quarta-feira, 29 de julho de 2015

Corpo do MÉDICO que associou VACINAS ao AUTISMO encontrado em um rio.


Na semana passada, um proeminente pesquisador sobre o autismo e opositor das vacinas, foi encontrado morto a flutuar num rio da Carolina do Norte, em circunstâncias que muitos acham suspeitas. 

Na tarde da última sexta-feira, um pescador encontrou o corpo do Dr. James Jeffery Bradstreet, no rio Rocky Broad em Chimney Rock, Carolina do Norte.

"Bradstreet tinha uma ferida de bala no peito, que parecia ser auto-infligida, de acordo com os delegados policiais", informou a WHNS.

Num comunicado de imprensa, o Gabinete do Xerife do Condado de Rutherford anunciou: “ Os Mergulhadores da Esquadra de Resgate do condado de Henderson deslocaram-se ao local e recuperaram um revólver do rio."

Está em curso uma investigação sobre a morte e os resultados de uma autópsia estão previstos para breve.

Dr. Bradstreet dirigia uma clínica privada em Buford, Georgia, que se concentrava em "tratar  crianças com Transtorno do Espectro do Autismo, TPP e distúrbios neurológicos e de desenvolvimento relacionados."

Entre vários tratamentos, o Wellness Center do Dr. Bradstreet realizava supostamente tratamentos para lidar com a "toxicidade do mercúrio", acreditando ser o metal pesado um fator preponderante no desenvolvimento do autismo infantil.

O Dr. Bradstreet levou a cabo o esforço para identificar a causa da doença depois que o seu próprio filho contraiu a doença após uma vacinação de rotina.

"O autismo me ensinou mais sobre medicina do que a própria faculdade de medicina," afirmou o médico numa conferência, de acordo com Jake Crosby do Epoch Times.

Além de tratar pacientes, Bradstreet também oferecia prova pericial no tribunal federal, em nome das famílias afetadas pelas vacinas e foi o fundador e presidente do Centro Internacional de Recursos de Desenvolvimento da Criança, que, durante algum tempo, empregou como “director de pesquisa”, o especialista em autismo, muito desprezado, Dr. Andrew Wakefield.

As circunstâncias à volta da morte de Bradstreet tornam-se mais curiosas devido a uma recente rusga de surpresa aos seus escritórios levada a cabo por um conjunto de agências liderado pelo FDA.

"O FDA ainda não revelou a razão porque os agentes revistaram o escritório do médico, alegadamente um ex-pastor, que tem sido controverso por bem mais de uma década", relatou o Gwinnett Daily Post.

Páginas de mídia social dedicadas à memória de Bradstreet, estão cheias de comentários de famílias que dizem que o médico falecido teve um grande impacto em suas vidas para o melhor.

"O Dr. Bradstreet era o médico do meu filho, depois que meu filho foi diagnosticado com autismo. Ele fez milagres", afirmou um usuário do Facebook. " Com16 anos, o meu filho está agora com uma vida normal à sua frente graças a ele. Todos os dias lhe agradeço."

Outra pessoa escreve: "Serei eternamente grato e agradecido ao Dr. Bradstreet por ter recuperado o meu filho ... do autismo. Os tratamentos mudaram a vida do meu filho, para que ele possa crescer e viver uma vida normal e saudável. Sentiremos grandemente a falta do Dr. Bradstreet! "

Foi também criada uma página no “GoFundMe” por um dos membros da família de Bradstreet que procura " Encontrar as respostas para as muitas perguntas que levaram até à morte do Dr. Bradstreet, incluindo uma investigação exaustiva sobre a possibilidade de jogo sujo."

Apesar dos pedidos da sua família para que se evitem especulações por parte do público, mesmo assim, muitos chegam à conclusão que a morte do médico faz parte de uma conspiração.

"Auto-infligida? No peito? Eu não engulo essa”, comenta uma pessoa na lista de comentários da WHNS. "Este era um médico que tinha acesso a produtos farmacêuticos de todos os tipos. Este era um homem religioso com uma prática médica próspera. Desculpem, mas isso fede a assassinato e a encobrimento”.

Outro comentador teve uma conjectura mais definitiva:

"Ele NÃO se matou! Foi assassinado por causa de contra quem estava a falar, do que sabia, e do que estava a fazer sobre isso. Ele era um tipo de médico brilhante, compassivo, com incríveis habilidades para curar. Ele foi levado. Parado. Silenciado. Por que é que um médico que tinha acesso a produtos farmacêuticos e poderia morrer em paz, daria um tiro no próprio peito???? E lançar-se-ia num rio?? ISTO É ÓBVIO! ASSASSINATO!! "

Os arranjos fúnebres para o enterro do Dr. Bradstreet ainda estão pendentes na casa funerária Cecil M. Burton em Shelby, Georgia.


segunda-feira, 27 de julho de 2015

APOLLO 20 e a GAROTA EXTRATERRESTRE encontrada na LUA

Ao centro de uma das teorias da conspiração mais controversas estão a notória missão Apollo 20, junto com coisas estranhas que ela teria encontrado no lado oculto da Lua.


Em 1972, a NASA encerrou o Programa Apollo. Cortes no orçamento, devido à necessidade de recursos financeiros serem necessários em outros projetos e a perda de interesse do público foram as explicações oficiais. Mas nem todos estavam convencidos que isto era verdade.

Muitos teóricos da conspiração estavam convencidos que o programa espacial continuou de forma secreta, e que as missões Apollo 18 e 19 descobriram evidência de presença extraterrestre na Lua, mas que a Apollo 19 foi perdida devido à uma colisão catastrófica. Apesar de também ter encontrado problemas, a Apollo 20 obteve sucesso na recoberta de tecnologia alienígena, bem como uma humanoide fêmea e animação suspensa.

Em 2007, vários vídeos foram publicados no YouTube por William Rutledge, um homem que alega ter sido um dos astronautas da Apolo 20. Inicialmente, ele passou poucos detalhes a respeito dos controversos vídeos que mostravam estruturas abandonadas na Lua e uma alienígena dentro de uma nave acidentada.

Felizmente, o pesquisador italiano Luca Scantamburlo conseguiu entrar em contato com Rutledge e obteve maiores informações. Quando Scantamburlo o perguntou como Rutledge se envolveu com a NASA, ele respondeu:

“A NASA não me contratou; a Força Aérea dos EUA o fez. Eu trabalhei no estudo de tecnologia estrangeira, russa somente. Estudei sobre o projeto N1, projeto Ajax de aviões, e do MIG Foxbat 25. Eu tinha algumas habilidades para usar computador de navegação e fui voluntário no projeto MOL-Gemini. Mais tarde, a Força Aérea lembrou que eu tinha sido escolhido para a Apollo 20, porque eu era um dos raros pilotos que não acreditava em Deus (e isso mudou desde 1990), mas isto era um critério em 1976. Este não era o status dos astronautas da NASA. Não acreditar em Deus fazia a diferença. Isso é tudo.“

De acordo com Rutledge, a Apollo 20 foi lançada em 1976, e foi o resultado de uma parceria da Russia com os EUA.


“Eu não sei como, mas os soviéticos foram informados da presença de uma nave no lado oculto. Em julho, Luna 15 se acidentou logo ao sul do nariz da nave [alienígena]. Ela era uma sonda similar ao Ranger e ao Orbitador Lunar. Eles forneceram mapas e cartas precisas sobre esta área. O centro da decisão estava localizado nos Urais, no cidade de Sverdlovsk. O chefe do programa foi o Professor Valentin Alekseyev, que mais tarde se tornou presidente da Academia de Ciências dos Urais. Leonov [Alexei Leonov, cosmonauta soviético] foi inicialmente escolhido, devido à sua popularidade na equipe do Partido Comunista, e porque ele estava no Apollo-Soyuz.”

Após um lançamento de sucesso e sem maiores complicações, a tripulação da Apollo 20 foi ao seu ponto de destino, no lado oculto da Lua, uma pequena área na região de Delporte-Izsak, de aproximadamente 4 km de comprimento.


Não distante dali estava outra nave menor, bem como o que parecia ser uma cidade muito antiga.


À ‘Cidade Lunar’ foi dado o nome de ‘Estação Um’, mas ela parecia realmente ser lixo espacial, cheia de destroços, peças de ouro, e somente uma construção parecia estar intacta. À construção demos o nome de ‘Catedral’. Tiramos fotos dos pedaços de metal, de todos os escombros com escritas expostos ao Sol. A cidade parecia ser tão velha quanto a nave, mas era um local muito pequeno. No vídeo do jipe lunar, a lente da câmera telefoto faz os artefatos parecerem maiores.

Seu próximo destino foi a nave abandonada:


“Entramos na enorme nave, também numa outra triangular. As principais conclusões da exploração foram: era uma nave mãe, muito velha, que cruzou o Universo há pelo menos um bilhão de anos. Ela tinha muitos sinais de biologia em seu interior, restos de vegetação numa seção do motor, rochas triangulares que emitiam ‘lágrimas’ de um líquido amarelo com propriedades especiais e, é claro, sinais de criaturas extrasolares. Encontramos os restos de quatro pequenos corpos (10 cm de comprimento) que viveram e morreram numa rede de tubos de vidro por toda a nave; mas a maior descoberta foi a de dois corpos humanoides, um deles intacto.”

O corpo humanoide intacto foi apelidado de ‘Mona Lisa’ e Rutledge a descreveu como estando num estado de animação suspensa, nem morta, nem viva. Ela foi levada para o Módulo Lunar, para uma inspeção preliminar.

“Mona Lisa? Eu não lembro quem deu o nome à garota, Leonov ou eu – era a EEB [Entidade Biológica Extraterrestre]. Humanoide, fêmea, 1,65 m. Com órgãos genitais, cabelos, seis dedos (achamos que sua matemática era baseada em 12). Função: pilota, aparelho de pilotagem ajustado para seis dedos e olhos, sem roupas. Tivemos que cortar dois cabos conectados ao seu nariz. Não tinha narinas. Leonov removeu o aparelho dos olhos (você verá isso no vídeo). 
Concreções de sangue e líquido biológico saíram de sua boca, nariz e olhos e algumas partes do corpo e congelaram. Outras partes estavam em condições anormalmente boas (cabelos) e a pele estava protegida por uma película fina e transparente. Como dissemos ao controle da missão, as condições pareciam ser nem de morte, nem de vida. Não tínhamos experiência médica, mas Leonov e eu fizemos um teste; fixamos nosso equipamento de monitoramento biológico na EBE, e a telemetria recebida pelo controle da missão foi positiva. 
Mas esta é outra história. Algumas partes poderiam parecer inacreditáveis agora, e eu prefiro contar toda a história quando outros vídeos estiverem online.”


Fonte do vídeo: Betusu55

O corpo de outra EBE também foi encontrado na nave, e pareceu ter morrido há muito tempo.

“Encontramos um segundo corpo, destruído, e trouxemos sua cabeça abordo. A cor da pele era cinza azulada, um azul pastel. A pele tinha algum tipo de detalhe sobre os olhos e na parte frontal; uma faixa estava ao redor da cabeça, sem nada escrito.”

Rutledge não mencionou nada sobre seu retorno à Terra e o que aconteceu com Mona Lisa. “Ela está na Terra e não está morta”, ele disse a Scantamburlo.

Quando lhe foi perguntado se suas declarações poderiam ter consequências, Rutledge disse:

“Sou o delator. O que pode a NASA ou a Força Aérea fazer agora? Bloquear-me ou processar-me seria um reconhecimento. Eles podem falar de farsa ou ficção.”

William Rutledge está com 78 anos e mora em Rwanda. Devido à sua idade, ele não mais se sente ameaçado pelo seu juramento de segredo na época da missão. Ele também declarou que não está ao encargo da NASA, nem de ninguém mais manter coisas desta magnitude escondidas do resto do mundo.

Se esta história é verdadeira ou não, você decide.

Fontes: 


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