domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Rock In Rio: O que o telejornalismo da TV Globo e do Multishow não mostraram.
Isso a Globo e o Multishow não mostraram. Por que? Porque a verdade não interessa aos manda-chuvas que organizaram o evento, cujos interesses convergem em outra direção, a direção de enaltecimento egóico destes senhores, que influenciam nas opiniões da mídia jornalística, que por sua vez, está comprometida com interesses quase sempre discutíveis.
Ainda bem que temos uma mídia que noticia independentemente das influências funestas de pessoas oportunistas.
Parabéns à BAND, que mais uma vez saiu na frente.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Comédias lhe deixam mais inteligente que programas sérios
Se você adora aquelas comédias bobas que lhe fazem rir sem precisar ficar horas pensando se entendeu ou não o final do filme, aí vai uma notícia boa: esses filmes lhe deixam mais esperto do que assistir uma palestra sobre mecânica quântica, por exemplo. A afirmação pode ser um pouco estranha e, com certeza, muita gente vai discordar, mas pesquisadores da Northwestern University, de Chicago, EUA, acreditam nela.
Eles realizaram uma pesquisa sobre como pessoas resolveriam um quebra-cabeça em diferentes estados de humor. O que perceberam foi que as pessoas que assistiram a uma comédia e estavam mais relaxadas se deram melhor do que aquelas que assistiram a um programa “mais inteligente”. Isso teria a ver com a relação entre o estado de espírito em que o vídeo colocou as pessoas testadas e a área do cérebro envolvida com a resolução de problemas, o córtex cingulado anterior. Foi constatado um nível maior de atividade no cérebro das pessoas que aproveitaram um filminho mais leve e divertido.
Pronto! Agora você não precisa mais ter vergonha de admitir que adora assistir a comédias românticas, filmes do Robin Williams e outros programas supostamente “bobos”.
Fonte: Gizmodo
Vídeo revela segredos de tumba maia milenar
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| Palenque - Península de Yucatan, México. |
Uma tumba maia com cerca de 1500 anos foi filmada por pesquisadores. Essas novas imagens feitas por arqueólogos podem lançar uma luz sobre a civilização maia, que ainda instiga uma série de dúvidas e mistérios.
Localizada em Palenque, no sudeste do México, a tumba foi vasculhada por uma minúscula câmera de vídeo. As imagens capturadas incluem figuras negras e vermelho-sangue que estão estampadas nas paredes e fragmentos de conchas e jade. Os pesquisadores acreditam que esses elementos fizeram parte de um ritual funerário.
A tumba em Palenque foi descoberta em 1999, mas ela não foi devidamente explorada na época porque os arqueólogos estavam com medo de prejudicar a antiga e frágil estrutura da pirâmide. Outro cuidado foi com os restos mortais de uma pessoa que possivelmente foi importante na antiga cidade maia, e que se encontra dentro do gabinete.
Palanque não é um local de fácil acesso. A cidade teve seu auge na época maia, mas após seu declínio, durante o século VIII d.C., ela foi engolida pela selva. Nas últimas décadas, a cidade foi amplamente explorada, mas ainda há muito a ser descoberto.
A pesquisa teve condições de acontecer agora porque os arqueólogos utilizaram uma minúscula câmera que foi dirigida por controle remoto e que manteve a estrutura da tumba intacta.
Ao contrário das outras tumbas de Palenque, o sarcófago foi encontrado. Os pesquisadores acreditam que ele pertenceu ao primeiro governante de Palenque, K’uk Bahlam I ou a Ix Yohl Ik’nal, governante da cidade do sexo feminino. Como é grande número de tumbas em Palenque, há indícios de que a cidade teria sido uma espécie de cemitério maia.
Confira o vídeo aqui.
Fonte: BBC
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Como os animais navegam pelo campo magnético da Terra
As jovens tartarugas-cabeçudas, por exemplo, lêem o campo magnético da Terra para ajustar a direção em que nadam. Com a ajuda do sensor magnético, elas ficam sempre em águas quentes durante a primeira migração ao redor da borda do Atlântico Norte.
Com o tempo, elas parecem construir um mapa magnético mais detalhado, aprendendo a reconhecer as variações na intensidade e direção das linhas de campo, que são posicionadas mais acentuadamente em direção aos pólos e mais planamente no equador magnético.
O que não se sabe, entretanto, é como elas sentem o magnetismo. Parte do problema é que os campos magnéticos podem atravessar os tecidos biológicos sem os alterar, de modo que os sensores poderiam, teoricamente, estar localizados em qualquer parte do corpo. Além disso, a detecção poderia não precisar de uma estrutura especializada para isso, mas acontecer a partir de uma série de reações químicas.
Mesmo assim, muitos pesquisadores acreditam que os receptores magnéticos existem na cabeça das tartarugas e de outros animais. Eles poderiam ser baseados em cristais de magnetita, que se alinham com o campo magnético da Terra. Esse mineral já foi encontrado em algumas bactérias e em peixes como o salmão e a truta-arco-íris – que também parecem controlar o campo magnético da Terra à medida que migram.
Mas como uma tartaruga sabe o caminho correto em uma viagem de 14 mil quilômetros pelo oceano a partir dessa hipótese? Alguns pesquisadores apostam que a cabeça do animal seria puxada para o lado correto. Imagine que você está nadando, e quando você vai para o leste, a sua cabeça é puxada para o oeste – é mais ou menos essa a sensação que sentiriam as tartarugas.
Essa é uma das possibilidades. A outra é que pode haver fotopigmentos nos olhos dos animais, conhecidos como criptocromos, que detectam o campo magnético quimicamente e fornecem “dicas visuais” que podem ser usadas como uma espécie de bússola. Se for assim, o animal poderia ver o campo magnético através de padrões de mudanças, como um conjunto de luzes ou cores que se alteram dependendo da direção.
Há algumas evidências de que este pode ser o caso, pelo menos em alguns tipos de animais. Os criptocromos são encontrados na retina de aves migratórias e parecem ser ativados quando as aves estão voando e usando o campo magnético. Além disso, as células contendo criptocromo se conectam com uma região do cérebro que, quando removida, impede a habilidade da ave navegar pelo campo magnético.
Até descobrirmos como esses animais detectam o campo, infelizmente não chegaremos nem perto de saber o que eles vêem e sentem. Mas há um fio de esperança em chegarmos a uma conclusão, com a recente descoberta de que moscas de fruta e peixes-zebra podem detectar campos magnéticos.
Seus cérebros menores e menos complexos tornarão os estudos mais simples do que os que são feitos com as tartarugas selvagens e pombos. Quem sabe, em breve, descobriremos que espécie de bússola ou mapa está presente (e bem escondida) no corpo dos animais.
Fonte: NewScientist
Comer plantas pode mudar nossas células
O que comemos influencia o nosso corpo? Claro, a quantidade de açúcar, gordura ou proteínas que ingerimos podem influenciar o nosso peso. Mas para além disso, novas pesquisas indicam que compostos especiais de plantas podem alterar a forma como nossos corpos usam nossos genes e proteínas.
Chamados de microRNAs, estes compostos são os agitadores de nossas células, elevando e reduzindo os níveis de nossas proteínas. Até agora, os cientistas acreditavam que essas substâncias só eram produzidas pelo corpo humano, mas descobriram que os microRNAs produzidos por plantas podem entrar no corpo humano.
Na China, pesquisadores encontraram níveis baixos de microRNAs de arroz em tecidos humanos. Depois de testar os efeitos destes produtos químicos em ratos, concluiram que a substância pode realmente afetar o modo como o corpo humano funciona.
Esses microRNAs podem representar uma nova classe de moduladores universais, que mediam as interações animal-planta. Os da planta podem representar moléculas essenciais em alimentos e ervas medicinais e também fornecer uma nova estratégia terapêutica para o tratamento de doenças.
Mas nem todos os pesquisadores concordam com a descoberta.
Para alguns deles, as concentrações de microRNA de plantas encontrados nos tecidos humanos são muito menores do que as utilizadas nos experimentos de laboratório. Níveis tão baixos podem não ter qualquer consequência de alterações fisiológicas sobre o corpo humano.
O trabalho do gene é produzir proteínas. Ele começa com uma molécula chamada DNA, que serve como “arquivo” do seu código genético inteiro. Partes do arquivo podem ser impressos em uma segunda molécula chamada mRNA, como uma página você pode ler e jogar fora. Essa página contém as instruções para fazer uma única proteína.
Depois, há microRNAs, que são pequenos pedaços de RNA que se ligam aos mRNAs, impedindo-os de serem lidos, e portanto, parando a produção dessa proteína. Os microRNAs basicamente silenciam os genes aos quais se associam e são usados para modificar muitos processos no corpo, incluindo a forma como as nossas células crescem e morrem.
Os pesquisadores estudaram amostras de sangue e de tecidos de homens e mulheres chineses, cujo principal prato é o arroz, à procura de microRNAs da planta. Os pesquisadores descobriram que esses microRNAs podem sobreviver mesmo passando pelo processo de digestão e chegar no sangue humano.
Eles decidiram se concentrar em um microRNA específico, chamado MIR168, e descobrir se ele poderia mudar células de camundongos. Ao estudar a sequência, eles descobriram que o MIR186 provavelmente se liga ao mRNA de uma proteína que controla a quantidade de células de colesterol jogadas na corrente sanguínea. Se os níveis desse mRNA caem, aumenta o nível de colesterol ruim no sangue.
Quando os ratos foram alimentados somente com arroz, o nível de MIR168 aumentou, enquanto o da proteína diminuiu – e os níveis de colesterol subiram.
A descoberta é obviamente muito intrigante. Indica que, além de comer materiais (na forma de carboidratos, proteínas, etc), você também está comendo ‘informação’.
A medida em que os microRNAs das plantas podem estar afetando a saúde humana ainda está em debate. Os níveis de MIR168 ingeridos pelos ratos foram 4 mil vezes maior do que em dieta normal e os efeitos observados nas células eram pequenos.
Surpreendente e interessante é. Resta saber os verdadeiros impactos para o seres humanos.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Família avista luz estranha e diz ter visto extraterrestre
APARIÇÕES – O fato ocorreu em março de 2011, enquanto um pai de família estava estudando e percebeu a luz misteriosa no céu.
Uma luz estranha deixou o pai de família Fernando Ibler, que estava em sua residência na Avenida Fagundes, estudando no dia 2 de março de 2011, curioso. Em uma distração, olhou para o céu e percebeu uma luz misteriosa que aumentava e diminua seu tamanho e mudava suas cores. Ficava parada, dava piruetas, sumia e depois ressurgia. Assustado e surpreso, Fernando chamou pelo filho Gabriel, 5 anos, e sua mulher Maria Altiva Ibler Bernardo, 34 anos, sendo que ambos desconfiaram que era um disco voador.
“Quando vimos esse objeto voador não identificado, pois não era avião nem helicóptero, já que os movimentos eram totalmente diferentes. Meu marido estava estudando na área aberta de nossa casa, e por coincidência ele olhou para o céu, momento em que avistou a luz. Ela ficou parada por algum tempo e todos nós fomos chamados para ver”, explica Maria Altiva.
Quando a luz foi avistada Altiva pegou a câmera fotográfica e começou a filmar e tirar fotos do objeto não identificado.
“Deu para tirar fotos, filmar e então resolvemos ligar para a minha cunhada [residente próximo a rua XV de Novembro] para perguntar se da casa deles, estariam vendo essa luz, para provarmos que não estávamos loucos” relata, entusiasmada, Maria Altiva Ibler.
Por coincidência, a cunhada de Altiva também avistou essa misteriosa luz no céu. Depois desse dia o comportamento da família Ibler mudou, como por exemplo, se recolhendo mais cedo e ficando sempre atenta ao céu.
“Ficamos bem emocionados, pois nós realmente acreditamos que seja um disco-voador devido à maneira que foi vista, não vimos mais nenhuma outra vez”, afirma Altiva.
Durante todos os dias a família olha para o céu e tenta avistar essa misteriosa luz que eles acreditam ser um OVNI (Objeto Voador Não Identificado).
FAB relata caso em Americana
O caso mais famoso de disco voador no interior de São Paulo, foi em 1989. Um documento da Força Aérea Brasileira (FAB) registrou até o fato em Americana: um objeto ‘circular, com um diâmetro de 50m, que ficou apagado a maior parte do tempo’, segundo uma testemunha.
Em 2001, novos relatos de luzes esquisitas aconteceram em cidades da região. Em fevereiro de 2001, um camponês afirmou ter visto um objeto circular enquanto caminhava por uma rodovia, mas nada foi comprovado.
Reportagem: Jamila Grecco
Fonte: www.atribunaregional.com.br
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Entrevista com Jean-Yves Leloup
O Barulho da Floresta Que Brota
Jean-Yves Leloup é um dos pensadores importantes do mundo contemporâneo. Nascido em 1950, na França, ele é um cidadão do mundo. Filósofo, terapeuta transpessoal, teólogo, ele é padre da igreja ortodoxa na França, e traduziu e interpretou textos bíblicos. Seu pensamento é poético, universalista, multidimensional. Conferencista reconhecido internacionalmente, ele vem regularmente ao Brasil proferir seminários organizados pela Universidade da Paz.
Para Marie de Solemne, uma estudiosa da sua obra, “a considerável força da palavra de Jean-Yves Leloup é que ela é sistematicamente informada, ao mesmo tempo, por uma reflexão filosófica, psicanalítica e espiritual”. Os livros de Jean-Yves estão publicados em vários idiomas e fazem sucesso no Brasil. Entre os seus últimos lançamentos estão “Amar ... Apesar de Tudo” e “A Arte da Atenção”, ambos da Editora Verus. A entrevista a seguir foi concedida na sede da Unipaz, em Brasília.
Pergunta – Você é sacerdote da igreja ortodoxa...
Jean-Yves Leloup - A ortodoxia é a tradição das origens do cristianismo. Inicialmente, o cristianismo era uma comunhão de igrejas. Havia a igreja de Jerusalém, a de Antióquia, a de Éfeso, a de Roma. Foi só no século 12 que a igreja de Roma se separou. As diferentes igrejas ortodoxas preservaram a tradição de comunhão e permaneceram unidas apesar das diferenças.
Pergunta - Você acredita em Astrologia?
Jean-Yves Leloup – O homem é uma parte do universo e depende dos astros. Isso faz parte da sua unidade com o cosmo. Gosto das palavras de Santo Tomás de Aquino, que diz que os homens dependem dos astros, mas são maiores do que eles. Não somos completamente determinados pelos astros. O homem é uma mistura de natureza e de aventura. Creio na Astrologia, mas não no determinismo.
Pergunta – Quando você diz que aceita postulados da Astrologia, essa é uma opinião pessoal ou é um consenso em sua igreja?
Jean-Yves Leloup – Na igreja ortodoxa há diferentes teólogos, com pontos de vista diversos. A linha de pensamento em que estou engajado respeita a Astrologia. A consciência da relação do homem com o universo, a consciência da sua liberdade e a consciência daquilo que o ser humano faz em relação ao universo – essas são questões muito tradicionais.
Pergunta – No seu livro A Arte da Atenção, você define o oceano como “um deserto em movimento”. O deserto parece ser um dos seus temas constantes. Se para você o deserto é uma metáfora, ele simboliza o quê?
Jean-Yves Leloup – Simboliza o silêncio – o silêncio de onde vem a palavra e para onde a palavra volta. O deserto é também uma metáfora da vacuidade – a vacuidade de onde vem o mundo e para onde esse mundo volta. Quando estamos no deserto, nesse espaço de silêncio, nós nos aproximamos dessa vacuidade essencial e não somos distraídos pelas formas. Entramos em contato com o que não tem forma — a origem de todas as formas.
Pergunta – Você acredita em reencarnação?
Jean-Yves Leloup – A reencarnação é uma explicação possível. Ela é importante para dar-nos um sentido de responsabilidade e para colocar-nos em contato com as conseqüências dos nossos atos. A ideia de reencarnação está ligada à ideia de justiça e à lei do Carma. O Evangelho diz que o que você planta, você colhe. Nesse sentido, a ideia da reencarnação pode ser útil. Mas os grandes sábios da Índia dizem que a reencarnação é uma crença popular e uma forma de interpretar o que está além do espaço e do tempo. Crer na reencarnação é acreditar na continuidade do espaço-tempo. Por isso, há uma diferença entre reencarnação e ressurreição. O objetivo humano é sair do ciclo da reencarnação e atingir um estado de ressurreição que está além da necessidade de reencarnar e constitui uma libertação. Quando perguntaram ao indiano Ramana Maharshi para onde ele iria depois da sua morte, ele respondeu: “irei para onde sempre estive”. Ele não fala de reencarnação, nem do encadeamento de causas e efeitos. Ele destaca que há dentro de nós algo que está livre da roda de causas e efeitos, livre do samsara. É esse estado de despertar que devemos descobrir.
Pergunta – O que é Deus? É uma entidade antropomórfica que toma decisões como se fosse um ser humano, com seu hemisfério cerebral esquerdo, que gosta ou não gosta, que se apega ou rejeita algo? Ou Deus é apenas uma Lei Universal?
Jean-Yves Leloup – Cada um tem sua religião conforme o seu nível de consciência. Nossa imagem de Deus é feita de acordo com o que a nossa consciência pode conter. É por isso que existem imagens de Deus muito infantis – Deus como uma grande mãe ou um grande pai, como uma fonte de segurança. Meister Eckhart escreveu que, para alguns, Deus é como uma vaca leiteira, algo que tem que suprir as nossas necessidades. Para outros, Deus é aquilo que coloca em ordem a sociedade humana e o universo, é a lei natural. Para outros, ainda, Deus é apenas uma palavra, e tudo o que podemos pensar de Deus não é Deus, mas apenas a nossa representação dele. Assim, também, o que conhecemos da matéria não é a matéria, mas apenas o que os nossos instrumentos de compreensão nos permitem perceber. Por isso, quando usamos a palavra Deus, é bom saber do que estamos falando. Ao longo da nossa vida pessoal, nossa imagem de Deus pode mudar. Aquilo que a gente aprendeu no catecismo, em outro momento ganha outro significado. O que aprendemos sobre Química no primeiro grau não é o que aprendemos na universidade. Às vezes, no entanto, ficamos fixados nas imagens da escola de primeiro grau. O mais importante, claro, é a nossa experiência. O que quero dizer quando falo de Deus? Que experiências estão por trás dessa palavra? Para mim, essa é uma experiência de serenidade, de silêncio, de amor, e de luz.
Pergunta – Em seus livros, você aborda “a memória do corpo”.
Jean-Yves Leloup – O corpo é a nossa memória mais arcaica. Tudo aquilo que uma criança viveu fica guardado na forma de impressões em seu corpo. Quando tocamos um corpo, tocamos toda essa memória. Assim, você não pode tocar determinadas pessoas em determinadas áreas, porque ali há registros de memórias antigas. Karl Graf Dürkheim dizia que quando fazemos massagem em alguém, não estamos tocando um corpo, estamos tocando uma pessoa. O corpo é animado, pleno de memórias.
Pergunta – Como você vê a relação entre o individual e o social? Penso que ficamos capengas se nos engajamos na transformação social sem fazer uma autotransformação, mas também ficamos incompletos se tentamos uma autotransformação sem levar em conta a sociedade ao nosso redor.
Jean-Yves Leloup – É importante observar as duas coisas. Isso me faz lembrar do que me disse um rabino em Jerusalém: que nunca haverá paz, em Jerusalém, enquanto o ser humano não fizer a paz dentro de si mesmo. E fazer a paz em Jerusalém significa fazer a paz nos diferentes bairros. O bairro judeu, o bairro árabe, o bairro cristão, etc. Nós também temos que construir essa paz nos nossos diferentes bairros, o bairro do coração, o bairro da mente, o bairro do corpo. Se fizermos paz em nosso próprio interior, poderemos fazer a paz no mundo. Há uma interpenetração do individual e do social. Quando eu me preocupo com a sociedade, eu me transformo. Cuidar do outro me revela a mim mesmo. Quando conheço o outro, conheço a mim mesmo. O Evangelho de São Tomé diz que o Reino está no interior e no exterior. Se o Reino estivesse somente no interior, poderíamos abandonar o mundo e viver apenas em meditação. Se o Reino estivesse só no exterior, não teríamos que meditar, e poderíamos ocupar-nos o tempo todo da sociedade. Mas o que Jesus fala é que o Reino está dentro e fora, e eu acho que esse é o segredo do amor. Porque o amor é aquilo que o ser humano tem de mais interior e, ao mesmo tempo, ele tem conseqüências no mundo exterior.
Pergunta – Qual é o impacto que a busca espiritual dos indivíduos tem, ou que deveria ter, sobre as estruturas sociais? A nossa cultura espiritual, hoje, não deveria incluir uma preocupação explícita com mudanças sociais?
Jean-Yves Leloup – Não há oposição entre o que é interior e o que é exterior. Cada um deve seguir aquilo que o espírito lhe inspira. Para alguns, é através da ação que se ama. Para outros, é através da meditação ou da oração. A ação e a contemplação são como os dois olhos em um mesmo olhar. Às vezes o amor nos convida à interiorização. Em outros momentos o amor nos leva a agir, a produzir. A única condição necessária é que façamos todas as coisas a partir do melhor de nós mesmos. Não se deve comparar a ação de Madre Teresa com a ação de um eremita dentro de sua gruta. Cada um age da sua maneira pelo bem-estar da humanidade.
Pergunta – Como você vê, hoje, a marcha da evolução humana?
Jean-Yves Leloup – Vejo a humanidade em uma situação de apocalipse, entendendo a palavra apocalipse como revelação. Há algo desmoronando, e há também algo que está nascendo. Nós escutamos o barulho do carvalho que cai, mas não escutamos o barulho da floresta que brota. Ouvimos o ruído das torres desmoronando, mas não escutamos a consciência que desperta. No mundo de hoje há muitas coisas que desmoronam, e em geral falamos das coisas que fazem ruído, mas não falamos das sementes de consciência e de luz que estão germinando.
Pergunta – Qual o significado do ascetismo no caminho espiritual?
Jean-Yves Leloup – O ascetismo é um caminho para prazeres mais sutis.
Pergunta – O que separa uma religião da outra?
Jean-Yves Leloup – Creio que é a ignorância, junto com a vaidade e o desejo de poder. Quando você conhece o outro, você o respeita. Se não há desejo de poder, há lugar para todos. Em um canteiro de flores há lugar para as flores azuis, para as brancas, e cada uma delas cresce em direção à luz.
Pergunta – O que as religiões têm a ensinar umas às outras?
Jean-Yves Leloup – Cada uma pode ensinar às outras a sua diferença, o que a distingue. Não podemos fazer um buquê, se todas as flores tiverem a mesma cor. Se todas as pessoas pensam igual, então elas não pensam mais. O pensamento dos outros estimula o nosso pensamento. A maneira como os outros consideram o absoluto me permite relativizar minha própria maneira de considerar o absoluto. Isso me impede de construir um dogma e me leva a um conhecimento mais profundo.
Pergunta – Como você vê o Brasil?
Jean-Yves Leloup – Tenho a impressão de que o Brasil não tem uma coisa ou outra, ele tem todas as coisas. E há a riqueza da natureza, a riqueza das culturas mescladas. Mas sinto que no mundo político há alguma coisa artificial. Sinto que há uma esquizofrenia. O Brasil tem uma coisa muito forte, espontânea, próxima do paraíso, talvez, mas há também algo que impede o surgimento desse paraíso.
Pergunta – Existe uma relação entre a atenção e o desapego...
Jean-Yves Leloup – Se estivermos realmente atentos, estaremos dentro de um instante. Só podemos estar atentos instante a instante. Mas se estivermos atentos a esse instante estaremos desapegados em relação ao instante anterior. A atenção é a arte de viver no momento presente, e para isso é preciso estar livre do passado e do futuro. A arte da atenção é a arte de estar no presente. O presente está ligado ao passado e ao futuro, mas ao mesmo tempo ele está desapegado em relação a eles. Isso me faz pensar em umas palavras de Buda que têm relação com uma das perguntas feitas há pouco. “Se você quiser conhecer sua vida anterior”, disse o Buda, “esteja atento para o que você é e faz hoje”. Aquilo que você é hoje é o resultado do que você foi. Se você quiser conhecer a sua vida futura, esteja atento para o que você é e faz hoje. Porque o que você é hoje constitui a origem do que virá mais tarde. Há também as palavras de Cristo, “não olhe para trás e não se preocupe com o futuro, mas faça bem aquilo que você tem de fazer no momento presente”.
O o o O o o O o o O
[ Esse texto de Carlos C. Aveline, que transcreve uma entrevista com Jean-Yves Leloup, foi publicado originalmente na revista “Planeta”, de São Paulo, edição de outubro de 2002. ]
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Aeronáutica na Índia Antiga
Vimana é uma maquina voadora, amplamente descrita na literatura da antiga Índia. Referencias a esse misteriosos veículo aéreo são comuns em textos antigos indianos e neles encontramos detalhes de seu uso até mesmo com o equipamentos de guerra. Os Vedas, por exemplo, fazem uma exposição circunstanciada de vimanas de varias formas e tamanhos, desde o Ahnihotra Vimana, com dois propulsores, ao Vimana Elefante, com mais propulsores, e outros tipos com nomes como Kingfisher, Íbis e de diversos animais. Veda vem do sânscrito e significa “conhecimento”. Os Vedas contêm o conjunto dos mais antigos textos sagrados, poemas e hinos laudatórios, formas sacrificais que constituem o fundamento da tradição religiosa filosófica da Índia.
Sistema Gravitacional – Consta que os vimanas podiam voar não só dentro da atmosfera da Terra, mas como também viajar no fundo do mar ou através do espaço sideral. A palavra Vimana também vem do sânscrito e significa “ave voadora habitada” No Ramayama, outra obra literária da antiga Índia, Vimana significava “o palácio voador do demônio-senhor Ravana chamado Pushpaka” O imperador Ashoka, por exemplo, iniciou uma ordem chamada Sociedade Secreta dos Nove Homens Desconhecido, integrada por grandes cientistas indianos que receberam a incumbência de catalogar as muitas ciências. Ashoka manteve em segredo o trabalho deles porque temia que a ciência avançada catalogada, estudada a partir de antigas fontes indiana, fosse usada para propósitos de guerra, e ele era totalmente contra isso desde que se convertera ao budismo, após derrotar um exercito rival em uma batalha sangrenta. Os tais “nove homens desconhecidos” escreveram um total de nove livros, presumivelmente um por cada homem. O livro numero um intitula-se Os Segredos da Gravitação e lida principalmente com o problema do controle da gravidade. Supõe-se que ele deve estar muito bem guardado em alguma biblioteca secreta na Índia, no Tibete ou em outro lugar – talvez até mesmo nos Estados Unidos. Tendo em vista seu conteúdo, é perfeitamente compreensível que Ashoka quisesse mantê-lo em total segredo. Ele também estava ciente das guerras devastadoras, nas quais tais veículos avançados e outras armas tinham sido utilizados. A destruição do antigo Império Rama, milhares de anos antes, por exemplo contabilizava-se entre os saldos trágicos. Há poucos anos atrás, os chineses descobriram em Lhasa, no Tibete, documentos escritos em sânscrito e os enviaram a Universidade de Chandrigarh para serem traduzidos. A doutora Ruth Reyna, daquela instituição admitiu que o material contém instruções precisas para a construção de astronaves. O já citado Ramayama também detalha minuciosamente uma viajem ao nosso satélite natural em um vimana ou astra, que teria entrado em combate com uma aeronave Asvin.
Manuais de Aeronáutica – Para que possamos entender melhor esta tecnologia, temos que regressar bastante tempo, até a época em que o chamado Império Rama, que abrangia uma área que ia do norte da Índia ao Paquistão, no subcontinente indiano, começou a florescer, há mais de 15 mil anos. Haviam grandes e sofisticadas cidades, muitas da quais os arqueólogos ainda não encontraram. Rama se desenvolveu paralelamente a Atlântida, situada no centro do oceano atlântico e administrada por sacerdotes – reis considerados “Iluminados” , que governavam as cidades. As sete cidades capitais de Rama eram descritas nos textos Hindus clássicos como “As Sete Cidades de Rishi” Segundo os manuscritos, nesses lugares, as pessoas tinham maquinas voadoras habitualmente. A antiga epopéia indiana descreve um vimana com sendo uma aeronave circular de dois andares com escotilhas e uma cúpula. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de vimanas, alguns em formato discóide e outros semelhantes a charutos ou cilindros longos. Os antigos indianos, que, por si mesmos conceberam, projetaram e fabricaram essas naves, escreveram manuais completos de vôo sobre vários tipos de vimanas, muitos dos quais ainda existem e foram até traduzidos para o Inglês. O Sâmara Sutradhara é um tratado científico que aborda todos os aspectos da construção e viagem dessas naves. Há 230 estrofes neste texto que lidam com a decolagem, viagem das mesmas, por milhares de quilômetros, assim como suas aterrissagens normais e forçadas – e até mesmo eventuais colisões com pássaros. Redescoberto em um templo na Índia em 1875, o Vaimanika Sastra, texto escrito por Bharadvajy; o sábio, que viveu no século IV a.C., cita textos ainda mais antigos como sua fonte. O documento trata da operação de vimanas e inclui informações sobre a pilotagem, precauções para vôos longos, proteção das aeronaves de tempestades e raios, explica como alternar a fonte de propulsão para energia solar e a uma outra que soa como antigravitacional. O Vaimanika Sastra tem oito capítulos e se vale até de diagramas para descrever três tipos diferentes de veículos aéreos, menciona também 31 peças essenciais e materiais com os quais eram construídos, que possuíam propriedades especiais, como a de absolver luz e calor. O documento foi traduzido para o inglês por Maharishi Bharadwaaja e editado, impresso e publicado por G. R. Josyer [Mysore, Índia, 1979] sob o titulo de A Aeronáutica de Vymaanidashaastra. Josyer é o diretor da Academia Internacional de Investigação de Sânscrito, sediada em Mysore.
Nazistas na Índia e no Tibet – é patente que os vimanas eram impulsionados por algum tipo de antigravidade. Eles decolavam verticalmente e eram capazes de pairar no céu como um helicóptero moderno ou dirigível. Bharadvajy, o sábio, refere-se a não menos que 70 autoridades e 10 peritos em viagem aérea na antiguidade. Por coincidência ou não, foram os nazistas os primeiros a desenvolverem motores a jato funcionais para os seus mísseis V-2. Hitler e os demais membros da cúpula do Terceiro Reich demonstravam um interesse excepcional pela antiga Índia e o Tibet, e expedições anuais visando a coleta de informações começaram a ser para lá enviadas a partir do inicio dos anos 30, o que foi executado a cabo e a contento. Talvez daí tenham vindo as informações cientificas de que tanto necessitavam.
De acordo com o Dronaparva a parte do Mahabarata e do Ramayama, um dos vimanas descritos tinha formato de uma esfera e voava a grande velocidade, impulsionada por um vento poderoso gerado pelo mercúrio. Dessa forma, ele se movia como um Ufo, de cima para baixo, para trás e para frente, conforme o desejo do piloto. Segundo outra fonte indiana, o Samar, os vimanas eram maquinas de ferro, compactas e lisas, com um jato de mercúrio que saia rugindo da parte de trás, na forma de uma chama” Outro trabalho chamado Samaranganasutradhara descreve como os veículos eram construídos. É possível que o mercúrio tivesse realmente algo a ver com a propulsão, ou mais provavelmente com o sistema de orientação.
Instrumentos de navegação – Curiosamente, cientistas soviéticos encontraram o que chamaram de “ antigos instrumentos usados na navegação de veículos cósmicos” em cavernas do Turkestão e do deserto de Gobi. Tais dispositivos seriam objetos de vidro ou porcelana hemisféricos, terminando em um cone com uma gota de mercúrio dentro. Os hindus antigos, presumivelmente, devem ter voados pelos céus nesses veículos atravessando toda a Ásia chegando até a América do Sul. Um manuscrito achado em Mohenjo Dharo, no Paquistão – uma das Sete Cidades Rishi do Império Rama – e ainda indecifrado, é semelhante a um outro achado na Ilha de Páscoa, há milhares de quilômetros de distancia. Um escrito achado na Ilha de Páscoa, chamado de Rongo – Rongo, igualmente ainda indecifrado, é deveras semelhante ao de Mohenjo- Dharo
E eis que no Tibet fala de “carruagens de fogo” como o mesmo desprendimento: “Bhima voou no seu carro, resplandecente como o Sol e alto com,o o trovão. A carruagem voadora brilhou como uma chama na noite do céu de verão e passou rápida como um cometa. Era como se dois sóis estivessem brilhando. Então a carruagem se levantou e todo o paraíso brilhou” . Da mesma forma, o Mahavira de Bhavabhuti um texto jainista – da escola heterodoxa da índia fundada no século VI a . C. – datado do oitavo século, menciona Pushpaka, uma carruagem aérea que “transporta muitas pessoas para a capital de Ayodhya. O Céu esta cheio de maquinas voadoras estupenda, escuro como a noite, mas com pontos de luz de um clarão amarelado”.
Infelizmente, os vimanas, como a maioria das descobertas cientificas, foram usados para fins bélicos. Há documentos indianos que informam que os asvins empregaram suas maquinas voadoras denominadas vailixis, para literalmente tentar dominar o mundo. Os chamdos asvins nos escritos Hindus, eram tecnologicamente mais avançados e certamente de um temperamento mais belicoso do que os habitantes da Índia.
Eklal Kueshan, autor de The Ultimate Frontier [A Ultima Fronteira, Stelle Group, 1978], escreveu em um artigo em 1966 que os vailixi foram desenvolvidos primeiro na Atlântida, há 20 mil ano, e que os tipos mais comuns tinham formato de disco de corte transversal, geralmente trapezoidal, com três propulsores hemisféricos visíveis do lado de baixo. Na acepção de Kueshana, “eles usavam um dispositivo de antigravidade mecânico dirigido por propulsores que desenvolviam aproximadamente 80.000 HP” . O Ramayama, o Mahabarata e outros textos falam da terrível guerra que se travou entre os Asvins e Rama, há uns 10 ou 12 mil anos, usando de armas de destruição em massa que não poderiam ser imaginadas até a segunda metade do século XX. O Livro III da Mussala Parva descreve os efeitos causados por uma daquelas tenebrosas arma, cujo “único projétil parecia carregar todo o poder do universo”.
Explosões Atômicas – A arma desconhecida era um raio fulminante e devastador mensageiro da morte, que fez erguer uma coluna incandescente de fogo de fumaça e chamas no local da explosão. “Era tão luminosa quanto mil sóis nascendo em todo seu esplendor, e reduziu as cinzas todos os membros Vrichnis e Andacas. Os corpos carbonizados ficaram irreconhecíveis. Os que se salvaram perderam os cabelos e unhas. Artefatos de cerâmica se quebraram, sem qualquer motivo, os pássaros embranqueceram. Dentro de pouco tempo, os alimentos ficaram envenenados. O raio caiu e transformou-se em pó fino”. Seria o relato da explosão de Hiroshima e Nagasaki? O mundo jamais deveria esquecer daquelas imagens.
Em 6 de agosto de 1945, os norte americanos jogaram a primeira bomba atômica, matando instantaneamente 260 mil pessoas e deixando uma legião de feridos. Três dias depois, outra bomba atômica foi lançada, desta vez sobre Nagasaki, varrendo a cidade do mapa e ceifando 150 mil vidas humanas. Quem assistiu aquelas cenas dantescas certamente as têm bem gravadas na memória. Seres humanos adultos foram reduzidos ao tamanho de bonecas pelo calor incandescente. Sobreviventes sem cabelos, sem unhas, morrendo a mingua nos hospitais de campanha. Arvores e campos transformados em cinzas. O filosofo norte – americano George Satayana (1863 – 1952) certa vez falou: “Os que esquecem do passado estão condenados a repeti-lo”. Mas os acontecimentos descritos no Mahabarata e no Mussala Parva, já citados ocorreram há muitos milênios atrás, não há apenas algumas décadas. Era se as forças dos elementos tivessem sido desencadeadas. O sol girava em círculo calcinado com a brasa da arma, o mundo estremeceu de calor”. Dizem os textos. Foram atingidos elefantes que cegos de do, correram desnorteados. A água chegou a ferver, os animais morreram. O fogo fez tombar arvores, uma após outra, como um incêndio na mata. Referencias a efeitos radioativos como esses, em que se fez uso de um conjunto de armas e veículos aéreos, pululam em todos os livros épicos indianos e milhares de anos de idade. Um deles até mesmo descreve uma contenda entre os vimanas e os vailixi na Lua!
Quando no ultimo século arqueólogos escavaram a cidade de Rishi, na área de Mohenjo Dharo, encontraram esqueletos espalhados nas rua, alguns deles de mãos dadas, como se alguma destruição os tivesse atingido de repente. Esses esqueletos estão entre os mais radioativos jamais encontrados, no mesmo nível em que estavam os de Hiroshima e Nagasaki, mesmo decorrido milhares de anos. Tijolos e muros de pedra literalmente vitrificados foram achados na Índia, Irlanda, França, Turquia e em outros lugares. Não há nenhuma explicação lógica para a vitrificação de fortificações de pedra e cidades inteiras, exceto a de que tivessem sido causadas por explosões atômicas. Os registros antigos dão conta também de que os vimanas eram invisíveis aos inimigos capazes de fazer uma parada total no piscar de um olho e equipados com mecanismos que poderiam ampliar e reduzir imagens, e aumentar ou diminuir sons. Tais aeronaves ainda eram capazes de escutar as conversações e sons de naves hostis e registrar coisas, pessoas, incidentes e situações que estivessem no interior de maquinas inimigas. Seus tripulantes poderiam saber, a qualquer momento, a direção de movimento de outra aeronave nas proximidades, para deixar a tripulação inimiga em estado de animação suspensa, entorpecimento mental ou perda completa de consciência . tinham elevado poder destrutivo e eram manejados por pilotos e co pilotos competentes.
Em 6 de agosto de 1945, os norte americanos jogaram a primeira bomba atômica, matando instantaneamente 260 mil pessoas e deixando uma legião de feridos. Três dias depois, outra bomba atômica foi lançada, desta vez sobre Nagasaki, varrendo a cidade do mapa e ceifando 150 mil vidas humanas. Quem assistiu aquelas cenas dantescas certamente as têm bem gravadas na memória. Seres humanos adultos foram reduzidos ao tamanho de bonecas pelo calor incandescente. Sobreviventes sem cabelos, sem unhas, morrendo a mingua nos hospitais de campanha. Arvores e campos transformados em cinzas. O filosofo norte – americano George Satayana (1863 – 1952) certa vez falou: “Os que esquecem do passado estão condenados a repeti-lo”. Mas os acontecimentos descritos no Mahabarata e no Mussala Parva, já citados ocorreram há muitos milênios atrás, não há apenas algumas décadas. Era se as forças dos elementos tivessem sido desencadeadas. O sol girava em círculo calcinado com a brasa da arma, o mundo estremeceu de calor”. Dizem os textos. Foram atingidos elefantes que cegos de do, correram desnorteados. A água chegou a ferver, os animais morreram. O fogo fez tombar arvores, uma após outra, como um incêndio na mata. Referencias a efeitos radioativos como esses, em que se fez uso de um conjunto de armas e veículos aéreos, pululam em todos os livros épicos indianos e milhares de anos de idade. Um deles até mesmo descreve uma contenda entre os vimanas e os vailixi na Lua!
Quando no ultimo século arqueólogos escavaram a cidade de Rishi, na área de Mohenjo Dharo, encontraram esqueletos espalhados nas rua, alguns deles de mãos dadas, como se alguma destruição os tivesse atingido de repente. Esses esqueletos estão entre os mais radioativos jamais encontrados, no mesmo nível em que estavam os de Hiroshima e Nagasaki, mesmo decorrido milhares de anos. Tijolos e muros de pedra literalmente vitrificados foram achados na Índia, Irlanda, França, Turquia e em outros lugares. Não há nenhuma explicação lógica para a vitrificação de fortificações de pedra e cidades inteiras, exceto a de que tivessem sido causadas por explosões atômicas. Os registros antigos dão conta também de que os vimanas eram invisíveis aos inimigos capazes de fazer uma parada total no piscar de um olho e equipados com mecanismos que poderiam ampliar e reduzir imagens, e aumentar ou diminuir sons. Tais aeronaves ainda eram capazes de escutar as conversações e sons de naves hostis e registrar coisas, pessoas, incidentes e situações que estivessem no interior de maquinas inimigas. Seus tripulantes poderiam saber, a qualquer momento, a direção de movimento de outra aeronave nas proximidades, para deixar a tripulação inimiga em estado de animação suspensa, entorpecimento mental ou perda completa de consciência . tinham elevado poder destrutivo e eram manejados por pilotos e co pilotos competentes.
FONTE:
Trecho da Revista Ufo, 126
Matéria de David Hatcher Childress - Vimana Aeronáutica da Índia Antiga, publicada pela Editora Madras.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
O LHC sob sabotagem do futuro
Vazamento de gás, Al Qaeda e até passarinho já entraram no caminho do maior acelerador de partículas do mundo. Pode não ser simplesmente azar
Se tudo der certo, o LHC (Large Hadron Collider), maior acelerador de partículas do mundo, voltará à ativa em 2010. O objetivo dessa máquina impressionante é explorar as leis da física e encontrar partículas como o chamado bóson de Higgs, que teoricamente nos dá massa e permite que você e as estrelas, por exemplo, existam. Os cientistas estão empolgados com os testes. No entanto, é possível que uma força impeça que eles sejam realizados. E não seria a primeira vez que isso aconteceria.
Em outubro de 2008, o LHC parou de funcionar poucos dias após ser ligado, por causa de um vazamento de gás hélio. Um ano depois, outro acidente de percurso, menor: um cientista do LHC foi preso, acusado de ser ligado à Al Qaeda. E, em novembro, um pássaro derrubou um pedaço de pão sobre o equipamento externo do LHC, cortando a energia no acelerador. Não que o azar seja privilégio do LHC. Em 1993, um acelerador ainda maior foi fechado nos EUA, quando faltava pouco para que ele entrasse em operação (o motivo teria sido o alto custo para o governo). Pode parecer acaso, e até ser mesmo no caso da Al Qaeda e do passarinho. Mas tantos problemas com o estudo do bóson de Higgs parecem, a mim e a Masao Ninomiya - pesquisador do Instituto Yukawa de Física Teórica, no Japão - uma sabotagem. Realizada pelo futuro.
Nossa teoria é a seguinte: pelo melhor modelo que temos hoje na física, o bóson de Higgs existe, apesar de nunca ter sido fisicamente encontrado. Eu e Ninomiya acreditamos que a quantidade dessas partículas precisa ser pequena para que o Universo funcione como hoje. E que, justamente por isso, qualquer produção de partículas extras deverá encontrar algum obstáculo. É como se existisse uma força governante - como um Deus, mas não na forma religiosa do termo - que trabalha para evitar que a superpopulação de Higgs tire o Universo de sua ordem.
Por essa lógica, a produção de Higgs seria uma aberração tão grande na natureza que causaria consequências não só no tempo presente, mas também no passado - gerando ondas de força rumo ao evento que teria criado a desordem do Universo. Ou seja: com o objetivo de boicotar o funcionamento do acelerador.
Os argumentos contra essa tese são o de que outro acelerador, nos EUA, teria produzido milhares de bósons de Higgs. E o de que essas partículas seriam naturalmente criadas na atmosfera. No entanto, é possível que o total de partículas produzidas nos EUA não seja suficiente para perturbar o Universo. E a ciência ainda sabe pouco demais sobre o bóson de Higgs na atmosfera para considerarmos o argumento.
Se o LHC funcionar, será um grande passo para a ciência. Mas seu fracasso poderá confirmar nossa tese, que é apenas uma ideia teórica, mas plenamente possível. Acompanharemos - fiquem de olho também.
"A produção das partículas de Higgs seria uma aberração tão grande na natureza que causaria consequências não só no presente, mas também no passado - gerando ondas de força rumo ao evento que teria criado a desordem do Universo."
(*) Holger Bech Nielsen, considerado um dos pais da Teoria das Cordas, é professor do Instituto Niels Bohr (centro de pesquisa de física da Universidade de Copenhague).
Fonte: Super Interessante
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domingo, 2 de outubro de 2011
Células solares flexíveis batem dois recordes de eficiência
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| Esta é a nova célula solar flexível com recorde de eficiência de 18,7%.[Imagem: Empa] |
Células solares CIGS
Pesquisadores do laboratório suíço EMPA bateram um novo recorde de eficiência em suas células solares CIGS.
CIGS é uma sigla formada pela iniciais de cobre, índio, gálio e selênio (na verdade um disselento), os materiais usados na construção da célula solar.
Este tipo de célula pode ser fabricado em filmes plásticos e até por impressão jato de tinta.
A menor eficiência das células solares CIGS - em relação às células fotovoltaicas de silício - deve-se principalmente à baixa temperatura que deve ser usada para que elas sejam aplicadas sobre o plástico.
Os pesquisadores suíços, que trabalham tanto com substratos plásticos quanto de vidro, conseguiram baixar a temperatura ótima para a deposição sem perder eficiência.
Pinturas solares
O novo processo permitiu atingir um recorde de 18,7% na conversão solar-elétrica quando as células CIGS são aplicadas sobre plástico.
Isto as coloca praticamente em pé de igualdade com as células solares de silício, mas com duas vantagens substanciais: um custo muito menor e a flexibilidade do plástico.
Os pesquisadores também demonstraram que o processo é adequado para a aplicação das células solares sobre metais, incluindo o aço - neste caso, a eficiência atingida foi de 17,7%.
Isso abre caminho, por exemplo, para a criação de "pinturas solares" para carros elétricos, que ajudarão a carregar as baterias, assim como o uso da energia solar em uma infinidade de aplicações onde a instalação dos pesados painéis solares atuais não é adequada.
Os pesquisadores criaram uma empresa, chamada Flisom, para aprimorar a aplicação do novo processo de baixa temperatura por um sistema industrial de fabricação contínua por impressoras de rolo (roll-to-roll).
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| O avanço foi obtido encapsulando os pontos quânticos coloidais com uma única camada de átomos, o que permite seu adensamento. [Imagem: Tang et al./Nature Materials] |
Célula solar de pontos quânticos
Por sua vez, um grupo de pesquisadores canadenses, sauditas e norte-americanos criaram a célula solar de pontos quânticos mais eficiente já fabricada até hoje.
Pontos quânticos são semicondutores em nanoescala que capturam os fótons e geram uma corrente elétrica.
Devido ao seu tamanho minúsculo, eles podem ser aspergidos sobre superfícies flexíveis, inclusive plástico. Isso os torna promissores para a fabricação de painéis solares mais baratos.
O avanço foi obtido encapsulando os pontos quânticos coloidais (CQD:collodial quantum dots) com uma única camada de átomos.
Isso é importante porque aumenta a densidade dos pontos quânticos, o que eleva o rendimento do painel solar como um todo. Quanto menor for essa camada passiva de aglomeração, maior é a densidade obtida.
"Nós descobrimos como encolher os materiais de passivação para o menor tamanho imaginável," disse Ted Sargent, da Universidade de Toronto, no Canadá, que tem um longo histórico no desenvolvimento desse tipo de célula solar.
O rendimento das células solares de pontos quânticos ainda é substancialmente menor do que as células solares de silício.
Mas o aumento agora obtido em sua eficiência e a possibilidade de sua aplicação por spray foram suficientes para que a empresa MaRS Innovations se interessasse pela tecnologia para levá-la ao mercado.
Bibliografia:
Jiang Tang, Kyle W. Kemp, Sjoerd Hoogland, Kwang S. Jeong, Huan Liu,, Larissa Levina, Melissa Furukawa, Xihua Wang, Ratan Debnath, Dongkyu Cha, Kang Wei Chou, Armin Fischer, Aram Amassian, John B. Asbury, Edward H. Sargent
Nature Materials18 September 2011Vol.: Published onlineDOI: 10.1038/nmat3118
Highly efficient Cu(In,Ga)Se2 solar cells grown on flexible polymer films
Adrian Chirila, Stephan Buecheler, Fabian Pianezzi, Patrick Bloesch, Christina Gretener, Alexander R. Uhl, Carolin Fella, Lukas Kranz, Julian Perrenoud, Sieghard Seyrling, Rajneesh Verma, Shiro Nishiwaki, Yaroslav E. Romanyuk, Gerhard Bilger, Ayodhya N. Tiwari
Nature MaterialsSeptember 2011Vol.: Published onlineDOI: 10.1038/nmat3122
Trechos de A Doutrina Secreta - A Iniciação
“Ainda que a iniciação não contivesse regras nem princípios, nem ensinamento algum especial de ciência, tal como a entendemos nos dias atuais, era a Ciência – a Ciência das Ciências. E, conquanto desprovidas de dogmas, de disciplina física e de ritual privativo, era, não obstante, a única Religião verdadeira – a da verdade eterna. Externamente, era uma escola, um colégio, onde se ensinavam ciências, artes, ética, legislação, filantropia e o culto da verdadeira e real natureza dos fenômenos cósmicos; as provas práticas eram dadas secretamente durante os mistérios.”
“Os que se mostravam capazes de aprender a verdade acima de todas as coisas, isto é, os que podiam contemplar a face sem véu da grande Ísis, e resistir ao deslumbrante e majestoso olhar da deusa, esses se tornavam Iniciados.”
[Excertos de ‘A Doutrina Secreta’, H. P. Blavatsky, Vol. V, Seção XXVIII]
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O médium João de Deus estudado no programa de Oprah Winfrey
A Jornalista americana Susan Casey, autora do Best-Seller "A ONDA" ("THE WAVE") fala no consagrado talkshow de Oprah Winfrey sobre a bem repercutida matéria que escreveu na O Magazine, na qual investigou os trabalhos de cura espiritual através do médium brasileiro conhecido como João de Deus.
Além de acompanhar os procedimentos para com os milhares de enfermos que batem à porta de Abadiana, Goiás, Susan relata o que aconteceu pessoalmente com ela após sua visita investigativa.
Sempre buscando a neutralidade - caráter essencial do jornalismo -, Oprah e Susan debatem em torno das questões espiritualistas ali envolvidas.
Vale a pena acompanhar.
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