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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Antigos Egípcios Possuíam Força Sobre-Humana, Segundo Pesquisadores.

Os antigos egípcios tinham "força sobre-humana" que os ajudava nas batalhas contra rivais poderosos, é o que afirmam pesquisadores que estudam textos antigos e isso tem gerado muita polêmica nos meios científicos.

Assista ao vídeo abaixo.


sexta-feira, 24 de abril de 2020

Descoberta no Fundo do Pacífico Gigantesca Estrutura Artificial.

Uma misteriosa estrutura subaquática foi descoberta no Pacífico. É uma formação natural, uma estrutura antiga criada por uma civilização perdida ou uma construção moderna desconhecida da qual poucos ouviram falar?


A anomalia foi descoberta por Mac McIver, que é um arqueólogo submarino amador.

Ele disse:

Minha carreira de mergulho tem sido fundamental para o meu interesse no assunto e, como tal, me levou a este ponto em que gosto de passar um tempo estudando o fundo do mar no Google Earth, que é o programa que eu estava usando quando descobri essa anomalia. Percebi a estrutura pela primeira vez em agosto de 2018.
Minha curiosidade me atraiu para aquele local desde que eu visitei a Ilha do Coco, a bordo de uma excursão de mergulho da Liveaboard de 10 dias até a área. Coco é o lar dos tubarões-martelo que visitam em grande número. Além disso, enquanto estavam lá, os operadores da Dive Excursion me agraciaram (eu sou um piloto submarino aposentado) com um mergulho em águas profundas a 1.000 pés (304 m) a bordo do submarino de três lugares que eles usam para fins científicos e turísticos. Esta é uma atração adicional oferecida pela empresa aos visitantes da ilha. 
Portanto, por essas razões, minha visita e exploração das águas ao redor da Ilha do Coco me levaram a retornar à área usando o Google Earth. Foi assim que vi pela primeira vez a estrutura de águas profundas

A estrutura subaquática do Pacífico está localizada a aproximadamente 80 km a nordeste da Ilha do Coco, na Costa Rica. Ela está a 6.000 pés (1.800 m) de profundidade ao largo da costa oeste da Costa Rica. Se você usa o Google Earth, pode encontrá-lo a 6° 04′ 56″ N, 86° 03′ 16″ O.

A estrutura subaquática desconhecida é enorme e lembra um aeroporto moderno

McIver explicou:

Aeroporto moderno.
A estrutura mede 128 quilômetros de um lado ao outro. As pistas/estradas individuais têm aproximadamente 8 quilômetros de largura e têm vãos (sombras) que parecem sugerir que estão elevadas acima do fundo do mar.

Agora, dê uma olhada nessa comparação entre um aeroporto moderno e a anomalia encontrada no Pacífico. O layout dos dois tem uma semelhança impressionante. A principal diferença é que um está localizado a 300 metros acima do nível do mar e os outros 1.800 metros abaixo do nível do mar.

Quando o MessageToEagle.com conversou com McIver, foi perguntado a ele se havia outras formações subaquáticas estranhas na área, e na verdade há outra estrutura que também merece mais atenção.

McIver descobriu uma estrutura subaquática intrigante que é semelhante à anomalia subaquática na costa leste da Costa Rica.


De acordo com McIver, a Anomalia do Mar do Caribe também possui pistas/estradas semelhantes, com vãos que se assemelham à estrutura da Ilha do Coco.

A Anomalia do Mar do Caribe está localizada a aproximadamente 100 quilômetros a nordeste da fronteira entre Costa Rica e Nicarágua. As coordenadas são 11° 14′ 30″ N, 82° 38′ 53″ O.

Por que um grande aeroporto estaria localizado no fundo do oceano?

Sem realizar um estudo subaquático, é muito difícil determinar se a anomalia é natural ou artificial. Atualmente, também é impossível dizer quantos anos a estrutura tem. No entanto, nosso leitor McIver perguntou a especialistas se já haviam encontrado algo assim antes.

Ele disse:

Alguns comentários que recebi sugeriram as estruturas como simples anomalias do sonar, em que as fotos do sonar do lado do mar digitalizadas ao lado, quando unidas, criam as linhas. 
Sim, esses “pontos” cruzam o fundo do oceano. No entanto, os ângulos de 45 graus e as “estradas” paralelas conectadas a essa estrutura parecem diferentes. Não parece haver linhas aleatórias no fundo do mar. Há mais para ser visto aqui do que simplesmente linhas de sonar na minha opinião. 
Além disso, a questão “por que um aeroporto enorme seria localizado no fundo do oceano?” foi levantada. Bem, eu não sei. Talvez em um período muito anterior essa parte do oceano fosse terra seca. Essa anomalia abre todos os tipos de perguntas a serem consideradas, você não acha?

Mac McIver acha que “o mundo está pronto para novas descobertas” e concordamos com ele. Nossos oceanos estão cheios de segredos, e se dermos um tempo para explorarmos reinos subaquáticos, podemos encontrar estruturas incríveis, animais incríveis e ‘coisas’ que nunca imaginávamos existir.


segunda-feira, 2 de março de 2020

O Peru recuperou um Valioso Manuscrito sobre os Incas perdido há 140 anos


O Peru recuperou um valioso manuscrito, encontrado no Brasil, com as memórias de antigos governantes incas que tinha desaparecido durante a ocupação de Lima pelas tropas chilenas na Guerra do Pacífico (1879-1884).

O manuscrito “Memórias da monarquia peruana ou esboço da história dos incas” foi escrito na década de 1830 por Justo Apu Sahuaraura Inca (1775-1853), descendente por linha materna do imperador inca Huayna Cápac (1493-1525) e do príncipe Cristóbal Paullo Inca (1518-1549).

“O valor deste documento do ano de 1838 é incalculável. Sempre se considerou uma joia documental extremamente rara, não temos outro caso desta natureza”, disse à AFP Gerardo Trillo, diretor de Proteção de Coleções da Biblioteca Nacional, ao apresentar nesta quinta-feira (20) o valioso manuscrito encontrado no Brasil.


• Império Inca •

Membro da nobreza indígena de Cusco, sacerdote católico e herói da Independência do Peru, Sahuaraura se dedicou a resgatar a memória do Império Inca, que cobriu nos séculos XV e XVI a zona ocidental da América do Sul, do sul da Colômbia ao centro de Chile. O pesquisador costumava se autodenominar o “último descendente da linhagem imperial dos incas”.

O manuscrito foi extraído da Biblioteca Nacional durante a ocupação de Lima, entre 1881 e 1883, pelo Exército chileno, na Guerra do Pacífico, que Peru e Bolívia lutaram contra o Chile. “No processo, desapareceu da biblioteca e chegou ao Chile, mas não foi parar em sua biblioteca, mas nas mãos de colecionadores”, explicou Trillo.


• Entrega •

Em novembro de 2019, a família brasileira Mindlin aceitou entregar o valioso manuscrito, que possuía desde 1970, à Biblioteca Nacional do Peru. Isso foi feito através do consulado peruano em São Paulo.

"Foi uma década de gestões para que este manuscrito seja devolvido. Inclusive, convidamos quem possuía para contribuir com a memória histórica dos peruanos. Nesses termos a devolução foi feita”, explicou Trillo. De volta à Biblioteca Nacional de Lima, o manuscrito foi digitalizado e pode ser consultado pela internet clicando AQUI. 


domingo, 1 de dezembro de 2019

Alienígenas e OVNIs retratados em Pedras de Jade encontradas no México - [VÍDEO]

As pedras foram encontradas por moradores em uma caverna em Veracruz, México e a descoberta foi noticiada na televisão.


Em uma floresta em Veracruz, uma caverna cheia de pedras de jade foi descoberta. Além das pedras preciosas, a caverna também apresenta esculturas incríveis.

As esculturas são muito complexas e retratam algum tipo de alienígena Gray com corpos esbeltos, cabeças grandes e olhos grandes. Essa incrível descoberta foi divulgada pelo jornalista Javier Lopez Diaz e publicada em sua conta do Twitter. Como você pode imaginar, tornou-se imediatamente viral.


Javier está convencido de que essas esculturas retratam o contato real entre uma civilização antiga e extraterrestres. Essas entidades espaciais ajudaram na criação da civilização asteca e maia. Segundo os especialistas, a escultura nas pedras de jade é completamente autêntica.


Eles também encontraram pinturas diferentes, representando cenas semelhantes de contato entre alienígenas e humanos. Ao mesmo tempo, há representações de naves alienígenas. Uma vez que os pesquisadores conseguiram decifrar as pedras de jade, obtiveram o incrível título "Pedras do Primeiro Encontro".

Dê uma olhada no vídeo a seguir para obter mais informações e não se esqueça de compartilhar suas opiniões conosco.



sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Arqueologia: Encontram 20 Sarcófagos Praticamente Intactos no Egito

'Uma das mais importantes descobertas dos últimos anos!'


Uma missão arqueológica no Egito encontrou ao menos 20 sarcófagos de madeira em ótimo estado de conservação na cidade de Luxor, no sul do país. Autoridades classificam essa como "uma das maiores e mais importantes descobertas anunciadas nos últimos anos".


Imagens divulgadas pelo Ministério de Antiguidades egípcio mostram que os caixões de madeira ainda estão todos fechados, com pinturas e inscrições com cores vivas. As urnas funerárias estavam espalhadas em dois níveis de uma grande tumba na necrópole de Asasif, uma área cercada por cemitérios.


Pesquisadores ainda não sabem precisar a data dos itens encontrados, mas na mesma região, já foram encontrados objetos datados de 18ª dinastia do Egito, que começou por volta do ano de 1539 A.C.


Há menos de uma semana, autoridades locais divulgaram outra grande descoberta na mesma região: uma "área industrial" usada para produzir itens decorativos, móveis e cerâmicas para tumbas.




quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O Lago no Himalaia Misteriosamente cheio de Esqueletos Humanos.


Um lago raso situado no alto das montanhas da Índia está cheio de restos de esqueletos que datam de séculos atrás.

De relance, o lago Roopkund pode parecer qualquer outro lago de montanha na região, mas se você se aproximar mais, sua superfície gelada esconde os restos mortais de centenas de indivíduos.

Quem eram essas pessoas e como elas chegaram lá permaneceu por muito tempo um tópico de debate entre os pesquisadores, com alguns especulando que uma antiga catástrofe poderia ser a culpada.

Agora, porém, um novo estudo envolvendo uma análise de 38 esqueletos revelou que essas pessoas vieram de vários grupos distintos que chegaram à região ao longo de 1.000 anos.


O geneticista da Harvard Medical School, David Reich, informou:

"Através do uso de análises biomoleculares, como o DNA antigo, a reconstrução da dieta isotópica estável e a datação por radiocarbono, descobrimos que a história do Lago Roopkund é mais complexa do que jamais imaginamos."

Dos que foram examinados, 23 vieram da Índia atual, 14 vieram de Creta e da Grécia, enquanto o indivíduo restante parecia ter vindo do sudeste da Ásia.


A bióloga Eadaoin Harney, da Universidade de Harvard, disse:

"Ficamos extremamente surpresos com a genética dos esqueletos de Roopkund. A presença de indivíduos com ancestrais tipicamente associados ao Mediterrâneo Oriental sugere que o Lago Roopkund não era apenas um local de interesse local, mas atraía visitantes de todo o mundo."

No entanto, exatamente o que atraiu essas pessoas para o lago ao longo dos séculos ainda permanece um mistério total.


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A Cidade de Ouro de Krishna Foi Encontrada!


Dwaraka é uma das sete cidades sagradas da Índia Antiga. As outras são: Ayodhya (a capital do império de Rama, citada no Ramayana), Mathura, Haridwar, Benares, Kanchipuran e Ujjain.

A grandiosidade e beleza de Dwaraka têm sido descrita por muitos cronistas. A cidade é mencionada como ‘Cidade Dourada’ no Srimad Bhagavatam, no Skanda Purana, no Vishnu Purana e também no Mahabarata. Dwaraka, conhecida por ser a capital do Reino de Krishna (ele viveu aproximadamente em 3.100 a.C.), não foi e nem é uma lenda; antes, ela é bastante real.

A região da costa oeste da Índia, em Gujarat, onde Krishna estabeleceu a dinastia dos Yadavas, era uma costa repleta de frutos e flores. Ali, Krishna resolveu construir uma nova cidade e chamou-a Dvaravati. Uma sociedade progressista viveu na região. Era uma cidade bem planejada e tecnologicamente avançada, um porto movimentado de onde entravam e saíam grandes navios.

Dwaraka é a cidade sagrada onde o Senhor Krishna, a Suprema
Personalidade de Deus, passou a maior parte de seu tempo
durante sua aparição na terra há cinco mil anos. Em Vrindavan,
o Senhor Krishna viveu como um menino vaqueiro simples,
mas na Dwarka Ele vivia como um príncipe rico.
Dwaraka ou Dvaraka (sânscrito: “uma porta ou uma porta de entrada”, também conhecida como Dvaravati, “a cidade de muitas portas”) é a capital dos Yadavas que governaram o reino de Anarta. A cidade estava situada no ponto mais ocidental de Gujarat , e foi submersa pelo mar de acordo com a narrativa do volume 16 do épico Mahabharata. 

Dwaraka é uma das cidades mais sagradas na Índia antiga e uma das quatro principais “dhams”, juntamente com Badrinath, Puri, Rameshwaram. Dwaraka era uma cidade-estado que se estendia até Sankhodhara (Bet Dwaraka) para o norte e Okhamadhi para o sul.


Descrição

Dwaraka também era conhecida como Dwaravati. Foi também uma cidade-porto, que tinha relações comerciais com muitos outros países com saída para o mar. Pode ser que este antigo porto da cidade tenha sido uma porta de entrada para navegadores de reinos estrangeiros para o continente indiano e vice-versa. O território de Dwaraka inclui a Ilha Dwaraka, muitas ilhas vizinhas, como  Antar Dwipa e área continental vizinha ao reino de Anarta. 

O reino estava situado aproximadamente na região noroeste do estado de Gujarat. Sua capital era Dwaravati (perto de Dwarka, Gujarat). O Mahabharata não menciona Dwaraka como um reino, mas sim como a capital do reino dos Yadavas que governaram o reino de Anarta.

A cidade foi fundada por um clã de chefes dos Yadavas que fugiram do reino de Surasena por medo do rei Jarasandha de Magadha. Dwaraka foi uma federação de muitas cidades, em vez de um reino sob um único rei. Dentro da Federação de Dwaraka estavam incluídos os estados de Andhakas, Vrishnis e Bhojas. Os Yadavas dominantes em Dwaraka também eram conhecidos como Dasarhas e Madhus .

Proeminentes  chefes do clã dos Yadavas residentes em Dwaraka incluíam os heróis Krishna, Balarama, Satyaki,  Kritavarma, Uddhava, Akrura  e  Ugrasena.

Krishna e sua consorte Radharani

A antiga cidade de Dwaraka

A antiga cidade de Dwaraka, situada na costa do extremo oeste do território indiano, ocupa um lugar importante na história cultural e religiosa da Índia. O planejamento arquitetônico fabuloso do templo Dwarka tem atraído turistas de todo o mundo. A cidade tem associação com o Senhor Krishna, que se acredita te-la fundado com a recuperação de 12 terras yojana do mar. Durante seu passado glorioso, Dwarka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, toda murada com várias portas de acesso, várias lagoas e palácios, mas acredita-se que tenha sido submersa logo após o desaparecimento de Lord Krishna da face da Terra.


Historicidade de Dwarka

Devido à sua importância histórica e associação com o grande épico indiano Mahabharata, a região de Dwarka continua a atrair arqueólogos e historiadores, além de cientistas. Antigas palavras em sânscrito como Pattana e Dronimukha têm sido geralmente utilizadas para descrever cidades portuárias costeiras onde os navios e barcos nacionais e internacionais aportavam em busca de cargas e abrigo. A referência mais antiga ao porto Agade vem do texto mesopotâmico que menciona que os barcos de Meluhha costumavam ser ancorados no porto de Agade, em citação datável de meados do terceiro milênio a.C. 

Escavações arqueológicas trouxeram à luz um pontão em Kuntasi em Gujarat que remonta ao período histórico de Harappa(*). Da mesma forma, as escavações revelaram um estaleiro e algumas âncoras de pedra em Lothal, outro site do tempo e época da civilização de Harappa. Há várias referências literárias que citam portos em muitas zonas costeiras durante o período histórico mais cedo (2500-1500 anos a.C.), mas vestígios arqueológicos desses antigos portos são escassos. A maioria dos assentamentos estão situadas, quer nas margens dos rios ou nas margens de lagoas, que teriam servido como um excelente porto natural.

(*) n.t. Harappa ou Harappá era uma das cidades – e é um dos sítios arqueológicos – da antiga civilização harappeana, também chamada de ‘civilização do Vale do rio Indus‘ – hoje situada no Paquistão. Esta civilização floresceu quando o equinócio vernal do hemisfério norte ocorria na constelação do Touro – em torno de 4.000 a.C. – Foi esquecida por milênios, e sua existência veio à luz com escavações feitas em 1920.

Esses portos se situavam em locais altamente vulneráveis a inundações e outros desastres naturais, e portanto, não é de se estranhar que apenas escassas evidencias de sua existência foram descobertas. Escavações em Poompuhar trouxeram à luz um cais situado na margem do antigo curso do rio Kaveri. 

Da mesma forma, escavações onshore na ilha Elefanta rendeu a descoberta de ruínas de um cais antigo que remonta aos séculos iniciais da Era Cristã. Há evidências que sugerem que o atual quebra mar (molhes), o antigo cais da hoje Dwarka tem sido utilizado como um porto desde o período histórico inicial, há cerca de 6 mil atrás.

No início dos anos oitenta do século passado, um importante sítio arqueológico foi localizado e desenterrado em Dwaraka, o site da lendária cidade de Krishna, descrita nos versos do épico Mahabharata. A antiga cidade de Dwaraka foi submersa pelo mar logo após o desaparecimento de Shri Krishna. Esta inscrição refere-se a Dwaraka como a capital da costa ocidental da Saurashtra e ainda mais importante, afirma que Krishna viveu ali. 

A descoberta da lendária cidade de Dwaraka, é um marco importante na história da Índia. Esse fato estabelecido serve para eliminar as dúvidas expressas por historiadores sobre a historicidade do Mahabharata e a própria existência da cidade de Dwaraka. Também reduziu muito a diferença na história da Índia, estabelecendo a continuidade da civilização indiana da antiguíssima Idade Védica até os dias atuais.

Agora recentes evidências arqueológicas vieram à tona para provar além de qualquer dúvida razoável a existência da cidade histórica de Krishna, Dwaraka, e lançar luz sobre a vida das pessoas que habitavam a “Cidade de Ouro”. Esta é a terra sagrada, a cidade sobre a qual o Senhor Krishna governou. Gujarat remonta aos tempos pré-históricos, aqui existe um dos três maiores sitios arqueológicos de dinossauros do mundo, que incluem ovos petrificados que datam de 65 milhões anos. Mas além do interesse nesse Jurassic Park, não obstante, para os hindus devotos, Gujarat está intimamente ligado com uma das histórias mais duradouras da Índia, a encarnação do avatar – Senhor Krishna.

Escavações recentes das ruínas submersas de Dwaraka
Escavações em Dwaraka, que começaram em 1981, ajudaram a adicionar credibilidade à história de Krishna e da guerra de Kurukshetra narrada no Mahabharata (Baghavad Gita), bem como fornecer ampla evidência das sociedades avançadas que viviam nessas áreas dos assentamentos harappeanos que representam algumas das maiores cidades da maior civilização do mundo antigo. 

Um dos primeiros postos arqueológicos a ser escavado, logo após a independência foi no distrito de Ahmedabad. As evidências sugerem que esses colonos trouxeram com eles uma cultura altamente desenvolvida, que era rica e não apenas nas artes, mas nas ciências também. A ênfase estava em uma sociedade bem organizada com base no comércio que era realizado através de seus portos.

Dwaraka, por exemplo era uma cidade bem planejada, o seu porto consistia em um cume rochoso modificado em um ancoradouro para atracação de embarcações, uma característica única em tecnologia portuária que estava em uso antes mesmo de os fenícios tentarem fazer o mesmo no mar Mediterrâneo, só que muito mais tarde. 

Os buracos feitos pelo homem no cume e as grandes âncoras de pedra lá existentes sugerem que grandes navios costumavam ancorar no porto, enquanto barcos menores realizavam o transporte de homens e de cargas até o rio.

A fundação de pedras em que as muralhas da cidade foram erguidas prova que o terreno foi recuperado do mar há cerca de 3.600 anos atrás. O Mahabharata tem referências a essa atividade de recuperação de terras do mar em Dwaraka. As Sete ilhas mencionadas na obra foram também descobertas submersas no Mar da Arábia. Peças de cerâmica, cuja datação foi confirmada por testes de termoluminescência indicam 3.528 anos de idade e contem inscrições do final do período da civilização do Vale do rio Indus (Harappa); estacas de ferro e  três âncoras triangulares  furadas descobertas no local são também artefatos mencionados no Mahabharata. 

Entre os muitos objetos descobertos que demonstram e comprovam ainda mais a conexão de Dwaraka com o épico do Mahabharata é um selo gravado com a imagem de um animal de três cabeças. O épico menciona que tal selo foi dado aos cidadãos de Dwaraka como prova de identidade, quando a cidade foi ameaçada pelo rei Jarasandha do poderoso reino Magadh. O Dr Rao, do Instituto Nacional de Oceanografia da Índia, que foi fundamental para a realização de grande parte das escavações subaquáticas, diz:

“Os resultados das pesquisas em Dwaraka e as evidências arqueológicas encontradas são consideradas compatíveis com a tradição do Mahabharata e removem a  persistente dúvida sobre a historicidade do Mahabharata, diríamos definitivamente que Krishna realmente existiu.“

Reprodução da costa de Dwaraka
Essas evidências provam além de qualquer dúvida que Kusasthali, um assentamento pré-Dwaraka existia (hoje uma ilha) em Bet Dwaraka. Os arqueólogos concluíram que esta primeira ocupação de Kusasthali foi fortificada e aconteceu durante o período histórico do Mahabharata e foi nomeado como Dwaraka.

Depois de perceber que os terraços eram estreitos, e não eram suficientes para o aumento da população, uma nova cidade foi construída alguns anos mais tarde, na foz do rio Gomati. Esta planejada cidade portuária também foi chamada como Dwaraka, acrescentando ainda mais credibilidade ao fato de que a história do Mahabharata não era um mito, mas uma fonte importante de fatos históricos da Índia. 


A PERSONALIDADE DE SRI KRISHNA

Shri Krishna é mais conhecido na história cultural e religiosa da Índia como o Rei e Imperador de Dwaraka. De acordo com textos hindus antigos, a cidade era um novo reino fundado pelo clã de chefes Yadavas que fugiram do reino de Surasena devido ao medo do rei Jarasandha de Magadha. 

Shri Krishna teria nascido à meia-noite de uma sexta-feira, do dia 27 de julho de 3.112 a.C., conforme a data e hora calculado por astrônomos na base das posições planetárias nesse dia registrados por Vyasa.

Shri Krishna – o protetor de Mathura, o senhor de Dwaraka e recitador do Bhagavad Gita no campo de batalha de Kurukshetra é uma das lendas mais duradouras de Bharata (como a Índia era conhecida nos tempos de Krishna). São entidades históricas reais Krishna e a cidade de Dwaraka? Para a maioria dos hindus, a resposta é um inequívoco sim. Alguns arqueólogos e historiadores também estão agora dispostos a aceitar que a fé do homem comum hindu tem uma base na mais completa realidade.

A localização da cidade de Dwaraka

Sri Krishna é uma personalidade imponente e é difícil separar o aspecto humano de sua vida a partir do divino no conceito sobre Krishna. Ele é um grande mistério e todo mundo já tentou entendê-lo à sua maneira, de acordo com a sua luz ou visão espiritual. Como um guerreiro ele não teve rival, como um estadista foi o mais astuto, como um pensador social foi muito liberal, como professor foi o mais eloquente, nunca falhando com um amigo e como um chefe de família foi o mais ideal.


A IMPORTÂNCIA DO PATRIMÔNIO

Dwaraka tem uma importância especial como um dos principais lugares de peregrinação da cultura hindu, conhecida como a capital do Reino de Sri Krishna. Também foi descrita como a terra do caçador Ekalavya. Dronacarya também tinha vivido aqui. Krishna decidiu construir uma nova cidade ali e colocou sua fundação num momento auspicioso. Ele nomeou a nova cidade como Dwaravati. Muito mais tarde o poeta Magha em sua obra Sisupalavadha Sarga,  nos versos 31 em diante, descreve a cidade de Dwaraka, o Sloka 33 pode ser traduzido:

“O brilho amarelo do forte de ouro da cidade do mar jogando uma luz amarela por todo o espaço adjacente parecia como se as chamas da vadavagni saísse rasgando em pedaços ao mar.”

Antes da lendária cidade de Dwaraka ter sido descoberta alguns estudiosos (n.t. sempre os “eruditos”…) eram da opinião de que as histórias contadas no épico Mahabharata seriam apenas um mito, que seria inútil para procurar os restos de Dwaraka mesmo no mar. Outros sustentam que a batalha de Kurukshetra descrita no Mahabharata teria sido apenas uma briga de família exagerada em uma guerra. 

Mas escavações feitas por Dr. S.R. Rao em Dwaraka provam que as descrições como encontradas nesses textos não devem ser descartadas apenas como mitos fantasiosos, mas devem ser tratados como fatos que aconteceram baseados em realidades históricas como pode ser visto pelos seus autores. A arquitetura da antiga cidade de Dwaraka, é majestosa e maravilhosa.


Dwaraka no continente, foi um dos portos mais movimentados do período histórico do Mahabharata e teve um fim repentino devido à fúria do mar. Após a guerra descrita no Mahabharata, Krishna viveu durante 36 anos em Dwaraka. No final desse período, os Vrishnis, Bhojas e Satvatas se destruíram em uma briga fratricida no Prabhasa mas Krishna não interferiu para salvá-los. 

Os atos de destruição vistos por Sri Krishna, que aconselhou a evacuação imediata de Dwaraka esta indicado no Bhagavata Purana. A bela Dwaraka foi então abandonada por Hari (Krishna) para ser engolida pelo mar. A submersão teve lugar imediatamente após a partida de Sri Krishna do nosso mundo.


A CONSTRUÇÃO DE DWARAKA

Descrições interessantes sobre a sua construção são encontrados nos Puranas:

Temendo ataque de Jarasangh e Kaalayvan em Mathura, Sri Krishna e os Yadavas deixou Mathura e chegou à costa de Saurashtra. Eles decidiram construir sua nova capital na região costeira e invocar o Vishwakarma a divindade das construções. No entanto, Vishwakarma disse que a tarefa somente poderia ser concluída se Samudradeva, o Senhor do mar fornecesse alguma terra. Sri Krishna adorou a Samudradeva, que ficou satisfeito e deu-lhes novas terras emersas do fundo do oceano medindo 12 yojans para o Senhor Vishwakarma construir Dwaraka, uma “cidade dourada”.

Esta bela cidade também era conhecido como Dwaramati, Dwarawati e Kushsthali. Outra história diz que, no momento da morte de Sri Krishna, que foi atingido pela flecha de um caçador perto de Somnath em Bhalka Tirth, Dwaraka desapareceu afundando no mar.

A importância da descoberta de Dwaraka não reside apenas no fornecimento de evidências arqueológicas necessários para corroborar o relato tradicional da submersão da Dwaraka mas também indiretamente, que determina a data do épico do Mahabharata, que é um marco na história da Índia. Assim, os resultados provaram que a história do Mahabharata quanto à existência de uma linda cidade capital de Dwaraka de Sri Krishna não era um mero produto da imaginação, mas que de fato ela existiu. A Guerra descrita no Mahabharata ocorreu em 22 de novembro de 3.067 aC e o Bhagavad Gita foi compilado por volta de 500 a.C.


A SUBMERSÃO DE DWARAKA

Depois que Sri Krishna partiu da Terra de volta para a sua morada celestial, e os principais cabeças Yadavas foram mortos em lutas entre si;  Arjuna foi para Dwaraka para buscar os netos de Krishna e as esposas Yadava e lavá-los para Hastinapur. Após Arjuna sair de Dwaraka, a cidade foi submersa no fundo do mar. Este é o relato de Arjuna, constante no Mahabharata:

“O mar, que sempre esteve batendo nas costas de Dwaraka, de repente quebrou o limite que lhe foi imposto pela natureza. Suas águas correram as ruas invadindo a cidade. Ele percorreu todas as ruas da bela cidade. O mar encobriu tudo na cidade. … Eu vi os belos edifícios ficando submersos um por um. Em questão de alguns momentos foi tudo soterrado pelo mar, que se tornou tão plácido como um lago. Não havia mais nenhum traço da cidade de Dwaraka, agora ela era apenas um nome; apenas uma lembrança”.

Templo na atual Dwarka
A cidade associada com Sri Krishna, que a teria fundado com a recuperação de 12 yojanas de terras ao mar. Durante seu passado glorioso, Dwaraka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, e várias lagoas e palácios (Vishnu Purana), mas acredita-se que tenha submersa logo após o desaparecimento de Sri Krishna.

Devido à sua importância histórica e associação com o Mahabharata, Dwaraka continua a atrair os arqueólogos e historiadores, além de cientistas.

“O néscio pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”.
 –  Textos Budistas  –  


Fontes: 

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Cidade Bíblica Onde o Rei Davi Teria Vivido Foi Encontrada, Segundo Arqueólogos


Arqueólogos afirmam que encontraram em Israel a lendária cidade bíblica de Ziclague. De acordo com as Escrituras, o rei Davi viveu lá durante mais de um ano, quando era perseguido por seu antecessor, o rei Saul. As ruínas foram descobertas perto da cidade de Kiryat Gat, no sul do país.

Nas últimas décadas, várias escavações buscavam a cidade de Ziclague. Agora, tudo indica que os arqueólogos finalmente se depararam com o lugar lendário. A equipe formada por pesquisadores da Autoridade de Antiguidades de Israel, da Macquarie University de Sidney e da Hebrew University estuda o sítio arqueológico desde 2015. 


Ao escavar o topo de uma colina, os arqueólogos encontraram evidências de um assentamento dos séculos XII a XI a.C. enterrado sob camadas de um outro assentamento, datado do início do século X a.C. No local, foram encontrados pedaços de cerâmica, potes de óleo e jarros de vinho, todos típicos da cultura dos filisteus, que viviam em Ziclague. Análises de radiocarbono indicam que as relíquias são da época em que a cidade floresceu.


Apesar da descoberta promissora, alguns pesquisadores não estão convencidos de que as ruínas pertençam a Ziclague. O professor Aren Maeir, da Universidade Bar-Ilan, afirmou que os textos sagrados situam a cidade mais ao sul. Segundo a Bíblia, o Rei Davi procurou refúgio em Ziclague depois de se desentender com o Rei Saul. Lá, ele se juntou aos filisteus, inimigos mortais de Israel. Atualmente, muitos pesquisadores acreditam que Davi não era só uma lenda, mas foi uma figura histórica que realmente existiu. Confira abaixo imagens das escavações:


Fonte: IFLScience

Palácio de 3.400 Anos Emerge das Águas no Iraque


Uma incrível descoberta arqueológica foi feita no Iraque. Trata-se do milenar palácio de Kemune, construído há 3.400 anos. A estrutura estava submersa pelas águas de uma represa em Mosul, mas uma terrível seca que assola o Curdistão iraquiano fez com que as águas baixassem muito e as ruínas fossem vistas pela primeira vez em milênios.

O palácio data da época do Império Mitanni, um dos reinos menos estudados do antigo Oriente Médio. Assim que as ruínas ressurgiram às margens do Rio Tigre, foi organizado o resgate desse tesouro arqueológico, em um projeto conjunto entre a Universidade de Tübingen, na Alemanha, e a Organização Arqueológica do Curdistão. Trata-se de “um dos achados mais importantes registrados na região nas últimas décadas”, como afirma o arqueólogo Hasan Qasim.  


Os reis de Mitanni dominaram grande parte do norte da Mesopotâmia e da Síria, entre os séculos XV e XIV a.C.  Além das grandes paredes de adobe de até sete metros de altura e dois metros de espessura, também foram encontradas no palácio dez tábuas de argila com escrita cuneiforme e restos de tinta azul e vermelha sobre as paredes. Esses textos podem revelar novas informações sobre a política, a economia e a história do Império Mitanni.

Os pesquisadores adiantam que os escritos encontrados no palácio indicam que é possível que Kemune fizesse parte da mítica cidade perdida de Zakhiku. A localidade é citada em antigos textos que datam do ano 1800 a.C. Caso essa informação se confirme, a descoberta será ainda mais impressionante.


Fonte: BBC

terça-feira, 26 de março de 2019

Lalibela - Engenharia Impossível nos Dias de Hoje

Os engenheiros que estudaram o projeto concluíram que sua construção não pode ser explicada cientificamente


Em Lalibela, Etiópia, existem algumas estruturas ocultas na paisagem montanhosa africana. Elas foram escavadas inteiramente em um único bloco de pedra. 

Giorgio A. Tsoukalos (Alienigeanas do Passado): Quando você se aproxima de Lalibela, você não vê absolutamente nada. Mas no momento em que você chega perto o suficiente, de repente, você começa a ver estruturas no chão.. Do chão, surgem essas igrejas enormes e magnificas que foram esculpidas na pedra. 

Philip Coppens (Autor, The Ancient Alien Question): Na verdade em vez de construída, Lalibela foi escavada nas rochas. De cima para baixo. Assim, o que temos, é um feito incrível de engenharia, que literalmente supera tudo o que sabemos sobre técnicas de construção.

Os rituais religiosos são centrais na vida de Lalibela, a cada ano quase 21.000 peregrinos cristãos vão até lá. Os arqueólogos acreditam que as igrejas foram cavadas no século XII. Mas os engenheiros que estudaram o projeto das igrejas concluíram que sua construção não pode ser explicada cientificamente. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Quando vemos as igrejas de Lalibela, podemos ver que eles usaram o que provavelmente eram ferramentas elétricas. Sempre que trabalhamos com pedra bruta temos que usar ferramentas elétricas de corte especializadas, ainda hoje teríamos que usar cerras elétricas, esmeris e cinzéis - avançadas ferramentas de ferro.

Porem, se as igrejas de Lalibela não poderiam ser feitas sem tecnologia moderna, quem ou o que as construiu?


O mistério da construção de Lalibela e a misteriosa
ajuda de seres vindos do céu

Segunda a historia de vida do rei Lalibela, que foi escrita no século XV, o arcanjo Gabriel foi ao rei Lalibela e o levou até a jerusalém celestial onde ele conversou com Deus, que lhe disse para voltar e construir essas igrejas. Assim sendo, ele voltou e imediatamente mandou construí-las. Mandou escava-las na própria rocha. Foram precisos anos para concluir o trabalho 24 horas por dia. Mas curiosamente, Lalibela teve ajuda de anjos vindos do céu...

Bill Birnes (Autor, pesquisador de OVNIs): Assim segundo a lenda, os anjos desceram do céu, e durante a noite, faziam o trabalho que os seres humanos não podiam fazer. Então houve na verdade dois turnos de trabalhadores nas rochas de Lalibela. Um de seres humanos que trabalhavam durante o dia, e o outro de seres extraterrestres que trabalhavam de noite. 

Giorgio A. Tsoukalos (Alienígenas do Passado): Para mim, essa é uma historia muito fascinante. Na minha opinião, os anjos foram mal interpretados e o que eles realmente viram foram extraterrestres reais vindos do espaço com sua tecnologia avançada. 

As igrejas de Laribela podem ter sido construídas com a ajuda de viajantes celestes por qual motivo? Era para adorar Deus? Ou para celebrar outro ser mistico ou extraterrestre? 


Arca da Aliança e Lalibela

Segundo o antigo livro sagrado dos cristãos etiopes, a Arca da Aliança judaica, que para alguns estudiosos do antigo astronauta continha alguma tecnologia extraterrestres avançada, foi transportada para a Etiópia no século nono antes de cristo. Segundo a lenda, houve um tempo em que a Arca da Aliança esteve realmente em Lalibela. 
  
Curiosamente em Lalibela existe um altar que tem as dimensões exatas da Arca da Aliança. Isso poderia indicar que realmente, em algum momento no passado, a Arca da Aliança era protegida dentro dessas misteriosas igrejas construídas por seres vindos do céu em Lalibela. 


Ajanta - As Incompreensíveis Estruturas que Espantam Até Engenheiros Renomados


No oeste da Índia, em 18 de Abril de 1819, enquanto caçava tigres perto da aldeia de Ajanta, o oficial britânico John Smith descobriu 29 templos - em cavernas - escavados em um penhasco acima do rio. 

A arquitetura e a ornamentação das cavernas construídas em 200 a.C. revelaram novas informações sobre o passado sagrado da Índia e outros mistérios. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Conforme você anda pelas cavernas de Ajanta, você vê todo o tipo de templos escavados em rocha solida, com uma grande variedade de estatuas. Mas tudo isso foi escavado em um único bloco de pedra gigantesco.

Visitadas todos os anos por milhares de budistas, ainda hoje as cavernas são consideradas sagradas. Construídas como santuários e templos, elas contem muitos lugares de adoração completos, com esculturas e pinturas que retratam a vida e a época do Buda Supremo, muitas vezes chamado de 'O Iluminado'.


David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): Existem muitos assuntos esculpidos em Ajanta, muitas dessas esculturas são do buda. Além dessas esculturas, existem diversas representações de outros seres mitológicos. 

Ainda hoje, os engenheiros modernos ficam intrigados com o modo que as cavernas foram cortadas nos penhascos de granito com 20 metros de altura há mais de 2.000 anos atrás. 


David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): Estas cavernas foram criadas por meio da remoção da pedra, levada por tuneis até a superfície da rocha. A pedra foi removida, cinzelada, retirada e todos os espaços interiores que vemos nas cavernas hoje, foram criados dessa forma. Todos os detalhes arquitetônicos que vemos no sítio e as esculturas, foram escavados no mesmo bloco de rocha que é a própria encosta da montanha.


Segundo os pesquisadores, o complexo de Ajanta é importante por causa do posicionamento intencional das cavernas nos penhascos. Uma formação que revela o entendimento extremamente adiantado da atividade celeste. 

David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): As cavernas foram escavadas em forma de ferradura, e assim, orientadas em diversas direções. Algumas são orientadas para o oeste, outras para o sul, e algumas são orientadas para o leste, de modo a se voltarem para o Sol nascente. Tudo indica que os povos antigos na época na Índia eram muito interessados no universo e na relação entre os corpos celestes. 

Evidencias do conhecimento preciso que o escultor tinha dos movimentos celestes são encontradas em duas cavernas especificas. Cada uma delas contem estruturas em forma de domo representando Sidarta Gautama, o buda supremo e mestre espiritual que fundou o budismo.

David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): A caverna 19 é orientada para o solstício de inverno, e isso significa que, no dia do solstício de inverno, o Sol da manhã se filtra pela grande janela da fachada, e a luz do Sol ilumina a base do domo. Isso também ocorre na caverna 26 em Ajanta, ela é orientada para o solstício de verão, e assim, no dia solstício de verão a luz é filtrada e atinge o domo. 


David Childress (Autor, Technology of the Gods): Isso é uma coisa muito difícil de fazer, porque estavam cortando rochas sólidas dentro da caverna. Então seria preciso um equipamento de alta tecnologia, afim de fazer um túnel, construir e escavar dentro da rocha sólida, e ainda sim esta perfeitamente orientado para o solstício.

Será que as cavernas de Ajanta foram construídas com a ajuda de tecnologia alienígena avançada como acreditam os teóricos dos antigos astronautas? Se assim for, será que são consideradas sagradas pela população local devido a sua conexão com vistantes extraterrestres? 

Jason Martell (Autor, Knowledge Apocalypse): Muitos teóricos do astronauta do passado olham o domo e dizem que é uma referencia simbólica do poder do voo. Muitas vezes ela é mostrada simbolicamente com um jovem buda, e parece mesmo que ele esta manipulando algum tipo de controle dentro do domo. Os domos sempre foram usados como uma forma dos budas subir aos céus ou descer dos céus. Podemos dizer que esses seres estavam indo para o espaço. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Eles representavam nas cavernas deuses e figuras que eram meio animal e meio deuses. Assim temos aqui o que parece ser algum tipo de templo subterrâneo especial, que foi construído por extraterrestres ou algum tipo de deuses espaciais.

Bill Birnes (Autor, pesquisador de OVNIs): O que os monges budistas viam? Será que os monges foram ajudados por algum tipo de presença extraterrestre no passdo? 


domingo, 25 de novembro de 2018

Confirmações das Múmias Anômalas de Nazca Agitam o Mundo

No dia 19 de novembro passado ocorreu uma Conferência o Congresso da República do Peru, apresentando o relatório final dos testes efetuados nas famosas múmias anômalas de Nazca, que alguns pesquisadores acreditam ser de seres extraterrestres.

Agora, a mídia internacional (de fora do Peru) está se manifestando, embora a notícia ainda não tenha alcançado (convenientemente) a mídia corporativa. Mas este já é um progresso:

Fonte: OVNIHoje


É hora delas [as múmias] finalmente serem aceitas pela comunidade científica pelo que eles realmente são … o que quer que sejam?

Em 19 de novembro, as pessoas que as estudam desde sua descoberta, The Alien Project, fizeram uma apresentação televisionada de quase cinco horas sobre suas últimas descobertas e análises no Congresso da República do Peru, em Lima, com a presença de pelo menos um membro do parlamento peruano.

Os resultados estão aí…

“As múmias de Nazca são autênticas. A demonstração pelos resultados das análises de DNA, os scanners, as radiografias, a tomografia. De acordo com análises de DNA, scans e raios X, os especialistas são confrontados com os fatos, os incríveis 'Pequenos Grays' e Maria pertencem a duas novas espécies totalmente desconhecidas até hoje. É claro que estamos diante de uma descoberta inesperada e de interesse para toda a humanidade!…"

O vídeo de cinco horas (você pode ver aqui) foi imediatamente publicado na revista Ikaris e todos os dados e imagens estão em exibição no site do The Alien Project. Felizmente, os resultados foram resumidos por vários sites e são realmente interessantes…

Aqui estão alguns dos destaques da última apresentação:

Os testes de DNA das múmias não mostram nenhuma relação com qualquer humano ou animal conhecido.

Os ossos das múmias são ocos mas rígidos, semelhantes à estrutura dos ossos das aves. Há desgaste visível nas articulações entre os ossos, o que indica que os seres eram de idade avançada e que estavam realmente vivos – em outras palavras, as múmias não eram montadas de várias partes.

Varreduras em 3D do interior das múmias mostram que os ossos, órgãos, músculos, gordura e possíveis ovos estão nos locais apropriados para as criaturas terem sido seres vivos.

Os dados não correspondem a nenhuma espécie conhecida, tornando altamente provável que estas sejam uma espécie desconhecida com um caminho evolutivo separado dos humanos.

As características que parecem ovos na múmia Josefina são de vários tamanhos, indicando diferentes fases de desenvolvimento.

Novamente, há uma cobertura muito mais detalhada dos dados e análises no website do The Alien Project.

A presença e aparente aprovação da apresentação pelo deputado Armando Villanueva Mercado conferiu legitimidade ao anúncio, embora este tenha admitido que o Ministério da Cultura do Peru recusou um convite para participar. O público foi preenchido com muitos arqueólogos universitários e especialistas no campo de estudos de múmia, que é um grande campo no Peru. Como esperado, houve muita discordância no final da apresentação, com muitos repetindo a mesma queixa que tiveram ao longo da história dessas múmias com três dedos – que eles não foram autorizados a participar ou mesmo observar o estudo e as análises. dos restos e que todo o processo não seguiu os procedimentos científicos adequados.

Por outro lado, o público também continha muitos crentes e novos convertidos, e espera-se que haja uma cobertura mais detalhada do relatório.

É este o anúncio que muda tudo? Se não, quem iria tão longe para perpetrar uma fraude? (Sim, nós o ouvimos, céticos do pouso na lua.) Sim, o nome “Alien Project” é presunçoso e muitos dos participantes nos muitos anúncios sobre essas múmias estavam errados antes. Neste ponto, se The Alien Project (e o governo peruano e o Congresso Mundial sobre Múmias que protegem corretamente a dignidade dos restos de antigos peruanos, sejam quais forem) não permitem testes e análises científicas externas, os três dedos do medidor de múmia alienígena ainda está preso entre ‘céticos’ e ‘não comprovados’.


Assista abaixo, a transmissão do evento, que foi realizada ao vivo: