segunda-feira, 11 de julho de 2011

O caçador de Reencarnados

Quem é o psicólogo islandês que há três décadas viaja
 à procura de crianças que relatam experiências de
vidas passadas

por Fausto Salvadori

Crédito: Sam Hart
Erlendur Haraldsson adora conversar com crianças. Tanto que o psicólogo islandês de 78 anos já encarou mais de nove viagens ao Sri Lanka e outras seis vezes até o Líbano só para ouvir as histórias que os pequenos do outro lado do mundo poderiam lhe contar. Nada de brincadeiras ou travessuras, o que há de comum nos relatos dessas vozes infantis é uma narrativa direta: como elas morreram.

Carbonizadas, vítimas de homicídio, afogadas: boa parte das crianças ouvidas por Haraldsson é capaz de narrar, detalhe a detalhe, histórias de mortes violentas que teriam sofrido em outras encarnações. É o caso de Purnima Ekanayake, garota que o pesquisador conheceu quando tinha nove anos, na década de 90, em Bakamuna, um vilarejo do Sri Lanka. Purnima, uma “menina linda e encantadora”, melhor aluna da classe, aos três anos começou a contar aos pais sobre uma outra existência que teria vivido antes de nascer. Um dia, ao ver a mãe aborrecida por conta de um acidente de carro, comentou: “Não ligue para isso, mamãe. Eu vim para você depois de um acidente. Tinha um monte de ferro no meu corpo”.

MARCAS DO PASSADO: em algumas crianças, marcas de
 nascença são encontradas nos mesmos locais dos
 ferimentos de morte da suposta encarnação passada
Crédito: Sam Hart
A menina começou a contar histórias detalhadas sobre uma vida anterior, na qual teria sido um homem, funcionário de uma fábrica de incenso. Relatou a localização da fábrica, o nome da antiga mãe, deu detalhes sobre o número de irmãos, as marcas de incenso que eram produzidas, os carros da família, a escola... Seguindo as indicações, seus pais chegaram à família de Jinadasa Perera, fabricante de incensos que morrera atropelado por um ônibus dois anos antes de Purnima nascer.

“Este é Wijisiri, meu cunhado”, foi o que a menina, sem nunca tê-lo visto antes, disse ao entrar na antiga indústria de incenso, a 230 quilômetros da sua casa, segundo testemunhas entrevistadas por Haraldsson. A menina ainda olhou para as embalagens e perguntou: “Vocês mudaram a cor?”. A cor das embalagens havia sido alterada logo após a morte de Jinadasa. Ao analisar as informações dadas por Purnima antes desse encontro, Haraldsson concluiu que os relatos se encaixavam no perfil do morto. E foi além. Vasculhando os registros da necropsia de Jinadasa, apurou que o atropelamento havia ferido o fabricante de incenso no lado esquerdo do abdome — mesmo local onde o corpo da menina Purnima exibia manchas brancas de nascença.

Três décadas de reencarnação

Longe de ser exceção, histórias como a de Purnima são uma constante na vida do islandês. Haraldsson viu o que restou dos seus cabelos embranquecer enquanto trocava o frio de sua terra natal pelo calor de vilarejos e cidades densamente povoadas do terceiro mundo. O Ph.D. em psicologia e professor emérito da Universidade da Islândia passou as últimas três décadas colecionando histórias de crianças sobre vidas passadas. Foram exatas 94 investigações sobre essas narrativas no Líbano e no Sri Lanka, países onde os relatos são mais numerosos, provavelmente por conta da religião — o budismo, no Sri Lanka, e, no caso do Líbano, o drusismo, uma religião de influência islâmica que acredita na reencarnação.

Haraldsson identificou um padrão nessas narrativas. Na maioria dos casos, elas aparecem entre 2 e 5 anos e são comuns os relatos de morte violenta. Algumas das crianças pedem para conhecer os familiares da suposta outra vida. Outras, vão além. “Vocês não são meus pais de verdade” foi o que Dilukshi Nissanka passou a dizer desde que tinha três anos, para a tristeza de sua família, em Veyangoda, no Sri Lanka. A menina insistia em rever sua “outra mãe”, dizendo que seu nome verdadeiro era Shiromi e que havia se afogado num rio. Depois que a história foi publicada num jornal local (casos de reencarnação fazem tanto sucesso na imprensa popular do Sri Lanka como as mulheres-fruta nos nossos tabloides), os pais da garota foram contatados por uma família de outra cidade: eles contaram que, anos antes, a família havia perdido uma filha chamada Shiromi, afogada em um rio. Examinando declarações da garota antes do encontro entre as famílias, Haraldsson constatou que Dilukshi acertara várias informações sobre a família de Shiromi, como a região em que viviam, o número de filhos e a paisagem local.

Coincidência?

Histórias assim impressionam, mas será que não podem ser explicadas apenas como coincidência? Foi a pergunta que Galileu fez para Haraldsson quando o caçador de reencarnados esteve no Brasil, em setembro, participando do I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente-Cérebro. “Pode ser coincidência, sim”, diz o pesquisador. Para logo em seguida acrescentar pausadamente, em tom didático de professor universitário: “Mas há alguns casos em que isso é altamente improvável”.

Apesar de apontar evidências que considera fortes, Haraldsson evita especular sobre se a reencarnação existe ou não em seus estudos. Prefere apresentar os fatos e deixar as interpretações para quem lê. “Sou um pesquisador empírico”, afirma. “Você pode encontrar uma grande correlação entre o que uma criança conta e a vida de alguém que morreu. Isto é um fato. O que significa já é outra questão.”

Haraldsson chegou a testar a hipótese de que os relatos poderiam ser explicados por questões como necessidade de chamar atenção ou transtornos mentais. Mas isso, de acordo com o psicanalista, não é o tipo de coisa que Freud explica. O islandês aplicou testes psicológicos em dois grupos de 30 crianças libanesas, um dos quais dizia se lembrar de outras vidas. O estudo não encontrou diferenças significativas, exceto em um ponto: as crianças que relatavam vida anterior tinham sintomas de estresse pós-traumático. Isso pode ser explicado pelo fato de que 80% delas contavam ter passado por mortes violentas. Real ou imaginário, um acidente mortal ou um homicídio são lembranças difíceis para a mente de uma criança.
Método

Mesmo lidando com fenômenos estranhos, o islandês busca seguir a metodologia científica. Seu método dá preferência a fontes que ouviram em primeira mão as declarações espontâneas das crianças, como pais, avós, irmãos e amigos. Para garantir a precisão e flagrar contradições, as testemunhas são entrevistadas mais de uma vez, separadas umas das outras. Entrevistas com a própria criança são feitas depois, para evitar que o pequeno diga o que o entrevistado quer ouvir. Feito isso, o psicólogo assume papel de detetive. Com a ajuda de colaboradores locais, como jornalistas e religiosos, busca identificar pessoas mortas com histórias que se encaixem no que as crianças contaram. Na última fase, procura os registros da necropsia do morto (se houver) e analisa se há correspondência entre possíveis ferimentos e eventuais marcas de nascença. Aplicar esse método significa chegar a informações consistentes em pouquíssimos casos. Na maioria das vezes, não é possível levantar correlação significativa entre os relatos e o que de fato ocorreu. A maior parte do trabalho de investigação de 30 anos do pesquisador acaba mesmo sendo descartada. “No Sri Lanka, apenas 10% dos casos apresentam evidências fortes; no Líbano, entre 20% e 30%.” O aparente rigor e seus quase 100 artigos publicados não impedem, contudo, que o tema de pesquisa de Haraldsson seja visto como marginal. Se duvidar, é só perguntar a ele como a comunidade científica tradicional reage a seus estudos. A resposta é simples e serena: “Não há reação. Eles apenas não leem”.



domingo, 10 de julho de 2011

Energia do Ar

Ondas eletromagnéticas do ambiente viram fonte de energia


As antenas, projetadas para captar diversos comprimentos
 de onda, são impressas sobre plástico ou papel.
[Imagem: Gary Meek]
Colheita de ondas

Estamos literalmente mergulhados em um mar de ondas eletromagnéticas.

Rádios, TVs, telefones celulares, redes de computador, satélites artificiais e uma infinidade de outros equipamentos emitem essas ondas continuamente.

Agora, um grupo de pesquisadores desenvolveu uma forma de coletar essa energia do ar, transformando-a em eletricidade pronta para ser usada em outros equipamentos.

É mais um elemento da chamada "colheita de energia", um conceito que vem chamando a atenção dos pesquisadores pela possibilidade de extrair energia do meio ambiente, disponível na forma de luz, vibrações, calor - e ondas de rádio.

Captando energia do ar

Para coletar a energia das ondas eletromagnéticas do ar, a equipe do Dr. Manos Tentzeris, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, criou um novo tipo de antena.

As antenas foram fabricadas por uma técnica de impressão por jato de tinta, que aplica tintas condutoras sobre plástico ou papel. Isso permitirá que as antenas sejam construídas junto com o aparelho que deverão alimentar.

Com uma banda ultra-larga, a antena permite captar uma grande variedade de sinais em diferentes faixas de frequência, o que aumenta a capacidade de captação das ondas.

No estágio atual, elas são capazes de captar energia da faixa de frequência das rádios FM até a frequência dos radares - de 100 megahertz (MHz) a 15 gigahertz (GHz).

Na faixa de frequência de TV, os testes mostraram uma capacidade de "colheita" de várias centenas de microwatts - com a antena de colheita de energia posicionada a 500 metros da antena da estação de TV.

As antenas multibanda podem gerar até um miliwatt, o que é suficiente para alimentar circuitos miniaturizados ou sensores sem fios. Ou podem ser usadas para alimentar circuitos menores com mais segurança, uma vez que a antena captará energia de outras faixas de frequência quando uma delas for interrompida ou diminuir de potência.

Uma das antenas e o circuito eletrônico utilizado para
 aproveitamento da energia que ela capta.
[Imagem: Gary Meek]
Transformar ondas eletromagnéticas em energia

O processo de captar ondas eletromagnéticas e usá-las para alimentar um circuito não é novo: ele está na base do funcionamento das etiquetas RFID, por exemplo.

Essas chamadas etiquetas inteligentes não possuem baterias: sua antena capta a energia do leitor que está querendo ler seus dados e usa essa energia para "acordar" seu circuito, fazê-lo funcionar e transmitir de volta a informação solicitada.

A ideia do Dr. Tentzeris é fazer isso em maior escala, criando fontes de energia versáteis que possam ser usadas para alimentar qualquer pequeno aparelho, incluindo sensores, microprocessadores e chips de comunicação.

Segundo ele, usando supercapacitores e operação cíclica, será possível, numa próxima etapa, alcançar uma capacidade de geração na casa dos 50 miliwatts.

Geração híbrida

O dispositivo de colheita de energia poderia ser usado sozinho ou em conjunto com outras tecnologias de geração.

Por exemplo, a energia coletada das ondas eletromagnéticas do ar poderia ajudar um painel solar a carregar uma bateria durante o dia.

À noite, quando as células solares não fornecem energia, a energia coletada continuaria a aumentar a carga da bateria ou impediria sua descarga.



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Alimentos e Emoções


Banana - contra a ansiedade
Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia


Mel - pura alegria
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.


Abacate - amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.


Salmão - levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.


Lentilha - afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.


Nozes - mantém você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.


Chá verde - espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.


Brócolis - deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.


Óleo de linhaça - dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor.
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.


Gérmen de trigo - acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.


Tofu - espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.
Quanto consumir: 1 fatia média / dia.


Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista
Nut. Gabriela Zanatta Port - Nutricionista


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Os Gigantes da Patagônia

Em Agosto de 1519, o navegador português Fernão de Magalhães, à serviço da coroa espanhola iniciou a primeira viagem ao redor do mundo, viagem esta, que possibilitou a descoberta de novas rotas de navegação e a descoberta do Estreito de Magalhães. Ele comandava cinco navios e 237 homens. Antônio Pigafetta, que sobreviveu a viagem foi o cronista desta aventura. A viagem se encerrou em 1522 com somente um navio e sem já contar com o capitão Fernão de Magalhães que fora tragicamente morto por nativos da Filipina.

Nesta sua viagem Fernão de Magalhães e sua tripulação atracaram por muitos dias no litoral argentino nas regiões hoje conhecidas como Patagônia e Terra do Fogo.

O Nome Patagônia têm origem na descoberta dos nativos desta terra, índios Tehuelches. Leia o relato de Pigafetta, vale a pena:

19 de Maio de 1520 - Porto de San Julián - Distanciando-nos destas ilhas para continuar nossa rota ao 49 graus e 30 min de latitude meridional, onde encontramos um porto. E como o inverno se aproximava, julgamos ser aconselhável passar ali aquela má estação.

Último cacique Huake da tribo aónikenk de Camusu Aike.

Um Gigante

Transcorreram dois meses sem que víssemos nenhum habitante do país. Um dia, quando menos esperávamos, um homem de figura gigantesca se apresentou ante nós. Estava sobre a areia, quase nu, e cantava e dançava ao mesmo tempo, jogando poeira sobre a cabeça. O Capitão enviou à terra um dos nossos marinheiros, com ordem de fazer os mesmos gestos em sinal de paz e amizade, o que foi muito bem compreendido pelo gigante, que se deixou conduzir a uma pequena ilha, onde o capitão havia descido. Eu me encontrava ali com muitos outros. Deu mostras de grande estranheza ao ver-nos e levantando o dedo queria dizer que acreditava que nós havíamos descido do céu.

Sua figura - Este homem era tão grande que nossas cabeças chegavam apenas até à cintura. De porte formoso, seu rosto era largo e pintado de vermelho, exceto os olhos, que eram rodeados por um círculo amarelo e dois traços em forma de coração nas bochechas. Seus cabelos , escassos, pareciam branqueados por algum pó.

Seu traje - Seu vestido, ou melhor dito, seu manto, era feito de peles muito bem costuradas, de um animal que abunda no país.

Animal estranho - Este animal tem a cabeça e orelhas de mula, corpo de camelo, patas de cervo e cauda de cavalo e relincha como este.

Seus costumes - Usam os cabelos cortados em auréola como os frades, porém mais longos e presos em volta da cabeça por uma corda de algodão, na qual colocam as flechas quando vão caçar. Se faz muito frio, prendem estreitamente contra o corpo suas partes naturais.

Sua religião - Parece que sua religião se limita à adoração do diabo. Julgam que quando um deles está morrendo, aparecem dez ou doze demônios cantando e dançando ao seu redor. O demônio que provoca maior alvoroço e que é o chefe maior dos diabos é Setebos. Os demônios pequenos são chamados Chelele.
(....)
Nosso capitão chamou a este povo de Patagões (devido ao tamanho de suas patas).

Índios Tehuelche, apelidados por Magalhães de Patagões

Acampamento Tehuelche (1838)

Trechos extraídos do diário da expedição de Fernão de Magalhães, conhecida como a primeira viagem de circunavegação ao redor do mundo, escrito por Antônio de Pigafetta.


Leia mais:



Videos Supostamente Vazados do FBI Criam Polêmica.

Verdade ou mentira? Verdadeiro ou uma farsa?

Quando surgiram estes vídeos, depois de certa polêmica, alguns especialistas disseram que era uma falsificação. Porém, outros especialistas vem se contrapor às opiniões dos proimeiros, afirmando que os vídeos são verdadeiros.

A polêmica continua... Qual sua opinião a respeito?



terça-feira, 5 de julho de 2011

Extraterrestres, OVNIs São Criação de Deus?

Questões de OVINIs e vida inteligente em outros planetas tornaram-se muito popular. Parece que muitos cientistas estão em busca de provas de que não estamos sozinhos no universo.

Esta semana, um astrônomo russo disse recentemente “A vida existe em outros planetas e nós vamos encontrá-la em 20 anos”, à agência de Notícias Interfax.

Andrei Finkelstein, diretor da Academia Russa de Ciência e Astronomia, falando sobre a busca de vida extraterrestre, disse que 10% dos planetas orbitando ao redor de estrelas parecem com o planeta Terra.

Frikelstein disse que quando os encontrarmos não perceberemos muitas diferenças entre nós e os alienígenas “Eles podem ter cor de pele diferente, mas até nós somos assim”.

O cientista russo não está sozinho em suas previsões de encontrar extraterrestres. O americano, o astrônomo planetário do Centro de Pesquisas Ames da NASA, Bill Borucki, disse “Eu realmente acho que as chanses de encontrar ET são muito boas”.

Outros cientistas, já até advertem a população do perigo que tem o contato com alienígenas, sugerindo que eles podem “roubar” os recursos da terra e “ir embora”. O renomado físico britânico Stephen Hawking comparou a comunicação com os alienígenas com quando (Cristóvão) Colombo desembarcou na América.

Nem mesmo astrônomos dos vaticano estão fora dessa previsões. Em 2008, o jesuíta que dirige o Observatório do Vaticano PE. José Gabriel Funes, se tornou polêmico quando disse que crer que existe vida fora da terra não contradiz a fé.

“Assim como existe uma multidão de criaturas na Terra, deve haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus. Isso não contradiz a nossa fé, porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus”.

Mas o que a Bíblia diz? Em eclesiastes 3:11 a Bíblia diz que “Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs na mente do homem a idéia da eternidade, se bem que este não possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até o fim”.

A conclusão do sociólogo, Gerald Eberlein, é de que a Ufologia é uma religião substituta: "As pesquisas revelam que pessoas que não têm vínculos com Igrejas, mas afirmam ser religiosas, são suscetíveis à possível vida de extraterrestres. Para elas, a ufologia é uma espécie de religião substituta."



OVNIs ao longo da História

Ilustração da edição de 1732 de "As
Viagens de Gulliver", de Jonathan Swift
Sou aficcionado pelo tema. No entanto, a quantidade de fraudes com que me deparei ao pesquisar o assunto me deixou mais cético. Se antes eu tinha certeza que ainda veria provas materiais confirmando o existência de vida inteligente em outros planetas, hoje considero essa hipótese altamente improvável. Verdadeiros ou não, a mitologia em torno dos Ovnis é tão rica que oferece insights interessantes sobre a natureza humana.

Por exemplo, o tipo mais comum de alienígena descrito por testemunhas é o homenzinho cinzento, de baixa estatura, sem pelos no corpo, braços e dedos longos e delgados, cabeça em forma um ovo invertido, desproporcionalmente grande, olhos enormes, nariz ausente, boca pequena. O fato de essa criatura aparecer em inúmeros relatos distintos comprovaria sua autenticidade? Duvido. Imaginação fértil e auto-sugestão nos fazem ver coisas irreais. Em um documentário no Discovery Channel, um especialista explica que provavelmente o alien cinza é uma projeção inconsciente de nós mesmos daqui a milhares de anos. Faz sentido: no futuro não executaremos trabalhos braçais, daí o afinamento dos membros. O olfato, outrora importante, gradualmente perdeu sua utilidade, por isso a ausência de nariz; da mesma forma encontraremos métodos mais eficientes e menos dispendiosos para nos alimentarmos, justificando a boca pequena e talvez desprovida de dentes. O crescente uso de nossas faculdades mentais, visuais e manuais resultaria no aumento da caixa craniana, do tamanho dos olhos e do comprimento dos dedos. Ele seria, portanto, o resultado de nossa evolução.

Mas é claro que há muitas perguntas sem respostas envolvendo possíveis visitas de entidades que não pertencem a este mundo. Há passagens curiosas na Bíblia, um dia vou falar delas. E o que dizer dos objetos voadores nas obras de arte a seguir? Escolhi algumas entre dezenas de exemplos que encontrei na web. Elas invalidam a tese que OVNIs são, na verdade, projetos secretos de aeronaves das grandes potências? 


Pinturas achadas em cavernas na Austrália, data ignorada. 
Os aborígenes chamam esses seres de "Wandjina". 
São tão medonhos que vão me causar pesadelos.

Figura inusitada do Deserto do Saara, datando de 8000 anos atrás.

Moisés recebe as Tábuas da Lei enquanto objetos caem do céu 
em obra encontrada na Bélgica. Data e artista desconhecidos.

Bizarra estatueta de 6000 anos, encontrada em Kiev, Ucrânia.

"A Anunciação com Santo Emidio" (1486), de Carlo Crivelli. 
O disco no céu emite um raio em direção a Maria. Abaixo 
um zoom focando o objeto.

"O Batismo da Igreja" (1710), de Aert de Gelder. Raios de luz sobre Jesus e João Batista. A grande quantidade de pinturas mostrando Jesus, Maria e outras figuras bíblicas no mesmo ambiente de possíveis OVNIs e extraterrestres é bem sugestiva. Dizem que Cristo era bom demais para ser humano.


"Madona com São Giovannino" (séc XV), de Domenico Ghirlandaio. 
Acima do ombro direito de Maria há um disco no céu. Abaixo 
pode-se ver também um homem olhando para ele.

Jesus e Maria aparecem sobre... uma nuvem? Com várias... nuvens atrás. "O Milagre da Neve", do italiano Masolino di Panicale (1383-1440). Ela pode ser vista em Florença.


Essas imagens de um manuscrito Século XII se referem a um avistamento de um OVNI em 776, durante o cerco ao Castelo de Sigibourg, França. Os saxões estavam prestes a invadi-lo quando o objeto surgiu no céu e eles julgaram ser alguma entidade defendendo os franceses. Fugiram apavorados e desistiram da conquista.

Como se vê, o enigma dos objetos voadores desconhecidos é tão antigo quanto nossa espécie e sempre ocorreu nos quatro cantos do mundo. Várias pinturas realmente estranhas ficaram de fora por questão de espaço. Entretanto, meu ceticismo permanece. Porque esses artistas resolveram colocar OVNIs em suas obras? Era um fenômeno comum? Será que eles tinham alguma necessidade mística de representá-los? Ou possuíam algum conhecimento ancestral que o pensamento racionalista apagou? Provavelmente nunca vamos saber.



Contato

Diálogos extraídos do filme Contato (1997) de Robert Zemeckis, que por sua vez é uma adaptação do livro homônimo de Carl Sagan.


Executivo: Devemos confessar que sua proposta parece mais ficção-científica que ciência propriamente dita.
Ellie Arroway (Jodie Foster):Ficção-científica. Tem razão, é loucura. De fato é pior ainda, é completamente insano. (fecha maleta abruptamente e dirige-se à mesa) Quer ouvir uma coisa bem louca? Ouvi dizer que dois caras querem construir uma coisa chamada "avião", você sabe, as pessoas entram nele e voam como pássaros, é ridículo, não é? E quanto à quebrar a barreira do som, ou enviar foguetes à lua, ou energia atômica, ou uma missão para Marte? Tudo ficção-científica, não é? Vejam bem, tudo que lhes peço é uma mentalidade um pouco mais aberta. Dêem um passo para trás e examinem o panorama. Tentar algo que pode resultar no momento mais impactante da História da... História.

Ellie desafia Joss (Matthew McConaughey) a provar a existência de Deus.

Joss: Você amava seu pai?
Ellie: O quê?
Joss: Seu pai. Você o amava?
Ellie: Sim, muito.
Joss: Prove.

Joss: Ao fazer isso, você estará colocando sua vida em risco, você pode morrer. Porque?
Ellie: Sempre estive buscando uma coisa, uma razão para estarmos aqui. O que estamos fazendo aqui? Quem somos nós? Se essa é uma oportunidade de descobrir ao menos uma parte da resposta... não sei, acho que vale uma vida humana. Você não acha?

Jay Leno: Então descobriram que há vida em outros planetas. Cara, isso vai mudar definitivamente o concurso de Miss Universo.

Alien:Vocês são uma espécie interessante. Uma mistura interessante. Capazes de sonhos tão belos e pesadelos tão horríveis. Sentem-se perdidos, isolados, sozinhos. Só que não estão sozinhos. Escute, em todas as nossas buscas, descobrimos que a única coisa que torna o vazio mais suportável é o seu semelhante.

Examinador: Se você conseguisse contatar os extraterrestres e pudesse fazer a eles uma única pergunta, qual seria?
Ellie: Bem, suponho que seria "como vocês conseguiram"? Como evoluíram, como sobreviveram a essa adolescência tecnológica sem se auto-destruírem?

Ellie: Eu... tive uma experiência. Não posso prová-la, não posso sequer explicá-la, mas tudo que sei como um ser humano, tudo que faz parte de mim me convence que foi real! Algo maravilhoso me foi dado, uma coisa que me transformou para sempre... Uma visão do Universo, que nos mostra, inegavelmente, o quanto somos pequenos e insignificantes, mas também o quanto somos... raros e preciosos. Uma visão que nos mostra que pertencemos a algo maior que nós mesmos, que nenhum de nós está sozinho. Eu gostaria que... todo mundo, ao menos por um instante... pudesse sentir... esse encanto, humildade e esperança. Mas... isso continua apenas a ser meu sonho.


A Ponte de Rama

A Ponte de Rama, também conhecida como Ponte de Adão (Adam´s Bridge), é uma estreita faixa submersa de terra calcária que num passado remoto ligava a ilha de Mannar, noroeste do Sri Lanka, a Rameswaram, na costa sudeste da Índia. Seu formato e composição levam a crer que não se trata de um acidente geográfico natural. Tem 48 km de comprimento e consta que até o século XV ainda estava totalmente acima do nível do mar, quando um ciclone a submergiu. Mesmo assim, o mar é incrivelmente raso em suas imediações, tornando a navegação bastante perigosa na área. O governo indiano quer implantar um megaprojeto arquitetônico que visa dragar essas partes mais rasas, criando um canal seguro para os navios, mas também destruindo a ponte. A opinião pública já se mobilizou opondo-se à obra com a criação do movimento Ram Karmabhoomi.O simples fato de ser uma construção humana com tais dimensões já é motivo de admiração. E se disser que alguns arqueólogos renomados afirmam que ela data de 1,75 milhão de anos? Esse dado é polêmico, outros especialistas sustentam que ela não tem mais de 3.500 anos. Mas vamos supor que a primeira estimativa esteja correta. A milenar narrativa épica hindu Ramayana relata lendas que teriam acontecido na era tredha yuga, que coincide com a suposta idade da estrutura. Aliás, o épico menciona uma ponte que foi construída a mando do Rei Rama. Ela teria possibilitado que ele chegasse ao Sri Lanka e resgatasse sua esposa Sita das garras do Rei-Demônio Ravana, Soberano da ilha.

Vista aérea da Ponte de Rama

A ponte seria então uma evidência de que os fatos narrados no Ramayana realmente ocorreram? Essa é uma pergunta que os arqueólogos "ortodoxos" evitam a todo custo.



sexta-feira, 1 de julho de 2011

Células solares são impressas por jato de tinta

As impressoras jato de tinta, uma tecnologia de baixo custo que está presente 
em virtualmente todas as casas e escritórios, poderá em breve 
oferecer seus benefícios para o futuro da energia solar.

Esquema tradicional de uma célula solar CIGS - com a impressão por
 jato de tinta, as diversas camadas do material são mais homogêneas
 e controláveis. [Imagem: Sunshine PV]
Jato de tinta solar

Engenheiros descobriram uma maneira de fabricar um tipo especial de célula solar, conhecida como CIGS, usando a tecnologia da impressão por jato de tinta - bastando substituir a tinta pelas soluções semicondutoras adequadas.

A técnica reduz o desperdício de matéria-prima em 90 por cento em relação ao processo tradicional, o que poderá reduzir significativamente o custo de produção dessas células solares flexíveis.

"Isto é muito promissor e pode ser uma importante nova tecnologia no campo da energia solar", disse Chang Chih-hung, engenheiro da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos. "Até agora, ninguém tinha sido capaz de criar células solares CIGS funcionais com tecnologia jato de tinta."


Células solares CIGS

Um "painel" de célula solar CIGS mais se parece com uma folha plástica, totalmente flexível, em comparação com os rígidos painéis solares feitos com células solares de silício.

O termo CIGS vem das iniciais dos elementos químicos que compõem o material fotossensível: cobre, índio, gálio e selênio.

O material geralmente é produzido a partir do mineral calcopirita, um sulfeto de cobre com pequenas quantidades de metais como índio e gálio, além de enxofre e selênio.

O composto CIGS tem eficiência fotoelétrica excepcional - uma camada de calcopirita com um ou dois micrômetros de espessura pode capturar a energia dos fótons de forma tão eficiente quanto uma camada de 50 micrômetros de espessura de silício.

Células solares impressas

As células solares CIGS são compostas de várias camadas, normalmente depositadas sobre vidro ou sobre um plástico flexível - daí a possibilidade de uso da impressão por jato de tinta.

Em vez de depositar compostos químicos sobre o substrato com a técnica tradicional de deposição de vapor químico, que desperdiça a maioria do material no processo, a tecnologia jato de tinta pode ser usada para criar padrões precisos, depositando apenas o material necessário.

"Alguns dos materiais com os quais queremos trabalhar para fazer células solares mais avançadas, como o índio, são relativamente caros," explica Chang. "Não podemos realmente nos dar ao luxo de desperdiçá-lo, e a abordagem jato de tinta quase elimina o desperdício."



Sérgio Cabral deve ser processado por FARRA fiscal de 50 bilhões

Reprodução do site Claudio Humberto:

A FARRA fiscal Feita pelo Sérgio Cabral é algo inédito, foram R$ 50 bilhões concedidos a empresas de amigos de Cabral e outras, como o iate e o restaurante chinês do Eike Batista, o cabeleleiro da esposa do governador, e por aí vai.

Podemos estar diante de um dos maiores escândalos de desvio de dinheiro público da história, basta as autoridades quererem investigar.e como bem salientado pelo site do Claudio Humberto, o Sérgio Cabral por causa dessa FARRA poderá ser processado por crime de responsabilidade.A conferir.
Em tempo, lugar de VAGABUNDO e POLÍTICO LADRÃO é na CADEIA.



Portal UFO - Vídeos de OVNIs em Londres são Falsos

O Portal brasileiro UFO postou em seu site que os vídeos que estão fazendo sucesso na internet com aparições de OVNIs em Londres são falsas. No entender do site, os vídeos não passam de um golpe de marketing.

Confira a matéria na íntegra e os vídeos:

Temos novo viral na rede, similar ao episódio com o famigerado "UFO de Jerusalém", mas desta vez o palco é Londres. A primeira das filmagens foi gravada próxima do edifício da Rádio 1 da BBC, localizado na Great Portland Street, e mostra um grupo de pessoas olhando para o céu em direção ao que parece ser uma dança de orbes brancos por trás de uma nuvem.

O comentário que acompanha o vídeo diz: "Verdadeiro. Custou mais de uma semana consegui-lo, mas finalmente dei um jeito para captar estes bichos na câmera num dia claro, e inclusive pude fazer uma tomada próxima. Parece que atraíram a atenção da multidão quando apareceram. Alguém pode me explicar que demônios são essas luzes?"


Assista o conteúdo, abaixo:








É simplesmente mais uma falsificação [fake], pelo comportamento do cinegrafista. Quem vê luzes no céu que parecem ser naves extraterrestres, não fica focando pessoas ao redor. Isto tem unicamente a intenção de demonstrar ao observador que não se trata de uma montagem - a qual se pegou um vídeo qualquer e inseriu-se os "UFOs" digitalmente. Se quer mostrar que o resto do público também os está vendo. A maioria são, com toda segurança, comparsas do hoaxer, e o resto, gente que olha para cima na intenção de compreender o que estão olhando esses cidadãos com tanta expectativa.
Os movimentos das luzes não são naturais. Os objetos parecem que estão posando, fazendo charme para sairem bem nas imagens. Sobretudo, o desenhista gráfico não tomou muito cuidado em mascarar os edifícios e um dos objetos voa "para dentro" do canto de um deles, por um instante. Observe esta falha: Isto é um defeito grave causado por um disfarce ou uma animação defeituosa. Normalmente, para criar o efeito de um objeto falso passando por trás de um verdadeiro, em Computer Generated Imagery [Imagens Geradas por Computador,CGI], se cria uma máscara com a forma do objeto real para que o algorítmo da CGI saiba quando tem que ocultá-lo animado. Ou bem é o objeto real mascarado, que se dá opacidade e se anima para que tampe o falso. Em qualquer dos dois casos, este defeito demonstra que estamos diante de uma fake. O vídeo não é real. 

A história se repeteAssim como a novela do UFO de Jerusalém, imediatamente após o primeiro, começaram a aparecer mais vídeos. Este é o segundo: Também é uma fake e - o que mais surpreendeu os investigadores - (pasmem!) domesmo autor do terceiro vídeo do UFO de Jerusalém, que o fez na época utilizando a fotografia da Wikipédia. Este, abaixo, é tão mal feito que as trajetórias dos objetos sequer foram unidas à tomada em vídeo através de referências e se nota claramente tratarem-se de tomadas independentes sobrepostas: 28 de Junho - novos dadosO vídeo foi gravado na Clipstone Street, concretamente se vê como deixam à esquerda o número 44, onde se localiza a empresa Beam.tv, dedicada à provisão de serviços audiovisuais para televisão, propriedade da The Mill, uma empresa de efeitos especiais. 

crédito: lamentiraestaahifuera
BeanTV
BeanTV
Focando nas pessoas que estão olhando para cima, vemos que um homem com o cabelo branco se destaca, está inclusive sorrindo para câmera. Coincidentemente (?), é bem parecido com Mike Smallwood, pertencente a diretoria da Beam.tv.
crédito: lamentiraestaahifuera
No detalhe, Mike Smallwood, da BeamTV
No detalhe, Mike Smallwood, da BeamTV
Por sorte, existem pesquisadores de olho nestas farsas. Fim de outra novela.