A Maldição da Lua

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O Elo Perdido: Fomos Criados por Extraterrestres?


Nessa palestra, o físico e professor Laércio Fonseca faz uma profunda análise das teorias de surgimento do ser humano na Terra, além de mergulhar fundo na cosmogonia da criação da vida e manutenção realizada por seres extraterrestres, através de abduções etc.

Estamos no momento de despertarmos para o que sempre esteve diante de nossos olhos, mas não tínhamos olhos para ver?

A palestra, a nosso ver, é espetacular e esclarece muitos pontos de forma lógica, sem colocar de lado a existência de uma 'Grande Consciência' por trás de todo o processo, apesar de não termos a menor ideia do que seja em toda sua impressionante dimensão.



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Militares na reserva abrem o jogo sobre Extraterrestres e os OVNI's


O National Press Club, em Washington, foi palco de uma singular conferência de imprensa que congregou um grupo de ex-militares com histórias sérias e preocupantes sobre UFOs e armas nucleares. O ponto central de exposição foi revelar que tais objetos pareceram dirigidos por uma forma de inteligência de outro planeta ou de outra dimensão, controlando e interagindo remotamente com armas nucleares militares dos Estados Unidos, para depois desaparecer ao longo das décadas de 60, 70 e 80, e retomar seus aparecimentos em épocas recentes.

Dwynne Arneson dirige-se à assembléia. Ele foi um oficial de controle sobre
assuntos Top Secret da Força Aérea e transmitiu informações sobre
e inexplicáveis paradas de mísseis
As provas apresentadas reforçam-se mutuamente: na forma verbal, ofereceram testificações oculares e de segunda mão e, em papel, apresentaram documentos que contavam a mesma história. As testemunhas foram reunidas por Robert Hastings – analista de laboratório, consultor da Revista UFO e o principal pesquisador da atividade ufológica em torno das armas nucleares -, um homem de fala inexpressiva que, ocasionalmente, reajustava seus óculos. Foram, ao todo, uma seção transversal de 120 ex-oficiais militares, que deram depoimentos de experiências similares, que representam ainda menos de 1% do número total de pessoas que afirmam ter presenciado ocorrências do fenômeno.

Esta foi a primeira vez que oficiais das Forças Armadas ofereceram uma declaração conjunta sobre suas experiências com UFOs. O objetivo da reunião foi impulsionar maior atenção, relevância e divulgação sobre este assunto. Deste modo, com suficiente pressão por parte do público e dos meios de comunicação, o governo dos Estados Unidos se verá forçado a revelar a verdade, de seu conhecimento sobre as evidências da existência dos mesmos.


Armas Desativadas

Tópicos extremos que se discutiram entre os presentes, foi a desativação de mísseis nucleares pertencentes às Bases da Força Aérea de Malmstrom, em Montana e de Minot em Dakota do Norte. Disseram também que incidentes similares ocorreram em bases norte-americanas de Ohio, Wyoming e em lugares tão longínquos como o Reino Unido.

As descrições dos UFOs correspondem a formas muito conhecidas, em formato de disco, cilindros ou esféricos, capazes de flutuar, permanecer imóveis ou movimentarem-se em silêncio, à velocidades extremamente altas e realizar movimentos agudos angulares, possuindo muitas luzes intermitentes e multicolores, podendo refleti-las fortemente, centrando fases de luz branca.

As credenciais dos homens reunidos nessa conferência eram impecáveis, suas condutas firmes, idades avançadas e o modo de se pronunciar evidenciavam-se. Alguns fizeram pronunciamentos simples, como os de Dwynne C. Arneson, que esteve na Força Aérea durante 26 anos e atingiu o grau de tenente coronel. Arneson celebrou a abertura de informação “Altamente Secreta”, recordou que ele e outros soldados tinham lido mensagens que indicavam que os UFOs tinham estado rondando os lugares onde se encontravam os mísseis e, logo após estas ocorrências, os mesmos foram desativados inexplicavelmente.

Charles I. Halt, militar em serviço durante 28 anos, retirado em 1991 como coronel e que tinha supervisionado as tarefas em todo o Departamento de Defesa, diz que escutou e viu bem mais que isso. No dia 27 de dezembro de 1980, em Suffolk, Inglaterra, disse que dirigiu uma equipe de polícia de segurança no bosque para pesquisar a atividade de misteriosas luzes. Viu algo que parecia “um grande olho, de cor vermelho, movendo entre as árvores”. Logo isso começou “a gotejar algo que parecia metal fundido”.

Posteriormente, saiu voando da selva e explodiu no campo, em meia dúzia de pequenos objetos de cor branca. Halt disse que ele e seus colegas viram uma série de outros objetos ao mesmo tempo. Posicionavam-se em forma elíptica, depois em forma arredondada e começaram a mover-se sob grande velocidade, em padrões angulares. Ao que parece, havia muito mais histórias similares.

Trabalhando em Malmstrom, no mês de março de 1967, estava Robert C. Jamison, um primeiro-tenente encarregado de consertar mísseis que tinham sido desativados por diversas razões. Em certo dia desse mesmo ano, relataram-lhe que membros da polícia da Força Aérea tinham reportado o aparecimento de um UFO perto a um campo de mísseis, justamente momentos antes destes começarem a apresentar avarias. Mais tarde, Jamison foi instruído sobre o que fazer em caso de avistar um UFO, e falou com muitos homens que estavam “visivelmente alterados” pelo que tinham visto.

Este relatório está respaldado por um documento desclassificado em 16 de janeiro de 1996, que data de março de 1967, e cuja cópia foi entregue à imprensa. Diz, em uma parte: “O fato da perda de 10 mísseis sem aparente razão que possa ser identificada facilmente, é motivo de grave preocupação para esta sede”. Uma grande revoada de UFOs foi reportada rondando um dos mísseis no mesmo momento do incidente, declararam as testemunhas, visivelmente emocionadas. Atos deste tipo são pouco freqüentes e inexplicáveis: “Nunca seria viável que falhassem dois mísseis, muito menos 10″, disse Jamison.


Top Secret

Os depoentes tinham histórias similares, sem uma aparente explicação convencional. Os documentos que eles obtiveram têm várias décadas, porque a administração do presidente Carter exerceu uma forte pressão para que o governo os abrisse durante esses anos. Após a década de 1980, os requerimentos da Freedom of Information Act [Lei de Liberdade de Informação, FOIA] sobre o tema dos UFOs, bateu de frente a uma “parede” de documentos. Os conteúdos, com freqüência, corroboram os relatos das testemunhas oculares.

Hastings, ao centro, conduz a discussão, com ex-oficiais
de ambos os lados
Os céticos conseguem se esquivar, sem que cheguem a negar especificamente as evidências. “A mim isto parece o mesmo velho assunto que temos ouvido durante 50 anos: luzes escalofriantes no céu da noite, com forma de charuto, não há mais para dizer sobre isso”, declarou Michael Shermer, fundador editor da revista Skeptic, em entrevista telefônica concedida à Gran Época. “Ainda há esta coisa de ciência-ficção dos anos 50, em que teria-se emitido uma advertência a Moscou e aos EUA com respeito ao perigo da energia nuclear. Eles chegaram um pouco tarde ao jogo”.

Essas opiniões têm sido assimiladas por sua colega, Pat Linse, co-fundadora da Skeptics Society [Sociedade Cética], que suspeita que a memória pode criar uma má interpretação a esses oficiais retirados. Ela sugere que talvez tratam de encaixar vagas lembranças de décadas passadas em narrativas pré-fabricadas da subcultura dos UFOs. Quando foi questionada sobre como poderiam ser explicadas as desativações de mísseis, Shermer questionou o fato, perguntando se isso é o que realmente sucedeu. “Que os objetos fossem não identificados só mostra que eram desconhecidos, nada mais”, disse.

Um porta-voz da Força Aérea declarou, via online, sobre os três pontos mais comuns questionados: nenhum UFO tem sido uma ameaça à segurança nacional, não há nenhuma prova que tais avistamentos revelassem a presença de tecnologia mais avançada ou diferente à que a humanidade já tem descoberto, e, não há nenhuma prova que fossem veículos extraterrestres.

Os conferencistas não se perturbaram frente àqueles – incluindo alguns meios de comunicação – que não levam a sério suas experiências. Hastings tem dado mais de 500 conferências em escolas e universidades ao redor dos EUA, e diz que a resposta tem sido fortemente positiva e receptiva.

Sua tese geral e de outras testemunhas militares – e o que dizem teria sido confirmado por oficiais do mais alto escalão -, é que a revelação repentina da verdadeira existência de extraterrestres por parte do governo estadunidense causaria um pânico em massa. Além do mais, “quem seja ou qualquer coisa que esteja por trás dos discos voadores, não está interessado em se vincular, entabular um diálogo ou dar a conhecer sua existência aos terrícolas”, disseram.

Hastings alega, no entanto, que este é um assunto de tanta importância para a humanidade que deveria ser permitido aos povos do mundo decidir por si mesmos como vão responder, uma vez que conheçam a verdade. “Tomei a decisão há décadas, não importa quem me atire pedras, vou falar sobre o que eu sei destes fatos”, disse. “Basicamente, a sociedade está cada vez mais e mais consciente disto“.

Fonte:  UFO