Paranormal diz que fortes tremores de terra atingirão São Paulo e outros estados.
Carlinhos virou o vidente mais famoso do Brasil. Todos os dias, notícias sobre ele ganha a mídia. O paranormal começou a ficar conhecido, quando previu que a Alemanha seria a campeã da Copa do Mundo do Brasil e que Neymar não chegaria até ao fim da competição. Ele ainda revelou, na época, que nossa seleção canarinho, teria a pior derrota de sua história. Dito e feito, o Brasil perdeu de 7 a 1 da Alemanha na semifinal. Na briga pelo terceiro lugar, contra a Holanda, nova derrota. Dessa vez, de 3 a 0.
Carlinhos ficou ainda mais famoso recentemente. Isso porque ele esteve em um programa exibido na televisão de Cascavel, no Paraná, onde revelou que um avião cheio de jogadores cairia. Infelizmente, no dia 29 de novembro, uma aeronave que levava o time da Chapecoense para Medelim, na Colômbia, caiu faltando pouco mais de 38 Km do aeroporto. 71 pessoas morreram, entre atletas e jornalistas. A tragédia é considerada a pior da história.
O novo alerta agora é para a maior cidade do país. Em entrevista feita à TV Vila Velha, no Paraná, ele decidiu fazer um grave alerta para São Paulo.(Veja aos 18:55 minutos do vídeo abaixo) onde Segundo Carlinhos, alguns estados brasileiros seriam atingidos por um terremoto e tudo seria grave. Os estados atingidos seriam o Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No entanto, seria o último mais afetado, já que seria a região do epicentro da catástrofe natural. O paranormal revela que pelo menos cem prédios cairiam no chão em São Paulo e que muitas pessoas faleceriam. O Brasil não seria o único atingido. Outros países da América do Sul, como Colômbia, Bolívia e Chile sentiriam os tremores de terra. No entanto, o pior cenário seria mesmo aqui no Brasil.
Já Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais sofrerão com fortes chuvas. No início do ano que vem, grandes enchentes e quedas de barreiras fariam vítimas. Carlinhos ainda contou que um importante dono de televisão faleceria de ataque cardíaco. O Brasil, segundo ele, viverá dez dias de luto por conta da perda.
Assista abaixo a entrevista completa com Carlinhos Vidente:
A crença de que o Brasil está livre dos grandes terremotos pode estar com os dias contados. O país já teve sismos de grande magnitude, um deles tão forte que inverteu o curso de rios e provocou um verdadeiro tsunami fluvial. E isso pode acontecer de novo.
Escombros da casa de Joselino do Silva, após o terremoto que atingiu a cidade de João Câmara, no RN, em 1986.
Antigamente, era comum se afirmar que o Brasil era um país livre de grandes terremotos, já que a esmagadora maioria acontece quase sempre próxima às bordas das grandes placas tectônicas. Isso é parcialmente verdade, mas a posição privilegiada do país, praticamente no centro da placa tectônica sul-americana, não significa que estamos livres desse fenômeno natural.
O motivo é que, diferentemente dos terremotos provocados pela subducção de placas (quando uma placa tectônica mergulha abruptamente abaixo de outra) os sismos no Brasil são causados quase que totalmente ao longo das chamadas falhas geológicas, grandes e profundas cicatrizes que cortam a crosta terrestre e que vez ou outra desmoronam ou se acomodam poucos quilômetros abaixo da superfície.
Estudos recentes mostram que um sismo de magnitude 7 aconteça no Brasil a cada 500 anos e um tremor de 5 magnitudes, cada cinco anos.
Megaterremoto no Brasil
Embora os tremores no Brasil sejam fracos quando comparados aos que ocorrem nas bordas das placas, um estudo publicado nos Anais da Academia Brasileira de Ciências demonstra que o Brasil já sofreu um poderoso terremoto estimado em 7.0 magnitudes em junho de 1690, nas proximidades de Manaus.
De acordo com o autor do estudo, cientista Alberto Veloso, ligado à Universidade Nacional de Brasília, este tremor teve seu epicentro localizado na margem esquerda do rio Amazonas, aproximadamente 45 km abaixo da cidade de Manaus. Segundo Veloso, o sismo foi tão intenso que foi sentido em uma área superior a 2 milhões de km2, causou severos danos no terreno e produziu ondas no rio Amazonas que criaram um pequeno tsunami que inundou as aldeias indígenas nas margens do rio Urubu.
"Não existe nada similar em nossa história. Esse evento foi percebido a mais de mil quilômetros do epicentro e é sem dúvida o maior terremoto brasileiro", afirma o cientista, criador do Observatório Sismológico de Brasília. "As águas do Amazonas balançaram de forma incomum, com tanta força que inverteu o fluxo do rio Urubu, inundando aldeias a cerca de 5 km de sua foz", completou.
Podemos ter outro terremoto no Brasil?
Para Veloso, tremores parecidos com o de 1690 poderão repetir-se, não somente na Amazônia, mas em qualquer outra região brasileira, já, que o país é repleto de falhas geológicas.
Segundo o professor, estima-se que um sismo de magnitude 7 aconteça no Brasil a cada 500 anos e um tremor de 5 magnitudes, cada cinco anos.
Mesmo os abalos menores podem fazer estragos em construções frágeis, comuns pelo país afora. Em 1986 um abalo de 5.1 danificou cerca de 4.500 construções e desabrigou mais de 25 mil pessoas em João Câmara, RN. Já tivemos tremores de 6.1 e 6.2 que só não causaram danos importantes por terem epicentros em áreas despovoadas.
Falhas brasileiras
O Brasil é cortado por uma enorme quantidade de falhas, entre elas o chamado Lineamento Pernambuco, uma falha geológica abaixo do território pernambucano, com 700 km de extensão e 30 metros de profundidade. A falha tem início no oceano Atlântico, na cadeia de montanhas submersas da Dorsal Atlântica e rasga o continente na altura de Recife, passando pelas cidades de Pombos, Bezerros, Caruaru, Pesqueira e Arcoverde, até terminar na divisa do Piauí, na altura do Sertão do Araripe.
Embora o Brasil não tenha um mapeamento oficial da localização de todas as falhas geológicas, esse mapa mostra a posição de diversas delas. Observe a grande quantidade de cicatrizes que cortam o solo brasileiro.
Outra falha muito importante e causadora de grandes sismos no Nordeste é a falha geológica de Samambaia, com 38 km de comprimento por cerca de 4 km de largura. A enorme cicatriz atravessa os municípios de Parazinho, João Câmara, Poço Branco e Bento Fernandes, no Rio Grande do Norte. Sua profundidade varia entre 1 e 9 km.
O famoso terremoto de João Câmera (RN) e os famosos enxames sísmicos de Pedra Preta (RN) ocorreram devido a essa falha.
Próximo à Samambaia se encontra a falha geológica de Poço Branco, que apesar de ser bem menor também contribui por alguns tremores naquela região.
O Vulcão CUMBRE VIEJA pode explodir a qualquer momento e entrar em colapso.
Um mega Tsunami pode atingir o Norte e Nordeste do Brasil e a Costa Leste dos USA. Um mega tsunami é um raro tsunami com ondas de mais de 100 metros de altura. Deixando de lado alguns grandes tsunamis no Alasca, incluindo aí um de 520 metros de altura, na baia de Lituya.
Acredita-se que o último mega tsunami que atingiu uma área com população ocorreu há 4.000 anos. Geólogos dizem que tal evento é causado por gigantescos deslocamentos de terra, originados por uma ilha em colapso, por exemplo, em um vasto corpo d’água como um oceano ou um mar.
Acima: foto de satélite das Ilhas Canárias e o Vulcão Cumbre Vieja, na Ilha La Palma expelindo fumaça.
Mega tsunamis podem atingir alturas de centenas de metros, viajar a 900 km/h ao longo do oceano, potencialmente alcançando 20 km ou mais terra adentro em regiões de plataformas continentais/costas de baixa altitude. Em oceanos profundos, um mega tsunami é quase invisível. Move-se em um deslocamento vertical de aproximadamente um metro, com um comprimento de ondas de centenas de quilômetros.
Porém, a enorme quantidade de energia dentro deste movimento de gigantesca massa líquida produz uma onda muito mais alta, à medida que a onda se aproxima de águas rasas situadas nas costas litorâneas das plataformas continentais.
A Ilha de La Palma e a escura Cratera do Vulcão Cumbre Vieja
Terremotos geralmente não produzem tsunamis desta escala, a não ser que eles possam causar um grande deslocamento de terra debaixo d’ água, tipicamente tais tsunamis têm uma altura de dez metros ou menos (seria o caso do Tsunami do Japão em Março de 2011). Deslocamentos de terras que são grandes comparadas à profundidade atingem a água tão rapidamente que a água que foi deslocada não pode se estabelecer antes que as rochas atinjam o fundo.
Isto significa que as rochas deslocam a água em velocidade total em todo seu caminho ao fundo. Se o nível da água é profundo, o volume de água deslocado é muito grande e as partes baixas estão sob alta pressão. Isto resulta numa onda que contém grande quantidade de energia.
Algumas pessoas assumem que mega tsunamis pré-históricos varreram antigas civilizações, como um castigo do(s) deus(es), comum em muitas culturas ao redor do mundo. Porém, isto é improvável, considerando que mega tsunamis usualmente acontecem sem qualquer aviso, atigindo apenas áreas costeiras e não necessariamente ocorrendo após uma chuva qualquer.
A hipótese de mega tsunamis foi criada por geólogos buscando por petróleo no Alasca. Eles observaram evidência de ondas altas demais em uma baía próxima. Cinco anos depois, uma série de deslocamentos de terra foi revelada como a causa destas altas ondas no Alasca. O histórico geológico mostra que mega tsunamis são muito raros, mas que devastam qualquer coisa próxima à costa atingida. Alguns podem devastar costas de continentes inteiros. O último evento conhecido desta magnitude aconteceu há 4 mil anos na Ilha de Reunião, leste de Madagascar.
UMA ONDA QUE ATINGIU 524 metros de ALTURA na BAIA DE LITUYA-ALASKA, EM 1958
Um fato sempre intrigou biólogos e geólogos na baia de Lituya, no Alaska. Ao redor de toda a baia, nas margens, existe uma faixa de vegetação começando da linha d’água composta por arvores jovens e somente muitas dezenas e até centenas de metros acima é que aparecem as árvores velhas.
Os cientistas sempre souberam que as arvores jovens nasceram em decorrência da morte das arvores velhas que ali estavam, mas não sabiam o que havia causado isso. Um evento geológico colossal elucidou o enigma.
No dia 9 de julho de 1958, um grande terremoto de 8.5 graus na escala richter sacudiu a região da baia de Lituya. Uma grande massa de rocha com volume estimado de 30 milhões de metros cúbicos se desprendeu de uma altura de 900 metros de uma montanha, mergulhando na profunda baia de Lituya. O gigantesco e súbito deslocamento de água produziu uma descomunal onda. Segundos depois, parte da onda atingiu a margem oposta ao deslizamento 1350 metros adiante e quebrou, subindo uma outra montanha e derrubando arvores a inacreditáveis 524 metros de altura. O restante da onda seguiu adiante e arrasou com a baia de Lituya derrubando arvores a até 200 metros de altura.
Os acontecimentos de 1958 no ALASCA mostraram que Tsunamis também podem ser criados por deslocamento de grandes massas de rochas de ilhas vulcânicas e deslocamento de grandes massas de água sobre a plataforma continental, o que se um dia ocorrer, será numa escala muito maior e poderá devastar faixas litorâneas inteiras de muitos países.
Ameaças de Mega tsunamis
Ilhas vulcânicas como as de Reunião e as Ilhas do Havaí podem causar megatsunamis porque elas não são mais do que grandes e instáveis blocos de material mal agrupado por sucessivas erupções. Evidência de grandes deslocamentos de terra foram encontradas na forma de grande quantidade de restos subaquáticos, material terrestre que caiu oceano adentro. Em anos recentes, cinco de tais restos foram encontrados somente nas ilhas havaianas.
Alguns geólogos acreditam que o maior candidato para a causa do próximo megatsunami é a erupção do VULCÃO CUMBRE VIEJA na ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias, na costa oeste da África. Em 1949, uma erupção causou a queda do cume de Cumbre Vieja e fez cair vários metros adentro do Oceano Atlântico. Acredita-se que a causa disto foi causada pela pressão do magma em aquecimento e água vaporizando-se presa dentro da estrutura da ilha, causando um deslocamento da estrutura da ilha.
A velocidade e a amplitude de deslocamento e o tamanho das ondas em caso de colapso do Vulcão Cumbre Vieja na Ilha de La Palma.
Durante uma próxima erupção, que estima-se acontecerá em algum tempo nos próximos anos, séculos ou milênios, irá causar um novo deslocamento da ilha, fazendo a metade ocidental, pesando talvez 500 milhões de toneladas, deslocar-se catastroficamente em direção ao fundo do oceano e com isso gerando uma imensa onda em direção ao oeste, ao norte/nordeste do Brasil e à costa leste dos EUA.
”Isto irá automaticamente gerar um megatsunami com ondas locais com alturas de centenas de metros”.
Depois que o tsunami cruzar o Atlântico, provavelmente irá gerar uma onda com 10 a 25 metros de altura ao chegar no Caribe e na costa leste da América do Norte várias horas depois (entre oito a dez horas), gerando grandes problemas econômicos e sociais para as populações litorâneas sobreviventes dos países envolvidos e para a economia global como um todo. Enquanto que potencialmente não tão destruidor como um super-vulcão, um mega tsunami seria um desastre sem precedentes em quaisquer regiões em que este evento ocorra.
Investigação intensiva na seqüência da catástrofe do tsunami na Indonésia de 26 de dezembro de 2004 mostrou que muitas outras zonas costeiras também estão em perigo de sofrerem impacto de tsunamis. Assim, as costas leste e oeste do Atlântico e na costa do Mediterrâneo, não estão a salvo de maremotos e, portanto, devem ser mais bem protegidas.
TSUNAMIS NO ATLÂNTICO
Mapa de ocorrências históricas de Tsunamis no Atlântico:
Locais de ocorrências de Tsunamis na área do Oceano Atlântico. Em vermelho houve séria destruição, em amarelo destruição moderada e em branco pequena destruição.
Poucas catástrofes como tsunamis ocorrem no Atlântico, em comparação com o Pacífico. Os maremotos em Lisboa (em 1º de NOVEMBRO DE 1755, posterior ao grande terremoto acontecido no mesmo dia com epicentro no nordeste do Oceano Atlântico e que destruiu Lisboa) e em Porto Rico foram até agora a maior catástrofe de tsunamis, quando milhares de pessoas perderam suas vidas. Saiba mais em: wikipedia.org
Estimativa da propagação de ondas de tsunamis
provocados pelo terremoto de 1755 em Lisboa
e que atingiu o litoral do nordeste brasileiro
matando cerca de 30 mil pessoas.
{Atualização 18102015: Documentos mostram que tsunami atingiu costa brasileira no século XVIII. Uma pesquisa de um geólogo brasileiro mostra que o terremoto que destruiu Lisboa no século 18 (1.755) gerou ondas gigantes que atingiram o brasil. O ponto de partida da pesquisa, que virou livro, são cartas escritas por autoridades do Brasil na época. Estima-se que 30 mil pessoas morreram no Brasil após uma onda gigante (Tsunami) provocado pelo sismo em Lisboa atingir o Nordeste. Ela pode ter chegado com uma altura que varia de 2 a 6 metros.}
Vulcão pode provocar tsunami nos EUA e no norte do Brasil, dizem cientistas
Por Daniel Flynn – www.reuters.com
Madri, Espanha (Reuters) – Uma onda de 50 metros de altura atingindo o litoral atlântico dos Estados Unidos e destruindo tudo no seu caminho –não se trata de um filme de Hollywood, mas de uma sombria previsão de cientistas britânicos e norte-americanos, que também incluem o BRASIL na lista de possíveis lugares atingidos.
Enquanto a comunidade internacional tentava ajudar as vítimas do devastador maremoto de dezembro no sul da Ásia, os especialistas alertam que a erupção de um vulcão nas ilhas Canárias (que pertencem à Espanha e ficam no litoral norte da África) pode provocar a maior tsumami já registrado na história humana.
Cálculo do tamanho e da evolução das ondas do Tsunami com o colapso do Vulcão Cumbre Vieja nas Ilhas Canárias:
Cálculo da evolução da propagação das ondas do tsunami: A = 2 minutos, B = 5 minutos, C = 10 minutos, D = 15 minutos, E = 30 minutos, F = 1 hora, G = 3 horas, H = 6 horas atinge o Norte/Nordeste do BRASIL e I = 9 horas atingindo a Flórida.
Segundo um polêmico estudo desses cientistas, uma explosão no vulcão Cumbre Vieja, na ilha de La Palma, pode lançar uma montanhas de rochas do tamanho de uma ilha dentro do Atlântico, a uma velocidade de até 350 quilômetros por hora. Mas muitos cientistas dizem que o risco de uma megatsunami provocado por tal erupção está sendo exagerado. Nesse estudo, a energia liberada pela erupção seria equivalente ao consumo de eletricidade nos Estados Unidos durante seis meses. As ondas sísmicas se deslocariam pelo Atlântico na velocidade de um avião a jato (900 km/hora).
A devastação nos Estados Unidos provocaria prejuízos de trilhões de dólares e ameaçaria dezenas de milhões de pessoas. Países como a Espanha, Portugal, Grã-Bretanha, França, BRASIL, Região do Caribe, Guianas, Venezuela e todos os países da África Ocidental também poderiam ser atingidos pelas ondas gigantes. “Isso pode ocorrer na próxima erupção, que pode acontecer no próximo ano, ou pode levar dez mil anos para acontecer”, disse Bill McGuire, do Centro de Pesquisas Benfield Hazard, da Grã-Bretanha.
O Cumbre Vieja, que teve sua última explosão em 1971, normalmente tem erupções em intervalos de 20 a 200 anos.“Simplesmente não sabemos quando vai acontecer, mas há alguém preparado para assumir o risco depois dos incidentes do Oceano Índico?”, disse McGuire, propondo a criação de um programa para monitorar a atividade sísmica na encosta do vulcão.
“Precisamos fazer com que as pessoas saiam antes do colapso em si. Uma vez que o colapso tenha acontecido, o Caribe teria nove horas, e os EUA de 6 a 12 horas, para retirar dezenas de milhões de pessoas.” Mas outros especialistas vêem exageros na previsão sobre o Cumbre Vieja ou sobre o vulcão havaiano de Kilauea. A Sociedade Tsunami, que reúne especialistas de vários países, diz que essas teorias só servem para assustar as pessoas.
O grupo argumenta que o Cumbre Vieja não explodiria em uma única rocha e que a onda criada seria muito menor (apesar de haver registros históricos de mega explosões como a do Vulcão submerso THERA em Santorini, no arquipélago das ilhas gregas conhecidas como As Cíclades, no Mar Egeu, que em torno de 1.680 a.C. explodiu violentamente, literalmente jogando pelos ares a maior parte da ilha Santorini e o topo da montanha.
Fotos de satélite de SANTORINI, no Mar Egeu e o
gigantesco buraco, o vazio deixado na ilha pela
explosão do vulcão THERA em 1.680 a.C.
O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mar Mediterrâneo. A erupção do vulcão THERA em Santorini parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul.
Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida. Ver mais em: wikipedia.org.
“Estamos falando de milhares de anos no futuro. Qualquer coisa pode acontecer. Nesse meio tempo um asteróide também poderia cair na Terra”, disse George Pararas-Carayannis, fundador da Sociedade Tsunami.
Muitos especialistas acham que as tsunamis provocadas por deslizamentos abruptos duram menos do que aquelas gerados por terremotos fortes, como o de 26 de dezembro de 2004, na Indonésia que matou cerca de trezentas mil pessoas.
Santorini
Charles Mader, editor de uma revista do Hazards sobre tsunamis, prevê que mesmo um enorme deslizamento em La Palma provocaria ondas de apenas um metro de altura nos EUA.
De qualquer forma, especialistas avaliam que a ameaça das tsunamis estava subestimada antes da tragédia asiática, que matou mais de 150 mil pessoas. “Não seria surpresa para mim se amanhã víssemos outra tsunami como essa,” disse Pararas-Carayannis, apontando para as falhas geológicas de Portugal, de Porto Rico e do Peru como riscos possíveis.
Para McGuire, um sistema de alerta no Oceano Índico teria evitado completamente as mortes em Sri Lanka e na Índia, já que na maioria dos casos a população precisava se deslocar apenas um quilômetro para ficar a salvo. Na opinião dele, o risco dos tsunamis para a Terra só é inferior ao do aquecimento global. “Com as costas fortemente ocupadas agora, particularmente nos países em desenvolvimento, as tsunamis são um grande problema porque, ao contrário dos terremotos, transmitem a morte e a destruição através de oceanos inteiros.”
O arquipélago da Ilhas Canárias. Na Ilha de EL HIERRO, AO SUL DA ILHA DE PALMA, onde está o CUMBRE VIEJA está acontecendo uma enorme atividade sísmica, com muitos terremotos (alguns são submarinos)
Ilhas Canárias: Risco de erupção vulcânica em El Hierro ao sul de LA PALMA
Nos últimos dias do ano de 2011, se registrou uma série de movimentos sísmicos na ILHA DE EL HIERRO, e especialistas estão agora a avaliar se o magma está subindo.
Barcos transportando equipes da Unidade Militar de Emergências do governo espanhol local partiram, no final da manhã, para El Hierro, para uma eventual operação de evacuação. Cinquenta e três pessoas foram já realojadas e o principal túnel da ilha, entre as localidades de Frontera e Valverde, foi fechado.
El Hierro, nas Ilhas Canárias: Risco de erupção vulcânica.
Esferas azuis e vermelhas marcam a ocorrência
de Terremotos recentes.
As autoridades espanholas estão a mobilizar-se para uma eventual evacuação da ilha de El Hierro, no arquipélago espanhol das Canárias, devido ao risco de uma erupção vulcânica.
Desde o dia 19 de Julho até às 11h16 de hoje, foram registados 8.356 eventos sísmicos (TERREMOTOS) na ilha de EL HIERRO, segundo dados do Instituto Geográfico Nacional (IGN) dA Espanha. Apenas 15 teriam sido sentidos de fato pela população, segundo a edição online do diário espanhol El Pais.
Mas o número de sismos aumentou e alguns mais recentes parecem estar ocorrendo a uma profundidade menor do que a maioria, o que pode significar um aumento do nível do magma sob a ilha.
Especialistas dizem que esta ocorrendo erupções submarinas em EL HIERRO, que se localizam a cerca de 2.000 metros de profundidade no leito do oceano e a uma distância entre cinco e sete quilômetros da costa.
De qualquer forma, com o aumento na frequência dos eventos sísmicos o governo das Ilhas Canárias acionou o nível “amarelo” de alerta – o segundo menos grave numa escla de quatro cores, e que implica em maior informação à população e planificação de recursos. As autoridades estão se preparando para, caso necessário, retirar 4.000 pessoas da Ilha de El Hierro em quatro horas.
Segundo Maria del Carmen Romero, professora de Geografia da Universidade de Laguna, citada pelo jornal La Vanguardia, um dos principais riscos é o de desmoronamentos de terras, já que a ilha tem encostas muito acentuadas. No entanto, pode não chegar a haver uma erupção vulcânica, lembrando de uma crise sísmica semelhante, descrita em crônicas de 1793, sem erupção vulcânica. Publicado em setembro, 2012.
Assista parte de um documentário do History Channel a respeito dessa possibilidade:
Três buracos profundos foram encontrados na Sibéria em 2014 (Vide matéria aqui, no Filosofia Imortal) e, agora, com o resfriamento do solo e água, cientistas podem chegar à base do fenômeno e tentar entender como foram formados.
Os pesquisadores, então, estão praticando rapel na cratera de mais de 15 metros de profundidade sob temperatura de 11 C, para chegar ao lago congelado em sua base
O ano de 2014 trouxe três casos misteriosos na região da Sibéria com o aparecimento de crateras gigantescas nas penínsulas de Yamar e Taymyr no mês de julho. Agora, com a baixa das temperaturas, os cientistas conseguirão ir até a base do primeiro buraco surgido e explorar materiais para entender como as crateras se formaram. As informações são do IFL Science.
A cratera de Yamal foi, primeiramente, explorada com o recolhimento de amostras do solo, água e ar. Os cientistas também sobrevoaram a área com helicópteros. Até agora, a explicação mais lógica para a formação dos buracos gigantes é a presença de grandes reservas de metano próximas que, com as alterações climáticas e o aumento da temperatura nos locais, uma possível “bolsa de gás” no solo se aqueceu e começou a pressionar o solo descongelado, empurrando para fora. Assim, como uma “rolha”, o fenômeno conhecido como pingo permitiu que as crateras de formassem.
Cientistas estão recolhendo amostras de gelo, solo, gás e ar que poderão determinar se se trata de um pingo e entender a composição das crateras
Porém, apesar das teorias apresentadas até agora, os estudiosos não têm certeza, sendo necessária a exploração mais profunda. Os pesquisadores, então, estão praticando rapel na cratera de mais de 15 metros de profundidade sob temperatura de – 11˚C, para chegar ao lago congelado em sua base.
Os exploradores estão recolhendo amostras de gelo, solo, gás e ar que poderão determinar se se trata de um “pingo”, através do conhecimento da composição das crateras e encontrando um modelo de como o fenômeno é formado. A atual exploração poderá, também, explicar os outros dois buracos recentemente formados e , ainda, procurar outros casos de estruturas similares para estudo.
“O elemento principal - e esta é nossa teoria para explicar a cratera de Yamal - é a liberação de hidratos de gás. Sabemos que há gás no local, tanto na camada profunda, quanto na camada próxima à superfície”, afirmou o pesquisador Vladimir Potapov.
As estações sismográficas da Universidade de Utah lançaram um aviso de terremoto ocorrido hoje, dia 30 de março de 2014, às 08:15. O epicentro do choque do terremoto de magnitude 4,8º foi localizado a 4 quilômetros ao norte-nordeste de Norris Geyser Basin no parque nacional de Yellowstone.
Este terremoto é parte de uma série de terremotos, que começou nesta área na quinta-feira, dia 27 de março e incluiu pelo menos mais 25 sismos além do choque principal.
O evento de hoje é o maior terremoto em Yellowstone desde 22 de fevereiro de 1980, e ocorreu perto do centro de uma região de terreno apresentando elevação recente.
Uma equipe de campo do USGS esta em Yellowstone e vai visitar a área perto do epicentro do terremoto de hoje. A equipe vai olhar para todas as mudanças de superfície que o terremoto pode ter causado, e por possíveis efeitos causados.
Recentemente descobriu-se que o Supervulcão de Yellowstone é 2,5 vezes maior do que se pensava O supervulcão, com três enormes calderas, é tão grande que o seu tamanho abrange três estados,Wyoming, Idaho e Montana, nos Estados Unidos, e é muito maior do que se pensava inicialmente, segundo um último estudo científico publicado pela Sociedade Americana de Geofísica.
Estes recentes fatos tem despertado interesse e preocupação da comunidade científica, pois atribuiem sinais de que o Yellowstone possa estar despertando. Tal fato acarretaria em uma catástrofe mundial, com efeitos inimagináveis ao planeta e a todos os seres viventes.