terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Vidente "Mais Famoso do Brasil" afirma: Terremoto derrubará mais de 100 prédios em São Paulo!!

Paranormal diz que fortes tremores de terra atingirão São Paulo e outros estados.


Carlinhos virou o vidente mais famoso do Brasil. Todos os dias, notícias sobre ele ganha a mídia. O paranormal começou a ficar conhecido, quando previu que a Alemanha seria a campeã da Copa do Mundo do Brasil e que Neymar não chegaria até ao fim da competição. Ele ainda revelou, na época, que nossa seleção canarinho, teria a pior derrota de sua história. Dito e feito, o Brasil perdeu de 7 a 1 da Alemanha na semifinal. Na briga pelo terceiro lugar, contra a Holanda, nova derrota. Dessa vez, de 3 a 0.

Carlinhos ficou ainda mais famoso recentemente. Isso porque ele esteve em um programa exibido na televisão de Cascavel, no Paraná, onde revelou que um avião cheio de jogadores cairia. Infelizmente, no dia 29 de novembro, uma aeronave que levava o time da Chapecoense para Medelim, na Colômbia, caiu faltando pouco mais de 38 Km do aeroporto. 71 pessoas morreram, entre atletas e jornalistas. A tragédia é considerada a pior da história.

O novo alerta agora é para a maior cidade do país. Em entrevista feita à TV Vila Velha, no Paraná, ele decidiu fazer um grave alerta para São Paulo.(Veja aos 18:55 minutos do vídeo abaixo) onde Segundo Carlinhos, alguns estados brasileiros seriam atingidos por um terremoto e tudo seria grave. Os estados atingidos seriam o Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No entanto, seria o último mais afetado, já que seria a região do epicentro da catástrofe natural. O paranormal revela que pelo menos cem prédios cairiam no chão em São Paulo e que muitas pessoas faleceriam. O Brasil não seria o único atingido. Outros países da América do Sul, como Colômbia, Bolívia e Chile sentiriam os tremores de terra. No entanto, o pior cenário seria mesmo aqui no Brasil.

Já Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais sofrerão com fortes chuvas. No início do ano que vem, grandes enchentes e quedas de barreiras fariam vítimas. Carlinhos ainda contou que um importante dono de televisão faleceria de ataque cardíaco. O Brasil, segundo ele, viverá dez dias de luto por conta da perda.

Assista abaixo a entrevista completa com Carlinhos Vidente:



NASA Reage Nervosamente após Astronauta afirmar que existem Extraterrestres na Lua

Este vídeo realmente é fantástico, veja a reação da NASA quando o repórter da Rádio Kerrang indaga sobre a existência  de EXTRATERRESTRES na Lua.


O repórter menciona que em uma entrevista com Dr. Edgar Mitchell ele afirma a existência de seres extraterrestres na lua, o representante da NASA por telefone fica sem explicação, chega gaguejar.

O repórter então pede explicações, mas o que recebe é um e-mail para tratar do assunto com pessoal especializado no assunto. Mais uma onde a NASA assume que realmente existem seres EXTRATERRESTRES na Lua.

Assista estes incríveis vídeos e tire suas próprias conclusões.


Assista entrevista do Dr. Edgar Mitchell, 6º. Homem a pisar na Lua, onde ele fala sobre extraterrestres:


Fonte

'POLVO MATADOR' - Nova Arma Russa?

O tabloide britânico Daily Express informou que um enorme polvo-matador venenoso se tornou a nova arma secreta da Rússia.


O polvo é capaz de paralisar uma pessoa a algumas dezenas de metros de distância.

Anton Padalka, ex-participante de uma expedição científica à Antártida, revelou ao jornal que, durante essa viagem, a equipe de cientistas descobriu um "monstro" conhecido como Organism 46-B. O achado foi feito nas águas árticas do lago Vostok, debaixo do gelo, informa o interlocutor da edição.

Segundo ele, o governo russo imediatamente tomou a "descoberta" sob custódia e agora está examinando como o país poderá usar as capacidades de destruição do polvo. Padalka contou que o polvo Organism 46-B foi encontrado "em sua plena capacidade ofensiva" abaixo de uma camada densa de gelo, onde a criatura causou a morte de pelos menos dois participantes da expedição. 

"Encontramos o Organism 46-B no primeiro dia da expedição. A criatura deixou os nossos rádios fora de funcionamento. Após isso, descobrimos que o polvo fez isso de propósito, algo que nos assustou bastante", descreve Padalka. 

Em seguida, o polvo paralisou um "amigo e colega de trabalho" do pesquisador a uma distância de quase 46 metros ao liberar veneno na água.

"Meu amigo, com um sorriso de felicidade, caminhou indeciso em direção à criatura. Ficamos parados, boquiabertos, observando [o monstro] arrancar a cabeça com os tentáculos, jogando os restos na boca. Parece que a criatura conseguiu hipnotizar o meu amigo por meio de telepatia", conta Padalka.

Pelo preço da vida de mais um cientista, a equipe conseguiu apanhar o polvo gigante e colocá-lo em um sarcófago, que posteriormente foi levado pelo governo sem contar nada para ninguém. Padalka, que, por milagre, conseguiu sobreviver, tem pressa para contar a todos sobre a "nova arma secreta de Putin", conclui Daily Express.


Engenheiro da NASA afirma: OVNIs Gigantes Proliferam nos Anéis de Saturno

Norman Bergun, engenheiro mecânico do Centro Ames Research da NASA, faz de novo as manchetes com seu argumento, de acordo com qual a vida extraterrestre existe no sistema solar.


Esta não é a primeira vez que este cientista está declarando tais coisas, mas desta vez ele classifica a situação como "crítica" porque os corpos extraterrestres que vivem no nosso sistema solar estão "proliferando" mais rapidamente que nunca.


Ele também afirmou que objetos voadores não identificados (óvnis) que tinham sido registrados pela primeira vez nos anéis de Saturno estão se transferindo para outros planetas que também têm anéis, como Urano ou Júpiter. 

"O que já é claro é que estes objetos habitam Saturno, onde foi o primeiro lugar em que eu os encontrei, e eles estão proliferando. Podem descobri-los ao redor de Júpiter e Urano. Nos lugares onde existem anéis", explicou Bergrun. 

O cientista acrescentou que a observação dos anéis mostrou o escapamento emitido por uma nave extraterrestre e que a situação é "critica" porque aeronaves espaciais estão se multiplicado no nosso sistema solar. 


Segundo o pesquisador, os alienígenas estão se alimentando dos anéis, utilizando energia para proliferar e propulsar suas aeronaves. 

Bergun é um dos cientistas mais respeitados da NASA. Além disso, ele tinha participado dos projetos secretos enquanto trabalhava para a empresa Lockheed Martin


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Desmatamento revela um misterioso "Stonehenge" na Amazônia

Foto: Dado Galdieri/The New York Times

Simon Romero
Em Calçoene, Amapá (Brasil)

O capataz de uma fazenda de gado num recanto distante da Amazônia brasileira, Lailson Camelo da Silva, derrubava árvores para transformar a floresta tropical em pasto, quando encontrou um estranho grupo de enormes blocos de granito.

"Eu não tinha ideia de que estava descobrindo o Stonehenge da Amazônia", disse Silva, 65, em um dia quente de outubro, enquanto olhava para o sítio arqueológico situado pouco ao norte da linha do equador. "Isso me fez perguntar: que outros segredos sobre nosso passado estão escondidos nas selvas brasileiras?"

Depois de conduzir testes de radiocarbono e realizar medições durante o solstício de inverno, estudiosos do campo da arqueoastronomia determinaram que uma cultura indígena dispôs os megálitos como um observatório astronômico há cerca de mil anos, ou cinco séculos antes do início da conquista europeia das Américas.

Suas descobertas, juntamente com outros achados arqueológicos no Brasil nos últimos anos --incluindo escavações gigantes na terra, restos de assentamentos fortificados e até redes de estradas complexas--, estão modificando opiniões anteriores de arqueólogos que afirmavam que a Amazônia tinha sido relativamente intocada por seres humanos, exceto por pequenas tribos nômades.

Hoje alguns estudiosos afirmam que a maior floresta tropical do mundo era muito menos "paradisíaca" do que se imaginava, e que a Amazônia teria uma população de até 10 milhões de pessoas antes das epidemias e dos massacres em grande escala promovidos pelos colonizadores europeus.

No Estado do Amapá, pouco populoso, no norte do Brasil, as pedras encontradas por Silva perto de um rio chamado Rego Grande estão dando pistas sobre como os povos indígenas da Amazônia podem ter sido bem mais sofisticados do que supunham os arqueólogos no século 20.

"Estamos começando a montar o quebra-cabeça da história humana na bacia Amazônica, e o que descobrimos no Amapá é absolutamente fascinante", disse Mariana Cabral, uma arqueóloga da Universidade Federal de Minas Gerais, que com seu marido, João Saldanha, também arqueólogo, estudou o sítio do Rego Grande na última década.

No final do século 19, o zoólogo suíço Emílio Goeldi havia localizado megalitos --grandes pedras monumentais-- em uma expedição pela fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. Outros estudiosos, incluindo a pioneira americana Betty Meggers, também encontraram esses sítios, mas afirmaram que a Amazônia era inóspita para assentamentos humanos complexos.

Foto: Dado Galdieri/The New York Times

Cerâmica guardada pelo Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica do Amapá

Foi somente quando Silva, o ex-capataz da fazenda, encontrou as pedras enquanto derrubava a selva, nos anos 1990, que os estudiosos deram maior atenção às descobertas. Silva disse que viu o local pela primeira vez quando caçava porcos selvagens na adolescência, nos anos 1960, mas depois evitou a área.

"O lugar inicialmente parecia sagrado, como se não devêssemos estar ali", disse Silva, que hoje guarda o sítio do Rego Grande como zelador. "Mas era impossível não vê-lo durante o desmatamento nos anos 1990, quando a prioridade era queimar árvores."

Há cerca de dez anos, depois de conseguir verbas públicas para cercar as pedras, arqueólogos brasileiros liderados por Cabral e Saldanha começaram a escavar o local, que tem a forma aproximada de um círculo. Eles logo identificaram um trecho de um rio a cerca de 3 km de onde podem ter sido retirados os blocos de granito.

Também encontraram urnas fúnebres de cerâmica, sugerindo que pelo menos parte do Rego Grande pode ter sido um cemitério, enquanto colegas do Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica do Amapá descobriram que uma das pedras altas parecia estar alinhada com o trajeto do sol durante o solstício de inverno.

Depois de identificar outros pontos no lugar onde as pedras podiam ser associadas ao movimento solar, os pesquisadores começaram a montar uma teoria de que Rego Grande pode ter servido a várias funções cerimoniais e astronômicas ligadas aos ciclos agrícolas ou de caça.

Cabral disse que Rego Grande e uma série de outros sítios megalíticos menos elaborados encontrados no Amapá também podem ter servido como marcadores para caçadores ou pescadores em uma paisagem que estava sendo transformada pelos povos amazônicos há um milênio.

Outros estudiosos dizem que talvez seja necessária mais informação sobre Rego Grande para situá-lo no reino dos sítios pré-históricos claramente concebidos para observações astronômicas.

"Vimos muitas alegações semelhantes, mas é preciso mais que um círculo de pedras de pé para ter um Stonehenge", disse Jovita Holbrook, acadêmica de física e astronomia cultural na Universidade do Cabo Ocidental, na África do Sul, citando a necessidade de mais descobertas sobre as características de Rego Grande e como o local era usado pelo povo que o construiu.

Por enquanto, Rego Grande, que a população local já chama de o Stonehenge da Amazônia, continua enigmático. Pedaços de utensílios cerâmicos juncam o solo como se oferecessem pistas sobre o lugar, que dá a sensação de uma peça de arte conceitual contemporânea. Os pesquisadores ainda tentam determinar como Rego Grande se encaixa nas visões em evolução da história humana na Amazônia.

Foto: Dado Galdieri/The New York Times

Megálitos dispostos como um observatório astronômico há cerca de mil anos no Amapá

Representantes dos palikur, um povo indígena que vive no Amapá e na Guiana Francesa, apresentaram-se recentemente dizendo que seus ancestrais frequentavam o Rego Grande. Mas os arqueólogos são cautelosos sobre essas ligações, enfatizando que muita coisa pode mudar nas sociedades humanas ao longo de milhares de anos.

Cabral, a arqueóloga que passou anos estudando Rego Grande, disse que as evidências de grandes assentamentos são raras, em comparação com outros sítios na Amazônia como Kuhikugu, nas cabeceiras do rio Xingu, onde pesquisadores traçaram paralelos com as lendas que cercam a mítica Cidade Perdida de Z, uma antiga atração irresistível para exploradores e aventureiros.

De qualquer modo, John McKim Malville, um físico solar da Universidade do Colorado que escreve extensamente sobre arqueoastronomia, enfatizou como o campo está deixando de se concentrar exclusivamente nas funções astronômicas para fazer interpretações mais holísticas, incluindo as cerimônias e rituais de antigas culturas.

Nesse sentido, o sítio de Calçoene oferece uma visão intrigante, embora críptica, do passado da Amazônia.

"As pedras de Rego Grande são extraordinárias e, por sua irregularidade, talvez tenham um sentido único, diferente de outros sítios megalíticos do mundo", disse Malville, levantando a possibilidade de que Rego Grande reflita a importância na cultura amazônica do animismo, a atribuição de uma alma a entidades da natureza e até a objetos inanimados.

"Só podemos especular sobre o significado das pedras", acrescentou ele.

Tradutor: Luiz Roberto Mendes Gonçalves


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

EX-Astronauta Buzz Aldrin enviou Mensagem de Alerta à Humanidade em seu Twitter?


Estamos todos em perigo. É o próprio mal – ‘Buzz Aldrin’?

Ainda relacionado ao artigo publicado a pouco aqui no OH, uma outra notícia está circulando na Internet, de que o ex-astronauta Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua (oficialmente), teria enviado uma mensagem no seu Twitter, durante sua viagem à Antártica, alertando sobre um eminente perigo para a humanidade.

Embora não haja prova alguma de que a mensagem de Aldrin no Twitter tenha sido verdadeira, pois as reportagens alegam que a mesma foi apagada, fica aqui o registro do que estão comentando, para a apreciação de nossos leitores:

Buzz Aldrin enviou um sinistro alerta no Twitter esta semana, alegando que “estamos todos em perigo. É o próprio mal”, acompanhada de uma foto de uma pirâmide no Pólo Sul. 
A mensagem no Twitter foi publicada dias após o astronauta estadunidense ter ficado misteriosamente doente na Antártica e sido evacuado para a segurança na Nova Zelândia, para tratamento médico de emergência. 
O site superstation95.com reporta: 
O Sr. Aldrin parece estar se referindo a este objeto, como visto numa foto do Google Earth:

A pirâmide não está localizada longe da Estação Princesa Elisabeth, pertencente ao Reino Unido, no Pólo Sul, como mostrado na foto abaixo:

Foi reportado pela imprensa mundial que o Secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, recentemente viajou para o Pólo Sul, supostamente para se informar melhor sobre as “mudanças climáticas”. 
Kerry foi a maior autoridade do governo dos EUA a oficialmente visitar o Pólo Sul, e sua visita impactou a muitas pessoas como sendo anormal. 
Poucas pessoas viram quaisquer propósitos para enviar um diplomata estadunidense do alto escalão para um dos lugares mais longínquos da Terra, para ver… gelo.


Agora, com a mensagem no Twitter de Buzz Aldrin, e sua estranha eliminação mais tarde, as pessoas estão imaginando se o envio de um diplomata do alto escalão dos EUA para a terra de ninguém, talvez tivesse mesmo algo a ver com a diplomacia. 
Haveria alguma entidade lá com a qual precisamos contato diplomático? 
Se este foi o caso, por que teria Buzz Aldrin alertado que estamos todos em perigo?  Por que ele chamou isto de “o próprio mal”? 
Se há algo no Pólo Sul que possa ser o ‘próprio mal’, então que a humanidade saiba sobre isto, para que assim possamos decidir como lidarmos com isto, mesmo se a decisão for a de deixar ‘isto’ em paz. 
Mas já que um confiável e respeitado astronauta nos disse que “estamos todos em perigo”, então seja lá o que isto for acaba de se tornar um problema de todos nós para decidirmos o que fazer.

Verdadeira ou não esta reportagem, não podemos ignorar que realmente é estranho o fato de John Kerry ter ido até lá somente para ver gelo.  Mas é claro, a Antártica esconde muitos segredos dos próprios governos da Terra e não é necessário um ET para apresentar risco à humanidade.

Aos interessados em comprovar a existência dessas estruturas perto da Estação Princesa Elisabeth, clicar aqui.

Twitter que começou a espalhar a história:
https://twitter.com/slone/status/806552107671257090


Antigo “ANCESTRAL HUMANO” Recém Encontrado Estremece A Teoria da Evolução


A origem da raça humana ainda é um mistério, enquanto os cientistas ainda tentam analisar a evolução humana.

A evolução é algo que cientistas têm observado em diferentes níveis na natureza, e quando se trata da ancestralidade humana, eles têm sido capazes de coletar peças de um gigantesco quebra-cabeças para montar a evolução humana. Sabemos que algumas formas de evolução (cientificamente falando) ocorreu em vários níveis, mas ainda há muitos elos perdidos na nossa jornada evolutiva, e novas descobertas feitas todos os anos estão reescrevendo continuamente o que pensávamos ser verdade anteriormente

É importante lembrar que ainda há muito que não sabemos, e a árvore da evolução está longe de ser compreendida, e muito menos completada.

Uma nova espécie descoberta?

Um grande exemplo é a descoberta que foi feita há pouco mais de um ano, onde os pesquisadores descobriram o que parece ser uma espécie completamente nova de hominídeo, que é desconhecida da ciência de hoje. A descoberta foi feita numa caverna da Sibéria.

A análise do DNA do genoma desse hominídeo detectou traços do que é conhecido como um “Denisovano”, considerado o misterioso primo dos Neandertais. A parte alarmante é o fato que o genoma também incluía partes estranhas de DNA, as quais parecem vir de um grupo de ‘pessoas’ completamente desconhecidas.

O genoma de um Neandertal também foi analisado da escavação, e os resultados sugerem que um cruzamento ocorreu entre os membros dos múltiplos grupos antigos similares aos humanos na Europa e Ásia, há mais de 30.000 anos, “inclusive um ancestral da Ásia ainda desconhecido”.

O que isto começa a sugerir é que estamos olhando a um mundo do tipo ‘Senhor dos Anéis’ – de que há muitas populações hominídeas – Mark Thomas, geneticista evolucionário da Universidade College London

Acredita-se que os Neandertais e os Denisovanos tenham cruzado com humanos anatomicamente modernos, assim contribuindo para a diversidade genética de muitos povos hoje. Isto posto, esta nova descoberta sugere que a nossa diversidade genética seja muito mais complexa, e inclua um ser (ou seres) que ainda precisam ser identificados.

“A melhor explicação é a de que os Denisovanos cruzaram com uma espécie não identificada, e pegaram algum do seu DNA. Os Denisovanos possuem uma ancestralidade de uma população arcaica não relacionada aos Neandertais.” – David Reich da Escola de Medicina de Harvard

Quem eram essas pessoas?

A questão agora é, quem eram estas misteriosas pessoas com quem alguns de nossos ancestrais (como os Denisovanos) estavam cruzando?

Esta descoberta é um pequeno exemplo dos muitos mistérios e questões que permanecem a respeito da evolução humana. Há também uma anomalia a respeito da evidência descoberta, a qual sugere que civilizações humanas antigas inteligentes e extremamente avançadas (muito mais do que somos hoje) existiram em nosso passado, há milhões de anos.

O que sabemos hoje é pois uma pequena gota no oceano, cheio de fatos desconhecidos que ainda precisam ser descobertos, os quais um dia irão iluminar o mistério da origem humana.

Fontes:

Estranha Neblina levanta suspeita de OVNI camuflado no País de Gales, UK


À medida que a temperatura baixou para -4C no sábado pela manhã, uma mulher que caminhava com seu cão não creditou seus olhos ao ver uma estranha ‘cúpula’ pairando no ar.

Hannah Blandford, de 33 anos, tirou uma foto enquanto caminhava nos campos ao redor do vilarejo de Tremeirchion, no País de Gales.

Hannah disse:

"Eu não pude acreditar o quão perfeito era o formato da cúpula, parecia incrível, assim eu tirei uma foto. Nunca vi nada parecido antes, foi realmente muito especial. Fiquei vendo por aproximadamente 10 minutos e então a cúpula começou a ficar achatada e parecia como uma nuvem muito densa. Ela se espalhou pela distância de 12 campos e cobriu uma área enorme."

Ela postou a foto no Twitter, o que deu início a um debate sobre o que seria o fenômeno.

"Muitos disseram que era uma nave camuflada, enquanto outros pensaram que o País de Gales estava sofrendo um ataque por extraterrestres."

Uma pessoa comentou: “Camuflagem de OVNI!”.

Porém, meteorologista John West disse que a cúpula de neblina provavelmente teria sido causada por uma fonte de calor no solo:

Este é um fenômeno muito anormal, mas a explicação mais provável é que a cúpula de neblina foi causada por uma fonte de calor próxima do solo, possivelmente um prédio agrícola, ou uma poça d’água relativamente morna.  À medida que a neblina se formou no vale, esta fonte de calor forçou  a neblina a subir do solo em forma de cúpula, quando o ar mais quente sobe, assim como balões de ar quente.”

Fontes:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

YONAGUNI, A Cidade Submersa de 11.000 anos pode confirmar Existência de Terceira Raça


Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.


Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente. 

Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas megalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.




São restos de uma cidade antiquíssima submersa próxima ao território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.


Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade

Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta. Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um enorme platô com mais de 200 metros de comprimento, e para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de zigurates.


Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as colossais pirâmides do Egito.


E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.

São escadarias, entalhes na rocha, rampas, terraços, pilares, desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas ferramentas de entalhe.


Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.

As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica civilização, anterior a Idade da Pedra.

Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?


Lendas que se tornam palpáveis

Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da Terra.

Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas

Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a história pode estar escondendo.

Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.

Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência.

"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos, que preferem manter protegida a ideia de progresso científico contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra, povos mais evoluídos em conhecimentos.

Assista esta matéria do famoso Project Camelot falando sobre o assunto