tem 5 prêmios Nobel, a Colombia 3, o Chile 3, a Venezuela 1, a Colombia 4, o Brasil??? Zero!

- Entre as 300 melhores Universidades do mundo, não tem nenhuma Universidade Brasileira.

- O país tem 9% de analfabetos;

- No Brasil há 33.000.000 de analfabetos funcionais.

- Ano passado surgiram 300.000 novos analfabetos.

- No ranking da ONU de 2012 o Brasil, que já estava mal colocado, caiu mais 3 posições, e hoje é o número 88 no mundo. (A França é 5.)

- O Brasil fica atrás de Belize, Ilhas Fiji, Tchad, Azerbaijão, Ilhas Maurícios, Uzbequistão, Mongólia, Paraguai, Trinidad e Tobago, Belarus, Tijiquistão, Botswana, São Tomé e Príncipe, Namíbia, Santa Lúcia, Moldavia…. até atrás da Palestina em guerra, o Brasil conseguiu ficar.

- UMA VERGONHA INTERNACIONAL mas o brasileiro está muito feliz de ser pentacampeão de futebol.

Nos corredores da FIFA já se admite que foi o maior erro da história da Instituição eleger o Brasil como sede. O que se fala é que os dirigentes deveriam ter ouvido o grande Estadista Francês Charles de Gaulle, quando disse:
“O Brasil não é um país sério”

via Mario Saveri


domingo, 29 de dezembro de 2013

Depois do Islã, Angola proíbe operação de igrejas evangélicas do Brasil

Por PATRÍCIA CAMPOS MELLO


O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país.

Segundo o governo, elas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano", além de não terem reconhecimento do Estado.


"O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa", disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.

Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.

Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.

O mote do culto era "O Dia do Fim", e a igreja conclamava os fiéis a dar "um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas."

O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país -- Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém-- foram fechadas.


No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.

Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por "falta de reconhecimento oficial do Estado angolano". Antes, elas funcionavam com autorização provisória.

As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. "Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país", disse Falcão. "Elas são apenas um negócio."

Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. "Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres."

Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.

Fonte: Folha


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Angola - Primeiro país do mundo a PROIBIR O ISLÃ

As autoridades de Angola proibiram o Islã e começaram a fechar mesquitas, em um esforço para frear a propagação do "extremismo" muçulmano, segundo meios de comunicação africanos.

De acordo com a ministra angolana da Cultura, Rosa Cruz e Silva, "o processo de legalização do Islã não foi aprovado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos [de Angola], e portanto as mesquitas em todo o país serão fechadas e demolidas".

Além disso, os angolanos decidiram proibir dezenas de outras religiões e seitas que, segundo o governo, atentam contra a cultura da nação, cuja religião majoritária é o Cristianismo (praticado por 95% da população).

Mesquitas prosseguem sendo destruídas em Angola.
Por sua vez, o jornal angolano O País informa que cerca de 60 mesquitas já foram fechadas, enquanto os representantes da comunidade muçulmana denunciam que estas medidas foram tomadas sem consulta e que eles não se constituem em uma pequena seita.

Não obstante, as autoridades de Luanda resumiram que "os muçulmanos radicais não são bem-vindos no país e que o governo angolano não está preparado para legalizar a presença de mesquitas em Angola", nação que se converteu na primeira do mundo a proibir o Islã.



quarta-feira, 12 de junho de 2013

População se rebela contra o aumento da passagem no Rio de Janeiro


Na noite de ontem, dia 10 de junho, milhares de estudantes e trabalhadores tomaram as ruas do Centro do Rio para protestar contra o aumento das passagens de ônibus. Mais uma vez, em um determinado momento da manifestação, policiais da tropa de choque da PM começaram a lançar bombas e tiros de bala de borracha contra os manifestantes. A multidão resistiu corajosamente, protagonizando um dos maiores episódios de radicalização dos últimos anos na cidade do Rio de Janeiro. A equipe de reportagem de AND esteve no local e registrou cenas da ousada ação das massas contra as tropas de repressão do velho Estado.

Ao fim da manifestação, 33 manifestantes foram presos, segundo o representante da Comissão de Direitos Humanos da Alerj. Além disso, várias pessoas que passavam pelo local, ficaram intoxicadas pelas bombas de gás lançadas pela tropa de choque da PM.

O episódio mostrou a disposição da população do Rio de Janeiro em resistir aos desmandos do gerenciamento de Paes/Cabral/Dilma. O Fórum de Luta Contra o Aumento da Passagem promete que novos protestos irão acontecer no Centro do Rio até que o aumento da tarifa do ônibus seja revogado.

Para refrescar a memória, segue esta imagem abaixo, como forma de "meditação":

________________________________________­______

Acesse:

Fonte do vídeo: patrickgranja


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Nestlé diz que a Água devia ser Privatizada

Se estão com um desejo de fazer boicote a alguma coisa, da próxima vez que estiverem a comprar algum produto da Nestlé (o que não será difícil considerando tudo aquilo em que esta mega-corporação está metida), lembrem-se que o seu chefe máximo tem uma visão bastante peculiar sobre o direito do acesso à água.

Segundo este senhor (Nestlé CEO Peter Brabeck) - que não deve viver neste planeta, ou no mínimo deverá pensar viver "acima" dos que cá estão - a população crescente faz com que se deva deixar de considerar a água como um direito fundamental, e que deveria ser privatizada e gerida por empresas como a dele.

Certamente na gaveta, terá também planos para de seguida privatizar o ar que se respira.


Fonte: osvelhotesdosmarretas.com


quarta-feira, 3 de abril de 2013

ESSE CARA PEGOU UM EMPRÉSTIMO GIGANTE PARA DESTRUIR O SISTEMA FINANCEIRO



Em 2008, o ativista anticapitalista Enric Durán pegou emprestado €492.000 (cerca de R$1.260.000) de 39 entidades financeiras sem nenhuma intenção de devolver essa grana. Mas – como você já devia esperar de um ativista anticapitalista – ele não gastou tudo com facas de cozinha de diamante ou frisbees de luxo. Ao invés disso, ele aplicou o dinheiro em várias causas anticapitalistas não especificadas e gastou o resto com o Crisi, um jornal gratuito que detalha como ele fez isso e incentiva outras pessoas a fazer o mesmo.

Essa jogada estilo Robin Hood o transformou num herói da noite para o dia, mas o problema de se transformar num herói através de meios legalmente questionáveis é que a polícia acha que precisa te prender por causa disso. Enric passou dois meses na cadeia em 2011 e foi libertado até o julgamento, que estava marcado para o começo deste mês. Sua sentença mínima será de oito anos, o que pode explicar por que ele se recusou a aparecer nas primeiras datas do julgamento, o que resultou num mandado para que ele fosse libertado.

Venho tentando entrevistar o Enric há alguns anos, mas como as 14 entidades que atualmente tentam mandá-lo para a cadeia por desfalque podem comprovar, ele é um cara difícil de pegar. Depois de incontáveis e-mails, eventualmente marcamos uma entrevista por Skype que acabou acontecendo com três horas de atraso, mas acho que quando se está tentando derrubar o sistema capitalista você não vê o tempo da mesma maneira que todo mundo mesmo. Quando finalmente conseguimos conversar, falamos sobre foder com bancos, a teoria dele de desobediência civil e seu novo projeto: a criação de uma cidade completamente autônoma nos arredores de Barcelona.



VICE: Oi, Enric. O que aconteceu com o seu julgamento?
Enric Durán: A corte aceitou a renúncia do meu advogado no dia 13 de fevereiro, depois me disseram que eu tinha que voltar ao tribunal no dia 18, mas não compareci. E agora não está claro se eles continuarão com o caso porque não tenho um novo advogado, então seria contra os meus direitos se eles continuassem.

Entendo. Vamos voltar ao começo. Você entrou para o ativismo em 2000. O que desencadeou seu interesse pelo sistema financeiro?
Bom, naquela época eu era parte do movimento antiglobalização. Em 2005, comecei a ler sobre a crise energética, que estava relacionada ao sistema financeiro. Percebi que não só o sistema era indesejado, como também não podia continuar do jeito que era. Foi assim que surgiu a ideia do ato de desobediência – tirar o dinheiro dos bancos e investir em projetos anticapitalistas.

De certa maneira você antecipou uma ligação entre o sistema financeiro, a política, as multinacionais e os governos quando isso ainda não era claro para muitas pessoas. O que te fez perceber que não era só uma parte do sistema desmoronando, mas uma coisa global abrangendo todos esses aspectos?
Foi em 2000, quando estávamos lutando contra o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, que começamos a perceber que isso era algo global. O que ainda não estava claro para nós era que o sistema poderia falir em si. Achávamos que teríamos que fazê-lo cair, não tínhamos percebido que ele podia desmoronar naturalmente.

Pegar emprestado todo aquele dinheiro foi uma demonstração de como se pode tirar vantagem do sistema?
Foram várias coisas, mas eu tinha dois objetivos principais. O primeiro era denunciar o sistema financeiro como algo insustentável, e o segundo era mostrar que podemos ser desobedientes, corajosos, e que podemos dar poder a nós mesmos. Quando comecei tudo isso, me inspirei em personagens históricos, como Gandhi, e achei que era importante trazer para o século XXI ações como essas. Queríamos usar o dinheiro para um projeto que pudesse provar como diferentes métodos de capitalismo são possíveis.



Como era o processo cotidiano de ir aos bancos para pedir crédito?
Isso foi entre o verão de 2005 e a primavera de 2008 – aproximadamente três anos. Aprendi como o sistema de empréstimos funcionava e as informações em que os bancos confiavam para concedê-los. Aprendi sobre os buracos no sistema e como passar por eles. No começo eu conseguia um empréstimo para cada três requisições, no final eu já conseguia nove empréstimos a cada dez pedidos. Por exemplo, um dos buracos do sistema é que o Banco da Espanha compartilha as informações de crédito com outros bancos, mas só para empréstimos acima de €6.000 [em torno de R$15.000]. Então só pedi empréstimos abaixo desse valor por dois anos, movimentando fundos sem ter o Banco da Espanha controlando minhas ações.

Chegou um ponto onde você pensou: “Puta merda, tenho um monte de dinheiro?” ou você investiu isso conforme ia conseguindo os empréstimos?
O dinheiro era investido. Nunca tive mais de €50.000 [em torno de R$130.000] comigo. Tudo foi gasto em vários projetos.

Você não revelou nenhum dos projetos onde investiu o dinheiro, mas você sabe se algum deles sofreu algum tipo de ação jurídica por causa do seu investimento?
Não mesmo. Na verdade, ficou claro que os bancos não estavam interessados para onde esse dinheiro foi. Não houve nenhuma investigação e, como isso era uma ação política, eles queriam reprimir só a mim e não ao coletivo. Eles não queriam transformar isso em algo maior do que já era.

Você publica seu próprio jornal, o Crisi. Por que você quis difundir sua mensagem através disso e não usar os canais normais de mídia?
Passei muito tempo imaginando como colocar essa história em domínio público. Eu queria que isso alcançasse o maior número possível de pessoas, mas fiquei preocupado em ser reprimido. Então decidi usar um pouco do dinheiro para publicar o jornal e acho que foi uma das melhores decisões que tomei. A mídia viu que esse jornal estava sendo distribuído de graça nas ruas e eles não queriam ficar de fora de algo que estava sendo falado por toda parte, então publicar meu próprio jornal realmente ajudou a mensagem a chegar até a mídia mainstream.



Se você tiver sucesso, qual será o efeito? Como o mundo será?
Bom, muitas pessoas já estão fazendo isso por acidente; deixar de pagar seus débitos foi uma das coisas que derrubou o sistema financeiro em primeiro lugar. Não tanto com pequenos empréstimos ou hipotecas particulares, mas com grandes companhias de construção e desenvolvimento que não puderam pagar suas dívidas e acabaram falindo. A chance do plano geral se tornar global não é muito provável, mas o importante é espalhar a ideia de pequenas mudanças e decisões que você pode tomar para ajudar o mundo a se tornar um lugar melhor.

Você disse essa frase: “Prefiro uma liberdade perigosa a uma servidão pacífica”. Essa é uma grande parte do que você está fazendo – abrindo as portas para a desobediência civil em massa.
É, isso é uma questão de agir de maneira consistente com o que você sente e fazer o que é melhor, mesmo que as autoridades queiram que você faça de outro jeito. Seria interessante começar um debate sobre a eficiência do sistema judiciário e questionar como ele funciona. Trata-se de um sistema de prisão que não ajuda ninguém – nem as vítimas e muito menos os presos ou o governo, que são aqueles que precisam pagar por tudo. É tempo de repensar e criar algo novo, certo?

Sinto como se você fosse um rato de laboratório com bombas amarradas no corpo tentando desmantelar o sistema e ver se alternativas podem funcionar.
O principal é que estamos construindo outro sistema desde o começo. É um sistema aberto, o que significa que ninguém vai obrigar você a ser parte disso. Podemos reformular tudo com essa liberdade e decidir como queremos que sejam os sistemas de saúde e educação, a economia, os conflitos e muitas outras coisas. Já estamos colocando isso em prática através da Cooperativa Integral Catalã (CIC) e outros projetos associados.

A base da Cooperativa Integral Catalã.


Fale mais sobre a CIC.
É uma assembleia onde construímos uma economia comum, organizamos o consumo, cobrimos as necessidades, organizamos todo o trabalho e estabelecemos relações financeiras para apoiar novos projetos produtivos. Temos uma infraestrutura para cobrir saúde, moradia, necessidades básicas de alimentação, transporte, energia – o básico. O ponto principal é que isso funciona com base na autonomia. O que precisamos são mudanças profundas nas relações humanas, confiança entre as pessoas. A revolução integral não é sobre mudar o sistema econômico, é sobre mudar tudo, mudar o ser humano. Estamos falando de mudanças em todos os aspectos da vida.

Você nunca pensou em aplicar essas ideias através de um partido político?
A maior questão aqui é que o conceito de partidos políticos contradiz o conceito de assembleia. A assembleia é um processo aberto que funciona através do consenso. O sistema político de partidos, por outro lado, é baseado em confrontação.

Siga o Paul no Twitter: @pauldotgeddis
Fonte: vice.com


domingo, 3 de fevereiro de 2013

30 Empresas MAIS PROCESSADAS em 2012 no RJ

O Tribunal de Justiça do Rio liberou a lista com as empresas mais processadas de janeiro de 2011 a janeiro de 2012. As cinco com pior resultado nos Juizados Especiais do Rio foram a Oi, com 37.043 ações; o Banco Santander, com 24.143; a Light, 23.124; o Banco Itaú, 20.606; e o Itaucard, com 19.239. O coordenador do Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, juiz Flávio Citro Vieira de Mello, explica que esse ranking é um serviço à sociedade.- A lista serve como banco de dados. Assim, os consumidores podem e devem consultá-lo antes de fechar um negócio. As empresas também podem se utilizar da ferramenta para saber se seus negócios resultaram em ações judiciais - disse.

Considerando apenas janeiro deste ano, a Oi continua na liderança, com 2.323 novas ações. O Banco Itaucard ficou na vice-liderança em desserviço com 1.752 processos; seguido pelo Santander com 1.730; pela Light, com 1.652; e pelo Banco Itaú, com 1.524. Na comparação entre janeiro deste ano com o mesmo mês de 2011, a Oi também ficou na liderança: foram 37.043 ações propostas com reclamações de seus serviços.

Segundo o presidente do TJRJ, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, desde 2005 o Tribunal elabora a lista das empresas com pior desempenho.

- Os números ainda são altos, mas já é possível notar uma mudança no comportamento do mercado, que começa a entender a importância da prestação de um serviço com melhor qualidade e da conciliação, quando já se tem uma ação proposta”, disse o desembargador.


Fornecedores de Produtos e Serviços mais Acionados 
Varas Cíveis e Juizados Especiais Cíveis

TOP 30
Varas Cíveis - 
Mensal



TOP 30
Varas Cíveis - Anual 
2005 a 2012


TOP 30
Juizados Especiais Cíveis - 
Mensal



TOP 30
Juizados Especiais Cíveis - 
Anual


2005 a 2012


Fontes:
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
extra.globo.com


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cânula Ruminal - O Abuso Humano Além dos Limites!



Até que ponto temos o direito de dominar incessantemente a natureza?

Porque nos colocamos tão fora da natureza para assim dominá-la a qualquer preço?

Temos este direito?

Se você acha que não temos este direito assine para parar com o uso da cânula ruminal, a qual dá acesso permanente ao estômago de vacas para analisar o processo de alimentação do animal para maximização da produção de carne e leite.

Domínio total da natureza por pura visão de lucro.

Para assinar contra isto acesse o link:



domingo, 6 de janeiro de 2013

Tragédia em Xerém: Zeca Pagodinho e O Que Mais Um Artista Deve Fazer

"A situação está triste, a situação é muito ruim. Tem criança desaparecida, tem família soterrada", diz Zeca Pagodinho. O cantor está em Xerém, em Duque de Caxias, ajudando os moradores atingidos pela forte chuva. 


É ridículo ainda questionarem o fato de o Zeca (Pagodinho) ter aparecido em matérias na tragédia, sempre esperada nesta época do ano, em Xerém. O Zeca é um cara bacana, digno, sempre foi. Há tempos faz ações em Xerém, como a escola de música e, desde que seus filhos eram pequenos, ia com eles para os lugares mais remotos, fodidos, miseráveis distribuir os brinquedos que seus meninos não usavam mais, além de roupas, alimentos. E isso não tem nada a ver com politica assistencialista. Tem a ver com solidariedade. E nunca teve assessoria de imprensa divulgando essas coisas. 

Zeca é apenas um cara bom que acordou, viu a merda, e foi lá fazer o que podia, se é que podia fazer algo nessa catástrofe. Mas ao menos foi lá usar o seu prestígio para falar o que estava acontecendo, e não buscar prestígio com a tragédia. Fez o que todo ser humano deveria fazer enquanto um bando de políticos escrotos como Genoíno, Zito e outros deixam lixo nas ruas, nos gabinetes, no congresso. Esses sim, são os aproveitadores, os culpados, os verdadeiros assassinos.


Vídeo do programa Brasil Urgente, da Band:




Vídeo da Globo News:




Texto de João Pimentel
Fonte da notícia: g1.globo.com


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Falta de arqueólogos dificulta descobertas no Amazonas

Arqueóloga Helena Lima faz alerta e diz que universidades precisam fazer parcerias com Iphan ou abrir cursos de arqueologia

A depredação é o principal problema dos sítios arqueológicos de Manaus,
como as circunferências de urnas achadas no Japiim há 12 anos
 (Luiz Vasconcelos)

O Amazonas precisa "desesperadamente" de profissionais para dar conta das descobertas de sítios arqueológicos encontrados no Estado e na capital. O alerta é da arqueóloga Helena Lima, pesquisadora associada ao Museu Amazônica da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Para Helena, a superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) não tem conseguido atender todas as ocorrências recentes de surgimento de sítios na cidade de Manaus, daí a necessidade das universidades ou realizarem parcerias com a instituição ou abrir cursos de Arqueologia. Ou as duas coisas. Atualmente, o Iphan no Amazonas tem só uma profissional respondendo pelo departamento de Arqueologia.

"Se a gente prestar atenção, um novo sítio está aparecendo em Manaus a cada semana. Quando é encontrado um sítio, não são apenas objetos. É preciso pesquisa do profissional para que ele saiba interpretar o que o objeto representava."

Doutora em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (USP), Helena vem desenvolvendo projetos nas regiões do Médio e Baixo Amazonas. Uma de suas pesquisas mais recentes vem sendo realizada nos sítios arqueológicos do município de Itacoatiara.

Uma das últimas ocorrências de sítios arqueológicos em Manaus foi noticiada em matéria publicada ontem em A CRÍTICA. Moradores do bairro Parque das Nações encontraram fragmentos cerâmicos em um terreno durante a obra de reforma em uma casa.

Na semana passada, o fotógrafo Clóvis Miranda, de A CRÍTICA, identificou a circunferência do que parece ser uma urna funerária dentro de seu quintal. A circunferência ficou mais visível devido à lixiviação causada pela chuva.

O principal problema dos sítios arqueológicos de Manaus é a sua depredação. Um exemplo é o existente no conjunto Atílio Andreazza, no Japiim, Zona Sul. Há 12 anos, foram encontradas 11 circunferências de urnas. O sítio foi cadastrado no Iphan, mas os objetos permanecem no local. A cada ano, as circunferências desaparecem devido aos aterros e à passagem de veículos, conforme alerta o arqueólogo da Ufam, Carlos Augusto Silva.



sábado, 13 de outubro de 2012

Texas pune alunos que se recusam a ser monitorados com microchip


Jovens e crianças "rebeldes" são excluídos de atividades
escolares e expulsos de centros de convivência

Desde o início do mês, alunos de duas escolas da cidade norte-americana de San Antonio, no Texas, estão sendo obrigados a usar um cartão de monitoramento durante suas aulas. Segundo os diretores das instituições, vigiar por onde andam os jovens ajudará a evitar a intensa evasão escolar que existe no Estado.

A ideia sofreu a oposição de boa parte dos alunos, que se recusam a andar pelos corredores da escola com o cartão em mãos. Muitos alegam que estão sofrendo pressão de inspetores e que acabam sendo excluídos de atividades escolares. Alguns relatam até mesmo terem sido expulsos de áreas de convivência como lanchonetes e bibliotecas apenas por estarem sem o crachá.


Andrea Hernandez, aluna do segundo ano do ensino médio na escola John Jay, alega que seus diretores ignoraram seus apelos para que a privacidade de seus colegas fosse respeitada. Ela também está impedida de participar de eleições escolares caso continue a se recusar a colaborar com o programa de monitoramento.

Após o questionamento de Andrea, seus pais receberam uma carta do vice-diretor Ray Galindo, exigindo que ela usasse o crachá. “Eu peço que os senhores aceitem essa solução para que o programa de formação de sua filha não seja afetado. Como foi discutido, haverá consequências para aqueles que se recusarem a empregarem os crachás”.

Caso o projeto seja bem-sucedido, os cartões serão fornecidos para 112 escolas e distribuídos entre cerca de 100 mil estudantes.




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Síria: Sítios Arqueológicos Milenares Ameaçados pela Guerra



Diante de conflitos cada vez mais sangrentos, a destruição de sítios arqueológicos milenares parece ser algo secundário na Síria. Mas pesquisadores alertam para o perigo de extermínio de testemunhos da civilização.

Embora se encontre em seu escritório na Universidade Livre de Berlim, o pesquisador alemão Dominik Bonatz, diretor do Instituto de Arqueologia da Ásia e do Oriente Médio, preferiria estar agora em Tell Fecheriye, no nordeste da Síria, à fronteira com a Turquia.

Com sua equipe de 60 pessoas, Bonatz passou cinco verões pesquisando num dos maiores e mais importantes sítios arqueológicos da região. Desde 2011, no entanto, tornou-se perigoso demais para o grupo de especialistas permanecer na Síria, e eles tiveram que retornar à Alemanha.

As escavações coordenadas por Bonatz são financiadas pela Sociedade Alemã para Pesquisa (DFG). Elas deveriam se tornar a "obra da sua vida" e ainda poderiam se prolongar por muitos anos.


Medo da devastação

Na Idade do Bronze, ou seja, entre 1500 e 1100 a.C., o local era a capital de um reino cuja identidade os arqueólogos têm tentado descobrir. Além dos escritos, que comprovam a importância central de Tell Fecheriye, os pesquisadores encontraram vestígios de edificações administrativas da cidade, indicando que a localidade pode ter sido a capital, até hoje não identificada, do Império de Mittani.

"Estávamos à beira de descobrir o palácio real", diz Bonatz, que agora teme o pior. "Alguns dos sítios arqueológicos nas imediações de regiões de combates, como Tell Afis ou Palmyra, foram destruídos e saqueados. Tanques de guerra devastaram a herança cultural, em outros lugares peças antigas foram roubadas", conta à Deutsche Welle. Até então, Tell Fecheriye havia sido poupada. No entanto, há apenas um vigilante sírio cuidando da segurança do lugar. No caso de um ataque, ele nem teria como reagir.



Interseção de culturas

A Síria desempenha um papel central na pesquisa sobre a Antiguidade. Na sabedoria popular, o país é até mesmo considerado o berço da civilização, pois lá foi criado o primeiro alfabeto, ainda antes do grego. Uma opinião que o professor de arqueologia Jan-Waalke Meyer, da Universidade de Frankfurt, considera exagerada. Segundo ele, a importância da Síria está sobretudo na interseção de influências culturais distintas.
"Pessoas do Egito, da Anatólia, da região leste do Oriente Médio e da Mesopotâmia do Sul se encontraram na Síria. Essa mistura tipicamente síria serviu também de fundamento para a constituição da cultura europeia", diz Meyer.

O pesquisador faz escavações em Tel Chuera, na fronteira turco-síria, há 15 anos. O nome desta localidade está atrelado, entre os especialistas, ao de Max Freiherr von Oppenheim (1860-1946), um dos primeiros descobridores e pesquisadores de culturas da Antiguidade Oriental na Síria. Em suas viagens de pesquisa, ele chegou à Síria no início do século 20 e encontrou as ruínas de Tell Chuera, tendo sido o primeiro a reconhecer a importância histórica delas.



Isolamento devido à guerra

A cidade de Rakka fica a 120 quilômetros de distância de Tell Chuera. Apesar do isolamento do local, o perigo existe: "Não há mais nenhum lugar seguro na Síria. Até a população rural está direta ou indiretamente envolvida na guerra. Por um lado, devido ao terror causado pelos combates, mas também porque os alimentos estão três vezes mais caros e o combustível está escasso, de forma que sistemas de irrigação não funcionam mais", descreve Meyer.

Ele fala semanalmente ao telefone com pesquisadores sírios e com o vigilante que cuida do sítio arqueológico, que certa vez já teve que defender o local de invasores. Desde o ataque, o vigilante e sua família vivem com medo.

Até o início da guerra, cinco institutos arqueológicos de universidades alemãs realizavam pesquisas na Síria. O Instituto Arqueológico Alemão (DAI, na sigla original), que mantém há 30 anos uma dependência em Damasco, teve que suspender suas pesquisas de campo.

A pesquisadora Karin Bartl mudou-se com seu instituto para Aman, na Jordânia. A coordenadora das escavações pesquisa há muitos anos o sítio neolítico de Shir, entre outros. "Uma vez que, desde o início, as cidades sírias de porte médio como Homs e Hama se tornaram centro de conflitos, os trabalhos tiveram que ser interrompidos. Desde maio de 2011 o instituto fechou suas portas para o público", divulgou o DAI.


Anos de pesquisa em perigo

Caso os sítios arqueológicos de Tell Fecheriye sejam de fato devastados, isso significaria o fim de ano de pesquisas para Bonatz. "Não faria mais sentido dar continuidade ao trabalho", diz ele, que não conta com um retorno a curto prazo à Síria. "A situação ainda vai continuar instável por muito tempo", acredita o pesquisador.

Os prognósticos de Meyer, da Universidade de Frankfurt, também são sombrios. Ele não crê num fim da violência naquele Estado árabe. "Não vejo uma solução pacífica para o país. Mesmo a constituição de um novo governo não traria a paz imediata", observa. Outros arqueólogos, conta, já abandonaram a ideia de trabalhar na Síria e foram em busca de novos projetos. "Ainda estou em compasso de espera", diz Bonatz. Pelo menos de Tell Feheriye ele não quer, de forma alguma, abdicar.

Fonte: Terra


domingo, 12 de agosto de 2012

Países em desenvolvimento querem royalties pela cultura e natureza


Mercantilização total

Representantes de 40 países em desenvolvimento discutiram em Brasília a proteção intelectual e a remuneração pelo uso comercial de conhecimentos ancestrais, recursos genéticos da biodiversidade local, folclore e direitos autorais.

"A ideia geral é que o conhecimento considerado tradicional possa ser objeto de parte [do pagamento] dos royalties gerados por aquela tecnologia originada em saber antigo", explica Jorge de Paula Costa Avila, presidente do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

"A intenção é que os países soberanos sobre os seus recursos genéticos possam auferir algum tipo de participação de ganhos que advirão de patentes registradas e desenvolvidas a partir de recursos da sua biodiversidade", complementa o conselheiro Kenneth Nóbrega, chefe da Divisão de Propriedade Intelectual do Ministério das Relações Exteriores.

"O que se quer é que no sistema internacional de proteção de patentes se leve em conta o fato de que um remédio ou produto químico, por exemplo, são desenvolvidos com base em recursos da biodiversidade", explica o diplomata.

Royalties naturais e culturais

Não há estimativas do valor que possa ser recebido pelos países em desenvolvimento que guardam as maiores reservas biológicas e têm a maior diversidade étnica.

O presidente do INPI imagina que um percentual entre 5% e 10% dos royalties possa ser repassado, por exemplo, pelo uso de plantas consideradas medicinais, cujo princípio ativo possa dar origem a novos medicamentos.

Jorge Avila admite, no entanto, que os mecanismos de proteção e pagamento poderão ser de difícil desenho.

Isso porque muitas vezes o conhecimento tradicional é ancestral, difuso e sem registro escrito, e pode ser verificado em mais de um ponto geográfico por causa da migração das populações.

Anfitrião da reunião, o governo brasileiro assinará hoje (8) um acordo de cooperação de duração de quatro anos, no valor de R$ 2,1 milhões, para auxiliar projetos sobre propriedade intelectual para países em desenvolvimento.

O acordo está sendo celebrado com a Organização Mundial da Propriedade Industrial (OMPI).

Copaíba

Apesar da iniciativa, o Brasil tem, segundo especialistas, legislação que dificulta o acesso a recursos genéticos como em pesquisas científicas com finalidade de desenvolver um produto comercial, como um medicamento.

Muitos produtos não têm patente reconhecida porque não conseguiram autorização da pesquisa original pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (Cgen), ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

Como a legislação é favorável à pesquisa básica, mas restritiva à pesquisa comercial, alguns produtos são patenteados por países estrangeiros e não pelo Brasil.

Esse foi o caso da copaíba, cujo óleo é extraído de uma árvore da Floresta Amazônica e usado para mais de 50 finalidades medicinais e fitoterápicas.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, entre 2000 e 2009, 17 patentes com copaíba foram depositadas pelos Estados Unidos e nenhuma pelo Brasil.

Nesse período, no entanto, pesquisadores brasileiros publicaram 76 artigos científicos de pesquisa básica sobre a planta.