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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Cientistas de Bristol Teleportam Dados entre Dois Chips via Entrelaçamento Quântico.

Pesquisadores abrem caminho para comunicação mais rápida que a velocidade da luz.

 Foto: New Atlas

Cientistas da Universidade de Bristol e da Universidade Técnica da Dinamarca alcançaram teleportação de dados quânticos entre dois chips do mundo. A descoberta foi publicada na renomada revista científica Nature Physics e pode até mesmo abrir caminho para uma era onde a comunicação ocorre numa velocidade maior que a da luz – algo hoje considerado impossível por teoremas como o Não-Comunicação.

Para isso, tiraram vantagem de um fenômeno conhecido como entrelaçamento quântico, que faz com que duas partículas quânticas compartilhem o seu estado. Isso acontece independente do quão distantes elas estejam uma da outra, o que torna essa uma técnica promissora para as comunicações.

"Nós fomos capazes de demonstrar uma ligação de entrelaçamento de alta qualidade entre dois chips no laboratório, onde os fótons de cada um deles compartilhavam um único estado quântico. Cada chip então foi totalmente programado para executar uma série de demonstrações que usam o entrelaçamento".
Dan Llewellyn, pesquisador da Universidade de Bristol

Mesmo que as partículas em questão estejam a anos-luz de distância, os efeitos do entrelaçamento ainda poderiam ser medidos de maneira instantânea. Caso seja possível reproduzir esse experimento em distâncias maiores, daria para alcançar uma comunicação acima da velocidade da luz.

Algo que, no momento, é considerado impossível segundo as teorias mais aceitas no campo da física quântica. Exatamente por isso que o fenômeno do entrelaçamento quântico foi considerado como uma "ação fantasmagórica à distância" pelo físico alemão Albert Einsten. Para ele, trata-se de um evento impossível, ao menos segundo as leis da mecânica quântica ortodoxa.

"A principal demonstração foi a de um experimento de teleportação entre dois chips, onde o estado quântico individual de uma partícula é transmitido através de dois chips depois que uma medição quântica é realizada. Essa medição se aproveita do estranho comportamento da física quântica, que, ao mesmo tempo, faz colapsar a ligação de entrelaçamento e transfere o estado da partícula para outra partícula que está no chip receptor".
Dan Llewellyn, pesquisador da Universidade de Bristol

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Computador Quântico Mais Poderoso do Mundo foi criado pelo Google, Segundo Relatório


A gigante da tecnologia Google criou um computador quântico muito superior aos supercomputadores mais poderosos do mundo atualmente. Pelo menos isso é afirmado em um relatório obtido pelo British Financial Times.

Assim, a empresa relatou em um estudo que sua nova máquina leva apenas 3 minutos e 20 segundos para executar um cálculo que levaria 10.000 anos para concluir o Summit – da IBM -, hoje o supercomputador mais poderoso do mundo.

Este estudo foi publicado por um curto período de tempo no site da agência espacial dos EUA – NASA – antes de ser removido. No entanto, a mídia do Financial Times conseguiu investigar o documento.

“É um aumento significativo na velocidade em comparação com qualquer algoritmo clássico que permite alcançar experimentalmente uma supremacia quântica no campo dos cálculos e que implica o nascimento do paradigma computacional”, afirmou o estudo.


sábado, 11 de agosto de 2018

Biohackers criaram um Malware utilizando DNA humano


Os hackers estão cada vez mais criativos ao infectar os dispositivos, mas talvez você não imaginasse que eles chegariam tão longe nesta criatividade toda. Como o título já entregou, eles desenvolveram um malware baseado no DNA humano.

Os responsáveis por por este Malware são especialistas em biossegurança, este é o primeiro Malware codificado com base em sequências de DNA e que tem a capacidade de infectar computadores – algo assustador, mas real e que abre uma nova preocupação para a humanidade.

Os biohackers podem assumir o controle de dispositivos implantados no corpo, causando até a mesmo a morte de uma pessoa, mas sua mais recente conquista é bastante impressionante, pois criaram um malware que se esconde em cadeias de DNA e ataca dispositivos eletrônicos fora do corpo humano.

Pesquisadores da Universidade de Washington mostraram que é possível atacar computadores escondendo Malware em sequências de DNA. Trata-se de máquinas de laboratório projetadas para trabalhar o sequenciamento de material genético humano.

O DNA humano tem uma enorme quantidade de usos, uma vez que suas cadeias são úteis não apenas na pesquisa médica, mas também em outras áreas da ciência, sendo capazes de trabalhar com material biológico e sequências artificiais.

Separar cadeias de DNA e intervir para criar sequências melhoradas, seja para adicionar características ou eliminar defeitos genéticos, é algo comum, mas os cientistas conseguiram esconder malware nelas.

Esse código de computador malicioso estava oculto dentro de quatro das cadeias básicas de DNA em que os pesquisadores tentaram sequência-las através de computadores de laboratório, embora, ao tentar processá-las, as máquinas se infectaram com esse malware biológico.

Os resultados desse experimento revelam o tremendo poder dos biohackers já que, por exemplo, eles poderiam esconder um código em amostras de sangue e infectar um laboratório completo, assumindo o controle dele.

Desde que o genoma humano foi sequenciado no início do século XXI, foram feitos grandes avanços científicos que permitiram a criação de curas para males mortais, mas, como em todas as conquistas, também há perigos.

O trabalho dos especialistas da Universidade de Washington demonstra o poder para o mal do DNA humano, que graças à sua complexidade dá um mundo de possibilidades aos biohackers fazendo desse código algo que nos define como uma arma perigosa.

Embora esse malware biológico só tenha sido visto em laboratório até agora, seria irrealista não pensar que os biohackers poderiam aplicar essa técnica em um futuro próximo. O problema é que nenhuma máquina estaria preparada para detectá-la e se proteger desse tipo de ataque.

Uma descoberta perturbadora que demonstra, além do fato do DNA humano ser uma arma perigosa para aqueles que se aproveitam de sequências genéticas para esconder códigos maliciosos, o tremendo potencial dos biohackers.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Computadores Poderão Ficar 1.000.000 de Vezes Mais Rápidos Com LASERS


Um bilhão de operações por segundo parece bom, mas já pensou em um trilhão de operações por segundo? Essa é a promessa de uma nova técnica que usa pulsos de luz laser como unidades fundamentais da computação, chamadas de bits.

Essa técnica pode alternar entre os estados “1” e “0” um quadrilhão de vezes por segundo, o que é cerca de um milhão de vezes mais rápido que os bits nos computadores atuais.

O estudo foi liderado pelo professor de física Rupert Huber, da Universidade de Regensburg, na Alemanha, e teve colaboração de pesquisadores da Universidade de Marburg também na Alemanha e da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

Computadores convencionais funcionam em termos de 1s (uns) e 0s (zeros). Tudo o que fazem, desde resolver problemas de matemática até representar o mundo de um videogame, equivale a uma coleção muito elaborada de operações de 1 ou 0.

Um computador fabricado em 2018 pode usar bits de silício para realizar mais ou menos um bilhão dessas operações por segundo.

No novo estudo, no entanto, pesquisadores pulsaram luz laser infravermelha em chips de tungstênio e selênio, permitindo que eles alternassem entre “1” e “0” como um processador normal de computador, só que um milhão de vezes mais rápido.

A chave para isso está na forma como os elétrons se comportam nessa estrutura de tungstênio e selênio. Na maioria das moléculas, os elétrons em órbita ao redor delas podem pular para vários estados quânticos diferentes, chamados assim de “pseudospins”, quando são estimulados. Quando não são estimulados, os elétrons ficam próximos da molécula, girando em círculos digamos que ociosos, até mesmo preguiçosos.

Se estimulamos esses elétrons com um lampejo de luz, eles terão que queimar energia saltando mais longe da molécula.

A estrutura de selênio-tungstênio tem apenas duas “trilhas” em torno das quais os elétrons estimulados podem percorrer. Com certa orientação de luz infravermelha, o elétron saltará na primeira trilha. Com uma orientação diferente, saltará para a outra pista.

Um computador poderia, na teoria, tratar essas trilhas como 1s (uns) e 0s (zeros). Quando há um elétron na pista 1, é 1. Quando está na pista 0, é 0. Crucialmente, essas pistas são mais ou menos próximas, e os elétrons não precisam correr nelas por muito tempo antes de perder energia – apenas alguns femtossegundos até retornar ao seu estado não estimulado, orbitando mais próximo do núcleo da molécula. Um femtosegundo é mil milhões de milionésimos de segundo, nem tempo suficiente para que um feixe de luz atravesse um único glóbulo vermelho.

Se os elétrons não ficam nas trilhas da estrutura por muito tempo, pulsos de luz adicionais podem empurrá-los de um lado para o outro entre as duas pistas antes que eles tenham a chance de voltar para um estado não estimulado.

Esses “empurrões” de um lado para o outro – 1-0-0-1-0-1-1-0-0-0-1 – é o que faz o grosso da computação e, nesse tipo de material, podem acontecer muito mais rápido do que nos chips contemporâneos.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

IBM Cria Os Primeiros NEURÔNIOS ARTIFICIAIS


O centro de pesquisas da IBM em Zurique, na Suíça, criou os primeiros neurônios artificiais do mundo. 

As pequenas células robóticas possuem uma membrana neuronal em torno de um núcleo, um dispositivo de entrada e outro de saída, o que lhes permite interagir com outros neurônios, emulando o funcionamento de um cérebro biológico. Estes neurônios com tecnologia de mudança de fase são construídas com materiais facilmente escaláveis ​​de alguns nanómetros e são capazes de reagir muito rapidamente e, por sua vez, com um consumo mínimo de energia.

O núcleo é fabricado com um material utilizado na confecção de discos óticos, o GST (germânio-antimônio-telúrio), que se alterna entre fases cristalinas e amorfas por causa do calor. A fase cristalina é condutora e a amorfa funciona como isolante elétrico. Isso faz com que os neurônios nanotecnológicos se comportem de maneira similar aos orgânicos, emitindo impulsos elétricos em padrões temporais imprevisíveis. 

A descoberta facilitará a criação de supercomputadores capazes de processar a informação de forma inteligente a enormes velocidades. 

Os cientistas do laboratório da IBM possuem atualmente 500 neurônios artificiais com essas características e estão desenvolvendo um software complexo que permitirá sua implementação. 


domingo, 11 de outubro de 2015

CHINA: Impressora 3D constrói 10 casas em 24 horas


Que os chineses são extraordinários para inventar coisas novas todos os dias, todos nós já sabemos. Não é mesmo?

Agora, em apenas 24 horas, uma impressora 3D é capaz de construir 10 casas. Só mesmo um país com mais de um bilhão de pessoas e grande necessidade de moradia poderia ter pensado em algo assim.

A empresa Shanghai WinSun Decoration Design Engineering usou materiais reciclados para a construção das 10 casas de 200 m².

A impressora tem seis metros de altura e foi projetada para trabalhar com cimento e fibra de vidro.


O custo de cada casa, segundo a imprensa internacional, é de US$ 4,8 mil, aproximadamente R$ 10 mil.

As construções são feitas por camadas. Arquivos digitais determinam o padrão estabelecido pelo ”usuário” que inclui material de isolamento, encanamento, elétrico e até janelas. A empresa tem planos de expansão a partir da construção de fábricas de reciclagem.


De acordo com o CEO da empresa, a impressora foi projetada há vários anos. “Nós compramos peças para a impressora no exterior, e montamos a máquina em uma fábrica em Suzhou”, disse o executivo da WinSun, Ma Yihe. “Este novo tipo de estrutura impressa em 3D é econômica e favorável ao meio ambiente.”


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Internet via LUZ chega ao recorde de 224 Gbps e baixa filmes HD em 1 segundo

Cientistas e pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, quebraram um recorde na velocidade de transmissão de dados em rede capaz de deixar até o consumidor mais satisfeito do mundo com inveja: a transmissão de teste atingiu bidirecionalmente 224 Gbps (gigabits por segundo).


A tecnologia utilizada para que essa velocidade absurda seja atingida é a LiFi, uma espécie de sucessora do WiFi que utiliza o espectro da luz para transporte de dados. No experimento, a ligação foi realizada com um alcance de até 3 metros em 224 Gbps. Essa foi a primeira vez que esse experimento foi testado em um ambiente totalmente coberto pela rede.

Por enquanto, a LiFi está em fase de testes e não tem aplicação comercial, mas a tecnologia não para de avançar. Para você ter uma ideia, as mais rápidas conexões WiFi atuais chegam a 600 Mbps, enquanto a fibra óptica é capaz de enviar 100 Gbps (só recentemente e sob determinadas condições). Quer mais um motivo para que ela chegue logo às operadoras? A velocidade atingida no teste permite que 18 filmes de alta definição (cerca de 1,5 GB) sejam baixados em um segundo cada. Bom, né?

Fora o baixo custo, uma das maiores qualidades da internet LiFi é a sua possibilidade de existir em qualquer fonte artificial de iluminação: basta uma delas com um microchip para que o sinal possa ser transmitido por todo um cômodo — criando ponto de acesso para cada uma das bilhões de lâmpadas existentes mundo afora.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Projeto Ara - CELULAR MODULAR do Google, pode chegar em 2015 por US$ 50

Nascido na Motorola, o Project Ara ficou no Google mesmo após a negociação com a Lenovo, e já começa a gerar seus primeiros frutos. A dona do Android realizará a primeira conferência dedicada ao smartphone modular em abril, e planeja lançar o primeiro aparelho já em 2015. O preço deverá ser atrativo, ao menos para a versão só com Wi-Fi: US$ 50 (cerca de R$ 120).


Smartphone modular Ara pode se tornar realidade já em 2015 e por um preço baixo (Foto: Reprodução/Techland)

O Project Ara pretende criar uma tecnologia de smartphone que possa ser montado em partes, de modo que o próprio usuário possa incrementar o aparelho conforme suas necessidades – câmera com melhor resolução, processador mais potente, sensores de digitais e batimentos cardíacos, entre outros componentes opcionais.

Ao mesmo tempo, o projeto pretende criar smartphones baratos o bastante para serem vendidos em países ainda de fora do mercado central de tecnologia móvel. Segundo Google, o número pessoas que ainda não têm um smartphone chega a 5 bilhões, por isso a busca por um preço baixo.

A Divisão de Tecnologias e Projetos Avançados, agora detida pelo Google, já tem um protótipo em funcionamento, mas precisa da ajuda dos desenvolvedores para a criação de software dedicados ao aparelho. Para isso, serão três conferências Ara ainda em 2014, começando em abril e terminando no final do ano.

Desafios em torno do projeto

Mesmo que o Google disponha de muitos recursos, há grandes questões em torno do smartphone modular. “A pergunta é: podemos fazer pelo hardware o que Android e outras plataformas têm feito por software?”, questiona o líder do projeto Paul Eremenko. Afinal, o Project Ara teria que atrair milhares de fabricantes, da mesma maneira que o Android fez com desenvolvedores de apps.

Google já tem um protótipo do Ara, que deverá mostrar em funcionamento em abril na primeira conferência de desenvolvedores (Foto: Divulgação/Project Ara)

Uma das barreiras para o produto se tornar realidade está em órgãos regulatórios, como a FCC, uma espécie de Anatel dos Estados Unidos. Como o trabalho da entidade é examinar e autorizar cada aparelho que é comercializado no país, um smartphone completamente personalizável tornaria a tarefa de homologação inviável.

Porém, por enquanto parece haver apoio do governo. “Eles veem isso como bom para a indústria norte-americana. É uma forma de favorecer a vantagem competitiva por inovação em vez de fazer o mesmo telefone alguns dólares mais barato”, disse Eremenko.

Soluções em vista

Para tornar o processo menos custoso e mais acessível, a ideia é que o smartphone modular tenha várias peças fabricadas com impressoras 3D, tornando-se um verdadeiro projeto de hardware livre – assim, qualquer fabricante pequeno poderia desenvolver suas próprias peças e vendê-las separadamente.

O Google está dedicado a tornar o projeto realidade. Segundo os bastidores, até o próximo ano o Project Ara já terá seu primeiro produto no mercado, apesar de, possivelmente, funcionar como o Google Glass em um primeiro momento: só para um grupo de poucos privilegiados. É esperar para ver.



Fontes:
Time
TechCrunch
Google+
Techtudo


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

OUTERNET: A nova internet GRATUITA via satélite que poderá chegar em 2015


O projeto Outernet promete utilizar a mesma tecnologia de transmissão de dados que já é feita através das bandas largas dos sinais de rádio. Isso possibilitaria, inclusive, levar a democratização da web até os países que atualmente censuram o acesso à rede, como Coreia do Norte, China e Cuba.

Segundo a equipe responsável pelo projeto, apenas 60% da população mundial conta com acesso à internet e suas infinitas possibilidades. Seja por fatores políticos ou econômicos, o certo é que muitos países não investem na infraestrutura necessária para possibilitar o acesso universal à rede.

O revolucionário plano da Outernet prevê o lançamento de milhares de satélites em miniatura de baixo custo, conhecidos como CubeSats, na órbita mais baixa de nosso planeta. Cada um deles serviria como interface de transmissão de dados com uma rede de estações terrestres. Utilizando o protocolo conhecido como UDP (protocolo de datagramas de usuários em inglês), esses satélites compartilhariam informações entre os usuários da rede no mundo inteiro.


O projeto será financiado através de doação privada, sistema bastante comum nos Estados Unidos. O objetivo é realizar os primeiros testes na Estação Espacial Internacional, e para isso a entidade já deu entrada no pedido de autorização junto à NASA. Se tudo der certo, o lançamento dos satélites poderá ocorrer em junho de 2015. 



terça-feira, 31 de dezembro de 2013

APLICATIVOS: Saiba sobre presença de OVNI em tempo real NO TEU CELULAR!


Hoje já existem aplicativos (apps) para o seu celular que informam você quando e onde um OVNI foi reportado. Porém, um grupo de investigadores de OVNIs vieram com uma ideia de como fazer um aplicativo que irá alertar as pessoas sobre a presença de OVNIs em tempo real.

O aplicativo é chamado de UFO-Track, e seus criadores estão usando o site Indiegogo para levantar fundos, o que é conhecido em inglês como ‘crowdfunding‘. No site eles explicam: “Estamos criando um rede de smartphones que executam um aplicativo livre em segundo plano, o qual detecta mudanças no campo magnético da Terra em tempo real“.

Eles esperam que transformando os telefones em detectores de anomalia do campo magnético em todo o mundo, eles serão capazes de rastrear os movimentos dos OVNIs, através da detecção dos distúrbios magnéticos que esses objetos criam. A equipe diz que têm havido muitos casos de OVNIs, inclusive vários dos casos investigados pela Força Aérea dos EUA durante o Projeto Blue Book, onde as bússolas e o equipamento de navegação foram afetados durante o aparecimento de OVNIs.

Qualquer pessoa, mesmo aqueles que não possuem smartphones podem também se tornar membros do rastreamento (Track Members), através do acesso a um site que irá mostrar as anomalias detectadas pela rede. Os membros também podem se registrar para receberem mensagens de texto.

A ideia é a de que os membros recebam também notificações de uma anomalia e então vão até o local para testemunhar e fotografar os OVNIs.

Como o grupo declara em sua página web, o projeto é único, porque oferece um possível método proativo na investigação dos OVNIs. Porém, eles admitem não ter certeza de que o projeto será um sucesso.

A FILOSOFIA IMORTAL não tem nenhuma associação ao projeto e simplesmente publica o artigo aqui para o conhecimento de nossos leitores.

Fontes: 


domingo, 29 de dezembro de 2013

Minúscula retina biônica pode devolver a visão aos cegos


A recuperação da visão nos cegos foi sempre um argumento de ficção científica, mas uma empresa israelense a está transformando em realidade para pacientes que sofrem cegueira pela deterioração da retina.

Trata-se de um dispositivo do tamanho de um grão de arroz, que emula a função da retina capturando os sinais visuais como uma câmera, para depois transformá-los em sinais elétricos que estimulam os neurônios para criar as imagens no cérebro.

O chip foi testado com sucesso em porcos e a empresa Nano-Retina, com sede na cidade israelense de Herzliya, prevê que contará com um protótipo humano de sua denominada Bio-Retina dentro de dois anos.
"No prazo de uma semana o paciente poderá ver de forma imediata", garantiu à Agência Efe o diretor-executivo da companhia, Ra'anan Gefen.

"Queríamos dotar um cego de suficiente visão que lhe permita ser novamente independente, caminhar por lugares familiares e ver seus entes queridos", acrescentou o diretor.

O dispositivo é implantado na parte posterior do olho em uma operação relativamente simples, similar a uma de catarata que dura 30 minutos e só requer anestesia local.

A visão que obterá o paciente lhe permitirá ver televisão e identificar rostos graças a uma resolução de 600 pixels (o modelo mais sofisticado), pois os criadores estudaram que 260 pixels é o mínimo para ter um nível de visão aceitável.

No entanto, esta será em preto e branco, e os implantados também não poderão dirigir ou ler letras que não sejam de grandes dimensões.

"A ciência ainda não conseguir superar o preto e branco neste terreno, mas pretendemos ir adiante e oferecer uma escala de cinzentos para que possam apreciar sombras e contornos", explicou Gefén.

Além da facilidade para introduzir o dispositivo no olho, este não possui bateria e sua implantação será definitiva, uma vez que sua única fonte de energia procede de óculos de sol especialmente projetados que transmitem sem fio um laser diretamente ao chip e podem ser recarregados durante as noites.
A Bio-Retina atua também de maneira harmoniosa com os movimentos naturais do olho, inclusive os do globo ocular ou a dilatação das pupilas, o que facilitará ao paciente olhar de lado a lado sem a necessidade de ter de girar a cabeça.

Por enquanto, a revolucionária invenção resolverá a vida a pacientes com retinose pigmentar e degeneração macular associada à idade (AMD, na sigla em inglês), transtornos comuns a partir dos 60 anos.

Mas os responsáveis pela retina biônica preveem que no futuro se abrirá o terreno ao tratamento de doenças como a retinopatia diabética, ou aquelas nas quais o foto-receptor se atrofia e não pode funcionar outra vez devido a que não há células que possam traduzir a luz que chega à retina em uma visão útil.

"Nestas condições, nosso dispositivo poderia atuar como um foto-receptor artificial", declarou o diretor israelense.

No entanto, o dispositivo não serve para aqueles que nasceram cegos ou sofrem dolências não relacionadas com lesões retinais.

No mundo ocidental calcula-se que seis milhões de pessoas sofrem cegueira ou pouca visão como consequência de doenças ou lesões provocadas pela degeneração da retina.

Para levar adiante este sofisticado produto a empresa israelense colabora com equipes científicas e indústrias no mundo todo, a fim de estudar a melhor solução para determinados problemas.

O fato de ter precedentes em outros produtos planejados há uma década que ofereciam uma pior visão encoraja os diretores da Nano-Retina, uma sociedade conjunta da norte-americana Zyvex Labs do Texas e da israelense Rainbow Medical.

Gefen defende que graças a eles sabem que "o conceito funciona", e as agências reguladoras o aprovaram, motivo pelo qual confiam em poder levá-lo em breve ao mercado.

Calcula-se que o preço para o paciente, incluída a implantação, rondará os US$ 2 mil, e os criadores obterão lucro através das agências seguradoras médicas.

"Trata-se de uma tecnologia de ponta, o esforço de um grupo internacional para uma missão muito nobre, restabelecer a visão aos cegos", concluiu Gefen.



sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Cientistas criam músculo robótico 1.000 vezes mais forte que o humano


Se por acaso algum dia os robôs dominarem o mundo, nem pense em lutar fisicamente contra eles – você não teria a menor chance. Cienitstas da Universidade da Califórnia, nos EUA, criaram um músculo robótico que é 1.000 vezes mais forte que os músculos do braço humano! O truque? A contração e expansão do dióxido de vanádio a uma temperatura de 67 °C.

Esse material já é amplamente utilizado em equipamentos eletrônicos e outras indústrias, principalmente porque ele tem uma incrível capacidade de alternar entre um isolante elétrico e condutor, baseado puramente em temperatura.


A exatamente 67 graus Celsius, a estrutura sofre uma mudança de fase que permite o fluxo livre de elétrons através do sistema. Essa mudança física ocorre com uma força incrível, conforme pode ser visto no vídeo acima.

O resultado é incrível: o músculo robótico pode levantar objetos 50 vezes mais pesados do que ele mesmo e em uma distância de 5 vezes o seu próprio comprimento – em apenas 60 milissegundos (mais rápido do que o piscar dos olhos).

Além da possibilidade em criar robôs ultra-fortes, os pesquisadores acreditam que o músculo robótico poderia resultar em eletrônicos energicamente muito eficientes no futuro.

Fonte: ExtremeTech


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Pesquisadores criaram HD que dura um milhão de anos!


Pesquisadores construíram um disco de armazenamento que pode durar mais de um milhão de anos. O objeto suporta temperaturas de mil graus celsius e tem capacidade para 360 terabytes (o equivalente a quase 370 mil gigabytes).

O material é composto de nanoestruturas contidas em quartzo fundido. Através de um laser de femtosegundo (usado em procedimentos de oftalmologia), 300 kbytes de dados foram inscritos na placa.

O trabalho juntou pesquisadores das universidades de Southhampton, no Reino Unido, e Eindhoven, na Holanda. Com potencial de duração maior que o da raça humana, o objeto pode servir como prova da nossa civilização num futuro muito distante, acreditam os pesquisadores.

Mas há planos para um futuro mais próximo. O grupo de pesquisa já busca parceiros para viabilizar a tecnologia comercialmente.



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Li-Fi promete substituir Wi-Fi - Dados através da luz!

Pequeno e barato

Os microLEDs são fabricados sobre pastilhas
semicondutoras comuns, constituindo um
autêntico chip de luz, com a vantagem de
que cada LED é controlado individualmente.
[Imagem: University of Strathclyde]
Aproveitar a iluminação das residências e escritórios para transmitir dados é uma ideia antiga, mas que depende de avanços na própria iluminação.

Isso porque a fonte ideal de luz para transmitir dados são os LEDs, que ainda custam caro.

Um problema que poderá ser resolvido com o desenvolvimento dos microLEDs, uma inovação anunciada por pesquisadores da Universidade de Strathclyde, no Reino Unido.

Enquanto outros experimentos com transmissão de dados por luz visívelestão usando LEDs com dimensões na faixa de 1 milímetro quadrado, a equipe do professor Martin Dawson conseguiu reduzi-los por um fator de 1.000, criando LEDs com dimensões micrométricas.

MicroLEDs

Como são muito menores, os microLEDs podem piscar 1.000 vezes mais rapidamente do que os LEDs maiores, o que significa que eles poderão transmitir os dados mais rapidamente.

Os pesquisadores já fundaram uma empresa
 para comercializar seus microLEDs.
[Imagem: mLED Ltd]
Além disso, como 1.000 desses LEDs ocupam a mesma área que um único LED tradicional, torna-se possível criar tantos canais de comunicação independentes quantos sejam os microLEDs.

Em outras palavras, os microLEDs poderão transmitir 1.000 x 1.000 vezes - ou 1 milhão - mais informações do que os LEDs tradicionais, ocupando a mesma área de 1 mm2.

Os microLEDs são fabricados sobre pastilhas semicondutoras comuns, constituindo um autêntico chip de luz, com a vantagem de que cada LED é controlado individualmente.

Li-Fi

Os pesquisadores estão chamando suas novas redes ópticas de redes Li-Fi, em substituição às redes Wi-Fi atuais - onde o Wi de wireless (sem fios) é substituído pelo Li de Light (luz).

A técnica consiste em utilizar um aparelho, chamado modulador, para fazer com que os LEDs pisquem rapidamente, transformando seus estados ligado e desligado em 0s e 1s.

Isso não atrapalha a iluminação e não incomoda, porque as piscadelas são rápidas demais para que o olho humano perceba.

Outra possibilidade de uso dos microLEDs é na construção de grandes telas para anúncios comerciais, onde cada LED se torna um pixel, criando outdoors eletrônicos de resolução muito superior aos atuais.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Melhor avistamento de UFO de 2012 ou mais uma Farsa Digital?

O incidente aconteceu há pouco tempo, em 19 de Agosto, na região de Mauna Kea, Havaí. Dois helicópteros circulam a bola que paira no ar.

Apesar dos inúmeros casos relatados sobre objetos que pairam no ar e subitamente arrancam em velocidades que a tecnologia humana ainda não alcançou, são corriqueiros. Mas nestes tempos de Computação Gráfica, fica a dúvida: Real ou Farsa?

Bom, deixamos o vídeo falar por si só. E que o leitor tire suas próprias conclusões. 

O espaço para comentários está aberto!



Fonte do vídeo: thirdphaseofmoon
Fonte da matéria: O Que Aconteceu?


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Chip começa a monitorar alunos em escola do Distrito Federal

O chip fica na etiqueta colada ao uniforme, passando
os dados para um sensor quando os alunos entram
e saem da escola.[Imagem: Valter Campanato/ABr]

Estudantes chipados

Por meio de um chip fixado no uniforme, uma turma de 42 estudantes do primeiro ano do ensino médio tem suas entradas e saídas monitoradas no Centro de Ensino Médio (CEM) 414 de Samambaia, cidade do Distrito Federal (DF) localizada a cerca de 40 quilômetros da área central de Brasília.

O projeto-piloto, que começou a funcionar no dia 22 de outubro, envia mensagens por celular aos pais ou responsáveis pelos alunos, informando o horário de entrada e saída da escola.

A diretora do CEM 414, Remísia Tavares, afirma que entrou em contato com uma empresa que implanta os chips nos uniformes depois de saber que o sistema funcionava em uma escola em Vitória da Conquista, na Bahia.

Segundo ela, a medida foi tomada para aumentar a permanência dos alunos nas salas de aula. "Os professores dos últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o controle, eles dão um jeito de sair da escola".

Chips nos uniformes

O representante da empresa que implantou os chips nos uniformes, Bruno Castro da Costa, explicou que o sistema funciona por meio de um sensor instalado na portaria principal do colégio, que lê as informações contidas no chip cadastrado.

"O sistema não altera a rotina dos estudantes. Eles entram normalmente na escola, os dados são passados para o computador e, 30 segundos depois, os pais são notificados. Uma mensagem é enviada quando o aluno entra na escola e outra no momento da saída.

"Apesar de ficar registrado também na direção do colégio, o sistema não substitui a chamada de presença em aula. Também estão sendo registradas as entregas de boletins ou outros eventos, e a direção pode utilizar o programa para encaminhar o recado ao celular cadastrado", acrescentou Costa.

De acordo com a diretora, o monitoramento foi bem recebido pelos pais, aproximando-os da vida escolar de seus filhos. "Fizemos reuniões para saber a opinião dos pais a respeito do chip, e eles gostaram da ideia. Os pais se sentem mais tranquilos, sabendo exatamente a hora em que seus filhos entram e deixam a escola", disse Remísia.

No dia 13 de novembro, um relatório será enviado ao Conselho de Educação da escola e à Secretaria de Educação do Distrito Federal com os resultados da experiência. Caso o sistema seja aprovado, a fixação dos chips no CEM 414 deverá ser ampliada para os 1,8 mil alunos da instituição no próximo ano.



sábado, 7 de julho de 2012

Milhares de computadores ficarão sem acesso à internet na próxima segunda-feira

FBI desligará servidores usados por criminosos

Na próxima segunda-feira (9), o FBI vai desligar os servidores que permitem que computadores infectados pelo vírus DNSChanger acessem a internet. Com isso, quem tem um computador infectado pelo vírus ficará sem acesso à internet e terá que alterar as configurações da máquina.

O virus DNSChanger fazia com que os computadores infectados navegassem na internet por meio de servidores controlados pelos criminosos. Com isso, os criminosos podiam enviar os usuários para versões falsas de sites populares, entre outras ações.

Os criminosos responsáveis pelo vírus foram presos no fim de 2011 pelo FBI e o vírus não está mais ativo. Mas, caso tirasse os servidores do ar, o FBI também cortaria a conexão de cerca de 500 mil computadores. Por isso, o órgão optou por adiar o fechamento do servidores até que os computadores infectados fossem "limpos".

Entretanto, ainda há 360 mil computadores infectados em todo o mundo. Esses computadores ficarão sem conexão à internet na próxima segunda-feira, e seus donos terão que reconfigurá-los.

Há algumas maneiras de verificar se seu computador está infectado. O FBI criou uma página que detecta se o computador está infectado. A página exibe um fundo verde quando o PC está livre de vírus e um fundo vermelho quando o PC está infectado.

A empresa de segurança Eset também faz a verficação do DNSChanger em sua ferramenta de varredura online.

Fonte: iG


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Processador quântico é construído dentro de um diamante


Processadores quânticos de estado sólido têm a grande vantagem de poderem crescer em
número de qubits sem complicações de ordem prática.[Imagem: TUDelft]

Processador quântico de estado sólido

Graças a estruturas conhecidas como vacâncias de nitrogênio, o diamante vem sendo pesquisado por diversas equipes de cientistas para a construção de processadores quânticos.

Agora, um grupo internacional de pesquisadores demonstrou que não apenas é possível construir um computador quântico de diamante, como também é possível protegê-lo da decoerência.

A decoerência é uma espécie de ruído, ou interferência, atrapalhando as sutis inter-relações entre os qubits: quando ela entra em cena, a partícula que estava no ponto A e no ponto B ao mesmo tempo, subitamente passa a estar no ponto A ou no ponto B, apenas.

Outra equipe já havia criado um processador quântico de estado sólido, mas usando materiais semicondutores.

Ao contrário dos sistemas baseados em gases e líquidos, que representam a larga maioria dos experimentos com computação quântica feitos até hoje, processadores quânticos de estado sólido têm a grande vantagem de poderem crescer em número de qubits sem complicações de ordem prática.


Este é o protótipo do processador quântico de diamante
 - o chip tem 3 mm x 3mm, e o diamante tem 1 mm x 1 mm.
[Imagem: Delft University of Technology/UC Santa Barbara]

Computador quântico de diamante

O processador quântico de diamante é o mais simples possível: ele possui dois qubits.

Apesar de serem constituídos inteiramente de carbono, todos os diamantes contêm impurezas, ou seja, átomos de outros elementos "perdidos" em sua estrutura atômica.

São essas impurezas que interessam aos cientistas e à computação quântica.

O primeiro qubit é um núcleo de nitrogênio, enquanto o segundo é um elétron individual, "vagando" nas proximidades, graças a outra falha na estrutura do diamante - na verdade, o qubit é o spin de cada um deles.

Elétrons são melhores do que núcleos para funcionarem como qubits porque podem fazer cálculos mais rapidamente. Por outro lado, eles são vítimas muito mais frequentes da decoerência.


Viagem no tempo

O grande avanço deste experimento é uma proteção
 contra a decoerência do elétron. [Imagem: Van der
 Sar el al./Nature]
O grande avanço deste experimento é que os cientistas criaram uma proteção contra a decoerência do elétron, injetando pulsos de micro-ondas que mudam continuamente a direção do seu spin.

Físicos domam a decoerência e abrem caminho para computação quântica
"É um pouco como uma viagem no tempo," disse Daniel Lidar, membro da equipe.

A comparação é válida porque a contínua mudança de direção do spin reverte temporalmente as inconsistências no movimento conforme os elétrons-qubits retornam à sua posição original.


Lente integrada de diamante, acima de cada qubit,
onde os cálculos são realizados - o diâmetro
da lente é de 20 micrômetros. [Imagem: UCSB]

Algoritmo de Grover

Além de proteger o sistema contra a decoerência, o grupo demonstrou que o processador quântico de dois qubits funciona ao fazê-lo rodar o algoritmo de Grover, uma busca básica em um conjunto de dados não ordenados.

Imagine, por exemplo, encontrar um número de telefone em uma lista telefônica sem saber o nome do assinante.

Por um milagre, você pode encontrá-lo na primeira tentativa; por uma maldição, ele pode ser o último; na média, contudo, você varrerá a metade da lista até encontrar o número que procura.

Embora não seja perfeito, o processador quântico de diamante encontra a resposta correta em sua busca na primeira tentativa 95% das vezes - o que é o bastante para provar que o que ele faz é realmente um processamento quântico.

Bibliografia:

Decoherence-protected quantum gates for a hybrid solid-state spin register
T. van der Sar, Z. H. Wang, M. S. Blok, H. Bernien, T. H. Taminiau, D. M. Toyli, D. A. Lidar, D. D. Awschalom, R. Hanson, V. V. Dobrovitski
Nature
Vol.: 484, 82-86
DOI: 10.1038/nature10900






sexta-feira, 23 de março de 2012

'Hacktivistas' cometeram 58% dos roubos de dados

NOVA YORK, 22 Mar 2012 (AFP) - Mais da metade (58%) dos roubos de dados na internet no ano passado foi cometida por ativistas em vez de delinquentes motivados pelo dinheiro, segundo relatório anual privado publicado nesta quinta-feira nos Estados Unidos, que confirma o aumento do fenômeno do "hacktivismo".

"Estas tendências contrastam fortemente com as tendências dos últimos anos, quando a maioria dos ataques foi motivada principalmente pelo ganho financeiro", disse o relatório anual sobre vazamento de dados da gigante das telecomunicações Verizon Communications.

Os "hacktivistas", um neologismo derivado da contração das palavras "hacker" e ativista ou militante, são os piratas da informática que atuam por motivos ideológicos ou políticos.

O ano de 2011 foi marcado por diversos ataques dos movimentos Anonymous e LulzSec, tanto contra multinacionais como contra organizações governamentais, policiais ou militares.

Este novo e revigorado "hacktivismo" conseguiu invadir organizações de todo o mundo, disse o relatório da Verizon.

"Muitos, preocupados com a natureza sombria de suas origens e sua propensão a envergonhar as vítimas, consideram essa tendência mais preocupante que outras ameaças" mais convencionais, afirmou.

Mas apesar do "hacktivismo" ter motivado o maior volume de roubo de dados, os grupos criminosos que buscam benefícios econômicos representam a maioria dos ataques cibernéticos, segundo a Verizon.

O relatório divulgado pela operadora baseia-se em dados fornecidos pelas autoridades americanas, holandesas, irlandesas e britânicas.

Fonte: opovo.com.br


terça-feira, 20 de março de 2012

Como Remover a TimeLine do Facebook

Neste post vamos mostrar um tutorialbem fácil para você desabilitar a indesejada Linha do Tempo / Time Linedo Facebook. Ao chegar aqui, você já deve saber que não tem como desativar a Linha do Tempo pelo próprioFacebook. Se você ativou sua Time Linee quer removê-la, terá que instalar um programinha chamado TimeLine Remove. Este programa serve apenas para oMozilla Firefox e para o Google Chrome, para Safari e Internet Explorer, ainda está em desenvolvimento.

Então vamos lá, veja como desativar e desabilitar a Linha do Tempo do Facebook e fazer com que sua página inicial volte ao normal, à antiga interface.

1 – Primeiro você deve baixar o programa TimeLine Remove. Só com ele você irá remover a Linha do Tempo do Facebook. Acesse este link para baixar: www.timelineremove.com


2 – Após instalar o plugin, irá aparecer um botão azul no canto superior direito do seu navegador. Este botão te dá a opção de ativar ou desativar a Linha do Tempo do Facebook:


3 – Se sua TimeLine estiver ativada, clique em “Status: Timeline Remove” para desativá-la automaticamente.

4 – Pronto! Sua Linha do Tempo do Facebook será removida, desativada e desabilidata! Divirta-se com o seu bom e velho perfil do Facebook!

Fonte: boagaroto.com