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quinta-feira, 6 de março de 2014

MANIFESTO DA MAÇONARIA em Relação à Situação Atual do Brasil

Filosofia Imortal: Vimo-nos frente a este manifesto e consideramos de suma importância, devido a presença da Maçonaria em grandes eventos históricos de nosso país. Não temos certeza de que a carta realmente foi escrita pela Loja Maçônica em questão, mas cumprimos o ideal do Filosofia Imortal de levar ao leitor a informação e deixar a cargo do mesmo, as conclusões ou iniciativas de mais aprofundadas pesquisas.



admin post on fevereiro 26th, 2014

CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22 ORIENTE DE SÃO JOAQUIM-SC – FILIADA AO G.O.S.C

Agora o governo corrupto e tirânico do PT conseguiu motivo para ficar preocupado. A partir do momento em que a maçonaria começa a veicular manifestos como este, é porque nas sombras está sendo tramada um revolução que fará rolarem milhares de cabeças de corruptos por este país afora. Esta é a mais poderosa força do mundo e contra a força não há resistência. Aguardem.

Independentemente de crenças ou religiões, acredito que todos deveriam ler, refletir e…AGIR!

ESTA MENSAGEM DEVE SER DIVULGADA PARA TODOS OS BRASILEIROS LIVRES E DE BONS COSTUMES, E TAMBÉM, A TODOS OS PROFANOS POIS, É CLARA E VERDADEIRA.

Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história.

O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância.

A tirania mudou sua face. Já não encontramos os tiranos do passado que com sua brutalidade aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço. Os tiranos de hoje saqueiam a Pátria e degolam as cabeças de outra forma. A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis.

Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano que na construção do Grande Coliseu disse: “DAI PÃO E CIRCO PARA O POVO”. Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos, especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”. Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções.

Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena. Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados, caindo aos pedaços.

Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido. Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos.

Porém, a construção dos “circos” continua ! Mas o pão e o circo também vêm dos “Big Brothers” das “Fazendas”, das novelas que de tudo mostram, menos verdadeiros valores e virtudes pessoais. Quanto mais circo, mais pão ao povo. E o mais triste é que o povo, mantido na ignorância, é disso que mais gosta.

Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”. O Coliseu está entre nós. O circo está entre nós.

Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes. Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos. Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno,nem mesmo para morrer.

Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos não cubanos. Os tiranos têm a audácia de repassar R$ 40.000.000,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização. Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa. É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania. Esses médicos recebem migalhas daquele governo. Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares.

Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba solucionariam o problema de inúmeros pequenos hospitais pelo interior deste País. Mas não é a isto que ele servirá. Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado, de profissionais que não têm asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana, porque simplesmente não são homens livres.

E nós, brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentar todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte. Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS.

Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda, através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado, que pode chegar ao percentual de 27,5%.

Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por profissional, cabos eleitorais desses governantes.

Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro.

Não podemos aceitar a armação desse circo, em cujo picadeiro o povo brasileiro é o palhaço !

A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem. Foi por Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil, da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura. Foi por Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha.

E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado, com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual ? Não podemos ficar calados e inertes !

A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito, seu brado para a libertação do povo. Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar.

A Loja Maçônica Acácia das Neves incita a todos os Irmãos: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada, a todas as Lojas e os Maçons desta Pátria, o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar Templos à virtude e de cavar masmorras aos vícios !

Fraternalmente,

Alaor Francisco Tissot
Grão-Mestre – GOSC



domingo, 19 de janeiro de 2014

Trabalhadores negros causam ‘Poluição visual e mau cheiro’, disse administrador de condomínio da Barra


O objetivo, para a maioria, era realizar os exames médicos para, em breve, iniciar um emprego novo. Mas a expectativa transformou-se em frustração na porta do condomínio comercial Le Monde, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Barrados na entrada, 18 trabalhadores ainda ouviram um administrador dos edifícios dizer que causariam “poluição visual e mau cheiro” no espaço, segundo consta no registro de ocorrência feito na 16º DP (Barra) na noite desta quarta-feira. A ofensa também foi presenciada por um PM que foi ao local atender o chamado.


O cardiologista Renato Sérgio Fernandes Pinto,
sócio da clínica BioCardio - Foto: Thiago Lontra
O grupo começou a chegar ao endereço, situado no número 3.500 da Avenida das Américas, por volta das 8h. O destino de todos era a clínica BioCardio, especializada em medicina do trabalho, que ocupa três salas no quarto andar do bloco 7. Com idades variando entre 18 e 59 anos, alguns deles negros, boa parte dos pacientes iria começar a atuar em funções como pedreiro, ajudante de pedreiro e servente, entre outras, nas obras da Linha 4 do Metrô. Após realizarem exames de raio-x e de sangue num laboratório próximo, veio a surpresa: nenhum deles conseguiu autorização para se dirigir à clínica.

As tratativas com a equipe de segurança e com a administração do condomínio, capitaneadas pelo cardiologista Renato Sérgio Fernandes Pinto, sócio da BioCardio, duraram mais de quatro horas - em jejum para os exames, os trabalhadores não comiam nada desde a véspera. Apenas por volta de 15h, depois da ameaça do médico de acionar a PM, o acesso foi liberado. O grupo, contudo, não aceitou a oferta, e preferiu aguardar a chegada do policial. A essa altura, já haviam ouvido seguranças pedirem “para que não tocassem as paredes”. Mais tarde, na presença de um PM, escutaram Felipe Alencar Gilaberte, administrador do Le Monde, proferir a frase sobre poluição visual e mau cheiro.

- Houve uma total discriminação. E não foi a primeira vez, trata-se de uma briga antiga que eu tenho com o condomínio. Dizem que a nossa clínica não deveria funcionar aqui, devido ao tipo de público que atendemos. Acredito que me criam esse tipo de constrangimento para tentar forçar uma mudança de endereço - afirmou o doutor Renato Sérgio.

Ação contra o condomínio

A clínica BioCardio funciona no Le Monde há cerca de 2 anos. Em novembro do ano passado, o estabelecimento entrou com uma ação contra o condomínio por conta de problemas como o desta quarta-feira. O registro de ocorrência feito na 16ª DP, inclusive, será anexado ao processo.

Injúria e desobediência

No registro, que tem o administrador Felipe Alencar Gilaberte como alvo, constam os crimes de injúria e de desobediência - esse segundo por conta do desrespeito a uma lei que proíbe a restrição de acesso pela entrada social de edifícios residenciais e comerciais.

Versão do Le Monde

Na porta da delegacia, cercado por três advogados que inicialmente o aconselharam a não conversar com o EXTRA, Felipe deu a sua versão para os fatos. Segundo ele, a confusão na portaria ocorreu porque o grupo teria se negado a apresentar seus documentos de identificação.

‘Isso é história’

O administrador também negou que tenha ofendido os trabalhadores, embora o próprio PM tenha confirmado em seu depoimento o uso dos termos “poluição visual” e “mau cheiro”. Felipe acusou a BioCardio de ter inventado essa versão: “Isso é história do proprietário, que quer atender cem pessoas por dia”.

Trabalhadores mostram documentos referentes ao caso - Foto: Thiago Lontra

'Aquilo é para carga e descarga'

Depoimento do operador de escavadeira Leonardo Moraes da Silva, de 31 anos

“Essa foi a terceira vez que fui nessa clínica, e em todas fui tratado da mesma forma: cheguei na portaria e me mandaram dar a volta por trás, para subir pelo elevador de carga. É humilhante, porque o próprio nome diz: aquilo é para carga e descarga. E o que disseram sobre os documentos é mentira, porque entreguei a minha carteira de habilitação na entrada e mesmo assim me fizeram passar por tudo isso”.

Fonte: O Globo

domingo, 5 de janeiro de 2014

Vinicultor francês é processado por NÃO usar agrotóxicos!

Um vinicultor da região de Côte-d'Or, na Borgonha francesa, está sendo processado pela prefeitura local por se recusar a usar agrotóxicos em sua produção.


A família de Emmanuel Giboulot, em sua propriedade de dez hectares, se dedica à produção biodinâmica –na qual, além de refutar o uso de elementos químicos, leva-se em conta fatores como a influência do sol e da lua sobre as plantas e a preservação da biodiversidade local.

Por causa dessa tradição, o produtor se recusou a seguir um decreto, emitido em junho pela prefeitura, que obriga todos os vinicultores a fazer ao menos uma aplicação de inseticida em suas vinícolas.

A medida foi tomada como forma de combate à cicadela, praga que causa a flavescência dourada, doença que prejudica as videiras; não foram identificados focos da praga nas propriedades próximas à de Giboulot, mas, em 2011, a cicadela devastou a região de Saône-et-Loire, ao sul de Côte-d'Or.

Depois de uma inspeção feita em julho pelo Serviço Regional de Alimentação, Giboulot foi convocado a comparecer ao tribunal em 12 de novembro para se explicar, mas a audiência foi postergada e ainda não tem data para ocorrer.

Por desobedecer o decreto, o produtor corre o risco de ser penalizado em 30 mil euros (R$ 97 mil) e até seis meses de prisão. Uma página no Facebook foi criada em apoio a ele.

"Eu estou muito ciente do perigo que essa doença pode representar, mas me parece completamente desmesurado fazer um tratamento sistemático se não foi verificado nenhum foco [da praga em Côte-d'Or]", disse Giboulot ao site francês Basta!.

"[Um tratamento com agrotóxicos] significa destruir uma parte da fauna auxiliar, que gera o equilíbrio de nosso vinhedo –cultivamos uvas de forma biodinâmica há 43 anos", completou.

Giboulot se opõe até ao único pesticida aceito por produtores orgânicos, feito a partir de plantas secas –ele não seria "seletivo" e, portanto, destruiria a fauna e flora auxiliares da mesma maneira.

Fonte: Folha


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Somos Escravos "Modernos"

"Não é demonstração de saúde ser bem ajustado 
a uma sociedade profundamente doente"
- Jiddu Krishnamurti -

"A servidão moderna é uma escravidão voluntária, consentida pela multidão de escravos que se arrastam pela face da terra. Eles mesmos compram as mercadorias que os escravizam cada vez mais. Eles mesmos procuram um trabalho cada vez mais alienante que lhes é dado, se demonstram estar suficientemente domados. Eles mesmos escolhem os mestres a quem deverão servir. Para que esta tragédia absurda possa ter lugar, foi necessário tirar desta classe a consciência de sua exploração e de sua alienação. Aí está a estranha modernidade da nossa época. Contrariamente aos escravos da antiguidade, aos servos da Idade média e aos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor, não quer saber. Eles ignoram o que deveria ser a única e legítima reação dos explorados. Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planejou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de sua desgraça".


Admirável Mundo Novo (Brave New World na versão original) é um livro escrito por Aldous Huxley e publicado em 1932 que narra um "hipotético futuro" onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas.


Essa é a nossa realidade atual como sociedade! Seres altamente capacitados, cegos e idiotizados perambulando nesse planeta azul controlado por uma profunda hierarquia enraizada. Se você discorda, é porque não quer ver. Se não quer ver, que esperança você tem?



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Roseana Sarney veta lei contra escravidão

Governadora do Maranhão alega que proposta vai contra Constituição e recebe críticas; deputado autor do projeto promete tentar derrubar veto. Ela enfrenta, ainda, pedido de cassação do mandato por abuso de poder político e econômico
A governadora do Estado do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), vetou o projeto de lei nº 169/2013, que havia sido aprovado na Assembleia Legislativa do Estado e previa a cassação do registro de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de empresas flagradas com trabalho escravo. O veto foi publicado na edição de segunda-feira (5) do Diário Oficial da Assembleia Legislativa e, na sua justificativa, a governadora alegou que o texto é inconstitucional.

De autoria do deputado Othelino Neto (PPS), o projeto foi inspirado na lei paulista nº 14.946/2013, de autoria do deputado Carlos Bezerra Jr. (PSDB), que foi regulamentada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em maio. Propostas semelhantes já foram apresentadas nos estados de Mato Grosso do Sul, Tocantins e Rio de Janeiro. Além da cassação do registro de ICMS, ambas as matérias determinam que as empresas que se beneficiarem de mão de obra escrava serão impedidas de exercer o mesmo ramo de atividade econômica ou abrir nova empresa por dez anos.

O projeto de lei de Othelino Neto é o segundo com o mesmo teor a ser proposto neste ano na Assembleia Legislativa do Maranhão. Em maio, a Repórter Brasil noticiou que o deputado Bira do Pindaré (PT) havia apresentado o projeto de lei nº 078/2013, que também foi inspirado na lei paulista. A matéria, no entanto, não obteve parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde teve como relator o deputado Tatá Milhomem (PSD), que alegou “vício de iniciativa”. No seu entendimento, esse tipo de lei não poderia partir do Poder Legislativo. Quando um projeto de lei recebe parecer negativo da CCJ, o deputado que o propôs pode pedir que o plenário vote por reverter o parecer, o que permite a votação do projeto. Bira, no entanto, não fez isso: “Para reverter precisamos de 22 votos, que é a maioria dos deputados da Assembleia. Como faço parte da minoria que faz oposição ao governo, nunca consegui reverter um parecer contrário ao meu”, explicou.

Os dois projetos se diferenciam majoritariamente no primeiro artigo, que define quais serão as empresas punidas. Enquanto a proposta de Bira também pune as empresas que se beneficiaram de trabalho escravo em qualquer etapa da cadeia produtiva, sendo responsabilizadas também pelo flagrante de funcionários em empresas terceirizadas, somente as empresas envolvidas diretamente com escravidão são alvo do projeto de Othelino Neto.

Para Ítalo Rodrigues, procurador do Ministério Público do Trabalho no Maranhão, “responsabilizar a empresa por condições indignas em qualquer das etapas de produção é bem mais condizente com as disposições internacionais acerca do trabalho”. Ele ressalta que as empresas flagradas fazendo uso de trabalho escravo colocam, em geral, o seu processo produtivo de uma forma “pulverizada”, o que resulta na subcontratação de outras empresas, processo também conhecido como “terceirização”. O deputado paulista Carlos Bezerra Jr. considera que alteração do primeiro artigo “suprime a possibilidade de penalizar a terceirização de fachada e tira a possibilidade de enfrentar o problema na sua raiz”.

Questionado, Othelino disse que a proposta de lei “atinge seu objetivo” e que “não tem a pretensão de atacar todos os aspectos do trabalho escravo”. À Repórter Brasil, ele afirmou que vai tentar convencer os demais deputados a derrubar o veto de Roseana. Para isso, é necessário que ao menos 22 deputados, a maioria simples do plenário, votem pela derrubada. O projeto de Othelino foi apresentado semanas depois do de Bira. Com tramitação em regime de urgência – para que, segundo o deputado, “fosse aprovada antes do recesso do Legislativo” –, ele conseguiu as assinaturas necessárias que garantiram a reapresentação de projeto semelhante a outro rejeitado no mesmo ano. Tendo o deputado Rubens Júnior (PCdoB) como relator na CCJ, a proposta obteve parecer favorável e foi aprovada pelo plenário em 8 de julho.

Apesar das diferenças entre as propostas, Bira do Pindaré acha “positivo o fato de que o que era nossa intenção principal tenha prosperado na Assembleia”. Ele considera “pouco provável” que o veto de Roseana Sarney seja derrubado, mas apoia a iniciativa de Othelino Neto de tentar derrubá-lo.


Opção conservadora

A justificativa de veto da governadora do Maranhão é, para o deputado paulista Carlos Bezerra Jr., “uma opção conservadora, que vai na contramão dos avanços da luta contra o trabalho escravo”. Já Othelino acredita que Roseana Sarney “se demonstra insensível a um tema importante como esse, que está acima de questões meramente partidárias”.

Para vetar a proposta de Othelino, a governadora do Maranhão alegou que o texto é incompatível com o artigo 43 da Constituição do Estado do Maranhão, que garante ao Poder Executivo exclusividade para propor leis de natureza tributária, categoria na qual, no seu entendimento, o projeto de lei estaria incluído.

O próprio artigo 43 é alvo de questionamento do deputado Hélio Soares (PP), que elaborou, em 2011, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) visando alterá-lo para derrubar essa exclusividade do Executivo. A PEC 03/2011 já foi aprovada por todas as comissões da Assembleia Legislativa do Estado e passou em primeira votação, mas ainda é necessária uma segunda votação antes que possa ser encaminhada à governadora para sanção.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também vem discutindo a questão. De acordo com o advogado Eduardo Corrêa, presidente da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB no Maranhão, “existem reiteradas decisões no STF sobre as quais os Poderes Legislativos estaduais possuem poder de iniciativa para legislar sobre matéria tributária”. “Tecnicamente a Assembleia Legislativa do Maranhão pode derrubar o veto. A questão é se eles vão ter a disposição política para isso”, disse.

Trabalhadores resgatados em fazenda zoológico no Estado viviam em tendas improvisadas - Foto: MTE

Trabalho escravo no Estado

Um levantamento de 2007 da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) do Maranhão mostrou que o Estado era então o principal fornecedor de mão de obra escrava. Na lista suja, o Maranhão aparece ao lado do Tocantins como a quinta unidade da federação com maior número de empregadores flagrados com escravos. Dos 498 nomes, 34 são de flagrantes no Estado. Além disso, o Maranhão tem a segundo pior colocação no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013.


Pedido de cassação

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a cassação da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e de seu vice, Washington Luiz Oliveira (PT), em processo que corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles são acusados de abuso de poder político e econômico no pleito de 2010, quando Roseana tentava a reeleição.

O processo foi movido pelo ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB). Segundo ele, houve intensificação de convênios com prefeituras com intenção de obter apoio de prefeitos e de lideranças locais. As provas indicam que nos três dias anteriores à convenção partidária, 670 convênios foram assinados para a liberação de mais de R$ 165 milhões.

Outra acusação aponta que o governo de Roseana investiu na construção de moradias do Programa Viva Casa no período que antecedeu as eleições, com gastos de R$ 70 milhões não previstos em orçamento. (com informações da Agência Brasil)

Foto: Elza Fiúza/ABr


segunda-feira, 29 de julho de 2013

98 MILHÕES de americanos foram CONTAMINADOS com vírus causador do CÂNCER através da vacina contra poliomielite

Será o plano de redução populacional em ação?
E este número de pessoas é apenas nos Estados Unidos... E no mundo?

O CDC rapidamente removeu uma página de seu site, que pode ser vista através do wayback machine aqui (já retirado do google cache), admitindo-se que mais de 98 milhões de americanos receberam uma ou mais doses da vacina contra a poliomielite dentro de um período de 8 anos, quando a proporção da vacina estava contaminada com um câncer causando polyomavirus chamado SV40. Estimou-se que 10-30000000 americanos poderiam ter recebido uma dose contaminada SV40 da vacina.

V40 é uma abreviatura de Vírus Símio 40 vacuolar ou vírus símio 40 , um poliomavírus , que é encontrada em ambos os macacos e seres humanos. Como outros poliomavírus, SV40 é um vírus de DNA que tem sido encontrado para provocar tumores e cancro.

Acredita-se que o SV40 para suprimir as propriedades de transcrição dos genes supressores de tumor em seres humanos através da SV40 grande antigénio T e T pequeno de SV40-antigénio . genes mutados podem contribuir para a proliferação celular descontrolada, que conduz ao cancro. Michele Carbone, Professor de Patologia Adjunto na Universidade de Loyola, em Chicago, foi recentemente fragmentos isolados do vírus SV-40 em cânceres ósseos humanos e de uma forma letal de câncer de pulmão chamado mesotelioma. Ele encontrou SV-40 em 33% dos cânceres ósseos osteossarcoma estudados, 40% de outros cânceres ósseos, e em 60% dos cânceres de pulmão mesotelioma, escreve Geraldo Fuentes.

Dr. Michele Carbone reconheceu abertamente HIV / AIDS foi espalhado pela vacina contra a hepatite B produzido pela Merck & Co. durante o início dos anos 1970. Foi a primeira vez desde que as transmissões iniciais ocorreu em 1972-1974, que um dos principais especialistas no campo da produção de vacinas e testes admitiu abertamente a responsabilidade Merck & Co. para a AIDS . 

A matéria-de-fato divulgação ocorreu durante as discussões de vacinas contra a poliomielite contaminados com vírus SV40 que causou câncer em quase todas as espécies infectadas por injeção. Muitas autoridades já admitem muito, possivelmente a maioria, dos casos de câncer do mundo veio do Salk e vacinas Sabin, e hepatite B, produzida em macacos e chimpanzés.

Diz-se que o mesotelioma é um resultado da exposição ao amianto, mas a pesquisa revelou que 50% dos mesoteliomas actuais serem tratados não ocorre devido ao amianto, mas sim o vírus SV-40 contido na vacinação contra a poliomielite. Além disso, de acordo com pesquisadores do Instituto de Histologia e Embriologia Geral da Universidade de Ferrara, SV-40 transformou-se em uma variedade de outros tumores. Até o final de 1996, dezenas de cientistas relataram a descoberta de SV40 em uma variedade de cânceres ósseos e uma ampla gama de cânceres cerebrais, que havia subido 30 por cento ao longo dos últimos 20 anos.

O vírus SV-40 está agora a ser detectada em tumores removidos de pessoas não inoculados com a vacina contaminada, levando à conclusão de que alguns indivíduos infectados pela vacina pode ser espalhando SV40.

Logo após a sua descoberta, SV40 foi identificado na forma oral da vacina contra a poliomielite produzido entre 1955 e 1961 produzido pela American Home Products (dba Lederle).

Tanto o oral, o vírus vivo e vírus inativo injetável foram afetados. Constatou-se mais tarde que a técnica utilizada para inactivar o vírus da poliomielite na vacina injectável, por meio de formaldeído, não matou fiável SV40.

Apenas dois anos atrás, o governo dos EUA finalmente adicionado formaldeído a uma lista de agentes cancerígenos conhecidos e e admitiu que o estireno químico pode causar câncer. No entanto, a substância ainda se encontra em quase toda a vacina. acordo com o Australian National Research Council, menos de 20%, talvez mais do que 10% da população em geral pode ser susceptível de formaldeído e podem reagir de forma aguda, a qualquer nível de exposição. Mais perigoso do que a maioria dos produtos químicos em 5 de 12 sistemas de classificação, em pelo menos oito listas reguladoras federais, é classificado como um dos compostos mais perigosos pior (10%) para os ecossistemas ea saúde humana (Fundo de Defesa do Meio Ambiente).

No organismo, o formaldeído pode causar proteínas para se ligar irreversivelmente ao DNA. Os animais de laboratório expostos a doses de formaldeído inalado durante suas vidas se desenvolveram mais cancros do nariz e garganta do que as de costume.

Fatos listados no site do CDC sobre SV40

-SV40 é um vírus encontrado em algumas espécies de macaco.

-SV40 foi descoberto em 1960. Logo depois, o vírus foi encontrado em polio vacina.

-Vírus SV40 foi encontrada em certos tipos de cancro nos seres humanos.

Fatos adicionais

-Na década de 1950, células de rim de macaco rhesus, que contêm SV40, se o animal está infectado, foram utilizados na preparação de polio vacinas.

-Não foram contaminados todas as doses de IPV. Estimou-se que as pessoas realmente 10-30000000 recebeu uma vacina que contém o SV40.

-Algumas evidências sugerem que o recebimento de SV40 contaminado poliomielite vacina pode aumentar o risco de câncer .


Uma maior perspectiva da pulverização aérea e SV40

A Defensoria Ciências do Programa de Contramedidas de patógenos, em 23 de setembro de 1998 financiado pela Universidade de investigador principal do Michigan, Dr. James Baker, Jr. Dr. Baker, diretor do Instituto Michigan de Nanotecnologia para Medicina e Ciências Biológicas em várias bolsas da DARPA. Dr. Baker desenvolvido e focado na prevenção de patógenos entrem no corpo humano, que é um dos principais objetivos no desenvolvimento de medidas de combate à guerra biológica. Este projecto de investigação procura desenvolver um material compósito, que servirá como uma barreira para evitar agente patogénico e um agente terapêutico após a exposição a ser aplicada de forma tópica na pele e membranas mucosas. O compósito é modelado a partir do sistema imune na medida em que envolve formas redundantes, não específicos e específicos de defesa do patógeno e inactivação. Este material compósito é agora utilizada em muitas vacinas nasais e de controlo do vector através da utilização de hidro-gel, geles e materiais do atuador nanosilicon em vacinas.

Através da pesquisa do Dr. Baker, da Universidade de Michigan, ele desenvolveu polímeros dendríticas e sua aplicação à ciência médica e biológica. Ele co-desenvolveu um novo sistema de vetores de transferência de genes utilizando polímeros sintéticos. Estes estudos produziram resultados surpreendentes e têm o potencial para modificar a base da terapia de transferência de genes. Dendrímeros são nanométricas polímeros solúveis em água que podem conjugar-se a péptidos ou arbohydrates para actuar como moléculas de engodo para inibir a ligação de toxinas e os vírus às células. Eles podem também actuar como complexo e estabilizar o material genético, por períodos prolongados de tempo, tal como em um "tempo de libertação ou transferência de genes atrasados". Através de terreno do Dr. Baker quebrar pesquisa muitos fabricantes de produtos farmacêuticos e biológicos de pesticidas pode usar esses princípios em vacinas de DNA aplicações específicas que incorporam o vírus do macaco Simian SV40.


WEST NILE VÍRUS SPRAYING

Em 2006, Michael Greenwood escreveu um artigo para a Escola Yale de Saúde Pública, intitulado "A pulverização aérea efetivamente reduz a incidência de vírus do Nilo Ocidental (WNV) em seres humanos." O artigo afirma que a incidência de casos humanos do vírus do Nilo Ocidental pode ser significativamente reduzido através pulverização aérea em larga escala que tem como alvo os mosquitos adultos, de acordo com pesquisa realizada pela Escola Yale de Saúde Pública e do Departamento de Saúde Pública da Califórnia.

Sob o mandato de pulverização aérea para vetores específicos que representam uma ameaça para a saúde humana, vacinas aéreos conhecidos como Enhancements vacina de DNA e vacina recombinante contra o WNV pode ser testada ou usada para "proteger" as pessoas de exposições infecção vetoriais. Melhoramentos de vacinas de DNA especificamente utilizar vírus de Epstein-Barr, vírus do capsídeo com múltiplos activadores de complemento humano de classe II para neutralizar anticorpos. As vacinas recombinantes contra WNV uso de beta-globulina de coelho ou o poli (A) do sinal do vírus SV40. Nos estudos iniciais de vacinas de DNA, verificou-se que os estudos de resultado negativo iria para a categoria de futuros projetos de pesquisa de desenvolvimento em terapia gênica. Durante os estudos de poli (A) do SV40 de sinalização para as vacinas contra WNV, observou-se que o WNV irá permanecer latente nos indivíduos que foram expostos a varicela, assim, após a exposição a vacinas aéreo WNV o potencial para a libertação de vírus da varíola de galinha seria causar um risco maior de ter telhas início do adulto.


CALIFORNIA pulverização aérea para WNV e SV40

Em fevereiro de 2009 até a presente data, a pulverização aérea para o WNV ocorreu nas principais cidades do Estado da Califórnia. Durante a pulverização de Anaheim, CA um caucasiano do sexo feminino (50 anos) foi exposto a forte pulverização, enquanto faz seu exercício diário de caminhar vários quilômetros. Atividade helicóptero pesado ocorreu por vários dias nesta área. Após a pulverização, ela experimentou desmaio, náuseas, dores musculares leves e aumento da dor lombar. Ela foi avaliada por mecanismos toxicológicos que foram associados com a exposição a pesticidas, devido à pulverização aérea, utilizando testes de monitoramento biológico avançado. Os resultados do teste que incluiu a proteína utilizando o teste de banda de proteina de resposta acoplada (PCR) foram positivos para o KD-45. KD-45 é a banda de proteína para SV-40 Simian vírus do macaco verde. Foram realizados testes adicionais para o vírus Epstein-Barr e vírus capsídeo Cytomeglia que são usados na bio-engenharia para sistemas de entrega de genes por meio de proteínas do envelope virai e da tecnologia de proteínas de envelope de adenovírus. O indivíduo foi positivo para ambos; indicando uma exposição altamente provável que um sistema de entrega de vacinação com ADN através da inalação nasal.

A questão do século é como muitos outros vírus e toxinas estão dentro de vacinas dias atuais que só vamos descobrir daqui a algumas décadas?

Dave Mihalovic é um médico naturopata, que é especializada em pesquisa de vacinas, prevenção do câncer e uma abordagem natural para o tratamento.

Fontes:


terça-feira, 25 de junho de 2013

Chips podem substituir Animais em testes de laboratório


Testes de medicamentos, cosméticos e experimentos científicos realizados com animais em laboratórios podem estar mais perto de acabar. A empresa farmacêutica Merck, em parceria com pesquisadores e outras grandes empresas do setor, trabalha no desenvolvimento de um chip que será capaz de substituir os animais em testes no futuro. As informações são do The Wall Street Journal.

Os chips que estão sendo usados nas pesquisas são capazes de reproduzir as funções dos órgãos humanos, garantindo que os testes de medicamentos cheguem o mais próximo possível da realidade do nosso organismo. A Merck conta com um projeto de pesquisa voltado para a asma e utiliza um chip que é capaz de replicar as funções do pulmão de uma pessoa que sofre da doença.

Segundo o WSJ, o chip usado pela Merck não é completamente similar ao pulmão humano, e ele é uma peça de silicone do tamanho de um cartão de memória com pequenos canais por onde o ar e fluídos circulam. Os canais, por sua vez, são revestidos por tecidos originários de um pulmão humano e vasos sanguíneos, e quando motivado replica o movimento do órgão.

Também nos Estados Unidos, a empresa GlaxoSmithKline PLC está utilizando os chips e seus pesquisadores puderam perceber que as reações obtidas nos testes com eles eram idênticas às apresentadas pelos animais. Além da proteção dos animais, o método também torna os testes mais eficientes e ainda facilitam a identificação das substâncias aplicadas que surtiram ou não efeito sobre determinadas doenças.

No entanto, órgãos reguladores norte-americanos têm se mostrado um pouco resistentes à adoção do novo mecanismo de testes, alegando que não se sabe o quão seguros são os medicamentos aprovados em testes com chips para que sejam usados em testes com seres humanos.

Fonte: Canal Tech


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Protestos em São Paulo - O que a mídia comprada não mostra!

A intenção desse post não é dizer o que é certo e errado, dizer como um ou outro lado deve agir, mas só mostrar o outro lado da moeda, aquele que os noticiários na TV que falam dos “vândalos” não vão mostrar, aquele diferente do que a tendenciosa Veja mostra, dos policias heróis que salvam a cidade em perigo.

Bem, na TV  você não vai ver:

01. A matéria do jornalista Elio Gaspari (O Globo) que afirma que a Polícia começou o confronto armado.

Artigo aqui.

02. E se preferir uma segunda opinião para acreditar, a jornalista da Band que confirma que a polícia começou a violência.


03. Quando os policias começaram a atirar na imprensa, mesmo ela se identificando:


Fonte do vídeo: PortaldoPSTU

04. A conversa presenciada em plena Avenida Paulista (na manifestação de terça) POR MIM, QUE VOS ESCREVO, ao sair do Conjunto Nacional em direção à minha casa:


05. O policial que foi filmado quebrando O P-R-Ó-P-R-I-O vidro da viatura.

É isso mesmo que vocês leram e viram. O policial quebrou o vidro da viatura dele para culpar manifestantes.
Fonte do vídeo: Senhor VeTudo

06. As bombas de gás lacrimogênio vencidas há 3 ANOS, que como o próprio fabricante diz: OFERECEM PERIGO SE FORA DA VALIDADE.



07. O jornalista da Carta Capital que foi preso porque estava carregando vinagre na mochila. VI-NA-GRE. É PROIBIDO CARREGAR VINAGRE AGORA?


Fonte do vídeo: tv Carta


08. Quando a Tropa de Choque jogou bombas e atirou em manifestantes na calçada por gritarem “SEM VIOLÊNCIA”.



Fonte do vídeo: Facebook


09. Aliás, gritar “SEM VIOLÊNCIA” já era motivo para você levar tiro, mesmo que estivesse na calçada (sem atrapalhar o trânsito) e sem destruir nem agredir fisicamente nada nem ninguém:


Fonte: UOL


10. Esse perigoso manifestante que tem uma ameaçadora flor. Vai que é uma flor bomba né minha gente?



11. O promotor esquentadinho preso no trânsito que disse que se os manifestantes que estavam atrapalhando o dia dele fossem mortos, ele arquivaria o inquérito policial:

Diz ele que estava apenas extravasando.

12. A repórter da Folha, Giuliana Vallone, que foi atingida no olho.


Trabalhando, e tentando ajudar pessoas perdidas na rua, Giuliana levou um tiro na cara.


13. O policial que disse que ia dar voz de prisão a QUEM USASSE MÁSCARA, E IRRITADINHO,  RESOLVEU DISPERSAR O PESSOAL COM SPRAY DE PIMENTA. Será que ele tinha o direito de fazer isso? Rs.


Fonte do vídeo: liveleak.com


14. Os relatos de pessoas que viram policias arrastando pessoas feridas para fora do hospital.


15. O relato de um rapaz que foi ajudar um garoto e tomou tiro.


16. Outros relatos de abuso de poder da polícia como esse e esse.


17. O casal que apanhou às 22h40 (bem depois da manifestação), porque tinham participado dela e agora estavam em um bar.

É isso mesmo, olha aqui a matéria.

18. A professora que não tinha nada a ver com a manifestação, só estava passando, e ao tentar passar longe da confusão levou um tiro na cara.


Fonte do vídeo: UOL


19. A excelente pontaria da Tropa de Choque. (PS: os manifestantes que tentaram ajudar o senhor também levaram tiro!)



20. O rapaz que mostra que os jovens cansaram de protestar do sofá.



21. O jornalista Pedro Ribeiro, perigosíssimo hein, que precisou apanhar e ser contido por SETE policias.


Fonte do vídeo: Dalila Ferreira


22. RESUMINDO: jornalistas e cinegrafistas se dando muito mal. Porque essas pessoas que estão ali só para trabalhar, e cobrir a manifestação, representam um grande perigo para a sociedade, hein?



23. E esse tapa de luva em todo mundo que reclama que tá fazendo barulho na hora da novela.



24. E se você não leu esse texto ainda, precisa saber que não são só sobre os 20 centavos as manifestações.

    Ontem eu acordei e, como faço todos os dias quando começo a trabalhar, abri os principais sites de notícias. A manchete do G1 era Fiança para presos em ato contra tarifa será de R$ 20 mil, diz secretaria, e aí eu entendi: as manifestações estavam incomodando. Muito. A fiança só está cara assim porque o comando da PM (no caso, o governador) e a prefeitura possivelmente se deram conta de que:
    1. a manifestação é só a gota d’água pra uma onda de insatisfação generalizada dos paulistanos, não só com o preço e a ineficiência do transporte público, mas com a luta diária que é morar em SP: preços altíssimos, violência, lazer restrito a quem tem dinheiro, trânsito infernal, transporte público precário.
    2. a manifestação cresceu em número porque ali não há só estudantes: há todo tipo de pessoa comum que, como a maioria dos paulistanos, está cansado de não ser representado adequadamente pelos seus governantes.
    3. se a fiança é de R$20 mil e eles estão tentando gerar o pânico, usando técnicas de regimes ditatoriais (inflitrando agentes disfarçados no movimento e informando as pessoas sobre isso, pra gerar um clima de desconfiança generalizada), eles estão assustados. E se eles estão assustados, significa que estamos fazendo a coisa certa.
    Isso é meio óbvio, né? Tem algumas outras obviedades: que a polícia é truculenta e tem interesse em incitar violência e quebra-quebra pra que os jornais falem sobre o vandalismo dos manifestantes; que alguns manifestantes, uma parcela mínima, passa do limite e causa violência, mas que isso é natural em uma multidão de 10 mil pessoas; que o trânsito já é uma merda todo dia e que se mais um dia ele vai ficar uma merda, seria legal que você tolerasse isso, porque tem gente tentando mudar o país; e finalmente, que não se trata mais de reclamar de um aumento por causa de 20 centavos.
    Isso é tão óbvio pra mim daqui de fora e eu até acho estranho que não seja pra algumas pessoas aí no meio do bolo. Nenhum argumento (“eles quebraram tudo então perderam a razão”, “polícia tem mesmo que proteger patrimônio público”, “vagabundo não tem direito de parar o trânsito”, “20 centavos é um aumento justo em três anos”, “esses filhinhos de papai têm dinheiro pra pagar a mais na passagem, do que estão reclamando?”) invalida uma luta por um país mais decente. Não se trata de 20 centavos.
    A verdade é que qualquer pessoa que não concorde, qualquer uma, JAMAIS teve que pegar um trem lotado por anos seguidos às 18h. Eu coloco minha mão no fogo. Se teve, tem a memória muito curta. Ninguém está defendendo a violência de alguns manifestantes, também: defendemos a legitimação da manifestação mesmo com alguns membros desnecessariamente violentos, porque acreditamos que essa seja a minoria. E a verdade é que não se trata mais de 20 centavos. O aumento podia ser de 5 centavos. De 2, que seja. Não se trata disso, não é por isso que as pessoas estão na rua, e se você não percebe, te falta sensibilidade, falta civilidade, e falta viver em SP de verdade – sair do seu carro e do metrozinho que você pega na linha verde e ir morar no subúrbio. Ir viver em outra cidade pra que isso tê dê perspectiva. Ou então falta assistir o vídeo do Caetano lá em cima.
    Tomar as ruas de SP em protesto, nesse momento, se trata de gente que não aguenta mais ter que lutar pra sobreviver todo dia em uma cidade que cada vez impõe mais obstáculos pra isso.
    Aí eu publiquei esse texto no Facebook. Antes de clicar no ‘enviar’, eu quase não cliquei e postei aqui. Mas desisti quando me dei conta que no mural do Facebook ele alcançaria muito mais gente:
    Eu fico meio assim de falar estando longe, porque é fácil falar estando longe. Mas estar longe também dá uma perspectiva boa, mais ampla, então eu vou falar.
    A fiança para os detidos na manifestação é de R$20 mil reais. Tem gente que atropela e mata, paga 5 a 10 mil reais e sai andando da delegacia.
    Eles estão se assustando. E sabe por que? Porque todo mundo sabe que quem foi pra Paulista ontem não está lá por causa da passagem de ônibus – como os manifestantes na Turquia não estão lá por causa da construção de um parque. Foi só a gota d’água.
    O lance é que ninguém aguenta mais. Ninguém aguenta mais ler que a desigualdade social diminuiu e o Brasil vai ser a maior economia do mundo em 20 anos, e não conseguir sair de casa por medo de tomar um tiro na cabeça sem motivo. SP, especificamente, está sufocando todo mundo. É uma cidade violenta em todos os aspectos – não tô falando só de gente que te assalta e te sequestra, mas da violência que é esse transporte público absurdo, da violência que são esses preços absurdos, da violência que é a ausência de opções de lazer baratas ou gratuitas pra todas as classes, da violência que é ter que atravessar a cidade pra trabalhar, da violência que é o trânsito, todos os dias.
    Viver em SP é uma batalha diária, mesmo. Só percebe quem vive uma outra vida. A gente fica tão imerso em todos os esforços que tem que fazer, diariamente, pra checar vivo e íntegro em casa no fim do dia, que não percebe o quão extenuante isso é. O quanto isso acaba com a nossa saúde mental, com a nossa dignidade, com os nossos valores do que é realmente importante na vida. Eu só percebi quando saí daí e vi que outra vida era possível mesmo em uma cidade grande.
    Aliás, era isso que eu queria dizer: outra vida é possível. E se 5% das 10 mil pessoas que estiveram na rua ontem são vândalos, bom, eu acho que é preço pequeno a se pagar perto do resto, bem intencionado, que só não aguenta mais ser massacrado todos os dias e viu o aumento da passagem de ônibus como a gota d’água.
    O que eles querem é que você pense que quem está na rua é meia-dúzia de vândalos vagabundos. Molecada que não tem o que fazer, gente perigosa que precisa pagar VINTE MIL REAIS de fiança pra sair cadeia. Eles querem muito que você acredite nisso. Você sabe que não: que tinha todo tipo de gente lá. Você sabe que tá todo mundo tão puto quanto você tá. Que, como você, ninguém aguenta mais nem um segundo de conversa fiada dos nossos governantes, e que estamos tão no limite que nós, o povo apático, estamos indo pra rua (eu não estou, mas enfim) de tão putos.
    Uma vez só, tenha em mente que, se tem alguém na TV tentando te convencer de algo, você deveria acreditar justamente no contrário.
    E daí foi um show de compartilhamentos, o post virou um espaço equivalente a campo de comentários em sites de notícias e alguém até postou meu comentário em um post do Papo de Homem – com meus créditos, como se fosse eu, o que achei sensacional. Vi até meu texto sendo creditado a outras pessoas pelo Facebook (Alô Clarice Lispector, estou chegando lá).
    Bom, ontem eu li muito sobre tudo o que aconteceu. Pra quem, ingenuamente, ainda está em dúvida sobre que lado tomar, eu sugiro algumas leituras:
    Contra o aumento das tarifas de ônibus: o protesto que eu não vi pela TV, um relato sobre alguém que estava no protesto e viu os dois lados da manifestação: o da polícia truculenta e da polícia gentil, e o dos manifestantes violentos e o dos felizes;
    Vandalismo por direito, sobre como a defesa da “não-violência” interessa ao poder;
    Jovens vão às ruas e nos mostram que desaprendemos a sonhar, sobre porque tantas pessoas se incomodam com movimentos como esse;
    Não é porque não saiu na TV que não aconteceu, um tumblr com depoimentos de gente que estava na passeata;
    A gota que faltava, do Alexandre Versignassi, sobre como a inflação desencadeou os protestos;
    No YouTube, um vídeo com uma matéria jornalística que fez uma cobertura que eu considerei a mais imparcial possível, tentando reportar o que viu pelo caminho de maneira direta;
    Também no YouTube, um vídeo dos stormtroopers policiais espancando um jornalista, o Pedro Ribeiro Nogueira, de maneira covarde e sem motivo aparente;
    E se nada disso te ajudar a mostrar a verdade pra algumas pessoas, mande o vídeo definitivo de Caetano Veloso sobre a burrice, aquele lá de cima. Caetano aprovaria.

Concluindo:

É triste ver a polícia exercendo esse abuso de poder com tanta falta de preparo em manifestações populares. Mas nos resta vibrar, pois apesar de estarmos vivendo uma época em que as forças armadas agem de forma desordenada e ilegal, estamos vivendo a era da informação, na qual nós blogueiros estamos aqui para espalhar a notícia para o mundo, época em que qualquer pessoa é um reporter, basta sacar um celular. A informação não é mais unilateral, ninguém precisa engolir os absurdos da Veja ou de qualquer outro veículo que se recusa a dar voz aos dois lados, que não legitima o poder da população por lobby e interesses políticos de poucos. Acabam virando motivo de chacota ao tentarem editar uma matéria que todo mundo sabe que foi diferente.

Quanto mais os policiais agem de forma indevida, mais a população vai se revoltar. E mais ainda virá pela frente.

Fonte da matéria: melhorquebacon.com



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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis

O Prêmio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios econômicos à saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prêmio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pelas Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Richard J. Roberts: "É habitual que as farmacêuticas estejam
 interessadas em investigação não para curar, mas sim para
 tornar crónicas as doenças com medicamentos
cronificadores". Foto de Wally Hartshorn
Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada ...

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha diretamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de introns no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é ativo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espetacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde... Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais ...

Como qualquer outra indústria.

É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.

Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo...

Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença ...

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crônica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crônicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microrganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…

18 de Junho, 2011

Publicado originalmente no La Vanguardia. Retirado de Outra Política
Tradução de Ana Bárbara Pedrosa para o Esquerda.net
Fonte: esquerda.net


Médicos Subornados p/ Receitarem Remédios
de certas Marcas e até desnecessários



Fonte dos vídeos: tumombombaginiciuaua


terça-feira, 28 de maio de 2013

Hungria destrói todas as plantações da Monsanto

 A Hungria deu uma machadada no tronco infectado da gigante Monsanto e as suas modificações genéticas destruindo quase 500 hectares de culturas de milho plantadas  com sementes geneticamente modificadas.

De acordo com o o secretário de estado húngaro e Ministro do Desenvolvimento Rural Lajos Bognar, ao contrário de muitos países europeus (como Portugal) a Hungria é uma nação onde as sementes geneticamente modificadas estão banidas e proibidas, tomando uma posição semelhante ao Peru que instituiu uma lei que bane e proíbe as sementes e alimentos geneticamente modificados por pelo menos 10 anos.

Os quase 500 hectares de milho destruídos estavam espalhados pelo território húngaro e haviam sido plantados há pouco tempo, explica o Ministro Lajos Bognar, o que quer dizer que o pólen venenoso do milho ainda não estava a ser dispersado.

Ao contrário dos membros da União Europeia, a Hungria baniu todas as sementes OGM. As buscas continuam pois como disse Bognar os produtores são obrigados a certificarem-se que as sementes que usam não são geneticamente modificadas. Durante a investigação os fiscais descobriram que a Monsanto havia injetado produtos da Pioneer Monsanto entre as sementes a plantar, possivelmente com o intuito de disseminar aquela cultura.

O movimento de livre trânsito de produtos dentro dos estados da União Europeia impede que as autoridades investiguem como estas sementes chegaram à Hungria, mas doravante irão certificar-se da validade das culturas em solo húngaro, assegurou o ministro. Uma rádio regional revelou que as duas maiores produtoras de sementes geneticamente modificadas foram afetadas com este ato mas que existem milhares de hectares nestas condições.

Os agricultores defenderam-se com a ideia de que não sabiam tratar-se de sementes OGM. Com a estação já a meio, é tarde demais para plantarem novas sementes por isso a colheita deste ano foi completamente perdida. E para piorar o cenário aos agricultores, a companhia que distribuiu estas sementes no condado de Baranya abriu falência o que impede que recebam compensação.

Haja mais Hungrias e Húngaros pela Europa e pelo mundo!