terça-feira, 22 de novembro de 2011

Lei de Reforma do Congresso de 2011

Lei de Reforma do Congresso de 2011 
(emenda da Constituição do Brasil)

1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente somente pelo mandato.

2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congresso participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Congresso deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário.

5. Congresso perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.

6. Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõem o povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.

A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.

Faça sua parte e mostre que você exige mudanças, agora!
Copie e cole em seu blog, ou envie por e-mail para seus amigos.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ANTROPÓLOGO DIZ QUE MÚMIA EM CUSCO É EXTRATERRESTRE

LIMA, 18 NOV (ANSA) - Um esqueleto encontrado há dois anos na província de Quispicanchi, no região de Cusco, no sul do Peru, foi classificada hoje por um antropólogo como um achado "extraterrestre". 

Segundo o diretor do Museu Privado Ritos Andinos de Andahuaylillas, Renato Dávila, a múmia mede cerca de 50 centímetros, tem uma cabeça triangular, cavidades oculares muito grandes para serem humanas e uma parte frontal que nos humanos existe até 1 ano de idade dividida. 

Dávila disse que é curioso que, apesar de apresentar essa divisão, o esqueleto possua dentes molares, que aparecem nos humanos até os quatro ou seis anos de idade. 

Em um primeiro momento, ele acreditou que a ossada fosse de uma criança, mas assegurou que médicos espanhóis e russos que a estudaram nos últimos anos confirmaram que ela é de um ser de outro planeta. 

"Com a apreciação superficial que fizeram do corpo dois médicos espanhóis e um russo em Andahuaylillas, agora nos atrevemos a dar esta notícia que vai chamar a atenção da comunidade científica", anunciou. 

Dávila afirmou que não conhece nenhum grupo étnico no planeta Terra que conte com as características físicas encontradas na múmia. 

A região de Cusco, localizada a 1.200 quilômetros a sudoeste de Lima, é o principal destino turístico do Peru por causa de Machu Picho, patrimônio arqueológico da humanidade.

Fonte: www.ansa.it


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Luz é gerada pelo vácuo

Os fótons virtuais que pululam do vácuo quântico são capturados em duplas por um "espelho" que
vibra a uma velocidade próxima à velocidade da luz.[Imagem: Philip Krantz/Chalmers]
Luz do vácuo

Cientistas conseguiram produzir luz a partir do vácuo.

A realização do experimento, previsto há mais de 40 anos, coube a Christopher Wilson e seus colegas da Universidade Chalmers, na Suécia.

O grupo conseguiu capturar fótons que pululam do vácuo quântico, aparecendo e desaparecendo continuamente.

Vácuo não é vazio

O experimento é baseado em um dos mais estranhos, mas mais importantes, princípios da mecânica quântica: o princípio de que o vácuo pode ser tudo, menos um vazio "repleto de nada".

Na verdade, o vácuo está repleto de partículas que estão flutuando continuamente entre a existência e a inexistência: elas surgem do nada - ou melhor, do vácuo quântico - têm uma vida efêmera e desaparecem novamente.

Seu tempo de vida é tão curto que esses fótons são mais comumente conhecidos como partículas virtuais.

O que os pesquisadores fizeram foi pescar alguns desses fótons e dar-lhes a eternidade em termos quânticos, ou seja, transformá-los em fótons reais, luz que pode ser detectada por um sensor e medida.

Simulando um espelho

Para capturar os fótons virtuais, os pesquisadores simularam um espelho movendo-se a uma fração significativa da velocidade da luz. O fenômeno, conhecido como efeito de Casimir dinâmico, foi observado experimentalmente pela primeira vez.

"Como não é possível fazer um espelho mover-se rápido o suficiente, nós desenvolvemos outra técnica para obter o mesmo efeito," explica o professor Per Delsing, coordenador da equipe. "Em vez de variar a distância física até um espelho, nós variamos a distância elétrica de um circuito elétrico que funciona como um espelho para micro-ondas".

O "espelho" consiste em um sensor quântico conhecido como SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), que é extremamente sensível a campos magnéticos.

Alterando a direção do campo magnético vários bilhões de vezes por segundo, os cientistas fizeram o "espelho" vibrar a uma velocidade equivalente a 25% a velocidade da luz.

Isto é cinco vezes mais do que a tentativa anterior, quando os cientistas afirmaram pela primeira vez ter produzido luz a partir do nada - aquele artigo, contudo, ainda não havia sido aceito para publicação em uma revista científica, o que significa que outros cientistas não haviam avaliado o experimento.

"O resultado foi que os fótons apareceram em pares do vácuo, e nós pudemos medi-los na forma de radiação de micro-ondas," disse Delsing, ou seja, exatamente como a teoria previa.

Materialização dos fótons

O que acontece durante o experimento é que o "espelho" transfere uma parte de sua energia cinética para os fótons virtuais, o que os ajuda a se "materializarem".

Segundo a mecânica quântica, vários tipos de partículas pululam no vácuo quântico. Os cientistas acreditam que foram capazes de detectar os fótons porque eles não têm massa.

"É necessário relativamente pouca energia para excitá-los e tirá-los do estado virtual. Em princípio, pode-se criar outras partículas do vácuo, como elétrons e prótons, mas isso vai exigir um bocado mais de energia," disse Delsing.

Agora os cientistas querem estudar em detalhes esses fótons emergentes: como eles surgem aos pares, os cientistas acreditam que eles possam ser úteis para o desenvolvimento de computadores quânticos, com seus qubits de partículas entrelaçadas.

Bibliografia:

Observation of the dynamical Casimir effect in a superconducting circuit
C. M. Wilson, G. Johansson, A. Pourkabirian, M. Simoen, J. R. Johansson, T. Duty, F. Nori, P. Delsing
Nature
17 November 2011
Vol.: 479, 376-379
DOI: 10.1038/nature10561



Entrevista James Hurtak - El Origen Común Humanos-Extraterrestres

Entrevista bacana com J. J. Hurtak, da Academia para Ciência Futura.

Avistamento Massivo em México DF

E estivemos lá um pouco depois!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Google Maps flagra estranhas construções gigantes no deserto da China


Todo mundo já ouviu falar dos misteriosos círculos em plantações de milho, aqueles desenhos complexos supostamente feitos por extraterrestres. Só que o caso lá no deserto da China é diferente – os desenhos são tão grandes quanto aqueles atribuídos aos alienígenas e parecem ser feitos de alguma estrutura metálica e/ou tinta branca!


A cada dia que passa surge alguém com mais um print bizarro do Google Maps mostrando os desenhos sempre ao norte do Shule, rio que corta o planalto tibetano e vai até o oeste do deserto Kumtag. Será algum projeto militar? Algum quartel-general para o lançamento de satélites espiões? Ou quem sabe uma base alienígena?


Ninguém soube explicar até agora, mas corre o boato de que uma agência (ou pessoa) não identificada tem encomendado centenas de fotos desta área desde 2004, o que torna tudo mais misterioso ainda.

Quer começar a investigar a área? Clique aqui e já encontre o ponto de partida.



Carro do Futuro é projetado com Bambu e Vime

O bambu é um material que está sendo amplamente utilizado em grandes construções e objetos. A maior novidade é poder ver esse tipo de material sendo empregado nos meios de transporte sustentáveis como bicicletas. E por quê não ser usado em carros? O designer filipino Kenneth Cobonpue e o designer alemão Albercht Birkner criaram um projeto de um carro do futuro feito de bambu, vime, aço e náilon.


Produzido por artesãos ao longo de apenas 10 dias, o protótipo do carro do futuro que ganhou o nome de Phoenix, será projetado para ser biodegradável e mais barato de produzir e renovar do que automóveis convencionais. O projeto tenta dar um novo sentido ao futuro dos veículos verdes usando skins de fibras orgânicas com materiais compostos e futuramente alimentado por tecnologia verde.


A ideia é que o design automotivo moderno se baseie em um meio de produção industrial, imaginando que o bambu utilizado na produção do carro poderia ser cultivado e colhido localmente. Será que essa moda de carro de bambu vai pegar por aqui?



Bolívia Rejeita McDonald's

Documentário mostra por que ela não funcionou no país

Por José Eduardo Mendonça

O gigante mundial de fast food, McDonald’s, tem 192 lojas na Argentina, 480 no Brasil, 55 no Chile, 97 na Colômbia, 19 no Equador, 7 no Paraguai, 20 no Perú, 19 no Uruguai e 180 na Venezuela. Mas na Bolívia, as oito lojas abertas em La Paz, Cochabamba e Santa Cruz fecharam suas portas em 2002, depois de cinco anos em operação no país.

A razão? De acordo com um novo documentário, Fast Food Off the Shelf, o fracasso da empresa tem a ver com a forte cultura alimentar local. Numa era que em que percebemos que a globalização da produção de alimentos afetou nossa saúde e o ambiente, e em que repensamos o modo como comemos, a relacão da Bolívia com os alimentos pode ser um interessante estudo de caso (e não apenas isso: o país mostra liderança nos direitos da terra, na segurança alimentar e em ouvir os protestos de nativos contra a invasão dos negócios na Amazônia).

O diretor do documentário, Fernando Martinez, conta que, em seu trabalho, tem de viajar muito pelo país, e que a cada vez que chega a uma pequena cidade têm primeiro de localizar onde existe alimento para a equipe. Estas pesquisas, mais o fechamento das lojas do McDonald’s, inspiraram o documentário: “Tivemos um período de pesquisa, e achamos que o melhor jeito era falar com chefes de cozinha, tanto de restaurantes mais caros quanto os populares. Isto nos fez ver as coisa sob uma nova ótica. Não se tratava apenas de receitas, mas de uma forte relação com práticas culturais: os alimentos são a maior indústria cultural em qualquer nação. Filmamos por todo o país, mas no corte final escolhemos La Paz, Chochabamba e Santa Cruz, onde a rede americana fracassou. Também filmamos em cidades latino-americanas como Buenos Aires, Bogotá, Lima, Cuzco, Santiago e São Paulo”, disse ele ao Tree Hugger.

“É fácil dizer que o fechamento foi por razões econômicas”, afirma Martinez. “Mas quem impulsiona a economia? Por trás da economia há práticas sociais e culturais. Num país pequeno no mundo, a cultura bate uma empresa transnacional, sem qualquer pressão política ou outros argumentos. A razão de uma companhia como ela não gerar lucros é explicada pelo fato de que o público vai a suas lojas uma, duas vezes, mas no final prefere o sabor local. Em espanhol, a palavra sabor deriva etimologicamente de saber: provar é conhecer. A Bolívia é um país pobre com pouco acesso a bens materiais, mas sua forte relação com a terra cria fortes laços com os alimentos. A Bolívia celebra a vida com comida e dança. Os sabores intensos e tradicionais são representantes de nosso povo, e marcam o ritmo da vida”.



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Torcedor diz ter filmado óvni em jogo nos EUA

Um torcedor postou na internet um vídeo que mostra o que seria um óvni durante a transmissão de um jogo de futebol americano. As imagens são do dia 23 de outubro em uma partida entre o New Orleans Saints e Indianapolis Colts.

Antes do início do jogo, as câmeras da TV mostravam as torres da catedral de Saint Louis, em Nova Orleans. Porém, luzes cruzam o céu, ao fundo. Essas imagens, de acordo com o expectador, revelariam o óvni. 

O vídeo já possui quase meio milhão de visualizações desde sua postagem.


Fonte: www.band.com.br


Russa diz ter mantido corpo de alien no congelador

O que você faria se encontrasse o corpo de um alien a sua frente? Chamaria a polícia? Iria fugir? Fingiria que nem viu e seguiria andando? Bem, a russa Marta Yegorovnam decidiu pegar o corpo da estranha criatura, levar para casa e guardar na geladeira. E assim o suposto ser do outro mundo ficou descansando nos últimos dois anos.

Marta diz que descobriu o alienígena em um "local de acidente", depois de ouvir um barulhão perto da sua casa, em Petrozavodsk, na Rússia. O alien estava próximo a destroços flamejantes de metal. A russa tirou cinco fotos de seu achado extraterrestre para provar a sua existência.

Dias atrás, dois homens foram à casa de Marta e, afirmando ser do Centro de Pesquisa Karelian, da Academia de Ciências da Rússia, confiscaram o corpo para investigações, segundo o jornal britânico "Daily Mail".

Para o tabloide "The Sun", o ser é a cara de Jabba The Hutt, o personagem de "Guerra nas Estrelas", ou do Geleia, o fantasma guloso de "Os Caça-Fantasmas". Outros dizem que o ET é a cara de algum vegetal.



terça-feira, 15 de novembro de 2011

Leis da Física variam ao longo do Universo

Os cientistas usaram quasares, gigantescos núcleos galáctivos muito brilhantes e muito distantes da Terra, para iluminar os átomos dispersos pelo espaço. Analisando a luz que nos chega, eles concluíram que esses átomos se comportam de forma diferente dos átomos na Terra.[Imagem: Michael Murphy/Swinburne University of Technology/NASA/ESA]
Constante de estrutura fina

Um dos mais queridos princípios da ciência - a constância das leis da física - pode não ser verdadeiro.

Um estudo publicado na mais conceituada revista de física, a Physical Review Letters, afirma que as leis da natureza podem variar ao longo do Universo.

O estudo concluiu que uma das quatro forças fundamentais, o eletromagnetismo, parece variar de um lugar para outro.

O eletromagnetismo é medido por meio da chamada constante de estrutura fina, simbolizada pela letra grega alfa (α).

Esta constante é uma combinação de três outras constantes: a velocidade da luz (c), a carga do elétron (e) e a constante de Planck (h), onde α = e2/hc.

O resultado é cerca de 1/137, um número sem dimensão, o que a torna ainda mais fundamental do que as outras constantes, como a gravidade, a velocidade da luz ou a carga do elétron.

Em termos gerais, a constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.

Constantes inconstantes

Agora, John Webb e seus colegas das universidades de Nova Gales do Sul e Swinburne, na Austrália, e Cambridge, no Reino Unido, mediram o valor de alfa em cerca de 300 galáxias distantes, usando dados do Very Large Telescope do ESO, no Chile.

"Os resultados nos deixaram estupefatos," disse o professor Webb. "Em uma direção, a partir de nossa localização no Universo, a constante alfa vai ficando gradualmente mais fraca, e gradualmente mais forte na direção oposta."

Isso mostra uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - chamado pelos cientistas de "dipolo australiano" - de certa forma coincidente com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de "ralo cósmico", sugada por alguma estrutura de um outro universo.

A variação da constante alfa foi detectada como uma 
continuidade ao longo do espaço, o que daria uma 
espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é 
como se houvesse um eixo magnético universal, 
atravessando todo o Universo observável, da 
mesma forma que há um eixo magnético na
Terra. [Imagem: Webb et al.]
"A descoberta, se confirmada, terá profundas implicações para o nosso entendimento do espaço e do tempo, e viola um dos princípios fundamentais da teoria da Relatividade Geral de Einstein," completou Webb, referindo-se ao princípio da equivalência de Einstein.

O resultado não é uma completa surpresa: as conclusões haviam sido anunciadas pela equipe em 2010:

Naquele momento, porém, o estudo ainda não havia sido publicado em uma revista revisada pelos pares - tanta demora para que outros cientistas analisassem o estudo é uma indicação bem clara do impacto que os resultados podem ter sobre todo o edifício científico estabelecido.

O Dr. Webb e seus colegas vêm trabalhando no assunto há muito mais tempo. Seus primeiros resultados vieram em 1999, mas eram baseados em um número menor de galáxias, de uma região mais restrita do céu.

Universo infinito ou múltiplos universos

Uma das implicações dessas "constantes inconstantes" é que o Universo pode ser infinito.

"Essas violações são de fato esperadas por algumas 'teorias de tudo', que tentam unificar todas as forças fundamentais. Uma alteração suave e contínua de alfa pode implicar que o Universo seja muito maior do que a parte dele que conseguimos observar, possivelmente infinito," propõe o Dr. Victor Flambaum, coautor do estudo.

Outra possibilidade derivada dessa variação na constante alfa é a existência de multiversos, múltiplos universos que podem, de alguma forma, "tocar-se" uns aos outros.

O professor Webb afirma que esta descoberta também pode dar uma resposta muito natural para uma questão que tem intrigado os cientistas há décadas: por que as leis da física parecem tão bem ajustadas para a existência da vida?

"A resposta pode ser que outras regiões do Universo não são tão favoráveis à vida como nós a conhecemos, e que as leis da física que medimos em nossa parte do Universo são meramente 'regras locais'. Neste caso, não seria uma surpresa encontrar a vida aqui," afirma o cientista.

Isto porque basta uma pequena variação nas leis da física para que, por exemplo, as estrelas deixem de produzir carbono, o elemento básico da "vida como a conhecemos".

Como os cientistas chegaram a esta conclusão

O estudo comparou a assinatura espectral de quasares distantes
 com os resultados obtidos em laboratório para concluir que a
constante alfa varia ao longo do Universo. [Imagem: Julian 
Berengut/UNSW]
Para chegar às suas conclusões, os cientistas usaram a luz de quasares muito distantes como faróis.

O espectro da luz que chega até nós, vinda de cada quasar, traz consigo sinais dos átomos nas nuvens de gás que a luz atravessou em seu caminho até a Terra.

Isto porque uma parte da luz é absorvida por estes átomos, em comprimentos de onda específicos que revelam a identidade desses átomos - de quais elementos eles são.

Essas "assinaturas espectrais", chamadas linhas de absorção, são então comparadas com as mesmas assinaturas encontradas em laboratório aqui na Terra para ver se a constante alfa é mesmo constante.

Os resultados mostraram que não, que alfa varia ao longo de um eixo que parece atravessar o Universo, assim como um eixo magnético atravessa a Terra.

Novas teorias

Quanto ao espanto causado pelos resultados, o Dr. Webb afirma que as chamadas leis da física não estão "escritas na pedra".

"O que nós entendemos por 'leis da natureza'? A frase evoca um conjunto de regras divinas e imutáveis que transcenderiam o 'aqui e agora' para aplicar-se em todos os lugares e em todos os tempos no Universo. A realidade não é tão grandiosa.

"Quando nos referimos às leis da natureza, estamos na verdade falando de um determinado conjunto de ideias que são marcantes na sua simplicidade, que parecem ser universais e que têm sido verificadas por experimentos.

"Portanto, somos nós, seres humanos, que declaramos que uma teoria científica é uma lei da natureza. E os seres humanos frequentemente estão errados," escreveu ele em um artigo na revista Physics World.

Reação muito semelhante teve um dos pesquisadores responsáveis pelo recente experimento que teria identificado neutrinos viajando a velocidades superiores à da luz, outro achado que contraria as atuais leis da física.

Ao falar sobre a controvérsia e as inúmeras tentativas de dar outras explicações para os resultados, o Dr. Sergio Bertolucci afirmou que "um experimentalista tem que provar que uma medição está certa ou está errada. Se você interpretar cada nova medição com as velhas teorias, você nunca terá uma nova teoria".

E como os cientistas poderão ter certeza de que é hora de investir em uma nova teoria?

Se há variação em uma das constantes, é de se esperar que as outras constantes fundamentais também variem.

Tudo o que eles terão que fazer será projetar experimentos que possam verificar variações na gravidade, na carga do elétron ou na velocidade da luz.



Bibliografia:

Indications of a Spatial Variation of the Fine Structure Constant
J. K. Webb, J. A. King, M. T. Murphy, V. V. Flambaum, R. F. Carswell, M. B. Bainbridge
Physical Review Letters
31 October 2011
Vol.: 107, 191101
DOI: 10.1103/PhysRevLett.107.191101



Baterias de lítio 10 vezes melhores

Cada átomo de silício consegue manter até quatro
 átomos de lítio, contra um para cada seis de carbono, 
como usado hoje. Os buracos no grafeno fizeram
 o resto. [Imagem: Zhao et al.]
Baterias nota 10

Imagine um celular cuja bateria suporte mais de uma semana de operação e que possa ser recarregada em apenas 15 minutos.

Isto não depende mais de uma tecnologia a ser desenvolvida, graças a engenheiros da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos.

Harold Kung e seus colegas desenvolveram um novo tipo de eletrodo para as atuais baterias de íons de lítio que pode fazer exatamente isso.

Eles conseguiram combinar duas abordagens químicas para resolver de uma vez só duas das maiores limitações das baterias recarregáveis - a capacidade energética e a taxa de carregamento.

Os novos eletrodos permitem que as baterias acumulem uma carga 10 vezes maior e, uma vez descarregadas, possam ser recarregadas em um tempo 10 vezes menor.

"Mesmo depois de 150 ciclos, o que equivale a um ano de operação, a bateria continua sendo cinco vezes mais eficiente do que as baterias de íons de lítio no mercado hoje," afirma o Dr. Kung.

As baterias de íons de lítio carregam através de uma reação química na qual os íons de lítio são transferidos entre as duas extremidades da bateria, o anodo e o catodo.

Conforme a energia da bateria é usada, os íons de lítio viajam do anodo, passando pelo eletrólito, até o catodo. Quando a bateria é recarregada, eles viajam na direção inversa.

Com a tecnologia atual, o desempenho de uma bateria de íons de lítio é limitada de duas formas:

Capacidade de energia

A capacidade de energia de uma bateria - quanto tempo a bateria pode manter sua carga - é limitada pela densidade de carga, ou quantos íons de lítio podem ser guardados no anodo ou no catodo.

Hoje o anodo é feito de camadas empilhadas de carbono, ou grafeno, só podendo acomodar um átomo de lítio para cada seis átomos de carbono.

Para aumentar a capacidade de energia, os cientistas já tentaram substituir o carbono pelo silício, já que o silício pode acomodar muito mais lítio : quatro átomos de lítio para cada átomo de silício.

No entanto, o silício se expande e contrai drasticamente no processo de carga, fragmentando-se e causando a perda de sua capacidade de recarregamento.

Os pesquisadores agora conseguiram estabilizar o silício colocando-o entre camadas de grafeno.

Eles ainda não atingiram o ideal, mas aumentaram muito a quantidade de íons de lítio armazenados, sem que o silício se esfarele.

Taxa de carga

O segundo problema é que a taxa de carga da bateria - a velocidade com que ela recarrega - é limitada por outro fator: a velocidade com que os íons de lítio podem fazer seu caminho do eletrólito até o anodo.

Atualmente, essa velocidade é prejudicada pelo formato das folhas de grafeno: elas são extremamente finas - apenas um átomo de carbono de espessura - mas são muito longas.

Isto força cada íon a percorrer um caminho muito longo, causando uma espécie de engarrafamento iônico nas bordas do material.

Os pesquisadores usaram um processo de oxidação química para criar buracos minúsculos (10 a 20 nanômetros) nas folhas de grafeno - chamadas de defeitos "no plano".

Assim, os íons de lítio ganharam vários "atalhos" para o anodo, aumentando sua velocidade e evitando o engarrafamento.

Isto reduziu o tempo de recarga da bateria em até 10 vezes.

Agora os cientistas vão se concentrar no eletrólito, tentando otimizá-lo para as novas condições de operação da bateria.

Segundo eles, a nova tecnologia poderá chegar ao mercado em cerca de três anos.



domingo, 13 de novembro de 2011

Os Sumérios na América – A História que Mudará a Estória

Venho estudando os Sumérios e sua influência na história da Civilização por alguns anos, inclusive organizando trabalhos de campo no interior do Estado de São Paulo para identificar a presença deste povo em nosso território. Não tenho feito isso de forma aleatória e sim seguindo os rastros de um estudioso autor chamado Frei Fidélis, que utilizava o pseudônimo de Peregrino Vidal, e o texto que formulei para o blog Ab Origine vem demonstrar as evidências da presença deste povo na América.

Algumas teorias sobre a origem da civilização Suméria são muito polêmicas, e este texto vem comprovar que estas teorias têm bastante ou todo sentido. Quando falo em polêmicas, estou falando de Zecharia Sitchin, escritor que vem sendo atacado pelas frentes céticas de desinformação, e que têm levado pessoas a acreditar que este senhor é um charlatão, sem ao menos ler uma única palavra dos estudos do autor.

A notável capacidade dos Sumérios como construtores da primeira civilização conhecida pelo homem vai mais além do que possamos imaginar, e tenho a impressão de que esta civilização foi formada por pessoas muito mais capacitadas do que simples homens primitivos sem qualquer conhecimento técnico, ou simplesmente eram homens primitivos que foram auxiliados por seres mais capacitados, e os Sumérios acreditavam na segunda opção.

Acredito que esse povo foi responsável pelo progresso técnico da época, influenciando e criando civilizações por todo globo terrestre. Dezenas de autores como Samuel Noah Kramer e Zecharia Sitchin descrevem sobre o notável conhecimento Sumério em navegação, sendo que eles possuíam mais de cem verbetes relacionados com os tipos de barcos existentes e mais aproximadamente setenta verbetes que tratam da construção destes e equipamentos. Outro conhecimento importante para navegar grandes distâncias é astronomia, e os Sumérios eram especialistas nisso.

A estória que nos é contada fala sobre o “Descobrimento da América” por Cristovão Colombo, o que é ridículo, já que a “America” sempre esteve lá e era vastamente habitada. O que os “descobridores” vieram fazer aqui foi matar, escravizar, explorar, roubar e destruir as civilizações que aqui existiam. Esses “descobridores” também foram responsáveis pela destruição de monumentos, oráculos e documentos de uma antiga civilização mais brilhante do que a modesta européia. Foram responsáveis por modificar antigas histórias contadas pelos nativos, transformando-as em mitos cristãos.

Hoje é sabido e pouco divulgado que outras civilizações estiveram e colonizaram o ocidente. Os Vikings estiveram no Canadá, Os Fenícios em várias partes da América (assunto que trataremos), talvez troianos, cartagineses, gregos e uma lista infindável de povos.

O conhecimento que a civilização contemporânea tem sobre os Sumérios é muito novo, pois ficaram totalmente esquecidos até o século XIX, e até este século os historiadores acreditavam que o berço da civilização era a Grécia, mesmo que Heródoto e outros autores gregos descrevessem sobre a superioridade e antiguidade do Egito. Estudos práticos do antigo Egito também iniciaram-se no século XIX, o que comprova que sabemos pouco sobre eles.

Vamos esquecer um pouco da estória que somos forçados a acreditar, que nos fala de povos primitivos que regavam suas plantações com baldes e vamos embarcar na verdadeira história desta civilização altamente desenvolvida que surgiu as margens do rio Tigre e Eufrates: os Sumérios colonizaram a América há 5.000 anos.

Fuente Magna ou Pedra Rosetta das Américas

Um grande recipiente/vaso de pedra, nomeado Fuente Magna ou Pedra Rosetta das Américas, foi encontrado na área do lago Titicaca, Bolívia, cerca de 80 km de La Paz, na propriedade da família Manjón, por um camponês no final da década de 50 do século XX. Este achado arqueológico foi resgatado e restaurado pelo arqueólogo boliviano Don Max Portugal Zamora, que intitulou o vaso comoFuente Magna, e neste objeto foram encontradas inscrições de origem Sumério-Acadianas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD).

O magnífico achado não foi mostrado até começarem as investigações, tendo ficado desconhecido até o ano 2000 (passaram-se 40 anos!). De forma impressionante o sítio arqueológico não foi objeto de investigação até a chegada dos arqueólogos Bernardo Biadós Yacovazzo e Freddy Arce, que acabaram fazendo mais descobertas.

Os dois arqueólogos nomearam o recipiente como Pedra Rosetta das Américas, e segundo relatos do antropólogo Mario Montano Aragon o local tem sido investigado com restrições, com acompanhamento de dois Prefeitos locais, mesmo o trabalho não tendo financiamento estatal.

Em nota os investigadores acrescentam os itens mais importantes do trabalho que realizam:

1- Estamos lidando com um objeto feito de acordo com as tradições da Mesopotâmia;

2- Eles contêm dois textos: um em escrita cuneiforme e outro em língua semítica da região do Sinai, de possíveis influências cuneiforme;

3- De acordo com os símbolos utilizados é um objeto que, evidentemente, pertence ao período de transição entre a escrita ideográfica e cuneiforme.

4- Cronologicamente, isto nos leva à 3500/3000 A.C., o período sumério/ acadiano.

Sr. Maximiliano
Quando os investigadores chegaram ao local onde foi encontrado o objeto tiveram sérias dificuldades para localizá-lo, pois ninguém conhecia a antiga família Manjón, que tivera suas terras trocadas pelo GeneralArmando Escobar Uria, para que as investigações de Max Portugal Zamora pudessem ser feitas a contento. Fica evidente que na época do achado, Don Portugal teve toda a proteção do Estado para que fizesse o seu trabalho. Altamente misterioso foi o “abandono” e a “ocultação” dos estudos por tantos anos. 

Para superar as dificuldades contaram com a ajuda do ancião Maximiliano de 98 anos, que foi o único a reconhecer a foto do vaso que a equipe carregava, ao qual chamou de "El Plato del Chancho". O mais impressionante foi o relato do ancião, que disse existirem vários pratos com inscrições parecidas que foram retiradas do local. O ancião demonstrou o exato local aonde foi extraída a Fuente Magna.


Monólito de Pokotia
Uma estátua de quase 2 metros foi descoberta por um grupo de pesquisadores (entre eles os arqueólogos resgataram a Fuente Magna, Bernardo Biados e Arce Fraddy) em 04 de janeiro de 2002. O incrível monólito tem inscrições de origem Sumérias e Semíticas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD)

Foram encontradas inscrições na parte da frente e de trás das pernas do monólito, sendo que as decifrações sugerem que o Monólito foi utilizado como oráculo Putaki (Pai da Sabedoria) pelos habitantes da região do Titicaca, ou talvez por vários povos da América do Sul.

Lembrando a todos os leitores que essa região, mais precisamente a cidade perdida de Tiahuanaco, situada a mais 4000 metros de altitude, com blocos esculpidos de arenito de mais de 100 toneladas, e um calendário extraordinário chamado Porta do Sol, foi popularizada pelo polêmico escritor Erich Von Daniken, no livro Eram os Deuses Astronautas?

O oráculo foi utilizado, segundo o Dr. Clyde Winters, “para adivinhar o futuro, comunicação com os deuses ou ancestrais, ou simplesmente obter notícias e bênçãos.”



Estudos comprovam

As descobertas dos pesquisadores na Bolívia vão de encontro a alguns estudos que sugerem a presença dos Sumérios e outros povos do antigos Oriente Médio na América do Sul.

1) Segundo os estudos de A.H. Verril e R. Verril, do livro Americas ancient civilizations (New York: Putnam, 1953), e de J. Bailey Sailing do livro Paradise, (New York: Simon & Schuster, 1994), afirmam que o lago Titicaca pode ter sido chamado de Lago Manu pelos Sumérios.

2) Segundo Verrills Bailey, os Sumérios chegaram aos Andes em busca de estanho. Ele sugere que os Sumérios partiram em direção a América a qual chamavam de “Terra Tin do Ocidente” ou “Terra do Sol” (lembrando do monumento Porta do Sol). Diz também que Potosi, grande centro na Bolívia, está ligado ao Sumério Patesi ou “sacerdote rei”.

3) A palavra Inca pode ser traduzido para En-ka (Grande Senhor), e pode ser referência a En-Ki (Senhor da Terra), epíteto de Ea, o deus das águas Sumério (EA/Enki era o deus das águas doces, filho de Anu, senhor do céu. Por que água doce? Porque água tinha o mesmo significado de sabedoria e conhecimento. Sendo assim era muito mais que o deus das águas, era o deus do conhecimento, o mais sábio, portando os segredos da vida e da morte, vide a postagem O Mistério das Serpentes Voadoras).

4) Mario Montano encontrou evidências lingüísticas surpreendentes que indicam um substrato sumério nas línguas Aymara e Quéchua. Essas línguas são faladas no Peru e Bolívia.

5) Foi publicado no blog que os deuses Sumérios vieram ao Planeta Ki (Planeta Terra) em busca de minérios, incluindo Nazca. (A Origem da Raça Humana – Mineiros Escravos na Coleta de Ouro). Evidências lingüísticas apóiam que os Sumérios que estiveram na América do Sul eram mineiros. Cobre em Sumério é urudu, e na língua Aymara é yawri é cobre e ouri significa ouro. A semelhança nos termos sugere que os Sumérios foram os primeiros a explorar metais naquela região.

6) A presença de termos sumérios na língua Aymara, e escrita sumérias sobre a Fuente Magna e na estátua Pokotia torna óbvio que a civilização suméria era anteriormente difundida na América do Sul.

Sumé e o Caminho Peabirú

O Caminho Peabirú é uma rede de antigas estradas na América do Sul a qual os Incas utilizavam para chegar até o oceano atlântico, em território brasileiro. Esse caminho vai de Cuzco a São Vicente, sendo que projetos de grandes estradas no Estado de São Paulo, como a Castelo Branco, foram estruturados por esse caminho. De Potosi (Patesi em Sumério) a Santa Catarina e outras ramificações que passam por Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil.

Segundo os nativos esse caminho foi construído pelo civilizador Sumé ou Xumé, ao qual os jesuítas posteriormente alegaram ser São Tomé. A versão nativa diz que Sumé era um homem barbudo, branco que veio sobre as águas. Os deuses Sumérios e seus reis híbridos são retratados com grandes barbas e eram excelentes navegadores. É evidente que o caminho não foi construído por um homem e sim por vários, sendo que Sumé representa um povo de homens brancos e barbados.

Outra evidência é o próprio nome Peabiru, um termo Sumério popularizado por Zecharia Sitchin foi Nibiru ou Nibru. Este termo foi utilizado em muitas tábuas Sumérias, Acadianas, Assírias e Babilônicas. Uma das tábuas que trata do assunto é “Jornada de Enki a Nibru/Nibiru”.

Outro termo que se encaixaria perfeitamente nos idiomas do Oriente Médio é Habiru ou Apiru que era o nome dado pelos Sumérios aos nômades, imigrantes e migrantes que saiam de suas terras para trabalhar. Fica óbvio que esta descrição se encaixa exatamente com a de trabalhadores mineiros imigrando para América do Sul.

Sem querer fazer qualquer tradução, demonstro de forma prática que o nome do caminho é mais uma evidência lingüística da ligação entre os nativos do continente americano e os Sumérios, mais precisamente entre Incas (En-ka) e Sumérios.

Obs: Caso queira saber mais sobre o Caminho Peabirú acesse o texto escrito pela minha amiga e colaboradora Diana: http://claringlobal.blogspot.com

Sumérios e seus descendentes no Brasil

Alguns estudos já foram feitos no Brasil sobre a influência de civilizações oriundas do oriente médio em nosso território. Esses estudos tiveram duas linhas: a primeira linha trata da presença de colonizadores Fenícios no norte e nordeste do Brasil, estudos feitos por Bernardo de Azevedo da Silva Ramos e Ludwig Schwenhagen. A segunda linha é sobre a presença da civilização Suméria na América, mais precisamente no Estado de São Paulo, por Peregrino Vidal, pseudônimo utilizado por Frei Fidélis.

O arqueólogo Bernardo de Azevedo coletou mais de 1500 fotos reunidas no valioso, enorme e raro livro Inscrições e Tradições da América Pré-histórica, que propunha através de larga análise epígrafe e de inscrições rupestres a colonização de Fenícios e Gregos no norte e nordeste brasileiro. Os seus estudos se deram principalmente no Estado do Amazonas. 

O austríaco Ludwig Schwenhagen escreveu o livro Antiga História do Brasil – de 1100 a.c. a 1500 d.c. . Nele reúne fotos, desenhos e evidências lingüísticas que comprovam a presença de Gregos e Fenícios no Norte e Nordeste brasileiro. Pesquisou uma área chamada Sete Cidades, a qual disse não ser uma formação rochosa e sim uma Fortaleza construída pelo homem. Também comprovou que muitos nativos se autodenominavam Caras, Cariri, Cari e etc, eram os Cários brasileirosprovenientes da Fenícia e Grécia. Os pagés chamavam os padres brancos portugueses de Cários. Outra evidência interessante é a palavra Oka (casa dos índios) é o grego Oeka, Oika, que também quer dizer casa. Exemplo a palavra Cari-oka, “Casa dos brancos” ou “Casa dos Cários”.

Sabidamente, os Fenícios eram descendente da civilização Sumério/Acadiana, assim como todos os povos daquela região. Os Sumérios e Acadianos influenciaram largamente a escrita, astronomia, religião, construção das cidades, leis, agricultura e principalmente a navegação dos Fenícios. Quando os Fenícios apontaram como uma potência marítima a civilização Sumério/Acadiana já estava perto do fim, ou seja, já tinha longos 4.000 anos.

Esquecendo um pouco dos Fenícios e voltando aos Sumérios, é necessário que falemos do grande visionário Frei Fidélis (Peregrino Vidal), nascido na cidade de Primiero, Trento-Itália, em 06 de janeiro de 1885, e brasileiro por opção. Este homem esteve setenta anos a frente do seu tempo, quando afirmou sobre a presença dos Sumérios na América “pré-histórica”. Conhecia com perfeição os idiomas Sânscrito, Italiano, Francês, Latim, Grego, Aramaico, Hebraico, Tupi, Guarani e Sumério/Acadiano, sendo especialista na origem das palavras. Estudou a presença dos Sumérios na América e traduziu toda a Bíblia (de forma subjetiva) para o idioma Sumério/Acadiano.

Escreveu ao todo 4 livros e fez muitos ensaios. Acreditava que América era Atlântida de Platão. Seus estudos estavam baseados em evidências linguísticas. Demonstrou que os nomes de algumas cidades do interior de São Paulo são de origem Suméria, inclusive o nome do Rio Tietê.

Três Pedras
O local dos seus estudos era na região do Gigante Adormecido, na divisa de Bofete, Pardinho e Botucatu, ao qual faz parte as Três Pedras, que ele acreditava ser um Templo Sumério. Em seus estudos Frei Fidélis afirmava que houve duas grandes imigrações provindas do Oriente, e que o idioma falado na América “Pré-histórica” era o Sumério/Acadiano.

André Luiz De Pierre
30 anos, casado, livre pensador
escritor e eterno curioso