Dr. Michio Kaku é um cientista americano mais famoso do mundo, é um dos poucos cientistas sérios que não têm medo de dizer a verdade. Na lista dos autores mais citadas no mundo da academia, Dr. Kaku está classificado em 22º lugar.
Na próxima edição do Journal of National Geographic Society, o novo artigo Kaku será publicado e vai falar de um algo grande vai acontecer. "Atenção a todos nós, seres humanos no planeta Terra."
Aqui estão trechos do artigo:
Michio Kaku: "Agora, com cada dia que passa, aprendemos a notícia sobre as grandes mudanças do tempo, anomalias naturais e cataclismos violentos. Há um aumento de terremotos em regiões onde não tinham sido produzidos por séculos. Neve e resfriamento anormal no verão em países onde isso não deve acontecer. furacões extremos, tempestades e tornados em lugares nunca antes visto.
Com cada dia que passa neste, eles são registrados registros meteorológicos e anomalias climáticas. Mesmo a crise climática catastrófica nos dias US quest'anno.Pochi atrás, em 12 de junho, mais de 30 tornados atingem Nebraska, Wyoming, Dakota do Sul e Colorado. E então o granizo que caiu era do tamanho de uma bola de tênis. As pessoas estão com medo. As pessoas não podem entender o que está acontecendo.
Mas eles precisam se acostumar com esses eventos que serão sempre mais. Nós todos temos que se acostumar. "
"Um mau sinal claro que a aproximação de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante"
"Embora as condições meteorológicas extremas sempre fizeram parte dos ciclos climáticos da terra, agora podemos ver e dizer em termos inequívocos que há uma anomalia nesses ciclos que levam a uma maior força e intensidade, além do aumento da frequência desses desastres climáticos. Este é um sinal claro de que a abordagem ameaçadora de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante ".
"O recente relatório criado pela equipe internacional de pesquisadores apresentou na Conferência de Londres, um documento em que é mostrado que é possível falar de mudanças globais catastróficas que ocorrem na Terra. Isso se aplica à atividade sísmica e clima. E essas mudanças rápidas são o pior para nós, seres humanos ".
Talvez a Terra seja afetada por algo que vem do espaço exterior?
"Eu não sei o que está acontecendo agora - declara talvez Kaku- a Terra experimenta a influência de algo do espaço exterior. Ou algo que começou na própria Terra. Ou apenas o nosso planeta está cansado de tudo o que fazemos a ele. Nenhum dos cientistas do mundo sabe o que está acontecendo."
"Nós só podemos observar, analisar e criar um modelo que pode levar a uma figura teórica aproximada, mas as mudanças que estão ocorrendo são rápidas e têm uma ação violenta. Eu não sei o que acontece com a Terra, mas todos temos de nos preparar para o pior "- Dr. Michio Kaku.
Assista a entrevista dada com exclusividade ao ufólogo e editor da revista UFO, A. J. Gevaerd:
A OPERAÇÃO PRATO
Operação Prato foi uma investigação militar realizada pelo 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira sediado em Belém, capital do Pará, entre os meses de outubro e dezembro de 1977, para investigar o aparecimento e movimentação dos chamados OVNIs, nos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá, além de estranhos fenômenos associados a corpos luminosos não identificados, chamados pela população de chupa-chupa, relativos a ataques com raios de luz, causadores de queimaduras, perfurações na pele e mortes. Documentos oficiais guardados no Arquivo Nacional em Brasília e documentos extraoficiais vazados e divulgados pela mídia são os principais registros do período. Também envolveram-se nas investigações dos fenômenos os extintos Serviço Nacional de Informações – SNI e o Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica – CISA.
Antecedentes
Ilha dos Caranguejos
A Ilha dos Caranguejos está localizada na baía de São Marcos, Maranhão, próxima à capital São Luís. É desabitada e sujeita a inundações pelas marés.
No dia 25 de abril de 1977, quatro homens se dirigiram a Ilha dos Caranguejos de barco, para a coleta de madeira. Após a coleta, por força das marés, precisariam esperar até a meia-noite para que a maré subisse novamente e o barco conseguisse navegar. Por volta das 20h foram dormir. Um deles, Apolinário, acordou às 5h e logo foi acudir Auleriano e Firmino, ambos reclamando de dor. Apresentavam queimaduras de segundo grau. O quarto homem, José, deitado na rede, estava morto. Apolinário levou-os para o continente. A polícia maranhense investigou o caso e nunca chegou a uma conclusão. Os três sobreviventes nunca lembraram dos acontecimentos daquela madrugada, mesmo após hipnose regressiva pelo doutor Sílvio Lago. A única referência do causador da tragédia foi atribuída a um dos sobreviventes que teria dito a um dos médicos do hospital no qual foi atendido que "viu um fogo", desmaiando em seguida.
O Instituto Médico Legal do Maranhão determinou a morte de José por hipertensão arterial, gerando um acidente vascular cerebral, devido a choque emocional. Os ferimentos de Firmino e Auleriano foram comprovados em corpo de delito.
A imprensa maranhense rapidamente noticiou a tragédia. O Jornal Pequeno em 29 de abril de 1977 noticiou: "Misterioso Acontecimento na Ilha dos Caranguejos". O Estado do Maranhão em 1 de maio:"Sobreviventes do mistério da ilha dos Caranguejos estão incomunicáveis". O mesmo jornal em dias posteriores continuou a dar cobertura ao caso.
O jornal O Liberal de Belém, Pará, associou o caso às estranhas luzes voadoras não identificadas sobre municípios do Maranhão. Registrou também que os noticiários de televisão da capital São Luís divulgavam as ocorrências das estranhas luzes em Cajapió. E mais, conta uma história detalhada sobre o que ocorreu no barco, sobre uma luz brilhante que invadiu o porão da embarcação, vinda de um "objeto volumoso e pesado", contrastando com os depoimentos conhecidos dos sobreviventes de que nada lembram dos acontecimentos daquela noite.
Duas hipóteses surgiram na época para explicar o caso: algum tipo de descarga elétrica de fenômeno atmosférico, como um raio, defendido por médicos e policiais ou a ação mortal das luzes voadoras, os famosos discos voadores.
A Baixada Maranhense
O jornal O Estado do Maranhão em 14 de julho de 1977 noticiou encontros com estranhas luzes voadoras relatados pela população da Baixada Maranhense, microrregião com 21 municípios, geograficamente próxima à ilha dos Caranguejos. No município de São Bento, um lavrador viu um misterioso objeto que de tão luminoso caiu do cavalo e desmaiou. Na fazenda Ariquipa, um homem foi queimado por uma tocha vinda de uma grande bola. Em Bom Jardim, uma mulher teria sido atingida por um raio emitido por uma bola de fogo e desmaiou, sem queimaduras.
No município de Pinheiro uma viatura policial foi perseguida por um OVNI que emitiu sinais luminosos, interpretados como uma tentativa de comunicação. No município de São Vicente Ferrer, o delegado teria sacado um revólver para atirar num OVNI sobre sua residência, mas a forte luz emitida o impediu.
Na capital federal, o Jornal de Brasília, em 30 de julho de 1977, trazia informações, dando conta da extensa área geográfica onde haviam sido observadas luzes no céu. Habitantes dos municípios de Perimirim, São Bento, Santa Helena, Pinheiro, Guimarães e Bequimão na Baixada Maranhense sofriam crises nervosas. O líder do Governo na Assembleia Legislativa, conta que ele e mais cem pessoas teriam visto um ponto de luz irradiando focos de luz no Porto de Itaúna e que os "lavradores temem também ser vítimas da luz que queima e adoece a quem ela atinge". O deputado estadual, porém, alertou não haver registro de queimaduras. A notícia finalizou com uma estimativa grandiosa do Coordenador de Segurança do Estado: 50% da população da Baixada Maranhense já teria visto o “estranho objeto”.
Medo e pavor em Viseu
O município de Viseu no Pará, localiza-se às margens do Rio Gurupi, fronteira natural entre os estados do Pará e Maranhão.
A imprensa também registra nesse município o aparecimento de luzes no céu e supostos ataques com raios a população, além da presença de uma entidade capaz de sugar sangue de suas vítimas. O período temporal das notícias no Pará coincide com o das publicadas no Maranhão. Em 10 de julho de 1977, várias histórias foram publicadas sobre a "lanterna com luz forte" que rondava os arredores de Viseu, como Curupati, Urumajó e Itaçu. Como a de dois moradores mortos após serem chupados por uma luz voadora, mas o delegado e um deputado esclareciam que ninguém sabia informar a identidade das vítimas.
Em 11 de julho de 1977, uma extensa matéria é publicada com diversas histórias. Na Vila do Piriá, a 14 km de Viseu, "a luz do Diabo" causou uma doença num morador, acabando com sua vitalidade. Informava que dezenas de caboclos do lugar haviam vivido aventuras com a luz voadora. Na Vila do Itaçu, 15 km de Viseu, ninguém havia visto a luz, mas todos acreditavam. Em Viseu, um menino de nove anos teria sido envolvido por uma luz amarela que depois subiu ao céu em velocidade vertiginosa, tendo ficado acamado por três dias com tremores e febre. Dois pescadores teriam visto um "tamborão" luminoso e voador se aproximar da canoa onde estavam. Um caçador teria sido atingido pela luz em seu braço, dizendo que ela parecia furar sua carne e osso "e sentiu que toda a sua vitalidade estava sendo sugada".
Os fenômenos na Baía do Marajó
Entre o município de Viseu e a Baía do Marajó temos uma extensa faixa de litoral, pelo qual as luzes voadoras foram deixando rastros. Antes de chegar à Baía, há registros de observações e ataques de raios de luz em vários municípios, como Quatipuru e Maracanã, situados no Pará.
Em 18 de outubro de 1977, a população do município de Vigia, 99 km de Belém, presenciou às 18h45min o ostensivo surgimento de objetos cruzando o céu, causadores, aparentemente, de um apagão de energia elétrica. O prefeito relata ter ouvido rumores nas ruas “dando conta que um objeto estranho cruzava os céus em espantosa velocidade e lançando uma luz amarela. Como já tivesse ouvido falar na aparição desses objetos, correu até a janela de sua casa, divisando então a olho nu quando um subia da Ilha de Tapará, que fica localizada por trás da cidade, sem ruídos e sem deixar rastros tomava rumo do povoado de Santo Antônio de Ubintuba”. A reportagem de 20 de outubro de 1977 do jornal A Província do Pará sobre objetos sobrevoando Vigia do Nazaré e sobre o desespero reinante no povoado de Santo Antônio do Ubintuba (“Ubintuba pode ser abandonada”), acrescida da manifestação do prefeito claramente a favor da ajuda militar, coloca em cena o Primeiro Comando Aéreo Regional, o I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira, sediado em Belém.
Registros militares: oficiais e vazados
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Em setembro de 1991 relatórios elaborados durante a missão militar foram vazados para publicação em revista do gênero, chamada UFO Documento. Em outubro de 2008, o Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica – CENDOC, enviou ao Arquivo Nacional em Brasília envelopes com os primeiros documentos sigilosos sobre OVNI, após uma campanha iniciada em 2004 pela liberdade de informação sobre objetos voadores não identificados, que recolheu milhares de assinaturas, capitaneada pela Comissão Brasileira de Ufólogos – CBU. Em abril de 2009 novos lotes foram liberados e finalmente apareceram os primeiros documentos sobre a operação militar no Pará. Ainda em 2009, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência – GSI, liberou lote de documentos do antigo Serviço Nacional de Informações – SNI sobre a operação no Pará. O lote continha várias páginas iguais ou semelhantes àquelas existentes nos relatórios vazados, confirmando a autenticidade de muitas delas. O principal documento liberado pelas autoridades chama-se “Registros de Observações de OVNI”, uma coletânea de 130 registros, emitido pelo I COMAR e enviado ao Estado Maior da Aeronáutica em fevereiro de 1979. Um cruzamento desses registros oficiais com existentes em documento vazado, denominado “Resumo Sintético Cronológico”, onde estão relacionadas 284 observações militares e relatos de civis, permite obter 99,2% de comparações positivas entre os documentos nas datas e horários, com descrições entre idênticas e muito semelhantes, com apenas um registro em cento e trinta sem seu par correspondente. Outro cruzamento, desta vez de um subconjunto de 122 observações militares de 1977 do vazado “Resumo Sintético Cronológico” com seus pares registrados nos relatórios de missão vazados, obtêm-se uma correspondência 94,2% de comparações positivas. Esses documentos estão disponíveis na rede, os oficiais e os vazados. No site do Arquivo Nacional, sob o código de referência BR AN,BSB ARX, é possível ter acesso por meio digital a todos os arquivos oficiais OVNI liberados até o momento. Os vazados, entregues a ufólogos, estão hospedados no site mantido pela Revista UFO. No site de Fernando Rodrigues na UOL temos os arquivos completos do SNI.
Em outubro de 2007, parte das imagens vazadas dos arquivos da FAB foram objeto de declarações de Fernando Costa, filho do sargento João Flávio de Freitas Costa, cuja assinatura autentica a maioria dos relatórios e documentos produzidos pela operação. Ele garantiu que foi responsável pela manipulação de algumas imagens e que teria, por brincadeira, distorcido algumas no momento da ampliação, no laboratório de revelação fotográfica no quartinho de empregada na casa da família, na Vila Militar. As declarações e a revelação não diminuem, no entanto, a importância dos registros, e o próprio Fernando Costa comentou suas impressões sobre o episódio.
Conjunto de observações e relatos
Os dois documentos que formam a coletânea dos registros das observações realizadas pelos agentes da 2ª Seção, pelos informantes civis e informantes militares são os documentos “Resumo Sintético Cronológico” (vazado) e o “Registros de Observações de OVNI” (oficial). Eles incluem, além do período clássico da Operação Prato, período posterior de monitoramento do I COMAR, finalizado em novembro de 1978. O primeiro é o conjunto total de observações, incluindo satélites artificiais. O segundo, um extrato particular dos objetos observados, considerados relevantes e não identificados.
Ambos são documentos resumo e as observações originais, via de regra, estão contidas nos relatórios da primeira e segunda missão da Operação Prato, nos relatórios do agente Flávio Costa em vigílias na Baía do Sol e visitas particulares à Colares e região (1978) e relatórios de missões específicas (fazenda Jejú).
Gráfico dos Relatos e Observações do documento Resumo Sintético-Cronológico – 1977.
Região
Mapa dos Principais Municípios do Pará cobertos
pela Operação Prato em 1977.
Região atingida no Pará
A região afetada pelos fenômenos no Pará concentrou-se numa faixa de cerca de 260 quilômetros do litoral nordeste paraense banhado pelo Oceano Atlântico. No extremo leste o Rio Gurupi, divisa natural com o Maranhão e a oeste da Baía do Marajó.
Região coberta pela Operação Prato
As localidades geográficas cobertas foram principalmente a Baía do Marajó, Baía do Sol, Rio Bituba, Ilha de Colares e municípios de Santo Antônio do Tauá, Vigia do Nazaré, Colares, Ananindeua, Castanhal e Belém (Ilha do Mosqueiro).
Primeira missão militar 20/10 a 11/11/77
No dia 20 de outubro de 1977, à tarde, uma equipe da seção de informações do I COMAR, conhecida como 2ª Seção ou A2,[21] composta de três agentes, sai de Belém em direção ao município de Santo Antônio do Tauá, distante cerca de 60 km da capital. Nos primeiros dias realizaram uma série de entrevistas com habitantes dos municípios de Tauá, Colares e de povoados próximos ao Rio Bituba, como Santo Antônio do Ubintuba, Vila Nova do Ubintuba e Paraíso do Ubintuba, todos no município de Vigia e na Burrega em Tauá. Realizam também as primeiras observações de objetos voadores, alguns identificados, outros não. Durante os primeiros dias o chefe da 2ª Seção, coronel Camillo Ferraz de Barros, além de uma equipe médica militar, citada na documentação vazada, mas nunca identificada em suas páginas, acompanham depoimentos e chegam a ter suas próprias observações de objetos voadores. Logo no início da missão incorporam-se dois grandes personagens da Operação Prato: o sargento Flávio Costa e, à época capitão, Uyrangê Hollanda, ambos lotados na 2ª Seção. O então capitão Hollanda assumiu a chefia da operação em 01/11.[22] A base de operações se estabeleceu em Colares dia 29/10. O sargento Flávio Costa registrou em relatório específico uma descrição de como os cidadãos de Colares estavam percebendo os fenômenos e como estavam sendo afetados. Conta dos ataques com foco de luz, a “histeria coletiva” em que se encontrava a população e testemunha as constantes procissões de moradores soltando fogos e tiros para afugentar as luzes. Em resumo, a sociedade local estava apavorada. Também deixa claro o papel negativo e irresponsável da imprensa na criação do chupa-chupa: “do monstro criado pela imprensa”. Segundo o relatório: “Em sua totalidade a região (...) tem por habitantes pessoas de índice cultural, socioeconômico e sanitário dos mais baixos, aliados a crendices e formação simples, facilmente influenciados pelos meios de comunicação, nem sempre usados por pessoas escrupulosas.”
No dia 01/11 encontramos o maior contingente militar registrado na documentação da Operação Prato: o chefe da 2ª Seção, o chefe da Operação, uma equipe de três sargentos da 2ª Seção e quatro tripulantes de um helicóptero Bell H-1H Huey. Ao todo 9 militares.
Observações militares significativas
Registros números 27 e 28, 6 de Novembro de 1977, do documento
Registros de Observações de OVNI.
1 de novembro de 1977 – 19h00min – Município de Colares Um corpo luminoso amarelado de forte intensidade vindo da Baía do Sol, inicialmente a 2.000 m de altitude entrou no campo de visão dos militares e da população. Vinha em trajetória descendente ligeiramente curva emitindo lampejos azulados intensos. Possuía em sua parte superior um semicírculo avermelhado. Sua velocidade era cerca de 800 km/h, mas na retomada do voo em ascensão acelerou surpreendentemente atingindo velocidade supersônica, curvou levemente no sentido contrário à primeira curva, alterou sua cor para vermelho rubro e parou de emitir os lampejos azulados.
6 de novembro de 1977 05h20min e 05h25min – Município de Colares Às 05h20min, vindo da direção sudoeste, sobre a Baia do Marajó, a 5.000 m de distância um corpo luminoso de cor amarelo avermelhado seguiu uma trajetória reta descendente, emitindo lampejos intermitentes azulados de intenso brilho. Chegou a 500 m de distância e 200 m de altitude. Abruptamente virou para a esquerda na direção sul-sudeste, em ascensão, com recuperação de velocidade, subindo para 3.000 m de altitude e atingindo velocidade supersônica, sem emitir boom sônico ou deslocar o ar, numa rota em direção ao município de Tauá em longa reta.
Às 05h25min outra passagem de corpo luminoso amarelo avermelhado, vindo da Baía do Marajó pela direção nor-noroeste, começou a ganhar grande velocidade. O objeto procedeu a uma curva em ascensão a esquerda, quando a distância estimada de 800 m, fez outra curva agora para o nordeste, nesse momento foi estimada em 1.500 m sua altitude e velocidade acima de 800 km/h; assumiu uma trajetória reta, desaparecendo rapidamente.
Colares, Campo do Luzío – Local de observação registro 28 – Registros de Observações de OVNI – I COMAR.
Depoimentos relevantes
Foram colhidos 42 depoimentos: 11 em Tauá, 11 em Ubintuba e 20 em Colares. Abaixo, resumidos cinco deles, todos registrados no documento oficial do I COMAR, Registro de Observações de OVNI.
Registro número 1 – 2 de Setembro de 1977 – do documento
Registros de Observações de OVNI.
Registro número 1 – 2 de setembro de 1977 22h00min – Tauá, rodovia – Sra. Amélia, 77, alfabetizada
“(...) percebeu vindo de sua direita e a frente uma ‘luz’ de cor amarelo-avermelhada, de brilho muito intenso (comparado a um farol de carro). Inicialmente a ‘luz’ deslocava-se cortando a rodovia em diagonal, bruscamente mudou de direção (450), vindo exatamente em sua direção: D Amélia e a filha (...) um objeto de vidro, de cor azulada, com uma pequena luz de cor vermelha na parte de cima (...) após parar por alguns instantes, movimentou-se com baixa velocidade (...) altitude era de 30 m.”
Registro número 3 – 12/10/1977 02h00min – Tauá, Campo Cerrado – Sr. Manoel, 38, analfabeto Trecho Relatório Primeira Missão, depoimento de 21/10:
“(...) percebeu forte luminosidade através do telhado (...) a custo conseguiu levantar-se, apanhou sua espingarda e saiu de casa deparando então com uma luz azulada que pairava a baixa altura (20 m) sobre as árvores próximas; que apontou sua arma para atirar; que nesta ocasião foi atingido por um feixe de luz avermelhada que o paralisou.”
Trecho reportagem A Província do Pará de 20/10 com declarações de Manoel:
“(...) objeto estranho parado a cinco metros mais ou menos de mim e, no seu interior, o casal dando gargalhadas como se estivesse fazendo gozação. (...) Ele viu uma espécie de nave espacial, com um casal de tripulantes, sendo a mulher branca e loira e o homem branco, usando chapéu de couro como se fosse de vaqueiro (...)”
Colares, Baía do Marajó – Local de observação do registro 4 – Registros de Observações de OVNI – I COMAR.
Registro número 4 – 13/10/1977 03h25min – Colares – Padre Alfredo de La Ó, 48, médico, físico, teólogo.
“(...) despertado por latidos (...) Avistou um objeto luminoso que lhe chamou a atenção por emitir forte luminosidade, deslocando-se do mar para a terra (N/S). O objeto desenvolvia grande velocidade (maior do que a habitualmente observada nos aviões à reação), a uma altura aproximada de 20 m; em absoluto silêncio, (...) encontrava-se a 75 m do ponto mais próximo da trajetória (...) Disse que a parte superior do objeto emitia forte luz avermelhada, e na parte inferior uma luminosidade azulada muito intensa, chegando a clarear toda área onde passou.”
Registro número 7 – 16/10/1977 05h30min – Paraíso do Ubintuba, Vigia – Sr. Raimundo, 48, analfabeto
“(...) voltava para sua residência (...) sentiu como de perdesse as forças (...) Observou então um objeto iluminado de forma circular (como uma arraia (SIC)), de pequeno porte (1,50 m aproximadamente), deslocando-se a baixa altura (5 a 10 m sobre o solo) que emitia um foco de luz dirigido (como uma lanterna) de cor azul muito intensa em sua direção; (...) Queixa-se de tremor no corpo, dor de cabeça e entorpecimento na região atingida pelo foco. Não foi observado sintomas de queimaduras.”
Registro número 8, 16 de Outubro de 1977, do documento
Registros de Observações de OVNI.
Registro número 8 – 16/10/1977 18h30min – Colares – Dra. Wellaide, 24, médica.
"(...) afirmou ter visto e observado (...) Objeto Luminoso (brilho metálico), fazendo evoluções sobre a parte frontal da cidade (praia do Cajueiro NE, a baixa altura (100 m), a distância estimada de 1.500 m, sem produzir o mínimo de ruído. Descreveu os objetos assim: Forma cônica-cilíndrica (parte superior mais estreita) tamanho aparente em função da distância 3.00 m de comprimento, por 2.00 m de diâmetro; Movimentando-se de maneira irregular. (posição vertical em função do seu eixo longitudinal), balanceios laterais acentuados, entretanto vez ou outra efetuava ligeiras paradas e dava uma volta sobre si mesmo."
Sobre o atendimento de habitantes no Posto de Saúde de Colares, disse:
"Afim de preservar a sua reputação ética profissional, deixou de fazer uma comunicação mais completa com referência às pessoas que se dizem atingidas por um 'foco de luz' de procedência desconhecida (quatro casos que atendeu)." "Além de Crise Nervosa, seus pacientes apresentavam outros sintomas tais como: paresia (amortecimento parcial do corpo) (...) Seus pacientes referem: cefaleia, astenia, tonturas, tremores generalizados e o que reputa mais importante são as queimaduras de 1º grau, bem como marcas de microperfurações. De acordo com o sexo, os homens sobre o pescoço (jugular) e as mulheres, digo, a mulher no seio (só um caso)."
A médica ao longo dos anos deu várias entrevistas para a mídia escrita e televisiva, ampliando significativamente o escopo de suas declarações de 1977, agregando novas informações e percepções pessoais.
Informe do SNI de Belém
A Agência do SNI em Belém, enviou documento confidencial de cinco folhas a Agência Central do SNI em Brasília, datado de 9 de novembro de 1977, sobre informações relativas a “Objetos Voadores Não Identificados – OVNI”, divulgando os primeiros dados das investigações que estavam sendo conduzidas pela Segunda Seção do I COMAR. O informe faz uma introdução ao assunto OVNI, ligando rapidamente o fenômeno a eventos relatados em municípios do Pará e num primeiro momento atribuído ao misticismo da população empobrecida das regiões afetadas. Informa que o I COMAR constatou o clima de tensão entre a população de alguns municípios e coletou relatos sobre luzes em voo e focos de luz dirigidos sobre pessoas. O documento continua com outros informes. Que a equipe da 2ª Seção montou posto de vigia para fotografar a luz e registrou objeto a três mil metros de altitude e velocidade de 30.000 km/h. As luzes foram várias vezes fotografadas e delas pouco se concluía, parecendo haver confusão na equipe sobre isso. Conta que o chefe da equipe identificou a foto que mais impressionou a todos como a estrela Dalva (Vênus), levando o próprio a duvidar das demais fotos como sendo de OVNI. Que não havia consenso entre a equipe “sobre o que foi visto”, mas a reserva poderia ser fruto de não se querer “cair no ridículo, perante os colegas”. Informa detalhes dos relatos sobre OVNI e vítimas das luzes, colhidos com a médica do posto de saúde e com o pároco de Colares e o prefeito de Vigia. Acusa a imprensa de fazer exploração do assunto. Termina informando que o I COMAR continuaria as investigações.
Período entre missões
Não existem nos documentos oficiais e vazados observações militares de uma Equipe A2 registradas entre 11/11, fim da Primeira Missão e o dia 25/11, início da segunda missão. Existem alguns relatos de civis. Quatro foram inseridos no oficial Registro de Observações de OVNI, todos relatados na Ilha do Mosqueiro/Baía do Sol pelo piloto civil Ubiratan Pinon Frias, íntimo colaborador de Flávio Costa e Hollanda durante a Operação Prato. No dia 22/11 o sargento Flávio Costa, acompanhado de Pinon e duas acompanhantes, faz uma vigília noturna particular bem sucedida na Baía do Sol, estrategicamente posicionada a alguns quilômetros da ilha de Colares, sendo possível a observação em linha reta da chamada Ponta do Machadinho, local de praias em Colares, onde uma série de observações com ousadas manobras aéreas são relatadas. Constam do Registro de Observações de OVNI, como registros números 39, 40 e 41. Flávio nessa época produz os famosos Relatórios Extras números 1 e 2, de uma sequência de dezesseis entre 1977 e 1978, para o I COMAR.
Mosqueiro, Baía do Sol, Local registros 39, 40 e 41 do Registro
de Observações de OVNI – I COMAR
Segunda Missão Militar 25/11 A 05/12/77
Essa foi mais curta, durando apenas 11 dias: de 25/11 a 05/12. Inicialmente com um chefe de equipe do Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica – CISA, vindo de Brasília, ligando assim o Gabinete do Ministro da Aeronáutica a Operação Prato. Às 22h00min do dia 25/11 chegam a Colares. A equipe fica concentrada na Sede do município durante toda a missão, não sendo informadas incursões a outras localidades. Isso explica o rol de observações dessa equipe: 2 em Penha Longa, local da travessia de balsa entre o município de Vigia e Colares, observado durante a viagem com destino a Sede, e 34 em Colares. Também colheram uma série de relatos de informantes, mas dessa vez tratava-se de observações de corpos luminosos, sem ataques de raios ou do chupa-chupa. No dia 29 de novembro o capitão Hollanda chega a Colares e assume a missão.
Algumas observações militares
27 de novembro de 1977 – 19h10min – Município de Colares Dois corpos luminosos amarelos claros cruzaram o céu a 6.000 m de altitude e velocidades superiores a 600 km/h. No centro da abóbada celeste um deles efetuou uma curva fechada de 360º, em seguida retomou o rumo original.
28 de novembro de 1977 – 19h05min – Município de Colares Dois corpos luminosos amarelos claros cruzaram o céu a 4.000 m de altitude e velocidades supersônicas rumo noroeste/sudeste. Depois efetuaram uma curva, voltando para o norte.
Um objeto sobre agentes do SNI
No dia 28/11 às 19h30min, Hollanda e agentes do SNI estão na Baía do Sol, enquanto a equipe chefiada pelo CISA está em Colares.[nota 12] Hollanda e os agentes reparam num corpo luminoso amarelo avermelhado sobre suas cabeças. Segue trecho do relatório da segunda missão:
“Corpo Luminoso, aparentemente estacionário sobre o ponto de observação (Praça da Escultura): emitiu com intervalos regulares lampejos (como flashes) de cor amarelo avermelhados com um núcleo azul muito intenso, em número de quatro (4); após a série de lampejos: diminuiu a intensidade luminosa do Objeto; aproando o rumo E, afastou-se com grande velocidade. A altitude do Corpo Luminoso foi estimada em 900 ft. OVNI (CapHoll).”
Depoimentos
Registro número 43 – 25 de novembro de 1977 19h30min – Vigia – Padre Alfredo de La Ó, 48, médico, físico, teólogo.
“Observou um Corpo Luminoso (reflexa), em forma de fuso cônico, baixa velocidade, absoluta ausência de ruído, a distância estimada de 100 m; tamanho aparente 3 m de comprimento por 0,60 de diâmetro; tinha uma luz vermelha na parte frontal e uma verde na parte de trás; subitamente aumentou a velocidade desaparecendo no alto”.
Registro número 55 – 28 de novembro de 1977 19h30min – Mosqueiro – Sr. Miguel 31, cursando ensino básico
“(...) Corpo Luminoso, estacionário na direção da Baía do Sol/Colares, sobre a orla marítima, calculando que estivesse na Ponta do Machadinho, distância estimada 15.000 m, tamanho aparente 20 cm, altitude entre 1.800 a 2.000 ft, emitindo compassadamente focos azulados (...) aproximaram-se dois (2) outros de menor tamanho vindo de direções opostas, sendo absorvidos pelo de maior volume. (...) depois saíram do objeto maior cinco (5) pequenos corpos luminosos. (...) o OVNI maior (...) deslocando-se após em grande velocidade (...)”.
Outras missões – Dezembro 1977
Rio Guajará – Ananindeua
Três registros de observações por equipe da 2ª Seção entre 09 e 10 de dezembro de 1977,[37] [38] em localidade do Rio Guajará no município de Ananindeua, revelam uma missão específica de vigília, apesar de não haver relatório oficial ou vazado. Sobre essa missão, temos depoimentos do coronel Hollanda para o escritor e jornalista Bob Pratt em 1981 e para a mídia em 1997. Segundo os depoimentos, relativamente diferentes entre si e os registros, entre 23h00min de 09/12 e 02h00min de 10/12, um objeto voador primeiramente amarelado/âmbar e ao final azulado, de 100 metros de comprimento, realizou várias evoluções.
Declarações de Hollanda em relação a última observação, de três fontes diferentes:
Hollanda para Bob Pratt em 1981:
“Então, o objeto subiu para o céu rapidamente e apagou a luz. Quando ele fez isso, não podíamos ver sua forma, mas havia uma luz verde em cima e uma vermelha no fundo. Quando as fotos foram reveladas, vimos um grande objeto em forma discoide, em posição mais vertical que horizontal.”
Hollanda na primeira entrevista à Revista UFO em 1997:
“Logo depois de uns três minutos ela apagou, de repente a luz azul acabou e ficou na nossa frente uma coisa assustadora (...). Era aquela bola de futebol americano que nós vimos passar na horizontal, ela tava em pé na frente da gente a uns 70 metros. (...) e logo em seguida esse objeto começou a se deslocar para cima, sem ruído, (...) ele subiu e tinha uma luz verde embaixo e vermelho em cima, aquilo piscando e ele subindo devagar (...) quando estava aproximadamente a 1.000, 1.500 metros de altura (...) deu uma explosão como se fosse de um trovão, uma explosão muito forte, um clarão e disparou com uma velocidade incrível.”
Hollanda, na segunda entrevista à Revista UFO em 1997:
“Sua distância era de uns 70 m. Aquele monstro azul, embora tivesse um brilho muito forte, podia ser olhado diretamente sem que ardesse a vista. Não havia nada, apenas aquela luminosidade forte. (...) Aquele objeto ficou parado durante uns três minutos. Enquanto isso, olhávamos em silêncio. De repente, a luz se apagou rapidamente e pudemos ver o que estava por trás dela. (...) Era novamente a bola de futebol americano em pé, a uns 100 m de altura, parada e sem janela alguma.”
Fazenda Jejú – S. Domingos do Capim
Registros números 75 e 76, 16 de Dezembro de 1977, do
documento Registros de Observações de OVNI.
No dia 16 de dezembro de 1977 uma equipe de agentes da 2ª Seção dirigiu-se à Fazenda Jejú no município de São Domingos do Capim para investigar fatos narrados pelo proprietário da fazenda, sobre estranhos buracos no solo em uma área grosseiramente circular. Confirmaram os buracos, verificaram que a terra no interior deles estava compactada, fizeram medições e tiraram fotos.[41] Entre 23h50min de 16/12 e 00h30min de 17/12, um corpo luminoso iniciou uma jornada que o levaria dos 4.000 metros de altitude para 70 metros e 100 metros de distância, deslocando-se pela fazenda a baixa altura até a rodovia PA-127, executando uma série de manobras não convencionais.
Trecho do relatório:[42]
“Corpo Luminoso, deslocando-se a baixa altura (400 m), no sentido Noroeste para Sudeste, ficou parcialmente encoberto pelas árvores; a equipe deslocou-se na viatura para o ramal principal, afim de melhor observar e fotografar; o Objeto baixava sobre a “piçarreira”; ao atingir a altura estimada de 70 m, movimenta-se girando sobre seu eixo vertical como se fosse um PIÃO, sua coloração amarelo avermelhada mudava constantemente para uma tonalidade mais cinza (branco azulada) e de brilho muito intenso; não chegou a “pousar”, ondulando iniciou um movimento ascendente, não muito acentuado: aumentou sua velocidade e intensidade luminosa, passando por várias tonalidades do azul ao vermelho; desapareceu por interposição de árvores. (...)”
Dias depois, na zero hora entre 20 e 21/12/77, duas equipes de agentes comandadas pelo chefe do SNI da Agência de Belém, coronel Filemon, fizeram duas vigílias, uma na fazenda Jejú e outra na área da piçarreira. Registram duas observações de corpos luminosos a média distância (1.500–4.000 m). Os relatórios de missão geram um conjunto de quatro registros no Registros de Observações de OVNI, ricos em fotografias.
A Fase Belém do chupa-chupa
Não há registros militares sobre os fenômenos em Belém. Toda a cobertura do período é jornalística. O jornal O Liberal, em 17/11/1977, em reportagens ocupando página inteira, sob o título “Fenômeno da luz intranquiliza a cidade”, conta várias histórias sobre alegados ataques da luz vampira:
“Um clima de intranquilidade e insegurança está se registrando e se ampliando em toda a cidade, em decorrência de estranhas e contraditórias notícias sobre uma misteriosa luz que ataca as pessoas, sugando-lhes o sangue.” (...) Mas têm sido inúteis os esforços da reportagem em encontrar simultaneamente, ou logo após os mirabolantes ataques, aqueles que se dizem vítimas do ‘foco paralisador’. A cidade está cheia de boatos.”
Eliana com 16 anos, se preparava para ir trabalhar no Centro Espírita as 15h30min, quando sentiu “uma coisa” e viu uma luz clareando o quarto pelas frestas do telhado, sob o forte sol da tarde. Durou meia hora, houve testemunhas. Não sentiu nada de anormal depois. Oberlando de 18 anos, estudava às 01h30min da madrugada e estava com muito medo, tendo rezado muito, antes de começar a estudar. Sentiu calor e viu uma luz pela fresta do telhado, descontrolado atacou a irmã e cunhado que dormiam, chutou coisas, quebrou vidros, queria que abrissem a porta. Eliana e Oberlando eram vizinhos, moravam na mesma rua, no bairro Cremação. Um garoto de 7 anos caiu e bateu a cabeça numa pedra, pela manhã, levando 15 pontos. Sua mãe diz que foi a luz. O garoto não sabe o que aconteceu. No bairro Jurunas. O jornal “A Província do Pará” em 19 de novembro de 1977, publica com o título “Vampiro interplanetário só gosta de mulher”, reportagem sobre ataques a três jovens do Bairro Jurunas. Jurunas é muito perto do bairro da Cremação.
Uma jovem de 13 anos quando voltava para casa às 21h:
“Na porta de sua residência (...) sentiu todo o seu corpo adormecer ao ser atingida por uma luz vermelha que mudava de tonalidade, ficando às vezes clara. Teve forças de correr para a cama, caindo sobre o leito desmaiada.”
No hospital nada foi constatado. Levada a um templo evangélico, a jovem “como se estivesse possessa de demônios tal a força que demonstrava” foi curada pelo “poder de Deus”, ficou ótima e se converteu ao Evangelho.
Outra jovem de 18 anos voltava de uma festa às 23h:
“(...) retornava da sede do Imperial, na Rua Conceição, quando se viu paralisada pela luz vermelha. Apavoradas, suas amigas (...) fugiram deixando-a só (...) A luz de repente ficou verde e logo branca. Percebi quando três amigos me socorreram e, em casa notei várias marcas no meu corpo acentuadamente no braço esquerdo, como se fossem queimaduras leves.”
O caso mais famoso, aconteceu no dia 17/11, quando outra jovem, Aurora:
“(...) disse que na noite de quinta-feira por volta das 21 horas chegava em casa” (...) se dirigindo para o pequeno quintal da residência onde passou a lavar as louças do jantar. De repente foi atacada por uma forte corrente de vento frio e sentiu um medo terrível como se estivesse sendo envolvida por algo estranho. Eu fiquei apavorada. Chamei minha mãe que já estava deitada como outros moradores da casa, mas antes dela chegar uma forte luz vermelha me envolveu, deixando-me atordoada. Ao mesmo tempo, senti furadas muito finas que eram dadas em meu seio, caindo então ao solo desmaiada.”
O jornal A Província do Pará convidou o médico Orlando Zoghbi a visitar as três jovens em suas residências para dar sua opinião. A avaliação do médico foi publicadas pelo jornal em 20/11.[nota 14] Durante a visita foi tirada uma foto, publicada na edição, mostrando perfurações no seio.
O parecer médico
Na adolescência:
“(...) fase dos sonhos, os desejos reprimidos são imensos pois a mente fértil de ideias, nas quais a totalidade da área material não é satisfeita, gerando informações numerosas ao sub e ao inconsciente.”As visões: “(...) são fruto do estado d'alma, em sintonia com o inconsciente, produzindo uma excitação psicomotora.”“Que as lesões (...) são (...) ocasionadas por choque adrenérgico, pois as mulheres instintivamente num ato de proteção levam as mãos aos seios e a ação motora contraindo as mãos em garra ocasionaram as lesões nas glândulas mamárias.”
Segue interessante matéria da revista UFO, trazendo maiores informações, inclusive sobre a continuidade secreta da Operação Prato, levada a cabo pela FAB, tenho a frente militares dos EUA. Aliás, vale muito à pena visitar o site da revista, pois, além de ser a publicação mais importante do Brasil, está entre as melhores do mundo e traz várias outras matérias importantes.
Nesta conferência o professor Laércio Fonseca nos mostra o como os grandes profetas do passado nos alertaram para o final dos tempos. Todos esses profetas nos falavam de sinais que apareceriam diante da humanidade advertindo e alertando sobre os momentos críticos que passariam os homens diante da provação final.
Muitos são os sinais de alerta que estamos vivenciando atualmente entre grandes terremotos, tsunamis, alertas nucleares e os boatos de guerra por toda parte.
Devemos todos estar atentos aos grandes sinais de alerta que o alto esta nos enviando para que estejamos prontos para esses momentos apocalípticos.
A gigantesca mancha solar AR2209 cresceu ainda mais nos últimos dias e já ocupa 1100 milionésimos da superfície solar. Posicionada no centro da estrela, a feição se tornou geoefetiva, com capacidade de ejetar poderosas quantidades de massa coronal em direção à Terra.
De acordo com o Centro de Previsão de Clima espacial dos EUA, SWPC, existe 40% de chances de emissão de flares de média e alta intensidade dentro das próximas 72 horas, com 40% de probabilidades de ocorreram tempestades geomagnéticas de forte intensidade nas latitudes mais elevadas do planeta.
AR2209 vem crescendo desde que surgiu no limbo do Sol há cerca de uma semana e desde então vem mantendo características magnéticas altamente complexas do tipo Beta-Gamma-Delta, capazes de provocar intensos flares de raios-x que podem atingir a classe-X, extremamente poderosas.
Neste momento a mancha AR2209 atinge 1100 milionésimos do disco solar, uma área superior a 3.3 bilhões de km quadrados.
Ejeção de Massa Coronal
Embora emissões de raios-x não atinjam a superfície da Terra, pois são barradas na atmosfera superior, normalmente essas emissões eletromagnéticas estão associadas às chamadas Ejeções de Massa Coronal (CME), que são enormes quantidades de partículas solares arremessadas ao espaço após uma explosão na superfície da estrela.
Quando ocorre uma CME, devido à rotação do Sol as partículas são lançadas ao espaço da mesma forma que um saco de areia arremessado de um carrossel, espalhando o material em forma de espiral. No caso do Sol, o material dispersado são partículas altamente carregadas, que viajam a mais de 2 milhões de km/h.
Em algumas ocasiões essas partículas podem atingir a Terra e uma das condições fundamentais para isso é que a região ativa esteja "geoefetiva", ou seja, alinhada com o nosso planeta já considerando a rotação do Sol. E esse é o caso de AR2209.
Ao atingem cerca de 60 mil km de altitude, as partículas são desviadas pela magnetosfera terrestre em direção aos polos. Na atmosfera superior dessas regiões elas se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio e produzem radiação nos comprimentos de onda verde e vermelho respectivamente. Essas emissões luminosas são conhecidas como auroras polares e ocorrem entre 60 km e 150 km de altitude.
Consequências da Tempestade Solar
Uma CME que atinge a Terra pode provocar efeitos muito mais dramáticos que simples auroras e apesar de não oferecerem riscos à saúde, podem induzir correntes elétricas de forma indesejada com diversos efeitos sobre sistemas de distribuição de energia elétrica, navegação por satélite e nas comunicações intercontinentais por ondas curtas. Além disso, devido à mudanças na densidade da atmosfera superior, os satélites de orbita baixa podem ter sua reentrada precipitada ou então precisarem de reorientação.
Ao atingirem as altas camadas da atmosfera, as partículas carregadas causam forte instabilidade na ionosfera e fazem com que o índice KP que mede essa anomalia apresente elevação substancial, com valores que podem atingir entre KP=6 e KP=8. A tabela acima mostra os efeitos práticos caso os índices atinjam os valores mencionados.
Artes: No topo, registro solar feito no Observatório Apolo11, em Vila mariana, São Paulo, mostra a mancha solar AR2209 vista no comprimento de onda H-alpha. Na cena, um gigantesco filamento é o destaque no noroeste solar. Na sequencia, vídeo mostra o desenvolvimento da mancha solar AR2209 no comprimento de onda da luz visível, observado pelo satélite SDO, da Nasa. Acima, tabela com índice KP mostra possíveis consequências devido à explosões solares. Créditos: Apolo11.com e Nasa/SDO.
Alguns astrofísicos acreditam que o clarão tenha sido provocado por choque de cometa contra a atmosfera da Terra
RIO - Um vídeo gravado na última sexta-feira numa região rural da Rússia, próxima aos Montes Urais, mostra uma sequências de luzes amarelas e alaranjadas muito fortes que chegam a iluminar completamente o céu escuro.
O vídeo, publicado no YouTube nesta terça-feira, foi gravado com uma câmera do tipo dashcam, acoplada ao interior de um carro, em um estilo de filmagem que ficou famoso na Rússia por sempre capturar momentos impressionantes. Os habitantes da região, no entanto, não têm a menor ideia do que provocou o clarão, que parece ter sido originado por uma explosão.
É claro que algumas pessoas já levantaram a hipótese do estranho fenômeno se tratar de uma invasão alienígena. Mas os cientistas acreditam que a claridade provavelmente foi provocada por um cometa, já que a Rússia tem uma elevado índice de “pousos” desses corpos, principalmente porque sua massa de terra é maior do que a dos outros países e fica mais perto do pólo magnético. Muitos astrofísicos acham que o bizarro acontecimento tem uma explicação razoavelmente simples: um cometa teria se chocado contra a baixa atmosfera da Terra, causando um efeito de cratera no solo.
Três buracos profundos foram encontrados na Sibéria em 2014 (Vide matéria aqui, no Filosofia Imortal) e, agora, com o resfriamento do solo e água, cientistas podem chegar à base do fenômeno e tentar entender como foram formados.
Os pesquisadores, então, estão praticando rapel na cratera de mais de 15 metros de profundidade sob temperatura de 11 C, para chegar ao lago congelado em sua base
O ano de 2014 trouxe três casos misteriosos na região da Sibéria com o aparecimento de crateras gigantescas nas penínsulas de Yamar e Taymyr no mês de julho. Agora, com a baixa das temperaturas, os cientistas conseguirão ir até a base do primeiro buraco surgido e explorar materiais para entender como as crateras se formaram. As informações são do IFL Science.
A cratera de Yamal foi, primeiramente, explorada com o recolhimento de amostras do solo, água e ar. Os cientistas também sobrevoaram a área com helicópteros. Até agora, a explicação mais lógica para a formação dos buracos gigantes é a presença de grandes reservas de metano próximas que, com as alterações climáticas e o aumento da temperatura nos locais, uma possível “bolsa de gás” no solo se aqueceu e começou a pressionar o solo descongelado, empurrando para fora. Assim, como uma “rolha”, o fenômeno conhecido como pingo permitiu que as crateras de formassem.
Cientistas estão recolhendo amostras de gelo, solo, gás e ar que poderão determinar se se trata de um pingo e entender a composição das crateras
Porém, apesar das teorias apresentadas até agora, os estudiosos não têm certeza, sendo necessária a exploração mais profunda. Os pesquisadores, então, estão praticando rapel na cratera de mais de 15 metros de profundidade sob temperatura de – 11˚C, para chegar ao lago congelado em sua base.
Os exploradores estão recolhendo amostras de gelo, solo, gás e ar que poderão determinar se se trata de um “pingo”, através do conhecimento da composição das crateras e encontrando um modelo de como o fenômeno é formado. A atual exploração poderá, também, explicar os outros dois buracos recentemente formados e , ainda, procurar outros casos de estruturas similares para estudo.
“O elemento principal - e esta é nossa teoria para explicar a cratera de Yamal - é a liberação de hidratos de gás. Sabemos que há gás no local, tanto na camada profunda, quanto na camada próxima à superfície”, afirmou o pesquisador Vladimir Potapov.
Comissão de cientistas e técnicos dizem que causas de fogo não são naturais.
O seguinte artigo foi publicado no site bbc.co.uk em 30 de setembro passado:
Na última quarta-feira (24/9), uma moradora de Canneto, pequena aldeia da cidade de Caronia, na Sicília, assistiu o próprio televisor derreter, a tomada da cozinha queimar e a penteadeira incendiar-se.
No mesmo dia, o assento de um veículo anti-incêndio da Proteção Civil (Defesa Civil), chamado para apagar as chamas na garagem de uma residência há poucos metros dali, pegou fogo sem causa aparente.
Moradores especulam sobre ETs, demônios e armas secretas como causas de incêndios misteriosos.
Esses foram dois dos mais de 30 incêndios “espontâneos” ocorridos na aldeia em um período de 48 horas.
Desde 2004, os 180 moradores da pequena vila com vista para o mar Tirreno assistem a sofás, cortinas, eletrodomésticos, colchões, fiações elétricas, cestos de roupas e até caixas d’água em PVC incendiarem-se espontaneamente. Mas os fenômenos se intensificaram recentemente.
Duas pessoas foram internadas por intoxicação devido à fumaça e outras dezenas tiveram que deixar as próprias residências.
De acordo com o prefeito de Caronia, Calogero Beringheli, que passou a noite entre 24 e 25 de setembro em vigília ao lado dos poucos moradores que continuam na aldeia, os focos de incêndio passaram a ocorrer com maior frequência a partir de julho deste ano.
“O fenômeno está em plena expansão e estamos todos em alerta. Há pouco uma dispensa pegou fogo e graças à ação do Corpo de Bombeiros conseguimos apagar as chamas”, afirmou o prefeito a jornais italianos.
“Algumas residências foram evacuadas em julho, mas é preciso monitorá-las constantemente para evitar que peguem fogo. O problema é descobrir as causas deste fenômeno”, disse Beringheli.
Desde o dia 25 setembro, graças aos sucessivos apelos do prefeito às autoridades regionais, a pequena vila conta com a presença constante de uma unidade de Bombeiros e voluntários da Proteção Civil.
Na próxima terça-feira o prefeito deve ser recebido pelo Ministro do Interior, Angelino Alfano, para solicitar maior empenho nas investigações sobre a natureza dos incêndios.
Assento de veículo chamado para apagar chamas na garagem de residência pegou fogo sem causa aparente.
Diversos moradores foram diagnosticados pela rede de saúde pública com transtorno do estresse pós-traumático. Eles devem começar a receber atendimento de médicos especialistas na próxima semana.
Primeiro caso
O primeiro incêndio misterioso em Canneto ocorreu na casa de Peppina Pezzino, quando um televisor explodiu inexplicavelmente.
“Os fenômenos começaram na minha casa e logo se difundiram na vizinhança. Sofás, cabos não alimentadas pela corrente elétrica, colchões, lampadários e eletrodomésticos se autoincendiavam sem explicação”.
“Os sistemas de alarme e fechamento automático dos carros entravam em pane e os celulares recarregavam-se mesmo sem estarem ligados à tomada”, disse Pezzino à mídia italiana.
“Inicialmente pedimos ajuda aos técnicos da ENEL (companhia de energia elétrica) e da Rede Ferrovia Italiana, acreditando que se tratasse de dispersão elétrica, visto à proximidade com a linha ferroviária. Mas os estudos não identificaram nenhuma anomalia”.
“A companhia chegou a criar uma nova central elétrica e, sucessivamente, a suspender o fornecimento de eletricidade. Nada disso adiantou e nos dias seguintes os fenômenos se intensificaram”, disse Peppina.
Causas não naturais
No início, as autoridades suspeitaram que um ou mais piromaníacos estivessem por trás dos incêndios. Em seguida, eles foram atribuídas à presença de campos eletromagnéticos de alta intensidade na região.
Alguns chegaram a considerar que o fenômeno pudesse estar relacionado à suposta presença de “extra-terrestres”, já que a região é conhecida por relatos de avistamento de objetos não-identificados.
Em 2005, o então governo de Silvio Berlusconi instituiu uma comissão com cientistas, professores universitários e técnicos do Ministério das Comunicações, da Aeronáutica e da Marinha para analisar o fenômeno.
Dois anos depois, embora não tenham chegado a uma conclusão sobre a origem dos incêndios, as investigações excluíram as causas naturais ou humanas, assim como qualquer relação com a linha ferroviária ou com as redes elétrica e de telecomunicações.
“Canetto foi atingida por emissões eletromagnéticas de alta potência de origem não natural que alcançaram uma potência entre 12 e 15 gigawatts” diz o relatório do coordenador da Comissão, Francesco Venerando Mantegna, divulgado em outubro de 2007 pela revista L’Espresso.
Para o porta-voz da associação local de moradores, Nino Pezzino, que em dez anos teve a própria residência incendiada três vezes, as chamas seriam deliberadamente causadas por “tecnologias secretas” de última geração. “Estou disposto a apostar até o que não tenho: estão testando uma arma militar”, disse em entrevista à TV.
Obra do demônio
Desde o início, o único a não ter tido dúvidas sobre os estranhos incêndios de Canneto é o padre Gabriele Amorth, exorcista da Diocese de Roma, para o qual o fenômeno é “obra do demônio”.
“Está acontecendo o que normalmente acontece quando o diabo entra na vida de quem lhe permite entrar. Se está acontecendo tudo isso é porque um motivo existirá. Pode ser inclusive que alguém esteja se divertindo com a magia, negra ou branca que seja, que é a porta de ingresso preferida por Satanás”, declarou em entrevista a um site de notícias.
Os moradores, cansados da atenção da imprensa e da visita de físicos, vulcanólogos, geólogos, cientistas e paranormais de diversos países, pedem às autoridades uma rápida solução, antes que Canneto se torne uma aldeia fantasma.