Mostrando postagens com marcador Wikileaks. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Wikileaks. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Com Prisão de Assange, Wikileaks Expõe Base Lunar Secreta dos EUA


A prisão de Assange é escandalosa em vários aspectos, e um deles é o esforço dos governos, e não é só do governo dos EUA… Os esforços para silenciar um jornalista que estava produzindo materiais que as pessoas no poder não queriam que a multidão conhecesse… Isso é basicamente o que aconteceu. O Wikileaks estava produzindo coisas que as pessoas deveriam saber sobre quem está no poder, as pessoas no poder não gostam disso. Portanto, temos que silenciá-lo. – Noam Chomsky

A ideia de que algo estranho possa estar acontecendo na Lua não é de todo improvável. Na verdade, considerando todas as informações que estão disponíveis no domínio público sobre o assunto, é difícil ver como isso não seja fato. Vamos chegar a algumas dessas informações mais adiante neste artigo; mas primeiro, vamos chamar nossa atenção para um estranho documento do Wikileaks intitulado “Report That UR Destroyed Secret US Moon Base” (Relatório Que a UR Destruiu Base Lunar Secreta dos EUA).

Infelizmente, o documento não é um documento eletrônico, portanto, o acesso ao seu conteúdo completo não está disponível online. Para qualquer pessoa realmente interessada em ler a coisa toda, uma solicitação através do Ato de Liberdade de Informação (FOIA) pode ser uma opção.

Sem especular aqui, podemos concluir que seja um relatório sobre possíveis guerras espaciais que estão ocorrendo no mundo secreto. O título do documento, por si só, não apenas expõe a realidade dessas supostas guerras, mas também a possibilidade de uma “base lunar secreta” pertencente aos Estados Unidos que aparentemente estava em operação até ser destruída pela “UR”. (União Soviética)

Você pode ver o arquivo do Wikileaks clicando aqui.


Então, que outras informações existem, além deste documento, mostrando que algo estranho está acontecendo na Lua? Há muita informação, por isso é difícil saber por onde começar.

Primeiro de tudo, a ideia de bases na Lua tem sido uma discussão aberta dentro do governo há muito tempo, embora a informação não seja fácil de encontrar, mas está definitivamente lá fora. Um documento do próprio escritório de publicação do governo é um ótimo exemplo. Isso mostra claramente que um dos objetivos do governo dos Estados Unidos é construir uma base na Lua, e isso foi em 1966. (fonte)

Uma parte do documento faz referência aos presidentes Kennedy e Johnson, em uma declaração da HON. George P. Miller:


Também acredito que podemos e alcançaremos a meta estabelecida pelos presidentes Kennedy e Johnson: um pouso tripulado na Lua antes de 1970. Minha própria confiança em nossa ciência e tecnologia em rápida evolução é tal que consigo visualizar muitas realizações mais dramáticas pela frente, embora eu não fixarei nenhuma data para elas. 1. A exploração da superfície lunar e possivelmente o estabelecimento de uma ou mais bases permanentes por lá.

Além disso, documentos de décadas foram desclassificados discutindo este tópico, mostrando quão sérios e possíveis foram os avanços com essas intenções.

Dê uma olhada na foto do documento abaixo, tirada da sala de leitura eletrônica da CIA, na forma de um memorando que foi endereçado ao diretor da CIA a respeito de ‘Pensamento Militar (Top Secret)’ pelo Tenente-General (patente dos EUA) Korenevskiy.


O documento acima realmente entra em detalhes sobre a importância de se armar o espaço. Isso traz à mente outro documento do Wikileaks, na forma de um e-mail que foi enviado ao político John Podesta pelo Dr. Edgar Mitchell, astronauta da Apollo 14 e Dra. Carol Rosin. Ele diz o seguinte:


Prezado John,

Devido ao fato da corrida Guerra Espacial estar esquentando, achei que você deveria estar ciente de vários fatores, já que você e eu agendamos nossa conversa no Skype. Lembre-se, nossa ETI (Inteligência Extraterrestre) não-violenta do universo contíguo está nos ajudando a trazer energia de ponto zero para a Terra. Eles não vão tolerar nenhuma forma de violência militar na Terra ou no espaço. A seguinte informação em itálico foi compartilhada comigo por minha colega Carol Rosin, que trabalhou de perto por vários anos com Wernher von Braun antes de sua morte. Carol e eu trabalhamos no Tratado sobre a Prevenção da Colocação de Armas no Espaço Exterior, anexado para sua conveniência.



Um relatório desclassificado pelo Centro de Armas Nucleares da Força Aérea, de junho de 1959, mostra o quão seriamente eles consideraram um plano chamado Projeto A119. Em geral, eles queriam investigar a capacidade das armas no espaço, bem como obter mais informações sobre o ambiente espacial e a detonação de dispositivos nucleares dentro dele.

Interessante, para dizer o mínimo, mas é importante reconhecer a intenção por detrás da carta, que é o reconhecimento que os humanos levaram e continuarão a levar seus caminhos destrutivos para o espaço, armando-o ou tentando instrumentalizá-lo.

Com toda essa documentação, também é interessante analisar testemunhos de fontes confiáveis.

Na década de 1950, o Coronel Ross Dedrickson era responsável por manter o inventário do estoque de armas nucleares para a AEC e por acompanhar as equipes de segurança que testavam a segurança das armas, entre muitas outras tarefas. Quando se trata de armamento espacial, que é claramente delineado em vários documentos ligados acima, isso é o que ele tinha a dizer:


Eu também aprendi sobre incidentes envolvendo armas nucleares, e entre esses incidentes havia um par de armas nucleares enviadas para o espaço que foram destruídas pelos extraterrestres … No final dos anos 70 e início dos anos 80, tentamos colocar uma arma nuclear no Lua e explodi-la para medições científicas e outras coisas, o que não era aceitável para os extraterrestres. Eles destruíram a arma antes de chegar à Lua.

Dedrickson é um dos centenas de denunciantes com históricos verificados, credíveis e impressionantes, os quais falaram sobre uma presença extraterrestre. Na mesma entrevista, ele afirmou que:


Uma nave espacial foi para o resgate da Apolo 13, e eles acompanharam a Apolo 13 em sua viagem ao redor da Lua e de volta à Terra. E em duas ocasiões eles pensaram que poderiam ter de transferir a tripulação para a espaçonave, mas os viram em segurança de volta à Terra.



Isso pode explicar porque vários astronautas também têm sido bastante francos sobre uma presença extraterrestre, como Edgar Mitchell, Brian O’Leary, Story Musgrave, Gordon Cooper e muitos outros.

Existe também outro documento de 1965 sobre a CIA vigiando os planos espaciais soviéticos, que pode ser lido (em inglês) aqui.

Tenha em mente, isso foi há mais de 50 anos.

Abaixo está uma citação interessante de Carl Sagan:


Não está fora de questão que os artefatos dessas visitas ainda existam, ou mesmo que algum tipo de base seja mantida (possivelmente automaticamente) dentro do sistema solar para fornecer continuidade para expedições sucessivas. Por causa do intemperismo e da possibilidade de detecção e interferência pelos habitantes da Terra, seria preferível não erguer tal base na superfície da Terra. A Lua parece uma alternativa razoável. O iminente reconhecimento fotográfico de alta resolução da Lua a partir de veículos espaciais – particularmente do lado de trás – pode ter essas possibilidades em mente. (fonte)

O livro de George Leonard de 1976, Somebody Else is on the Moon (Alguém Mais Está na Lua), e o livro de Fred Steckling de 1981, We Discovered Alien Bases on The Moon(Descobrimos as Bases Alienígenas na Lua), também vêm à mente quando se discute esse assunto.

Membros da Sociedade para Pesquisa Planetária SETI (SPSR) publicaram em 2017 um artigo no Journal of Space Exploration sobre certas características do outro lado da Lua que aparecem na cratera Paracelsus C. Intitulada “Image Analysis of Unusual Structures on the Far Side of the Moon in the Crater Paracelsus C” (Análise de Imagem de Estruturas Incomuns no Lado Distante da Lua na Cratera Paracelsus C), argumenta que essas características podem ser de origem artificial.

O estudo apresenta um grande ponto quando se trata da hipótese extraterrestre:


Um estabelecimento científico decididamente conservador geralmente rejeita anomalias baseadas apenas no assunto, ou seja, não pode haver artefatos alienígenas na Lua, porque não há artefatos alienígenas na Lua (ou em outros planetas). Tal visão é um exemplo de raciocínio circular, baseado na crença de que extraterrestres não existem, ou se existem, que eles não poderiam ter viajado até o nosso sistema solar.



A verdade é que, como citada pelo Dr. Brian O’Leary, ex-astronauta da NASA e professor de física de Princeton (fonte):


…há evidências abundantes de que estamos sendo contatados, que as civilizações nos visitam há muito tempo.

Quando se trata da Lua, bases feitas pelo homem podem não ser as únicas ali.

No que diz respeito às nossas próprias bases, Karl Wolfe, que era um técnico de fotografia eletrônica de precisão na Base Aérea de Langley, tornou-se conhecido quando prestou seu testemunho no National Press Club em Washington, DC como parte do Disclosure Project do Dr. Steven Greer. projeto. (fonte)

O testemunho de Wolfe revelou que ele foi levado para uma sala escura onde imagens da sonda Lunar Orbiter da NASA estavam sendo desenvolvidas e unidas em imagens compostas chamadas de ‘mosaicos’.

Ele disse:


Eles estavam trabalhando em tiras de filme de 35 mm na época, que foram então montadas em mosaicos de 18 ½ x 11. Essas faixas eram de passagens sucessivas ao redor da Lua e elas construíam uma fotografia.

Caminhamos para um lado do laboratório e ele disse: “A propósito, descobrimos uma base na parte de trás da Lua.”

O Dr. John Brandenburg, vice-gerente da Missão Clementine à Lua, que fazia parte de um projeto espacial conjunto entre a Organização de Defesa de Mísseis Balísticos (BMDO) e a NASA, também fez algumas revelações fascinantes. A missão descobriu a água nos pólos da Lua em 1994. Mas, de acordo com o Dr. Brandenburg, a Missão Clementine tinha uma agenda paralela:


A Missão Clementine era uma missão de reconhecimento por fotos, basicamente para verificar se alguém estava construindo bases na Lua que não conhecíamos. Eles estavam expandindo-as? … De todas as fotos que vi da Lua que mostram possíveis estruturas, a mais impressionante é a imagem de uma estrutura retilínea linear de quilômetros de largura. Isso parecia inconfundivelmente artificial e não deveria estar lá. Como alguém na comunidade de defesa espacial, eu vejo essa estrutura na Lua com grande preocupação, porque ela não é nossa, não é possível que tenhamos construído uma coisa dessas. Isso significa que alguém está lá em cima.

(Citação do documentário , “Aliens on the Moon.”)


NOTA DO OVNIHOJE: Começando pelo documento publicado pelo site Wikileaks, temos aqui várias indicações de que há mesmo algum tipo de atividade na superfície da Lua, se formos confiar nas pessoas de peso que fizeram essas declarações.

Sempre me pergunto: se os astronautas tiveram mesmo na Lua, iniciando no final da década de 60, por que pararam de ir na década de 70, se os recursos e a posição estratégica que o nosso satélite natural oferece é imprescindível para o desenvolvimento acelerado da raça humana?

A desculpa dada pela NASA é o custo elevado. Mas o que dizer dos trilhões de dólares que desapareceram do orçamento do Pentágono, e que ninguém consegue fazer uma auditoria?

Recentemente, a sonda israelense Beresheet, que foi enviada à Lua, não obteve sucesso no seu pouso e se espatifou na superfície lunar. No final do artigo que publiquei aqui no OH, o qual insinuava algum tipo de intervenção externa para sabotar o pouso, escrevi que o que eu achava que realmente havia ocorrido foi uma falha devido à falta de experiência da esquipe israelense. Mas, se formos mesmo considerar friamente tudo que foi apresentado no artigo acima, não se pode deixar de ter uma “pequena pulga atrás da orelha”, não é mesmo?


sábado, 18 de março de 2017

Wikileaks: Lendário Satélite BLACK NIGHT foi "derrubado" durante Missão Secreta Militar?


Dois dias atrás um servidor secreto do Wikileaks foi usado para carregar uma enorme quantidade de dados provenientes de uma fonte desconhecida. Aparentemente, todo o documento e arquivos foram marcados com meta tags que continham referências ao lendário Satélite Black Knight. 

Este misterioso objeto foi descoberto por Nikola Tesla em 1932. Ele estava convencido de que este era um objeto alienígena colocado na órbita da Terra para monitorar a evolução da humanidade. Ontem, a conta do Youtuber onde foi carregado o vídeo, que contém imagens do Satellite Black Knight sendo derrubado, foi cortada. 

A arma que foi usada teria sido uma ogiva de anti-matéria, de acordo com os originais de Wikileaks. 

Não está claro quem deu a ordem para derrubar este objeto extraterrestre. 

No vídeo, nós também capturamos um vislumbre da aeronave secreta que realizou o ataque. Após o impacto, várias cápsulas de escape são lançadas de volta ao espaço . 

Nesta momento só podemos especular sobre a razão pela qual o Satellite Black Knight  foi derrubado. Estava prestes a assinalar que os criadores vieram à Terra?  O Satélite do Cavaleiro Negro estava relacionado com os limites do espaço para os seres humanos que têm a ambição de viagens interplanetárias? 


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Alemanha é Primeiro País a Admitir Operações Clandestinas de Chemtrails

Para aqueles que têm pesquisado sobre o fenômeno chemtrail e operações secretas de governo globais, a fim de manipular os experimentos climáticos ou biológicos não pode perder esta notícia vinda da Alemanha.


O relatório emitido pelo canal RTL Internacional declara e garante que: “Aviões militares do Exército Federal Alemão estão manipulando nosso clima, é isso que os pesquisadores e especialistas em clima presumiram e suas suspeitas foram confirmadas …”

E abaixo do artigo:

“Podemos dizer com 97% de confiabilidade que estão despejando chemtrails comprimidos por polímetos contendo partículas finas e metais usados ​​para distrair e confundir os sinais de radar”.



Isso é o que é dito no vídeo:

“Este é o seu principal objetivo, mas eu fiquei muito surpreso por essas nuvens artificiais serem tão difundidas. As imagens de radar são surpreendentes, considerando as toneladas necessárias de elementos dispersos. No entanto, os militares dizem que são apenas pequenas quantidades de material, que foi propagada. Fabricantes do exército afirmam que as substâncias utilizadas não são prejudiciais ".
“Nos Estados Unidos há protestos continuamente por muitos anos contra estas operações militares e agora as pessoas estão se mobilizando na Alemanha também. Um exemplo é o de Johannes Remmel do Partido dos Verdes."
“É óbvio que as regiões enormes estão sendo poluídas com ações clandestinas e tudo isso tem que ser liberado de uma só vez. O governo deve dar explicações para as pessoas que estão suspeitando que algo não está certo."

Sem dúvida, foi editado em uma TV através das notícias e o reconhecimento por parte do militar alemão que opera os chemtrails é um passo significativo na luta que temos tido para descobrir por que os nossos governos estão espalhando produtos químicos atmosféricos sob a cabeça da população.

Aqui deixo um estudo italiano, dos famosos rastros químicos e suas patentes correspondentes nos EUA, listadas aqui.

Imprescindível a leitura deste documento para qualquer pessoa que tenha se perguntado sobre chemtrails, está tentando organizar suas ideias a respeito, tendo a  intenção de fazer análises das substâncias, fotografar ou que queira conhecer os nomes das pessoas que tem investigado o fenômeno em todo o mundo.

A edição da publicação "El Discípulo", ano 3, outubro de 2010, é uma monografia dedicada aos rastros químicos. A edição especial é impressa, mas também está disponível em formato eletrônico.

Os artigos foram elaborados pelo excelente Massimo Rodolfi, editor (edições Draco), professor e escritor, com base em estudos científicos conclusivos e ensaios informativos. O trabalho de Rodolfi, animado por um senso de ética raros agora, merece atenção: ele tem construído uma soma de "a questão chemtrails," analisando com extraordinária habilidade e estilo ágil, tingindo com ironia, os vários tratamentos do tema, desde as falsas previsões meteorológicas e a Síndrome Morguellons, até a guerra do clima e os filamentos de polímeros, etc.

Certamente outros países também se manifestarão sobre tal assunto. E sempre subestimando a inteligência do povo, com argumentações descabidas.

domingo, 12 de agosto de 2012

Os Maiores Segredos Ufológicos dos EUA


Os conflitos militares entre as nações parecem ter a capacidade de atrair a atenção de nossos visitantes, que se mostram atentos a cada confronto que surge em nosso conturbado planeta. Em praticamente todas as guerras da história da humanidade, desde os tempos mais remotos até os mais recentes, estranhos objetos tem sido observados no cenário dos entraves. Afinal estariam os alienígenas observando nossos conflitos e guerras? Com que propósito? Embora estas perguntas permaneçam sem respostas, é certo que seres extraterrestres estão presentes onde quer que haja uma ação militar. É assim desde a Antiguidade, em períodos anteriores a Cristo, como foi durante a idade média, na primeira e segunda guerras mundiais, nos conflitos na Coréia e no Vietnã e, mais recentemente durante as guerras do golfo e do Iraque. Mas de todos os conflitos militares em que UFOs foram observados, um deles nos chama a atenção diretamente por ter ocorrido na América do Sul: a Guerra das Malvinas, também conhecida como guerra do Atlântico Sul ou das Ilhas Falklands, deu-se entre Argentina e Reino Unido pela posse e soberania das Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul. O conflito iniciou-se em 2 de abril de 1982.

Alguns raros casos conhecidos foram relatados pelo ufólogo inglês Nick Redfern em seu livro FBI's UFO Top Secrets Exposed Pocket Books 1998]. Um deles dá conta de que em meio ás incursões inglesas na ilha, Paul Brigtsson, piloto de um caça Tornado da Força Aérea Real, foi perseguido por esferas de cor alaranjada.    

Desde o inicio da guerra até alguns meses após seu encerramento, como que a observar o desfecho das agressões, tivemos discos voadores agitando o cenário conturbado que restou no sul do continente. Embora de curtíssima duração, a Guerra das Malvinas também entrou no rol das que contaram com abundantes avistamentos de UFOs em plena luz do dia e durante sessões de bombardeio, de ambos os lados, sempre sem interferência.

Censura aos meios de comunicação – Como no caso de outros conflitos armados, a imprensa teve grande participação no conhecimento desses fatos pela população. O Diário do Povo da cidade de Tandil, na província de Buenos Aires, de 13 de abril de 1982, por exemplo descreveu o pouso e um UFO na base militar local. Pela profusão de  noticias sobre tais casos que eram publicadas, parecia que os militares argentinos estavam tão concentrados na estúpida guerra que desencadearam, numa tentativa desesperada e suicida de ganhar prestigio da população, que esqueceram-se de censurar os meios de comunicação, tradicionalmente amordaçados durante as ditaduras, quando o assunto discos voadores é proibido.

Ufólogos do país vizinho relataram ao mundo inúmeros acontecimentos que eram descritos pelas redes de TV e emissoras de rádio argentinas. Já os governantes ingleses foram mais prudentes, e atendendo a sua histórica tradição de combatentes, mantiveram a imprensa em silêncio.

Mesmo passadas mais de duas décadas, ainda há inúmeros segredos envolvendo a Guerra das Malvinas, e a maioria deles refere-se a presença alienígena na ilhas onde o conflito se deu.


Mas, aos poucos, novos casos vão sendo trazidos à tona pela ação principalmente de ufólogos e grupos argentinos, que reviram o passado em busca de detalhes da verdadeira monitoração que nossos visitantes espaciais fizeram no sul do continente. Alguns novos dados foram revelados recentemente pelo ufólogo Mário Luiz Bracamonte. Perseguindo o tema há vários anos, Bracamonte estabeleceu relações pessoais e profissionais com muitos ex combatentes e veteranos da famigerada guerra, os quais lhe confidenciaram alguns episódios secretos. Em recentes artigos, o ufólogo tratou de ocorrências significativas nas regiões do conflito, mas fez questão de ressaltar a diferença entre os termos ”ex combatentes” e "veteranos de guerra”. “O Primeiro se refere aos que lutaram nas ilhas, indistintamente, enquanto o segundo diz a respeito a todos os militares efetivos, incluindo combatentes, sem distinção de categoria, que tomaram parte do conflito”, diz Bracamonte. 


A noite que virou dia - Entre os casos mais espantosos de que teve conhecimento está o ocorrido na noite de 15 ou 16 de abril de 1982, quando uma patrulha do Exército argentino se encontrava estacionada no sul do país e recebeu ordens de patrulhar uma zona de fazendas no sopé dos contrafortes da Cordilheira dos Andes. O objetivo da missão era prevenir possíveis infiltrações de militares britânicos vindos do sul do Chile, numa vasta área aberta de fronteira. “Por razões oficiais estou proibido de fornecer as coordenadas geográficas, bem como não considero prudente revelar os nomes e filiações dos militares envolvidos”, ressalvou o ufólogo.

Quando se encontravam em um vale, os soldados observaram na direção oeste uma intensa luminosidade que explodiu de repente. No momento ninguém soube dizer o que seria aquilo.

Supondo se tratar de um míssil, o militar superior ordenou a parada total do veículo e seu abandono imediato. Todos buscaram refugio na vegetação, enquanto a luminosidade aumentava de intensidade até ’deixar a noite como se fosse dia’, segundo um dos presentes, embora fossem já quase 23h. Instantes depois, uma espécie de cilindro voador pairou a uma altura apenas de 100m sobre a patrulha e desapareceu rapidamente em direção a leste. Ele acrescentou que depois do conflito ficou sabendo que outros efetivos do Exercito e da Força Aérea Argentina tinham visto UFOs nas ilhas. 

Identidades resguardadas

Em 2002, num encontro Bracamonte perguntou ao seu informante sobre o tamanho aparente do objeto observado. O ex sub-oficial respondeu que ‘media cerca de 20m de comprimento por uns 2m de altura, e que se parecia muito com a fuselagem de um avião, mas sem as asas e o leme da cauda. O UFO Passou tão rápido por eles que não puderam discernir outros detalhes.

O ufólogo e jornalista Bracamonte considera este um caso de grande envergadura dentro da polêmica questão da guerra das Malvinas. ”O episódio chega a surpreender, mas não foi o único envolvendo UFOs durante o conflito”, diz . Os governos costumam manter em segredo durante 25 ou 30 anos informações sobre seus conflitos armados que, se reveladas, seriam especialmente sensíveis a opinião pública. No caso das informações classificadas como “segredo de guerra”, do confronto do sul do atlântico, hoje nas mãos do governo britânico, parece que tão cedo não será possível conhece-las. Quando encerrada a disputa, os ingleses determinaram que a revelação dos fatos pertinentes a ela - incluindo a observação de artefatos voadores não identificados - somente poderá ocorrer no ano de 2082.            

Mas se o caso da patrulha surpreende, ainda mais espanto causou o testemunho de um soldado que viveu o flagelo da Guerra das Malvinas, recentemente revelado pela ufóloga argentina Sylvia Perez Simondini, diretora do grupo Visión Óvni, que tem sua base de operações na cidade de Victoria, província de Entre Rios, reconhecidamente uma das áreas de maior casuística ufológica do país. Sylvia conheceu um soldado que relatou o incidente recentemente e apurou que sua vida mudou após ter vivido fenômenos além de sua compreensão, durante o conflito.

O caso ocorreu em torno das 2h de uma madrugada fria em que, inclusive, nevava na região de Rio Gallegos. A maioria dos militares convocados para a operação dormia, enquanto alguns montavam guarda. De repente, um dos soldados um dos soldados de guarda começou a bater desesperadamente na porta do recinto em que os demais dormiam. Seus pavor era tamanho que todos ficaram preocupados. Assim que abriram a porta, os militares tiveram seis olhos ofuscados por uma claridade intensa de cor branca, semelhante a dos refletores de um campo de futebol, que estava pouco adiante. A claridade provinha de uma nave gigantesca, de formato oval e com varias luzes em volta, que pairava do lado de fora. Após isso, o veículo fez um movimento muito suave e desapareceu nas colinas, em grande velocidade e em poucos segundos. Na manhã seguinte, um helicóptero do Exercito chegou ao local trazendo militares que não pareciam argentinos, mas norte-americanos! Os estrangeiros reuniram os soldados e os transferiram a um setor do Regimento de Infantaria Mecanizado 24. Daí os levaram a um recinto onde retiraram todos os armamentos e equipamentos que portavam, deixando-os somente de camisetas, calças e botinas, sem os cadarços. 

Lavagem cerebral – O propósito daquela reunião viria a ser revelado em seguida. Uma hora e meia depois de iniciada, os militares norte- americanos levaram os argentinos a outro recinto ao lado, onde tentaram insistentemente lhes incutir que aquilo que tinham visto na gélida madrugada nada mais era do que um novo armamento inglês e que portanto, não deviam comentar nada com ninguém.                                                        
                         
FONTE: Este texto foi elaborado a partir de informações enviadas á Revista UfO e traduzidas por Neide Tagary, Davi Antunes, Marcos Vinicios Lopes E sérgio Silva. Trecho da Revista Ufo edição especial números 130,131, e 134.  


A Guerra das Ilhas Falkland

A Guerra das Ilhas FALKLAND tem mais coisas em comum com os nazistas que com a Argentina... Os alemães, de suas bases na Antártica, começaram a se infiltrar na Argentina, Chile, etc., e compraram grandes áreas de terra e criaram corporações. Eles também investiram em corporações na Alemanha e em todas as partes do mundo, com planos de preparar o retorno. Eles usaram o tesouro da Alemanha, capturaram tesouros de outras nações e falsificaram o dinheiro americano mas fazendo dinheiro real, porque imprimiam com placas dadas aos russos e capturadas pelos alemães. (Nota: Parece como se a elite da Alemanha tenha começado a tentar via STEALTH, obter o que eles não conseguiram pela força nas primeira e segunda guerras mundiais - infiltrar as Américas do Norte e do Sul e se engajar em uma guerra econômica a partir de seu extenso império subterrâneo sob Antártica e também sob as Américas do Norte e do Sul, com a ajuda de seus aliados na CIA/NSA. Aqui não estamos falando de bilhões de dólares; estamos falando de TRILHÕES que tem sido desviados da economia americana por meio de vários métodos engenhosos, e usados para alimentar a rede subterrânea de origem bavariana que se espalha pela América do Norte e que é compostas de nacionais socialistas europeus, americanos e ''antarticanos"


A riqueza que tem sido desviada da economia americana poderia ter sido utilizada para novos níveis de prosperidade e esta prosperidade poderia fluir para outras nações do mundo. Aparentemente, os nazistas entenderam isto, e todos perceberam que os ''banqueiros'' que os mantiveram na Segunda Guerra Mundial é que tinham o poder REAL. Eles compreenderam que o poder econômico é quem dita o poder político, mesmo num país supostamente democrático onde este poder financeiro pode comprar o poder político daqueles que estão muito mais interessados nos confortos físicos imediatos e no status econômico do que no destino a longo prazo de seu país. Os nazistas não poderiam ter feito o que fizeram sem a ajuda destes traidores ''internos''. O mesmo pode ser dito também a respeito dos greys. E isto sem mencionar a própria colaboração CIA/Nazista/Grey existente dentro de várias bases subterrâneas: NEU SCHWABIA, ANTÁRTICA; PINE GAP, AUSTRÁLIA; ALSACE-LORRAINE MTS., ALEMANHA; MONTAUK, LONG ISLAND; AEROPORTO INTERNACIONAL DE DENVER; DULCE, NEW MEXICO; AREA 51, NEVADA, etc. - BRANTON) Algumas placas foram roubadas pelo Secretário Assistente do Tesouro Americano, HARRY DEXTER WHITE [nome real, WEISS] que era assistente de HENRY MORGENTHAU e enviada aos soviéticos para uso na Alemanha Ocupada. Ele também arranjou o roubo em massa de toneladas de papel moeda especial.

Quando J. EDGAR HOOVER foi até o Presidente TRUMAN com todas as evidências de que o Secretário Assistente do Tesouro Americano, HARRY DEXTER WHITE era um espião comunista e ladrão, TRUMAN de fato removeu WEISS [White] de seu cargo - e PROMOVEOU-O como líder do Fundo Monetário Internacional. Não é brincadeira, é fato mesmo. (Isto mostra que de qual lado de fato TRUMAN estava. - BRANTON) A história teve um final comum - quando a controvérsia começou a explodir na imprensa, a respeito deste incidente, WEISS cometeu "suicídio".



domingo, 14 de agosto de 2011

Wikileaks revela que Araxá é vital para os EUA

Por que Araxá é vital para os EUA?

Cidade está na lista secreta de locais estratégicos para americanos, revela site, por deter maior reserva mundial de nióbio, minério raro usado na indústria espacial.

Depois de pôr a política externa americana de cabeça para baixo, o WikiLeaks acaba de entrar em um território sensível não apenas aos EUA, mas a todo o mundo. O site revelou nada menos do que a relação de pontos situados mundo afora considerados estratégicos para o governo americano, o que poderia transformá-los em alvos de ataques terroristas. No Brasil, além das jazidas de Araxá, em Minas, estão cabos submarinos e reservas de minério de ferro e manganês.
.

Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
.
A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?

Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?

Fontes dignas de atenção indicam que o minério de nióbio bruto era comprado no garimpo a 400 reais/quilo, cerca de U$ 255,00/quilo (à taxa de câmbio atual e atualizada a inflação do dólar).

O nióbio não é comercializado nem cotado através das bolsas de mercadorias, como a London Metal Exchange, mas, sim, por transações intra-companhias.

Estima-se que seu preço real seja negociado a $90 dólares/quilo. UM VERDADEIRO ROUBO AO BRASIL E SEU POVO.

Em 1997, FHC, então presidente da república, tentou vender a jazida de nióbio de São Gabriel da Cachoeira – AM por $600 mil reais, sendo que a jazida (ela sozinha suficiente para abastecer todo o consumo mundial de nióbio por 1.400 anos) havia sido avaliada pela CPRM em $1 Trilhão de dólares!

Tal ação lesa-pátria foi impedida por um grupo de militares nacionalistas, especialmente o almirante Roberto Gama e Silva.

EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.

O Brasil possui 98% das jazidas de nióbio disponível no mundo, sendo o único fornecedor de 45 países dos quais os maiores importadores de ferro-nióbio são os Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha, a Rússia, os Países Baixos, o Japão, a França, Taiwan, Venezuela, Suécia, México, Colômbia, Coréia do Sul, Arábia Saudita, África do Sul e Luxemburgo. A indústria ótica japonesa compra muito óxido de nióbio como matéria-prima usada na confecção de óculos.

Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo lastrear nossa moeda (Real) em nióbio e não em dólar. Não é uma descalabro alarmante?

O niobio é tão indispensável quanto o petróleo para as economias avançadas e provavelmente ainda mais do que ele. Além disso, do lado da oferta, é como se o Brasil pesasse mais do que todos os países da OPEP juntos, pois alguns importantes produtores não fazem parte dela.

Eduardo Galeano, escritor e jornalista uruguaio, como fruto de um exaustivo trabalho de pesquisa, faz uma série de denúncias em sua célebre obra “As Veias Abertas da América Latina”. Ao relatar o depoimento de um general brasileiro no Congresso Nacional, durante uma investigação a respeito de atividades clandestinas e legais perpetradas por norte-americanos, em território brasileiro: “...o general Riograndino Kruel afirmou, diante da comissão de inquérito do Congresso, que “o volume de contrabando de materiais que contém tório e urânio alcança a cifra astronômica de um milhão de toneladas”. Algum tempo antes, em setembro de 1966, Kruel, chefe da Polícia Federal, denunciara a “impertinente e sistemática interferência “de um cônsul dos Estados Unidos no processo aberto contra quatro cidadãos norte-americanos acusados de contrabando de minerais atômicos brasileiros. A seu juízo, se houvesse sido encontrado com eles quarenta toneladas de material radiativo era suficiente para condená-los Pouco depois, três dos contrabandistas fugiram misteriosamente do Brasil. O contrabando não era um fenômeno novo, embora tivesse intensificado muito.

O Brasil perde a cada ano mais de cem milhões de dólares, segundo certas estimativas, somente pela evasão clandestina de diamantes em bruto. Mas na realidade o contrabando só se faz necessário (aqui, Galeano assume, ironicamente a visão dos beneficiados com a espoliação das riquezas brasileiras) em medida relativa. As concessões legais arrancam do Brasil, comodamente, suas mais fabulosas riquezas naturais. Para citar mais um exemplo, a maior jazida de nióbio do mundo, que está em Araxá , pertence à filial da Niobium Corporation, de Nova Iorque. Do Nióbio provêm vários metais que se utilizam... em reatores nucleares, foguetes e naves espaciais, satélites ou simples jatos. A empresa também extrai, de passagem, junto com o nióbio, boas quantidades de tântalo, tório, urânio, pirocloro e terras raras de alto teor mineral.”



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Para Julian Assange, Guantánamo é "monstruosidade"

Por: Natalia Viana

São Paulo – "Os Arquivos de Guantánamo, que o WikiLeaks começou a publicar, jogam luz sobre essa monstruosidade da era Bush que a administração Obama decidiu continuar", afirmou Julian Assange com exclusividade para a Pública nesta segunda-feira (25). A declaração resume a importância do vazamento mais recente da organização, que começou a ser publicado na noite de domingo (24).

São milhares de fichas de prisioneiros ou ex-prisioneiros de Guantánamo, em Cuba, e outros documentos relacionados, emitidos pela Força-Tarefa de Guantánamo (JFT-GTM, na sigla em inglês) e enviados na forma de memorandos ao US Southern Command (Comando Sul dos Estados Unidos). A base naval dos Estados Unidos é localizada a sudoeste da ilha de Cuba, mantida sob controle da Casa Branca e usado desde 2002 para manter acusados de envolvimento com terrorismo.

"A publicação dessas informações é importante para o público, para os prisioneiros e ex-prisioneiros, e para os juízes que se ocupam desses casos. Muitos estão presos há anos sem acusação formal e com base em testemunhos falsos", disse Assange. "Esta na hora de reacender o discurso público sobre a prisao de Guantanamo, na esperanca que finalmente se possa fazer alguma coisa para trazer justica para esse estabelecimento", afirmou o fundador do WikiLeaks.

Assange qualificou Guantánamo como um "estabelecimento de 'lavagem' de pessoas", em uma analogia à lavagem de dinheiro, em que bancos internacionais "escondem" recursos suspeitos. Isso porque, para Assange, Guantánamo esconde da sociedade a verdadeira história dessas prisões para justificar a política criminosa do governo e os recursos ilícitos empregados para prendê-los.

As fichas apresentadas pelo Wikileaks relatam o estado de saúde dos atuais presos, refazem a teia investigativa que os levou à prisão que, vistos com atenção, revelam que boa parte dos acusados foram incriminados com base em depoimentos de outros presos obtidos sob tortura dentro e fora de Guantánamo – nas prisões secretas da CIA. É descrito ainda o mercado de recompensas promovido pelos Estados Unidos que levou à detenção de homens e meninos inocentes por acusações formuladas por aliados interessados em prêmios em dinheiro.

Também revelam como são feitos os "pareceres", que recomendam a permanência ou não dos presos em Guantánamo, não apenas pela força-tarefa mas também pelos responsáveis pela investigação criminal e psicólogos encarregados de avaliar a maneira que devem ser utilizadas as informações obtidas em outros interrogatórios.

Publicação

Na conversa com a Pública, Assange fez questão de destacar que os veículos parceiros nesse lançamento são o Washington Post, dos EUA, o El País, da Espanha, o Telegraph, do Reino Unido, a revista Der Spiegel, da Alemanha, o francês Le Monde, da Franca, o Aftonbladet, da Suecia e o italiano La Repubblica.

Isso por que, apesar de não estarem entre os parceiros oficiais, os jornais New York Times, dos Estados Unidos, e The Guardian, do Reino Unido, publicaram reportagens baseadas nos mesmos documentos secretos, entregues por uma outra fonte, que preferiu permanecer anônima. Segundo a Pública apurou, por causa disso, o vazamento foi adiantado porque os dois jornais pretendiam "furar" o WikiLeaks.

É o capítulo mais recente da novela que envolve o WikiLeaks e esses dois jornais. No início do ano passado, o The Guardian contratou uma jornalista inglesa que obteve os documentos relativos às embaixadas americanas de um colaborador do WikiLeaks. Naquele momento, o jornal desistiu de publicá-los antes da organização, porque Assange ameaçou processá-lo com base em um contrato assinado pelas duas partes.

Depois disso, Julian rompeu com o The Guardian, que publicou um livro sobre o Wikileaks considerado tendencioso desfavorável pelo fundador da organização. Assange também se irritou com a publicação do processo contra ele movido na Suécia, que traz detalhes sobre as relações que manteve com as mulheres que o acusam de delitos sexuais. "Transparência é para governos e não para pessoas", disse ele na época.

Também com o New York Times, as relações tem sido conturbadas. Em janeiro, o editor Bill Keller escreveu um artigo em que chamava Julian de "arrogante, cabeça-dura, conspiracional e estranhamento crédulo", alem de dizer que ele "cheirava mal". Não foi o primeiro problema: depois da publicação dos documentos das embaixadas americanas, Keller passou a chamar Assange e o WikiLeaks de "fonte" em vez de uma organizacao jornalística. A diferenciação tem consequências legais, pois os jornalistas são protegidos pela quarta emenda constitucional americana.

No início de abril, durante um congresso de jornalismo na Universidade de Berkeley, na California, Keller e Assange – este por skype já que está sob prisão domiciliar, participaram de um debate em que o fundador do WikiLeaks acusou o jornal de trabalhar a favor do governo americano. "O papel da imprensa é obrigar as organizações poderosas a prestar contas, e não encobrir seus erros", disse. Keller continuou chamando o WikiLeaks de “fonte” durante todo o debate. Mas brincou: "A grande vinganca de Julian e que eu terei que passar anos da minha vida participando de debates sobre o WikiLeaks".


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Wikileaks revelam sabotagem contra Brasil tecnológico

EUA tentaram impedir o programa
brasileiro de foguetes
Os telegramas da diplomacia dos EUA revelados pelo Wikileaks revelaram que a Casa Branca toma ações concretas para impedi dificultar e sabotar o desenvolvimento tecnológico brasileiro em duas áreas estratégicas: energia nuclear e tecnologia espacial. Em ambos os casos, observa-se o papel anti-nacional da grande mídia brasileira, bem como escancara-se, também sem surpresa, a função desempenhada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colhido em uma exuberante sintonia com os interesses estratégicos fo Departamento de Estado dos EUA, ao tempo em que exibe problemática posição em relação à independência tecnológica brasileira. O artigo é de Beto Almeida.

Beto Almeida

O primeiro dos telegramas divulgados, datado de 2009, conta que o governo dos EUA pressionou autoridades ucranianas para emperrar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes Cyclone-4 - de fabricação ucraniana - no Centro de Lançamentos de Alcântara , no Maranhão.

Veto imperial

O telegrama do diplomata americano no Brasil, Clifford Sobel, enviado aos EUA em fevereiro daquele ano, relata que os representantes ucranianos, através de sua embaixada no Brasil, fizeram gestões para que o governo americano revisse a posição de boicote ao uso de Alcântara para o lançamento de qualquer satélite fabricado nos EUA. A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que os EUA “não quer” nenhuma transferência de tecnologia espacial para o Brasil.

“Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”, diz um trecho do telegrama.

Em outra parte do documento, o representante americano é ainda mais explícito com Lokomov: “Embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”.

Guinada na política externa

O Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA (TSA) foi firmado em 2000 por Fernando Henrique Cardoso, mas foi rejeitado pelo Senado Brasileiro após a chegada de Lula ao Planalto e a guinada registrada na política externa brasileira, a mesma que muito contribuiu para enterrar a ALCA. Na sua rejeição o parlamento brasileiro considerou que seus termos constituíam uma “afronta à Soberania Nacional”. Pelo documento, o Brasil cederia áreas de Alcântara para uso exclusivo dos EUA sem permitir nenhum acesso de brasileiros. Além da ocupação da área e da proibição de qualquer engenheiro ou técnico brasileiro nas áreas de lançamento, o tratado previa inspeções americanas à base sem aviso prévio.

Os telegramas diplomáticos divulgados pelo Wikileaks falam do veto norte-americano ao desenvolvimento de tecnologia brasileira para foguetes, bem como indicam a cândida esperança mantida ainda pela Casa Branca, de que o TSA seja ,finalmente, implementado como pretendia o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, não apenas a Casa Branca e o antigo mandatário esforçaram-se pela grave limitação do Programa Espacial Brasileiro, pois neste esforço algumas ONGs, normalmente financiadas por programas internacionais dirigidos por mentalidade colonizadora, atuaram para travar o indispensável salto tecnológico brasileiro para entrar no seleto e fechadíssimo clube dos países com capacidade para a exploração econômica do espaço sideral e para o lançamento de satélites. Junte-se a eles, a mídia nacional que não destacou a gravíssima confissão de sabotagem norte-americana contra o Brasil, provavelmente porque tal atitude contraria sua linha editorial historicamente refratária aos esforços nacionais para a conquista de independência tecnológica, em qualquer área que seja. Especialmente naquelas em que mais desagradam as metrópoles.

Bomba! Bomba!

O outro telegrama da diplomacia norte-americana divulgado pelo Wikileaks recentemente e que também revela intenções de veto e ações contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro veio a tona de forma torta pela Revista Veja, e fala da preocupação gringa sobre o trabalho de um físico brasileiro, o cearense Dalton Girão Barroso, do Instituto Militar de Engenharia, do Exército. Giráo publicou um livro com simulações por ele mesmo desenvolvidas, que teriam decifrado os mecanismos da mais potente bomba nuclear dos EUA, a W87, cuja tecnologia é guardada a 7 chaves.

A primeira suspeita revelada nos telegramas diplomáticos era de espionagem. E também, face à precisão dos cálculos de Girão, de que haveria no Brasil um programa nuclear secreto, contrariando, segundo a ótica dos EUA, endossada pela revista, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado pelo Brasil em 1998, Tal como o Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA, sobre o uso da Base de Alcântara, o TNP foi firmado por Fernando Henrique. Baseado apenas em uma imperial desconfiança de que as fórmulas usadas pelo cientista brasileiro poderiam ser utilizadas por terroristas , os EUA, pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que exigiu explicações do governo Brasil , chegando mesmo a propor o recolhimento-censura do livro “A física dos explosivos nucleares”. Exigência considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”.

Como é conhecido, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, vocalizando posição do setor militar contrária a ingerências indevidas, opõe-se a assinatura do protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que daria à AIEA, controlada pelas potências nucleares, o direito de acesso irrestrito às instalações nucleares brasileiras. Acesso que não permitem às suas próprias instalações, mesmo sendo claro o descumprimento, há anos, de uma meta central do TNP, que não determina apenas a não proliferação, mas também o desarmamento nuclear dos países que estão armados, o que não está ocorrendo.

Desarmamento unilateral

A revista publica providencial declaração do físico José Goldemberg, obviamente, em sustentação à sua linha editorial de desarmamento unilateral e de renúncia ao desenvolvimento tecnológico nuclear soberano, tal como vem sendo alcançado por outros países, entre eles Israel, jamais alvo de sanções por parte da AIEA ou da ONU, como se faz contra o Irã. Segundo Goldemberg, que já foi secretário de ciência e tecnologia, é quase impossível que o Brasil não tenha em andamento algum projeto que poderia ser facilmente direcionado para a produção de uma bomba atômica. Tudo o que os EUA querem ouvir para reforçar a linha de vetos e constrangimentos tecnológicos ao Brasil, como mostram os telegramas divulgados pelo Wikileaks. Por outro lado, tudo o que os EUA querem esconder do mundo é a proposta que Mahmud Ajmadinejad , presidente do Irà, apresentou à Assembléia Geral da ONU, para que fosse levada a debate e implementação: “Energia nuclear para todos, armas nucleares para ninguém”. Até agora, rigorosamente sonegada à opinião pública mundial.

Intervencionismo crescente

O semanário também publica franca e reveladora declaração do ex-presidente Cardoso : “Não havendo inimigos externos nuclearizados, nem o Brasil pretendendo assumir uma política regional belicosa, para que a bomba?” Com o tesouro energético que possui no fundo do mar, ou na biodiversidade, com os minerais estratégicos abundantes que possui no subsolo e diante do crescimento dos orçamentos bélicos das grandes potências, seguido do intervencionismo imperial em várias partes do mundo, desconhecendo leis ou fronteiras, a declaração do ex-presidente é, digamos, de um candura formidável.

São conhecidas as sintonias entre a política externa da década anterior e a linha editorial da grande mídia em sustentação às diretrizes emanadas pela Casa Branca. Por isso esses pólos midiáticos do unilateralismo em processo de desencanto e crise se encontram tão embaraçados diante da nova política externa brasileira que adquire, a cada dia, forte dose de justeza e razoabilidade quanto mais telegramas da diplomacia imperial como os acima mencionados são divulgados pelo Wikilieks.

(*) Beto Almeida é jornalista


LEIA TAMBÉM:

www.aereo.jor.br



quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

insurance.aes256: O arquivo do 'apocalipse virtual' foi detectado?

Na corrida em busca dos UFOs nos 'Cable Gates', muitas vezes forçada e equivocada, surge algo inusitado


O que guarda o insurance? Piada, realidade ou a
chave do Armagedom cibernético?
Na aparente sede do mundo ufológico por mais informações sobre os cables que o polêmico WikiLeaks daria a conhecer, até o momento nada há de útil no âmbito em questão, além de mera citação no jornal norueguês AftenPosten e algumas outras que nada trouxeram de novidades. Ou, ao menos, não havia.

Logo depois da recente notícia de hackeamento do site da Força Aérea Argentina (FAA), com aparente denúncia de queda de UFO na província de Mendoza em janeiro de 1985, acaba de surgir algo inusitado e, definitivamente, possível grande valor.

Conforme diversas matérias sobre Julian Paul Assange, editor-chefe e homem forte do site de vazamentos Wikileaks, o mesmo possuiria uma espécie de "seguro de vida virtual", um arquivo repleto de documentos sigilosos e comprometedores ao extremo, que garantiria sua integridade física de possíveis represálias.

O pesquisador peruano Marco Barraza, através de fontes ligadas aos sete parceiros de mídia de Assange - The New York Times, The Guardian, El País, Le Monde, revista Der Spiegel, Folha de São Paulo e O Globo possuem acesso exclusivo ao material, repassando depois para a mídia mundial - revelou o arquivo intitulado insurance.aes256.

Possuindo tamanho de 1.39 GB e circulando pelas redes P2P, até o momento não pôde ser aberto e lido, já que se trata de arquivo criptografado e várias vezes encriptado, cuja chave secreta, segundo Barraza, "só viria à público no caso de Julian Assange sofrer algo mais grave".

"insurance.aes256 hoje é o delírio dos hackers que buscam de toda forma romper os códigos de acesso e adentrar ao conteúdo", disse Barraza. "Algumas pessoas teriam verificado que aparenta estar em formato PDF, mas um PDF em 1.39 GB?", questionou o pesquisador.

Seria esta uma das cartas na manga de Assange? Barraza acredita que sim e refere-se ao insurance [Seguro, em inglês] como um arquivo conhecido por "espelho", que enquanto mostra um lado, estaria correndo outro, ao mesmo tempo e de maneira oculta no computador, armazenando datas e se valendo de nossos IP's para serem utilizados como servidores conjuntos (similar ao programa ARES para compartilhar música).

"Não poderá ler, mas estará correndo em seu PC como no de milhares de outros. Quem se anima a baixá-lo?", ironizou ele. "Se você é daqueles acomodados que esperam sempre por tudo em mãos, tudo bem, está em uma posição muito cômoda e fácil, mas saiba que pode ajudar de verdade", discorreu.

Para descarregar o insurance.aes256, basta clicar aquiou caso tenha o utorrent ou bittorrent, clique Aqui.

"Não pergunte o que pode fazer o Fenômeno UFO por ti, questione o que pode fazer tu pelo Fenômeno UFO. Pesquise", completou.

Estaremos permanentemente atentos sobre o desenrolar deste suposto "mega-cable". Tomara contenha realmente assuntos de interesse à Comunidade Ufológica. Alguns integrantes da Equipe UFO baixaram o insurance, mas de fato, a partir de certo ponto, são necessárias chaves, códigos e senhas, indisponíveis.


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Assassinato Colateral - Wikileaks - Iraque

Helicóptero americano confunde câmera fotográfica com AK-47 e RPG, mata jornalistas da Reuters, e depois, atira em uma van que foi prestar socorro. A van tinha crianças dentro. O governo americano considerou o procedimento normal.
Essa é a face da verdade que os americanos estão desesperados para calar!
Tirado do Wikileaks.


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Hackers pró-WikiLeaks divulgam comunicado


Hackers pró-WikiLeaks divulgam comunicadoSÃO PAULO – O grupo Anonymous, responsável pelos ataques realizados pela “Operation: Payback” em prol do WikiLeaks, surgiu hoje com uma nova página no Twitter.

O grupo teve ontem (08) suas contas no Facebook e Twitter canceladas, após divulgar ataques DDoS (Negação de Serviço) contra as financeiras MasterCard, Visa e PayPal.

Em sua nova conta no Twitter, os Anonymous divulgaram um comunicado onde apontaram suas intenções e potenciais novos alvos. O grupo também criou um novo blog, pois o antigo site está fora do ar desde o início desta semana.

“A mensagem é simples: liberdade de expressão. [...] Não somos um grupo terrorista, como governantes querem que vocês acreditem. Neste momento o Anonymous é uma conscientização focada emu ma campanha de paz para a liberdade de expressão. [...] Quando o governo controla a liberdade, eles controlam você. A internet é a última chance de liberdade neste mundo altamente tecnológico. [...] O Anonymous está em campanha por vocês.”, afirma o comunicado.

Porta-vozes do Anonymous deram entrevistas a diversos veículos de imprensa afirmando que o grupo irá continuar com os contatos.

"A campanha não acabou, pelo que vi, e continua forte. Há mais pessoas aderindo, e mais pessoas estão baixando a ferramenta voluntária de botnet que permite que comandem ataques de negação distribuída de serviço", acrescentou um porta-voz do grupo, que usa o pseudônimo "Coldblood", à BBC Radio 4.

Especialistas em segurança acreditam que os ataques reuniram mais de 30 mil PCs para derrubar os sites dessas empresas.

Organizando os ataques

Desde o começo da semana a Operation: Payback vem convocando voluntários para participar da onda de ataques DDoS (negação de serviço), que sobrecarregam as redes de uma página web fazendo com que a mesma fique fora do ar, contra empresas e órgãos governamentais que se posicionaram contrárias ao WikiLeaks.

Chamados de “Hackitivistas” (hackers ativistas), o grupo não possui líderes e se reúne através de fóruns via protocolo IRC. Grande parte dos usuários também se comunicam pelo 4Chan, site agregador de informações onde surgiu a criação do grupo Anonymous.

Veja também:

Um movimento em prol da verdade
e contra a hipocrisia mundial.