A Maldição da Lua

sábado, 3 de julho de 2010

Os Nefilins


Mergulhada na ignorância, a humanidade desconhece a verdade sobre a sua própria origem. O objetivo dessa matéria é revelar a pequena parte de uma realidade, a qual a raça humana sequer imagina ser possível sobre si mesma. O conteúdo reunido aqui, não é encontrado em material acadêmico porque as instituições de ensino tem por objetivo formar uma massa humana manipulável pelos interesses das corporações políticoeconômicas das nações. Obviamente que pequenos grupos comprometidos com a verdade e dotados de meios, realizam buscas e pesquisas nos confins do planeta para obtenção de provas da origem do homem, ainda que a verdade continue oculta. Contudoa humanidade não pode mais ignorar essas informações, então leia com atenção, por favor! O material contido aqui é sobretudo baseado em pesquisas arqueológicas. Não é ficção! Não é fantasia!

A maior, mais antiga e provavelmente mais confiável compilação de informações à respeito da nossa origem, se encontra entre os achados arqueológicos da civilização suméria. Os sumérios foram os fundadores da primeira grande civilização da Mesopotâmia, como era chamada à região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Turquia e desembocam no Golfo Pérsico. Onde atualmente está situado o Iraque. Sua organização social foi literalmente responsável pelo mundo como conhecemos hoje. Elementos que influenciaram na formação das sociedades greco-romanas, que por sua vez influenciaram todo o mundo ocidental e estão fortemente presentes até os dias de hoje:

• Técnicas de arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".

• Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;

• Sistema de leis baseados nos costumes;

• Habilidosas práticas comerciais;

• Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;

• Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;

• Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;

• Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.

• Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados Zigurates.

Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, que abrigavam desde templos religiosos até plenários políticos, construídos dentro de um bloco-célula e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.

O maior especialista vivo, em cultura suméria, é o historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental, é formado em história pela Universidade de Londres e um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas. Tendo trabalhado como jornalista e editor em Israel e como consultor da NASA. Zecharia traduziu muito do material sumério encontrado nas suas escavações arqueológicas. E escreveu inúmeros livros contendo essas traduções. Basicamente elas revelam que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, que os sumérios chamavam de Nibiru e Tiamat. Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de "planeta X") foi desviado de um sistema binário e capturado pela gravidade de nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat coberto quase que só de água. Nibiru atingiu Tiamat nas suas primeira e segunda órbitas e o dividiu em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando um cinturão de asteróides) e empurrando a outra metade achatada para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra.

Isso explica porque o Oceano Pacífico é tão vasto e profundo e porque os continentes estão se movendo tão rapidamente se comparados aos outros planetas. A Terra está se recuperando de um colisão interplanetária! Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim a "Missão Near" (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

Nibiru tem um período órbital de 3600 anos se comparado com a Terra e na realidade está orbitando dois sóis. O nosso Sol é um foco e o gêmeo morto do nosso Sol, em algum lugar distante no espaço, é o outro foco da órbita. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, quando fazia a sua passagem através de nosso sistema solar. Eles explicam que a passagem desse planeta foi a causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Em um de seus livros publicados, "O Gênesis Revisitado", Sitchin revela detalhadamente o conteúdo das tábuas sumérias, que descrevem os eventos cósmicos que culminaram na formação da Terra. Os sumérios possuíam informações precisas sobre o nosso sistema solar, desde o início de sua formação até a configuração atual. Detalhes impressionantes, como a composição química e orgânica de mundos como Netuno e Plutão, que era na verdade um satélite de Saturno "desprendido" e "capturado" para uma nova órbita. Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos atrás? Obviamente não à partir de observações terrestres! Esses dados só poderiam ter sido transmitidos aos sumérios porque não havia meios de obter essas informações. A pergunta é: Quem os teria transmitido esse conhecimento?? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) admitiu, oficialmente, a existência do chamado Planeta X, o mesmo Nibiru, da cultura suméria. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Anderson declarou: - "Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão".

Recentemente a sonda norte-americana Soho e a sonda russa Norlok, registram o gigante Nibiru. A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações astronômicas confirmadas pelo mais capacitado tradutor de línguas antigas, que se tem notícia e do outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo.

A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é extremamente delicada, porque ameaça completamente a estrutura social moderna. O conhecimento da humanidade, sobre si mesma, é sustentado pela ciência ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. E de fato, a ausência de entendimento entre os dois seguimentos criou um abismo social que divide os homens, no que diz respeito à verdade sobre sua própria origem. Alem do fato de que tanto a ciência quanto a religião se tornaram instrumentos de poder para grupos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia, informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como Charles Darwin, induziram a humanidade à acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide que teria sofrido mutações, assim como outras diversas espécies de animais, para se adaptarem as mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado. Até aí tudo coerente, porém Darwin, precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Para ele um lêmur voador poderia se transformar em um morcego, sobre uma determinada circunstância: - "Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lêmur voador, até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego." Seguindo essa linha de pensamento ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural. Sem o que Sitchin chamaria de "intervenção genética externa". Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de "teoria da origem inferior das espécies". A antítese ao "evolucionismo" de Darwin é a "teoria da origem superior das espécies", uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e outros sem número de achados arqueológicos encontrados em várias partes do mundo, que confirmam que humanóides gigantescos já habitaram esse planeta, num passado remoto. Zecharia Sitchin, tem dedicado sua vida à eliminar o abismo existente entre o conhecimento religioso e o científico, à respeito desse assunto e tem provado que as duas teorias têm os mesmos dados em comum, porém obtidos de maneiras diferentes, em épocas diferentes e transmitidos de modo diferente. Esse abismo, a verdade sobre a criação do homem na Terra, seria a verdade oculta sobre o "Adão" bíblico e sobre o "elo perdido" biológico, enquanto homens primordiais da Terra. Sitchin, termina preencheu essa lacuna, traduzindo o conhecimento sumério e revelando que a raça humana atual foi criada através de experiências genéticas por uma avançada raça de humanóides alienígenas num passado remoto. "Adão" (do sumério "Adapa", "raça primordial" e "Adamo", o "homem primordial") e o "elo perdido" seriam exatamente o mesmo ser, criado através da manipulação genética do primata hominídeo, original da Terra.

Em um breve resumo da cosmogonia suméria, na tradução de Zecharia Sitchin, o homem foi criado pelos gigantes extraterrestres Anunnaki, do planeta Nibiru, que devido ao desgaste no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, com o objetivo de extrair recursos minerais terrenos, para solucionar seus problemas naturais. Em aproximadamente 445 mil a.C., os primeiros Anunnaki chegam à Terra, liderados pelo mega-cientista ENKI e montam a base de operações ERIDU (a "distante morada construída"), ao norte do Golfo Pérsico, com o objetivo de explorar ouro no fundo das águas. O ouro não possuía valor monetário para os Anunnaki. O metal seria processado e utilizado sob a forma de partículas em suspensão para proteger a atmosfera de seu planeta natal, deteriorada pelos excessos tecnológicos daquela raça. Em tempos atuais, as janelas dos ônibus espaciais norte-americanos recebem uma fina camada de partículas de ouro, para proteger os astronautas da radiação solar. Todavia, ENKI não obteve sucesso na exploração das águas do golfo, então uma segunda expedição, liderada pelo seu meio-irmão, ENLIL, vem à Terra e monta uma base de operações onde hoje se situa o Zimbábue, na África, para explorar o ouro em minas subterrâneas. Livre das obrigações com a mineração, ENKI e seu grupo de Anunnaki, transforma a região do Golfo Pérsico, em um complexo operacional. Por volta de 400 mil a.C., já existiam sete bases no sul da Mesopotâmia, além de um espaço-porto num local chamado Sippar e um centro de controle da missão, chamado Nippur, além dos centros metalúrgico e médico.

Todavia, apesar do sucesso nas minas africanas, o trabalho de mineração era rejeitado pelos Anunnaki comandados por ENLIL, que na realidade eram astronautas e não operários. Sendo assim, inevitáveis conflitos de autoridade e disputas de poder, eclodiram entre os alienígenas. Pressionado pelas situação, ENLIL se reuniu com seu pai e patriarca dos Anunnaki, ANU e seu meio-irmão ENKI, decidido à abandonar o trabalho na Terra e retornar ao seu planeta. ENKI, o mais brilhante cientista anunnaki, sugeriu uma solução para a crise entre os alienígenas. Afirmando ser capaz de manipular geneticamente um tipo de hominídeo primitivo que habitava a região do Zimbábue e à partir dele, "criar" um novo tipo de humanóide inteligente, capaz de aprender e realizar o trabalho nas minas. - "Façamos um ser à nossa imagem e semelhança!". ENKI e a médica geneticista NINTI, partiram para o laboratório na base de operações africana, mas antes de utilizar o primata, realizaram várias experiências usando material genético anunnaki e de outras espécies de animais, para testar suas habilidades científicas. O resultado desses testes foram "quimeras", ou aberrações, que não convém citar aqui.

"Satisfeitos" com os resultados de seus "testes", ENKI e NINTI, partiram para o estágio de experiências com os hominídeos. Fecundando óvulos de fêmeas primatas com sêmen anunnaki em avançados processos onde os genes alienígenas eram preservados na célula-ovo. A gestação era inicialmente feita no útero de fêmeas anunnaki e os cientistas obtiveram êxito no trabalho. Desenvolveram com sucesso os primeiros humanos híbridos.

Machos e fêmeas, que, no entanto, eram estéreis, incapazes de se reproduzir. Em tempo, um grupo foi mantido nas minas e o outro levado para as bases na Mesopotâmia.

Posteriormente, os cientistas anunnaki criaram uma segunda geração capaz de se reproduzir, a levou para a base EDIN ("Éden", a "morada dos justos") e a instruiu com o conhecimento sobre sua natureza e função biológicas. "Adão e Eva desfrutavam do fruto proibido". O conhecimento em diversas áreas. Temendo o pior, o altos anunnaki, os "Elohin", da bíblia, decidiram cercear a liberdade dos humanos, os "expulsando "do Éden.

ENKI, o grande cientista, a "serpente iniciadora", que tinha como símbolo de seu ofício o Caduceu (o símbolo da medicina moderna, o cajado com duas serpentes entrelaçadas, representando dois filamentos de DNA que foi trazido para o Ocidente da Suméria) foi aquele que instruiu o "Adamu", a raça primordial. Evidentemente o Planeta Terra se tornou um lar para os Anunnaki. Por milhares de anos, esses gigantes governaram os homens. Mesmo adaptados ao planeta, o relógio biológico anunnaki permanecia funcionando como em seu mundo natal. Um ciclo de 3.600 anos terrestres equivaliam à 1 ano para esses seres e a sua incrível longevidade fazia com que parecessem imortais aos olhos humanos. "Deuses imortais". Contudo, os Senhores da Terra, os anunnaki, desenvolveram inevitáveis e estreitos laços afetivos com os humanos. Os contatos sexuais com as fêmeas humanas, de agradável aparência física, se tornaram freqüentes. O resultado desse contato foi o surgimento de uma raça de humanos gigantes, híbridos. Os Nefilins, os anjos caídos! Esse comportamento "promíscuo" causou o descontentamento do patriarca ANU. Moisés, herdeiro direto do conhecimento sumério descreveu: - "Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas". Somado à isso, as disputas pessoais, entre os clãs anunnaki, devido às divisões hierárquicas e territoriais levaram o supremo governante ANU, tomado pela ira, à uma decisão terrível. - "Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito." Gênesis 6:1,7. ANU, sabendo que seu planeta natal estava se aproximando da órbita da Terra e que haveria um poderoso cataclisma, ordenou que todos os Anunnaki abandonassem a Terra e deixassem a humanidade perecer. ENKI, chamado pelos mesopotâmios de "Iahweh" (Jeová), quebrou o código de fidelidade Anunnaki e designou, secretamente, Ziusudra, um humano de sua confiança para construir um veículo aquático submergível, capaz de suportar a violência das águas da Terra, agitadas pela força gravitacional de Nibiru, durante sua passagem.

ENKI, forneceu tecnologia e o auxiliou no projeto, ordenando que ele reunisse sua família e um seleto grupo de humanos mais uma variedade de diferentes espécies animais para embarcarem no veículo, a fim de sobreviverem ao cataclisma e reconstruírem a civilização. Ziusudra, o Noé bíblico, e seu grupo tiveram êxito, mas não o resto da humanidade. Os Anunnaki assistiram ao cataclisma de suas naves, estacionadas na órbita da Terra e sentiram dor e tristeza pelo socorro negado à humanidade. Após o evento, ANU decidiu retornar à Terra para reconstruir as bases anunnaki e ficou surpreso ao constatar que havia sobreviventes e que estes foram ajudados pelo seu filho ENKI. Novamente ficou tomado pela ira, mas dessa vez foi convencido por ENKI que os sobreviventes seriam úteis na reconstrução das bases. Em 10.500 a.C., logo após o dilúvio, três regiões foram concedidas aos filhos de Noé. Enquanto isso, ENKI recuperava o Vale do Nilo. A Península do Sinai ficou nas mãos dos annunaki, pois eles pretendiam construir um espaço-porto para substituir àquele destruído pelo dilúvio. Um novo centro de controle é instalado no Monte Moriá, futura Jerusalém.

Durante a re-colonização anunnaki, os conflitos de interesses entre os descendentes de ENLIL e ENKI se tornavam cada vez mais agressivos. Por volta de 8.700 a.C. os primeiros venceram uma disputa, apoderaram-se do Monte Sinai e esvaziaram a grande pirâmide de seus equipamentos. Prenúncio de mais e mais conflitos. Quase 5 mil anos mais tarde, em 3.760 a.C., a humanidade cresce e assume o governo das cidades. A civilização sumérica floresce na Mesopotâmia, com grande esplendor. Em 3.450 a.C., a Babilônia torna-se o portão dos deuses, ou seja, um local para pouso e contato entre os annunaki extraterrestres e o homem. Nessa época, acontece o incidente da Torre de Babel. Um grupo de humanos se apoderou clandestinamente de uma espaçonave e contrariando as ordens dos annunaki, tentaram voar ao espaço, mas foram impedidos.

No ano de 3.100 a.C., começa o governo dos faraós no Egito. Em 2.371 a.C., inicia o Império Acadiano, liderado pelo rei Acad Terah nasceu em Nippur, cidade fundada pelos annunaki, em 2.193 a.C. Em 2.123 a.C., Após muitas guerras envolvendo humanos e alienígenas, ANU e a alta cúpula anunnaki novamente decidiram por destruir a civilização terrena e desta vez utilizando armas. Revoltados com a insubordinação dos homens, ativaram uma terrível arsenal nuclear em 2.023 a.C. que destruiu a Suméria, Babilônia e demais cidades da região. Possivelmente nesse período, ocorreu também a ruína de Sodoma e Gomorra. - "Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno." (Judas 1:7)

As civilizações hebraicas, fizeram várias citações bíblicas aos Anunnaki. E seus descendentes foram chamados de "Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!" A descoberta de magníficos fósseis humanos gigantescos, com o dobro, as vezes o triplo, do tamanho das espécies congêneres atuais inquestionavelmente fortalecem a "teoria da origem superior das espécies", confirmando os textos sumérios. Achados arqueológicos de milhares de anos, como ossos, pegadas fossilizadas e até múmias, são provas irrefutáveis de que homens gigantescos viveram há milhares e milhares de anos, no planeta e deixaram sua herança genética na raça humana. Mas para não deixar qualquer dúvida desse fato, veja as impressionantes fotos do banco de dados de vários institutos de pesquisa europeus e norte americanos, como o famoso Smithsonian. Que dúvidas podem restar?

Obviamente que imagens valem por mil palavras! Mas em se tratando de um assunto de absoluta importância para a humanidade, as imagens acima indiscutivelmente necessitam de explicações, o que sem dúvida você encontrará nessa página. Porém, neste parágrafo eu gostaria, especialmente, de comentar um fato recém ocorrido que foi divulgado amplamente na internet. Recentemente uma empresa árabe de fornecimento de gás natural chamada ARAMCO, durante uma de suas escavações numa região desértica, ao sudoeste da Arábia Saudita, chamada "RAB-UL-KHAALEE" (quartel vazio), encontrou um esqueleto humanóide absurdamente gigantesco. Provavelmente o maior achado até hoje.

Quando a notícia foi divulgada, em sites de notícias na internet árabe, imediatamente as forças armadas árabes isolaram toda a área, impedindo totalmente o acesso ao local. Exceto aos funcionários da ARAMCO. Helicópteros militares sobrevoaram a área e tiraram várias fotos e o governo árabe negou-se a qualquer esclarecimento, considerando o assunto extritamente secreto. Porém, algumas dessas surpreendentes fotos vazaram e foram publicadas em inúmeros sites na web. Poucos dias após a divulgação mundial do caso, surgiu um texto explicando que a foto do esqueleto seria uma fraude. Uma montagem, resultado do trabalho da empresa de designer gráfico Worth1000.com, para fazer proganda dos produtos Corel Draw e Photoshop. Junto com o texto uma outra foto foi divulgada, que supostamente seria a mesma tirada no local das excavações da ARAMCO, porém o fóssil encontrado teria sido de um mastodonte e a foto teria saído dos arquivos da Cornell University, norte-americana. Então os sites que publicaram o primeiro material sobre o evento, imediatamente retificaram seus textos, concluindo que tudo não teria passado de uma talentosa armação. Será? Analise os detalhes:

• Se a ossada encontrada no local era realmente de um mastodonte, por que o governo da Arábia Saudita, onde seguramente achados arqueológicos são comuns, deslocaria o exército para isolar a área e se negaria a dar informações sobre o caso, alegando que se tratava de "assunto sigiloso"? Se fosse atribuída veracidade ao achado, grupos militares norte-americanos, em atividade constante naquela área, certamente a ocupariam e se apoderariam do esqueleto.

• Por quê, se de fato foram tiradas fotos da ossada de um mastodonte, as outras fotos não foram divulgadas para eliminar qualquer dúvida de uma "fraude"? Obviamente que diversas fotos de ângulos e distâncias diferentes seriam incontestáveis e no entanto apenas duas fotos foram usadas para comparação. E todas "tiradas" do alto. Quem conhece o básico sobre designer gráfico e utiliza com certa frequência programas como Corel Draw e Photoshop, sabe que é muito mais fácil fazer montagens com fotos tiradas do alto, do que no mesmo nível do objeto.

• Ao analisar a primeira foto, você vai perceber a complexidade com o que o esqueleto humanóide está misturado com o terreno, semi enterrado, a disposição dos ossos, a iluminação e sombras no fosso.

• O DETALHE DEFINITVO: SE HOUVE MONTAGEM DA MESMA FOTO (PRIMEIRA E TERCEIRA), POR QUE, NA SUPOSTA "MONTAGEM", ONDE APARECE O HUMANÓIDE, O SOLO ESTÁ SECO? E NO SUPOSTO "ORIGINAL" ONDE APARECE O MASTODONTE, O SOLO ESTÁ ENLAMEADO, ENCHARCADO D´ÁGUA. PRESTE ATENÇÃO NA FOTO DO MEIO: UM CANO OU MANGUEIRA MOLHANDO O FOSSO.

As fotos podem ser visualizadas no site: http://osnefilins.tripod.com/

"Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade." Gênesis 6.4
"Antes haviam habitado nela os emins, povo grande e numeroso, e alto como os anaquins; eles também são considerados refains como os anaquins; mas os moabitas lhes chamam emins." Deuteronômio 2.10-11

"Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso."
Deutoronômio 3.11

"Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos."
Números 13.33

"Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros]."
1 Samuel 17.4

Sem sombra de dúvida, as gritantes marcas da atividade dos anunnaki e de seus descendentes, os nefilins, estão espalhadas pelo mundo. Desafiando à nossa medíocre compreensão. Impossível ignorá-las!

Tantas provas incontestáveis da atividade de seres extra-terrestres, em diversos lugares do planeta, são conhecidas e pesquisadas pelos governos das grandes nações. Não obstante o silêncio à respeito do assunto, há várias décadas Alemanha, França, Inglaterra, Russia e especialmente os EUA, e recentemente Japão, India e China, vêm desenvolvendo uma poderosa estrutura de pesquisa e ocultamento dessa realidade.

Parece um paradoxo que, ao mesmo tempo em que os segmentos científicos, tão desenvolvidos nesses países, refutem a possibilidade de haver vida inteligente fora da Terra, os governos e as centrais de inteligência militar, desses mesmos países, empreendam verdadeiras cruzadas para tentar controlar as informações sobre as evidências desse fato. E, se, os líderes politicos apenas há poucas décadas têm se organizado para manipular a verdade sobre essa realidade, os líderes das religiões mais antigas, em especial, hindus, islâmicos e católicos, maiores herdeiros do conhecimento mesopotâmico, há centenas de anos vêm controlando as informações, contidas nos textos védicos, no alcorão e na bíblia, sobre a realidade da atividade alienígena na Terra, principalmente sobre a criação da raça humana e a origem do homo-sapiens.

Se, de fato, o assunto é tão relevante assim, por que não há um trabalho em conjunto entre governos e os segmentos científicos e religiosos, p/ colocarem a humanidade à par da verdade sobre sua própria origem? A resposta é simples! Por que a revelação de que humanóides alienígenas, conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, possivelmente milhões de anos, colonizaram a Terra e participaram na formação da raça humana, causaria a ruína de todo o establishment contemporâneo.

De todo o sistema social. Todas as instituições entrariam em colapso, porque fraudes milenares seriam descobertas. O que aconteceria se as pessoas tomassem conhecimento de que são herdeiras genéticas de alienígenas? O que aconteceria se a humanidade se concientizasse de que foi feita à imagem e semelhança de uma raça extraterrena? Poderes seculares alienadores e manipuladores como o fundamentalismo islâmico ou o catolicismo ficariam definitavamente comprometidos. O problema é que a mente humana, atualmente, está atrofiada! A maioria das pessoas não consegue raciocinar sobre o fato de que os feitos da ciência moderna como, mapeamento de código genético, clonagem, transplantes, podem ser apenas rascunhos de uma tecnologia muito mais avançada, realizada nesse planeta, há milhares de anos. Para a grande maioria das pessoas, que desconhece o fato de que nações milenares, como a Suméria e o Egito faraônico, dominavam a medicina, a física, a matemática e astronomia, entender essa realidade seria extremamente difícil, mas para quem conhece o trabalho de Zecharia Sitchin, não. Nos textos das tábuas sumérias são descritas com riqueza de detalhes as atividades de colonização dos alienígenas anunnaki, os elohin, que culminaram com a criação do homo-sapiens.

Quero deixar claro, no entanto, que o objetivo dessa página não é negar ou refutar a existência do Logos Criador, arquiteto do universo. Particularmente, penso que o fato da raça humana de um planeta ter sido criada pela raça de um outro planeta, que possivelmente se originou de uma outra raça de um outro mundo e assim sucessivamente, é prova incontextável da existência desse Logos, a Quem nos referimos pela palavra Deus. Podemos tentar imaginar, então, a Sua dimensão, ao percebermos esse fenômeno, de expansão da vida, ocorrendo por todo o universo, desde tempos
inimagináveis…

Leia com atenção à trechos de uma entrevista concedia por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

P - Da palavra hebraica Nafal, que significa "queda"?

- Exato. Queda, vir abaixo, descer. Assim, o que isto significa? Isto me levou aos estudos bíblicos e então às mitologia, arqueologia e todos os outros assuntos, inclusive ao estudo das linguas antigas, que se tornou a minha educação e vocação. Entào, dai vem a minha pesquisa e decisão de escrever sobre isto começando com uma pergunta, quem eram os Nefilim? Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei aos suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, "planeta da passagem [travessia]."

A questao em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que nao, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter também. Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme, a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter. E então uma noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Jupiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.

Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da criação mesopotâmico onde são baseados os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro! Os Sumérios tinham um enorme conhecimento. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram e eles sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassava o dos dias modernos. Eles diziam, "Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki." A publicação do primeiro livro, seu impacto, foi a compreeensão de que povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nossso sistema solar. Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas, para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X) então os Anunnaki existem.

Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas mais avançadas do que nós em nosso sistema solar.

P - O que acontecerá da próxima vez?

- Quem sabe como eles se sentirão a nosso respeito quanto voltarem? Será que decidirão nos dar mais conhecimento, e mais avanço técnico e mais civilização, ou eles decidirão que não somos bons, como aconteceu nos tempos do dilúvio, e tentarão se livrar de nós? Então, o primeiro livro, estabelece os fundamentos e descreve o conhecimento sumério e conclui da existência de um planeta a mais e realmente é a chave para a compreensão do que seja tudo isto. Que são as lendas do Gênesis, o que são as lendas da criação, qual foi o nosso passado, e uma maneira pela qual será o futuro.

P - O que mais você pode nos dizer sobre os Anunnaki, se temos livre arbítrio ou se isto é determinado pelos mesmos Anunnaki?

- Me perguntaram, "Eles se parecem conosco?" e eu disse, não, nós nos parecemos com eles. Eles nos fizeram por engenharia genética. Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: "Vamos fazer Adão à nossa semelhança e imagem." Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós. Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita deles ao redor do Sol. Assim, um ano deles equivale a 3.600 anos nossos. Esta é diferença chave entre eles e nós.

Então há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também, reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos eram consideradas milagres. Sinto que exatamente como eles vieram a Terra e nos criaram por meio de engenharia genética, e misturam seus genes com aqueles da mulher-macaco, que um dia nós sairemos no espaço e pousaremos em um outro planeta em algum lugar e faremos a mesma coisa. Neste sentido, acredito que as coisas são ordenadas em um grande padrão.

Mas podem eventos dentro deste grande padrão, serem determinados por indivíduos? Penso que sim. Tome a história do dilúvio e da destruição da humanidade e a salvação da semente da humanidade, por meio de Noé e de sua arca. Enlil decidiu utilizar a oportunidade da avalanche de água para destruir a humanidade, enquanto que Enki disse a Noé, (o Ziusudra sumério) sobre o que estava vindo. Enki ensinou a Noé como construir uma arca e cobrir e lacrá-la para que não pudesse naufragar, e Noé foi capaz de salvar a si mesmo, sua família e outros, segundo os Sumérios, na arca e assim salvar a semente da humanidade. Aqui você tem um conflito entre dos líderes dos Anunnaki. Um se sentia de uma maneira e outro se sentia de outra. Assim a questão da livre escolha, do que é certo, o que é errado, o que deve ser feito, o que não deve, tudo isto está aqui.

Leia a entrevista completa, no final deste texto.

Essa é a parte mais importante da página, porque confronta o conhecimento sumério e as evidências arqueológicas, até aqui mostradas, com o que há de oficial nos meios científicos. De tudo que já foi mencionado até aqui, o que já foi admitido? O que já foi desmentido? O que está sendo feito à respeito? Como o planeta Nibiru e da raça anunnaki estão presentes nos tempos modernos? A (re) descoberta de Nibiru, ocorreu em 1930 pelos astrônomos norte-americanos William Pickering e Percival Lowell, que o denominaram "planeta X", mas pelos recursos tecnológicos da época e pelo contexto social, óbviamente que qualquer declaração sobre o objeto era completamente controversa. Entretanto, na Alemanha, neste mesmo período, sociedades ocultistas já estudavam sobre o assunto e as atividades anunnaki, no passado, não eram segredo para esses grupos, que se fortaleciam agindo dentro do crescente partido nazista. De fato, a ideologia nazista fazia uma alusão distorcida à origem alienígena, da raça humana e a ascenção dessa propaganda foi possível por causa dessas sociedades ocultistas, as Thule e Vril, que difundiram na Europa germânica, a idéia de que eram os seus únicos descendentes, herdeiros da Terra e “predestinados à governar o mundo”. Quando Hitler mencionava o “super-homem” ariano, em seus discursos dentro do partido, ele se referia aos anunnaki que colonizaram o norte da Europa, mas, convenientemente ocultava a presença deles em outras regiões do planeta, como a Ásia, a América Andina e o próprio Oriente Médio. – “Existe um novo homem vivendo entre nós! Ele é intrépido e cruel e eu sinto medo em sua presença!” Alguns estudiosos defendem a idéia de que essas maçonarias européias, Vril e Thule, eram imitações equivocadas de sociedades ocultistas anunnaki e há, ainda, quem defenda a hipótese de haver anunnakis vivendo em fendas nos pólos da Terra. Sendo assim, é possível que os nazistas tenham mantido contato com alguns deles, porque isso explicaria como eles obtiveram tecnologia para construção dos haunebu ou “foo-fighters”, naves discóides que atingiam mais de 3.000 Km/h e outros avanços científicos, como raio laser e clonagem, totalmente desconhecidos das outras nações, naquele período. Explicaria, também, por que os nazistas fugiram para o Ártico e para a Antártida, após a contra-ofensiva dos aliados, liderados pelos EUA. De fato, as referências à raça anunnaki eram muito presentes na simbologia nazista. A origem da palavra “nazismo” é uma menção à um anunnaki de nome NA-ZI; a suástica invertida é uma distorção de um ícone ocultista utilizado nas antigas culturas egípcias e assírias; a chamada “cruz dos cavaleiros germânicos”, usada como insígnea dos pilotos alemães, era um ícone de Mazda, um dos nomes de ENKI e a tropa nazista SS era uma ordem de culto ao chamado “sol negro”, ou “estrela baalzebud” em uma possível referência à Nibiru ou ao seu sol morto, na constelação de touro, ou sistema de plêiades. O que eu quero deixar claro, com esse adendo, é que o nazismo era de fato, um culto negro, aos anunnaki, de caráter maligno, com ênfase na destruição e sacrifícios humanos. E é plausível considerar que se, de fato, antigos remanescentes dessa raça ainda vivem, escondidos no planeta, eles podem ter tentado retomar o poder através dos nazistas, durante a segunda Guerra. Obviamente que isso não aconteceu, porque os aliados venceram o conflito.

Com a derrota, os alemães fugiram para os pólos do planeta, e os EUA, Rússia e Inglaterra dividiram uma pequena parte dos espólios tecnológicos alemães, repatriaram cientistas nazistas e deram início a sua própria corrida tecnológica. No final dos anos 40, a alta cúpula do poder norte-americano estava ciente do uso da atividade extraterrestre e do uso de tecnologia alienígena pelos alemães. Em 24 de julho de 1947, um piloto civil voando sobre as montanhas Cascade, no estado de Washington, observou 9 aeronaves em forma de discos voando a alta velocidade. Ainda que não tenha sido o primeiro avistamento de tais objetos, foi o primeiro a ganhar ampla atenção nos meios de comunicação. Centenas de relatos de avistamentos de objetos similares continuaram. Muitos deles vinham de fontes militares e civis de alta credibilidade. Estes relatos resultaram em esforços independentes de vários elementos diferentes militares para definir a natureza e o propósito destes objetos no interesse da defesa nacional, tendo em vista as terrível experiências que vários pilotos norte-americanos tiveram com os haunebu “foo-fighters”, durante a segunda Guerra, o que apontaria para a possibilidade de uma contra-ofensiva nazista, vinda do Ártico, em território Americano. Um considerável número de testemunhas foi entrevistado e houve várias tentativas, sem sucesso, de utilizar aviões num esforço de perseguir discos em vôo. A reação pública chegou a casos de histeria em algumas ocasiões. Apesar destes esforços, pouco se pôde conhecer sobre os objetos voadores até que um rancheiro relatou que um tinha se acidentado numa região remota do Novo México, localizada a aproximadamente 75 milhas a noroeste da Base da Força Aérea do Exército Roswell (agora campo Walker). Em julho de 47, teve início uma operação secreta para assegurar o resgate dos restos do objeto para estudo científico. Durante o transcorrer desta operação, descobriu-se que 4 seres humanóides de pequena estatura tinham sido ejetados do aparelho em algum momento antes de explodir.

Em setembro de 47, o presidente Truman designou um seleto grupo de agentes e cientistas e criou uma operação secreta de alto nível de inteligência, para lidar com a atividade alienígena, o Majestic 12. Em 52, baseado nas informações do Majestic 12, um relatório preparado pelo almirante Roscoe H. Hillenkoeter, foi entregue ao presidente Dwight D. Eisenhower. Em função das implicações para a segurança norte-americana, dado que eram desconhecidas as intenções destes visitantes e que houve um significativo aumento na atividade de vigilância destas naves, que ocasionou consideráveis suspeitas de que novos acontecimentos eram iminentes. Então durante a década de 60, os EUA e a extinta URSS, criaram um projeto conjunto de defesa da Terra, encoberto pela cortina de fumaça chamada de “Guerra fria”, que justificava o aumento do arsenal nuclear e a corrida especial, das duas nações. A chamada “Guerra nas Estrelas”.

Os estudos sobre o planeta X, se intensificaram nos anos 70, quando os EUA começaram a investir pesadamente na corrida espacial, com Joseph Brady, da Universidade da Califórnia; Thomas Van Fladern e Robert Harrington, ambos do Observatório Naval de Washington, também concluíram sobre sua existência, baseados em importantes estudos sobre alterações nos comportamentos orbitais de Plutão e seus satélites, e o chamaram de "o planeta intruso". Em 1982, a NASA timidamente mencionou a existência do que chamou de "algum tipo de misterioso objeto além do nosso sistema planetário". Um ano depois o satélite IRAS (Infrared Astronomical Satellite) registrou o enorme corpo celeste e começou um processo de exposição na mídia. O Washington Post imediatamente entrevistou o cientista-chefe da equipe do IRAS na, California, Gerry Neugebauer: - "Possivelmente um corpo tão gigante quanto Júpiter, na direção da constelação de Orion.... Tudo que eu posso dizer a vocês é que eu não sei o que é!" Em 1987 a NASA fez um pronunciamento oficial sobre a existência do Planeta X. O jornal Newsweek fez a seguinte publicação: "O cientista pesquisador da NASA, John Anderson anunciou a existência de um grande planeta com uma órbita excêntrica transitando no nosso sistema solar e além dele. Em 2002, o astrônomo Dale Ripkins, fez uma bombástica declaração, inesperada para um alto funcionário da NASA. Direto do Cabo Canaveral, ele afirmou que o planeta X, passa muito perto da Terra à cada 3.600 anos; que durante esse período, seria possível uma viagem interplanetária entre ambos e que a NASA já estaria trabalhando para um "eventual" contato com possíveis habitantes daquele mundo. Preste muita atenção à esta observação feita por Ripkins: - "Se houver vida no planeta X e eles quiserem conquistar a Terra, seria o melhor momento p/ isso, quero dizer que eles teriam 3.600 anos para preparar suas tropas e nos atacar!" E outro membro da equipe de Ripkins, Brian Coleson completou: "Sim! Nada que viva neste planeta poderia ser impedido!". É óbvio que na mesma proporção que as informações sobre o planeta Nibiru vêm ganhando mais exposição na mídia, aumenta a prática da desinformação, por parte das agências espaciais. Principalmente a norte-americana. O fato é que o Pentágono sabe que o planeta Nibiru passa perto da Terra periodicamente e está em alerta DEFCOM, para a sua próxima passagem, por volta de 2013. Esses cálculos obviamente não são precisos e a aproximação pode ser antes ou depois. Sendo assim, devemos considerar as conseqüências da aproximação de Nibiru, para a humanidade, priorizando três aspectos:

As intenções dos anunnaki, em relação ao planeta e a raça humana;

A reação do governo norte-americano mediante o possível retorno dos seres daquele planeta;

Os distúrbios físicos de proporções apocalípticas que sua força gravitacional exercerá na Terra, como maremotos, terremotos e erupções vulcânicas.

Os três aspectos estão interligados e para entendermos a conexão, devemos analisar o contexto da seguinte maneira: No passado os anunnaki encontraram um planeta apto à colonização extraterrestre e de fato o fizeram. Criaram a raça humana e as grandes civilizações do passado. Foram seus mentores, seus deuses. Mas, também foram seus destruidores. Protagonizaram grandes guerras no passado, que extinguiram essas mesmas civilizações. Partindo do pressuposto de que herdamos, além do material genetico, seu material psíquico, podemos imaginar que eles irão querer assumir seu “direito” à retomar o controle do planeta e da raça humana. Contudo, devemos pressupor, também, que os anunnaki imaginam que não serão recebidos amistosamente. No atual nível tecnológico, atingido pela humanidade, podemos pressupor, ainda, uma reação bélica, das grandes potências, lideradas pelos EUA. De fato, existe uma real preocupação da alta cúpula militar norte-americana, à respeito de uma provável “invasão” da Terra. O maior orçamento do congresso norte-americano, ao contrário do que possa parecer, não é com o Pentágono, mas sim com a NASA. Os programas espaciais europeus e norteamericanos, têm por real objetivo criar um sistema de defesa contra tal evento. A Estação Espacial Internacional é, na realidade, uma estação bélica, armada com arsenal nuclear e lasers, desenvolvida para conter uma possível invasão. Contudo, os governos dessas potências deveriam considerar, que a maior ameaça advinda com a aproximação de Nibiru, não é os anunnaki, mas sim os distúrbios geofísicos, causados pela força gravitacional do planeta. Parece muito óbvio que os anunnaki, sabendo dos danos cataclísmicos que a proximidade daquele corpo celeste causarão na Terra, esperarão tais eventos ocorrerem, para retornar ao planeta sem a resistência humana. Porém, devemos considerar a hipótese de haver tentativas de desviar a rota de Nibiru, através da EEI, com o uso de armas nucleares. Tal conduta poderá ser respondida agressivamente pelos anunnaki e as conseqüências seriam (im) previsíveis.

Ao que tudo indica, Nibiru já está a caminho e sua proximidade já está produzindo efeitos. Tsunamis e terremotos, na Asia; furacões na América e enchentes na Europa. - "Todo o planeta está vibrando!", disse o chefe do Instituto Geofísico Italiano, Enzo Boschi. Se realmente, esses fenômenos forem causados pelo campo gravitacional de outro planeta maior, em trânsito, então à medida que ele se aproximar mais da Terra, mais intensos serão esses distúrbios. Podendo culminar com a elevação do nível dos oceanos o que causaria inundações em todos os continentes e possivelmente novas massas de terra surgiriam dos oceanos. Essas fenômenos já ocorreram antes e são periódicos. Nos escritos da maioria das civilizações do passado há menções sobre esses cataclismas e de seus efeitos no planeta e na humanidade. E além dos distúrbios geofísicos, devemos considerar os distúrbios psíquicos que estão ocorrendo na humanidade. Com ênfase nos
conflitos do Oriente Médio. Pessoalmente, penso que as infindáveis guerras entres as nações daquela região, são resquícios de guerras antigas, entre clãs anunnaki e humanos. Algo muito sério, ligado à raça anunnaki, ocorre naquela região e a inteligência militar norte-americana sabe disso. Isso explicaria as constantes intervenções na área do Golfo Pérsico. Mesmo local onde se situavam as civilizações erguidas por eles. O assunto é delicado, ao ponto de Zecharia Sitchin, ter sido consultor do ex- general e exchefe de estado norte-americano Colin Powell, durante a Guerra do Golfo, nos anos 90.

No meio ufológico, há quem defenda a teoria de que está havendo uma disputa por possíveis artefatos alienígenas, enterrados nas ruínas antigas, sob a areia do deserto palestino. Entretanto, não espere ser orientado sobre o que está por vir, no Jornal Nacional ou no Fantástico. Os governos não estão preparando a humanidade para a passagem de Nibiru e para o retorno dos anunnaki, porque acham que podem, em segredo, lidar com a situação. Não podem! Não da maneira que eles pretendem! Eles deveriam concentrar esforços em desenvolver tecnologia para amenizar os efeitos do cataclisma e para fazer um contato pacífico como aquela raça, mas não o fazem. Preferem sacrificar milhões de pessoas para protegerem seus interesses econômicos e políticos. Seja como for, internautas, aqui nessa página há material suficiente para alertálos quanto à verdade que os sumérios e outras grandes civilizações do passado sabiam.

Considerações finais: Existem centenas de páginas na internet, abordando os eventos passados e futuros, relacionados com o planeta Nibiru. Algumas no aspecto material e outras no aspecto metafísico. Todas com informações relevantes e muito material científico sobre esse corpo celeste e seus habitantes. Os Anunnaki. Contudo, vale ressaltar que, no estágio de desequilíbrio psíquico que nossa humanidade atingiu, torna muito difícil a compreensão e assimilação desses fenômenos e de suas consequências para nós. Mas diante de todas as evidências de que uma transformação radical, na vida terrestre, pode ocorrer então deveríamos seriamente tentar trabalhar a nossa psicologia e transformar o nosso espírito para o que está por vir.

Muitas fotos podem ser visualizadas no site: http://osnefilins.tripod.com/

Entrevista exclusiva com Zecharia Sitchin.

Infinito - Você pertence a um pequeno numero de estudiosos que conseguem ler as tábulas de argila encontradas na Mesopotâmia. O que despertou seu interesse nelas?

Sitchin - Isso vem desde os meus dias de escola. Estávamos estudando a Bíblia (Antigo Testamento) em seu idioma original, o hebraico; chegamos ao capítulo 6 do Gênesis, a história do Dilúvio. O capitulo começa com vários versos enigmáticos, dizendo-nos que no tempo pouco ante do Dilúvio, "havia gigantes sobre a Terra", e eles se casaram com as Filhas do Homem e tiveram filhos delas. E eu levantei a mão e perguntei à professora: por que a senhora diz "gigantes" quando a palavra na Bíblia é Nefilim, que significa "aqueles que desceram", e não "gigantes"? Em vez de me elogiar por meu conhecimento de hebraico, ele me repreendeu. Não se questiona a Bíblia! E isso me magoou muito e me deixou pensando quem eram os Nefilim, e por que eles eram assim chamados. Com o tempo, eu descobri que aqueles versículos (assim como a história toda do Grande Dilúvio) se originava de um povo chamado sumério, que milhares de anos antes de a Bíblia ser composta, escreveu em tábulas de argila a história e a pré-história da Humanidade. Assim, esta foi a origem de meu interesse nas antigas tabulas da Mesopotâmia.

Infinito - E o que as tábulas diziam?

Sitchin - As tabulas diziam que de fato houve um Dilúvio que engolfou a terra habitada e que milhares de anos antes de ele acontecer os Anunnaki, que em sumério significa "aqueles que vieram do céu para a terra", vieram à Terra de seu planeta Nibiru, e foram os Elohim ("deuses") que disseram uns para os outros: Vamos criar Adão à nossa imagem evoluída na Terra ao nível do Homo Sapiens.

Infinito - Outros concordam que era isto o que as tabulas diziam?

Sitchin -Sim, é claro que outros estudiosos concordam que é isto o que as tabulas dizem, porque depois que elas foram encontradas por arqueólogos nos últimos 150 anos e decifradas e traduzidas (começando com George Smith, "The Chaldean Account of Genesis", em 1876, e L. W. King, "The Seven Tablets of Creation", em 1902), não havia como negar isso. Mas pelo fato de as histórias envolverem os chamados deuses dos povos antigos, eles foram considerados mitos -"mitologia'. Além disso, a idéia de seres com forma humana vindos para a Terra de outro planeta - astronautas antigos - era, é claro, impensável naquela época; assim, tinha de ser mitologia e não registros factuais. Mas quando eu comecei a pensar seriamente que não, aqueles eram registros de eventos que realmente aconteceram, estávamos no começo da Era Espacial, assim para mim fazia sentido; e quando li os textos antigos deste ponto de vista, tudo começou a ficar claro.

Infinito - Mas agora que sabemos que as viagens espaciais são possíveis, por que os outros ainda acham que esses eventos são mitologia?

Sitchin - Por causa de Nibiru, planeta deles, e a aceitação da idéia de que não estamos sós.

Infinito - O senhor pode explicar?

Sitchin - Sim, eu posso tentar explicar. Mesmo aqueles que aceitam a probabilidade de vida inteligente em outros lugares do universo, dizem que o sistema estelar mais próximo com possibilidade de ter planetas com vida está tão distante que ninguém daqui conseguiria ir lá e certamente não poderia ir e vir, para lá e para cá, como faziam os Anunnaki. Mas concluí que o planeta deles pertence a nosso sistema solar, com um período orbital de cerca de 3.600 anos, portanto, essa viagem espacial de lá para a Terra é muito exeqüível durante tais órbitas. Isso justifica chamar os Anunnaki pelo nome tabu de "extraterrestres". Que é usado por pessoas que acreditam em OVNI, etc., mas é tabu para os acadêmicos do establishment.

Infinito - Algum planeta, hoje pertencente a nosso sistema solar, foi descoberto?

Sitchin - Durante muitas décadas, muitos astrônomos estavam convencidos de que há mais um planeta além de Plutão. Eles o chamam de "Planeta X", significando desconhecido bem como "décimo planeta" (Eu me refiro a Nibiru como o décimo segundo planeta, porque os sumérios contavam o sol e a lua e 10 planetas para um sistema solar de 12 elementos). Uma pessoa que procurou o planeta foi o Dr. Robert Harrington do Observatório Naval dos Estados Unidos (que faz parte do Departamento de defesa americano), que concordou com minha teoria sobre os sumérios. (o desenho que ele me mandou está em meu livro Gênesis Revisitado). Perturbações nas órbitas de Netuno e Plutão indicam a existência de força gravitacional de outro planeta. A nave espacial Pioneer 10 mostra indicações semelhantes desde que o planeta grande e distante também nas fronteiras do sistema solar. Em 1983, a nave espacial IRAS descobriu que tal corpo celeste estava de fato se movendo em direção a nossa parte do sistema solar - como Nibiru faria. Mas todas essas descobertas, mesmo quando relatadas, são logo negadas e tratadas como algo que seria melhor ignorar.

Infinito - Por quê?

Sitchin - Porque reconhecer a existência de mais um planeta é confirmar o conhecimento que os sumérios tinham de Nibiru; e uma vez que tal conhecimento (sem telescópios e veículos espaciais) só poderia vir dos Anunnaki, isso significa confirmar a palavra tabu "extraterrestres".

Infinito - Então, o problema é de aceitação científica?

Sitchin - A comunidade científica começa a perceber que muitas das últimas descobertas - no espaço, na astronomia, na biologia/genética, na geologia - corroboram minha abordagem quanto aos textos sumérios. Eu dediquei um livro à comparação do conhecimento dos antigos com as descobertas modernas (Genesis Revisited), e estou atualizando este aspecto em meu site de internet SITCHIN.Com. Mas existem, é claro, outras razões para a não-aceitação, por exemplo, fundamentalistas que insistem que o Céu e a Terra foram criados em apenas seis dias.

Infinito - Estas atitudes estão mudando?

Sitchin - Sim, estão. Um de meus maiores fãs é um padre católico na Califórnia que disse que a compreensão de que os deuses antigos eram apenas emissários de Deus, com D maiúsculo, reforçou a crença dele em um Criador Universal. No ano passado, em uma conferência na Itália, tive um diálogo em público com um teólogo do Vaticano, Monsenhor Balducci, que admirava minha pesquisa e concordou comigo de que (a) pode haver seres inteligentes em outro planeta e (b) que visitas de extraterrestres à Terra são possíveis. Eu relato o diálogo em meu site de Internet.

Infinito - Isso tudo é só sobre o passado? O senhor disse que os Anunnaki estavam indo e vindo. Eles estão ainda hoje indo e vindo?

Sitchin - Meus escritos, como você apontou, são baseados em fontes da Antigüidade, desde os sumérios e depois outras fontes. Mesmo o Novo Testamento nos deixa a alguns 2000 anos atrás. Assim, discutir o que aconteceu depois disso requer uma mudança de enfoque, lidar com novas evidências - talvez menos com escritos claros e mais com a interpretação das evidências físicas, o que pode ser controvertido.

Infinito -O senhor pode explicar o que quer dizer com "mudança de enfoque"?

Sitchin - Com relação a registros escritos do Oriente Próximo antigo eu sinto uma grande certeza, uma vez que posso ler as tábulas eu mesmo e consigo ler o Antigo Testamento em hebraico. Sei o que dizem e aceito o que dizem como informação factual. Depois que deixamos essa região e aquela época, mesmo começando com o Egito antigo, temos de confiar na compreensão e em evidências datadas de natureza física, tais como as pirâmides no Egito, pinturas em cavernas como no Brasil, estruturas enigmáticas como em Tiwanaku (Peru) ou nas Linhas de Nazca, e ter a ajuda de reminiscências orais, que são chamadas de "lendas", em vez de escritas.

Infinito - O senhor trata disso em seu livro Os Reinos Perdidos, então acredita que esses lugares e suas lendas dão continuidade à mesma história?

Sitchin - Sim. Eu mostro que a principal divindade da Meso-América, Qetzalcoatl (A Serpente Alada) era o deus egípcio Thoth, que era o deus sumério Ningishzidda, e eu então explico não apenas a semelhança das pirâmides, mas também a aparição dos Olmecs - um povo de descendência africana que inexplicavelmente veio para o México em cerca de 3100 AC e trouxeram a Mãe Civilização aos nativos. O mesmo ocorre com outras divindades da Antigüidade. Quando se estudam as "mitologias" de toda parte, parece haver panteões diferentes com muitos deuses diferentes. Mas quando se constata que os nomes diferentes têm o mesmo significado nas diferentes línguas, percebe-se que todos estão falando sobre os Anunnaki dos sumérios. Assim, o pai de Qetzacoalt/Thoth/Ningishzidda era Enki, a quem os egípcios chamavam Ptah. Ele era também o pai do deus egípcio Ra, conhecido por outros como Marduk.

Infinito - Uma mudança na arena do drama de deuses e homens?

Sitchin - Uma mudança de enfoque, uma mudança nas evidencias. Um novo capítulo, mas no mesmo livro. Ao tratar o que aconteceu no Novo Mundo como parte da história que começou no Velho Mundo, é possível entender melhor as evidências físicas e levar mais a sério as "lendas".

Infinito - O senhor está convencido de que "eles" estiveram aqui... Eles ainda estão aqui?

Sitchin - Isso nos afasta do que eu considero fato - sim, eles estiveram aqui - e vai para a especulação, que também significa profecia. Porque a questão é, antes que alguém pergunte se eles ainda estão aqui: eles foram embora? E se foram embora, vão voltar? Não quero especular se eles estão aqui, porque isso leva a conversas sobre conspirações e influências satânicas, etc. - com que eu não tenho absolutamente nenhuma ligação. Prefiro não especular.

Infinito - Mas o senhor disse em suas palestras e vídeos que "o passado é o futuro", então o senhor deve acreditar em algo?

Sitchin - É verdade, porque se alguém considera as fontes bíblicas como os legado de tempos mais remotos, então devemos trocar a palavra "especulação" por "profecia". É a propria bíblia - que eu considero um documento histórico em vez de teológico - que no final do primeiro milênio AC mudou de (a) história da criação, (b) as ações dos Anunnaki no período que antecedeu o Dilúvio, (c) as civilizações humanas pós-Dilúvio, os tempos históricos; para (d) previsões de coisas por acontecer, que são chamadas "profecias". E ela diz repetidamente: "os últimos serão os primeiros", ou no Livro da revelação: "Eu sou o Alfa e o Omega, eu sou o primeiro e o último."

Infinito - Então, o que aconteceu vai acontecer novamente? Um ciclo de eventos como os calendários maias?

Sitchin - Sim, como os calendários maias que estão atrelados às crenças mesopotâmicas de que o Grande Deus Qetzalcoatl, "a Serpente Alada", que se foi, mas prometeu retornar. Assim o calendário está atrelado ao Retorno esperado. A conclusão inevitável é que, com base em profecias bíblicas, atém mesmo em crenças mesopotâmicas, um Retorno - o que os judeus chama de tempos messiânicos, e os cristãos chamam de a Segunda Vinda - vai acontecer.

Infinito - Seria esta data o ano de 2012, que alguns atribuem ao calendário maia?

Sitchin - Esta data (ou um pouco depois dela, dependendo de como se conta) surgiu de uma suposição de que o grande ciclo dos maias seria concluído com 13 grandes ciclos, mas por que não 14 ou 15? Estou mais inclinado a basear minha pesquisa no calendário introduzido pelos próprios Anunnaki - o calendário zodiacal.

Infinito - E o que o senhor vê no calendário zodiacal?

Sitchin - Os dados apontam para a Era de Peixes como a época do aparecimento da espaçonave deles entre Marte e a Terra, e nós ainda temos de esperar o século XXI, este século, para chegar em Peixes...