sábado, 5 de outubro de 2013

Astronauta Edgar Mitchell afirma: VISITAS DE EXTRATERRESTRES SÃO REAIS!

O astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem na lua, atesta a visita extraterrestre e acobertamento militar. Ele afirma que pelo menos um UFO já se acidentou na Terra e foi resgatado por militares norte-americanos, que o desmontaram para conhecer seu funcionamento. (Assista os vídeos no final da matéria).


Por: Equipe revista UFO

Aos 83 anos, Edgar Mitchell dedica-se a seu Noetics Institute,
 importante instituição voltada para o pensamento
e a ciência holísticas
"Alienígenas existem e suas naves são verdadeiras. Pelo menos uma já se acidentou na Terra e foi resgatada por militares norte-americanos, que a desmontaram para conhecer seu funcionamento. É possível também que sofisticados aviões de espionagem e outros aparatos de alta tecnologia estejam funcionando graças a princípios obtidos por cientistas nos destroços de naves alienígenas acidentadas". Essas palavras não partiram de um ufólogo apaixonado, como seria de se esperar, mas do astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar na Lua. Ele tem proferido polêmicas palestras em várias partes do mundo, defendendo a realidade do fenômeno UFO e sua origem não terrestre. "Sabemos que os UFOs são reais. São naves que vêm de fora e os governos sabem disso", declarou Mitchell, numa entrevista ao repórter Eliot Kleinberg, do Palm Beach Post, de Miami.

Vários astronautas se rebelaram

Esta e outras recentes entrevistas do autor confirmam aquilo que já se sabia: vários astronautas norte-americanos não querem mais atender às determinações da NASA para se calarem diante do que sabem sobre discos voadores e seres extraterrestres. Quase todos eles, tendo operado nas mais variadas missões espaciais, tanto orbitais terrestres como de vôo à Lua, fizeram observações de UFOs – e alguns tiveram contatos até mais próximos com o fenômeno. O mesmo aconteceu com os cosmonautas russos, que começaram a revelar o que sabem há bem mais tempo que seus colegas norte-americanos.

A transformação de Mitchell não é recente. Desde seu retorno do espaço, quando fez parte da missão Apollo 14, em fevereiro de 1971, o astronauta já demonstrava ter adquirido o que ele próprio chama, hoje, de "uma maior consciência". Mitchell pisou na Lua no dia 05 daquele mês, sendo piloto do módulo lunar ao lado do comandante da missão, Alan Sheppard Júnior, e de Stuart Roosa. Durante o vôo espacial, segundo fontes, ele teria feito diversos experimentos de telepatia, tentando manter um diálogo mental com pesquisadores do tema, na Terra. "Temos que expandir nossos horizontes, embora tal processo nos apresente mais perguntas do que respostas", declarou ao voltar do espaço. De fato!

O recente livro de Edgar Mitchell, The Way of the Explorer: An Apollo Astronaut's Journey Through the Material and Mystical Worlds [O Caminho do Explorador: A Jornada de um Astronauta da Apollo Através de Mundos Materiais e Místicos, ainda sem tradução no Brasil], despertou imensa polêmica quando foi publicado, em 1996. A obra foi conjunta com o autor Dwight Williams. Nela, Mitchell declara textualmente sua crença na multiplicidade da vida no universo. O livro contém a base da filosofia de trabalho do Instituto de Ciências Noéticas (ICN), que o astronauta fundou nos Estados Unidos. Segundo ele, a inspiração para criar o ICN surgiu-lhe quando viu a Terra a partir de uma órbita elevada. Isso o teria conduzido no sentido de buscar respostas espirituais para os fatos materiais da vida.

O bom, o ruim, o feio

Ativíssimo no movimento ufológico mundial, Mitchell é uma voz que não se cala quando está em jogo a credibilidade da ufologia. Em ocasião recente, ao ter seu nome usado inapropriadamente pelo ufólogo norte-americano Steven Greer, fundador do polêmico e combatido Disclosure Project [Projeto Abertura], fez duras críticas aos integrantes da Ufologia daquele país que buscam respostas fáceis e notoriedade na imprensa às custas do trabalho alheio. O recado para Greer foi contundente. Mitchell, que já havia feito parte do projeto, viu seu desenvolvimento divergir da proposta inicial e não concorda que o Disclosure hoje beneficie seu fundador, em detrimento de uma conduta lícita na ufologia. Por causa dessa atitude, o astronauta foi recentemente incluído na lista O Bom, o Ruim e o Feio da Ufologia Norte-Americana, que está publicada no site AQUI.

A lista – uma paródia de um filme de faroeste dos anos 60, que tinha Clint Eastwood e Lee Van Cleef no elenco – é uma iniciativa dos ufólogos dos EUA que policiam constantemente o meio, sempre denunciando a atuação pouco recomendável de ufólogos sem credibilidade. Apenas a título de curiosidade, entre os classificados como "bons ufólogos" estão, ao lado de Mitchell, o expert em círculos ingleses Colin Andrews, o piloto comercial James Courant, o presidente do National UFO Reporting Center (NUFOC) Peter Davenport e o professor de psiquiatria da Universidade de Harvard John Mack. Entre os "maus" estão listados Walter Andrus, ex-diretor da Mutual UFO Network (MUFON), e Derrel Sims, que alega (sem nunca ter provado) ter sido agente da CIA e especialista em implantes alienígenas. E entre os "feios" estão Michael Hesemann, ex-editor da revista alemã Magazin 2000, e Bob Oechsler, conferencista.

Despertar cósmico

Mitchell, com sua roupa de astronauta, caminha nas imediações da nave
Mesmo que possa ser considerada como uma forma de reconhecimento por sua atuação, a lista não envaideceu Edgar Mitchell. Pelo contrário, o astronauta acha que iniciativas como essa acabam por distrair a opinião pública do verdadeiro âmago da questão ufológica. E tal distração é altamente prejudicial. O fato é que Mitchell, em algum lugar do espaço sideral, experimentou um despertar cósmico que mudou sua vida. "Passei horas olhando para fora da janela da Apollo 14", declarou a Kleinberg, do Post. "Isso ampliou meus horizontes". Desde então, fundou o ICN para estudar o inexplicado, escreveu seu livro e se mantém ocupado num intenso circuito de conferências. "Há muitas pessoas como eu, questionando, desafiando, mantendo uma mente aberta acerca do inexplicado".

Edgar Mitchell fez doutorado em aeronáutica e astronáutica no Massachusetts Institute of Technology (MIT), em 1964. Foi capitão da Marinha dos EUA durante 20 anos e teve papel decisivo na operação que resultou no salvamento da Apollo 13, avariada em órbita da Terra, em 1970. Enquanto muitos de seus companheiros dos anos 1960 permanecem quietos quanto às experiências ufológicas que tiveram, Mitchell, hoje com 83 anos, não economiza palavras para descrever o quão importante considera, para toda a humanidade, descobrir-se apenas um grão de areia num incomensurável deserto cósmico, repleto de outros grãos semelhantes, cada um uma civilização alienígena ainda por ser contatada.

Morando numa fazenda, cuja casa, enorme, é abarrotada de livros, esculturas, pinturas e fotografias, Mitchell tem tempo para dedicar-se a escrever mais um livro, que espera lançar no ano que vem. Seu interesse vai além da astronáutica e da ufologia. Em sua residência, o item que mais chama atenção, ao lado de placas e memórias da sua carreira na NASA, é uma tapeçaria curda que comprou na Turquia, em 1982, durante uma missão científica para encontrar documentos e artefatos dos nestorianos, uma seita antiga cristã. O astronauta tem fascínio por história e extintas civilizações, e devora toda obra literária que traga informações sobre a origem do ser humano terrestre e sua trajetória cósmica. "Nossa vida não se resume a essa breve passagem pela Terra. Há mais, muito mais", garante.

Na foto, o suposto corpo de um dos alienígenas
que tripulavam o UFO que caiu em Roswell
Que aconteceu em Roswell?

Nascido na época da depressão econômica dos EUA, no oeste do Texas, Mitchell cresceu numa fazenda em Artesia, Novo México. Um dia, indo para a escola, perto de Roswell, viu Robert Goddard lançando foguetes experimentais que ele mesmo fabricava. Goddard é hoje considerado o precursor dos modernos foguetes. Desde aquele tempo, Mitchell já era curioso para saber ao certo o que teria acontecido em Roswell, a modesta cidade desértica que ficou mundialmente conhecida, quase 20 anos depois, como o local da queda de uma nave alienígena, em junho de 1947. Ele estava num navio da Marinha dos EUA no Oceano Pacífico, em 1957, quando os soviéticos chocaram o mundo lançando o Sputnik e começando a corrida espacial. Decidiu então, com apenas 27 anos, engajar-se no incipiente programa espacial da NASA. "Desde aquele momento eu soube que os humanos não poderiam estar tão atrasados que não pudessem se aventurar pelo espaço". E foi seguir seus instintos.

Começou a voar com 13 anos e obteve sua licença de piloto aos 16. Depois da faculdade, alistou-se na Marinha e atuou em missões de combate na Guerra da Coréia. Conquistou duas graduações com louvor, antes de entrar para o MIT, onde defendeu como tese um trabalho que simulava uma missão para Marte – em 1964. Mitchell juntou-se ao corpo de astronautas na NASA dois anos mais tarde, em 1966. Menos de 10 meses depois, três de seus colegas foram vaporizados por uma bola de fogo que surgiu da explosão da Apollo 1, durante seu trágico lançamento. "O programa espacial era um negócio arriscado e sabíamos disso. Uma pessoa não pode perder seus amigos e não ser afetado", declarou. Mas mesmo assim não desistiu.

Viagem à Lua foi complicada

O astronauta Edgar Mitchell se recusa a obedecer as ordens
das autoridades norte-americanas para permanecer em silêncio
quanto à questão da existência de vida fora da Terra
Apesar do acidente, o programa espacial continuou e Mitchell especializou-se na operação do módulo lunar, a parte mais complexa de uma viagem à Lua. Seu papel na missão consistia em desatracar o módulo do foguete, ainda em órbita de nosso satélite, e pousá-lo suavemente em sua superfície. E depois, coisa mais complicada ainda, decolar da Lua e reatracar-se no foguete, quando então volta à Terra. Mitchell estava escalado para a desastrada missão Apollo 13, mas foi preterido para a seguinte. Assim, juntou-se à equipe da Apollo 14 na missão que durou vários dias entre a ida à Lua, pouso e retorno, descendo no Oceano Pacífico em 09 de fevereiro de 1971.

omo ocorreu nos dias negros após os desastres dos ônibus espaciais Columbia e Challenger, as missões à Lua da década de 70 também estavam atrasadas por causa da crise da Apollo 13. Mitchell sabia que sua responsabilidade seria tremenda, na Apollo seguinte. "Se o resultado da missão fosse qualquer coisa que não um sucesso total, a NASA teria dificuldades em readquirir a confiança do público e do governo em favor do programa espacial".

33 Horas e Meia

Ele estava certo. Mesmo com atraso, finalmente, a Apollo 14 subiu e foi exemplarmente bem sucedida. Pouco tempo depois, cortes no orçamento da agência espacial determinariam o cancelamento das missões Apollo 18, 19 e 20 – a Apollo 17 foi a última. Mitchell e Alan Sheppard passaram 33 horas e meia na Lua. Foi Sheppard quem deu uma tacada de golfe no planeta – a primeira jogada cósmica do esporte. Mitchell, sem que os demais tripulantes da Apollo 14 soubessem e seus superiores na NASA autorizassem, realizou diversos experimentos secretos de emissão e recepção telepática e outros testes de percepção extra-sensorial.

"Estava ciente de que poderia ter problemas, mas achei que devia arriscar, pelo bem da ciência", disse. Assim, por quatro vezes, a bordo, focalizou sua mente em números, que tentou transmitir telepaticamente. Descobriu posteriormente que os testes deram positivo em 35 de 400 vezes, o que realmente não constitui uma façanha. Depois do retorno da Apollo 14, um dos participantes vazou os testes para a imprensa, mas Mitchell não sofreu represálias, pois a NASA achou um meio de capitalizar isso em seu favor.

Mas foi outra experiência que ele teve durante sua navegação de retorno à Terra que mudaria sua vida. Finalmente, em 1996, Mitchell revelou que experiência foi em suas memórias, The Way of the Explorer. "O que vivenciei durante aqueles dias de viagem de volta para casa não era nada menos do que um senso de conectismo universal", referindo-se ao que ele descreveu como uma religação sua com o Cosmos. "Na verdade, senti um êxtase de unidade com o espaço". Mitchell escreveu que nossa ação como viajantes espaciais e a existência do próprio universo não era acidental, mas que havia uma lógica inteligente por trás disso. "Percebi que o universo é, de algum modo, consciente". Um ano e meio depois, em 1972, Mitchell deixou a NASA e a Marinha. O programa da Apollo havia terminado, o Space Shuttle o substituiria dali uma década e ele decidiu que mudaria radicalmente sua vida, colocando em prática aquilo que o impulsionava.

Vivências extra-sensoriais

Começou a pesquisar literatura mística, incluindo religiões hindus e budistas, e acabou conseguindo vívidas experiências transcendentais. Entre elas, a samadhi, palavra que em sânscrito descreve uma espécie de estado de consciência e unidade total. Mitchell garante que todas as formas de religiões tradicionais têm fortes conteúdos que podem levar o indivíduo a ter vivências extra-sensoriais, como a clarividência, por exemplo, e outros feitos supostamente sobrenaturais. "Mas eles não têm nada de extraordinário e estão dentro da capacidade de todas as pessoas. A maioria das experiências denominadas místicas e espirituais são parte das propriedades de todo organismo vivo". Assim, em janeiro de 1973, vendo a necessidade de ampliar a difusão que já vinha fazendo de tais conceitos, fundou o Instituto de Ciências Noéticas [Mente em grego].

A entidade não tem fins lucrativos e elenca cientistas, filósofos e estudantes religiosos. O ICN investiga os eventos psíquicos e espirituais com fundamentação científica avançada. Mitchell atua na organização como consultor e preside seu conselho de administração. Sua meta é levar os conceitos que expõe para fora do reino da ficção ou da aberração e trazê-los para a perspectiva científica. Ele também atua como consultor da entidade baseada em Las Vegas National Institute for the Discovery of Science [Instituto Nacional para a Descoberta da Ciência, NIDS], fundado pelo milionário do ramo hoteleiro Bob Bigelow, um aficcionado por Ufologia e astronáutica que pretende lançar o primeiro hotel especial. 

Até mesmo quando Edgar Mitchell busca paz interior, sua vida pessoal nem sempre é tão calma quanto gostaria. Enfrentou divórcios e processos de paternidade impetrados por suas ex-namoradas. Mas nada disso o afastou de seu caminho. Mudando-se para Palm Beach, na Flórida, ainda em 1972, Mitchell fez amizade com G. Pope, então editor do The National Enquirer, e fundou jornais tablóides em Lantana, no mesmo Estado. O trabalho de Mitchell no Enquirer era coordenar, com suas conexões no mundo psíquico, trabalhos que pudessem trazer esclarecimento sobre a paranormalidade. Ufologia viria em seguida. Hoje, Mitchell vive de sua aposentadoria da Marinha, dos royalties do seu livro e de suas conferências. Ele diz que o que o incomoda é que, durante os últimos 3.000 anos, temos nos perguntado quem somos, como chegamos aqui e para onde vamos? "E se não agirmos rápido numa tentativa de conhecer nossos visitantes, continuaremos com as mesmas indagações por muito mais tempo".

O que Edgar Mitchell fala sobre...

A Challenger e o Colúmbia
"Durante os últimos 20 anos, a NASA estabeleceu dias de trabalho para as missões espaciais. Isso é importante, mas não excitante. Levou à construção acelerada da Estação Espacial Internacional, mas tirou o brilho que havia na conquista do espaço. Entretanto, agora, está recuperando isso com novas missões a Marte e projetos de futuras missões tripuladas para explorar a Lua e o Planeta Vermelho".

Nasa antes e agora
"Quando trabalhei na agência, do começo dos anos 1960 até meados da década seguinte, havia mais excitação, mais sensação de aventura. Nossas equipes eram mais dedicadas, unidas e motivadas. Tal motivação durou até o programa Apollo e hoje já não é tão intensa. De qualquer forma, não estávamos cientificamente prontos, naquela época, para ir mais fundo no espaço".

Missão tripulada a Marte
"Quando o presidente George W. Bush revelou o seu desejo de enviar uma missão a Marte, isso me surpreendeu imensamente. Podia ser apenas um golpe de marketing dele, mas estou seguro de que um dia teremos mesmo que ir até lá. Isso acontecerá no devido tempo, é claro. Sem atropelo. Pessoalmente, acho que era apenas um blefe de Bush em ano de eleição, mas não quero diminuir a importância de se ir para a Lua e a Marte. Isso será algo muito sério e o faremos, cedo ou tarde. Mas duas coisas são fundamentais para tanto: um bom orçamento e muita cooperação internacional. E não estamos próximos de nenhuma delas".

Vida em outros planetas
"É uma irracionalidade acreditar que a Terra seja o único lugar no Universo a abrigar vida inteligente. Não creio que haja vida em qualquer ponto do Sistema Solar, pelo menos no presente momento. Sabemos bastante sobre esses planetas para dizermos isso. Porém, não sabemos se eles tiveram algum tipo de vida no passado. De qualquer forma, noutros sistemas estelares, a vida inteligente é óbvia".

Aliens que visitam a Terra
"Não tive nenhum contato frente-a-frente com ETs, mas estou convencido de que muita gente em nosso mundo tem tido. E essas pessoas não estão mentindo. Não creio que nossos visitantes sejam hostis e o fantástico número de pessoas que alegam ter sido sequestradas por alienígenas confirma isso. Mas o grande público ainda ignora o que está acontecendo, o que é da maior gravidade. Não se pode negar que alienígenas estejam nos visitando e coletando amostras terrestres para pesquisa".

Acobertamento ufológico
"Nós estamos sendo enganados e a verdade está sendo encoberta. Mas isso mudará rapidamente. Há 50 anos essa política de sigilo aos UFOs tinha uma razão militar e estratégica. Agora, não. Tal jogo governamental é pantanoso, sujo e burocrático. Isso tem que ser acabado e será. Os ufólogos não se calam e têm a seu favor o fato de que o Fenômeno UFO está em constante evolução, inquieto, aumentando a cada dia. Não se pode mais tapar o Sol com a peneira. No entanto, a revelação da verdade deve ser gradativa, senão sacudirá e abalará nossos alicerces.

Quedas de UFOs
"Elas já aconteceram mais de uma vez. As naves acidentadas foram levadas para a Área 51, uma base militar secreta no Deserto do Nevada. Lá os cientistas estudam os discos voadores resgatados e, em ocasiões em que havia tripulações vivas, estas foram tratadas. Quando foram encontradas mortas, seus corpos foram examinados por especialistas. Isso tudo me foi dito por gente "de dentro", de confiança, mas não posso revelar seus nomes. Um caso notório é a queda de Roswell, em 1947. Fui informado de que alguns alienígenas foram encontrados ainda com vida".

Origem da vida na Terra
"Há muitas contradições e teorias confusas no meio, sobre esse assunto. Desde Erich Von Daniken temos visto autores defenderem que temos ligação com civilizações extraterrestres. Muitos livros descrevem passagens bíblicas e histórias de povos ancestrais que teriam recebido visitas de alienígenas. Seria uma loucura? Creio que não. Há algo de verdadeiro nisso. O gênero humano teria sido criado geneticamente por outras civilizações ou por visitantes de outros planetas? Pode ser, mas ainda não vi validação para essa teoria. Pelo menos até agora".

Vídeo 1: O Destino da Terra / Out of the bLue


Video 2: Entrevista de Edgar Mitchell: Traduzida em português pelo portal Mundo Invisível, é uma das entrevistas mais bombásticas dos últimos tempos


Fonte: brasil247.com


SUPER VULCÃO do Parque Yellowstone ESTÁ VOLTANDO À ATIVIDADE!


De acordo com o site endoftheamericandream.com, neste momento o solo do Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, está subindo à uma taxa recorde de aproximadamente 8 cm por ano.  A razão disso ser uma grande preocupação é porque sob o parque há um super vulcão, o maior da América do Norte.  Os cientistas dizem que inevitavelmente ele irá entrar em erupção novamente, e quando o fizer, a devastação será quase inimaginável.  Uma erupção total do super vulcão Yellowstone depositaria uma cama de cinzas vulcânica de 3 metros a até 1600 km de distância, e deixaria uma boa parte dos Estados Unidos inabitável.

O super vulcão Yellowstone é tão grande que é difícil descrevê-los em palavras.  De acordo com um artigo com artigo publicado no the Daily Mail, a área do magma abaixo do Yellowstone tem aproximadamente 480 km de largura.

Quando a maioria da população pensa sobre erupções vulcânicas ocorridas naquele país, ela lembra da erupção catastrófica do Monte Santa Helena, em 1980.  Mas aquela erupção nem chegaria aos pés à erupção do supervulcão Yellowstone.

O Professor de geofísica da Universidade de Utah, Bob Smith, diz nunca ter visto nada parecido durante os 53 anos que tem observado o Yellowstone.  Em setembro passado, 130 terremotos atingiram o parque durante o período de uma semana.  Este fato deixou muitos observadores do Yellowstone extremamente preocupados. A recente onda de terremotos começou no dia 10 de setembro e continuou até 16 de setembro.

Veja mais alguns fatos sobre o super vulcão do Parque Yellowstone:

A próxima erupção do Yellowstone parece estar mais próxima a cada ano que passa.  Desde 2004, algumas áreas do Parque se elevaram 25 cm.

Ocorrem aproximadamente 3.000 terremotos todo o ano no Parque.

Caso haja uma erupção em grande escala, virtualmente todo o noroeste dos Estados Unidos será completamente destruído.

Uma erupção massiva do Yellowstone mataria tudo dentro de um raio de 160 km do Parque, imediatamente.

Essa erupção cobriria  todo o meio oeste dos Estados Unidos com cinza vulcânica e a produção de alimentos daquele país seria completamente eliminada.

Um ‘inverno vulcânico’ que seria causado pela erupção iria esfriar radicalmente o planeta.  Alguns cientistas acreditam que as temperaturas globais declinariam em até 20 graus.

Os Estados Unidos nunca seriam os mesmos após a erupção.  Alguns cientistas predizem que se a cratera explodir, dois terços daquele país ficaria completamente inabitável.

O que torna tudo isso ainda mais alarmante é o fato de que um número de vulcões ao redor do mundo está começando a entrar em atividade também, de acordo com o site de origem do artigo.


Fontes: 


Cientistas PROVARAM que o PÉ GRANDE realmente EXISTE?

- Depois de cinco anos e US$ 500.000, o Projeto Genoma Sasquatch apresentou cenas que afirmam seria a prova conclusiva de que o Bigfoot (Pé Grande) existe!

- O filme é composto de clipes granulados e fora de foco de várias figuras aparentemente humanas e peludas, movendo-se em áreas arborizadas de Kentucky, EUA.

- O grupo afirmou que as imagens capturadas são o 'vídeo é definitivo e provas de DNA a partir do Sasquatch são irrefutáveis'


O Bigfoot (Pé Grande) tem sido considerado uma combinação de folclore, erros de identificação, e hoax, mas na terça-feira (1/10/2013), uma equipe de pesquisadores selecionados alegaram que a prova de que a criatura, também conhecida como Sasquatch, existe, é conclusiva .

Durante uma coletiva de imprensa no Texas, o grupo de peritos apresentou vários clipes curtos, que eles descreveram como "nunca antes vistos em vídeo HD" da suposta criatura.

O filme é composto de clipes granulados e fora de foco de vários figuras aparentemente humanas e peludas, movendo-se em áreas arborizadas em Kentucky, EUA.


Em face dos muitos altamente céticos avistamentos e pouco conclusivos, o Projeto Genoma Sasquatch gastou US$ 500.000 na coleta de dados e evidências ao longo dos últimos cinco anos.

"Este foi um estudo sério, 'Dr. Melba Ketchum disse WFAA. Ela é um especialista em medicina forense e se tornou diretora do projeto depois de ter ficado impressionada com as provas.

A equipe do Projeto Genoma Sasquatch espera que as suas provas vão de alguma 
maneira convencer o público altamente cético sobre a existência do Bigfoot

A filmagem exclusiva veio de um esforço semelhante, apelidado de O Projeto Erickson, que foi liderado por Adrian Erickson. Esse grupo disse que capturou o 'vídeo e o DNA, que são provas definitivas de que o Sasquatch existe.

Durante a coletiva de imprensa de terça-feira, vários clipes foram mostrados. O grupo afirma serem provas de que o Bigfoot é real.

Assista o vídeo: 


Ele incluía imagens capturadas em Kentucky, em 2005, mostrando um Sasquatch fêmea dormindo. Uma versão estendida do vídeo está prevista para ser lançada em um futuro documentário.

"Todos nós já tivemos experiências que mudaram nossas vidas", disse o pesquisador Dennis Pfohl, que mostrou fotos que ele tinha tirado de pegadas na neve e que ele acreditava que pertenciam ao Sasquatch.

O anúncio vem uma semana depois que um novo mapa foi revelado onde registraram cada avistamento relatado na América do Norte durante os últimos 92 anos.

O doutorando Josh Stevens mapeou os 3.313 pontos possíveis de aparições do  Sasquatch desde 1921 e descobriu que as pessoas não parecem vislumbrar a criatura peluda muito mais em algumas regiões do que outras.

O mapa e os dados recolhidos pela Bigfoot Field Researchers Organization mostram, por exemplo, que o Bigfoot supostamente foi visto três vezes mais em Missouri, do que na vizinha Kansas.

Stevens explica em seu website: "Imediatamente você pode ver que as aparições não são distribuídas uniformemente. À primeira vista, ele se parece muito com um mapa da distribuição da população.

Isso faz sentido - por uma lei das probabilidades, seria de esperar que uma área com mais pessoas para relatar, mais possíveis visões Sasquatch fossem ocorressem.

Mesmo assim, existem alguns pontos muito brilhantes em torno do Vale do Rio Ohio, Mississippi River Valley, montanhas de Sierra Nevada, Flórida central e noroeste do Pacífico.

No entanto, torna-se intrigante quando Stevens mapeia a relação entre avistamentos relatados e densidade populacional.

Como ele observa: "Há regiões distintas, onde os avistamentos são incrivelmente comuns, apesar de uma população muito escassa.

"Por outro lado, em algumas das áreas mais densamente povoadas, avistamentos do Sasquatch são extremamente raros.

A maioria destes pontos 'quentes' são no oeste dos Estados Unidos.


Stevens reconhece que "o terreno e o habitat provavelmente desempenham um papel importante na distribuição de relatórios. "

Ele observa que os dados de população com base em números do censo, só levam em conta onde as pessoas vivem, e não onde elas passam férias ou para onde costumam viajar.

Stevens também diz que o mecanismo de comunicação não é extremamente preciso, como a Bigfoot Field Researchers Organization (BFRO) só permite acesso aos locais através da cidade mais próxima.




Ator CARLOS VEREZA e amigos filmam OVNIs da varanda de seu apartamento

O ator Carlos Vereza e amigos filmam da varanda do apartamento do ator, no Rio de Janeiro, dois supostos OVNIs.

Não há como afirmarmos que realmente são OVNIs, mas é claro o envolvimento emocional dos participantes e principalmente do ator, que afirma categoricamente no próprio vídeo, já ter passado por outras experiências de avistamento.

Que o leitor possa tirar suas próprias conclusões. Quem puder trazer maiores informações sobre o ocorrido, desde que citadas as fontes, com links para confirmação, teremos o maior prazer em publicar.

Fonte do vídeo: Youtube


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Arca de Noé foi encontrada por historiadores chineses na Turquia?


Conforme publicação do jornal português Correio da Manhã, a Arca de Noé  encontrada por historiadores chineses. Os mesmos garantem que o objeto de madeira, preso na montanha, a 4 mil metros de altitude, tem 99,9% de ser a Arca do Dilúvio.

Yang Ving Cing, um dos historiadores, afirmou que a Arca está protegida no Monte Ararat há cerca de 4,8 mil anos. Esta informação corresponde à data indicada pela Bíblia em Gênesis. A grande caixa, conforme texto original bíblico, com medidas estabelecidas pelo Criador a Noé, para que ele, sua família e mais um casal de cada animal se salvassem do Dilúvio, flutuou durante o período chuvoso até parar no Ararat, na fronteira com o Irã.

Descobriu-se que o grande barco tem vários compartimentos, que segundo os historiadores, seriam as divisões para acomodar os animais. Agora os chineses pretendem solicitar à Unesco a classificação do local como Patrimônio da Humanidade, conforme o jornal espanhol 20 Minutos, citado pelo periódico português.

 
  
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Estas descobertas confirmam que a Bíblia e o seu conteúdo são verdadeiros.  E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate (Gn. 8.4), diz o texto sagrado. Portanto há uma asfixia da mídia para com o fato. Pois notificar nos grandes jornais o fato é tal como um tapa na cara dos ateus, céticos, anticristos. É assumir que realmente a Palavra de Deus não é historia da carochinha. E o príncipe deste mundo não quer os jornais, telejornais, enfatizando esta descoberta.

Fonte do vídeo: Youtube



Arqueólogo afirma que Arca de Noé 
encontrada por evangélicos é falsa.

Notícia sobre a Arca de Noé encontrada está gerando muita discussão na internet

Dr. Randall Price
Um arqueólogo que visitou o Monte Ararat com a equipe da expedição chinesa e turca diz que tem mais razões para acreditar que a “descoberta” da Arca de Noé é falsa. Ele afirma que tem provas que a descoberta não é real.

Entre as provas estão as fotos do interior da Arca, que mostram teias de aranha nos cantos das vigas. “Algo que simplesmente não é possível nestas condições”, disse.

“Tudo isso é relatado para ser uma farsa”, informou Dr. Randall Price, presidente do Ministério Mundial da Bíblia, em um e-mail para os adeptos do seu ministério, após o anúncio da semana passada da descoberta da Arca.

No último domingo, uma equipe da expedição da Arca de Noé Ministério Internacional (NAMI, na sigla em inglês), que explorou o monte Ararat anunciou que as amostras de madeira recuperadas no ano passado a partir da “grande estrutura de madeira” são datadas com 4800 anos de idade. Data que se aproxima da época do dilúvio.

Apoiados por funcionários do governo turco e seu próprio grupo de especialistas, Yuen Man-fai, representante NAMI, disse: “Nós acreditamos que a estrutura de madeira é a mesma estrutura registrada em relatos históricos”.

Dr. Randall Price, no entanto, diz que foi informado por um parceiro local na aldeia, no sopé do Monte Ararat, que dez trabalhadores curdos foram contratados para orientar a equipe da expedição no final do verão de 2008 para o transporte de madeira e colocar grandes vigas de uma velha estrutura na região do Mar Negro no Monte Ararat.

Price havia planejado verificar as descobertas em 2008, mas não conseguiu por razões não claramente relatadas. “Durante a expedição, o guia que alegou ter encontrado a Arca estava sempre bêbado e depois de um mês esperando a expedição não aconteceu”, informou.

Embora muitos tenham concluído que o arqueólogo cristão acredita que o guia curdo e seus companheiros apenas extorquiram dinheiro dos cristãos chineses e evangélicos pertencentes ao NAMI, o líder do ministério chegou a afirmar sua conclusão dizendo apenas que acredita que quanto maior o pedido, a maior das provas deve ser o apoio.

Price ainda não acredita totalmente que as provas encontradas na expedição sejam verdadeiras. Ele acredita que é preciso esperar até que se faça um exame no local para descobrir a veracidade das provas.

Em outra nota, Price havia informado que planeja procurar o homem que escalou o Monte Ararat 33 vezes e pretende saber a localização de um pedaço da Arca.

Além de ser o presidente e fundador do Ministério Mundial da Bíblia, Price é o diretor-executivo e professor emérito de Estudos Judaicos da Universidade da Liberdade.

Price tem formação acadêmica da Universidade Estadual do Texas, em Dallas no Seminário de Teologia e na Universidade do Texas em Austin. Ele também é membro da Sociedade Evangélica Teológica, a Sociedade de Literatura Bíblica e da Sociedade Arqueológica Oriente.

Fontes das matérias: 


terça-feira, 1 de outubro de 2013

AO VIVO! -- Polícia MASSACRANDO Professores no RIO DE JANEIRO


Assista a transmissão AO VIVO logo abaixo!

7 sinais de que caminhamos para uma EXTINÇÃO EM MASSA

Hoje, alguns cientistas acreditam que estamos na iminência de uma sexta extinção em massa que pode acabar com a maior parte da vida na Terra. Aqui estão sete sinais de que eles podem estar certos.
Uma extinção em massa acontece quando mais de 75% de todas as espécies do planeta morrem em um período de menos de dois milhões de anos. Isso pode parecer muito para você, mas é um piscar de olhos no tempo geológico. Houve cinco extinções em massa na Terra nos últimos 540 milhões anos.

A Terra está borbulhando com supervulcões


O Parque de Yellowstone, nos Estados Unidos, é na verdade uma cratera vulcânica, uma fina camada de terra que fica no topo de uma enorme caldeira. E esse supervulcão pode explodir a qualquer momento. A última vez que a Terra testemunhou uma explosão desta dimensão foi em 1812, quando o Monte Tambora, na Indonésia, entrou em uma erupção tão grande  que o clima da Terra esfriou por vários anos. Ainda mais assustador é a perspectiva de que um outro tipo de super-vulcão, chamado LIP, pode se tornar ativo em algum momento no futuro. O LIP, agora inativo, surgiu há 250 milhões de anos na Sibéria. Ele vomitou tanto carbono e outros gases de efeito estufa no ar que a Terra sofreu uma catastrófica mudança climática, oscilando loucamente entre calor e frio extremos, onde até 95% de toda a vida morreu.

Espécies invasoras estão em toda parte

Na Terra, os seres humanos têm agressivamente invadido todos os continentes, exceto a Antártida, inchando nossa população em mais de 7 bilhões de pessoas. Isso pode forçar muitas criaturas a mudar seu habitat, provocando mudanças em toda a cadeia alimentar. Cerca de 359 milhões anos atrás, 75% de todas as espécies na Terra morreram durante a extinção em massa do período Devoniano. Os geólogos acreditam que essa extinção foi resultado de espécies invasoras.

Mudanças Climáticas


A calota de gelo do Ártico está encolhendo. As temperaturas estão subindo. Os cientistas de vários países estão unidos em sua crença de que o clima na Terra está ficando mais quente. A boa notícia é que os seres humanos podem não ser a única causa da mudança climática – o planeta sofreu com mudanças dramáticas na temperatura muitas vezes ao longo de sua história. A má notícia é que praticamente todas as vezes que isso acontece também ocorre uma extinção em massa. A primeira extinção em massa, há 540.000 mil anos atrás, foi desencadeada por uma idade de gelo rápida seguida de um período de rápido efeito estufa. Outra extinção em massa no final do Triássico causou incêndios maciços em todo o mundo, o que sufocou o planeta em fumaça e cinzas.

A acidificação dos oceanos


Os níveis de ácidos nos oceanos da Terra estão subindo, o que está matando todos os recifes e tornando a vida difícil para os mariscos. A acidificação dos oceanos já causou uma extinção em massa no período Triássico, há 200 milhões de anos, que acabou com 80% das espécies do planeta – especialmente nos oceanos. Quando as águas estão muito ácidas, os níveis de cálcio descem. Isso significa que as criaturas sem casca simplesmente não podem construir suas conchas, e morrem antes mesmo de ter uma chance de lutar. Quando as criaturas sem casca morrem, os predadores que se alimentam delas também morrem, e por aí vai.

Extinções estão acontecendo em uma taxa superior à média

Extinções são normais. Na verdade, os estatísticos que estudam as extinções descobriram um número normal de criaturas que estão sendo extintas a qualquer momento. Assim, uma extinção em massa é como um grande pico estatístico. E, infelizmente, há uma grande quantidade de evidências de que a taxa de extinção que temos experimentado ao longo dos últimos 500 anos é superior à taxa normal. Não, essa taxa não é nada perto dos níveis de extinção em massa. Mas ela está subindo, algo que é exatamente o que você esperaria ver no início de uma extinção em massa.

Todos os megafaunas estão mortos


Uma maneira de os cientistas descobrirem a taxa de extinção é olhando para a diversidade de fósseis. Com base nessas evidências, eles podem descobrir como muitas criaturas e plantas estavam vivos em um determinado momento, além de como rapidamente (ou lentamente), elas desapareceram do registro fóssil. Em registros fósseis mais recentes, dos últimos 50 mil anos, podemos facilmente ver um declínio na diversidade de espécies. A Terra foi recentemente lar de muitas espécies dos chamados megafaunas, de mastodontes, cangurus gigantes e preguiças gigantes. Quando você vê uma categoria inteira de criaturas que desapareceram rapidamente (em tempo geológico), é sinal de que uma extinção em massa pode ocorrer em breve.

Os anfíbios estão morrendo

Hoje, estamos testemunhando um outro grupo gigante de espécies em extinção tão rapidamente que podemos realmente medir em tempo humano, ao invés do tempo geológico. Anfíbios, principalmente sapos, estão morrendo em um ritmo avassalador. A maioria foi derrubada pela rápida propagação de um fungo mortal que mata comunidades inteiras de rãs em semanas. É provável que o fungo atingiu proporções pandêmicas, já as rãs estão sendo expulsas de seus habitats, e entrando em contato com novas espécies que nunca poderiam ter visto de outra forma. Quanto mais nós perdemos nossa diversidade animal, mais nos aproximamos de um mundo dominado por espécies invasoras. E esse cenário realmente não terminou bem na extinção em massa do período Devoniano.

Fonte: io9


VOCÊ é ENERGIA!


Por Neale Donald Walsch

Lembre-se do que eu disse. Que a nova espiritualidade, não será uma rejeição completa da antiga, mas uma expansão dela. Eliminará da antiga tudo que claramente não serve mais para você, e trará nova e mais profunda compreensão na sua antiga sabedoria.

Assim, o que encontrarão aqui já ouviram antes. Porém, agora vamos mais adiante, vamos passar para um nível mais profundo.

A maioria das religiões ensinou que você é ‘mais do que o corpo’. A mensagem é que você não é um corpo de modo algum. Você é a essência daquilo que soprou a vida no seu corpo.

Essa é a chave. Esse é o cerne da questão.

Você não é o seu corpo. Você é ilimitado e sem fim.

Essa é a verdade básica. A primeira causa. Tudo o mais tem novo significado quando esse significado se torna claro.

Você não é o seu corpo. Você é ilimitado e sem fim.

Você não é um conglomerado de ossos, músculos, tecidos e sistemas internos a que chamam de corpo. Não é isso Quem Você É.

Seu corpo é seu, mas não é você.

É um instrumento. Um aparelho. Um mecanismo que responde e reage de modo específico sob específicas influências e quando sujeito a determinados estímulos.

Esse mecanismo pode ser danificado, ferido ou destruído, mas “você” não pode. Esse instrumento pode se tornar completamente inoperável, mas você não. Esse aparelho pode deixar de funcionar, mas você não pode.

O Princípio Básico da Vida da funcionalidade se expressa eternamente por meio de você.

Alguns acreditam que é o corpo que o sustenta, que abriga a sua essência. Essa é a ideia: que o corpo abriga a Essência da Vida chamada alma. Isso não é correto. É a alma que abriga o corpo.

Sua alma não vive dentro do seu corpo. O contrário é que é o verdadeiro. Seu corpo vive dentro do campo de força que você chama de alma. Está contido dentro da configuração de energia, no interior da expressão localizada do Espírito Universal, que é a Essência de Quem Você É.

Esse campo de força, esse pacote de energia pulsante que envolve seu corpo, é as vezes, chamado de aura. É mais do que isso, muito mais do que você pode imaginar que é a aura, mas é uma boa imagem para sua primeira compreensão.

A parte que alguns consideram a alma é a própria energia da Vida, localizada e concentrada em um determinado ponto, no que você chama de Espaço-tempo contínuo. Essa Energia da Vida vibra e tremula, pulsa e brilha em volta de todos os objetos físicos do Universo. Dependendo da frequência da sua vibração, essa energia pode ás vezes ser vista. Pode também produzir outros efeitos como calor.

Alguns chamam esse brilho de Luz, Chama Eterna, Fonte, Alma ou outro nome qualquer condizente com a poesia usada. Na verdade é a Primeira Essência, a Substância-Base, o Material Básico de todas as coisas. Essa Luz é quem Você É.

Na sua incompreensão, vocês pensam que essa Luz se irradia de todos os objetos físicos. De fato, o processo é exatamente o oposto. A Luz irradia em todos os objetos físicos e desse modo, os cria. O campo de energia a que vocês chamam de luz, ou alma, envolve o objeto físico que o criou e se estende externamente desse objeto para a eternidade. Isto é, a energia jamais acaba. Não há nenhum lugar onde seu campo de energia pare e outro campo de energia comece. Isso significa que em nenhum lugar sua alma acaba e outra começa.

É como o ar em sua casa. Há vários cômodos separados, mas só um ar.

Essa é minha analogia para ajudar você a compreender. E eu não disse que no meu reino há muitas mansões?

O campo de força que é a sua alma se afina e se expande à medida que se expande, mas nunca desaparece completamente, nem deixa de existir. Em vez disso, se mistura e se funde com outros campos de força, formando outras concentrações localizadas e criando um padrão entrelaçado que se estende infinitamente. Estamos falando de um campo de força sem fronteiras. Estamos descrevendo uma alma que nunca se acaba.

Isto é de fato o que Você É.

Você É uma energia que nunca acaba no tempo ou no espaço.

Fonte: Universo Natural


Quem é que MANDA verdadeiramente NO MUNDO?

Trazemos uma matéria superinteressante, publicada na Revista Conspiração e que achamos bastante relevante.

Mais uma vez, que o leitor tire suas próprias conclusões.


Os 12 cidadãos acima são uma espécie de tribunal superior, instância última na guarda dos segredos do governo invisível dos EUA. É o Conselho de Inteligência dos EUA (USIB), que à época desta foto, no governo do presidente Richard Nixon, era presidido por William Colby, então Diretor Central de Inteligência (e da CIA) – o terceiro, a partir da esquerda. Para críticos do excesso de sigilo – como o National Security Archive (NSArchive), grupo privado que funciona na Universidade George Washington – o governo Obama tem de buscar transparência na prometida revisão dos exageros, que a dupla Bush-Cheney levou ao extremo.
“Cada país estrangeiro de importância relevante do primeiro e terceiro mundos tem uma espécie de derivação ou filial do Conselho de Relações Exteriores norte-americano. Os membros de cada país interagem com os demais países das derivações do CFR através da instituição mundial ‘Bilderburgers’, para mais facilmente alcançar seus fins. Os membros estrangeiros da Comissão Trilateral pertencem às suas respectivas organizações. Uma investigação superficial efetuada pelo mais inexperiente investigador conseguirá inclusive constatar que os membros do Conselho de Relações Exteriores e da Comissão Trilateral controlam as maiores organizações, fundações, além de todos os interesses das principais publicações, dos meios de informação, da informática, e inclusive controlam os maiores bancos e as maiores corporações e multinacionais. Todos os altos escalões dos governos e muitos outros interesses vitais estão nas mãos deles! Os membros do CFR e do 1t são apontados e são eleitos para todos os cargos, porque eles são donos de todo o dinheiro! E, como não pode deixar de ser, têm um interesse todo especial em cuidar do capital. De todo esse poder e vantagens, as pessoas comuns estão excluídas, principalmente os países mais pobres. De qualquer modo e a nosso entender, os membros do CFRe do TC são totalmente antidemocráticos [e exercem um despotismo nunca jamais visto e sequer suspeitado], e de maneira nenhuma representam a maioria do povo dos Estados Unidos da América [e muito menos dos demais países envolvidos].

Esses são os pretensos ‘eleitos’ que, com a vinda do pandemônio final dos tempos, pretendem decidir quem haverá de sobreviver ou não...” [Suspeito que estas denúncias não promanam de M.W. Cooper, mas sim de altas patentes militares norte-americanas não comprometidas, e que estão inconformes com a tirania que essas entidade para-governamentais exercem nos EUA...


As Bases Materiais do Governo Clandestino 

“Os ‘Bilderburgers’, o Conselho de Relações Exteriores e a Comissão Trilateral, e outras instituições britânicas poderosíssimas, constituem exatamente o governo oculto, ou o governo clandestino, ou o governo secreto que manda nos EUA e no resto do mundo. E o pretenso grupo de estudiosos Wise Men, conhecidos como a Sociedade Jason ou Jason Scholars, incluindo s altos escalões comprometidos e assentados nos postos-chaves do Governo, mandam nos Estados Unidos da América [e no resto do mundo também. Valem-se também de um Majority 12 [disfarçado dc Majestic-12], e que praticamente é sempre constituído só por membros dessas congregações...” 

 O Conselho de Relações Exteriores e a Comissão Trilateral, por sua vez, não só e praticamente controlariam a tecnologia daqueles seus aliados alienígenas nefastos, como inclusive controlam totalmente a economia das nações. Eisenhower foi o último presidente americano que teria chegado a quase conhecer a totalidade do panorama ufológico ou dilema dos alienígenas nefastos [aliados de uns poucos que constituem a anti-raça humana] e alienígenas neutros ou até mesmo benevolentes. Aos presidentes sucessivos apenas se lhes dizia aquilo que a Comunidade de Informações [ou espionagem, ou seja a , NSA, MJ-12, , etc da vida] queria que eles conhecessem e acreditassem. E nunca se lhes contava a verdade nua e crua!” [Sinceramente, eu até duvido que Eisenhower tenha tido esse tal conhecimento panorâmico da Ufologia.


Os Governantes Invisíveis 

Os homens que se encontram no primeiro plano da vida política têm realmente o poder entre suas mãos? Para Serge Hutin, autor de Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, o destino das nações depende, freqüentemente de grupos de homens que não estão investidos de cargos oficiais. Trata-se de sociedades secretas, verdadeiros governos ocultos que decidem o nosso destino sem o nosso conhecimento. 

Pesquisa de Iliana Marina Pistone 

Ao observarmos um formigueiro, as formigas parecem perambular a esmo, numa atividade febril e inútil, quando, de fato, todas as ações individuais têm como fim o mesmo alvo comum, cujas constantes são determinadas da forma mais categórica pela "alma coletiva" do formigueiro. Observando-se toda a seqüência da história, repleta de acontecimentos humanos, de contínuas reviravoltas que se manifestaram durante séculos, somos levados a perguntar se tudo isso tem algum sentido de coerência e se esse conjunto aparentemente caótico constituído pela humanidade pode ser comparado a um imenso formigueiro.


Essa é a questão principal levantada por Serge Hutin, na tentativa de explicar os grandes enigmas da história através da existência de governantes invisíveis e sociedades secretas, que regeriam o mundo. Examinando-se a história humana de um ponto de vista geral, notamos, de um lado, o equilíbrio, a ordem harmoniosa, a organização sintética. De outro lado, o caos completo, a desorganização, a desagregação. Hutin questiona se essa continuidade de eventos pertence ao acaso ou se até mesmo as forças caóticas não estariam obedecendo a diretrizes detalhadas, sob a orientação de governantes invisíveis. 

Robert Payne, um autor inglês, publicou, em 1951, o livro intitulado Zero, The Story of Terrorism, no qual relata a existência de dirigentes ocultos que, à sombra de governos visíveis, manejavam essa terrível arma do terrorismo, sobrepujando até os poderosos grupos econômicos, cujo papel secundário limitava-se ao financiamento. Fatos estranhos passaram a acontecer após a publicação do livro, desde a compra de todos os estoques disponíveis por misteriosos emissários, até a quase falência da Wingate , uma das sólidas editoras no mercado londrino e, finalmente, a morte inexplicável do autor, alguns meses depois. 


UMA PIRÂMIDE DE TRÊS DEGRAUS 

Quanto a isso, Jacques Bergier, pesquisador dos enigmas da humanidade, revelou a existência de uma lista de assuntos proibidos para a imprensa, minuciosamente relatados em um caderno preto. Segundo ele, a proibição é de alcance mundial e universal, não levando em consideração o regime político dos vários países, e todo diretor de jornal importante tem uma cópia desse caderno, seja ele de tendências comunistas ou capitalistas. 

Entende-se por sociedade secreta um grupo mais ou menos numeroso de pessoas, que se caracteriza por manter reuniões estritamente limitas a seus adeptos, e também por manter o mais absoluto sigilo a respeito das cerimônias e dos rituais onde se manifestam os símbolos que esta sociedade se atribui. As finalidades das sociedades secretas são as mais variadas: políticas, religiosas, espirituais, filosóficas e até criminosas. 

Em 1945, em Paris, Raoul Husson (1901-67), fisiólogo e psicólogo, publicou um livro, sob o pseudônimo de Geoffroy de Charnay, nome de um dos grandes templários franceses, condenado à morte pelo fogo, em 1314, junto com o grande mestre Jacques de Molay. Nesse livro, Husson revelou que as sociedades secretas mundiais formavam uma pirâmide de três degraus. No primeiro degrau, de fácil acesso, encontram-se os homens considerados úteis. No segundo degrau, o acesso é mais selecionado e seus adeptos desempenham papéis importantes, influenciando no plano nacional e internacional. No cimo da pirâmide estariam as sociedades secretas superiores, que agem por trás dos bastidores. Todos os assuntos importantes da política internacional estariam nas mãos dessas sociedades. 


CEMITÉRIOS REPLETOS DE GENTE INSUBSTITUÍVEL 

Gurdjieff, o conhecido "mago" caucasiano, teria sido, no século 20, um destes personagens que chegaram ao ponto mais alto do domínio invisível dos assuntos humanos. De fato, Gurdjieff declarou: "Tive a possibilidade de me aproximar do sancta sanctorum de quase todas as organizações herméticas, ou seja, sociedades religiosas, ocultas, filosóficas, políticas ou místicas, e que são vedadas aos homens comuns". 

Muito já foi dito da ação, freqüentemente ignorada, mas poderosa, das sociedades secretas que "dominam o mundo". Como exemplo, há a franco-maçonaria e seu desempenho marcante ao longo da Revolução Francesa. Outro grupo de ação notável foi o dos iluminados da Bavária, no século 18, cujo "poder oculto" teria levado Napoleão Bonaparte ao poder. Havia, entre os iluminados, Goethe, Herder, o alquimista rosacruciano Eckartshau-sem e muitas outras personalidades que não desconfiavam em absoluto dos verdadeiros objetivos políticos da seita. 

Bonaparte teria alcançado o mais alto grau na Ordem dos Iluminados, além de Ter sido maçom e alto dignitário de outras ordens fraternais ; entre elas a Fraternidade Hermética, que ele conheceu na época da campanha egípcia. 

Gérard Serbanesco, terceiro volume de sua obra Historie de la Franc-Maçonnerie Universelle, reproduz o relato de Napoleão sobre a cerimônia de sua iniciação. 

Lamentavelmente, a partir do momento em que Napoleão se deixou dominar pela sua ambição pessoal, não sendo mais o executador de planos secretos, a boa sorte o abandonou e o seu destino mudou. 

Outra personalidade que recebeu iniciação numa seita de filiação templária foi Cristóvão Colombo, que, contrariamente à teoria tradicional, não teria iniciado sua viagem às cegas. Em Les Mystéres Templiers, Louis Charpentier conta como Colombo recebeu, dos navegadores a serviço do Templo, o conhecimento de uma rota que levava ao novo mundo e a missão da descoberta. Charpentier reuniu, a esse propósito, provas realmente interessantes. 

Questões podem ser igualmente levantadas quanto à fulminante carreira de Joana D'Arc. Numa época em que todas as mulheres eram categoricamente excluídas de qualquer atividade política, todas as portas, até as mais fechadas, abriram-se para ela. Apesar de ser mais fácil explicar a sua atuação através da santidade, pode-se também supor que a sua missão tenha sido apoiada, se não preparada, pela intervenção de uma poderoso sociedade secreta. A que estaria relacionado o grande segredo que ela só quis confiar ao futuro Carlos VII? 

Por outro lado, toda vez que algo ou alguém parece obstacular o determinismo cíclico da evolução do mundo, a ação dos governos invisíveis, que agem implacavelmente, faz-se presente. Desse forma, vários atentados políticos, atribuídos a fanáticos isolados, foram reconhecidos como execuções friamente decididas. Nesses casos, o assassino existe, mas ele é somente o agente que executa uma tarefa decidida por um poderoso grupo oculto. 

O assassinato do presidente Kennedy permanece ainda hoje envolto em mistério, e a impressão que se tem é de que "alguém" não quer vê-lo esclarecido. Quanto a isso, Hutin menciona quatro pontos inquietantes: 

1) "Por acaso", somente o prédio de onde saíram os tiros fatais não estava sendo vigiado pela polícia de Dallas. 

2) Vários assassinos estavam em posições estratégicas, e suas atuações eram sincronizadas pelos gestos que um misterioso "diretor de orquestra" estava fazendo com seu guarda-chuva, sobre uma elevação (fotos que revelam isto foram publicadas por várias revistas, entre as quais a Paris Match); na eventualidade de Lee Oswald errar o alvo, um dos outros atiradores teriam entrado em ação 

3) Já preso, o sicário foi convenientemente liquidado por um "justiceiro", que, por sua vez, morreu convenientemente de "câncer generalizado". 

4) Por uma série de estranhas coincidências, um número impressionante de testemunhas do crime desapareceu e, em todos os casos, foi por acidente. 

Não seria interessante levarmos em conta a intervenção de estranhos "invisíveis"que seguram o fio da história? 

Bastante elucidativa é a sentença que diz: "Os cemitérios estão repletos de gente in-substituível". 

Os jovens políticos que conhecem as manobras complicadas que se passam por trás dos bastidores são muito raros, e, quando certas figuras começam a atrapalhar os planos secretos que estão sendo executados, quer tenham ou não consciência disso, são tomadas as medidas necessárias, que podem ser sumárias ou secretas, para eliminá-las. Via de regra, os atentados políticos da história se caracterizam pela presença de um assassino fanático, instrumento de um grupo poderoso e insuspeito que permanece fora de cena. Em seguida, esses fanáticos são eliminados depois do atentado (por policiais ou pelo próprio povo) ou, quando presos com vida, se há dúvidas quanto à garantia de seu silêncio, são eliminados de forma definitiva. Foi isso o que teria acontecido a Lee Oswald, o assassino de Kennedy. 

Em 15 de setembro de 1912, Revue Internationale des Sociétés Secrètes relata uma sentença dita por uma personalidade importante, uma espécie de eminência parda da política européia, que se teria manifestado da seguinte forma, a respeito do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria: "É um bom moço. É uma lástima que esteja condenado. Vai morrer nos degraus do trono". Esse tipo de declaração nos faz refletir: o destino do arquiduque Francisco Fernando, cujo assassinato em Serajevo daria ensejo à deflagração da Primeira Guerra Mundial, já estava decidido dois anos antes do fato. Quem teria tomado a decisão? Voltamos novamente aos governantes invisíveis. 

Dessa forma, tudo leva a crer que a guerra de 1914 já estava sendo esperada, preparada e "programada", dois ou três anos antes do seu início. Muitos acontecimentos mostram o contínuo esforço, através de slogans e de imagens, para exacerbar o entusiasmo bélico das massas na investida contra o inimigo. 


A SINARQUIA DO IMPÉRIO 

Para se reconhecer, entre os personagens conhecidos ou desconhecidos da grande história, quais deles teriam recebido suas tarefas diretamente dos governantes invisíveis, é preciso distinguir duas categorias de personalidades: uma constituída por homens que tiveram papel de destaque no plano histórico e que estavam a par dos grandes segredos, tais como Richelieu, Benjamin Disraeli, o primeiro-ministro da rainha Vitória, e Lenin. 

A segunda categoria compreenderia os personagens que não aparecem em nenhum livro de história: tiveram um papel ativo, apesar de secreto, influenciando a situação histórica e política. 

Timothée-Ignatz Trebitsch, um aventureiro judeu, foi uma eminência parda, utilizado para facilitar o advento do nazismo na Alemanha. Outra personalidade que parece ter tido um papel importante no campo da política secreta é o "mago" inglês Aleister Crowley (1875-1947). Num passado mais remoto, vamos encontrar as enigmáticas figuras do conde de Saint-Germain e de Cagliostro. 

O nome "sinarquia", pela sua etimologia grega, pressupõe a realização de uma ordem sagrada num equilíbrio perfeito, de uma harmonia complexa, que seria o reflexo das leis cósmicas. Está associado a uma das mais misteriosas sociedades secretas modernas de governantes invisíveis, tendo sido introduzido pelo grande esoterista Alexandre Sain-Yves, que viveu entre 1842 e 1909. Recebeu do papa o título de marquês de Alveydre e tornou-se conhecido como Saint-Yves d' Alveydre. Viu-se escolhido pelos governantes invisíveis do mundo para executar seus planos, tendo deixado um número de obras muito estranhas: Mission des Souverrains, Mission des Juifs, Mission de l'Inde, L'Archéomètre. Saint-Yves apregoava o ideal de uma sinarquia universal, a Sinarquia do Império, e não restam dúvidas de que manteve contato direto com os mais altos governantes secretos. 

A Sinarquia do Império tinha uma estrutura hierárquica, essencial para o sistema, e que era resumida no seu símbolo: um triângulo em quatro níveis , mostrando, em seu interior, um olho, e cujo vértice coincidia com a extremidade de uma estrela de cinco pontas. Em todas as sociedades secretas realmente poderosas encontramos sempre esta estrutura hierárquica, cujos diferentes níveis de atividades são estritamente separados, de forma que cada grupo atue no seu nível e para que os chefes supremos possam agir sem nunca serem percebidos.


O GRANDE MONARCA, ANUNCIADO POR NOSTRADAMUS 

É muito interessante notar como o antagonismo entre o bem e o mal se faz presente em todos os campos. No fim do ciclo terrestre, a ação das forças demoníacas seria terrível, prega a tradição. A profecia revelada a Salete, na França, em 1846, com relação ao fim do mundo, é apavorante. Ainda segundo uma tradição francesa, espera-se a aparição, para depois dos acontecimentos apocalípticos, de um legítimo soberano, o grande monarca, anunciado por Nostradamus e aguardado com tanta ansiedade. São várias as versões quanto à identificação desse grande monarca. 

O que se conclui é que os aspectos negativos no mundo, o lado demoníaco da continuidade histórica, enfim, o que se chama de mal, pode ser encarado como um aspecto decididamente lamentável, mas cosmicamente inevitável no desenvolvimento do ciclo terrestre. O próprio mal é uma necessidade metafísica a ser integrada no plano divino. 

De acordo com uma tradição oral, as Sinarquias do Império usariam, também, como senha, o antigo símbolo chinês que indica a complementação indissolúvel e a ligação inexplicável entre os dois pólos cósmicos universais, positivo e negativo, ou masculino e feminino. Esse tradicional e significativo símbolo é formado por um círculo branco e preto. A parte branca e a preta estão separadas por uma linha em espiral; na parte preta encontra-se um ponto branco e na parte branca há um ponto preto. Isto quer dizer que, no apogeu da fase evolutiva do ciclo terrestre (o triunfo do branco), o preto nunca desaparece completa-mente, e sua presença está assinalada por aquele ponto e, inversamente, na fase involutiva do ciclo (triunfo do preto), o ponto branco sempre permanece. Nenhuma manifestação poderia ter acontecido nem acontecer sem essa complementação cósmicas dos dois contra-pontos. É comum encontrar-se em todas as tradições alusão à existência de governantes invisíveis secretos, personalidade misteriosas que controlam o desenvolvimento da história humana e modo minucioso. E o que se sabe dizer é que essas figuras misteriosas aparecem quando sua presença é muito necessária. 

Na tradição dos rasacruzes existe uma hierarquia de mestres desconhecidos, um conselho constituído por doze homens, que supervisionam a evolução da humanidade. Acima deles existiria outra hierarquia de entidades que já superaram o nível mortal humano, conhecida como o invisível permanente. 

Assim como existe a iniciação autêntica, que transporta a um estado supra-humano, há em contrapartida a "pseudo-iniciação", cuja finalidade é a divulgação da subversão e do caos, trabalhando para o "fim do mundo". Ao que parece, essas forças contrárias estão incluídas no plano divino. 

Todo homem possui no seu íntimo a possibilidade de adquirir poderes para elevar-se a um nível superior, mas poucos são os que o conseguem. Ouspensky, discípulo de Gurdji-eff, cita em Fragments d'un Enseignement Inconnu a seguinte observação feita por seu mestre: "Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los... Se duzentos homens conscientes achassem necessária uma intervenção , poderiam mudar todas as condições de existência na Terra". 

O domínio dos dirigentes ocultos dos grupos por eles supervisionados se faz também do uso sistemático da força psíquica dos símbolos. É fácil constatar, especialmente nas ideologias que exploram as massas, o uso e a eficácia dos símbolos, verdadeiras "armas" que ativam e despertam a energia que se encontra profundamente arraigada na psique humana, na parte que constitui o inconsciente coletivo da humanidade. Assim, vamos encontrar a cruz gamada ou suástica, um dos símbolos mais antigos e mais significativos da humanidade, encontrado no mundo inteiro, ao longo da história. Num primeiro tempo a suástica representou, simbolicamente, a rotação das sete estrelas da Ursa Maior em volta da estrela Polar. Em seguida, o seu significado ampliou-se e passou a ser o símbolo do movimento cósmico. Dependendo da direção em que se dobram os braços da cruz, a suástica chama-se direita, representando a fase evolutiva, ou, ao contrário, invertida, representando a fase regressiva de um ciclo terrestre no seu conjunto. Os chefes nazistas teriam escolhido a suástica invertida como símbolo da sua ideologia de maneira proposital, com o intuito de se valer das forças involutivas, caóticas e desintegrantes. No seu delírio, a ideologia nazista usou uma influência invertida do Antigo Testamento, no que diz respeito ao povo eleito, à raça eleita. É bem possível, portanto, que Hitler tentasse "ajudar" o ciclo terrestre, pensando que quanto mais apresentasse as catástrofes, mais rapidamente chegaria a Idade de Ouro, e todo o mal desapareceria! 

O texto sânscrito Vishnu Purana descreve que a época de Kali, ou seja, da detruição, poderá ser identificada quando "a sociedade atingir um nível em que a propriedade outorgue categoria, a riqueza for a única fonte de virtude, a paixão constituir o único laço de união ente marido e mulher, a falsidade for a matriz do sucesso na vida, o sexo o único meio de prazer, e quando os ornamentos exteriores se confundirem com a religião interior". 

Guénon, um espírito muito lúcido e sensível à percepção dos sinais apocalípticos do nosso tempo, é autor do livro A Era da Quantidade e o Sinal dos Tempos, escrito no período entre as duas guerras, onde preconiza a robotização das massas: "Os homens ficarão uns autômatos, animados artificial e momentaneamente por uma vontade infernal, e isto dará uma idéia nítida do que acontece à própria beira da dissolução final". 

Hoje, o que podemos perceber é que as influências mágicas mudaram na sua forma, no seu ritual e na sua aparência, mas as técnicas de condicionamento mágico continuam existindo. Basta observarmos com que facilidade se lança uma moda. O que pode ser feito com a moda pode ser aplicado em muitos outros campos, porque o comprimento de uma saia e um slogan político, além do controle da informação, podem ser divulgados da mesma maneira, observou Robert Mercier. 

Goebbels, o único ministro da propaganda nazista, sabia perfeitamente que as massas podem ser manobradas, porque prevalece a lei pela qual o comportamento de uma coletividade desorganizada é sempre caracterizado pelo nível intelectual mais baixo. 

Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, de Serge Hutin, publicado no Brasil pela editora Hemus, examina em profundidade uma tese defendida por muitos estudiosos ligados à corrente do realismo fantástico (entre os quais o falecido Jacques Bergier). Essa tese afirma que, desde os primórdios da história, o mundo é governado na realidade por homens ou grupos de homens só muito raramente conhecidos: os membros de sociedades supersecretas. Sua existência nunca é pressentida, até o momento em que um fato imprevisível os leva a manifestarem-se abertamente. 

Esses homens, por sua vez, obedeceriam a determinações de poderosas inteligências ainda mais ocultas e de compreensão praticamente impossível para o comum dos homens. Como escreveu o autor americano Philip José Farmer, em seu livro O Universo às Avessas: "Poderes sobre-humanos dirigem, do vértice da pirâmide dos governantes visíveis e invisíveis, toda a evolução de todos os sistemas planetários e das galáxias, incluindo todos os homens e os seres que os habitam. Se isso for verdade, a limitada inteligência humana seria incapaz de configurar o conjunto dos ciclos dos planetas e das galáxias, da mesma forma que uma célula de nosso organismo não tem a capacidade de entender a estrutura do conjunto ao qual pertence". 

Texto Extraído da Revista Planeta - Sociedades Secretas - Transcrito por Krishna Bonavides
FONTE: TRECHO DO LIVRO A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL, AUTOR ERNESTO BONNO publicado em 1992
Trecho do Livro AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODER NO SÉCULO XX

Fonte da matéria: Revista Conspiração


SABRES DE LUZ de STAR WARS podem tornar-se REAIS muito em breve!


Por Lívia Aguiar

Os fótons eram considerados partículas que não interagem muito entre si, ficam lá de boa, cada uma na sua – mas isso está para mudar!

Pesquisadores de Harvard e do MIT criaram uma nova forma de matéria usando fótons que se parece bastante com os sabres de luz de Star Wars. Com uma câmara à vácuo super resfriada, os cientistas proporcionaram às partículas um ambiente quântico não-linear que as força a ficar juntas e formar os raios que mais se parecem com as espadas dos jedis do que com lasers.

A comparação dessa nova matéria iluminada com a invenção da imaginação de Geroge Lucas não acaba no visual brilhante: os fótons, quando interagem entre si, estão na verdade se empurrando e se desviando uns dos outros, movimento que se assemelha ao que foi imaginado nos filmes da série Guerra nas Estrelas.
Essa matéria fotônica, no entanto, não vai ser empregada em armas para lutas espaciais. A aplicação imaginada pelos cientistas é na computação quântica, onde os raios fotônicos poderiam construir circuitos quânticos lógicos mais complexos do que os que produzimos hoje, análogos aos circuitos da computação convencional.


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