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quinta-feira, 7 de junho de 2018

"Só a Destruição Apocalíptica Pode Eliminar o Fosso Entre Ricos e Pobres" - Afirma o Historiador


Não é preciso ser um gênio para ver que há muita injustiça em nosso planeta. As pessoas ricas estão ficando mais ricas e as pessoas pobres muitas vezes têm muito poucas possibilidades de melhorar suas vidas.

Um historiador apresentou uma teoria radical sugerindo que apenas a destruição apocalíptica pode eliminar a lacuna entre ricos e pobres.

É uma visão pessimista, mas alguns cientistas acreditam que esta é a única maneira de "salvar" o mundo.

Em seu livro The Great Leveler: Violence and the History of Inequality, da Idade da Pedra até o Século XXI , o historiador de Stanford Walter Scheidel argumenta que a violência em massa e as catástrofes podem diminuir seriamente a desigualdade econômica,

De acordo com Scheidel, os registros históricos mostram que as sociedades são “niveladas” apenas por eventos enormemente destrutivos: guerra de mobilização de massa, revoluções radicais, fracassos do Estado e pandemias mortais.

"...A violência em massa e as catástrofes são as únicas forças que podem reduzir seriamente a desigualdade econômica? Para julgar por milhares de anos de história, a resposta é sim. Traçando a história global da desigualdade desde a Idade da Pedra até hoje, Walter Scheidel mostra que a desigualdade nunca morre pacificamente. A desigualdade diminui quando a carnificina e o desastre aumentam e aumenta quando a paz e a estabilidade retornam. The Great Leveler é o primeiro livro a mapear o papel crucial dos choques violentos na redução da desigualdade ao longo de toda a história humana ao redor do mundo.
  Desde que os humanos começaram a cultivar, rebanhar animais e repassar seus bens para as gerações futuras, a desigualdade econômica tem sido uma característica definidora da civilização. Ao longo de milhares de anos, apenas eventos violentos diminuíram significativamente a desigualdade. Os "Quatro Cavaleiros" de nivelamento - guerra de mobilização de massa, revoluções transformadoras, colapso estatal e pragas catastróficas - repetidamente destruíram a sorte dos ricos. Scheidel identifica e examina esses processos, desde as crises das primeiras civilizações até as cataclísmicas guerras mundiais e as revoluções comunistas do século XX. Hoje, a violência que reduziu a desigualdade no passado parece ter diminuído, e isso é uma coisa boa. Mas lança sérias dúvidas sobre as perspectivas de um futuro mais igual.
  Uma contribuição essencial para o debate sobre a desigualdade, The Great Leveler fornece novos insights importantes sobre por que a desigualdade é tão persistente - e porque é improvável que ela diminua tão cedo."

Como exemplos históricos que comprovam o caso, Scheidel menciona o colapso do Império Romano, da Peste Bubônica, da Revolução Francesa e das Guerras Napoleônicas, da Guerra Civil Americana, das revoluções comunistas russas e chinesas e das Guerras Mundiais I e II.

Quando as sociedades estão sob estresse, elas tendem a se reformar de maneiras que reduzem temporariamente as desigualdades de oportunidade e renda.

Sem um evento dramático e destrutivo, a distância entre ricos e pobres aumentará, disse o historiador.

Nas próximas décadas, o dramático envelhecimento dos países ricos e as pressões da imigração sobre a solidariedade social dificultarão ainda mais a distribuição equitativa dos rendimentos líquidos. E, acima de tudo, a mudança tecnológica em curso pode impulsionar a desigualdade de formas imprevisíveis, desde a automação mais sofisticada que esvazia os mercados de trabalho, até as melhorias genéticas e cibernéticas do corpo humano privilegiado”, disse Scheidel.

Scheidel salienta que uma guerra não é suficiente para melhorar as condições de vida futuras daqueles que são pobres agora. Segundo ele, apenas uma guerra nuclear pode remodelar o mundo como é agora.

"Apenas a guerra termonuclear total", afirma ele, "pode ​​fundamentalmente redefinir a distribuição existente de recursos", disse Scheidel.

Assim, parece que a escolha é a desigualdade ou o apocalipse, a menos que haja uma terceira opção que Scheidel e outros cientistas negligenciaram.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Os "Encontros Marcados" com OVNIs na Fazenda ECETI

Na fazenda ECETI, perto do Monte Adams, no estado de Washington (EUA), James Gilliland tem agregado pessoas e evocado espaçonaves por muitos anos. Ele tem recebido milhares de convidados em sua fazenda, desde cineastas como Danny Dyer, até outras celebridades, generais, cientistas e muitos, mas muitos céticos.


Quase todas as noites na fazenda ECETI, os voos, irrompimentos de OVNIs e até mesmo voos para dentro e para fora da própria montanha acontecem.  Mesmo os mais céticos tendem a mudar suas opiniões após passarem por suas experiência na fazenda.

De 29 de setembro até 02 de outubro, você pode se unir à uma série de palestrantes na fazenda EETI e ver por si mesmo esta experiência extraterrestre.


Conferência na Fazenda ECETI

Caso queira conferir por você mesmo, para registrar-se no evento que terá como anfitriã Laura Eisenhower, neta do Presidente Dwight Eisenhower, visite o site da ECETI. Entre os palestrantes estão Adam Apollo, um conhecido embaixador de liderança que já palestrou na Casa Branca e nas Nações Unidas sobre o futuro da tecnologia humana e a consciência, e James Gilliland, que tem mostrado para milhares de grupos as naves extraterrestres em muitos lugares, inclusive numa série de eventos na Austrália.

Embora muitas pessoas sejam céticas quanto à natureza destas visitas, aqueles na fazenda ECETI e muitos de seus visitantes estão seguros de que essas sejam naves alienígenas. Muitos do grupo alegam ter tido algum tipo de ‘contato direto’ ou experiência de comunicação. Os palestrantes do evento da ECETI em setembro irão compartilhar suas histórias pessoais de experiências de contato, e suas pesquisas sobre as diferentes espécies de extraterrestres, através de estudos pessoais e ‘transpessoais’.

Fontes: 

quinta-feira, 3 de março de 2016

O que acontece se olhar fixamente nos olhos de alguém por 10 minutos?

Olhos são apenas para ver ou também para falar?
O que olhar nos olhos pode nos revelar? Muito mais do que imaginamos!


Um psicólogo na Itália descobriu como induzir um estado alterado da consciência sem a necessidades de drogas, pedindo para 20 voluntários se sentarem e olharem nos olhos um dos outros por 10 minutos em linha reta em um quarto mal iluminado. Não só a tarefa aparentemente simples trouxe estranhas experiências “parecia estar fora do corpo” para os voluntários, como também lhes fez verem alucinações de monstros, parentes, e a si mesmos no rosto de seu parceiro.

A deformação notada é mais ou menos como a imagem abaixo caso você fique olhando para o ponto central.


O experimento, dirigido por Giovanni Caputo, da Universidade de Urbino, envolveu 20 adultos jovens (15 dos quais eram mulheres) em uma sala mal iluminada a 1 metro de distância um do outro, e olhar nos olhos de seu parceiro por 10 minutos. A iluminação do quarto foi o suficiente para os voluntários verem facilmente as características faciais de seu parceiro, mas baixa o suficiente para diminuir a sua percepção geral de cores.


Um grupo de mais 20 voluntários foi convidado a se sentar e olhar fixamente durante 10 minutos em outra sala mal iluminada em pares, mas suas cadeiras estavam enfrentando uma parede em branco. Os voluntários foram pouco orientados sobre a finalidade do estudo, só que ele tinha a ver com uma “experiência meditativa com os olhos abertos”.


Uma vez que os 10 minutos se passaram, os voluntários foram convidados a preencher questionários relacionados com o que eles experimentaram durante e após o experimento. O questionário centrou-se sobre quaisquer sintomas dissociativos que os voluntários possam ter experimentado, e outro questionou-os sobre o que viram no rosto de seu parceiro.

A dissociação é um termo usado na psicologia para descrever toda uma gama de experiências psicológicas que faz uma pessoa se sentir separada do seu entorno imediato. Sintomas como perda de memória, ver tudo em cores distorcidas, ou sentir-se como se o mundo não fosse real pode ser causado por abuso e trauma ou drogas como a quetamina, álcool e LSD; e agora, também, olhar por muito tempo nos olhos de alguém.

“Os participantes do primeiro grupo disseram ter tido uma experiência convincente diferente de tudo que haviam sentido antes”, escreve Christian Jarrett, um dos autores do estudo.

No teste de estados dissociativos, eles deram as classificações mais fortes para itens relacionados à reduzida intensidade de cor, sons parecendo mais calmos ou mais altos do que o esperado, as coisas ficaram espaçadas, e o tempo parecia arrastar-se. No questionário, 90% do grupo concordou ter visto alguns traços faciais deformados, 75% disse ter visto um monstro, 50% disse ter visto os aspectos de seu próprio rosto no rosto de seu parceiro, e 15% disse ter visto um parente. Alguns disseram sentir fortes emoções como se sentisse algo que o outro sentia emocionalmente.

Descrições dos participantes incluíam enormes deformações de seus próprios rostos, ver os rostos de pais vivos ou falecidos; rostos arquetípicos, como uma velha mulher, criança ou o retrato de um antepassado; rostos de animais, como um gato, porco ou leão; e até mesmo seres fantásticos e monstruosos.

Então, o que está acontecendo aqui? Os cientistas explicam que é provável que tenha a ver com a adaptação neural, que descreve como nossos neurônios podem abrandar ou mesmo parar a sua resposta à estimulação imutável. Isso acontece quando você olha para algo por muito tempo – sua percepção vai começar a desvanecer-se até você piscar, a cena muda, ou pode ser corrigida por minúsculos movimentos oculares involuntários chamados micro-sacádicos.

O fato das pessoas terem relatados sentimentos emocionais fortes que se passam com as outras pessoas, aos quais foram confirmados pelos voluntários, intrigou muito os cientistas que pretendem estudar o fenômeno. Isto já foi descrido nas técnicas de constelação familiar do alemão Bert Hellinger que estuda os campos morfogenéticos e como eles afetam o mundo. “Os olhos são as janelas para a alma” diz o pesquisador. Sabemos que um olhar pode dizer mais do que mil palavras.

Fonte: keedele.com

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Como As Religiões Reagiriam Aos Extraterrestres?


Leia abaixo o interessante artigo por Ed Simon, escrito para o site: religiondispatches.org
Já se passaram mais de duas semanas desde que a conferência de imprensa em Guizhoy, China, anunciou a respeito de uma transmissão de rádio recorrente que pareceu estar vindo de NGC 6809 (um agrupamento de estrelas localizado perto da constelação de Sagitário) não ser um fenômeno natural. 
Agora sabemos que há vida não humana inteligente nos confins da nossa galáxia. Você poderia jurar que o anoitecer sobre a cúpula massiva de São Pedro está de alguma forma diferente, mas ainda parece a mesma como em qualquer outro dia quente e úmido de dezembro em Roma.

O pulso – um ‘bip’ contínuo, com uma sequência de números primos (1, 2, 5, 7, 11, 13…) – foi primeiramente detectado em novembro passado pelo Rádio Telescópio de Abertura Esférica de quinhentos metros (sigla FAST em inglês), e então acompanhado independentemente por outros observatórios mundiais. 
E agora nos encontramos no momento da abertura do assim chamado “Vaticano IV” – uma reunião ecumênica sem precedentes de líderes religiosos convidados por Roma pelo Papa Francisco III. O rumor é o de que o papa irá liberar uma das encíclicas escritas de forma mais apressada e mais significativa da história da Igreja, “Da Vida Extraterrestre”.

Os observadores apontam a chegada em Roma de todos de Gyaltsen Norbu, do líder chinês escolhido do Budismo Tibetano, até o Grã Dastroor da República Zoroastra Persa, bem como representantes do Conselho Mundial de Igrejas. Há ainda rumores de que o “anti”- Papa Pio XV, da Igreja Católica Americana, poderá chegar mais tarde nesta semana, do Rio de Janeiro, aumentando a especulação de uma reaproximação após décadas de rompimento. 
A Igreja Ecumênica dos EUA permaneceu cautelosa, emitindo platitudes sobre como a descoberta aumenta o significado da criação. Cidadãos da República Cristã do Texas tomam essa transmissão como um sinal de um apocalipse há muito tempo esperado. Enquanto isso, o Dawkins Chefe da Comunidade Ateísta Secular Inglesa anunciou que a “…descoberta de vida alienígena derruba de uma vez por todas a ideia de um deus criador”. 
Mas os cristão estão curiosos para saber ser a encíclica papal irá explicar como a crucificação de Cristo redimiu os Sagitarianos, ou se eles tiveram a necessidade de seu próprio “Cristo alienígena”.

Pelos próximos dias pelos menos o Vaticano permanece em silêncio, enquanto lá no fundo do céu noturno, perto da NGC 6809, ainda pulsa o sinal com números primos.
– Roma, Dezembro de 2055
_________
O artigo que poderá um dia ser escrito sobre as reações religiosas da descoberta de vida alienígena, é claro, poderá nem parecer à ficção acima. Mas, deixando a religião de lado, a possibilidade da confirmação de vida extraterrestre é menos remota do que você possa pensar. 
Em 21 de maio de 2014, Dan Werthimer, diretor científico do SETI (Procura por Inteligência Extraterrestre), na UC Berkeley, testemunhou perante o Comitê de Ciência, Espaço e Tecnologia do Congresso (EUA) que “o Universo provavelmente está fervilhando com vida primitiva”, algo que foi substanciado pelo anúncio da NASA em 28 de setembro, de que Marte possui água no estado líquido. 
Tão empolgante quanto a possibilidade possa ser, Werthimer apontou que o SETI não está trabalhando para encontrar vida primitiva, mas sim usando rádio telescópios para tentar descobrir evidências de civilizações alienígenas avançadas. Mencionando sobre a existência de bilhões de estrelas em nossa galáxia, com bilhões de galáxias no Universo, ele afirmou a probabilidade estatística gigantesca da existência de vida alienígena. 
Nas últimas semanas os cientistas descobriram centenas de exoplanetas (fora de nosso sistema solar), vários dos quais possuem condições similares às da Terra. Com melhorias contínuas em tecnologia, o colega de Wethimer, Seth Shostak disse que “se há sinais de outras civilizações, os terráqueos eventualmente serão capazes de detectá-las”. 
Shostak está ainda mais confiante sobre as chances da humanidade confirmar a existência de vida alienígena, declarando que “descobriremos ET dentro de duas décadas”. 
Podemos somente imaginar a demanda para a mudança de paradigma teológico imposta por este tipo de descoberta. Pense no modelo heliocêntrico do sistema solar de Copérnico, ou a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural. A confirmação da vida alienígena ter evoluído em outros lugares – especialmente se for vida consciente e inteligente – certamente apresentaria um enorme desafio para qualquer teologia que enfatiza a natureza especial da humanidade. 
Recentemente, Chris Bodenner formulou uma hipótese no The Atlantic, de que a luz anormal detectada da estrela KIC 8462852 (que ainda não foi totalmente explicada pelos astrônomos) possa ser o resultado de uma “esfera Dyson”, que é uma enorme cúpula que uma civilização alienígena super avançada poderia construir ao redor de seu sol, a fim de colher toda a energia do astro. 
Se você acredita nos comentaristas de alguns dos cantos mais esotéricos da Internet, a KIC 84682 pode ser a indicação de que logo iremos confirma a existência de vida alienígena. O que torna este caso diferente é que alguns cientistas cautelosamente insinuaram a mesma coisa. O que Hamlet disse para Horatio é verdade – parece que há mais coisas no céu do que são sonhadas em nossas filosofias. Ou, como o astrônomo real Sir Martin Rees disse: “Eu tenho a suspeita de que poderia haver vida inteligente lá fora, em formas que nem podemos conceber”. 
Então, como podemos conceber as mudanças que tais descobertas radicais possam manifestar nas religiões? 
Aposto que a religião não irá desaparecer. No mínimo, a descoberta da inteligência extraterrestre poderá parecer um pouco como no século XVI, quando os europeus começaram a lidar com o fato de que o hemisfério ocidental continha dois enormes continentes, com milhões de habitantes. 
Mas, quanto as coisas mais específicas: como poderiam os cristãos manter a eleição especial da humanidade, ou o sacrifício singular de Jesus Cristo no Universo, com inúmeras inteligências alienígenas? Como poderia o Judaísmo manter a exclusividade da promessa divina aos Judeus? Como poderia o Islamismo explicar que o Alcorão foi confiado somente aos humanos? 
Para ajudar a pensar nestas e outras questões, entrevistei o Dr. Owen Gingerich, professor emérito da Astronomia e História da Ciência, no Centro Harvard-Smithsoniano para Astrofísica (auto-descrito como vindo de uma “tradição Menonita de longo tempo“). Num e-mail ele enfatizou que “haveria uma real cacofonia de vozes, desde ateístas até evangélicos, até papas, ponderando isto, com muitas ideias novas que causariam muito repensar – note que estas seriam reações humanas locais…” 
Entre os tópicos especificamente teológicos que seriam necessários para repensar: a soteriologia (o estudo da salvação humana), a escatologia (o estudo do fim do mundo) e a situação da escritura revelada. 
O Padre George Coyne S.J., diretor McDevitt da Filosofia Religiosa e ex-diretor do grupo de pesquisa do Observatório Vaticano, com base em Tucson, Texas – EUA, escreve; “o ‘pecado original’ é um elemento essencial na visão dos teólogos sobre o relacionamento dos humanos com Deus. Os nossos extraterrestres pecaram desta forma? Deus escolhe livremente para dar a redenção dos pecados aos seres humanos. Ele fez isto também para os extraterrestres?” 
E o Irmão Guy Consolmagno S.J. , diretor emérito do Observatório Vaticano, pergunta retoricamente: “Há algum tipo de ‘Adão cósmico’ pré-datando até mesmo a vida na Terra? Seria o sacrifício redentor de Jesus Cristo suficiente para todo o Universo? Haveria uma história paralela de salvação em outros planetas?… Seriam os planetas alienígenas vistos como territórios de missão? Você batizaria um alienígena? Aliás… você ordenaria padre um alienígena?” 
Através de um e-mail, Barouk El-Baz, diretor do Centro para Percepção Remota da Universidade de Boston, e geólogo da NASA que selecionou os locais de pouso das missões Apolo, bem como ex-conselheiro científico para Anwar Sadat, disse que “a reação das comunidades Islâmicas seria bem como as de outros. Eu presumo que seria uma mistura de assombro, perplexidade e fascínio… o que poderíamos descobrir lá fora seria uma adição à maravilhosa vida na Terra”. 
Embora muitos pensadores religiosos iriam abraçar o desafio e a empolgação de tal evento, outros provavelmente duvidariam ou rejeitariam a evidência científica – como com o persistente criacionismo, por exemplo. 
É possível que alguns argumentariam que os alienígenas sejam demônios, ou algum tipo de fenômeno sobrenatural. Poderíamos ver um aumento na associação dos assim chamados “cultos OVNI”, que podem ver os alienígenas (especialmente se forem tecnologicamente superiores) como figuras de veneração. Grupos, tais como os raelianos (fundado pelo piloto de corrida francês, que uma vez abriu uma “embaixada alienígena” em Israel) poderiam ver nisso uma vantagem. Poderia haver um aumento nos adeptos do Hinduísmo, Budismo, Taoismo e assim por diante – os quais podem ser vistos como sendo mais congruentes metafisicamente e cosmologicamente com o novo mundo, do que as fés abraâmicas. 
Mas talvez o melhor experimento pensado sobre a ‘religiões após contato’ viria da literatura. 
Autores de ficção científica têm por muito tempo estado interessados nas implicações tanto da crença quanto daqueles que acredita num Universo que é menos vazio do que aparenta. 
O romance de 1996, de Mary Doria Russel, The Sparrow, conta a terrível jornada do padre Emilio Sandoz, no ano de 2019, até o planeta Rakhat, e o inquérito das Nações Unidas que seguiu seu retorno em 2059. Sandoz tragicamente descobre que sua missão é baseada numa má interpretação muito humana e falha da cultura extraterrestre. 
O escritor holandês, Michael Faber, aborda um assunto similar em seu trabalho de 2014, The Book of Strange New Things, que segue um missionário britânico, o qual viaja para o planeta Oásis. O missionário rapidamente descobre a impossibilidade de traduzir a natureza metafórica e alegórica da fé religiosa dos seres alienígenas, que nunca viram, por exemplo, um peixe. 
Uma das histórias mais emocionantes sobre religião e ciência é a obra de Arthur C. Clarke, “The Star“, publicada em 1956. O protagonista é um padre jesuíta que também é cientista, numa expedição interestelar que descobre os restos de uma civilização destruída um milênio antes, numa supernova. Clarke relata a fé profunda do sacerdote, suas intenções para com a tripulação ateia da nave, e também sua profunda confiança na ciência. Eles descobrem que antes da aniquilação da cultura alienígena, eles criaram uma arca contendo a totalidade de sua sociedade – uma civilização criativa, supremamente pacífica e artística. Mas quando calcularam a data da explosão da estrela, o jesuíta faz uma terrível descoberta. 
Em desespero, o sacerdote grita: “Deus, há tantas estrelas que Você poderia ter usado. Qual foi a necessidade de enviar estas pessoas ao fogo, para que o símbolo de sua partida poderia brilhar acima de Belém?” 
Seja esta estória uma parábola ateia, ou uma medição sobre a vulnerabilidade da fé, ela traz consigo uma questão que os religiosos encontram ao terem os extraterrestres em foco. Como aqueles pensadores religiosos que têm endereçado a possibilidade da inteligência extraterrestre, Clarke aqui parece sugerir que as questões podem ser tão importantes quanto as respostas. E é nestas questões que abraçamos o mistério e a maravilha – o espanto que a religião e ciência compartilham. 
– Ed Simon
Fontes: 

domingo, 12 de julho de 2015

O SAL DA TERRA - A Admirável Epopeia de Sebastião Salgado - [DOC/VÍDEO]


Por Déborah de Paula Souza
jornalista e psicanalista

O documentário O Sal da Terra é uma fábula sobre um homem que viu e registrou a dor do mundo, adoeceu de tristeza e recuperou-se graças à ajuda de uma grande curandeira. O homem é Sebastião Salgado e a curandeira é a Terra. 

O fio da história do fotógrafo é desenrolado por ninguém menos que o cineasta alemão Wim Wenders e pelo jovem Juliano Salgado, filho de Sebastião, que confessa: "Quando eu era pequeno, meu pai estava sempre viajando e vivendo grandes aventuras, para mim ele era um super herói". O documentário é a versão contemporânea da saga do herói que nasceu numa fazenda em Aimorés, à beira do Rio Doce, e sonhava viajar para além das montanhas de Minas Gerais. 


O destino dá uma mãozinha, Salgado encontra a mulher de sua vida, Lélia Wanick Salgado, e o casal muda-se para Paris. Lá, Lélia compra a máquina fotográfica que transformará a vida de ambos. Ele troca a promissora carreira de economista pela instável vida de fotógrafo e ela, formada em arquitetura, mostra-se polivalente: é agente, pesquisadora dos projetos do marido, curadora de exposições e editora de seus livros, tem papel decisivo na projeção internacional da obra de Salgado. Sem contar que, enquanto ele viaja pelo mundo, é ela quem cuida da casa e dos dois filhos do casal, Juliano, o primogênito, e Rodrigo, que tem Síndrome de Down.

No filme, as cenas de família são plenas de afeto, mas o foco é a carreira do protagonista, que se tornou um dos fotógrafos mais famosos do mundo. 

Antes de conhecê-lo pessoalmente, Wim Wenders já havia comprado duas fotos dele numa galeria europeia. Uma das marcas do cineasta é documentar aquilo que admira, Wenders toma partido de seus "biofilmados". Foi assim com o grupo de música cubana, Buena Vista Social Club, e com a bailarina Pina Baush. No caso de Salgado, o filme é apresentado como uma "ode" de Wenders ao fotógrafo, hoje com 71 anos. Os momentos mais dramáticos são os trabalhos realizados na África,posteriormente publicados no livro Êxodos. As cenas mostram campos de refugiados e grandes levas migratórias de populações que fogem de conflitos, da fome e da violência. 

Numa dessas fotos, pilhas de mortos são recolhidas por escavadeiras, como se fossem montes de lixo. Diante do horror, Salgado conta que muitas vezes abaixou sua câmera e chorou. Seus olhos, emoldurados pelas sobrancelhas brancas, são revelados com doçura por Wenders, com depoimentos em close. Ele fala de tristeza, mas também de gratidão pelos encontros que vivenciou. Acredita que muitas pessoas "se ofertaram" à sua câmera. Ele estava pronto para recolher o que lhe foi dado. 

Aplaudido no Festival de Cannes e indicado ao Oscar, o filme visa o grande público. Não aborda como o artista desenvolveu sua linguagem nem o que ele acha de polêmicas que sua obra já rendeu em círculos especializados. Seu talento é amplamente reconhecido, mas há quem questione a sofisticada estetização de cenas de degradação humana. 

No documentário, a ênfase recai sobre a visão humanista de Salgado, sua empatia com as pessoas que retratou ao longo do século 20. Além das zonas de conflitos, a obra do fotógrafo, que participou de movimentos estudantis de esquerda no Brasil, enfoca a revolução industrial e o papel dos trabalhadores; a seca e a mortandade infantil no nordeste brasileiro; a paisagem e a vida de camponeses na América Latina.

INSTITUTO TERRA

Nas sagas míticas do herói, o enredo é sempre dividido em três etapas: partida, aprendizado e retorno. O herói volta para casa, transformado pela viagem. Acontece que depois da experiência brutal do projeto Êxodos, Salgado perde a fé na humanidade e sente-se esvaziado. A situação não melhora quando ele decide retornar à fazenda paterna em Aimorés, que a essa altura estava completamente seca e devastada. 

Mais uma vez, a intervenção de Lélia é vital. Ela propõe reflorestar a área, com mais de sete mil hectares, e o casal busca apoio para criação do Instituto Terra, uma organização de proteção ambiental, dedicada ao desenvolvimento sustentável do Vale do Rio Doce, região de divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo. Foi uma aposta certeira. Tudo renasce, inclusive as fontes de água pura e o ânimo do fotógrafo. 

O reflorestamento é uma jornada de cura. Ele inicia, então, o projeto Gênesis, no qual trabalha durante oito anos. Ao descobrir que mais de 40% do planeta ainda está intacto, decide que não fará reportagens sobre devastação, mas, sim, sobre o que está vivo, intacto, sem as marcas da civilização. Deslumbra-se com o que vê nos recantos mais longínquos da Terra, seja a centenária tartaruga em Galápagos, uma tribo na Amazônia, o urso que chega na hora errada e atrapalha sua agenda, a baleia que se deixa acariciar, e de quem ele se considera amigo. 


A trilha sonora, com cânticos tribais e sons que remetem ao início dos tempos é um encantamento à parte. O som está à altura do visual e juntos evocam o sagrado.

Os nomes escolhidos para alguns projetos - Êxodos e Gênesis - revelam que, apesar do seu jeito manso de mineiro, as ambições de Salgado têm proporções bíblicas. Ou como ele resume num flash: "Eu sonhei muito". 


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Dorothy Izatt e seus contatos com OVNIs e Extraterrestres


Vancouver, Columbia Britânica – Conheça os contatos com OVNIs de Dorothy Izatt.

Esta mulher conseguiu fotografias, filmagem e principalmente contato com objetos voadores não identificados controlados por inteligências desconhecidas.

Ela se sentia observada, ouvia um som e se sentia tentada a olhar pela janela e lá estava um OVNI, brilhando no céu e atendendo aos seus sinais, muito intrigante.



Fonte: Fjfluz

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O Caso Amicizia - Extraterrestres entre nós!

Alienígenas chamados de W56, devido ao fato do contato com eles ter, alegadamente, iniciado em 1956, em Pescara, na Itália, teriam tido estreitas relações amistosas com alguns humanos, no que foi conhecido como o caso “Amicizia“, ou “Amizade”. 


Dezenas, se não milhares de pessoas na Itália e em outros lugares foram contatados por extraterrestres com aparência humana. É importante reconhecer que os contatados não eram pessoas nem um pouco mentalmente desequilibradas. Eles eram membros proeminentes da sociedade italiana: escritores, políticos, empresários, artistas, professores, etc.,

A história destes contatos em massa que, como mencionado acima, teria começado em 1956, quando Bruno Sammaciccia e dois de seus amigos encontraram dois misteriosos indivíduos que disseram ser extraterrestres. Um tinha mais de 2.40 metros de altura, enquanto o outro tinha somente 90 cm. Sammaciccia e seus amigos, inicialmente desconfiados, foram finalmente levados até uma enorme base subterrânea, onde viram mais dos alegados extraterrestres. Eles também viram crianças sendo instruídas, algumas das tecnologias avançadas que eles usavam, bem como suas espaçonaves. Finalmente convencidos de que realmente estavam tendo um contato com extraterrestres, Sammaciccia e seus amigos começaram a ajudar os extraterrestres. Eles começaram a enviar produtos de apoio: caminhões de frutas, alimentos e outros materiais que eram transportados até a base extraterrestre. Ao final, dois caminhões carregados eram enviados para bases em diferentes regiões da Itália todo o mês.

Sammaciccia diz que várias pessoas estavam envolvidas no caso e algumas tinham reuniões com os extraterrestres. Os indivíduos envolvidos aumentaram em número com o passar do tempo e Sammaciccia dava assistência aos extraterrestres quanto a preparar a humanidade para a realidade da existência de outras raças extraterrestres em outros planetas. Muitos dos extraterrestres podiam facilmente se misturar na sociedade humana e até mesmo trabalhar em empregos normais, quando necessário.

‘O amor e respeito é a forma que os humanos devem viver.’ Esta era a essência da mensagem contada por eles. Durante frequentes longas caminhadas ao longo da praia de Pescara, eles repassaram informações incríveis aos contatados.

Os ‘W56′ explicaram que possuíam um número de bases na Terra, e que estas eram, pela maior parte, subterrâneas. Algumas dessas bases seriqm tão grande que teriam uma atmosfera suficiente dentro delas para gerar chuva! Este é o caso com uma de suas bases, que existia abaixo do Mar Adriático. Eles explicaram como criaram tais bases, e como poderiam simplesmente fechá-las.


Os W56 explicaram que eles têm estado na Terra por milhares de anos. “Akrij”é o seu nome real, que é um substantivo no plural em sânscrito, que significa : “os sábios”. Eles teriam dito que possuem inimigos, chamados de CTRs pelos contatados, os quais representam praticamente o oposto daquilo que os Akrij acreditam. É quase como se os CTRs agissem como um grupo de exterminadores.

Os contatados teriam deixado provas factíveis que os alienígenas deixaram com eles. Fotos aproximadas de seus discos voadores.

A foto ao lado (esquerdo) seria um destes alienígenas, o qual teria mais de 2,40 metros de altura. Mas é claro, alguém que visse a foto poderia dizer algo como: “esse é o meu primo Marco!“, ou algo assim. Mas até agora, a foto tem estado na Internet por vários anos e ninguém se manifestou para contestá-la.

Aqui na Terra os Akrij alcançaram o número máximo de 200, vivendo dentro de bases subterrâneas e subaquáticas, algumas delas ao longo da costa Adriática, em profundidades de aproximadamente 20 km. A primeira base foi localizada sob a área de Ascoli Piceno, uma pequena vila na Itália central.

De acordo com alguns relatos, os Akrij seriam nossos ‘irmãos mais velhos’. Eles são humanos. Na verdade, em comparação, somos nós, os terrestres, os menos humanos. Eles são muito mais humanos do que nós, e por isso não se mostram. Para nós é muito fácil elogiá-los, mas invejá-los é ainda mias fácil, devido à sua perfeita humanidade.

A estatura de W56 em comparação a média terrestre.
Eles não seriam os únicos extraterrestres que vieram até a Terra. Indivíduos de vários outros planetas estão entre nós, porque a Terra é um planeta peculiar dentro da economia desta parte do Universo. A meta da presença deles não é a de nos estudar (eles já nos conhecem muito bem, melhor do que nós mesmos), mas é a de nos ajudar. Na verdade, eles não estão contentes sobre o alto nível de ódio, violência e injustiça na Terra, nem da tendência anti humanística da nossa ciência e tecnologia. Sendo capazes de ler os nossos pensamentos e sentimentos, eles vêem o que escondemos por detrás de nossas máscaras, palavras e sorrisos.

Comparados com todas as outras populações que visitam a Terra, os Akrij possuem uma característica peculiar e preciosa para nos oferecer: eles tem uma conexão próxima e especial com os níveis sutis que regulam o destino da Terra e com aquilo que eles chamam de ‘Alma do Universo’, além do nível físico ou de fenômenos. Assim, eles têm um tipo de controle geral sobre tudo o que ocorre, mas eles só são permitidos de intervir sob condições específicas. Tudo ocorre como se fosse um jogo de xadrez extremamente elaborado.

No final, Sammaciccia relatou sobre um conflito violento entre duas facções de extraterrestres que tentavam influenciar o desenvolvimento e o futuro da humanidade. Enquanto a facção Akrij prometia unidade cósmica e desenvolvimento da ética, a outra facção promovia o desenvolvimento tecnológico a todo custo. Isto teria levado a encontros violentos entre as facções. Finalmente, as bases alienígenas dos extraterrestres amigos de Sammaciccia foram destruídas em 1978. Os sobreviventes tiveram que deixar a Terra, mas prometeram retornar no futuro, quando a humanidade estivesse pronta para uma interação futura mais ética com outros extraterrestres.

Assista abaixo, o documentário sobre o 'Caso Amicizia' (em italiano)


Fontes das informações: 


terça-feira, 24 de junho de 2014

A CONEXÃO LIBERTADORA

Por Eckhart Tolle


Existe uma Vida Única, eterna e sempre presente, além das inúmeras formas de vida sujeitas ao nascimento e à morte. Muitas pessoas empregam a palavra Deus para descrevê-la, outras costumam chamá-la de Ser.

Costumo utilizar a palavra “Ser”, pois, tem a vantagem de sugerir um conceito aberto. Não reduz o invisível infinito a uma entidade finita. É impossível formar uma imagem mental a esse respeito. Ninguém pode reivindicar a posse exclusiva do Ser. É a sua essência, tão acessível como sentir a sua própria presença. Portanto, a distância é muito curta entre a palavra “Ser” e a vivência do Ser.

O Ser não está apenas além, mas também dentro de todas as formas, como a mais profunda, invisível e indestrutível essência interior. Isso significa que ele está ao seu alcance agora, sob a forma de um eu interior mais profundo, que é a verdadeira natureza dentro de você. Mas não procure apreendê-lo com a mente. Não tente entendê-lo.

Só é possível conhecê-lo quando a mente está serena. Se estiver alerta, com toda a sua atenção voltada para o Agora, você até poderá sentir o Ser, mas jamais conseguirá compreendê-lo mentalmente.

Recuperar a consciência do Ser e submeter-se a esse estado de “percepção dos sentidos” é o que se chama iluminação.

A palavra iluminação transmite a ideia de uma conquista sobre-humana – e isso agrada ao ego -, mas é simplesmente o estado natural de sentir-se em unidade com o Ser. E um estado de conexão com algo imensurável e indestrutível. Pode parecer um paradoxo, mas esse “algo” é essencialmente você e, ao mesmo tempo, é muito maior do que você. A iluminação consiste em encontrar a verdadeira natureza por trás do nome e da forma.

A incapacidade de sentir essa conexão dá origem a uma ilusão de separação, tanto de você mesmo quanto do mundo ao redor. Quando você se percebe, consciente ou inconscientemente, como um fragmento isolado, o medo e os conflitos internos e externos tomam conta da sua vida.

O maior obstáculo para vivenciar essa realidade é a identificação com a mente, o que faz com que estejamos sempre pensando em alguma coisa. Ser incapaz de parar de pensar é uma aflição terrível, mas ninguém percebe porque quase todos nós sofremos disso e, então, consideramos uma coisa normal. O ruído mental incessante nos impede de encontrar a área de serenidade interior, que é inseparável do Ser. Isso faz com que a mente crie um falso eu interior que projeta uma sombra de medo e sofrimento sobre nós.

A identificação com a mente cria uma tela opaca de conceitos, rótulos, imagens, palavras, julgamentos e definições, que bloqueia todas as relações verdadeiras.

Essa tela se situa entre você e o seu eu interior, entre você e o próximo, entre você e a natureza, entre você e Deus. É essa tela de pensamentos que cria uma ilusão de separação, uma ilusão de que existem você e um “outro” totalmente à parte. Esquecemos o fato essencial de que, debaixo do nível das aparências físicas, formamos uma unidade com tudo aquilo que é.

Se for usada corretamente, a mente é um instrumento magnífico.

Entretanto, quando a usamos de forma errada, ela se torna destrutiva. Para ser ainda mais preciso, não é você que usa a sua mente de forma errada. Em geral, você simplesmente não usa a mente. É ela que usa você. Essa é a doença. Você acredita que é a sua mente. Eis aí o delírio. O instrumento se apossou de você.
É quase como se algo nos dominasse sem termos consciência disso e passássemos a viver como se fôssemos a entidade dominadora.

A liberdade começa quando você percebe que não é a entidade dominadora, o pensador. Saber disso permite observar a entidade. No momento em que você começa a observar o pensador, ativa um nível mais alto de consciência.

Começa a perceber, então, que existe uma vasta área de inteligência além do pensamento e que este é apenas um aspecto diminuto da inteligência.

Percebe também que todas as coisas realmente importantes, como a beleza, o amor, a criatividade, a alegria e a paz interior, surgem de um ponto além da mente.  Você começa a acordar.

Eckhart Tolle

sábado, 14 de junho de 2014

Garoto lembra de sua vida passada [VÍDEO]

Evidências mostram que ele foi pai de sua própria mãe.

Quando reencarnamos, o esquecimento de vidas passadas nos é imposto, isso sempre foi assim. Como poderíamos carregar o fardo das provações que temos que passar, se soubéssemos de todas as “besteiras”, todos os erros que cometemos em outras vidas e se tivéssemos a dimensão do “karma” que teríamos que passar, como forma de nos redimirmos. Suportaríamos?

O esquecimento, desta forma, se configura como algo que nos beneficia e diria até indispensável, porém a espiritualidade parece, claro, seguir seu caminho evolutivo e os espíritos que tem chegado a este orbe, nos últimos anos, se mostram muito evoluídos por diversos prismas. Crianças com habilidades afloradas, com novas percepções e novas missões. Crianças índigo, crianças cristais são algumas denominações.

O pequeno documentário abaixo, narra, entre outras histórias, a história de um garoto que lembra de sua vida passada e que passou por fatos físicos que corroboram com sua lembrança. A história é incrível e pedimos aos amigos, mesmo aqueles que não são espíritas ou que sejam céticos, que vejam com a mente aberta e, se estiverem à vontade, que comentem.

Segue vídeo:


Veja mais:
Histórias de Vidas Passadas - Documentário do Discovery Channel [VÍDEO]

Fonte: ETs & ETc

segunda-feira, 31 de março de 2014

Motorista raivoso sofre o karma instantâneo [VÍDEO]

Segundo o hinduísmo, o karma seria o efeito de nossas ações no futuro, podendo ser logo após o ato ou até em outras reencarnações. O karma instantâneo, por sua vez, seria a reação imediata ao ato. O termo é bastante usado para quem faz uma merda bobagem e acaba por sofrer as consequências ali mesmo, na frente de todo mundo.

Um motorista um tanto quanto raivoso nos Estados Unidos acabou virando na semana passada um exemplo claro do karma instantâneo. O resultado foi um vídeo que viralizou e já tem mais de 8 milhões de visualizações.

O vídeo foi postado na quarta-feira passada e mostra um jovem guiando uma caminhonete e querendo forçar a ultrapassagem sobre uma motorista, que filma toda a ação. Após ultrapassar à direita, o rapaz expressa todo o seu descontentamento mostrando o dedo médio para a motorista. E aí vem o castigo: ele perde o controle da caminhonete e bate em uma placa de trânsito.

Veja o vídeo:


A reação da motorista que filmou tudo é cair na risada. Acho que todo mundo que pega um idiota pela frente no trânsito entenderia a situação, não é mesmo?

Em entrevista para a CBS, ela disse que se sentiu um pouco mal por rir da cara do sujeito, mas que foi a reação imediata porque foi “meio engraçado”. Ela ainda informou que o motorista da caminhonete foi preso por direção perigosa e por não estar usando cinto de segurança.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

ANÁLISE DA DUALIDADE



A Dualidade é uma das manifestações da Fonte, como Yin(Lado Preto): Frio, Sombra, Abstrato, Subjetivo, Caos, Feminino e Yang(Lado Branco): Calor, Luz, Lógico, Objetivo, Ordem, Masculino.

Onde Yang tende a se expandir, se afastar do centro e Yin tende a contrair, a ir em direção do centro.

Os exemplos que dei são apenas para mostrar como é inerente a existência de opostos, mas que na realidade não são opostos, apenas formas diferentes de existir. As polaridades ditas opostas não devem ser interpretadas como "Bem e Mal" pois isso é uma criação da mente humana, não existe tal coisa, isso é uma questão de opinião e a Singularidade não opina, ela simplesmente É, tudo!

Há ainda a visão de "positivo" e "negativo", mas novamente, ambos são apenas perspectivas. Assim como "nada"("negativo") e "tudo"("positivo"), um precisa do outro para existir, pois o nada não seria nada se não houvesse um conteúdo, e o conteúdo não seria um conteúdo se não houvesse um espaço no qual ele pudesse existir, esse espaço é o nada.

Um simbolismo comum em varias culturas orientais e no ocultismo ocidental, é que a luz se projeta na escuridão pra compreender a si própria(Que é puro Amor), refletida no seu oposto, que seria a ilusão da ausência de si mesma (que gera a manifestação do Medo). Penetra dentro da ilusão de separação para se achar novamente. 

Quando o UM/Absoluto(Singularidade) era só luz estava cego em si, e a sombra nem sequer tinha consciência da sua existência. Nós estamos vivenciando essa dança entre sombra e luz, pelo menos enquanto estivermos nessa realidade. É necessário a existência do "caos"(sombra), ou seja, uma fragmentação do todo, para podermos analisar pedaço por pedaço, um de cada vez, quando tudo está junto é simplesmente pura consciência, agora o nosso trabalho é criar consciência de que estamos conscientes, em todos os níveis!

Nós somos a Singularidade/Observador, o UM, a Luz, Pura Consciência, se projetando na ilusão da nossa ausência, na escuridão, para enxergarmos a nos mesmos em partes, e não completos.

Esse é o modelo mais comum.

Um fato interessante é que essa dualidade está embutida até na estrutura da nossa mente. Existem muitas pesquisas, e muitos padrões descobertos sobre a mente humana, mas um estudo em especial que quero destacar, que é do psicólogo Carl Gustav Jung e o seu modelo da Psique humana(Psiquê na mitologia grega* é a personificação da alma):

+ Ego: O ego é o conjunto de personalidades que acumulamos, os padrões de comportamento que gostamos e assimilamos, então tomamos como parte do nosso comportamento também. É o nosso lado consciente. Essa consciência faz uma divisão de preferências, é isso que cria a...

+ Persona: A persona é o que você gostaria de ser, ou acha que é. É a sua personalidade ideal, baseada na sua opinião e no que você conhece.

- Shadow(Sombra): É o conjunto de todas as outras informações que foram assimiladas, incluindo as que não foram "iluminadas" pela consciência do Ego. A Sombra é o nosso lado subconsciente, embora continue fazendo parte da estrutura do Ego.

- Animus/Anima: É a "roupa" que a sombra usa para se comunicar com a estrutura consciente, a comunicação é sempre de maneira abstrata(Intuição, imaginação, sonhos, projeções mentais de formas-pesamento e algumas vezes até manifestações sensoriais como em casos de esquizofrenia) fazendo o Ego desenvolver melhor a capacidade de interpretação. Animus é o aspecto masculino nas mulheres, e Animas é o aspecto feminino nos homens.

∞ Self: É o Observador, a única real liberdade se encontra nessa singularidade, o "ponto zero" do nosso ser. Aqui se encontra nossa essência, a Fonte de tudo, "deus", nosso verdadeiro Ser.

* (Mitologias em geral são partes do nosso subconsciente, as historias foram criadas para expressar conceitos e sentimentos profundos do nosso mundo interior, hoje em dia os filmes, desenhos e etc tomaram o lugar da mitologia antiga, mas servem o mesmo propósito: Nos mostrar parte de nós que ainda não conhecemos ou não queremos ver como parte de nós)

É importante destacar que a separação é uma ilusão, jamais podemos nos separar do todo.

A dualidade é só um JOGO, estamos dando forma a parte de nós que é abstrata. Essa realidade é real somente até certo ponto, mas mesmo sendo "real", não faz dela nossa verdade absoluta, SE existe uma verdade absoluta, ela certamente é o conjunto de verdades relativas.

O UM nunca nasceu, e nunca vai morrer, pois é a existência em si, tudo que existe é o UM, o que não existe simplesmente não existe, é impossível imaginar o que não existe, qualquer coisa que existe faz parte do UM, portanto está conectado!

Esse é um dos aspectos fundamentais a serem compreendidos, a separação é somente uma ilusão, o externo é reflexo do interno. Toda a ignorância do mundo está dentro de cada um de nós. Toda a maldade está dentro do coração humano também. É muito fácil cairmos na crença de que o mal mora no coração dos criminosos, dos traficantes de drogas, dos terroristas, das pessoas de caráter duvidoso… 

Ou seja, que o mal mora no coração do outro. Esse é um dos pilares que sustenta a teia de ilusões. Tudo está dentro; aquilo que não está aqui não está em lugar algum. Nós somos cocriadores de tudo o que existe no mundo. Está tudo absolutamente relacionado. Somos um só. Somos um só na luz e um só na sombra.


Fonte: Ergom Abraham


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Webdesigner parou de cobrar por seu trabalho e NÃO SE ARREPENDE!

Com a opção dos clientes pagarem o quanto (e se) quiserem, Adrian Hoppel acabou fechando contratos melhores do que no modelo tradicional.


Adrian Hoppel é um webdesigner Filadélfia e há alguns anos  decidiu que não queria trabalhar em um emprego tradicional.

Se isso já parece arriscado para um adulto com uma família e filho pequeno  para criar, Hoppel foi além. Decidiu por uma mudança ainda mais radical e parou de cobrar dinheiro por seu trabalho. Ao invés disso, começou a operar dentro do que chamou de "economia do presente".

Hoppel explicou em seu blog sua nova filosofia de trabalho. "Se nós decidirmos trabalhar juntos, eu vou construir um site como um presente, e depois que estiver pronto, eu dou a você. Então, se você considerar que o projeto valeu a pena, pode escolher algo justo de presente de volta para mim. Não há nenhum contrato, nenhuma negociação, nenhuma pressão".

A única pressão que existe, claro, é o de de ganhar o pão de cada dia. Mas quanto a isso, Hoppel não parece preocupado. “A maioria dos clientes me presenteou com pagamento em dinheiro, e em uma quantia maior do que eurecebia no modelo tradicional, baseado na negociação, em que os menores preços vencem a concorrência. Já o modelo de presente que se baseia no respeito mútuo e na justiça”.

Segundo ele, adotar esse sistema não significa trabalhar de graça, mas se baseia em uma troca de confiança. “As pessoas confiam em mim para construir um site, e eu confio neles para apoiar meu trabalho da maneira mais justa”. E complementa: “Com essa escolha, eu recebi o presente mais importante de todos: a verdadeira fé nas pessoas em serem honestas, justas, generosas e solidárias”.

Segundo ele, nunca algum cliente deixou de dar pelo menos algum presente por seu trabalho.



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

15 Coisas Que Você Precisa Abandonar Para Ser Feliz

Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.


1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 

2. Desista da sua necessidade de controle

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso o irá fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” - Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” - Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível.
De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” - Elly Roselle

6. Pare de reclamar

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” - Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.



domingo, 19 de janeiro de 2014

Trabalhadores negros causam ‘Poluição visual e mau cheiro’, disse administrador de condomínio da Barra


O objetivo, para a maioria, era realizar os exames médicos para, em breve, iniciar um emprego novo. Mas a expectativa transformou-se em frustração na porta do condomínio comercial Le Monde, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Barrados na entrada, 18 trabalhadores ainda ouviram um administrador dos edifícios dizer que causariam “poluição visual e mau cheiro” no espaço, segundo consta no registro de ocorrência feito na 16º DP (Barra) na noite desta quarta-feira. A ofensa também foi presenciada por um PM que foi ao local atender o chamado.


O cardiologista Renato Sérgio Fernandes Pinto,
sócio da clínica BioCardio - Foto: Thiago Lontra
O grupo começou a chegar ao endereço, situado no número 3.500 da Avenida das Américas, por volta das 8h. O destino de todos era a clínica BioCardio, especializada em medicina do trabalho, que ocupa três salas no quarto andar do bloco 7. Com idades variando entre 18 e 59 anos, alguns deles negros, boa parte dos pacientes iria começar a atuar em funções como pedreiro, ajudante de pedreiro e servente, entre outras, nas obras da Linha 4 do Metrô. Após realizarem exames de raio-x e de sangue num laboratório próximo, veio a surpresa: nenhum deles conseguiu autorização para se dirigir à clínica.

As tratativas com a equipe de segurança e com a administração do condomínio, capitaneadas pelo cardiologista Renato Sérgio Fernandes Pinto, sócio da BioCardio, duraram mais de quatro horas - em jejum para os exames, os trabalhadores não comiam nada desde a véspera. Apenas por volta de 15h, depois da ameaça do médico de acionar a PM, o acesso foi liberado. O grupo, contudo, não aceitou a oferta, e preferiu aguardar a chegada do policial. A essa altura, já haviam ouvido seguranças pedirem “para que não tocassem as paredes”. Mais tarde, na presença de um PM, escutaram Felipe Alencar Gilaberte, administrador do Le Monde, proferir a frase sobre poluição visual e mau cheiro.

- Houve uma total discriminação. E não foi a primeira vez, trata-se de uma briga antiga que eu tenho com o condomínio. Dizem que a nossa clínica não deveria funcionar aqui, devido ao tipo de público que atendemos. Acredito que me criam esse tipo de constrangimento para tentar forçar uma mudança de endereço - afirmou o doutor Renato Sérgio.

Ação contra o condomínio

A clínica BioCardio funciona no Le Monde há cerca de 2 anos. Em novembro do ano passado, o estabelecimento entrou com uma ação contra o condomínio por conta de problemas como o desta quarta-feira. O registro de ocorrência feito na 16ª DP, inclusive, será anexado ao processo.

Injúria e desobediência

No registro, que tem o administrador Felipe Alencar Gilaberte como alvo, constam os crimes de injúria e de desobediência - esse segundo por conta do desrespeito a uma lei que proíbe a restrição de acesso pela entrada social de edifícios residenciais e comerciais.

Versão do Le Monde

Na porta da delegacia, cercado por três advogados que inicialmente o aconselharam a não conversar com o EXTRA, Felipe deu a sua versão para os fatos. Segundo ele, a confusão na portaria ocorreu porque o grupo teria se negado a apresentar seus documentos de identificação.

‘Isso é história’

O administrador também negou que tenha ofendido os trabalhadores, embora o próprio PM tenha confirmado em seu depoimento o uso dos termos “poluição visual” e “mau cheiro”. Felipe acusou a BioCardio de ter inventado essa versão: “Isso é história do proprietário, que quer atender cem pessoas por dia”.

Trabalhadores mostram documentos referentes ao caso - Foto: Thiago Lontra

'Aquilo é para carga e descarga'

Depoimento do operador de escavadeira Leonardo Moraes da Silva, de 31 anos

“Essa foi a terceira vez que fui nessa clínica, e em todas fui tratado da mesma forma: cheguei na portaria e me mandaram dar a volta por trás, para subir pelo elevador de carga. É humilhante, porque o próprio nome diz: aquilo é para carga e descarga. E o que disseram sobre os documentos é mentira, porque entreguei a minha carteira de habilitação na entrada e mesmo assim me fizeram passar por tudo isso”.

Fonte: O Globo

sábado, 4 de janeiro de 2014

O GATO e a ESPIRITUALIDADE


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. 

O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. 

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. 

Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. 

O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. 

O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. 

O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. 

O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. 

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. 

Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. 

Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. 

Lição de saúde sexual e sensualidade. 
Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. 
Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. 
Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. 
Lição de salto. 
Lição de silêncio. 
Lição de descanso. 
Lição de introversão. 
Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. 
Lição de religiosidade sem ícones. 
Lição de alimentação e requinte. 
Lição de bom gosto e senso de oportunidade. 
Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. 

O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." 

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia -- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. 

Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele. 

O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. 

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. 

"O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final." 

Fonte: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman