quarta-feira, 30 de maio de 2012

OS CRISTAIS E A ENERGIA VRIL

Por José Laércio do Egito


A quantidade disponível de energia vril contida em um miligrama de cristal é incomensurável, por isto não se pode conceber a razão pela qual a ciência atual tenha que tentar o estabelecimento dessa fonte energética.

Na realidade, a humanidade não necessita de tamanho volume de energia quanto a que um ínfimo fragmento de cristal pode conter e liberar. Por maior que for um trabalho em nível da terra a energia vril liberada diretamente é excessiva. Somente em se tratando de mobilizar sistemas estrelares, modificar o posicionamento de sistemas planetários e coisas desse porte, é que seria preciso tamanho manancial de energia, mas isto ainda não cabe ao homem fazê-lo. Sendo assim o vril deve ser mantido longe do uso da humanidade egocêntrica e irresponsável. De certa forma poderíamos dizer que isto faz parte das ciências dos “deuses”... Por maior que seja o dispêndio de energia, por maior que seja o consumo de energia no planeta, agora e no próximo milênio, de forma alguma é preciso fazer uso da liberação do vril represado em determinados cristais.

Por maior que seja a necessidade de energia que a terra venha precisar no próximo milênio e-videntemente os cristais serão a base, porém não por desagregação em nível de vril e sim por captação.

Num tema passado falamos da energia cambiada a partir de níveis que chamamos de hiperfísicos. Há outros planos além deste plano físico existente dentro de lacunas da faixa de vibração. Se for observado a faixa de vibração, vemos que este mundo que chamamos físico ocupa apenas algumas oitavas do “Teclado Cósmico das Vibrações” e que nos aparentes vazios existem outras realidades que não tomamos contacto direto, mas que neles podem existir outros mundos. São de tais mundos que é possível transferir energia e também de mundos de outras dimensões. Até falamos que no fenômeno parapsicológico denominado de “poltergeist” a energia é trazida por sintonia mental de um outro plano para o ambiente físico.

Na realidade existe um incomensurável manancial de energia no universo. Os antigos chamam de energia cósmica, mas na essência trata-se da energia vrill que a tudo permeia. É possível capturá-la e canalizá-la de forma perene e suave e isto pode ser feito a partir de dispositivo à base de cristais.

A energia vrill inunda tudo quanto há e os cristais dão a possibilidade de canalização, de mobilização desta energia para um ponto a outro tal como, por analogia podemos dizer ser semelhante ao que acontece com relação à energia Chi que, por alguns processos especiais como a acupuntura, pode ser intensificada, diminuída, desviada ou mesmo acumulada.

Não se tente liberar o vril contido na matéria, especialmente nos cristais, pois a desproporção é tremenda; uma mínima quantidade de matéria encerra uma carga de vril de tão ampla magnitude que nenhuma força, nenhuma tecnologia existente é capaz de controlá-la. Querer liberar o vril existente numa fração de matéria é como se querer tirar a carga de um imenso e inconcebível acumulador de energia de uma só vez, quando na realidade pode-se retirá-la progressivamente de conformidade com as necessidades usuais na terra. Mas, em se tratando do vril não é absolutamente preciso, o homem graças aos cristais pode canalizar o quanto necessário de energia de forma suave a partir não somente a partir do vril livre mas também de outras naturezas existente no meio ambiente e do mundo hiperfísico que nos permeia.

O vril é um nível de energia, por assim dizer, reservado às grandes transformações siderais, cósmica, e não a um simples planeta. Querer usar o vril na terra é como querer, por exemplo, aquecer uma xícara de água através da explosão de uma bomba de hidrogênio. Ele destina-se, pois, aos imensos processos construtivos e transformadores dos incomensuráveis sistemas siderais que requerem um volume inconcebível de energia.

Os atlantas sabiam como usar os cristais afim de canalizarem o quanto de energia precisavam para suas atividades habituais. Tinham uma fonte perene e inesgotável de energia, de forma alguma eles careciam de mais energia para o consumo comum. Por isto é que alguns estudiosos dizem que ao tentarem a liberação do vril contido na matéria eles sentiam-se ameaçado que tal ameaça não se tratava apenas exércitos ou de simples naves. A ameaça que eles sentiam dizia respeito à possibilidade de um inimigo capaz de destruir um planeta inteiro, por isto é que para defenderem-se os atlantas precisavam da arma vril. Para defenderem-se de armas de inconcebível pode destruidor, apenas a energia captada por sintonia não era suficiente, por isto careciam de uma explosão vril.

Os defensores dessa hipótese chegam a dizer que antes já um planeta havia sido destruído, tratando-se de um planeta que havia existido entre Marte e Júpiter, e cujos fragmentos formaram um anel de asteroides, que ainda hoje gravitam em orbita entre Júpiter e Marte, sem contar um volume ainda maior de destroços que se abateram sobre dos demais corpos constitutivos do Sistema Solar formando milhões de crateras.

A destruição do mencionado planeta teria sido uma ocorrência bem anterior à destruição da Atlântida ignorando-se se foi fruto de uma guerra ou do impacto de uma imenso meteoro. Os Atlantas sabendo disto, e que somente com a energia vril eles poderiam defender a terra em quaisquer das mencionadas situações, tentaram obter aquela incomensurável arma.

O que estamos dizendo no momento são apenas hipóteses, que não deixam de ter algum sentido mas que também não possam ser descartadas como simples especulações. Trata-se de uma lenda, mas por detrás de uma lenda ou de um mito sempre reside um tanto de verdade. Possivelmente os arquivos secretos da Tradição deve ter registro disto, mas trata-se de um nível “top secret”, algo que normal-mente nenhuma sociedade, mesmo as mais elevadas, possam ter livre acesso.

Na verdade nem tudo o que diz respeito à história da humanidade por milhões de anos não tem sido revelada. Podemos dizer que há registro de tudo o que até hoje aconteceu mas que somente uma mínima parte tem sido dado ao homem saber, uma outra parte um tanto maior tem sido leva ao conhecimentos dos iniciados e adeptos. Mas, mesmo os referidos conhecimentos são como um iceberg em que somente uma parte mínima torna-se visível.

Na realidade sabemos que os cristais têm imensa importância nas transferências de energia, o raio laser é um exemplo disso. No passado existiu uma tecnologia que permitia ao homem captar energia do hiperfísico através dos cristais, ou melhor de dispositivos à base de cristais. A energia usada na construção doas pirâmides e de todos as obras megalíticas foram usado energia de cristais. Era liberação por sintonia, por captação controlada e não por meio de uma explosão com liberação do acumulo de vril. A energia veiculada não representava desagregação da matéria para liberação de vril e sim como sintonizadores, como antenas captadores. Os obeliscos, e as pirâmides tinham essa finalidade, mas não é só são somente eles, existiam outros dispositivos com a mesma finalidade. Mas como já dissemos antes, somente os iniciados nas Escolas Iniciáticas tinham acesso, em conseqüência do que já havia ocorrido tantas vezes. O poder dado e colocado em mãos impróprias pode se tornar em algo devastador.

Como sintonizador de energia cósmica os cristais atuavam de uma forma similar à esta como eles sal usados atualmente nos sistemas de comunicação. Os cristais atuam nos receptores como instrumentos de sintonia de ondas, nisto se baseia o rádio, a televisão, o radar, etc. Mas a ciência atual a-inda não redescobriu meios de utilizar além do simples nível de sintonia de energia no nível do mundo físico. Na verdade eles podem estabelecer a sintonia entre físico e o mundo hiperfísico. Isto era uma das funções das pirâmides, trazer energia de uma outra “dimensão” para esta. Na verdade somente há algumas décadas foi que o homem redescobriu o poder inerente às formas geométricas, especialmente à piramidal, mesmo que isto foi usados pelos descendentes dos atlantas, mediante o uso de obeliscos e pirâmides.

A captação de energia por sintonia através de cristais com formas geométricas não envolve grandes perigos. Mesmo que o uso inadequado de pirâmides e de obeliscos possa levar à algum tipo de perigo, mesmo assim jamais ele é de forma tão catastrófica quanto a liberação da energia vril contida num cristal.


8 comentários:

  1. Bom dia

    Achei o seu site bem completo e interessante, deixo aqui meus parabéns, se você puder me ajudar ficarei grato, é sobre a pirâmide de cristal, se eu deixar sementes ao lado de uma pirâmide de cristal elas serão energizadas?

    Como faço para energizar usando pirâmide de cristal?

    Obrigado

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  2. li no livro de nome aos olhos alienigenas, que o planeta maldek, foi destruido apartir da energia vril que emanou da grande piramide de queops.

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  3. Olá, adorei a sua matéria e ja venho a um tempo querendo saber sobre está energia e você me esclareceu bastante, obrigado!!!
    Então ainda não existe um meio em que podemos fazer algum tipo de uso desta energia?

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  4. Pensei muito antes de falar....Eu prático o que chamado por vocês, de energia vril.
    Sei canalizar libera. Mas o mais importante que foi e deve ser falado sempre. E que é bom que as pessoas não tenham o poder ou conhecimento. O que eu sei nunca contei e nunção vou contar pois uma coisa dita aí e verdade. E melhor o homem não ter este poder ....Ou melhor (não ser Deus) na terra. Mas deixo uma dica Boa e saudáve ( pense positivo ) para o bem.

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  5. Existe um meio de canalizar a energia para o cristal sim! Usando a maguinetizaçao junto com energia condensada a uma ponto específico, fiz esperiencias, mas dá medo das consequências que situace na condensação dá energia para o cristal, alguém fez teste também? Para conhecimento mas aprimorados.

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  6. Que tipo de cristal é esse?? Ma aqui: Energia Vril

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