domingo, 20 de julho de 2014

Coca-Cola lança refrigerante “mais saudável” com Estévia no lugar de açúcares

Nota do Blog: Achamos que é realmente um avanço. Porém, apesar dos açúcares serem perigosos e danosos à saúde, o pior perigo são os corantes cancerígenos que fazem parte da composição dos refrigerantes de cola. E, pelo visto, eles continuam lá, neste novo produto.

A nova Coca-Cola Life é um refrigerante naturalmente adoçado com extrato de folhas de Estévia.


A planta já é famosa por conter Glicosídeos de Esteviol, responsáveis por conferir sabor doce e, por isso, é usado em diversos adoçantes em todo o mundo.

O lançamento faz parte de uma parceria entre a empresa e o governo britânico para diminuir a quantidade de açúcar nos refrigerantes em busca de um maior controle sobre a obesidade.

Na Grã-Bretanha, o novo Coca-Cola Life estará à venda somente em setembro após a empresa fazer um lançamento ‘piloto’ na Argentina e no Chile. Além da composição diferente, ela também terá embalagem em tom verde, lembrando que existe a adição de uma planta que substituirá, em parte, o açúcar que foi retirado.

A nova versão de 330 ml com Estévia irá conter 89 calorias. Uma lata de Coca-Cola regular tem 35 gramas de açúcar. A novidade contará com 22,1 gramas.

A Estévia é uma planta nativa da América do Sul. A empresa já usa o extrato dessa planta como adoçante em alguns produtos vendidos no Reino Unido.

Os especialistas dizem que a redução de açúcar nos refrigerantes pode ajudar a reverter a epidemia de obesidade, tendo um impacto significativo mesmo em pacientes crônicos.

Assista abaixo, o comercial latino:


Fonte: DailyMail
Foto: Reprodução / Metro

Campo magnético da Terra está ENFRAQUECENDO!

Campo magnético da Terra está enfraquecendo 10 vezes mais rápido no Hemisfério Ocidental. Ao contrário do que os cientistas pensavam, a aceleração pode ser preocupante levando em conta a ameaça climática espacial.


O campo magnético da Terra, responsável por proteger o planeta da radiação cósmica, vem enfraquecendo em processo acelerado nos últimos seis meses. Os dados coletados dos satélites Swarm - constelação de três satélites idênticos que estão em órbita desde novembro de 2013 para medir o campo magnético da Terra -, pela Agência Espacial Europeia, indicaram pontos enfraquecidos no campo magnético. As primeiras imagens, em alta definição, revelam declínios consideráveis sobre o Hemisfério Ocidental.

No entanto, o campo tem reforçado em outras áreas desde janeiro, principalmente mais ao sul do Oceano Índico. Os cientistas não sabem ao certo o motivo do campo magnético estar enfraquecendo, mas uma das teorias de Rune Floberghagen, gerente de missão da Swarm, é que os pólos magnéticos estejam se alterando.

As últimas medições, feitas por magnetômetros a bordo dos três satélites Swarm, confirmam o movimento magnético ao Norte da Sibéria. “Essa ‘virada’ não é instantânea, levaria centenas, quisá alguns milhares de anos para acontecer. Já chegou a acontecer com certa frequência”, disse Floberghagen.

As alterações na força do campo magnético da Terra são normais, mas os satélites têm mostrado que ele está enfraquecendo mais rapidamente do que no passado.

Os cientistas estimam que o campo magnético fique cinco por cento mais fraco a cada século, mas agora eles acreditam que poderia estar diminuindo 10 vezes mais rápido. Isso significa que essa etapa de ‘movimentação’ poderia ocorrer 2000 anos antes do previsto, de acordo com especialistas que apresentaram as suas conclusões no Terceiro Encontro de Ciência da Swarm, na Dinamarca.

Graças aos sinais do campo magnético, e também de outras fontes, capturados pelos satélites do Centro Europeu de Operações da ‘ESA Satélites’ (SECOC), em Darmstadt, Alemanha, os cientistas terão uma ajuda a mais para resolver o mistério do comportamento do campo magnético do planeta.

"Nos próximos meses, os cientistas vão analisar os dados para desvendar as contribuições magnéticas provenientes de outras fontes, ou seja, manto, crosta, oceanos, ionosfera e magnetosfera", disse um porta-voz da ESA. "Isso irá proporcionar uma nova visão sobre muitos processos naturais, desde aqueles que acontecem nas profundezas de nosso planeta, à meteorologia espacial desencadeada pela atividade solar. Por sua vez, esta informação irá produzir uma melhor compreensão do por quê o campo magnético estar enfraquecendo.", concluiu.

Não há nenhuma evidência para sugerir que um campo magnético enfraquecido marcará o fim da vida na Terra como a conhecemos. Durante alterações anteriores estudadas, não houveram registros de extinções em massa ou evidência de danos da radiação. Porém, com a ameaça climática espacial, os pesquisadores acreditam que redes de energia e sistemas de comunicação poderiam sofrer sérios danos.

Além disso, animais que usam o campo magnético como meio de orientação, ficariam completamente confusos e poderiam morrer “sem saber para onde ir”.

Fonte: DailyMail 
Foto: Reprodução / ESA