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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

A China está Desenvolvendo "Sol Artificial' que Poderá Produzir Energia Limpa Ilimitada


A China está trabalhando em um revolucionário dispositivo: o Supercondutor Avançado Tokamak (EAST), projeto que pretende colocar para funcionar um autêntico “Sol artificial”. Trata-se de uma poderosíssima central energética, situada na província oriental de Anhui, que deve ser concluída em 2019.

Já em 2017, os ensaios preliminares elevaram o projeto à primeira instalação do mundo capaz de suportar as condições necessárias para a fusão nuclear, durante mais de 100 segundos. Em novembro de 2018, o dispositivo alcançou uma temperatura de 100 milhões de graus Celsius, ou seja, sete vezes maior que a do núcleo solar.

O dispositivo é projetado para acionar um processo de fusão nuclear, emulando a fonte da energia solar. O sol é um reator natural de fusão onde a nucleossíntese estelar transforma elementos mais leves em elementos mais pesados com a liberação de enormes quantidades de energia. 

Alcançar uma temperatura iônica acima de 100 milhões de graus é um feito e tanto. Outros desafios incluem conter o processo de fusão dentro de um espaço seguro e confinado por um período de tempo sustentável. Caso se mostre eficiente, o equipamento  poderia servir de modelo para futuros reatores de fusão nuclear, trazendo o sonho da energia limpa ilimitada um passo mais próximo da realidade. 


quarta-feira, 26 de junho de 2019

Campo Magnético Terrestre Está se Comportando Erraticamente e Não Sabemos o Porquê


Algo estranho está acontecendo no topo do planeta: o polo magnético norte da Terra está se afastando do Canadá em direção à Sibéria, provavelmente impulsionado pelo fluxo de ferro líquido dentro do núcleo da Terra.

O campo magnético terrestre está constantemente em movimento, mas esse comportamento recente é totalmente errático.

Os especialistas não têm certeza do que está acontecendo. De acordo com um novo estudo, o movimento poderia ter algo a ver com as ondas hidromagnéticas das profundezas do núcleo do planeta, ou com um jato rápido de ferro líquido.

O que eles sabem é que o Modelo Mundial Magnético (MMM), uma representação do campo magnético global que suporta a navegação, precisa urgente de uma atualização.


Mudanças muito rápidas

São os pesquisadores da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês) que mantêm o MMM, cujo papel na navegação moderna é essencial, desde sistemas que guiam navios no mar até o Google Maps nos smartphones.

Em 30 de janeiro, eles devem atualizá-lo. A versão mais recente do modelo saiu em 2015 e deveria durar até 2020.

O problema é que o campo magnético está mudando tão rapidamente que os cientistas precisam consertar o MMM agora.

“O erro está aumentando o tempo todo”, explica Arnaud Chulliat, geomagnetista da Universidade do Colorado em Boulder (EUA) e dos Centros Nacionais de Informações Ambientais da NOAA.


De quem é a culpa?

O problema vem parcialmente do movimento do polo, e parcialmente de outras mudanças no interior do planeta.

A agitação líquida no núcleo da Terra gera a maior parte do campo magnético, que varia com o tempo à medida que os fluxos mudam. Em 2016, por exemplo, parte do campo magnético acelerou temporariamente no norte da América do Sul e no leste do Oceano Pacífico. Satélites como a missão Swarm da Agência Espacial Europeia (ESA) acompanharam a mudança.

No início de 2018, pesquisadores da NOAA e do British Geological Survey (BGS) perceberam, durante sua verificação anual de quão bem o modelo estava capturando todas essas variações no campo magnético da Terra, que o MMM estava tão impreciso que em breve excederia o limite aceitável para erros de navegação.


A dificuldade de atualização

Devido à recente atividade errática do campo magnético da Terra, o grupo NOAA decidiu antecipar a próxima atualização.

Os pesquisadores alimentaram três anos de dados recentes para chegar a uma versão que, acredita-se, permanecerá correta até a atualização regular programada para 2020. Esses dados deveriam ser lançados em 15 de janeiro, mas foram adiados para o dia 30 devido ao desligamento do governo americano.

A atual paralisação de serviços do governo federal americano foi causada por um impasse na aprovação do financiamento para a construção do muro na fronteira com o México. A Casa Branca exige que o Congresso aprove US$ 5 bilhões para a construção de tal muro, mas os democratas consideram este um gasto supérfluo. A NOAA precisa que os serviços voltem a funcionar para realizar a modernização do MMM.

Um artigo sobre o comportamento errático do campo magnético foi publicado na revista científica Nature


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Enorme Anomalia Vinda da Antártida é Identificada por Pesquisador


Recentemente foi publicado um vídeo que alega identificar uma enorme anomalia vinda da Antártica em uma forma de radar, e também um tipo de padrão multi-ondas sobre o Mar do Caribe. O vídeo parece propor a suspeita de que uma ‘estação de desastre natural’ pode ocorrer neste outono (ou primavera para o hemisfério sul), e como em agosto e setembro passado, desastres naturais podem ocorrer nesse momento.

(Para informações de como ativar a legenda em português do vídeo abaixo, embora ela não seja precisa e não funcione em aparelhos móveis, clique aqui):


No ano passado, o Caribe foi abalado por vários furacões, particularmente devastadores, tornando algumas ilhas quase totalmente destruídas.

Durante esse tempo, uma coisa similarmente estranha foi capturada em imagens de satélite sobre os furacões: o que parecem ser raias produzidas por jatos pulverização de alumínio em alta altitude, para efeitos de modificação climática. As trilhas, a pulverização, você sabe do que estou falando. Aquelas que foram identificadas nas imagens de satélite do Worldview da NASA, sobre os furacões.

Desde quando os aviões voam perto de furacões e deixam para trás trilhas entremeadas?


Ao tentarem descobrir porque os desastres naturais poderiam sazonalmente alcançar o pico desta forma e serem tão intensos, as pessoas têm uma variedade de explicações. Alguns acreditam que é uma mudança climática e você ouvirá muita conversa sobre isso na grande mídia. Outros entendem que a mudança climática é inseparável do dano aparentemente causado pela geoengenharia e pela pulverização dos céus, e outras pessoas até mesmo correlacionam os eclipses recentes neste ano, tanto no ano passado como no presente, com desastres naturais.

No ano passado, os eclipses ocorreram em torno do mesmo tempo que este ano, porque é um ciclo de 18 anos para eclipses acontecerem no mesmo local novamente.

Em agosto de 2017 e nos meses seguintes, uma mistura catastrófica de desastres naturais pareceu ocorrer em toda a Terra. Dos furacões que dizimaram o Caribe, às chuvas de monção na região oriental do mundo, não parece que tudo aconteceu depois daqueles eclipses bastante precisos? Não é muito louco teorizar que algum evento gravitacional entre o Sol, a Lua e a Terra pode afetar o clima em nosso planeta. A Lua já influencia a maré da Terra, há muitos exemplos como esses que podem ser citados em argumentar que as atividades da Lua podem influenciar a vida na Terra. Parasitas são conhecidos por serem mais ativos durante as Luas cheias, e certas coisas são estatisticamente mais prováveis ​​de acontecerem em Luas cheias.

O eclipse que ocorreu no dia 27 foi tecnicamente o mais longo do século XXI. Até algum período após o ano 2100, outro eclipse tão longo não ocorrerá.

Se você assistiu ao eclipse, provavelmente notou que era muito mais escuro e mais intenso em cores do que os outros eclipses lunares, chamados de “luas de sangue”, porque a sombra da Terra lançada sobre a Lua não era tão exata, e a cor ficou meio vermelha.

Esperando ver uma cor vermelha, eu assisti o eclipse, mas para minha surpresa, parecia que algo tirou um pedaço da lua e o eclipse era preto. O eclipse foi claramente muito exato.

Portanto, se os eclipses do ano anterior precederam desastres naturais, esse eclipse muito mais exato e longo poderá ter um efeito semelhante este ano?

E se algumas pessoas em posições de poder, que mexem com a geoengenharia, tiverem uma crença oculta no poder dos eclipses, e decidirem desencadear coisas nas pessoas durante este tempo? Essa é uma teoria muito remota, mas o que mais seria interessante colocar neste artigo?


segunda-feira, 1 de maio de 2017

A Ressonância Schumann disparou nos últimos 2 meses

A Ressonância Schumann disparou nos últimos dois meses e os pesquisadores não conseguem encontrar uma razão sólida para explicar por que isso está acontecendo. Estaria a mudança da Nova Terra acontecendo mais rápido que o previsto?


Há muita coisa acontecendo neste século e as pessoas em todo o mundo estão começando a sentir essas mudanças. Uma grande transição está na baía, e envolve não só nós, seres humanos, mas toda a nossa casa planetária.

A própria Terra, tem um batimento cardíaco. Ele é chamado de "Ressonância Schumann" e envolveu todos os seres vivos numa freqüência natural e constante, pulsando exatamente a 7,83 Hz por milhares de anos.

Para os antigos Rishis indianos, esse número tinha um significado especial, pois se identificava com a frequência do OM - o som sagrado e cósmico na religião hindu. Como estão prestes a ver, agora tem um significado especial para todos aqueles que estão se conscientizando desta mudança num grande processo.

No mundo ocidental, a Ressonância Schumann representa a frequência do campo eletromagnético da Terra. Ele tem vibrado a 7,83 Hz com muito poucas variações conforme havia sido previsto em 1952. Tudo mudou em Junho de 2014, quando o Russian Space Observatory System exibiu um aumento repentino na atividade, com um pico, esticando para 8,5 Hz, e até mesmo atingindo 16,5 Hz, em alguns outros dias.

Os pesquisadores ficaram confusos com essa anormalidade que nunca antes havia sido registrada e não sabiam como interpretá-la. Ampliando este dilema, outros picos incomuns foram recentemente detectados, surpreendentemente, aumentando para mais de 30 Hz, muito acima do marco estabelecido em 2014. Então, o que pensar acerca deste salto considerável nas ressonâncias Schumann?

Os picos foram além de 30 este mês.

O que os pesquisadores mutuamente concordam é que essas mudanças significam, claramente, uma mudança de algum tipo. Acredita-se que os seres humanos, que têm num estado latente por milhares de anos, agora estão acordando para uma realidade maior, onde, brevemente, os pensamentos se materializarão num instante.

A ressonância Schumann e a mudança que vem acontecendo nos últimos anos, estão entre maior prova desta mudança. Há muito tempo suspeita-se que os seres humanos agindo num nível de "consciência coletiva", podem afetar a estrutura do campo magnético e criar distúrbios nele, como os picos recentemente detectados. Isso geralmente é amplificado durante momentos de alta ansiedade, paixão ou tensão.

Esta especulação é baseada no fato de que a frequência de Schumann está "em sintonia" com os estados, alfa e teta do cérebro humano. Essas ressonâncias crescentes, naturalmente, correspondem à atividade das ondas cerebrais humanas, significando que, se a Mãe Terra está ajustando sua frequência de vibração, também, poderemos estar fazendo isso, devido à nossa ligação terrena.

Outra coisa a ser considerada, é a aceleração do tempo que, ultimamente, tem sido sentida por um número crescente de pessoas. Uma vez que o planeta esteja pulsando num ritmo mais rápido, pode significar que isso tenha repercussões sobre o tempo em si, acelerando-o. Então, por que sentimos como se o tempo estivesse passando mais rapidamente do que o normal?

A razão para isso, aparentemente, está ligada à aceleração da Ressonância Schumann, que está nos fazendo perceber um período de 24 horas, como tendo cerca de 16 horas. Sabemos que a "batida do coração da Terra" está se acelerando e que, depois de milhares de anos com uma noção rígida de tempo, com a duração de um dia, de 24 horas, a acelerada taxa de batimento da Terra está fazendo com que venhamos a perceber apenas dois terços desse período, devido ao nosso próprio ajuste inconsciente para esta frequência da Nova Era.

O tempo não é a única noção que temos de aceleração. Agora que temos acesso a livre informação, um dos nossos ativos mais importantes, há um grande aumento na conscientização mundial por causa disso. Os seres humanos estão se tornando, espiritual e mentalmente mais conscientes do que nunca e, agora, alcançar esse status só leva anos ou mesmo meses, pelo fato da informação livre ser encontrada em abundância.

Por outro lado, pesquisadores relataram que o campo magnético da Terra, um componente inter-relacionado com a Ressonância Schumann, lentamente, foi se esgotando nos últimos 2.000 anos e, ultimamente, num ritmo ainda mais acelerado. Ninguém é capaz de fornecer uma explicação precisa para isso, mas um artigo descrevendo a sabedoria de um velho sábio da Índia alude a uma possível causa.

"... o campo magnético da Terra foi instalado pelos Antigos para bloquear nossas memórias primordiais de nossa verdadeira herança. Isso foi, para que as almas pudessem aprender com a experiência do livre-arbítrio, desimpedidas pelas memórias do passado. [O sábio] afirmou que as mudanças no campo magnético estão afrouxando os blocos de memória e estamos elevando nossa consciência a uma verdade maior. O véu está se levantando. As cortinas estão se abrindo."

Com isso em mente, realmente, talvez sejamos uma espécie com amnésia que, lentamente, está passando por um renascimento espiritual e cognitivo que deve nos entregar a herança de nossos antepassados. É verdade que acordar com esta realidade coexistente, tornaria toda a nossa cultura de cabeça para baixo, dando lugar a novos e aperfeiçoados conceitos da história e da vida em geral.

A experiência dessa mudança, realmente, será desafiadora para a maioria de nós. Todavia, a estrada já está pavimentada e os benefícios que encontraremos no final desta jornada, parecem ser (pelo menos em teoria), extremamente, gratificantes. Então, o melhor a fazer é elevarem suas frequências para ficarem mais "em sintonia" com a Nova Terra. Melhor não perder essa chance, pois pode ser a única oportunidade para abraçar a próxima fase da evolução, antes que outro ciclo na história da Terra comece.


terça-feira, 10 de maio de 2016

Novo PAINEL SOLAR é transparente e poderá ser usado em janelas [VÍDEO]


Um novo tipo de material “transparente” pode ser usado como painel solar em janelas ou outros equipamentos, nomeadamente em aparelhos celulares e outros dispositivos móveis, este novo material vai usar a energia solar sem no entanto obscurecer a visão.

Pesquisas anteriores para encontrar um material com estas caraterísticas foram até este momento decepcionantes, tendo como principal particulariedade a produção de energia ineficiente ou materiais altamente coloridos.

Esse novo recetor solar consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde incida luz solar, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída ou desfocada.

Este recetor é denominado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

Os estudos e pesquisas sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é recente.

No entanto e até agora as pesquisas científicas não obtiveram resultados satisfatórios, sendo que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos.

A verdadeira questão são os materiais, pois na realidade “ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido”, afirma Lunt. A tonalidade colorida tornaria os ambientes cansativos e pesados para relaxar ou trabalhar.

A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema dos ambientes coloridos: “seria como trabalhar em uma discoteca”, o que teria como consequência um desconforto a curto prazo dificil de ultrapasar.

Conhecendo esta realidade, os engenheiros de Lunt trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do recetor o mais transparente possivel.

Este dispositivo solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas por Lunt e a sua equipa para absorver comprimentos de onda não visíveis específicas de luz solar.

Segundo Lunt, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

As vantagens deste dispositivo são fantásticas

Uma das principais vantagens deste novo desenvolvimento é a sua extrema flexibilidade. Embora a tecnologia se encontre numa fase inicial,  tem o potencial de ser dimensionado para aplicações industriais ou comerciais.

Esta tecnologia de Lunt é destaque na revista Advanced Optical Materials.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios com elevada altura, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa nova realidade.

Podemos ajustar esses materiais para pegar apenas o ultravioleta e os comprimentos de onda infravermelho próximo, que, em seguida, ‘brilho’ em outro comprimento de onda no infravermelho”, afirma Lunt.

Porque os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparente ao olho humano”, afirma Lunt.

Lunt afirma que ainda é necessário muito trabalho e desenvolvimento, a fim de melhorar a sua eficiência na produção de energia.

Atualmente, este dispositivo é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar perto de 1 por cento, mas Lunt pretende atingir eficiências superiores a 5 por cento quando o sistema estiver totalmente otimizado. A melhor cor LSC tem uma eficiência de cerca de 7 por cento.



quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Mancha solar AR2209 cresce e se volta para a Terra

A gigantesca mancha solar AR2209 cresceu ainda mais nos últimos dias e já ocupa 1100 milionésimos da superfície solar. Posicionada no centro da estrela, a feição se tornou geoefetiva, com capacidade de ejetar poderosas quantidades de massa coronal em direção à Terra.


De acordo com o Centro de Previsão de Clima espacial dos EUA, SWPC, existe 40% de chances de emissão de flares de média e alta intensidade dentro das próximas 72 horas, com 40% de probabilidades de ocorreram tempestades geomagnéticas de forte intensidade nas latitudes mais elevadas do planeta.

AR2209 vem crescendo desde que surgiu no limbo do Sol há cerca de uma semana e desde então vem mantendo características magnéticas altamente complexas do tipo Beta-Gamma-Delta, capazes de provocar intensos flares de raios-x que podem atingir a classe-X, extremamente poderosas.
Neste momento a mancha AR2209 atinge 1100 milionésimos do disco solar, uma área superior a 3.3 bilhões de km quadrados.


Ejeção de Massa Coronal

Embora emissões de raios-x não atinjam a superfície da Terra, pois são barradas na atmosfera superior, normalmente essas emissões eletromagnéticas estão associadas às chamadas Ejeções de Massa Coronal (CME), que são enormes quantidades de partículas solares arremessadas ao espaço após uma explosão na superfície da estrela.


Quando ocorre uma CME, devido à rotação do Sol as partículas são lançadas ao espaço da mesma forma que um saco de areia arremessado de um carrossel, espalhando o material em forma de espiral. No caso do Sol, o material dispersado são partículas altamente carregadas, que viajam a mais de 2 milhões de km/h.

Em algumas ocasiões essas partículas podem atingir a Terra e uma das condições fundamentais para isso é que a região ativa esteja "geoefetiva", ou seja, alinhada com o nosso planeta já considerando a rotação do Sol. E esse é o caso de AR2209.

Ao atingem cerca de 60 mil km de altitude, as partículas são desviadas pela magnetosfera terrestre em direção aos polos. Na atmosfera superior dessas regiões elas se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio e produzem radiação nos comprimentos de onda verde e vermelho respectivamente. Essas emissões luminosas são conhecidas como auroras polares e ocorrem entre 60 km e 150 km de altitude.


Consequências da Tempestade Solar

Uma CME que atinge a Terra pode provocar efeitos muito mais dramáticos que simples auroras e apesar de não oferecerem riscos à saúde, podem induzir correntes elétricas de forma indesejada com diversos efeitos sobre sistemas de distribuição de energia elétrica, navegação por satélite e nas comunicações intercontinentais por ondas curtas. Além disso, devido à mudanças na densidade da atmosfera superior, os satélites de orbita baixa podem ter sua reentrada precipitada ou então precisarem de reorientação.


Ao atingirem as altas camadas da atmosfera, as partículas carregadas causam forte instabilidade na ionosfera e fazem com que o índice KP que mede essa anomalia apresente elevação substancial, com valores que podem atingir entre KP=6 e KP=8. A tabela acima mostra os efeitos práticos caso os índices atinjam os valores mencionados.

Artes: No topo, registro solar feito no Observatório Apolo11, em Vila mariana, São Paulo, mostra a mancha solar AR2209 vista no comprimento de onda H-alpha. Na cena, um gigantesco filamento é o destaque no noroeste solar. Na sequencia, vídeo mostra o desenvolvimento da mancha solar AR2209 no comprimento de onda da luz visível, observado pelo satélite SDO, da Nasa. Acima, tabela com índice KP mostra possíveis consequências devido à explosões solares. Créditos: Apolo11.com e Nasa/SDO.

Fontes:
apolo11.com

domingo, 20 de julho de 2014

Campo magnético da Terra está ENFRAQUECENDO!

Campo magnético da Terra está enfraquecendo 10 vezes mais rápido no Hemisfério Ocidental. Ao contrário do que os cientistas pensavam, a aceleração pode ser preocupante levando em conta a ameaça climática espacial.


O campo magnético da Terra, responsável por proteger o planeta da radiação cósmica, vem enfraquecendo em processo acelerado nos últimos seis meses. Os dados coletados dos satélites Swarm - constelação de três satélites idênticos que estão em órbita desde novembro de 2013 para medir o campo magnético da Terra -, pela Agência Espacial Europeia, indicaram pontos enfraquecidos no campo magnético. As primeiras imagens, em alta definição, revelam declínios consideráveis sobre o Hemisfério Ocidental.

No entanto, o campo tem reforçado em outras áreas desde janeiro, principalmente mais ao sul do Oceano Índico. Os cientistas não sabem ao certo o motivo do campo magnético estar enfraquecendo, mas uma das teorias de Rune Floberghagen, gerente de missão da Swarm, é que os pólos magnéticos estejam se alterando.

As últimas medições, feitas por magnetômetros a bordo dos três satélites Swarm, confirmam o movimento magnético ao Norte da Sibéria. “Essa ‘virada’ não é instantânea, levaria centenas, quisá alguns milhares de anos para acontecer. Já chegou a acontecer com certa frequência”, disse Floberghagen.

As alterações na força do campo magnético da Terra são normais, mas os satélites têm mostrado que ele está enfraquecendo mais rapidamente do que no passado.

Os cientistas estimam que o campo magnético fique cinco por cento mais fraco a cada século, mas agora eles acreditam que poderia estar diminuindo 10 vezes mais rápido. Isso significa que essa etapa de ‘movimentação’ poderia ocorrer 2000 anos antes do previsto, de acordo com especialistas que apresentaram as suas conclusões no Terceiro Encontro de Ciência da Swarm, na Dinamarca.

Graças aos sinais do campo magnético, e também de outras fontes, capturados pelos satélites do Centro Europeu de Operações da ‘ESA Satélites’ (SECOC), em Darmstadt, Alemanha, os cientistas terão uma ajuda a mais para resolver o mistério do comportamento do campo magnético do planeta.

"Nos próximos meses, os cientistas vão analisar os dados para desvendar as contribuições magnéticas provenientes de outras fontes, ou seja, manto, crosta, oceanos, ionosfera e magnetosfera", disse um porta-voz da ESA. "Isso irá proporcionar uma nova visão sobre muitos processos naturais, desde aqueles que acontecem nas profundezas de nosso planeta, à meteorologia espacial desencadeada pela atividade solar. Por sua vez, esta informação irá produzir uma melhor compreensão do por quê o campo magnético estar enfraquecendo.", concluiu.

Não há nenhuma evidência para sugerir que um campo magnético enfraquecido marcará o fim da vida na Terra como a conhecemos. Durante alterações anteriores estudadas, não houveram registros de extinções em massa ou evidência de danos da radiação. Porém, com a ameaça climática espacial, os pesquisadores acreditam que redes de energia e sistemas de comunicação poderiam sofrer sérios danos.

Além disso, animais que usam o campo magnético como meio de orientação, ficariam completamente confusos e poderiam morrer “sem saber para onde ir”.

Fonte: DailyMail 
Foto: Reprodução / ESA

segunda-feira, 3 de março de 2014

O Carro Híbrido da Ford MOVIDO à ENERGIA SOLAR


A CES 2014 (Consumer Eletronics Show), em Las Vegas (EUA), apresentou incríveis novidades tecnológicas, mas nem todas são aparelhos eletrônicos: a tendência no setor automotor definitivamente pode ser constatada pelos novos protótipos de automóveis à base de energia não poluidora e renovável. Um dos produtos que mais impressionaram neste sentido foi o C-Max Solar Energi, da Ford, capaz de funcionar somente com energia solar. 

Apesar de não ser um carro completamente solar, como os que participam da World Solar Challenge 2013, na Austrália, esse híbrido representa um primeiro passo em direção à criação de um padrão para veículos que recarregam suas baterias com energias alternativas.

Um sistema de painéis solares foi instalado no teto do automóvel, o que permite recolher energia diretamente do Sol e armazenar nas baterias, sua principal fonte de combustível, que podem ser recarregadas com eletricidade da rede elétrica. 

As placas dos painéis solares são compostas por refletores lineares de Fresnel, especialmente concebidos pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia, para garantir o aproveitamento máximo de energia de luz solar. No entanto, o inconveniente em baterias de recarga é a demora, muito maior do que as quatro horas necessárias para recarregar com uma tomada. Em suma, esse híbrido impressionante pode alcançar, entre a combinação de seus combustíveis, uma autonomia de mais de mil quilômetros. 




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Atividade Solar INÉDITA Intriga Pesquisadores

Atividades solares jamais vista tem intrigado pesquisadores de todo o mundo, e eles admitem não conhecer o motivo tais fenômenos. Segundo Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, em 30 anos que trabalha como físico solar, jamais viu algo parecido.

Segundo os pesquisadores, nossa estrela está em uma época mais tranquila, ou praticamente “dormindo”. De fato, seu período de tranquilidade desafia qualquer cálculo dos cientistas. Já tem mais de 100 anos que o Sol não tem atividades tão calmas assim, e os cientistas esperavam atividades mais intensas, já que estaria em seu auge no ciclo de 11 anos.

A pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London, afirmou que tanto para ela quanto para outros pesquisadores solares, isso é uma grande surpresa. Os pesquisadores esperavam ver labaredas gigantes e grandes erupções de massa coronal, porém nada disso está acontecendo. O nível de atividade do Sol continua a cair em alta velocidade, uma tranquilidade que provoca uma inquietação inversamente proporcional nos especialistas.

Para alguns pesquisadores, o Sol pode estar entrando em um período conhecido como o Mínimo de Maunder, um evento ocorrido no século XVII. Mas mesmo naquela época, a atividade solar não era tão baixa quanto hoje. Uma análise feita pesquisadores afirmou que esse fenômeno não ocorre há 10 mil anos.

Quando aconteceu, o Mínimo de Maunder foi acompanhado de invernos muito mais frios do que o normal e, por conta disso, o período ficou conhecido como “pequena era do gelo”. De qualquer modo, esse período de dormência preocupa os pesquisadores de todo o mundo, que tentam descobrir os motivos de tamanha tranquilidade do Sol e o que isso nos trará como consequência.

Fonte: Seu History


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

EXPLOSÃO ESTELAR iluminará o céu nas próximas semanas

Uma explosão estelar excepcionalmente próxima da Terra vai iluminar o céu nas próximas semanas.


A explosão da supernova será na Galáxia do Charuto, chamada assim devido ao seu formato. O local fica a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra e oferecerá uma oportunidade única para se estudar uma supernova.

A descoberta, no entanto, foi feita por acaso. Steve Fossey, um astrônomo do University College de Londres (UCL), da Grã-Bretanha, descobriu a supernova com um pequeno telescópio de 35 centímetros.

"Estávamos fazendo uma observação há uma semana com estudantes do UCL e, em uma das imagens que conseguimos, de curta exposição, pudemos ver este ponto brilhante de luz na imagem da galáxia. Imediatamente nos demos conta que isto era uma supernova, a explosão de uma estrela", disse Fossey à BBC.

Fossey consultou colegas de outros observatórios e confirmou a descoberta. A União Astronômica Internacional catalogou a supernova como SN2014J.

A supernova é tão brilhante que poderá ser vista com telescópios domésticos de boa qualidade ou até mesmo com binóculos, quando atingir o ponto máximo de seu brilho, algo que deve ocorrer dentro de uma semana.

Junto com observadores do mundo todo, Fossey se prepara para recolher informações e aprender tudo o que puder enquanto a supernova for visível no céu.

Oportunidade

O astrônomo explicou que esta galáxia, "em particular, é incomum e está muito próxima; uma supernova tão próxima como esta provavelmente ocorre uma vez em décadas".

"É uma oportunidade excelente para a frota de naves espaciais que temos e para os observatórios na Terra", acrescentou Fossey.

A supernova da Galáxia do Charuto, na constelação de Ursa Maior, permanecerá brilhante por cerca de um mês e os cientistas querem aproveitar ao máximo a possibilidade de conhecer todos os segredos desta galáxia.

Constelação de Ursa Maior

"Um dos modelos aceitos é que ela tem o que chamamos de uma anã branca, que efetivamente é uma estrela como o Sol e que está na fase final de sua vida, inerte e quente, uma estrela que tem uma companheira binária, uma amiga, atraindo material dessa amiga e ficando maior e mais quente até que se detona a uma temperatura crítica e explode em pedaços", explicou o astrônomo.

"Com estas naves no espaço, podemos observar a onda expansiva deste material, desta explosão, ao impactar no material que há a seu redor, incluindo sua companheira. E esta é a chave, precisamos compreender a companheira", acrescentou Fossey.

O cientista afirma que esta poderia ser uma estrela como o Sol ou este poderia ser um outro tipo de evento espacial, que incluiria duas anãs brancas.

Para o cientista, compreender estes "estalos estelares" pode levar à resolução de outros mistérios, pois as "supernovas são faróis de luz".

Além de ajudar a compreender o processo de morte de uma estrela, as supernovas são muito importantes pela luminosidade, que permite medir com precisão as distâncias entre as galáxias do universo, disse Fossey.

O cientista afirmou que os astrônomos estão vivendo semanas de "atividade furiosa" com os instrumentos ópticos espaciais e terrestres apontando para a direção da galáxia, para acompanhar este processo e conseguir toda a informação possível sobre o brilhante fim desta estrela.

Fonte: UOL


sábado, 4 de janeiro de 2014

O Sol inverteu sua polaridade!

Sol acaba de completar a inversão de seus pólos, marcando a metade do Ciclo Solar 24.


“Uma inversão do campo magnético do Sol é, literalmente, um grande evento“, disse o Dr. Tony Phillips da NASA, em uma declaração no site da agência espacial.

“Os campos magnéticos polares do Sol enfraquecem, vão a zero e então emergem novamente com a polaridade oposta.  Esta é uma parte normal do ciclo solar“, explicou o físico solar da Stanford, Phil Schrerrer.

Apesar de parecer que o evento possa ter repercussões catastróficas para a galáxia, seus efeitos são na verdade mais sutis, interferindo pela maior parte com a exploração espacial.

“Raios cósmicos são um perigo para os astronautas e sondas espaciais, e alguns pesquisadores dizem que eles podem afetar a nebulosidade e o clima da Terra“, disse Phillips.

Tanto a aurora boreal e a sua contraparte do sul, a austral, deverão ficar mais fortes, mais frequentes e mais visíveis agora que o evento alcançou seu estágio final.

O processo tem sido lento e estável.  O físico solar Todd Hoeksama disse: “É como uma maré entrando ou saindo.  Cada pequena onda trás um pouco mais de água para dentro, e eventualmente você tem uma inversão completa“.

Dr. Tony Phillips
Scherrer explicou anteriormente em dezembro que “o pólo norte do Sol já mudou a polaridade, enquanto o pólo sul está correndo para alcançar“.

Phillips disse: “O domínio da influência magnética solar (também conhecida como ‘heliosfera’) estende a bilhões de quilômetros além de Plutão.  Mudanças na polaridade do campo refletem até as sondas Voyager, na porta de entrada do espaço interestelar“.

A NASA liberou um vídeo de como a mudança ocorre.  Começando em 1997 e finalizando em 2013, ele mostra a polaridade verde (positiva) mudando para a polaridade lilás (negativa).

O Ciclo Solar 24 tem sido visto como muito imprevisível.  Primeiro ele chegou com o atraso de aproximadamente um ano, com atividade extremamente baixa por todo 2009.  Isto levou aos astrônomos mudar o pico, que deveria ser em 2012, para 2013.  Os cientistas dizem que o ciclo já está entre os mais fracos reportados, e se a tendência continuar, a Terra poderá ver uma outra ‘Pequena Idade do Gelo’.

Veja o vídeo das mudanças de polaridade do Sol, postado no YouTube pela NASA em 5 de dezembro passado:

Fonte do vídeo: NASA Goddard
Fontes:
ovnihoje.com
rt.com

domingo, 3 de novembro de 2013

Vitamina D e Exposição Solar - Quinze fatos que você provavelmente nunca soube

Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “Vitamina D – Como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes”


A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição. Isso é provavelmente porque é “gratuita”: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.
A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:

A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.

Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.

É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.

Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.

Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.

Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros – é a simples deficiência generalizada de luz solar.

Dr. Michael Holick
Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.

A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.
Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.

 A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.

Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.
A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.

 A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.

 A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!

Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)

Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:

- A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.

- A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.

- A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.

- Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.

- A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.

- A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.

- O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.

- A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor exposição ao sol.

-  A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.

- Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.

Estatísticas chocantes da deficiência de vitamina D:

40% da população dos EUA,
32% dos médicos e estudantes de medicina,
42% das mulheres afro-americanas em idade fértil,
48% das meninas de 9 a 11 anos,
até 60% dos pacientes de hospitais,
até 80% dos pacientes do lar de idosos,
76% das mulheres grávidas e
81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.

O que você pode fazer:

A exposição sensata à luz solar natural é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde. Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas. Incito-os que leiam o livro, “Vitamina D – Como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes“, pelo Dr. Michael Holick para obter a história completa sobre a luz solar natural. Você pode encontrar este livro na maioria das livrarias locais ou através da BN.com, Amazon.com, etc. Nota: Este não é um endosso pago ou um link de afiliado. Eu recomendo por causa de sua grande importância na prevenção de doenças crônicas e melhoria da saúde sem medicamentos ou cirurgia. Este pode ser o livro mais importante sobre a saúde que você já leu. Se mais pessoas compreendessem estas informações poderia-se reduzir drasticamente as taxas de doenças crônicas no país e no mundo. A exposição à luz solar é realmente uma das terapias de cura mais poderosas do mundo, superando de longe os melhores esforços de hoje, a chamada “medicina avançada”. Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico e nenhum procedimento de alta tecnologia que chegou sequer perto do surpreendente poder de cura da luz natural.

E você pode obtê-la gratuitamente. É por isso que ninguém está a promovê-la, é claro.

Fonte original com texto completo: http://www.naturalnews.com/specialreports/sunlight.pdf (autor da tradução desconhecido).


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

NASA filma OVNI GIGANTESCO supostamente sugando energia de nosso Sol


É impressionante a tomada feita pela NASA, onde um gigantesco objeto esférico e negro permaneceu por mais de 80 horas, realizando um procedimento que nos parece ser o de "sugar" energia escura de nosso Sol.

Mais uma vez, por que a NASA não deu relevância? Por que a mídia não se interessou por isso, divulgando em jornais televisivos? Não é um acontecimento extremamente relevante de ser abordado por programas científicos de TV?

Veja a matéria no vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões:

Fonte do vídeo: Youtube


domingo, 1 de setembro de 2013

Energia das Estrelas na Terra: Reator de fusão nuclear é selado e a sorte está lançada!

Vista geral da construção do reator de fusão tipo estelarator, antes de seu fechamento final. [Imagem: IPP]

Esteralator

Enquanto o reator de fusão nuclear do ITER recebe o sinal verde para o início de sua montagem, o Wendelstein 7-X, na Alemanha, dá um passo ainda mais significativo.

Acabam de ser colocadas as últimas coberturas do complicado reator de fusão, selando definitivamente o invólucro onde os cientistas tentarão recriar o processo de geração de energia das estrelas.

Ao contrário do reator do ITER, que é do tipo tokamak, o reator do Wendelstein 7-X é do estelarator (stellarator).

Um tokamak é alimentado por uma corrente de plasma. Essa corrente fornece uma parte do campo magnético responsável por isolar o próprio plasma das paredes do reator - o grande desafio é evitar as instabilidades do plasma circulante pelo torus.

Um reator do tipo estelarator não tem corrente, eliminando de pronto o problema das instabilidades do plasma.

Mas o projeto tem seus próprios desafios, o que justificou a construção do Wendelstein 7-X, que, da mesma forma que o ITER, será um reator de pesquisas, para demonstrar a viabilidade do conceito.

Se tudo correr bem, ele entrará em funcionamento em 2014.

O anel retorcido do Wendelstein 7-X é formado por cinco módulos estruturalmente idênticos. [Imagem: IPP]

Janelas fechadas

O anel retorcido do Wendelstein 7-X é formado por cinco módulos estruturalmente idênticos.

Cada uma das cinco seções do canal de plasma, assim como as 14 bobinas magnéticas supercondutoras, foram conectadas e revestidas por um invólucro externo de aço pesando 120 toneladas.

Cada um dos cinco módulos tem diversas "janelas", onde são conectados instrumentos de medição, bombas e mecanismos de resfriamento.

Com a soldagem da janela número 254, agora o reator de fusão, assim como a sorte do que ocorrerá lá dentro, estão totalmente selados.



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Polos magnéticos do Sol estão prestes a inverter

A inversão de polaridade magnética do Sol é um fenômeno natural que ocorre a cada 11 anos, seguindo os ciclos solares.[Imagem: NASA]
Inversão periódica

Algo realmente marcante está prestes a acontecer no Sol.

Segundo medições de observatórios da NASA, o campo magnético do Sol está prestes a inverter.

"Parece que estamos há não mais do que três a quatro meses de uma inversão de campo completa," disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford. "Esta mudança terá um efeito cascata em todo o Sistema Solar."

O campo magnético do Sol muda de polaridade aproximadamente a cada 11 anos, sempre no pico de cada ciclo solar.

A próxima reversão irá marcar o ponto médio do ciclo solar 24 - metade do "máximo solar" já terá passado, e vamos nos encaminhando para a metade final.

Isso significa que o atual "máximo solar" será na verdade bem "mínimo" - um dos mais fracos nos últimos 100 anos.

Influência solar

Durante a inversão de campo, a corrente elétrica induzida
pelo campo magnético solar fica ondulada, criando uma
 forma tridimensional da chamada espiral de Parker.
[Imagem: PD-LAYOUT/PD-USGOV-NASA]
"Os campos magnéticos polares do Sol enfraquecem, vão a zero e, em seguida, emergem novamente com a polaridade oposta. Esta é uma parte normal do ciclo solar," esclarece o também físico solar Phil Scherrer.

Normal, mas a inversão do campo magnético do Sol é, literalmente, um grande evento.

A influência magnética do Sol (também conhecida como a "heliosfera") estende-se por bilhões de quilômetros além de Plutão. A mudança a polaridade causará ondulações magnéticas que alcançarão até as sondas Voyager, já na fronteira do espaço interestelar.

Na verdade, essas ondulações representam uma proteção mais forte - para a Terra por exemplo - contra os raios cósmicos, que chegam do espaço interestelar.

Conforme a inversão total do campo magnético solar se aproxima, os dados dos observatórios mostram que os dois hemisférios do Sol estão fora de sincronia.

"O pólo norte do Sol já mudou de sinal, enquanto o pólo sul está correndo para recuperar o atraso," disse Scherrer. "Em breve, no entanto, os dois pólos terão revertido, e a segunda metade do máximo solar estará em andamento."



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Três erupções solares de grandes proporções em menos de 24 horas


A agência espacial norte-americana NASA registou três erupções de grandes proporções no Sol em menos de 24 horas, como parte da tempestade solar mais poderosa deste ano.

As explosões ocorreram no lado oposto do Sol em relação à Terra, e não foram direccionadas para o nosso planeta, mas podem interferir com o campo magnético terrestre, afectando as comunicações.

A última erupção ocorreu à 1h11 da madrugada de terça-feira e emitiu uma das mais fortes erupções classificadas pela NASA. Duas dessas três erupções lançaram aquilo a que os especialistas chamam de ejecções de massa coronal, que lança material solar a temperaturas muito elevadas no espaço a mais de oito milhões de quilómetros por hora.

Segundo a informação disponibilizada pela NASA, o material lançado para o espaço pode passar perto de várias sondas espaciais norte-americanas.

Fonte: publico.pt


quinta-feira, 21 de março de 2013

Cientistas "Criam" Sol, aqui na Terra!


O maior projeto científico da humanidade tenta reproduzir 
a energia do sol em um reator para fins comerciais.


Inaugurado na segunda quinzena de Janeiro em Cadarache na França a sede do ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor) ou (Reator Experimental Termonuclear Internacional – em português). Um projeto multinacional em larga escala, designado a desenvolver a fusão nuclear do sol para a geração de energia comercial.

O ITER surgiu na necessidade de se gerar uma nova fonte de energia, visto que desde o século 19 as maiores fontes de energia são a queima de carvão e combustíveis fósseis, o que tem mostrado prejudicial ao meio ambiente com a emissão de gases nocivos para o clima do nosso planeta. Segundo estudos o consumo global de energia está previsto para triplicar até o final do século e as reservas de combustíveis fósseis se esgotarão além da conseqüência ambiental a sua exploração ser grave.

O projeto nasceu em 1985 com a União Soviética, Estados Unidos, União Européia e Japão. A China e a Coréia se juntaram ao projeto em 2003 e a Índia em 2005, juntas, essas seis nações representam mais da metade da população do mundo.

Objetivo e Funcionamento

O projeto consiste em formar a fusão que geral o calor do sol em um reator chamado tokamak.

Como ocorre a fusão que gera o calor do sol?

Átomos de hidrogênio se fundem formando átomos de hélio e o resultado dessa fusão libera energia, isso a temperatura exageramente elevada.

No tokamak serão dois átomos de hidrogênio que serão submetidos a 150 milhões de graus Celsius e darão origem num átomo de hélio liberando assim energia através dessa reação, para se ter uma ideia, a fusão que ocorre no núcleo do sol é 10 vezes menor do que a que irá acontecer no tokamak.

O Tokamak (reator que irá fabricar o processo) está previsto para ficar pronto até 2020 e custará aos países envolvidos, União Européia com 45% de participação, Estados Unidos, Japão, China, Rússia, Índia e Coréia do Sul com 9,1% cada – representando 34 países, um total de U$$ 15 bilhões (R$ 32 bilhões). A ideia é que depois cada país tenha o seu próprio tokamak.

O Brasil foi convidado para participar como cotista do projeto do ITER, mas negou a proposta por considerar que o país não tem imediata necessidade de energia nuclear, além de ter que desembolsar grande quantidade de dinheiro, segundo o Ministro da ciência e tecnologia Sérgio Rezende.

Mas o interesse do Brasil participar do projeto não seria somente político, para o grande reator fazer a fusão nuclear serão necessários condutores fabricados com ligas metálicas à base de Nióbio e Titânio e o Brasil possui nada menos que 98% das reservas mundiais de Nióbio, eles são necessários porque suportam elevadíssimas correntes elétricas necessária para funcionar a bobina do reator, além disso a organização do ITER desejava construir no país uma fábrica para a fabricação das ligas metálicas. Mas o Brasil continua participando do projeto, só que indiretamente, vendendo Nióbio para os fabricantes dos condutores de quem o ITER irá comprar.


O Tokamak

O tokamak do ITER terá 60 metros de altura, equivalente a um edifício de 20 andares, e seu peso somado ao da fundação antiterremoto chegará a 400 mil toneladas. A construção do tokamak consumirá muito aço: 23 mil toneladas. A torre Eiffel, para se ter uma ideia, necessitou 7.300 toneladas.

A previsão dos técnicos do ITER é de que o equipamento possa produzir aproximadamente 1,3 mil megawatts (MW).

Para alguns componentes do tokamak serem transportados do porto de Marselha até Cadarache, sede do ITER, o governo francês teve de reconstruir parte da estrada de 104 quilômetros que os separa. O mais pesado terá 900 toneladas, incluindo o veículo, e o mais alto, 10,6 metros, sendo que alguns atingem 61 metros de extensão. Veja as fotos da escavação aqui


Dificuldades

Dificuldades de engenharia, como a fabricação dos componentes em países distintos para depois ser levado à França, e a colaboração dos países envolvidos ainda não foram todas sanadas, administrar e gerenciar a captação de recursos dos países envolvidos é complicado, além das diferenças culturais que se envolve.

Para o Diretor Geral do ITER Osamu Motojima a energia de fusão é a única maneira de conciliar enormes demandas conflitantes que confrontam a humanidade, mais cedo ou mais tarde e o uso dessa energia é um “must”, se quisermos ser sérios sobre embarcar em desenvolvimento sustentável para as gerações futuras.

Fonte: ITER


domingo, 21 de outubro de 2012

OVNI dispara laser em Erupção Solar?



Já não é muita novidade que as câmeras que monitoram o nosso Sol têm capturado muitas imagens anômalas.  Obviamente, todas têm sido descartadas pela NASA como sendo ruídos digitais nas imagens, ou coisa que o valha.

Mas também há aqueles que acreditam que algo mais misterioso esteja acontecendo ao redor do nosso astro rei.

Um dos vídeos mais recentes publicados na Internet mostra algumas imagens intrigantes, do que poderia ter sido interpretado como uma nave espacial disparando seu laser durante uma erupção solar, bem como outras atividades anômalas.

A imagem foi obtida pelo instrumento LASCO 2 da NASA, no dia 9 de outubro passado.
Assista e pondere:


Fonte: http://ovnihoje.com


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Grande Cometa Vem Em Direção Ao Sol



Os fóruns de astronomia do mundo todo estão agitados com a notícia de um cometa recém descoberto, batizado de C/2012 S1 (ISON).

Atualmente eles está localizado além da órbita de Júpiter e está vindo para um encontro muito próximo com o Sol no ano que vem.  Em novembro de 2013 ele passará a menos do que 0,012 AU da superfície solar (1 AU significa uma vez a distância entre a Terra e o Sol).

O extremo calor do Sol poderá tornar o cometa num objeto que possa ser observado a olho nu.

Ainda não se sabe muito sobre este cometa, e tampouco o que acontecerá com ele ao se aproximar do Sol.
Karl Battams do Projeto de Cometas Sungrazer, financiado pela NASA, disse que há duas possibilidades:
“No melhor cenário, o cometa será grande, brilhante e passará ao lado do Sol em novembro [2012 2013].  Ele seria extremamente brilhante — talvez até apresentado magnitudes negativas– e visível  a olho nu aos observadores no hemisfério norte, por pelo menos um par de meses.  Por outro lado, cometas podem ‘falhar’, e muitas vezes o fazem!  O Cometa Elenin vem à nossa mente como um recente exemplo, mas há exemplos mais famosos de cometas que agitaram a comunidade astronômica e acabaram falhando…”

Contudo, o estudioso de cometas, John Bortle, apontou uma curiosa similaridade entre a órbita do Cometa ISON e o Grande Cometa de 1680.

Só nos resta aguardar para vermos se este corpo celeste nos proporcionará um grande espetáculo, ou uma grande decepção.

Fontes:
spaceweather.com
http://ovnihoje.com


domingo, 5 de agosto de 2012

EUA: Supertempestade solar pode matar milhões


WASHINGTON, 3 Ago (Reuters) – Uma gigantesca liberação de partículas geomagnéticas vindas do Sol poderia destruir mais de 300 dos 2.100 transformadores de alta voltagem que são a espinha dorsal da rede elétrica dos EUA, segundo a Academia Nacional de Ciências norte-americana.

O Sol está entrando em um período de atividade intensa, conhecido como “máximo solar”, que deve atingir seu auge em 2013. Por isso, há um ímpeto por parte de um grupo de agências federais para buscar maneiras de preparar os EUA para uma grande tempestade solar nesse ano.

Especialistas dos EUA estimam em até 7 por cento o risco de uma grande tempestade em 2013. Pode parecer pouco, mas os efeitos seriam tão amplos – semelhantes à colisão com um grande meteorito – que o fato tem atraído a atenção das autoridades.

Apagões isolados podem causar caos, como ocorreu em julho, na Índia, quando mais de 600 milhões de pessoas ficaram sem energia durante várias horas em dois dias consecutivos. Já um blecaute de longa duração, como o que poderia acontecer no caso de uma enorme tempestade solar, teria efeitos mais profundos e custosos.

Há discordâncias sobre o custo, mas especialistas do governo dos EUA e da iniciativa privada admitem que se trata de um problema complexo, que exige uma solução coordenada.

Um relatório da Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta voltagem no território continental dos EUA poderiam sofrer falhas ou danos permanentes, que exigiriam a substituição do equipamento.

A troca poderia levar mais de um ano, e o custo dos danos no primeiro ano após a tempestade poderia chegar a 2 trilhões, disse o relatório. As áreas mais vulneráveis ficam no terço leste dos EUA, do Meio-Oeste à costa atlântica, e no Noroeste do país.

A rede elétrica nacional foi construída ao longo de décadas para transportar a eletricidade ao preço mais baixo entre os locais de geração e consumo. Uma grande tempestade solar tem a capacidade de derrubar a rede, segundo o relatório dos cientistas.

De acordo com estimativas do relatório, mais de 130 milhões de pessoas nos EUA poderiam ser afetadas. Andres disse que no pior cenário a cifra de mortos poderia chegar a milhões.

Outros países também sentiriam o impacto se uma supertempestade solar atingisse seu sistema de energia, mas o dos EUA é tão amplo e interconectado que qualquer grande impacto teria resultados catastróficos no país.

Fontes: