quarta-feira, 18 de março de 2015

Introdução à ENERGIA das PIRÂMIDES


Por volta de 1930, Antoine Bovis, radiestesista francês, visitando a pirâmide de Quéops, no Egito, descobriu corpos de gatos, ratos e outros pequenos animais que depois de vagarem pelos labirintos da pirâmide morreram em seu interior e foram depositados num recipiente na Câmara do Rei. Apesar de estarem mortos há vários dias não apresentavam nenhum sinal de decomposição e alguns encontravam-se em estado mumificado (desidratado).

Regressando à França, Bovis construiu uma maquete da pirâmide de Quéops, com 75cm de altura, orientando-a no sentido norte-sul do campo magnético terrestre e, a um terço da sua altura, colocou o cadáver de um gato, que se mumificou, tal como acontecia na pirâmide do Egito. Após fazer várias experiências deu-se por convencido que a pirâmide atuava de tal maneira a deter o processo de putrefação e provocar uma acelerada desidratação dos corpos orgânicos colocados em seu interior.

Em 1935, John Hall, de Chicago, fazendo experiências com a pirâmide, empregando um anel de cobre e dois fios demonstrou que saía uma espécie de carga elétrica do vértice da pirâmide, assim corroborando a experiência de Williams Siemens que, encontrando-se no alto da pirâmide de Quéops, sofreu uma descarga elétrica ao beber de uma garrafa envolta em jornal úmido.

Karel Drbal, engenheiro de radio-comunicação, de origem tcheca, construiu a sua réplica de pirâmide e, fazendo várias experiências, de 1949 até 1954, constatou que a as réplicas da pirâmide de Quéops têm a capacidade de manter lâminas de barba afiadas por muito mais tempo do que o normal. Giletes que tinham uma vida útil de “sete barbas”, afiadas pela pirâmide chegam a cortar “40 barbas”.

Segundo Drbal esse efeito se deve basicamente a dois fatores: (1) uma desidratação rápida, que elimina a umidade nos espaços intercristalinos do fio da lâmina e, (2) uma ação sobre a estrutura microscópica da matéria, que elimina o efeito de “fadiga do metal” causado pelo uso.

Segundo Eric McLuhan, professor de eletrônica na Universidade de Ontário, EUA, o fato de a pirâmide estar alinhada no norte-sul magnético indica que seus efeitos devem ter alguma relação com o campo magnético terrestre e que de alguma forma as ondas de energia da pirâmide são polarizadas. Diz ele que as pirâmides egípcias são massas sólidas de rocha cujas câmaras são inter-relacionadas como cavidades de ressonância, nas quais podem ser armazenadas ou excitadas a energia eletromagnética, de maneira semelhante aos alto-falantes de alta fidelidade.

Bill Schul e Ed Pettit, autores dos dois clássicos sobre pirâmides, “O poder secreto das pirâmides” e “O poder psíquico das pirâmides”, realizaram diversas experiências onde constataram que as pirâmides podem, conforme seu uso, acelerar ou retardar o desenvolvimento de plantas além de ter efeitos curiosos sobre pessoas que meditam no interior de réplicas de pirâmides, contribuindo para o desenvolvimento de faculdades paranormais.

G. Patrick Flanagan, criança prodígio e inventor, originário de Glendala, Califórnia, EUA, que aos dezessete anos já era conhecido por seu invento do neurofone, ajuda auditiva que transmite impulsos elétricos diretamente ao cérebro, afirma que a energia das pirâmides altera as propriedades dielétricas da matéria e sustenta que a energia dielétrica é uma reflexão da carga elétrica da superfície dos corpos. Constatou ele que a temperatura do interior da pirâmide é ligeiramente superior à do exterior e que o conteúdo de energia varia segundo o momento do dia, a estação, o clima, as fases da lua e a quantidade e polaridade dos íons da atmosfera que rodeia a pirâmide e que, até certo ponto, a energia mental do investigador também pode afetar o resultado.

Atualmente as pirâmides são utilizadas para vários usos como:

Meditar e Relaxar
Se você tem em casa uma pirâmide grande em forma de barraca, pode usá-la para meditar ou fazer relaxamento em seu interior. Disponha de alguns minutos todos os dias para sentir seus efeitos, como bem-estar, aumento de memória e diminuição de tensão emocional.

Tratamento de Plantas
Quanto mais tempo suas plantas ou flores sofrerem a atuação da energia das pirâmides, mais bonitas ficarão, mudando até mesmo, a coloração de suas folhagens.

Limpeza Astral
Para fazer a limpeza da sua aura retirando a “poeira astral” que trazemos da rua.

Harmonização de Ambientes
A pirâmide atua no ambiente onde se encontra, de forma até o momento não compreendida, tornando o local arejado, com ar mais fresco, fazendo com que as pessoas ali presentes sintam-se mais confortáveis e as plantas mais saudáveis e viçosas.

Tratamentos Diversos
Apesar da energia da pirâmide não ter sido ainda bem compreendida, diversas experiências terapêuticas bem sucedidas têm sido relatadas, no tratamento dos mais diversos problemas de saúde.


A cada dia são descobertas novas funcionalidades para a pirâmide, até então insuspeitas. Por todo o mundo pesquisadores e estudiosos independentes prosseguem realizando experiências e buscando descobrir como as pirâmides funcionam e que tipo de energia as faz funcionar.

Fonte: Imagick

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