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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Jovem Mexicano Cria Torres que Purificam o Ar com a Mesma Eficiência de 360 Árvores

Um jovem mexicano desenvolveu uma torre autossustentável com microalgas capaz de filtrar o ar. A torre realiza o trabalho de 360 árvores.


Carlos Monroy Sampieri, inventor do equipamento, conta que as torres equipadas com microalgas podem filtrar o ar contaminado com dióxido de carbono e convertê-lo em oxigênio com a mesma eficiência das plantas terrestres e sua fotossíntese.


Como funcionam as BIOURBAN?

Batizadas de BIOURBAN, elas operam a partir de um sistema de biofiltração de poluentes atmosféricos, capturados e filtrados por microalgas. Instaladas em grandes centros urbanos e distritos industriais, as torres podem ser a chave para a melhora da qualidade do ar.

Além disso, durante esse processo, as torres ejetam biomassa que pode ser usada para fabricar biocombustível ou compostos químicos.

As “biourbans” são equipadas com sensores que monitoram a qualidade do ar e são autossustentáveis, uma vez que funcionam com energia solar. Outro ponto positivo é o baixo impacto ambiental necessário para sua construção.

“Válido ressaltar que os filtros contém algas, organismos fotossintéticos muito comuns e populosos em nosso planeta. A tecnologia é delas, e já existe há muito tempo. Estamos apenas replicando em maior escala para o bem comum. Não desejamos alterar a pegada ambiental”, disse Carlos Monroy ao site de notícias Tecnológico Monterrey.


Novos lançamentos à vista

Por meio de sua recém-fundada empresa Biomitech, o jovem empreendedor pretende lançar quatro modelos de torres em breve: para uso doméstico, para uso em pequenas empresas, para complexos industriais e para locais públicos, como praças e ruas.

Por sua invenção, Monroy ganhou o prêmio de inovação Heineken Green Challenge, entregue durante o festival de empreendedorismo INCMTY 2018, realizado no México.

Você conhece o VOAA? VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Egípcios Plantam Floresta no Deserto Usando Águas de Esgoto [VÍDEO]

O trabalho teve início na década de 90, com o intuito de promover a ecologização de 36 pontos diferentes no deserto. A floresta Serapium é um dos frutos deste trabalho.


Plantar árvore no deserto já soa estranho, usando efluente de esgoto fica ainda mais confuso. Mas, essa é a estratégia usada por um programa de pesquisa no Egito. O trabalho teve início na década de 90, com o intuito de promover a ecologização de 36 pontos diferentes no deserto. A floresta Serapium é um dos frutos deste trabalho.

O processo de florestamento está localizado em uma bacia de drenagem para efluentes de esgoto a duas horas de Cairo. O local recebe o esgoto de mais de 500 mil habitantes, tornando-o ideal para abastecer todo o plantio que cresce em suas margens.


Os pesquisadores criaram um modelo de floresta que mescla espécies nativas e exóticas de grande valor, como o eucalipto e o mogno. O solo é coberto por folhas e possui tubos de irrigação que levam água e nutrientes às árvores. O abastecimento é feito duas vezes ao dia e cada árvore recebe, em média cinco litros de água.

Como este é um recurso escasso no deserto nada de água potável é usado no processo. Todo o sistema é abastecido com os efluentes de esgoto, que passam por duas fases de tratamento antes de serem liberados na plantação. Na primeira etapa são retirados os resíduos sólidos e na segunda são incluídos micróbios e oxigênio, para decompor os materiais orgânicos.

O que chega às árvores é um líquido com alta concentração de fosfato e composto de azoto, que funcionam como excelentes fertilizantes naturais. Por conta disso, o processo deixa o crescimento das árvores muito mais rápido do que o tradicional, mesmo estando em condições climáticas tão adversas. Um eucalipto, por exemplo, leva 15 anos para crescer no Egito e alcançar o mesmo tamanho que na Alemanha levaria, em média, 60 anos.

Apesar de ser um processo com alto teor de nutrientes para o solo, ele não é adequado para o cultivo de alimentos. Neste caso, os efluentes teriam que passar por uma terceira fase de tratamento antes de seu usado nas hortas. Mas, esta é uma opção para tornar o deserto uma área produtiva, elevando a economia local, ao mesmo tempo em que colabora para o controle da desertificação. Já que, segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura da ONU, a FAO, considera que os desertos se espalham a um ritmo de 23 hectares por minutos.

Para conhecer mais sobre este processo, assista ao vídeo abaixo, produzido pela agência alemã Deutsche Welle:

domingo, 10 de novembro de 2019

Novo TETO SOLAR da TESLA será Tão Barato Quanto um Telhado de Telha


Segundo o CEO da Tesla , Elon Musk, as novas telhas solares da empresa serão acessíveis para o proprietário médio. Musk diz que elas terão aproximadamente o mesmo custo que o telhado de telha típico.

O produto foi anunciado inicialmente em 2017 e a empresa deveria começar a construí-los no ano seguinte, em 2018, mas sua produção foi adiada por dois anos consecutivos.

Segundo Musk, isso se deve ao fato de que ele queria ter certeza de que era o melhor produto possível para o mercado e que duraria 30 anos sem precisar de substituição.


Como esses objetivos eram altamente ambiciosos, foi um processo muito desafiador para concluí-los. Musk explicou que é um problema de difícil tecnologia ter uma célula solar bonita e integrada com uma telha, que durasse 30 anos e o tornasse um dos telhados mais baratos disponíveis.

Sua durabilidade será garantida por toda a vida e será gerada por até 30 anos.

Além disso, Musk prometeu reduzir seu custo para coincidir com o de um telhado de telha, o que significa uma grande redução de preço; portanto, se ele tiver sucesso, isso mudaria o jogo no mercado e afetaria positivamente o setor de construção de casas.

Ou seja, há dois anos, um proprietário típico teria que pagar US $ 21,85 por pé quadrado por um telhado solar Tesla, enquanto esta versão avançada, o novo Solar Roof V3, que vem com uma garantia vitalícia da casa e uma garantia de geração de energia de 30 anos , estima-se que seja mais barato do que um telhado não solar de estilo semelhante ou se pague virtualmente através da economia de eletricidade.

Além disso, para aumentar a implantação, o tempo de instalação precisa ser reduzido. Ou seja, quando eles lançaram o novo produto inicialmente, a Tesla disse que demoraria aproximadamente o mesmo tempo para instalar um telhado comum, que normalmente é de 5 a 7 dias, mas no início deste ano, descobriu-se que sua instalação ainda estava demorando cerca de 2 semanas.

De acordo com dados de 2016 da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), a energia solar já se tornou a maneira mais barata de gerar energia, e a Agência Internacional de Energia estimou que será a principal fonte de energia do mundo até 2050.

A energia solar é um suprimento ilimitado, por isso pode fazer com que os preços da energia caiam tão baixo que qualquer pessoa possa pagar, e à medida que ela é desenvolvida e aperfeiçoada, a tecnologia para aproveitar a eletricidade do sol continuará a ficar mais barata.

Pesquisadores da IBM desenvolveram o novo sistema Térmico Fotovoltaico de Alta Concentração (HCPVT), que tem um desempenho muito melhor do que os atuais painéis solares convencionais, e os engenheiros afirmam que ele pode aumentar a energia do sol em 2000-5000 vezes.

Ele funciona usando centenas de células solares incrivelmente pequenas, que são constantemente resfriadas para gerar mais energia do que os painéis comuns, sem desperdiçar o excesso.

A Comissão Suíça de Tecnologia e Inovação ofereceu uma doação de US $ 2,4 milhões para apoiar o desenvolvimento deste projeto, e os pesquisadores esperam que um dia essa tecnologia possa se tornar uma maneira gratuita de alimentar o mundo.

Fontes:

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Salmão de Viveiro da Noruega – Alimento Mais Tóxico do Mundo.


Uma ampla investigação a nível mundial mostra os segredos da indústria do peixe. Cientistas confirmam, por exemplo, que o salmão de viveiro é o alimento mais tóxico do mundo. Na Noruega, Vietname ou Suécia, o peixe tornou-se numa indústria com enormes fábricas de alta tecnologia, onde são usadas toneladas de produtos químicos para alimentar milhões de peixes. Por exemplo, cerca de 50% do bacalhau nasce com deficiências genéticas.
É uma questão de saúde pública. E não há regulador neste mundo que atue em defesa do consumidor.

DOCUMENTÁRIO COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS:



DOCUMENTARY IN ENGLISH:



Salmonopoly – Outro documentário muito esclarecedor, “Salmonopoly“, foi realizado por Wilfried Huismann e Arno Schumann e leva-nos a outras paragens e a outros segredos deste “negócio”.

Marine Harvest é a maior preocupação mundial no que diz respeito a aquicultura. Produz mais de 100 milhões de salmões de viveiro por ano e fornece os consumidores na Europa, EUA e Japão. Mas a que preço?

Este império global é dirigido por John Fredriksen, um “self-made man” e um dos mais ricos do mundo. Na sua casa norueguesa, autodenomina-se de “grande lobo”; “verde”, “duradouro” e “transparente”. Mas a realidade contradiz a filosofia da empresa, especialmente no Chile, onde a Marine Harvest é de longe o maior produtor, com cerca de 70 viveiros de peixe.  O Chile, com a sua legislação que deixa muito a desejar, é um paraíso para os investidores.

Tudo o que é proibido aos produtores de salmão na Europa é permitido no Chile, tendo como resultado após 18 meses de criação, um salmão carregado de químicos. Em Abril de 2008, para melhorar a imagem da aquicultura intensiva de larga escala, Marine Harvest firmou uma parceria com a WWF. Com um donativo de 100.000 euros por ano, Marine Harvest pode usar o logótipo do panda da WWF, para fazer propaganda do seu salmão de viveiro produzido industrialmente.

Totalmente suspeito ecologicamente, mas muito bem-sucedido economicamente: após um colapso durante a crise financeira, as ações da companhia subiram 270 por cento no verão de 2009. John Fredriksen é o protagonista deste “eco-thriller” posicionado no mundo obscuro de um gigante alimentar global.


SALMONOPOLY EN ESPAÑOL:




SALMONOPOLY IN ENGLISH:

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Fungo Alucinógeno leva Cigarras a Copularem até Perderem os Genitais


Cigarras infectadas por um fungo psicodélico são transformadas em "zumbis sexuais". O fenômeno foi observado por cientistas da Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos. Os insetos afetados pela substância entram em um frenesi e copulam até seus genitais serem destruídos.

Os pesquisadores já haviam identificado o comportamento inusitado dessas cigarras infectadas, mas não sabiam exatamente quais substâncias provocavam a "orgia" entre os insetos. Agora, eles identificaram traços de anfetaminas e alucinógenos no fungo Massopora. Alguns desses componentes são semelhantes aos presentes em cogumelos alucinógenos.

As cigarras contaminadas passam a desenvolver um comportamento hiperssexual, esfregando seus genitais até que eles literalmente caiam. “Elas se tornam apenas zumbis, já que o fungo passa a ter controle sobre seus corpos”, disse Matt Kasson, um dos autores do estudo. Até mesmo insetos do mesmo sexo começam a copular entre si.

As cigarras entram em contato com o fungo no subsolo, onde passam de 13 a 17 anos antes de emergirem à superfície como adultos, disse Kasson. Depois, o fungo é transmitido sexualmente entre elas. Os cientistas planejam resequenciar o genoma do fungo e analisar a expressão gênica em cigarras saudáveis e infectadas para entender melhor os aspectos genéticos da descoberta. De acordo com Kasson, o estudo pode servir para o desenvolvimento de novos medicamentos pela indústria farmacêutica.


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Enorme Anomalia Vinda da Antártida é Identificada por Pesquisador


Recentemente foi publicado um vídeo que alega identificar uma enorme anomalia vinda da Antártica em uma forma de radar, e também um tipo de padrão multi-ondas sobre o Mar do Caribe. O vídeo parece propor a suspeita de que uma ‘estação de desastre natural’ pode ocorrer neste outono (ou primavera para o hemisfério sul), e como em agosto e setembro passado, desastres naturais podem ocorrer nesse momento.

(Para informações de como ativar a legenda em português do vídeo abaixo, embora ela não seja precisa e não funcione em aparelhos móveis, clique aqui):


No ano passado, o Caribe foi abalado por vários furacões, particularmente devastadores, tornando algumas ilhas quase totalmente destruídas.

Durante esse tempo, uma coisa similarmente estranha foi capturada em imagens de satélite sobre os furacões: o que parecem ser raias produzidas por jatos pulverização de alumínio em alta altitude, para efeitos de modificação climática. As trilhas, a pulverização, você sabe do que estou falando. Aquelas que foram identificadas nas imagens de satélite do Worldview da NASA, sobre os furacões.

Desde quando os aviões voam perto de furacões e deixam para trás trilhas entremeadas?


Ao tentarem descobrir porque os desastres naturais poderiam sazonalmente alcançar o pico desta forma e serem tão intensos, as pessoas têm uma variedade de explicações. Alguns acreditam que é uma mudança climática e você ouvirá muita conversa sobre isso na grande mídia. Outros entendem que a mudança climática é inseparável do dano aparentemente causado pela geoengenharia e pela pulverização dos céus, e outras pessoas até mesmo correlacionam os eclipses recentes neste ano, tanto no ano passado como no presente, com desastres naturais.

No ano passado, os eclipses ocorreram em torno do mesmo tempo que este ano, porque é um ciclo de 18 anos para eclipses acontecerem no mesmo local novamente.

Em agosto de 2017 e nos meses seguintes, uma mistura catastrófica de desastres naturais pareceu ocorrer em toda a Terra. Dos furacões que dizimaram o Caribe, às chuvas de monção na região oriental do mundo, não parece que tudo aconteceu depois daqueles eclipses bastante precisos? Não é muito louco teorizar que algum evento gravitacional entre o Sol, a Lua e a Terra pode afetar o clima em nosso planeta. A Lua já influencia a maré da Terra, há muitos exemplos como esses que podem ser citados em argumentar que as atividades da Lua podem influenciar a vida na Terra. Parasitas são conhecidos por serem mais ativos durante as Luas cheias, e certas coisas são estatisticamente mais prováveis ​​de acontecerem em Luas cheias.

O eclipse que ocorreu no dia 27 foi tecnicamente o mais longo do século XXI. Até algum período após o ano 2100, outro eclipse tão longo não ocorrerá.

Se você assistiu ao eclipse, provavelmente notou que era muito mais escuro e mais intenso em cores do que os outros eclipses lunares, chamados de “luas de sangue”, porque a sombra da Terra lançada sobre a Lua não era tão exata, e a cor ficou meio vermelha.

Esperando ver uma cor vermelha, eu assisti o eclipse, mas para minha surpresa, parecia que algo tirou um pedaço da lua e o eclipse era preto. O eclipse foi claramente muito exato.

Portanto, se os eclipses do ano anterior precederam desastres naturais, esse eclipse muito mais exato e longo poderá ter um efeito semelhante este ano?

E se algumas pessoas em posições de poder, que mexem com a geoengenharia, tiverem uma crença oculta no poder dos eclipses, e decidirem desencadear coisas nas pessoas durante este tempo? Essa é uma teoria muito remota, mas o que mais seria interessante colocar neste artigo?


quarta-feira, 21 de junho de 2017

"Algo está acontecendo com a Terra; temos de nos preparar para o pior" - Diz o Cientista Michio Kaku


Dr. Michio Kaku é um cientista americano mais famoso do mundo, é um dos poucos cientistas sérios que não têm medo de dizer a verdade. Na lista dos autores mais citadas no mundo da academia, Dr. Kaku está classificado em 22º lugar.

Na próxima edição do Journal of National Geographic Society, o novo artigo Kaku será publicado e vai falar de um algo grande vai acontecer. "Atenção a todos nós, seres humanos no planeta Terra."


Aqui estão trechos do artigo:
Michio Kaku: "Agora, com cada dia que passa, aprendemos a notícia sobre as grandes mudanças do tempo, anomalias naturais e cataclismos violentos. Há um aumento de terremotos em regiões onde não tinham sido produzidos por séculos. Neve e resfriamento anormal no verão em países onde isso não deve acontecer. furacões extremos, tempestades e tornados em lugares nunca antes visto. 
Com cada dia que passa neste, eles são registrados registros meteorológicos e anomalias climáticas. Mesmo a crise climática catastrófica nos dias US quest'anno.Pochi atrás, em 12 de junho, mais de 30 tornados atingem Nebraska, Wyoming, Dakota do Sul e Colorado. E então o granizo que caiu era do tamanho de uma bola de tênis. As pessoas estão com medo. As pessoas não podem entender o que está acontecendo. 
Mas eles precisam se acostumar com esses eventos que serão sempre mais. Nós todos temos que se acostumar. " 

"Um mau sinal claro que a aproximação de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante" 
"Embora as condições meteorológicas extremas sempre fizeram parte dos ciclos climáticos da terra, agora podemos ver e dizer em termos inequívocos que há uma anomalia nesses ciclos que levam a uma maior força e intensidade, além do aumento da frequência desses desastres climáticos. Este é um sinal claro de que a abordagem ameaçadora de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante ". 
"O recente relatório criado pela equipe internacional de pesquisadores apresentou na Conferência de Londres, um documento em que é mostrado que é possível falar de mudanças globais catastróficas que ocorrem na Terra. Isso se aplica à atividade sísmica e clima. E essas mudanças rápidas são o pior para nós, seres humanos ". 
Talvez a Terra seja afetada por algo que vem do espaço exterior? 
"Eu não sei o que está acontecendo agora - declara talvez Kaku- a Terra experimenta a influência de algo do espaço exterior. Ou algo que começou na própria Terra. Ou apenas o nosso planeta está cansado de tudo o que fazemos a ele. Nenhum dos cientistas do mundo sabe o que está acontecendo." 
"Nós só podemos observar, analisar e criar um modelo que pode levar a uma figura teórica aproximada, mas as mudanças que estão ocorrendo são rápidas e têm uma ação violenta. Eu não sei o que acontece com a Terra, mas todos temos de nos preparar para o pior "- Dr. Michio Kaku.
Assista o vídeo:



terça-feira, 6 de junho de 2017

A Ilha Brasileira Proibida e Mortal

Ilha da Queimada Grande, a 35 quilômetros da costa, litoral sul de São Paulo. É a maior concentração de cobras do Brasil. São mais de 2,5 mil serpentes venenosas, que os pesquisadores tentam preservar a todo custo.


Em cima das árvores, por trás de pedras, escondidas, elas são perigosas, venenosas e estão por toda a parte. As jararacas-ilhoas são mais uma espécie criticamente ameaçada de extinção. Mas este é o santuário delas.

“Essa ilha é única no mundo inteiro. Uma ilha tão isolada, não tem mamíferos, não tem água doce e tem todos esses indícios de espécies de aves residentes, migratórias, marinhas, que formam dessa ilha um lugar único”, diz o ornitólogo Arthur Macarrão.

Para que a ilha não seja o único refúgio das jararacas-ilhoas, 20 serpentes ganharam casa nova no Instituto Butantã, em São Paulo. Em cinco anos, dobraram de número.

O lar paulistano das jararacas-ilhoas fica no biotério dentro do Instituto Butantã, em um local não muito grande.

“Para finalidade que a gente está tendo inicial, da manutenção em cativeiro, que é condicionado as matrizes, as mães para reprodução, esse espaço tem atendido às necessidades. Aqui tem mais de 40 cobras”, explica Otávio Marques, diretor do Laboratório de Ecologia e Evolução do Instituto Butantã.


Ilha é protegida por leis ambientais e só podem desembarcar pesquisadores

O próximo desafio para os pesquisadores é reproduzir, no Butantã, as mesmas condições de temperatura e de estresse da Ilha da Queimada Grande. E por falar na ilha, chegar lá é uma aventura para poucos.

Após uma hora de navegação, já é possível ver a Queimada Grande ainda parcialmente encoberta pela bruma. A parte mais alta dela, que tem 200 metros de altitude.

Os pesquisadores acreditam que entre 15 e 20 mil anos atrás, o planeta esfriou e a água dos mares se acumulou nos polos, em forma de gelo. O nível dos oceanos baixou até 100 metros. Então, muitas ilhas viraram morros. E os animais circulavam livremente pelo novo território. Mas há 11 mil anos, o planeta voltou a esquentar e o gelo derreteu. O nível dos oceanos subiu de novo. Os morros voltaram a ser ilhas. E os animais que lá estavam acabaram isolados.

A ilha é protegida por leis ambientais e só podem desembarcar pesquisadores no local. A equipe de reportagem do Fantástico também, porque estava acompanhada por eles.

As jararacas-ilhoas são primas das jararacas do continente - que, por sinal, causam 80% dos acidentes com cobras no Brasil.


Jararaca-ilhoa prefere a luz do dia porque ela busca os pássaros

A agilidade das jararacas-ilhoas sobre as árvores é o que as diferencia, é uma das grandes diferenças dos parentes do continente. Enquanto a jararaca do continente é mais ativa à noite, porque elas comem os roedores, que são mais ativos à noite, a jararaca-ilhoa prefere o dia, a luz do dia, porque ela busca os pássaros.

“A jararacas-ilhoas ela come pássaros pequenos e migratórios, que são espécies que vêm de outras regiões e passam por aqui, ficam durante um determinado tempo aqui e depois vão embora”, diz Arthur Macarrão.

As aves chegam à ilha entre janeiro e março, e também no inverno, como o tuco-anilha. Depois dessa refeição, comer de novo só no ano seguinte. As ilhoas chegam a ficar até seis meses em jejum.


Pesquisadores pesam, medem e colocam chip para marcar jararacas-ilhoas

Os jovens pesquisadores fazem o processamento das cobras. Eles pesam, medem e colocam um chip para marcar as jararacas-ilhoas.

“Esse chip serve para a gente identificar. Então a gente pesou, mediu, fez toda essa parte, anotou onde a gente encontrou o animal. Então, se a gente volta a encontrar um animal chipado, a gente tem como comparar quanto tempo já faz que a gente viu aquele animal, acompanhar se ele está com peso bom.”, diz a bióloga Karina Banci.

“O chip é um RG. É um número universal e único.”, diz André. 

As fêmeas são maiores que os machos. Outra descoberta da pesquisa foi quanto ao veneno das ilhoas, tão perigoso quanto o das primas do continente.

“Se você for acidentado e não correr com o soro antiofídico ou você morre ou você vai ter sequelas graves.”, destaca explica a bióloga Karina Kasperoviczus.


Preservação das serpentes auxiliou no desenvolvimento de remédio

Mas por que preservar uma das serpentes mais perigosas do planeta?
“Foi descoberto, usando o envenenamento experimental, existia uma classe de moléculas no veneno que atuava ajudando a baixar a pressão arterial, isso culminou com o desenvolvimento de um remédio que é o captopril, que é um remédio apropriado para diminuição da angina, no peito”, destaca o biólogo André Zelanis.

As informações ainda são poucas e preciosas. Os pesquisadores não sabem, por exemplo, quanto vive uma jararaca-ilhoa. Estima-se que seja mais de dez anos. Já os perigos, esses são enormes. Um deles é o comércio ilegal.

“Existe interesse comercial principalmente por pessoas que são colecionadoras de serpentes”, diz Karina.

É curioso, a pequena população de jararacas-ilhoas, frágil e preciosa para a ciência, depende, principalmente, da má fama da cobra. Até os pesquisadores concordam: a maior proteção que as jararacas-ilhoas ainda têm é o medo que os humanos têm dela.

“Conhecendo tudo que envolve a história evolutiva desse organismo, a gente conhece um pedacinho da vida. E a gente acaba por entender a nossa evolução também.”, diz o especialista em genética, Felipe Grazziotin.

Assista abaixo, a matéria realizada pelo programa Fantástico, da Rede Globo:



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FUKUSHIMA: Radiação Contaminou Todo o Oceano Pacífico

O desastre nuclear contaminou o maior oceano do mundo em apenas 5 anos e continua despejando 300 toneladas de material radioativo por dia.


Qual foi o maior e mais perigoso desastre nuclear na história do mundo? A maioria das pessoas diria que foi o desastre nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, mas estariam errados.

Em 2011, um tremor de terra, que acredita-se tenha sido uma réplica do terremoto de 2010 no Chile, criou um tsunami que causou o colapso na usina nuclear da TEPCO em Fukushima, Japão.

Três reatores nucleares derreteram e o que aconteceu em seguida foi a maior liberação de radiação na água, na história do mundo. Durante os próximos três meses, os produtos químicos radioativos, alguns em quantidades ainda maiores do que Chernobyl, vazaram para o Oceano Pacífico.

No entanto, os números podem ser, realmente, muito maiores do que as estimativas oficiais japonesas, que foram comprovados por vários cientistas nos últimos anos.

Se isso não fosse ruim o suficiente, Fukushima continua a vazar espantosas 300 toneladas de resíduos radioativos no Oceano Pacífico, a cada dia. E vai continuar a fazê-lo indefinidamente, pois a fonte do vazamento não pode ser selada, uma vez que é inacessível a seres humanos e robôs, devido aos altos níveis de radiação e temperatura.

Então, não seria nenhuma surpresa que Fukushima tenha contaminado todo o Oceano Pacífico, em apenas cinco anos.

Este poderia ser, facilmente, o pior desastre ambiental da história humana, e quase nunca é falado por políticos, cientistas ou imprensa.

É interessante notar que a TEPCO é uma subsidiária da General Electric (também conhecida como GE), uma das maiores empresas do mundo, que tem um considerável controle sobre várias corporações de notícias e políticos.

Isso poderia explicar a falta de cobertura de notícias que Fukushima recebeu nos últimos cinco anos? Há também evidências de que a GE sabia sobre o mau estado dos reatores, por décadas, e não fez nada. Isto levou 1.400 cidadãos japoneses a processar a GE por seu papel no desastre nuclear de Fukushima.

Mesmo que não se possa ver a radiação, em si, algumas partes da costa ocidental da América do Norte estão sentindo os efeitos através dos anos.

Não muito tempo depois de Fukushima, peixes no Canadá começaram a sangrar pelas brânquias, bocas e olhos. Esta “doença” tem sido ignorada pelo governo e tem dizimado populações de peixes nativos, incluindo o arenque do Pacífico Norte.

Em outra parte no oeste do Canadá, cientistas independentes mediram um aumento de 300% no nível de radiação. Segundo eles, a quantidade de radiação no Oceano Pacífico está aumentando a cada ano. Porque é que esta notícia esta sendo ignorada pela grande mídia? Poderia ter algo a ver com o fato de que os governos dos EUA e Canadá já proibiram seus cidadãos de falar sobre Fukushima pois “as pessoas poderiam entrar em pânico.”

Mais ao sul, no Estado do Oregon, EUA, estrelas do mar começaram a perder as pernas e depois se desintegrarem completamente, quando a radiação de Fukushima chegou, em 2013.

Agora, as mortes estão ocorrendo em quantidades recordes, colocando todo o ecossistema oceânico nessa área em risco.

No entanto, funcionários do governo dizem que Fukushima não é o culpado, embora a radiação no atum Oregon tenha triplicado após o incidente.

Em 2014, a radiação nas praias da Califórnia aumentaram em 500%. Em resposta, os funcionários do governo disseram que a radiação vinha de uma fonte misteriosa e “desconhecida” e não era motivo de preocupação.

No entanto, Fukushima não terá um impacto maior apenas na costa oeste da América do Norte, cientistas estão dizendo que o Oceano Pacífico, atualmente, está de 5 a 10 vezes mais radioativo do que quando o governo dos EUA detonaram inúmeras bombas nucleares no Pacífico, durante e após a Segunda Guerra Mundial.

Se não se começar a falar sobre Fukushima em breve, todos nós poderemos ter surpresas desagradáveis.


terça-feira, 10 de maio de 2016

Novo PAINEL SOLAR é transparente e poderá ser usado em janelas [VÍDEO]


Um novo tipo de material “transparente” pode ser usado como painel solar em janelas ou outros equipamentos, nomeadamente em aparelhos celulares e outros dispositivos móveis, este novo material vai usar a energia solar sem no entanto obscurecer a visão.

Pesquisas anteriores para encontrar um material com estas caraterísticas foram até este momento decepcionantes, tendo como principal particulariedade a produção de energia ineficiente ou materiais altamente coloridos.

Esse novo recetor solar consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde incida luz solar, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída ou desfocada.

Este recetor é denominado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

Os estudos e pesquisas sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é recente.

No entanto e até agora as pesquisas científicas não obtiveram resultados satisfatórios, sendo que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos.

A verdadeira questão são os materiais, pois na realidade “ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido”, afirma Lunt. A tonalidade colorida tornaria os ambientes cansativos e pesados para relaxar ou trabalhar.

A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema dos ambientes coloridos: “seria como trabalhar em uma discoteca”, o que teria como consequência um desconforto a curto prazo dificil de ultrapasar.

Conhecendo esta realidade, os engenheiros de Lunt trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do recetor o mais transparente possivel.

Este dispositivo solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas por Lunt e a sua equipa para absorver comprimentos de onda não visíveis específicas de luz solar.

Segundo Lunt, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

As vantagens deste dispositivo são fantásticas

Uma das principais vantagens deste novo desenvolvimento é a sua extrema flexibilidade. Embora a tecnologia se encontre numa fase inicial,  tem o potencial de ser dimensionado para aplicações industriais ou comerciais.

Esta tecnologia de Lunt é destaque na revista Advanced Optical Materials.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios com elevada altura, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa nova realidade.

“Podemos ajustar esses materiais para pegar apenas o ultravioleta e os comprimentos de onda infravermelho próximo, que, em seguida, ‘brilho’ em outro comprimento de onda no infravermelho”, afirma Lunt.

“Porque os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparente ao olho humano”, afirma Lunt.

Lunt afirma que ainda é necessário muito trabalho e desenvolvimento, a fim de melhorar a sua eficiência na produção de energia.

Atualmente, este dispositivo é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar perto de 1 por cento, mas Lunt pretende atingir eficiências superiores a 5 por cento quando o sistema estiver totalmente otimizado. A melhor cor LSC tem uma eficiência de cerca de 7 por cento.



terça-feira, 22 de março de 2016

Engenheiro Italiano desenvolve TECNOLOGIA DE ENERGIA GRÁTIS e LIMPA!


Produzir energia grátis. Um sonho considerado inviável. Desde tempos imemoriais o homem procura uma solução que zere os custos de produção da eletricidade, mas, aparentemente, parece que esta solução esteja longe. Mas, fazendo uma pesquisa, surgiu a informação vai fazer você pular em sua cadeira: foi construída uma microturbina que pode produzir energia completamente grátis!

Como isso é possível? E quem sabe onde esse sonho foi realizado. Você não vai acreditar, estamos falando de um projeto feito na Itália. Vamos ver na página 2, o que é e quem conseguiu neste desafio que parecia impossível.


A cidade de Génova. O lugar: o Instituto Italiano de Tecnologia. A mente: o Engenheiro Michele Focchi, nascido em Rimini. O projeto também teve a participação do Politecnico de Milão. O problema a ser resolvido, era produzir algo que iria gerar energia limpa, sem nenhum custo, um desafio que parecia titânico. Mas você sabe, as vezes, as soluções para problemas complexos, são as mais simples, aquelas que poucos conseguem pensar.

Em vez disso, graças à sinergia entre as duas instituições e a capacidade do Engenheiro Focchi, foi criada a primeira microturbina que funciona com ar, capaz de produzir energia limpa.

Mas como é que funciona? Vamos saber logo. Pensaram de combinar a uma turbina, um gerador eléctrico com a particularidade de produzir corrente, sem necessidade de utilização de combustíveis, mas do ar. Simples ar que é capaz de mexer os elementos que desenvolvem a energia eléctrica.


Anteriormente, havia chegado a uma solução semelhante, mas era necessária a utilização de cabos elétricos conectados à rede, o que o tornava totalmente desnecessário - pelo menos se consideramos a pergunta de abertura que é "E possível produzir energia sem o uso de eletricidade"? - a turbina realizada. Neste caso, ao contrário, graças a alguns sensores conectados estrategicamente sobre a microturbina, é o fluxo de ar que põem em marcha os processos necessários para gerar corrente eléctrica. Por sua vez os sensores não precisam de ser acionados eletricamente: a corrente assim gerada é de até 10 volts.

Alguém pode argumentar, "mas é pouco mais do que uma bateria"! Sim, mas vamos considerar que estamos falamos de um projeto experimental, e que, em qualquer caso, atualmente, é uma bateria que nunca se descarrega. Nunca.


O tamanho pequeno dessa incrível turbina, cujo corpo é feito de alumínio – especialmente leve – o torna um objeto não só surpreendente do ponto de vista do design e do resultado obtido, mas que também pode ser usado em um grande número de situações: pense nas instalações ferroviárias, nos dutos de ar e gás e todos os relacionados com aplicações na indústria.

Além do fluxo de ar, o que até agora faz alcançar a microturbina as 100.000 rotações por minuto graças à passagem de ar, a microturbina pode ser alimentada com o gás. Em conclusão: do engenho humano, uma solução única no mundo. por isso, esperamos de vê-la aplicada à sociedade civil. Esperamos que em breve.

Fonte:  astoupeiras.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Nova Lâmpada Dura Mais de Cem Anos: Inventor É Ameaçado de Morte

Espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima, é muito mais económica e não polui o meio ambiente.


O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.

Benito Muros: “Perseguem-me por criar uma lâmpada que não acaba nunca“

A bateria de um telemóvel morre ao fim de dois anos, um computador, quatro, o frigorífico começa a ter problemas ao fim de oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão diz adeus.  “Não há nada para se fazer além de comprar outra”.

É possível de se fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda? Benito Muros da S.O.P. (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte.

O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.

As novas lâmpadas e a luta de Benito Muros respondem a um novo conceito empresarial, baseado em desenvolver produtos que não caduquem, como os frigoríficos ou máquinas de lavar roupa que duravam a vida toda.

Uma filosofia empresarial mais conforme com os nossos tempos (de respeito pela natureza e o uso dos recursos naturais com maior responsabilidade), graças à comercialização de produtos que não estejam programados para ter uma vida curta, senão que respeitem o meio ambiente e que não produzam resíduos que, por vezes, acabam despejados em contentores de lixo no terceiro mundo.

Conheça a lâmpada neste vídeo:


Veja no final do artigo a entrevista onde Benito fala sobre o seu projeto.

Trata-se de um movimento que denuncia a Obsolescência Programada. Lutamos para que as coisas durem o que tenham que durar, porém os fabricantes de produtos eletrônicos programam os equipamentos para que durem um tempo determinado e obrigam os utilizadores a comprar outros novos. A lei permite!

O consumo de nossa (perdulária e irresponsável) sociedade está baseado em produtos com data de validade. Mudar isso suporia mudar o nosso modelo de produção e optar por um sistema mais sustentável. Os fabricantes devem ser conscientes de que as crises de endividamento como a que vivemos são inevitáveis e que podemos deter o crime ecológico.

Durável e menos poluente para o ambiente e pessoas.

Entrevista a Benito Muros: 
(Repórter: A máquina de lavar roupa da minha mãe durou 35 anos) 
E agora aos seis já da problemas. Também, antes existiam umas meias de nylon que não se rompiam. Deixaram de fabricar, por isso, porque duravam demais.
Mas hoje, por exemplo temos uma lâmpada que está acesa a 111 anos num quartel de bombeiros de Livermore (Califórnia). Foi então que surgiu a ideia de criar, conjuntamente com outros engenheiros, uma linha de lâmpadas para iluminação que durasse toda a vida. 
(Repórter: Não queima nunca?)
Nunca! Dura mais de cem anos, porém como não veremos isso, oferecemos uma garantia de 25 anos. 
(Repórter: Não se vê isto nos grandes armazéns.)
Não, porque as distribuidoras dizem-nos que vivem das que se queimam. Inclusive recebemos ofertas de milhares de dólares para a tirar do mercado. 
(Repórter: E quanto custa a sua lâmpada?)
Pode ser comprada online por uns 37 euros. Aos fabricantes não lhes interessa. 
(Repórter: Um génio ou um louco?)
Nem um nem outro. Somente procuramos uma sociedade mais justa. Ainda que isto signifique estar ameaçado de morte.

A lâmpada criada pela IWOP Electrics responde à necessidade atual de um compromisso com o meio ambiente. Ao durar tanto tempo, não gera resíduos, ao mesmo tempo em que permite uma economia em consumo de energia de até 92% e emite até 70% a menos de CO2.

Mas, ao que parece, a indústria de produtos elétricos não está muito contente com essa descoberta. Benito Muros diz que está a ser ameaçado devido ao seu invento e inclusive afirma ter recebido ofertas milionárias para retirar o seu produto do mercado.

– “Senhor Muros, você não pode colocar os seus sistemas de iluminação no mercado. Você e sua família serão aniquilados”, reza a denúncia que Muros apresentou à Polícia, que apesar do medo não se acovardou.

Para realizar a sua pesquisa, Muros viajou até ao quartel de bombeiros de Livermore (Califórnia), lugar no qual há uma lâmpada que permanece acesa de forma ininterrupta há mais de 111 anos. Ali contactou com descendentes e conhecidos dos criadores da lâmpada, já que não existia documentação a seu respeito.


Com esta informação ele conseguiu as bases para começar a sua pesquisa, cujo achado supõe um novo conceito de modelo empresarial baseado na NÃO Obsolescência Programada.

Uma pequena lista das vantagens prometidas por Benito Muros e a IWOP Electrics:
  • – Gasta 92% menos eletricidade que uma lâmpada incandescente, 85% em relação às de halógeno e 70% em relação às fluorescentes.
  • – Garante 25 anos funcionando 24 horas por dia, 365 dias por ano.
  • – Não se funde no caso de acender e apagar varias vezes. A empresa IWOP Electrics garante 10.000 (Dez mil) comutações (acender e apagar) diárias.
  • – Ela acende imediatamente. Não precisa esperar que ela aqueça.
  • – Não emite radiação ultra violeta, nem ultra vermelho (Evitando problemas de pele e nos olhos)
  • – Não faz zumbido.
  • – Consegue iluminar em temperaturas de até 45 graus abaixo de zero.
  • – Não contém tungstênio nem mercúrio. Não possui metais pesados que demoram para se desintegrar. São recicláveis e seguem todas as normas ambientais.
  • – Emite 70% a menos de CO².
  • – Por ter mais tempo de vida, produz menos resíduos para a natureza.
  • – Praticamente não aquece, utilizando somente aquela energia que será necessária para iluminar, ao contrário das lâmpadas convencionais que gastam 95% da energia para produzir calor e 5% para iluminar.
  • – Por não aquecer e não produzir radiação evita a deterioração dos materiais que estão perto.
  • – Evitam risco de incêndio.
  • – Não prejudicam o frio necessário dentro das câmaras frigoríficas. 

Visite o site da IWOP Electrics: http://www.iwop.es/

Fonte: NauZero

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

As Sinistras Previsões de Baba Vanga - [VÍDEO]


Baba Vanga (búlgaro: Ванга), nascida Vangelia Pandeva Dimitrova (Вангелия Пандева Димитрова), após o casamento Vangelia Gushterova (Вангелия Гущерова) (Estrúmica, Império Otomano, 31 de janeiro de 1911 – 11 de agosto de 1996), foi uma búlgara cega, mística, curandeira, e vidente que passou a maior parte sua vida na área de Rupite nas montanhas Kozhuh da Bulgária. Seus seguidores estavam convencidos de que ela possuía habilidades paranormais.

SUA VIDA

Vanga nasceu em Estrúmica, então, no Império Otomano, mais tarde consecutivamente no Reino da Bulgária, Reino da Iugoslávia, mais uma vez na Bulgária, Jugoslávia RFS e depois Macedónia. Durante a segunda anexação búlgara da região (1941-1944) mudou-se para Petrich, (então Bulgária).

Em sua infância, Vangelia era uma garota comum. Seu pai foi convocado para o exército búlgaro , durante a Primeira Guerra Mundial, e sua mãe morreu quando Vanga era muito jovem , o que significava que a moça dependeu dos vizinhos por um longo tempo. Vanga era inteligente, com olhos azuis e cabelos loiros. Suas inclinações começaram a aparecer quando ela mesma imaginava jogos e adorava brincar de "cura", ela prescria algumas ervas para seus amigos, que fingiam estar doente. Seu pai, sendo viúvo, casou-se com uma boa mulher, proporcionando assim uma madrasta para a filha.

Um ponto de viragem na sua vida foi uma tempestade que levantou Vanga e jogou-a no chão (esta alegação não foi comprovada com registros meteorológicos ou outros relatos até esse momento). Ela foi encontrada depois de uma longa busca, muito assustada, e seus olhos estavam cobertos de areia e poeira, por isso ela não conseguia abri-los por causa da dor. Nenhuma cura deu resultados. Havia dinheiro apenas para uma operação parcial,sendo assim, sua visão estava falhando.

Em 1925 Vanga foi levada a uma escola para cegos na cidade de Zemun (Sérvia), onde passou três anos e lhe foi ensinado a ler Braille, a tocar piano, assim como fazer tricô, cozinhar e limpar. Após a morte de sua madrasta, ela teve que voltar para casa para cuidar de seus irmãos mais novos. Sua família era muito pobre, e ela tinha que trabalhar o dia todo.

Em 1939 Vanga contraiu pleurisia, embora tivesse sido bastante saudável em anos anteriores. O parecer do médico foi que ela iria morrer em breve, mas se recuperou rapidamente.

Durante a Segunda Guerra Mundial Vanga atraiu mais crentes, um número grande de pessoas à visitou, na esperança de obter uma resposta sobre se seus parentes estavam vivos, ou em busca do lugar onde eles morreram. Em 8 de abril de 1942 o czar búlgaro Boris III foi visitá-la.

Em 10 de maio de 1942 Vanga casou-se com Dimitar Gushterov, um homem de uma aldeia perto de Petrich. Pouco antes do casamento, Dimitar e Vanga mudaram-se para Petrich, onde logo se tornou conhecida. Dimitar foi posteriormente recrutado no exército búlgaro e teve de passar algum tempo na Bulgária, em seguida, anexa ao Norte da Grécia, mas em 1947, caiu no alcoolismo, e acabou por morrer em 1 de abril de 1962.

Vanga morreu em 11 de agosto de 1996. Seu funeral atraiu grandes multidões, incluindo muitos dignitários.

Cumprindo o último desejo de Vanga e seu testamento, sua casa em Petrich se transformou em um museu, que abriu suas portas em 5 de maio de 2008.

Assista abaixo um curto documentário sobre as previsões dessa vidente:


Fonte do texto: Wikipédia

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Quem Matou o Carro Elétrico?

Em 1996, pensando em reduzir a poluição atmosférica, o Estado da Califórnia exigiu que as montadoras fabricassem uma pequena porcentagem de carros que não emitissem poluentes, isso quer dizer na prática, carros elétricos.

As montadoras, então, se focaram em duas linhas de frente: 1-fazer o carro para cumprir a lei, 2-derrubar a exigência legal através de lobistas.

Conseguiram fabricar o carro, a exemplo dos EV1 da GM, que eram muito mais eficientes, duráveis, ágeis, silenciosos e sustentáveis que o velho carro de motor a combustão. Foi uma grande evolução para o meio-ambiente.

Mas conseguiram também derrubar a lei e, então, obrigaram os usuários (inclusive Tom Hanks e Mel Gibson) a devolver seus veículos elétricos que estavam em leasing e... os destruíram!
Você tem idéia da razão de interesses estariam por trás de destruir os melhores carros até então construídos? O filme mostra esclarece, derrubando todos os mitos gerados pela mídia e pelos interesses corporativos.

Depois de assistir a esse documentário, você perceberá o quanto seu carro é ultrapassado...


domingo, 11 de outubro de 2015

JAPÃO: Roupas com ar-condicionado são projetadas para combater o calor


Todos nós sabemos e entendemos os benefícios de ter ar-condicionado em nossos carros,  casa, escritórios, mas e sobre a roupa com ar-condicionado? Isto é exatamente o que a Kuchofuku, uma empresa do Japão vem tentando ajudar a aliviar o calor sufocante durante a escassez de energia e restrições contra o uso de eletricidade, por exemplo.

A demanda por roupas com construídas com ar-condicionado está aumentando devido aos terremotos e tsunamis, juntamente com o encerramento da central nuclear de Fukushima. 

A roupa tem um design que dispõe de dois ventiladores embutidos no revestimento nas laterais, que foram estrategicamente localizados.


Kuchofuku tem cerca de 1.000 empresas como clientes, empresas como siderúrgicas, fabricantes de automóveis e empresas de construção civil.

A ideia para a roupa com ar-condicionado surgiu depois que o governo do Japão definiu restrições de 15% no uso de eletricidade para conter apagões.

Os casacos estão conectados a uma bateria de lítio-íon que os fabricantes afirmam que terá a duração de 11 horas.


A jaqueta tem um preço de $140 e ela é apenas uma parte dos produtos com ar-condicionado da empresa, a empresa também conta com colchões e almofadas que têm o sistema de malha de plástico patenteada.

Fonte: EngenhariaÉ

AUDI cria COMBUSTÍVEL NÃO POLUENTE feito a partir de AR e ÁGUA


“E-diesel” é o nome do novo combustível que poderá vir a revolucionar a indústria do automóvel como também ditar o fim dos combustíveis fósseis. Está sendo produzido pela Audi, na Alemanha, e é feito de forma sintética a partir de hidrogênio, retirado da água, e de dióxido de carbono (CO²), extraído do ar. Além disso, é amigo do ambiente, pois não polui a atmosfera.

O novo combustível, que está sendo desenvolvido em uma fábrica de Dresden, resulta de um programa experimental da Audi, fabricante automóvel do grupo Volkswagen, em parceria com a empresa de energias alternativas Sunfire de acordo com o  Daily Mail.

O combustível é obtido através da separação do hidrogênio e oxigênio do vapor de água. O hidrogênio é depois colocado em reatores sob alta pressão e temperatura juntamente com o dióxido de carbono – nos testes iniciais o CO² foi fornecido através do gás natural, mas os pesquisadores afirmam que conseguem retirá-lo da atmosfera. O produto resultante é um líquido sintético, designado de “crude azul”, que, tal como o petróleo, pode ser refinado numa espécie de biodiesel.

“Ao desenvolvermos o e-diesel estamos promovendo outro combustível baseado no CO² que permitirá uma mobilidade de longa distância com praticamente nenhum impacto no meio ambiente. Usar CO² como matéria-prima representa uma oportunidade não só para a indústria automotiva na Alemanha, mas também para transferir o princípio para outros setores e países”, indica o responsável pelo desenvolvimento de produtos sustentáveis da Audi, Reiner Mangold, cita o site da marca alemã.

O maior problema do novo combustível prende-se com a quantidade de produção. A fábrica de Dresden onde o combustível está sendo desenvolvido tem apenas capacidade para produzir três mil litros nos próximos meses, daí que a sua viabilidade comercial possa ainda demorar.

Ainda assim, o próprio Governo alemão mostrou-se já satisfeito com o cenário que o novo combustível poderá criar. “Se conseguirmos difundir o uso de CO² como matéria-prima, vamos fazer uma contribuição crucial para a proteção do meio ambiente e para o uso eficiente de recursos, bem como colocar em marcha os fundamentos da economia verde”, afirmou a ministra da Educação e Pesquisa, Johanna Wanka. A ministra teve até já o direito de abastecer o seu Audi A8 3.0 TDI com os primeiros cinco litros de e-diesel desenvolvidos pela fábrica de Dresden. Conforme você confere na imagem abaixo:


Fontes: