Mostrando postagens com marcador Espaço. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espaço. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Contato Extraterrestre - Telescópio James Webb - Parte 1

 


Contato Extraterrestre - Telescópio James Webb

A Curiosidade, o conhecimento e a Espiritualidade

Jostein Gaarder começa o capítulo "A Cartola" (O Mundo de Sofia) com a seguinte frase: "A única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos é a capacidade de nos admirarmos com as coisas". O que houve conosco, com nossa curiosidade e capacidade de assombro? Que impacto nossa falta de interesse no desconhecido, no que está à parte da chamada normalidade, possui em nossa vida e, principalmente, no desenvolvimento de nossa consciência e espiritualidade? Que tal refletir um pouco sobre isso junto com Alex Zimmer e Roni Adame na primeira parte de um bate-papo leve e descontraído sobre curiosidade, conhecimento, filosofia e espiritualidade?

ASSISTA:


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

OVNI está Transmitindo Ondas de Rádio para a Terra a cada 16 Dias .

Uma galáxia? Um astro? Um objeto alienígena? Informações vindas do espaço vêm intrigando os cientistas do mundo.


Por André Nogueira

Um objeto astronômico não identificado, a 500 milhões de anos-luz da Terra, vem intrigando os cientistas, que vem receptando transmissões de sinais periódicos que chegam a cada 16 dias no planeta. Sem saber do que se trata, apenas sabe-se que as transmissões ocorrem via rádio.

Até o inicio das captações, já foram percebidos mais de cem tipos de rajadas breves de radiação, sendo que apenas 10 delas demonstraram repetição. Não foi possível perceber qualquer tipo ritmo consistente. Porém, o radiotelescópio CHIME, do Canadá, concebeu o padrão de chagada dos raios.

Segundo a hipótese de alguns pesquisadores, o responsável pelas transmissões é uma galáxia espiral. "Isso nos levará em uma direção interessante para chegar ao fundo desses repetidores", afirma Duncan Lorimer, astrofísico da Universidade de West Virginia, à Science News.

Por conta da periodicidade das transmissões, bastante esparsas, anula-se a hipótese de um canal de transmissão intencional e racional (um “farol alienígena”, nas palavras de Leon Oostrum, do Instituto Holandês de Radioastronomia), mas é possível afirmar que o transmissor orbita algum astro maior, como uma estrela.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A Terra poderá viver ‘mini Era Glacial’ na década de 2030, Segundo Cientistas

Pesquisadores do País de Gales preveem forte diminuição na atividade solar entre 2030 e 2040.

O inverno de Boston, no estado americano de Massachusetts, em janeiro deste ano: astrônomos acreditam que Terra terá Era Glacial moderada em 2030 Foto: BRIAN SNYDER / REUTERS

LLANDUDNO, País de Gales — O planeta Terra pode entrar em uma pequena Era Glacial a partir de 2030, segundo cientistas do Reino Unido. Atualmente, os astrônomos conseguem prever os ciclos do Sol com uma precisão muito maior do que era possível algumas décadas atrás. E agora um novo modelo de previsão da atividade solar, apresentado pela professora Valentina Zharkova na semana passada durante o Encontro Nacional da Real Sociedade de Astronomia em Llandudno, no País de Gales, indica uma forte queda nesta atividade nos anos 2030, provocando um moderado resfriamento da Terra.

As condições previstas pelo novo modelo não são experimentadas pela Terra desde a última “mini Era Glacial”, registrada entre 1645 e 1715 e que ganhou o apelido de de Mínimo de Maunder, um período em que as temperaturas ficaram abaixo da média em toda a Europa. Em 1843, os cientistas descobriram que a atividade do Sol varia ao longo em ciclos de 10 a 12 anos entre seus picos de atividade mínima e máxima. As flutuações no total de radiação solar recebida pela Terra dentro deste período, no entanto, são difíceis de se prever.

Os cientistas acreditam que essas variações sejam causadas pelo efeito de dínamo gerado pelo constante movimento dos fluidos próximos ao núcleo do Sol. A equipe liderada pela professora Valentina percebeu, porém, que, ao adicionar um segundo dínamo alimentado pelo movimentos dos fluidos mais próximos da superfície do astro, aumentando a precisão dos modelos de previsão do comportamento solar.

- Encontramos componentes de ondas magnéticas se originando em duas camadas diferentes no interior do Sol. Ambas tem uma frequência de aproximadamente 11 anos, embora elas sejam sutilmente diferentes, o que faz com que fiquem fora de fase com o tempo - diz Valentina. - Ao longo destes ciclos, estas ondas flutuam entre os hemisférios Sul e Norte do Sol. Combinando estas duas ondas e comparando com dados reais do atual ciclo solar, mostramos que nossas previsões têm uma precisão de 97% .

Assim, as previsões para os próximos ciclos solares indicam que estas duas ondas vão ficar cada vez mais fora de fase, isto é, com o vale de uma “casando” com o pico da outra, se contrabalançando, durante o chamado Ciclo 25, que atingirá seu pico em 2022. Já durante o Ciclo 26, que cobre a década de 2030 a 2040, estas duas ondas estarão exatamente fora de fase, com uma onda geradora de atividade anulando a outra e levando a uma redução significativa da atividade solar.

- No Clico 26, as duas ondas vão se espelhar, atingindo o pico ao mesmo tempo em hemisférios opostos do Sol - explica Valentina. - A sua interação será disruptiva, isto é, elas vão quase cancelar uma a outra. Efetivamente, quando estas ondas estão aproximadamente em fase, elas podem mostrar um grande interação, ou ressonância, e termos uma forte atividade solar. Já quando elas estão fora de fase, temos os mínimos solares. E quando a uma separação total de fases, temos condições vistas pela última vez durante o Mínimo de Maunder, há 370 anos.


terça-feira, 1 de outubro de 2019

A Starship - Elon Musk apresenta a Nave que nos levará a Marte


Elon Musk revela protótipo da Starship, nave que poderá levar
os humanos a Marte / Foto: Space X/Divulgação
O fundador da SpaceX e da Tesla, Elon Musk, apresentou a espaçonave Starship ao público. Além disso, ele compartilhou alguns detalhes sobre ela e os planos da empresa espacial.

Durante a apresentação, realizada no Texas, o empresário disse que a nova espaçonave pode ser usada para visitar a Lua, Marte e outras partes do universo. De fato, poderia até ser usado para colonizar o planeta vermelho, pois pode transportar até 100 pessoas a bordo.

No momento, esta nave não decolou, mas, segundo Musk, o primeiro protótipo fará seus primeiros testes de decolagem e pouso “em um ou dois meses”. Durante esses testes, a nave decolará e alcançará uma altitude de cerca de 20 quilômetros e depois pousará.

Então, no decorrer de um ano, poderemos andar nessas espaçonaves. De fato, a SpaceX já tem seu primeiro cliente privado para este programa espacial: o bilionário japonês Yusaku Maezawa. Ele planeja fazer um voo ao redor da Lua em 2023.

Até agora, e como parte do programa, apenas alguns saltos foram feitos com a nave Starhopper, um protótipo de teste para a Nave Estelar. O Starhopper – equipado com apenas um motor – decolou várias vezes a uma altitude de 150 metros e pousou com sucesso.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Cientista afirma: Objeto Espacial que vem em direção à Terra pode ter sido enviado por Seres Inteligentes


Um objeto espacial descoberto pelo cientista russo Gennady Borisov em agosto de 2019 e preliminarmente designado como um cometa pelos cientistas, pode realmente se 'transformar' em uma espaçonave alienígena, como sugere um pesquisador californiano.

Um objeto misterioso que atravessa o nosso Sistema Solar pode ser uma sonda interestelar conduzida por seres extraterrestres, disse ao tabloide The SUN o astrônomo sênior do Instituto SETI na Califórnia, Dr. Seth Shostak.

Na semana passada, cientistas do Observatório Gemini, no Havaí, obtiveram imagens de um novo corpo espacial de alta velocidade designado como C / 2019 Q4, identificado pela primeira vez pelo astrônomo amador russo Gennady Borisov. 

Embora os cientistas acreditem que o objeto espacial, que foi capturado seja um cometa devido a uma cauda que emerge devido à emissão de gases. Dr. Shostak acha que não devemos rejeitar a possibilidade de que o objeto não identificado possa ser uma espaçonave alienígena e não um cometa.

"Não podemos excluir que se trate de uma sonda interestelar", disse o Dr. Shostak. "Então, vamos checar cuidadosamente."

Um procedimento semelhante já havia sido realizado em relação a outro objeto interestelar em forma de charuto chamado Oumuamua, que chegou às manchetes em 2017. Houve algumas suspeitas de que o objeto poderia ser uma sonda alienígena enviada por uma civilização alienígena - e ainda existe essas suspeitas.


No entanto, Shostak acredita que existe vida além do nosso planeta e que houve visitantes na Terra no passado. "Não tenho dúvidas de que os alienígenas estão lá fora, não faríamos nosso trabalho se você não acreditasse", disseram os cientistas em uma entrevista ao The Sun. "É possível que eles tenham visitado a Terra em algum momento, talvez um bilhão de anos atrás (...)"


sexta-feira, 13 de setembro de 2019

China Encontrou Alguma Coisa no Lado Oculto da Lua


A mídia chinesa informou que o veículo espacial Yutu-2 descobriu uma substância ‘gelatinosa’ em uma cratera no lado oculto da Lua. Parece intrigante, mas os detalhes ainda são escassos.

O que o veículo espacial Yutu-2 da China descobriu no outro lado da lua?

Essa é uma pergunta que muitas pessoas estão fazendo depois de um relatório intrigante ter sido publicado no Space.com há alguns dias [e aqui no OVNI Hoje], que referenciava uma substância “semelhante a gel” descoberta em uma pequena cratera. Ainda não se conhecem muitos detalhes, mas existem algumas pistas possíveis, conforme fornecidas por cientistas planetários que comentaram a descoberta.

A descoberta foi publicada no ‘Drive Diary‘ para Yutu-2 (que significa ‘Coelho Jade’) na publicação sancionada pelo governo chinês, Our Space, em 17 de agosto de 2019. Ela também foi twittada pelo jornal estatal People Daily.

O Yutu-2, o seguimento do primeiro veículo espacial Yutu e parte da missão Chang’e 4, fez a descoberta pela primeira vez em 25 de julho, oitavo dia da missão. Os planos foram adiados, para que os cientistas pudessem dar uma olhada melhor no material com os instrumentos do veículo espacial.

A estranheza foi notada pela primeira vez pelo membro da equipe da missão Yu Tianyi, enquanto ele verificava imagens da câmera principal do veículo espacial. Havia muitas pequenas crateras ao redor, mas uma delas parecia incomum, contendo algo com uma cor e brilho inesperados.

O material foi descrito como gel, mas deve-se notar que a aparência real ainda não é conhecida por certo ainda. Como outros observaram, é possível que isso seja uma tradução incorreta dos relatórios chineses.

Alguns cientistas planetários especularam que o que foi encontrado pode ser vidro derretido por impacto de uma queda de meteoro (e a substância está em uma cratera), ou talvez seja vidro vulcânico de uma antiga explosão vulcânica. Ambos foram encontrados antes na Lua, inclusive pelos astronautas da Apolo.

De acordo com Mahesh Anand, cientista planetário da Open University no Reino Unido, na Newsweek:

"O fato de ter sido observado associado a uma pequena cratera de impacto, esse achado pode ser extremamente emocionante, pois indicaria que um material muito diferente poderia estar escondido embaixo da superfície superior.
Isso assumiria um significado ainda maior se esse material tivesse interação com o gelo-água (como a possibilidade da existência de gelo-água nos poucos metros superiores da região polar lunar sul é prevista com base em um conjunto de dados de sensoriamento remoto recente)."

Como Walter Freeman, físico da Universidade de Syracuse, também observou:

"Temos muitos processos na Terra que causam geologia interessante: a ação da água, vento e vulcanismo. Mas a Lua não tem nada disso, então os impactos dos meteoritos são a principal coisa que reformula sua superfície. 
Há um pouco de precedente para isso na Terra: no local onde a primeira bomba nuclear foi testada no Novo México, existe um mineral vítreo chamado ‘trinitita’ formado a partir do calor da explosão. O mesmo acontece com os impactos de meteoritos aqui."


No artigo do Our Space, o material foi descrito como sendo significativamente diferente do solo lunar ao redor em formato e cor, mas não especificamente como. Tanto o material quanto a própria cratera foram examinados com o instrumento Espectrômetro Visível e Infravermelho Próximo (VNIS) do jipe-sonda, que detecta luz dispersa ou refletida, para revelar sua composição.

Conforme relatado anteriormente, o VNIS também detectou material originário do manto lunar, no regolito da cratera Von Kármán. Essa descoberta foi anunciada em maio passado.

Esse novo material é igual ou semelhante ao encontrado na cratera Von Kármán? Ainda não sabemos e ainda há pouca informação para continuar. Seria estranho se realmente fosse do tipo gel, mas, no momento, a maioria dos outros cientistas pensa que provavelmente é mais como vidro fundido por impacto ou vidro vulcânico.

Ainda não sabemos a cor específica, além de ser ‘incomum’. Também poderia ser semelhante ao que os astronautas da Apolo 17 encontraram em 1972? Eles descobriram solo de cor laranja perto do local de pouso de Taurus-Littrow, criado durante uma erupção vulcânica há 3,64 bilhões de anos.

Até o momento, não foram divulgadas fotos ou resultados de análises do próprio gel, portanto, teremos que aguardar mais informações. O veículo espacial Yutu-2 agora continuará sua jornada a oeste do local de pouso. O que mais ele poderá encontrar?

O Yutu-2 foi lançado em dezembro de 2018 na sonda Chan’e 4, pousando na Bacia de Aitken, perto do pólo sul da lua, em janeiro, e é o primeiro veículo espacial a explorar o lado oculto do nosso vizinho celeste mais próximo.

Como Zou Yongliao, da Academia Chinesa de Ciências, disse à Xinhua:

"O lado oculto da Lua tem características únicas nunca antes exploradas no local. A exploração desta terra virgem pela Chang’e-4 pode trazer descobertas inovadoras."

Por enquanto, a descoberta do ‘gel da Lua’ permanece um mistério, mas fique atento para mais atualizações quando mais informações estiverem disponíveis.

Conclusão: o veículo espacial chinês Yutu-2 descobriu um material incomum tipo “gel” no lado mais distante da Lua, de acordo com fontes estatais. Mas os detalhes estão limitados agora sobre o que realmente pode ser.


Flash Verde na Via Láctea Choca Cientistas


Um flash verde diferente de uma fonte misteriosa no centro de uma galáxia distante foi visto por cientistas usando o satélite NuSTAR da NASA. Observações posteriores revelaram que o flash desapareceu dentro de duas semanas, deixando os cientistas refletir sobre o que poderia ter causado isso.

Pesquisadores liderados por Hannah Earnshaw, da Caltech, notaram uma mancha verde nas observações retornadas pelo NuSTAR – uma missão em que um dos objetivos é estudar a supernova. Essas explosões estelares produzem tanta luz que podem, em alguns momentos, ofuscar as galáxias. A imagem de satélite, que mostra a ‘Galáxia do Fireworks’ NGC 6946, normalmente mostra a supernova como manchas verdes e azuis, com uma atualmente aparecendo no canto superior direito da imagem fornecida.

Essa imagem, no entanto, também mostrou outra coisa. Na parte inferior da imagem havia outro ponto verde que não estava presente na primeira observação 10 dias antes. As observações de acompanhamento com o Observatório de Raios-X Chandra mostraram que a fonte havia desaparecido. Desde então, a equipe nomeou o flash ULX-4 (raio X ultraluminoso), pois é o quarto ULX desta galáxia até agora identificado.

“Dez dias são um período muito curto para que um objeto tão brilhante apareça”, disse Earnshaw em comunicado. “Normalmente, com o NuSTAR, observamos mudanças mais graduais ao longo do tempo, e muitas vezes não observamos uma fonte várias vezes em rápida sucessão. Nesse caso, tivemos a sorte de perceber uma mudança de fonte com extrema rapidez, o que é muito emocionante”.


domingo, 14 de julho de 2019

Japão Pousa Sonda em um Asteroide


O Japão pousou com sucesso sua sonda Hayabusa-2 no asteroide Ryugu na última quarta-feira (10).
A missão da JAXA (a agência espacial japonesa) começou há muito tempo, em dezembro de 2014. A sonda chegou à Ryugu, um asteroide primitivo a 211 milhões de quilômetros de nós, em junho de 2018. Desde então, coletou algumas amostras superficiais e fez diversas fotos da rocha espacial.

Em uma preparação para o pouso de quarta-feira, os cientistas da JAXA “explodiram” o asteroide em abril, a fim de soltar pedras antes enterradas sob sua superfície. A ideia era coletar material que ainda não havia sofrido com exposição a elementos do espaço.

Se tudo correr bem, a Hayabusa-2 começará sua jornada de 9 milhões de quilômetros de volta à Terra no final deste ano, tornando-se a primeira sonda a trazer para o nosso planeta amostras de um asteroide.


A NASA lançou sua sonda OSIRIS-REx em uma missão semelhante ao asteroide Bennu ano passado, mas ela só deve retornar com materiais coletados para a Terra em 2023.


Novas fotos

A Hayabusa-2 fez fotos incríveis enquanto pousava e deixava a superfície do asteroide.


“Estas imagens foram tiradas antes e depois do pouso pela pequena câmera CAM-H. A primeira é 4 segundos antes da aterragem, a segunda é na aterragem e a terceira é 4 segundos após a aterragem. Na terceira imagem, você pode veja a quantidade de rochas que se elevam”, escreveu a JAXA na rede social Twitter.


Asteroides e a vida na Terra

Alguns asteroides são tão antigos que datam do início do nosso sistema solar, ou seja, 4,5 bilhões de anos atrás, quando materiais residuais da formação de planetas se tornaram pedaços de rocha espacial vagando pelo espaço.

Por esse motivo, asteroides podem servir como “cápsulas do tempo” para a ciência: seus elementos e histórias podem revelar mais sobre a própria história do sistema solar.


O Ryugu é um asteroide do tipo C, o mais comum do sistema solar – cerca de três quartos dos nossos asteroides são deste tipo. Tais rochas são ricas em moléculas orgânicas de carbono, água e possivelmente aminoácidos.

Uma das teorias sobre o desenvolvimento da vida na Terra envolve a possibilidade de asteroides terem trazido aminoácidos para o planeta. Neste sentido, as missões em Bennu e Ryugu poderiam nos ajudar a compreender melhor as origens da vida, dependendo dos materiais orgânicos que as amostras contiverem.


terça-feira, 21 de maio de 2019

As Ondulações no Espaço-Tempo Criadas por Buracos de Minhoca Nos Levam a Outros Universos

Em junho de 2018, uma equipe de físicos explorou a possibilidade de que os buracos negros que ‘observamos’ na natureza não são nada disso, mas sim algum tipo de objetos compactos exóticos (de sigla em inglês, ECOs) que não têm um horizonte de eventos.


As colaborações científicas LIGO e Virgo detectaram as ondas gravitacionais das fusões de dois buracos negros, inaugurando uma nova era no estudo do cosmos. Mas e se essas ondulações no espaço-tempo fossem produzidas por buracos de minhoca que podem ser percorridos para acessar outro universo?

Pablo Bueno, da KU Leuven University (Bélgica), disse:

Os buracos de minhoca não têm um horizonte de eventos, mas atuam como um atalho espaço-temporal que pode ser atravessado; uma espécie de garganta muito longa que nos leva a outro universo.

A confirmação de ecos nos sinais LIGO ou Virgem seria uma prova praticamente irrefutável de que buracos negros astrofísicos não existem. O tempo dirá se esses ecos existem ou não. Se o resultado for positivo, seria uma das maiores descobertas da história da física.

Os cientistas deduziram a existência de buracos negros a partir de uma infinidade de experimentos, modelos teóricos e observações indiretas, como as recentes detecções do LIGO, que se acredita terem origem na colisão de dois desses monstros gravitacionais escuros.

Mas há um problema com os buracos negros – eles apresentam uma borda, chamada de horizonte de eventos, da qual nada pode escapar. Isso está em conflito com a mecânica quântica, cujos postulados garantem que a informação seja sempre preservada, não perdida.

Os pesquisadores espanhóis Pablo Bueno e Pablo A. Cano, da KU Leuven University (Bélgica), explicam:

A parte final do sinal gravitacional detectado por esses dois detectores – o que é conhecido como 'ringdown’ – corresponde ao último estágio da colisão de dois buracos negros, e tem a propriedade de se extinguir completamente após um curto período de tempo, devido à presença do horizonte de eventos.

No entanto, se não houvesse horizonte, essas oscilações não desapareceriam completamente; em vez disso, depois de um certo tempo, eles produziriam uma série de ‘ecos’, semelhante ao que acontece com o som em um poço. Curiosamente, se em vez de buracos negros, tivéssemos um ECO, o ‘ringdown‘ poderia ser similar, então precisamos determinar a presença ou ausência dos ecos para distinguir os dois tipos de objetos.

Esta possibilidade tem sido explorada teoricamente por vários grupos e tentativas de análises experimentais usando os dados originais do LIGO já foram realizadas, mas o veredicto é inconclusivo.

A equipe da Universidade KU Leuven, na qual o professor Thomas Hertog também participou, apresentou um modelo que prevê como as ondas gravitacionais causadas pela colisão de dois buracos de minhoca rotativos seriam detectadas.

Os sinais de ondas gravitacionais observados até agora são completamente extintos após alguns instantes, como consequência da presença do horizonte de eventos. Mas se isso não existisse, essas oscilações não desapareceriam completamente; em vez disso, depois de algum tempo, haveria ecos no sinal, que podem ter passado despercebidos até agora devido à falta de modelos ou referências teóricas com as quais comparar.

Segundo o estudo, publicado pela Physical Review D, os gráficos obtidos com o novo modelo não diferem muito dos registrados até o momento, exceto pelos ecos, que funcionam como um claro elemento diferenciador.


Algo ou Algum Enorme Objeto Perfurou nossa Galáxia

Um Enorme objeto perfurou nossa galáxia, mas não podemos vê-lo pois pode ser feito de matéria escura. No entanto, seus efeitos acabaram de ser detectados.

Imagem meramente ilustrativa

Ana Bonaca, pesquisador da Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, que descobriu evidências de um objeto escuro que, literalmente, desapareceu com uma faixa de estrelas no céu, disse que “foi como uma bala densa”.

Bonaca apresentou seus resultados em 15 de maio, na conferência da Sociedade Americana de Física, descrevendo o fenômeno como uma série de buracos no maior fluxo estelar da Via Láctea, GD-1. As correntes são linhas de estrelas que se movem juntas dentro de uma galáxia, muitas vezes originando pequenas massas de estrelas que colidiram com a galáxia em questão.

 As estrelas em GD-1, remanescentes de um aglomerado globular que mergulhou em nossa galáxia há muito tempo, se estendem para o céu. E sob condições normais, pareceriam uma linha simples esticada pela gravidade de nossa galáxia; além disso, teria uma única interrupção ou cavidade no ponto em que o aglomerado globular original estava antes das estrelas se precipitarem em duas direções.

Mas Bonaca mostrou que GD-1 tem uma segunda abertura. E essa lacuna tem uma margem irregular – uma região que Bonaca chamou de ‘esporão’ de GD-1 – como se algo enorme tivesse mergulhado na corrente há não muito tempo atrás, arrastando estrelas em sua esteira com sua enorme gravidade.

Esta imagem da apresentação de Bonaca mostra o mapa mais detalhado de GD-1, revelando a aparente segunda lacuna e esporão (Spur). Crédito: Ana Bonaca / GAIA

A descoberta foi possível graças aos dados fornecidos pela missão Gaia, um programa da Agência Espacial Européia para mapear bilhões de estrelas em nossa galáxia e seus movimentos pelo céu.

Bonaca informou:

Não podemos relacionar este ‘impactador’ a nenhum objeto luminoso que observamos antes. 
É muito mais massivo que uma estrela, algo com um milhão de vezes a massa do Sol. Não há estrelas que tenham essa massa, então podemos descartar essa possibilidade. Se fosse um buraco negro, seria um supermassivo, do tipo que podemos encontrar no centro da nossa própria galáxia. 
Não é impossível que haja um segundo buraco negro supermassivo na Via Láctea, mas nós esperamos ver algum sinal dele, como brilho ou radiação de seu disco de acreção. Além disso, a maioria das grandes galáxias tem apenas um buraco negro no centro.

Sem a presença de objetos gigantes, brilhantes e visíveis saindo de GD-1, e sem evidência de um segundo buraco negro supermassivo oculto em nossa galáxia, a única opção óbvia que resta é um grande aglomerado de matéria escura. Isso não significa que o objeto é definitivamente, 100%, absolutamente feito de matéria escura, disse Bonaca.

Ela acrescentou:

Pode ser que seja um objeto luminoso que foi para algum lugar e está escondido em algum lugar da galáxia’, acrescentou.

Mas isso parece improvável, em parte devido à grande escala do objeto.

A possibilidade de que esta seja a descoberta de um verdadeiro objeto de matéria escura é muito tentadora. Uma esfera densa de algo não visto em parte da Via Láctea ofereceria aos físicos uma nova evidência de que a matéria escura é real e que é ‘irregular’ como a maioria das teorias prevê.


quinta-feira, 18 de abril de 2019

Com Prisão de Assange, Wikileaks Expõe Base Lunar Secreta dos EUA


A prisão de Assange é escandalosa em vários aspectos, e um deles é o esforço dos governos, e não é só do governo dos EUA… Os esforços para silenciar um jornalista que estava produzindo materiais que as pessoas no poder não queriam que a multidão conhecesse… Isso é basicamente o que aconteceu. O Wikileaks estava produzindo coisas que as pessoas deveriam saber sobre quem está no poder, as pessoas no poder não gostam disso. Portanto, temos que silenciá-lo. – Noam Chomsky

A ideia de que algo estranho possa estar acontecendo na Lua não é de todo improvável. Na verdade, considerando todas as informações que estão disponíveis no domínio público sobre o assunto, é difícil ver como isso não seja fato. Vamos chegar a algumas dessas informações mais adiante neste artigo; mas primeiro, vamos chamar nossa atenção para um estranho documento do Wikileaks intitulado “Report That UR Destroyed Secret US Moon Base” (Relatório Que a UR Destruiu Base Lunar Secreta dos EUA).

Infelizmente, o documento não é um documento eletrônico, portanto, o acesso ao seu conteúdo completo não está disponível online. Para qualquer pessoa realmente interessada em ler a coisa toda, uma solicitação através do Ato de Liberdade de Informação (FOIA) pode ser uma opção.

Sem especular aqui, podemos concluir que seja um relatório sobre possíveis guerras espaciais que estão ocorrendo no mundo secreto. O título do documento, por si só, não apenas expõe a realidade dessas supostas guerras, mas também a possibilidade de uma “base lunar secreta” pertencente aos Estados Unidos que aparentemente estava em operação até ser destruída pela “UR”. (União Soviética)

Você pode ver o arquivo do Wikileaks clicando aqui.


Então, que outras informações existem, além deste documento, mostrando que algo estranho está acontecendo na Lua? Há muita informação, por isso é difícil saber por onde começar.

Primeiro de tudo, a ideia de bases na Lua tem sido uma discussão aberta dentro do governo há muito tempo, embora a informação não seja fácil de encontrar, mas está definitivamente lá fora. Um documento do próprio escritório de publicação do governo é um ótimo exemplo. Isso mostra claramente que um dos objetivos do governo dos Estados Unidos é construir uma base na Lua, e isso foi em 1966. (fonte)

Uma parte do documento faz referência aos presidentes Kennedy e Johnson, em uma declaração da HON. George P. Miller:


Também acredito que podemos e alcançaremos a meta estabelecida pelos presidentes Kennedy e Johnson: um pouso tripulado na Lua antes de 1970. Minha própria confiança em nossa ciência e tecnologia em rápida evolução é tal que consigo visualizar muitas realizações mais dramáticas pela frente, embora eu não fixarei nenhuma data para elas. 1. A exploração da superfície lunar e possivelmente o estabelecimento de uma ou mais bases permanentes por lá.

Além disso, documentos de décadas foram desclassificados discutindo este tópico, mostrando quão sérios e possíveis foram os avanços com essas intenções.

Dê uma olhada na foto do documento abaixo, tirada da sala de leitura eletrônica da CIA, na forma de um memorando que foi endereçado ao diretor da CIA a respeito de ‘Pensamento Militar (Top Secret)’ pelo Tenente-General (patente dos EUA) Korenevskiy.


O documento acima realmente entra em detalhes sobre a importância de se armar o espaço. Isso traz à mente outro documento do Wikileaks, na forma de um e-mail que foi enviado ao político John Podesta pelo Dr. Edgar Mitchell, astronauta da Apollo 14 e Dra. Carol Rosin. Ele diz o seguinte:


Prezado John,

Devido ao fato da corrida Guerra Espacial estar esquentando, achei que você deveria estar ciente de vários fatores, já que você e eu agendamos nossa conversa no Skype. Lembre-se, nossa ETI (Inteligência Extraterrestre) não-violenta do universo contíguo está nos ajudando a trazer energia de ponto zero para a Terra. Eles não vão tolerar nenhuma forma de violência militar na Terra ou no espaço. A seguinte informação em itálico foi compartilhada comigo por minha colega Carol Rosin, que trabalhou de perto por vários anos com Wernher von Braun antes de sua morte. Carol e eu trabalhamos no Tratado sobre a Prevenção da Colocação de Armas no Espaço Exterior, anexado para sua conveniência.



Um relatório desclassificado pelo Centro de Armas Nucleares da Força Aérea, de junho de 1959, mostra o quão seriamente eles consideraram um plano chamado Projeto A119. Em geral, eles queriam investigar a capacidade das armas no espaço, bem como obter mais informações sobre o ambiente espacial e a detonação de dispositivos nucleares dentro dele.

Interessante, para dizer o mínimo, mas é importante reconhecer a intenção por detrás da carta, que é o reconhecimento que os humanos levaram e continuarão a levar seus caminhos destrutivos para o espaço, armando-o ou tentando instrumentalizá-lo.

Com toda essa documentação, também é interessante analisar testemunhos de fontes confiáveis.

Na década de 1950, o Coronel Ross Dedrickson era responsável por manter o inventário do estoque de armas nucleares para a AEC e por acompanhar as equipes de segurança que testavam a segurança das armas, entre muitas outras tarefas. Quando se trata de armamento espacial, que é claramente delineado em vários documentos ligados acima, isso é o que ele tinha a dizer:


Eu também aprendi sobre incidentes envolvendo armas nucleares, e entre esses incidentes havia um par de armas nucleares enviadas para o espaço que foram destruídas pelos extraterrestres … No final dos anos 70 e início dos anos 80, tentamos colocar uma arma nuclear no Lua e explodi-la para medições científicas e outras coisas, o que não era aceitável para os extraterrestres. Eles destruíram a arma antes de chegar à Lua.

Dedrickson é um dos centenas de denunciantes com históricos verificados, credíveis e impressionantes, os quais falaram sobre uma presença extraterrestre. Na mesma entrevista, ele afirmou que:


Uma nave espacial foi para o resgate da Apolo 13, e eles acompanharam a Apolo 13 em sua viagem ao redor da Lua e de volta à Terra. E em duas ocasiões eles pensaram que poderiam ter de transferir a tripulação para a espaçonave, mas os viram em segurança de volta à Terra.



Isso pode explicar porque vários astronautas também têm sido bastante francos sobre uma presença extraterrestre, como Edgar Mitchell, Brian O’Leary, Story Musgrave, Gordon Cooper e muitos outros.

Existe também outro documento de 1965 sobre a CIA vigiando os planos espaciais soviéticos, que pode ser lido (em inglês) aqui.

Tenha em mente, isso foi há mais de 50 anos.

Abaixo está uma citação interessante de Carl Sagan:


Não está fora de questão que os artefatos dessas visitas ainda existam, ou mesmo que algum tipo de base seja mantida (possivelmente automaticamente) dentro do sistema solar para fornecer continuidade para expedições sucessivas. Por causa do intemperismo e da possibilidade de detecção e interferência pelos habitantes da Terra, seria preferível não erguer tal base na superfície da Terra. A Lua parece uma alternativa razoável. O iminente reconhecimento fotográfico de alta resolução da Lua a partir de veículos espaciais – particularmente do lado de trás – pode ter essas possibilidades em mente. (fonte)

O livro de George Leonard de 1976, Somebody Else is on the Moon (Alguém Mais Está na Lua), e o livro de Fred Steckling de 1981, We Discovered Alien Bases on The Moon(Descobrimos as Bases Alienígenas na Lua), também vêm à mente quando se discute esse assunto.

Membros da Sociedade para Pesquisa Planetária SETI (SPSR) publicaram em 2017 um artigo no Journal of Space Exploration sobre certas características do outro lado da Lua que aparecem na cratera Paracelsus C. Intitulada “Image Analysis of Unusual Structures on the Far Side of the Moon in the Crater Paracelsus C” (Análise de Imagem de Estruturas Incomuns no Lado Distante da Lua na Cratera Paracelsus C), argumenta que essas características podem ser de origem artificial.

O estudo apresenta um grande ponto quando se trata da hipótese extraterrestre:


Um estabelecimento científico decididamente conservador geralmente rejeita anomalias baseadas apenas no assunto, ou seja, não pode haver artefatos alienígenas na Lua, porque não há artefatos alienígenas na Lua (ou em outros planetas). Tal visão é um exemplo de raciocínio circular, baseado na crença de que extraterrestres não existem, ou se existem, que eles não poderiam ter viajado até o nosso sistema solar.



A verdade é que, como citada pelo Dr. Brian O’Leary, ex-astronauta da NASA e professor de física de Princeton (fonte):


…há evidências abundantes de que estamos sendo contatados, que as civilizações nos visitam há muito tempo.

Quando se trata da Lua, bases feitas pelo homem podem não ser as únicas ali.

No que diz respeito às nossas próprias bases, Karl Wolfe, que era um técnico de fotografia eletrônica de precisão na Base Aérea de Langley, tornou-se conhecido quando prestou seu testemunho no National Press Club em Washington, DC como parte do Disclosure Project do Dr. Steven Greer. projeto. (fonte)

O testemunho de Wolfe revelou que ele foi levado para uma sala escura onde imagens da sonda Lunar Orbiter da NASA estavam sendo desenvolvidas e unidas em imagens compostas chamadas de ‘mosaicos’.

Ele disse:


Eles estavam trabalhando em tiras de filme de 35 mm na época, que foram então montadas em mosaicos de 18 ½ x 11. Essas faixas eram de passagens sucessivas ao redor da Lua e elas construíam uma fotografia.

Caminhamos para um lado do laboratório e ele disse: “A propósito, descobrimos uma base na parte de trás da Lua.”

O Dr. John Brandenburg, vice-gerente da Missão Clementine à Lua, que fazia parte de um projeto espacial conjunto entre a Organização de Defesa de Mísseis Balísticos (BMDO) e a NASA, também fez algumas revelações fascinantes. A missão descobriu a água nos pólos da Lua em 1994. Mas, de acordo com o Dr. Brandenburg, a Missão Clementine tinha uma agenda paralela:


A Missão Clementine era uma missão de reconhecimento por fotos, basicamente para verificar se alguém estava construindo bases na Lua que não conhecíamos. Eles estavam expandindo-as? … De todas as fotos que vi da Lua que mostram possíveis estruturas, a mais impressionante é a imagem de uma estrutura retilínea linear de quilômetros de largura. Isso parecia inconfundivelmente artificial e não deveria estar lá. Como alguém na comunidade de defesa espacial, eu vejo essa estrutura na Lua com grande preocupação, porque ela não é nossa, não é possível que tenhamos construído uma coisa dessas. Isso significa que alguém está lá em cima.

(Citação do documentário , “Aliens on the Moon.”)


NOTA DO OVNIHOJE: Começando pelo documento publicado pelo site Wikileaks, temos aqui várias indicações de que há mesmo algum tipo de atividade na superfície da Lua, se formos confiar nas pessoas de peso que fizeram essas declarações.

Sempre me pergunto: se os astronautas tiveram mesmo na Lua, iniciando no final da década de 60, por que pararam de ir na década de 70, se os recursos e a posição estratégica que o nosso satélite natural oferece é imprescindível para o desenvolvimento acelerado da raça humana?

A desculpa dada pela NASA é o custo elevado. Mas o que dizer dos trilhões de dólares que desapareceram do orçamento do Pentágono, e que ninguém consegue fazer uma auditoria?

Recentemente, a sonda israelense Beresheet, que foi enviada à Lua, não obteve sucesso no seu pouso e se espatifou na superfície lunar. No final do artigo que publiquei aqui no OH, o qual insinuava algum tipo de intervenção externa para sabotar o pouso, escrevi que o que eu achava que realmente havia ocorrido foi uma falha devido à falta de experiência da esquipe israelense. Mas, se formos mesmo considerar friamente tudo que foi apresentado no artigo acima, não se pode deixar de ter uma “pequena pulga atrás da orelha”, não é mesmo?


domingo, 7 de outubro de 2018

As Serpentes do Céu - [VÍDEO]

(Peter Maxwell Slattery) No dia 26 de setembro de 2018, foi isso que filmei pouco antes da hora do almoço no ECETI Ranch, perto de Trout Lake Washington, nos EUA

Filmei coisas semelhantes na Austrália, mas isso foi diferente. O povo do México, ao longo dos anos, tem visto e filmado coisas semelhantes, principalmente dando-lhes o nome “EBANI” (significa Entidade Biológica Anômala Não Identificada).

As pessoas do mundo inteiro estão vendo-as, como meu ótimo amigo Antonio Urzi, que tem algumas das melhores filmagens até hoje, junto com cenas incríveis de Discos Voadores como eu.

Alguns dizem que esses EBANIs são balões, mas quando você os vê, eles atiram objetos, agem de maneira inteligente, desaparecem, crescem em tamanho e pulsam. É algo que você precisa ver para acreditar. Com isso dito, o que eu filmei no rancho foi diferente em comparação com a maioria das coisas que filmei e experimentei, e é semelhante, mas ainda diferente dos EBANIs.

Primeiramente, é preciso dizer que o que filmei estava pelo menos 4,5 km de altura, 5 testemunhas estavam presentes (James Gilliland, Cathy, Phil, Alex e eu), e todos concordam que isso não era uma teia de aranha. Além disso, essa coisa tinha que ter pelo menos 10 metros de comprimento, na minha opinião.


Visão Remota com John Vivanco

Para adicionar a isso, o conhecido Observador Remoto John Vivanco nos impressionou a “ver remotamente” o objeto (Visão Remota é a prática de buscar impressões sobre um alvo distante ou invisível, supostamente usando percepção extra-sensorial (PES) ou ‘sentindo’ com a mente) e chegou à conclusão a partir dos resultados de que esta era uma estrutura senciente, um ser biológico voando no céu, e que existem essas bolas ou coisas semelhantes a orbs (globos) nessa estrutura. Ele também disse, a partir dos dados, que este ser está se replicando várias vezes e que essas coisas dentro da estrutura são semelhantes a casulos, e vivas, e na sua opinião, não é uma teia de aranha.

Então veja o vídeo você mesmo, e chegue à sua própria conclusão:


Sobre o Autor:

Peter Maxwell Slattery é um autor best-seller internacional e é conhecido como um experimentador de contato ET. Suas experiências começaram em tenra idade e continuam até hoje com centenas de testemunhas de eventos, e ele tem uma enorme quantidade de evidências fotográficas e de vídeo de OVNIs, seres e aparições do outro mundo, além de vestígios físicos.

Suas experiências com extraterrestres o levaram a ajudar as pessoas e os grupos a fazerem contato extraterrestre, juntamente com a cura, aproveitando suas próprias habilidades. Ele também é co-fundador da ECETI (Austrália), com o objetivo de educar o público sobre a realidade do ET.

Pete apareceu em “Prime News” e “Sunrise” do Channel 7, entre muitas outras aparições na TV internacionalmente, e tornou-se notícia mundial, esteve em vários documentários, em programas de rádio convencionais e em revistas. Ele também é um artista de rap com o nome de P-max, e fez 8 documentários sobre o assunto ET até hoje.

Hoje ele continua a abrir o mundo para a realidade maior de que ‘Não estamos sozinhos’.

Você pode encontrar Pete em seu site, ECETI Austrália, ou  P-Max Music.

Fonte1
Fonte2

A Galáxia com 40 Bilhões de Terras

Para cientistas, o Kepler-186f foi apenas o primeiro planeta parecido com a Terra a ser descoberto na Via Láctea. O avanço da ciência espacial sugere que a pergunta que há milênios nos intriga — estamos sozinhos no universo? — tem resposta: Não


Na Via Láctea não há apenas uma Terra. Há 40 bilhões delas. O Kepler-186f, planeta fora do Sistema Solar muito semelhante ao nosso, descoberto no último dia 17, provavelmente será conhecido como o primeiro dessa espécie. Em um futuro próximo, contudo, muitos planetas assim, parecidos com a Terra, serão revelados pelos astrônomos.

Com dimensões muito próximas às do mundo onde vivemos, o Kepler-186f deve ser rochoso e composto também de ferro, água e gelo, segundo cientistas. Isso significa que sua atmosfera também deve ser parecida com a nossa. Ele orbita a zona habitável de uma estrela anã – ou seja, uma faixa nem muito próxima e nem muito distante de sua fonte de calor e luminosidade, o que faz com que suas temperaturas não sejam extremas. Essa é uma das características que mais empolgou a comunidade científica: o planeta tem grandes chances de ter água na forma líquida, uma das condições fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.

“Essa descoberta mostra que realmente existem planetas do tamanho do nosso em zonas habitáveis”, afirma a astrofísica Elisa Quintana, principal pesquisadora da Nasa responsável pela revelação do Kepler-186f. “Estamos percebendo que há muitos como ele e, por isso, as chances de existir vida em outros planetas é muito alta.”

Até 2010 ainda não havia confirmações de que outros lugares no espaço poderiam reunir as mínimas condições propícias à vida – água na forma líquida, energia e algum dos seis elementos fundamentais para a existência (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre). No entanto, com o lançamento de missões como a Kepler, há cinco anos, e o avanço de telescópios capazes de visualizar e enxergar não só partes longínquas do cosmo, mas também pequenos planetas (do tamanho da Terra ou menores que ela), os cientistas estão percebendo que, sim, há bilhões de planetas que exibem as mesmas características do nosso. E deles, o Kepler-186f é o mais semelhante à Terra até agora. Então por que, entre inúmeras possibilidades, seríamos os únicos privilegiados com a vida?

Para a Nasa, vida é oficialmente definida como “um sistema químico auto-sustentado, capaz de sofrer evolução Darwiniana”. Não significa dizer que há animais ou civilizações como as criadas pelo homem em planetas afastados. Mesmo organismos muito simples, como vírus ou colônias de bactérias, significam vida para a Nasa e para as quase 150 missões em todo o mundo que buscam planetas fora do Sistema Solar. Em conjunto, eles tentam responder à questão que inquieta astrônomos desde a Antiguidade: estamos sozinhos no universo? Ainda não chegou a confirmação categórica de que existe vida fora da Terra. Mas o conjunto de evidências, que agora ganhou reforço com a existência do Kepler-186f, indica que a resposta está cada vez mais próxima. E talvez a pergunta a ser respondida nos próximos anos seja outra: que tipo de vida nos cerca?

A descoberta de mundos – A divulgação do novo planeta mereceu a atenção de todo o mundo porque era aguardada desde a metade do século XX pelos cientistas. Foi nessa época, com o lançamento de telescópios como o Hubble, que os cientistas puderam, finalmente, ter imagens nítidas do cosmo. Com elas, perceberam que vivemos em um universo muito mais rico e cheio de planetas do que antes se imaginava. As novas informações indicaram a possibilidade da existência de diversos sistemas estelares, ou seja, que outras estrelas, além do Sol, têm planetas orbitando ao seu redor. A confirmação dessa hipótese, entretanto, só veio em 1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra, na Suíça, identificaram um planeta feito de gás, como Júpiter, em volta de uma estrela, a 51 Pegasi. Assim, faz menos de 20 anos que sabemos que outros sistemas solares, como o nosso, podem povoar o universo.

“Nossa galáxia tem cerca de 300 bilhões de estrelas e estamos rapidamente confirmando a noção de que todas têm planetas rochosos ao seu redor”, afirma o astrofísico Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, coautor da pesquisa que descreveu o Kepler-186f. “Resultados da missão Kepler têm nos mostrado que, quanto menor o planeta, mais comum é sua existência. Assim, parece-nos que planetas rochosos são muito frequentes. Ainda precisamos saber quantos deles estão em zonas habitáveis, mas as primeiras estimativas já mostram que o número também deve ser incrivelmente alto.”

A última conta feita pelos cientistas, publicada em novembro de 2013 na revista Pnas, mostra que uma em cada cinco estrelas como o Sol tem pelo menos um planeta do tamanho da Terra em sua zona habitável. Isso significa que só na Via Láctea podem existir 11 bilhões de planetas como o nosso. Se na conta entrarem os planetas ao redor de estrelas anãs, o número sobre para 40 bilhões. De acordo com os autores do estudo – entre eles Geoffrey Marcy, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, um dos “caçadores de planetas” mais bem-sucedidos da astronomia moderna – o mais próximo pode estar a 12 anos-luz de distância (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros).

Ou seja, os astrônomos imaginavam que planetas como o Kepler-186f existiam aos bilhões, mas ainda não tinham visto nenhum. A cerca de 500 anos-luz do Sol, o novo planeta orbita uma estrela anã, o tipo mais comum em nossa galáxia – elas são mais de 70% das centenas de bilhões de estrelas.

“Há pelo menos um século tínhamos ideias sobre os planetas fora do sistema solar e há mais de cinquenta anos desenvolvemos o conceito de zona habitável. Ainda não contávamos, no entanto, com telescópios potentes para fazer os experimentos e ter as confirmações que precisávamos sobre eles. Agora finalmente possuímos essa tecnologia”, afirma Kane. “Nos próximos anos, muitas descobertas devem ser feitas. Só nos dados da missão Kepler há várias, aguardando para serem reveladas.”

Missões do futuro – A sonda Kepler, que forneceu os dados para a revelação do novo planeta, foi a grande alavanca para a explosão de novos planetas encontrados pelos cientistas nos últimos anos. Lançada em março 2009 pela agência espacial americana, ela tinha o objetivo principal de procurar planetas parecidos com o nosso, durante quatro anos. Seu telescópio e um sistema de imagens em alta definição são capazes de identificar mesmo planetas considerados pequenos, como a Terra. Em relação ao Hubble, a Kepler tem duas vantagens: capta mais estrelas em detalhes e faz imagens mais nítidas por possuir um filtro que diminui as interferências luminosas e detecta diferentes cores.

Até agora, a maior parte dos planetas revelados por ela tem um tamanho intermediário entre a Terra e Netuno, quatro vezes maior que a Terra. A análise das informações dos três primeiros anos da missão já identificou 3 845 possíveis candidatos a planetas. Desses, 962 foram confirmados.

Como outras missões de busca, a Kepler tem mais facilidade em identificar grandes planetas. Eles são mais visíveis e facilmente monitorados pelos telescópios em regiões longínquas do cosmo. Por isso, grande parte das descobertas são de super-Terras, planetas mais pesados e maiores que Terra, ou gigantes gasosos, bolas de gás como Júpiter, planeta de hidrogênio com massa equivalente à de 317 terras. Lugares assim, no entanto, exibem condições menos propícias à vida – os gigantes gasosos costumam ter uma atmosfera maciça, causando uma grande pressão que praticamente inviabiliza a existência de seres complexos, enquanto as super-Terras têm menor probabilidade de reunir as condições atmosféricas necessárias para garantir a presença de vida.

Por isso, programas espaciais em todo o mundo investem maciçamente em telescópios potentes, capazes de captar planetas menores. Dados e imagens ainda mais precisos que os da missão Kepler – que encerrou a primeira fase de seu programa em 2013 e, no início da segunda fase, chamada K2, teve um problema com o sistema que “mira” o telescópio, mas continua em atividade – virão de programas como aquele que será lançado pela Nasa em 2017, com uma nova geração de telescópios. Nessa data, irá para o espaço o Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess) e o telescópio James Webb, substituto do Hubble. O Tess vai monitorar planetas ao redor de estrelas anãs, enquanto o James Webb pretende examinar a atmosfera desses planetas e procurar substâncias que só poderiam ser geradas por organismos vivos, como os seis elementos essenciais à vida (carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre).

Possibilidade de vida – Quanto mais planetas são descobertos, maior é a probabilidade de achar planetas semelhantes ao nosso e, assim, os astrônomos acreditam que aumente também as chances de encontrar vida em outros lugares do universo. A definição de vida, porém, é algo complexo, que está longe de ser consenso entre os cientistas. O estudo da vida terráquea – o único tipo conhecido até hoje – mostrou que, apesar da grande biodiversidade terrestre, todos os seres são similares: são feitos de células ou, como os vírus, dependem delas; usam ácidos nucleicos como o DNA para armazenar e transmitir informação genética; e possuem um metabolismo similar.

Mas não é impossível a existência de outros tipos de vida espalhados pelo universo. Afinal, mesmo a Terra guarda muitos organismos que ainda são enigmas para os cientistas. Em 2010, pesquisadores da Nasa encontraram uma bactéria em um lago da Califórnia, nos Estados Unidos, que se comporta como um ser extraterrestre: não usava nenhum dos seis elementos fundamentais à existência, mas sobrevivia a partir de arsênio, um elemento altamente tóxico.

“Sabemos que para surgir vida é necessária uma complexidade química mínima, ou seja, moléculas orgânicas e razoavelmente complexas, formadas a partir de elementos básicos. Mas sua origem pode exigir algumas condições especiais. Ainda estamos aprendendo como todos esses elementos se juntam para formar um sistema químico autossustentado, capaz de se reproduzir e evoluir”, explica Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo (USP).

Por isso, os cientistas ainda procuram corpos vivos no espaço de uma maneira “Terrocêntrica”, buscando as condições que proporcionaram o surgimento dos seres por aqui: presença de água líquida ou moléculas orgânicas complexas.

“Mesmo a vida que conhecemos tem uma flexibilidade imensa a diferentes situações. Não é impossível imaginar um universo com muitos planetas, alguns mais quentes, outros frios, porém todos com organismos capazes de lidar com essas condições. Talvez em muitos desses planetas que estamos descobrindo as condições sejam extremas demais para atingir a multicelularidade, ou chegar a uma civilização tecnológica como a nossa. Mas, ainda assim, isso mostraria que a Terra não é privilegiada em ter vida”, afirma o cientista.

Um cosmo próspero? – Quando se fala da existência de seres animados no espaço, normalmente os cientistas imaginam formas microscópicas, como as primeiras que provavelmente habitaram a Terra em sua origem.

“Se houver vida, como ela funciona? Podemos estar próximo a um momento de descobrir sistemas vivos completamente novos, novas biosferas para conhecer e explorar. É quase como se estivéssemos no papel do naturalista inglês Charles Darwin, em 1800, a bordo do navio Beagle explorando novas terras e toda a sua riqueza”, diz Galante.

Para a maior parte dos astrônomos envolvidos com a busca de planetas fora do Sistema Solar, é muito improvável que, em um universo tão cheio de constelações, planetas e sistemas estelares com condições próximas a nossa, a Terra seja o único lugar a ter desenvolvido organismos vivos. “Sabemos agora que planetas semelhantes à Terra são comuns na Via Láctea. Para nosso planeta ser o único com vida na galáxia, isso significa que a vida é algo incrivelmente raro – uma ocorrência em 40 bilhões. Mas, mesmo que a probabilidade seja apenas de 1 em 1 milhão de possibilidades, isso já significaria muita vida só nessa galáxia”, afirma o astrofísico Erik Petigura, pesquisador da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Se essas hipóteses forem confirmadas nos próximos anos pelos cientistas, esses alienígenas, que podem estar na iminência de serem encontrados, causariam uma grande revolução científica, semelhante à provocada pelo astrônomo Nicolau Copérnico, quando ele formulou, no século XVI, a teoria de que o Sol é o centro do Sistema Solar. Teríamos de aprender que somos apenas mais um planeta – e minúsculo – cercado de bilhões de outros com seres diferentes.

“Uma descoberta como essa teria impactos profundos. Até o momento, o conhecimento que temos parte da hipótese de que a Terra é o único lugar do cosmo onde a vida apareceu e evoluiu. Se for provado que a vida é uma consequência natural da formação de planetas nas zonas habitáveis, assim como foi provado que a formação de planetas é uma consequência natural da formação de estrelas, então isso significa que o universo é, literalmente, fértil em vida”, diz o astrofísico Stephen Kane. “O único desafio que permanecerá depois disso será descobrir como atravessar as vastas distância que nos separam desses outros seres.”

1. Kepler-425b


(NASA/JPL-Caltech/T. Pyle/Reprodução/Reprodução)

Anunciado pela Nasa em 23 de julho de 2015, o Kepler-425b está na zona habitável de uma estrela-anã do tipo G2, a mesma categoria do Sol. Com o diâmetro 60% maior que o da Terra e ao redor de uma fonte de luz com a mesma temperatura do Sol, ele tem grandes possibilidades de abrigar água líquida. Localizado na constelação Cygnus, a 1.400 anos-luz (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quliômetros), o planeta é, provavelmente, rochoso e dá uma volta ao redor de sua estrela em 385 dias, o que faz com que ele tenha um ano apenas 5% maior que o terrestre. A imagem acima é uma comparação feita pela agência espacial americana entre a Terra e o novo planeta.


2. Kepler-438b e Kepler-442b


(David A. Aguilar (CfA)/VEJA/VEJA)

Candidatos a explonetas mais parecidos com a Terra já descobertos, eles orbitam estrelas anãs vermelhas, menores e mais frias do que o Sol. Enquanto a órbita do primeiro é de 35 dias, o Kepler-442b completa uma órbita em sua estrela a cada 112 dias. 

Com diâmetro apenas 12% maior do que o do planeta azul, o Kepler-4386 tem 70% de chance de ser rochoso, afirmam os pesquisadores, enquanto o outro, cerca de 30% maior do que a Terra, tem 60%. 


3. Kepler-186f


(NASA Ames/SETI Institute/JPL-CalTech/VEJA/VEJA)

A 500 anos-luz da nossa galáxia (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros) e orbitando a zona habitável de uma estrela anã, esse é o único planeta a ter o mesmo tamanho da Terra. Com isso, os cientistas estimam que ele seja composto de rochas, ferro, água e gelo e tenha uma atmosfera parecida com a do mundo onde vivemos. Além disso, ele tem um movimento de rotação semelhante ao nosso, o que garante uma temperatura bem distribuída em todas as suas faces. Essa soma de características indica que ele pode ter água na forma líquida, um dos fatores fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.


4. Kepler-62e


(NASA Ames/JPL-Caltech/VEJA/VEJA)

Descoberto em abril de 2013, está na zona habitável da estrela Kepler 62, um pouco menor e mais fria que o Sol. Estar na zona habitável significa a presença provável de água. Ele fica a 1.200 anos-luz da Terra e tem tamanho 60% superior ao do nosso planeta. Sua órbita é de 122 dias e os cientistas estimam que ele pode ser rochoso, como Marte, ou formado de oceanos.


5. Kepler-22b


(Nasa/VEJA/VEJA)

Localizado a 600 anos-luz da Terra, tem 2,4 vezes o raio do nosso planeta e está bem no meio da zona habitável de uma estrela muito parecida com o Sol. Foi encontrado em 2011 e demora 290 dias para dar a volta ao redor de sua estrela, o que faz com que, possivelmente, tenha as mesmas condições do nosso mundo.


6. Tau Ceti e


(L. Calcada/AFP/AFP/AFP)

Trata-se do planeta na zona habitável da estrela Tau Ceti, que fica na constelação da Baleia, a 12 anos-luz do nosso Sol, e é muito semelhante a ele. Tem cerca de cinco vezes a massa da Terra e os cientistas ainda não sabem se sua composição é rochosa ou gasosa, como os planetas gigantes.