sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Lacuna encontrada em uma lei fundamental da física pode levar a ENERGIA INFINITA


Einstein outrora afirmou que as Leis da Termodinâmica eram a única teoria física do universo que “nunca será derrubada”. Isso tudo mudou no último mês, quando cientistas do Argonne National Laboratory da Universidade de Chicago encontraram uma brecha no sistema – uma que lhes permite quebrar a segunda lei da termodinâmica.

A descoberta tem implicações enormes para a nossa compreensão do universo, não menos importante porque nos apresenta a chance de um dia criar máquinas de movimento perpétuo.

Com a descoberta, poderemos, um dia, ser capazes de criar máquinas de movimento perpétuo, que girariam por toda a eternidade sem dissipar energia. Basicamente, eles foram capazes de criar um sistema quântico projetado para reciclá-la, de acordo com informações do jornal Daily Mail.

As Quatro Leis da Termodinâmica estudam os efeitos da mudança de temperatura, volume e pressão em escalas macroscópicas de sistemas físicos. Elas foram definidas por cientistas e engenheiros que procuravam aumentar a eficiência das máquinas a vapor em meados do século 19. As leis determinaram como a temperatura, energia e entropia (medida do caos quântico) trabalham juntos para construir ou destruir a matéria. Tudo, incluindo o menor átomo até o colapso dos buracos negros mais distantes, é controlado por estas quatro leis. Corajosamente, Albert Einstein uma vez propôs que esta era a única teoria física do Universo que “jamais seria derrubada”.

No mês passado, cientistas da Universidade de Chicago, nos EUA, disseram ter encontrado uma brecha na segunda lei da teoria, que fala sobre o estado de um sistema. Basicamente, ela trata da transição de energia utilizável para inutilizável dentro de um sistema. A Segunda Lei é a razão pela qual nossos celulares e laptops precisam ser carregados, e a mesma que sugere que, um dia, nosso Sol irá morrer.

Ela afirma que uma energia não pode se repetir em loop dentro de um sistema fechado, e por isso, temos que repor o que é perdido. Além disso, estabelece os limites para tudo o que é possível no Universo, e é a razão pela qual tudo dentro dele, um dia, entrará em decadência.

No coração desta segunda lei, há a entropia, que mede o caos quântico dirigido a cada partícula do Universo, e que está constantemente aumentando. E é justamente aí que a lacuna da lei está, com os cientistas sugerindo uma forma de permitir que a entropia acelere em direção oposta, ao invés de aumentar. Porém isso só pode ser observado em uma pequena escala e por curtos períodos de tempo.

O conceito chave por trás da segunda lei é o chamado Teorema H, que estabelece que o calor fluirá sempre de um ambiente quente para frio até que ambos tenham a mesma temperatura. Em outras palavras, em um sistema fechado, partículas de alta entropia (quentes) irão fluir sempre para o meio de baixa entropia, até que a entropia de ambos seja igualada. A partir destas informações, os cientistas determinaram que a entropia está sempre aumentando em nosso Universo, pois cada vez mais energia é utilizada. Eventualmente, isso levará ao fim da energia do Universo.

De acordo com o pesquisador Dr. Ivan Sadovskyy, o Teorema H estabelece uma conexão entre a Física Quântica e processos teóricos quânticos. No modelo novo proposto, algumas moléculas foram vistas diminuindo temporariamente sua entropia, o que basicamente quebra a Segunda Lei da Termodinâmica.

A equipe de Argonne Lab agora levou as coisas um passo adiante, criando um modelo matemático para mostrar como um sistema quântico poderia ser criado onde há um “ganho de entropia negativa” temporária – ou seja, uma diminuição da entropia.

“Embora a violação seja apenas na escala local, as implicações são de longo alcance”, disse o Dr. Valerii Vinokur, outro membro da equipe. O Dr. Vinokur acrescentou que a descoberta eventualmente “poderia tornar possível uma máquina de movimento quântico quantitativo local”. Embora essas máquinas de movimento quântico perpétuo ainda são puramente teóricas, as descobertas da equipe representam o primeiro grande passo em direção a um dispositivo real e funcional.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Estranha Aparição e OVNI em câmera de segurança no México [VÍDEO]


Um incidente estranho ocorreu em Mexicali, México, no dia 17 de janeiro de 2017, às 05h39.  Uma câmera de segurança capturou as imagens de uma luz muito brilhante flutuando acima do solo, e também do que parece ser algum tipo de “entidade”. Esta parece flutuar acima do solo enquanto muda de forma.

Aproximadamente aos 2:07 minutos do vídeo um homem aparece em cena, para e parece olhar para a luz, mas provavelmente não vê a “entidade”. Aos 2:44  minutos outras pessoas aparecem (no fundo à direita da tela) e parece que vêem algo no solo.

Infelizmente não há maiores informações sobre este avistamento. Veja:


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Inexplicável e Misteriosa Nuvem está viajando em alta velocidade pela Via Láctea


Nem sua natureza, nem sua origem podem ser totalmente explicadas.

Estas palavras foram escritas por uma equipe de astrônomos da Universidade Keio, no Japão, para descrever uma estranha nuvem de moléculas, super rápida, que atualmente está viajando pela Via Láctea, contra a direção do giro da nossa galáxia. A nuvem mede mais de dois anos-luz de comprimento e está cortando a galáxia em velocidades nunca observadas em nuvens de poeira espacial.

A nuvem, apelidada de “The Bullet” (a Bala [projétil]), está viajando em velocidades que aproximam 120 km por segundo. Ela também está esticando à medida que voa pelo espaço, expandindo à uma taxa de 50 km/s.

Um diagrama da velocidade de logitude da Bullet, mostrando a velocidade do gás como prolongamentos verticais.

A nuvem foi avistada usando telescópios do Rádio Observatório Nobeyama, no Chile. Atualmente, os astrônomos não podem explicar a incrível velocidade da nuvem, mas propuseram dois possíveis cenários, ambos os quais envolvem um buraco negro.

No primeiro cenário, uma explosão causada por uma enorme supernova poderia ter empurrado uma nuvem de gases e poeira interestelares através de um buraco negro relativamente pequeno. A força gravitacional do buraco negro poderia ter agido como um motor, acelerando as porções da nuvem, a qual conseguiu escapar de seu ‘horizonte de evento’ – o ponto gravitacional de um buraco negro que uma vez passado é impossível retornar.

Neste primeiro cenário, um buraco negro poderia agir como um enorme estilingue, acelerando a nuvem após ser ejetada da supernova.

Masaya Yamada, um estudante de graduação da Universidade Keio, declara porém que a velocidade da estranha nuvem não se encaixa com os modelos gerados dos dados agregados de restos da supernova mais próxima, chamada de w44:

Sua energia cinética é algumas dezenas de vezes maior do que aquela injetada pela supernova W44. Parece impossível gerar tal nuvem energética sob ambientes ordinários.

O próximo possível cenário envolve um pequeno, mas super denso buraco negro viajando pelo espaço.  Se tal buraco negro furasse seu caminho através da nuvem de matéria no espaço, ele poderia ser capaz de gerar o tipo de velocidade direcional vista na Bullet.

Buracos negros têm sido observados anteriormente viajando pelo espaço, e os astrônomos detectaram uma coluna de poeira similar – embora mais lenta – saindo de um buraco negro no ano passado.

Seja qual cenário for confirmado, a Bullet provavelmente demonstrará que há muitos mais buracos negros espreitando na vasta escuridão do espaço do que pensamos.