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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A Lista de Reis Sumérios: Um Mistério Para Os Historiadores

A Lista de Reis Sumérios ainda intriga os historiadores depois de mais de um século de pesquisas pelo meio acadêmico

Fora dos muitos artefatos incríveis que já foram recuperados a partir de sítios arqueológicos no Iraque, onde florescentes cidades sumérias (antiga Mesopotâmia) existiram uma vez, poucos têm sido mais intrigante que a Lista dos Reis da Suméria, um antigo manuscrito originalmente gravado no antigo idioma sumério, listando os reis da Suméria (antigo centro sul do Iraque ) e dinastias vizinhas, a suposta duração de cada reinado e os locais onde habitaram essa realeza “oficial”. 

As varias e extensas listas de Reis Sumérios ainda intrigam os historiadores depois de mais de um século de pesquisas pelo meio acadêmico e “eruditos em história”.

O que torna este artefato tão único é o fato de que a lista combina os governantes pré-dinásticos aparentemente míticos com governantes históricos que são conhecidos por terem existido comprovadamente. 

O primeiro fragmento deste texto raro e único, uma tábua cuneiforme com cerca de 4.000 anos de idade, foi encontrado no início de 1900 pelo estudioso alemão-americano Hermann Hilprecht no local onde a antiga Nippur foi erguida e o achado foi publicado em 1906. Desde a descoberta de Hilprecht, pelo menos 18 outros exemplos de lista dos reis da região foram encontradas, a maioria delas datam da segunda metade da dinastia Isin (cerca de 2017-1794 a.C.).

O prisma de Weld-Blundell da coleção cuneiforme do Ashmolean Museum,
 em Oxford representa a versão mais extensa, bem como a cópia
 mais completa da lista de antigos reis da Suméria.

Não existem dois destes documentos idênticos em seus dados registrados. No entanto, existe material bastante comum entre todas as versões dessas listas de reis sumérios para deixar claro que eles são derivados de um único registro, muito mais antigo com os dados históricos “real” da história suméria. 

Entre todos os exemplos encontrados das Listas de Reis Sumérios, o prisma Weld-Blundell da coleção cuneiforme do Ashmolean Museum, em Oxford representa a versão mais extensa, bem como a cópia mais completa da lista de reis. A 8 polegadas (20 centímetros) de altura do prisma contém quatro lados, com duas colunas escritas de cada lado.

Acredita-se que inicialmente tinha um eixo de madeira que atravessava o seu centro de modo a que pudesse ser rodado para ser lido em todos os quatro lados. Essa lista de reis enumera os governantes de “DINASTIAS ANTEDILUVIANAS” (reis de antes do dilúvio”) até o governante da XIV dinastia Isin (cerca de 1763-1753 aC), ou seja um período que envolve muitos milênios da passagem do tempo naquela região.

A lista é de imenso valor, pois reflete tradições muito antigas e, ao mesmo tempo, proporciona um importante quadro cronológico relativo aos diferentes períodos de reinados dos reis na Suméria, e até mesmo demonstra paralelos notáveis para histórias contadas no livro  bíblico do Gênesis. 


A antiga civilização da Suméria

Sumer (às vezes chamada Suméria), é o local da civilização do planeta mais antiga conhecida, localizado no extremo sul da Mesopotâmia entre os rios Tigre e Eufrates, na área que mais tarde se tornou a Babilônia e é hoje o sul do Iraque a partir dos arredores da atual Bagdá em direção para o Golfo Pérsico .

Até o 3 º milênio a.C., a Suméria foi o local de pelo menos doze grandes cidades-estado distintas: Kish, Erech, Ur, Sippar, Akshak, Larak, Nippur, Adab, Umma, Lagash, Bad-Tibira e Larsa. Cada uma destas cidades-estado era composta por uma cidade murada e com as suas aldeias e terras agricultáves, e cada uma adorando a sua própria divindade, cujo templo (Zigurate) era a estrutura central da cidade. O poder político pertencia originalmente aos cidadãos, mas, como a rivalidade entre as várias cidades-estado foi aumentado (devido a rivalidade entre os “deuses”), cada uma delas adotou (aconselhados pelos “deuses”) a instituição da realeza . 

A Lista de Reis Sumérios, registra que oito reis reinaram durante um longo período antes de que uma grande inundação (o dilúvio) acontecesse e destruísse tudo. Após o Dilúvio, várias cidades-estado e suas dinastias de reis ganhou temporariamente o poder sobre outras cidades.

A antiga Suméria e suas cidades localizadas entre os rios Tigre e Eufrates.

Passado “mítico”(divino) da Suméria

A Lista de Reis Sumérios começa com a própria origem da realeza, que é vista e narrada como sendo uma instituição divina: “a realeza desceu do céu”. Os governantes nas primeiras dinastias são representados como reinando fantasticamente por longos períodos:

“Após a realeza descer do céu, o reino estava em Eridu. Em Eridu, Alulim tornou-se rei; ele governou por 28.800 anos. Alaljar governou por 36.000 anos. Foram 2 reis; que governaram por  64.800 anos”.

Alguns dos governantes mencionados na lista no início, como Etana, Lugal-Banda e Gilgamesh, são “figuras míticas ou lendárias” cujas façanhas heroicas são temas de uma série de contos sumérios e composições narrativas babilônicas.

Os nomes da lista dos primeiros oito reis são apresentados governando durante um período total de 241.200 anos (67 Shars {órbitas} de Nibiru) de reinado desde o momento em que a realeza “desceu dos céus” para o momento em que “o dilúvio” varreu (em 10.986 a.C., portanto a exatos 13 mil anos) a terra e mais uma vez quando “a realeza foi baixada dos céus à Terra” depois do Dilúvio.


Interpretação dos longos períodos de reinado dos reis antigos

Suméria: Zigurates construídos para a visita
dos “deuses”, carruagens de fogo, anjos
e profetas e a “civilização” surge…
Os períodos de mandato incrivelmente longo dos primeiros oito reis provocou muitas tentativas de interpretação pelos “eruditos e acadêmicos“. Em um extremo existe a recusa completa das grandes figuras (oito reis mais antigos) astronomicamente  como “completamente artificial” e a visão de que eles são indignos de consideração séria pelos “estudiosos”. No outro extremo, está a crença de que os números têm uma base na realidade e que os primeiros reis eram de fato deuses (de Nibiru) que eram capazes de viver muito mais tempo do que os seres humanos comuns.

Entre os dois extremos esta a hipótese de que os números representam o poder relativo, triunfo ou importância. Por exemplo, no antigo Egito, a frase “ele morreu com 110” se refere a alguém que viveu a vida ao máximo e que ofereceu uma importante contribuição para a sociedade. Da mesma forma, os longos períodos de reinado dos primeiros reis podem representar quão incrivelmente importante eles foram percebidos como sendo aos olhos do povo. Isso não explica, no entanto, por que os períodos de mandato mais tarde mudou para períodos de tempo realistas.

Relacionado com este ponto de vista existe a crença de que, embora os primeiros reis não sejam historicamente atestados como existentes, isso não impede a sua possível correspondência com governantes históricos que mais tarde foram mitificados.

Finalmente, alguns “estudiosos” têm procurado explicar os números através de uma investigação e interpretação matemática (por exemplo, Harrison, desde 1993).


Relação com o livro bíblico Gênesis

Alguns estudiosos ( Wood, 2003) chamaram a atenção para o fato de que há semelhanças notáveis entre a lista dos nomes dos Reis sumérios e a história contada em Gênesis. Por exemplo, Gênesis narra a história de “a grande inundação” e os esforços de Noé para salvar todas as espécies de animais na Terra da destruição total pela água. Da mesma forma, na Lista de Reis Sumérios, há discussão de um grande dilúvio: “o dilúvio varreu a terra.”

A Lista de Reis Sumérios fornece uma lista de oito reis (algumas versões tem 10) que reinaram por longos e (para nós) imensos períodos de tempo antes do dilúvio, que variam de 18.600 a 43.200 anos CADA UM. Isto é semelhante ao Gênesis 5, onde as gerações dos seres humanos, desde a criação até o dilúvio estão gravadas. Curiosamente, entre Adão e Noé há também oito gerações, assim como há oito reis entre o início da realeza e a inundação da Terra na Lista de Reis Sumérios.

Depois do dilúvio, a Lista de Reis registra reis que governaram por períodos muito mais curtos de tempo. Assim, a Lista de Reis Sumérios não só documenta uma grande enchente no início da história do homem, mas também reflete o mesmo padrão de diminuir a longevidade como encontrada na Bíblia – os homens (os seres humanos) tinham uma vida útil extremamente longa se estendendo antes do dilúvio e de vida muito mais curta após o dilúvio (Wood, 2003).

O Zigurate construído para a visita dos “deuses” na cidade de UR, local onde “deus” fez um pacto com Abraão, o patriarca bíblico…

A Lista de Reis Sumérios realmente é um mistério desconcertante, principalmente para os “grandes eruditos e acadêmicos”. Por que os sumérios combinariam governantes (pretensamente) míticos com governantes históricos reais em um documento? Por que existem tantas semelhanças com o Gênesis da Bíblia? Por que os oito antigos reis são descritos como governantes durante milhares de anos? Estas são apenas algumas das perguntas que ainda permanecem sem resposta depois de mais de um século de pesquisas.

Referencias:
The Sumerian King List – University of Oxford
The Sumerian king list: translation – The Electronic Text Corpus of Sumerian Literature
The Sumerian King List – by L.C. Geerts
The Sumerian King List – by Thorkild Jacobsen (The Oriental Institute of the University of California)

Matéria por April Holloway, Ancient Origins: 

Tradução edição e imagens:  thoth3126@protonmail.ch


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Professor da UFMG traduz Textos Mesopotâmicos Direto do Acádio para o Português


Depois de traduzir a Epopeia de Gilgamesh, que sai no segundo semestre pela Autêntica, Jacyntho Lins Brandão prepara uma edição comentada do poema A descida de Ishtar ao mundo dos mortos.

Na adolescência, o mineiro Jacyntho Lins Brandão encontrou uma gramática de grego, escrita em francês, no meio de um amontoado de livros que sua mãe herdara de um parente. Começou ali sua aproximação com uma cultura que marcaria sua trajetória.

Hoje, aos 65 anos, 40 anos deles dedicados ao estudo e ensino do grego como professor de Língua e Literatura Grega na UFMG, Brandão finalizou a tradução-concluída ano passado-, direto do acádio, da Epopeia de Gilgamesh, poema épico da antiga Mesopotâmia [atual Iraque] escrito por volta do século 13 a.C. A tradução, que levou dois anos para ser concluída, sai no segundo semestre pela editora Autêntica. Sua base para estudar os escritos originais foi uma edição crítica do poema publicada em 2003 na Inglaterra.

Escrito em doze tábuas de argila que possuem, cada uma, aproximadamente 300 versos, Gilgamesh narra as lendas e cosmogonias mesopotâmicas, com enfoque na história do rei mitológico sumério que dá título à epopeia. Ao ler sobre culturas do Oriente Médio para um trabalho sobre a Grécia, surgiu o desejo de se aprofundar no mundo mesopotâmico.

“O primeiro requisito foi aprender a língua, o que levou ao desejo de traduzir o poema, o que passou a ser meu projeto oficial de pesquisa”, conta o professor. E seu projeto não para com o Gilgamesh. Brandão já traduziu outro poema acádio, A descida de Ishtar ao mundo dos mortos, e prepara sua edição comentada.

Foi durante o doutorado que Brandão entrou em contato com a cultura mesopotâmica, ao frequentar um curso do professor convidado Jean Bottéro, historiador francês especialista no Antigo Oriente Médio. “Depois desse primeiro contato, novamente uma coisa ficou hibernando em mim. Até que, depois de 20 anos sendo professor de grego, resolvi fazer essa tradução do Gilgamesh”, conta.

Para o professor, sair da Grécia é importante pois ajuda a desmoronar o mito do “milagre grego”, “essa ideia muito preconceituosa de achar que a Grécia foi escolhida como início da cultura ocidental, como se a cultura ocidental fosse diferente das outras culturas por conta disso”.

Início da 5ª tábua do Gilgamesh encontrada em 2015 - Foto: Osama Shukir Muhammed Amin FRCP(Glasg)

Aficionado por línguas, Jacyntho estudou russo, francês, alemão e hebraico durante a graduação e, com o acádio, não encontrou muitos problemas. “Comecei a estudar acádio em 2005, mas já havia estudado hebraico antes e, como o acádio é também uma língua semítica, não havia grande novidade do ponto de vista gramatical, embora o sistema verbal seja mais variado que o do hebraico”.

Formado em Letras pela UFMG, seus principais estudos e traduções, no entanto, são sobre a Grécia Antiga, como A poética do hipocentauro (2001), Introdução ao Grego Antigo (2005) e Arqueologia da ficção (2005). Um de seus prosadores antigos preferidos, Luciano de Samósata, foi seu objeto de estudo no doutorado, concluído em 1992 na USP. “Descobri em Luciano uma literatura que me agrada muito, que é meio radical em considerar que, afinal de contas, as coisas humanas são essencialmente ridículas”.

Apesar de brincar que se tornou professor da língua mais inútil, a grega, Jacyntho considera fundamental a cultura antiga: “Estudar poesia antiga é como fazer psicanálise da nossa cultura. De um lado, descobrir, nas convergências, muito das nossas motivações, imaginário e sentimentos. De outro, pela via do estranhamento, experimentar o contato com o outro. Os antigos nos permitem ver nosso tempo e nosso mundo com os olhos que nos emprestam, sua distância, no tempo e no espaço, nos proporcionando mais acuidade de visão”.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

ANTIGOS ESCRITOS SUMÉRIOS: A Terra foi Governada por Oito Reis Imortais, por 241.200 Anos!


Mais de uma dúzia de cópias de um texto misterioso referido como a Lista de Reis Sumérios foram descobertos ao longo dos anos por arqueólogos em regiões tão díspares, como a antiga Babilônia, Susa, e Assíria. 

Todos acreditavam ser cópias de um único manuscrito original, que acredita-se ter sido escrito durante a Terceira Dinastia de Ur pela maioria dos historiadores, embora alguns acreditam que ele possa ter sido escrito ainda mais cedo... O exemplo mais bem preservado deste texto antigo é chamado de Weld-Blundell Prism e está em exposição pública no Museu Ashmolean. 

UM ANTIGO TEXTO FALA DE GOVERNANTES EXTRATERRESTRES 

As Listas de Reis Sumérios deixaram historiadores perplexos desde que eles foram descobertos por seres humanos modernos. O texto descreve um período fascinante na história quando os seres conhecidos como deuses governaram sobre a humanidade de dezenas de milhares de anos. O manuscrito faz referência a oito reis que "desceram do céu", que reinaram por um surpreendentemente longo período de 241,200 anos. Cada um desses reis divinizados encontraram seu fim durante o Grande Dilúvio que devastou a população do mundo.

Depois do dilúvio, as reivindicações do texto dizem que outra 'realeza desceu de céu' e que estes seres assumiram o controle das pessoas da Terra mais uma vez.

Durante muito tempo, acreditou-se que as histórias destes reis de vida incrivelmente longas, a sua eventual extinção, e sua substituição eram simplesmente a mitologia da antiga civilização que compilou a lista de Reis Sumérios. No entanto, alguns têm especulado que o texto pode não ser a mitologia. O fato de que é relatado que os reis desceram do céu levou algumas pessoas a sugerir que eles poderiam ter sido de uma origem sobrenatural. Isto significaria que os seus reinados incrivelmente longos sobre as cidades possam ser literal, e não metafórico, porque esses seres alienígenas poderiam ter tido um tempo de vida muito mais longo do que os seres humanos devido ao ciclo de seu planeta natal.

Assista ao vídeo abaixo (infelizmente, apenas em inglês):



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Kazem Finjam, Ministro dos Transportes do Iraque afirma: SUMÉRIOS Viajavam Para o Espaço


O Ministro dos Transportes do Iraque, Kazem Finjam, falou sobre civilizações alienígenas frente aos repórteres. Ele declarou que os sumérios construíram os primeiros aeroportos e também pilotavam espaçonaves. Estes eventos teriam ocorrido no Iraque em 5.000 A.C.

Os sumérios faziam parte da civilização mais velha conhecida no Iraque, os quais alcançaram seu pico entre 2.700 e 2.400 A.C.

Acredita-se que eles estavam assentados na histórica região do sul da Mesopotâmia, que agora é o sul do Iraque, onde desenvolveram a agricultura, o comércio e habilidades de artesanato, tais como tecelagem, cerâmica e metalúrgica.

Finjam ainda alegou que o aeroporto servia como uma centro para a exploração espacial, e que os sumérios descobriram Plutão.

Na frente de uma audiência Finjan procurou dar respaldo às suas alegações, pedindo ao céticos para estudarem os trabalhos de especialistas no assunto, tal como o professor russo Samuel Kramer, o acadêmico escreveu sobre o conhecimento dos sumérios a respeito do sistema solar, e Zecharia Sitchin.

Os sumérios representam a civilização mais velha conhecida no Iraque e, de acordo com historiadores, eles alcançaram seu pico quando o Iraque – ou Mesopotâmia antiga – era considerado o ‘berço da civilização’.

Se você entende árabe, aqui está o vídeo de Kazem Finjam, postado no Twitter:


Porém, a ciência convencional afirma que a primeira jornada de um homem até o espaço ocorreu sob o programa espacial soviético, em 1957. O cosmonauta Yuri Gagarin embarcou numa única órbita da Terra que durou 108 minutos antes dele ser ejetado a 23.000 pés de altitude e retornado à Terra.

Fonte

terça-feira, 14 de junho de 2016

Igigis: Os Astronautas da Antiguidade que se rebelaram contra os Anunnakis


O texto abaixo pode não passar de devaneio, pois não há comprovação a seu respeito, mas mesmo assim é uma leitura interessante:
Dizem que os antigos Anunnakis criaram a raça humana através da modificação genética dos humanos antigos, para usá-los como força braçal.  Mas antes dos humanos terem sido criados, os Igigs eram usados pelos Anunnakis como sua força principal de trabalho.
Os Igigis seriam antigos deuses astronautas de uma geração mais jovem; servidores dos poderosos Anunnakis que vieram até a Terra atrás de ouro. 
A terminologia usada para descrever os deuses é extremamente complicada e ainda precisa de muito estudo.  Os pesquisadores acreditam que o termo Igigi possui uma origem semita e indica um grupo de deuses na panteão mesopotâmio. Ainda não está claro quais deuses da antiguidade pertenciam aos Igigis, mas muitos estudiosos sugerem que Mardik – o deus patrono da cidade da Babilônia – era um dos Igigis. 
Estudiosos da linha tradicional usam o termo Igigi para fazer referência às divindades sumérias.  De acordo com estes estudiosos, mitologicamente falando, os Igigis eram os servos mais novos dos Anunnakis, que iniciaram uma rebelião contra seus mestres e contra a ditadura de Enlil. Finalmente, os Anunnakis substituíram os Igigis por humanos.
No mito de Atrahasis – a história babilônica do Dilúvio e uma precursora da estória do dilúvio em Gilgameš Ep – o paraíso sumério é descrito como um jardim onde os deuses inferiores (os Igigis) eram colocados para trabalhar, cavando um curso d’água para seus mestres, os Anunnakis. 
“Quando os deuses como homens trabalharam e sofreram do labor, o labor dos deuses era grande, o trabalho era pesado; o sofrimento era grande.” 
“Os Sete grandes Anunnakis faziam os Igigis sofrer pelo trabalho.” (linhas 5-6) 
“Quando os deuses, similares aos homens, laboraram, carregavam a carga, a carga dos deuses era grande, o trabalho doloroso, o aborrecimento excessivo.  O grande Anunnaku, os Sete, estavam fazendo os Igigis tomarem o labor.” 
A hipótese dos Astronautas da Antiguidade sugere que os Igigis eram similares aos Anunnakis, permanecendo em constante órbita ao redor do nosso planeta.  Basicamente, eles eram considerados como intermediários entre o nosso planeta e Nibiru – lar dos Anunnakis. 
Muitos acreditam que os Igigis permaneceram em órbita constante ao redor do nosso planeta, em plataformas gigantes que processavam o minério que era entregue da Terra.  Após o processamento do material, este era transferido para outras naves e finalmente transportados para o planeta lar dos Anunnakis. 
Aparentemente, os Igigis nunca se encontraram com os humanos.  Dizem, em várias referência em textos, que eles eram “superiores demais para os humanos”, e consequentemente “não se preocupavam com as pessoas”. 
Após anos de trabalho duro e tênue para os Anunnakis, os Igigis se rebelaram contra seus mestres.  Dizem que eles atearam fogo às suas ferramentas e cercaram a grande casa de Enlil à noite, forçando os Anunnakis encontrarem outra fonte de labor. 
É por isto que os antigos Anunnakis substituíram os Igigis por humanos geneticamente projetados, criando uma força braçal maior. 
Muitos escritores sugerem que a ‘raça escrava’ humana tenha sido criada após os Anunnakis geneticamente modificarem seus genes e dos antigos humanos, há cerca de 500.000 anos.
Fontes: