quarta-feira, 6 de abril de 2011

UFO Movies 2011

Alguns filmes legais com a temática UFO, que vão estrear este ano. Acredito que alguns vão levantar uma boa polêmica... Vale a pena conferir!

Iron Sky

Trailer 1

Iron Sky

Trailer 2


Super 8

Trailer


Cowboys & Aliens

Trailer

A Missão Proibida - Apollo 18

A ficção científica 'A Missão Proibida - Apollo 18' (Apollo 18) teve seu trailer legendado divulgado.

O filme usa a mesma técnica de filmagem de filmes como 'Cloverfield - Monstro' e 'Atividade Paranormal'.

O longa conta a história "real" da missão da Nasa Apollo 18, onde supostamente os astronautas ficaram chocados ao descobrir vida extraterrestre na Lua.


Sinopse: São descobertos vídeos Russos que sugerem que a missão norte-americana Apollo 18 realmente aconteceu, apesar de ter sido supostamente cancelada pelo presidente Nixon no início dos anos 1970.

O filme é produzido por Timur Bekmambetov ('O Procurado') e conta com a direção de Gonzalo Lopez-Gallego, em seu primeiro trabalho hollywoodiano.

A estreia de 'Apollo 18' foi adiada para 2012.

Camada de Ozônio: Redução Record de 40% no Ártico

Camada de ozônio no Ártico sofre redução recorde de 40%
O frio intenso na estratosfera parece ser a principal causa
da diminuição recorde dos níveis atmosféricos da substância.
[Imagem: ESA]
Diminuição da camada de ozônio

A camada de ozônio sobre o Ártico sofreu uma redução sem precedentes de 40% no último inverno no hemisfério norte (verão no Brasil), alertou nesta terça-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM, uma agência da ONU).

O frio intenso na estratosfera parece ser a principal causa da diminuição recorde dos níveis atmosféricos da substância.

Segundo a Agência Espacial Europeia, a diminuição do ozônio foi causada por ventos excepcionalmente fortes, chamados vórtices polares, que isolaram a massa de ar atmosférica do Pólo Norte, impedindo que ela se misturasse com o ar das altitudes médias.

A camada impede a passagem dos raios ultravioleta do sol. Esses raios têm efeitos nocivos à saúde, podendo provocar câncer e outras doenças.

Segundo a OMM, no fim de março, 40% do ozônio na estratosfera sobre o Ártico havia sido destruído. O recorde anterior era de 30%.

Inverno no alto

No último inverno, enquanto o Ártico teve um clima mais quente que o normal no solo, as temperaturas entre 15 km e 20 km acima da superfície da Terra despencaram.

"O grau de perda de ozônio durante cada inverno depende das condições meteorológicas", disse Michel Jarraud, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

"A perda de ozônio em 2011 mostra que precisamos continuar vigilantes e prestar muita atenção na situação do Ártico nos próximos anos."

Os invernos mais longos e gelados no Pólo Sul chegam a provocar uma diminuição de 55% da camada de ozônio, mas isso não afeta muito a saúde humana porque a Antártida é inabitada e apenas uma pequena parte do extremo sul da América do Sul ocasionalmente fica sob o buraco.

Mas no Ártico é diferente. Em março, ventos levaram a região com menos ozônio para cima da Groenlândia e da Escandinávia.

A OMM pediu à população nessas regiões que preste atenção a alertas e previsões sobre os níveis de ozônio.

Efeitos tardios

A diminuição da camada de ozônio é frequentemente considerada como um problema resolvido por tratados como os de Montreal e os que o sucederam.

Mas a concentração de substâncias nocivas ao ozônio em regiões polares diminuiu em apenas 10% com relação ao seu auge, antes da entrada em vigor do Protocolo.

"Nas próximas décadas, a história (do ozônio ártico) será determinada pelas temperaturas e não sabemos quais são os fatores que as determinam", disse o pesquisador Markus Rex do instituto alemão Alfred Wegener de pesquisa polar e marinha.

"É um grande desafio entender isso e como determinará a perda de ozônio nas próximas décadas", completa.

Projeções sugerem que o buraco na camada de ozônio na Antártida não deve se recuperar antes de 2045.



Conheça o interior da primeira espaçonave privada


Janelas para o espaço

O repórter da BBC Richard Scott visitou a nave espacial da Virgin no deserto de Mojave, na Califórnia, Estados Unidos.

Scott foi o primeiro jornalista a entrar na espaçonave, ainda em construção dentro do hangar da empresa.

O repórter mostrou onde pilotos e seis passageiros ficarão sentados, dos lados da nave.

Os passageiros poderão olhar através das grandes janelas, de onde verão o céu passar do azul para o púrpura e, então, para a escuridão do espaço.

O barulho do foguete e o som que vem do lado de fora, da atmosfera, vão gradualmente desaparecer. Quando vier o silêncio e a escuridão, eles saberão que já estão no espaço.

A partir daí, os passageiros terão cinco minutos para flutuar pela cabine. E, sem gravidade, a 112 quilômetros acima da Terra, os passageiros poderão olhar livremente pelas janelas.

Turismo espacial

A viagem tem duas partes: primeiro um avião carregará a nave a uma altura de mais de 15 mil metros, e, então a soltará no ar.

A espaçonave vai acionar seus foguetes e, em menos de um minuto, vai acelerar a mais de 4 mil quilômetros por hora.

Pete Siebold, um dos pilotos de teste da espaçonave afirmou que "o grande desafio e antecipar o que pode dar errado, pois este é um avião único".

A Virgin, por sua vez, diz que as viagens ao espaço terão uma emissão de carbono por passageiro mais baixa do que uma viagem transatlântica. Mesmo assim, ainda é muita energia usada em uma viagem tão curta.

Matt Stinemetze, de uma das empresas que está construindo a nave, conta que o objetivo é levar milhares de pessoas ao espaço nos primeiros anos. Nos últimos 50 anos, entre 400 e 500 pessoas foram ao espaço.

No entanto, o preço da viagem não é para qualquer um: cada passagem custará quase R$ 330 mil. Apesar do preço, mais de 400 pessoas já compraram um ticket para o espaço.



terça-feira, 5 de abril de 2011

O 'fascismo do bem'

Por Ricardo Noblat


Imaginem a seguinte cena: em campanha eleitoral, o deputado Jair Bolsonaro está no estúdio de uma emissora de televisão na cidade de Pelotas. Enquanto espera a vez de entrar no ar, ajeita a gravata de um amigo. Eles não sabem que estão sendo filmados. Bolsonaro diz: "Pelotas é um pólo exportador, não é? Pólo exportador de veados..." E ri.

A cena existiu, mas com outros personagens. O autor da piada boçal foi Lula, e o amigo da gravata torta, Fernando Marroni, ex-prefeito de Pelotas. Agora, imaginem a gritaria dos linchadores "do bem", da patrulha dos "progressistas", da turma dos que recortam a liberdade em nome de outro mundo possível... Mas era Lula!

Então muita gente o defendeu para negar munição à direita. Assim estamos: não importa o que se pensa, o que se diz e o que se faz, mas quem pensa, quem diz e quem faz. Décadas de ditaduras e governos autoritários atrasaram o enraizamento de uma genuína cultura de liberdade e democracia entre nós.

Nosso apego à liberdade e à democracia e nosso entendimento sobre o que significam liberdade e democracia são duramente postos à prova quando nos deparamos com a intolerância. Nossa capacidade de tolerar os intolerantes é que dá a medida do nosso comprometimento para valer com a liberdade e a democracia.

Linchar Bolsonaro é fácil. Ele é um símbolo, uma síntese do mal e do feio. É um Judas para ser malhado. Difícil é, discordando radicalmente de cada palavra dele, defender seu direito de pensar e de dizer as maiores barbaridades.

A patrulha estridente do politicamente correto é opressiva, autoritária, antidemocrática. Em nome da liberdade, da igualdade e da tolerância, recorta a liberdade, afirma a desigualdade e incita a intolerância. Bolsonaro é contra cotas raciais, o projeto de lei da homofobia, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais gays.

Ora, sou a favor de tudo isso - e para defender meu direito de ser a favor é que defendo o direito dele de ser contra. Porque se o direito de ser contra for negado a Bolsonaro hoje, o direito de ser a favor pode ser negado a mim amanhã de acordo com a ideologia dos que estiverem no poder.

Se minha reação a Bolsonaro for igual e contrária à dele me torno igual a ele - eu, um intolerante "do bem"; ele, um intolerante "do mal". Dois intolerantes, no fim das contas. Quanto mais intolerante for Bolsonaro, mais tolerante devo ser, porque penso o contrário dele, mas também quero ser o contrário dele.

O mais curioso é que muitos dos líderes do "Cassa e cala Bolsonaro" se insurgiram contra a censura, a falta de liberdade e de democracia durante o regime militar. Nós que sentimos na pele a mão pesada da opressão não deveríamos ser os mais convictamente libertários? Ou processar, cassar, calar em nome do “bem” pode?

Quando Lula apontou os "louros de olhos azuis" como responsáveis pela crise econômica mundial não estava manifestando um preconceito? Sempre que se associam malfeitorias a um grupo a partir de suas características físicas, de cor ou de origem, é claro que se está disseminando preconceito, racismo, xenofobia.

Bolsonaro deve ser criticado tanto quanto qualquer um que pense e diga o contrário dele. Se alguém ou algum grupo sentir-se ofendido, que o processe por injúria, calúnia, difamação. E que peça na justiça indenização por danos morais. Foi o que fizeram contra mim o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas daí a querer cassar o mandato de Bolsonaro vai uma grande distância.

Se a questão for de falta de decoro, sugiro revermos nossa capacidade seletiva de tolerância. Falta de decoro maior é roubar, corromper ou dilapidar o patrimônio público. No entanto, somos um dos povos mais tolerantes com ladrões e corruptos. Preferimos exercitar nossa intolerância contra quem pensa e diz coisas execráveis.

E tudo em nome da liberdade e da democracia...

Ricardo Noblat é colunista do O Globo

Fonte: http://globo.com

domingo, 3 de abril de 2011

A Atitude Covarde de um Policial Carioca

Policial Militar joga um spray de pimenta nos olhos de uma garotinha.
Rio de Janeiro, 2011 - Foto de Pedro Kirilos.

A atitude covarde de um policial carioca, que atira um jato de spray de pimenta numa menininha. Resta saber quem é este canalha, que deve ser punido sem misericórdia, porque só um monstro age desta forma.


Esta imagem foi feita na última quarta-feira, dia 23 de março de 2011, pelo fotógrafo Pedro Kirilos, do jornal “O Globo”, durante um protesto contra o atraso no pagamento do aluguel social para desabrigados das chuvas de 2010, no Morro do Bumba. O "Crime" das crianças foi participarem, juntamente com seus pais, da manifestação de protesto, por estarem sem ter onde morar, sem receber o aluguel social prometido pela prefeitura de Niterói, que aliás, é responsável pelo episódio trágico de deslizamento do Morro do Bumba, simplesmente por ter tratado com descaso a região, onde havia um lixão sob os pés das pessoas que lá residiam. O perigo existia, era eminente e a prefeitura sabia disso, mas não fez nada, até que a tragédia aconteceu.

Não precisamos de marginais na polícia, pois já temos muitos marginais convencionais. Se é marginal, não é policial; portanto, não deve usar esta farda. 

O famoso bandido Lúcio Flávio, que apesar de ser bandido, sabia separar as coisas, disse uma vez: Polícia é polícia; bandido é bandido. Mas parece que esta fronteira não existe mais. 

A polícia carioca perde mais uma vez com a atitude covarde desse sujeito inumano. Essa truculência toda é um reflexo do tipo de governantes que temos no estado do Rio de Janeiro. Se esse tipo de coisa acontece é porque há conivência.


Ricardo Gama: Vencendo a corja safada do Rio de Janeiro!

Estamos com você contra essa corja, Ricardo! Seja bem-vindo de volta!

Deus sabe o que faz e manter você nesta Terra é um exemplo pra essa cambada de que contra Ele ninguém pode. No final das contas, o Universo funciona dentro de Suas leis.

Mais uma vez, seja muito bem-vindo de volta!



Japão divulga imagem de vazamento em Fukushima

fotoA Tepco, a operadora da usina nuclear de Fukushima no Japão, divulgou neste domingo (3) a imagem que mostra por onde a água radioativa vazou para o mar.

Após a confirmação do vazamento, agora, a operadora trabalha na tentativa de descobrir uma medida que freie os danos.

O novo planejamento da Tepco é utilizar polímero em pó para conter o vazamento de água radioativa ao mar, depois de uma tentativa frustrada de resolver o problema com concreto.

Nesse sábado (2), a operadora detectou uma rachadura de cerca de 20 centímetros no muro de uma fossa próxima ao reator, na qual há água com elevada radioatividade (um nível de iodo 131 que excede 10 mil vezes a concentração legal) que vaza para o Oceano Pacífico.

Assim que o problema foi descoberto, os técnicos da Tepco tentaram cobrir a rachadura com o uso de concreto na fossa, no entanto, a contínua presença de água impediu que o material se solidificasse. Assim, a proposta é que, neste domingo, os técnicos comecem a injetar polímero em pó altamente absorvente nos encanamentos que conduzem à fossa, que fica localizada perto da tomada de água do reator 2 e que contém cabos elétricos.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

J. J. Hurtak: Somos Observados Por Ultraterrestres

Pesquisador reconhecido, escritor renomado e especialista em sensoriamento remoto, com pesquisas multidisciplinares estendendo-se de lasers a tratamento de resíduos e expedições arqueológicas, o norte-americano James J. Hurtak, residente em Nova York, não tem limites para seus planos relacionados às inteligências superiores – incluídas nesse universo os seres extraterrestres. Hurtak é ainda lingüista, cientista social e futurista, sendo que, em 1973, fundou a Academia para Ciência Futura [The Academy for Future Science, AFFS], após passar por uma experiência que resultou em sua obra mais conhecida, O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch [1973]. A obra apresenta um programa detalhado que visa explicar velhos mistérios a partir de novas óticas, partindo do princípio de que a humanidade vem se relacionando há milênios com seres de um grau evolutivo superior.

O trabalho de conscientização de Hurtak se reflete em 64 áreas científicas que estão em processo de acelerada transformação, à medida que a raça humana ruma para novas fronteiras. As Chaves de Enoch visa a preparação do indivíduo para várias mudanças que afetarão o planeta e apresenta um cenário da cosmologia do passado ao futuro, além de um projeto de novo direcionamento para a evolução da humanidade, no sentido de um estado superior de consciência. “O conhecimento navega em caminhos paralelos, científicos e espirituais, e somente a absorção equilibrada de ambos pode proporcionar solução para os problemas da Terra”, assinava Hurtak.

Segundo um segmento da Comunidade Ufológica Brasileira, essa seria uma forma de dizer que o tão esperado contato definitivo com nossos milenares visitantes estaria próximo de acontecer. As Chaves de Enoch é definido pelo próprio autor como um livro científico-espiritual. Hurtak garante que o conteúdo da publicação não foi canalizado, mas “recebido” diretamente por ele através de um contato direto com seres originários de um sistema que denomina de Inteligência Superluminar Maior. Pode soar muito místico, mas na verdade não é. O autor tem trânsito tanto nos meios científicos como os alternativos, tendo palestrado várias vezes na Organização das Nações Unidas (ONU). Isso certamente lhe garante ampla capacidade de análise das questões propostas na obra.

Mas foi como um ufólogo veterano, com mais de 30 anos de pesquisas na área, que Hurtak concedeu entrevista à Revista UFO, em 30 de setembro último. Amigo desta publicação há muitos anos, o entrevistado recebeu o engenheiro Roberto S. Ferreira, da Equipe UFO, durante sua rápida visita a São Paulo, após apresentar um seminário no Rio de Janeiro na semana anterior. “Hurtak já esteve no Brasil muitas vezes, começando em meados dos anos 70, sendo muito conhecido de todos na Ufologia Brasileira. Mas esta foi a mais proveitosa de todas as suas vindas para os leitores de UFO, que podem agora conhecer seu pensamento sobre o assunto”, disse Ferreira ao remeter seu trabalho para publicação. Nosso enviado contou com o auxílio e tradução simultânea de Luiz Cláudio de Oliveira Quintino, da Academia para Ciência Futura.


Mais avançadas que os seres extraterrestres que nos visitam, 
ainda presos a várias formas de tecnologia, 
são os seres ultraterrestres



Doutor Hurtak, há anos se tem feito a mesma pergunta: quando faremos contato definitivamente com nossos visitantes? O senhor tem uma estimativa?
Essa é uma pergunta muito interessante. Na minha opinião, com os documentos recentemente tornados públicos pelo Governo brasileiro para um grupo de pesquisadores locais –, como A. J. Gevaerd e demais integrantes da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) –, e no cenário das liberações de arquivos semelhantes pelo Governo francês, há vários anos, além dos antigos registros da KGB, vê-se que essa apresentação de fenômenos em nível mundial já está diante de nós. Portanto, num contexto mais amplo, essa pergunta já está obsoleta. Os extraterrestres já estão aqui! Em minha pesquisa, a questão que se deve fazer é sobre a chegada dos ultraterrestres, detentores dos poderes mais elevados do Cosmos, que estão além da forma material de evolução e, ao mesmo tempo, não se limitam à tecnologia dos veículos extraterrestres. Eles – os ultraterrestres – estão por trás da orquestração dos eventos cósmicos que regem civilizações inteiras, bem como eventos planetários, como os registrados nos últimos 60 anos na Terra.

Então o senhor acredita que haja seres ainda mais avançados que os extraterrestres?
Nós estamos vendo um intercâmbio face a face com várias categorias de inteligências extraterrestres, que querem mostrar-se sistematicamente para a comunidade científica mundial. Eles querem um diálogo com cientistas políticos, advogados, juízes e especialistas planetários, pra surgimento de uma ciência espacial. Esse evento acontecerá apenas daqui alguns anos, quando tivermos um novo tipo de lei espacial em operação, conforme detalhei no recente documento Conseqüências para a Lei Espacial das Descobertas de Água em Marte [Publicado nos Anais de Ciência Espacial da Universidade McGill, Montreal, Canadá, 2005].

É possível se prever como será esse diálogo entre os extraterrestres e a humanidade?
Está bastante claro, pela vastidão dos milhares de casos estudados pelos melhores especialistas e pesquisadores no assunto, que há formas de inteligência muito diversas no espaço. No entanto, a questão não é o diálogo com essas formas de vida, mas como o mesmo prosseguirá e se trará grandes benefícios para a raça humana. Por exemplo, a revista Popular Mechanics, em 2004, lançou um artigo dedicado a investigar quem seria o melhor cientista para estabelecer contato com um ser extraterrestre. Dentre os candidatos estava o professor Frank Drake, muito famoso por seu trabalho em radioastronomia e busca pela inteligência extraterrestre, que a NASA tem adotado como um de seus paradigmas. Nessa lista também estava Jane Goodall, que trabalhou na África com comunicação entre seres humanos, macacos e chimpanzés. Cientistas de duas áreas bem distintas são fortes candidatos, então. Ficaram de fora dessa equação especialistas no assunto da Europa e das Américas do Norte e do Sul. E ainda os da antiga Índia, Japão e China, onde a realidade dos seres ultraterrestres de luz é bem compreendida por aqueles que os orientalistas e antropólogos chamariam de avatares, ou seres crísticos. São sábios de mente superior que cederiam à humanidade o grande entendimento de quem somos, porque estamos aqui e para onde vamos. Isso tem ligação com toda essa variedade de culturas extraterrestres que temos estudado nos últimos 60 e poucos anos, através das ferramentas da moderna ciência.

Em sua obra mais famosa, As Chaves de Enoch, o senhor fala sobre seres habitando o fundo dos oceanos. Tem informações a respeito de bases extraterrestres nessas regiões ou no Brasil?
Eu tenho pesquisado o assunto junto de mergulhadores em áreas próximas da costa da Flórida, nos Estados Unidos, e em Porto Rico, no Caribe. Eles afirmam ter descoberto a existência de alguma forma de tecnologia subaquática movendo-se a velocidades extremamente altas, nestas regiões. Tal tecnologia permite que seus proprietários cheguem subitamente à superfície do mar e acelerem seus veículos a uma velocidade ainda maior no sentido do espaço exterior. Também tivemos outros eventos próximos em Baía Blanca, na costa da Argentina, nos anos 50. Espaçonaves entrando nos oceanos e viajando milhares de quilômetros submersos sugerem a existência de bases e plataformas estabelecidas em todo o planeta, através das quais nossos visitantes poderiam observar o desdobrar dos eventos que realizamos, tais como o uso positivo e negativo de nossa tecnologia.
Para o cientista Hurtak, os ultraterrestres estão livres das amarras tecnológicas
representadas pelos discos voadores, mesmo muito avançadas. Um exemplo
disso é a manifestação de flotillas no México

Também foram registradas tais manobras em outros períodos da história... Nos anos 70, por exemplo, durante manobras do governo norte-americano no Caribe, naves não identificadas também foram seguidas por navios soviéticos presentes na região. Aqueles veículos saíram do oceano e ficaram na frente da proa das embarcações dos EUA, separando-as das rivais. Foi o mesmo que dizer: “Coloquem os seus brinquedos militares de lado, pois o tempo para viver em paz é curto”.

O senhor trata desses casos em As Chaves de Enoch?
O livro apresenta um modelo de muitas áreas da ciência, que conduz o leitor a enxergar a realidade da presença ultraterrestre no planeta e oferece um modelo superior de organização, que mudará a vida no nosso e em outros sistemas solares, em nível muito maior do que o imaginado pelos cientistas e ufólogos de hoje.

As abduções seriam parte desse processo? Qual é o objetivo de tais experiências?
Após estudar milhares de casos de seqüestros na África, na América do Norte e do Sul, concluí que são procedimentos médicos feitos com humanos por formas embrionárias de inteligências extraterrestres, que estariam utilizando nossa raça para uma variedade de experimentos. Acredito as abduções desrespeitam a liberdade e dignidade humanas, além de princípios cósmicos que determinam às diferentes raças estelares que solucionem seus próprios problemas, atendo-se a uma ética biológica de não-interferência em outros mundos. Experimentos envolvendo violência física e implantes técnicos subcutâneos, conforme tem sido constatado pelos pesquisadores, são agressões. Tais princípios cósmicos regem formas peculiares de inteligência que estão guiando a humanidade em seus passos iniciais, através da música, das artes criativas e das grandes descobertas da ciência. Todas essas atividades acrescentam dignidade à raça humana, bem como abrem infinitas possibilidades de aperfeiçoamento da centelha divina plantada dentro do ser humano, no momento da encarnação ou nascimento.

Com base em suas pesquisas é possível afirmar que os extraterrestres que visitam nosso planeta podem ser divididos em positivos e negativos?
Esta pergunta apresenta uma lógica dualista. Há mais de 70 categorias de extraterrestres nos visitando, muitas das quais neutras, nem positivas ou negativas. Portanto, temos que ter em mente um cenário mais amplo. Um exemplo é o que foi visto recentemente no México, quando frotas de centenas de objetos luminosos apareceram e não mostravam nem tecnologia física, nem as limitações normalmente atribuídas aos efeitos físicos [Veja edições UFO 109 e 112]. No caso de 10 de junho de 2004, em especial, os mais de 500 objetos filmados sugerem uma categoria de civilização que existe em muitas formas além do aspecto físico. Minha conclusão é de que os responsáveis por aqueles veículos parecem estar interessados em observar a rápida aceleração da raça humana no sentido de sua própria destruição. Isso por causa do completo desrespeito do ser humano ao meio ambiente planetário.

A humanidade deve fazer uma mudança de rumo? 
Enquanto espécie, nós aprendemos muito pouco desde que a primeira bomba atômica foi ativada, em 1945. Há a necessidade de vermos de maneira mais ampla o potencial de nosso próprio destino, que não é dualista nem orientado para a lógica científica do ocidente ou do imperativo econômico de corporações multinacionais. Estas estão exaurindo rapidamente os recursos de nosso planeta, aparentemente sem compreensão de que a humanidade planetária corre riscos. Nossa raça tem, agora, que se mover em direção do espaço, tirando partido dos recursos que ali estão, em planetas próximos, asteróides ou através de outras evoluções cósmicas.

Em seu livro o senhor fala da chegada de gigantescas naves de extraterrestres negativos e sua guerra contra os positivos. Diz que isso será precedido de indicadores astronômicos e que as comunicações serão cortadas. O senhor poderia explicar melhor
Sim. Por exemplo, na chave 2-1-6 de As Chaves de Enoch me refiro à constelação chamada Perseus, para efeito de uma nova forma de intercomunicação astrofísica. Veja que, recentemente, os cientistas britânicos captaram sinais vindos daquela constelação, num total de 57 oitavas além do C médio [Nome da nota Dó na nomenclatura musical inglesa e alemã], na região que os cientistas chamam de Lá sustenido. Portanto, temos nesta descoberta um evento científico preciso de recebimento de sinais musicais de fontes do espaço exterior. Uma outra área, na chave 2-0-5, fala de labaredas solares [Solar flares] assumindo um papel bastante significativo nas mudanças planetárias diante de determinados eventos que acontecerão. É interessante observar que, em 2004 e 2005, houve um aumento de tais labaredas, que, de acordo com especialistas da ONU, são responsáveis pela mudança dos padrões climáticos da Terra – e de forma bastante singular, efetuam mudanças geofísicas em nosso planeta, associadas à supertempestades.

A obra de Hurtak, considerada pelo autor
como um modelo para se compreender a
presença alienígena na Terra, sob uma
ótica simbológica e metalingüística
O senhor acredita que essas mudanças climáticas poderão influenciar o modo de agir da humanidade?
Creio que sim. Essas supertempestades aumentarão daqui para frente, o que colocará a humanidade de joelhos, pedindo ajuda de outras civilizações cósmicas. Suas ações servirão de exemplo para mover nossa raça para além da globalização, chegando ao que eu chamo de “povalização” [Peoplelization], que são as pessoas ganhando sentido e assumindo o controle dos recursos do planeta. Isso foi apresentado durante o evento Avenue of the Stars [Avenida das Estrelas].

O senhor poderia nos apresentar outros exemplos relacionados à evolução da humanidade, presentes em seu livro? 
Existe inúmeros, como a descoberta de significativas ruínas arqueológicas em Yonaguni, perto da costa de Taiwan, uma enorme estrutura de mais de 200 m comprimento e idade estimada em 10 mil anos, encontrada sob o mar, na década de 90. Isso foi mencionado no mapa-múndi da chave 2-1-5 de meu livro, que falava de uma história evolutiva anterior. Além disso, os recentes eventos na área da Ilha de Flores, Indonésia, foram também preditos em sua linha latitudinal – 121º27’ latitude leste –, que passa exatamente sobre o local. Nessa região foi descoberta em 2004 uma espécie humana de baixa estatura batizada de Homo floresiensis, que viveu pelo menos até 18 mil anos atrás. Tal achado foi anunciado pela revista Science em março deste ano.

Sua obra é capaz de nos dar um mapeamento de fases anteriores da humanidade?
Sim, ela oferece o mapa de onde foram feitos, em determinados períodos, testes anteriores de uma proto-humanidade. E sugere ainda que aqueles que realizaram tais experimentos com a raça humana e suas diversas ramificações estão agora voltando para verificar os resultados de suas ações, para atualizá-las e conduzir o ser humano coletivamente num sentido superior, que poderia ser chamado, conforme meu falecido colega John Mack mencionou, de um “passaporte para o Cosmos”.

Como o senhor acha que a população, os cientistas, religiosos, militares e autoridades governamentais reagirão quando houver uma chegada pública e definitiva dos extraterrestres?
Está muito claro que, no tempo da Guerra Fria entre os EUA e a URSS, havia razões lógicas para não se discutir a realidade extraterrestre. Primeiro, porque se a tecnologia alienígena fosse descoberta e se uma dessas nações pudesse acessar sua engenharia, acabaria tendo vantagem bélica sobre a outra. Mas essa idéia é passado. Agora, na era de Steven Spielberg e George Lucas, creio que a humanidade de nosso jovem planeta sabe – quer intuitivamente ou através de determinado tipo de expansão de consciência – que em outros tantos milhões de galáxias existe outras formas de vida. Já os burocratas que vivem de estatísticas não verão o cenário como o resto da humanidade, para quem a chegada de nossos visitantes será encarada de forma mais ampla e positiva. Especialmente por parte de jornalistas e pesquisadores que trabalham com o tema ufológico com seriedade, bem como sociólogos de ponta, antropólogos e peritos. Todos se dão conta de que o planeta está ficando cada vez menor e seus recursos também. Isso requer um novo entendimento da raça humana e da aceitação de sua cidadania cósmica, para nos tornarmos Homo universalis.

Ainda sobre seu livro, o senhor disse ter chegado ao sétimo céu. Como isso é possível para um ser humano? Houve alguma forma de preparo?
O meu livro é considerado uma obra cabalística, o que significa que é escrito com uma simbologia e metalinguagem própria. Ou seja, tem um significado em sete níveis de realidade científica, desde a partícula subatômica até a atividade da consciência da supermente. Minha experiência deu-se no contexto de algo ultraterrestre, no qual não foi o meu eu físico que recebeu autorização de experimentar outras dimensões, mas o transfísico ou meu eu consciencial que recebeu autorização de experimentar outras dimensões. Na linguagem cabalística, isso equivaleria a uma realidade superior de ver as supermentes ou as inteligências mestres, além do reino físico ou extraterrestre.

O senhor vê que há perigo na manifestação de seres extraterrestres?
As Chaves de Enoch está escrito de uma forma que possa advertir o leitor contra seres extraterrestres que ficam “brincando” cientificamente com a raça humana. Ao mesmo tempo, o livro serve como um modelo para compreender as pegadas anteriores do homem, conduzindo-o a uma aceleração do conhecimento através do qual a raça humana descobrirá a presença de um reino muito maior de inteligência, a dos seres ultraterrestres ou seres de luz integral. São eles que orquestram o compartilhamento dos dons espirituais divinos com a raça humana.

Que pesquisas a respeito da presença extraterrestre no passado, ou no presente, a Academia para Ciência Futura está realizando no momento?
A Academia desempenha um papel muito importante ao documentar eventos reais conectados com a realidade extra e ultraterrestre. Um exemplo é o conjunto casuístico que ficou conhecido como A Noite Oficial dos UFOs no Brasil, em 19 de maio de 1986. Como se sabe, parte do material referente a este caso foi tornado público pelo Governo brasileiro, em maio passado. Ainda naquela época, fazendo palestras no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), tive oportunidade de ver com meus próprios olhos e tirar fotos daquilo que creio serem formas de inteligência ultraterrestres, que se moveram sobre São Paulo, Rio de Janeiro e regiões mais amplas de ambos os estados [Veja detalhes na documentação da campanha UFOs: Liberdade de Informação Já]. Os artigos publicados na época mostram um elevado interesse por parte de cientistas dos EUA nos eventos que estavam ocorrendo no Brasil e noutras partes do mundo.


Os seres que realizaram experimentos com a raça humana 
estão voltando para verificar os resultados de suas ações 
e conduzir o ser humano num sentido superior, que poderia
 ser chamado, como meu falecido colega John Mack 
mencionou, de um ‘passaporte para o cosmos’


Além do Brasil e dos EUA, há outros países nos quais a Academia desenvolve pesquisas relacionadas ao Fenômeno UFO? 
Também estamos presentes no México. Durante recentes casos de avistamentos naquele país, como o ocorrido em Campeche, em março de 2004 [Veja as edições 110 e 112 de UFO], alguns dos pilotos envolvidos eram membros da Academia e atuaram decisivamente para mostrar a realidade do fato, abrindo a mente de outros especialistas do mundo inteiro. A Academia também opera em conjunto com colegas mexicanos, como Jaime Maussán e alguns advogados trabalhando para erigir uma nova legislação espacial. Buscamos com isso cumprir nosso papel de ajudar a aumentar as fronteiras científicas de diálogo e entendimento entre as diversas culturas e ramos da sociedade humana.

Que mensagem o senhor deixaria para os leitores da Revista UFO e aqueles que admiram seu trabalho?
Que a humanidade se defronta hoje com um momento muito importante em sua trajetória, quando devemos nos mover todos juntos e para frente, encarando o livro da vida de maneira mais ampla e entendendo que a raça humana não é senão um pequeno parágrafo dele. Saudamos os esforços de jornalistas brasileiros que falam a verdade, em parceria com cientistas e especialistas, o que tem tornado o Brasil um modelo de cooperação para todos os países do mundo. Isso nos fará ir além do antigo paradigma e ter uma nova realidade, na qual devamos aceitar as responsabilidades de nos preparar para a cidadania cósmica. Creio no diálogo com as centelhas divinas da inteligência cósmica. Nosso trabalho, feito em conjunto, vê a ciência extraterrestre como um modelo real de ciência, como parte de um grandioso esforço científico que precisa ser convergido para um ponto comum.

Este texto é de autoria de Roberto S. Ferreira.
Todos os direitos reservados a Revista UFO.


ARANHA MARROM - URGENTE!


Tenham muito cuidado com esta aranha. Após lerem este e-mail, vejam as fotos do que ela é capaz! Observar roupas de cama mesa e banho antes de usar, sacudir muito bem sapatos antes de calçar.

Remover frequentemente quadros, painéis e objetos pendurados. Vedar frestas buracos na parede, assoalhos e forros. Entre as aranhas venenosas existentes no Brasil a pequena aranha marrom é a mais comum.

As fotos que ilustram essa matéria, revelam a evolução do ferimento causado pela picada. O veneno causa alterações na pele que pode até levar a morte. Em virtude do desmatamento a redução dos seus predadores (lagartixas, galinhas, sapos, etc...) ela adquiriu hábitos urbanos e os acidentes aumentaram.

Calor exige cuidado redobrado com aranha marrom. É bom ficar atento a tênis e sapatos.

COMPORTAMENTO


Essas aranhas não são agressivas e só reagem quando se sentem ameaçadas, causando assim a picada quando pressionadas contra o corpo. A maior incidência do acidente é na primavera e no verão.

HABITAT


Elas habitam em casca de árvores, fendas de muro, parede, forros, pilhas de tijolos, entulhos, dentro de roupas, sapatos e roupas de camas. Sua picada é indolor e só após 12 á 14 horas surge
inchaço e vermelhidão, dor local e queimação com ou sem coceira.

Podendo surgir bolha e necrose (morte do tecido). Edemas nas mãos, face e pés longe do local da picada.

Se ocorrer boca seca, urina escura, pouca quantidade de urina, sonolência e mal estar, CUIDADO! Estes são sinais de gravidade.

CONFIRA AS FOTOS DO PRIMEIRO AO DÉCIMO DIA APÓS A PICADA:


4 Dias

5 Dias

6 Dias

9 Dias

10 Dias


Exercícios Neuróbicos

Neuróbica são exercícios para o cérebro que ajudam a desenvolver a concentração, a percepção, o raciocínio, a memória, a criatividade e nos capacitam a aprender mais rápido. Ao experimentarmos novos estímulos, o cérebro é ativado e nos protegemos contra o envelhecimento precoce, o esquecimento e a dificuldade para aprender. Ter um cérebro ágil e saudável é fundamental para enfrentar os desafios que a vida proporciona. A maior parte do dia ocupamos o cérebro com rotinas que limitam o potencial dele. Os exercícios nos fazem sair da zona de conforto e assim expandimos o potencial do cérebro. Partes do cérebro nunca ativadas passam a funcionar.

A Neuróbica baseia-se em pesquisas sobre neurociência.

A Neuróbica usa exercícios para os cinco sentidos, além de outros como de lógica, criatividade, reflexão, etc., que podem ser realizadas a qualquer hora. Você realiza de forma diferente o que faz diariamente. O objetivo é surpreender o cérebro e quebrar a rotina dele. A neuróbica ajuda na neurogênese,que é a geração de novos neurônios, importante para o melhor funcionamento da memória e inteligência.

Exemplos de exercícios neuróbicos: fazer o trajeto de casa para o trabalho ou escola por caminhos diferentes, palavras-cruzadas, jogo dos sete erros, refletir sobre imagens, textos, etc. 

Com os exercícios neuróbicos começamos a perceber aquilo que os outros não enxergam. Talvez você descubra algo tão interessante que o ajude a mudar de profissão ou a melhorar algo no seu trabalho, ganhar mais dinheiro. Os inventores e as pessoas visionárias vêem aquilo que a maioria das pessoas não vê.

Alguns exemplos para você testar:

Você consegue ver 10 rostos nesta árvore?


 Consegue ver um rosto nesta imagem?


 Consegue ver um bebê nesta outra?


 Consegue ver um casal se beijando?


 Consegue ver 3 mulheres?


 Consegue ver a diferença entre um sapo e um cavalo?
Preste atenção!


Esferas Misteriosas

Pelo menos 200 dessas esferas foram extraídas das profundezas rochosas da mina de prata de Wonderstone, na África do Sul. Até aí nada demais, não fosse por algumas características dessas esferas:

- São feitas de uma mistura de níquel/aço, não encontrada na natureza. Algumas são tão resistentes que sequer foram arranhadas por brocas de aço;

- Outras, quando abertas, revelam um material esponjoso que se transforma em poeira em contato com o ar;

- O equilíbrio do peso delas é extremamente bem calculado. Tão bom que, analisado no California Space Institute, excedeu os limites de precisão com os quais eles trabalham;

- A maioria das esferas possui uma absurda semelhança com a misteriosa lua de Saturno, Iapetus, cujo estranho desenho só foi conhecido em detalhes em janeiro de 2005. Possui os 3 riscos perfeitamente paralelos ao redor da esfera;

- Agora, o "detalhe" mais insignificante: a idade estimada dessas esferas é de 2.8 a 3 bilhões de anos, quando a forma de vida mais complexa na Terra, nesta época, eram as algas marinhas.

"Um mistério completo", de acordo com Roelf Marx, curator do museu sul-africano de Klerksdorp, que cuida da exposição destes objetos. Uma das esferas, mesmo dentro de um vidro e sem sofrer qualquer vibração, gira sozinha no próprio eixo.

Podemos tirar daí algumas suposições: Ou as algas marinhas são mais inteligentes do que supomos; ou a natureza possui um estranho senso de humor; ou outras civilizações de terráqueos precederam a nossa, e foram ainda mais avançadas; ou nosso planeta era habitado por civilizações alienígenas.

     




OVNIs Sobre o Kazaquistão

Capturado no dia 27 de março, no Kazaquistão.