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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Sopa de Morcego pode ser a Origem do Coronavírus na China


A disseminação do coronavírus entre humanos na China pode ter origem em morcegos e cobras, como sugere uma análise genética do patógeno que até agora causou 17 mortes e a infecção de mais de 600 pessoas.

Não está claro, entretanto, como o vírus se espalhou entre humanos. Surgiu a suspeita de que o “link” entre os morcegos e as pessoas seja uma sopa que serialargamente consumida em Wuhan, o principal foco do coronavírus e que está isolado.

A sopa é feita com morcego. Imagens da iguaria se multiplicaram nas redes sociais após o início da propagação do vírus, contou o “Daily Star”.

Na preparação da sopa, o morcego é cozido inteiro, com a barriga aberta.



Estudos

Um estudo, publicado na terça-feira na revista “Science China Life Sciences”, patrocinado pela Academia Chinesa de Ciências de Pequim, analisou a relação entre a nova cepa e outros vírus.

O estudo aponta que o coronavírus que surgiu na cidade de Wuhan está estreitamente relacionado a uma cepa existente em morcegos.

“O fato de os morcegos serem os hospedeiros nativos do Wuhan CoV (coronavírus) seria um raciocínio lógico e conveniente, embora ainda seja provável que haja hospedeiros intermediários na rede de transmissão de morcegos aos seres humanos”, disseram os pesquisadores.

Esse estudo não especulou sobre qual animal poderia ter sido um “hospedeiro intermediário”, mas um segundo estudo da Universidade de Pequim, publicado ontem no “Journal of Medical Virology”, identifica as cobras como possíveis transmissoras.

De acordo com a revista “New Scientist”, a pesquisa comparou o genoma de cinco amostras do novo vírus com 217 vírus parecidos coletados em várias espécies. A conclusão foi de que o novo coronavírus, identificado como 2019-nCoV, se assemelha ao vírus encontrado em morcegos, embora se pareça mais com o vírus encontrado em cobras.


quarta-feira, 16 de outubro de 2019

OMS e UNICEF admitem que Surto de Poliomielite é causado pela Própria Vacina.


Depois de quase duas décadas declaradas "livres da poliomielite" pela Organização Mundial da Saúde (OMS), as Filipinas estão agora enfrentando seu primeiro surto de poliomielite em 19 anos - e as autoridades estão realmente admitindo que a causa foi a vacina contra a poliomielite em si!

O secretário de saúde Francisco Tiongson Duque III anunciou em uma recente entrevista coletiva que pelo menos uma pessoa, uma menina de três anos na província de Lanao del Sur, ao sul, contraiu o vírus, que também foi detectado em cursos de água na região sul de Davao, bem como em esgotos em Manila.

Esses três pontos vetoriais são suficientes para declarar um surto oficial de poliomielite, dizem as autoridades, o que está criando um pânico, já que se pensava que a poliomielite havia sido completamente erradicada.

"Enquanto uma única criança permanece infectada, crianças em todo o país e até mesmo ao redor estão em risco de contrair poliomielite", acrescentou Oyun Dendevnorov, representante da UNICEF nas Filipinas.


Em uma declaração conjunta, tanto a OMS quanto a UNICEF admitiram que o tipo de poliovírus que está se espalhando atualmente é o poliovírus derivado de vacina tipo 2, o que mais uma vez significa que as vacinas são a fonte e a causa desse primeiro surto de poliomielite em quase 20 anos.

"O vírus enfraquecido usado nas vacinas se replica por um curto período no intestino das crianças e é excretado nas fezes", escreve Carley Petesch para a Associated Press (AP). "Em casos raros... o vírus enfraquecido pode se fortalecer em áreas com falta de saneamento e higiene".

Esse parece ser um daqueles "casos raros", visto que o esgoto bruto é um dos maiores fatores de risco, junto com a água do rio poluída.

O site Natural News alertou sobre isso e foi banido pela indústria tecnológica - então, onde está o nosso pedido de desculpas?

A última vez que uma infecção por poliomielite decorrente de uma cepa selvagem do vírus foi detectada nas Filipinas foi em 1993. Mais tarde, em 2015, a OMS declarou oficialmente que o poliovírus selvagem tipo 2 foi erradicado não apenas nas Filipinas, mas em todo o mundo.

Em outras palavras, o poliovírus selvagem tipo 2 era coisa do passado, até que as vacinas contra a poliomielite o trouxeram de volta à existência. Mesmo assim, a OMS e a UNICEF ainda estão pressionando as pessoas a serem vacinadas contra a poliomielite em meio a esta crise, pois alegam que essa é a única maneira de prevenir a infecção.

Por mais que isso não faça absolutamente sentido, esta é a recomendação oficial de funcionários do governo que estão pressionando para que pelo menos 95% das crianças menores de cinco anos nas Filipinas sejam vacinadas contra a poliomielite.

Ainda assim, esses mesmos funcionários admitiram que a vacina foi a causa desse último surto, o que legitima o site Natural News, já que estamos alertando sobre isso há anos - a ponto de sermos banidos de todas as principais plataformas de tecnologia por espalhar “desinformação”.

No entanto, agora que está provado que as vacinas contra a poliomielite espalham a poliomielite, onde está o nosso pedido de desculpas? Quando podemos esperar ser restabelecidos no Facebook e Pinterest? As autoridades de saúde vão agora dizer que os meios de comunicação independentes como o Natural News estavam certos o tempo todo e concordam que fizemos uma coisa boa no interesse de apoiar a saúde pública?

Enquanto nós certamente não vamos prender a respiração, queremos esclarecer as coisas nós mesmos, declarando: Nós avisamos.

"As vacinas contra a poliomielite são frequentemente citadas como uma história de sucesso que prova que as vacinas funcionam para eliminar doenças infecciosas", escreve Mike Adams, o Health Ranger. "Na verdade, quase todos os casos de poliomielite no mundo moderno são causados ​​pelas próprias vacinas contra a poliomielite."

"Em termos claros, mais casos de poliomielite são causados ​​por vacinas contra a poliomielite do que pela poliomielite selvagem", acrescenta ele.

Fonte1

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

BOMBA! O Zica Vírus é uma Patente da Fundação Rockefeller?


A Organização Mundial de Saúde (OMS) chamou o Zika vírus de uma emergência de saúde global em 01 de fevereiro de 2016 sem detalhar muito sobre a doença. De fato, a maioria do público não sabe que ela está patenteada.

O zika, que é um vírus sexualmente transmissível, existe há muitos anos e é comercializado por duas empresas: Middlesex, fornecedora de culturas de células e microbiologia LGC Standards Ltd., situada no Reino Unido, e Manassas, fornecedora de micro-organismos American Type Culture Collection (ATCC), situada na Virginia.

Agora vem a questão de quem é o dono da patente do Zika vírus.

O vírus Zika é uma commodity que foi comprada online da parceria ATCC-LGC por 599 euros pela Fundação Rockefeller.

Um banqueiro americano e ex-presidente do conselho e diretor executivo do Chase Manhattan Corp., David Rockefeller, em um discurso em uma Reunião da Comissão Trilateral em junho de 1991, disse: “Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos sido submetidos às luzes da publicidade durante esses anos. Mas o mundo está mais sofisticado e preparado para marchar em direção a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros do mundo é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos passados​”.

Em 1947, os pesquisadores da Fundação Rockefeller colocaram um macaco rhesus em uma gaiola no meio da Floresta Zika, em Uganda. A equipe de pesquisa estava investigando possíveis causas da febre amarela, mas em vez de descobrir mais sobre isso, eles fizeram uma descoberta: o Rhesus 766 acabaria sendo conhecido como o primeiro portador do Zika vírus.

Como os mosquitos geneticamente modificados estão relacionados a essa história?

Em julho de 2012, a empresa de biotecnologia britânica Oxitec anunciou ao mundo que possuía uma fazenda de mosquitos geneticamente modificados (transgênicos) em grande escala no Brasil, que foi instituída com o objetivo de diminuir a incidência da dengue.

Todd Shelly, um entomologista do Departamento de Agricultura do Havaí, afirmou que 3,5% dos insetos em um experimento de laboratório conseguiram atingir a idade adulta apesar de portar um gene letal.

“A tetraciclina e outros antibióticos estão surgindo no ambiente, em amostras de solo e água superficial. Esses mosquitos transgênicos foram projetados para morrer na ausência de tetraciclina (que foi introduzida no laboratório para mantê-los vivos por tempo suficiente para se reproduzir). Com a exposição à tetraciclina (por exemplo, em um lago), esses insetos mutantes podem realmente prosperar na natureza, criando potencialmente um cenário de pesadelo”, disse ele.


sábado, 11 de agosto de 2018

Biohackers criaram um Malware utilizando DNA humano


Os hackers estão cada vez mais criativos ao infectar os dispositivos, mas talvez você não imaginasse que eles chegariam tão longe nesta criatividade toda. Como o título já entregou, eles desenvolveram um malware baseado no DNA humano.

Os responsáveis por por este Malware são especialistas em biossegurança, este é o primeiro Malware codificado com base em sequências de DNA e que tem a capacidade de infectar computadores – algo assustador, mas real e que abre uma nova preocupação para a humanidade.

Os biohackers podem assumir o controle de dispositivos implantados no corpo, causando até a mesmo a morte de uma pessoa, mas sua mais recente conquista é bastante impressionante, pois criaram um malware que se esconde em cadeias de DNA e ataca dispositivos eletrônicos fora do corpo humano.

Pesquisadores da Universidade de Washington mostraram que é possível atacar computadores escondendo Malware em sequências de DNA. Trata-se de máquinas de laboratório projetadas para trabalhar o sequenciamento de material genético humano.

O DNA humano tem uma enorme quantidade de usos, uma vez que suas cadeias são úteis não apenas na pesquisa médica, mas também em outras áreas da ciência, sendo capazes de trabalhar com material biológico e sequências artificiais.

Separar cadeias de DNA e intervir para criar sequências melhoradas, seja para adicionar características ou eliminar defeitos genéticos, é algo comum, mas os cientistas conseguiram esconder malware nelas.

Esse código de computador malicioso estava oculto dentro de quatro das cadeias básicas de DNA em que os pesquisadores tentaram sequência-las através de computadores de laboratório, embora, ao tentar processá-las, as máquinas se infectaram com esse malware biológico.

Os resultados desse experimento revelam o tremendo poder dos biohackers já que, por exemplo, eles poderiam esconder um código em amostras de sangue e infectar um laboratório completo, assumindo o controle dele.

Desde que o genoma humano foi sequenciado no início do século XXI, foram feitos grandes avanços científicos que permitiram a criação de curas para males mortais, mas, como em todas as conquistas, também há perigos.

O trabalho dos especialistas da Universidade de Washington demonstra o poder para o mal do DNA humano, que graças à sua complexidade dá um mundo de possibilidades aos biohackers fazendo desse código algo que nos define como uma arma perigosa.

Embora esse malware biológico só tenha sido visto em laboratório até agora, seria irrealista não pensar que os biohackers poderiam aplicar essa técnica em um futuro próximo. O problema é que nenhuma máquina estaria preparada para detectá-la e se proteger desse tipo de ataque.

Uma descoberta perturbadora que demonstra, além do fato do DNA humano ser uma arma perigosa para aqueles que se aproveitam de sequências genéticas para esconder códigos maliciosos, o tremendo potencial dos biohackers.