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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Campo Magnético da Terra enfraquece: Satélites e Naves com problemas?

Os cientistas estão descobrindo que o enfraquecimento do campo magnético está causando problemas técnicos para os satélites e naves espaciais, e parece estar aumentando em seus efeitos.


O campo magnético da Terra, que é vital para proteger a vida em nosso planeta da radiação solar, está misteriosamente enfraquecendo.

Em média, o campo magnético do planeta perdeu quase 10% de sua força nos últimos dois séculos, mas há uma grande região localizada de fraqueza que se estende da África à América do Sul.

Conhecida como Anomalia do Atlântico Sul, a força do campo nessa área diminuiu rapidamente nos últimos 50 anos, assim como a própria área cresceu e se moveu para o oeste.

Nos últimos cinco anos, um segundo centro de intensidade mínima se desenvolveu a sudoeste da África, o que os pesquisadores acreditam indicar que a anomalia pode se dividir em duas células separadas.

A anomalia está causando dificuldades técnicas para os satélites que orbitam a Terra.

Os cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA), do SWARM Data, Innovation and Science Cluster (DISC), estão usando dados da constelação de satélites SWARM da ESA para estudar a anomalia.

Os satélites são projetados para identificar e medir com precisão os diferentes sinais magnéticos que compõem o campo magnético da Terra.

O Dr. Jurgen Matzka, do Centro Alemão de Pesquisa em Geociências, disse:

"O novo mínimo oriental da Anomalia do Atlântico Sul apareceu na última década e nos últimos anos está se desenvolvendo vigorosamente.
Temos muita sorte de ter os satélites Swarm em órbita para investigar o desenvolvimento da Anomalia do Atlântico Sul. O desafio agora é entender os processos no núcleo da Terra que impulsionam essas mudanças."

Uma especulação é que o enfraquecimento do campo é um sinal de que a Terra está caminhando para uma inversão de pólos – na qual os pólos magnéticos norte e sul oscilam.

Esse giro não acontece imediatamente, mas ocorreria ao longo de alguns séculos, durante os quais haveria vários pólos magnéticos norte e sul em todo o mundo.

A ESA informou:

Tais eventos ocorreram muitas vezes ao longo da história do planeta. Estamos muito atrasados ​​pela taxa média em que essas reversões ocorrem (aproximadamente a cada 250.000 anos).


Imagem:

Dito isto, a agência espacial também observou que a queda ocorrida no Atlântico Sul estava “bem dentro do que são considerados níveis normais de flutuação”.

Para as pessoas na superfície, é improvável que a anomalia cause qualquer alarme, mas os satélites e outras naves espaciais que voam pela área estão apresentando problemas técnicos.

Como o campo magnético é mais fraco na região, partículas carregadas do cosmos podem penetrar nas altitudes em que os satélites em órbita da Terra baixa voam.

A ESA acrescentou:

"O mistério da origem da anomalia do Atlântico Sul ainda não foi resolvido. No entanto, uma coisa é certa: as observações do campo magnético do SWARM estão fornecendo novas e empolgantes percepções sobre os processos pouco compreendidos do interior da Terra."


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Astronauta do Reino Unido afirma que os Extraterrestres estão Vivendo na Terra

Helen Sharman, é uma astronauta britânica que durante oito dias visitou a estação soviética Mir em 1991, e afirmou que os extraterrestres vivem com os humanos aqui na terra.


A infância de Helen Sharman não foi diferente muito de qualquer outra criança britânica. Anos mais tarde Helen Sharman foi a primeira astronauta britânica ao viajar no espaço em 1991, Helen Sharman nasceu no seio de uma família comum que vivia em um bairro de Sheffield. Ela foi para escola publica e nada de anormal ocorreu em seus primeiros anos na escola, mais isso não significou que não poderia ter uma vida convencional.

Quando estava pensando que ela foi escolhida para ir ao instituto para o curso seguinte, um professor lhe sugeriu que escolhe física e química, se convertendo assim na única moça que cursava o curso.

"Isso foi a primeira vez que teve consciência da presença de meu gênero na ciência, mais logo decidi que isso não ia me parar", explicou a astronauta ao diário britânico "The Guardian".

"Nunca me definiram por meu gênero e sigo sem fazê-lo. As pessoas me costumam me descrever como a primeira mulher britânica no espaço, mais na realidade foi a primeira pessoa da Inglaterra. É revelador que tenha essa distinção porque não se assumiremos que era homem", relata Sharman. 

De fato, quando Tim Peake (o primeiro homem britânico astronauta e a segunda pessoa da mesma nacionalidade) foi ao espaço, "algumas pessoas simplesmente se esqueceram de mim", relatou. 

"Que um homem fosse primeiro seria a norma, mais estou encantada de poder alterar esse conceito", adicionou.


NÃO PODEMOS VER OS EXTRATERRESTRES

Para a britânica "não existe maior beleza de olhar a Terra desde o alto" e nunca esquecerá o momento da subida para o espaço:

"Abandonamos a atmosfera e de repente a luz entrou pela janela. Estávamos sobre o Oceano Pacífico. O incrível “mar azul me deixou sem folego”, conta a astronauta. Mas o que mais pode surpreender ao leitor que a britânica que ficou no espaço afirma que "os extraterrestres existem."

A mulher explicou que com "tanto milhares de milhões de anos de estrelas no universo" deve ter "todo tipo de formas diferentes de vida". Mas a grande pergunta que ela mesma se faz é: "Serão como você e eu, compostos de carbono e nitrogênio? Ou talvez não". Mas a astronauta, que com apenas tinha 27 anos se uniu a missão soviética da estação espacial Mir, não ficou somente ali, também afirmou que "é possível que estejam aqui agora, e simplesmente, não podemos os ver."


O PRIMEIRO ESTUDO SOBRE EXTRATERRESTRES

As teorias sobre a existência de extraterrestres cada vez são mais comuns. Faz 15 anos, o cientifico de origem alemã Alexander Wendt publicou que ele considera o primeiro estudo acadêmico sobre o fenômeno. Juntou com seu diretor Robert Duvall da "Soberania e OVNIs (Sovereignity and the UFO)", a noticia mais lida da história da revista acadêmica "Political Theory" e considerado como o primeiro "paper" acadêmico sobre os extraterrestres.

O provocador do trabalho de Wendt se converteu em um clássico da ufologia no processo do mundo acadêmico. Nele, ele já famoso politólogo colocou o dedo na ferida quando lembrou que se não sabemos que passou com os óvnis é porque é uma das grandes ameaças para a autoridade do Estado contemporâneo. 

Segundo o autor, o fenômeno OVNI era um tabu que nem a ciência das administrações públicas estavam dispostas a discutir. A ignorância extraterrestre era uma questão política, não científica, na medida na qual a soberania política moderna é antropocêntrica.

O professor de Ciências Política da Universidade Estatal de Ohio em uma entrevista com O Confidencial afirmava como ele mesmo tinha explicado algo mais de uma década atrás, que não existe nenhuma dúvida que os óvnis, entendidos como objetos não identificados, existem. A mostra é que desde 1947 eles podem ser explicados de forma convencional, concede, mais de 5% e 20% não são fáceis de explicar.


terça-feira, 1 de outubro de 2019

A Starship - Elon Musk apresenta a Nave que nos levará a Marte


Elon Musk revela protótipo da Starship, nave que poderá levar
os humanos a Marte / Foto: Space X/Divulgação
O fundador da SpaceX e da Tesla, Elon Musk, apresentou a espaçonave Starship ao público. Além disso, ele compartilhou alguns detalhes sobre ela e os planos da empresa espacial.

Durante a apresentação, realizada no Texas, o empresário disse que a nova espaçonave pode ser usada para visitar a Lua, Marte e outras partes do universo. De fato, poderia até ser usado para colonizar o planeta vermelho, pois pode transportar até 100 pessoas a bordo.

No momento, esta nave não decolou, mas, segundo Musk, o primeiro protótipo fará seus primeiros testes de decolagem e pouso “em um ou dois meses”. Durante esses testes, a nave decolará e alcançará uma altitude de cerca de 20 quilômetros e depois pousará.

Então, no decorrer de um ano, poderemos andar nessas espaçonaves. De fato, a SpaceX já tem seu primeiro cliente privado para este programa espacial: o bilionário japonês Yusaku Maezawa. Ele planeja fazer um voo ao redor da Lua em 2023.

Até agora, e como parte do programa, apenas alguns saltos foram feitos com a nave Starhopper, um protótipo de teste para a Nave Estelar. O Starhopper – equipado com apenas um motor – decolou várias vezes a uma altitude de 150 metros e pousou com sucesso.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

China Encontrou Alguma Coisa no Lado Oculto da Lua


A mídia chinesa informou que o veículo espacial Yutu-2 descobriu uma substância ‘gelatinosa’ em uma cratera no lado oculto da Lua. Parece intrigante, mas os detalhes ainda são escassos.

O que o veículo espacial Yutu-2 da China descobriu no outro lado da lua?

Essa é uma pergunta que muitas pessoas estão fazendo depois de um relatório intrigante ter sido publicado no Space.com há alguns dias [e aqui no OVNI Hoje], que referenciava uma substância “semelhante a gel” descoberta em uma pequena cratera. Ainda não se conhecem muitos detalhes, mas existem algumas pistas possíveis, conforme fornecidas por cientistas planetários que comentaram a descoberta.

A descoberta foi publicada no ‘Drive Diary‘ para Yutu-2 (que significa ‘Coelho Jade’) na publicação sancionada pelo governo chinês, Our Space, em 17 de agosto de 2019. Ela também foi twittada pelo jornal estatal People Daily.

O Yutu-2, o seguimento do primeiro veículo espacial Yutu e parte da missão Chang’e 4, fez a descoberta pela primeira vez em 25 de julho, oitavo dia da missão. Os planos foram adiados, para que os cientistas pudessem dar uma olhada melhor no material com os instrumentos do veículo espacial.

A estranheza foi notada pela primeira vez pelo membro da equipe da missão Yu Tianyi, enquanto ele verificava imagens da câmera principal do veículo espacial. Havia muitas pequenas crateras ao redor, mas uma delas parecia incomum, contendo algo com uma cor e brilho inesperados.

O material foi descrito como gel, mas deve-se notar que a aparência real ainda não é conhecida por certo ainda. Como outros observaram, é possível que isso seja uma tradução incorreta dos relatórios chineses.

Alguns cientistas planetários especularam que o que foi encontrado pode ser vidro derretido por impacto de uma queda de meteoro (e a substância está em uma cratera), ou talvez seja vidro vulcânico de uma antiga explosão vulcânica. Ambos foram encontrados antes na Lua, inclusive pelos astronautas da Apolo.

De acordo com Mahesh Anand, cientista planetário da Open University no Reino Unido, na Newsweek:

"O fato de ter sido observado associado a uma pequena cratera de impacto, esse achado pode ser extremamente emocionante, pois indicaria que um material muito diferente poderia estar escondido embaixo da superfície superior.
Isso assumiria um significado ainda maior se esse material tivesse interação com o gelo-água (como a possibilidade da existência de gelo-água nos poucos metros superiores da região polar lunar sul é prevista com base em um conjunto de dados de sensoriamento remoto recente)."

Como Walter Freeman, físico da Universidade de Syracuse, também observou:

"Temos muitos processos na Terra que causam geologia interessante: a ação da água, vento e vulcanismo. Mas a Lua não tem nada disso, então os impactos dos meteoritos são a principal coisa que reformula sua superfície. 
Há um pouco de precedente para isso na Terra: no local onde a primeira bomba nuclear foi testada no Novo México, existe um mineral vítreo chamado ‘trinitita’ formado a partir do calor da explosão. O mesmo acontece com os impactos de meteoritos aqui."


No artigo do Our Space, o material foi descrito como sendo significativamente diferente do solo lunar ao redor em formato e cor, mas não especificamente como. Tanto o material quanto a própria cratera foram examinados com o instrumento Espectrômetro Visível e Infravermelho Próximo (VNIS) do jipe-sonda, que detecta luz dispersa ou refletida, para revelar sua composição.

Conforme relatado anteriormente, o VNIS também detectou material originário do manto lunar, no regolito da cratera Von Kármán. Essa descoberta foi anunciada em maio passado.

Esse novo material é igual ou semelhante ao encontrado na cratera Von Kármán? Ainda não sabemos e ainda há pouca informação para continuar. Seria estranho se realmente fosse do tipo gel, mas, no momento, a maioria dos outros cientistas pensa que provavelmente é mais como vidro fundido por impacto ou vidro vulcânico.

Ainda não sabemos a cor específica, além de ser ‘incomum’. Também poderia ser semelhante ao que os astronautas da Apolo 17 encontraram em 1972? Eles descobriram solo de cor laranja perto do local de pouso de Taurus-Littrow, criado durante uma erupção vulcânica há 3,64 bilhões de anos.

Até o momento, não foram divulgadas fotos ou resultados de análises do próprio gel, portanto, teremos que aguardar mais informações. O veículo espacial Yutu-2 agora continuará sua jornada a oeste do local de pouso. O que mais ele poderá encontrar?

O Yutu-2 foi lançado em dezembro de 2018 na sonda Chan’e 4, pousando na Bacia de Aitken, perto do pólo sul da lua, em janeiro, e é o primeiro veículo espacial a explorar o lado oculto do nosso vizinho celeste mais próximo.

Como Zou Yongliao, da Academia Chinesa de Ciências, disse à Xinhua:

"O lado oculto da Lua tem características únicas nunca antes exploradas no local. A exploração desta terra virgem pela Chang’e-4 pode trazer descobertas inovadoras."

Por enquanto, a descoberta do ‘gel da Lua’ permanece um mistério, mas fique atento para mais atualizações quando mais informações estiverem disponíveis.

Conclusão: o veículo espacial chinês Yutu-2 descobriu um material incomum tipo “gel” no lado mais distante da Lua, de acordo com fontes estatais. Mas os detalhes estão limitados agora sobre o que realmente pode ser.


domingo, 14 de julho de 2019

Japão Pousa Sonda em um Asteroide


O Japão pousou com sucesso sua sonda Hayabusa-2 no asteroide Ryugu na última quarta-feira (10).
A missão da JAXA (a agência espacial japonesa) começou há muito tempo, em dezembro de 2014. A sonda chegou à Ryugu, um asteroide primitivo a 211 milhões de quilômetros de nós, em junho de 2018. Desde então, coletou algumas amostras superficiais e fez diversas fotos da rocha espacial.

Em uma preparação para o pouso de quarta-feira, os cientistas da JAXA “explodiram” o asteroide em abril, a fim de soltar pedras antes enterradas sob sua superfície. A ideia era coletar material que ainda não havia sofrido com exposição a elementos do espaço.

Se tudo correr bem, a Hayabusa-2 começará sua jornada de 9 milhões de quilômetros de volta à Terra no final deste ano, tornando-se a primeira sonda a trazer para o nosso planeta amostras de um asteroide.


A NASA lançou sua sonda OSIRIS-REx em uma missão semelhante ao asteroide Bennu ano passado, mas ela só deve retornar com materiais coletados para a Terra em 2023.


Novas fotos

A Hayabusa-2 fez fotos incríveis enquanto pousava e deixava a superfície do asteroide.


“Estas imagens foram tiradas antes e depois do pouso pela pequena câmera CAM-H. A primeira é 4 segundos antes da aterragem, a segunda é na aterragem e a terceira é 4 segundos após a aterragem. Na terceira imagem, você pode veja a quantidade de rochas que se elevam”, escreveu a JAXA na rede social Twitter.


Asteroides e a vida na Terra

Alguns asteroides são tão antigos que datam do início do nosso sistema solar, ou seja, 4,5 bilhões de anos atrás, quando materiais residuais da formação de planetas se tornaram pedaços de rocha espacial vagando pelo espaço.

Por esse motivo, asteroides podem servir como “cápsulas do tempo” para a ciência: seus elementos e histórias podem revelar mais sobre a própria história do sistema solar.


O Ryugu é um asteroide do tipo C, o mais comum do sistema solar – cerca de três quartos dos nossos asteroides são deste tipo. Tais rochas são ricas em moléculas orgânicas de carbono, água e possivelmente aminoácidos.

Uma das teorias sobre o desenvolvimento da vida na Terra envolve a possibilidade de asteroides terem trazido aminoácidos para o planeta. Neste sentido, as missões em Bennu e Ryugu poderiam nos ajudar a compreender melhor as origens da vida, dependendo dos materiais orgânicos que as amostras contiverem.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O "deus" SHIVA era um EXTRATERRESTRE e ainda estaria visitando a Terra?


A história antiga é repleta de contos sobre seres de outros mundos, objetos voadores e relatos de tecnologia altamente avançada. Isso vai muito além da mera ‘imaginação’ e do folclore, simplesmente porque há muitas evidências, em várias formas, de que estamos sendo visitados e fomos visitados anteriormente. Tome este exemplo de Erick Von Daniken sobre os esquimós:

A mitologia dos esquimós diz que as primeiras tribos foram levadas para o norte por “deuses” com asas de bronze. As mais antigas sagas dos nativos americanos mencionam um Thunderbird (Pássaro do Trovão) que apresentou fogo e frutas para eles. A lenda maia, com o Popol Vuh, nos diz que os ‘deuses’ foram capazes de reconhecer tudo: o universo, os quatro pontos cardeais da bússola e até a forma redonda da Terra. O que os esquimós estão fazendo falando sobre pássaros de metal? Por que os índios mencionam um Thunderbird? Como os ancestrais dos maias supostamente sabiam que a Terra é redonda? – Erich Von Daniken (Carruagens dos Deuses)

Outro exemplo sobre possíveis figuras extraterrestres no folclore antigo é a história de Quetzalcoatl. Esta figura foi considerada ser um conto mítico. O cronista espanhol Juan de Torquemada afirma que Quetzalcoatl era “um homem louro e de barba longa”.

Outro descreve-o da seguinte forma: “Uma pessoa misteriosa … um homem branco com forte corpo, testa larga, olhos grandes e barba longa. Ele estava vestido com uma longa túnica branca chegando a seus pés. Ele condenou os sacrifícios, exceto frutas e flores, e era conhecido como o deus da paz… Quando se fala sobre o assunto da guerra, ele teria tapado os ouvidos com os dedos.” (fonte)

Novamente, há relatos como esses ao longo da história, de vários períodos de tempo, em várias culturas…

Novas informações que ameaçam o paradigma atual de pensamento, não importa o quão convincentes, sempre enfrentaram o ridículo e a supressão por nossas supostas “autoridades intelectuais”… Se não por causa da ignorância absoluta, essas histórias não recebem credibilidade porque existe um esforço intencional para escondê-las por aqueles que estão no conhecimento, aqueles que estão no poder. E assim as verdades e fatos mais importantes sobre o nosso mundo raramente nos são apresentados acima do quadro. Na maioria das vezes, eles só podem ser descobertos se realmente tivermos vontade de cavar para encontrá-los e digeri-los com uma mente aberta. De outra forma, dedicamos nossas mentes à manipulação da percepção dominante que ainda hoje passa despercebida…

Sadhguru falando sobre Shiva

Ao final do artigo está um vídeo de Sadhguru, um dos muitos estudiosos no campo que, quando você o ouve, revela-se como um verdadeiro estudante de filosofia antiga esotérica, física e metafísica. Ele conta uma pequena história sobre Shiva, que era considerado um deus pelo povo da antiga Índia.

Sadhguru explica como a história de Shiva e suas origens, e até mesmo a Montanha onde ele supostamente residia, está cheia de evidências sugerindo alta inteligência provavelmente de outro lugar. Ele fornece vários pontos citados na história de Shiva que o levam a essa conclusão.

Ele explica como Shiva estava cercada por amigos que pareciam estranhos, diferentes e não humanos. Na maioria das vezes eles eram descritos como demônios pelo povo, simplesmente porque pareciam diferentes. Shiva também não podia engravidar uma mulher humana da maneira tradicional, porque seu esperma alienígena não funcionava. Seus filhos nasceram de uma maneira diferente. Ele explica como várias mulheres não humanas foram trazidas para ajudar no processo.

Todas essas coisas sugerem que ele veio de outro lugar, fez o que queria fazer e voltou e periodicamente vai e volta em momentos diferentes. Isso poderia ter acontecido ao longo de muitos milhares de anos…

Sadhguru cita várias referências na literatura, explicando como Shiva não é humano, e até descreve uma vasta inteligência que deve ter estado por trás da criação de Monte Kailash, uma montanha atribuída a Shiva como sendo sua casa, como mencionado acima. Sadhguru explica como Kailash não é um lugar na Terra também. Ele também descreve algumas experiências paranormais que teve com esses seres. “Literalmente, esses seres foram atrás do meu dedo anelar… com tanta força.”

Eles conhecem nossas maneiras, ou eles nos ensinaram essas maneiras, ou eles nos fizeram assim. Não sabemos o quanto papel eles tiveram em nossa criação, mas definitivamente… não veio daqui, houve um entendimento mais profundo em outros lugares e foi simplesmente trazido até aqui. Ele chegou em um determinado momento, quando jovem, e partiu quando jovem. Ele não nasceu aqui nem morreu aqui…



domingo, 7 de outubro de 2018

A Galáxia com 40 Bilhões de Terras

Para cientistas, o Kepler-186f foi apenas o primeiro planeta parecido com a Terra a ser descoberto na Via Láctea. O avanço da ciência espacial sugere que a pergunta que há milênios nos intriga — estamos sozinhos no universo? — tem resposta: Não


Na Via Láctea não há apenas uma Terra. Há 40 bilhões delas. O Kepler-186f, planeta fora do Sistema Solar muito semelhante ao nosso, descoberto no último dia 17, provavelmente será conhecido como o primeiro dessa espécie. Em um futuro próximo, contudo, muitos planetas assim, parecidos com a Terra, serão revelados pelos astrônomos.

Com dimensões muito próximas às do mundo onde vivemos, o Kepler-186f deve ser rochoso e composto também de ferro, água e gelo, segundo cientistas. Isso significa que sua atmosfera também deve ser parecida com a nossa. Ele orbita a zona habitável de uma estrela anã – ou seja, uma faixa nem muito próxima e nem muito distante de sua fonte de calor e luminosidade, o que faz com que suas temperaturas não sejam extremas. Essa é uma das características que mais empolgou a comunidade científica: o planeta tem grandes chances de ter água na forma líquida, uma das condições fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.

“Essa descoberta mostra que realmente existem planetas do tamanho do nosso em zonas habitáveis”, afirma a astrofísica Elisa Quintana, principal pesquisadora da Nasa responsável pela revelação do Kepler-186f. “Estamos percebendo que há muitos como ele e, por isso, as chances de existir vida em outros planetas é muito alta.”

Até 2010 ainda não havia confirmações de que outros lugares no espaço poderiam reunir as mínimas condições propícias à vida – água na forma líquida, energia e algum dos seis elementos fundamentais para a existência (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre). No entanto, com o lançamento de missões como a Kepler, há cinco anos, e o avanço de telescópios capazes de visualizar e enxergar não só partes longínquas do cosmo, mas também pequenos planetas (do tamanho da Terra ou menores que ela), os cientistas estão percebendo que, sim, há bilhões de planetas que exibem as mesmas características do nosso. E deles, o Kepler-186f é o mais semelhante à Terra até agora. Então por que, entre inúmeras possibilidades, seríamos os únicos privilegiados com a vida?

Para a Nasa, vida é oficialmente definida como “um sistema químico auto-sustentado, capaz de sofrer evolução Darwiniana”. Não significa dizer que há animais ou civilizações como as criadas pelo homem em planetas afastados. Mesmo organismos muito simples, como vírus ou colônias de bactérias, significam vida para a Nasa e para as quase 150 missões em todo o mundo que buscam planetas fora do Sistema Solar. Em conjunto, eles tentam responder à questão que inquieta astrônomos desde a Antiguidade: estamos sozinhos no universo? Ainda não chegou a confirmação categórica de que existe vida fora da Terra. Mas o conjunto de evidências, que agora ganhou reforço com a existência do Kepler-186f, indica que a resposta está cada vez mais próxima. E talvez a pergunta a ser respondida nos próximos anos seja outra: que tipo de vida nos cerca?

A descoberta de mundos – A divulgação do novo planeta mereceu a atenção de todo o mundo porque era aguardada desde a metade do século XX pelos cientistas. Foi nessa época, com o lançamento de telescópios como o Hubble, que os cientistas puderam, finalmente, ter imagens nítidas do cosmo. Com elas, perceberam que vivemos em um universo muito mais rico e cheio de planetas do que antes se imaginava. As novas informações indicaram a possibilidade da existência de diversos sistemas estelares, ou seja, que outras estrelas, além do Sol, têm planetas orbitando ao seu redor. A confirmação dessa hipótese, entretanto, só veio em 1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra, na Suíça, identificaram um planeta feito de gás, como Júpiter, em volta de uma estrela, a 51 Pegasi. Assim, faz menos de 20 anos que sabemos que outros sistemas solares, como o nosso, podem povoar o universo.

“Nossa galáxia tem cerca de 300 bilhões de estrelas e estamos rapidamente confirmando a noção de que todas têm planetas rochosos ao seu redor”, afirma o astrofísico Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, coautor da pesquisa que descreveu o Kepler-186f. “Resultados da missão Kepler têm nos mostrado que, quanto menor o planeta, mais comum é sua existência. Assim, parece-nos que planetas rochosos são muito frequentes. Ainda precisamos saber quantos deles estão em zonas habitáveis, mas as primeiras estimativas já mostram que o número também deve ser incrivelmente alto.”

A última conta feita pelos cientistas, publicada em novembro de 2013 na revista Pnas, mostra que uma em cada cinco estrelas como o Sol tem pelo menos um planeta do tamanho da Terra em sua zona habitável. Isso significa que só na Via Láctea podem existir 11 bilhões de planetas como o nosso. Se na conta entrarem os planetas ao redor de estrelas anãs, o número sobre para 40 bilhões. De acordo com os autores do estudo – entre eles Geoffrey Marcy, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, um dos “caçadores de planetas” mais bem-sucedidos da astronomia moderna – o mais próximo pode estar a 12 anos-luz de distância (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros).

Ou seja, os astrônomos imaginavam que planetas como o Kepler-186f existiam aos bilhões, mas ainda não tinham visto nenhum. A cerca de 500 anos-luz do Sol, o novo planeta orbita uma estrela anã, o tipo mais comum em nossa galáxia – elas são mais de 70% das centenas de bilhões de estrelas.

“Há pelo menos um século tínhamos ideias sobre os planetas fora do sistema solar e há mais de cinquenta anos desenvolvemos o conceito de zona habitável. Ainda não contávamos, no entanto, com telescópios potentes para fazer os experimentos e ter as confirmações que precisávamos sobre eles. Agora finalmente possuímos essa tecnologia”, afirma Kane. “Nos próximos anos, muitas descobertas devem ser feitas. Só nos dados da missão Kepler há várias, aguardando para serem reveladas.”

Missões do futuro – A sonda Kepler, que forneceu os dados para a revelação do novo planeta, foi a grande alavanca para a explosão de novos planetas encontrados pelos cientistas nos últimos anos. Lançada em março 2009 pela agência espacial americana, ela tinha o objetivo principal de procurar planetas parecidos com o nosso, durante quatro anos. Seu telescópio e um sistema de imagens em alta definição são capazes de identificar mesmo planetas considerados pequenos, como a Terra. Em relação ao Hubble, a Kepler tem duas vantagens: capta mais estrelas em detalhes e faz imagens mais nítidas por possuir um filtro que diminui as interferências luminosas e detecta diferentes cores.

Até agora, a maior parte dos planetas revelados por ela tem um tamanho intermediário entre a Terra e Netuno, quatro vezes maior que a Terra. A análise das informações dos três primeiros anos da missão já identificou 3 845 possíveis candidatos a planetas. Desses, 962 foram confirmados.

Como outras missões de busca, a Kepler tem mais facilidade em identificar grandes planetas. Eles são mais visíveis e facilmente monitorados pelos telescópios em regiões longínquas do cosmo. Por isso, grande parte das descobertas são de super-Terras, planetas mais pesados e maiores que Terra, ou gigantes gasosos, bolas de gás como Júpiter, planeta de hidrogênio com massa equivalente à de 317 terras. Lugares assim, no entanto, exibem condições menos propícias à vida – os gigantes gasosos costumam ter uma atmosfera maciça, causando uma grande pressão que praticamente inviabiliza a existência de seres complexos, enquanto as super-Terras têm menor probabilidade de reunir as condições atmosféricas necessárias para garantir a presença de vida.

Por isso, programas espaciais em todo o mundo investem maciçamente em telescópios potentes, capazes de captar planetas menores. Dados e imagens ainda mais precisos que os da missão Kepler – que encerrou a primeira fase de seu programa em 2013 e, no início da segunda fase, chamada K2, teve um problema com o sistema que “mira” o telescópio, mas continua em atividade – virão de programas como aquele que será lançado pela Nasa em 2017, com uma nova geração de telescópios. Nessa data, irá para o espaço o Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess) e o telescópio James Webb, substituto do Hubble. O Tess vai monitorar planetas ao redor de estrelas anãs, enquanto o James Webb pretende examinar a atmosfera desses planetas e procurar substâncias que só poderiam ser geradas por organismos vivos, como os seis elementos essenciais à vida (carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre).

Possibilidade de vida – Quanto mais planetas são descobertos, maior é a probabilidade de achar planetas semelhantes ao nosso e, assim, os astrônomos acreditam que aumente também as chances de encontrar vida em outros lugares do universo. A definição de vida, porém, é algo complexo, que está longe de ser consenso entre os cientistas. O estudo da vida terráquea – o único tipo conhecido até hoje – mostrou que, apesar da grande biodiversidade terrestre, todos os seres são similares: são feitos de células ou, como os vírus, dependem delas; usam ácidos nucleicos como o DNA para armazenar e transmitir informação genética; e possuem um metabolismo similar.

Mas não é impossível a existência de outros tipos de vida espalhados pelo universo. Afinal, mesmo a Terra guarda muitos organismos que ainda são enigmas para os cientistas. Em 2010, pesquisadores da Nasa encontraram uma bactéria em um lago da Califórnia, nos Estados Unidos, que se comporta como um ser extraterrestre: não usava nenhum dos seis elementos fundamentais à existência, mas sobrevivia a partir de arsênio, um elemento altamente tóxico.

“Sabemos que para surgir vida é necessária uma complexidade química mínima, ou seja, moléculas orgânicas e razoavelmente complexas, formadas a partir de elementos básicos. Mas sua origem pode exigir algumas condições especiais. Ainda estamos aprendendo como todos esses elementos se juntam para formar um sistema químico autossustentado, capaz de se reproduzir e evoluir”, explica Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo (USP).

Por isso, os cientistas ainda procuram corpos vivos no espaço de uma maneira “Terrocêntrica”, buscando as condições que proporcionaram o surgimento dos seres por aqui: presença de água líquida ou moléculas orgânicas complexas.

“Mesmo a vida que conhecemos tem uma flexibilidade imensa a diferentes situações. Não é impossível imaginar um universo com muitos planetas, alguns mais quentes, outros frios, porém todos com organismos capazes de lidar com essas condições. Talvez em muitos desses planetas que estamos descobrindo as condições sejam extremas demais para atingir a multicelularidade, ou chegar a uma civilização tecnológica como a nossa. Mas, ainda assim, isso mostraria que a Terra não é privilegiada em ter vida”, afirma o cientista.

Um cosmo próspero? – Quando se fala da existência de seres animados no espaço, normalmente os cientistas imaginam formas microscópicas, como as primeiras que provavelmente habitaram a Terra em sua origem.

“Se houver vida, como ela funciona? Podemos estar próximo a um momento de descobrir sistemas vivos completamente novos, novas biosferas para conhecer e explorar. É quase como se estivéssemos no papel do naturalista inglês Charles Darwin, em 1800, a bordo do navio Beagle explorando novas terras e toda a sua riqueza”, diz Galante.

Para a maior parte dos astrônomos envolvidos com a busca de planetas fora do Sistema Solar, é muito improvável que, em um universo tão cheio de constelações, planetas e sistemas estelares com condições próximas a nossa, a Terra seja o único lugar a ter desenvolvido organismos vivos. “Sabemos agora que planetas semelhantes à Terra são comuns na Via Láctea. Para nosso planeta ser o único com vida na galáxia, isso significa que a vida é algo incrivelmente raro – uma ocorrência em 40 bilhões. Mas, mesmo que a probabilidade seja apenas de 1 em 1 milhão de possibilidades, isso já significaria muita vida só nessa galáxia”, afirma o astrofísico Erik Petigura, pesquisador da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Se essas hipóteses forem confirmadas nos próximos anos pelos cientistas, esses alienígenas, que podem estar na iminência de serem encontrados, causariam uma grande revolução científica, semelhante à provocada pelo astrônomo Nicolau Copérnico, quando ele formulou, no século XVI, a teoria de que o Sol é o centro do Sistema Solar. Teríamos de aprender que somos apenas mais um planeta – e minúsculo – cercado de bilhões de outros com seres diferentes.

“Uma descoberta como essa teria impactos profundos. Até o momento, o conhecimento que temos parte da hipótese de que a Terra é o único lugar do cosmo onde a vida apareceu e evoluiu. Se for provado que a vida é uma consequência natural da formação de planetas nas zonas habitáveis, assim como foi provado que a formação de planetas é uma consequência natural da formação de estrelas, então isso significa que o universo é, literalmente, fértil em vida”, diz o astrofísico Stephen Kane. “O único desafio que permanecerá depois disso será descobrir como atravessar as vastas distância que nos separam desses outros seres.”

1. Kepler-425b


(NASA/JPL-Caltech/T. Pyle/Reprodução/Reprodução)

Anunciado pela Nasa em 23 de julho de 2015, o Kepler-425b está na zona habitável de uma estrela-anã do tipo G2, a mesma categoria do Sol. Com o diâmetro 60% maior que o da Terra e ao redor de uma fonte de luz com a mesma temperatura do Sol, ele tem grandes possibilidades de abrigar água líquida. Localizado na constelação Cygnus, a 1.400 anos-luz (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quliômetros), o planeta é, provavelmente, rochoso e dá uma volta ao redor de sua estrela em 385 dias, o que faz com que ele tenha um ano apenas 5% maior que o terrestre. A imagem acima é uma comparação feita pela agência espacial americana entre a Terra e o novo planeta.


2. Kepler-438b e Kepler-442b


(David A. Aguilar (CfA)/VEJA/VEJA)

Candidatos a explonetas mais parecidos com a Terra já descobertos, eles orbitam estrelas anãs vermelhas, menores e mais frias do que o Sol. Enquanto a órbita do primeiro é de 35 dias, o Kepler-442b completa uma órbita em sua estrela a cada 112 dias. 

Com diâmetro apenas 12% maior do que o do planeta azul, o Kepler-4386 tem 70% de chance de ser rochoso, afirmam os pesquisadores, enquanto o outro, cerca de 30% maior do que a Terra, tem 60%. 


3. Kepler-186f


(NASA Ames/SETI Institute/JPL-CalTech/VEJA/VEJA)

A 500 anos-luz da nossa galáxia (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros) e orbitando a zona habitável de uma estrela anã, esse é o único planeta a ter o mesmo tamanho da Terra. Com isso, os cientistas estimam que ele seja composto de rochas, ferro, água e gelo e tenha uma atmosfera parecida com a do mundo onde vivemos. Além disso, ele tem um movimento de rotação semelhante ao nosso, o que garante uma temperatura bem distribuída em todas as suas faces. Essa soma de características indica que ele pode ter água na forma líquida, um dos fatores fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.


4. Kepler-62e


(NASA Ames/JPL-Caltech/VEJA/VEJA)

Descoberto em abril de 2013, está na zona habitável da estrela Kepler 62, um pouco menor e mais fria que o Sol. Estar na zona habitável significa a presença provável de água. Ele fica a 1.200 anos-luz da Terra e tem tamanho 60% superior ao do nosso planeta. Sua órbita é de 122 dias e os cientistas estimam que ele pode ser rochoso, como Marte, ou formado de oceanos.


5. Kepler-22b


(Nasa/VEJA/VEJA)

Localizado a 600 anos-luz da Terra, tem 2,4 vezes o raio do nosso planeta e está bem no meio da zona habitável de uma estrela muito parecida com o Sol. Foi encontrado em 2011 e demora 290 dias para dar a volta ao redor de sua estrela, o que faz com que, possivelmente, tenha as mesmas condições do nosso mundo.


6. Tau Ceti e


(L. Calcada/AFP/AFP/AFP)

Trata-se do planeta na zona habitável da estrela Tau Ceti, que fica na constelação da Baleia, a 12 anos-luz do nosso Sol, e é muito semelhante a ele. Tem cerca de cinco vezes a massa da Terra e os cientistas ainda não sabem se sua composição é rochosa ou gasosa, como os planetas gigantes.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ASTRONAUTAS foram FORÇADOS a Não Falarem sobre CONTATO com OVNIs e EXTRATERRESTRES?

O artigo abaixo, escrito por Douglas Herman e publicado no site alien-ufo-sightings.com, relata um tema já comentado aqui e em outros sites que tratam estes assuntos com seriedade e respeito, contudo dessa vez trazendo informações muito interessantes ainda não publicadas por este canal:


"Em nenhum momento, quando os astronautas estavam no espaço estavam sozinhos: havia uma vigilância constante por OVNIs." – Scott Carpenter, astronauta da NASA

Buzz Aldrin é um homem brilhante. Não é simplesmente notável por seu intelecto, mas por ser um homem profundamente espiritual. Desde há muito aposentado, o coronel Aldrin agora orbita as dimensões mais íntimas de sua mente, um universo secreto tão profundo e misterioso quanto o alcance da Lua.

Como um jovem militar, meu caminho levou-me a um encontro próximo com o coronel Aldrin, há mais de 30 anos. Como motorista de um carro com um rádio, servi na Base da Força Aérea Lackland quando o coronel Aldrin estava passando por uma série de testes lá. Uma tarde, meu rádio trouxe a mensagem de que o coronel Aldrin precisava ser levado para Wilford Hall, o grande hospital da base. Infelizmente, meu carro não foi escolhido. Muitas vezes eu me perguntei se a ‘crise nervosa’ que este astronauta notável sofria foi devido à pressão do governo ou não. Eu acho que foi.

Por que o coronel Aldrin sofreu uma ‘crise nervosa’ naquele momento? O peso da celebridade súbita, certamente. “Endeusamento” pela imprensa e massas adoradoras. Mas havia algo mais.

De acordo com Fred Steckling, autor do livro, We Discovered Alien Bases on the Moon II (Descobrimos Bases Alienígenas na Lua II), Aldrin poderia ter tido a intenção de proclamar a verdade do que viu. Muito provavelmente, os funcionários do Pentágono e da Casa Branca, receosos como sempre, o teriam persuadido, convencido ou ameaçado para não fazê-lo.

De acordo com Steckling:

"Esta é uma lista de fatos que aprendi de vários indivíduos que trabalham, ou que trabalharam, ou que estavam vinculados com a NASA de alguma forma ao longo dos anos. Por razões óbvias, agora não usarei seus nomes reais. A lista abaixo representa algumas das informações de três pessoas: uma atualmente está trabalhando em  missões para a NASA no Departamento de Defesa (​​DOD), outro que começou a trabalhar com a NASA e o DOD quando o JSC (Johnson Space Center) foi construído.
O terceiro é um cientista que trabalhou na NASA e outras instalações, e com Edward Teller.
Há edifícios na Lua. Há equipamentos de mineração na Lua.
Fotos, fotos da NASA, existem, as quais mostram claramente ambos. Centenas, mas provavelmente milhares, de fotos da NASA foram adulteradas. Especificamente, pelo uso cuidadoso de um aerógrafo, discos voadores e outros OVNIs podem ser removidos e, em seguida, a foto é liberada para o público e / ou imprensa.
O filme feito pelos astronautas mostra claramente OVNIs, OVIs, Veículos Alienígenas, etc. A NSA (Agência Nacional de Segurança) filtra todas as fotos antes de serem divulgadas ao público. Tudo o que a NASA liberou foi monitorado de perto por pelo menos uma cultura ‘alienígena’.
A NASA sabia sobre a atividade ‘alienígena’ na Lua antes que Armstrong, Aldrin e Collins lá pisassem. Edwin Aldrin, a um dado momento, encontrou evidências de que não éramos os primeiros a chegar na Lua. Depois de ver e tirar fotografias de pegadas no solo lunar (Aldrin), viu os seres que fizeram as pegadas (o relatório e as transcrições das conversas entre os astronautas não foram claras se Aldrin teve contato físico e / ou mental com as entidades).
Os veículos alienígenas voaram a menos de 15 metros de um veículo espacial dos EUA durante uma órbita terrestre completa e, em seguida, o VA partiu; novamente enquanto Aldrin estava presente. ‘Buzz’ Aldrin teve uma ataque nervoso por causa desses eventos e devido a pressão para não falar. Houve 22 mortes (muitos ‘suicídios’) no JSC em Houston. Nenhum astronauta que tenha visto AV ou ETs tem permissão para falar sobre isso, mesmo entre eles. Se o fizerem e forem pegos, eles podem ser multados, humilhados publicamente, presos ou terem todas as pensões e futuros salários retirados."

Quanto do relato acima é ficcional e quanto é fato? Somente aqueles que foram para a Lua e regressaram sabem com certeza. Há muitos relatos de segunda mão e supostas conversas, (pesquise no Google sobre Avistamentos de OVNIs por Astronautas), onde ambos, Aldrin e Armstrong, declaram em termos inequívocos que viram enormes naves e outros sinais de ocupação alienígena da Lua.

Return to Earth (Retornar à Terra), a autobiografia de Aldrin, conta sua luta com a depressão e alcoolismo após sua longa e dedicada carreira na USAF e na NASA. A NASA, a CIA e o Pentágono obrigaram o coronel Aldrin (e todos os outros astronauta) a ocultar o que viram na Lua? Quanto disso contribuiu para os problemas mentais de Aldrin?

Algum tempo atrás, o Science Channel exibiu um programa chamado ‘First on the Moon: The Untold Story‘ (Primeiro na Lua: A História Não Contada). Um segmento descreveu um encontro com OVNI que os astronautas do Apolo 11 testemunharam durante o vôo para a Lua. Aldrin falou de algo que viu.

Dave Stone escreveu:

"Para o meu melhor conhecimento, esta é a primeira vez que Buzz Aldrin, um astronauta Apolo 11, já relatou publicamente qualquer experiência de OVNI associada à missão lunar Apolo 11."

Buzz Aldrin observou:

"Havia algo lá fora, que estava perto o suficiente para ser observado, e o que poderia ser? … Mike (Collins) decidiu que poderia ver aquilo no telescópio e ele conseguiu, e quando estava em uma determinada posição, que tinha uma série de elipses, mas quando você o colocava em foco, era uma forma de L."

O cientista sênior da NASA, Dr. David Baker, disse:

"A NASA sabia muito pouco, hum, o objeto relatado pela equipe Apolo 11. Era obviamente um objeto voador não identificado. Mas tais objetos não eram incomuns e a história dos vôos espaciais na órbita terrestre nos anos anteriores indicou que várias tripulações viram objetos."

Aldrin observou:

"Agora, obviamente, nós três não íamos declarar, “Hey Houston, temos algo se movendo ao nosso lado e nós não sabemos o que é”. Não estávamos prestes a fazer isso, porque sabíamos que essas transmissões seriam ouvidas por todos os tipos de pessoas e quem sabe o que alguém teria exigido que voltássemos por causa dos alienígenas, ou seja qual for o motivo, então não o fizemos, mas decidimos apenas perguntar cautelosamente a Houston, onde, e o quão longe estava o S-IVB."

O S-IVB serviu como terceiro estágio do foguete Saturno V e segundo estágio no Saturno IB. Possuia um motor J-2. Para a missão lunar ele foi usado duas vezes: primeiro para a inserção em órbita após o corte do segundo estágio, e depois para a injeção trans lunar (TLI). Naquele momento, a NASA relatou que o estágio estava a 6.000 milhas (9.600 km) atrás.

Aldrin respondeu:

"E depois de alguns momentos decidimos que, após o observarmos (OVNI), era hora de dormir e não falar mais sobre isso até que voltássemos e passássemos pelo interrogatório."

Talvez um dia, um astronauta vivo, um herói se apresentará e, francamente, dirá o que viu e pelo que passou.

Um proeminente pesquisador de OVNI observou:

'Um desses caras – mais cedo ou mais tarde – tem que vir ao público. Este é um acobertamento cósmico da ordem mais alta."

O cientista da NASA, David Baker, disse:

"Havia muitas pessoas dentro do programa que saíram mais tarde e se convenceram de que os OVNIs existiam. Isso causou alguma preocupação por parte da NASA, onde eles conseguiram um acordo da equipe para nunca falar publicamente sobre essas coisas, por medo da ridicularização."


Assista abaixo um vídeo de uma entrevista como finado astronauta da NASA, Gordon Cooper, onde ele relata duas de suas experiências onde avistou OVNIs (Para informações de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


E a lista de astronautas que viram OVNIs não para por aí. São muitos mais, e abaixo está um artigo que fala de mais alguns que se  manifestaram, entre muitos que ainda se mantêm em silêncio:


Alguns avistamentos de OVNIs / UFOs por astronautas da NASA

Em 12 de setembro de 2006, um objeto anômalo é visto sendo refletido no visor do astronauta Joseph R. Tanner, da missão STS-115, enquanto ele acenava para uma câmera digital da sua colega astronauta, Heidemarie M. Stefanyshyn-Piper.

Toda a informação a respeito de alienígenas pode ser bem aceita a um público selecionado, mas para aqueles que não crêem, a história de astronautas da NASA que avistaram OVNIs pode vir como surpresa.  Um site anônimo, com o domínio syti.net, bem como vários outros sites na Internet, documenta vários astronautas que alegadamente fizeram declarações de terem encontrado OVNIs durante seu trabalho.

O Major Gordon Cooper foi um dos primeiros astronautas da missão Mercury e o último a voar no espaço sozinho.  Cooper deixou uma importante mensagem para a estação de rastreamento, Muchea, perto de Perth, na Austrália.  O astronauta relatou um avistamento de um objeto com brilho verde se aproximando de sua cápsula.  O OVNI foi detectado pelo seu radar, mas Cooper foi aconselhado a não comentar sobre o avistamento.  Ele também afirmou ter visto um outro OVNI, quase uma década antes do seu voo espacial, quando estava pilotando um Sabrejet F-86 sobre a Alemanha ocidental.  Cooper falou para as Nações Unidas, e em muitas ocasiões disse que os astronautas “vivem em segredo porque os Estados Unidos temem a reação da população”.

A luz verde surgiu novamente numa recente reportagem da CNN, no dia dois de janeiro de 2014.  Tom Watkins, da CNN, reportou sobre um agroglifo elaborado que foi encontrado na propriedade de um fazendeiro na Califórnia, a somente duas horas de carro ao sul de São Francisco.  Luzes verdes foram vistas e gravadas por um observador.  Muitas pessoas especulam entre o caso de serem alienígenas ou algo forjado. Porém, o agroglifo circular é similar em descrição à maioria de relatos de casos de OVNIs

Outros avistamentos de OVNIs de astronautas da NASA incluem o de Donald Slayton, que também foi um astronauta da missão Mercury.  Ele alega ter visto um OVNI durante um voo num caça P-51, em 1951, sobre Minneapolis. Primeiramente o objeto parecia para ele como uma pipa, mas logo deu para ver que objeto tinha a forma de disco.  Ele perseguiu o objeto até que o mesmo desapareceu.

O Major Robert White, em 1962, também relatou um avistamento de OVNI.  White estava testando um X-15 que também foi pilotado por Joseph A. Walker no mesmo ano.  Walker foi um piloto da NASA, cuja tarefa era a de realmente detectar OVNIs.  Ele alega ter filmado muitos avistamentos, embora as filmagens nunca foram liberadas.

Em 1973, o comandante da Missão Apolo 17, Eugene Ceman, declarou num artigo para o Los Angeles Times, que os OVNIs eram de “diferentes civilizações“.

Edward Higgins White (o primeiro estadunidense a fazer uma “caminhada espacial”) e James Mcdivitt em 1965, tiraram fotos de um OVNI metálico com longos braços.  Uma pessoa poderia imaginar que este era somente um objeto de outro país mais avançado.  Porém, mais astronautas relataram sobre a possibilidade de vida extraterrestre.

James Lovell e Frank Borman reportaram por rádio, enquanto no espaço durante seu voo de 14 dias em 1965: “Bogey, às 10 horas, ao alto“, ou seja: “Aeronave não identificada, ligeiramente à esquerda, numa posição elevada“.

Em 1969, Neil Armstrong e Edwin Aldrin relataram uma misteriosa experiência na Lua.  Abaixo, uma transcrição do que se alega ter sido transmitido:

NASA: O que está lá?  Controle da missão chamando Apolo 11.
Apolo 11: Estes ‘bebês’ são grandes, senhor!  Enormes!  Oh meu Deus!  Você não vai acreditar nisso!  Estou lhe dizendo que há outras espaçonaves lá, alinhadas no lado oposto da beira da cratera!  Eles estão na Lua nos vigiando!

Armstrong alegou que havia uma base na Lua e ele foi alertado pelos alienígenas a não permanecer por lá.  Ele não entrou em detalhes, mas indicou que a CIA estava por detrás do acobertamento.  Maurice Chatelain, em 1979, ex-Chefe de Sistemas de Comunicação da NASA, confirmou que Armstrong teria mesmo relatado ter visto os OVNIs.  Chatelain falou sobre o codinome ‘Santa Claus’ (Papai Noel), que começou a ser usado como resultado de Walter Schirra, da missão Mercury 8, ter atribuído o nome para qualquer avistamento de OVNI.  James Lovell deu continuidade a este termo e o declarou numa transmissão para que todo o público escutasse: “Por favor estejam informados que Papai Noel existe“.

Scott Carpenter, um astronauta, mergulhador e piloto de testes, foi um dos primeiros astronautas do Projeto Mercury da NASA, em 1959.  Ele teria declarado: “Em momento algum, quando os astronautas estavam no espaço, eles ficaram sós.  Havia uma constante vigilância pelos OVNIs“.

– Texto de Lindsey Alexander, traduzido e adaptado por n3m3 (OVNIHoje)

O histórico das missões espaciais, tanto estadunidenses quanto russas, estão repletas de relatos de OVNIs se aproximando dos astronautas/cosmonautas.  Certamente, estes indivíduos altamente treinados não iriam sair por aí inventando estórias.  A realidade é que há mesmo um fenômeno ainda não explicado, pelo menos para a população em geral, que para as missões espaciais ocorre desde seu início na década de 1950, e continua a ocorrer ainda nos dias de hoje.

Quem assiste constantemente a transmissão ao vivo pela Internet da Estação Espacial Internacional, pode muito bem respaldar este fato.  É só uma questão de tempo até que um objeto anômalo apareça no vídeo e a NASA corte a transmissão com sua famosa tela azul.

Fonte1

domingo, 7 de janeiro de 2018

O Pentágono e a Intervenção Extraterrestre nos Testes Nucleares


O canal do Ocultos, do YouTube, publicou um vídeo que certamente será de interesse de todos que acompanham o fenômeno dos OVNIs, e pode causar muita controvérsia na área de comentários.

Veja:

No dia 22 de dezembro, o mundo foi surpreendido por um “show noturno” CRIADO PELO FOGUETE FALCON 9, após a sua descolagem, muitos moradores se assustaram e o governo americano deu satisfação antes dos testes pra encobrir o real motivo. E em 26 de dezembro, novamente a Rússia fez um teste de míssil balístico intercontinental. Estes lançamentos quase ao mesmo tempo não são uma coincidência e embora tenha sido dito que todos estes eventos não representam um risco para a humanidade, acredita-se que a verdadeira razão é preparar-se para uma guerra que vem do espaço.


Ex-Piloto da CIA afirma: "A Lua tem mais de 250 milhões de cidadãos"


Um ex-piloto da CIA chocou o público com sua afirmação de que a Lua é realmente um lugar habitável com mais de 250 milhões de cidadãos.

O ex-piloto da CIA, John Lear, é bastante famoso entre os teóricos da conspiração.

“Tudo o que você ouviu sobre a Lua é uma mentira”, exclamou o Sr. Lear.

Ele disse que descobriu estruturas secretas na Lua e, além disso, apresentou algumas imagens que alegadamente mostram provas dessas formações artificiais.

Há muitos que acreditam que algum tipo de ciência ou tecnologia esteja escondendo as estruturas na Lua. Então, essa tecnologia holográfica pode realmente ser aquela que está escondendo essas estruturas.

As primeiras visitas à Lua provavelmente aconteceram graças à nave antigravidade da Tesla.

Lear afirmou:

"Não posso provar isso, é claro, ou já estaria morto. Não posso mostrar-lhe uma imagem da USS Enterprise lá em cima agora. É exatamente o que faz sentido, sabendo da tecnologia que foi obtida depois que o governo dos EUA bombeou bilhões ou trilhões para toda a pesquisa de Tesla."

No vídeo de Lear, você pode observar algumas fotos tiradas de um observatório em 1946. Elas aparentemente mostram uma grande catástrofe que aconteceu ao noroeste da cratera de Endymion.

Lear ainda continua explicando como a Lua foi feita dentro de Júpiter há 40 milhões de anos. Alegadamente, durante a última era de gelo, 15.000 anos atrás, a trajetória do eletroímã (Lua) ficou presa na órbita da Terra. Assim, ele afirma, as grandes cidades, civilizações e bases da Lua começaram a aparecer.

Lear descreveu os cidadãos da Lua como alienígenas humanoides. Ele também disse que entre eles há também a raça dos Grays, mas eles vivem sob a superfície da Lua, trabalhando em laboratórios enormes.

Ainda mais estranho, ele disse que a Terra é realmente um planeta prisão que serve como um lugar para castigos. Existem milhões de outros planetas como a Terra, afirmou.

John Lear tem algumas idéias e reivindicações inacreditáveis, por isso não é estranho que ele seja sujeito a piadas constantes entre os racionalistas.

No entanto, este ex-piloto da CIA também foi um ex-capitão das forças aéreas dos EUA. Ele operou mais de 100 aviões diferentes e tem muitos certificados que comprovam sua experiência.

(Para informações de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


Mesmo se John Lear, que faleceu em 1989, estivesse mentindo ou inventando as coisas que ele declara em seu vídeo, não se pode duvidar que a Lua abriga muitos mistérios, que até mesmo astrônomos amadores já observaram, como brilhos inexplicáveis e sombras se movimentando pela superfície de nosso satélite “natural”.