terça-feira, 24 de maio de 2016

AERONÁUTICA libera áudios entre PILOTOS e TORRES DE CONTROLE da 'NOITE OFICIAL DOS OVNIs'.

Ufólogos conseguem a liberação gratuita de gravações históricas que comprovam o avistamento e a detecção radar de dezenas de OVNIs entre Rio de Janeiro e São Paulo em maio de 1986.


“Brasília? Boa noite! Bem vindo ao festival dos discos voadores”

Foi com a frase que dá título a este texto que o operador de radar da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos, segundo sargento Sergio Mota da Silva, atendeu a uma ligação do controle aéreo de Brasília, por volta das 20 horas. Era uma segunda-feira, 19 de maio de 1986. O dia que entraria para a história da Ufologia mundial como “Noite Oficial dos OVNIs no Brasil”.

Finalmente, minúcias dessa noite inusitada foram reveladas, e de forma bombástica. Graças ao empenho do pesquisador Edison Boaventura Júnior, do Grupo Ufológico do Guarujá, com a ajuda de Josef Prado, da Brazilian UFO Network (Burn – www.portalburn.com.br), foram liberados gratuitamente os áudios das conversas de todo o aparato de defesa aeroespacial brasileiro durante aquele evento. “A liberação, inicialmente, destas fitas de áudio é um marco na Ufologia Brasileira, pois trazem depoimentos e o minuto a minuto do que realmente ocorreu naquela noite”, comemora Edison Boaventura.

Num primeiro momento, os ufólogos não perceberam o que exatamente tinham em mãos. Mas a partir do final da primeira fita, o prefixo do avião envolvido deixou claro que era algo fantástico. As primeiras 8 fitas traziam todas as conversas entre a torre de controle de São José, os controles aéreos de São Paulo e Brasília, o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego (Cindacta) e vários comandantes de aeronaves. Entre estes últimos, constam os diálogos da torre com o avião Xingu prefixo PT-MBZ, que se dirigia a São José carregando o então ex-presidente da Embraer e recém empossado presidente da Petrobras, Coronel Ozires Silva, além dos diálogos dos pilotos de caças que alçaram vôo na tentativa fazerem a interceptação do tráfego aéreo desconhecido.


Barganha com o Arquivo Nacional

A Lei de Acesso à Informação, editada em 2011, já estabelecia que o material fosse disponibilizado ao público. Mas em se tratando de conteúdo multimídia, o acesso está longe de ser fácil: é preciso saber o que procurar, especificamente, ir a Brasília fazer a busca pessoalmente e pagar — caro — para conseguir cópias: o custo é de R$ 30,00 por minuto. Com pouco menos de 13 horas de gravação no total, incluindo as conversas entre controladores e pilotos em várias ocasiões, os documentos custariam cerca de R$ 23 mil para cada interessado.

Mas o pesquisador tinha um trunfo. Edison Boaventura estava negociando a liberação do material com a Ouvidoria do Arquivo Nacional no Rio de Janeiro desde abril. Antes mesmo da revisão da Lei de Acesso à Informação, ele tinha em seu poder milhares de páginas de documentos secretos originais sobre UFOs vazados da Força Aérea Brasileira ao longo dos anos. E já tinha barganhado esses documentos com a Ouvidoria do Arquivo Nacional. Quem conta é Josef Prado, que está cuidando do processo de conversão das gravações para disponibilizar integralmente no canal do Portal Burn no Youtube. “Em 2009 o Edison fez um acordo com a Arquivo Nacional: ele dava todos [os documentos originais] pra eles, em troca eles mandariam [ao pesquisador] tudo que receberam e viessem a receber sobre OVNIs”, explica.

Recorte do ofício que atesta a permuta entre o Arquivo Nacional e o pesquisador Edison Boaventura (Reprodução)

Sabendo da existência de muitos registros audiovisuais em poder da FAB, Boaventura resolveu acionar o acordo pela liberação pública e gratuita. O comunicado oficial da Coordenação-Regional do Arquivo Nacional do Distrito Federal (COREG) chegou por e-mail, no dia 22 de outubro de 2015. “Informamos que todos os arquivos digitais dos documentos sonoros do fundo OVNIS estão disponíveis ao público para consulta no Sistema de Informações do Arquivo Nacional – SIAN. Assim sendo, o compromisso assumido pelo Arquivo Nacional com o senhor e demais interessados no tema está concluído.

No que tange aos documentos audiovisuais, daremos uma nova analisada e voltaremos a entrar em contato”, informava uma das ouvidoras. A partir daí Edison e Josef se empenharam em localizar e baixar cada áudio disponibilizado, num trabalho ainda árduo de consulta ao sistema SIAN, acessível pelo endereço http://www.an.gov.br/sian/. São 16 fitas no total, 8 das quais tratando exclusivamente do caso de 19 de maio de 1986. As demais apresentam diálogos em outras ocasiões, além de pesquisas e entrevistas com testemunhas feitas diretamente pela Força Aérea Brasileira em diferentes episódios.


Festival dos discos voadores 

A audição do material mostra que a denominação “festival dos discos voadores”, dada pelo segundo sargento Sergio Mota logo no início dos fenômenos de maio de 1986, quando do primeiro contato com o controle de tráfego de Brasília, seria um eufemismo para o que viria a seguir.

No início, o primeiro alerta soou com o que ele denominou de “um farolzinho”. Entrou pelo setor Noroeste de São José, aproximando-se por Guarulhos, cerca de 3 graus acima do horizonte. Aparentemente sobre a cidade. Era vermelho alaranjado, conforme descreveu o segundo sargento cerca de uma hora mais tarde, diante da solicitação, por telefone, do Centro de Operações de Defesa Aérea (CODA).

Nesta primeira conversa com o sistema de defesa em Brasília, Mota confirma que já estava acompanhando uma movimentação estranha nos céus desde pouco mais de 18h30. Um olho no binóculo, outro na tela de radar. Às vezes os objetos estavam visiveis a olho nú, e não no radar, outras apenas no radar, e outras vezes eram observáveis das duas formas.

As coisas começam a ficar verdadeiramente emocionantes quando Mota recebe a incumbência de guiar o avião o Xingu de Ozires Silva e seu comandante Alcir Pereira na aproximação a São José dos Campos, a partir do contato do controle de Brasília. Observando os fenômenos e ciente da detecção, o Xingu decide por conta própria interromper os procedimentos de pouso e arremeter em perseguição a um dos objetos. Depois do susto e autorizado por Brasília, o segundo sargento da torre de São José dá apoio a uma manobra da aeronave que vira 180 graus. A tentativa dá certo e o avião de Ozires consegue contato visual, descrevendo a luz como multicolorida, aparentemente parada sobre a cidade.

Caça F5, lançado de Santa Cruz, um dos modelos que se aproximou dos OVNIs (Divulgação)

A partir daí, a conversa entre controladores se intensifica. Brasília, Rio, São Paulo e até Goiás entram na história. A torre de São José faz uma contagem e 13 objetos estão no céu. Até o fim do evento seriam 21 no total. “Por exemplo dá para notar a euforia dos controladores de tráfego aéreo e apreensão dos pilotos”, comenta Edison Boaventura. A partir das 22h23, caças são lançados para tentar a interceptação dos objetos: um modelo F5, a partir de Base Aérea de Santa Cruz (Rio de Janeiro) e pelo menos três caças Mirages, de Anápolis (Goiás).

A todo instante, as detecções eram intermitentes. O contato visual dos pilotos de caças, também. Num dos momentos mais dramáticos das gravações, o piloto de um dos caças é instruído a acelerar para a velocidade de 0,9 Match (90% da velocidade do som) e chega a 5 milhas de distância de um dos objetos. O objeto aumenta e diminui a distância para o avião em segundos. Em determinado momento, o piloto avisa que tem o objeto “em Judite”, ou seja, travado no sistema de armas. Mas observa, atônito, o plot de radar acelerar vertiginosamente e em 5 segundos distanciar-se dezenas de milhas de sua aeronave. “Comportamento muito estranho”, comenta o piloto sobre as mudanças de velocidade.


Mais importante documento da Ufologia mundial

O material é extenso e vai demandar uma análise minuciosa de todos os detalhes. O Portal Burn está convertendo os áudios e disponibilizando a toda a comunidade através do Youtube (https://goo.gl/AKuLg1), e seguramente os pesquisadores estão fazendo história com esta ação. Depois de idas e vindas no comportamento da FAB quanto ao ocorrido — o orgão ora desmentiu o contato visual com objetos, ora desmentiu a detecção por sistemas de radares simultaneamente — em 25 de setembro de 2009 foi divulgado o relatório oficial sobre o caso (prometido ainda em 1986 pelo então Ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Octávio Júlio Moreira Lima). “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados”, dizia o documento.

Sem muito alarde pela imprensa, esse se transformou num dos principais documentos da ufologia mundial a apoiar a hipótese de uma origem não terrestre para o fenômeno dos discos voadores. E agora tem sua importância reforçada, com a liberação dos áudios oficiais. Quem quiser acesso a todo o material pode fazer a busca no sistema SIAN (http://www.an.gov.br/sian/) ou, bem mais fácil, assinar o Canal da Burn no Youtube – https://goo.gl/AKuLg1 – e manter-se informado do upload de novos audios.

Confira, abaixo, o primeiro audio postado:


Fonte: vigilia.com.br

Assista também a matéria no programa Fantástico, no domingo passado, dia 22/05/2016:

BASE SECRETA EXTRATERRESTRE nas MONTANHAS entre CHINA e ÍNDIA

AKSAI CHIN, teria uma Base Subterrânea de UFOs na Fronteira da CHINA e ÍNDIA?


A base principal de UFOs ficaria no Planalto Soda e usaria o maior rio de Aksai Chin, o Karakosh (ao lado da maior montanha da região e o segundo pico mais elevado do mundo o K2).

A região é praticamente desabitada, não tem assentamentos permanentes e recebe pouca precipitação pluviométrica, pois o Himalaia e a cadeia de montanhas do Karakoram bloqueiam as chuvas da monção indiana. É um local perfeito para a formação de bases subterrâneas para UFOs.

Esta claro agora que existem múltiplas bases UFO em Aksai Chin, a parte chinesa do território da Caxemira (Ladakh), na fronteira da CHINA com a ÍNDIA.

As bases poderiam estar localizadas desde  LADAKH na Índia até Aksai Chin, na China. Quando o Sol está em ascensão sobre a  elevação montanhosa de 14.000 pés (4.500 metros), na parte mais remota da Caxemira, onde a crosta terrestre é grossa, devido às dobras montanhosas do Himalaia, um enxame de OVNIs em formação são vistos saindo voando de suas bases subterrâneas.

Assinalado no mapa, AKSAI CHIN, no alto do canto à direita, a região da Cordilheira do Himalaya onde se concentra a maior incidência de aparecimento de UFOs nos Himalayas, na fronteira da Índia/China e que foi ocupada pelos chineses durante uma guerra entre Índia e China em 1962, um território ainda reivindicado pela ÍNDIA.

Por muito tempo os militares indianos pensaram que eram aviões de reconhecimento chineses de formas e tamanhos estranhos. Agora esta claro que até mesmo as autoridades chinesas também estão surpresas com o número de aparições de UFOs que estão saindo do subsolo nos últimos tempos.


A base principal de UFOs ficaria no Planalto Soda e usaria o maior rio de Aksai Chin, o Karakash (acima).

A região é praticamente desabitada, não tem assentamentos permanentes e recebe pouca precipitação pluviométrica, pois o Himalaia e a cadeia de montanhas do Karakoram bloqueiam as chuvas da monção indiana. É um local perfeito para a formação de bases subterrâneas para UFOs. 

As formações máximas de UFOs acontecem na região do Lago de Aksai Chin (foto a seguir). A radioatividade no lago é surpreendentemente acima do normal nas primeiras horas do dia.


Hotan County na Prefeitura de Hotan em Xinjiang da China administra Aksai Chin. Os administradores conscientemente evitam perguntas sobre bases subterrâneas de UFOs em Aksai Chin. A Estrada Nacional 219 da China passa através do território de Aksai Chin, na ligação com Lazi Xinjiang e a Região Autônoma do Tibete. Recentemente as pessoas em trânsito na rodovia relataram  muitos avistamentos de UFO na área.

Foto de um UFO em visto em Kongka La, próximo a Aksai Chin. As mais altas montanhas da Terra, os Himalayas seriam um esconderijo perfeito para bases  subterrâneas alienígenas.

Abaixo o Glaciar (Geleira) Baltoro no Karakoram Central. A Cordilheira do Karakoram é o local no planeta com a  maior concentração de picos com mais de 8.000 metros de altura, que se pode encontrar na Terra, incluindo o colossal K2, a segunda mais alta montanha do Mundo (8.611 m/28, 251 ft). O K2 é apenas 237 m (778 pes) menor-mais baixo do que os 8.848 (29,029 pés) de altura do Monte Everest, a montanha mais alta do planeta.

Glaciar (Geleira) Baltoro no Karakoram Central

As imagens de satélite do serviço Google Earth revelou um modelo de terreno no leste da província de Aksai Chin e do território do Tibete adjacente ao leste, construído perto da cidade de Huangyangtan, cerca de 35 km (22 milhas) a sudoeste de Yinchuan, capital da região autônoma de Ningxia na China. 

As imagens de satélite também revelam pontos estranhos em terrenos profundos. Muitos acreditam que essas profundas manchas anteriormente foram bases subterrâneas de UFOs.


Acima: Cinco UFOs  são filmados sobrevoando vales entre as altas montanhas, feito de um voo em 26 de março de 2012, que sobrevoava os Himalayas, sobre a Índia.

AKSAI CHIN – Uma Região da CAXEMIRA disputada pela CHINA e ÍNDIA

Esta região do Himalaia, que corresponde a cerca de 20% de toda a Caxemira, não pertence nem a Índiae nem ao Paquistão, mas a uma outra superpotência nuclear daquela área – a CHINA. Aksai Chin é um território reivindicado pela Índia, como parte da Caxemira,  e pela China.

Atualmente encontra-se sob administração efetiva da China. Está situada no disputado território da Caxemira e foi objeto da guerra de fronteira entre China e Índia em 1962, no Himalaia, na região de Aksai Chin. A região disputada era estratégica para a China e tem uma estrada importante que liga o Tibete (também invadido e controlado pela China desde 1950) a Xinjiang.

Aksai-Chin, parte da Caxemira sob controle chinês, que fica na fronteira com LADAKH, com a ÍNDIA.

Em 1959, a China anexou a região da Caxemira de Aksai Chin, e acordou com o Paquistão a recém obtida fronteira, uma decisão que encontrou furiosa reação por parte da Índia e que levou à guerra sino-indiana de 1962. Em 1965 e 1971-1972, eclodiram novos conflitos na região da Caxemira que resultaram em algum ganho territorial para os indianos em decorrência da assinatura de um cessar-fogo. 


Mais um UFO foi filmado pairando sobre as grandes montanhas do Himalaya, na divisa entre a CHINA e ÍNDIA em 25 de março de 2012.

Haveria uma base extraterrestre abaixo do Himalaya?

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
Publicado originalmente em India Daily Technology Team
Fontes: