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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Este Incrível Mapa da Órbita do Nosso Sistema Solar é Espetacular


O mapa acima é a mais recente obra de Eleanor Lutz, estudante de doutorado em biologia na Universidade de Washington (EUA), e mostra todas as órbitas de mais de 18.000 asteroides no sistema solar. São 10.000 com mais de 10 km de diâmetro, e cerca de 8.000 objetos de tamanho desconhecido.

Lutz é um verdadeiro talento para visualizações científicas. Ela produz diversos gráficos, infográficos e animações sobre tópicos os mais variados, como o “Compêndio Visual de Criaturas Brilhantes” abaixo:


Dados brutos x visualizações acessíveis

No momento, Lutz está trabalhando em um “Atlas do Espaço”. É uma coleção de dez visualizações, incluindo planetas e luas. Como ela explica em seu website, “eu fiz um mapa animado das estações da Terra, um mapa da geologia de Marte e um mapa de tudo no sistema solar com mais de 10 km” (este último, a imagem no topo deste artigo).

Todos os dados do atlas de Lutz são públicos e disponíveis gratuitamente. Ela os obtém de fontes como a NASA e o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

A LUA

Parte do que a motiva a fazer os designs é que, mesmo que os dados sejam públicos, eles são brutos. Transformá-los em uma visualização útil e bonita exige muito trabalho.

Em entrevista ao portal Wired, Lutz disse: “Eu realmente gosto que todos esses dados sejam acessíveis, mas são muito difíceis de se visualizar. É uma ciência realmente incrível, e eu queria que todos pudessem ver isso de uma maneira que faz sentido”.


Compartilhar é chave

Lutz compartilhou alguns de seus trabalhos ainda não publicados com o Universe Today, incluindo essa bela animação das estações da Terra:


Como cientista, a bióloga e pesquisadora diz que se sente inspirada a compartilhar os dados e os métodos que utiliza para criar seu trabalho. Ela planeja publicar o código-fonte aberto para cada uma de suas peças e também tutoriais sobre como criá-las.

“Há uma barreira do conhecimento para acessar algumas das coisas mais interessantes e impressionantes sobre a ciência. Existem muitos fatos e equações, e eu quero que essas ideias legais sejam acessíveis”, resume.

Para ver mais obras admiráveis de Lutz, visite seu website, tabletopwhale.com, onde você pode explorar suas técnicas e comprar pôsteres como “Todas as Estrelas que Você Pode Ver da Terra“. 


sexta-feira, 17 de maio de 2019

AS PROFECIAS DE MELQUISEDEC

Imagem relacionada
O encontro entre Abraão e Melquisedec

Melquisedec (em hebraico מַלְכִּי־צֶדֶק / מַלְכִּי־צָדֶק, transl. Malkiy-Tzadeq, "rei da justiça", "rei da paz") é um personagem bíblico do livro de Gênesis que interagiu com Abraão quando este retornou vitorioso da batalha de Sidim. É descrito como o rei de Salém e que não deixou descendência.

Diz-se que não teve ascendência nem descendência, a quem a história atribui-lhe características sobre humanas, divinas. Alguém de enorme valor que instruiu os povos e lhes deu a civilização.

Melquisedeque é venerado pelo cristianismo, sua festa é no dia 26 de agosto na Igreja Católica.

Apesar das raras referências a ele na Bíblia, o Livro Sagrado refere-se a Melquisedeque como um sábio rei de uma terra chamada Salém e "sacerdote do Deus Altíssimo." (Gênesis 14:18). No Novo Testamento, ele é comparado a Jesus, de que é dito ser "segundo a ordem de Melquisedeque" (Epístola aos Hebreus).

Segundo o texto do Pentateuco, Melquisedeque foi o rei da cidade de Salém (que significa "paz"), a qual se acredita ter sido a cidade posteriormente conhecida por Jerusalém.

Melquisedeque teria tido importância no direcionamento de Abrãao - o primeiro registro bíblico da doação de dízimos decorre desta ocasião. Abrãao e Melquisedeque seriam, portanto, contemporâneos, de acordo com as narrações bíblicas.

Destaca-se na sua história a ausência de menções (comuns nos registros bíblicos) a seus antepassados. Como se pode interpretar de alguns versos (Hebreus 7:3), Melquisedeque fora um homem sem genealogia, sem filhos ou parentes conhecidos. O lugar onde seu corpo jaz também é ignorado. Estas características, para a teologia, significam que Melquisedeque seria uma figura do próprio Cristo, contudo, não se sabe se isto seria uma espécie de tipologia ou, até mesmo, "teofania", que é um termo teológico para quando Deus assume uma forma humana.

Ao nome Melquisedeque pode ainda ser atribuído o significado "Rei de Justiça" em função de ser uma possível junção de mais de uma palavra do idioma hebraico.

Seu nome já foi usado nas denominadas "Índias", que se referiam à atual Etiópia, Índia e Himalaia. Nessas 3 culturas havia referências a um "Rei da Terra", que seria o próprio Melquisedeque.

Alguns teólogos cristãos acreditam que Melquisedeque teria sido uma aparição do Messias antes de seu nascimento carnal, humano.

No Antigo Testamento há várias menções ao Anjo do SENHOR que muitos acreditam terem sido aparições de Cristo antes de encarnar. No entanto, Melquisedeque poderia ter sido o aspecto terreno da pré-encarnação de Cristo em uma forma corpórea temporária.

Outros teólogos, no entanto, acreditam que Melquisedeque teria sido apenas uma tipologia de Cristo, tratando-se, pois, de um acontecimento ou de um ensinamento que se relaciona com as realizações de Jesus.

Na epístola aos Hebreus, o autor leciona que Melquisedeque não teve nem pai e nem mãe, nem ascendência e nem descendência:

Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; a quem Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também é rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo semelhante ao filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:1-3)

Na Bíblia, Melquisedeque é referido como sacerdote do Deus Altíssimo em Gênesis 14:18.19, quando traz pão e vinho e recebe de Abrão o dizimo do conquistado, e, abençoando-o, disse: "Bendito sejas Abraão, do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra e bendito seja o Deus Altissimo que entregou teus inimigos em tuas mãos". Referenciado também em Salmos 110.4: "Jurou o Senhor e não se arrependerá: Tu és um Sacerdote Eterno segundo a Ordem de Melquisedeque." Em Hebreus, além do já citado, temos 7:4: "Considerai, pois, quão grande era este a quem até o patriarca Abrão deu os dízimos dos despojos", havendo outras citações e explicações, havendo no 5:11 "Do qual muito temos que dizer, de difícil interpretação, porquanto vos fizestes negligentes para ouvir." o que abre um leque de possibilidades que em principio, considerando-se a afirmação de Paulo, não devem ser consideradas cristofanias.

O Dr. Ferdinand Ossendowski, um ilustre viajante, homem da ciência e escritor, narra o seguinte em sua clássica obra de viagens “Bestas, Homens e Deuses” (1924):

Quando a caravana atravessava as estepes da Ásia Central, próximo a Tzagan-Luk, o guia mongol exclamou de repente: “Alto, detenham-se!”, e logo depois se jogou de seu camelo sussurrando o clássico mantram budista “OM MANI PADME HUM”. Algo incrível acontecia naquele momento. O ar vibrava docemente e trazia consigo uma canção de amor e paz que alcançava, de imediato, o coração. A terra e o céu pareciam conter o alento. Até 
os animais percebiam: os pássaros cessavam seu vôo e pousavam, os camelos paravam as orelhas, os cavalos permaneciam imóveis e atentos, os cachorros cessavam seus latidos e os iaques se puseram ao solo. Todos os pastores mongóis se ajoelharam e oraram fervorosamente enquanto se sentia essa paz absoluta: até o vento incessante da região deixou de soprar. Era um estado de coisas portentoso, uma calma e paz inusitadas, sobretudo para os ocidentais.

Quando o êxtase coletivo cessou, os mongóis explicaram a Ossendowski o que acontecera. Tinham se aproximado do Mistério dos Mistérios, ao reino subterrâneo do Rei do Mundo, justo no momento em que este se encontrava em meditação.

Como é fácil compreender, não é extensa a informação que Ossendowski pôde obter daqueles homens. Aqueles mongóis sabiam que os lamas guardavam zelosamente o segredo do Rei do Mundo e castigavam com severidade aqueles que divulgavam tais coisas.

Mas, e aqui há mais um mistério, o testemunho recolhido por Ossendowski naquela oportunidade coincide notavelmente com o exposto no livro “Mission de l’Inde” pelo Marquês Saint-Yves d’Alveydre (1910), e também com o narrado por outro autor menos prestigiado, Louis Jacolliot, em “Les Fils de Dieu” e “Le Spiritisme dans le Monde”.

Os três autores mencionados falam de Agharti ou Agharta, nome que indica, em língua tibetana, o misterioso reino subterrâneo onde reside o Rei do Mundo.

Ossendowski conta que em visita ao monastério de Narabanchi, na Mongólia, encontrou uma surpreendente profecia que Melquisedeque (o Gênio da Terra) deixou nesse mesmo lugar em que visitara no ano 1890. Eis aqui:

  • Cada dia mais os homens se esquecerão de suas almas e se ocuparão de seus corpos. A maior corrupção reinará na terra.  
  • Os homens se assemelharão a animais ferozes, sedentos de sangue dos seus irmãos.  
  • A meia-lua se apagará e seus adeptos se sumirão na mendicidade e na guerra perpétua.  
  • Seus conquistadores serão feridos pelo sol, mas não subirão duas vezes. 
  • Acontecerá com eles a pior das desgraças e acabarão entre insultos aos olhos dos demais povos.   
  • As coroas dos reis, grandes e pequenos, cairão. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito…  
  • Haverá uma guerra terrível entre todos os povos.  
  • Os oceanos ficarão vermelhos… A terra e o fundo dos mares se cobrirão de esqueletos, os reinos serão fracionados, nações inteiras morrerão… 
  • A fome, a doença, os crimes desconhecidos pelas leis… Tudo quanto o mundo ainda não contemplou.  
  • Virão então os inimigos de Deus e do espírito divino os quais jazem nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro, perecerão também.  
  • Os esquecidos, os perseguidos se sublevarão e chamarão a atenção do mundo inteiro.  
  • Haverá nevoeiros e tempestades, as montanhas descobertas se cobrirão de bosques.  
  • A Terra tremerá…  
  • Milhões de homens trocarão as correntes da escravidão e as humilhações pela fome, pelas doenças e pela morte.  
  • Os antigos caminhos se encherão de multidões que irão de um lugar a outro.  
  • As maiores e mais formosas cidades perecerão pelo fogo… uma, duas, três…  
  • O pai lutará com o filho, o irmão com o irmão, a mãe com a filha.  
  • O vício, o crime, a destruição dos corpos e das almas imperarão sem freios…  
  • As famílias se dispersarão… A fidelidade e o amor desaparecerão…  
  • De dez mil homens, apenas um sobreviverá… um louco, nu, faminto e sem forças, que não saberá construir uma casa nem lhe proporcionar alimento… 
  • Uivará como um lobo raivoso, devorará cadáveres, morderá sua própria carne e, irado, desafiará Deus…  
  • A Terra será despovoada. Deus a largará de sua mão. Sobre ela apenas a noite e a morte espalharão seus frutos.  
  • Então surgirá um povo até agora desconhecido que, com punho forte, arrancará as más ervas da loucura e do vício e conduzirá os que permaneceram fiéis ao espírito do homem, à batalha contra o mal. Fundarão uma nova vida na terra purificada pela morte das nações.  
  • Dentro de cinquenta anos não terá mais que três novos grandes reinos que viverão felizes durante setenta e um anos.  
  • Em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos… Depois, os povos de Agharti sairão de suas cavernas subterrâneas e aparecerão na superfície da terra.

No último parágrafo, através de uma atenta leitura, Óscar Uzcategui descobriu que Melquisedeque dava uma data e alguns dados muito precisos para essa profecia. Vejamos:

A profecia foi escrita pelo Senhor do Mundo no ano 1890. Desse modo, quando Melquisedeque diz “dentro de 50 anos não haverá mais que três novos grandes reinos”, está falando de 1940, isto é, da Segunda Guerra Mundial.

Apareceram então três novos grandes reinos: Europa, Rússia e EUA. Depois diz que “viverão felizes durante setenta e um anos”. Isto é: 1940 mais 71 dão 2011. E neste ano fatídico “em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos”. 

Assim nos diz que estamos às portas de um conflito mundial que terá conseqüências horrorosas, nunca vistas, e que terá uma duração de 18 anos: de 2011 até 2029.

Posteriormente, haverá uma regeneração e começará um novo ciclo, mas não sem que antes haja uma involução e destruição, como dizem tantas profecias e religiões do mundo.


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Enorme Anomalia Vinda da Antártida é Identificada por Pesquisador


Recentemente foi publicado um vídeo que alega identificar uma enorme anomalia vinda da Antártica em uma forma de radar, e também um tipo de padrão multi-ondas sobre o Mar do Caribe. O vídeo parece propor a suspeita de que uma ‘estação de desastre natural’ pode ocorrer neste outono (ou primavera para o hemisfério sul), e como em agosto e setembro passado, desastres naturais podem ocorrer nesse momento.

(Para informações de como ativar a legenda em português do vídeo abaixo, embora ela não seja precisa e não funcione em aparelhos móveis, clique aqui):


No ano passado, o Caribe foi abalado por vários furacões, particularmente devastadores, tornando algumas ilhas quase totalmente destruídas.

Durante esse tempo, uma coisa similarmente estranha foi capturada em imagens de satélite sobre os furacões: o que parecem ser raias produzidas por jatos pulverização de alumínio em alta altitude, para efeitos de modificação climática. As trilhas, a pulverização, você sabe do que estou falando. Aquelas que foram identificadas nas imagens de satélite do Worldview da NASA, sobre os furacões.

Desde quando os aviões voam perto de furacões e deixam para trás trilhas entremeadas?


Ao tentarem descobrir porque os desastres naturais poderiam sazonalmente alcançar o pico desta forma e serem tão intensos, as pessoas têm uma variedade de explicações. Alguns acreditam que é uma mudança climática e você ouvirá muita conversa sobre isso na grande mídia. Outros entendem que a mudança climática é inseparável do dano aparentemente causado pela geoengenharia e pela pulverização dos céus, e outras pessoas até mesmo correlacionam os eclipses recentes neste ano, tanto no ano passado como no presente, com desastres naturais.

No ano passado, os eclipses ocorreram em torno do mesmo tempo que este ano, porque é um ciclo de 18 anos para eclipses acontecerem no mesmo local novamente.

Em agosto de 2017 e nos meses seguintes, uma mistura catastrófica de desastres naturais pareceu ocorrer em toda a Terra. Dos furacões que dizimaram o Caribe, às chuvas de monção na região oriental do mundo, não parece que tudo aconteceu depois daqueles eclipses bastante precisos? Não é muito louco teorizar que algum evento gravitacional entre o Sol, a Lua e a Terra pode afetar o clima em nosso planeta. A Lua já influencia a maré da Terra, há muitos exemplos como esses que podem ser citados em argumentar que as atividades da Lua podem influenciar a vida na Terra. Parasitas são conhecidos por serem mais ativos durante as Luas cheias, e certas coisas são estatisticamente mais prováveis ​​de acontecerem em Luas cheias.

O eclipse que ocorreu no dia 27 foi tecnicamente o mais longo do século XXI. Até algum período após o ano 2100, outro eclipse tão longo não ocorrerá.

Se você assistiu ao eclipse, provavelmente notou que era muito mais escuro e mais intenso em cores do que os outros eclipses lunares, chamados de “luas de sangue”, porque a sombra da Terra lançada sobre a Lua não era tão exata, e a cor ficou meio vermelha.

Esperando ver uma cor vermelha, eu assisti o eclipse, mas para minha surpresa, parecia que algo tirou um pedaço da lua e o eclipse era preto. O eclipse foi claramente muito exato.

Portanto, se os eclipses do ano anterior precederam desastres naturais, esse eclipse muito mais exato e longo poderá ter um efeito semelhante este ano?

E se algumas pessoas em posições de poder, que mexem com a geoengenharia, tiverem uma crença oculta no poder dos eclipses, e decidirem desencadear coisas nas pessoas durante este tempo? Essa é uma teoria muito remota, mas o que mais seria interessante colocar neste artigo?


terça-feira, 21 de março de 2017

A Profetiza do 11 de Setembro disse que ETs Ajudarão a Humanidade


Muitos já ouviram falar da vidente Baba Vanga, mas mesmo aos que já a conhecem vale a pena refrescar um pouco nossas memórias:

Baba Vanga – como ela era comumente chamada – perdeu sua visão quando tinha somente 12 anos.  Após ter sido ‘varrida’ por uma tempestade, a garota de alguma forma sobreviveu, coberta de lama e rochas.

Vanga fez suas primeiras predições quando tinha 16 anos, quando ajudou seu pai a encontrar uma ovelha que se perdeu do rebanho. De alguma forma a garota conseguiu dar ao seu pai uma descrição detalhada do local onde o animal estava sendo mantido.

"Na virada do século, em agosto de 1999 ou 2000, Kursk será coberto por água, e o mundo todo irá chorar por isso."

As predições para o futuro feitas por Baba Vanga são que em 2023 a órbita da Terra mudará, o que “derreteria os polos” e colocaria o “Oriente Médio em chamas”.  Ela também predisse que a “grande guerra islâmica” começaria na Síria, culminando no controle completo de Roma em 2043.

Além disso, de acordo com a profetiza, a China se tornaria uma potência mundial em 2018. Mas, como muitos concordam, ela errou por alguns anos quanto a China, por esta já é uma potência econômica e militar.

A mística cega também disse que uma nova fonte de energia será criada e a fome mundial começará a ser erradicada entre 2025 e 2028. Uma espaçonave tripulada será lançada até Vênus.

Ela também fez algumas profecias apocalípticas muito exóticas:

Vanga assegurou que não haverá sobreviventes na Terra em 3797, e que os alienígenas ajudarão o homem a viver sob a água em 2130, e também haverá uma possível guerra em Marte, no ano de 3005.

Abaixo uma lista do que Baba Vanga predisse corretamente:
  • A data da morte de Stalin
  • A data da morte do Rei Boris III
  • A divisão da Checoslováquia
  • A quebra da União Soviética
  • A reunificação das Alemanhas
  • A eleição de Boris Yeltsin
  • O desastre de Chernobyl
  • O desastre do submarino Kursk
  • Aquecimento global
  • Ataque terrorista de 11 de setembro – “Horror, horror! Os irmãos americanos cairão após serem atacados por pássaros de aço. Os lobos estarão uivando no arbusto e sangue inocente será derramado.
  • Tsunami de 2004 – “Uma enorme onda cobrirá uma grande costa coberta de pessoas e cidade, e tudo desaparecerá embaixo d’água. Tudo irá derreter, como o gelo.
  • Uma “grande guerra islâmica” começará com a Primavera Árabe e culminará com a assenção do Estado Islâmico.
  • A eleição de Barack Obama – Ela predisse que o 44º Presidente dos EUA seira um afro-americano. Ela também predisse que ele seria o último presidente dos EUA (nessa ela errou… ou não?)
  • Conflitos na Síria.

O futuro parece extremamente interessante, se ela estiver correta com suas profecias:

2023: A órbita da Terra mudará (ninguém sabe realmente o que isto significa)
2025: A população da Europa chegará a quase zero
2028: A humanidade voará até Vênus, na esperança de encontrar novas fontes de energia
2033: Os níveis de água subirão à medida que as calotas polares derreterem (isto já está acontecendo)
2043: A transformação da Europa num califado islâmico se completa. Roma é decretada sua capital. A economia mundial prospera sob o governo muçulmano
2066: Os Estados Unidos usarão uma nova arma climática pela primeira vez para tentar retomar Roma e trazer de volta o cristianismo
2084: A natureza renasce (ninguém sabe o que isto significa)
2100: Um sol feito pelo homem irá iluminar o lado escuro do planeta (Isto já está sendo comentado – desde 2008 os cientistas têm trabalho num sol artificial, usando tecnologia de fusão nuclear.
2130: Com a ajuda de alienígenas, as civilizações viverão sob a água…

Suas profecias vão até 5079, quando ela diz que será o fim do mundo.

Obviamente, não há garantia alguma de que suas predições se cumprirão, como também, embora ela ter dito que os alienígenas ajudarão a humanidade viver sob a água, ela não disse quando a realidade extraterrestre será aberta à humanidade na Terra.

De qualquer forma, quem viver, verá!

Para saber um pouco mais, visite nossa postagem sobre Baba Vanga.


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Asteroide de 80 mil toneladas vai "raspar" a Terra no dia 5 de março

De acordo com modelos orbitais a rocha pode cruzar a alta atmosfera da Terra abaixo da linha dos satélites geoestacionários. A distância de aproximação máxima é tão pequena que o asteroide pode até ser visto a olho nu em locais de céu limpo.

Orbita do asteroide 2013 TX68: Com muitas incertezas, modelos mostram que a menor aproximação pode ser de 22 mil km. A melhor solução aponta para 493350 km.

Batizada de 2013 TX68, a rocha atingirá o ponto de menor aproximação da Terra no dia 5 de março, às 16h15 BRST.

Há muitas incertezas sobre a orbita do asteroide, o que torna difícil o cálculo da distância exata da aproximação. De acordo com o JPL, Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, a janela de aproximação varia entre longínquos 14 milhões de km e perigosos 22 mil km, sendo que a melhor estimativa mostra que o asteroide passará a 493350 km de distância.

A olho nu

2013 TX68 tem cerca 40 metros de comprimento e pesa 80 mil toneladas. Se passar pela Terra no limite inferior da previsão, a 22 mil km, poderá ser visto sem auxílio de binóculos em locais de céu escuro, lembrando que o momento da aproximação máxima será no período da tarde aqui no Brasil.

Risco de Impacto

A velocidade de deslocamento de 2013 TX68 é de 52 mil km/h. Se atingisse a Terra, liberaria a mesma energia que 2 mil toneladas de TNT, suficientes para fazer um bom estrago sobre uma cidade. No entanto, a distância mínima calculada mostra que os riscos de impacto são muito pequenos.

Fonte: Apolo11

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cientistas descobrem que NÚCLEO DO PLANETA tem OUTRO NÚCLEO mais profundo

Equipe estudou ecos de terremotos para revelar detalhes sobre o misterioso centro do nosso planeta


Por César Baima

RIO - Escrito no século XIX pelo novelista francês Jules Verne, o clássico da ficção científica “Viagem ao centro da Terra” conta a história de um cientista que descobre uma passagem por um vulcão na Islândia, um “portal” para o interior do planeta, onde encontra um mundo habitado por seres pré-históricos do qual só escapa por outro vulcão na Itália. Na vida real, no entanto, sabe-se que, sob a relativamente fina crosta, a estrutura da Terra pode ser dividida em camadas concêntricas como uma cebola, basicamente com o chamado manto, um oceano de magma (rocha derretida), circundando um núcleo externo de ferro líquido, que por sua vez abriga um núcleo interno de ferro maciço (e um pouco de níquel).

Pelo menos era assim que pensavam os cientistas. Com uma nova abordagem na análise das reverberações em nosso planeta produzidas por grandes terremotos, um grupo de pesquisadores dos EUA e da China descobriu que esse núcleo interno de ferro sólido é dividido em duas regiões com características distintas. Um achado que pode revelar mais detalhes sobre o processo de formação da Terra na infância do Sistema Solar, há cerca de 4,6 bilhões de anos, e talvez até ajudar na busca de planetas rochosos parecidos com o nosso na órbita de outras estrelas.

— Embora o núcleo interno seja pequeno, menor do que a Lua, ele tem características realmente interessantes — conta Xiaodong Song, professor de geologia da Universidade de Illinois, nos EUA, e líder do estudo, publicado na última edição da revista “Nature Geoscience”. — Isso tudo pode nos dizer mais sobre como nosso planeta se formou, sua história e outros processos dinâmicos da Terra, guiando nossa compreensão sobre o que está acontecendo em suas profundezas.

‘Ecos’ de terremotos

As ondas sísmicas geradas pelos terremotos percorrem o interior da Terra, sendo refletidas, desviadas ou freadas de acordo com a composição e propriedades físicas do que encontram pela frente. Com isso, há décadas os cientistas usam esta técnica para estudar a estrutura interna de nosso planeta, semelhando um médico que enxerga o interior do corpo dos pacientes num ultrassom. Mas, em vez de se focarem no choque inicial produzido pelos terremotos, os pesquisadores liderados por Song usaram uma nova tecnologia para coletar e refinar dados sobre as ondas que continuaram a “ecoar” depois dos tremores, assim como um sino continua a ressoar após o toque alto que se segue ao golpe de um martelo.

— Acabou que os sinais coerentes melhorados por esta tecnologia se mostraram mais claros do que os gerados pelo toque inicial — destaca Song. — A ideia básica deste método circula há algum tempo, e outras pessoas o usaram em outros estudos próximos da superfície, mas decidimos observar todo o caminho até o centro da Terra.

Segundo Song, esta abordagem revelou uma surpresa sobre o interior de nosso planeta, embora bem diferente da descrita por Verne: o núcleo interno, outrora visto como uma esfera maciça e razoavelmente uniforme de ferro, na verdade tem uma estrutura mais complexa. Enquanto na camada externa do núcleo os cristais metálicos estão alinhados na direção Norte-Sul, na parte mais interna eles apontam no sentido Leste-Oeste. Além disso, estes cristais internos do núcleo parecem ter um comportamento diferente do dos externos, numa indicação que eles também podem ter uma estrutura e composição diferentes.

— O fato de termos duas regiões (no núcleo interno) tão distintas pode nos dizer algo sobre como ele tem evoluído — acredita Song. — Por exemplo, ao longo da história da Terra, o núcleo interno pode ter passado por uma mudança dramática no seu regime de formação, o que pode guardar a chave de como nosso planeta se formou. Alcançamos, literalmente, o centro da Terra.

Para Simon Redfern, professor de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, se a descoberta da existência de um “núcleo do núcleo” do planeta for de fato confirmada, isso pode ter profundas implicações nas teorias sobre sua formação e mesmo da evolução da vida nele. Segundo Redfern, as teorias atuais sugerem que o núcleo interno da Terra só começou a se solidificar entre 500 milhões e 1 bilhão de anos atrás, se expandindo a uma taxa de meio milimetro por ano. Este processo teria sido o responsável pelo surgimento do campo magnético que protege nosso planeta, e toda a vida nele, dos piores efeitos da radiação solar. Mas as diferentes orientações dos cristais metálicos no núcleo interno encontrados por Song e equipe indicam que “algo significativo” deve ter acontecido logo no início de sua formação para isso ocorrer. Além disso, lembra ele, análises de rochas antigas da superfície da Terra apontam que seu campo magnético também mudou de orientação há cerca de 500 milhões de anos.

“Pode ser que este estranho alinhamento que os pesquisadores encontraram no núcleo interno explique estas estranhas assinaturas paleomagnéticas das rochas antigas que estavam presentes no equador meio bilhão de anos atrás, e algumas pessoas correlacionaram isso com a abrupta aceleração da velocidade de evolução de novas formas de vida chamada ‘Explosão Cambriana’”, escreveu Redfern em comentário sobre o estudo de Song em sua coluna no site “The Conversation”.

Fonte: O Globo