segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Anonymous libera catálogo de músicas e filmes da Sony

O grupo hacktivista Anonymous deu mais uma demonstração de seu poder. Eles disponibilizaram parte do acervo da Sony para download gratuito, em áudio e vídeo, em resposta aos últimos acontecimentos relacionados ao combate à pirataria e compartilhamento de arquivos de forma ilegal na web. 

O grupo disponibilizou em uma página simples na web links para download da discografia completa de vários artistas que possuem contrato com a Sony, como por exemplo Alicia Keys, Bruce Springsteen, Carrie Underwood, Franz Ferdinand, Jennifer Lopez, entre outros. Também está disponível todos os álbuns ligados à série de TV “Glee”, e trilhas sonoras de filmes produzidos pela Sony.

Na página, também é possível encontrar links para alguns dos filmes de maior sucesso produzidos pela Sony, em ordem de ano de lançamento, a partir do ano 2000. A maioria dos links remetem a arquivos Torrent, o que facilita a disseminação e o compartilhamento desse conteúdo, mas é possível encontrar arquivos para download direto, em serviços de armazenamento de arquivos online.

A iniciativa do Anonymous é mais uma resposta ao fechamento do Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento online do mundo, que foi desativado pelo FBI na última quinta-feira (19/01). A ação aconteceu logo depois de vários protestos contra os projetos de lei SOPA e PIPA, que estavam em discussão no Congresso dos Estados Unidos. Após a manifestação negativa dos internautas do mundo todo, os projetos foram arquivados por tempo indeterminado.

Por outro lado, diversos outros serviços de compartilhamento de arquivos, como o Fileserve e o Mediafire tiveram seus arquivos deletados, ou foram desativados, sem maiores explicações. Isso pode ser reflexo do temor que as mesmas aplicações legais do Megaupload se apliquem a esses serviços, ou pode ser mais iniciativas do governo norte-americano contra esses sites. Vamos esperar os próximos acontecimentos.

Via AdNews

Fonte:  techtudo.com.br 


domingo, 22 de janeiro de 2012

ROBERT HAPPÈ - SERVINDO À ONDA DA LUZ




NASA tenta boicotar curta-metragem filmado na ISS

Diretor investiu 30 milhões de dólares 
em projeto de 8 minutos

Por Guilherme Abati

O documentário dirigido por Richard Garriott, “Man on a Mission”, que mostra a viagem do diretor à Estação Espacial Internacional (mundialmente conhecida como ISS), foi exibido nos Estados Unidos com relativo sucesso ano passado. Porém, entretanto e entrementes, o novo filme do americano pode não repetir o feito do anterior, já que a NASA, segundo o The Examiner, pretende censurar o novo trabalho de Garriott.

Garriott, na ocasião de sua visita à Estação Espacial Internacional (io9)

Seu novo filme, chamado “Apogee of Fear”, custou 30 milhões de dólares, dinheiro que saiu do bolso do próprio diretor, e é o primeiro filme de ficção científica, mesmo com apenas 8 minutos, a ser, de fato, filmada no espaço e conta a história de um organismo alienígena que se esconda na ISS.

O filme, um curta, na verdade, sofre repúdio da agência americana, que não quer de jeito nenhum vê-lo sendo exibido nas telonas. A explicação é meio capenga. A NASA diz que o filme foi filmado dentro de suas instalações espaciais, que mostra detalhes técnicos de seus projetos e que explora a imagem de seus funcionários, e que, por isso, não deve ir a público, segundo o iO9

Garriott, que acreditava ter um bom relacionamento com os dirigentes da agência, ficou desapontado com a postura da NASA – e ainda mais com a possibilidade de ver 30 milhões de dólares indo pro espaço.

A alegação da NASA encontra resistência no meio jurídico norte-americano, já que, por lei, todo trabalho produzido por órgãos governamentais, se não for confidencial, deve ser liberado sem direitos autorais, em domínio público. A questão é que o trabalho não foi produzido pela NASA, portanto as partes precisam provar se houve (ou não) autorização prévia para as gravações. Garriott, sendo um cineasta, acredita que, como foi dada permissão para que visitasse a estação, essa permissão tenha sido clara. A NASA vê isso de forma diferente. Resta saber como o Meritíssimo Juiz vê a coisa



Agência espacial russa pretende desenvolver base lunar

Ainda em fase de negociações, o projeto prevê 
a participação da ESA e da NASA.

A Roscosmos, agência espacial da Rússia, está em negociação com as agências espaciais europeia e norte-americana para planejar o desenvolvimento de uma base lunar de pesquisa, na qual astronautas possam viver.

De acordo com o chefe da Roscosmos, Vladimir Popovkin, em entrevista ao site russo Ria Novosti a agência não deseja que o homem apenas pise na Lua, mas possa estudá-la de perto. Desse modo, um sistema de transporte tripulado para o satélite já estaria sendo pesquisado.

Ainda segundo Popovkin, há duas opções. Criar uma base em solo lunar, aproveitando a descoberta de água em suas regiões polares, ou estabelecê-la na órbita do satélite. Enquanto isso, a Roscosmos mantém em seu planejamento duas missões não tripuladas para o ano de 2020, a Luna Glob e a Luna Resource.



Delegada agride policial após ser pega na Lei Seca

A Lei tem que valer para TODOS, delegada.


Segundo a polícia, ela apresentava sinais de embriaguez e estava com carteira vencida

A delegada Daniela Rebello, da Delegacia da Tijuca (19ª DP), foi indiciada por desacato à autoridade após agredir um policial militar durante uma blitz da operação Lei Seca na madrugada deste domingo (22), na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. 

Daniela foi abordada pelo policial militar Bernad Carnevalle após parar o veículo um pouco antes da fiscalização. Segundo o tenente, ela estava com sinais de embriaguez. Daniela tentou escapar dos fiscais, mas não teve jeito. De acordo com o PM, a policial se recusou a soprar o bafômetro e o agrediu com arranhões. Ela chegou a ser presa e levada para a Delegacia da Barra da Tijuca (16ª DP), mas foi liberada.

Segundo Carnevalle, ele chegou a algemar Daniela por três minutos, pois ela estava muito agressiva. A delegada negou ter ingerido bebida alcólica e alegou que parou o carro para fazer um telefonema. Ela estava com a carteira de habilitação vencida e com o licenciamento do seu Kia Sportage atrasado.

O policial militar foi indiciado por abuso de autoridade. Tanto a delegada, que tinha marcas de algema no pulso, quanto o policial, foram encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) para fazer exame de corpo de delito.



Cientistas japoneses criam holograma sensível ao toque

Estamos cada vez mais próximos do Holodeck. É claro que ainda parece haver um abismo entre nossa tecnologia atual e a tecnologia dos holodecks de Star Trek (Jornada nas Estrelas), mas todos nós sabemos, que as vezes basta uma pequena descoberta para que toda uma legião de novos conceitos e avanços se processem seguidamente e em velocidade acelerada.

Assista a matéria:



Brasil Ontem e Hoje

Há muita gente neste país, que vive em grandes cidades e que não conhece o país que acha que conhece.
A imagem falam por si mesma.




sábado, 21 de janeiro de 2012

O Cérebro Global





PM abusa da violência mais uma vez

Mais uma vez, a Polícia Militar demonstra despreparo e truculência no trato com a população e para resolver problemas simples.

Pela amiga Analice Barreto, que presenciou o fato.


Nessa quinta-feira (19/01/2011) presenciei mais uma das atrocidades da Polícia Militar juntamente com a Guarda Municipal. 

A mulher, que visivelmente estava sob o efeito de drogas, estava 'importunando' algumas pessoas no boteco "SoKana" na Lapa. Ao pedir ajuda dos guardas municipais, a moça que estava no boteco e havia chamado a ' força' se arrependeu logo em seguida pois, eles chamaram um PM que começou a jogar spray de pimenta no rosto da mulher, bater na cara dela - mesmo esta estando imobilizada por nada mais nada menos QUATRO homens. Os seios à mostra não foram o suficiente para eles se tocarem e terem um mínimo de respeito e humanidade. 

Enquanto a mulher pedia ajuda e se debatia, enfiaram ela à força no carro da PM. Com seu pé ainda do lado de fora, eles começaram a tentar fechar a porta inúmeras vezes. Meu namorado que estava comigo, se expressou APENAS ORALMENTE a seguinte frase "Que isso?! Vão quebrar o pé dela?" . A resposta que ele obteve foi um "Seu viado, vai tomar no cú" dito pelo PM que estava no local seguido de spray de pimenta no rosto. 

Falei que era necessário chamar polícia FEMININA, e o PM - ignorantemente- tornou a responder: "Isso aqui não é Polícia dos Estados Unidos não, isso aqui é Polícia Brasileira." Como se depois das barbáries presenciadas nas favelas e na USP, alguém ainda tivesse dúvidas disso. Eu, como mulher, me senti agredida e violentada. Isso não é o retrato apenas das políticas medíocres voltadas pra mulher, ou do machismo algoz que nos atravessa dia após dia. É retrato dessa polícia cada vez mais despreparada para a ação, dessa democracia falida que anda junto com o abuso de autoridade hereditário, dessa apatia que envolvem as milhões de pessoas que continuaram tomando sua cerveja enquanto o fenômeno natural chamado violência acontecia de baixo de seus narizes. 

Obviamente, ela é Negra e Pobre.

Por Analice Barreto.


Sondas soviéticas filmaram seres vivos em Vênus?

Nos registros das sondas soviéticas enviadas a Venus foram encontrados objetos de "propriedades dos seres vivos". As sondas soviéticas tinham filmado nos anos 70 e 80 do século passado sobre a superfície de Venus os objetos que têm "propriedades dos seres vivos", informa RIA Novosti com referência à artigo do chefe dum laboratório do Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia, Leonid Ksanfomaliti, publicado na edição "Astrnomicheski vestnik".

Segundo Ksanfomaliti o interesse em rever as imagens, feitas pelas sondas de série Venera no século passado, surgiu devido a novos dados sobre exoplanetas de massa relativamente pequena com sinais da vida. A série dos panoramas filmados em Vênus por meio de câmera tipo opto-mecânico de digitalização fotométrica foi obtida pelos aparelhos Venera-9 e Venera-10, em 1975 e depois Venera -13 e Venera-14 em 1982. O artigo diz que esses panoramas contêm objetos de 0,1-0,5 metros a mudarem de posição e de tamanho no processo de filmagem.

Vênus tem tamanho similar a Terra.
Entre os locais mais interessantes foram um disco mudando de dimensão, uma mancha negra e "escorpião". "Escorpião" aparece no minuto 90 do poder na câmera, mas em menos de meia hora desaparece. E ao "caminhar" deixa marca no solo. De acordo com a hipótese de Ksanfomaliti, no início o aparelho fazia barulho disparando e perfurando o solo. A parte dos "habitantes" teria deixado a zona de perigo, e não regista-se nas imagens a seguir, mas alguns deles (por exemplo, "escorpião") teriam sido soterrados e gradualmente liberados apareceram nas imagens com o atraso de meia hora.

"Sem discutir as noções existentes sobre a impossibilidade da vida em condições de Venus, fizemos uma ousada suposição de que as características morfológicas ainda permitem sugerir as propriedades dos seres vivos de alguns dos objetos registados", escreve Ksanfomaliti. O cientista promete publicar resultados da análise de outras imagens (veja a foto aqui — O "escorpião" da sonda Venera -13).

Leonid Ksanfomaliti — Doutor em Ciências Físicas e Matemática, do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia. Conhecido por obras mais sobre o estudo do sistema Solar e dos sistemas planetários. Autor de mais de 300 artigos científicos, incluindo 4 monografias.

Fonte: Pravda.Ru


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Arqueólogo fala da cidade perdida de Akakor

Luiz Antonio Gasparetto recebe o arqueólogo Aurélio M. G. Abreu no programa Sexto Sentido, transmitido pela TV Gazeta, São Paulo, SP, no final da década de 1980. O entrevistado fala sobre os mistérios da região amazônica, principalmente o desaparecimento do Cel. Fawcett; o assassinato do jornalista alemão Karl Brugger (autor do livro A Crônica de Akakor); a possível existência de pirâmides na área, fotografadas pela equipe de Erich von Daniken; bem como rumores da presença de um submarino alemão e nazistas na floresta.


Digitalização: Nelson Pintaude 
Gravação realizada com o VCR Panasonic G-9

Aproveite e baixe o livro aqui: 


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Sargento Gay é torturado pelo Exército Brasileiro

Primeiros militares a assumirem publicamente uma relação homoafetiva, Fernando e Laci são brindados com centenas de comentários agressivos após anunciarem decisão de deixar o país.


Na quarta-feira (11) o Congresso em Foco informou que  o ex-sargento do Exército Fernando Alcântara e Laci Marinho, que ainda ocupa igual posto, decidiram deixar o país (confira aqui). O motivo são as constantes ameaças que dizem sofrer desde que assumiram publicamente sua relação homossexual.

Polêmico, o assunto, como seria de se esperar, gerou grande debate no campo de comentários na página da reportagem. Foram mais de 800 manifestações até ontem à noite (quinta, 12). Impressionante foi a agressividade contra o casal, que deu o tom da maioria dos comentários e incluiu, além de agressões verbais, incitações a violência física.



“Esses comentários nada mais são do que a prova do que estamos tentando dizer. Somos agredidos pela nossa opção sexual”, comenta Fernando, que diz entender a reação e até achá-la normal na internet. “As pessoas são livres para expressarem o que quiserem, mas ao mesmo tempo é preocupante. Os direitos humanos estão sendo desrespeitados no país e nada está sendo feito de fato contra isso”, afirma.

Ser homofóbico virou normal

Para a secretária-geral da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Irina Bacci, o que está havendo é um processo de legitimação de preconceitos pela sociedade brasileira. “Discursos contra as minorias têm se generalizado cada vez mais. As pessoas não se sentem constrangidas em falar o que pensam contra outras pessoas e ninguém é punido por incitar esses ódios. Tudo isso faz com que seja normal ser homofóbico”, diz.

Apesar dos comentários, Irina acredita que a internet precisa ser mantida como uma zona livre para que cada cidadão expresse suas opiniões. “A rede facilita inclusive que muitos homossexuais que precisam e buscam ajuda consigam encoontrá-la. Mas, por outro lado, o anonimato só facilita que esse cenário de preconceitos seja cristalizado”, diz. Para ela, a rede é um espelho da sociedade que expõe e dispersa os preconceitos reais. “A internet só revela a podridão da sociedade, que está de fato doente”, diz.

Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) afirmou que agressões físicas e verbais contra a comunidade LGBT são entendidas como crimes que devem ser apurados e punidos. No entanto, ainda não existem leis que condenem quem pratica atos de homofobia.

Para a presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), a tipificação da homofobia como crime é o próximo passo que o país tem que dar no sentido de coibir práticas de agressão contra grupos homossexuais. “A mesma intolerância que gera comentários absurdos e impregnados de preconceito contra o casal, gera conflitos religiosos, violência contra a mulher, o negro, o índio, o pobre, o diferente. Muitos comentários são feitos porque as pessoas acreditam na impunidade e no suposto anonimato da internet. Enquanto não tipificarmos a homofobia como crime, isso continuará acontecendo não apenas na internet, mas nas ruas, nas escolas, no ambiente de trabalho”, opina a deputada.

No ano passado, a SDH realizou uma campanha nacional contra a homofobia, denominada “Faça do Brasil um território livre de homofobia”. Firmou-se ainda parceria entre o Ministério da Justiça e secretarias estaduais de segurança pública para enfrentar conjuntamente o problema, incentivando inclusive a criação de unidades de polícia especializadas em crimes de ódio. Irina, porém, acredita que se tais ações pontuais não forem acompanhadas de políticas públicas efetivas, de nada servirão. “Precisamos de um marco legal, pois sem uma lei essas ações ficam como uma voz solitária no deserto”.

Religião e governo

No ano passado, o governo Dilma Rousseff vetou a distribuição de materiais do projeto Escola sem Homofobia, em que kits com cartilhas e vídeos para combater o bullying homofóbico seriam distribuídos em escolas da rede pública. O veto foi atribuído a pressões feitas pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. Na época, o grupo composto por 74 parlamentares ameaçou obstruir a pauta do Congresso, além de pressionar pela convocação do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) para prestar esclarecimentos sobre sua evolução patrimonial, motivo que o levou a ser demitido da pasta.

“Esse caso do kit é um dos que exemplificam a aproximação do governo com pautas de cunho religioso. O poder público está fazendo concessões a esses grupos e assim, acaba paralisado e não enfrenta esses casos”, acredita Irina.

Para o ex-sargento Fernando, a aproximação do Estado com grupos conservadores e fundamentalistas leva o poder público a ser condescendente com os casos de homofobia: “Aceitando a pressão desses que se dizem líderes, o governo acaba ficando sem ter como agir efetivamente”. Ele acrescenta que a falta de respostas do governo os fez procurar ajuda internacional. “Não confiamos mais no Estado brasileiro e não podemos contar com os órgãos brasileiros. Precisamos apelar para outros países, para não corrermos riscos aqui”, diz.

Para Irina, a percepção de Fernando está correta. “O fato de não tomar uma atitude, de não haver um pronunciamento da presidenta, por exemplo, legitima o preconceito. Essa pauta conservadora e religiosa acaba parecendo um projeto político de poder.”

Para os defensores das causas LGBT, a grande quantidade de igrejas com canais de televisão e rádios, além de outros meios de comunicação, contribui para a disseminação de discursos contrários às minorias. “Em parte, acredito que essas manifestações são fruto, também, de um discurso de representantes do Congresso que falam abertamente contra os direitos humanos, e principalmente, contra os homossexuais. Essas pessoas que se dizem líderes acabam influenciando a sociedade. Sempre que se fazem declarações preconceituosas, incitam o ódio e a violência contra nós”, argumenta Fernando.

A consequência disso, segundo Irina, é a falta de um debate amplo sobre o assunto. “Uma mentira repetida mil vezes acaba virando uma verdade. Por isso, essas falas generalizadas impedem uma mudança de cultura em prol da diversidade e do respeito aos direitos humanos”, diz.



Poltergeist documentado da Austrália

Phillip e Mary Shapiro moram na Austrália e foram instruídos pelo Dr. Von Koeslter a documentarem em vídeo a atividade poltergeist que acontece constantemente em sua casa. 

As imagens são impressionantes. Confira!