domingo, 19 de junho de 2011

LHC cruza fronteira para nova física

Hoje, por volta das 10:50, horário local, um marcador na sala de controle do LHC passou de 0,999 para 1, atingindo algo que os físicos chamam de luminosidade integrada.
Luminosidade integrada
O contador agora marca 1 femtobarn inverso.
Hoje, por volta das 10:50, horário local, um marcador na
sala de controle do LHC passou de 0,999 para 1, atingindo
algo que os físicos chamam de luminosidade integrada.
[Imagem: CERN]
Essa é a quantidade de dados acumulados por meio dos experimentos ATLAS e CMS, um marco importante na busca daquilo que os cientistas chamam de uma "nova física".
O número significa uma quantidade que os físicos chamam de luminosidade integrada, que é uma medida do número total de colisões produzidas.
Um femtobarn inverso equivale a cerca de 70 milhões de milhões (70 x 1012) de colisões e representa uma quantidade de dados que os físicos acreditam ser suficiente para cruzar as fronteiras da física atual.
Nova física
Atingir um femtobarn inverso era o objetivo definido para todo o ano de 2011, tendo sido atingido com apenas três meses de colisões.
"Quando nós estabelecemos o objetivo de alcançar um femtobarn inverso em 2011 foi por uma boa razão: essa quantidade de dados pode muito bem dar-nos acesso a uma excitante nova física," afirmou hoje Steve Myers, diretor do CERN.
Nessa nova física que os experimentos do LHC estão procurando está o mecanismo de Higgs e a supersimetria.
O mecanismo de Higgs, e sua partícula associada, também chamada de partícula de Deus, é o último ingrediente que falta do chamado Modelo Padrão da física de partículas, que explica o comportamento e as interações das partículas fundamentais que compõem a matéria comum, da qual nós e tudo ao nosso redor é feito.
Sem o mecanismo de Higgs, a teoria não consegue explicar o que dá massa às partículas.
A supersimetria é uma teoria que vai além do Modelo Padrão. É uma teoria mais elegante da matéria ordinária, e também poderia explicar a misteriosa matéria escura, que compõe cerca de um quarto do Universo.
Com um femtobarn inverso de dados há uma chance real de que, se estas teorias estiverem corretas, elas vão começar a manifestar-se nos dados.
Os experimentos do LHC estão agora trabalhando arduamente para deixar os resultados prontos para as principais conferências de física desta temporada: a conferência da Sociedade Europeia de Física sobre Física de Altas Energias, que será realizada em Grenoble de 21 a 27 de julho, e a Conferência Lépton-Fóton, este ano organizada pelo Instituto Tata, em Mumbai, de 22 a 27 de Agosto.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Jornalista Argentino Fotografa OVNI


O jornalista argentino Néstor Sánchez fotografou um objeto voador não identificado a 180 km da cidade de Salta, no último dia 1º de junho. Calcula-se que, no momento da imagem, o objeto estivesse a 3.200 metros do chão. 


Mas a foto não foi intencional. Sanchez viajava com um grupo de pessoas pela rodovia Ruta Nacional 51, em direção ao Chile, enquanto fotografava a paisagem com sua Nikon D90. O objeto passou tão rápido que o jornalista só percebeu que havia registrado algo estranho quando viu as imagens mais tarde.


Primeiramente, ele acreditou ser um avião da Força Aérea do Chile, que costuma sobrevoar aquela área. “Mas não era: o objeto é circular, sólido, de aparência metálica e, embaixo do seu corpo central, existem dois núcleos diferentes menores. Realmente impressionante.”, conta Sanchez, que se dizia cético sobre o assunto antes de capturar a foto.
(via El Tribuno)



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pirâmides no Brasil

Antes de prosseguir, recomendo às pessoas que ainda não têm conhecimento, que leiam a respeito das pirâmides da Bósnia, pois parece ser um caso muito similar ao que foi encontrado no Brasil dado às suas diferentes proporções.  O site das pirâmides da Bósnia é http://www.bosnianpyramid.com/.


Mas vamos ao que nos interessa.  Recentemente recebemos um e-mail de um de nossos colaboradores e colega de pesquisa, Isaías Balthazar da Silva, o qual nos enviou uma informação muito empolgante.  Esta informação serve para mostrar que a história da humanidade, como nos foi passada, pode estar completamente errada.  E se o que esta descoberta que anteriormente era impensável legítima, por que duvidar de que temos sido visitados por inteligências alheias à cultura humana geral?

Veja o que Isaías escreveu:

…Envio em anexo, outro relatório, este porém foi elaborado por um geólogo brasileiro que se deparou com a descoberta de uma pirâmide na região de São Paulo. O relatório elaborado por ele foi encaminhado ao MPF (Ministério Público Federal), pelo fato de que este sítio arqueológico estaria sendo depredado, mais uma vez esta informação não foi amplamente divulgada e até agora não se sabe de medidas adotadas pelas instituições públicas lêia-se: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), no sentido de estudo ou proteção a referida descoberta.
Abraços
Isaías Balthazar da Silva.

A propósito, a primeira parte do e-mail de Isaías era justamente sobre as pirâmides da Bósnia, mas como já existe muita informação sobre as mesmas na Internet e a informação das possíveis pirâmides brasileiras são praticamente desconhecidas, decidimos focar nas  mesmas.  Aliás, graças ao Isaías, conseguimos contato direto com o geólogo Paulo Roberto Martins, o qual nos deu permissão para publicar seus documentos.

Se for confirmado a existência destas pirâmides no Brasil, apesar de seus tamanhos não se equipararem às do Egito e das possíveis pirâmides da Bósnia, seremos forçados a reanalisar tudo que sabemos sobre a história antiga do Brasil.

Veja a extensa documentação abaixo:
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Reconhecimento de Campo na Feição Anômala do Bairro Palmeiras, Município de Natividade da Serra-SP.

Geól. Paulo Roberto Martini, MSc.
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE
Av. dos Astronautas xxxx SERE II-Sala xx
12227-010 São José dos Campos SP.
Fone xxxxxxxxxxxx Fax xxxxxxxx
<martini@dsr.inpe.br>


1. Antecedentes.
Com base em fotos do local cedidas por arqueólogo amador em 2003 foi aventada a hipótese de existir ali uma edificação antiga segundo uma estrutura anômala de forma piramidal. Foi reunido e analisado então pelo autor um significativo acervo bibliográfico envolvendo Arqueologia, principalmente monumentos arqueológicos e Sensoriamento Remoto.  Discussões com jornalistas e historiadores se seguiram e algumas reportagens em jornais foram editadas. Exemplo de uma delas, editada no Jornal Gazeta do Povo de Curitiba, encontra-se anexa.
Um descritivo parcial elaborado a partir das fotos recebidas e da leitura de mapa geológico e de imagens de satélite foi elaborado pelo autor e enviado em 2009 para o Ministério Público Federal-Procuradoria da República em Taubaté. Cópia desta nota técnica se encontra também anexa a este documento e deve ser lida antes da leitura deste.
Como se desprende da leitura da nota técnica foi prometido uma visita ao campo para verificar localmente o afloramento dos blocos, sua natureza geológica e distribuição espacial.
Este documento apresenta as informações coletadas em campo e parte da documentação fotográfica recebida do arqueólogo amador bem como parte do acervo de fotos tomadas pelo autor na visita realizada no dia 30 de setembro de 2009. Trata também da frustração do autor ao se defrontar com o edifício totalmente desmontado e removido do local.

2. Localização.
O sítio de estudo se localiza nos fundos do Hotel Fazenda Palmeiras, no bairro de mesmo nome do Município de Natividade da Serra. O hotel e o bairro situam-se logo na margem direita do Rio Paraibuna. O acesso é feito pela Rodovia Osvaldo Cruz no ponto GPS S:23:20:23 e W:45:16:31. A porteira do Hotel Fazenda se localiza no GPS S: 23:25:07 e W 45:17:22 e as coordenadas do sítio da feição são: GPS S:23:25:08 e W 45:17:49. O mapa da Figura 1 mostra a localização do bairro segundo uma leitura mais regional.
O acesso local ao sítio se faz pela vicinal que passa em frente à Igreja, seguindo por 500 metros, dali toma-se a direita pelo campo buscando a Cachoeira da Porciana. O sítio de interesse está logo antes da queda final da cachoeira do lado esquerdo. Nele ainda está mantido a estrutura de madeira triangular utilizada para erguer os blocos rochosos que compunham o edifício original. As fotos 2 e 3 mostram a trilha que segue pelo campo em direção ao sítio que se localiza nos fundos das fotos à esquerda. A Cachoeira da Porciana está nos fundos à direita. As duas fotos foram tomadas na direção norte a partir da margem da vicinal que passa em frente à igrejinha do bairro, respectivamente em 2003 e 2009.

3. Materiais Utilizados.
Foram usadas cartas, mapas e imagens descritas abaixo:
-Carta Topográfica da FIBGE-Folha Natividade da Serra (SF-23-YD-III) 1:50.000, 1974.
-Mapa Geológico do Estado de São Paulo do IPT, escala 1:500.000, 1981.
-Imagem digital do satélite LANDSAT-5 gravada em julho de 1998 (figura 4).
-Imagem digital CCD do satélite CBERS-2B gravada em julho de 2007 (figura 5).
-Imagem digital HRC do satélite CBERS-2B gravada em setembro de 2008 (figura 6).

Além destes materiais foi estudado o acervo bibliográfico apresentado ao final desde documento.

4. Observações em Campo.
4.1. Rochas aflorantes.
A área é composta por um morro forrado de blocos de rocha magmática máfica composta predominantemente de piroxenos e plagioclásios que lhe conferem uma dureza acima da média e uma homogeneidade muito grande. A camada de alteração intempérica é mínima (figura 7) e sua dureza facilita o lascamento e a esculturação em grandes blocos monolíticos, alguns da ordem de toneladas como se pode desprender das fotos coletadas pelo arqueólogo amador quando da primeira visita em 2003 (figuras 8 e 9).
Estas rochas evoluíram nos primórdios da consolidação dos terrenos cristalinos paulistas e pertencem a um pacote denominado Arqueano B, petrograficamente classificadas como Charnoquitos e datadas como mais antigas que 2.2 bilhões de anos, segundo critérios geocronológicos (Mapa Geológico-IPT/1981).

4.2. Registros Arqueológicos.
A figura 10 explica claramente a frustração que tomou conta do autor quando se defrontou com o local-objeto da investigação. O edifício havia sido totalmente removido tendo sobrado apenas um monólito além da armação utilizada no seu desmonte. No sítio onde se encontravam mais de uma dezena de grandes monólitos edificados como mostra as fotos das figuras 8 e 9 de 2003 sobrou apenas o terrapleno e o aterro. Todo o edifício havia sido removido como mostra a figura 11.
Não se conhece até agora as causas da remoção dos blocos nem tampouco o local para onde foram transpostos. Não deve ter sido para qualquer lugar dado o volume dos monólitos bem como dos seus pesos descomunais. Para se ter uma idéia o monólito de rocha granulítica remanescente mediu 1,75 metros de altura e sua base 0.75×0,35 metros.
Não apenas os grandes blocos foram recolhidos mas também pequenas amostras e seixos foram retirados do local. Não sobraram testemunhos que pudessem sustentar uma hipótese científica para a origem das edificações do local. A certeza que se tem a partir das fotos antigas (2003) é que os bloco são artifactos muito grandes e muito pesados dispostos segundo uma estrutura piramidal cuja finalidade é ,ainda, desconhecida.

4.3. Acervo Bibliográfico.

1-El-Baz, F.  (1997):   Space Age Archaeology. Scientific American vol. 277 (part 2), pg.40-45.
2-Ferreira, M.C.: Uma idéia de Brasil em um mapa inédito de 1746. Xérox sem data. 11 páginas.
3-Fowles, M.J.E. (2000): In the Search of History. Imaging Notes Magazine,vol.15 n.6, nov-dez, pg.18-21.
4-Heckenberger, M. e outros. (2003). Amazonia 1492: Pristine Forest or Cultural Parkland. Science vol.301, n.5636, 19 setembro, pg.1710-1714.
5-Magli, G. (2009). Misteries and Discoveries of Archaeoastronomy from Giza to Easter Island. Copernicus/Springer. New York.
6-Martini, P.R.; Vieira, R.M.S.P.; Valles, G.F.; Leite, F.A., Arduino, R.G.C.; Pizano, M. (2003): Sensoriamento Remoto da Trilha do Anhanguera: mapeando o percurso de um pioneiro no Brasil do século XVIII. XI Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. Belo Horizonte, Anais. CD ROM.
7-Martini, P.R.; Godoy Filho, J.; Arduino, R.G.C.; Coimbra,  S.P.; Silva, G.G. (2009). Sensoriamento Remoto como suporte para estudos cartográficos sobre o território da América Portuguesa entre 1500 e 1822. Anais do Museu Paulista. Nova Série vol.17, n.1. Janeiro-Junho. USP.
8-NASA-JPL. (2000): Seeing Earth in a new way: SIR-C/X-SAR Experiment. Jet Propulsion Laboratory, California Institute of Technology, Pasadena-CA. Report JPL-400-823.
9-Nordemann, D.J.R; Rigozo, N.R. (2003): As Árvores contam uma História do Sol. Scientific American-Brasil, ano II nr. 14,  julho, pg. 30-37.
10-Prous, A (1992) Arqueologia Brasileira. Universidade de Brasília Ed.
11-Reeves, R.G.-ed. (1974): Manual of Remote Sensing. Chapter 26: People: Past and Present. American Society of Photogrammetry, Falls Church, VI.

4.4. Acervo de Imagens e de Fotos.

Figura 1. Mapa de Localização Regional.

Figura 2. Panorama da trilha em foto de 2003.

Figura 3. Panorama da trilha em foto de 2009.

Figura 4: Imagem do satélite LANDSAT-5 de julho de 1998 com o Bairro Palmeiras em azul, no centro da cena, margem direita do Rio Paraibuna.

Figura 5. Imagem CCD do satélite CBERS-2B gravada em julho de 2007 com o Bairro Palmeiras em azul, na margem do rio Paraibuna, canto superior direito da cena. Observar que nesta data já aparece o açude que deu origem ao parque de águas do Hotel-Fazenda.

Figura 6. Imagem HRC do satélite CBERS-2B gravada em setembro de 2008 mostrando detalhes do Bairro Palmeiras já com a ponte semi-construída sobre o Paraibuna substituindo a balsa. Nesta imagem de maior resolução (2.5m) se percebe que o lago do açude avança para o local do monumento.

Figura 7. Bloco remanescente de granulito mostrando a discreta camada de alteração depois de 2,2 bilhões de anos sujeito ao intemperismo.

Figura 8. Conjunto de monólitos dispostos no local na foto de 2003

Figura 9. Foto de 2003 tomada do topo do morro com afloramento de rochas granulíticas. Observar ao fundo a estrutra triangular usada para desmontar o monumento e que ainda estava no local em setembro de 2009.  À direita o arqueólogo amador que fez o levantamento fotográfico de 2003.


Figura 10. O local de investigação em setembro de 2009. A estrutua triangular para desmonte do edifício continua no local e o monólito remanescente com 0,5 m3 de rocha granulítica caprichosamente entalhada. Ao fundo o açude e o Hotel Fazenda.

Figura 11. O monólito remanescente em 2009 colocado sobre aterro com a parede do corte ao fundo.

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4.5 Anexo:  Nota Técnica elaborada pelo autor em 2009 para Ministério Público Federal em Taubaté.

PARECER TÉCNICO
Em atenção ao Oficio 33/208 de 11 de janeiro de 2008 onde V.Sa. solicita informações sobre a existência de estudos sobre a feição anômala de Natividade da Serra, informamos:
1. Efetivamente fomos apresentados á feição através de fotografias do local trazidas ao INPE por pessoa que se interessa por arqueologia e que teve a oportunidade de visitar o local como turista.
2. A análise feita nestas fotos mostrou que o local é conformado por blocos de rocha cristalina com formas não compatíveis com aquelas que seriam de se esperar, a partir de um processo erosivo tradicional. Ao invés de uma esfoliação esferoidal, na verdade os blocos se apresentavam tipicamente com arestas vivas, cortados segundo grandes paralelepípedos com aproximadamente 2 metros de altura e base de 1 m2, aproximadamente, seguindo a escala de pessoas que se encontravam ao redor.
3. Especialmente um bloco, este sub-arredondado, mas com uma aresta viva no topo, nos chamou atenção por mostrar uma textura granular típica de rocha bem rara, que costuma ocorrer no derrames vulcânicos submarinos, no inicio de um processo formador de montanhas. Esta textura é conhecida na literatura geológica como “spinifex”.  Tratava-se portanto de rochas muito antigas. O mapa geológico da região editado pelo IPT aponta aquela seqüência de rochas como pertencentes ao Complexo Costeiro, cujas datações alcançam mais de 2.5 bilhões de anos.
4. A organização estrutural da feição e o fato de ser edificada por rochas ímpares, cuja escultura (em pedra) não é parte da cultura dos nossos paleoíndios brasileiros, chamou nossa atenção de que poderia se tratar de um monumento de origem arqueológica mais antiga do que as culturas comumente conhecidas no Brasil.
5. Assim, procuramos paralelos, tanto na literatura arqueológica quanto na literatura de Sensoriamento Remoto. Encontramos paralelos em vários locais, ressaltando-se os monumentos pré-colombianos do sudoeste americano e aquele do Stonehenge, na Grã-Bretanha. Reconhecemos também outros monumentos ou sinalizadores descritos na costa da Inglaterra que seriam indicadores ou atalaias para os antigos navegadores se comunicarem, por serem as rotas recorrentes no tempo, assim como são também os sítios arqueológicos tradicionais. Artefatos em rochas cristalinas na América do Sul é particularidade dos incas e dos seus ancestrais que trabalhavam um tipo de rocha granítica ou granitóide pouco fraturada, de textura muito homogênea que permite escultura em grandes blocos. Este parece também ser o caso de Natividade da Serra.
6. Devemos lhe informar por fim de que não publicamos até agora nenhum trabalho cientifico sobre o assunto, visto que as dúvidas são bem maiores do que as certezas. Existem as reportagens de jornal que traduzem bastante o que já sabemos, mas também traz muito do entusiasmo natural que estes assuntos provocam nos editores de notícias.
7. Observamos também que não fizemos nenhuma visita ao local, o que deverá ocorrer assim que estivermos com todas as informações de escritório prontas.
Ficamos à sua disposição para outros esclarecimentos.

Paulo Roberto Martini
Geólogo

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4.6. Anexo: Artigo do Jornalista Julio Ottoboni publicada em 2009 no jornal Gazeta do Povo de Curitiba-PR



Descoberta Pirâmide no Brasil 
Arqueólogo da USP diz que achado pode revelar a presença de culturas antigas e muito avançadas 

Curitiba – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) estuda uma estrutura feita de granitos, que pode vir a ser a primeira pirâmide do Brasil. O geólogo e especialista em sensoriamento remoto, Paulo Roberto Martini, chegou a uma conclusão inicial. Essa composição de rochas foi feita pelo homem. O monumento foi descoberto por acaso, numa fazenda no município paulista de Natividade da Serra, nos limites do Parque Estadual da Serra do Mar. São imensas pedras cortadas e empilhadas na forma de degraus até seu topo. “Ainda é cedo para afirmar algo de concreto, mas estamos diante de uma construção feita por uma civilização primitiva avançada”, destaca o cientista.

Além de um amontoado de pedras, esse também é o mais novo mistério da arqueologia brasileira e coloca sob discussão a historia atual da ocupação do território brasileiro no período pré-descobrimento.

Basta ter contato com os milhares de blocos graníticos recortados e distribuídos na encosta de um morro para que surjam inúmeros questionamentos. Que cultura seria está ? Em quanto tempo fizeram essa edificação ? Por que e quando foi construída? Perguntas que dificilmente serão respondidas de pronto, mas que prometem gerar um turbilhão de dúvidas, polêmicas e especulações.

O local fica próximo a um riacho, que poucos metros a frente deságua no Rio Paraibuna. Os imensos blocos graníticos, cortados com precisão, continuam parcialmente empilhados. Com o tempo acabaram por perder o traço construtivo original, mais inclinado e no formato de uma grande escada ascendente. Os imensos tijolos podem ser visto na superfície. Uma boa parte se encontra soterrada pela erosão e outra ainda sustenta a estrutura em largas paredes. Vários, porém, se deslocaram com a ação do tempo. As chuvas e o peso das rochas recalcou o terreno, fazendo-os escorregar ou mesmo criar pequenos empilhamentos.

Basta remover um pouco da terra acumulada para se desvendar uma complexa armação. As pedras, geralmente em formato retangular, variam de 1 a 2 metros de comprimento, de 0,40 a 0,70 metro de espessura por 0,80 a 1 metro de largura. Foram assentadas bem unidas e os vãos – quando existiam – foram completados com pedras menores e fixadas por uma mistura de barro, semelhante a argamassa. Duas faces do monumento estão recobertas pela mata. Nestes locais se encontram centenas de pedras, tendo as raízes das árvores tendo movimentado diversas delas.

Numa tentativa de desvendar maiores detalhes do monumento, uma das faces acabou sendo alvo de escavações sem qualquer critério feitas pelos empregados da fazenda, incluindo a remoção de grandes pedras com o uso de tratores de esteira. A lateral da esquerda ainda não foi mexida. Entretanto, outro aspecto intrigante está nos ecos que podem ser provocados. As batidas de um vergalhão de ferro dentro dos buracos que surgiram é possível ouvir a ressonância.

Provavelmente o efeito do som refletido numa câmara existente no interior da pirâmide. Usando a barra de ferro como instrumento improvisado foi capaz também de se ter uma noção da largura da parede. Provavelmente ela ultrapasse a um metro.

Técnica desconhecida

Entretanto, o intrigante é que essa região era habitada pelos índios Tamoios, que desconheciam a tecnologia empregada no corte de blocos de pedra e sequer tinham a tradição de criar monumentos neste estilo. Segundo moradores do lugar, outras construções semelhantes se encontram numa propriedade vizinha. Essas, porém, estão recobertas pela Mata Atlântica e o acesso é dificultado pela densa vegetação.

Para o arqueólogo da Universidade de São Paulo (USP) e especializado nos sítios na costa paulista, Plácido Cali, essa composição é única no País. E esse achado por revelar a presença de outras culturas, mais avançadas tecnologicamente, que as tradicionais nações indígenas que povoavam essa faixa da América do Sul. “Com certeza isto não é obra dos índios que conhecemos”, comenta o pesquisador. As primeiras imagens deste monumento foram encaminhadas ao INPE pelo proprietário da Fazenda Palmeiras, Carlos Frahya, no final do ano passado. As fotos chegaram no final do ano passado ao pesquisador Paulo Roberto Martini. Uma surpresa enigmática, que passou a ser alvo de estudos do cientista. E como qualquer mistério, quanto mais se pesquisa maior é o crescimento das dúvidas. “A textura das pedras é diferente, principalmente em alguns locais da edificação”, comenta o geólogo.

Segundo Martini, o tipo de rocha encontrada no local tem cerca de 2 bilhões de anos e fazem parte do Complexo de Varginha. Essa formação natural se estende pela Serra do Mar, começando nas proximidades de São Paulo seguindo até a Serra da Bocaina, na divisa com o Rio de Janeiro, e adentra a porção fluminense. Porém sua largura é pequena, alcançando algo próximo a 6 quilômetros. “Uma explicação geológica seria a erosão ter chegado à raiz das montanhas e provocado esse afloramento granítico, mas não há como explicar os cortes e a disposição das pedras”.

Esse tipo de rocha é de origem vulcânica e se forma com os primeiros derrames de lava no fundo do oceano, quando se dá início a formação das cadeias montanhosas. O tipo de entalhe das pedras é muito próximo ao utilizado pelas civilizações pré-incaicas, que habitaram os Andes. Ou mesmo dos fenícios, que eram exímios navegadores e utilizavam grandes marcos de pedras para que grupos de sua mesma cultura pudessem se orientar tanto no mar como em terra.

Como Natividade da Serra é situada dentro do eixo Rio-São Paulo, os indígenas encontrados na época do descobrimento nesta região só usavam pedras para ponta de fechas, arpões e machadinhas. “Até o momento não há registros que esses povos nativos fizessem monumentos de pedras entalhadas, principalmente usando grandes e pesados blocos”, salienta o cientista.

Em suas pesquisas, Martini descobriu em manuais de sensoriamento remoto (sistema que produz imagens da superfície do planeta a partir de satélite) semelhanças na formação de Natividade da Serra com outras construções de culturas primitivas avançadas, que habitaram o próprio continente americano. “Os monumentos de sinalização do Novo México são muito parecidos com esse encontrado aqui”, afirma.

Mistério reforçado

Na tentativa de evitar algum aspecto meramente especulativo, o geólogo chega a uma conclusão óbvia. “Não há dúvida que aquilo é algo muito antigo e feito pelo homem”. O cientista foi buscar outras informações no Manual sobre Arqueologia Brasileira e pode constatar que o uso das rochas cristalinas pelo indígena brasileiro é desconhecido. Embora existam as edificações nas Reduções Jesuíticas, no Sul do país. “Mas lá se trata de arenitos. A típica cultura rochosa-granítica conhecida na América do Sul é a dos Incas”, observa.

Entretanto, outra formação encontrada na altura da entrada da estrada de Salesópolis, que liga a Rodovia dos Tamoios, no litoral norte paulista até a região metropolitana, foi identificada em pesquisas anteriores feitas pelo INPE a ocorrência de granulitos, rochas muito antigas compatíveis com aquelas próximas do cume da Serra da Mantiqueira.

A dúvida agora é saber se há ligação entre a possível pirâmide com outros monumentos e formações encontradas. “Não sei ainda se ela poderia estar alinhada com o que encontramos próximo a Tamoios ou se há ligação entre elas, apesar de estarem relativamente bem próximas”, comentou Martini.

A descoberta desta possível pirâmide reabriu a discussão sobre a presença dos Incas no território brasileiro. Eles teriam percorrido um caminho entre os Andes e a costa atlântica, conhecido como Peabiru. Essa antiga estrada e seus ramais cortavam os territórios atuais dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Um possível elo entre ambas ocorrências tem surgido como lógica aos pesquisadores, que dão agora seus primeiros passos para desvendar esse mistério.

Júlio Ottoboni

Nossos mais sinceros agradecimentos ao Isaías Balthazar da Silva por nos indicar esta importante matéria, e especialmente ao geólogo Paulo Roberto Martins pela permissão concedida para publicação da mesma.
n3m3
Fonte: Paulo Roberto Martins
Colaboração: Isaías Balthazar da Silva
Fonte da Matéria: OVNI Hoje


sábado, 11 de junho de 2011

Fio biológico abre caminho para micróbios geradores de energia

A proteína encontrada na superfície da bactéria ajuda a
explicar como uma cadeia de átomos de ferro forma
uma espécie de fio que permite que a eletricidade
escoe de dentro da célula para o seu exterior.
[Imagem: Clarke et al./Pnas]

Biobaterias
O uso de bactérias para gerar energia ficou um pouco mais perto da realidade graças a uma descoberta de cientistas da Universidade East Anglia, no Reino Unido.
A equipe do Dr. Thomas Clarke desvendou a estrutura molecular exata das proteínas que permitem que as bactérias transfiram cargas elétricas de dentro para fora de suas células.
Ricas em ferro, essas proteínas funcionam como um verdadeiro fio biológico, com grandes possibilidades de exploração tecnológica.
Isto significa que os cientistas agora podem desenvolver técnicas para "ancorar" as bactérias diretamente aos eletrodos, criando células a combustível microbianas de alta eficiência - as também chamadas biobaterias.
Transferência de elétrons
Embora já tenham sido construídasbiobaterias alimentadas por xixi, a descoberta pode também dar um impulso ao desenvolvimento de células a combustível alimentadas por detritos animais ou humanos, além de agentes biotecnológicos capazes de eliminar poluentes do solo.
"Este é um avanço entusiasmante no nosso entendimento de como algumas espécies de bactérias movimentam os elétrons de dentro para fora de uma célula," afirmou o Dr. Clarke.
"Identificar a estrutura molecular precisa das proteínas-chave envolvidas nesse processo é um passo crucial para a utilização dos micróbios como uma fonte viável de energia no futuro," prevê ele.
Fio biológico
Depois, eles descobriram uma espécie de respiração primordial, na qual as bactérias usam o ferro presente nos minerais para a transferência de elétrons, abrindo a possibilidade da criação de biocélulas a combustível sem as células.
Nesta nova pesquisa, a equipe do Dr. Clarke trabalhou com a mesma bactéria, aShewanella oneidensis.
Usando uma técnica chamada cristalografia de raios X, eles descreveram a estrutura das proteínas que, ligadas à superfície da bactéria, funcionam como fios através dos quais os elétrons são transferidos.
Bibliografia:Structure of a bacterial cell surface decaheme electron conduitThomas A. Clarke, Marcus J. Edwards, Andrew J. Gates, Andrea Hall, Gaye F. White, Justin Bradley, Catherine L. Reardon, Liang Shi, Alexander S. Beliaev, Matthew J. Marshall, Zheming Wang, Nicholas J. Watmough, James K. Fredrickson, John M. Zachara, Julea N. Butt, David J. RichardsonProceedings of the National Academy of SciencesMay 2011Vol.: Published online before printDOI: 10.1073/pnas.1017200108



sexta-feira, 10 de junho de 2011

O Saber Não Faz Mal A Ninguém.


Muitas coisas na bíblia, ao longo do tempo, foram modificadas. A começar pelas traduções, cada vez mais usam palavras que modificam, ou ganham certa interpretação do tradutor, dão sentidos diversos aos textos.

O concilio de Constantinopla aconteceu em 553 d.c. e foi nesse concílio que o rei ordenou que fosse retirada a reencarnação da bíblia, entre outras tantas coisas incômoda e que davam às pessoas a responsabilidade por seus atos e por seus acertos.

Esse concílio foi o Quinto na história, e teve como responsável o rei Justiniano. Justiniano só convocou para a reunião bispos do oriente (ortodoxos), onde o Papa Virgílio (Papa da época) não quis participar e foi contra a retirada da reencarnação da bíblia.

O senhor Martinho Lutero, que nasceu no século XVI (10 de novembro de 1483), fundador da Igreja Protestante (Evangélica, Batista Etc.), foi padre e já pegou a bíblia bem diferente e alterada pelo concílio.

Tantas pessosa falam e "desmentem" a reencarnação e não param pra pensar e nem analisam que ela estava presente na bíblia e que foram os homens que a tiraram de lá. O que o homem faz não é falho? Esse é um dos motivos da reencarnação não estar presente na religião protestante e nem na católica.

O que quero dizer é que as pessoas devem estudar! Analizarem antes de acreditar em alguma "verdade".

O "fundador" do espiritismo era um cientista e não acreditava em espíritos, nem que eles falavam e moviam as cadeiras. Então ele resolveu estudar estes fenômenos e chegou onde chegou. não foi uma questão de ler alguma coisa ou alguém lhe afirmar algo, que o fez acreditar e fundamentar a codificação, mas a pesquisa!

Não acreditem numa coisa apenas por que te falam. Busque estudar, aprofundar e explorar todas as vertentes históricas, sem medo de dogmas e crendices. Aja como cientista - aquele que especula, estuda e vai a fundo! Vá ler, conteste, tente achar lógica. Não crie uma fé cega!

Uma das coisas que eu mais gosto na religião (espirita Kardecista) é que ela diz que devemos estudar. Não devemos ficar parados e acreditar no que nela diz. Temos que analizar a lógica. E pelo pouco que a estudo, nunca encontrei uma contradição. Por isso que ela é ciência, religião e filosofia.

No mais, para aqueles que endeusam Kardec, o mesmo disse que em matéria de espiritismo só se havia escrito a primeira palavra e que muito ainda havia a acrescentar no futuro. Portanto, a Ciência ainda tem muito o que pesquisar e descobrir. E nós, temos que deixar de ser ingênuos e imaturos e mergulhar mais profundamente e com responsabilidade na vida, buscando compreender seus mecanismos, sem preconceitos, com mente aberta.

Também gosto muito da Teosofia, por sua proposta de buscar a verdade acima de tudo. A Wikipédia dá uma boa explicação:

A Teosofia é um corpo de conhecimento que sintetiza Filosofia, Religião e Ciência. Tanto hoje como na antiguidade, a Teosofia se constitui na sabedoria universal e eterna presente nas grandes religiões, filosofias e nas principais ciências da humanidade, e pode ser encontrada na raiz ou origem, em maior ou menor grau, dos diversos sistemas de crenças ao longo da história.


A teosofia foi apresentada ao mundo moderno por Helena Blavatsky, no final do século XIX, e desde então vem sendo divulgada por teosofistas em diversos países . Com seu caráter interdisciplinar, a teosofia proporciona uma ponte entre as diversas culturas e tradições religiosas. Segundo Blavatsky, “Teosofia é conhecimento divino ou ciência divina.”

O que sabemos do universo e de Deus, afinal? Tirando as informações duvidosas que os outros afirmam, fundamentados no disse-me-disse produzido para dominar as massas, quase nada. Deus é tão grande e inconcebível para nós no atual estágio em que estamos, que ainda teimamos em enquadrá-lo em nossas pobres concepções, que nem para nós próprios, nos diversos campos da vida, parecem estar dando certo.

Precisamos acordar e fazer nossa parte. Aí, então, talvez um dia consigamos perceber Deus numa amplitude muito superior à nossa posição mesquinha e ególatra de hoje.

A paz a todos.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Intertexto


Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.

(Bertold Brecht)

Almas-Problema

A pessoa-problema que renteia contigo, no processo evolutivo, não te é desconhecida...

O filhinho-dificuldade que te exige doação integral, não se encontra ao teu lado por primeira vez.

O ancião-renitente que te parece um pesadelo contínuo, exaurindo-te as forças, não é encontro fortuito na tua marcha...

O familiar de qualquer vinculação que te constitui provação, não é resultado do acaso que te leva a desfrutar da convivência dolorosa.

Todos eles provêm do teu passado espiritual.

Eles caíram, sim, e ainda se ressentem do tombo moral, estando, hoje, a resgatar injunção penosa. Mas tu também.

Quando alguém cai, sempre há fatores preponderantes e outros predisponentes, que induzem e levam ao abismo.

Normalmente, oculto, o causador do infortúnio permanece desconhecido do mundo. Não, porém, da consciência, nem das Soberanas Leis.

Renascem em circunstâncias e tempos diferentes, todavia, volvem a encontrar-se, seja na consanguinidade, através da parentela corporal, ou mediante a espiritual, na grande família humana, tornando o caminho das reparações e compensações indispensáveis.

*

Não te rebeles contra o impositivo da dor, seja como se te apresente.

Aqui, é o companheiro que se transforma em áspero adversário; ali, é o filhinho rebelde, ora portador de enfermidade desgastante; acolá, é o familiar vitimado pela arteriosclerose tormentosa; mais adiante, é alguém dominado pela loucura, e que chegam à economia da tua vida depauperando os teus cofres de recursos múltiplos.

Surgem momentos em que desejas que eles partam da Terra, a fim de que repouses...

Horas soam em que um sentimentos de surda animosidade contra eles te cicia o anelo de ver-te libertado...

Ledo engano!

Só há liberdade real, quando se resgata o débito.

Distância física não constitui impedimento psíquico.

Ausência material não expressa impossibilidade de intercâmbio.

O Espírito é a vida, e enquanto o amor não lene as dores e não lima as arestas das dificuldades, o problema prossegue inalterado.

*

Arrima-te ao amor e sofre com paciência.

Suporta a alma-problema que se junge a ti e não depereças nos ideais de amparar e prosseguir.

Ama, socorrendo.

Dia nascerá, luminoso, em que, superadas as sombras que impedem a clara visão da vida, compreenderás a grandeza do teu gesto e a felicidade da tua afeição a todos.

O problema toma a dimensão que lhe proporcionas.

Mas o amor, que “cobre a multidão dos pecados” voltado para o bem, resolve todos os problemas e dificuldades, fazendo que vibre, duradoura, a paz por que te afadigas.

Fonte: “Alerta”, de Divaldo P. Franco, pelo espírito Joanna de Ângelis)

A Volta

A família Leininger levava uma vida perfeitamente normal até o dia em que James, de apenas 2 anos de idade, começou a ter pesadelos quase todas as noites. Foi nessa época que passou a acordar seus pais, Bruce e Andrea, aos berros, debatendo-se em agonia.

James era um menino alegre e brincalhão que ainda estava aprendendo a se comunicar, como toda criança. Bruce e Andrea sentiam-se transtornados, pois não compreendiam as razões que o levavam a experimentar sonhos tão violentos, vivenciá-los com tanta intensidade e expressá-los com uma clareza que apenas alguém mais velho seria capaz.

Determinados a descobrir o que se passava com o filho, o casal passou a observar melhor seu comportamento e a procurar entender o que ele gritava durante os pesadelos. Eram frases como O avião está em chamas! O rapaz não consegue sair!



Toda a história está contada em detalhes no livro A VOLTA.


Ar-comprimido no motor reduz consumo de combustível à metade

Quando há ar disponível no reservatório, o motor passa a
 funcionar no chamado "modo compressor", em que a
explosão do combustível é substituída pelo
ar-comprimido. [Imagem: Sasa Trajkovic]

Motor híbrido a ar
Os veículos híbridos e elétricos capturam a energia dos freios, transformando-a em energia elétrica, que é utilizada para recarregar as baterias.
Per Tunestal, engenheiro da Universidade de Lund, na Suécia, diz ter uma ideia melhor.
Segundo ele, seria melhor usar a energia das frenagens para comprimir ar dentro de um pequeno cilindro.
Esse ar pode ser então usado para ajudar a empurrar os pistões do motor, em um conceito conhecido como motor híbrido a ar, ou híbrido pneumático.
Quando há ar disponível no reservatório, o motor passa a funcionar no chamado "modo compressor", em que a explosão do combustível é substituída pelo ar-comprimido.
Motores multicombustível
O conceito não é novo. A montadora Ford levou-o bastante a sério há cerca de uma década, mas arquivou o projeto por dificuldades tecnológicas.
Mas Tunestal afirma que agora a tecnologia é totalmente realística, exigindo poucas alterações no projeto de um carro normal para chegar ao mercado.
Segundo o pesquisador, toda a tecnologia para construção do motor híbrido a ar está disponível, não exigindo nenhum material especial. Além disso, o motor híbrido pneumático é menor do que o motor híbrido elétrico, otimizando o projeto dos carros.
A tecnologia pode ser usada com motores a gasolina, etanol, gás natural ou diesel.
Motor quase real
"Esta é a primeira vez que alguém faz experimentos em um motor real. As pesquisas até hoje eram apenas teóricas. Além disso, nós usamos dados que resultam em ciclos de rodagem realistas, como, por exemplo, dados dos padrões de direção dos ônibus de Nova Iorque," afirma Sasa Trajkovic, coautor da pesquisa.
Os resultados indicam que os maiores ganhos do motor híbrido a ar vêm justamente dos padrões de uso urbano dos veículos, que andam e param constantemente.
"Minhas simulações mostram que os ônibus urbanos podem ter uma redução no consumo de combustível de até 60% com o uso dos motores híbridos a ar," afirmou Trajkovic.
A eficiência de conversão da energia das frenagens em ar-comprimido, e daí em energia utilizável pelo motor, chegou a 48%, equivalente à dos veículos híbridos elétricos.
O motor real utilizado nos testes, contudo, tem apenas um cilindro. O próximo passo da pesquisa será construir um motor híbrido a ar de quatro cilindros, o que poderá colocar a tecnologia mais próximo da utilização prática.


Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Formação de Despachante Aduaneiro - O 1° Curso do Brasil.

Nesta capacitação os participantes estarão habilitados para atuar na exportação e importação, lidando com os aspectos normativos, fiscais, financeiros e logísticos do despacho aduaneiro.

Áreas de trabalho: empresas de exportação, importação, consultorias, comissárias de despacho aduaneiro, Órgão de Governo e agentes de carga.

Você também pode concorrer a uma bolsa de capacitação no valor de R$ 2 mil. Envie um e-mail para adesao@abracomex.org, informe a sua Cidade e enviaremos as regras.

Outros benefícios exclusivos :

• Certificação ABRACOMEX reconhecida nacionalmente. 
• Aulas práticas com desenvolvimento de casos reais.
• Simulação no Siscomex, semelhante ao utilizado nas empresas.
• Visita técnica. 
• Assessoria para o registro junto à Receita Federal, conforme (vide Decreto nº 6759 Artº 810), com acompanhamento on-line (clique aqui).
• Rico material didático. Baixe sem custos uma apostila.

> Conheça agora em quais Cidades temos turmas com vagas.

> Não perca a oportunidade de participar sem custo da palestra "Como Realizar o Registro de Ajudante e Despachante Aduaneiro na Receita Federal"

A ABRACOMEX é a pioneira no curso de Formação de Despachante Aduaneiro no Brasil. Desde de 2008 foram formados mais de 2.500 profissionais em várias Cidades do Brasil.


Sérgio Cabral usa táticas da ditadura com os Bombeiros Militares presos

Por Ricardo Gama


Sérgio Cabral está afundando na MERDA, tentou colocar a sociedade contra os Bombeiros Militares ao chamá-los de"vândalos e irresponsáveis" mas não deu certo, a cada minuto mais pessoas se juntam aos Bombeiros.

Até táticas da DITADURA Sérgio Cabral está usando, por exemplo, separar os líderes dos Bombeiros Militares presos.

Todas as SACANAGENS, CRUELDADES, e ILEGALIDADES que Sérgio Cabral está fazendo com os Bombeiros Militares não está dando certo, cada vez mais os bombeiros ficam mais fortes, ganham apoio da imprensa, e estão sendo tratados como heróis pelos companheiros e pela sociedade. 

Numa boa Sérgio Cabral, acredito que é hora de voltar atrás, soltar os 439 Bombeiros Militares presos, e definitivamente abrir um canal de negociação com os heróis do fogo.


Reprodução da Folha de São Paulo on line.


O governo do Rio isolou os líderes dos bombeiros grevistas e improvisou um espaço para mantê-los presos.

Cerca de dez oficiais e lideranças do movimento foram separados do grupo de 439 presos e levados para o Grupamento Especial de Policiamento, em São Cristóvão (zona norte do Rio).

Os outros manifestantes presos, após a invasão do Quartel Central da corporação sexta-feira à noite,foram recebidos como heróis no quartel de Jurujuba, em Niterói, transformado em presídio improvisado.


"Agora, eles estão em casa, sendo tratados por colegas simpatizantes da causa", afirmou o advogado José Ricardo de Assis, que defende quatro oficiais presos. 

Um bombeiro que estava de plantão na chegada dos presos, ontem, disse que eles foram recebidos com aplausos e palavras de incentivo.

solidariedade dos demais membros da corporação preocupa o governo. 


Ontem, o novo comandante-geral dos Bombeiros, coronel Sérgio Simões, se reuniu com comandantes dos quartéis.


Fonte: http://ricardo-gama.blogspot.com/