domingo, 25 de março de 2012

O Homem que caiu num vórtice de espaço/tempo

Muitos supostos casos de viagem no tempo têm sido relatados durante os séculos. Um dos melhores desses casos convenceu muitas pessoas de que a viagem no tempo é possível, inclusive até ao Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque.


O incidente foi, alegadamente, confirmado por 74 diferentes testemunhas. Todos os detalhes teriam sido documentados nos registros policiais daquela cidade.

Rudolf Fenz Sênior desapareceu em 1876. Apesar da intensa procura policial, Fenz nunca foi encontrado. Todavia, seus familiares sempre tiveram a esperança de que o gentil imigrante europeu iria retornar. Eles aguardaram por anos. Os membros da família foram morrendo um a um, mas a esperança do retorno de Fenz ainda ficava viva.

Muito tempo depois que a maioria de seus parentes morreu, Rudof Fenz retornou. E ele retornou da forma mais espetacular possível. Rudolf Fenz materializou em junho de 1950, no meio da movimentada Quinta Avenida, no centro de Manhattan, 74 anos após ter desaparecido sem deixar traços.

Segundos depois de aparecer no meio do trânsito pesado, ele foi atingido por uma automóvel e morreu.

O tempo havia pregado uma peça cruel em Fenz: o levou três quartos de século para o futuro, somente para o colocar na frente de um automóvel em movimento.

Desde o início da investigação sobre a morte do homem trajado de forma estranha, a polícia de Nova Iorque sabia que o caso era muito atípico.

O motorista que atingiu e matou o homem testemunhou que ele parecia estar muito confuso. O motorista jurou que o homem literalmente apareceu em sua frente, sem lhe dar chance de reação.

Embora o defunto tivesse vestido com roupas que pareciam novas, a investigação da polícia confirmou que suas roupas datavam de quase um século antes daquela data. De acordo com os registros policiais, escritos pelos policiais que investigaram o caso, o homem vestia um paletó preto, um chapéu com aba larga, calças e sapatos estranhos, amarrados com fivelas à moda do século XIX. O homem parecia ter uns trinta e poucos anos de idade.

A polícia encontrou no bolso do homem moedas que já estavam fora de circulação há muito tempo, algumas delas de aparência muito nova e brilhante. Sua carteira continha cédulas de antes de 1870 e cartões de visita gravados com o nome ‘Rudolf Fenz Sênior’.

Entre os objetos encontrados no homem, os policiais também descobriram um recibo pela guarda de cavalos e pelo armazenamento de uma carruagem.

Incapazes de determinar onde Rudolf vivia, e nem mesmo de localizar seus familiares, a polícia passou o caso para um de seus investigadores de pessoas perdidas, Huber Rihn. Com os recursos do Bureau de Pessoas Desaparecidas do Estado de Nova Iorque, Rihn contatou seus colegas nos países europeus, inclusive na Áustria e Alemanha, numa tentativa de encontrar algum parente da vítima.

Não obtendo sucesso em sua investigação, Rihn, em um ato de desespero, requisitou a cópia de uma velha lista telefônica de 1939, onde o investigador encontrou uma pista importante: a lista telefônica continha o nome Rudolf Fenz Júnior.

Essa descoberta, seguida de muita investigação cuidadosa, levou Rihn até uma senhora de idade, a viúva de Rudolf Fenz Júnior.

Desta feita, o caso teria tomado um rumo bizarro. Os fatos que foram levantados deixaram os policiais atordoados.

Durante uma longa entrevista com a Sra. Rudolf Fenz Jr. ela disse aos investigadores que seu sogro, Rudolf Fenz Sênior, desapareceu durante sua caminhada diária. Na época, seu filho teria somente quatro anos de idade. Após relatarem o desaparecimento de Fenz Sênior à polícia, uma investigação ocorreu, mas nenhum traço dele foi encontrado.

O ano era 1876, quando Rudof Fenz Sênior tinha 31 anos de idade.

Assim, Rihn procurou por alguns arquivos do século XIX sobre casos de pessoas desaparecidas que não haviam sido solucionados pelo Bureau de Pessoas Desaparecidas do Estado de Nova Iorque. Lá, para sua surpresa, estava o registro de Rudolf Fenz Sênior, dado por sua família como desaparecido. O registro declarava que ele nunca tinha retornado de sua caminhada diária.

Uma velha foto de Rudolf Fenz Sênior acompanhava o registro de desaparecimento. O homem na foto tinha exatamente a aparência do homem morto na rua movimentada de Nova Iorque.

Poderia o desafortunado Fenz ter sido varrido por um vórtice de tempo que o levou para o futuro, onde ele teria sido morto por um veículo “moderno”. Se este for o caso, Rudolf Fenz Sênior, que tinha somente 31 anos de idade, morreu 105 anos após seu nascimento.

Como ocorre com a maioria desses tipos de casos, nunca saberemos se esta história é real. Mesmo assim, se ela for verídica e existirem mesmo os registros policiais aqui relatados, não podemos descartar a possibilidade de que o desafortunado Fenz viajou no tempo direto para sua morte.

Fonte: ovnihoje.com


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