quarta-feira, 5 de março de 2014

Radiação ultravioleta emitida por lâmpadas fluorescentes causa danos à pele?

Níveis prejudiciais UVC e UVA se originam de fissuras nos revestimentos de fósforo presentes nas lâmpadas.


Inspirados por um estudo europeu, pesquisadores da Stony Brook University, nos Estados Unidos, analisaram o impacto da exposição aos raios ultravioletas emitidos por lâmpadas fluorescentes compactas (CFL) sobre os tecidos da pele humana saudável (in vitro).

Equipe liderada pela pesquisadora Miriam Rafailovich coletou lâmpadas CFL compradas em diferentes lugares nos municípios de Suffolk e Nassau, e então mediu a quantidade de emissões UV e a integridade dos revestimentos de fósforo de cada lâmpada. Os resultados revelaram níveis significativos de UVC e UVA, que pareciam originar de fissuras nos revestimentos de fósforo, presentes em todas as lâmpadas estudadas.

A equipe então utilizou as mesmas lâmpadas para avaliar o efeito da luz sobre células saudáveis do tecido da pele humana, incluindo: fibroblastos, um tipo de célula encontrada no tecido conjuntivo que produz o colágeno; e queratinócitos, uma célula epidérmica que produz queratina, o material estrutural chave na camada exterior da pele humana. Os testes foram repetidos com lâmpadas incandescentes de mesma intensidade e com a introdução de nanopartículas de Dióxido de Titânio (TiO2), que são encontradas em produtos de cuidados pessoais normalmente utilizados para a absorção de UV.

"Nosso estudo revelou que a resposta das células da pele saudável à radiação de UV emitida por lâmpadas CFL é consistente com os danos da radiação ultravioleta", disse a professora Rafailovich. "Os danos das células da pele foram menores quando baixas dosagens de nanopartículas de TiO2 foram introduzidas nas células da pele antes da exposição." Rafailovich destaca que a luz incandescente de mesma intensidade não teve nenhum efeito sobre as células da pele saudável, com ou sem a presença de TiO2.


"Apesar de economizarem energia, os consumidores devem ter cuidado ao utilizar lâmpadas fluorescentes compactas", aconselha Rafailovich. "Nossa pesquisa mostra que é melhor evitar usá-las em distâncias muito curtas e que elas são mais seguras quando colocado atrás de uma tampa de vidro adicional."



LIXO TÓXICO é a MATÉRIA PRIMA dos produtos chineses

A quantidade de lixo e material descartado é muito grande, e ao mesmo tempo, a MATÉRIA PRIMA necessária para a produção de bens de consumo é CARA. Isto cria uma circunstância onde muitos OPORTUNISTAS CRIMINOSOS estão utilizando este lixo para produzir bens de consumo falsificados e sem absolutamente nenhum controle de qualidade. Então exportam sua produção para outros países e assim ganham muito dinheiro.

Entre estas falsificações estão as LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS. Elas são feitas de LIXO TÓXICO CONTAMINADO, e isto AGRAVA uma situação de perigo que já existe normalmente para estas lâmpadas, fazendo com que haja uma EMISSÃO DE RADIAÇÃO para o ambiente iluminado. É fácil comprovar isto, basta utilizar um MEDIDOR DE RADIAÇÃO como este da foto, assista o vídeo. Estas lâmpadas também costumam piscar e brilhar, mesmo estando DESLIGADAS. Isto é por causa da PRESENÇA DE MATERIAL RADIOATIVO dentro do corpo da lâmpada.

O LIXO está sendo a MATÉRIA PRIMA para a produção de bens de consumo na China. E o LIXO HOSPITALAR CONTAMINADO é um dos preferidos. Uma SERINGA plástica serve como matéria prima para a produção de uma CAMISA ou uma SANDÁLIA, apenas para citar alguns exemplos. Serve tambem como matéria prima para produzir uma lâmpada sem qualidade, que vai irradiar todo o ambiente.

É preciso haver FISCALIZAÇÃO e CONTROLE DE QUALIDADE. Não se pode importar os produtos chineses "no escuro", assim como é feito atualmente. VOCÊ tem o dever e a responsabilidade de COBRAR esta fiscalização dos órgãos governamentais. Esteja certo que SOMENTE A SUA COBRANÇA é que pode fazer diferença nesta história.


Fonte: isaude.net


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