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terça-feira, 24 de março de 2015

SINAIS - Palestra [VÍDEO]


Nesta conferência o professor Laércio Fonseca nos mostra o como os grandes profetas do passado nos alertaram para o final dos tempos. Todos esses profetas nos falavam de sinais que apareceriam diante da humanidade advertindo e alertando sobre os momentos críticos que passariam os homens diante da provação final. 

Muitos são os sinais de alerta que estamos vivenciando atualmente entre grandes terremotos, tsunamis, alertas nucleares e os boatos de guerra por toda parte. 

Devemos todos estar atentos aos grandes sinais de alerta que o alto esta nos enviando para que estejamos prontos para esses momentos apocalípticos.


sábado, 10 de maio de 2014

Agharta – O Reino Intra-terreno em nosso Planeta


O ex-agente da CIA, Virgil Armstrong, acrescentou que, imediatamente após a descoberta das revelações do diário do Almirante Richard Evelyn  Byrd, as rotas aéreas sobre Agharta foram declaradas secretas pelo serviço de inteligência norte americano (CIA e demais agências), e ordenou que a área ou rota que levaria àquela reino era para ser guardada por bases militares dos E.U.A. e que não vão deixar quaisquer invasores descobrirem como lá chegar. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agharta.

É possível que a cada dia, sob a nossa existência diária, exista um mundo novo e desconhecido para nós.

Espanta-me sempre, que, apesar de as coisas que foram ensinadas pelo stabilishment como verdadeiras, mais cedo ou mais tarde, revelarem-se falsas e alguns de nós (a maioria) continuarem “presos” na velha ideia. 

A maioria de nós aceitou como verdadeiras as coisas que nós aprendemos em nossa formação, apenas porque todo mundo acredita nelas. Se você tiver coragem de “ir contra a corrente”, se você colocar em dúvida a veracidade do ruído dos axiomas oficiais, muitas vezes você recebe um epíteto específico.

Por exemplo, se você estiver fora dos padrões religiosos, então você é chamado de “sectário”, se você tem uma opinião diferente da agenda oficial de informação científica, você será incluído nos que são classificados como um “sonhador” – na melhor das hipóteses, se você não concorda com os pontos de vista políticos se tornará um extremista, neo-nazista, comunista. Nossa sociedade tem um rótulo para cada tipo de inconformismo ou para classificar àqueles que são curiosos e interrogativos e que não aceitam o “status quo” vigente.

Em 2.300 milhas (3.680 Km) para além do Pólo Norte, haveria uma entrada para o interior da Terra. Aqui, de acordo com o almirante Richard E. Byrd, o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, viveria uma civilização muito mais evoluída do que o homem de superfície. Aqueles que povoaram a Terra 100.000 anos atrás passaram a viver em subterrâneos. Uma guerra que aconteceu e incorreu na destruição da superfície da Terra, e que criou desertos.


Segredos do subterrâneo da cidade de Agharta

Virgil Armstrong, ex-agente da CIA, descreve o universo subterrâneo fascinante, habitado por  seres humanos como nós só que lá são eles seriam imortais, a atmosfera controlada, velocidades de transporte de 3.000 quilômetros por hora, atlantes e lemurianos, voando sobre aeronaves que superam nossa atual tecnologia humana.

Uma foto recente do Pólo Norte, que a NASA tem sob custódia, e enviado por um dos satélites da Terra ressuscitaram muito o interesse dos geofísicos, e não apenas para eles. Nesta imagem, podemos ver facilmente na área do Pólo Norte magnético, uma área que não é coberta por gelo glacial, como seria normal. Num raio de cerca de 300 milhas, podemos ver terra - e bem fértil.

A imagem, se você não está falando de uma ilusão cósmica, seria louca o suficiente para ensandecer um cientista. E isto, porque até mesmo um estudante de ensino fundamental sabe que sob a capa de gelo do Pólo Norte não existe nada mais do que a água, como foi confirmado por rotas de submarinos e aviões, que passam por essa área freqüentemente.


Acima, foto de satélite ESSA-7 de 1968 mostrando uma abertura no Pólo Norte, à direita foto da nave Apolo 11 de 1969 também mostra a mesma abertura.

E então, o que poderia ser a pegada de “terra” no coração de gelo no Ártico?, a NASA perguntou. Para resolver o mistério, eles mandaram fazer uma nova bateria de fotografias de satélite, feitas desta vez após a outra rotação da Terra e de outro ângulo.Novamente, o buraco no polo e as manchas são teimosas em aparecer em frente ao Pólo Norte magnético. O primeiro pensamento foi de que se trata de um fenômeno magnético da natureza, como pode haver uma perturbação atmosférica devido a este mesmo campo eletromagnético.

Mas a hipótese era para afastar os pesquisadores da NASA no domínio dos campos electromagnéticos: “O efeito mais importante, as luzes do norte, manifestam-se em um jogo completamente diferente e luzes celestes aparecem de outra forma em uma foto via satélite. Claramente, a pista esta na terra,no solo e não no ar “, disse Robert Fishermann, chefe do Laboratório de Estudo do campo eletromagnético terrestre.
O hipótese Halley.

Como era de se esperar, a imagem tinha revelado uma série de velhas e surpreendentes teorias. A primeira das teorias revelada foi a hipótese de Halley, o do cientista que descobriu o cometa com o mesmo nome. Segundo esta teoria, em áreas do Pólo Norte e Pólo Sul há aberturas grandes que levam para dentroda Terra. Por outro lado, que a Terra estaria vazia por dentro e que seria possível para uma nova civilização humana se desenvolver naquele ambiente, talvez mais avançada do que a civilização da superfície superior.
Existem muitas cidades subterrâneas em várias partes do mundo, mas Agharta é a mais importante delas. “O Almirante Byrd escreveu em seu diário secreto, publicado depois de sua morte”.


RICHARD EVELYN BYRD (25/10/1888 – 11/03/1957) 

Almirante da Marinha dos EUA foi também um aviador, pioneiro e explorador dos dois polos, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, sobretudo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Foram cinco suas expedições ao continente austral/Antártida, entre a primeira em 1929 e a última em 1956. Entre 1946 e 1947, levou adiante a grande operação chamada HighJump (que visava expulsar alemães remanescentes do nazismo de uma base alemã do pólo sul-Neuschwabenland), durante a qual descobriu e cartografou 1.390.000 km2 de território antártico. Em 1955 realizou a expedição Deep Freeze também na Antártica, tendo voado pela última vez sobre o polo austral em 1956.


A variante BYRD

Mas os geofísicos pareciam estar mais interessados em outra versão, cujas raízes estão em algum lugar em 1926. Precisamente, em maio desse ano, o almirante Richard E. Byrd se tornou o primeiro homem a voar sobre o Pólo Norte. Em uma entrevista que ele concedeu em 1947, Byrd afirmou que em 2.300 milhas (3.680 quilômetros) através e adentro do Pólo Norte encontrou uma área de clima muito quente, com vegetação e montanhas, lagos e rios. 

Richard E. Byrd, um famoso explorador, acima de qualquer suspeita, notou muito precisamente sobre o que ele achou nessa área em seu diário:

“As pessoas que vivem aqui se comunicam através de telepatia. Na verdade, eles não vivem na superfície. Debaixo da terra, alguns quilômetros de profundidade existe uma grande cidade com milhões de habitantes, uma cidade que é chamada de Agartha“.


Um antigo agente da CIA confirma

Estes arquivos de registro do diário de Byrd, foram publicadas por Virgil Armstrong, um ex-agente da CIA. Armstrong afirma que Byrd viveu em Agharta quase um mês e que ele descreve a civilização subterrânea como (muito) “sendo superior a nossa”.

O ex-agente da CIA, acrescentou que, imediatamente após a descoberta do diário de Byrd, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelo serviço secreto americano (CIA), e ordenou que a área ou rota que levaria à cidade era para ser guardada por bases militares dos E.U.A. e não vai deixar quaisquer invasores descobrirem como lá chegar. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Aghartha. E Mais, que as aeronaves em vôo que aparecem no céu são meios de transporte para as pessoas de Aghartha e outras cidades intraterrenas, e que uma parte da tecnologia de produção tem sido dada ao Pentágono, “o avião invisível, o Stealth, sendo um resultado desses saberes”.


O almirante Byrd recebeu a gratidão do Governo dos EUA

Almirante Richard E. Byrd nasceu em 25 de outubro de 1888 em Winchester, na Virgínia. Ele aprendeu a voar em aviões entre 1916-1917, em Pensacola. Em maio de 1926 ele se tornou o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, e em novembro de 1929, o primeiro homem a voar sobre o pólo sul. Entre 1928-1955 fez 11 expedições aos pólos geográficos. Em 19 de fevereiro de 1947 ele foi para o Pólo Norte para fotografar a aurora boreal. Vendo que ele não retornava à base, foi dado como desaparecido. Byrd voltou em 11 de março de 1947, vinte dias após sua partida,  e descreveu a “terraalém do Pólo Norte-Agartha”.

Como uma coincidência, o Almirante Richard E. Byrd morreu exatamente 10 anos depois, em 11 de Março de 1957. Foi elevada ao posto de Almirante em 1950 e em 1952 recebeu a Medalha de Honra do Governo E.U.A. Além disso, um dos cruzadores encouraçado da marinha dos  E.U.A. foi batizado com seu nome. Portanto, não era possível que Byrd  fosse apenas um louco que tinha alucinações no Pólo Norte.


O segredo da imortalidade

Voltando ao ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, ele também revelou alguns elementos do diário secreto de Byrd: “O almirante descreve em detalhes que, nas cidades subterrâneas vivem as pessoas com traços delicados, que têm milhares de anos de vida, mas a idade não marca as suas características. Os habitantes de Agartha saberiam o segredo da imortalidade. Depois de considerar que elas tinham vivido o suficiente, eles são também aqueles que escolhem quando se aposentar da vida. As mulheres dão à luz apenas uma ou duas vezes durante sua vida, e a gestação dura apenas três meses. Dão nascimento em templos, nas bacias de água particulares. Os Partos ocorrem sem dor “.


Guerras entre Lemúria (MU) e Atlântida

O diário de Byrd sobre Agartha não é o único relato que menciona sobre as cidades subterrâneas. Na época, havia muitos testemunhos sobre a vida sob a crosta terrestre. Existem outros documentos, gravuras, esculturas e até mesmo muito antigos descrevendo Agartha. Diz-se que, debaixo da terra, de todo o mundo existem cerca de 100 cidades, das quais a maior é Agartha. O Mundo subterrâneo seria conhecido como Shamballa. Os habitantes deste mundo, como sabemos a partir dos documentos, deixaram a superfície do mundo, 100.000 anos atrás, depois da catastrófica guerra entre atlantes e lemurianos, as duas grandes civilizações que dominaram a Terra naquele tempo.


Uma mandala tibetana representando o reino subterrâneo de Agharta

A Guerra estaria descrita em dois épicos da cultura hindu, o RAMAYANA e o MAHABHARATA. Após a guerra, graças às poderosas armas utilizadas, resultaria áreas como o deserto do Saara, Gobi, terrenos inóspitos da Austrália e E.U.A, lugares onde eram aglomerações de atlantes e lemurianos. A atmosfera na superfície era irrespirável, para os sobreviventes do conflito foram se retirando para o interior da terra e quem ficou na superfície do planeta começou a viver um processo de degeneração genética involutiva.
Segundo esta teoria, os povos da região seriam descendentes daqueles que se recusaram a se aposentar em cidades subterrâneas e, entretanto, ao ficarem na superfície tornaram-se selvagens.


Cidades subterrâneas

Mas, de acordo com documentos secretos, estas seriam as cidades mais poderosas do mundo intraterreno: 

Poseid - o primeiro refúgio dos Atlântes, com a entrada no estado brasileiro do Mato Grosso (Serra do Roncador), com população de 1,3 milhões de habitantes; 

SHONSHE - refúgio dos uigures, um ramo da raça lemurina, com a entrada através dos Himalayas, 3,5 milhão de habitantes;

RAMA - perto de Jaipur, na Índia, 1 milhão de habitantes; 

SHINGWA - a fronteira entre a China e Mongólia, com 1,5 milhões de habitantes; 

Telos - abaixo do Monte Shasta, na Califórnia, com 1,5 milhões de habitantes.



Monte SHASTA, na Califórnia, EUA, com uma enorme Cloudship pairando sobre seu cume.

As cidades estão colocadas em profundidades variando entre 1,5 e 2 milhas abaixo da crosta terrestre. O que Armstrong diz: “Atlantes entendemos por telepatia e lemurianos falam uma língua – Maru – que é uma raiz comum do hebraico e do idioma sânscrito. Agora, as duas civilizações vivEm em paz e harmonia. Eles são liderados por um Conselho Superior composto de 12 pessoas , 6 homens e 6 mulheres. As cidades são artificialmente iluminadas e tem uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturada em vários níveis. Os moradores se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade ( cerca de 3.000 Km por hora), que flutuam/levitam”.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

ESTÁGIOS NA SENDA - O CAMINHO


É importante assimilar não apenas como conceito, mas como fato, que a Senda é a própria pessoa.O livro A VÓZ DO SILÊNCIO, diz que a pessoa não pode trilhar a SENDA até que se tenha tornado a própria Senda. A Senda é a mudança qualitativa que ocorre na consciência da pessoa e nos veículos através dos quais a consciência funciona.

Diz-se que a consciência em sua forma absoluta, é sempre pura e que nela nenhuma mudança pode, ou precisa acontecer. Mas "Consciência" é um termo ambíguo. A palavra sânscrita CHAITANYA é mais precisa e indica a consci~encia sempre pura, sempre livre ilimitada, que não muda. A Filosofia Oriental fala de dois tipos de verdade; uma é PARAMÂRTHIKA SATYA, verdade absoluta, a outra é verdade relativa.

Do ponto de vista absoluto, a consciência não pode mudar, mas do ponto de vista relativo, a mudança tem de ocorrer. A consciência identifica-se com os veículos através dos quais funciona, está com eles emaharada e, falando de um modo prático, funciona de maneiras que não lhe são naturais.

Ela é incapaz de expressar sua pureza e liberdade naturais enquanto esses veículos não forem transformados em" instrumentos perfeitos" capazes de responder a cada vibração sua.

Cada corpo é uma consciência, e tem seus desejos independentes. Os corpos devem cessar de puxar em direções diferentes, como estavam a costumados. Esse é o início da SENDA. Em toda pessoas a mudança está acontecendo. Ela toma pelas suas próprias mãos quando vê e percebe as contradições em sua vida

A consciência corporéa puxa em todas as direções, menos para a direção ao qual a outra consciência a mental quer ir...a percepção disso é o início da autocompreensão Antes de entrar na SENDA, deve haver uma certa compreensão da vida. Senão houver Discernimento a respeito daquilo que vale à pena e daquilo que nao vale, e se apessoa estiver correndo atrás de coisas que são desnecessária

Estando engajada em buscas que são ""Para uma vida apenas"", como consta no livro" AOS PÉS DOS MESTRES", ela Não Está Pronta para a SENDA.A SENDA indica "Uma mudança interior"Uma guinada na vida. Um pequeno desapêgo um certo autocontrole em sua conduta. É um ponto crítico de mutação, um estágio difícil da vida da pessoa.

Estágio de dúvidas e conflito,onde o buscador nao é nem mundano nem está definitivamente desabrochando sua natureza espiritual. Quem entra na"" Corrente"" sabe em que direção está seguindo.Ele deve aprender a pedirem um nível profundo, sem querer sabedoria juntamente com os prazeres e objetos do mundo.

A mudança é radical de direção, quando ela é clara, a SENDA começa verdadeiramente.

Livro:
APRENDENDO A VIVER A TEOSOFIA - RADHA BURNIER 


domingo, 23 de março de 2014

Nicholas Roerich e sua Viagem Extraordinária pela Ásia

Nicholas Roerich nasceu em São Petersburgo, na Rússia, filho de um advogado de alto nível estudou direito para agradar o pai, mas ele nunca deixou de se dedicar ao que realmente amei o art. Personalidade Genial estava interessado não só na arte, mas na arquitetura, arqueologia, literatura e filosofia. No total, ele fez o que totalizaram 7.000 pinturas e desenhos.


Durante os primeiros anos do século XX Roerich, graças à influência de sua esposa Helena, ele desenvolveu interesse por religiões orientais e teosofia. Ele já era uma figura de destaque no mundo cultural da capital russa.

Após a revolução de 1917 ea queda do regime czarista, Roerich, político moderado que colocar os valores espirituais e do património cultural da nação sobre os partidos de ideologia e políticas, teve um papel ativo na política. Juntamente com Maxim Gorky e Aleksandr Benois participou do "Comissão Gorky", a fim de proteger a arte e arquitetura da destruição e vandalismo.

Após a subida ao poder dos bolcheviques de Lênin Roerich estava cada vez mais desanimado com o futuro da Rússia de política. Em 1918, junto com sua esposa Helena e seus filhos, emigrou para a Finlândia.

Depois de alguns meses me mudei para Londres Roerich. Aqui em março de 1920, eles fundaram a sua própria escola de pensamento oculto, Agni Yoga, os ensinamentos espirituais que foram dadas ao Roerich e seus associados pelo Mestre Morya, o guru de Helena Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica.

Como resultado de problemas na capital britânica e um convite do diretor do Instituto de Arte de Chicago a Roerich partiu para a América, no outono de 1920. Eles permaneceram nos Estados Unidos até maio de 1923. Em dezembro de 1920, ela fez sua primeira aparição em Nova York, uma exposição itinerante das numerosas pinturas de Roerich que transformaram a nação para San Francisco e durou até 1922.

Nos Estados Unidos Roerich fundou várias instituições, como Cor Ardens e Corona Mundi, com a intenção de artistas de todo o mundo se unindo em ativismo cívico, o Instituto Master of Arts United, e um novo escritório de Agni Yoga.

Em 1923, alguns de seus admiradores fundou o Museu Roerich, que foi enriquecida com um grande número de obras do artista, a expedição de Nicholas Roerich na Ásia Central em 1924, foi organizada por Nicholas Roerich Museum, em Nova York e do Centro Internacional para as Artes "Corona Mundi" (Crown of Peace). Ele saiu com sua esposa e um de seus filhos, para uma longa viagem para as regiões interiores e menos conhecido na Ásia Central, visitando a Índia, Sikkim, Tibete, China e Mongólia.


Durante a expedição foram recolhidos e estudados foram estudados arqueologia e livros antigos sobre budismo e modelos de pintura tibetana catalogadas, foram criadas coleções botânicas e geológicas inteiras. Eram lendas e tradições transcritas. Ainda hoje, o material coletado durante a expedição continuam a ter grande valor científico.


A chegada de N. Roerich em Darjeeling coincidiu com a fuga do Tibete Tashi Lama, o líder espiritual dos tibetanos. O Roerich estavam hospedados em uma casa que tinha uma vista deslumbrante sobre o Himalaia, Darjeeling permaneceu por quinze meses.

As autoridades inglesas, com todas as suas forças, frustrado pela expedição Roerich em toda a Índia.

Apesar de todos os obstáculos, logo após a chegada de Darjeeling Roerich, Nicholas Roerich teve uma reunião em um dos templos com um dos Mahatma, Mestre Morya, eo discípulo que o acompanha.

A partir daí, Nicholas e Helena Roerich, a convite do Mahatma, novamente à esquerda para visitar o mais sagrado do nosso planeta, Shambhala.


Onde agora são encontrados apenas lagos salgados e desertos desolados do Gobi, o Takla Makan, e de Tsaidam Dzungarian, houve um vasto mar interior que se estendia da Ásia Central. Cerca de 12.000 anos atrás, um cataclismo locais dizimado as águas ao sul e oeste, formando um grande deserto, deixando um oásis, com um lago e uma ilha no meio.

Neste mar havia uma bela Ilha Branca (Shveta-dvipa), sobre o qual foi construída a cidade de Shamballa, que pela sua beleza não tinha rival no mundo. Diz-se que ela era habitada pelos últimos remanescentes da raça que precedeu o nosso, misticamente chamados os Filhos da Névoa de Fogo. A ilha ... no Mar de Gobi, com suas ruínas de uma esplêndida civilização, ainda existe como um oásis rodeado de areia que não tenha sido pisada pelos pés dos homens.

Observando os aspectos comuns nas culturas de Rússia e Índia, estudando as culturas dos países asiáticos antigos, N. Roerich concluiu que há mais semelhança do que diferença nas culturas de diferentes povos. Esta semelhança une os países da Ásia com os da Europa e América.


No curso dessa jornada como lemos em seus escritos, ele correu para algumas testemunhas sobre a presença de Jesus Cristo na região do Himalaia, e até mesmo em sua suposta tumba na cidade de Srinagar, na Caxemira, ainda reverenciado como um de um grande santo chamado Issa veio pregar do Extremo Oeste.

Ele retornou aos Estados Unidos em 1928 Roerich fundou um centro de pesquisa para estudos do Himalaia, cujo objetivo era o estudo da etnografia e da antropologia da região asiática, com base na riqueza de material coletado em campo.

Em 1929, Nicholas Roerich foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz pela Universidade de Paris. Seu compromisso com a paz, levou à criação do Pax Cultura.

O Pacto Roerich, elaborado pelo artista, juntamente com o professor de direito internacional na Universidade de Paris Chklaver George, foi assinado na Casa Branca, em Washington, 15 de abril de 1935 pelos representantes oficiais dos Estados Unidos e todos os vinte países latino-americanos na presença do presidente FD Roosevelt.

Parece que inovação substancial para ser uma aliança não só para a defesa da cultura em tempos de guerra, mas para a preservação e desenvolvimento da cultura, mesmo em tempo de paz.

Instituições e monumentos podem ser gravados e se beneficiar da proteção sob as regras do pacto, sendo identificados com o símbolo da bandeira da paz. O desenho da Bandeira da Paz apresenta três esferas rodeadas por um círculo de magenta sobre fundo branco. Ele é um símbolo antigo, que é encontrada na cerâmica do Neolítico, anéis tibetanos, escudos e armaduras dos cruzados dos Templários, nas obras dos antigos pintores espanhóis e também por Ticiano.

"Paz através da Cultura", diz uma das frases favoritas de Roerich.


Para que a paz Roerich não só significa o oposto da guerra, muito menos um estado de repouso: a paz é criativo, produção, desenvolvimento e aperfeiçoamento do espírito. A paz é a chance natural e só para alcançar através da criação, os mais altos ideais da humanidade.

Nicholas Roerich foi encerrado em dezembro de 1947 e suas cinzas foram enterradas no sopé dos Himalaias

Recentemente, foram traduzidas e publicadas em dois volumes de escritos italianos relacionadas com a sua grande viagem de exploração nas montanhas e desertos da Ásia Central, que reviveu as questões relacionadas com a Shambala mítico, eo reino subterrâneo de Agharti.



sábado, 22 de março de 2014

A TERRA OCA


Por Ruy Palmela

No início de 1970, a Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. Uma dessas fotografias mostrava o Pólo Norte com um imenso buraco ou abertura para seu interior. 

A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca, cuja realidade já tinha sido demonstrada pelo Almirante Richard Byrd em 1947 nas suas expedições aos Polos (Norte e Sul) onde penetrou pelos mesmos, respectivamente 2.730 e 3.690 Km numa extensão para o interior da Terra onde viu não gelo nem neve,  mas sim vastas áreas de montanhas, florestas, vegetação, lagos e rios numa "Terra de Eterno Mistério" como dizia. 

Nas suas expedições feitas, respectivamente, nos anos de 1947 e 1956 ao Ártico e Antártica,  Byrd teria penetrado assim (ou adentrado) um total de 6.420 Km pelas concavidades polares que se estendem para o interior da Terra. 

Dado que por razões geográficas é impossível voar uma extensão de 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água ou gelo, parece lógico  que o vice-almirante Byrd deve ter voado adentrando o Planeta por enormes cavidades convexas dos pólos.


Era para provar tudo isto que estava preparada uma nova expedição conjunta ao Polo Norte no ano de 2007, chefiada por norte-americanos mas com russos fazendo parte da equipa. A viagem estava preparada para o dia 4 de Julho a partir de Murmansk na Rússia, por mar, com retorno previsto para o dia 17 do mesmo mês, mas acabou por ficar adiada para 2008 por não terem sido reunidas as verbas necessárias para o efeito ou por outras razões. 

De resto nunca poderá ser bem sucedida se as intenções não forem de ordem espiritual, pois os dois países em questão têm ambições desmedidas, mais de ordem material, havendo já disputas por causa do petróleo debaixo daquelas regiões geladas onde o Canadá também reclama seus direitos territoriais... 

Enfim,  já em 2006 a viagem tinha sido anulada pela morte repentina de um dos seus organizadores, o famoso expedicionista norte-americano Steve Currey  no dia 26 de Julho desse ano.  Agora a equipa expedicionária seria constituída por 100 pessoas, abrangendo geólogos, geofísicos, geógrafos e biólogos, organizada pela Phoenix Science Foundation  no Estado de Kentucky (EUA), e a North Pole Inner Earth Expedition - NPIEE, que utilizaria o navio nuclear russo quebra-gelos, de nome Yamal, fretado para essa mesma finalidade.


"Acreditamos que esta possa ser a maior expedição geológica da História do Mundo", dizia o Presidente Brooks Agnew, da Phoenix, quando foi entrevistado sobre o assunto, acrescentando ainda que: «Chegamos ao fim de todos os dados conhecidos sobre a estrutura do planeta e ainda assim persiste a teoria de que os planetas são esferas ocas...  Estaremos formando uma equipe de cientistas e engenheiros para reunir e registar dados nunca vistos antes».

A expedição contaria com 100 lugares no barco distribuídos do seguinte modo: 33 cientistas e engenheiros (é curioso o número pois é hermético); 15 cineastas e fotógrafos; 5 peritos de comunicação e técnicos em lincagem com satélite; 23 instrutores de Exopolítica e Embaixadores  (para estabelecer que tipo de relações diplomáticas e com quem); e  24 membros da equipa original.

Tudo isto induz  a tirar três conclusões óbvias:

 1º - O governo dos EUA sabe da existência da "Terra Oca" e do Mistério dos Polos e da verdade dos MUNDOS SUBTERRÂNEOS, como também os demais sabem (Rússia, França, Irão, Israel, Inglaterra, India, China, etc.) inclusive Portugal onde nos anos de 1978-80 uma equipa científica franco-americana apetrechada com o melhor material técnico de então, esteve na Serra de SINTRA (lugar de profundos mistérios e enigmas de Portugal) tentando estabelecer contacto a adentrar a "Terra Oca", sabendo-se de fonte segura que houve contacto e que o resultado de tudo isso quase redundou em tragédia para os participantes que, da noite para o dia, subitamente abandonaram o projeto saindo às pressas do país. «Sabemos o que aconteceu, mas não relataremos aqui"... diz a Diretoria da revista PAX da C.T.P. (Comunidade Teúrgica Portuguesa), de cuja autoria é grande parte das revelações deste artigo;

 2º - O interesse da Fundação Phoenix e seus patrocinadores é (ou pode ser apenas) exclusivamente COMERCIAL, pelo que a tentativa de descobrir a "Terra Oca" a partir do Polo Norte terá um único motivo de conquistar ou usurpar talvez suas riquezas e recursos naturais. Os EUA como 'donos' do Mundo conhecido, desejariam é certo também ter algum domínio próprio do mundo desconhecido...

 3º - O Dr. Brooks não foi sincero na sua entrevista quando afirmou que "nunca houve dados de fonte alguma sobre esta área do nosso planeta". Certamente sabe a verdade mas não pode dizê-la abertamente, pois seria algo como um reconhecimento público sobre um assunto que o governo dos EUA não quer que se saiba, como de resto outras coisas que tem escondido em relação aos OVNIs e suas origens (ou parte delas).

Doutro modo, foi em 1947 que o próprio Richard Byrd começou a escrever suas memórias num Diário que conservou secreto até à sua morte (em 1957), impedido de falar sobre o assunto pelo próprio governo norte-americano que o forçou a fazer  voto de sigilo.  Esse Diário, porém,  foi descoberto e publicado em 1992, sendo que nele se descreve o encontro do Almirante com tripulantes de naves, homens altos, louros, de olhos azuis, pertencentes a um povo altamente evoluído do Mundo Interno, conhecido há milhares de anos como o povo de Agharta.

Entre 1928-1955, Byrd fez 11 expedições aos pólos geográficos, tendo sido dado como desaparecido a 19 de fevereiro de 1947, tendo surgido 20 dias depois, falando de uma "terra além do Pólo Norte - Agartha" onde esteve.  

De resto, um ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, chegou mesmo a afirmar que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve uma civilização subterrânea como "sendo superior à nossa", acrescentando ainda que, imediatamente após a descoberta do seu Diário, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelos serviços norte-americanos que criaram bases militares a fim de não deixar quaisquer invasores descobrirem como chegar lá. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha.  


O Almirante Richard E. Byrd morreu 10 anos depois de sua experiência, a 11 de Março de 1957. No seu Diário, escrito em 11 de Março de 1947, ele escreveria o seguinte:

Almirante Richard Byrd
     «Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exato). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens».

No dia 30-12-1956, Byrd fez sua última anotação no mesmo Diário dizendo o seguinte:

       «Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons... Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar.  Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou!  Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará... e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz... Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido».

  Na verdade, muitos são os autores que falam de uma civilização avançada no interior da Terra desde o tempo da lendária Atlântida. O próprio herói babilônio Gilgamesh teria visitado seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra.  Na mitologia grega diz-se que Orfeu teria resgatado Eurídice desse mundo subterrâneo e os faraós do Egito comunicavam-se com o mundo interior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides. Os lamas tibetanos ou hindus budistas acreditam ainda que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.

Richard Byrd  terá visto o  Éden  terrestre ou o lugar do  'Paraíso'  há muito perdido?
Fica aqui mais esta dissertação... Pausa para reflexão.


PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM  DOS REINOS SUBTERRÂNEOS

Francis Bacon,  na Nova Atlântida  fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Thomas Moore,  no seu livro Utopia  faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;

Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol  aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra  também  fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em  “A Raça futura”  um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;

 James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”...

Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais   Ísis Sem Véu  e A Doutrina Secreta,  que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Saint-Yves d´Alveydre,  na sua obra Missão da Índia  fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos  hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;

Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre  Animais, Homens e Deuses,  fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;

Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro),  cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;

René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;

Mas foi Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel,  que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro 'O Verdadeiro Caminho da Iniciação', onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA - Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por  Badagas e Duat.


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terça-feira, 18 de março de 2014

CIDADES INTRATERRENAS


Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra 3 reinos internos denominados de Agharta, Badagas e Duat. Várias cidades se interligam entre si nesses reinos subterrâneos referidos  por vários autores como Francis Bacon, Thomas Moore, Tomaso Campanella, Bulwer Lytton, James Hilton, Alice Baley, René Guénon e outros.  O livro "São Thomé das Letras" de Oriental Luiz Noronha fala desse Mundo Subterrâneo e do contacto com alguns de seus habitantes que andam entre nós. 

Helena Petrova Blavastky, a grande teosofista russa, refere-se a Shamballa como a Capital ou o Centro do Mundo e o explorador polonês Ferdinand Ossendovski refere-se ao reino de Agartha habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano, Rigden Jyepo. 

Ossendovski, faz referências a Agartha no seu livro Bestas, Homens e Deuses, mostrando que o povo oriental crê em tal facto, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses. Diz-se mesmo que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície  para louvar o Rei do Mundo em suas manifestações no plano físico. No final do século XIX, o marquês Saint-Yves D'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que registrou na sua obra Missão da Índia.


Das várias cidades internas, Telos será uma das mais importantes com 1.500.000 habitantes remanescentes da Lemúria (antigo continente desaparecido), situada sob os montes Shasta, na Califórnia. Depois existe  Posid, com 1.300.000 habitantes remanescentes de Atlântida, localizada abaixo das planícies de Mato Grosso no Brasil. Na serra do Roncador situa-se Létha e outras mais sob o grande Continente sul americano. Uma outra será Shonshe, refúgio da cultura Uighur que fica nos Himalaias e sua entrada é protegida por um Monastério, e Shingwa fica localizada na fronteira da Mongólia com a China e uma pequena cidade secundária no Monte Lassen.


Telos significa “Comunicação com o Espírito”, tem forma de domo e é formada por cinco níveis. O primeiro nível concentra o comércio, educação e administração, além de um Templo em forma de pirâmide com capacidade para 50.000 indivíduos. A Ascensão é o objectivo principal da Comunidade onde não há dissenções religiosas de nenhuma espécie e sim compreensão da Unidade para os vários Planos da Eternidade.

Toda a população em Telos é vegetariana desde há 12.000 anos e ali não existem doenças ou violência devido a isso, contrariamente à população da superfície. A longevidade é uma característica dessa civilização avançada onde o envelhecimento dos corpos físicos é retardado podendo viver vários séculos pela sua condição genética, apesar de não serem imortais, pois isso só é possivel no plano do espírito e não da matéria perecível que é sempre passível de transformação em qualquer dimensão. 

Em Telos não existe dinheiro e todas as necessidades básicas de seus habitantes são supridas, não havendo a chamada luta de classes ou pela sobrevivência nem tão pouco as desigualdades sociais tão comuns na Sociedade humana.  


As ligações entre as várias cidades intraterrenas são feitas por imensos túneis por onde circulam veículos velozes, tipo Metro, que atravessam todo o globo interno, havendo outros veículos (os chamados Ovnis) que saiem para a superfície por aberturas nas montanhas e calotas polares por onde adentrou Richard Byrd nas suas viagens ao Polo Norte e Polo Sul, tendo contactado uma civilização mais avançada no interior da Terra onde esteve durante 20 dias, como descreve no seu Diário que conservou secreto até à sua morte em 1957, pois esteve impedido pelo governo de seu país de dizer ao mundo tudo o que vira e sabia.

Acredita-se por fim que muitos desses intraterrenos  se encontram atualmente na superfície do Planeta no sentido de ajudar a humanidade e desenvolver-se a vários níveis e fundir os dois mundos (interno e externo) para uma Sociedade mais perfeita, evoluída e avançada, sem guerras,  sem violência, sem injustiças e  desigualdades sociais, de mais respeito pela Vida, pela Natureza e amor pelos animais. 



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