sexta-feira, 26 de maio de 2017

Canal Netflix Proíbe o Documentário "The Red Pill" por Conter Muita VERDADE

Deixe-nos começar dizendo que nós não temos agenda política. Como a maioria de vocês, nós somos apenas pessoas regulares, exatamente no meio, vivendo nossas vidas. Dito isto, nós somos de mente aberta e acreditamos que obter diferentes perspectivas e ouvirmos muitos pontos de vista é importante para moldarmos as nossas próprias opiniões. O mundo seria um lugar sombrio, na verdade, se todos fôssemos forçados a aceitar apenas um lado de qualquer equação. E, no entanto, isso é o que estamos sendo cada vez mais intimidados a fazer, como evidenciado recentemente pela reação totalmente exagerada por muitos sobre o documentário do cineasta Cassie Jaye, o The Red Pill.


No filme, Jaye, uma jornalista investigativa e auto-proclamada feminista, decidiu descer o buraco do coelho do Movimento dos Direitos dos Homens (MDH), descrito pelo Urban Dictionary como "uma organização de homens e suas mulheres aliadas que chamam a atenção pelas maneiras nas quais a misandria (atitudes e ações anti-masculinas) e o ginocentrismo (privilegiar as mulheres) prejudicam os homens".

O filme se propõe a examinar o que o MDH realmente defende, o que eles acreditam estar lutando e quais realmente são suas atitudes em relação às mulheres.

Apesar do enorme sucesso comercial do documentário, a Netflix se recusou a exibi-lo. Em cinemas no Canadá, na Austrália e nos EUA, as feministas saíram em massa para protestar contra as exibições, e os cinemas independentes estiveram sob uma enorme pressão para não exibi-lo.

A CBC News informou recentemente que financiadores e patrocinadores no Canadá ameaçaram parar de fazer negócios com cinemas que se atrevam a prosseguir com exibições programadas.

Gavin McInnes, da Rebel Media, chama esse tipo de pressão de "terrorismo econômico" e faz uma observação interessante de que muitas das pessoas que protestaram com tanta veemência contra o documentário, nunca o viram.

McInnes argumenta que muitos documentários recentes têm sido muito tendenciosos em direção a um ponto de vista particular, e alguns como o An Inconvenient Truth, foram cientificamente falhos e totalmente unilaterais, mas foram aceitos como fato e permitiram moldar o pensamento de muitos.

Por outro lado, com o The Red Pill, Cassie Jaye faz "o que os verdadeiros jornalistas devem fazer", insiste ela. "Você parte sem agenda e não termina onde pensou que terminaria."

E a julgar pelo conteúdo do trailer, isso é exatamente o que Jaye faz. Ao fornecer a perspectiva do MDH, e destacando algumas de suas questões mais prementes, ela também fala com proeminentes ativistas feministas e jornalistas para obter sua opinião sobre essas questões.

As entrevistas que Jaye conduziu para o documentário destacam questões como os homens que praticamente não têm direitos quando se trata de disputas de custódia e o fato de que, se uma mulher decidir abortar seu bebê, seu cônjuge ou parceiro não teria voz sobre o assunto. O documentário também destaca o fato de que 93% das mortes no local de trabalho afetam os homens, e que 4 em cada 5 suicídios são homens.

Como um dos entrevistados observa, os homens estão sofrendo, mas, "A sociedade não quer ouvir a sua dor. Valorizamos a vida feminina mais do que valorizamos a vida masculina."

Dr. Warren Farrell refere-se a um "grande buraco na área de compaixão contra meninos e homens", e Paul Elam, presidente e fundador da organização A Voice for Men, observa que a mensagem anti-homem é um sutil subtexto em declarações como "pare a violência contra as mulheres", em vez de simplesmente "parar com toda a violência".

Em seu diário de vídeo, Jaye parece muito confusa e diz que não tem certeza se o MDH está simplesmente "enganando-a" para convencê-la de sua teoria que "os homens são discriminados e as mulheres têm a vantagem".

O trailer também mostra que ela está ouvindo muitas vozes feministas, incluindo a de Katherine Spillar, diretora-executiva da Feminist Majority Foundation, que insiste que é indiscutível que as mulheres ainda estão oprimidas fisicamente, financeiramente e economicamente e que nos centros de poder políticos e empresariais, os homens são favorecidos sobre as mulheres.

No geral, o trailer certamente representa um documentário equilibrado e estimulante que mostra ambos os lados da questão. É difícil entender sobre o que é todo o furor. Mas então, talvez Harry Crouch, presidente da Coalizão Nacional para os Homens, resumisse melhor quando disse: "Nós simplesmente não nos respeitamos pelo que somos".

Assista ao documentário e decida por si mesmo.



Gigantes Adormecidos em Cápsulas do Tempo estão Prestes a Acordar? - [VÍDEO]

Vários delatores têm vazado muitas informações pela Internet, algumas delas mais difíceis de acreditar do que outras. Este é o caso dessa informação abaixo, que parece ser uma impossibilidade. Contudo, seguindo o objetivo do Filosofia Imortal, que é o de informar e abrir discussão, para que os próprios leitores tirem suas conclusões, segue a matéria:


Há mais de um século, uma sociedade secreta descobriu uma caverna escondida abaixo da superfície da Terra.  Dentro da caverna estavam vários gigantes da antiguidade, vivos, porém num estado de animação suspensa.

Poderíamos pensar que realmente sabemos a verdade sobre a história da antiguidade da Terra, mas não.  Corey Goode alega ter despendido 20 anos em operações governamentais e programas espaciais secretos (EUA).

Durante este período, ele testemunhou uma grande quantidade de eventos extremamente bizarros, e visitou lugares que nem sabia que existam. Um dos mais interessantes desses lugares foi uma câmara subterrânea, onde os antigos Anunnakis estariam sendo retidos em animação suspensa, desde tempos já esquecidos.

De acordo com Goode, a câmara foi construída por uma raça de antigos construtores, e os gigantes que estavam hibernando poderiam ser os últimos de sua espécie. Vários desses gigantes foram mantidos em tanques de cristal, num estado similar à morte.

Porém, eles não estavam mortos. Na época de seu desaparecimento, esta civilização possuía a capacidade tecnológica que supostamente alterava o fluxo do tempo.

Trinta mil anos poderiam passar, mas para o ocupante da cápsula de cristal, seria como somente 30 minutos.

A tecnologia para criar e manter as bolhas de tempo é algo que os humanos aspiram um dia possuir, mas, de acordo com Goode, estava presente da Terra há milhares de anos.

Veja um vídeo documentário sobre esse assunto (Para instruções de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


As Impressionantes Descobertas da Sonda da Nasa em Júpiter


Júpiter tem furacões do tamanho da Terra

As observações iniciais de Júpiter feitas pela sonda espacial Juno são "de tirar o fôlego", informam os cientistas da Nasa envolvidos na missão.

E o que mais os deixou perplexos até agora foram as gigantescas "tempestades" registradas nos polos dos planetas.

"Pense em um monte de furacões, cada um do tamanho da Terra, todos tão espremidos uns aos outros que chegam a se tocar", explica Mike Janssen, da agência espacial americana. "Até mesmo entre os pesquisadores mais experientes, essas imagens de nuvens imensas rodopiando têm impressionado muito."

A sonda Juno chegou ao quinto planeta do Sistema Solar em 4 de julho do ano passado. Desde então, ela tem se aproximado do planeta gasoso a cada 53 dias.

As primeiras conclusões derivadas dessas observações estão sendo divulgadas agora nas publicações científicas Science e Geophysical Research Letters.

A equipe da Nasa diz que o que se sabia previamente sobre Júpiter está sendo revisto com base nas novas descobertas.





"(Com) essa observação mais próxima, constatamos que várias ideias que tínhamos (sobre Júpiter) eram incorretas e até mesmo ingênuas", afirma Scott Bolton, principal pesquisador do Instituto de Pesquisa de San Antonio, no Texas.

Os grandes ciclones que cobrem as altas latitudes do planeta só agora estão sendo vistos em detalhes, porque as missões anteriores nunca conseguiram realmente olhar o planeta por cima e por baixo, como Juno tem conseguido - e, certamente, nenhuma teve resolução tão alta. É possível discernir até mesmo características que estão a apenas 50 km de distância.

As estruturas são muito diferentes daquelas encontradas nos polos de Saturno, por exemplo, e as razões disso ainda não são compreendidas.

Outra surpresa vem do Radiômetro de Micro-ondas (MWR na sigla em inglês) da Juno, que detecta o comportamento abaixo da superfície de nuvens. Seus dados indicam a presença de uma ampla faixa de amônia que vai do topo da atmosfera até a maior profundeza que se pode detectar - pelo menos 350 km para baixo. Ela pode ser parte de um grande sistema de circulação.

Mas a MWR mostra que a amônia em latitudes maiores pode ser muito mais variável.

"O que isso está nos dizendo é que Júpiter não está muito definido por dentro", diz Bolton. "Está completamente errada a ideia de que, uma vez que você vá além da luz solar, tudo será uniforme e tedioso. A realidade pode ser muito diferente dependendo de onde você olha."

A equipe que monitora a Juno selecionou alguns destaques entre as novas descobertas:

- Júpiter é 11 vezes maior que a Terra e 300 vezes mais pesado
- São necessários 12 anos terrestres para que Júpiter consiga fazer uma volta no Sol; um dia por lá tem 10 horas de duração
- Em sua composição, ele lembra uma estrela; é formado basicamente de hidrogênio e hélio
- Sob pressão, o hidrogênio se torna um fluido que conduz eletricidade
- O hidrogênio metálico é provavelmente uma fonte de campo magnético
- A maioria da superfície das nuvens contém amônia e sulfureto de hidrogênio
- As listras de Júpiter são criadas por ventos fortes de origem leste e oeste.
- A Grande Mancha Vermelha de Júpiter é um gigantesco vórtice de tempestade duas vezes maior que a Terra. Essa mancha será o tema da próxima etapa de investigação da sonda Juno