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sábado, 1 de dezembro de 2018

9 Formas Pelas Quais o Flúor na Água Está Prejudicando seu Cérebro


O CDC chama a fluoretação da água “uma das 10 grandes conquistas da saúde pública do século 20”. No entanto, apesar de o flúor ocorrer naturalmente em pequenas quantidades na água e pode ser encontrado na crosta terrestre, sua adição à água para supostamente fortalecer os dentes e prevenir cáries é uma prática altamente controversa e perigosa.

A Organização Mundial de Saúde, referenciando países onde a água é rica em flúor, adverte:

O consumo de água potável rica em flúor resulta em sérios efeitos à saúde, variando de fluorose dentária a fluorose esquelética incapacitante, sendo ambos os efeitos irreversíveis. As crianças cujos dentes e ossos ainda estão em desenvolvimento são mais suscetíveis a altas concentrações de flúor. Isso é ainda mais agravado pelo mau estado nutricional. Os sintomas começam a se desenvolver durante a infância e a prevenção da exposição representa a única intervenção efetiva. 

Embora não haja praticamente nenhuma evidência de que a fluoretação fortaleça os dentes de forma alguma, há muitas evidências de que ele é uma neurotoxina com efeitos devastadores no cérebro.

O site Be Brain Fit recentemente relatou nove maneiras diferentes em que a água fluoretada pode afetar negativamente a sua saúde mental.


Uma neurotoxina do desenvolvimento

Um estudo recente publicado na revista The Lancet recomendou que o flúor seja classificado como uma neurotoxina do desenvolvimento - uma substância que é destrutiva para o cérebro, sistema nervoso e / ou medula espinhal antes do nascimento e durante a infância - juntamente com o arsênico, mercúrio, tolueno e chumbo.


Reduz o QI

Mais de 50 estudos revisados ​​por pares ligaram o consumo de água fluoretada ao QI mais baixo em crianças. Uma metanálise conjunta da Harvard School of Public Health e da China Medical University, que examinou 27 estudos sobre o assunto, encontrou "fortes indícios de que o flúor pode afetar negativamente o desenvolvimento cognitivo em crianças".


Ligado ao desenvolvimento de Alzheimer

O corpo tem uma membrana protetora natural chamada barreira hemato-encefálica que impede que substâncias perigosas como o alumínio entrem no cérebro. No entanto, quando o alumínio entra em contato com o flúor, ele é capaz de atravessar essa barreira na forma de fluoreto de alumínio. Numerosos estudos ligaram a presença do fluoreto de alumínio ao desenvolvimento de Alzheimer.


Duplica o risco de hipotiroidismo

A água fluoretada quase dobra o risco de hipotireoidismo - um distúrbio do sistema endócrino que faz com que a glândula tireoide seja incapaz de produzir hormônio tireoidiano suficiente, resultando em baixa capacidade de tolerar o frio, fadiga, ganho de peso, constipação e depressão.


Provoca degeneração de partes do cérebro

O site Be Brain Fit explica como a fluoretação afeta certas partes do cérebro:

Uma vez que o flúor atravessa a barreira hematoencefálica, causa degeneração em partes específicas do cérebro - o hipocampo, o neocórtex e o cerebelo.

O hipocampo é considerado a sede da memória e é fundamental para o aprendizado, a regulação emocional e o desligamento da resposta ao estresse.

O neocórtex é considerado a área mais evoluída do cérebro onde a percepção sensorial, o pensamento consciente e as habilidades de linguagem ocorrem em grande parte.

O cerebelo é responsável pela coordenação e pelo equilíbrio.


Interfere na glândula pineal e na produção de melatonina

A melatonina - um hormônio que controla o sono, compensa os danos causados ​​por distúrbios cerebrais como a demência e age como um potente antioxidante - ela é produzida na glândula pineal. Esta glândula é suscetível à calcificação causada por minerais como cálcio e flúor. Quando isso acontece, a produção de melatonina é afetada negativamente, resultando em insônia, envelhecimento cerebral acelerado e depressão.


Libera chumbo de velhos canos de água

Se a casa em que você mora foi construída antes de 1986, ela pode ter chumbo nos canos de água. Uma vez que a água fluoretada libera o chumbo, ela pode estar aumentando em até nove vezes a quantidade de chumbo na água. A exposição ao chumbo é perigosa para todos os seres humanos, mas os cérebros jovens são os mais vulneráveis. Pode resultar em dificuldades de aprendizagem, redução do QI, perda de memória, distúrbios de humor e outras complicações graves.


Ligado ao TDAH

Conforme relatado anteriormente pelo site Natural News:

Cientistas da Universidade de Toronto confirmaram recentemente que a exposição a altos níveis de flúor no útero aumenta os sintomas semelhantes aos de TDAH em crianças em idade escolar. O Dr. Morteza Bashash, principal autor do estudo, comentou as descobertas e declarou: "Nossas descobertas são consistentes com um crescente corpo de evidências sugerindo que o crescente sistema nervoso fetal pode ser negativamente afetado por níveis mais altos de exposição ao flúor".

Causa depressão ... e é encontrado em medicamentos antidepressivos
Muitos dos medicamentos antidepressivos e ansiolíticos comumente prescritos contêm altos níveis de flúor. Isso é contra-intuitivo porque vários estudos ligaram o flúor como uma das causas da depressão. Se você está atualmente tomando um desses medicamentos, pode valer a pena conversar com seu médico sobre a mudança para um medicamento sem flúor ou optar por uma abordagem mais natural.

Como reduzir a exposição ao flúor

O flúor é difundido em nosso meio ambiente, mas existem maneiras de reduzir a exposição a ele, inclusive o uso de creme dental sem flúor e o investimento em um filtro de água de fluoreto de alta qualidade.


domingo, 6 de novembro de 2016

GOVERNO pretende VENDER para a COCA-COLA ou para a NESTLÉ a MAIOR RESERVA ESTRATÉGICA de ÁGUA do BRASIL?


O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo Brasil (840.000l Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000 Km²).

Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Localização do Aqüífero Guarani

Esse reservatório de proporções gigantescas de água subterrânea é formado por derrames de basalto ocorridos nos Períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo Inferior (entre 200 e 132 milhões de anos).  É constituído pelos sedimentos arenosos da Formação Pirambóia na Base (Formação Buena Vista na Argentina e Uruguai) e arenitos Botucatu no topo (Missiones no Paraguai, Tacuarembó no Uruguai e na Argentina).


A espessura total do aqüífero varia de valores superiores a 800 metros até a ausência completa de espessura em áreas internas da bacia. Considerando uma espessura média aqüífera de 250 metros e porosidade efetiva de 15%, estima-se que as reservas permanentes do aqüífero (água acumulada ao longo do tempo) sejam da ordem de 45.000 Km³.


O  Aquífero Guarani constitui-se em uma importante reserva estratégica para o abastecimento da população, para o desenvolvimento das atividades econômicas e do lazer. 

A primeira conversa pública acerca deste e de outros setores que tendem a seguir para a iniciativa privada estava prevista o dia 25, mesmo dia em que foi aberto o processo de votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff e isto não é uma coincidência porquê fazia parte do plano dos golpistas e as negociações são com os principais conglomerados transnacionais do setor, entre elas a Nestlé e a Coca-Cola... o nosso povo precisa reagir porquê estas concessões podem durar mais de cem anos.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Arquiteto Italiano cria TORRE que tira ÁGUA do AR!


Água potável é um bem que ainda não está acessível a todas as pessoas no mundo. Pensando em uma solução prática para este problema, o arquiteto italiano Arturo Vittori criou a WarkaWater, uma torre que capta o vapor de água atmosférico e o transforma em água própria para o consumo. A ideia deu tão certo, que ele já desenvolveu uma versão melhorada do modelo.

O sistema não consiste em alta tecnologia. Pelo contrário, ele é tão simples que pode ser replicado em qualquer lugar. O melhor é que, além de ser eficiente, o WarkaWater, nas duas versões, é bonito, assemelhando-se a uma grande escultura.

O projeto foi pensado para ajudar comunidades que sofrem com a falta de água na Etiópia. Apesar de ainda não terem sido instalados no continente africano, os arquitetos já providenciaram a construção de um protótipo do WarkaWater2 no Instituto Italiano de Cultura e pretendem levá-lo para a Etiópia já em 2015.


A base da torre é modular, feita em bambu ou talos de juncus. Internamente elas são forradas com uma malha plástica, semelhante aos sacos usados no transporte de frutas e legumes. As fibras de nylon e polipropileno ajudam a captar as gotículas do orvalho e quando a água escorre, fica armazenada em uma bacia, instalada na parte inferior da torre.


O site do projeto explica que toda a estrutura pesa, em média, 90 quilos, divididos em cinco módulos. Para facilitar a sua instalação em locais de difícil acesso, não é necessário utilizar andaimes ou equipamentos elétricos. A estimativa é de que o WarkaWater2 seja capaz de coletar cem litros de água por dia, provenientes da chuva, orvalho e neblina.


A principal diferença entre a versão atual e o primeiro modelo criado não está em sua estética, mas sim na instalação de uma “coroa” de espelhos na parte superior, que promete manter as aves longe da estrutura. A medida visa reduzir as chances de contaminação da água.  



O PRIMEIRO WARKAWATER


Os materiais utilizados por Vittori neste projeto são bambus ou talos de juncus, que foram o esqueleto da estrutura. Dentro elas são forradas com uma malha de plástico, semelhante aos sacos usados para transportar frutas e legumes. As fibras de nylon e polipropileno ajudam a captar as gotículas do orvalho e quando a água escorre ela é encaminhada a uma bacia, instalada na parte de baixo da torre.


Em declaração ao site Wired, o arquiteto explica que chegou a essa ideia após visitar o norte da Etiópia. “Lá, as pessoas vivem em um belo ambiente natural, mas muitas vezes sem água, eletricidade, um vaso sanitário ou um chuveiro funcionando”, declarou. O italiano ainda lembrou que a dificuldade para conseguir água no país africano é tão grande, que mães com filhos pequenos precisam andar quilômetros para chegar a lagoas contaminadas, expondo sua saúde e a de seus filhos a diversas doenças.


Sobre o WarkaWater, Vittori garante que a proposta é garantir água e sustentabilidade em todos os sentidos. “Uma vez que os habitantes locais têm o conhecimento necessário, eles são capazes de ensinar outras comunidades a construírem suas próprias torres.”


Cada um dos captadores de água custa, em média, US$ 550 e precisa de apenas uma semana e quatro pessoas para ser construído com materiais disponíveis localmente.


O arquiteto tem trabalhado há dois anos nesse projeto para torna-lo o mais eficiente possível. A escultura possui 195 quilos e oito metros de altura. O italiano espera ter os dois primeiros construídos na Etiópia em 2015 e está em busca de parceiros para levar a ideia para outras áreas necessitadas.  




Fonte:  CicloVivo

terça-feira, 11 de novembro de 2014

13 tecnologias para obter ÁGUA LIMPA em tempos de seca

De acordo com representantes da Organização Mundial de Meteorologia, o ano que vem ainda deve ser de seca em São Paulo. As reservas de água do estado estão nos menores níveis já registrados.

Entre as armas para combater a falta d’água, está a tecnologia. Diversos produtos já foram criados tanto para produzir quanto para purificar água. A seguir, reunimos alguns deles.


LifeStraw

Uma fina membrana capaz de remover quase 100% de bactérias e protozoários presentes na água é o segredo do LifeStraw, dispositivo vendido pela empresa suíça Vestergaard. Disponível nas versões canudinho, garrafinha e balde, o LifeStraw está à venda por preços que variam entre cerca de 50 e 190 reais. Nos três modelos, a água é filtrada por essa membrana que retém as impurezas e torna-se potável.



Lifesaver

O Lifesaver leva a tecnologia do Lifestraw um passo adiante. Além de filtrar bactérias e protozoários, esse dispositivo também retém vírus. Para isso, ele conta com uma rede com furos de 15 nanômetros (ou 0,000015 centímetro).

O Lifesaver está disponível em versões de garrafinha e de galões de 5 e 18,5 litros. Para se ter uma ideia da eficiência do produto, os criadores afirmam que é possível filtrar urina por até quatro vezes seguidas no dispositivo. Isso justifica os preços, que variam entre 470 e 800 reais.



Waterair

O Waterair é outro dispositivo de capaz de captar a umidade presente no ar e transformá-la em água potável. Para funcionar, a máquina brasileira precisa de uma fonte de energia e níveis de umidade do ar superiores a 10%. Quando ligada, ela absorve a umidade, condensa-a e filtra a água resultante – que então passa por um processo para se tornar potável. Versões capazes de produzir 30, mil e 5 mil litros de água por dia custam, respectivamente, 6 mil, 120 mil e 350 mil reais.



Jarra radiológica

A empresa Seychelle comercializa na internet uma jarra que capaz de remover da água metais pesados (como chumbo e mercúrio) e 99% de contaminantes radiológicos – como urânio e césio. O produto foi desenvolvido para locais em que houve acidentes com radiação e está à venda por cerca de 250 reais.



Mitto

O Mitto é um sistema de captação e filtragem de água de chuvas, rios e outras fontes criado por estudantes canadenses. Por meio de uma tela externa de plástico, ele capta a água, que é encaminhada para um filtro interno. O Mitto tem capacidade de armazenar até meio litro de água.



PlayPump

Em algumas partes do mundo, conseguir água virou brincadeira de criança. Tudo por conta do PlayPump.

Esse dispositivo é baseado num gira-gira, aquele brinquedo no qual um grupo de crianças ficam sentadas rodando. No PlayPump, o movimento gerado por quem usa o brinquedo é usado para puxar água do subsolo.

Do lado de fora, um tanque de polietileno armazena e filtra a água. Segundo os criadores, um PlayPump é capaz de captar cerca de 1.400 litros de água por hora.



Banana

Pesquisadores brasileiros descobriram que a casca de banana consegue filtrar pesticidas que possam estar presentes na água.

Para isso, eles secaram cascas da fruta num forno de 60°C por um dia. Depois, trituraram e peneiraram o material. Com o pó em mãos, misturaram-no à água e agitaram por 40 minutos.

Ao fim do processo, 90% dos pesticidas contidos na água foram absorvidos pela casca de banana.



Plasma

O cientista Alfredo Zolezzi criou um aparelho que purifica água transformando-a em plasma. O plasma é o estado da matéria no qual os átomos perdem sua cobertura de elétrons e ficam todos desordenados – como acontece no Sol, por exemplo.

A invenção consiste num tubo de 30 centímetros alimentado com eletricidade. Nele, a água é acelerada e recebe uma descarga elétrica. Isso a transforma em plasma, destruindo vírus e bactérias. O produto final é uma água mais pura do que a que chega às nossas casas hoje.



H2PrO

O H2prO é um dispositivo criado pela australiana Cynthia Sin Nga Lam, de 17 anos. A máquina é capaz de gerar energia e purificar água ao mesmo tempo.

Para isso, o H2prO conta com redes de titânio nas quais circula água. Quando exposto ao sol, o titânio reage com a água e separa suas moléculas de hidrogênio e oxigênio.

Depois que o hidrogênio é usado para produzir energia, o H2prO o recombina com o oxigênio – produzindo água limpa.



Turbinas AW

O holandês Piet Oosterling é o criador das turbinas AW. Além de produzir energia, essas turbinas são capazes de extrair água do ar.

A invenção funciona assim: quando o ar passa pela turbina, ele é resfriado, de maneira que a água contida nele se condense e possa ser armazenada.

Em condições ideais, os criadores estimam que uma turbina AW consiga produzir 7.500 litros de água por dia.



WarkaWater Tower

As WarkaWater Towers são estruturas feitas de junco e bambu. Por meio de uma tela interna de plástico, essas estruturas conseguem filtrar a umidade da atmosfera e condensá-la, fornecendo quase 100 litros de água por dia.

Elas foram criadas pelo arquiteto italiano Arturo Vittori e tem design inspirado numa árvore da Etiópia.



Bolhas

O engenheiro José Gilberto Dalfré Filho criou um método de desinfecção de água baseado em bolhas.

Nessa técnica, um jato de alta pressão é disparado num reservatório de água. Isso forma bolhas, que crescem até estourar. Quando estouram, elas liberam uma tensão tão alta que rompe as células de organismos que possam estar na água.



Celular

Nos bairros pobres de Angola, a torneira mais próxima pode ser achada com uma mensagem de celular. O serviço é fruto de uma parceria entre a agência de socorro Development Workshop e a associação de operadoras Mobile Enabled Community Services.

Quando quer água, o angolano envia uma mensagem de texto para o serviço, que indica a torneira em funcionamento mais próxima.


Fonte: EngenhariaÉ

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A Verdade sobre o FLÚOR que você bebe na sua ÁGUA

O flúor foi o elemento chave para a construção da bomba atômica. Sim, estamos falando de um derivado do flúor contido no dentifrício que usamos todas as manhãs ou nas gomas de mascar para quem não tem tempo nem mesmo para escovar os dentes.

Depois de cerca 50 anos (do período em que foi desenvolvida a bomba atômica) que os americanos começaram a adicionar flúor nos seus mananciais hídricos para reduzir a cárie dental, foi tornado público os documentos que metem seriamente em discussão a segurança do flúor e a boa fé do governo Americano.


Diversos cientistas ligados ao projeto da bomba atômica conduziram os estudos sobre o flúor concluindo que esse provoca sérios danos ao Sistema Nervoso Central e ao nosso organismo em geral.

Muitos destes relatórios foram classificados secretos por “razões de segurança nacional”, e muitos outros desapareceram dos arquivos estatais. O conflito de interesses é claro: se fosse feito público que a exposição ao flúor é prejudicial, o projeto da bomba A, os seus fornecedores e todas aquelas instituições a ele ligados, seriam anuladas por um escândalo de imensas proporções e pela relativa causa intentada por danos à saúde pública. Assim tudo foi silenciado, mas apesar disto os estudos sobre os efeitos do flúor deviam continuar, ao contrario, serviam cobaias humanas. Existe talvez um modo melhor que colocar-lo nas condutas das águas com a desculpa da saúde dental dos nossos filhos? E eis, imediatamente organizaram congressos, publicidade e associações de médicos e dentistas predispostos a publicar e a assegurar às pessoas sobre a utilização do fluor e dos seus “efeitos benéficos”.

O resultado foi dos melhores: as pessoas aceitaram a utilização do flúor como salvaguarda da própria saúde dental, foram desmentidas todas as implicações do flúor com diversas doenças que abateram operários e pessoas que habitavam nas proximidades das fábricas que produziam este material descartável altamente tóxico e além disso, sem o conhecimento das pessoas, todos se transformaram em potenciais cobaias de laboratório em quem estudar os efeitos do então bem-amado flúor. Muitos são os estudos e argumentações que atestam a periculosidade do flúor e graças a Joel Griffiths e Cris Bryson um médico escritor e um jornalista independente se está fazendo luz sobre esta desconcertante situação. Um dos efeitos mais evidentes do flúor no nosso organismo é aquele no Sistema Nervoso Central. Diversos estudos mostram como repetidas doses de quantidades infinitamente pequenas de flúor podem reduzir ao longo do tempo toda força individual de resistir à dominação, com o envenenamento e a narcose de uma certa área do cérebro, tornando assim o indivíduo submisso à vontade daqueles que desejam governá-lo.

Existem evidências históricas que mostram acordos entre o governo americano e o regime de Hitler para o financiamento do projeto da fluoretação das águas dos países conquistados para tornar o povo dócil ao controle e à ditadura.

Os derivados do flúor são materiais descartáveis de muitas indústrias químicas e a sua segura destruição há custos tão elevados que obrigaram os “pobres industriais a empenhar-se para encontrar uma solução alternativa mais econômica”. E assim uma substância tóxica descartável foi transformada em uma imensa fonte de renda.

Hoje o flúor vem utilizado para a realização dos seguintes produtos:

1. Refrigerantes e Propelentes

O resultado é um belo buraco na camada do ozônio e uma consequente poluição graças ao natural ciclo das chuvas que repõem sobre a terra e de consequência, em tudo aquilo que comemos e bebemos, as substâncias nocivas que emitimos no ar.

2. Fármacos

Para incrementar a biodisponibilidade dos ingredientes contidos nos fármacos, muitos produtos das casas farmacêuticas vem halogenados. A proclamada intenção dos farmacólogos no aditivar com flúor um produto, é de potenciar-lhe posteriormente a atividade metabólica, e por isso as suas propriedades terapêuticas. Mas potenciando o efeito do remédio, virão ainda agravados os efeitos colaterais e a indústria “terapêutica” ganha dinheiro das duas partes: com o tratamento da doença original e, de consequência, com o dever de colocar remédio contra os efeitos colaterais provocados pelo mesmo tratamento.

3. Tranquilizantes

A maior parte destes são agentes anti-colinérgicos e agem no Sistema Nervoso Central causando depressões cardíacas e respiratórias. Efeitos: consenso, letargia, apatia e... estupidez por flúor! Seria como dizer: faça de mim tudo o que quiser.

4. Analgésicos, ou melhor, inconsciência ao flúor assim como para os tranquilizantes halogenados, até os analgésicos são quase todos anti-colinérgicos e os efeitos são os mesmos. Existem estudos científicos que demonstram como a descendência dos anestesistas tem um número de defeitos de nascença superior à média.

5. Exterminadores fluorados

Como no ponto 3 e 4 os gases químicos para uso bélico são halógenos. O gás para a ordem pública, o gás lacrimogênio, é um halógeno e os gases nervini assim como o Soman e o Sarin desenvolvidos na Alemanha (usados durante a segunda guerra mundial nos campos de extermínio) ambos são fluorados. A morte imediata devido à exposição a estes gases é o resultado do bloqueio instantâneo da catálise e da ação dos nervos, causando um efeito anti-colinérgico (bloqueio enzimático) e a consequente paralisação das funções do coração e dos pulmões.

A nossa sociedade continua a ser “bombardeada” por substâncias danosas que nos vem vendidas como remédios para este e para aquele problema ou como substâncias milagrosas, chegando até mesmo na emissão destas substâncias nas nossas redes de água para tornar-lhes ao “alcance de todos” fraudando com um método mesquinho e vulgar a liberdade de escolha dos consumidores: consumidores somos todos nós até o mendigo que mata a sua sede bebendo “inconscientemente” a água nas fontanas municipais colocadas nos jardins e praças da cidade onde vive.

Por razões de espaço muitas noticias, nomes de pessoas, indústrias ou fármacos envolvidos neste escrito não foram mencionadas. Para haver uma visão completa do argumento, consultar a revista Nexus, onde vem relacionadas até as fontes originais da documentação e uma rica bibliografia para tornar possível pesquisas a nível pessoal para os mais cépticos.

Edição Nexus n.2, n.3, n.18
Avalon Edizioni – C.P. 008 – 35127 – Padova interporto
Tel. 049/8703632 – Fax 049/8703620 e-mail nexus-it@hotmail.com 


“O Flúor de Hitler”

A fluoretação da água e "o princípio da precaução”.

Os recentes estudos relatam os riscos da ingestão crônica de pequenas quantidades de flúor. Estas que fazem parte do dia-a-dia, daqueles que tem à disposição água fluoretada ou que residem em países que fazem uso deste meio de ‘prevenção’. Fazendo assim ingestão contínua de fluoretos pelas suas mais variadas fontes. Então a pergunta é: “Será que a água fluoretada faz bem a saúde”? 

Segundo Coffin, estudos de 2006 e início de 2007 evidenciam que a exposição ao flúor - em níveis relativamente baixos - pode prejudicar a saúde humana. Ele tem o potencial de causar câncer nos ossos, danos cerebrais, danos nos rins, danos à tireoide, danos nos ossos (principalmente em pacientes renais), aumenta a absorção de chumbo e danifica os dentes. Contudo, a fim de provar cabalmente e entender a natureza desses riscos (incluindo a faixa de doses que podem causar os efeitos, e como essas doses variam de acordo com fatores ambientais, genéticos e alimentares) que mais pesquisas precisam ser conduzidas. É ético, no entanto, para continuar expondo populações inteiras ao flúor presente na água ou sal (muitas vezes contra a vontade das pessoas), enquanto estudos adicionais a longo prazo são realizados para esclarecer os riscos? Esse é o cerne da questão colocada por uma criteriosa análise publicada na edição de Março de 2006 da Revista americana Journal of Evidence Based Dental Practice. 

Enquanto isso no Brasil no final do último mês houve uma reunião que tratou da administração do Flúor na Grande Natal. São empresas, instituições, órgãos públicos e privados responsáveis por isso. Então se pergunta: Será que estas empresas sabem mesmo o que é melhor para as pessoas? Ou, apenas cumprem ordens? Agora com a disponibilidade de informações, hoje via internet, devemos pesquisar mais sobre o que têm na nossa água, nos alimentos, produtos industrializados, enlatados, chás, refrigerantes, cerveja, tudo que possuir água que provavelmente seja tratada, terá fluoretos em sua formula. 

Onde o flúor foi utilizado durante a história e onde está hoje? Antes vamos saber o significado de uma palavra: Aprendizagem.


"O ato ou vontade de aprender é uma característica essencial do psiquismo humano, pois somente este possui o caráter intencional, ou a intenção de aprender; dinâmico, por estar sempre em mutação e procurar informações para a aprendizagem; criador, por buscar novos métodos visando a melhora da própria aprendizagem, por exemplo, pela tentativa e erro."


“O Flúor de Hitler”

Durante a Segunda Guerra Mundial o flúor foi testado pela primeira vez em humanos. Os cientistas nazistas de Hitler usavam altas dosagens nos Campos de concentração dos judeus para que os mesmos ficassem inertes a situação que estava ocorrendo ao redor. O efeito foi o desejado pelos nazistas e os testes “aprovados”. O flúor retardou mentalmente os judeus e hoje esta mesma prática está sendo espalhada mundo a fora, pois o sistema atual aplica esta substancia venenosa para controlar o raciocínio dos seres humanos. É certo que se não tivéssemos contato com esse veneno que nos mata aos poucos, não teríamos dificuldades de memorizar, nem de aprender.

O plano da Nova Ordem Mundial é deixar a humanidade mais burra. Enquanto isso eles desfrutam dos mananciais de águas puras, sem contaminação alguma. E agora isso chegou a capital do sol, no Brasil, onde a água já foi considerada uma das mais puras do país. Vamos deixar eles nos envenenar ou vamos reagir protestando contra a fluoretação da água em Natal?

Por sermos estrategicamente posicionados no mapa geográfico, o interesse por nosso território como base é importante para eles. O controle para o Engano Final está começando. Começa logo com o envenenamento em massa! Não é a toa que a Grande Natal está sendo governada por pactuados. Desde 1976 que a Lei da Fluoretação da água já está em vigor, mas só agora está sendo aplicada por aqui. Esse é mais um sinal que estamos no caminho para o abismo, no caminho para obedecer, sem saber, as vontades dos que se opõe a Verdade. Você vai deixar isso ocorrer com sua água? Que não sejamos obrigados a tomar veneno. Água pura para o Brasil, preserve sua saúde com protesto.

Assista aos vídeos a seguir para obter mais informações. Confira o Link do CRO RN http://www.crorn.org.br/noticias/ver/423 exibindo a discussão da fluoretação da água em Natal, mas não esclarecendo os objetivos principais. Inclusive disfarçando como se fosse um projeto de saúde bucal da OMS (Organização Mundial da Saúde) onde na verdade o flúor só prejudica, inclusive nossos dentes!! Conheça mais nos links:

A decepção flúor expõe a verdade - DUBLADO






Alerta sobre o Flúor pelo Dr Bill Osmunson






A Farsa do Flúor (The Fluoride Deception)

Fontes: As fontes estão na própria matéria.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Brasileiros transformam caixa d’água em miniusina hidrelétrica

Enquanto cientistas em todo o mundo tentam aumentar a eficiência dos grandes sistemas de produção energética, dois empreendedores brasileiros desenvolveram uma solução simples para gerar energia limpa em casa. Apelidada de UGES, a tecnologia transforma as caixas d’água em miniusinas hidrelétricas.


O nome é uma abreviação de Unidade Geradora de Energia Sustentável e a criação é fruto do trabalho dos engenheiros Mauro Serra e Jorgea Marangon. A tecnologia é simples e pode ser utilizada em qualquer caixa d’água, independente de seu tamanho. “A UGES transforma a passagem da água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia. Vale destacar que o consumo diário de água no país é, em média, de 250 litros por pessoa, consumo que é totalmente desperdiçado como forma de energia. Ao desenvolver um sistema que reaproveita essa energia, podemos gerar eletricidade, sem emissão de gases e totalmente limpa”, destacou Mauro Serra, em entrevista à Faperj.

A ideia já foi patenteada e logo deve estar disponível no mercado. Além de contar com um sistema instalado dentro do próprio reservatório de água, o UGES também precisa de uma unidade móvel para que seja possível transformar toda a energia captada em eletricidade e assim distribuí-la para o uso doméstico. No entanto, ele não precisa de uma fonte externa de energia para funcionar.


“Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório”, explica Serra. Depois disso, a pressão gera energia, que é transformada em eletricidade. O empreendedor explica que a produção é ideal para abastecer lâmpadas, geladeiras, rádios, computadores, ventiladores, entre outros aparelhos domésticos. A energia só não é ideal para ser usada em equipamentos de alto consumo, como chuveiros e secadores de cabelo.


Não é possível quantificar com exatidão a produção, pois a variação depende do tamanho da caixa d’água e da quantidade de água consumida. “Se ela for instalada em um sistema de abastecimento de água municipal, poderá, por exemplo, ser dimensionada para gerar energia suficiente para abastecer a iluminação pública. Imagine então esse benefício em certos locais como restaurantes, lavanderias ou mesmo indústrias, onde o consumo de água é grande”, exemplifica o inventor. Outro ponto positivo do sistema é o armazenamento do excedente para uso posterior e a independência – ao menos, parcial – das redes de distribuição.

Fonte: Ciclovivo

segunda-feira, 31 de março de 2014

10 Mentiras da Crença Popular

Há um grande número de “fatos” amplamente aceitos que são completamente falsos. Esses equívocos são bastante difundidos, de modo que você pode se surpreender ao saber que eles não são reais.


1. A cor da coriza que sai de seu nariz não indica se você está com uma doença bacteriana ou viral. Na verdade, a cor da famosa ‘meleca’ pode indicar uma quantidade muito maior de doenças

2. Raios podem sim cair duas vezes no mesmo lugar. O prédio do Empire State, por exemplo, recebe cerca de 100 raios por ano.

3. Ao contrário do que afirma a crença popular, morcegos não são cegos. Eles usam outros mecanismos para caçar e voar, mas podem enxergar.

4. A água (desde que pura) não conduz eletricidade. O que causa a condutividade na água são os minérios e detritos presentes na mesma.

5. Chicletes não levam sete anos para serem digeridos. Na verdade, eles não chegam a ser digeridos, passam diretamente por nossos corpos.

6. Unhas e cabelos não crescem após a morte. O que acontece é que nossa pele encolhe, dando uma sensação de crescimento para as unhas e cabelos.

7. Estralar os dedos não causa artrite. Essa condição é causada pela idade, obesidade e genética.

8. Uma moeda de cinco centavos arremessada do topo de um prédio não pode lhe matar. No entanto, isso pode machucar bastante.

9. Hambúrgueres do McDonalds apodrecem sim, se expostos às condições necessárias.

10. Cachorros e gatos não enxergam em preto e branco. Na verdade, eles enxergam em tons de azul e verde.

Fontes: 


Gigante criatura do Cambriano é desenterrada na Groenlândia

Fósseis de gigantes que nadavam nos oceanos mais de 500 milhões anos atrás foram descobertos na Groenlândia.


O estudo descreveu como as espécies estranhas, chamadas Tamisiocaris borealis, usavam enormes peças faciais especializadas em filtrar plâncton – semelhante à maneira como algumas baleias modernas se alimentam hoje.

As criaturas viveram 520 milhões anos atrás, durante o Cambriano Inferior, um período em que todos os principais grupos de animais e ecossistemas complexos surgiram.

Eles nadavam com retalhos de ambos os lados do corpo e tinham grandes apêndices na frente de suas bocas que podiam ser usadas para capturar presas maiores, como trilobites.

No entanto, os fósseis recém-descobertos revelam que esses predadores eventualmente evoluíram seus apêndices, os usando como um aparelho de filtragem. Isto significa que os animais podiam varrer a água e prender pequenos crustáceos e outros organismos pequenos em uma espécie de rede.

O autor principal, Dr. Jakob Vinther, professor de macro-evolução na Universidade de Bristol, disse: “Esses artrópodes primitivos eram, ecologicamente falando, os tubarões e baleias da época cambriana.


A fim de entender completamente como o Tamisiocaris se alimentava, os pesquisadores criaram uma animação  em 3D para explorar a gama de movimentos que eles podem ter usado (vídeo acima). 

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segunda-feira, 17 de março de 2014

São Francisco, na Califórnia, PROÍBE a venda de ÁGUA ENGARRAFADA

População consumirá água gratuitamente em locais públicos com produto oferecido pela Prefeitura.


No início deste mês a cidade californiana de San Francisco tornou-se a primeira cidade do Planeta a proibir a venda de água engarrafada em propriedade pública. A decisão levou nove meses e tem punição pesada para aqueles que violarem a lei com multas de até mil dólares. O objetivo dessa medida visa produzir “lixo zero” em San Francisco até 2020 com a atitude das pessoas levarem a sua própria garrafa e a encherem com água em locais públicos com o dessa imagem.

Exemplo

A partir de outubro deste ano, estarão banidas as vendas de água em garrafas plásticas para uso individual na cidade norte-americana. Após cobranças e protestos realizados por ativistas, as autoridades locais entraram em um consenso e determinaram que só poderá ser comercializada água em garrafas plásticas que comportem mais de 600 ml.

A medida pretende reduzir os impactos ambientais gerados para a fabricação do PET e também de seu descarte. “Todos nós sabemos da importância de se combater as mudanças climáticas e São Francisco tem liderado a luta por nosso meio ambiente”, declarou o Presidente do Conselho de Supervisores, David Chiu, que também foi quem criou a lei.