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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Cidade Bíblica Onde o Rei Davi Teria Vivido Foi Encontrada, Segundo Arqueólogos


Arqueólogos afirmam que encontraram em Israel a lendária cidade bíblica de Ziclague. De acordo com as Escrituras, o rei Davi viveu lá durante mais de um ano, quando era perseguido por seu antecessor, o rei Saul. As ruínas foram descobertas perto da cidade de Kiryat Gat, no sul do país.

Nas últimas décadas, várias escavações buscavam a cidade de Ziclague. Agora, tudo indica que os arqueólogos finalmente se depararam com o lugar lendário. A equipe formada por pesquisadores da Autoridade de Antiguidades de Israel, da Macquarie University de Sidney e da Hebrew University estuda o sítio arqueológico desde 2015. 


Ao escavar o topo de uma colina, os arqueólogos encontraram evidências de um assentamento dos séculos XII a XI a.C. enterrado sob camadas de um outro assentamento, datado do início do século X a.C. No local, foram encontrados pedaços de cerâmica, potes de óleo e jarros de vinho, todos típicos da cultura dos filisteus, que viviam em Ziclague. Análises de radiocarbono indicam que as relíquias são da época em que a cidade floresceu.


Apesar da descoberta promissora, alguns pesquisadores não estão convencidos de que as ruínas pertençam a Ziclague. O professor Aren Maeir, da Universidade Bar-Ilan, afirmou que os textos sagrados situam a cidade mais ao sul. Segundo a Bíblia, o Rei Davi procurou refúgio em Ziclague depois de se desentender com o Rei Saul. Lá, ele se juntou aos filisteus, inimigos mortais de Israel. Atualmente, muitos pesquisadores acreditam que Davi não era só uma lenda, mas foi uma figura histórica que realmente existiu. Confira abaixo imagens das escavações:


Fonte: IFLScience

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

O Demônio Voador de Guadalupe

Parece o tipo da coisa que a gente encontraria nas páginas de um conto de horror de H.P. Lovecraft. Exceto por um pequeno detalhe: essa pequena história não surgiu no mundo da ficção, mas nos domínios do mundo real.


Tudo aconteceu em Guadalupe, em uma sexta feira, 16 de janeiro de 2004, quando um policial mexicano teve uma experiência bizarra da qual jamais se recuperou. Tudo estava perfeitamente normal até meados das 3 da manhã, quando o inexplicável teve lugar e o horror começou.

O oficial Leonardo Samanego estava em uma missão rotineira de patrulha na área de Colonia Valles de la Salla. Ele havia recebido um alerta para seguir até essa área afastada da cidade respondendo a queixa de um morador não identificado que alegava ter ouvido sons estranhos do lado de fora de sua casa. O policial sabia que poderiam ser jovens que haviam bebido ou usado drogas, ou talvez um vagabundo testando as trancas das casas. De qualquer maneira, não havia motivos para ele se preocupar, a área era bastante tranquila e não tinha histórico de violência.

Samanego, respondeu prontamente e seguiu em sua viatura. Imediatamente ele percebeu que o lugar estava deserto e que vários postes de luz estavam apagados. A rua estava às escuras e sua visibilidade estava limitada ao farol do automóvel.

Enquanto fazia um retorno para descer a rua pela segunda vez, uma figura saltou das sombras de uma grande árvore à margem da estrada e avançou contra a viatura. Samanego não conseguiu enxergar o que era e instintivamente pisou no freio. Dada a hora e a escuridão, o farol estava alto e ele se deparou frente a frente com uma sombra diante do carro. A estranha situação – e sua horrível natureza - se tornaram, repentinamente muito claros. Por alguns segundos o Oficial Samanego não conseguiu fazer nada a não ser encarar em absoluto terror aquela criatura delgada, com olhos negros e movimentos furtivos. Aquela coisa horrível parecia um demônio ou uma bruxa, não era algo natural. O impasse foi rompido quando a criatura saltou, abrindo enormes asas negras que se projetavam de suas costas. 

O diabo alado aterrizou sobre o capô do carro, escalou até o topo e começou a bater com as mão e garras no teto. Os punhos da coisa golpeavam o para-brisa violentamente. Em pânico Samanego colocou o carro em marcha ré e pisou fundo no acelerador. O veículo retrocedeu pela estrada de terra em alta velocidade com a coisa ainda agarrada no teto. O oficial tentou um cavalo de pau para derrubá-la, mas em seu desespero não calculou a extensão da estrada e acabou se chocando com um muro.

Surpreso, o policial não teve tempo de se recobrar da batida que o atirou de um lado para o outro. A coisa já estava tentando agarrá-lo novamente, as garras arranhando o vidro e os punhos batendo. Por um instante ele quase desmaiou, mas antes de perder os sentidos, sua mão deslizou pelo cinturão e agarrou a arma de serviço, um pistola 38. Mais tarde, o policial soube que esvaziou a arma. O painel se estilhaçou e enquanto ele desmaiava, o som de uma sirene se fez ouvir. Foi a última coisa antes dele mergulhar na escuridão. Isso e o som de enormes asas se afastando.

O Oficial foi socorrido por uma viatura de polícia de um colega, que foi atraído pela comoção. A coisa havia desaparecido e o policial que prestou os primeiros socorros descobriu que Samanego havia sofrido uma leve concussão. Enquanto pedia socorro pelo rádio, o Oficial não conseguia parar de olhar para o céu noturno.

Em maio de 2009, Ken Gerhard um conhecido criptozoologo de San Antonio, viajou até o México onde ouviu falar da história do Oficial Samanego. Depois de muita insistência, ele enfim conseguiu marcar uma entrevista. Gerhard logo percebeu o quão traumático o acontecimento havia sido para o policial: mesmo transcorridos cinco anos, ele ainda gaguejava ao narrar o episódio:

"Em vários momentos, era possível perceber que ele reagia de forma incomodada tendo de lembrar do acontecimento que mudou sua vida para sempre. Leonardo confessou durante a entrevista que ainda tinha pesadelos com o encontro e que ocasionalmente ainda desperta gritando em pânico, coberto de suor".

Gerhard conversou com os superiores do policial e com seus companheiros. também com a família e amigos. Todos foram unânimes em dizer que o Oficial, duas vezes condecorado era um excelente profissional, respeitado e querido por todos. Em quatro anos de serviço, até aquela noite fatídica, ele havia recebido excelentes avaliações. 

Todos disseram que não havia motivo para que o patrulheiro Leonardo Samanedo inventasse aquele encontro aterrorizante. E por mais estranho que fosse, era difícil contradizer alguns dos fatos.

Primeiro havia a viatura de polícia: O automóvel, um Cruiser, apresentava danos consistentes com os descritos pelo oficial. A batida na parte traseira e o painel estilhaçado pelos disparos da pistola. Além disso, havia um afundamento no capô e no teto, como se algo pesado tivesse caído sobre ele. Havia ainda marcas condizentes com arranhões na lataria do carro, riscos na pintura que pareciam ter sido produzidos por algo afiado.

Além disso, havia estranhas pegadas no chão que pareciam pés descalço e que foram vistas pelo policial Gustavo Martinez que socorreu Samaniedo. Diante do alerta do oficial ferido, Martinez ficou apreensivo olhando para todos os lados enquanto prestava os primeiros socorros.

"Ele estava desmaiando, acordava e apagava toda hora, mas quando voltava a si, dizia para eu tomar cuidado com uma coisa que voava", contou Martinez a Gerhard. "Eu realmente acredito que ele viu alguma coisa e que essa coisa tentou matá-lo. O que era eu não sei... talvez nunca saibamos. Mas eu acredito que havia algo lá. Se era um demônio não sei, mas conheço Leonardo o bastante para saber que um homem não poderia assustá-lo daquela maneira".

Martinez não viu o demônio voador, mas quando chegou ao local, atraído pelos tiros haviam passado alguns minutos. A coisa, se é que de fato existia, já havia sido afugentada pelos disparos.

Samanedo foi levado para um hospital e tratado de sua concussão. A princípio ele relutou em contar o que havia acontecido, apenas na semana seguinte, aconselhado pela esposa decidiu revelar o que havia atacado sua viatura. A essa altura, os pesadelos já tiravam seu sono e ele não conseguia dormir em paz, sendo acordado pela visão demoníaca noite após noite. 

O caso de Samanedo ganhou a mídia e a opinião pública foi bastante crítica sobre ele - jornalistas e repórteres fizeram grande alarde a respeito do caso do que chamaram "Demônio Voador de Guadalupe". 

A partir dessa ocorrência, outras pessoas começaram a reportar avistamentos de alguma coisa estranha voando sobre a Colonia Valles de la Salla. A maioria das pessoas parecia querer apenas chamar a atenção, mas um morador da vizinhança deu um testemunho bem mais interessante, colhido por Gerhard durante sua investigação do incidente. O morador local, que preferiu não se identificar, revelou ter sido ele quem ligara para a polícia na noite em que se deu o acontecimento. Revelou ainda que alguns outros moradores também viram o demônio, mas que preferiam não falar a respeito temendo serem ridicularizados. 

"A criatura voava baixo e caminhava sobre os telhados fazendo barulho. Eu o vi e liguei para a polícia anonimamente por saber que ninguém acreditaria se eu explicasse o que estava acontecendo. Quando vi o desenho da coisa no jornal, feito como um retrato falado, eu reconheci imediatamente", contou.

Mas havia uma surpresa inesperada na entrevista. O homem havia conseguido fotografar o demônio voador na noite anterior ao incidente envolvendo o patrulheiro. Ele disse que nunca havia mostrado a fotografia, nem mesmo para os jornais pois não queria chamar a atenção ou criar mais repercussão.

Ele descreveu em que circunstâncias conseguiu tirar a fotografia com a câmera de um celular:

"Eu já havia ouvido o som das asas batendo e o som de lâmpadas nos postes sendo quebradas. Fiquei esperando na janela a noite inteira até que finalmente, por volta das quatro da madrugada ele desceu na rua. Era muito magro, com asas nas costas e chifres. Ele se movia com agilidade batendo aquelas asas enormes, como se fosse um morcego gigante. Mas parecia um homem e quando pousou na rua foi possível ver que era como um homem com braços e pernas".



Uma cópia da fotografia foi entregue a pedido de Ken Gehard com a condição de que o nome da testemunha fosse mantido em sigilo.

Casos como esse são incrivelmente difíceis de resolver e até mesmo de categorizar. Eles dependem principalmente da fonte que revela a história e da credulidade de quem a ouve. As poucas provas produzidas; os arranhões na viatura e a fotografia escura, infelizmente não provam muita coisa. Para os céticos, o relato do Oficial e da testemunha podem ser desqualificados como delírios ou mera invenção, ainda que provenientes de um policial com ótima folha de serviços e de uma testemunha que jamais desejou lucrar com a foto. 

O que podemos dizer com certeza é que esse não é o único relato de criaturas voadoras humanoides mundo afora. Pelo contrário, há muitos outros: O Man Bat (Homem Morcego) de Houston, o Owlman (Homem Coruja) da Inglaterra, a Mulher Voadora de Da Nang, no Vietnã e é claro, o Mothman (Homem Mariposa) se tornaram famosos. A existência dessas criaturas jamais foi comprovada, mas todo ano, eles continuam sendo vistos nos céus pelas mais variadas testemunhas. Será que todas elas estariam inventando essas histórias? 

Depois da noite fatídica não houve mais nenhum registro confiável sobre a criatura sobrevoando Colonia Valles de la Salla. Talvez os disparos feitos pelo policial tenham ferido mortalmente o demônio ou pelo menos o afastado de uma vez por todas.

O Oficial de Polícia Leonardo Samanedo deixou de ser patrulheiro, ele foi transferido para uma função de escritório, mas dois anos depois se afastou da corporação. Hoje ele trabalha no ramo de construção civil e não fala sobre o ocorrido.


sábado, 15 de julho de 2017

ENOQUE e A Construção da Grande Pirâmide do Egito

Teria sido Enoque responsável pela construção da Grande Pirâmide do Egito, com ajuda extraterrestre?


A princípio esta ideia sobre a Grande Pirâmide do Egito parece ser absurda, pois a lavagem cerebral já foi feita em todos nós pela arqueologia de tendência predominante. Contudo, mesmo que o apresentado neste texto não seja totalmente verdadeiro, há muitas indicações de que a história que nos foi constada até hoje está errada, e este é um fato que está se tornando cada vez mais difícil de ser ocultado.

Interessante também notar que, de acordo com o texto abaixo, há possíveis inscrições mostrando “imagens de algumas máquinas voadoras que construíram as pirâmides e a Esfinge”.

Veja:

O General Richard William Howard Vyse KCMG (25 de julho
de 1784 – 8 de junho de 1853) era um militara britânico,
antropólogo e egiptólogo. Ele também foi deputado (MP)
para Beverley (de 1807 a 1812) e Honiton (de 1812 a 1818).
Na margem ocidental do Nilo, há uma das maravilhas mais antigas do mundo antigo, a Grande Pirâmide. De acordo com a história aceita, a Grande Pirâmide foi construída em torno de 2500 A.C. como o túmulo do faraó Quéops. No entanto, a datação da pirâmide e sua associação com Quéops baseia-se inteiramente na descoberta feita em 1837 pelo explorador britânico Richard William Howard Vyse (um militar britânico, antropólogo e egiptólogo. Ele também era deputado do Parlamento para Beverley (de 1807 a 1812) e Honiton (de 1812 a 1818)).

Richard Vyse descobriu quatro pequenas salas de “construção” (com alturas entre 0,5 metros e 1,2 metros) acima da Câmara do Rei.

Em algumas paredes e tetos desses quartos (que estavam vazios) foram encontrados hieróglifos feitos com tinta vermelha (mas apenas nos blocos de pedra calcária), que foram adicionados pelos trabalhadores. As inscrições incluíam dois cartuchos (nomes reais encerrados em um oval): “Khufu”(Quéops) e “Khnum-Khufu”.

Os egiptólogos foram então capazes de atribuir a grande pirâmide a Quéops, e a data de construção de 2500 A.C., porque essa é a data que eles acreditam que Quéops reinou. Uma vez que as pedras não podem ser datadas pelo teste de carbono e não há outra inscrição na pirâmide, exceto por esse cartucho (símbolo com forma oblonga, onde se escrevia o nome de um rei), essa datação não pode ser desafiado.

No entanto, novas evidências que foram encontradas no diário de Vyse faz com que pesquisadores questionem sua descoberta. Alguns até sugeriram que ele poderia ter forjado o nome de Quéops.

No diário particular de Vyse, foram encontradas contradições. Em suas notas particulares, ele estava desesperado para encontrar um cartucho. Naquela noite em particular, ele escreveu que não havia nada na câmara que se parecesse com hieróglifos. E então, em seu livro publicado três anos depois, ele escreve: “Eu só consegui distinguir um cartucho.”

O suposto cartucho de Quéops.

Após as evidências contraditórias serem expostas em 2014, dois estudantes de arqueologia da Universidade de Dresden contrabandearam uma amostra da tinta usada nas marcas do Rei Quéops e a analisaram por um laboratório alemão.

A amostra foi muito pequena para datação de carbono, mas os técnicos conseguiram determinar algo chocante: o pigmento não foi pintado nos blocos de pedra originais, mas foi adicionado depois quando os reparos foram feitos. Este achado sugere que o cartucho não era original na construção da pirâmide, mas foi adicionado em uma data muito posterior

Vyse gastou mais de 1,3 milhão de dólares em sua expedição para descobrir a verdade sobre a grande pirâmide.

É possível que ele, em seu desespero por encontrar algo, fez o impensável, que foi forjar o nome de Quéops na parede da câmara, assim estabelecendo uma data imprecisa para a estrutura?

Curiosamente, esta não é a única evidência que contradiz a data da pirâmide e todo o complexo de Gizé. Um texto de sete séculos A.C., conhecido como a Estela do Inventário, descoberta por arqueólogos em 1958, detalha os reparos feitos pelo faraó Quéops na Esfinge.

A Estela do Inventário foi descoberta em 1858 em Gizé pelo arqueólogo francês
Auguste Mariette, durante as escavações do templo de Ísis. O tablete
estava localizado muito perto da Grande Esfinge de Gizé.

A Estela do Inventário (também conhecida como Estela da Filha do Rei) é um tablete comemorativo do Egito Antigo que data da Dinastia 26 (C. 670 A.C.). Ela foi encontrada em Gizé no século XIX. A estela apresenta uma lista de 22 estátuas divinas pertencentes a um Templo de Ísis e continua afirmando que o templo existia antes do tempo de Quéops (C. 2580 A.C.).

A estela foi descoberta em 1858 em Giza pelo arqueólogo francês Auguste Mariette, durante as escavações do templo de Ísis. O tablete estava localizado muito perto da Grande Esfinge de Gizé.

A Estela do Inventário levanta a questão: e se Quéops estivesse reparando a Esfinge que foi supostamente construída por seu filho? Como ele poderia estar fazendo isso? Isso sugere que a própria Esfinge já era antiga na época de Quéops.

A datação de todo o sítio de Gizé poderia estar errada?

Em 1992, o geólogo Robert Schoch, da Universidade de Boston, criou um tumulto entre os egiptólogos quando sugeriu, com base nas erosões da água ao redor da Esfinge, que a idade do monumento era de aproximadamente 10.500 A.C.

Alguns egiptólogos acreditam que provavelmente a Esfinge foi construída a partir da Era do Gelo, talvez por outra civilização mais antiga e mais evoluída que a posterior. Muitas inscrições mostram imagens de algumas máquinas voadoras que construíram as pirâmides e a Esfinge.

Com base na capacidade dos climatologistas de calcularem com precisão os períodos chuvosos do passado, foram encontradas novas conclusões sobre a idade da Esfinge. Parece que a rocha que compõe a famosa construção foi exposta à erosão entre 7000-5000 A.C., período que corresponde a períodos chuvosos na história egípcia, o que torna a Esfinge muito mais antiga do que a maioria dos egiptólogos dizem. (Lynn Picknet & Clive Prince, Stargate Conspiracy p. 58) símbolo da civilização egípcia.

Robert M. Schoch (nascido em 24 de abril de 1949) é professor associado de Ciências Naturais na Faculdade de Estudos Gerais, um currículo básico de dois anos para candidatos a bacharelado na Universidade de Boston. Ele é um defensor da hipótese da erosão da água de Esfinge.

Assim como a Esfinge, é possível que a grande pirâmide também seja muito mais velha do que os egiptólogos estão dispostos a admitir?

Mas se esse foi realmente o caso, quem as construiu?

De acordo com o escritor árabe Al-Maqrizi, a grande pirâmide não foi construída por Quéops, mas sim muito antes do Grande Dilúvio, por um rei com o nome de SAURID. E então o antigo escritor árabe claramente disse que SAURID é a mesma pessoa que a sociedade hebraica chama Enoque.

Quem é esse personagem chamado ENOQUE?

Nas “Lendas antigas dos judeus”, Enoque é um “rei sobre todas as pessoas”, que reinou exatamente por 243 anos. No livro de Gênesis, Enoque é mencionado como um dos dez patriarcas que reinaram antes do dilúvio. Na Bíblia, Enoque é lembrado em cinco frases (Gênesis 5:21 a 24).

Gênesis 5:24: “E Enoque andou com Deus, e ele não era mais, porque Deus o tinha tomado”. Enoque era filho de Jared (Gênesis 5: 19-21), pai de Matusalém, e bisavô de Noé.

Enoque foi o construtor da Grande Pirâmide, ou pelo menos como afirmou Taqi al-Din Ahmad ibn Abd al-Qadir ibn Muhammad al-Maqritu (1363-1442) em seu trabalho escrito, Khitat. Ele observa que a ENOQUE era conhecida por nomes diferentes para diferentes povos: SAURID, HERMES, IDRIS e ENOQUE.

Enoque foi levando para o céu pelo Arcanjo Miguel e foi informado pelos anjos sobre um vindouro cataclismo, e foi instruído para construir a Grande Pirâmide, e ele escondeu neles tesouros e livros de aprendizado, e tudo o que ele temia que poderia ser perder. (Para mais informações, leia o livro A História Está Errada, de Erich von Daniken.)


Considerações Finais

A menção rudimentar e “escondida” do nome de um grande faraó, em duas ou três paredes de salas muito pequenas e desnudas de um edifício monumental ao qual ele pertence é, no mínimo, hilário.

No entanto, ela foi suficiente para a ciência do século dezenove e a contemporânea aceitar a chamada informação como sendo “verdadeira”, e depois implementá-la sistematicamente na mente das pessoas através da mídia. Tal ação foi muito mais conveniente do que reconhecer que não se sabia quem construiu o maior edifício da Terra.

Talvez tudo o que sabemos sobre o Egito esteja errado e devemos voltar e abrir a nossa imaginação para as possibilidades de que exista outra explicação que possivelmente implique a assistência de extraterrestres para a criação da Grande Pirâmide.


Antártica e os Anjos Caídos aprisionados, do Livro de Enoque.


O Dr. Michael Salla publicou o seguinte artigo controverso em seu site, que fala a respeito da Antártica possivelmente ser o local onde uma raça de alienígenas (Anjos Caídos) foram aprisionados. A parte interessante dessa história é que ela corre quase que se encaixa perfeitamente às alegações colocados num vídeo documentário publicado pelo apresentador israelense Steven Ben-Nun.

(Alerta: algumas das informações apresentadas pelo Dr. Salla podem ser consideradas como blasfêmias por pessoas com tendências mais religiosas. Porém, a apresentação deste artigo aqui, bem como outros, não significam o apoio do OH a essas teorias, mas sim que sua apresentação aqui serve para que argumentos sejam apresentados pelos leitores, a fim de que pelo menos um pouco da verdade venha à tona.)

Em 14 de março, a Israeli News Live publicou uma história provocante intitulada “The Fallen Angels Imprisoned in Antarctica Are Still Alive” (Os Anjos Caídos, Aprisionados na Antártica Ainda Estão Vivos).  O comentarista, Steven Ben-Nun, analisou o Livro de Enoque (apócrifo), o qual descreve as experiências de Enoque, um personagem bíblico pré-diluviano, que foi levado aos céus e possui um papel chave num grande conflito celestial. 
Enoque se tornou o principal intermediário entre os dois lados do conflito entre os “Anjos Caídos” e os “Anjos Justos”, servindo uma Divindade ‘que sabe de tudo’, referido como “o Senhor”. Houve múltiplas questões no conflito, tais como os Anjos Caídos cruzando e/ou desempenhando experimentos genéticos com a humanidade, e passando conhecimento proibido e tecnologias para uma civilização humana ainda em desenvolvimento. 
O Livro de Enoque começa com a chegada de 200 Anjos Caídos na região do Monte Hermon, que faz fronteiro com o Líbano e a Síria de hoje. Os Anjos Caídos começaram a cruzar e/ou modificar geneticamente os habitantes locais. 
6.1 E sucedeu que, quando os filhos dos homens se multiplicaram, naqueles dias nasceram a eles filhas formosas e belas.
6.2 E os Anjos, os filhos dos Céus, as viram e cobiçaram. E disseram uns aos outros: “Venham, escolhamos para nós esposas, dentre as filhas dos homens, e geremos filhos para nós.” 
6.6 E eles eram ao todo duzentos e desceram em Ardis, que é o topo do Monte Hermon. E chamaram à montanha Hermon, porque nela tinham jurado e se comprometido com maldições. 
Enquanto os Anjos Caídos tinham estabelecido um posto avançado no Monte Hermon, foi para a Antártica que eles seriam removidos finalmente, após perderem a batalha celestial com os Anjos Justos, de acordo com a análise de Ben-Nun do Livro de Enoque (Vídeo abaixo. Para instruções de como ativar a legenda em português, embora ela não seja precisa, clique aqui):


Ben-Nun cita passagens do Livro de Enoque que são muito sugestivas da Antártica como realmente sendo a localização onde Enoque foi levado para testemunhar os eventos celestiais. 
18.5 E vi os ventos na Terra que apoiam as nuvens e vi os caminhos dos Anjos. Eu vi no fim da terra o firmamento dos Céus acima. 
18.6 E eu continuei para o sul, e queimava dia e noite, aonde havia sete montanhas de pedras preciosas, três voltadas para leste, e três voltadas para o sul. 
18.7 E aquelas voltadas para leste eram de pedra colorida, e uma de pérola, e uma de jacinto, e aquelas voltadas para o sul, de pedra vermelha. 
18.8 Mas a do meio atingia os Céus, semelhante ao trono do Senhor, de antimônio, e o topo do trono era de safira
O que é interessante sobre o trecho acima é que Enoque se refere à localização que “queimava dia e noite”. Ben-Nun acredita que isto se encaixa com a descrição da Antártica durante o verão do hemisfério sul, onde há luz solar 24 horas por dia. 
Quanto as sete montanhas, isto parece se referir ao Monte Vinson, na Cordilheira Sentinela da Antártica, de acordo com Ben-Num.  Ele também se refere às seis montanhas próximas na cadeia, que poderiam qualificar como as montanhas descritas no Livro de Enoque. 
O Monte Vinson é a montanha mais alta da Antártica, e está localizada ao meio da Cordilheira Sentinela. Ela ficaria realçada bem de forma espetacular com seus picos de neve nos tempos antigos, como é hoje. 
Quanto ao alinhamento ao sul e ao leste das seis montanhas adjacentes ao Monte Vinson descrito no Livro de Enoque, Ben-Num especula que este foi seu alinhamento antes do evento catastrófico de um dilúvio, que coincidiu com uma mudança do eixo de rotação da Terra. 
Isto corresponde com a pesquisa conduzida por Sir Chalres Hapgood, o qual assegura que mudanças dos polos têm sido ocorrências regulares na história da Terra. Em seu livro de 1958, Earth’s Shifting Crust (A Crosta Deslocante da Terra), Hapgood propõe que uma mudança dos polos aconteceu no final da última idade do gelo, há aproximadamente 11.000 anos.


A conjectura de Ben-Nun é interessante, mas como pode ser visto no mapa que mostra a Cordilheira Sentinela, onde o Monte Vinson está situado, há muito mais do que sete montanhas na cadeia.  A conjectura de Ben-Nun não é conclusiva, como ele mesmo aponta. Mesmo assim, ele nos dá uma possível localização dos Anjos Caídos aprisionados, Monte Vinson, e/ou outras montanhas na Cordilheira Sentinela. 
Ben-Nun discute o Livro de Enoque e sua referência aos Anjos Aprisionados que foram removidos do Monte Hermon para a Antártica (Monte Vinson/Cordilheira Sentinela): 
18.14 E como um espírito me questionando, o Anjo disse: “Este é o lugar do final dos Céus e Terra, esta é a prisão para as Estrelas dos Céus e Hostes dos Céus.
18.15 E as estrelas que giram sobre o fogo são aquelas que transgrediram as ordenanças do Senhor no começo de sua ascensão, porque não surgiram nos seus tempos determinados. 
18.16 E Ele ficou irado com elas, e aprisionou-as até o tempo da consumação de suas culpas, no Ano do Mistério.”
A referência de Ben-Nun quanto aos Anjos Caídos ainda estarem vivos na sua prisão na Antártica levanta uma possibilidade intrigante. O Livro de Enoque descreve um “Ano do Mistério”, quando eles serão libertados. Seria este um evento que logo testemunharemos? 
Para resposta, podemos começar a analisar alguns paralelos intrigantes entre a análise de Ben-Nun sobre o Livro de Enoque, e os recentes desacobertamentos dos programa espacial secreto pelo delator Corey Goode, no que diz respeito à Antártica. 
Como a figura pré-diluviana de Enoque, Goode diz que também foi levado para testemunhar eventos celestiais, por um grupo recém chegado de extraterrestres altamente evoluídos, chamados de “Aliança dos Seres da Esfera”.  Como Enoque, Goode também foi solicitado de atuar como um intermediário para ambos os lados num conflito “celestial” ou que abrange todo o sistema solar. 
Goode disse que isto começou em março de 2015, quando ele aceitou o papel como delegado para a Aliança dos Seres da Esfera nas continuadas negociações entre diferentes facções e grupos tanto da Terra quanto de civilizações de fora do mundo. 
Ele disse que foi levado até a Antártica por duas vezes para testemunhar eventos. No mais recente, em janeiro de 2017, ele viu os restos de uma civilização pré-adamita que havia florescido, até que uma enorme catástrofe global correspondente ao grande dilúvio destruiu cidades costeiras e planícies por todo o mundo, por volta de 12 a 13 mil anos atrás. 
Goode disse que os pré-adamitas sobreviveram entrando em câmaras de estagnação na maior das naves mãe de 4,8 k de comprimento, que caiu na Terra por volta de 60.000 anos atrás, após os pré-adamitas terem sido expulsos da Lua, devido a um conflito com as facções extraterrestres lá dominantes. 
Os pré-adamistas construíram sua base principal de operação na Antártica, e estabeleceram postos avançados na Ásia, Europa e nas Américas, de acordo com Goode. Logo um conflito emergiu entre os pré-adamitas  e outros extraterrestres de aparência humana, que haviam conduzido 22 experimentos genéticos com a humanidade na superfície por aproximadamente 500.000 anos. 
No caso do pouso de 200 Anjos Caídos no Monte Hermon, isto é consistente com as alegações de Goode de que os pré-adamitas estabeleceram colônias por toda a Terra, onde eles alteraram geneticamente os humanos das regiões e instalaram híbridos em posições de liderança. 
Quanto aos Anjos Justos descritos no Livro de Enoque, estes pareceram ser os grupos de extraterrestres que tinham conduzido os 22 experimentos genéticos que estavam sendo interferidos pelos pré-adamitas. 
A Aliança dos Seres da Esfera, parecem estar tendo um papel similar do “Senhor que tudo sabe” mencionado no Livro de Enoque. 
A análise de Ben-Nun de que os Anjos Caídos estavam aprisionados na Antártica, e ainda estão vivos, corresponde com as alegações de Goode de que os pré-adamitas estão em câmeras de estagnação em uma das naves mães que está enterrada nas profundidades da placa de gelo da Antártica. 
Finalmente, Goode revelou que escavações na Antártica estão sendo conduzidas, e que estas câmeras de estagnação contendo os pré-adamitas foram encontradas. Os descendentes híbridos dos pré-adamitas, que estão entre a linhagem das famílias da elite que secretamente têm reinado sobre a humanidade, estão dispostos a ganhar acesso às câmeras de estagnação e acordar seus antigos ancestrais. 
A meta parece ser a de fazer com que os pré-adamitas retomem seu antigo domínio nos assuntos planetários, assim permitindo que seus descendentes híbridos saiam das sombras e reinem diretamente sobre a humanidade. Isto sugere que o “Ano do Mistério” mencionado no Livro de Enoque, quando os Anjos Caídos são liberados, pode estar muito próximo. 
Tudo isto leva à intrigante questão: Seria o próprio Goode um Enoque dos dias modernos, sendo dado o papel de testemunhar e mediar entre os diferentes  humanos e as facções extraterrestres, como foi delegado pela Aliança dos Seres da Esfera, que parece ser funcionalmente idêntica à “Divindade que tudo sabe” descrita no Livro de Enoque?  Se este for o caso, isto sugeriria que o próprio Enoque seria um contatado extraterrestre da Aliança, ou de um grupo similar há 13.000 anos. 
Se os pré-adamitas/Anjos Caídos forem acordados/libertados, então certamente haverá a necessidade de lidar com eles e seus descendentes híbridos a respeito de que papel eles terão, à media que a humanidade acorda com respeito à verdade de sua história e manipulação por múltiplos grupos de extraterrestre e famílias da elite.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A Sua RELIGIÃO está Preparada para Lidar com EXTRATERRESTRES?

Professor de astronomia da Universidade de Vanderbilt questiona como religiões reagirão se vida extraterrestre for descoberta um dia


Como a humanidade reagirá quando astrônomos encontrarem evidências sólidas da existência de vida além da Terra? Sem especulação. Sem dúvidas. O momento em que os cientistas anunciarem essa descoberta, tudo mudará. No mínimo, nossas filosofias e religiões precisarão incorporar essa nova informação.


Buscando sinais de vida

Até o momento astrônomos identificaram milhares de planetas na órbita de suas estrelas. Nesse ritmo de descoberta, milhões de outros serão descobertos ainda nesse século.

Agora que já encontraram planetas físicos, os astrônomos estão procurando por nossos vizinhos biológicos. Ao longo dos próximos 50 anos, eles darão início ao estudo provocador e detalhado de milhões de planetas, em busca de evidência da presença de vida acima ou abaixo das superfícies ou nas atmosferas desses planetas.

E é bem possível que os astrônomos encontrarão o que buscam. Apesar do fato de mais de um terço dos americanos acreditarem que alienígenas já visitaram a Terra, a primeira evidência de vida além do nosso planeta provavelmente não será descoberta por meio de sinais de rádio, homenzinhos verdes ou discos voadores. Em vez disso, um Galileu do século 21, usando um telescópio enorme, de uns 50 metros de diâmetro, coletará luz das atmosferas de planetas distantes, em busca de sinais de moléculas biologicamente significantes.

Astrônomos filtram essa luz distante por meio de espectrógrafo — prismas de alta tecnologia que permitem uma análise da luz em vários comprimentos de ondas diferentes. Eles estão em busca do que vai identificar moléculas que não existiriam em abundância nessas atmosferas na ausência de seres vivo. Os dados do espectrógrafo dirão se processos biológicos alteraram o ambiente do planeta.


Se não estamos sozinhos, quem somos?

Com a descoberta da luz de espectro em planetas distantes de elementos que só poderiam ser produzidos por seres vivos, a humanidade terá a oportunidade de ler uma nova página no livro do conhecimento. Nós não estaremos mais especulando sobre a possibilidade de existirem outros seres no universo. Saberemos que não estamos mais sozinhos.

Uma resposta afirmativa para a pergunta: “A vida existe em algum lugar no universo além da Terra?” levantará algumas questões imediatas e profundas cosmológicas e éticas sobre o lugar que ocupamos no universo. Se seres extraterrestres existirem, a minha religião e minhas crenças e práticas religiosas podem não ser universais. Se a minha religião não é universalmente aplicável para seres extraterrestres, talvez minha religião não precise ser oferecida ou forçada nos seres terrestres. Basicamente, talvez nós aprendamos algumas lições importantes aplicáveis em casa só de considerar a possibilidade de vida em outro planeta além do nosso.

No meu livro, eu investiguei os escritos sagrados das religiões mais praticadas ao redor do mundo, questionando o que cada religião tem a dizer sobre a singularidade e não-singularidade da vida na Terra e como, ou se, uma religião em particular funcionaria em outros planetas em partes distantes do universo.


Pecadores extraterrestres?

Vamos analisar a questão teológica aparentemente simples ainda assim muito complexa: extraterrestres poderiam ser cristão? Se Jesus morreu com o objetivo de resgatar a humanidade do estado do pecado no qual os humanos nascem, a morte e ressurreição de Jesus, na Terra, também redime outros seres perdidos que são nascidos em um estado parecido de pecado? E se for assim, por que os extraterrestres seriam tão pecadores? O pecado é algo construído no tecido do espaço-tempo do universo? Ou a vida pode existir em partes do universo sem ser em um estado de pecado e, logo, sem a necessidade de redenção que não necessita do Cristianismo? Várias soluções diferentes para os quebra-cabeças que envolvem a teologia cristã vêm à tona. Nenhuma delas satisfaz todos os cristãos.


Mundos mórmons

A escritura mórmon claramente ensina que outros mundo inabitados existem e que “esses inabitantes são nascidos filhos e filhas de Deus”. Na Terra, no entanto, o mundo dos mórmons, no qual Jesus, como é compreendido por eles, viveu e ressuscitou somente na Terra, é privilegiado. Além disso, as inteligências mórmons só conseguem alcançar seus próprios objetivos espirituais durante suas vidas na Terra, não durante suas vidas em outros mundo. Logo, para os mórmons, a Terra pode não ser o centro físico do universo, mas é o lugar mais privilegiado do universo. Essa visão sugere que todos os outros mundos são, de alguma forma, menos importantes do que a Terra.


Fé bahá’í sem viés

Membros da fé Bahá’í têm uma visão do universo que não tem viés a favor ou contra a Terra como um lugar especial ou os humanos como uma espécie especial. Os princípios para a fé Bahá’í — unificar a sociedade, abandonar preconceitos, tornar as oportunidades iguais para todas as pessoas, eliminar a pobreza — são sobre os humanos na Terra. Quem segue essa fé esperaria que qualquer criatura de qualquer lugar do universo venerasse o mesmo Deus que os humanos, mas talvez não das mesmas formas específicas da Terra.


Anos-luz da Meca

Para os muçulmanos, os pilares da fé exigem que eles rezem cinco vezes todos os dias na direção da Meca. Já que determinar a direção correta da Meca pode ser extremamente difícil em um planeta que gira rápido a milhões de anos-luz da Terra, praticar a mesma fé em outro lugar pode não fazer sentido. Ainda assim as palavras de Qu’ran são “Seja lá quais seres existem nos céus e na Terra, eles se dirigem a Alá”. Será que os muçulmanos terrestres podem aceitar que o que foi dito profeticamente na religião de Maomé é direcionado tanto para os humanos na Terra quanto em outros mundos que possuem seus próprios profetas?


Astrônomos como quebra de paradigmas

Em algum momento ao longo da história, as descobertas de astrônomos exerceram uma influência gigante na cultura humana. Astrônomos gregos “desachataram” a Terra — mesmo que vários deles escolheram esquecer esse conhecimento. Copérnico e Galileu, acadêmicos da Renascença, colocaram a Terra em movimento ao redor do Sol e moveram humanos para longe do centro do universo. No século 20, Edwin Hubble eliminou a ideia de que o universo sequer possui um centro. Ele demonstrou o que o universo era no começo do tempo e o que, bizarramente, o universo, o próprio tecido tridimensional do espaço, está se expandindo.

Fica claro que astrônomos não estão de brincadeira quando oferecem novas ideias para o mundo. Outra ideia de quebrar paradigma pode estar chegando aos nossos telescópios agora mesmo.

Não importa quais informações oferecem a sua teologia, você talvez tenha que lutar com os dados que astrônomos trarão para dentro de nossas casas no futuro próximo. Você precisará perguntar: é o meu deus o deus de todo o universo? A minha religião é terrestre ou universal? Conforme as pessoas trabalham para reconciliar a descoberta de vida extraterrestre com suas visões teológicas e filosóficas de mundo, a adaptação às notícias de vida além da Terra será desconfortável e talvez até perturbador.

*David a Weintraub é professor de astronomia da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos. Este texto foi publicado originalmente em inglês no The Conversation.

Através de OvniHoje.