quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

RYAN HRELJAC - O MENINO QUE SACIOU A SEDE DE MEIO MILHÃO DE AFRICANOS



Ryan nasceu no Canadá em maio de 1991, ou seja, hoje (2012) tem 21 anos. 

Quando pequeno, na escola, com apenas seis anos, sua professora lhes falou sobre como viviam as crianças na África. 

Profundamente comovido ao saber que algumas até morrem de sede, que não há poços de onde tirar água, e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas...

Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares. 

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe disse que necessitava de 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas. 

Sua mãe disse-lhe que ele deveria consegui-los e foi-lhe dando tarefas em casa com as quais Ryan ganhava alguns dólares por semana.

Finalmente reuniu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares. 

Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez.

Contagiados por seu entusiasmo, todos puseram-se a trabalhar: seus irmãos, vizinhos e amigos. Entre todo o bairro conseguiram reunir 2.000 dólares trabalhando e fazendo mandados e Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço. 

Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda. A partir daí começa a lenda. Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios. 

Quando o poço de Angola estava pronto, o colégio começou uma correspondência com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África. 

Assim, Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos de meninos e que lutava para estudar a cada dia. Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. 

Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço. Centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome.

- Sabem meu nome? - Ryan perguntou a seu guia.
- Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe - ele respondeu.

Hoje em dia, Ryan – com 21 anos - tem sua própria fundação e conseguiu levar mais de 400 poços à África. Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem-se empenhado em acabar com a sede na África.

Saiba mais em: www.ryanswell.ca


Curso: O PODER DINÂMICO DA VISUALIZAÇÃO CRIATIVA


VISUALIZE. CRIE SUA REALIDADE.

 A Visualização Criativa põe a vida dos seus sonhos ao alcance de suas mãos.

Com esse método e suas técnicas simples e efetivas, você alimenta sua mente com imagens e vê todos os seus sonhos se tornarem realidade.

A imagem que você criar na sua mente você é capaz de criar no mundo físico: a compra de uma casa, passar numa prova difícil, ter bons relacionamentos, emagrecer, ter melhor salário, realizar uma longa viagem, realizar suas tarefas diárias com mais leveza e menos stress.  

Viva a vida dos seus sonhos. Viva agora.      

"Qualquer pessoa pode aprender a usar as técnicas de imagem de modo efetivo. Ao deixar sua imaginação trabalhar , você começará a se sentir mais esperançoso e confiante por causa da luz interna que a imaginação faz brilhar em sua existência.
O trabalho com imagens é um dos melhores métodos para aumentar nossa fé e confianca em nós mesmos.
Fazer os exercícios(de visualizacao) pela manha ao levantar-se é uma boa preparacao para as atividades que se seguirao e determina uma atitude positiva para viver o dia."
(Gerald Epstein)

Agenda Marco/Abril 2012: 

FASE I
Estocolmo: 25 e 26 de fevereiro
BH: 3 e 4 de marco
Vitória: 10 e 11 de marco
Sao José Campos: 17 e 18 de marco
Florianópolis: 24 e 25 de marco
Rio: 31 de marco e 1 de abril - 28 e 29 de abril

INVESTIMENTO:  350,00 Reais
     
FASE II
BH: 21 e 22 de abril
  
Curso com certificado oficial.
    
Possibilidade de marcar sessões individuais de terapia.

Informações:


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Açúcar: tão perigoso quanto álcool

Abusar de açúcar é tão nocivo quanto ingerir álcool em excesso.

Ingerir açúcar demais é tão nocivo para a saúde quanto o abuso de álcool, afirmam três cientistas americanos, que defendem a adoção de restrições ao consumo, como as impostas às bebidas alcoólicas e ao tabaco.

Para reduzir o consumo, os cientistas propuseram adotar uma taxa para as bebidas e os alimentos que contenham açúcar agregado, em particular a frutose, segundo artigo publicado na revista científica Nature.

De acordo com Robert Lustig, Laura Schmidt e Claire Brindis, o consumo abusivo de açúcar é tão nocivo que eles propõem que se proíba a venda de bebidas açucaradas a menores de 17 anos.

Doenças não transmissíveis, como cardiopatias, diabetes ou câncer, contribuem para a morte de 35 milhões de pessoas a cada ano em todo o mundo, afirmaram os especialistas, destacando o papel do açúcar no avanço destas patologias.

Os efeitos do consumo excessivo de açúcar podem ser similares aos do abuso de álcool, favorecendo a hipertensão, o diabetes e os riscos cardíacos.

Segundo o estudo, o consumo de açúcar em todo o mundo triplicou nos últimos 50 anos.

Fonte: AFP

Texto retirado do portal NE10 via  Cura Pela Natureza


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Saiba quem votou contra e a favor do CNJ

Agora é ficarmos espertos e guardar bem os nomes de quem votou contra. Provavelmente são corruptos, que desviam e chafurdam no dinheiro público.

Brasil pela Ética!




Nasa divulga imagem inédita do lado menos visível da lua

As primeiras imagens do lado menos vísivel da lua, registradas por câmeras instaladas em duas sondas da missão GRAIL (Recuperação da Gravidade e Laboratório Interior, na sigla em inglês) da Nasa, foram divulgadas. Segundo os cientistas, com os dados obtidos pelas sondas será elaborado o mapa gravitacional mais completo que existe até o momento. As imagens capturadas também serão usadas de forma didática para estudantes.

As naves gêmeas da missão GRAIL enviadas à Lua para estudar seu campo gravitacional foram batizadas de "Ebb" e "Flow", segundo anunciou a Nasa (agência espacial americana), que os escolheu entre os nomes apresentados por estudantes de todo o país.

As naves gêmeas que chegaram à órbita da Lua no dia 1º de janeiro eram chamadas até agora simplesmente de "A" e "B", mas graças aos estudantes primários da Escola Emily Dickinson da cidade de Bozeman terão nome próprio.

A proposta dos 28 alunos da professora Nina DiMauro foi selecionada entre as mais de 890 criadas por 11 mil estudantes recebidas pela Nasa, que abriu um concurso em nível nacional no último mês de outubro.

Maria Zuber, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a principal pesquisadora da missão GRAIL (Recuperação da Gravidade e Laboratório Interior, na sigla em inglês), avaliou a criatividade dos estudantes e afirmou que os nomes "Ebb" e "Flow" captam a essência da missão.

Como prêmio, as crianças poderão escolher para onde querem que aponte uma das câmeras que estão a bordo destes artefatos para estudar a superfície lunar.

Esta não é a primeira vez que a Nasa envolve crianças em uma tarefa semelhante com o objetivo de despertar seu interesse pela ciência.

Em 2003, Sofi Collins, aluna do terceiro grau de uma escola de Scottsdale, no Arizona, batizou com os nomes de "Spirit" e "Opportunity" os robôs exploradores enviados a Marte, em um concurso do qual participaram dez mil crianças de todo o país.

Lançadas em setembro de 2011, as duas sondas da missão GRAIL têm como missão proporcionar imagens em raios X da crosta e do núcleo da Lua, para ajudar a conhecer melhor a estrutura que está sob a superfície do satélite.


Novo planeta gigante é provavelmente o mais habitável já encontrado

Um planeta alienígena com possibilidades de ser habitável e abrigar água, e até a vida em sua superfície, foi descoberto perto de uma estrela não muito longe daqui.

O planeta está localizado na zona habitável de sua estrela principal, onde as temperaturas não são nem tão quentes nem tão frias, permitindo a presença de água líquida.

“É o santo gral da pesquisa por exoplantas encontrar um que esteja na distância certa para permitir a água líquida”, afirma Steven Vogt, astrônomo da Universidade da Califórnia. “Ele está no ponto certo da zona habitável – não há dúvidas sobre isso”.

Vogt é um dos pesquisadores do novo estudo, liderado por Guillem Anglada-Escudé e Paul Butler, do Instituto Carnegie de Ciência, uma organização privada sem fins lucrativos. “Esse novo planeta é o melhor candidato a abrigar água e, talvez, a vida como a conhecemos”, comenta Anglada-Escudé.

Os pesquisadores estimam que o planeta, chamado de GJ 667Cc, é pelo menos 4,5 vezes mais massivo do que a Terra. Ele leva apenas 28 dias para orbitar sua estrela, que está localizada a cerca de 22 anos-luz de nós, na Constelação de Escorpião.

“Basicamente, nosso vizinho mais próximo”, afirma Vogt. “É muito perto. Existem apenas cerca de 100 estrelas mais perto do que ela”.

E não bastasse o interesse, a estrela principal, GJ 667C, é membro de um sistema estelar triplo. Ela é uma estrela anã, com cerca de um terço da massa do sol, e apesar do brilho fraco, pode ser vista com telescópios da Terra.

“O planeta gira em torno de uma estrela que é parte de um sistema triplo”, explica Vogt. “As outras estrelas estão bem longe, mas seriam muito bonitas no céu”.

A descoberta de um planeta ao redor da GJ 667C foi uma surpresa para os astrônomos, já que o sistema inteiro tinha uma química diferente do nosso sol. O sistema possui menos elementos pesados, como ferro, carbono e silício.

“É bem deficiente em metais”, comenta Vogt. “Esses são os materiais que formam os planetas – os grãos que se juntam e os formam – então não esperávamos que essa estrela fosse do tipo que abrigasse planetas”.

A grande descoberta pode significar que mundos alienígenas habitáveis estejam em uma variedade de ambientes, mais diversos do que se pensava.

“As estatísticas dizem que nós não acharíamos algo assim tão rápido se não existissem muitos por aí”, afirma Vogt. “Isso nos diz que devem ter muitos planetas assim. Foi quase fácil de achar, e aconteceu muito rápido”.

Outra super Terra cuja órbita é muito próxima à GJ 667C foi detectada antes, em 2010, mas a descoberta nunca foi publicada. Esse planeta, chamado de GJ 667Cb, leva 7,2 dias para terminar sua órbita, mas sua localização o torna muito quente para a existência de água líquida na superfície.

O planeta GJ 667Cc é um candidato muito mais intrigante. “Quando um planeta cresce até cerca de 10 vezes maior do que a Terra, ocorre um processo em que ele começa a ‘comer’ todo o gás e gelo que está se formando, e rapidamente vira algo como Urano, Saturno ou Júpiter”, explica Vogt. “Quando você tem a superfície e a temperatura correta, se há água ao redor, há uma boa chance de ela ser líquida. Esse planeta está no ponto certo da zona habitável, então temos a temperatura e a massa certas”.

Observações preliminares também sugerem que mais planetas podem existir nesse sistema, incluindo um gigante de gás e outra super Terra que leva cerca de 75 dias para finalizar sua órbita. Mas, afirmam os cientistas, mais pesquisa é necessária para confirmar esses candidatos, assim como detalhes sobre a potencialmente habitável super Terra. 

Fonte: MSN


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A História da Missão Rama

História da Missão Rahma, e como surgiu o contato programado.





Podcast:
Podcast Opposite Extremes

Canal:
Opposite Extremes

Por:
HossanaH


Chuva de Esferas Azuis

De acordo com a BBC, um homem em Dorset, no Reino Unido, ficou abismado após pequenas esferas azuis caíram do céu em seu jardim. Steve Hornsby, de Bornemouth, disse que bolas de 3 centímetros de diâmetro choveram na tarde de quinta-feira, durante uma chuva de granizo.

Ele encontrou uma dúzia de bolas em seu jardim. “Elas são difíceis de catar; eu tive que pegar uma colher para colocá-las dentro de uma jarra de geleia“, disse o Sr. Hornsby.

O Escritório Meteorológico disse que a substância parecida com geleia que constituída as esferas “não é algo meteorológico“.

O Sr. Hornsby, um ex-engenheiro aeronáutico, disse: “O céu ficou com uma coloração realmente amarela escura. Quando eu caminhava até a garagem, houve um instante que choveu granizo por alguns segundo e eu pensei, ‘o que é isso na grama’?”

Caminhando pelo seu jardim, ele encontrou muitas outras esferas azuis espalhadas pela grama.

Ele disse: “Elas têm uma casca exterior, com um interior mole, mas não têm cheiro, não são grudentas e não derretem.”

Hornsby disse que estava guardando as esferas em sua geladeira, enquanto tentava descobrir o que eram.

Josie Pegg, um assistente de pesquisas cientifica na Universidade de Bournemouth, especulou que aparentemente o estranho fenômeno poderia se tratar de “ovos de invertebrados marinhos“.

“Estes têm estado implicados em ‘incidentes gosmentos’ anteriormente,” ele disse. “Eu acho que é um pouco cedo para a desova, mas eu suponho que tivemos um inverno não rigoroso. A transmissão de ovos através das patas dos pássaros é bem documentada e eu acho que se um pássaro foi pego por uma tormenta, isto poderia ter sido a causa.”

Infelizmente, a reportagem da BBC não oferece mais alternativas para o fenômeno, pois se fossem estas esferas ovos de invertebrados marinhos, elas não deveriam ter algum cheiro característico do mar?

Para assistir o vídeo da reportagem acima, favor acessar a BBC diretamente, clicando no seguinte link: bbc.co.uk

Fonte: ovnihoje.com


Palestra: Metodologia da pesquisa científica em saúde e espiritualidade

As implicações da espiritualidade na saúde vêm sendo cientificamente avaliadas e documentadas em centenas de artigos, demonstrando sua relação com vários aspectos das saúdes física e mental, de forma positiva. Mas como os cientistas chegam a essas conclusões? 

O assunto será abordado pela gastroenterologista Mônica Rodrigues de Araújo Souza, médica cooperada da Unimed JP, que ministrará a palestra "Metodologia da pesquisa científica em saúde e espiritualidade", no dia 8 de fevereiro, no auditório do Hospital Unimed JP, às 20h. 

Durante a apresentação, a médica explicará como são feitas as pesquisas que mostram como o desenvolvimento espiritual interfere positivamente na manutenção da saúde e recuperação de doença, desde a coleta de dados até a interpretação dos resultados. "Para a maioria das pessoas, a relação entre espiritualidade e saúde é subjetiva. Mas, não é verdade. Existe toda uma metodologia científica que atesta os benefícios da espiritualidade na saúde", enfatiza. 

A apresentação faz parte do ciclo de debates "AME para todos", promovida pela Associação Médico-Espírita da Paraíba (AME-PB). Qualquer pessoa pode participar da palestra. Só basta comparecer ao local no dia da apresentação.

O ciclo de debates é coordenado pelos médicos Joaquim Martins, Orniudo Fernandes, Marcus Sodré e Wilberto Trigueiro. 

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (83)3224-3990 e (83)3221-3590.


Arqueólogos exploram cidade que estava perdida

Nova York – Arqueólogos encontraram Bathonea, uma cidade portuária razoavelmente grande de cerca de 200 a.C em Instambul, na Turquia. A descoberta foi feita numa península há muito tempo cultivada, avançando sobre o lago Kucukcekmece, 20 quilômetros a oeste do centro da cidade.

Istambul foi construída e destruída, erigida e apagada, à medida que as sucessivas camadas da vida floresceram sobre suas sete colinas. Hoje, Istambul é uma cidade de treze milhões de habitantes que se espalhou para muito além dessas colinas.

Descoberta em 2007, depois de uma seca que baixou o nível do lago, ela tem fornecido uma profusão de relíquias dos séculos IV a VI d.C., período da fundação de Istambul e de sua ascensão como Constantinopla, centro de poder de três impérios sucessivos: o Romano do Oriente, o Bizantino e o Otomano.

Embora haja alguns registros históricos desse primeiro período, há poucos dos mais preciosos artefatos físicos. As magras amostras da seção de Istambul dos Museus Arqueológicos locais refletem isso, pálidas diante das riquezas da Anatólia, da Mesopotâmia e do Líbano.

Com isso, Bathonea tem o potencial de se tornar uma "biblioteca de Constantinopla", diz Sengul Aydingun, a arqueóloga que fez a descoberta inicial. "As descobertas agora estão iluminando de maneira completamente diferente a área urbana mais extensa de Constantinopla. Uma história fantástica começa a se revelar", disse Volker Heyd, arqueólogo da Universidade de Bristol, na Inglaterra, que fez levantamentos em Bathonea em duas temporadas.

Em 2008, por exemplo, Hakan Oniz, arqueólogo da Universidade do Mediterrâneo Oriental especializado em arqueologia subaquática, investigou uma estrutura no lago que as histórias do lugar diziam ser um tipo de minarete místico que aparecia e desaparecia conforme o comportamento mais ou menos pecaminoso dos aldeões da região. Essas ruínas, a cerca 240 metros da beira do lago, podem ter sido um farol.

Desde então, a equipe de Aydingun e pesquisadores de oito universidades estrangeiras descobriram outro porto, mais antigo, no lado leste da península, cujas influências gregas sugerem datar de cerca de II a. C.

Perto dali, sobre as fundações circulares de um templo grego, eles encontraram os restos de uma igreja bizantina do século V ou VI d. C., com vinte tumbas, e um grande baixo-relevo em pedra para uma cruz bizantina. Moedas, cerâmica e outros artefatos indicam que a igreja sofreu danos no terremoto devastador do ano 557, mas que foi usada até 1037, quando um tremor a derrubou e esmagou três homens cujos corpos foram encontrados sob uma parede caída, junto a uma moeda com a efígie de um imperador menor que governava no ano do acidente.

Como os arqueólogos estão no início de uma escavação num sítio desconhecido das fontes históricas, eles hesitam em tirar muitas conclusões. Até o nome Bathonea é provisório, tendo sido inspirado em duas referências antigas: a obra "História Natural" do historiador do primeiro século depois de Cristo, Plínio, o Velho, que se refere ao rio que alimentava o lago como Bathynias; e um trabalho de um monge bizantino de século IX, Teófanes, que chamava a região de Bathyasos.

O que os arqueólogos sabem é que esse lugar era grande. Ele se espalhava por ao menos oito quilômetros quadrados, e seu dique tem quase a metade do comprimento daquele que envolvia a própria Constantinopla. Era moderadamente rico; a região era um retiro campestre para a elite urbana, atraída por seus territórios de caça férteis e pelo próprio lago Kucukcekmece, a massa de água doce mais próxima da cidade. Construíram solares e palácios em toda a região.

Vidro de fabricação romana e cerâmica sofisticada datada até do século XIV foram encontrados por todo o sítio. Havia mármore, incluindo peças de uma belíssima variedade de um azul leitoso, por todas as paredes e pisos da igreja e de ao menos um dos edifícios.

Foram também descobertos centenas de tijolos estampados "Konstans", produzidos em Constantinopla desde o século V e que haviam sido descobertos principalmente em construções imperiais como a Catedral de Santa Sofia _ maravilha do século VI que foi o primeiro templo do Império Bizantino por mais de 900 anos _ e o Rhegion, um complexo do século V sobre uma colina atravessando o lago a partir de Bathonea, sobre o Mar de Mármara.

Bathonea também era muito bem conectada. Parte da cerâmica vinha de lugares distantes como a Palestina e a Síria, o que é típico de lugares com bom acesso a artigos estrangeiros. Ela tinha amplas ruas de pedra, as mais antigas datando do período romano.

Mas sua relação com Constantinopla ainda não está clara. "Gosto de pensar em Bathonea como um porto satélite de uma grande cidade", diz Bradley A. Ault, arqueólogo do período clássico na Universidade de Buffalo que estudou antigas cidades portuárias na Grécia e no Chipre. "Ela se alinha a Atenas e Pireu, Roma e Óstia." Se era esse o caso, o porto pode ter servido como um porto seguro em águas protegidas fora dos muros da cidade, tanto para barcos comerciais como para a esquadra naval imperial.

Istambul tem sido cenário de várias descobertas em escavações arqueológicas de salvamento, mais notavelmente no projeto de trânsito em Yenikapi, que desenterrou um impressionante conjunto de naufrágios. Nenhum barco naufragado foi encontrado em Bathonea; nem é provável encontrá-los num período próximo, diz Oniz, o arqueólogo subaquático.

Os arqueólogos de Bathonea também esperam descobrir mais artefatos dos primeiros momentos da civilização na região. Radares de prospecção do solo também mostraram que grandes estruturas continuam enterradas. E, como todos seus esforços foram concentrados na área aquática, os arqueólogos ainda têm de investigar as áreas cobertas por árvores e arbustos e varrer a região do interior que os fazendeiros têm por muito tempo evitado, pois seus arados são incapazes de atravessá-los.



Desejo mudar radicalmente de vida, como faço?


- Abandono minha família, marido, emprego, filhos, amigos? Estou infeliz e não sei por onde começar. Por onde começar a mudar?
- Estou cheio de tudo e absolutamente nada mais faz sentido para mim, aliás, tudo perdeu o sentido!
Já se sentiu assim? Ouve uma voz dentro de você lhe dizendo constantemente que é hora de chutar o balde?

Se estiver assim, pode ser que esteja beirando um processo de crise que também poderá levá-lo à total inversão existencial, ou seja, à possibilidade real de mudar interna e externamente e como se diz por aí, de virar a mesa!

Histórias sobre estes feitos é o que não faltam. Muitos infelizmente percebem tarde demais que poderiam ter mudado há tempos. Em momentos cruciais, refletem que poderiam ter agido transformando situações que, ao longo da vida, deixaram de fazer sentido, ou que os feriam. Acostumam-se a serem cruéis consigo mesmos, sem consciência da dimensão do quanto são afetados ou mesmo do grau de sofrimento. Contextos como estes são permeados por atos heróicos sem a menor valia, envolvidos pelo esquecimento total de si mesmo e pela ausência de se amar na medida certa.

Inversão existencial pode ocorrer num momento máximo de crise onde se é acometido pelo desespero de morrer sem nunca ter nascido...É aí que ocorre a oportunidade de mudar radicalmente ou de continuar na "mesmice". Ambas as escolhas são atos de coragem. Sair do lugar conhecido e ousar mudar buscando a felicidade é simples, porém, extremamente difícil de concretizar. A felicidade buscada está na confiança de um vir-a-ser ainda não conhecido, não vivido. Reside na esperança ativa de que o melhor irá acontecer. 

A busca da felicidade e a felicidade em si estão na falência da ilusão de que podemos controlar a realidade nos perpetuando do modo que nos reconhecemos. 

Na mudanca, na inversão existencial, novas chuvas e supostas tempestades até poderão vir e serão desconhecidas, assim como os encontros inusitados, vivências e alianças também. A ousadia do desbravamento do novo é o que imperará.

Lembro de um caso em que um homem de meia-idade teve um diagnóstico de uma doença com prognóstico bastante difícil. Quando soube, ousou vender a maioria de seus pertences, contar para seu chefe de trabalho tudo que sempre o incomodou e decidiu falar abertamente aos seus familiares sobre suas mágoas. Decidiu também expressar todo amor e carinho sentidos pelos outros... E assim o fez de modo nunca antes experimentado. Determinou-se a seguir numa viagem pelo mundo por um ano, entendendo que talvez fosse seu último período de vida relativamente saudável, antes que a doença o tomasse. Ficou combinado, se algum problema surgisse, que sua esposa, acordada com a proposta, iria resgatá-lo onde estivesse. Passados oito meses de viagem e sem sintomas, uma dúvida surgiu em sua mente: será que estou realmente doente?, pensou.

Voltando para sua cidade natal, após quase um ano sabático, refez seus exames e, para a surpresa de todos, a doença não mostrou evidência alguma, inclusive, a área antes danificada estava recuperada. Os pensamentos que ficaram foram: se os exames da época estariam equivocados, se houve cura espontânea, etc. O porquê do porquê sabemos que não importa. O que valeu foi a abertura dada para que o resgate da vida acontecesse. 

Esta história foi por conta de um susto, mas acredito não ser necessário coragem para mudar, apenas quando se é impulsionado de modo tão ameaçador. 

A ameaça está no dia-a-dia, no modo como vivemos, na anestesia em relação ao que não nos faz bem. Está no insalubre que nos auto-impomos em determinados momentos de vida. Está no esquecimento do que é lesivo para a alma.

Por incrível que pareça, mesmo em meio a todas essas adequações mal solucionadas que vivemos e que, no final das contas, vamos empurrando com a barriga, nossos sistemas físicos são bastante fortes. Podemos levar uma vida carregando situações danosas para nós mesmos. 

Num dia, porém, a casa cai, por vezes vai caindo pouco a pouco e de modo silencioso e, quando cai de vez, o mal que aparentemente ocorre é bom, afinal, trata-se um oportunidade única de se fazer inversão existencial.

Apenas penso que não precisamos destes tombos doloridos. O caminho suave é sempre o autoconhecimento, a busca de si mesmo e a ousadia da ação.

Ser feliz é o que importa para a vida valer a pena. Você não acha?


Silvia Malamud é colaboradora do Site desde 2000. Psicóloga Clínica, Terapia Breve e de Casais (Sedes), Terapeuta Certificada em EMDR pelo EMDR Institute/EUA e Terapeuta em Brainspotting – David Grand PhD/EUA.
Psicóloga Assistente do Iasmpe Instituto de Assistência Médica ao Servidor Publico Estadual. Tel. (11) 9938.3142 - deixar recado.
Autora do Livro: Projeto Secreto Universos



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cientistas desenvolvem técnica para ‘ler’ pensamentos

Cientistas americanos criaram um método para descobrir palavras nas quais pacientes estavam pensando, com base em suas ondas cerebrais.

A técnica, descrita na revista científica PLoS Biology, se baseia nos sinais elétricos nos cérebros de pacientes que ouviam diferentes palavras. Um computador foi depois capaz de reconstruir os sons nos quais os pacientes estavam pensando.

Segundo os pesquisadores, o método poderia ser usado no futuro para ajudar pacientes em coma ou com síndrome de encarceramento a se comunicar.
Imagens e sons

Estudos recentes vêm aperfeiçoando maneiras de "ler" pensamentos.

No ano passado, a equipe do cientista Jack Gallant, da Universidade da Califórnia, Berkeley, desenvolveu uma maneira de relacionar os padrões de fluxo sanguíneo no cérebro a determinadas imagens nas quais os pacientes estavam pensando.

Agora, Brian Pasley, da mesma universidade, liderou uma pesquisa aplicando princípios semelhantes aos sons.

Sua equipe se concentrou no giro temporal superior (GTS), uma região do cérebro que não só é parte do aparato auditivo, mas também nos ajuda a entender linguisticamente os sons que ouvimos.
Palavra secreta

Os pesquisadores monitoraram as ondas cerebrais de 15 pacientes selecionados para cirurgia devido a epilepsia ou tumores, enquanto diferentes alto-falantes tocavam gravações contendo palavras e frases.

Eles usaram então um programa de computador para mapear que partes do cérebro reagiam, e de que forma, quando a pessoa ouvia diferentes frequências sonoras.

Depois, os pacientes recebiam uma lista de palavras e escolhiam uma na qual deveriam pensar. Com a ajuda do programa de computador, a equipe conseguia descobrir que palavra havia sido escolhida.

Eles conseguiram até reconstruir algumas das palavras, transformando as ondas cerebrais que eles viam de volta em som, com base nas interpretações feitas pelo computador.

"Este trabalho tem uma natureza dupla: a primeira é a ciência básica de entender como o cérebro funciona. A outra, do ponto de vista protético. Pessoas que têm problemas de fala poderiam usar um aparelho protético, quando elas não conseguem falar, mas conseguem pensar no que elas querem dizer", explicou um dos autores do estudo Robert Knight.

"Os pacientes estão nos dando estas informações, então seria bom podermos dar alguma coisa em troca no fim."

Os cientistas explicam, no entanto, que a ideia de "leitura de pensamento" ainda precisa ser amplamente aperfeiçoada para que aparelhos do tipo se tornem uma realidade.

Fonte: bbc.co.uk


Doe os remédios que você não usa mais!


Às vezes sobram aqueles medicamentos dentro da validade, que alguém pode aproveitar e a gente não sabe o que fazer com eles.

A ASAPREV-RJ criou o Banco de Remédios para atendimento gratuito aos aposentados de baixa renda, que não tem a mínima condição de adquirir medicamentos.

O Banco sobrevive com a doação de medicamentos de pessoas cujo tratamento foi interrompido.

Caso você possua um medicamento que não precisa mais ou não faça mais uso, não deixe em uma gaveta para depois jogar fora quando vencer o prazo de validade.

FAÇA A DOAÇÃO.
O endereço de coleta é:
Av. Rio Branco, 156 - 20˚ andar, sala 2021 à 2024
Edifício Central - Centro do Rio de Janeiro.
PODE DEIXAR NA PORTARIA DO PRÉDIO.

Você pode fazer a doação também no Shopping Tijuca, no SAC - SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE - 3o. Piso.

Tels.: 2544-3396 / 2524-0407