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sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Antigos Egípcios Possuíam Força Sobre-Humana, Segundo Pesquisadores.
Os antigos egípcios tinham "força sobre-humana" que os ajudava nas batalhas contra rivais poderosos, é o que afirmam pesquisadores que estudam textos antigos e isso tem gerado muita polêmica nos meios científicos.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2020
Egípcios Plantam Floresta no Deserto Usando Águas de Esgoto [VÍDEO]
O trabalho teve início na década de 90, com o intuito de promover a ecologização de 36 pontos diferentes no deserto. A floresta Serapium é um dos frutos deste trabalho.
Plantar árvore no deserto já soa estranho, usando efluente de esgoto fica ainda mais confuso. Mas, essa é a estratégia usada por um programa de pesquisa no Egito. O trabalho teve início na década de 90, com o intuito de promover a ecologização de 36 pontos diferentes no deserto. A floresta Serapium é um dos frutos deste trabalho.
O processo de florestamento está localizado em uma bacia de drenagem para efluentes de esgoto a duas horas de Cairo. O local recebe o esgoto de mais de 500 mil habitantes, tornando-o ideal para abastecer todo o plantio que cresce em suas margens.
Os pesquisadores criaram um modelo de floresta que mescla espécies nativas e exóticas de grande valor, como o eucalipto e o mogno. O solo é coberto por folhas e possui tubos de irrigação que levam água e nutrientes às árvores. O abastecimento é feito duas vezes ao dia e cada árvore recebe, em média cinco litros de água.
Como este é um recurso escasso no deserto nada de água potável é usado no processo. Todo o sistema é abastecido com os efluentes de esgoto, que passam por duas fases de tratamento antes de serem liberados na plantação. Na primeira etapa são retirados os resíduos sólidos e na segunda são incluídos micróbios e oxigênio, para decompor os materiais orgânicos.
O que chega às árvores é um líquido com alta concentração de fosfato e composto de azoto, que funcionam como excelentes fertilizantes naturais. Por conta disso, o processo deixa o crescimento das árvores muito mais rápido do que o tradicional, mesmo estando em condições climáticas tão adversas. Um eucalipto, por exemplo, leva 15 anos para crescer no Egito e alcançar o mesmo tamanho que na Alemanha levaria, em média, 60 anos.
Apesar de ser um processo com alto teor de nutrientes para o solo, ele não é adequado para o cultivo de alimentos. Neste caso, os efluentes teriam que passar por uma terceira fase de tratamento antes de seu usado nas hortas. Mas, esta é uma opção para tornar o deserto uma área produtiva, elevando a economia local, ao mesmo tempo em que colabora para o controle da desertificação. Já que, segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura da ONU, a FAO, considera que os desertos se espalham a um ritmo de 23 hectares por minutos.
Para conhecer mais sobre este processo, assista ao vídeo abaixo, produzido pela agência alemã Deutsche Welle:
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Arqueologia: Encontram 20 Sarcófagos Praticamente Intactos no Egito
'Uma das mais importantes descobertas dos últimos anos!'
Uma missão arqueológica no Egito encontrou ao menos 20 sarcófagos de madeira em ótimo estado de conservação na cidade de Luxor, no sul do país. Autoridades classificam essa como "uma das maiores e mais importantes descobertas anunciadas nos últimos anos".
Imagens divulgadas pelo Ministério de Antiguidades egípcio mostram que os caixões de madeira ainda estão todos fechados, com pinturas e inscrições com cores vivas. As urnas funerárias estavam espalhadas em dois níveis de uma grande tumba na necrópole de Asasif, uma área cercada por cemitérios.
Pesquisadores ainda não sabem precisar a data dos itens encontrados, mas na mesma região, já foram encontrados objetos datados de 18ª dinastia do Egito, que começou por volta do ano de 1539 A.C.
Há menos de uma semana, autoridades locais divulgaram outra grande descoberta na mesma região: uma "área industrial" usada para produzir itens decorativos, móveis e cerâmicas para tumbas.
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domingo, 23 de dezembro de 2018
Homens da Galáxia Azul - Os Verdadeiros Construtores das Pirâmides?
Numa revista que encontramos em circulação no Distrito Federal do México, achamos o seguinte relato:
“Em 1960, uma revista científica soviética, apoiando-se nos relatos do historiador egípcio Maneton e do grego Heródoto, assim como nas inscrições do enigma da Atlântida e da vinda de seres extraterrestres, a pergunta que se faziam era esta: ‘Foram os atlantes um povo de tez azulada?’ Dizem algumas tradições que os atlantes fundaram a civilização egípcia e que os chefes mais antigos das dinastias eram atlantes de raça pura.
Os artistas egípcios, que reproduziram cuidadosamente os objetos em seus murais e respeitaram as cores, como pintaram os seus deuses? ‘Osíris tinha o rosto verde (por ser o deus da vegetação que renasce); Toth estava pigmentado de verde ou de azul-pálido, e Amon e Shu eram francamente azuis.
Por que essa cor formava parte dos deuses egípcios? Só se pode responder de uma maneira: eram descendentes de um povo de pele azul!’ Deveríamos crer que Osíris e Thoth, que chegaram ao Egito procedentes de um país de altas montanhas, encontraram uma região com clima quente e muito sol, e viram a sua tez modificada pelo sol, que terminou por lhes dar uma pele olivácea (azul mais amarelo igual a verde), como costumam tê-la em nossos dias os habitantes do Mediterrâneo”.
Mestre, o senhor poderia nos explicar algo a respeito?
Resposta de Samael Aun Weor: Dito artigo é um pouco vago e obscuro. Fala sobre a Raça Azul, supõe que esta vem da Atlântida, mas não nega a origem da cultura egípcia. É óbvio que os Homens Azuis são os antigos construtores das pirâmides. Sem embargo, algo falha no artigo. Permita-nos a liberdade de dissentir. Necessitamos enfatizar o fato concreto de que os Homens Azuis jamais vieram do continente atlante.
Alguns supõem que os Homens Azuis vieram de Vênus, e não está demais citar outro aparte do citado artigo: “Recordemos os extraordinários acontecimentos sucedidos em tempos remotos em Vênus, que foram anotados pelos astrônomos da Antiguidade. O próprio Santo Agostinho afirma que Castor, o Ródio, deixou escrito o relato de um prodígio assombroso ocorrido nesse planeta, que de pronto mudou de tamanho, de cor e até de órbita em torno do Sol, ao mesmo tempo que perdia satélites.
Esse fato sem precedentes deve ter acontecido em tempos do rei Ogygés, fundador de Tebas, como asseguram Adrasto, Cyzicênio e Dies, notáveis matemáticos de Nápoles. Que se sucedeu em Vênus para que parte de sua povoação fugisse precipitadamente rumo à Terra? Uma colisão Uma explosão nuclear? Não podemos dizer nada, mas para ser certa qualquer uma dessas hipóteses, teremos de crer que Vênus esteve ligado à história de nosso planeta, e resulta curioso que os sábios soviéticos insistam em relacionar o mistério de Vênus com os da Atlântida e Tiahuanaco”.
Como vocês verão, queridos leitores, o autor do artículo mencionado e cujos apartes foram transcritos com o propósito de refutá-los, tem duas opiniões diferentes e nenhuma delas é verdadeira. Aqui no México conhecemos o caso de Salvador Villanueva Medina, autor de um livro que se intitula Estive no Planeta Vênus.
Conheço pessoalmente esse homem e sei que é sincero, não se trata de nenhum charlatão ou fantasiador; foi rigorosamente examinado pelos psiquiatras e os resultados obviamente foram os de um homem sério e totalmente equilibrado.
Tal cavalheiro escreveu para o bem da humanidade; narrou a seus semelhantes o que lhe aconteceu. Como quer que era um simples condutor, conduzindo um carro até os Estados Unidos, teve de passar por alguma dessas peripécias. O automóvel se danificou e os norte-americanos que viajavam com ele desceram do carro abandonando-o, para se dirigirem a um povoado próximo com o propósito de pedir ajuda.
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| Esta é a uma das centenas de galáxias azuis descobertas pelo Telescópio Hubble. Seu nome é “little Lion” |
Villanueva Medina ficou só, jogou-se debaixo do carro com o propósito de observá-lo e consertá-lo. Sentiu passos na areia, saiu debaixo do carro e se encontrou com um venusiano que falou com ele.
O que ocorreu após foi muito interessante. Convidaram-no e ele aceitou. Foi levado em uma nave até o planeta Vênus, onde conheceu uma civilização extraordinária. Depois de cinco dias foi trazido outra vez à Terra.
A descrição que Villanueva Medina dá sobre os homens de Vênus concorda com a que sobre eles nos dá George Adamski, famoso cientista americano. A estatura dos venusianos era em média 1,10 metro, a pele branca rosada, cabelos prateados, formoso rosto etc. Villanueva Medina não viu, pois, Homens Azuis no planeta Vênus. Assim, então, tal hipótese também fica descartada.
De onde vieram, então, os Homens Azuis? Existiram, é ostensivo. Muitas pessoas assim o afirmam, mas elas desconhecem a sua origem. Nós asseveramos solenemente dizendo: os Homens Azuis vieram da Galáxia Azul! Não há dúvidas de que eles criaram as poderosas civilizações do Egito, da Caldeia, da Assíria, da Babilônia etc.
Pergunta: O senhor poderia nos dizer com que finalidades e para que vieram?
Samael Aun Weor: Com o maior prazer darei resposta ao cavalheiro, pois muito me agrada sua pergunta. Permita-me informar sobre a Fraternidade Cósmica Universal. Assim como existe ajuda mútua entre pessoas boas, assim também há entre planeta e planeta e entre galáxia e galáxia.
Os Mestres da Galáxia Azul, levados pelo Amor Universal, preocuparam-se muitíssimo por nossa humanidade terrícola, ajudando-nos incessantemente desde a noite mais profunda dos séculos. Repito: eles foram realmente os que instruíram os arquitetos das pirâmides, os que ensinaram a Doutrina Secreta aos atlantes e aos egípcios, os que estabeleceram os Mistérios gloriosos das poderosas civilizações de Caldeia e da Assíria.
Seu trabalho foi maravilhoso, formidável. Eles nos amaram de verdade e ainda continuam nos amando, pois, ainda que pareça incrível, vivem neste aflito mundo com o propósito de nos ajudar na hora crítica que precede o Grande Cataclismo.
P: O senhor me surpreende com o seu relato. Poderia dizer-me se vivem neste planeta e em que lugar habitam?
SAW: A pergunta que a dama faz é por certo bastante interessante e bem vale a pena que lhe demos uma resposta concreta. Tenho de informar, para seu conhecimento, que os Homens Azuis vivem numa cidade subterrânea sob o gelo do Polo Sul.
P: Como é possível que possam subsistir a tão baixas temperaturas? Seu organismo é diferente do nosso? Como fazem para viver?
SAW: Vamos responder às perguntas do cavalheiro. Rogo a maior atenção do auditório. Os organismos dos Homens Azuis são similares aos nossos, isso é óbvio. Quero que todos vocês entendam que os homens provenientes da Galáxia Azul não têm casa de gelo como os esquimós, nem nada do estilo, pois seria absurdo pensar que tais criaturas vivessem em iglus de gelo. O melhor é compreender que eles possuem uma cidade subterrânea, feita nas próprias entranhas da Terra. Se há gelos em cima das rochas e da terra em geral, não afetam em nada a cidade submersa. O problema climatológico não existe para os Homens Azuis. É ostensivo que se eles puderam conquistar o espaço infinito possuem adiantamentos técnicos formidáveis. Não é difícil compreender que eles puderam criar seu próprio clima dentro de sua misteriosa cidade.
P: Por que, havendo outros lugares dentro de nosso planeta, com melhor clima e vegetação, escolheram um lugar tão inacessível?
SAW: Dou resposta ao cavalheiro. As terras dos polos Norte e Sul, hoje cobertas de gelo depois da passada Glaciação, noutro tempo tiveram poderosas civilizações, magníficos climas equatoriais e esplêndidas cidades. Não estranhe o cavalheiro o que afirmo. Essa cidade subterrânea onde agora vivem os Homens Azuis é antiquíssima, foi feita antes da passada glaciação. Isso significa que tal cidade tem muitos milhões de anos de existência, que advém das épocas arcaicas da Terra, que sempre foi a morada secreta dos Homens Azuis. Como quer que seja, eles têm naves cósmicas com as quais podem viajar a través do espaço infinito, é algo palmário e manifesto que eles não sofrem de problemas de abastecimento.
P: Esses homens azuis, Mestre, chegaram alguma vez a sair de sua cidade para conviver com os terrícolas?
SAW: Vamos responder à distinta dama. Permita-me dizer-lhe, senhorita, que nas épocas do Egito, da Assíria e da Babilônia tais homens foram recebidos como verdadeiros Deuses. Desgraçadamente, estamos na Idade de Ferro, na época de degeneração mundial, e por esse motivo, eles rara vez se mesclam com as multidões. Sem embargo, não está demais afirmar que de vez em quando algum desses homens extraordinários convive com as pessoas. Certa dama me contou o fato concreto de que ela havia visto um homem de tez azul em Buenos Aires, na Argentina.
P: Mestre, esses Homens Azuis têm alguma missão a cumprir nesta época ou no futuro?
SAW:Vejo que quem fez a pergunta é um missionário gnóstico internacional e é claro que com o maior prazer darei resposta. Os Homens Azuis estão auxiliando a humanidade com procedimentos telepáticos favoráveis para alguns, e é evidente que dentro de alguns anos esses homens extraordinários terão de se lançar às ruas, publicamente, para admoestar as pessoas, para chamá-las ao arrependimento, para fazê-las ver o cataclismo espantoso que se avizinha.
P: Mestre, o senhor poderia nos dizer que quantidade aproximada de habitantes existem nessa Cidade Azul?
SAW: Bem, distinto cavalheiro, darei resposta à sua pergunta. Permita-me dizer que eu não os contei, mas posso assegurar-lhe de que é uma cidade bastante grande, muito semelhante em tamanho à Cidade do México, com vários milhões de pessoas e muitas casas, ruas e avenidas e amplo campo para guardar suas naves. Mas, exatamente, não sei que quantidade de pessoas vive lá, pelo menos não o perguntei ao rei da cidade.
P: Assombra muito que tenham um governo monárquico, mas o senhor poderia dizer, dado que eles são seres iluminados, se o rei que os governa é divino?
SAW: Distinta senhorita, sua pergunta é inquietante. Alegra-me responder-lhe. Sua Majestade o conheço, e solenemente lhes digo que ele pertence às Dinastias Solares. Trata-se de um autêntico e iluminado Mestre de Perfeição, que não necessita de gendarmes ou soldados armados para se fazer obedecer por seu povo. Todo mundo o respeita, pois é terrivelmente divino.
P: Mestre, poderia dizer-nos como o senhor fez para se pôr em contato com dito monarca? Acaso, o senhor tem alguma nave cósmica? Ou que meio utilizou para poder chegar à Cidade Azul onde habitam esses seres?
SAW: Amável cavalheiro, vou responder com claridade a seu anelo de inquirir e investigar. Existem procedimentos telepáticos, ninguém ignora que mediante a Telepatia se pode pôr em contato com pessoas que vivem em distintos lugares do mundo, ainda que a remotas distâncias. Sem embargo, nós vamos mais longe ainda nessa questão. Temos procedimentos secretos por meio dos quais podemos nos transportar espiritualmente a qualquer lugar secreto, incluindo, como é lógico, à cidade subterrânea dos Homens Azuis. Eu visitei tal cidade, não o nego, e você e vocês todos também podem fazê-lo se conhecerem nossos procedimentos.
O interessante é que ingressem a nossos estudos gnósticos, que estudem nossos livros etc. É claro que ao visitar espiritualmente aquela misteriosa cidade, tive de pedir primeiro permissão à Sua Majestade o rei. Sem a permissão daquele monarca que governa a cidade eu não teria podido passear tranquilamente pelas ruas maravilhosas da misteriosa urbe.
P: Poderia explicar-nos algo sobre ela? Como é e que tipo de construção têm?
SAW: É claro, estimado senhor, que aquela cidade esplêndida, construída entre as próprias entranhas da terra, é muito diferente de todas que conhecemos atualmente neste aflito mundo onde vivemos. Um caminho serpenteado conduz até às portas da cidade. As ruas e avenidas estão iluminadas, como é natural, por lâmpadas maravilhosas que fazem daquela gigantesca caverna algo luminoso e radiante, pois aparece como um dia esplêndido. Poderia dizer que eles manejam a luz e as trevas de forma perfeita. Têm 70 esplêndidas salas distribuídas nos distintos lugares da cidade, e em tais recintos celebram suas assembleias ou realizam seus estudos.
P: Que classe de estudos esses seres fazem?
SAW:É natural, distinta senhorita, que seus estudos são de tipo avançado. Trata-se de ciências cósmicas, elevados assuntos espirituais, natureza etc. Não está demais dizer-lhe que dentro dessa grande urbe mística e inefável resplandece a Esfinge, símbolo vivente da sabedoria Iniciática.
P: Poderia dizer como se vestem e qual é o seu meio de transporte dentro da cidade?
SAW: Quero informar a você, bom amigo, que os membros daquela Raça Azul se vestem certamente com elegância e distinção. Usam formosas túnicas de estilo antigo, belos mantos, sandálias de estilo muito clássico etc., vão e vêm pelas ruas da cidade ao longo das calçadas. Eles são de mediana estatura e formosa compleição. Transportam-se a pé ou em carros distintos aos que nós conhecemos, propulsionados por energia elétrica.
P: Poderia explicar, Mestre, que tipo de alimentação têm e onde a conseguem?
SAW: Sua pergunta é certamente muito interessante. É óbvio que têm de comer para viver, o seu alimento básico são algas marinhas, que as recolhem do fundo dos oceanos de todo o planeta Terra. Suas naves lhes permitem transportar-se para onde queiram no tempo e no espaço, mas, é claro que de sua galáxia trazem muitos outros alimentos com os quais se nutrem. Tenha-se em conta que eles não estão presos dentro da cidade, que possuem liberdade para viajar em suas naves para onde quiserem, e isso é tudo.
P: Poderia nos dizer que classe de moeda usam ou se não a possuem?
SAW:Senhorita, os homens autênticos, os homens cósmicos, não necessitam de dinheiro para poder viver. Eles têm sistemas, métodos econômicos imensamente superiores aos nossos, pobres animais intelectuais da Terra.
P: Qual é a mensagem que eles têm para a humanidade terrícola, na época atual?
SAW: Bondoso cavalheiro, sua pergunta é formidável, e é claro que passo a responder-lhe. Uma dama azul que permanece sempre junto ao rei me disse o seguinte: “O planeta Terra vai ser destruído, as pessoas que habitam a superfície da Terra creem que todas essas cidades e coisas materiais que possuem lhes vão durar toda a vida, apegam-se às coisas e isso é um absurdo, porque tudo o que têm vai ser destruído”.
P: De acordo com o que nos acaba de comunicar, seria preferível já não nos dedicarmos a conseguir nenhum objeto material?
SAW: Sua pergunta é inquietante. Permita-me, bom amigo, dizer-lhe que devemos viver de acordo com a Lei da Balança, não nos revolvermos no lodo da riqueza, tampouco no lodo da miséria. Devemos ter as coisas necessárias para a vida, mas não nos apegarmos jamais a elas. Lembre-se dos últimos dias de Pompeia; as pessoas então tratavam de fugir com seus tesouros, apegadas a todas as suas propriedades, e pereceram. As escavações demonstram que os habitantes de Pompeia, em sua maioria, foram esmagados pelas ruínas da cidade ou pelas pedras do Vesúvio.
Os Homens Azuis cumprirão uma gigantesca missão mundial nos momentos mais espantosos que se avizinham, eles lutarão por nos fazer voltar à Divindade, eles se preocuparão por nos mostrar o caminho da Salvação.
(Samael Aun Weor, Desfazendo Mistérios)
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018
A Grande Pirâmide do Egito Foca Energia Eletromagnética, Afirmam Cientistas
Cientistas da Rússia descobriram uma propriedade bastante incomum da Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade ITMO, na cidade russa de São Petersburgo, envolveu a criação de um modelo da pirâmide e a medição de como a energia das ondas eletromagnéticas é dispersa ou absorvida por sua forma única.
Incrivelmente, descobriu-se que a Grande Pirâmide é capaz de coletar e concentrar a energia eletromagnética em suas câmaras e em sua base.
Os pesquisadores acreditam que a descoberta poderia levar à criação de células solares mais eficientes.
Eles escreveram:
Em geral, pode-se concluir que objetos piramidais localizados em um substrato e suportando ressonâncias multipolares podem suprimir significativamente a reflexão de ondas eletromagnéticas incidentes.
Nas condições da Terra, isso poderia ser usado para controlar a propagação de ondas de rádio e reflexão.
Devido às propriedades de escalonamento, tal comportamento pode ser realizado em diferentes faixas espectrais para parâmetros materiais e geométricos adequados.
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quinta-feira, 12 de julho de 2018
Descoberto GIGANTESCO SARCÓFAGO Ainda Selado, no Egito
Os egiptólogos descobriram um enorme sarcófago preto – medindo 2,65 metros – durante uma incrível escavação arqueológica.
O imenso caixão de granito foi enterrado 6 metros abaixo da superfície, cerca de 2.000 anos atrás, na cidade de Alexandria, na costa do Mediterrâneo.
Especialistas acreditam que o caixão pertencia a um homem e encontrou uma cabeça enorme feita de alabastro, que poderia retratá-lo. O caixão é de cerca de 1,85 metros de altura, 2,65 metros de comprimento e 1,65 metros de largura. De acordo com a organização Antiguidades Egípcias, o sarcófago não foi aberto desde que foi selado pela primeira vez.
"O túmulo contém um sarcófago de granito preto considerado o maior já descoberto em Alexandria."
Note-se que há uma camada de argamassa entre a tampa e o corpo do sarcófago, indicando que ele não foi aberto desde que foi fechada na antiguidade.
Uma cabeça de alabastro de um homem também foi encontrada, e provavelmente pertence ao dono da tumba.
Os dois artefatos remontam aos faraós ptolomaicos – a última dinastia a governar o Egito Antigo.
Assista o vídeo noticiando a descoberta (infelizmente em inglês):
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domingo, 29 de abril de 2018
A Polêmica e Suposta Câmara Secreta Sob A Esfinge Egípcia
Muitos pesquisadores propuseram há muito tempo que existem muitas câmaras localizadas dentro da Grande Esfinge e abaixo dela. Alguns até sugeriram que o mítico ‘Salão de Registros’ está localizado logo abaixo deste misterioso monumento antigo.
Diz-se que o Salão de Registros detém a chave para entender nossa civilização e a história real da humanidade. E há ainda afirmações mais estranhas de que há até mesmo túmulos de alienígenas sob a grande Esfinge, mas isso tudo ainda está para ser comprovado. A falta de investigação leva muitos a acreditar que isso é porque eles já sabem as respostas (secretamente), e aqueles que estão no poder colocaram bloqueadores em todas e quaisquer tentativas de investigar a Esfinge ou abaixo dela. É uma loucura, mas o fato é que é verdade.
Ninguém parece querer que este lugar seja revistado, por isso temos que ir com fotografias e testemunhos iniciais e possíveis relatos de testemunhas oculares sobre o que está lá embaixo.
Certo, agora isso é algo sério demais:
Observe a abertura no alto da cabeça na fotografia 1. Muitos relatórios iniciais da Esfinge incluíam detalhes de 3 ou 4 aberturas ao redor da esfinge, levando a complexos sistemas de túneis, contendo túmulos com artefatos alienígenas. Algo dentro desses sistemas de túneis levou o governo egípcio e até mesmo a CIA a intervir e restringir o acesso em razão de “segurança da nação”.
A segurança da nação? De que nação eles estão falando? Egito ou Estados Unidos? E mais ainda, desde quando a CIA tem estado remotamente incomodada com a segurança nacional do Egito? Então, ali mesmo, está a bandeira vermelha, que é a arma fumegante também que implora às pessoas que investiguem mais.
A CIA interveio e impediu que as próprias autoridades do Egito investigassem mais alguma coisa. Eles bloquearam qualquer porta, aberturas escondidas e quaisquer outras aberturas que levassem a algum lugar que tivesse coisas que eles não queriam que ninguém visse… …Ou é uma carga de ouro, como toneladas, ou são artefatos alienígenas. Mas nós sabemos que não havia ouro…
Mas é uma boa teoria da conspiração porque isso é história e não algum seriado de crime de TV estúpido que é fabricado. Esta é uma história real e tangível, está bem ali no Egito e tudo o que é preciso é que alguém com grande coragem vá até lá e entre como se fosse dona dela…
…Vai ser preciso um bom linguista e uma mente determinada com intenções fortes para entrar na Esfinge …
Então aqui está uma trecho do CatchPenny.org que afirma:
A ideia de que há uma câmara sob a Grande Esfinge de Gizé provavelmente tem suas raízes na antiguidade. Em sua ‘História Natural’, Plínio escreveu:
“Na frente delas (ou seja, das Pirâmides de Gizé) está a Esfinge, que merece ser descrita ainda mais do que elas, e ainda os egípcios passaram em silêncio.
Os habitantes da região a consideram como uma divindade. Eles são da opinião de que um rei Harmais está enterrado dentro dela … (Livro 36 XVII)”
Você vê que eles (o povo local) acreditam que há um rei enterrado dentro dela (da Esfinge) e não um alienígena. Então alguma coisa ou alguém foi enterrado dentro dela… É Edgar Cayce quem acreditava e falou muito de que havia um Salão de Registros sob a Esfinge no Egito.
Se há uma coisa sobre a Esfinge é que ela foi mudada ao longo dos anos com um variado grau de tentativas para salvar algo, seja na forma, no tamanho ou no interior.
As mudanças provavelmente foram o formato real da cabeça, porque os especialistas dizem que uma cabeça de cão seria muito mais provável, porque é assim que ela é descrita em outro lugar. E mais, uma cabeça de cão se assentaria perfeitamente no lugar do que está lá agora. A cabeça que está lá agora é pequena e parece que ela foi moldada de uma cabeça original de um cão…
Agora, esta e a pesquisa interessante que encontramos, e leia cuidadosamente:
Os Rosacruzes aproveitaram a idéia de uma câmara secreta como um lugar de iniciação. (Para mais informações e diagramas de seu ‘Salão Subterrâneo’, veja A Visão Rosacruz.) Em anos mais recentes, a teoria de câmaras ainda não descobertas na área da Esfinge foi popularizada por autores que criticaram os egiptólogos ‘tradicionais’.
Em seu livro “The Message of the Sphinx” (A Mensagem da Esfinge), Graham Hancock e Robert Bauval relatam o uso da tecnologia moderna para investigar o terreno em torno da Esfinge: Em 1973-4, o primeiro de uma série de projetos pioneiros sérios foi lançado, usando penetração no solo, radar e outro equipamento de sensoriamento remoto de alta tecnologia para localizar ‘anomalias’ sob o leito de rocha abaixo da Esfinge. Esses projetos foram canalizados por meio de instituições acadêmicas bem estabelecidas – a Universidade Ain Shams, no Cairo, e o prestigioso Stanford Research Institute (SRI), nos EUA. Em 1977, a National Science Foundation dos EUA financiou um projeto em Gizé envolvendo novamente o SRI. Desta vez, foram utilizadas várias técnicas novas, como medidas de resistividade (de hastes de metal impulsionadas na rocha através das quais uma corrente elétrica foi passada), magnetômetro e também as mais recentes técnicas de fotografia aérea e infravermelho térmico.
De acordo com o relatório oficial da equipe do SRI:
Várias anomalias foram observadas como resultado de nossa pesquisa de resistividade na Esfinge… Atrás das patas traseiras (extremidade noroeste) encontramos duas travessas. A anomalia poderia ser devido a um túnel alinhado de noroeste a sudeste.
Duas outras anomalias foram observadas, no fundo da rocha, na frente das patas da Esfinge.
O que você acha disso?
É interessante notar que existem câmaras escondidas sob as patas e sob a parte de trás da Esfinge, o que dá ainda mais credibilidade à teoria do túmulo alienígena…
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
A Lista de Reis Sumérios: Um Mistério Para Os Historiadores
A Lista de Reis Sumérios ainda intriga os historiadores depois de mais de um século de pesquisas pelo meio acadêmico
Fora dos muitos artefatos incríveis que já foram recuperados a partir de sítios arqueológicos no Iraque, onde florescentes cidades sumérias (antiga Mesopotâmia) existiram uma vez, poucos têm sido mais intrigante que a Lista dos Reis da Suméria, um antigo manuscrito originalmente gravado no antigo idioma sumério, listando os reis da Suméria (antigo centro sul do Iraque ) e dinastias vizinhas, a suposta duração de cada reinado e os locais onde habitaram essa realeza “oficial”.
As varias e extensas listas de Reis Sumérios ainda intrigam os historiadores depois de mais de um século de pesquisas pelo meio acadêmico e “eruditos em história”.
O que torna este artefato tão único é o fato de que a lista combina os governantes pré-dinásticos aparentemente míticos com governantes históricos que são conhecidos por terem existido comprovadamente.
O primeiro fragmento deste texto raro e único, uma tábua cuneiforme com cerca de 4.000 anos de idade, foi encontrado no início de 1900 pelo estudioso alemão-americano Hermann Hilprecht no local onde a antiga Nippur foi erguida e o achado foi publicado em 1906. Desde a descoberta de Hilprecht, pelo menos 18 outros exemplos de lista dos reis da região foram encontradas, a maioria delas datam da segunda metade da dinastia Isin (cerca de 2017-1794 a.C.).
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| O prisma de Weld-Blundell da coleção cuneiforme do Ashmolean Museum, em Oxford representa a versão mais extensa, bem como a cópia mais completa da lista de antigos reis da Suméria. |
Não existem dois destes documentos idênticos em seus dados registrados. No entanto, existe material bastante comum entre todas as versões dessas listas de reis sumérios para deixar claro que eles são derivados de um único registro, muito mais antigo com os dados históricos “real” da história suméria.
Entre todos os exemplos encontrados das Listas de Reis Sumérios, o prisma Weld-Blundell da coleção cuneiforme do Ashmolean Museum, em Oxford representa a versão mais extensa, bem como a cópia mais completa da lista de reis. A 8 polegadas (20 centímetros) de altura do prisma contém quatro lados, com duas colunas escritas de cada lado.
Acredita-se que inicialmente tinha um eixo de madeira que atravessava o seu centro de modo a que pudesse ser rodado para ser lido em todos os quatro lados. Essa lista de reis enumera os governantes de “DINASTIAS ANTEDILUVIANAS” (reis de antes do dilúvio”) até o governante da XIV dinastia Isin (cerca de 1763-1753 aC), ou seja um período que envolve muitos milênios da passagem do tempo naquela região.
A lista é de imenso valor, pois reflete tradições muito antigas e, ao mesmo tempo, proporciona um importante quadro cronológico relativo aos diferentes períodos de reinados dos reis na Suméria, e até mesmo demonstra paralelos notáveis para histórias contadas no livro bíblico do Gênesis.
A antiga civilização da Suméria
Sumer (às vezes chamada Suméria), é o local da civilização do planeta mais antiga conhecida, localizado no extremo sul da Mesopotâmia entre os rios Tigre e Eufrates, na área que mais tarde se tornou a Babilônia e é hoje o sul do Iraque a partir dos arredores da atual Bagdá em direção para o Golfo Pérsico .
Até o 3 º milênio a.C., a Suméria foi o local de pelo menos doze grandes cidades-estado distintas: Kish, Erech, Ur, Sippar, Akshak, Larak, Nippur, Adab, Umma, Lagash, Bad-Tibira e Larsa. Cada uma destas cidades-estado era composta por uma cidade murada e com as suas aldeias e terras agricultáves, e cada uma adorando a sua própria divindade, cujo templo (Zigurate) era a estrutura central da cidade. O poder político pertencia originalmente aos cidadãos, mas, como a rivalidade entre as várias cidades-estado foi aumentado (devido a rivalidade entre os “deuses”), cada uma delas adotou (aconselhados pelos “deuses”) a instituição da realeza .
A Lista de Reis Sumérios, registra que oito reis reinaram durante um longo período antes de que uma grande inundação (o dilúvio) acontecesse e destruísse tudo. Após o Dilúvio, várias cidades-estado e suas dinastias de reis ganhou temporariamente o poder sobre outras cidades.
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| A antiga Suméria e suas cidades localizadas entre os rios Tigre e Eufrates. |
Passado “mítico”(divino) da Suméria
A Lista de Reis Sumérios começa com a própria origem da realeza, que é vista e narrada como sendo uma instituição divina: “a realeza desceu do céu”. Os governantes nas primeiras dinastias são representados como reinando fantasticamente por longos períodos:
“Após a realeza descer do céu, o reino estava em Eridu. Em Eridu, Alulim tornou-se rei; ele governou por 28.800 anos. Alaljar governou por 36.000 anos. Foram 2 reis; que governaram por 64.800 anos”.
Alguns dos governantes mencionados na lista no início, como Etana, Lugal-Banda e Gilgamesh, são “figuras míticas ou lendárias” cujas façanhas heroicas são temas de uma série de contos sumérios e composições narrativas babilônicas.
Os nomes da lista dos primeiros oito reis são apresentados governando durante um período total de 241.200 anos (67 Shars {órbitas} de Nibiru) de reinado desde o momento em que a realeza “desceu dos céus” para o momento em que “o dilúvio” varreu (em 10.986 a.C., portanto a exatos 13 mil anos) a terra e mais uma vez quando “a realeza foi baixada dos céus à Terra” depois do Dilúvio.
Interpretação dos longos períodos de reinado dos reis antigos
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| Suméria: Zigurates construídos para a visita dos “deuses”, carruagens de fogo, anjos e profetas e a “civilização” surge… |
Os períodos de mandato incrivelmente longo dos primeiros oito reis provocou muitas tentativas de interpretação pelos “eruditos e acadêmicos“. Em um extremo existe a recusa completa das grandes figuras (oito reis mais antigos) astronomicamente como “completamente artificial” e a visão de que eles são indignos de consideração séria pelos “estudiosos”. No outro extremo, está a crença de que os números têm uma base na realidade e que os primeiros reis eram de fato deuses (de Nibiru) que eram capazes de viver muito mais tempo do que os seres humanos comuns.
Entre os dois extremos esta a hipótese de que os números representam o poder relativo, triunfo ou importância. Por exemplo, no antigo Egito, a frase “ele morreu com 110” se refere a alguém que viveu a vida ao máximo e que ofereceu uma importante contribuição para a sociedade. Da mesma forma, os longos períodos de reinado dos primeiros reis podem representar quão incrivelmente importante eles foram percebidos como sendo aos olhos do povo. Isso não explica, no entanto, por que os períodos de mandato mais tarde mudou para períodos de tempo realistas.
Relacionado com este ponto de vista existe a crença de que, embora os primeiros reis não sejam historicamente atestados como existentes, isso não impede a sua possível correspondência com governantes históricos que mais tarde foram mitificados.
Finalmente, alguns “estudiosos” têm procurado explicar os números através de uma investigação e interpretação matemática (por exemplo, Harrison, desde 1993).
Relação com o livro bíblico Gênesis
Alguns estudiosos ( Wood, 2003) chamaram a atenção para o fato de que há semelhanças notáveis entre a lista dos nomes dos Reis sumérios e a história contada em Gênesis. Por exemplo, Gênesis narra a história de “a grande inundação” e os esforços de Noé para salvar todas as espécies de animais na Terra da destruição total pela água. Da mesma forma, na Lista de Reis Sumérios, há discussão de um grande dilúvio: “o dilúvio varreu a terra.”
A Lista de Reis Sumérios fornece uma lista de oito reis (algumas versões tem 10) que reinaram por longos e (para nós) imensos períodos de tempo antes do dilúvio, que variam de 18.600 a 43.200 anos CADA UM. Isto é semelhante ao Gênesis 5, onde as gerações dos seres humanos, desde a criação até o dilúvio estão gravadas. Curiosamente, entre Adão e Noé há também oito gerações, assim como há oito reis entre o início da realeza e a inundação da Terra na Lista de Reis Sumérios.
Depois do dilúvio, a Lista de Reis registra reis que governaram por períodos muito mais curtos de tempo. Assim, a Lista de Reis Sumérios não só documenta uma grande enchente no início da história do homem, mas também reflete o mesmo padrão de diminuir a longevidade como encontrada na Bíblia – os homens (os seres humanos) tinham uma vida útil extremamente longa se estendendo antes do dilúvio e de vida muito mais curta após o dilúvio (Wood, 2003).
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| O Zigurate construído para a visita dos “deuses” na cidade de UR, local onde “deus” fez um pacto com Abraão, o patriarca bíblico… |
A Lista de Reis Sumérios realmente é um mistério desconcertante, principalmente para os “grandes eruditos e acadêmicos”. Por que os sumérios combinariam governantes (pretensamente) míticos com governantes históricos reais em um documento? Por que existem tantas semelhanças com o Gênesis da Bíblia? Por que os oito antigos reis são descritos como governantes durante milhares de anos? Estas são apenas algumas das perguntas que ainda permanecem sem resposta depois de mais de um século de pesquisas.
Referencias:
The Sumerian King List – University of Oxford
Great Discoveries in Biblical Archaeology: The Sumerian King List – by Bryant G. Wood
The Sumerian king list: translation – The Electronic Text Corpus of Sumerian Literature
The Sumerian King List – by L.C. Geerts
Reinvestigating the Antediluvian Sumerian King List – by R. K. Harrison
The Sumerian King List – by Thorkild Jacobsen (The Oriental Institute of the University of California)
Matéria por April Holloway, Ancient Origins:
Tradução edição e imagens: thoth3126@protonmail.ch
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domingo, 21 de janeiro de 2018
Descoberta de mais de 20 Anos tem Origem Extraterrestre
Revelou-se que os elementos que estão dentro dessa rocha única, não podem ser encontrados em nenhum lugar da Terra ou em qualquer parte do Sistema Solar.
Os cientistas chegaram à conclusão que a estranha pedra descoberta há mais de 20 anos tem origem extraterrestre.
De acordo com a pesquisa, a rocha conhecida como Hypatia é composta por minerais que não pertencem a nenhum meteorito ou cometa. Ou seja, o estudo revela que os elementos que se encontram dentro dela não podem ser achados em nenhum lugar da Terra, e também há pouca possibilidade de que essa pedra pertence ao Sistema Solar.
Hypatia foi descoberta no deserto do Saara, Egito, em 1996. Mas somente em 2013, os investigadores da Universidade de Johannesburgo (África do Sul), confirmaram que a pedra é de origem extraterrestre, tornando-se assim um objeto único na Terra.
Para saber mais sobre a rocha misteriosa de Hypatia, os cientistas analisaram sua composição química. Assim, eles descobriram que a pedra não possui um mineral conhecido como silicato, que geralmente é encontrado em objetos espaciais que se movem dentro do Sistema Solar.
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| Pedra extraterrestre Hypatia encontrada no deserto do Saara, Egito, em 1996 |
Nessa conexão, o pesquisador principal, Jan Kramers, destacou que esta pedra rompe todas as teorias. "Nos meteoritos do tipo condrito, observa-se uma pequena quantidade de carbono e considerável quantidade de silício. Mas a Hypatia tem uma enorme quantidade de carbono e uma quantidade excepcionalmente pequena de silício", explicou, adicionando que a Hypatia se formou em um ambiente frio.
Os componentes do carbono ou os hidrocarbonetos policíclicos presentes na Hypatia, são elementos principais da poeira interestelar — crê-se que existissem mesmo antes da formação do nosso Sistema Solar. Portanto, o último estudo sobre a composição química da pedra, poderá dar novo impulso aos cientistas para reconsiderarem a formação do Universo.
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Câmara Secreta da Grande Pirâmide Egípcia Pode Conter Trono 'EXTRATERRESTRE'
No início de novembro de 2017, a revista científica Nature publicou um artigo dedicado à descoberta de um enorme espaço vazio no interior da Grande Pirâmide de Gizé no Egito. Desde então, cientistas estão se questionando qual poderia ter sido a função desta cavidade.
A cavidade, de pelo menos 30 metros de comprimento, tornou-se a primeira estrutura interna encontrada nesta construção antiga desde o século XIX.
O especialista italiano, Giulio Magli, professor de arqueoastronomia na Universidade Politécnica de Milão, formulou uma das primeiras hipóteses: o grande espaço vazio poderia conter um trono de ferro de origem extraterrestre, que o faraó teria utilizado antes de falecer, segundo o RT.
O cientista afirma que o trono talvez tivesse cumprido a função de "transporte" para a vida após a morte. "Há uma possível interpretação, que está bem de acordo com o que sabemos sobre religião funerária egípcia, tal como se vê nos Textos das Pirâmides. Os textos dizem que o faraó, antes de chegar às estrelas do norte, terá que passar as portas do céu e se sentar em seu trono de ferro".
Magli descarta que se trate de uma cavidade projetada para diminuir o peso da estrutura maciça. "A área recém-descoberta não tem a função prática de aliviar o peso, porque o teto da galeria já estava construído com uma técnica de suporte por este mesmo motivo".
"Claro que não seria ferro fundido, que não era utilizado naquele tempo, mas sim o raro ferro caído do céu sob a forma de meteoritos de ferro […] (distinguível devido à alta porcentagem de níquel)", que também é citado nos textos, afirma Magli em seu estudo.
Os egípcios já utilizaram este curioso material anteriormente para desenhar dispositivos diferentes, em particular a famosa adaga de Tutancâmon, fabricada há mais de 3,3 mil anos.
A Grande Pirâmide de Gizé, construída por volta de 2570 a.C., está situada nos arredores da capital egípcia, Cairo. É a mais antiga das sete maravilhas do mundo e a única que se conservou até hoje.
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Os Dez Mandamentos são um Plágio do Livro dos Mortos Egípcio?
Durante o Império Novo (c. de 1550 a 1070 a.C.) a maior parte das fórmulas dos textos dos sarcófagos, acrescidas de diversas estrofes novas, passaram a ser escritas em rolos de papiro, os quais eram colocados nos ataúdes ou em algum local da câmara sepulcral, geralmente em um nicho cavado com essa finalidade. Quando postos no sarcófago costumavam ser encaixados entre as pernas dos corpos, logo acima dos tornozelos ou perto da parte superior das coxas, antes de serem passadas as bandagens. Tais textos, que formam um conjunto com cerca de 200 estrofes referentes ao mundo do além-túmulo, ilustrados com desenhos para ajudar o defunto na sua viagem para a eternidade, foram intitulados pelos modernos arqueólogos de Livro dos Mortos. Entretanto, conforme explica o especialista em história antiga, A. Abu Bakr, esse título é até certo ponto enganoso: na verdade, nunca existiu um "livro" desse gênero; a escolha das estrofes escritas em cada papiro variava segundo o tamanho do rolo, a preferência do adquirente e a opinião do sacerdote-escriba que as transcrevia. Um "Livro dos Mortos" médio continha entre 40 e 50 estrofes.Para os egípcios esse conjunto de textos era considerado como obra do deus Thoth. As fórmulas contidas nesses escritos podiam garantir ao morto uma viagem tranquila para o paraíso e, como estavam grafadas sobre um material de baixo custo, permitiam que qualquer pessoa tivesse acesso a uma terra bem-aventurada, o que antes só estava ao alcance do rei e da nobreza. Em verdade, essa compilação de textos era intitulada pelos egípcios de Capítulos do Sair à Luz ou Fórmulas para Voltar à Luz (Reu nu pert em hru), o que por si só já indica o espírito que presidia a reunião dos escritos, ainda que desordenados. Era objetivo desse compêndio, nos ensina o historiador Maurice Crouzet, fornecer ao defunto todas as indicações necessárias para triunfar das inúmeras armadilhas materiais ou espirituais que o esperavam na rota do "ocidente".
As cenas do julgamento do falecido fazem parte daquela rota e, portanto, de tais papiros. A decisão era tomada no Saguão das Duas Verdades, um grande salão no qual ficava uma grande balança destinada a pesar o coração do morto. A solenidade é assim resumida pelo egiptólogo Kurt Lange: Osíris, senhor da eternidade, está sentado como um rei no seu trono. Tem em suas mãos o cetro e o leque. Por trás dele, mantêm-se habitualmente suas irmãs Ísis e Néftis. Na outra extremidade, vê-se a deusa da justiça, Maat, introduzir o morto ou a morta. No meio do quadro está desenhada a grande balança em que o peso do coração é comparado ao duma pluma de avestruz, símbolo da verdade. A pesagem é confiada a Hórus e ao guardião das múmias, de cabeça de chacal, Anúbis. O deusThoth, de cabeça de íbis, senhor da sabedoria e da escrita, anota o resultado da pesagem sobre um papiro, por meio de um cálamo. Quarenta e dois juízes — correspondendo quarenta e duas províncias do Egito — assistem à operação. Diante desse tribunal é que o candidato à eternidade deve fazer as declarações nas quais afirma nunca se ter tornado culpado de certo número de faltas para com seus semelhantes, para com os deuses, para com sua própria pessoa e o bem alheio. Se a sentença dos juízes fosse favorável ao morto, Hórus tomava-o pela mão e o conduzia ao trono de Osíris, que lhe indicava seu lugar no reino do além. Essa é a cena que vemos na ilustração do alto da página. Ela pertence ao Livro dos Mortos de Hunefer, obra originária de Tebas e datada da XIX dinastia (c. 1307 a 1196 a.C.). Caso contrário, o morto estaria cheio de pecados e, então, seria comido por um terrível monstro, Ammut, o devorador dos mortos. Tratava-se de uma fera com corpo misto de leão, hipopótamo e crocodilo: os três maiores animais "devoradores de homens" conhecidos pelos antigos egípcios. É essa figura híbrida que vemos ao lado de Anúbis na foto acima, cujo copyright é do Canadian Museum of Civilization Corporation.
A idéia central do Livro dos Mortos é o respeito à verdade e à justiça, mostrando o elevado ideal da sociedade egípcia. Era crença geral que diante de Osíris de nada valeriam as riquezas, nem a posição social do falecido, mas que apenas seus atos seriam levados em conta. Foi justamente no Egito que esse enfoque de que a sorte dos mortos dependia do valor de sua conduta moral enquanto vivo ocorreu pela primeira vez na história da humanidade. Mil anos mais tarde, — diz Kurt Lange — essa idéia altamente moral não se espalhara ainda por nenhum dos povos civilizados que conhecemos. Em Babilônia, como entre os hebreus, os bons e os maus eram vítimas no além, e sem discernimento, das mesmas vicissitudes.
Não resta dúvida de que o julgamento de seus atos após a morte devia preocupar, e muito, a maioria dos egípcios, religiosos que eram. Mas — pondera Crouzet — a provação era de tal espécie, que podia ser sobrepujada por uma memória eficaz, ajudada pelo papiro colocado junto ao cadáver, que possibilitaria ao defunto enunciar certas sentenças soberanas. Como afastar a palavra "magia", e negar que o emprego destas fórmulas era considerado suficiente para apagar os erros da vida terrena? É claro que o crente era convidado a não cometê-los: seria a melhor maneira de garantir a sua salvação futura. Mas nenhuma reserva, em parte alguma, limitava a eficácia das receitas de que tratava de munir-se, desde que fosse obstinado, embora culpado.
É preciso que se diga que embora o Livro dos Mortos tenha aparecido grafado em papiros apenas a partir do Império Novo, sua origem é muito mais antiga, anterior até mesmo ao período dinástico. Inicialmente, contando apenas com poucas estrofes relativamente simples, adequadas aos costumes de uma época remota, seu conteúdo era transmitido de forma oral. Com o aumento da quantidade e da complexidade dos textos, os sacerdotes se viram obrigados a escrevê-los antes que se perdessem da memória dos fiéis. Num processo de cópias sucessivas foram introduzidas variações e enganos, tanto por equívoco na leitura dos caracteres quanto por desleixo, cansaço do copista e acréscimos feitos pelo próprio escriba interessado em impor sua opinião. A cópia mais antiga encontrada foi escrita para Nu, filho do intendente da casa do intendente do selo, Amen-hetep, e da dona de casa, Senseneb. Esse valioso documento, avaliam os arqueólogos, não pode ser posterior ao início da XVIII dinastia (c. de 1550 a.C.). Ele faz referência a datas dos textos que transcreve e uma delas se refere aos idos de um dos faraós da I dinastia (c. de 2920 a 2770 a.C.).
Foi nos sepulcros de Tebas que os pesquisadores encontraram a maior parte das cópias do Livro dos Mortos. Em tais papiros os comprimentos variam entre 4,57 e 27,43 metros e a largura entre 30,48 e 45,72 centímetros. No início do Império Novo os textos são sempre escritos com tinta preta e os hieróglifos dispostos em colunas verticais, separadas entre si por linhas pretas. Títulos, palavras iniciais dos capítulos, rubricas e chamadas são grafadas com tinta vermelha. Os escribas também enfeitavam os papiros com vinhetas de traços pretos, às vezes copiadas de ataúdes e documentos de dinastias bem anteriores como a XI (c. de 2134 a 1991 a.C), por exemplo. A partir da XIX dinastia (c. de 1307 a 1196 a.C.) as vinhetas passaram a ser pintadas com cores muito brilhantes e cresceram de importância, ao passo que o texto passou a ocupar uma posição secundária. Um dos mais belos papiros ilustrados que existem é o assim chamado Papiro de Ani, cujas vinhetas representam cenas mitológicas, nomes de deuses e cenas do julgamento dos mortos.
No decorrer da XXI e da XXII dinastias (c. de 1070 a 712 a.C.) houve deterioração do trabalho de escribas e desenhistas e a qualidade do mesmo diminuiu sensivelmente, além de ter havido alterações no conteúdo dos textos. Outros temas não relacionados com o mundo dos mortos, como a criação do mundo, por exemplo, foram incluídos nos papiros dessa época. Às vezes o texto nada tem a ver com a vinheta que o acompanha. Nesse período também se estabeleceu o costume de encher com os papiros figuras ocas de madeira do deus Osíris, as quais eram colocadas nos túmulos. Quando os papiros diminuíram de tamanho, passaram a ser armazenados em cavidades menores nas bases de tais figuras. Do final da XXII dinastia em diante, até o início da XXVI dinastia (664 a.C.) ocorreu um período de desordem e tumulto. Os sacerdotes perderam gradualmente o seu poder religoso e temporal e a crise provocou redução das despesas com cerimônias funerárias, tendo caído em desuso o costume de se fazer cópias do Livro dos Mortos.
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| Anúbis pesando o coração de Hunefer. Ao lado notamos o deus Toth. (Cena semelhante no papiro de Ani) |
Segue abaixo o trecho das 42 confissões:
- Livro dos Mortos do Antigo Egito
- Extratos do Papiro da Real Mãe Nezemt
- As Confissões Negativas - Capitulo 25, prancha 5
- Moisés existiu? Livro dos Mortos do Antigo Egito Extratos do Papiro da Real Mãe Nezemt; part 1
1. Amar a Deus sobre todas as coisas;
2. Não usar o nome de Deus em vão;
3. Ter um dia, na semana, para descanso e recolhimento. (adaptado)
4. Honrar pai e mãe;
5. Não matarás;
6. Não cometer adultério;
7. Não roubar;
8. Não levantar falso testemunho;
9. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar o que é do outro.
Sabe-se que o povo judeu seguia um estilo de vida nômade, inclusive faz parte de sua história a passagem pelo Egito e o tempo em que ficaram sobre o poder deste império. Também se sabe que começaram a escrever a aproximadamente 1000 a.C., logo após o império babilônico. Seu pergaminho mais antigo data de 600 a.C. (Gênesis). Tanto os textos funerários anteriores quanto “O Livro dos Mortos” são anteriores, sendo que inicialmente foi destinado a sepultamentos de membros da família real ao final da XVII e início da XVIII dinastia. Sua evidência mais confiável, é escrita em papiro é o “manuscrito de Nu”, não posterior ao reinado de Amenhotep III, por volta de 1388 a.C.
Portanto, teria Moisés herdado dos egípcios tais teorias a ponto de inspirá-lo ao escrever “Os 10 Mandamentos”? Este é um ponto muito discutido e cercado de opiniões.
Se analisarmos o contexto no qual o papel de Moisés se insere trazendo as “Tábuas da Lei” como “o caminho de uma vida liberta da escravidão do pecado”. Estas leis representam uma aliança estabelecida entre Deus e o povo israelita.
Após a saída do Egito, este povo necessita de liderança, o estabelecimento de um conjunto de regras que possam reger esta sociedade. Moisés, que conduz este povo, assume esta responsabilidade com este pacto, ou seja, era algo necessário para aquele momento. Portanto, estas regras seriam um ponto crucial nos modos de vida deste povo, assim como estes textos funerários faziam parte dos principais traços culturais da sociedade egípcia.
É um tanto equivocado afirmar que estes mandamentos teriam partido do nada ou possuem características únicas ou nunca antes pensadas. Na antiguidade, estas práticas eram utilizadas em diversos grupos, ainda que de formas diferentes, afinal, as produções culturais variam de acordo com os povos. Haveremos de encontrar características semelhantes em outras fontes como o Código de Hamurabi. Inclusive estes códigos podem ser e são entendidos como traços iniciais que mostram a necessidade de conjuntos de normas de convivência em sociedade. Hoje por exemplo, convivemos em uma sociedade regida por um conjunto de uma série de leis. Da mesma forma que o “Livro dos Mortos” influíam profundamente no comportamento egípcio, os Mandamentos influiriam no modo de vida e doutrina do povo judeu e diversos outros que emergiram a partir deste.
Este livro não é apenas um marco na literatura funerária egípcia, como também do próprio ser humano diante de questões universais como a existência de uma alma imortal. E há uma grande probabilidade de que estes mandamentos tenham uma inspiração calcada na tradição egípcia, já que Moisés foi criado nesta tradição e portanto, poderia ter levado este conhecimento ao seu povo de origem.
Também é interessante salientar que a civilização ocidental contemporânea se apóia em bases como a grega e a hebraica, o pensamento racional e o cristianismo. Estas correntes se apoiam em outros pilares assim como o Egito Antigo, o grego, hebreu, dentre outros. Alguns nomes conhecidos da cultura grega passaram pelo Egito e tiveram contato com sua cultura.
Um costume contemporâneo muito comum é o de colocar flores nos túmulos, assim como também o de conversar com os mortos diante dos túmulos onde é possível relacionar a algumas semelhanças com o Antigo Egito. A noção que temos da vida além-túmulo certamente tem uma influência egípcia, assim como também de gregos e hebreus. Estes são exemplos interessantes que nos levam a perceber que a cultura egípcia trouxe uma série de influências a outras culturas.
Muitos se perguntam sobre qual a importância de conhecermos ao menos um pouco destas culturas, tão distantes de nós em questão de tempo e espaço. Compreender os traços culturais egípcios pode nos ajudar a compreender melhor os nossos próprios.
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