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segunda-feira, 2 de março de 2020

Árvore Frutífera da Época Romana revive com Sementes de 2.000 anos.

Os cientistas conseguiram esse feito cultivando plantas a partir de sementes de tamareira que estavam entre ruínas e cavernas no sul de Israel.


Os cientistas conseguiram esse feito cultivando plantas a partir de sementes de tamareira que estavam entre ruínas e cavernas no sul de Israel.

Esse feito notável pra história da ciência e da natureza confirma a viabilidade a longo prazo dos grãos, uma vez instalados nas datas propícias da Judeia, uma variedade de frutas que foram perdidas durante séculos.

A partir desses brotos de tamareiras, os cientistas começaram a descobrir os segredos das práticas de cultivo altamente sofisticadas que produzidas na época por nomes como Heródoto, Galeno e Plínio, o Velho.

“O presente estudo lança luz sobre as origens da palmeira da Judeia, que sugere que seu cultivo, que se beneficiou de populações orientais e ocidentais geneticamente distintas, surgiu de variedades orientais locais ou introduzidas, que foram cruzadas com variedades ocidentais”, escreveram os pesquisadores em artigo publicado.


“Essas descobertas são consistentes com a localização da Judeia entre as áreas de diversificação de tamareiras de leste a oeste, os antigos centros de cultivo de tamareiras e o impacto das rotas de dispersão humana nessa encruzilhada de continentes”.

Encontradas em uma antiga fortaleza do palácio construída pelo rei Herodes, o Grande, e em cavernas localizadas no sul de Israel, entre as colinas da Judeia e o Mar Morto, os arqueólogos recuperaram centenas de sementes da tamareira.

Eles selecionaram 34 sementes que consideravam as mais viáveis para serem cultivadas hoje em dia. Uma foi separada para controle[, enquanto as outra 33 restantes foram embebidos cuidadosamente em água e fertilizante para estimular a germinação.

Após esse processo, foi descoberto que mais uma semente foi danificada e posteriormente acabou sendo descartada; As 32 sementes restantes foram plantadas.


Destas, seis das sementes germinaram com absoluto sucesso. Elas receberam os nomes de Jonas, Uriel, Boaz, Judite, Ana e Adão. (Uma tentativa anterior de Sallon e seus colegas publicada em 2008 produziu uma única prole; e foi chamada Matusalém).

Com as plantas em mãos, os cientistas agora podem realizar testes e análises que eles não puderam realizar antes.

Primeiro, eles coletaram fragmentos das cascas das sementes que ainda se agarravam às raízes das plantas. Elas eram perfeitas para a datação por radiocarbono, o que confirmou que as sementes datam de 1800 a 2400 anos atrás. Muitos anos, né?

Em seguida, os pesquisadores utilizaram as sementes para realizarem análises genéticas das próprias plantas, comparando-as com um banco de dados genético das palmeiras atuais. Isso mostrou trocas de material genético das palmas das mãos do leste do Oriente Médio e das palmas do oeste do norte da África.

Isso sugere práticas agrícolas sofisticadas na época: reprodução deliberada para introduzir características desejáveis ​​nas árvores cultivadas.

“Vários tipos de datas na Judeia também são descritos nos tempos antigos, incluindo a variedade excepcionalmente grande ‘Nicolai’, que mede até 11 centímetros (4,3 polegadas).”

De fato, os pesquisadores descobriram que as sementes velhas eram até 30% maiores e que provavelmente significava que a fruta também era maior.

E, claro, há a germinação aparentemente milagrosa após tantos tempo passado. Como qualquer um que compra sementes para o seu jardim sabe, as sementes se deterioram com o tempo; Quanto mais tempo você tiver um pacote de sementes armazenado, menos ele germinará quando até finalmente o plantar.

Se os cientistas descobrirem como as sementes mantêm sua viabilidade por tanto tempo, isso pode ter implicações importantes para a agricultura do mundo e para novas práticas.

As florestas de tâmaras, outrora ricas, declinaram gradualmente após a queda do Império Romano. A Judei ainda poderia ter sido cultivada no século 11 A.C, disseram os pesquisadores, mas certamente no século 19, as florestas haviam desaparecido completamente.

Agora, essas famosas aldeias podem reaparecer, pelo menos para fins científicos.

“À medida que novas informações são encontradas sobre características específicas associadas aos genes (por exemplo, cor e textura da fruta), esperamos reconstruir os fenótipos dessa tamareira histórica, identificar regiões genômicas associadas a pressões de seleção na história evolutiva. recentemente e estudar as propriedades e datas produzidas com o uso de mudas velhas masculinas para polinizar fêmeas velhas”, escreveram os pesquisadores.

“Ao fazer isso, entenderemos mais completamente a genética e a fisiologia da tamareira antiga da Judeia, uma vez cultivada nesta região”.

Fonte

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Exercício de Pandemia Global por Coronavírus em N.York há 3 Meses levanta Sérias Suspeitas

Foi Realizado Exercício de Pandemia Global por coronavírus em N.York, há 3 meses, com previsão de 65 milhões de mortos e início no BRASIL.


Evento 201, SIMULAÇÃO de PANDEMIA GLOBAL em NEW YORK à 3 MESES ATRÁS: O Johns Hopkins Center for Health Security, em “parceria com o “Fórum Econômico Mundial” e a “Fundação Bill e Melinda Gates”, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de um coronavírus de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia global severa, a fim de diminuir o impacto das conseqüências econômicas e sociais globais em larga escala. O número de vítimas estimado foi de 65 milhões de mortos e a PANDEMIA GLOBAL teria início no BRASIL com o vírus se disseminando de fazendas de criações de porcos.

Um ‘exercício’ foi simulado há três meses em New York sobre uma pandemia Global de coronavírus com 65 milhões de mortos, com a erupção começando no BRASIL, em fazendas de criação de porcos


“A vítima da manipulação mental não sabe que ela é uma (ignorante) vítima. Para ele, os muros de sua prisão são invisíveis, e ele acredita ser livre”.  –  Aldous Huxley

Nos últimos anos, o mundo viu um número crescente de eventos epidêmicos [SARS, Ebola, H1N1, etc], totalizando aproximadamente 200 eventos anualmente. Esses eventos estão aumentando e prejudicam a saúde, as economias e a sociedade de modo geral. O gerenciamento desses eventos já prejudica a capacidade global, até mesmo na ausência de uma ameaça de pandemia.

Uma “estranha coincidência”, a elite se reúne em N. York apenas três meses antes para discutir a erupção de uma PANDEMIA GLOBAL, com origem nas fazendas de criação de porcos no… BRASIL!

Os especialistas concordam que é apenas uma questão de tempo até que uma dessas epidemias se torne global – uma pandemia com consequências potencialmente catastróficas. Uma pandemia severa, que se torna o “Evento 201″, exigiria cooperação confiável entre várias indústrias, governos nacionais e instituições internacionais importantes.

Especialistas em saúde pública emitiram um aviso ameaçador sobre uma pandemia de coronavírus há apenas três meses [em outubro]. O corona vírus em sua simulação matou 65 milhões de pessoas.

Um cientista da Johns Hopkins Center for Health Security no ano passado modelou o que aconteceria se um coronavírus fictício atingisse uma escala pandêmica global. No cenário simulado há três meses, 65 milhões de pessoas morreriam em 18 meses.

Eric Toner, um cientista do Johns Hopkins Center for Health Security, não ficou chocado quando surgiram notícias de um misterioso surto de coronavírus em Wuhan, na China, no início de janeiro. Menos de três meses antes, Toner havia realizado uma simulação de uma pandemia global  envolvendo PANDEMIA GLOBAL por um coronavírus.

Os coronavírus geralmente afetam o trato respiratório e podem levar a doenças como pneumonia ou resfriado comum. Um coronavírus também foi responsável pelo surto de síndrome respiratória aguda grave (SARS) na China, que afetou cerca de 8.000 pessoas e matou 774 no início dos anos 2000.

“Penso há muito tempo que o vírus mais provável que poderia causar uma nova pandemia seria um coronavírus”, disse Toner, sendo profético.

O surto de coronavírus em Wuhan foi finalmente considerado uma PANDEMIA GLOBAL na última quinta feira (30), com o vírus sendo relatado já em 23 países. A simulação de Toner de uma hipotética pandemia mortal de coronavírus sugeriu que, após seis meses, quase todos os países do mundo teriam casos do vírus. Dentro de 18 meses, 65 milhões de pessoas poderiam morrer.

Uma pandemia viral por um coronavírus como o de Wuhan, na China poderia matar 65 milhões de pessoas

A simulação de Toner imaginou um vírus fictício chamado CAPS. A análise, parte de uma colaboração com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, analisou o que aconteceria se uma pandemia global se originasse nas fazendas de porcos no BRASIL. (O vírus Wuhan se originou em um mercado de frutos do mar que vendia animais vivos).


AGORA A REALIDADE OCORRENDO NA CHINA: 

Quase duas semanas desde o início da epidemia de Coronavírus na China, que agora resultou em mais de 100.000 chineses em observação e mais de 210 pessoas mortas, com 9.821 casos confirmados, os EUA finalmente fizeram a coisa certa quando na tarde dessa quinta-feira o DoD-Departamento de Estado dos EUA alertou os americanos a não viajarem para a China por causa do alastramento do surto de coronavírus. Apesar da gravidade da situação, somente nessa quinta feira [30] a Organização Mundial de Saúde [WHO] decidiu declarar o surto de coronavírus da China uma PANDEMIA GLOBAL O vírus chegou à Índia, Itália e Filipinas. A Rússia fechou todas as fronteiras com a China e várias empresas aéreas cancelaram seus voos de e para a China.

O vírus na simulação de Toner seria resistente a qualquer vacina moderna. Seria mais mortal que o SARS, mas quase tão fácil de pegar quanto a gripe. O surto do exercício começou pequeno: os agricultores brasileiros começaram a apresentar sintomas que se assemelhavam à uma gripe ou pneumonia. A partir daí, o vírus se espalhou para bairros urbanos lotados e empobrecidos do Brasil e dai para toda a  América do Sul.

Os voos seriam cancelados e as reservas de viagens cairiam 45%. As pessoas disseminariam informações falsas nas mídias sociais. Após seis meses, o vírus se espalhou pelo mundo todo. Um ano e meio depois, havia matado 65 milhões de pessoas de acordo com os resultados do exercício feito em New York. A pandemia   de gripe  espanhola de 1918, por outro lado, matou 50 milhões de vidas.

A pandemia global hipotética por coronavírus simulada de Toner também desencadeou uma crise financeira global: as bolsas de valores caíram de 20% a 40% e o produto interno bruto global caiu 11%. “O ponto que tentamos enfatizar em nosso exercício em outubro é que não se trata apenas das consequências para a saúde”, disse Toner. “É sobre as consequências para as economias e as sociedades”.

Ele acrescentou que a atual PANDEMIA GLOBAL pelo coronavírus Wuhan também pode ter efeitos econômicos significativos se o número total de casos continuar a crescer e atingir os milhares [algo que já aconteceu]

Na simulação do fictício coronavírus CAPS, os cientistas não conseguiram desenvolver uma vacina a tempo de interromper uma pandemia global. Essa é uma suposição realista: mesmo os coronavírus reais como SARS ou MERS (um vírus que matou mais de 840 pessoas desde 2012) ainda não têm vacinas.


“Se pudéssemos fazer isso para que pudéssemos fazer uma vacina dentro de meses, em vez de anos ou décadas, isso seria uma mudança de jogo”, disse Toner. “Mas não é apenas a identificação de vacinas em potencial. Precisamos pensar ainda mais sobre como elas são fabricadas em escala global e distribuídas e administradas às pessoas”.

Se os cientistas não encontrarem uma maneira de desenvolver vacinas mais rapidamente, ele disse que surtos perigosos continuarão a se espalhar. Isso ocorre porque as cidades estão ficando cada vez mais lotadas e os humanos estão invadindo os espaços geralmente reservados para a vida selvagem, criando um terreno fértil para doenças infecciosas. “Faz parte do mundo em que vivemos agora”, disse Toner. “Estamos em uma época de epidemias.”


MUNDO REAL: EMPRESAS AÉREAS ENCERRAM VOOS PARA A CHINA

United, Delta e American Airlines disseram nessa sexta-feira (31) que estavam suspendendo todos os vôos entre os EUA e a China, o mais recente de uma série de movimentos, já que as transportadoras buscam conter a disseminação global do coronavírus mortal que se originou na província de Hubei.

Você quer mesmo saber como esse coronavírus “surgiu na China” e se espalhou pelo mundo em pouco tempo? Ao pesquisar os arquivos de registros de patentes nos EUA on-line, foi descoberto o registro de uma patente de Coronavírus concedida para o C.D.C. –  Centers for Disease Control and Prevention [se trata do principal instituto nacional de saúde pública dos EUA. 

O C.D.C. é uma agência federal dos EUA sob o United States Department of Health & Human Services (HHS)] que tem sua sede em Atlanta, Geórgia. Assim emerge um fato indiscutível, o de que o “DONO” DESSE VÍRUS MORTAL E SEU CRIADOR é o PRÓPRIO C.D.C. (Centro de Controle e Prevenção de Doenças).

Esta imagem de arquivo sem data divulgada pela Agência Britânica de Proteção à Saúde mostra uma imagem de um coronavírus visto num microscópio eletrônico, parte de uma família de vírus que causa doenças, incluindo o resfriado comum e a SARS, que foi identificada pela primeira vez no Oriente Médio. DIVULGAÇÃO / IMPRENSA ASSOCIADA

O coronavírus do surto atual não teve origem na China, mas FOI IMPLANTADO neste país asiático com a clara intenção de causar o maior dano possível aos chineses. A consequência natural, quando  [se já não descobriu] a China perceber que a eclosão do surto pode ter sido um ataque de BIOWEAPON ao seu território e contra seu povo, qual será o tipo de resposta a ser dada pela China aos [ir]responsáveis pela contaminação. Começamos a ano de 2020 com muitos que operam nas sombras desejando aumentar o caos no planeta.

PATENTE de criação de um CORONAVÍRUS fornecida ao CDC (Centers for Disease Control and Prevention)  US7220852B1 – SOBRE A CRIAÇÃO DE CORONAVÍRUS AKA SARS.

Na patente acima, do registro de um CORONAVÍRUS [uma BIOWEAPON], você encontrará 72 páginas de conteúdo para poder julgar esse letal “surto repentino e desconhecido de coronavírus” na China . Leia a patente nesse link primeiro, faça o download e compartilhe este artigo amplamente antes que os AGENTES do DEEP STATE a excluam. Mantenha-se sábio, com discernimento e saudável!

Na manhã dessa sexta-feira, o número de casos DE INFECÇÃO aumentou para mais de 9.900 em todo o mundo, com 9.783 casos na China continental, e o número de mortos é de 213, segundo autoridades chinesas. A United planeja suspender todos os vôos dos EUA para Pequim, Chengdu e Xangai de quinta até 28 de março. O serviço de transporte aéreo entre São Francisco e Hong Kong continuará por enquanto, informou a companhia em comunicado.

A decisão é “em resposta à queda contínua na demanda por viagens à China e à decisão do Departamento de Estado [DoD] dos EUA de aumentar seu aviso de impedimento de viagens para a China ao nível 4, o mais alto risco”, afirmou o documento. As três maiores companhias aéreas dos EUA juntaram-se a mais de uma dúzia de companhias aéreas em todo o mundo que pararam de voar para a China continental desde a primeira morte, em 9 de janeiro.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Sopa de Morcego pode ser a Origem do Coronavírus na China


A disseminação do coronavírus entre humanos na China pode ter origem em morcegos e cobras, como sugere uma análise genética do patógeno que até agora causou 17 mortes e a infecção de mais de 600 pessoas.

Não está claro, entretanto, como o vírus se espalhou entre humanos. Surgiu a suspeita de que o “link” entre os morcegos e as pessoas seja uma sopa que serialargamente consumida em Wuhan, o principal foco do coronavírus e que está isolado.

A sopa é feita com morcego. Imagens da iguaria se multiplicaram nas redes sociais após o início da propagação do vírus, contou o “Daily Star”.

Na preparação da sopa, o morcego é cozido inteiro, com a barriga aberta.



Estudos

Um estudo, publicado na terça-feira na revista “Science China Life Sciences”, patrocinado pela Academia Chinesa de Ciências de Pequim, analisou a relação entre a nova cepa e outros vírus.

O estudo aponta que o coronavírus que surgiu na cidade de Wuhan está estreitamente relacionado a uma cepa existente em morcegos.

“O fato de os morcegos serem os hospedeiros nativos do Wuhan CoV (coronavírus) seria um raciocínio lógico e conveniente, embora ainda seja provável que haja hospedeiros intermediários na rede de transmissão de morcegos aos seres humanos”, disseram os pesquisadores.

Esse estudo não especulou sobre qual animal poderia ter sido um “hospedeiro intermediário”, mas um segundo estudo da Universidade de Pequim, publicado ontem no “Journal of Medical Virology”, identifica as cobras como possíveis transmissoras.

De acordo com a revista “New Scientist”, a pesquisa comparou o genoma de cinco amostras do novo vírus com 217 vírus parecidos coletados em várias espécies. A conclusão foi de que o novo coronavírus, identificado como 2019-nCoV, se assemelha ao vírus encontrado em morcegos, embora se pareça mais com o vírus encontrado em cobras.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

A Exolung criou "Pulmão Artificial" que Permite Respiração Subaquática Ilimitada


A empresa austríaca "Exolung" anunciou sua invenção revolucionária que consiste em um "pulmão artificial", capaz de reinventar o mundo do mergulho.

O engenhoso pulmão artificial é ideal para mergulhar em águas rasas e representa uma opção profissional e amadora ideal.

Este dispositivo possui uma tecnologia que permite ao usuário permanecer debaixo d'água por um longo tempo a um preço bastante acessível. Além disso, não requer o uso de tanques de oxigênio, como é comum no mergulho tradicional.

Seu principal objetivo é fornecer aos mergulhadores um suprimento de ar ilimitado, permitindo que você aproveite a experiência sem preocupações. Além disso, o pulmão artificial tem a capacidade de traduzir os movimentos do mergulhador e convertê-los em ar.

O pulmão artificial, uma revolução para o mergulho

Consiste em uma boia na superfície conectada através de uma mangueira de 5 ou 7 metros. A caixa (o pulmão artificial), normalmente adere ao peito do usuário e possui uma câmara de ar dobrável presa aos pés da pessoa.

O dispositivo possui um peso leve de apenas 3,5 kg e um tamanho de 40x30x20 cm, facilitando seu transporte e carregamento mesmo no fundo do mar.

Seus criadores esperam que o preço de mercado seja de aproximadamente 300 euros, e diferentemente dos tanques de convenções. O Exolung não tem um custo adicional por recarga.

Outra vantagem do pulmão artificial reside na facilidade de manutenção, uma vez que requer apenas limpeza após o uso.

Embora exista atualmente apenas um protótipo em sua última fase de desenvolvimento, seu design inovador capturou o interesse dos amantes deste esporte. Assim, uma vez lançado no mercado, pode se tornar um elemento fundamental para o mergulho profissional e amador.


terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Célula T de um Novo Tipo pode levar à Cura Universal para o Câncer

Descoberta foi feita em uma amostra de um banco de sangue no País de Gales. Células se mostraram capazes de destruir vários tipos de células cancerosas.


Pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriram um novo tipo de célula no sistema imunológico humano que pode atacar e destruir a maioria dos tipos de câncer.

A descoberta é um tipo de “célula T” nunca visto. As células T são responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos, como vírus e bactérias. Mas o novo tipo, encontrado em uma amostra de um banco de sangue na região, tem um receptor diferente que permite que ela se “enganche” na maioria dos tumores que afetam os seres humanos, sem afetar as células saudáveis.

Em testes de laboratório, este tipo de células T foi capaz de identificar e matar células causadoras de câncer de pulmão, pele, sangue, cólon, mama, ossos, próstata, ovário, cervical e renal.

Segundo o Professor Andrew Sewell, autor do estudo e especialista em células T na Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, a descoberta é “altamente incomum” e aponta para a possibilidade de um tratamento “universal” para diversos tipos de câncer.

Os pesquisadores ainda não conseguiram determinar o quão comum o novo tipo de célula T é. “Pode ser bastante raro, ou pode ser que muitas pessoas tenham estes receptores, mas que por algum motivo eles não sejam ativados. Nós ainda não sabemos”, diz o professor.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

A Barata está Evoluindo para se Tornar Imune a Inseticidas, diz estudo


Capazes de sobreviver a grandes quantidades de radiação e até mesmo de sobreviver sem cabeça, as baratas já existem há mais de 320 milhões de anos, e hoje 4 mil espécies se espalham pelos quatro cantos do planeta. Um estudo, publicado na revista Live Science, concluiu que as baratas estão evoluindo na direção de já nascerem resistentes a sprays e remédios de combate a elas. O estudo afirma que espécies de baratas tornaram-se imunes a produtos químicos com as quais sequer tiveram contato.

O estudo, que é capaz de provocar pânico na maioria da população, não precisa causar terror entre brasileiros e brasileiras, pois foi baseado principalmente na espécie Blattella germanica, de origem alemã, em cima de animais encontrados em edifícios nos EUA. Através de combinações de sprays e remédios, e avaliando diversas gerações de baratas, concluiu-se que a espécie é capaz de desenvolver resistência a múltiplas classes de inseticidas, tornando possivelmente “o controle dessas pragas quase impossível apenas com produtos químicos.”

Segundo os pesquisadores, é a barata alemã “a espécie que dá má reputação a todas as outras baratas” – não só pela resistência desenvolvida, mas também por se reproduzirem rapidamente em áreas ocupadas por pessoas. O relatório sugere que o impedimento futuro de epidemias ainda maiores não dependerá exclusivamente de produtos químicos, mas de inteligência e armadilhas – diante do assombroso fato que a espécie alemã é capaz de colocar 400 ovos ao longo da vida.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Jovem Mexicano Cria Torres que Purificam o Ar com a Mesma Eficiência de 360 Árvores

Um jovem mexicano desenvolveu uma torre autossustentável com microalgas capaz de filtrar o ar. A torre realiza o trabalho de 360 árvores.


Carlos Monroy Sampieri, inventor do equipamento, conta que as torres equipadas com microalgas podem filtrar o ar contaminado com dióxido de carbono e convertê-lo em oxigênio com a mesma eficiência das plantas terrestres e sua fotossíntese.


Como funcionam as BIOURBAN?

Batizadas de BIOURBAN, elas operam a partir de um sistema de biofiltração de poluentes atmosféricos, capturados e filtrados por microalgas. Instaladas em grandes centros urbanos e distritos industriais, as torres podem ser a chave para a melhora da qualidade do ar.

Além disso, durante esse processo, as torres ejetam biomassa que pode ser usada para fabricar biocombustível ou compostos químicos.

As “biourbans” são equipadas com sensores que monitoram a qualidade do ar e são autossustentáveis, uma vez que funcionam com energia solar. Outro ponto positivo é o baixo impacto ambiental necessário para sua construção.

“Válido ressaltar que os filtros contém algas, organismos fotossintéticos muito comuns e populosos em nosso planeta. A tecnologia é delas, e já existe há muito tempo. Estamos apenas replicando em maior escala para o bem comum. Não desejamos alterar a pegada ambiental”, disse Carlos Monroy ao site de notícias Tecnológico Monterrey.


Novos lançamentos à vista

Por meio de sua recém-fundada empresa Biomitech, o jovem empreendedor pretende lançar quatro modelos de torres em breve: para uso doméstico, para uso em pequenas empresas, para complexos industriais e para locais públicos, como praças e ruas.

Por sua invenção, Monroy ganhou o prêmio de inovação Heineken Green Challenge, entregue durante o festival de empreendedorismo INCMTY 2018, realizado no México.

Você conhece o VOAA? VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Egípcios Plantam Floresta no Deserto Usando Águas de Esgoto [VÍDEO]

O trabalho teve início na década de 90, com o intuito de promover a ecologização de 36 pontos diferentes no deserto. A floresta Serapium é um dos frutos deste trabalho.


Plantar árvore no deserto já soa estranho, usando efluente de esgoto fica ainda mais confuso. Mas, essa é a estratégia usada por um programa de pesquisa no Egito. O trabalho teve início na década de 90, com o intuito de promover a ecologização de 36 pontos diferentes no deserto. A floresta Serapium é um dos frutos deste trabalho.

O processo de florestamento está localizado em uma bacia de drenagem para efluentes de esgoto a duas horas de Cairo. O local recebe o esgoto de mais de 500 mil habitantes, tornando-o ideal para abastecer todo o plantio que cresce em suas margens.


Os pesquisadores criaram um modelo de floresta que mescla espécies nativas e exóticas de grande valor, como o eucalipto e o mogno. O solo é coberto por folhas e possui tubos de irrigação que levam água e nutrientes às árvores. O abastecimento é feito duas vezes ao dia e cada árvore recebe, em média cinco litros de água.

Como este é um recurso escasso no deserto nada de água potável é usado no processo. Todo o sistema é abastecido com os efluentes de esgoto, que passam por duas fases de tratamento antes de serem liberados na plantação. Na primeira etapa são retirados os resíduos sólidos e na segunda são incluídos micróbios e oxigênio, para decompor os materiais orgânicos.

O que chega às árvores é um líquido com alta concentração de fosfato e composto de azoto, que funcionam como excelentes fertilizantes naturais. Por conta disso, o processo deixa o crescimento das árvores muito mais rápido do que o tradicional, mesmo estando em condições climáticas tão adversas. Um eucalipto, por exemplo, leva 15 anos para crescer no Egito e alcançar o mesmo tamanho que na Alemanha levaria, em média, 60 anos.

Apesar de ser um processo com alto teor de nutrientes para o solo, ele não é adequado para o cultivo de alimentos. Neste caso, os efluentes teriam que passar por uma terceira fase de tratamento antes de seu usado nas hortas. Mas, esta é uma opção para tornar o deserto uma área produtiva, elevando a economia local, ao mesmo tempo em que colabora para o controle da desertificação. Já que, segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura da ONU, a FAO, considera que os desertos se espalham a um ritmo de 23 hectares por minutos.

Para conhecer mais sobre este processo, assista ao vídeo abaixo, produzido pela agência alemã Deutsche Welle:

CIENTISTA Confirma Que EXTRATERRESTRES CRIARAM A RAÇA HUMANA

Existiriam civilizações de seres humanos avançados espalhadas pelas galáxias? Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano fizeram uma descoberta impressionante! Os resultados do estudo deixaram alguns cristãos furiosos.


Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, “sequências não-codificadas” são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres. As sequências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células à peixes à humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.

As sequências não-codificadas, originalmente conhecidas como “DNA-LIXO”, foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. A esmagadora maioria do DNA humano vem de fora do nosso planeta. Esses evidentes “genes-lixo extraterrestres” simplesmente “curtem o passeio” com os outros genes ativos, passando de geração à geração.Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang se perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de “programador extraterrestre”. “As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente à todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos”, observa o professor Chang.

O professor Chang estipula também que “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo”.

Chang, além disso, ressalta que “Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos “programadores extraterrestres” provavelmente estavam trabalhando em “um grande código” consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram “o grande código”, executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente”.

Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que “Os “programadores extraterrestres” talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no “projeto Terra” a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os “programadores extraterrestres” cortaram drasticamente o “grande código” e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra.

Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que descobriram origens extraterrestres para a Humanidade.Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no sequenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.

Um pastor do estado da Califórnia nos Estados unidos deu sua opinião recentemente em uma pequena entrevista: ”Isso é impossível, nós sabemos que o homem foi feito do barro, assim diz a palavra de Deus e ela é imutável, isso certamente é obra do inimigo para afastar as pessoas do caminho do Senhor, porque na bíblia está escrito que Deus é Deus pra todo sempre e quem crê nele será salvo, caso contrário será condenado. A verdade está na bíblia.” Concluiu.

O professor Chang ainda aponta que “o que vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código”. Chang então afirma que “o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais “no jogo”. “Cedo ou tarde”, diz Chang, “nós teremos que enfrentar a inacreditável ideia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos “primos extraterrestres” e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos”. 


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Chimpanzés Declararam Guerra aos Humanos em Uganda


No oeste de Uganda, perto do lago Alberto, os chimpanzés selvagens desencadearam uma guerra territorial real contra colonos humanos.

Nos últimos anos, os agricultores locais vêm reduzindo ativamente a floresta para a colheita, privando primatas de seu habitat.

As respostas dos chimpanzés são ataques sangrentos, principalmente contra crianças porque temem atacar pessoas armadas adultas, pelo menos por enquanto, enfatiza a National Geographic. Os agricultores locais contam histórias de horror.

Uma dos camponesas que trabalhava em um campo próximo ao assentamento Muhororo afirma que um chimpanzé macho grande agarrou seu filho pequeno, arrastou-o para a floresta, onde ele lhe quebrou o braço, abriu o estômago e removeu os rins.

Mais tarde, o grupo de macacos começou a aterrorizar a família dessa camponesa, atacando sua casa, apesar da cerca colocada pelo marido. Como resultado, a família foi forçada a deixar a área.

Em outro caso, um chimpanzé atacou um garoto de dois anos. arranhando seu braço e a virilha. Outra garota foi levada para uma árvore, onde um macaco machucou gravemente a sua mão e a jogou no chão. A menina teve que amputar sua mão.

Nos últimos anos, os agricultores locais vêm reduzindo ativamente a floresta para a colheita, privando primatas de seu habitat.

Esquerda: Teddy Atuhaire tinha quatro anos na vila Mukichanga, quando um chimpanzé entrou na casa enquanto sua mãe estava fora e levou Teddy para uma árvore. O chimpanzé cortou sua cabeça, quebrou tanto o braço que precisou ser amputado e a deixou cair. Os anos de recuperação foram difíceis. Com seus pais mortos, seus irmãos mortos ou desaparecidos, ela vive de trabalho ocasional e cuida de suas tias.
Direita: Alguns moradores colocam armadilhas na floresta para prender antílopes, porcos do mato e outros animais como alimento. Os chimpanzés, apesar de um tabu em Uganda contra comê-los, tornam-se vítimas não intencionais. Cerca de um terço dos chimpanzés de uma comunidade do Parque Nacional de Kibale sofreu ferimentos na armadilha, incluindo este jovem macho, conhecido pelos pesquisadores como Max, que perdeu os dois pés.

As respostas dos chimpanzés são ataques sangrentos, principalmente contra crianças porque temem atacar pessoas armadas adultas, pelo menos por enquanto, enfatiza a National Geographic. Os agricultores locais contam histórias de horror.

Uma dos camponesas que trabalhava em um campo próximo ao assentamento Muhororo afirma que um chimpanzé macho grande agarrou seu filho pequeno, arrastou-o para a floresta, onde ele lhe quebrou a cabeça, rasgou a barriga e arrancou os rins.

Mais tarde, o grupo de macacos começou a aterrorizar a família dessa camponesa, atacando sua casa, apesar da cerca colocada pelo marido. Como resultado, a família foi forçada a deixar a área.

Em outro caso, um chimpanzé atacou um garoto de dois anos. arranhando seu braço e a virilha. Outra garota foi levada para uma árvore, onde um macaco machucou gravemente a sua mão e a jogou no chão. A menina teve que amputar sua mão.

As áreas em laranja delimitam o território dos chimpanzés. O quadrado mostra a área onde a maioria dos ataques tem ocorrido.

Nos últimos anos, os agricultores locais vêm reduzindo ativamente a floresta para a colheita, privando primatas de seu habitat.

As respostas dos chimpanzés são ataques sangrentos, principalmente contra crianças porque temem atacar pessoas armadas adultas, pelo menos por enquanto, enfatiza a National Geographic. Os agricultores locais contam histórias de horror.

Uma dos camponesas que trabalhava em um campo próximo ao assentamento Muhororo afirma que um chimpanzé macho grande agarrou seu filho pequeno, arrastou-o para a floresta, onde ele lhe quebrou a cabeça, rasgou a barriga e arrancou os rins.

Mais tarde, o grupo de macacos começou a aterrorizar a família dessa camponesa, atacando sua casa, apesar da cerca colocada pelo marido. Como resultado, a família foi forçada a deixar a área.

Em outro caso, um chimpanzé atacou um garoto de dois anos. arranhando seu braço e a virilha. Outra garota foi levada para uma árvore, onde um macaco machucou gravemente a sua mão e a jogou no chão. A menina teve que amputar sua mão.

Uma lástima o que está ocorrendo em Uganda e em outros lugares do mundo, com animais perdendo seus habitats. Nós humanos precisamos encontrar um equilíbrio entre nossas necessidades e a dos animais, antes que seja tarde demais.


domingo, 10 de novembro de 2019

Taturana Brasileira tem Veneno Capaz de Matar uma Pessoa

Contato com a espécie pode causar hemorragias internas e o soro produzido no Brasil é o único antídoto no mundo.

Lonomia obliqua vive em comunidade em árvores — Foto: Roberto Moraes/ Instituto Butantan

O Instituto Butantan alerta para os perigos do contato de pessoas com os “espinhos” envenenados de taturanas (ou lagartas) do gênero Lonomia, que apenas em 2017 foram responsáveis por 741 acidentes no país, de acordo com o Ministério da Saúde. O contato com a grande maioria das lagartas provoca dor e queimação, com inchaço e vermelhidão no local atingido. Porém, o acidente com a Lonomia pode causar uma síndrome hemorrágica, com sangramento na gengiva e na urina, até complicações graves como a insuficiência renal aguda, provocando a morte na falta de um tratamento correto.

Pesquisadores extraem o veneno da tarturana para produzir soro — Foto: Letícia Delphino/ Instituto Butantan

Atualmente, o tratamento disponível para reverter os efeitos do envenenamento é a utilização do soro antilonômico produzido pelo Instituto Butantan desde 1994, único produtor do medicamento no mundo. O soro é obtido a partir do próprio veneno da Lonomia, em um processo no qual animais são imunizados com antígenos específicos e preparados com a toxina da lagarta.

Para manter a disponibilidade do medicamento, o Instituto recebe a cada ano uma quantidade suficiente dessas lagartas por meio de parcerias com secretarias de saúde da região Sul do país, geralmente entre os meses de dezembro e fevereiro. “Existe uma cadeia de participação para a produção do soro que envolve a população, órgãos de saúde e o Instituto Butantan. Tudo isso para viabilizar o soro”, explica Fan Hui Wen, gestora de projetos do Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Butantan.

“Na medida em que divulgamos a existência dessas lagartas consequentemente se estabelecem ações de prevenção”, explica a médica do Butantan.

Contato com a taturana Lonomia obliqua pode causar síndrome hemorrágica — Foto: Adriano Dias/ Instituto Butantan

Sobre a espécie

A Lonomia é um inseto em fase larval que possui quatro estágios de desenvolvimento – ovo, lagarta, pupa e mariposa – frequentemente encontrada nos períodos de calor e chuva em troncos de árvores, camufladas e agrupadas em colônias. Somente na fase de larval a lagarta possui cerdas “espinhudas” que contêm um veneno que, em contato com a pele, causa “queimaduras”, dor local e sangramentos. Os acidentes com Lonomia nem sempre causam envenenamento e a gravidade do caso depende da quantidade de lagartas que a pessoa tocou e o quanto de veneno foi inoculado a partir do contato, se foi um contato leve ou se houve pressão sobre as cerdas.

O encontro da lagarta com o homem deve-se provavelmente ao desmatamento e é facilitado pela existência de moradias próximas à ilhas de mata nativa, inclusive no meio urbano.

Taturana é quase imperceptível em tronco de árvore — Foto: Divulgação Instituto Butantan

Desmatamento

Os motivos da expansão populacional da taturana Lonomia obliqua foram identificados pelo pesquisador Roberto Henrique Pinto Moraes já em 2002. “O desmatamento é o responsável pelo aumento populacional da taturana; o número de acidentes é consequência”, afirmou Moraes, em reportagem divulgada pela Universidade de São Paulo (USP) em 2003.

A extinção de predadores naturais é a causa do aumento das taturanas — Foto: Divulgação Instituto Butantan

Diminuição de predadores explica avanço da taturana

Outra razão para o aumento da população da taturana do gênero Lonomia é a extinção de um ou mais de seus predadores naturais. O principal deles é uma mosca da família Tachinidae. Ela deposita cinco ou seis ovos. Outro predador é o vírus loobMNPV, nocivo apenas para a Lonomia obliqua. Entre os motivos de extinção dos predadores estariam o desmatamento e o uso de agrotóxicos nas plantações. “Para reduzir acidentes o melhor é a conscientização. Conhecer a lagarta e saber como evitá-la”, alerta Moraes


quinta-feira, 24 de outubro de 2019

As Vacinas virão com MICROCHIPS para colher Identidades Biométricas de Todos


Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo comprar e vender mercadorias.

Tudo está acontecendo, exatamente como previmos. A indústria farmacêutica está oficialmente se unindo à indústria de tecnologia para emparelhar “imunização” com biometria digital, o que significa que os seres humanos serão microchipados, rastreados e, finalmente, controlados por meio de uma matriz de identificação global.

O ID2020 Alliance, como está sendo chamado, é um programa de identidade digital que visa "alavancar a imunização" como um meio de inserir pequenos microchips no corpo das pessoas. Em colaboração com a Global Alliance for Vaccines and Immunizations, também conhecida como GAVI, o governo de Bangladesh e vários outros "parceiros no governo, meios acadêmicos e assistência humanitária", o ID2020 Alliance espera introduzir essa marca da besta como uma maneira para acompanhar todos os seres humanos que vivem na Terra.

Semelhante à forma como o gado é marcado, esta aliança globalista quer que todos os seres humanos sejam "vacinados" com chips de rastreamento digital que criarão um sistema de monitoramento contínuo para a Nova Ordem Mundial para gerenciar as populações do mundo com facilidade.

"Estamos implementando uma abordagem prospectiva da identidade digital que dá às pessoas o controle sobre suas próprias informações pessoais, enquanto ainda desenvolvemos sistemas e programas existentes", diz Anir Chowdhury, consultor de políticas da a2i, o “Programa de Acesso à Informação do governo de Bangladesh”.

"O governo de Bangladesh reconhece que o design de sistemas de identidade digital traz implicações de longo alcance para o acesso de indivíduos a serviços e meios de subsistência, e estamos ansiosos por ser pioneiros nessa abordagem", acrescenta ele.

Os microchips ID2020 também estão sendo "vacinados" nos corpos de pessoas sem-teto em Austin, Texas

Embora os campos de testes do programa ID2020 estejam principalmente no Terceiro Mundo, o grupo diz que agora também está trabalhando com o governo nos Estados Unidos para iniciar a microchipagem das pessoas por meio da vacinação.

Em Austin, Texas, por exemplo, a população de rua está sendo explorada como cobaia coletiva para o programa de vacinação de microchip do ID2020, que o grupo alega que ajudará a "capacitar" os moradores de rua, supostamente dando a eles "controle" sobre seus dados de identidade pessoal.

“A cidade de Austin, o ID2020 e vários outros parceiros estão trabalhando em conjunto com pessoas sem-teto e com os provedores de serviços que se envolvem com eles para desenvolver uma plataforma de identidade digital habilitada para blockchain chamada MyPass para capacitar pessoas sem-teto com seus próprios dados de identidade”, escreve Chris Burt para o site Biometric Update.

O ID2020 também está sendo inoculado em refugiados com suas vacinas de microchips através de dois programas piloto inaugurais, conhecidos como iRespond e Everest. Segundo relatos, o iRespond “melhorou a continuidade dos cuidados” para mais de 3.000 refugiados que recebem tratamento medicamentoso para doenças crônicas. O Everest, por outro lado, "ajudou no fornecimento de acesso a subsídios críticos à energia e a uma gama de serviços adicionais com identidades digitais seguras e centradas no usuário sem depender de um smartphone", escreve Burt.

Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo para comprar e vender mercadorias. Chowdhury admitiu abertamente isso ao afirmar que os sistemas de identidade digital serão necessários para o "acesso dos indivíduos a serviços e meios de subsistência".

Em outras palavras, a Bíblia está certa: um sistema de identificação global está em obra que será necessária para que as pessoas trabalhem na sociedade e, finalmente, sobrevivam. Sem esses microchips em seus corpos, as pessoas não poderão trabalhar, muito menos comer. E tudo está acontecendo bem diante dos nossos olhos.

Lembre-se de que o ID2020 faz parte do chamado "REAL ID", que em breve será necessário para quem deseja viajar. O REAL ID também será usado como um método backdoor de implementar políticas de vacinação obrigatória para adultos.


quarta-feira, 16 de outubro de 2019

OMS e UNICEF admitem que Surto de Poliomielite é causado pela Própria Vacina.


Depois de quase duas décadas declaradas "livres da poliomielite" pela Organização Mundial da Saúde (OMS), as Filipinas estão agora enfrentando seu primeiro surto de poliomielite em 19 anos - e as autoridades estão realmente admitindo que a causa foi a vacina contra a poliomielite em si!

O secretário de saúde Francisco Tiongson Duque III anunciou em uma recente entrevista coletiva que pelo menos uma pessoa, uma menina de três anos na província de Lanao del Sur, ao sul, contraiu o vírus, que também foi detectado em cursos de água na região sul de Davao, bem como em esgotos em Manila.

Esses três pontos vetoriais são suficientes para declarar um surto oficial de poliomielite, dizem as autoridades, o que está criando um pânico, já que se pensava que a poliomielite havia sido completamente erradicada.

"Enquanto uma única criança permanece infectada, crianças em todo o país e até mesmo ao redor estão em risco de contrair poliomielite", acrescentou Oyun Dendevnorov, representante da UNICEF nas Filipinas.


Em uma declaração conjunta, tanto a OMS quanto a UNICEF admitiram que o tipo de poliovírus que está se espalhando atualmente é o poliovírus derivado de vacina tipo 2, o que mais uma vez significa que as vacinas são a fonte e a causa desse primeiro surto de poliomielite em quase 20 anos.

"O vírus enfraquecido usado nas vacinas se replica por um curto período no intestino das crianças e é excretado nas fezes", escreve Carley Petesch para a Associated Press (AP). "Em casos raros... o vírus enfraquecido pode se fortalecer em áreas com falta de saneamento e higiene".

Esse parece ser um daqueles "casos raros", visto que o esgoto bruto é um dos maiores fatores de risco, junto com a água do rio poluída.

O site Natural News alertou sobre isso e foi banido pela indústria tecnológica - então, onde está o nosso pedido de desculpas?

A última vez que uma infecção por poliomielite decorrente de uma cepa selvagem do vírus foi detectada nas Filipinas foi em 1993. Mais tarde, em 2015, a OMS declarou oficialmente que o poliovírus selvagem tipo 2 foi erradicado não apenas nas Filipinas, mas em todo o mundo.

Em outras palavras, o poliovírus selvagem tipo 2 era coisa do passado, até que as vacinas contra a poliomielite o trouxeram de volta à existência. Mesmo assim, a OMS e a UNICEF ainda estão pressionando as pessoas a serem vacinadas contra a poliomielite em meio a esta crise, pois alegam que essa é a única maneira de prevenir a infecção.

Por mais que isso não faça absolutamente sentido, esta é a recomendação oficial de funcionários do governo que estão pressionando para que pelo menos 95% das crianças menores de cinco anos nas Filipinas sejam vacinadas contra a poliomielite.

Ainda assim, esses mesmos funcionários admitiram que a vacina foi a causa desse último surto, o que legitima o site Natural News, já que estamos alertando sobre isso há anos - a ponto de sermos banidos de todas as principais plataformas de tecnologia por espalhar “desinformação”.

No entanto, agora que está provado que as vacinas contra a poliomielite espalham a poliomielite, onde está o nosso pedido de desculpas? Quando podemos esperar ser restabelecidos no Facebook e Pinterest? As autoridades de saúde vão agora dizer que os meios de comunicação independentes como o Natural News estavam certos o tempo todo e concordam que fizemos uma coisa boa no interesse de apoiar a saúde pública?

Enquanto nós certamente não vamos prender a respiração, queremos esclarecer as coisas nós mesmos, declarando: Nós avisamos.

"As vacinas contra a poliomielite são frequentemente citadas como uma história de sucesso que prova que as vacinas funcionam para eliminar doenças infecciosas", escreve Mike Adams, o Health Ranger. "Na verdade, quase todos os casos de poliomielite no mundo moderno são causados ​​pelas próprias vacinas contra a poliomielite."

"Em termos claros, mais casos de poliomielite são causados ​​por vacinas contra a poliomielite do que pela poliomielite selvagem", acrescenta ele.

Fonte1