Contato com a espécie pode causar hemorragias internas e o soro produzido no Brasil é o único antídoto no mundo.
Lonomia obliqua vive em comunidade em árvores — Foto: Roberto Moraes/ Instituto Butantan
O Instituto Butantan alerta para os perigos do contato de pessoas com os “espinhos” envenenados de taturanas (ou lagartas) do gênero Lonomia, que apenas em 2017 foram responsáveis por 741 acidentes no país, de acordo com o Ministério da Saúde. O contato com a grande maioria das lagartas provoca dor e queimação, com inchaço e vermelhidão no local atingido. Porém, o acidente com a Lonomia pode causar uma síndrome hemorrágica, com sangramento na gengiva e na urina, até complicações graves como a insuficiência renal aguda, provocando a morte na falta de um tratamento correto.
Pesquisadores extraem o veneno da tarturana para produzir soro — Foto: Letícia Delphino/ Instituto Butantan
Atualmente, o tratamento disponível para reverter os efeitos do envenenamento é a utilização do soro antilonômico produzido pelo Instituto Butantan desde 1994, único produtor do medicamento no mundo. O soro é obtido a partir do próprio veneno da Lonomia, em um processo no qual animais são imunizados com antígenos específicos e preparados com a toxina da lagarta.
Para manter a disponibilidade do medicamento, o Instituto recebe a cada ano uma quantidade suficiente dessas lagartas por meio de parcerias com secretarias de saúde da região Sul do país, geralmente entre os meses de dezembro e fevereiro. “Existe uma cadeia de participação para a produção do soro que envolve a população, órgãos de saúde e o Instituto Butantan. Tudo isso para viabilizar o soro”, explica Fan Hui Wen, gestora de projetos do Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Butantan.
“Na medida em que divulgamos a existência dessas lagartas consequentemente se estabelecem ações de prevenção”, explica a médica do Butantan.
Contato com a taturana Lonomia obliqua pode causar síndrome hemorrágica — Foto: Adriano Dias/ Instituto Butantan
Sobre a espécie
A Lonomia é um inseto em fase larval que possui quatro estágios de desenvolvimento – ovo, lagarta, pupa e mariposa – frequentemente encontrada nos períodos de calor e chuva em troncos de árvores, camufladas e agrupadas em colônias. Somente na fase de larval a lagarta possui cerdas “espinhudas” que contêm um veneno que, em contato com a pele, causa “queimaduras”, dor local e sangramentos. Os acidentes com Lonomia nem sempre causam envenenamento e a gravidade do caso depende da quantidade de lagartas que a pessoa tocou e o quanto de veneno foi inoculado a partir do contato, se foi um contato leve ou se houve pressão sobre as cerdas.
O encontro da lagarta com o homem deve-se provavelmente ao desmatamento e é facilitado pela existência de moradias próximas à ilhas de mata nativa, inclusive no meio urbano.
Taturana é quase imperceptível em tronco de árvore — Foto: Divulgação Instituto Butantan
Desmatamento
Os motivos da expansão populacional da taturana Lonomia obliqua foram identificados pelo pesquisador Roberto Henrique Pinto Moraes já em 2002. “O desmatamento é o responsável pelo aumento populacional da taturana; o número de acidentes é consequência”, afirmou Moraes, em reportagem divulgada pela Universidade de São Paulo (USP) em 2003.
A extinção de predadores naturais é a causa do aumento das taturanas — Foto: Divulgação Instituto Butantan
Diminuição de predadores explica avanço da taturana
Outra razão para o aumento da população da taturana do gênero Lonomia é a extinção de um ou mais de seus predadores naturais. O principal deles é uma mosca da família Tachinidae. Ela deposita cinco ou seis ovos. Outro predador é o vírus loobMNPV, nocivo apenas para a Lonomia obliqua. Entre os motivos de extinção dos predadores estariam o desmatamento e o uso de agrotóxicos nas plantações. “Para reduzir acidentes o melhor é a conscientização. Conhecer a lagarta e saber como evitá-la”, alerta Moraes
Chamada de camapu, a planta amazônica tem o poder de produzir novos neurônios no hipocampo, sendo útil no tratamento de doentes de Alzheimer.
O caminho para um tratamento eficaz de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, pode estar bem mais perto do que você pensava. Uma substância encontrada no caule de uma planta amazônica poderá ser usada em medicamentos fitoterápicos para o combate ao Alzheimer.
A planta chamada camapu, encontrada nas regiões do interior do Pará e na periferia de Belém, é muito conhecida por sua atividade antiprotozoária e anti-inflamatória. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará descobriram que uma substância encontrada nessa planta tem o poder de estimular a produção de novos neurônios no hipocampo, região do cérebro associada à memória.
Com a produção de novos neurônios, estimulados pela substância, é provável que haja novas conexões entre as células do cérebro, revertendo à perda da memória recente, característica comum em doentes de Alzheimer.
Os cientistas também apostam que, ao usar o medicamento à base do camapu, também seja possível uma reversão da morte neural, muito comum em pacientes que apresentam depressão.
“Estamos falando da criação de novos neurônios, algo que não era possível a um tempo atrás”, diz Milton Nascimento dos Santos, do Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônicada da Universidade Federal do Pará.
Os testes já estão sendo feitos em ratos de laboratório; o próximo passo serão os testes clínicos e a viabilidade de produzir essa substância em larga escala. Hoje, sabe-se que uma das possibilidades de criar novos neurônios se dá através de exercícios para o cérebro.
Beterraba é bastante rica em vitaminas, como B1, B2, B6, C, contém antioxidantes, ácido pantotênico e ácido fólico e minerais; como fósforo, potássio, cálcio, magnésio, zinco, sódio e ferro.
Betacianinas (pigmento magenta) que dá a cor vermelha vem da beterraba. Beterraba tem propriedades anticancerígenas, aminoácidos, devido à chamada betaína e foi confirmado por muitos estudos que suas propriedades podem destruir as células no tecido tumoral. E também é um antioxidante poderoso, desintoxicante e agente anti-inflamatório. O Câncer morre em apenas 42 horas, um suco que curou mais de quarenta e cinco mil pessoas! Anote!
Suco de beterraba para curar o câncer
É ótimo para muitos tratamentos do câncer, também nos ajuda no tratamento da leucemia. Um estudo descobriu que cem por cento das pessoas que sofrem de vários tipos diferentes de câncer, tem respondido de forma bastante favorável a esse tratamento.
O dr. Rudolf Breuss é um médico austríaco que desenvolveu um tratamento para o câncer à base de sucos e chás. Seu tratamento alcançou grande sucesso na Áustria e em outros países da Europa. Mas, por ser natural, o tratamento do médico austríaco sofreu fortes críticas de outros médicos e, aos poucos, foi sendo esquecido em benefício de práticas mais lucrativas.
O protocolo de tratamento do câncer do dr. Breuss é muito especial. O carro-chefe do tratamento anticâncer do médico austríaco é um suco. Mas não é um suco qualquer. É um suco especial riquíssimo em nutrientes e antioxidantes e o doutor Breuss prescrevia este suco para que os pacientes com câncer o consumissem durante 42 dias.
Graças a este tratamento, segundo o médico, ele curou mais de 45 mil pessoas!
De forma simplificada, durante o período de desintoxicação com esta bebida, as células cancerosas ficariam privadas de nutrientes e morreriam de fome, Além disso, haveria uma restauração completa da saúde de todo o organismo.
Incrível, não é?
E como é feito o suco anticâncer do dr. Breuss? É simples, mas você deve seguir rigorosamente as medidas.
COMO PREPARAR O SUCO:
170 gramas de beterraba 56 gramas de cenoura 56 gramas de aipo/salsão 14 gramas de batata-inglesa 14 gramas de rabanete Água o suficiente para bater no liquidificador (se fizer na centrífuga, não precisa usar água), bata tudo, coe e beba logo em seguida.
O tratamento do dr Rudolf Breuss determina que se consuma este suco mais de uma vez por dia, mas sem exagero, só o suficiente para alimentar.
O paciente precisa seguir essa rotina durante 42 dias.
Além do suco, só é permitido o consumo de chás, e mais nada. Por isso, este tratamento NÃO DEVE SER FEITO SEM O ACOMPANHAMENTO DE UM PROFISSIONAL DA ÁREA DE SAÚDE.
É importante também que as verduras sejam orgânicas.
As pessoas que não estão com câncer podem se beneficiar deste suco usando-o como um preventivo. Neste caso, basta consumi-lo em jejum durante 30 dias, duas vezes por ano.
Esta é uma matéria publicada no site Hypeness. Apesar de não fazermos apologia ao uso de qualquer droga, reconhecemos que estudos devem ser feitos, respeitados, divulgados e assumida uma postura mais sensata em relação aos resultados e uso dos componentes da Canabis no tratamento de doenças, se são realmente reportados resultados positivos nestes tratamentos.
No último dia 16 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial da União uma resolução que autoriza médicos brasileiros a prescreverem o canabidiol para seus pacientes. A substância derivada da maconha pode ser receitada apenas para o tratamento de epilepsias em crianças e adolescentes. Mas há ainda mais restrições nessa permissão.
Além de não autorizar o tratamento com canabidiol (CBD) para adultos, a resolução doConselho Federal de Medicina exige que os pacientes já tenham antes tentado usar medicamentos convencionais e não conseguido melhoras.
Outra restrição é que somente neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem receitar o CBD. E que fique claro: a resolução proíbe expressamente o uso medicinal da Cannabis in natura, assim como de qualquer outro derivado dela que não seja o canabidiol. Só daqui a dois anos essa norma será revista, quando os resultados de até então serão avaliados.
Por um lado, a permissão é um importante passo rumo ao fim do tabu que envolve a maconha no Brasil. Por outro, é ainda um avanço tímido. Porque, trocando em miúdos, a resolução é permitida apenas para um tipo de enfermidade, apenas para crianças e adolescentes, o CBD pode ser receitado apenas por alguns especialistas e apenas em último caso. Muito pouco quando comparamos à experiência internacional já acumulada no uso medicinal da erva, que envolve inclusive o tratamento para câncer com resultados excepcionais.
No YouTube é possível assistir a dois documentários que mostram isso. O primeiro se chama“Run From the Cure”, e conta a história de Rick Simpson.
Rick é um canadense nascido em 1949 que sempre trabalhou na área de saúde. No ano de 1997, ele sofreu um ferimento na cabeça e os médicos receitaram uma série de remédios, que Rick começou prontamente a tomar.
Passado algum tempo, ele não percebeu melhoras. Muito pelo contrário: sentia que os efeitos colaterais dos medicamentos estavam piorando sua situação. Já era 1999 quando Rick assistiu a um programa na TV sobre maconha medicinal e decidiu tentar a sorte. Um amigo conseguiu ilegalmente um baseado e o resultado foi que ele se sentiu muito melhor do que com as doses cavalares de comprimidos que vinha tomando. Mas, ao solicitar uma prescrição de maconha para seu médico, teve o pedido recusado.
Nos anos seguintes, o canadense vivenciou uma piora nos sintomas. Foi quando decidiu produzir o próprio remédio por sua conta e risco. Assim, Rick começou a plantar maconha, já com a ideia de produzir um óleo concentrado que potencializasse os efeitos medicinais da erva.
O óleo é feito cozinhando as flores da planta misturadas a solvente. No processo, a mistura vai sendo reduzida até ficar bem concentrada e com uma cor semelhante à da gasolina. Em média, 500 gramas de Cannabis produzem 56 gramas de óleo.
Consumindo pequenas doses diárias do remédio caseiro, logo Rick viu sua vida retornar à normalidade. A pressão sanguínea caiu, o sono voltou, as dores foram embora. Mas o mais incrível viria a acontecer no ano de 2003, quando ele teve que retirar um câncer de pele. Algumas semanas após a cirurgia, o tumor voltou. Rick aplicou o óleo de maconha medicinal direto na área afetada e cobriu apenas com um band-aid. Poucos dias depois, o câncer simplesmente tinha desaparecido.
Percebendo que tinha nas mãos um remédio poderoso, barato e sem efeitos colaterais que a maioria das pessoas desconhecia, Rick decidiu compartilhar gratuitamente sua descoberta com o mundo. No primeiro ano, foram tratadas cerca de 50 pessoas com problemas de pele diversos. No ano seguinte, o óleo produzido por Rick foi bem sucedido no tratamento de um homem com um melanoma inoperável. E, de 2003 até hoje, já foram mais de 5 mil pacientes medicados com o óleo da maconha, que sofriam de tipos diversos de câncer, diabetes, epilepsia, dores crônicas, glaucoma, úlceras, enxaqueca, ansiedade, depressão e outros males.
A história de Rick Simpson se soma ao documentário “Maconha, a Cura do Câncer”, também encontrado no YouTube, para mostrar como a discussão lá fora já está uns tantos quilômetros à frente do cenário brasileiro.
O filme faz um apanhado geral sobre a história do uso da maconha pelo homem e de como a sua proibição foi uma invenção recente. Até então, remédios baseados na Cannabis faziam parte da maleta dos médicos, sendo usados para tratar dores do parto, reumatismo e transtornos nervosos. Eram inclusive receitados a bebês, para que parassem de chorar por conta das dores de dente.
Foi no início do século XX que a maconha passou a ser perseguida. Com o surgimento das drogas criadas quimicamente, a indústria farmacêutica começou o lobby anti-cannabis para eliminar a concorrência. Em 1937, uma lei aprovada pelo congresso dos EUA proibiu médicos de receitar maconha. Em 1942, já não existia mais nenhum remédio baseado no cânhamo nas farmácias do país.
A guerra contra a maconha durou décadas. Até que a pressão popular fez com que alguns estados norte-americanos revertessem esse cenário, aprovando legislações próprias para oferecer tratamentos alternativos a seus habitantes. A Califórnia foi o primeiro, com sua lei sobre maconha medicinal que data de 1996. De lá para cá, mais de 20 outros estados aprovaram leis semelhantes.
A sequência do filme foca nas várias descobertas científicas dos anos recentes envolvendo o uso terapêutico da erva. Entre elas está o trabalho do pneumologista Donald Tashkin, da Universidade da Califórnia. Em um estudo realizado com 600 pessoas, o pesquisador demonstrou que a incidência de câncer pulmonar em quem fuma maconha diariamente é menor do que a que ocorre em quem não fuma nada.
A tese levantada pelo filme é a de que os canabinoides promovem a morte de células cancerígenas, deixando as saudáveis intocadas. Isso porque, ao longo da evolução, nosso sistema nervoso desenvolveu um processo interno que regula uma porção de funções fisiológicas (fome, sono, relaxamento, etc), de forma muito parecida à ação da maconha. Por conta da semelhança, a ele foi dado o nome de sistema endocanabinoide. O que a erva medicinal faz é estimular e reforçar esse sistema natural que já está lá no corpo humano.
Algumas estatísticas apontam que uma em cada três pessoas pode vir a ter câncer durante a vida. E se a cura já existe, mas não está acessível por ser considerada crime? Que direito alguém tem de dizer a uma pessoa com câncer se ela pode ou não tentar determinado tratamento?
O CBD, que acaba de ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, é apenas um entre os mais de 420 ativos químicos com propriedades medicinais encontrados na Cannabis. Será que cada paciente brasileiro que pode ser tratado com maconha terá de viver a mesma epopeia que o canadense Rick Simpson?
Contra o tabu e o preconceito, nós do Hypeness temos apenas uma coisa a dizer: pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo. Já passou da hora de mudar o status da relação com a Cannabis. Assista aos documentários e tire suas conclusões.
No mês de aniversário, o programa Talk Show, bate um papo com a Dra. Mônica de Medeiros, falando sobre Ufologia Científica e Espiritualista.
Mônica de Medeiros é médica formada pela Unicamp, com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago, entre 1988 e 1990, quando se tornou membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Além disso, Mônica é médium, mestre reikiana, abduzida e contatada, conferencista internacional e escritora. Fundadora da entidade espiritualista Casa do Consolador que faz cerca de 5000 atendimentos gratuitos mensais e tem forte obra social, distribuindo cerca de 4 toneladas de mantimentos (na forma de cestas básicas a famílias cadastradas e 500 almoços para moradores de rua, todo domingo), 1 tonelada de ração animal a protetoras cadastradas, enxovais de gestantes, roupas.
Como se não bastasse tudo isso, ela ainda é colaboradora da Revista UFO e a a Casa do Consolador será sede do IV Encontro de Ufologia Avançada de SP, nos dias 29 e 30 próximos.
No bate-papo com Celia Coev, Ufologia Científica e Espiritualista, a Medicina do futuro e temas relacionados.
Assista abaixo, o vídeo mencionado na entrevista, onde aparecem os OVNIs.
A sucupira-branca (Pterodon pubescens Benth) é uma árvore nativa do Brasil, distribuída pela região central (principalmente nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais). As sementes de sucupira são usadas na medicina popular em forma de chá e em infusões de vinho para tratar doenças reumáticas e inflamatórias, como a artrite e o reumatismo, beneficiando a saúde das articulações.
Benefícios do extrato de sucupira
Um estudo experimental com o extrato de sucupira (Pteridon pubescens) demonstrou cientificamente que os efeitos relatados decorrentes do uso da sucupira-branca podem significar o isolamento de novos compostos para o tratamento da artrite reumatoide e outras doenças inflamatórias crônicas e autoimunes. Estudos toxicológicos do extrato etanólico (óleo) das sementes de sucupira não demonstraram mutagenicidade ou toxicidade na planta.
A artrite reumatoide é uma doença autoimune crônica onde o sistema imunológico também ataca os tecidos do próprio corpo, especificamente a membrana sinovial, uma fina película que reveste as articulações. Apesar da eficácia dos medicamentos imunossupressores, ainda é importante a pesquisa de novas alternativas e estratégias anti-reumáticas, com o objetivo de evitar os efeitos colaterais do tratamento tradicional, que em algumas pessoas, leva a interrupção do tratamento.
O efeito anti-artrítico do extrato hidroalcoólico das sementes de sucupira-branca foi demonstrado experimentalmente utilizando a artrite induzida por colágeno (CIA). Sub-efeitos tóxicos agudos não foram observados em análises em ratos. Outras análises demonstraram efeitos anti-inflamatórios e antinociceptivos (capacidade de perceber a dor) do extrato etanólico das sementes.¹
A ação anti-inflamatória e antioxidante da sucupira
Outro estudo, também realizado com cobaias, concluiu que o extrato de sucupira bruto foi efetivo contra o estresse oxidativo e nitrosativo induzido pelo exercício físico agudo. O extrato de sucupira aboliu a maioria dos processos oxidativos, proporcionando assim um a ação antioxidante e anti-inflamatória contra o exercício agudo. Apesar do papel bem documentado de proteção de substâncias vegetais antioxidantes e sua capacidade de proteger contra os efeitos nocivos da oxidação, a maioria dos estudos tem analisado o efeito antioxidante de apenas uma classe de compostos ou de um composto isolado, principalmente in vitro. Este estudo demonstrou que o extrato de sucupira possui ação anti-inflamatória e antioxidante após a realização de exercícios, o que pode confirmar os efeitos do extrato de sucupira para o tratamento de artrite, reumatismo, osteoartrite e inibição da dor.²
Referências:
¹ Sabino, 2008. Suppression of T and B Cell responses by Pterodon pubescens seeds ethanolic extract. Pak. J. Biol. Sci. Ref.
² Protective action of a hexane crude extract of Pterodon emarginatus fruits against oxidative and nitrosative stress induced by acute exercise in rats.
Hoje minha intenção é fazer você refletir. Vou falar sobre a verdade do sistema farmacêutico no Brasil, onde profissionais ganham comissões, viagens, jantares e congressos, tudo para que simplesmente prescrevam medicamentos à população. Sem dúvida alguma esta é uma das reportagens mais assustadoras que você verá em termos de saúde, sobre uma verdadeira máfia da doença.
Se quiser se aprofundar no assunto, assista à essas 2 excelentes reportagens:
Esta é uma história verídica que presenciei e vou, com toda certeza, fazê-los pensar muito. Vou resumi-la para que vocês entendam o recado diretamente:
Gustavo (nome fictício) descobriu que era portador de um tumor de reto (câncer de intestino) há alguns meses. Estava bem, mas com única queixa de sangramento ao evacuar. Desespero familiar e pessoal, primeiro caso na família, homem jovem (50 anos), de hábitos de vida e alimentação saudáveis. Foi levado aos especialistas conhecidos como “professores”, “PhDs” na cidade do Rio de Janeiro e a decisão foi tomada: apesar de não haverem evidências de metástase, ele entraria no protocolo da Quimioterapia seguida de Radioterapia e depois seria submetido a cirurgia curativa.
Como ele tem médicos na família, a decisão teve forte apoio familiar e confiança total no protocolo indicado. Em seu caso, indicaram uma Quimioterapia nova, com doses orais e um tratamento particular. Naquele “jogo” habitual de um médico mandando pro outro para estabelecerem um tratamento “ideal”, o tratamento foi iniciado.
Lembro como se fosse hoje, de ter passado algumas noites pensando sobre o que eu poderia fazer para ajudá-lo, já que toda estrutura da minha Clínica fica em Porto Alegre e que, mesmo assim, muito do que eu aconselharia, poderia trazer sérios problemas sociais de minha opinião, com a opinião mais ortodoxa dos familiares médicos. Passei dias pensando na frase que ouvira não só de um de meus maiores mestres, Dr. Lair Ribeiro, bem como da boca de outros muitos cientistas desvinculados às indústrias farmacêuticas: “Grande parte dos pacientes com Câncer não morrem do câncer, mas sim das Quimioterapias”.
Decidi ir até ele, e ainda no primeiro dia de seu tratamento fui claro e objetivo. Disse-lhe que se fosse Eu, em seu caso, sem metástases, não faria Quimioterapia. O motivo é longo, mas fundamentalmente baseado no fato de que ninguém sabe o que pode acontecer de efeitos colaterais com estes venenos. Se fosse realizado somente a Radioterapia na busca de diminuir o Tumor e, posteriormente uma Cirurgia para removê-lo, com toda certeza a segurança era muito alta de resolução do problema.
Portanto, Quimioterapia para que? Para talvez uma possibilidade de, no futuro, não ter recidiva? E como acreditar nisso, se nunca comparamos os indivíduos com eles mesmos para saber se realmente vale a pena ou não nestes casos? Vejam bem, estou falando sobre um caso isolado, pois em outros tipos de tumores, as abordagens podem ser diferentes e mesmo minha opinião sobre Quimioterapia pode ser positiva.
Mas isso me motivou a pesquisar, pesquisar e ver que por coincidência, a única classe de medicamentos NO MUNDO que até hoje nunca precisou ser comparada a placebo (pílula de farinha ou açúcar), foram os Quimioterápicos. Muito estranho, pois a resposta da indústria farmacêutica é que esta doença é muito importante, que não há espaço para se comparar com placebo.
Então, resumindo:
Nunca testamos a diferença das quimioterapias em termos de recidiva, com tratamento placebo!
Milhares de pessoas morrem por efeitos adversos destes venenos!
Se realizar a cirurgia estaremos “nos livrando” do problema!
Só Deus sabe se no futuro haverá recidiva (existem muitos detalhes aqui a serem ditos)!
Bom, não tinha como eu não ir lá e falar com aquele homem, colocar pra fora a angústia que me prendia ao conhecimento que tinha comigo. Ao mesmo tempo sabia que seria somente uma voz, que apesar de ter muita confiança por parte dele, não transcenderia a opinião daqueles super especialistas. E na verdade, inclusive quando fui até o Dr. Lair Ribeiro para pedir-lhe opinião, fui aconselhado a não interferir, por diversos motivos.
A evolução do tratamento passou a ser drástica e triste, pois já no quarto dia da quimioterapia o homem estava em uma situação absolutamente debilitada, nem parecia mais aquele homem enérgico e com toda vida que conhecera, e já aproximadamente no sétimo dia ele teve que ser internado em um hospital de médio porte.
A situação se agravou, a CTI daquele hospital não tinha condições para atendê-lo quando o quadro evoluiu para insuficiência respiratória, e graças então ao familiar, depois de muita luta para tentar conseguir uma vaga em um hospital que pudesse mantê-lo vivo, a transferência foi feita.
Situação de tristeza familiar, transtorno para toda aquela família que teve que se deslocar ao Rio de Janeiro para lutar junto daquele homem diariamente, desestabilização financeira, psicológica, enfim aquela história que não desejamos nem aos nossos piores inimigos (para quem os tem).
Os efeitos da Quimioterapia mantiveram-no em coma por quase 3 meses e, coincidentemente, no leito ao lado (em um dos melhores e mais bem equipados hospitais do Rio de Janeiro), também estava uma pessoa em coma devido a efeitos colaterais de quimioterápicos. Luta, comoção. Eu mesmo visitei-o frequentemente e fiz questão de encostar nele e incentivar todo familiar que fizesse a higiene adequada e também o fizesse, ao contrário de todos os “avisos” dizendo para encostar o mínimo possível no paciente pelo risco de infecção. Mas pedi que todos tivessem somente pensamentos positivos, concentrassem suas energias em coisas boas e nunca em tristeza e piedade por aquela situação.
Quem chegasse ao lado dele, apesar da cena assustadora inclusive para médicos, com a pele completamente alterada e parecendo queimada, sem cabelos, emagrecimento com edema generalizado e todos os aparelhos possíveis, tinha que sorrir, conversar com ele em tom firme, ter certeza de que melhoraria e passando através das mãos sobre qualquer parte de seu corpo, um feixe de energia potente, de luz amarelo ou dourado brilhante (baseado em conceitos cromoterápicos milenares).
Bem, mas passados 3 meses ele saiu do coma, indo contra qualquer opinião médica possível, pois todos eram enfáticos em dizer que as chances eram mínimas (e eu como médico sei que estavam ali falando exatamente a verdade dos fatos). Saído do coma foi para o leito e, após mais 1 mês recuperando-se, conseguiu sair do Hospital, porém com o seu foco do problema (o Câncer), absolutamente em segundo ou último plano. O objetivo durante toda internação, foi salvar a sua vida dos efeitos da Quimioterapia e só. E a partir do momento em que se iniciou o quadro dos efeitos maléficos, vocês sabem quantas vezes aquele médico professor PhD e super especialista que indicou o tratamento, se pronunciou ou ao menos foi até o hospital ver o que havia acontecido e explicar o porque? NENHUMA!
Parece brincadeira, mas não é! O trabalho daquele profissional foi simplesmente indicar uma droga (sabe-se lá com quais reais motivos) e lavar as mãos para o que poderia ou não acontecer, afinal de contas, ele estaria protegido pelo Protocolo. Todos prescreveriam algum quimioterápico, pois faz parte do protocolo de tratamento. Mas vocês querem saber o que eu peso? Me desculpem a expressão, mas “que se dane o protocolo”, não estamos tratando robôs nem animais irracionais! Lidar com pessoas, necessita individualização de condutas, personalização de opções terapêuticas e análise criteriosa de riscos X benefícios.
Máfia da Doença: médicos que podem matar pacientes
Se este tipo de conduta pode levar o paciente à morte sem nenhuma garantia de que no futuro irá de fato evitar uma recidiva, ao passo que o outro tratará diretamente o problema, o mínimo desejável e esperado é que as coisas sejam esclarecidas com paciente e família. O mínimo é honestidade, ponderação, humanização. E depois do problema, simplesmente dizer que ele caiu na estatística e que poderia acontecer, e que a culpa é do câncer? Nem se quer ir até o Hospital e a família ser obrigada a contratar, em caráter obrigatório e particular, um médico que possa acompanhar e tentar resolver a situação dentro do CTI, se tornando o médico responsável? Parece piada, sinceramente!
Sim, revolta, mesmo eu sendo médico, sabendo que a maioria dos médicos não compactuam com estas atitudes, mas também sabendo que, como os próprios familiares médicos fizeram, acabamos acreditando que era realmente a única e correta opção, pois aprendemos nas universidades que os protocolos devem ser seguidos independente do caso e atrás disto, nos escondemos e eximimos da responsabilidade da consciência pessoal literalmente.
E esperem aí, porque a história ainda não terminou! Um dos efeitos colaterais dos quimioterápicos foi uma queimadura extensa também a nível interno das mucosas e o esôfago estenosou (fechou, colou). Resultado disto: alimentos não passam mais pelo trato digestório e ele está sendo obrigado a se alimentar por uma sonda colocada através da pele diretamente no estômago todos os dias, mesmo após 3 meses fora do Hospital.
Neste período ele está se recuperando, que fique claro, não do câncer, mas da quimioterapia), se alimentando por sonda, ou seja, necessita sempre de ajuda para o preparo, caminhando agora com muletas, pois passou boa parte do tempo sem conseguir firmar as pernas devido a uma grande perda de massa muscular e, enfim, buscando estar recuperado para a próxima etapa.
A situação atual é que ele retomou somente a radioterapia para tentar desta vez diminuir o Tumor, depois será submetido a uma cirurgia para removê-lo, depois recuperação e, por último, a parte mais delicada e perigosa: tentativa de reconstrução do trânsito digestivo através de uma complicada cirurgia.
Mas vamos aos fatos e deixem-me tentar respirar profundamente, secar meus olhos cheios de lágrimas, e pontuar o objetivo deste meu post: será realmente que estamos no caminho correto? É esta medicina avançada que temos em pleno 2014? Como confiar neste tipo de abordagem? Quais são os interesses que estão movendo parte de nossa ciência?
As questões são inúmeras, eu tenho boa parte das respostas e você deve tentar construir as suas, pois já lhes dei aqui muita informação para fazê-lo.
Gostaria de lembrar que NUNCA tenho objetivo de generalizar uma comunidade inteira de médicos, nem mesmo das especialidades.
A você, que está lendo este post, agradeço por fazer parte de uma corrente em busca de mudanças. Agradeço o interesse pela saúde e peço que compartilhe, principalmente as reportagens, pois precisamos acordar para uma realidade diferente. É injusto generalizarmos classes, porém se quisermos justiça devemos fazer a nossa parte para atingi-la.
Esta ligação tão próxima de indústrias farmacêuticas com médicos, os pagamentos de comissões, aquele programa “ROPP” que contabiliza, identifica e recompensa os profissionais que mais receitam um ou outro fármaco, que paga congressos, jantares, reformas e enchem os consultórios médicos de representantes com suas amostras “grátis” não são o caminho correto e todos nós sabemos disto.
Além de melhorar o bem-estar físico e emocional, a prática pode ser uma maneira eficaz de prevenir doenças neurodegenerativas como demência, Alzheimer e Parkinson.
Meditar faz bem para o cérebro. Uma nova onda de pesquisas associa a antiga prática a vários benefícios cognitivos, de mais atenção e foco à redução dos sintomas de ansiedade e depressão a melhor controle cognitivo e funcionamento executivo.
Segundo um novo estudo do Centro de Mapeamento do Cérebro da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), a meditação também pode proteger o cérebro do envelhecimento. Pesquisadores da UCLA e da Universidade Nacional da Austrália descobriram que os cérebros de pessoas que meditam há muitos anos são menos afetados pelo envelhecimento que os daqueles que não meditam.
O declínio do cérebro começa aos 20 anos, e o órgão continua a diminuir de volume e peso ao longo da vida. Além de melhorar o bem-estar físico e emocional a qualquer altura da vida, a meditação pode ser uma maneira eficaz de prevenir doenças neurodegenerativas como demência, Alzheimer e Parkinson, assim como adiar o declínio cognitivo que vem com a idade. A estratégia é gratuita e não tem efeitos colaterais.
O novo estudo aprofunda uma pesquisa realizada pela mesma equipe em 2011, que mostrou que pessoas que meditam mostram menos atrofia relacionada ao envelhecimento na massa branca do cérebro, material que compõe cerca de metade do órgão e é composto de fibras nervosas usadas pelo cérebro para se comunicar.
No novo estudo, os pesquisadores observaram a ligação entre a meditação e a preservação de massa cinzenta, o tecido onde ocorre a cognição e onde são guardadas as memórias. Eles examinaram os cérebros de 100 participantes, 50 dos quais meditavam havia 20 anos em média e outros 50 que não meditavam. Ambos os grupos eram compostos por 28 homens e 22 mulheres de 24 a 77 anos.
Os cérebros dos participantes foram escaneados com ressonância magnética. Os dois grupos apresentaram diminuição de massa cinzenta por causa da idade, mas ela era menor entre os que meditavam. Em outras palavras, aparentemente a massa cinzenta ficou mais bem preservada.
"Entre os adeptos da meditação, essa relação entre perda de massa cinzenta e idade não era tão pronunciada”, disse Florian Kuth, co-autor do estudo, ao The Huffington Post,. “Surpreendentemente, ela não era tão pronunciada em várias regiões do cérebro. Esperávamos ver isso só em algumas pequenas regiões... mas o que vimos foi o cérebro quase inteiro. Foi uma grande surpresa”.
Os resultados não provam causalidade – personalidade, estilos de vida e diferenças genéticas podem ser parte da explicação --, mas são promissores. O próximo passo seria um estudo longitudinal acompanhando os cérebros de um grupo de meditadores e não-meditadores ao longo de vários anos, para examinar as mudanças que ocorrem como resultado direto de anos de meditação, disse Kuth.
Numa época em que os americanos estão vivendo cada vez mais, mas sofrendo de altos índices de doenças degenerativas como Alzheimer, a pesquisa é um lembrete importante de que a meditação pode ter impacto de longo prazo no cérebro.
“Se esses resultados forem replicáveis, vai ser algo importante”, disse Kuth. “Poderia ter um impacto enorme”.
A pesquisa foi publicada online na revista Frontiers in Psychology.
Por volta de 1930, Antoine Bovis, radiestesista francês, visitando a pirâmide de Quéops, no Egito, descobriu corpos de gatos, ratos e outros pequenos animais que depois de vagarem pelos labirintos da pirâmide morreram em seu interior e foram depositados num recipiente na Câmara do Rei. Apesar de estarem mortos há vários dias não apresentavam nenhum sinal de decomposição e alguns encontravam-se em estado mumificado (desidratado).
Regressando à França, Bovis construiu uma maquete da pirâmide de Quéops, com 75cm de altura, orientando-a no sentido norte-sul do campo magnético terrestre e, a um terço da sua altura, colocou o cadáver de um gato, que se mumificou, tal como acontecia na pirâmide do Egito. Após fazer várias experiências deu-se por convencido que a pirâmide atuava de tal maneira a deter o processo de putrefação e provocar uma acelerada desidratação dos corpos orgânicos colocados em seu interior.
Em 1935, John Hall, de Chicago, fazendo experiências com a pirâmide, empregando um anel de cobre e dois fios demonstrou que saía uma espécie de carga elétrica do vértice da pirâmide, assim corroborando a experiência de Williams Siemens que, encontrando-se no alto da pirâmide de Quéops, sofreu uma descarga elétrica ao beber de uma garrafa envolta em jornal úmido.
Karel Drbal, engenheiro de radio-comunicação, de origem tcheca, construiu a sua réplica de pirâmide e, fazendo várias experiências, de 1949 até 1954, constatou que a as réplicas da pirâmide de Quéops têm a capacidade de manter lâminas de barba afiadas por muito mais tempo do que o normal. Giletes que tinham uma vida útil de “sete barbas”, afiadas pela pirâmide chegam a cortar “40 barbas”.
Segundo Drbal esse efeito se deve basicamente a dois fatores: (1) uma desidratação rápida, que elimina a umidade nos espaços intercristalinos do fio da lâmina e, (2) uma ação sobre a estrutura microscópica da matéria, que elimina o efeito de “fadiga do metal” causado pelo uso.
Segundo Eric McLuhan, professor de eletrônica na Universidade de Ontário, EUA, o fato de a pirâmide estar alinhada no norte-sul magnético indica que seus efeitos devem ter alguma relação com o campo magnético terrestre e que de alguma forma as ondas de energia da pirâmide são polarizadas. Diz ele que as pirâmides egípcias são massas sólidas de rocha cujas câmaras são inter-relacionadas como cavidades de ressonância, nas quais podem ser armazenadas ou excitadas a energia eletromagnética, de maneira semelhante aos alto-falantes de alta fidelidade.
Bill Schul e Ed Pettit, autores dos dois clássicos sobre pirâmides, “O poder secreto das pirâmides” e “O poder psíquico das pirâmides”, realizaram diversas experiências onde constataram que as pirâmides podem, conforme seu uso, acelerar ou retardar o desenvolvimento de plantas além de ter efeitos curiosos sobre pessoas que meditam no interior de réplicas de pirâmides, contribuindo para o desenvolvimento de faculdades paranormais.
G. Patrick Flanagan, criança prodígio e inventor, originário de Glendala, Califórnia, EUA, que aos dezessete anos já era conhecido por seu invento do neurofone, ajuda auditiva que transmite impulsos elétricos diretamente ao cérebro, afirma que a energia das pirâmides altera as propriedades dielétricas da matéria e sustenta que a energia dielétrica é uma reflexão da carga elétrica da superfície dos corpos. Constatou ele que a temperatura do interior da pirâmide é ligeiramente superior à do exterior e que o conteúdo de energia varia segundo o momento do dia, a estação, o clima, as fases da lua e a quantidade e polaridade dos íons da atmosfera que rodeia a pirâmide e que, até certo ponto, a energia mental do investigador também pode afetar o resultado.
Atualmente as pirâmides são utilizadas para vários usos como:
Meditar e Relaxar
Se você tem em casa uma pirâmide grande em forma de barraca, pode usá-la para meditar ou fazer relaxamento em seu interior. Disponha de alguns minutos todos os dias para sentir seus efeitos, como bem-estar, aumento de memória e diminuição de tensão emocional.
Tratamento de Plantas
Quanto mais tempo suas plantas ou flores sofrerem a atuação da energia das pirâmides, mais bonitas ficarão, mudando até mesmo, a coloração de suas folhagens.
Limpeza Astral
Para fazer a limpeza da sua aura retirando a “poeira astral” que trazemos da rua.
Harmonização de Ambientes
A pirâmide atua no ambiente onde se encontra, de forma até o momento não compreendida, tornando o local arejado, com ar mais fresco, fazendo com que as pessoas ali presentes sintam-se mais confortáveis e as plantas mais saudáveis e viçosas.
Tratamentos Diversos
Apesar da energia da pirâmide não ter sido ainda bem compreendida, diversas experiências terapêuticas bem sucedidas têm sido relatadas, no tratamento dos mais diversos problemas de saúde.
A cada dia são descobertas novas funcionalidades para a pirâmide, até então insuspeitas. Por todo o mundo pesquisadores e estudiosos independentes prosseguem realizando experiências e buscando descobrir como as pirâmides funcionam e que tipo de energia as faz funcionar.
Resolvi escrever As 5 emoções que me ajudam a praticar o desapego emocional, porque hoje se fala muito em desapegar-se de “coisas, com arrumar o guardar roupa, limpar a casa, arrumar sua mesa de trabalho etc. A velocidade das coisas nos levam a entender que se maquiar o externo, o interno também ficará bonito, mas seria como passar um blush no rosto e querer alterar a cor natural da sua pele. Podemos aumentar a velocidade do filme, mas a mudança interior passa em câmera lenta. É preciso esquecer o externo, e olhar para dentro de si mesma. Se não fizer isso, não importa o quanto quer mudar, não vai conseguir, falo por experiência própria. A baixo vou explicar as 5 emoções que me ajudam a praticar o desapego emocional e no final vou ensinar uma técnica infalível para você mudá-las.
1 – Eu sou vítima
Pessoas que gostam de se passarem por vítimas são aclamadas por certo tempo, pois passam a sensação que foram lesadas. E os outros pensam: Ah coitada, ela foi vítima! Não conseguiu o sucesso, pois foi vítima das circunstâncias! E assim vai. Essa síndrome de vitimização na maioria das vezes acontece na infância. Aquela criança que adora chamar atenção dos pais de toda forma, quando crescem, mantem as mesmas manias; sempre têm que arrumar um modo de chamar a atenção e tornarem-se vítimas de si mesma, pois todos sentem “pena” de vítimas. Mas ser vítima causa um mal enorme a própria vida e ao corpo. Para ser vítima é preciso uma carga emocional muito grande e toda vez que você coloca pressão demais no cérebro, ele arruma um jeito de se aliviar, distribuíndo ela pelo corpo através das doenças. Pare de ser vítima e assuma de vez que você é responsável por tudo que acontece na sua vida.
2- Eu me rejeito
Você tem dúvida se rejeita a si mesma? Pois pegue um espelho e olhe bem a imagem que está refletindo. Se perceber esses pensamentos, “ Eu sou muito gorda”, “ Como eu sou feia” “quero ser uma outra pessoa” “Todo mundo no meu emprego é melhor do que eu” e assim vai… Se você teve algum desses pensamentos, acredite, você se rejeita. A auto rejeição é a culpada por muitos fracassos durante a vida. Antes de explicar os males da rejeição, vou falar de uma coisa chamada de “energia”. Todos os nossos sentimentos se transformam em energia e essa energia se expande no ar. Imagina que a energia da rejeição é como uma nuvem negra e toda hora que se sentir rejeitada, essa nuvem irá se propagar para as pessoas a sua volta… Imaginou? Pois bem! Todos rejeitam uma nuvem negra, certo? Se as pessoas rejeitam as nuvens negras, por que não rejeitariam você, se é isso que você está passando para elas? Por esse motivo que elas fazem piada com seu corpo, chama-lhe de gorda ou de magra, lhe fazem sentir incapaz, pois elas estão respondendo a energia que você está emanando. Rejeitar a si mesma é viver em um casulo negro, onde as pessoas apontam o dedo o tempo todo para seus defeitos e dificuldades. Não os culpem, pois eles somente estão respondendo os seus estímulos. O cérebro não entende o que é certo ou errado, ele somente entende o estimulo que você manda através dos seus pensamentos e emoções. Se você mandar o estimulo de: Eu sou gorda!, o cérebro vai mostrar isso para todas as pessoas que olham para você, pois ele somente trabalha a seu favor e se você quer se sentir gorda ou cérebro responde: – Ótimo você vai ser gorda! Simples assim.
3- Eu sou orgulhoso
Ah se achasse um lâmpada mágica e pudesse fazer um pedido, faria: retirar da face da terra o orgulho, pois ele é um mal que devora as pessoas que o alimentam. Você sempre está com a razão? Odeia errar? Precisar ser o primeiro em tudo? Não se permite? Não cede nunca? Se alguma dessas perguntas têm haver com você, se junte a mim em busca da lâmpada mágica, pois esse orgulho vai acabar com você. Ele o deixa cego, preso nas suas próprias convicções. Mesmo que tentem lhe alertar que está errado, você não ouve e continua somente para mostrar que não cede a conselhos alheios. Pessoas orgulhosas vivem tensas, pois precisam controlar tudo a sua volta e quando acontece algo que saiu do seu controle, ficam com raiva de si mesmas por não terem percebido antes de acontecer. Imagine como é o cérebro de uma pessoa orgulhosa, tendo de estar ligado, produzindo energia, buscando um meio de estar o tempo todo na frente e no controle. Os orgulhosos não se permitem e somente descobrimos as maravilhas do mundo se nos permitimos a conhecer coisas novas. Liberte-se do seu orgulho, seja mais flexível, errar é possível, natural e faz parte do aprendizado, para que nos tornemos melhores.
4- Eu me culpo
Não seja tão rigorosa como si mesma. Aquilo foi um erro banal! Pare de ver montanhas em um pequeno monte de terra. Culpar a si mesma é dar à sentença sem ao menos ser julgada. Temos a mania de nos culpar de tudo que acontece conosco. A culpa nos torna fracas e perdedoras, pois aceitamos a derrota na primeira dificuldade. Imagine se o Steve Jobs se sentisse culpado por ter sido demitido da sua própria empresa, talvez hoje você não estivesse lendo esse artigo no seu celular. Temos que analisar nossas falhas. Chorar uma noite toda pelas nossas escolhas erradas, mas ao amanhecer, enxugar as lágrimas e aceitar que foi feito tudo que estava ao seu alcance. Tenha esse princípio em mente: Tudo que se faz, têm cinquenta por cento de chance de dar certo ou errado. Se aprender isso, não vai se culpar mais. Tudo pode ser modificado e mudado se você mudar a forma que olha para a situação.
5 – Carência
Para terminar, livre-se de sua carência, ela já lhe fez fazer tantas coisas, que você não faria se não a sentisse. Como definir a carência? É como se existisse um vazio dentro de si, que um oceano inteiro não conseguiria preencher. A carência faz com que você se entregue a primeira pessoa que lhe dê um pouco de carinho e atenção, te torna depende dessa pessoa e quando a mesma não pode ou não quer mais suprir essa carência, você fica irritada e emocionalmente abalada. É difícil lidar com esse sentimento, pois a falta nos sufoca o peito e a sensação de querer mais e mais invade a alma, mesmo sabendo inconscientemente que nada consegue suprir isso. Vou lhe falar uma verdade. Sei que vai ser difícil de você aceitar, mas ninguém no universo será capaz de extinguir sua carência, a não ser você mesma. Seu marido pode transbordar de carinhos e atenção a você, mas ele não vai ficar o tempo todo ao seu lado e quando estiver sozinha, vai sentir um vazio enorme por dentro. Por isso, algumas pessoas se sujeitam a certas situações, apenas para ter alguém para encher esse vazio por algum tempo. Depois que você aceitar o seu vazio e que somente você pode preenchê-lo, vai começar a ver a carência de outra forma e vai buscar situações que preencham isso, sem depender de ninguém. Algo que você goste de fazer e faça sem seu marido, namorado ou filho ou até amiga. Simplesmente faça! Vai sentir medo no início, pois pessoas carentes sempre precisam de outra por perto, nem que seja apenas para olhar para essa pessoa e pensar: eu tenho alguém para me dá atenção. Mas continue a fazer algo que você goste, mesmo sem ninguém que conhece por perto e logo vai perceber que esse buraco dentro de ti, vai diminuindo. Lembre-se: você é a única pessoa que conhece seus anseios. Prestar atenção neles e resolvê-los vai te torna uma pessoa completa.
Vamos para parte que depende somente de você: Sair da sua zona de conforto em que se encontra agora, é total responsabilidade tua. Pense bem, se continuar a fazer as mesmas coisas, vai ter os mesmo resultados; isso é fato. Todas as 5 emoções que me ajudam a praticar o desapego emocional, podem ser removidas com um simples ato: De você amar a si mesma com toda força do mundo. A pessoa mais importante do mundo é você, acredite nisto. A sociedade dominadora coloca em nossas cabeças, que amar a si mesmo é egoísmo, mas eu digo com toda certeza, egoísmo é se anular para que as pessoas fracas te amem. Vou lhe dar uma missão e se você fizer por um mês seguido, eu lhe garanto que você remove qualquer uma dessas 5 emoções. Vamos lá:
- Primeiro defina qual emoção você quer trabalhar primeiro, vítima, culpa, orgulho, rejeição ou carência… Definiu?
Anota a frase que vou passar no seu celular ou em outro local de faço acesso:
Mesmo sendo _________(coloca aqui a emoção que você definiu) eu me aceito, me aprovo e me amo do jeito que eu sou.
Exemplo:
Se você definiu a emoção de vítima, fica assim: Mesmo sendo _Vitima_eu me aceito, me aprovo e me amo do jeito que eu sou.
Ao acordar, depois do almoço e antes de dormir e toda vez que se olhar no espelho, repita a frase a ser trabalhada. Faça isso por um mês e veja os resultados. Isso mudou a minha vida, e vai mudar a sua. Sei que parece simples, mas as coisas simples são as mais difíceis de fazer. Conhece aquela música que se canta nos aniversários? Essa música: Parabéns para você nesta data querida… é uma música muito simples, cantada por todos. Agora, lhe pergunto: Quantas pessoas criaram outra que a substitua? Até tentaram, mas não conseguiram, pois o simples toca a todos. A frase que lhe pedi para fazer é simples, mas tem uma força enorme para mudar a sua vida. Acredite em mim, pois eu acreditei e mudou minha vida. Se não fosse essa frase, eu não estaria escrevendo esse artigo hoje, pois não acreditava que eu poderia fazer isso.