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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Ataque Químico à Síria foi um Atentado de Falsa Bandeira Realizado pelos EUA, Afirma Putin

"Eles planejam plantar produtos químicos em Damasco e acusar o governo sírio pelo ataque".


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o recente ataque químico na província de Idlib na Síria foi uma operação de falsa bandeira e que mais "provocações" estão sendo preparadas.

"Temos relatórios de várias fontes de que falsas bandeiras como esta - e não posso chamá-las de outra forma - estão sendo preparadas em outras partes da Síria, incluindo os subúrbios do sul de Damasco." disse Putin durante uma conferência de imprensa conjunta com o presidente italiano Sergio Mattarella em Moscou.

"Eles planejam plantar alguns produtos químicos lá, e acusar o governo sírio pelo ataque", disse Putin a representantes da mídia, acrescentando que ele tem "fontes confiáveis".

Putin passou a comparar a situação na Síria com as armas de destruição em massa de Saddam Hussein, indicando que ele pode acreditar que os EUA estão por trás da falsa bandeira, ou pelo menos ativamente empurrando essa propaganda, enquanto os rebeldes anti-governo na Síria efetuam o ataque.

"O Presidente Mattarella e eu discutimos, e eu disse a ele que isso me lembra fortemente os acontecimentos de 2003, quando os representantes dos EUA demonstraram na sessão do Conselho de Segurança da ONU as supostas armas químicas encontradas no Iraque", disse Putin.

"A campanha militar foi posteriormente lançada no Iraque e terminou com a devastação do país, o crescimento da ameaça terrorista, e o aparecimento do Estado Islâmico (ISIS) no palco mundial", acrescentou Putin.

"Todos os incidentes que fazem lembrar os ataques químicos que ocorreram em Idlib devem ser investigados minuciosamente", concluiu Putin, também esclarecendo que ele não tem uma reunião programada com Rex Tillerson, que está a caminho da Rússia.

Além disso, a equipe geral russa disse que as forças sírias não possuem armas químicas e que outros ataques à Síria serão considerados inaceitáveis.


sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Como os Ingleses dividiram o Mundo Árabe


O desenvolvimento dos modernos Estados nacionais em todo o mundo árabe é um processo fascinante e comovente. Há 100 anos, a maioria dos árabes faziam parte do Império Otomano / Califado, um grande Estado multiétnico com sede em Istambul. Hoje, um mapa político do mundo árabe parece um quebra-cabeça muito complexo. Um curso complexo e intrincado de eventos na década de 1910 trouxeram o fim dos otomanos e a ascensão dessas novas nações com fronteiras que cortam todo o Oriente Médio, dividindo os muçulmanos uns dos outrs. Embora existam diversos fatores que tenham levado à isso, o papel que os britânicos fizeram nesta tarefa era muito maior do que qualquer outro participante na região. Em três acordos separados, eles fizeram promessas conflitantes em que os britânicos tiveram que sustentar. O resultado foi uma confusão política que dividiu uma grande parte do mundo muçulmano.


A eclosão da Primeira Guerra Mundial

O Império Otomano, em 1914, no início da guerra
No verão de 1914, eclodiu a guerra na Europa. Um complexo sistema de alianças, uma corrida armamentista militarista, ambições coloniais e má gestão geral nos níveis mais altos do governo levaram a esta guerra devastadora que tiraram a vida de 12 milhões de pessoas entre 1914 e 1918. No lado “Aliados” estavam os impérios da Grã-Bretanha, França e Rússia. O poder “Central” consistiu na Alemanha e da Áustria-Hungria.

A princípio, o Império Otomano decidiu permanecer neutro. Eles não eram quase tão fortes quanto qualquer um dos outros países que lutavam na guerra e eram assolados por ameaças internas e externas. O sultão otomano / califa era nada mais do que uma figura de proa, neste ponto, com o último sultão poderoso, Abdulhamid II, tendo sido derrubado em 1908 e substituído por um governo militar liderado pelos “Três Pashas”. Eles eram do grupo ocidentalizado secular, os Jovens Turcos. Financeiramente, os otomanos estavam em um dilema grave, devido a enormes dívidas para as potências européias que eles não foram capazes de pagar. Depois de tentar se juntar ao lado dos Aliados e serem rejeitados, os otomanos alinharam com as Potências Centrais em outubro de 1914.

Os britânicos imediatamente começaram a conceber planos para dissolver o Império Otomano e expandir seu império no Oriente Médio. Eles já tinham o controle do Egito desde 1888 e da Índia desde 1857. O Oriente Médio otomano estava bem no meio dessas duas colônias importantes e os britânicos estavam determinados a exterminá-lo como parte da guerra mundial.
A Revolta Árabe

Uma das estratégias britânicas foi transformar os assuntos árabes do Império Otomano contra o governo. Eles encontraram um ajudante pronto e disposto no Hejaz, a região ocidental da Península Arábica. Sharif Hussein bin Ali, o emir (governador) de Makkah entrou em um acordo com o governo britânico para se revoltar contra os otomanos. Suas razões para aliar-se com os britânicos contra outros muçulmanos permanece incerto. As possíveis razões para a sua revolta foram: desaprovação com os objetivos nacionalistas turcos dos Três Pashas, uma rixa pessoal com o governo otomano ou simplesmente um desejo de ter seu próprio reino.

O que quer que suas razões tenham sido, Sharif Hussein decidiu revoltar-se contra o governo otomano em aliança com os britânicos. Em troca, os britânicos prometeram fornecer dinheiro e armas para os rebeldes para ajudá-los a lutarem contra o exército muito mais organizado Otomano. Além disso, os britânicos prometeram-lhe que, depois da guerra, ele teria seu próprio reino árabe que cobriria toda a Península Arábica, incluindo a Síria e o Iraque. As cartas em que os dois lados negociavam e discutiam a revolta são conhecidas como as Correspondências McMahon-Hussein , já que Sharif Hussein estava se comunicando com o alto comissário britânico no Egito, Sir Henry McMahon.

Rebeldes árabes com os britânicos projetando
a bandeira da revolta árabe
Em junho de 1916, Sharif Hussein levou seu grupo de guerreiros armados beduínos do Hejaz em uma campanha armada contra os otomanos. Dentro de poucos meses, os rebeldes árabes conseguiram capturar inúmeras cidades do Hejaz (incluindo Jeddah e Makkah) com a ajuda do exército e da marinha britânica. Os britânicos prestaram apoio na forma de soldados, armas, dinheiro, conselheiros (incluindo o “lendário” Lawrence da Arábia) e uma bandeira. Os britânicos no Egito elaboraram uma bandeira para os árabes para usarem em batalha, que era conhecida como a “Bandeira da revolta árabe”. Esta bandeira se tornaria mais tarde o modelo para outras bandeiras árabes de países como a Jordânia, Palestina, Sudão, Síria e Kuwait.

Como a Primeira Guerra Mundial atravessou os anos 1917 e 1918, os rebeldes árabes conseguiram capturar algumas das principais cidades dos otomanos. Os britânicos avançaram na Palestina e no Iraque, capturando cidades como Jerusalém e Bagdá, os árabes ajudou-os através da captura de Amman e Aqaba. É importante notar que a Revolta Árabe não teve o apoio de uma grande maioria da população árabe. Foi um movimento minoritário de quase 2000 membros da tribo liderada por alguns líderes que procuravam aumentar seus próprios poderes. A grande maioria dos povos árabes ficou longe do conflito e não apoiaram os rebeldes ou o governo otomano. O plano de Sharif Hussein para criar seu próprio reino árabe foi um sucesso até agora, se não fosse por outras promessas que os britânicos fariam.


O Acordo Sykes-Picot

Antes que a revolta árabe pudesse mesmo começar e antes de Sharif Hussein criar seu reino árabe, os britânicos e franceses tinham outros planos. No inverno de 1915-1916, dois diplomatas, Sir Mark Sykes da Grã-Bretanha e François Georges-Picot da França secretamente se reuniram para decidir o destino do mundo árabe pós-otomano.

Controle britânico e francês de acordo com o Acordo Sykes-Picot

De acordo com o que se tornaria conhecido como o Acordo Sykes-Picot, os britânicos e franceses concordaram em dividir o mundo árabe entre si. Os britânicos estavam a tomar o controle do que é hoje o Iraque, Kuwait e Jordânia. Aos franceses foram dados Síria moderna, Líbano e sul da Turquia. O estado da Palestina foi determinado posteriormente, com a ambição sionista sendo tomada em conta. As zonas de controle que os britânicos e franceses criaram permitiram uma certa quantidade de autonomia árabe em algumas áreas, embora com controle europeu sobre esses reinos árabes. Em outras áreas, os britânicos e franceses foram prometidos controle total.

Apesar de ter sido concebido para ser um acordo secreto para um pós-Primeira Guerra Mundial do Oriente Médio, o acordo ficou conhecido publicamente em 1917, quando o governo russo bolchevique o expôs. O Acordo Sykes-Picot contradisse diretamente as promessas feitas pelos britânicos para Sherif Hussein e causou uma quantidade considerável de tensão entre os britânicos e árabes. No entanto, este não seria o último dos acordos conflitantes que os britânicos fariam.


A Declaração Balfour

Outro grupo que queria seu espaço no poder no cenário político do Oriente Médio foram os sionistas. O sionismo é um movimento político que apela à criação de um Estado judeu na Terra Santa da Palestina. Tudo começou em 1800 como um movimento que buscou encontrar uma pátria fora da Europa para os judeus (a maioria dos quais viviam na Alemanha, Polônia e Rússia).

Arthur Balfour e a Declaração Balfour original
Eventualmente os sionistas decidiram pressionar o governo britânico durante a Primeira Guerra Mundial para que permitissem se estabelecerem na Palestina após a guerra tivesse acabado. Dentro do governo britânico, haviam muitos que eram simpáticos a esse movimento político. Um deles foi Arthur Balfour, o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha. Em 2 de novembro de 1917, ele enviou uma carta ao barão Rothschild, um líder na comunidade sionista. A carta declarou apoio oficial do governo britânico para os objetivos do movimento sionista para estabelecer um Estado judeu na Palestina:

“O ponto de vista do governo de Sua Majestade é a favor do estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e vai usar seus melhores esforços para facilitar a realização deste objetivo, sendo claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades existentes de não-judeus na Palestina, ou os direitos e estatuto político dos judeus em qualquer outro país.”

Três acordos conflitantes

Em 1917, os britânicos tinham feito três acordos diferentes com três grupos diferentes prometendo três futuros políticos diferentes para o mundo árabe. Os árabes insistiram em terem seu reino árabe que foi prometido a eles através de Sharif Hussein. Os franceses (e próprios britânicos) planejavam dividir essa mesma terra entre si. E os sionistas deveriam receber a Palestina como prometido por Balfour.

Em 1918, a guerra terminou com a vitória dos Aliados e a completa destruição do Império Otomano. Embora os otomanos existissem nominalmente até 1922 (e o califado existisse nominalmente até 1924), todos as ex-terras Otomanas estavam agora sob a ocupação européia. A guerra acabou mas o futuro do Oriente Médio ainda estava em disputa entre três lados diferentes.

Os mandatos que a Liga das Nações, criaram após a Primeira Guerra Mundial

Qual lado ganhou? Nenhum totalmente conseguiu o que queria. No rescaldo da Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações (precursora da Organização das Nações Unidas) foi estabelecida. Uma de suas tarefas era dividir as terras otomanas conquistadas. Ela elaborou “mandatos” para o mundo árabe. Cada mandato deveria ser governado pelos britânicos ou franceses “até o momento em que eles fossem capazes de se governarem sozinhos.” A Liga foi a que elaborou as fronteiras que vemos nos mapas modernos políticos do Oriente Médio. As fronteiras foram traçadas sem levar em conta os desejos das pessoas que viviam lá ou ao longo de fronteiras étnicas, geográficas ou religiosas – elas eram verdadeiramente arbitrárias. É importante notar que, ainda hoje, as fronteiras políticas no Oriente Médio não indicam diferentes grupos de pessoas. As diferenças entre os iraquianos, sírios, jordanianos, etc. foram totalmente criadas pelos colonizadores europeus como um método de dividir os árabes uns contra os outros.

Através do sistema de mandato, os britânicos e os franceses foram capazes de obterem o controle que queriam sob todo o Oriente Médio. Para Sharif Hussein, seus filhos foram autorizados a governarem com esses mandatos sob a “proteção” britânica. O Príncipe Faisal foi feito rei do Iraque e da Síria e o príncipe Abdullah foi feito rei da Jordânia. Na prática, porém, os britânicos e franceses tinham autoridade real sobre essas áreas.

Para os sionistas, eles foram autorizados pelo governo britânico a se estabelecerem na Palestina, embora com limitações. Os britânicos não queriam irritar os árabes que já viviam na Palestina, então eles tentaram limitar o número de judeus com permissão para migrar para a Palestina. Isto enfureceu os sionistas, que procuravam formas ilegais de imigrar ao longo das décadas de 1920 e 1940, bem como os árabes, que viram a imigração como a invasão da terra que havia sido deles desde que Salah al-Din a libertou em 1187.

A confusão política que a Grã-Bretanha criou no rescaldo da Primeira Guerra Mundial permanece até hoje. Os acordos concorrentes e os países subseqüentes que foram criados para desunir um muçulmanos do outro levou à instabilidade política em todo o Oriente Médio. O surgimento do sionismo juntamente com a desunião dos muçulmanos na região levou a governos corruptos e declínio econômico para o Oriente Médio como um todo. As divisões que os britânicos instituiram no mundo muçulmano permanecem fortes até hoje, apesar de terem sido inteiramente criadas dentro dos últimos 100 anos.


Bibliografia

  • Fromkin, David. A Peace to End All Peace: The Fall of the Ottoman Empire and the Creation of the Modern Middle East. New York: H. Holt, 2001.
  • Hourani, Albert Habib. A History Of The Arab Peoples. New York: Mjf Books, 1997. Print.
  • Ochsenwald, William, and Sydney Fisher. The Middle East: A History. 6th. New York: McGraw-Hill, 2003. Print.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PTEROSSAURO CAPTURADO e registrado em foto antiga nos EUA?

Afinal, esta foto supostamente tirada durante a Guerra Civil Americana, seria a prova da existência dos pterossauros, os pré-históricos répteis voadores? (foto: Livepterosaurs.com/Reprodução)

Para quem gosta de assuntos sobrenaturais ou misteriosos, a chamada criptozoologia, que é o estudo de animais lendários, mitológicos ou hipotéticos, costuma ser recheada de histórias interessantes. Uma delas vem chamando a atenção dos internautas e teve origem nos Estados Unidos: trata-se de uma foto supostamente tirada em 1864, durante a Guerra Civil Americana (1861 a 1865), próximo à cidade de Vicksburg, e que mostra seis soldados que posaram ao lado de um pterossauro "abatido".

Os répteis voadores conhecidos como pterossauros teriam vivido durante o período Mesozoico, entre 251 milhões e 65,5 milhões de anos atrás, antes do surgimento dos dinossauros. Fósseis desses animais já foram encontrados até no Brasil, na região de Araripe, no Ceará. Porém, a fotografia que teria sido feita nos EUA seria um contraponto ao que prega a ciência.

O escritor e criptozoologista americano Jonathan Whitcomb analisou a polêmica imagem e chegou à conclusão de que ela teria 30% de chance de ser real. Ele é o mais famoso estudioso de supostos pterossauros modernos, e acredita que, apesar de céticos dizerem que se trata de uma fotografia manipulada por computador, é possível que seja autêntica.

"Por que muitos céticos simplesmente não acreditam nessa foto da Guerra Civil? Ocidentais foram doutrinados, durante gerações, pelo 'dogma' da extinção. Está injetado em nossa mente, desde pequenos. É muito difícil aceitarmos a fotografia de um possível pterossauro recém-abatido", critica Whitcomb, em texto publicado no seu site oficial.

O escritor diz ainda que não é preciso aceitar a imagem simplesmente pelo prazer de acreditar que pterossauros poderiam existir nos dias de hoje, e sim, "porque devemos pensar mais livremente, pesquisar profundamente e tentar sermos mais abertos para novas possibilidades".

Uma outra imagem também associada à Guerra Civil Americana e que seria a "prova" da existência dos répteis voadores, já foi confirmada como sendo uma fraude. Segundo o site e-Farsas, especializado em desmascarar os boatos da internet, a suposta fotografia do pterossauro era, na verdade, que uma campanha de marketing para promover o programa FreakLinks, que foi exibido pelo canal de TV americano Fox.

Confira, abaixo, à imagem falsa, que também "contém" um pterossauro:

(foto: E-farsas.com/Reprodução)

Portanto, apesar de não se ter uma explicação para a foto que teria sido feita em 1864, a existência de outra imagem muito parecida, e que é comprovadamente manipulada, acaba desacreditando a primeira.


sexta-feira, 4 de março de 2016

Encontros imediatos no Afeganistão


Muito antes do Afeganistão ter se associado com a “Guerra Contra o Terror”, coisas estranhas e misteriosas estavam acontecendo nos céus daquele país.  E isso chegou a tanto, que o Departamento de Estado dos EUA ficou interessado no assunto.

Estamos falando de OVNIs.  Estamos também falando de arquivos anteriormente secretos sobre o assunto, os quais foram liberados sob a legislação de Liberdade da Informação.  Em 04 de fevereiro de 1981, um certo Sr. Archard – reportando para a Embaixada dos EUA em Aslamabad, Paquistão – preparou um documento intitulado “Close Encounters in Afghanistan” (Encontros Imediatos no Afganistão).  Trata-se de um documento que possui um tema distinto sobre OVNIs, mas que também endereça à questão dos OVNIs poderem ser dispositivos secretos da antiga União Soviética.  Seja lá qual for a verdade, tudo começou em 1980, e continuou a preocupar as autoridades estadunidenses em 1981.

Archard escreveu:

“Estou convencido que há substância em muitos dos relatos de viajantes do Afeganistão, de que o Exército Vermelho esteja usando lá um tipo de luz de alta intensidade e muito poderosa.  A luz pode ser usada em conexão com a defesa de perímetro e/ou segurança nas estradas.  Ouvimos e reportamos relatos deste fenômeno desde setembro, primariamente de jornalistas e aventureiros.  Estes descreveram estranhas luzes iluminando amplas porções – tipicamente muito de, ou mais do que, um quarto (25%) – do céu do Afeganistão.  Os locais dos avistamentos reportados a nós têm sido Ghazni (agosto de 1980), Nuristan (setembro de 1980) e Khost (janeiro de 1981).

A documentação do Departamento de Estado continua com o seguinte:

“Relatos possuem em comum as mais brilhantes das luzes, as distâncias das quais elas são discerníveis, e o tamanho das áreas que elas parecem iluminar (mais – talvez muito mais – do que 5 milhas (8 km) em diâmetro).  Relatos diferem; alguns falam sobre fachos estreitos que são comparados com lasers ou luzes de holofotes, como parte do fenômeno.  A maioria, porém, fala de iluminação mais difusa.  Relatos também diferenciam quanto ao fato das luzes vagarosamente se encherem ou minguarem, ou alcançarem a intensidade máxima e desligarem instantaneamente.”

Archard notou este estranho estado das coisas:

“Tenho sido cético sobre as histórias que possuem OVNIs, até que o produtor da NBC, Joe DeCola, retornou de Paktia no mês passado.  Acabei conhecendo Decola bem e o considero um observador cuidadoso e preciso.  Enquanto ele estava passando por Khost (Matun), por volta de primeiro de janeiro, DeCola e sua equipe ‘viram a luz’.  Naquele momento eles estavam a 12 milhas (19 km) ao sul da guarnição militar de Khost.  Quando eles perceberam, a luz parecia ter uma grande intensidade.”

Archard adicionou que a primeira impressão, tanto de Decola quanto de sua equipe, foi que “…ela estava suspensa por um helicóptero, o qual estava procurando por eles. Ela não se moveu, porém, não havia nenhum motor de aeronave ou ruído perceptível.  Eles deixaram a área tão rapidamente quanto possível, mas tinham certeza que a luz permaneceu visível e estacionária por pelo menos 20 minutos.  A impressão de DeCola foi que a luz era gerada por uma fonte aérea à uma altitude de dezenas de metros.  Devido ao fato dela não se mover, e não haver barulho de motor, ele acha que ela poderia estar sendo suspensa por um balão. Como outras testemunhas, ele reportou estar nervoso pela intensidade e magnitude das luzes e imagina se ela era intencionada a primariamente assustar atacantes em potencial.”

Archard perguntou a Decola se ele – DeC0la – pensava ser possível que a luz poderia estar vindo de “…algo como tochas de magnésio, como são usadas pelo exército dos EUA.  Ele estava seguro que não, pois não havia nenhum movimento e a duração era longa demais.  Quanto aos morteiros lançadores de chama, não havia nenhuma explosão…”

Archard teve o seguinte a dizer sobre o início de fevereiro de 1981:

“Outra história mais específica veio em 3 de fevereiro, do francês Dominique Vargas, com base num avistamento próximo de Asadabad, Kunar, em setembro. Vargas, um fotógrafo profissional, que parecia ter um histórico em ciência e também militar, alega que a luz que viu era ‘mais fria e mais branca’ do que uma luz de tungstênio, que queimaria a 3.500 Kelvin.  À primeira vista, a luz iluminou um diâmetro mínimo de 5 a 10 quilômetros, no que ele descreve como sendo uma forma hemisférica perfeitamente traçada.  O período de iluminação foi de aproximadamente 15 minutos, com o período de maior intensidade começando instantaneamente e durando dois a três minutos.  Subsequentemente, o tamanho do hemisfério iluminado expandiu dramaticamente, enquanto a intensidade da luz dentro dele diminuiu gradualmente até nada.  Vargas pensou que a fonte de luz não estava no ar, pois isto teria produzido uma forma mais do que hemisférica.  Como DeCola, Vargas não escutou nenhum barulho associado com a luz.”

Archard fechou com o seguinte:

“De forma interessante, o fenômeno da luz noturna sobre as Colinas Margala de Islamabad foram vistas por diplomatas e outros há alguns meses, e reportadas na imprensa.  Pensamos que esta era provavelmente uma luz se movendo, da escola clássica dos OVNIs, e não relacionada aos avistamentos do Afeganistão”.

OVNIs genuínos?  Algum tipo de armamento ou aparelho secretos dos soviéticos?  Seja lá qual for a resposta, esta não está nos arquivos do Departamento de Estado dos EUA.  O fenômeno ainda permanece inexplicável.

Fontes: 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Avião da Malaysia Airlines FOI ABATIDO próximo à fronteira entre Ucrânia e Rússia


Um avião da Malásia com 295 passageiros caiu próximo ao leste da Ucrânia, na região da fronteira com a Rússia. As informações são da agência russa Interfax. O avião comercial era da Malaysia Airlines, mesma companhia da aeronave que desapareceu em março deste ano.

O avião voava de Amsterdã para Kuala Lumpur e estava 10 quilômetros acima do solo no momento em que teria sido atingido. A base de dados do Flightradar 24, site especializado em cobertura em tempo real de vôos, informa que o avião teria desaparecido após ultrapassar a cidade de Kremenchuk.

O avião saiu de Amsterdã, na Holanda, por volta das 12h15, horário local. A área onde o avião caiu é de instabilidade pelas tensões entre Ucrânia e Rússia que se arrastam desde o começo do ano.

Logo após a queda do avião, diversas imagens que supostamente mostram o local próximo ao acidente surgiram na internet, mas não é possível confirmar, no momento, a veracidade de nenhum deles. No vídeo abaixo é possível ver o suposto local próximo da queda do avião, que está totalmente tomado por fumaça:


Siga a cobertura ao vivo, com áudio em inglês:


Fonte: Yahoo


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Jihadistas iraquianos SEQUESTRAM 40 kg de URÂNIO

O governo do Iraque notificou a ONU de que os militantes do grupo Estado Islâmico se haviam apoderado de urânio sequestrado de um laboratório no norte do país, e pediu à Organização Mundial "para prevenir a ameaça de seu uso", segundo noticia a Reuters.


De acordo com uma carta do embaixador do Iraque na ONU, Mohamed al-Hakim, dirigida ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, os extremistas têm em sua posse cerca de 40 quilos de compostos de urânio, que foram sequestrados da Universidade de Mossul.

"Os grupos terroristas apreenderam materiais nucleares em instalações que deixaram de ser controladas por autoridades", lê-se na carta de al-Hakim.

Uma fonte do governo dos EUA, familiarizada com a situação, disse à Reuters que o urânio sequestrado pelos jihadistas, provavelmente não é enriquecido e, portanto, dificilmente poderia ser usado para fazer armas nucleares.



quarta-feira, 25 de junho de 2014

Ex-fuzileiro naval dos EUA alega ter lutado por 17 anos em Marte

Uma notícia um tanto estranha começou a circular pela Internet, a partir de um vídeo que foi publicado no canal do YouTube ExoNews TV, do Dr. Michael Sala, em abril deste ano. 
Apesar de a história parecer um tanto quanto cabeluda, resolvemos mais uma vez deixar as conclusões finais para o leitor.


O vídeo abaixo é uma longa entrevista de um alegado ex-fuzileiro naval dos EUA, chamado Capitão Kaye, o qual diz que há cinco colônias humanas em Marte e que ele despendeu 17 anos lutando para protegê-las. Servindo no pelotão espacial, conhecido como Earth Defense Force (Força de Defesa da Terra) – o qual teria recrutado militares de países como os EUA, Rússia e China – o ex-soldado alega ter sido treinado para pilotar uma variedade de bombardeiros e caças no estilo Guerra nas Estrelas. Ele estaria protegendo as colônias humanas contra ataques dos marcianos. De acordo com ele, uma raça em Marte é ‘reptiliana’ e a outra ‘insectóide’, mas que embora nenhum deles desejem expandir seus territórios, eles defendem os seus ferrenhamente.

Uma estação secreta em marte?
As alegações incríveis do Capitão Kaye, publicadas no ExoNews TV, não param em Marte. Ele alega que o treinamento com naves espaciais ocorreu na Lua, bem como na lua Titã de Saturno, e até mesmo no espaço profundo. 

Entre as alegações ainda mais extraordinárias, ele diz que sua cerimônia de aposentadoria, após 20 anos de serviço, também ocorreu na Lua, tendo até o ex-Secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfield, como convidado.

Certamente, todas essas declarações parecem ser um tanto absurdas, mas já que é o que está sendo comentado no momento, aqui está para sua apreciação. De qualquer forma, vale lembrar que esta não é a primeira vez que alguém alega a existência de uma presença humana em Marte.

(Nota: Infelizmente não há uma versão dublada nem tampouco legendada do vídeo introdutório abaixo, nem da sequência de vídeos da entrevista. Mesmo assim, fica o vídeo aqui para registro.)

Fonte do vídeo: ExoNews TV

Fonte da matéria: ovnihoje.com

sábado, 31 de maio de 2014

'Anjo' que salvou vidas na Primeira Guerra Mundial era um Extraterrestre?

Um ‘anjo’, que muitos soldados britânicos acreditam ter salvado suas vidas em uma das primeiras batalhas brutais da Primeira Guerra Mundial, pode não ter sido enviado do céu, mas sim das estrelas.


Escritores sobre OVNIs suspeitam que o famoso “Anjo de Mons” – descrito como São Jorge, São Miguel, anjos, ou legião de guerreiros angelicais, pode ter sido de outro planeta.

Muitos soldados deram crédito às estranhas aparições como tendo salvado suas vidas e isso se tornou uma publicação comum em revistas de paróquias. A batalha foi uma das primeiras onde os britânicos enfrentaram os alemães e, apesar de saírem em retirada, ‘somente’ 1.600 vidas foram perdidas.

Décadas mais tarde, a história ainda está repleta de controvérsia, de acordo com Nigel Watson, autor do Manual Haynes para as Investigações de OVNIs, com algumas pessoas atribuindo o ‘anjo’ a uma estória da ‘Evening Standard‘, enquanto outros à inteligência britânica.

Kevin Goodman, um especialista em OVNIs e autor de livros sobre misteriosos encontros no Reino Unido, diz que “o enigma dos OVNIs era desconhecido durante o conflito da Primeira Guerra Mundial; as tropas fariam uma associação aos eventos como este da única forma que podiam, pensando que eram um sinal de Deus”.

Cas Lake, apresentadora de rádio do programa Unexplained Show, diz que ambas as respostas podem ser verdadeiras, de certa forma. Aquilo que a cultura de 1914 teria descrito como ‘anjos’, descreveríamos como extraterrestres.

Ela diz: “Minha crença seria: se estes anjos apareceram, foi para proteger um futuro alterado, e talvez também para ajudar a crença nos anjos. Eu certamente acredito que seres espirituais possam intervir quando necessário“.

Entre os entusiastas de OVNIs, muitos acreditam que OVNIs e anjos sejam a mesma coisa – ou que os avistamentos de anjos têm sido de alienígenas, ou mesmo vice-versa. Uma pesquisa rápida pela Internet pode encontrar dezenas de sites devotados ao tópico.

Goodman, um escritor de Warminster, diz que isto é um caso de mudança cultural: “O fenômeno tem assumido muitas aparências através da história. Em tempos de estresse, medo e morte eminente possível, uma pessoa encontra consolo em algo que possa ser descrito“.

Albert S. Rosales diz que pode ter havido várias forças envolvidas – muitas delas humanas. Rosales gerencia um site dedicado aos avistamentos de alienígenas humanoides e anjos. Ele diz; “Foram entidades sobrenaturais especificamente vistas em Mons? Talvez. Em toda a guerra há tais histórias, as quais ficam entre o reino do folclore e da verdade. Talvez elas sejam exageradas mais tarde pelas autoridades religiosas e talvez até mesmo pelo governo, possivelmente para manter alto o espírito das tropas”.

Mas as origens das histórias permanecem misteriosas. Claramente alguns soldados viram o que eles acreditavam ter sido anjos – mas foi a história manipulada em prol dos propósitos do governo?

Brigadeiro-General John Charteris escreveu uma carta: “… então há a história dos ‘Anjos de Mons’ marchando fortemente através da 2ª
Divisão, e a de como o anjo do Senhor, no tradicional cavalo branco e vestido de branco, com uma espada flamejante, encarou os alemães em Mons e os impediu de avançar”.

Dizia-se que Charteris trabalhava secretamente para a inteligência britânica – adicionando peso à ideia de que as alucinações no campo de batalha tinham sido contorcidas por razões políticas.

Outros alegam que a história seja simples ficção. O popular escritor Arthur Machen alegou que esta lenda foi criada pela sua estória de ficção ‘The Bowmen‘ (Os Arqueiros – trad. livre n3m3), publicada no ‘The Evening News’, em 29 de setembro de 1914. Na história, soldados britânicos clamam a São Jorge por ajuda e são ajudados por arqueiros fantasmagóricos da Batalha de Agincourt. Um fato que dá apoio à esta teoria é que poucos relatos deste tipo de incidente existem antes da estória de Machen.

Nigel Watson, autor do livro que está para ser lançado ‘UFOs of the First World War‘ (OVNIs da Primeira Guerra Mundial – trad. livre n3m3) diz: “Mesmo hoje a lenda é envolvida de controvérsia. As teorias sobre ela são: um mito baseado nas estória de Machen, o produto de alucinações devidas ao estresse e a exaustão, visitações angélicas reais, fantasmas, gás do pântano, ou OVNIs alienígenas projetando-se às expectativas das testemunhas”.

John Rimmer, editor do Magonia Review, propõe a ideia de que Machen e os soldados estavam respondendo às suas necessidades espirituais: “Entre os horrores da Primeira Guerra Mundial, o desejo para tal intercessão espiritual seria tão forte entre os soldados que, incapazes de encontrar expressão de forma mais racional, projetaram externamente na forma de uma visão memorável. Machen, mais remoto da realidade amarga, e como escritor que possui uma forma aceitável de expressar estas reações emocionais profundas, criou uma ‘ficção’ igualmente memorável a partir do mesmo jogo de estímulos“.

Fontes: 


segunda-feira, 12 de maio de 2014

O Espírito de Freddy Jackson aparece em foto


Esta foto intrigante foi tirada em 1919. Publicada pela primeira vez em 1975 por Sir Victor Goddard, um oficial reformado da R.A.F. A foto é um retrato do esquadrão de Goddard, que serviu na 1ª Guerra Mundial.

Um rosto fantasmagórica aparece na foto. Na parte de trás do aviador posicionado na linha de cima, quarto da esquerda para a direita, pode-se ver claramente o rosto de outro homem. Diz-se ser o rosto de Freddy Jackson, um mecânico de ar que tinha sido morto acidentalmente por uma hélice de avião dois dias antes.

O seu funeral aconteceu no dia que a fotografia foi tirada. Os membros do esquadrão facilmente reconheceram o rosto como sendo o de Jackson.




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Derretimento do gelo nos Alpes Italianos revela múmias de soldados da Primeira Guerra Mundial

As mudanças climáticas estão provocando o derretimento da neve dos Alpes italianos fato que, por sua vez, revelou uma curiosa descoberta: o surgimento de diversos cadáveres da Primeira Guerra Mundial, na maioria, mumificados. O fenômeno trouxe à tona incontáveis restos humanos de batalhas travadas entre a Itália e o Império Austro-húngaro, durante a Primeira Guerra.


A descoberta aconteceu nas áreas de Presena e Ortles-Cevedale, na pequena cidade italiana de Peio. No local, milícias de ambos os lados construíram uma fortaleza bélica no topo das montanhas geladas, uma área estratégica para guardar as armas pelo seu difícil acesso. Entretanto, o gelo se transformou no verdadeiro e cruel inimigo comum, já que muitos morreram em decorrência da temperatura (abaixo dos 30°C negativos) e avalanches. 

Durante a década de 90, diários, cartas e fragmentos de jornais russos começaram a aparecer. A quantidade de objetos encontrada fez com que residentes da área construíssem um local para guardá-los, que hoje é o atual Museu da Guerra de Peio. Depois disso, em 2004, um guia da montanha achou três corpos mumificados em uma parede congelada, próximo ao pico San Matteo. Os cadáveres eram de soldados austríacos, estavam desarmados e traziam pacotes de ataduras nos bolsos, uma indicação de que poderiam ser enfermeiros austríacos mortos durante a Batalha de San Matteo, de 3 de setembro de 1918.

Desde então, mais de 80 corpos foram encontrados e todos, naturalmente, acabaram mumificados em função do tempo e das condições climáticas. A última cerimônia para as vítimas encontradas ocorreu no final do ano passado. Os corpos eram de dois soldados austríacos, de 17 e 18 anos de idade. Eles morreram nas montanhas e foram enterrados em uma fenda, na geleira, por seus companheiros. A previsão de alguns arqueólogos é que muitos outros corpos ainda serão encontrados. 






Assista ao vídeo das tropa italianas marchando nos Alpes:


Fonte: noticias.seuhistory.com


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A REVOLUÇÃO não será TELEVISIONADA! - [VÍDEO]


Nas palavras de Laerte Braga:

"O impressionante documentário produzido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O'Briain sobre o golpe contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, põe a nu toda e qualquer defesa que se possa pretender fazer dos meios de comunicação de massa em qualquer lugar do hemisfério ocidental.

O padrão global, aqui no Brasil, na Venezuela, nos Estados Unidos,na Argentina, na Itália, onde quer que seja, é pura farsa e se insere no contexto do embate entre os que defendem o mundo "globalitarizado" sob o domínio militar dos EUA e da OTAN

O documentário foi exibido no Brasil pela TV Câmara, TV Escola e TV Senado, lógico quando a Globo iria mostrar um trabalho assim? Nunca. Cada vez mais fica evidente que a série de reportagens que Miriam Leitão fez na Venezuela, na semana que antecedeu ao golpe, foram preparação da opinião pública, tentando mostrar um governo desacreditado, quando desacreditadas estão as elites.

Kim Bartley e Donnacha O'Briain estavam na Venezuela trabalhando numa outra idéia, um documentário sobre o governo bolivariano, quando foram pegos de surpresa pelo golpe, no interior do Palácio Miraflores e puderam, sem qualquer espécie de edição, apenas ordenar as cenas, mostrar o instante em que a mentira televisiva, foi um golpe da televisão privada associada a generais corruptos e empresários (empresário são sempre corruptos, o adjetivo é desnecessário), enfrentado e abortado por uma espetacular reação do povo.

A cena da posse do mafioso Pedro Carmona na presidência e os instantes que antecederam a prisão de Chávez são magistrais. No instante Carmona a elite, os 256 homens e mulheres mais importantes da Venezuela, como os nossos daqui, os de Comandatuba, refestelados no poder que imaginavam seria duradouro.

No instante Chávez as pessoas do povo transitando pelo palácio no desespero da reação que, afinal, veio de militares leais e, sobretudo, do povo trabalhador.

As declarações de Carmona sobre ordem, tranqüilidade, democracia, justiça social, como fazem aqui os tucanos da vida e o povo do lado de fora, indignado, exigindo Chávez.

O silêncio das redes privadas de televisão. Como a Globo à época das diretas, falando de novelas como se a campanha não existisse. Ou Veja, satanizando lideranças populares no massacre exaustivo da velha técnica que a mentira repetida muitas vezes vira verdade.

A arrogância do procurador designado por Carmona, dissolvendo o Congresso, a Corte Suprema, revogando a Constituição e depois, encolhido e preso, assustado, num canto de uma sala do palácio.

Quando Chávez volta e restabelece o princípio da vontade popular.

A imagem definitiva do assalto: o cofre do palácio aberto e esvaziado pelos defensores da tal democracia.

Ladrões, aqui, ou em qualquer lugar do mundo.

Todo o processo bolivariano tem sido feito através de consultas populares. Toda a ação oposicionista se estriba em ações golpistas, mentiras veiculadas pelos meios de comunicação privados, a ordem do terror emanado da Casa Branca.

É um documento fundamental para que as pessoas possam compreender o verdadeiro papel da imprensa podre, controlada por Washington, bancos e grandes corporações.

Creio que, em tempo algum, um documentário mostrou de forma definitiva a associação entre militares corruptos, a soldo dos EUA, empresários, banqueiros e imprensa na consecução da fraude.

Valeria exibi-lo em cada escola, em cada universidade, em cada canto de luta para se perceba que é possível enfrentar quadrilhas como as que fazem de países como o nosso um entreposto do mercado, do capital internacional.

A cumplicidade vergonhosa dos meios de comunicação com essa gente.

A verdadeira dimensão de Carmona, que tanto existe lá se chama Pedro, como aqui e dirige bancos, vai para Comandatuba viver fim de semana de festa verde, festa vermelha, festa amarela e agora concebe um safári à África.


Como a Monsanto quer

A presença dos Estados Unidos no golpe é mostrada nas declarações do porta-voz da Casa Branca. Fala em assassinato de civis por forças chavistas e o documentário mostra que os assassinos foram os golpistas. Imagens vivas, indesmentíveis. Fala em reconciliação do povo com a democracia e o povo vai às ruas e recoloca Chávez no governo.

Ironias à parte, penso que as próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos estão necessitando da presença de observadores internacionais, tal o risco de fraude, como da anterior. O processo está corrompido e viciado e Bush é apenas um projeto de fuhrer, a chefiar um IV Reich, a ameaçar o mundo com sua política terrorista.

Quem sabe Jimmy Carter e César Gaviria não vão para os EUA e checam as intimidações policiais contra negros que pretendem votar em John Kerry. Ou as urnas eletrônicas do Estado da Flórida, governado pelo irmão de Bush, Jeb, sem o voto impresso. Na Venezuela houve voto impresso, permite a recontagem e foi por ele que não se pode desmentir a legitimidade dos resultados do referendo.

O que o documentário mostra mais é que a luta é constante. É permanente.

A total falta de escrúpulos de banqueiros, empresários, grupos de comunicação, aqui ou lá, em qualquer lugar, deixa claro que essa gente não tem objetivos outros que não massacrar a classe trabalhadora e construir um império mundial de terror e barbárie sob a farsa democrática.

"A Revolução não Será Televisionada" é um fantástico trabalho de dois irlandeses e a prova cabal e definitiva dos propósitos escravocratas dos donos.

ASSISTA O VÍDEO E TODAS AS ARMAÇÕES E MENTIRAS DA MÍDIA NORTE AMERICANA: 


Retirado do site CMI Brasil - Centro de Mídia Independente



terça-feira, 1 de outubro de 2013

Quem é que MANDA verdadeiramente NO MUNDO?

Trazemos uma matéria superinteressante, publicada na Revista Conspiração e que achamos bastante relevante.

Mais uma vez, que o leitor tire suas próprias conclusões.


Os 12 cidadãos acima são uma espécie de tribunal superior, instância última na guarda dos segredos do governo invisível dos EUA. É o Conselho de Inteligência dos EUA (USIB), que à época desta foto, no governo do presidente Richard Nixon, era presidido por William Colby, então Diretor Central de Inteligência (e da CIA) – o terceiro, a partir da esquerda. Para críticos do excesso de sigilo – como o National Security Archive (NSArchive), grupo privado que funciona na Universidade George Washington – o governo Obama tem de buscar transparência na prometida revisão dos exageros, que a dupla Bush-Cheney levou ao extremo.
“Cada país estrangeiro de importância relevante do primeiro e terceiro mundos tem uma espécie de derivação ou filial do Conselho de Relações Exteriores norte-americano. Os membros de cada país interagem com os demais países das derivações do CFR através da instituição mundial ‘Bilderburgers’, para mais facilmente alcançar seus fins. Os membros estrangeiros da Comissão Trilateral pertencem às suas respectivas organizações. Uma investigação superficial efetuada pelo mais inexperiente investigador conseguirá inclusive constatar que os membros do Conselho de Relações Exteriores e da Comissão Trilateral controlam as maiores organizações, fundações, além de todos os interesses das principais publicações, dos meios de informação, da informática, e inclusive controlam os maiores bancos e as maiores corporações e multinacionais. Todos os altos escalões dos governos e muitos outros interesses vitais estão nas mãos deles! Os membros do CFR e do 1t são apontados e são eleitos para todos os cargos, porque eles são donos de todo o dinheiro! E, como não pode deixar de ser, têm um interesse todo especial em cuidar do capital. De todo esse poder e vantagens, as pessoas comuns estão excluídas, principalmente os países mais pobres. De qualquer modo e a nosso entender, os membros do CFRe do TC são totalmente antidemocráticos [e exercem um despotismo nunca jamais visto e sequer suspeitado], e de maneira nenhuma representam a maioria do povo dos Estados Unidos da América [e muito menos dos demais países envolvidos].

Esses são os pretensos ‘eleitos’ que, com a vinda do pandemônio final dos tempos, pretendem decidir quem haverá de sobreviver ou não...” [Suspeito que estas denúncias não promanam de M.W. Cooper, mas sim de altas patentes militares norte-americanas não comprometidas, e que estão inconformes com a tirania que essas entidade para-governamentais exercem nos EUA...


As Bases Materiais do Governo Clandestino 

“Os ‘Bilderburgers’, o Conselho de Relações Exteriores e a Comissão Trilateral, e outras instituições britânicas poderosíssimas, constituem exatamente o governo oculto, ou o governo clandestino, ou o governo secreto que manda nos EUA e no resto do mundo. E o pretenso grupo de estudiosos Wise Men, conhecidos como a Sociedade Jason ou Jason Scholars, incluindo s altos escalões comprometidos e assentados nos postos-chaves do Governo, mandam nos Estados Unidos da América [e no resto do mundo também. Valem-se também de um Majority 12 [disfarçado dc Majestic-12], e que praticamente é sempre constituído só por membros dessas congregações...” 

 O Conselho de Relações Exteriores e a Comissão Trilateral, por sua vez, não só e praticamente controlariam a tecnologia daqueles seus aliados alienígenas nefastos, como inclusive controlam totalmente a economia das nações. Eisenhower foi o último presidente americano que teria chegado a quase conhecer a totalidade do panorama ufológico ou dilema dos alienígenas nefastos [aliados de uns poucos que constituem a anti-raça humana] e alienígenas neutros ou até mesmo benevolentes. Aos presidentes sucessivos apenas se lhes dizia aquilo que a Comunidade de Informações [ou espionagem, ou seja a , NSA, MJ-12, , etc da vida] queria que eles conhecessem e acreditassem. E nunca se lhes contava a verdade nua e crua!” [Sinceramente, eu até duvido que Eisenhower tenha tido esse tal conhecimento panorâmico da Ufologia.


Os Governantes Invisíveis 

Os homens que se encontram no primeiro plano da vida política têm realmente o poder entre suas mãos? Para Serge Hutin, autor de Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, o destino das nações depende, freqüentemente de grupos de homens que não estão investidos de cargos oficiais. Trata-se de sociedades secretas, verdadeiros governos ocultos que decidem o nosso destino sem o nosso conhecimento. 

Pesquisa de Iliana Marina Pistone 

Ao observarmos um formigueiro, as formigas parecem perambular a esmo, numa atividade febril e inútil, quando, de fato, todas as ações individuais têm como fim o mesmo alvo comum, cujas constantes são determinadas da forma mais categórica pela "alma coletiva" do formigueiro. Observando-se toda a seqüência da história, repleta de acontecimentos humanos, de contínuas reviravoltas que se manifestaram durante séculos, somos levados a perguntar se tudo isso tem algum sentido de coerência e se esse conjunto aparentemente caótico constituído pela humanidade pode ser comparado a um imenso formigueiro.


Essa é a questão principal levantada por Serge Hutin, na tentativa de explicar os grandes enigmas da história através da existência de governantes invisíveis e sociedades secretas, que regeriam o mundo. Examinando-se a história humana de um ponto de vista geral, notamos, de um lado, o equilíbrio, a ordem harmoniosa, a organização sintética. De outro lado, o caos completo, a desorganização, a desagregação. Hutin questiona se essa continuidade de eventos pertence ao acaso ou se até mesmo as forças caóticas não estariam obedecendo a diretrizes detalhadas, sob a orientação de governantes invisíveis. 

Robert Payne, um autor inglês, publicou, em 1951, o livro intitulado Zero, The Story of Terrorism, no qual relata a existência de dirigentes ocultos que, à sombra de governos visíveis, manejavam essa terrível arma do terrorismo, sobrepujando até os poderosos grupos econômicos, cujo papel secundário limitava-se ao financiamento. Fatos estranhos passaram a acontecer após a publicação do livro, desde a compra de todos os estoques disponíveis por misteriosos emissários, até a quase falência da Wingate , uma das sólidas editoras no mercado londrino e, finalmente, a morte inexplicável do autor, alguns meses depois. 


UMA PIRÂMIDE DE TRÊS DEGRAUS 

Quanto a isso, Jacques Bergier, pesquisador dos enigmas da humanidade, revelou a existência de uma lista de assuntos proibidos para a imprensa, minuciosamente relatados em um caderno preto. Segundo ele, a proibição é de alcance mundial e universal, não levando em consideração o regime político dos vários países, e todo diretor de jornal importante tem uma cópia desse caderno, seja ele de tendências comunistas ou capitalistas. 

Entende-se por sociedade secreta um grupo mais ou menos numeroso de pessoas, que se caracteriza por manter reuniões estritamente limitas a seus adeptos, e também por manter o mais absoluto sigilo a respeito das cerimônias e dos rituais onde se manifestam os símbolos que esta sociedade se atribui. As finalidades das sociedades secretas são as mais variadas: políticas, religiosas, espirituais, filosóficas e até criminosas. 

Em 1945, em Paris, Raoul Husson (1901-67), fisiólogo e psicólogo, publicou um livro, sob o pseudônimo de Geoffroy de Charnay, nome de um dos grandes templários franceses, condenado à morte pelo fogo, em 1314, junto com o grande mestre Jacques de Molay. Nesse livro, Husson revelou que as sociedades secretas mundiais formavam uma pirâmide de três degraus. No primeiro degrau, de fácil acesso, encontram-se os homens considerados úteis. No segundo degrau, o acesso é mais selecionado e seus adeptos desempenham papéis importantes, influenciando no plano nacional e internacional. No cimo da pirâmide estariam as sociedades secretas superiores, que agem por trás dos bastidores. Todos os assuntos importantes da política internacional estariam nas mãos dessas sociedades. 


CEMITÉRIOS REPLETOS DE GENTE INSUBSTITUÍVEL 

Gurdjieff, o conhecido "mago" caucasiano, teria sido, no século 20, um destes personagens que chegaram ao ponto mais alto do domínio invisível dos assuntos humanos. De fato, Gurdjieff declarou: "Tive a possibilidade de me aproximar do sancta sanctorum de quase todas as organizações herméticas, ou seja, sociedades religiosas, ocultas, filosóficas, políticas ou místicas, e que são vedadas aos homens comuns". 

Muito já foi dito da ação, freqüentemente ignorada, mas poderosa, das sociedades secretas que "dominam o mundo". Como exemplo, há a franco-maçonaria e seu desempenho marcante ao longo da Revolução Francesa. Outro grupo de ação notável foi o dos iluminados da Bavária, no século 18, cujo "poder oculto" teria levado Napoleão Bonaparte ao poder. Havia, entre os iluminados, Goethe, Herder, o alquimista rosacruciano Eckartshau-sem e muitas outras personalidades que não desconfiavam em absoluto dos verdadeiros objetivos políticos da seita. 

Bonaparte teria alcançado o mais alto grau na Ordem dos Iluminados, além de Ter sido maçom e alto dignitário de outras ordens fraternais ; entre elas a Fraternidade Hermética, que ele conheceu na época da campanha egípcia. 

Gérard Serbanesco, terceiro volume de sua obra Historie de la Franc-Maçonnerie Universelle, reproduz o relato de Napoleão sobre a cerimônia de sua iniciação. 

Lamentavelmente, a partir do momento em que Napoleão se deixou dominar pela sua ambição pessoal, não sendo mais o executador de planos secretos, a boa sorte o abandonou e o seu destino mudou. 

Outra personalidade que recebeu iniciação numa seita de filiação templária foi Cristóvão Colombo, que, contrariamente à teoria tradicional, não teria iniciado sua viagem às cegas. Em Les Mystéres Templiers, Louis Charpentier conta como Colombo recebeu, dos navegadores a serviço do Templo, o conhecimento de uma rota que levava ao novo mundo e a missão da descoberta. Charpentier reuniu, a esse propósito, provas realmente interessantes. 

Questões podem ser igualmente levantadas quanto à fulminante carreira de Joana D'Arc. Numa época em que todas as mulheres eram categoricamente excluídas de qualquer atividade política, todas as portas, até as mais fechadas, abriram-se para ela. Apesar de ser mais fácil explicar a sua atuação através da santidade, pode-se também supor que a sua missão tenha sido apoiada, se não preparada, pela intervenção de uma poderoso sociedade secreta. A que estaria relacionado o grande segredo que ela só quis confiar ao futuro Carlos VII? 

Por outro lado, toda vez que algo ou alguém parece obstacular o determinismo cíclico da evolução do mundo, a ação dos governos invisíveis, que agem implacavelmente, faz-se presente. Desse forma, vários atentados políticos, atribuídos a fanáticos isolados, foram reconhecidos como execuções friamente decididas. Nesses casos, o assassino existe, mas ele é somente o agente que executa uma tarefa decidida por um poderoso grupo oculto. 

O assassinato do presidente Kennedy permanece ainda hoje envolto em mistério, e a impressão que se tem é de que "alguém" não quer vê-lo esclarecido. Quanto a isso, Hutin menciona quatro pontos inquietantes: 

1) "Por acaso", somente o prédio de onde saíram os tiros fatais não estava sendo vigiado pela polícia de Dallas. 

2) Vários assassinos estavam em posições estratégicas, e suas atuações eram sincronizadas pelos gestos que um misterioso "diretor de orquestra" estava fazendo com seu guarda-chuva, sobre uma elevação (fotos que revelam isto foram publicadas por várias revistas, entre as quais a Paris Match); na eventualidade de Lee Oswald errar o alvo, um dos outros atiradores teriam entrado em ação 

3) Já preso, o sicário foi convenientemente liquidado por um "justiceiro", que, por sua vez, morreu convenientemente de "câncer generalizado". 

4) Por uma série de estranhas coincidências, um número impressionante de testemunhas do crime desapareceu e, em todos os casos, foi por acidente. 

Não seria interessante levarmos em conta a intervenção de estranhos "invisíveis"que seguram o fio da história? 

Bastante elucidativa é a sentença que diz: "Os cemitérios estão repletos de gente in-substituível". 

Os jovens políticos que conhecem as manobras complicadas que se passam por trás dos bastidores são muito raros, e, quando certas figuras começam a atrapalhar os planos secretos que estão sendo executados, quer tenham ou não consciência disso, são tomadas as medidas necessárias, que podem ser sumárias ou secretas, para eliminá-las. Via de regra, os atentados políticos da história se caracterizam pela presença de um assassino fanático, instrumento de um grupo poderoso e insuspeito que permanece fora de cena. Em seguida, esses fanáticos são eliminados depois do atentado (por policiais ou pelo próprio povo) ou, quando presos com vida, se há dúvidas quanto à garantia de seu silêncio, são eliminados de forma definitiva. Foi isso o que teria acontecido a Lee Oswald, o assassino de Kennedy. 

Em 15 de setembro de 1912, Revue Internationale des Sociétés Secrètes relata uma sentença dita por uma personalidade importante, uma espécie de eminência parda da política européia, que se teria manifestado da seguinte forma, a respeito do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria: "É um bom moço. É uma lástima que esteja condenado. Vai morrer nos degraus do trono". Esse tipo de declaração nos faz refletir: o destino do arquiduque Francisco Fernando, cujo assassinato em Serajevo daria ensejo à deflagração da Primeira Guerra Mundial, já estava decidido dois anos antes do fato. Quem teria tomado a decisão? Voltamos novamente aos governantes invisíveis. 

Dessa forma, tudo leva a crer que a guerra de 1914 já estava sendo esperada, preparada e "programada", dois ou três anos antes do seu início. Muitos acontecimentos mostram o contínuo esforço, através de slogans e de imagens, para exacerbar o entusiasmo bélico das massas na investida contra o inimigo. 


A SINARQUIA DO IMPÉRIO 

Para se reconhecer, entre os personagens conhecidos ou desconhecidos da grande história, quais deles teriam recebido suas tarefas diretamente dos governantes invisíveis, é preciso distinguir duas categorias de personalidades: uma constituída por homens que tiveram papel de destaque no plano histórico e que estavam a par dos grandes segredos, tais como Richelieu, Benjamin Disraeli, o primeiro-ministro da rainha Vitória, e Lenin. 

A segunda categoria compreenderia os personagens que não aparecem em nenhum livro de história: tiveram um papel ativo, apesar de secreto, influenciando a situação histórica e política. 

Timothée-Ignatz Trebitsch, um aventureiro judeu, foi uma eminência parda, utilizado para facilitar o advento do nazismo na Alemanha. Outra personalidade que parece ter tido um papel importante no campo da política secreta é o "mago" inglês Aleister Crowley (1875-1947). Num passado mais remoto, vamos encontrar as enigmáticas figuras do conde de Saint-Germain e de Cagliostro. 

O nome "sinarquia", pela sua etimologia grega, pressupõe a realização de uma ordem sagrada num equilíbrio perfeito, de uma harmonia complexa, que seria o reflexo das leis cósmicas. Está associado a uma das mais misteriosas sociedades secretas modernas de governantes invisíveis, tendo sido introduzido pelo grande esoterista Alexandre Sain-Yves, que viveu entre 1842 e 1909. Recebeu do papa o título de marquês de Alveydre e tornou-se conhecido como Saint-Yves d' Alveydre. Viu-se escolhido pelos governantes invisíveis do mundo para executar seus planos, tendo deixado um número de obras muito estranhas: Mission des Souverrains, Mission des Juifs, Mission de l'Inde, L'Archéomètre. Saint-Yves apregoava o ideal de uma sinarquia universal, a Sinarquia do Império, e não restam dúvidas de que manteve contato direto com os mais altos governantes secretos. 

A Sinarquia do Império tinha uma estrutura hierárquica, essencial para o sistema, e que era resumida no seu símbolo: um triângulo em quatro níveis , mostrando, em seu interior, um olho, e cujo vértice coincidia com a extremidade de uma estrela de cinco pontas. Em todas as sociedades secretas realmente poderosas encontramos sempre esta estrutura hierárquica, cujos diferentes níveis de atividades são estritamente separados, de forma que cada grupo atue no seu nível e para que os chefes supremos possam agir sem nunca serem percebidos.


O GRANDE MONARCA, ANUNCIADO POR NOSTRADAMUS 

É muito interessante notar como o antagonismo entre o bem e o mal se faz presente em todos os campos. No fim do ciclo terrestre, a ação das forças demoníacas seria terrível, prega a tradição. A profecia revelada a Salete, na França, em 1846, com relação ao fim do mundo, é apavorante. Ainda segundo uma tradição francesa, espera-se a aparição, para depois dos acontecimentos apocalípticos, de um legítimo soberano, o grande monarca, anunciado por Nostradamus e aguardado com tanta ansiedade. São várias as versões quanto à identificação desse grande monarca. 

O que se conclui é que os aspectos negativos no mundo, o lado demoníaco da continuidade histórica, enfim, o que se chama de mal, pode ser encarado como um aspecto decididamente lamentável, mas cosmicamente inevitável no desenvolvimento do ciclo terrestre. O próprio mal é uma necessidade metafísica a ser integrada no plano divino. 

De acordo com uma tradição oral, as Sinarquias do Império usariam, também, como senha, o antigo símbolo chinês que indica a complementação indissolúvel e a ligação inexplicável entre os dois pólos cósmicos universais, positivo e negativo, ou masculino e feminino. Esse tradicional e significativo símbolo é formado por um círculo branco e preto. A parte branca e a preta estão separadas por uma linha em espiral; na parte preta encontra-se um ponto branco e na parte branca há um ponto preto. Isto quer dizer que, no apogeu da fase evolutiva do ciclo terrestre (o triunfo do branco), o preto nunca desaparece completa-mente, e sua presença está assinalada por aquele ponto e, inversamente, na fase involutiva do ciclo (triunfo do preto), o ponto branco sempre permanece. Nenhuma manifestação poderia ter acontecido nem acontecer sem essa complementação cósmicas dos dois contra-pontos. É comum encontrar-se em todas as tradições alusão à existência de governantes invisíveis secretos, personalidade misteriosas que controlam o desenvolvimento da história humana e modo minucioso. E o que se sabe dizer é que essas figuras misteriosas aparecem quando sua presença é muito necessária. 

Na tradição dos rasacruzes existe uma hierarquia de mestres desconhecidos, um conselho constituído por doze homens, que supervisionam a evolução da humanidade. Acima deles existiria outra hierarquia de entidades que já superaram o nível mortal humano, conhecida como o invisível permanente. 

Assim como existe a iniciação autêntica, que transporta a um estado supra-humano, há em contrapartida a "pseudo-iniciação", cuja finalidade é a divulgação da subversão e do caos, trabalhando para o "fim do mundo". Ao que parece, essas forças contrárias estão incluídas no plano divino. 

Todo homem possui no seu íntimo a possibilidade de adquirir poderes para elevar-se a um nível superior, mas poucos são os que o conseguem. Ouspensky, discípulo de Gurdji-eff, cita em Fragments d'un Enseignement Inconnu a seguinte observação feita por seu mestre: "Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los... Se duzentos homens conscientes achassem necessária uma intervenção , poderiam mudar todas as condições de existência na Terra". 

O domínio dos dirigentes ocultos dos grupos por eles supervisionados se faz também do uso sistemático da força psíquica dos símbolos. É fácil constatar, especialmente nas ideologias que exploram as massas, o uso e a eficácia dos símbolos, verdadeiras "armas" que ativam e despertam a energia que se encontra profundamente arraigada na psique humana, na parte que constitui o inconsciente coletivo da humanidade. Assim, vamos encontrar a cruz gamada ou suástica, um dos símbolos mais antigos e mais significativos da humanidade, encontrado no mundo inteiro, ao longo da história. Num primeiro tempo a suástica representou, simbolicamente, a rotação das sete estrelas da Ursa Maior em volta da estrela Polar. Em seguida, o seu significado ampliou-se e passou a ser o símbolo do movimento cósmico. Dependendo da direção em que se dobram os braços da cruz, a suástica chama-se direita, representando a fase evolutiva, ou, ao contrário, invertida, representando a fase regressiva de um ciclo terrestre no seu conjunto. Os chefes nazistas teriam escolhido a suástica invertida como símbolo da sua ideologia de maneira proposital, com o intuito de se valer das forças involutivas, caóticas e desintegrantes. No seu delírio, a ideologia nazista usou uma influência invertida do Antigo Testamento, no que diz respeito ao povo eleito, à raça eleita. É bem possível, portanto, que Hitler tentasse "ajudar" o ciclo terrestre, pensando que quanto mais apresentasse as catástrofes, mais rapidamente chegaria a Idade de Ouro, e todo o mal desapareceria! 

O texto sânscrito Vishnu Purana descreve que a época de Kali, ou seja, da detruição, poderá ser identificada quando "a sociedade atingir um nível em que a propriedade outorgue categoria, a riqueza for a única fonte de virtude, a paixão constituir o único laço de união ente marido e mulher, a falsidade for a matriz do sucesso na vida, o sexo o único meio de prazer, e quando os ornamentos exteriores se confundirem com a religião interior". 

Guénon, um espírito muito lúcido e sensível à percepção dos sinais apocalípticos do nosso tempo, é autor do livro A Era da Quantidade e o Sinal dos Tempos, escrito no período entre as duas guerras, onde preconiza a robotização das massas: "Os homens ficarão uns autômatos, animados artificial e momentaneamente por uma vontade infernal, e isto dará uma idéia nítida do que acontece à própria beira da dissolução final". 

Hoje, o que podemos perceber é que as influências mágicas mudaram na sua forma, no seu ritual e na sua aparência, mas as técnicas de condicionamento mágico continuam existindo. Basta observarmos com que facilidade se lança uma moda. O que pode ser feito com a moda pode ser aplicado em muitos outros campos, porque o comprimento de uma saia e um slogan político, além do controle da informação, podem ser divulgados da mesma maneira, observou Robert Mercier. 

Goebbels, o único ministro da propaganda nazista, sabia perfeitamente que as massas podem ser manobradas, porque prevalece a lei pela qual o comportamento de uma coletividade desorganizada é sempre caracterizado pelo nível intelectual mais baixo. 

Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, de Serge Hutin, publicado no Brasil pela editora Hemus, examina em profundidade uma tese defendida por muitos estudiosos ligados à corrente do realismo fantástico (entre os quais o falecido Jacques Bergier). Essa tese afirma que, desde os primórdios da história, o mundo é governado na realidade por homens ou grupos de homens só muito raramente conhecidos: os membros de sociedades supersecretas. Sua existência nunca é pressentida, até o momento em que um fato imprevisível os leva a manifestarem-se abertamente. 

Esses homens, por sua vez, obedeceriam a determinações de poderosas inteligências ainda mais ocultas e de compreensão praticamente impossível para o comum dos homens. Como escreveu o autor americano Philip José Farmer, em seu livro O Universo às Avessas: "Poderes sobre-humanos dirigem, do vértice da pirâmide dos governantes visíveis e invisíveis, toda a evolução de todos os sistemas planetários e das galáxias, incluindo todos os homens e os seres que os habitam. Se isso for verdade, a limitada inteligência humana seria incapaz de configurar o conjunto dos ciclos dos planetas e das galáxias, da mesma forma que uma célula de nosso organismo não tem a capacidade de entender a estrutura do conjunto ao qual pertence". 

Texto Extraído da Revista Planeta - Sociedades Secretas - Transcrito por Krishna Bonavides
FONTE: TRECHO DO LIVRO A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL, AUTOR ERNESTO BONNO publicado em 1992
Trecho do Livro AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODER NO SÉCULO XX

Fonte da matéria: Revista Conspiração