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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Computador Quântico Mais Poderoso do Mundo foi criado pelo Google, Segundo Relatório


A gigante da tecnologia Google criou um computador quântico muito superior aos supercomputadores mais poderosos do mundo atualmente. Pelo menos isso é afirmado em um relatório obtido pelo British Financial Times.

Assim, a empresa relatou em um estudo que sua nova máquina leva apenas 3 minutos e 20 segundos para executar um cálculo que levaria 10.000 anos para concluir o Summit – da IBM -, hoje o supercomputador mais poderoso do mundo.

Este estudo foi publicado por um curto período de tempo no site da agência espacial dos EUA – NASA – antes de ser removido. No entanto, a mídia do Financial Times conseguiu investigar o documento.

É um aumento significativo na velocidade em comparação com qualquer algoritmo clássico que permite alcançar experimentalmente uma supremacia quântica no campo dos cálculos e que implica o nascimento do paradigma computacional”, afirmou o estudo.


terça-feira, 20 de agosto de 2019

Salmão de Viveiro da Noruega – Alimento Mais Tóxico do Mundo.


Uma ampla investigação a nível mundial mostra os segredos da indústria do peixe. Cientistas confirmam, por exemplo, que o salmão de viveiro é o alimento mais tóxico do mundo. Na Noruega, Vietname ou Suécia, o peixe tornou-se numa indústria com enormes fábricas de alta tecnologia, onde são usadas toneladas de produtos químicos para alimentar milhões de peixes. Por exemplo, cerca de 50% do bacalhau nasce com deficiências genéticas.
É uma questão de saúde pública. E não há regulador neste mundo que atue em defesa do consumidor.

DOCUMENTÁRIO COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS:



DOCUMENTARY IN ENGLISH:



Salmonopoly – Outro documentário muito esclarecedor, “Salmonopoly“, foi realizado por Wilfried Huismann e Arno Schumann e leva-nos a outras paragens e a outros segredos deste “negócio”.

Marine Harvest é a maior preocupação mundial no que diz respeito a aquicultura. Produz mais de 100 milhões de salmões de viveiro por ano e fornece os consumidores na Europa, EUA e Japão. Mas a que preço?

Este império global é dirigido por John Fredriksen, um “self-made man” e um dos mais ricos do mundo. Na sua casa norueguesa, autodenomina-se de “grande lobo”; “verde”, “duradouro” e “transparente”. Mas a realidade contradiz a filosofia da empresa, especialmente no Chile, onde a Marine Harvest é de longe o maior produtor, com cerca de 70 viveiros de peixe.  O Chile, com a sua legislação que deixa muito a desejar, é um paraíso para os investidores.

Tudo o que é proibido aos produtores de salmão na Europa é permitido no Chile, tendo como resultado após 18 meses de criação, um salmão carregado de químicos. Em Abril de 2008, para melhorar a imagem da aquicultura intensiva de larga escala, Marine Harvest firmou uma parceria com a WWF. Com um donativo de 100.000 euros por ano, Marine Harvest pode usar o logótipo do panda da WWF, para fazer propaganda do seu salmão de viveiro produzido industrialmente.

Totalmente suspeito ecologicamente, mas muito bem-sucedido economicamente: após um colapso durante a crise financeira, as ações da companhia subiram 270 por cento no verão de 2009. John Fredriksen é o protagonista deste “eco-thriller” posicionado no mundo obscuro de um gigante alimentar global.


SALMONOPOLY EN ESPAÑOL:




SALMONOPOLY IN ENGLISH:

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Palácio de 3.400 Anos Emerge das Águas no Iraque


Uma incrível descoberta arqueológica foi feita no Iraque. Trata-se do milenar palácio de Kemune, construído há 3.400 anos. A estrutura estava submersa pelas águas de uma represa em Mosul, mas uma terrível seca que assola o Curdistão iraquiano fez com que as águas baixassem muito e as ruínas fossem vistas pela primeira vez em milênios.

O palácio data da época do Império Mitanni, um dos reinos menos estudados do antigo Oriente Médio. Assim que as ruínas ressurgiram às margens do Rio Tigre, foi organizado o resgate desse tesouro arqueológico, em um projeto conjunto entre a Universidade de Tübingen, na Alemanha, e a Organização Arqueológica do Curdistão. Trata-se de “um dos achados mais importantes registrados na região nas últimas décadas”, como afirma o arqueólogo Hasan Qasim.  


Os reis de Mitanni dominaram grande parte do norte da Mesopotâmia e da Síria, entre os séculos XV e XIV a.C.  Além das grandes paredes de adobe de até sete metros de altura e dois metros de espessura, também foram encontradas no palácio dez tábuas de argila com escrita cuneiforme e restos de tinta azul e vermelha sobre as paredes. Esses textos podem revelar novas informações sobre a política, a economia e a história do Império Mitanni.

Os pesquisadores adiantam que os escritos encontrados no palácio indicam que é possível que Kemune fizesse parte da mítica cidade perdida de Zakhiku. A localidade é citada em antigos textos que datam do ano 1800 a.C. Caso essa informação se confirme, a descoberta será ainda mais impressionante.


Fonte: BBC

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Com Prisão de Assange, Wikileaks Expõe Base Lunar Secreta dos EUA


A prisão de Assange é escandalosa em vários aspectos, e um deles é o esforço dos governos, e não é só do governo dos EUA… Os esforços para silenciar um jornalista que estava produzindo materiais que as pessoas no poder não queriam que a multidão conhecesse… Isso é basicamente o que aconteceu. O Wikileaks estava produzindo coisas que as pessoas deveriam saber sobre quem está no poder, as pessoas no poder não gostam disso. Portanto, temos que silenciá-lo. – Noam Chomsky

A ideia de que algo estranho possa estar acontecendo na Lua não é de todo improvável. Na verdade, considerando todas as informações que estão disponíveis no domínio público sobre o assunto, é difícil ver como isso não seja fato. Vamos chegar a algumas dessas informações mais adiante neste artigo; mas primeiro, vamos chamar nossa atenção para um estranho documento do Wikileaks intitulado “Report That UR Destroyed Secret US Moon Base” (Relatório Que a UR Destruiu Base Lunar Secreta dos EUA).

Infelizmente, o documento não é um documento eletrônico, portanto, o acesso ao seu conteúdo completo não está disponível online. Para qualquer pessoa realmente interessada em ler a coisa toda, uma solicitação através do Ato de Liberdade de Informação (FOIA) pode ser uma opção.

Sem especular aqui, podemos concluir que seja um relatório sobre possíveis guerras espaciais que estão ocorrendo no mundo secreto. O título do documento, por si só, não apenas expõe a realidade dessas supostas guerras, mas também a possibilidade de uma “base lunar secreta” pertencente aos Estados Unidos que aparentemente estava em operação até ser destruída pela “UR”. (União Soviética)

Você pode ver o arquivo do Wikileaks clicando aqui.


Então, que outras informações existem, além deste documento, mostrando que algo estranho está acontecendo na Lua? Há muita informação, por isso é difícil saber por onde começar.

Primeiro de tudo, a ideia de bases na Lua tem sido uma discussão aberta dentro do governo há muito tempo, embora a informação não seja fácil de encontrar, mas está definitivamente lá fora. Um documento do próprio escritório de publicação do governo é um ótimo exemplo. Isso mostra claramente que um dos objetivos do governo dos Estados Unidos é construir uma base na Lua, e isso foi em 1966. (fonte)

Uma parte do documento faz referência aos presidentes Kennedy e Johnson, em uma declaração da HON. George P. Miller:


Também acredito que podemos e alcançaremos a meta estabelecida pelos presidentes Kennedy e Johnson: um pouso tripulado na Lua antes de 1970. Minha própria confiança em nossa ciência e tecnologia em rápida evolução é tal que consigo visualizar muitas realizações mais dramáticas pela frente, embora eu não fixarei nenhuma data para elas. 1. A exploração da superfície lunar e possivelmente o estabelecimento de uma ou mais bases permanentes por lá.

Além disso, documentos de décadas foram desclassificados discutindo este tópico, mostrando quão sérios e possíveis foram os avanços com essas intenções.

Dê uma olhada na foto do documento abaixo, tirada da sala de leitura eletrônica da CIA, na forma de um memorando que foi endereçado ao diretor da CIA a respeito de ‘Pensamento Militar (Top Secret)’ pelo Tenente-General (patente dos EUA) Korenevskiy.


O documento acima realmente entra em detalhes sobre a importância de se armar o espaço. Isso traz à mente outro documento do Wikileaks, na forma de um e-mail que foi enviado ao político John Podesta pelo Dr. Edgar Mitchell, astronauta da Apollo 14 e Dra. Carol Rosin. Ele diz o seguinte:


Prezado John,

Devido ao fato da corrida Guerra Espacial estar esquentando, achei que você deveria estar ciente de vários fatores, já que você e eu agendamos nossa conversa no Skype. Lembre-se, nossa ETI (Inteligência Extraterrestre) não-violenta do universo contíguo está nos ajudando a trazer energia de ponto zero para a Terra. Eles não vão tolerar nenhuma forma de violência militar na Terra ou no espaço. A seguinte informação em itálico foi compartilhada comigo por minha colega Carol Rosin, que trabalhou de perto por vários anos com Wernher von Braun antes de sua morte. Carol e eu trabalhamos no Tratado sobre a Prevenção da Colocação de Armas no Espaço Exterior, anexado para sua conveniência.



Um relatório desclassificado pelo Centro de Armas Nucleares da Força Aérea, de junho de 1959, mostra o quão seriamente eles consideraram um plano chamado Projeto A119. Em geral, eles queriam investigar a capacidade das armas no espaço, bem como obter mais informações sobre o ambiente espacial e a detonação de dispositivos nucleares dentro dele.

Interessante, para dizer o mínimo, mas é importante reconhecer a intenção por detrás da carta, que é o reconhecimento que os humanos levaram e continuarão a levar seus caminhos destrutivos para o espaço, armando-o ou tentando instrumentalizá-lo.

Com toda essa documentação, também é interessante analisar testemunhos de fontes confiáveis.

Na década de 1950, o Coronel Ross Dedrickson era responsável por manter o inventário do estoque de armas nucleares para a AEC e por acompanhar as equipes de segurança que testavam a segurança das armas, entre muitas outras tarefas. Quando se trata de armamento espacial, que é claramente delineado em vários documentos ligados acima, isso é o que ele tinha a dizer:


Eu também aprendi sobre incidentes envolvendo armas nucleares, e entre esses incidentes havia um par de armas nucleares enviadas para o espaço que foram destruídas pelos extraterrestres … No final dos anos 70 e início dos anos 80, tentamos colocar uma arma nuclear no Lua e explodi-la para medições científicas e outras coisas, o que não era aceitável para os extraterrestres. Eles destruíram a arma antes de chegar à Lua.

Dedrickson é um dos centenas de denunciantes com históricos verificados, credíveis e impressionantes, os quais falaram sobre uma presença extraterrestre. Na mesma entrevista, ele afirmou que:


Uma nave espacial foi para o resgate da Apolo 13, e eles acompanharam a Apolo 13 em sua viagem ao redor da Lua e de volta à Terra. E em duas ocasiões eles pensaram que poderiam ter de transferir a tripulação para a espaçonave, mas os viram em segurança de volta à Terra.



Isso pode explicar porque vários astronautas também têm sido bastante francos sobre uma presença extraterrestre, como Edgar Mitchell, Brian O’Leary, Story Musgrave, Gordon Cooper e muitos outros.

Existe também outro documento de 1965 sobre a CIA vigiando os planos espaciais soviéticos, que pode ser lido (em inglês) aqui.

Tenha em mente, isso foi há mais de 50 anos.

Abaixo está uma citação interessante de Carl Sagan:


Não está fora de questão que os artefatos dessas visitas ainda existam, ou mesmo que algum tipo de base seja mantida (possivelmente automaticamente) dentro do sistema solar para fornecer continuidade para expedições sucessivas. Por causa do intemperismo e da possibilidade de detecção e interferência pelos habitantes da Terra, seria preferível não erguer tal base na superfície da Terra. A Lua parece uma alternativa razoável. O iminente reconhecimento fotográfico de alta resolução da Lua a partir de veículos espaciais – particularmente do lado de trás – pode ter essas possibilidades em mente. (fonte)

O livro de George Leonard de 1976, Somebody Else is on the Moon (Alguém Mais Está na Lua), e o livro de Fred Steckling de 1981, We Discovered Alien Bases on The Moon(Descobrimos as Bases Alienígenas na Lua), também vêm à mente quando se discute esse assunto.

Membros da Sociedade para Pesquisa Planetária SETI (SPSR) publicaram em 2017 um artigo no Journal of Space Exploration sobre certas características do outro lado da Lua que aparecem na cratera Paracelsus C. Intitulada “Image Analysis of Unusual Structures on the Far Side of the Moon in the Crater Paracelsus C” (Análise de Imagem de Estruturas Incomuns no Lado Distante da Lua na Cratera Paracelsus C), argumenta que essas características podem ser de origem artificial.

O estudo apresenta um grande ponto quando se trata da hipótese extraterrestre:


Um estabelecimento científico decididamente conservador geralmente rejeita anomalias baseadas apenas no assunto, ou seja, não pode haver artefatos alienígenas na Lua, porque não há artefatos alienígenas na Lua (ou em outros planetas). Tal visão é um exemplo de raciocínio circular, baseado na crença de que extraterrestres não existem, ou se existem, que eles não poderiam ter viajado até o nosso sistema solar.



A verdade é que, como citada pelo Dr. Brian O’Leary, ex-astronauta da NASA e professor de física de Princeton (fonte):


…há evidências abundantes de que estamos sendo contatados, que as civilizações nos visitam há muito tempo.

Quando se trata da Lua, bases feitas pelo homem podem não ser as únicas ali.

No que diz respeito às nossas próprias bases, Karl Wolfe, que era um técnico de fotografia eletrônica de precisão na Base Aérea de Langley, tornou-se conhecido quando prestou seu testemunho no National Press Club em Washington, DC como parte do Disclosure Project do Dr. Steven Greer. projeto. (fonte)

O testemunho de Wolfe revelou que ele foi levado para uma sala escura onde imagens da sonda Lunar Orbiter da NASA estavam sendo desenvolvidas e unidas em imagens compostas chamadas de ‘mosaicos’.

Ele disse:


Eles estavam trabalhando em tiras de filme de 35 mm na época, que foram então montadas em mosaicos de 18 ½ x 11. Essas faixas eram de passagens sucessivas ao redor da Lua e elas construíam uma fotografia.

Caminhamos para um lado do laboratório e ele disse: “A propósito, descobrimos uma base na parte de trás da Lua.”

O Dr. John Brandenburg, vice-gerente da Missão Clementine à Lua, que fazia parte de um projeto espacial conjunto entre a Organização de Defesa de Mísseis Balísticos (BMDO) e a NASA, também fez algumas revelações fascinantes. A missão descobriu a água nos pólos da Lua em 1994. Mas, de acordo com o Dr. Brandenburg, a Missão Clementine tinha uma agenda paralela:


A Missão Clementine era uma missão de reconhecimento por fotos, basicamente para verificar se alguém estava construindo bases na Lua que não conhecíamos. Eles estavam expandindo-as? … De todas as fotos que vi da Lua que mostram possíveis estruturas, a mais impressionante é a imagem de uma estrutura retilínea linear de quilômetros de largura. Isso parecia inconfundivelmente artificial e não deveria estar lá. Como alguém na comunidade de defesa espacial, eu vejo essa estrutura na Lua com grande preocupação, porque ela não é nossa, não é possível que tenhamos construído uma coisa dessas. Isso significa que alguém está lá em cima.

(Citação do documentário , “Aliens on the Moon.”)


NOTA DO OVNIHOJE: Começando pelo documento publicado pelo site Wikileaks, temos aqui várias indicações de que há mesmo algum tipo de atividade na superfície da Lua, se formos confiar nas pessoas de peso que fizeram essas declarações.

Sempre me pergunto: se os astronautas tiveram mesmo na Lua, iniciando no final da década de 60, por que pararam de ir na década de 70, se os recursos e a posição estratégica que o nosso satélite natural oferece é imprescindível para o desenvolvimento acelerado da raça humana?

A desculpa dada pela NASA é o custo elevado. Mas o que dizer dos trilhões de dólares que desapareceram do orçamento do Pentágono, e que ninguém consegue fazer uma auditoria?

Recentemente, a sonda israelense Beresheet, que foi enviada à Lua, não obteve sucesso no seu pouso e se espatifou na superfície lunar. No final do artigo que publiquei aqui no OH, o qual insinuava algum tipo de intervenção externa para sabotar o pouso, escrevi que o que eu achava que realmente havia ocorrido foi uma falha devido à falta de experiência da esquipe israelense. Mas, se formos mesmo considerar friamente tudo que foi apresentado no artigo acima, não se pode deixar de ter uma “pequena pulga atrás da orelha”, não é mesmo?


terça-feira, 26 de março de 2019

A Misteriosa Montanha Onde as Pessoas Desaparecem

Essa é uma das formações geológicas mais misteriosas e ameaçadoras do mundo


No continente australiano, a 25 quilômetros ao Sul de Cooktown, encontrasse uma das formações geológicas mais misteriosas e ameaçadoras do mundo, a Montanha Negra.

Com 430 metros de altura, a montanha consiste de enormes rochas de granito preto empilhadas umas sobre as outras. Chamada de kalkajaka, ou montanha da morte pelos aborígenes, a montanha negra com suas numerosas cavernas e passagens escuras é considerado um lugar de muitas anomalias. 

Ivan Mackerle (Explorador \ Jornalista): A Montanha Negra é o lugar mais temido no norte da Austrália. Os habitantes temem ir lá porque muitos desapareceram sem deixar rastros. 

O primeiro desaparecimento documentado envolvendo colonos europeus ocorreu em 1877, quando um rancheiro procurava um touro perdido perto da montanha e nunca mais voltou.


Desde então, surgiram numerosas histórias de pessoas, cavalos e até rebanhos de gado que desapareceram no labirinto de rochas e nunca mais foram vistos novamente. Policiais e vigilantes que procuraram os desaparecidos também sumiram. 

Pilotos que sobrevoaram a montanha relataram estranhas ocorrências.  

Jonathan Young (Fundador, Joseph Campbell Archives): Pilotos que sobrevoam a montanha negra mencionaram uma turbulência incomum. Eles tiveram problemas magnéticos de navegação, ouviram barulhos altos e explosivos, e ouviram sons parecidos com gemidos. Então, é uma área muito estranha e anomala.

Ivan Mackerle (Explorador \ Jornalista): Alguns ufólogos na Austrália dizem que a montanha é a entrada para um império subterrâneo, habitado por uma raça de lagartos e monstros malignos. Os aborígenes não os chamam de alienígenas - como nós os chamariam -, eles chamam de demônios ou espíritos. 

Segundo exploradores, existe uma grande quantidade de passagens subterrâneas na Montanha Negra, e no meio desse labirinto, você pode ir para cima, para baixo, ou para os lados - é absolutamente extenso. 

Jonathan Young (Fundador, Joseph Campbell Archives): Os relatos da serpente do arco-iris estão entre as principais do folclore aborígene. Essas criaturas podem trazer o caos e a destruição, é sem duvida uma força tremenda. 

Segundo as historias e relatos (aborígenes), a serpente do arco-iris é a criadora de absolutamente tudo, e a montanha de pedra de kalkajaka é onde essa serpente mora. 

Giorgio A Tsoukalos (Alienígenas do Passado): No momento em que eu escuto falar de cobras e serpentes gigantes, eu penso imediatamente em todas as outras civilizações e culturas ao redor do mundo que possuem imagens semelhantes.. Os indus por exemplo, assim como existem lendas semelhantes na América do Norte como Kukulcan e Quetzalcóatl. 

Todas essas lendas descrevem enormes serpentes com asas voando pelo céu. Então, a serpente do Arco-Iris da Montanha Negra era uma entidade biológica ou era algum tipo de maquina voadora extraterrestre? Uma maquina, da qual as pessoas quando se aproximavam, adoeciam ou morriam devido aos seus gazes ou sua radioatividade? 

A australiana serpente do Arco-Iris pode ter sido alguma especie de nave alienígena que protegia a Montanha Negra de intrusos? Nesse caso o que ela protegia? 


Em 1872 uma expedição descobriu ouro próximo da Montanha Negra, em 20 anos 55 toneladas de ouro haviam sido extraídas. 

Erich Von Daniken (Autor, Chariots of the Gods): O ouro foi muito importante para todas as sociedades ao longo dos séculos e até hoje. O ouro não enferruja, o ouro não pode ser alterado a não ser por fundição. Na antiguidade os extraterrestres - ou deuses - pediram ouro aos humanos. Os humanos tinham que extrair ouro em minas e fazer oferendas aos deuses. 

É possível que a Montanha Negra não seja uma montanha natural, mas sim que foi construída para esconder escombros de uma antiga operação alienígena de remoção de ouro como alguns teóricos acreditam?


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

BOMBA! O Zica Vírus é uma Patente da Fundação Rockefeller?


A Organização Mundial de Saúde (OMS) chamou o Zika vírus de uma emergência de saúde global em 01 de fevereiro de 2016 sem detalhar muito sobre a doença. De fato, a maioria do público não sabe que ela está patenteada.

O zika, que é um vírus sexualmente transmissível, existe há muitos anos e é comercializado por duas empresas: Middlesex, fornecedora de culturas de células e microbiologia LGC Standards Ltd., situada no Reino Unido, e Manassas, fornecedora de micro-organismos American Type Culture Collection (ATCC), situada na Virginia.

Agora vem a questão de quem é o dono da patente do Zika vírus.

O vírus Zika é uma commodity que foi comprada online da parceria ATCC-LGC por 599 euros pela Fundação Rockefeller.

Um banqueiro americano e ex-presidente do conselho e diretor executivo do Chase Manhattan Corp., David Rockefeller, em um discurso em uma Reunião da Comissão Trilateral em junho de 1991, disse: “Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos sido submetidos às luzes da publicidade durante esses anos. Mas o mundo está mais sofisticado e preparado para marchar em direção a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros do mundo é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos passados​”.

Em 1947, os pesquisadores da Fundação Rockefeller colocaram um macaco rhesus em uma gaiola no meio da Floresta Zika, em Uganda. A equipe de pesquisa estava investigando possíveis causas da febre amarela, mas em vez de descobrir mais sobre isso, eles fizeram uma descoberta: o Rhesus 766 acabaria sendo conhecido como o primeiro portador do Zika vírus.

Como os mosquitos geneticamente modificados estão relacionados a essa história?

Em julho de 2012, a empresa de biotecnologia britânica Oxitec anunciou ao mundo que possuía uma fazenda de mosquitos geneticamente modificados (transgênicos) em grande escala no Brasil, que foi instituída com o objetivo de diminuir a incidência da dengue.

Todd Shelly, um entomologista do Departamento de Agricultura do Havaí, afirmou que 3,5% dos insetos em um experimento de laboratório conseguiram atingir a idade adulta apesar de portar um gene letal.

A tetraciclina e outros antibióticos estão surgindo no ambiente, em amostras de solo e água superficial. Esses mosquitos transgênicos foram projetados para morrer na ausência de tetraciclina (que foi introduzida no laboratório para mantê-los vivos por tempo suficiente para se reproduzir). Com a exposição à tetraciclina (por exemplo, em um lago), esses insetos mutantes podem realmente prosperar na natureza, criando potencialmente um cenário de pesadelo”, disse ele.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Abriram um Portal Dimensional no Céu da Ucrânia? - [VÍDEO]


Dizem que há dois tipos de portais dimensionais: os naturais (que existem em nosso planeta, naturalmente) e os artificiais, que foram construídos pelo homem ou por seres inteligentes como alienígenas, mas às vezes não são estáveis, embora permitam que você vá e retorne a outras dimensões. Dizem que os naturais só nos levam a outra dimensão, mas não nos permitem retornar. Fantasia, ou existe alguma realidade em todo esse mistério?

Recentemente veio a notícia de que certas tempestades elétricas emitem antimatéria no universo. Ou seja, essas tempestades por um breve momento se tornam um acelerador de partículas emitindo milhões de pósitrons no espaço. O mesmo se pretende fazer no CERN pela colisão de partículas a alta velocidade em sentidos opostos para criar antimatéria, o que é feito pelas tempestades de forma natural.

Para entender isso, vamos ver em que consiste a antimatéria. A antimatéria é o oposto da matéria, cada elétron (carga negativa) corresponde um anti-elétron (carga positiva), e cada próton (carregado positivamente), corresponde um antipróton (carga negativa), o nêutron, como é uma carga neutra, não tem oposto porque é o resultado da combinação de ambos.

A matéria e antimatéria são iguais em massa e opostas. Até mesmo seus movimentos de rotação são opostos, assim, se uma galáxia tem um movimento de rotação em uma direção, em algum lugar o seu oposto está em direção oposta. À anti-matéria também é dada propriedades terapêuticas. De fato existe um projeto no experimento CERN chamado ACE, que seria uma alternativa à radioterapia, eliminando células cancerosas sem danificar as saudáveis.

Também se considera a antimatéria como energia antigravidade. Por isso, nessas tormentas, os raios gama que são emitidos saem em direção oposta à gravidade para algum lugar do espaço, como o que foi detectado na Namíbia, que tinha 100 trilhões de pósitrons, uma quantidade muito maior que uma tempestade normal.

Outra notícia recente diz uma nova teoria de que os buracos negros poderiam ser o portal para outras nove dimensões e relaciona o CERN na busca destas entradas dimensionais. A colisão de partículas em direções opostas busca isso, encontrar uma partícula neutra capaz de abrir um portal. Em lugares como o Triângulo das Bermudas, os desaparecimentos documentados são precedidos por tempestades elétricas ou alterações magnéticas. Ou seja, há um reajuste na combinação de forças opostas, causando uma abertura dimensional.

No centro da nossa galáxia há um super buraco negro chamado Sagitário A. O ponto é que, recentemente, tem sido observado um aumento da sua atividade que foi descrito como um despertar, ou como em nome do experimento do CERN. Este despertar é atribuído a um objeto que chamaram de G2 aproximando-se do centro da galáxia. Acredita-se que o G2 seja uma nuvem de gás com uma massa três vezes maior do que a Terra, e teme-se que colidiu com o buraco negro . O engraçado é que a única coisa que aconteceu foi que ele mudou de estrela binária, em uma só.

Este fato pôde ser observado no observatório espacial W.M. Keck no Havaí. Ou seja, ele mudou seu estado duplo para único, a fim de escapar de ser engolido pelo buraco negro. Isso dá muito para pensar, é como deixar a dualidade da mente ser a si mesma para sair do truque da matriz. O Universo faz isso por si só, e o ato de observá-lo pode nos dar muitas respostas. A dúvida seria, o CERN tenta despertar algo a fim de abrir portais dimensionais para sairmos da matriz?

Em seguida, um vídeo interessante que mostra um portal que teria aparecido na Ucrânia. Não foi possível confirmar a autenticidade, mas em si é bastante interessante…

(Para informações de como ativar a legenda em português do vídeo abaixo, embora esta não seja precisa, clique aqui):

domingo, 27 de maio de 2018

A Face Mística do Terceiro Reich

Como os nazistas se apropriaram da suástica, um símbolo usado por hindus e budistas, e criaram a estapafúrdia "Teoria do Gelo Cósmico" - que explicaria tudo o que acontece no Universo.


Por Eduardo Szklarz

Uma das sementes do nazismo é uma corrente de pensamento que estava em voga na Áustria do século 19 – não por acaso, o lugar e o tempo em que o filho de dona Klara Pölzl e do seu Alois Hitler veio ao mundo. Estamos falando da “Ariosofia” – a “sabedoria sobre os arianos”. 

Seus líderes eram Guido von List e Jörg Lanz von Liebenfels, dois antissemitas raivosos e ultra-nacionalistas. Ambos pregavam a união de todas as populações de língua germânica da Europa, sob a liderança da Alemanha. Mas os ariosofistas tinham outras ideias também. A maior parte, completamente insanas. 

Eles evocavam uma era pré-histórica dourada, na qual sacerdotes ocultistas teriam governado sociedades compostas de super-homens. Esses líderes espirituais do passado praticariam o gnosticismo pagão, uma crença seguida por seitas heréticas que alegavam possuir a gnosis – um conhecimento esotérico especial. List gostava particularmente do conceito de dualismo dos gnósticos. Ou seja: da oposição entre luz e trevas, bem e mal, heróis e vilões, e assim por diante. Ele costumava dizer que o mundo material em que vivemos é intrinsecamente perverso e só o caminho espiritual poderia levar à salvação.

Para a Ariosofia, quem melhor sintetizava esse ideal pagão eram as tribos teutônicas, que haviam habitado o norte da Alemanha e a Escandinávia na Antiguidade. List, Lanz e outros teóricos racistas do século 19 às vezes se referiam aos teutônicos como “arianos”, “indo-europeus” e “nórdicos”. Pouco importava para eles a confusão que isso pudesse gerar na cabeça de quem os ouvia. O objetivo era um só: atribuir a um povo antigo, supostamente ligado aos alemães, a marca da superioridade racial. O ocultismo seria o único jeito de resgatar a força milenar dessa raça superior.

“Os ariosofistas diziam que uma conspiração de interesses antigermânicos, arquitetada principalmente por judeus, havia arruinado a sociedade gloriosa do passado em nome de um igualitarismo espúrio”, diz o historiador britânico Nicholas Goodrick-Clarke, uma autoridade no assunto, autor do livro The Occult Roots of Nazism (“As Raízes Ocultas do Nazismo”, inédito no Brasil). “O resultado teria sido uma decadência racial que jogou o mundo em guerras e crises econômicas. Seria preciso, portanto, recuperar os ensinamentos esotéricos e a virtude racial dos antepassados alemães a fim de criar um império pan-germânico.”

Para assumir o papel de guru do ocultismo, List se apropriou de vários símbolos ancestrais. Um deles foi a suástica, cruz que representava a boa sorte entre os antigos povos hindus e budistas. “List convenceu muita gente de que a suástica era um símbolo sagrado ariano, pois derivava do Feuerqidrl, a vassoura de fogo usada pelo deus germânico Mundelföri para criar o cosmos a partir do caos”, explica o historiador. O ocultista relacionou essa lorota ao Edda – compilação de mitos dos antigos nórdicos – e às runas – escrita nórdica usada em amuletos e rituais xamânicos. Para completar, ainda dizia ser um devoto de Wotan, o deus teutônico da guerra.

Como se vê, a Ariosofia era uma tremenda salada, que ficou ainda mais temperada ao incorporar as ideias da russa Helena Blavatsky, fundadora da Teosofia. Essa corrente filosófica misturava hinduísmo, gnosticismo, esoterismo e espiritismo com uma visão meio torta da teoria evolucionista de Charles Darwin. No fundo, o que a russa queria também era exaltar a “pureza da raça ariana”. Blavatsky criou uma sociedade teosófica nos Estados Unidos em 1875. Quatro anos depois, embarcou para uma longa temporada na Índia, onde se “aperfeiçoou” em temas como imortalidade da alma, carma e reencarnação.

O ponto alto da carreira dela foi a publicação, em 1888, do livro The Secret Doctrine (“A Doutrina Secreta”), no qual ela rastreia as origens da humanidade seguindo as pegadas de raças que teriam vivido há milhares de anos em continentes mitológicos como Atlântida, Lemuria e Hyperborea. As ideias de Blavatsky se encaixavam perfeitamente no ideário ocultista de List e Lanz. Antissemitas até a raiz do cabelo, os três acabariam se transformando em profetas de uma “nova era” de domínio alemão. E influenciando o pensamento que, mais tarde, daria origem ao nazismo. 


Clima mitológico

Os ariosofistas permaneceram à margem da vida política alemã naquele final de século 19. Mas suas ideias, segundo Goodrick-Clarke, foram absorvidas no início do século 20 por líderes nacionalistas e antissemitas. Entre eles, o barão Rudolf von Sebottendorff, fundador do movimento Reichshammerbund (“Liga do Martelo”) – o nome vinha do jornal O Martelo, que o barão começou a editar em 1902. O tabloide, naturalmente, era o seu veículo para propagandear a tese de que os judeus eram o grande problema da Europa. E que a “inferioridade” deles tinha raízes biológicas. A Liga do Martelo, na prática, era um projeto de partido político. Mas o barão também fundou uma espécie de seita, a sociedade secreta Germanenorden (Ordem Germânica), que replicava os graus de iniciação da maçonaria. Várias sedes dessa sociedade, nos mesmos moldes das lojas maçônicas, surgiram em toda a Alemanha, ajudando a disseminar os ideais tresloucados de seu criador.

Em dezembro de 1912, a Ordem Germânica já reunia 316 “irmãos” espalhados pelo país, todos monitorando atividades judaicas. O símbolo da ordem era uma suástica curva superposta com uma cruz. “Foi principalmente por influência dessa sociedade secreta e de sua sucessora, a Thule, que o emblema acabou sendo adotado pelos nazistas anos depois”, diz Goodrick-Clarke. Nos rituais, havia símbolos como o Santo Graal e trilha sonora de Richard Wagner, o compositor antissemita que exaltava os antigos teutônicos.

As reuniões da Ordem Germânica e da Thule atrairam gente que, depois, faria parte da cúpula do nazismo. Caso de Max Amann (general da SS), Dietrich Eckart (mentor de Hitler nos primeiros anos de sua carreira política), Alfred Rosenberg (teórico do Partido Nazista), Rudolf Hess (vice de Hitler em 1933) e Anton Drexler (fundador do Partido Nazista). E o mais engajado nas teses estapafúrdias era justamente o mais graúdo desses peixes: Heinrich Himmler, o número dois de Hitler.  

Nascido em 1900, Himmler era filho de um professor de literatura e de uma dona de casa fervorosamente católica. “Ele pertenceu a uma geração que ficou adulta durante a 1ª Guerra”, diz um de seus biógrafos, o historiador Peter Longerich. “Foi um jovem que, como tantos outros de classe média, viu a derrota alemã transformar sua vida.” Em 1923, pouco depois de se formar em agronomia, Himmler entrou para o Partido Nazista. Àquela altura, já tinha abandonado o catolicismo e se interessava por astrologia e mitos pagãos. Dois anos mais tarde, ingressou na SS e logo virou o chefe da seção da Bavária. Metódico, disciplinado e com um discurso convincente, teve uma carreira 
meteórica dentro da organização. 

Quanto mais alto chegava, mais se envolvia com o ocultismo. Perto de completar 27 anos, entrou para a Liga Artaman, um grupo místico que exaltava o sangue e o solo alemães. Ali, tomou contato com o Richard Walther Darré, futuro ministro da Agricultura de Hitler – outro esotérico que adorava teorizar sobre a superioridade ariana.

Em 1929, já promovido a Heichführer (a mais alta patente da SS), Himmler decidiu transformar sua tropa na elite do futuro Reich. Adotou como modelo a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos, uma milícia alemã que havia lutado contra muçulmanos em Jerusalém e estabeleceu um reino monástico na Prússia no século 12. Só que com uma diferença: a SS não seria cristã. “Himmler considerava que o cristianismo era uma força destruidora de nações e que os cavaleiros teutônicos tinha cometido um erro fatal ao adotá-lo”, diz o historiador alemão Peter Longerich, biógrafo de Himmler.

Mas afinal: o que o chefão da SS realmente pretendia ao evocar a Ordem Teutônica? “É difícil saber”, afirma o biógrafo. “Seus pronunciamentos sobre os teutônicos e a Idade das Trevas eram muito vagos.” Tudo indica que a intenção de Himmler era usar a ordem mais como propaganda do que qualquer outra coisa. O grupo continuava existindo na década de 1930, convertido numa simples associação católica chamada Ordem Alemã. Com a anexação da Áustria pela Alemanha, em 1938, ela seria proibida pelos nazistas – mas Himmler continuaria usando seus símbolos medievais para chamar atenção.

Quem mais exerceu influência sobre Himmler, pelo menos no que se refere a ocultismo, foi Karl Maria Wiligut, um ex-militar austríaco travestido de bruxo que alegava ser descendente do deus nórdico Thor. A doutrina dele era uma espécie de Ariosofia recauchutada, que situava o passado alemão num enredo de ficção científica barata. “A cronologia de Wiligut começava em 228 mil a.C., quando haveria 3 sóis no céu e a Terra seria povoada por gigantes, anões e outros seres mitológicos”, diz Goodrick-Clarke. 

Wiligut ingressou na SS em 1933, usando o codinome Karl Maria Weisthor, e, graças a todo esse “conhecimento” antropológico e astronômico sobre  assumiu um posto no governo nazi: o de chefe do Departamento de Pré-História. O cargo era meramente decorativo, criado sob medida para o mago. Wiligut também incutiu em Himmler a ideia de que o Tibet havia sido refúgio de uma civilização avançada – provavelmente a mesma que antes havia morado no continente perdido de Atlântida. Tinha também a “Teoria do Gelo Cósmico”, segundo a qual tudo que acontece no Universo é determinado pelo antagonismo entre sóis e planetas de gelo. Isso explicaria todas as catástrofes globais do mundo moderno. 

Os cientistas alemães, naturalmente, riam de tudo isso. Uma nação que havia produzido Johannes Kepler, talvez o maior astrônomo da história, agora tinha de engolir um charlatão que falava em “três sóis” e no “poder do gelo espacial”. Mas quem tinha as metralhadoras da SS a um pio de distância era Himmler. E ele apoiava esse bestiário teórico com fervor. “É fácil entender o motivo”, diz o pesquisador britânico Alan Baker, autor de Invisible Eagle – The History of Nazi Occultism (“Águia Invisível – A História do Ocultismo Nazista”, sem tradução para o português). “Para ele, essa tese servia como uma brilhante refutação da ciência materialista, personificada pelo judeu Albert Einstein.” Himmler não primava pelo quociente de inteligência.

Nos devaneios do líder da SS, ainda havia lugar para os cátaros, uma seita herege perseguida pela Inquisição medieval. “Os cátaros eram dualistas, pregavam a oposição entre um deus mau e um deus bom”, diz Baker. “O mau era Jeová, deus dos judeus no Velho Testamento, e isso agradava a Himmler”. Otto Rahn, o maior “especialista” em cátaros da SS, jurava que a seita havia guardado o Santo Graal nos Pirineus franceses. Himmler, é claro, acreditava na história.

Hoje, nenhum historiador questiona o fato de que Heinrich Himmler era mesmo um sujeito profundamente interessado em ocultismo. O que ainda se discute é até que ponto ele teria se envolvido com isso. O historiador Peter Longerich arrisca uma teoria interessante. Para ele, a mitologia germânica, reforçada por todo tipo de “ideias ocultas”, tornou-se uma espécie de religião substituta para Himmler. 

Pois é: apesar de muita gente considerá-lo a própria encarnação do demônio, Hitler não dava a menor bola para misticismos. Nas conversas informais, ele frequentemente ridicularizava o fascínio de Himmler pelo oculto. 

Mas o fato é que ele levou o mito da superioridade ariana e a paranoia antssemítica muito a sério. E as consequências foram bem mais reais do que as teorias estapafúrdias que vimos aqui.


Hitler e o cristianismo

Se, por um lado, o nazismo tinha uma face mística, por outro era radicalmente anticlerical. Mas o que isso significava na prática? “Heinrich Himmler almejava a destruição do cristianismo e a criação de uma nova religião germânica, baseada nas crenças dos antigos teutônicos”, diz o historiador Martin Ruehl. “Mas seu chefe, Adolf Hitler, se relacionava com o cristianismo de uma maneira muito mais pragmática. Para ele, as crenças religiosas eram irrelevantes, desde que não atrapalhassem a concretização de seus objetivos políticos”.

Exemplo desse pragmatismo foi a relação de Hitler com o cardeal Eugenio Pacelli, que mais tarde se tornaria o papa Pio 12. Um se sentia ameaçado pelo outro. Mas, apesar da desconfiança mútua, ambos viram vantagens em evitar o enfrentamento e acabaram assinando uma concordata em 1933. Pelo acordo, todos os alemães ficaram sujeitos às leis canônicas, o que garantiu a continuidade da ingerência do Vaticano sobre os assuntos religiosos na Alemanha. Em contrapartida, o pacto pôs fim ao Partido do Centro Católico, única agremiação democrática que restava no país. Assim, Hitler tirou a Igreja da esfera política – um problema a menos para instaurar sua ditadura.


domingo, 20 de maio de 2018

Cientistas Detectaram o 9º Planeta do Sistema Solar - Finalmente Nibiru?


Os cientistas dizem – mais uma vez – que um mundo antes desconhecido pode espreitar nos limites mais externos do nosso sistema solar.

Por vários anos, os astrônomos têm debatido se tal planeta existe ou não além da órbita de Plutão.

Agora, um novo estudo pode ter finalmente encontrado evidências  de que o mundo elusivo – apelidado de Planeta Nine – não é apenas um mito.

Usando dados do Dark Energy Survey – um levantamento na gama próxima ao infravermelho, como também a visível, que visa investigar a dinâmica da expansão do Universo e o crescimento da estrutura em larga escala – especialistas avistaram um objeto nunca antes visto.

E embora o Dark Energy Survey seja uma ferramenta improvável para encontrar objetos dentro do sistema solar, já que quase todos orbitam dentro do plano, foi útil para detectar o objeto recém-encontrado: ele tem uma órbita inclinada em 45 graus em relação ao plano do sistema solar, e é algo que os cientistas no novo estudo não esperavam ver.

No entanto, foi algo previsto por Batygin e Brown, pesquisadores do Caltech que propuseram em 2016 que o planeta era real.

Mas, apesar disso, David Gerdes, astrônomo da Universidade de Michigan e coautor do novo artigo, disse à revista Quanta:

Não é prova de que o Planeta Nove existe.
Mas eu diria que a presença de um objeto assim em nosso sistema solar reforça o caso do Planeta Nove.

O novo estudo descreve como os astrônomos se depararam com um objeto rochoso ‘distante’ – talvez tão grande quanto um planeta anão – que eles argumentam que foi empurrado para uma órbita extraordinária pela força gravitacional de um mundo massivo e desconhecido.

Eles argumentam que esta descoberta oferece uma evidência sem precedentes de que o Planeta Nove deva estar em algum lugar.

Em 2016, os astrônomos investigaram as estranhas órbitas de seis objetos em uma região distante de corpos gelados que se estendiam além de Netuno. Os objetos tinham órbitas que apontam na mesma direção e são inclinadas em 30° para baixo em comparação com o plano solar, no qual os oito planetas circulam o Sol. Este fato, dizem os especialistas, é um sinal revelador da existência de um mundo massivo. Crédito de imagem: Caltech.


Planet Nine – Um astrônomo mundial procura desesperadamente

O mundo alienígena foi proposto pelos astrônomos do Caltech em 2016, quando eles descobriram como um grupo de objetos gelados na borda do nosso sistema solar tem órbitas estranhas e inclinadas.

Gregory Laughlin, astrônomo da Universidade de Yale, disse:

Ele tem um magnetismo real.
Quero dizer, encontrar um planeta com 10 massas terrestres no nosso sistema solar seria uma descoberta de magnitude científica inigualável.

Os astrônomos da Caltech sugeriram como as órbitas dos chamados objetos trans-netunianos (TNOs – sigla em inglês) eram alterados pela atração gravitacional de um planeta com dez vezes a massa da Terra, localizado além de Plutão.

Pesquisadores descobriram então como os TNOs tinham órbitas elípticas apontando na mesma direção. Eles também descobriram que os objetos foram inclinados em torno de 30 graus ‘para baixo’ em comparação com o planeta em que os planetas do nosso sistema solar orbitam o sol.

E embora tenha havido muitas evidências que sugerem que tal planeta não seja apenas um mito, não identificamos o mundo indescritível no céu.


NASA diz que esse planeta provavelmente é real

Em 2017, a NASA se juntou à discussão sobre o planeta elusivo. A Agência Espacial destacou cinco linhas diferentes de evidências que sugerem que tal planeta seja real.

A Agência Espacial dos EUA também disse que a ‘inexistência’ do Planeta Nove gera mais problemas do que resolve.

O Dr. Konstantin Batygin da Caltech disse:
Há agora cinco linhas diferentes de evidências observacionais apontando para a existência do Planeta Nove. Se você remover essa explicação e imaginar que o Planeta Nove não existe, você gera mais problemas do que resolve. De repente, você tem cinco quebra-cabeças diferentes e precisa criar cinco teorias diferentes para explicá-los.


domingo, 29 de abril de 2018

A Polêmica e Suposta Câmara Secreta Sob A Esfinge Egípcia


Muitos pesquisadores propuseram há muito tempo que existem muitas câmaras localizadas dentro da Grande Esfinge e abaixo dela. Alguns até sugeriram que o mítico ‘Salão de Registros’ está localizado logo abaixo deste misterioso monumento antigo.

Diz-se que o Salão de Registros detém a chave para entender nossa civilização e a história real da humanidade. E há ainda afirmações mais estranhas de que há até mesmo túmulos de alienígenas sob a grande Esfinge, mas isso tudo ainda está para ser comprovado. A falta de investigação leva muitos a acreditar que isso é porque eles já sabem as respostas (secretamente), e aqueles que estão no poder colocaram bloqueadores em todas e quaisquer tentativas de investigar a Esfinge ou abaixo dela. É uma loucura, mas o fato é que é verdade.


Ninguém parece querer que este lugar seja revistado, por isso temos que ir com fotografias e testemunhos iniciais e possíveis relatos de testemunhas oculares sobre o que está lá embaixo.

Certo, agora isso é algo sério demais:

Observe a abertura no alto da cabeça na fotografia 1. Muitos relatórios iniciais da Esfinge incluíam detalhes de 3 ou 4 aberturas ao redor da esfinge, levando a complexos sistemas de túneis, contendo túmulos com artefatos alienígenas. Algo dentro desses sistemas de túneis levou o governo egípcio e até mesmo a CIA a intervir e restringir o acesso em razão de “segurança da nação”.

A segurança da nação? De que nação eles estão falando? Egito ou Estados Unidos? E mais ainda, desde quando a CIA tem estado remotamente incomodada com a segurança nacional do Egito? Então, ali mesmo, está a bandeira vermelha, que é a arma fumegante também que implora às pessoas que investiguem mais.

A CIA interveio e impediu que as próprias autoridades do Egito investigassem mais alguma coisa. Eles bloquearam qualquer porta, aberturas escondidas e quaisquer outras aberturas que levassem a algum lugar que tivesse coisas que eles não queriam que ninguém visse… …Ou é uma carga de ouro, como toneladas, ou são artefatos alienígenas. Mas nós sabemos que não havia ouro…

Mas é uma boa teoria da conspiração porque isso é história e não algum seriado de crime de TV estúpido que é fabricado. Esta é uma história real e tangível, está bem ali no Egito e tudo o que é preciso é que alguém com grande coragem vá até lá e entre como se fosse dona dela…

…Vai ser preciso um bom linguista e uma mente determinada com intenções fortes para entrar na Esfinge …

Então aqui está uma trecho do CatchPenny.org que afirma:

A ideia de que há uma câmara sob a Grande Esfinge de Gizé provavelmente tem suas raízes na antiguidade. Em sua ‘História Natural’, Plínio escreveu:
Na frente delas (ou seja, das Pirâmides de Gizé) está a Esfinge, que merece ser descrita ainda mais do que elas, e ainda os egípcios passaram em silêncio.
Os habitantes da região a consideram como uma divindade. Eles são da opinião de que um rei Harmais está enterrado dentro dela … (Livro 36 XVII)

Você vê que eles (o povo local) acreditam que há um rei enterrado dentro dela (da Esfinge) e não um alienígena. Então alguma coisa ou alguém foi enterrado dentro dela… É Edgar Cayce quem acreditava e falou muito de que havia um Salão de Registros sob a Esfinge no Egito.
Se há uma coisa sobre a Esfinge é que ela foi mudada ao longo dos anos com um variado grau de tentativas para salvar algo, seja na forma, no tamanho ou no interior.

As mudanças provavelmente foram o formato real da cabeça, porque os especialistas dizem que uma cabeça de cão seria muito mais provável, porque é assim que ela é descrita em outro lugar. E mais, uma cabeça de cão se assentaria perfeitamente no lugar do que está lá agora. A cabeça que está lá agora é pequena e parece que ela foi moldada de uma cabeça original de um cão…

Agora, esta e a pesquisa interessante que encontramos, e leia cuidadosamente:

Os Rosacruzes aproveitaram a idéia de uma câmara secreta como um lugar de iniciação. (Para mais informações e diagramas de seu ‘Salão Subterrâneo’, veja A Visão Rosacruz.) Em anos mais recentes, a teoria de câmaras ainda não descobertas na área da Esfinge foi popularizada por autores  que criticaram os egiptólogos ‘tradicionais’.

Em seu livro “The Message of the Sphinx” (A Mensagem da Esfinge), Graham Hancock e Robert Bauval relatam o uso da tecnologia moderna para investigar o terreno em torno da Esfinge: Em 1973-4, o primeiro de uma série de projetos pioneiros sérios foi lançado, usando penetração no solo, radar e outro equipamento de sensoriamento remoto de alta tecnologia para localizar ‘anomalias’ sob o leito de rocha abaixo da Esfinge. Esses projetos foram canalizados por meio de instituições acadêmicas bem estabelecidas – a Universidade Ain Shams, no Cairo, e o prestigioso Stanford Research Institute (SRI), nos EUA. Em 1977, a National Science Foundation dos EUA financiou um projeto em Gizé envolvendo novamente o SRI. Desta vez, foram utilizadas várias técnicas novas, como medidas de resistividade (de hastes de metal impulsionadas na rocha através das quais uma corrente elétrica foi passada), magnetômetro e também as mais recentes técnicas de fotografia aérea e infravermelho térmico.

De acordo com o relatório oficial da equipe do SRI:

Várias anomalias foram observadas como resultado de nossa pesquisa de resistividade na Esfinge… Atrás das patas traseiras (extremidade noroeste) encontramos duas travessas. A anomalia poderia ser devido a um túnel alinhado de noroeste a sudeste.
Duas outras anomalias foram observadas, no fundo da rocha, na frente das patas da Esfinge.

O que você acha disso?

É interessante notar que existem câmaras escondidas sob as patas e sob a parte de trás da Esfinge, o que dá ainda mais credibilidade à teoria do túmulo alienígena…


quarta-feira, 25 de abril de 2018

Esfera Voadora Explode no Solo de Yellowstone, Objeto é Encontrado e... [VÍDEOS]


Uma série de eventos estranhos ocorreram em Yellowstone (EUA), nos dias 21 e 22 de abril de 2018, e parece que os eventos foram encobertos.

Uma câmera de transmissão ao vivo do Parque Yellowstone mostra uma esfera brilhante que se aproxima e explode na frente da câmera.

Depois, os guardas florestais são trazidos para a área onde o chão está todo agitado e, em seguida, a filmagem mostra os guardas apontando uma lanterna em algo estranho no chão. Uma pessoa, um animal ou um ser, mas não parece ser uma pessoa.


No dia seguinte, um leve pilar de luz subindo para o céu no lado esquerdo da tela e uma forma de triângulo branco muito definida aparecem. O triângulo começou a mudar de forma um pouco e, em seguida, o que parecia uma bolha translúcida veio da esquerda e se moveu para onde o ele estava.

Depois de alguns minutos, a forma branca começou a se mover para baixo até que desapareceu atrás do monte. Aterrissou na parte da frente da linha das árvores.

Logo depois disso, um helicóptero passou. Esse helicóptero estava procurando por algo, já que a luz de busca estava ligada em baixa altitude e focada no solo.


Um comentarista confirmou que na manhã seguinte eles encontraram um cadáver no rio Yellowstone e ele disse que se esse corpo deitado no chão na webcam Old Faithful era realmente uma pessoa ou outra coisa, então talvez esses dois eventos estejam conectados.

O primeiro vídeo mostra os incidentes da esfera brilhante, guardas florestais e do corpo morto. O segundo vídeo mostra a bolha translúcida e o incidente da forma triangular branca.


quinta-feira, 5 de abril de 2018

DISCOS DROPA Foram Decodificados e Revelam Vinda de EXTRATERRESTRES no Passado?


As Montanhas de Bayan Kara Ula são uma das áreas mais isoladas da Terra. A cidade mais próxima é Lhasa, no Tibet, a uma distância de 640 km ao sul, por um terreno inacessível. Atualmente, está habitada por tribos de pessoas muito distintas dos povos que moram nas redondezas. Denominados Dropas (ou Dzopa) eles não se encaixam em nenhuma categoria racial estabelecida pelos antropólogos. Em primeiro lugar, eles são de pequena estatura. A altura média de um adulto é de 1,25 m. São amarelos, suas cabeças são desproporcionalmente grandes, quase calvos e seus olhos são grandes e azulados. Seus traços são praticamente caucasianos e seus corpos são sumamente delgados e delicados. O peso médio de um adulto é de aproximadamente 50 kg.


O Achado

Em 1938, Chi Pu Tei, professor de arqueologia da Universidade de Beijin, conduzia alguns de seus estudantes em uma expedição a uma série de grutas que se entrelaçam nas montanhas de Bayan Kara Ula, entre as fronteiras de China e Tibet. Conforme entravam, deram-se conta de mais cavernas. Era um sistema completo de túneis artificiais. As paredes eram quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas acharam sepulturas com estranhos esqueletos. Essas ossadas eram pequenas e delgadas e com crânios muito desenvolvidos.

A princípio se pensou que as grutas havia sido um lar de uma espécie desconhecida de primata. Porém, essa ideia se descartou ao encontra os esqueletos enterrados. O professor Chi Pu Tei indagou, "quem conhece algum primata que enterra outro?”. Sobre as paredes havia pictogramas copiados do céu: o Sol, a Lua, as estrelas e a Terra com linhas de pontos que os conectavam. Entretanto, faltava ainda o descobrimento mais fantástico de todos. Semi-enterrado, devido à sujeira da gruta, havia um disco de pedra, obviamente feito por uma mão de uma criatura inteligente. O disco media 22,7 centímetros de diâmetro e dois centímetros de grossura, também tinha um buraco no centro perfeitamente circular de dois centímetros de diâmetro. Dali surgia um sulco fino em espiral. Havia caracteres escritos exteriormente. Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade - muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egito. Contudo, não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 pratos. E cada um com caracteres diferentes.


Os Discos

Os discos haviam sido etiquetados junto com os restos dos achados da expedição e guardados na Universidade de Beijing, desde o dia de seu descobrimento. No decorrer de 24 anos, outras pessoas haviam tentado decifrar as estranhas inscrições nos círculos, porém sem êxito algum. Foi o professor Tyson um dos que, em 1962, se interessou pela editoria dos discos e se propôs a decifrar seu significado. 

Esqueleto de um dos extraterrestres Dropa encontrado nas cavernas de Byan Kara Ula. A foto foi obtida por Karin Robin Evans durante uma expedição em 1947.

Ele e seus colegas descobriram que os sulcos espirais não eram simples desenhos, mas também, uma escritura incrivelmente antiga, gravada de algum modo desconhecido e de um tamanho quase microscópico. Se isto for certo, seria a escritura mais antiga do mundo, já que, como exposto anteriormente, os discos tem uma antiguidade de 8.000 a 12.000. Para começar, o professor, com ajuda de uma lupa, foi transcrevendo, minuciosamente, os caracteres do disco para um papel. Durante este processo, perguntas assaltaram o professor tais como: "Como pode um povo primitivo fazer uns discos tão exatos?"; "Como elaboraram uma escritura quase microscópica?” e "Quem eram e para quê fim produziram essas centenas de discos?"

Uma vez que os caracteres dos discos foram copiados, o professor Tsum Um Nui e seus colegas começaram a árdua tarefa de tentar decifrar seu conteúdo. Finalmente, intercambiando desenho com palavras e frases chegou a decifrar parte do código ou escritura. Feito isto, se dedicou a ordenar os discos da forma mais coerente que pôde, e assim, fazer uma transcrição parcial. A história contada nos discos era simplesmente assombrosa.


A História

O Professor passou para o papel a transcrição, assim como suas conclusões e o apresentou na universidade para sua publicação posterior, mas foi censurado. Em 1965, inesperadamente, um artigo escrito pelo filólogo russo Vyacheslav Saizev, apareceu na revista alemã Das Vegetarische Universum, e na revista anglo russa, Sputnik, contando a história dos discos e um extrato sobre o que havia sido decifrado pelo professor Tsum Um Nui. Os círculos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes da nave (Dropas) buscaram refúgio nas grutas das rochas e apesar de suas intenções pacíficas, os Dropas não foram compreendidos pelos membros da tribo Ham, os quais ocupavam as cavernas vizinhas, eles temiam que fossem inimigos que queriam apoderar-se de seu território, perseguiram e mataram alguns Dropas. Quando finalmente a tribo compreendeu a sua linguagem, por sinais, admitiram-nos em seu território ao saber que os recém chegados tinham intenções pacíficas. Os discos também contam como os Dropas não conseguiram reparar os danos na nave e ficaram impossibilitados de voltar ao seu planeta de origem, tendo de viver na Terra.