A Maldição da Lua

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Mistério das ROCHAS DESLIZANTES do Vale da Morte é desvendado

Centenas de trilhas misteriosas tem sido encontradas no Vale da Morte, na Califórnia, EUA.  Há, quase sempre, uma rocha no final das trilhas, mas nunca ninguém viu uma rocha deslizar nesta superfície.  O que ocorre?  Várias décadas de especulações alegavam várias teorias.

Agora, pela primeira vez, pesquisadores observaram as rochas deslizantes em ação.  Finalmente, sob as condições certas, finas camadas de gelo, sopradas por ventos leves, empurram as rochas por sobre o lago seco.  O trabalho, que foi apelidado de ‘o trabalho mais monótono já executado‘, foi publicado no site PLoS ONE.


Durante o inverno de 2011, uma equipe liderada por Richard Norris do Instituto de Oceanografia Scripp, levou 15 rochas equipadas com unidades de GPS ativadas por movimento e as monitoraram com  a ajuda de uma estação climática de alta resolução e câmeras de ‘time-lapse‘, supervisionando a parte sudeste do local.

Pensávamos que teríamos que esperar cinco ou dez anos sem nenhum movimento“, disse Norris numa liberação de imprensa, “mas somente em dois anos no projeto, aconteceu de estarmos lá na hora certa para ver isso acontecer em pessoa“.  Na viagem de dezembro de 2013, o local estava coberto de água represada, com aproximadamente 7 centímetros de profundidade. “Em 21 de dezembro de 2013, ocorreu uma quebra no gelo por volta do meio-dia, com ruídos vindos de toda a superfície represada“, lembra Norris.  Logo após, as rochas começaram a se mover.

Para que as rochas se movam é necessário uma sequência de eventos, eles descobriram.  Primeiro, o local é inundado com água, com profundidade suficiente para forma gelo durante o inverno — mas raso o suficiente para deixar as rochas expostas.  Quando a temperatura cai à noite, finas placas de gelo se formam.  De três a seis milímetros é a espessura suficiente para mover livremente e manter a força. Então, nas manhãs ensolaradas, o gelo que cobre a enorme poça começa a derreter, quebrando o gelo em painéis que se movem pelo local com vento fraco de até cinco metros por segundo.  O gelo que boia empurra as rochas para frente deles à velocidades quase imperceptíveis de até cinco metros por minuto, ao longo das trajetórias determinadas pelo vento e pela água fluindo abaixo, deixando assim trilhas na lama macia abaixo.

Veja abaixo uma das rochas e a trilha deixada por ela:


E assim, fica desvendado o mistério das rochas que caminham.

Fonte: ovnihoje.com

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Carro solar para a família anda 800 km com uma única carga


Um carro familiar movido a energia solar viajou de Los Angeles a San Francisco alimentado apenas pela luz do sol da Califórnia.

O automóvel chamado Stella é capaz de viajar 800 quilômetros com uma única carga, até mais se o dia estiver bastante ensolarado, a 130 quilômetros por hora.

“Foi muito bom ver todas as pessoas olhando para nós, pegando seus smartphones para tirar fotos enquanto estávamos dirigindo”, disse Lex Hoefsloot, gerente do Solar Team Eindhoven.

Hoefsloot é um dos estudantes da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, que projetou e construiu Stella. O que começou como apenas um projeto de faculdade acabou vencendo um desafio de corrida de carro solar mundial na Austrália em 2013, e agora chegou para uma turnê pelos Estados Unidos.

O carro possui quatro lugares e viaja com um Tesla vermelho equipado para trocar informações com ele à frente.


A equipe levou o carro para San Francisco para participar de um evento voltado para um futuro em que as estradas serão mais seguras e menos poluídas, cheias de carros com uma tecnologia que conversa com sinais de trânsito e com outros carros.

Dentro do Stella, um computador tablet no painel mostra o semáforo e faz a contagem regressiva do tempo até que fique verde. Além disso, um transmissor no Tesla avisa Stella onde seu carro “amigo” está e o que está fazendo.

“Achamos que é possível tornar estes carros comerciais em cinco a dez anos, mas é um grande sonho”, disse Hoefsloot.

A tecnologia em Stella não é nova. Se os carros solares fossem produzidos em massa, poderiam ser acessíveis. No entanto, grandes montadoras não entraram em contato com a equipe que produziu o veículo porque acham que ele é “exagerado”, disse Hoefsloot. “Nós pensamos diferente, é claro. É o primeiro carro familiar alimentado por energia solar, só não tem uma família ainda”, conclui.

Smartcar

A capacidade dos veículos de obter dados em tempo real a partir de um outro veículo e da infraestrutura de tráfego é vista como a chave para o futuro dos carros de autocondução, como o da Google, considerados mais seguros.


Carros inteligentes que “falam” uns com os outros e com sinais de trânsito têm o potencial de reduzir acidentes, congestionamentos e poluição.

No entanto, para que os carros se tornem os novos “smartphones”, a indústria automobilística e os governos terão que determinar padrões e práticas a respeito de como esses sistemas de comunicação funcionarão e serão protegidos contra hackers, bem como quem terá direito sobre os dados recolhidos por eles.

Se um acidente ocorrer, a polícia pode obter informações de um carro para provar quem estava errado? Ou o indivíduo pode ter acesso para provar que não fez nada de errado? Essa e muitas outras perguntas, por exemplo, se os proprietários dos automóveis poderão “apagar a memória” de seus veículos, precisam ser pensadas com cuidado. 

Fontes: