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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O Relatório Secreto sobre o Clima e o Maior Pesadelo da Humanidade.


Por Rui Palmela.

Para quem não sabe, existe um Relatório Secreto do Pentágono, dizendo que o Mundo atravessará um período de grandes transformações devido a catástrofes e calamidades nunca vistas pelas alterações climáticas bruscas que poderão ceifar a vida de milhões de pessoas, associado a guerras e conflitos generalizados numa luta desigual pela sobrevivência.

Esse documento oficial na posse do Governo dos EUA acabou por transpirar para a imprensa e a revista norte-americana Fortune o publicou pela 1ª vez no dia 9 de Fevereiro de 2004, tendo causado grande preocupação.

O relatório foi pedido por Andrew Marsahll, influente Conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, e baseia-se em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever grandes catástrofes naturais desencadeadas pelo homem com sua forma de Civilização, porquanto agride e destrói a Natureza a um ritmo nunca visto sofrendo as consequências de suas loucuras, ganância e ambição.

O título desse trabalho é Climate Collapse, The Pentagon’s Weather Nightmare (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono) e o articulista David Stipp afirma mesmo que as mudanças que seriam impossíveis de prever há alguns anos atrás são agora bem reais e em menos de uma década, «o clima no mundo pode virar como uma canoa que se inclina pouco a pouco até emborcar de repente»... A previsão é que essa mudança brusca poderia ocorrer entre 2010 e 2020.

Em 22 de Fevereiro/2004, a revista britânica Observer também publicou as informações do Pentágono que acabaram por ganhar repercussão internacional, visto que veio corroborar a primeira publicação reforçando assim o já anteriormente anunciado. Aos poucos, os responsáveis que elaboraram esses estudos vieram a público manifestar-se confirmando tudo, o que provocou a crítica de alguns sectores da sociedade norte-americana e europeia que ficaram irritados com o facto do Governo dos E.U.A ter escondido essas informações por muito tempo até que a imprensa as descobrisse.

Também no Brasil a coisa foi explorada na revista Carta Capital de 3 de Março do mesmo ano, onde Peter Schwartz (consultor da CIA) e Doug Randall (da Global Business Network) afirmam que... «a mudança climática deveria ser elevada além do debate científico para uma preocupação mundial e da própria segurança nacional norte-americana». Os autores do relatório asseveram mesmo que... «um cenário de mudanças climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas». Os dois previram enchentes generalizadas em algumas partes do Mundo a partir de 2005 (o que efetivamente se tem verificado) e o nível das águas dos Oceanos subiria 6 ou 7 metros devido ao degelo polar, o que poderá ter proporções calamitosas para milhões de pessoas.

"As guerras futuras serão travadas por sobrevivência", diz o Relatório que traça um cenário avassalador para o futuro da Humanidade. Chuvas torrenciais cairão em muitos lugares destruindo barreiras, podendo mesmo tornar inabitável parte da Holanda que terá de reforçar seus diques. O mesmo sucederá ao Bangladesh que poderá ficar submerso devido ao aumento do nível do mar que contaminará também seus suprimentos de água doce.

Cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem seus temores sobre os efeitos do «Aquecimento Global», já que na tal reportagem na revista Carta Capital, segundo os investigadores, «até 2020 faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras em redor do mundo... É uma coisa deprimente, a ameaça à segurança é única porque não existe um 'inimigo' para apontar nossas armas e não temos controle sobre a situação».

O sombrio relatório termina com previsões apocalípticas, e refere algumas zonas do globo mais susceptíveis de serem afetadas, como a República das Maldivas, a América Central, a América do Norte e do Sul, parte da Europa, África, Ásia e Oceania.

Com o derretimento das geleiras do Ártico já tão nítido nos nossos dias, a água doce será libertada juntamente com a chuva intensificada pelo "Aquecimento Global" e será misturada à corrente do Golfo, reduzindo a salinidade deste. Assim... «a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia o seu ímpeto, travando a 'correia' transportadora que conduz calor das Caraíbas para a Europa Ocidental». O resultado disso seria pois que os Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caído 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte.

Outras previsões dão conta que... «uma redução significativa na capacidade do planeta em sustentar a sua população atual ficará evidente nos próximos 20 anos», pois haveria um aumento de 33% das temperaturas de verão nalguns países, prevendo-se que «o clima começará a perturbar a economia à medida que chuvas diluvianas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura».

Não há duvida que tudo isto vem ao encontro daquilo Jesus Cristo profetizou no seu Sermão dizendo que viriam "dias de Noé" sobre a nossa civilização, porquanto é certo que já se observam o degelo polar que se acelera e vai aumentar o nível das águas do mar, a par de fenômenos climáticos nunca vistos que tendem a agravar-se não só pelo famigerado "Aquecimento Global" como pela própria mudança do eixo da Terra que ocorre ciclicamente e coincide sempre com a Degeneração geral da espécie humana, sendo verdade que esta já afetou mais o planeta nas últimas décadas do que em milhares de anos de evolução, e a história se repete na atual geração. A última vez que aconteceu foi no tempo da lendária Atlântida quando esta submergiu sob as águas do Dilúvio.

Naquele tempo foram os sacerdotes que avisaram sobre o que sucederia e o povo não prestou qualquer atenção e se continuava corrompendo de tal modo que atingiu o limite de sua própria Degeneração, até que veio o Dilúvio e os apanhou a todos, tal como se descreve no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis. Agora, são os próprios cientistas que alertam todos os governantes do planeta que já têm consciência do que se passa e sabem da gravidade da situação, mas se preocupam mais com as questões politicas, econômico/financeiras e tardam em tomar medidas ou decisões que minimizem os riscos e protejam as populações. Na verdade os homens fazem ainda "olhos cegos" e "ouvidos moucos" e nem a Ciência se faz ouvir até ao dia em que o mundo sofrerá de novo uma Grande Transformação.

Pausa para reflexão!


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Campo Magnético da Terra está Mudando e isso Vai Afetar Tua Vida


Um dia, em 1905, o geofísico francês Bernard Brunhes trouxe de volta para seu laboratório algumas rochas que tinha desenterrado de uma estrada recém-aberta perto da aldeia de Pont Farin.

Quando ele analisou suas propriedades magnéticas, ele estava espantado com o que elas mostraram: Milhões de anos atrás, os pólos magnéticos da Terra estava em lados opostos do planeta. O Norte era o Sul e o Sul era o Norte.

A descoberta indicava uma anarquia planetária. Os cientistas não tinham como explicar isso.

Quando os pólos mudarem de lugar novamente, as consequências para as infra-estruturas elétricas e eletrônicas da nossa civilização serão terríveis. A questão é quando isso vai acontecer.

Hoje, sabemos que os pólos mudaram de lugar centenas de vezes, mais recentemente 780.000 anos atrás.

(Às vezes, os pólos tentar reverter posições, mas, em seguida, pulam de volta no lugar, no que é chamado uma excursão. A última vez foi cerca de 40.000 anos atrás.)

Na últimas décadas, geofísicos têm tentado responder a essa pergunta através de imagens de satélite e de matemática.

Eles descobriram como olhar nas profundezas da Terra, até a borda do núcleo derretido, metálico, onde o campo magnético está continuamente sendo gerado. Acontece que o dipolo – o campo magnético de dois pólos para o qual nossas bússolas reagem – está sob ataque vindo de dentro.

Os últimos dados de satélite, a partir do trio Swarm da Agência Espacial Europeia, que começaram a enviar dados em 2014, mostram que uma batalha está sendo travada na borda do núcleo. Como facções planejando um golpe, aglomerados de ferro fundido e de níquel estão ganhando força e drenando a energia do dipolo.

O pólo norte magnético está na corrida, um sinal de turbulência reforçada e imprevisibilidade. O grupo no Hemisfério Sul já ganhou vantagem sobre cerca de um quinto da superfície da Terra. Uma revolução está se moldando.

Se esses blocos magnéticos ganharem força suficiente e enfraquecerem o dipolo ainda mais, eles vão forçar os pólos norte e sul de trocarem de lugar.

Os cientistas não podem dizer com certeza se está acontecendo agora – o dipolo poderia combater os intrusos. Mas eles podem dizer que o fenômeno está se intensificando e que não se pode descartar a possibilidade de que uma reversão está começando.

É hora de acordar para os perigos e começar a preparação.

Esta animação mostra o movimento do pólo norte magnético em intervalos de 10 anos de 1970 a 2020. As linhas vermelhas e azuis indicam “declinação”, a diferença entre o norte magnético e o norte verdadeiro, dependendo de onde se está de pé; na linha verde, uma bússola apontaria para o norte verdadeiro. – NOAA National Centers for Environmental Information

O campo magnético da Terra protege o nosso planeta dos raios solares e cósmicos perigosos, como um escudo gigante. Quando os pólos trocam de lugar (ou tentam), esse escudo é enfraquecido; os cientistas estimam que ele poderia perder no mínimo um décimo de sua força habitual.

O escudo pode ficar comprometida por séculos, enquanto os pólos se movem, permitindo que a radiação maléfica chegue mais perto da superfície do planeta durante aquele período.

Mudanças dentro da Terra já enfraqueceram o campo sobre o Atlântico Sul, tanto que satélites expostos à radiação resultante tiveram falhas de memória.

Essa radiação não está atingindo a superfície ainda. Mas em algum ponto, quando o campo magnético diminuiu o suficiente, poderá ser uma história diferente.

Daniel Baker, diretor do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, em Boulder, um dos maiores especialistas do mundo sobre como a radiação cósmica afeta a Terra, teme que partes do planeta vão se tornar inabitáveis durante uma reversão.

Os perigos: fluxos devastadores de partículas do Sol, raios cósmicos galácticos, e os raios ultravioleta B aprimorados a partir de uma camada de ozônio danificada por radiação, para citar apenas algumas das forças invisíveis que poderiam ferir ou matar seres vivos.

O quão ruim poderia ser? Os cientistas nunca estabeleceram uma ligação entre as reversões de pólo anteriores e catástrofes como extinções em massa. Mas o mundo de hoje não é o mundo de 780.000 anos atrás, quando os pólos inverteram pela última vez, ou até 40.000 anos atrás, quando eles tentaram.

Hoje, existem cerca de 7,6 bilhões de pessoas na Terra, o dobro do que em 1970. Nós mudamos drasticamente a química da atmosfera e do oceano com nossas atividades, prejudicando o sistema de suporte de vida do planeta.

Os seres humanos têm construído cidades enormes, indústrias e redes de estradas, cortando o acesso aos espaços mais seguros para muitas outras criaturas. Temos empurrado, talvez, um terço de todas as espécies conhecidas em direção à extinção e colocamos em perigo os habitats de muitas mais. Adicione a radiação cósmica e ultravioleta a esta mistura, e as consequências para a vida na Terra podem ser calamitosas.

E os perigos não são apenas biológicos. A grande casulo cyber-elétrico que tornou-se o sistema de processamento central da civilização moderna está em grave perigo. Partículas energéticas solares podem romper através dos minúsculos componentes eletrônicos sensíveis do crescente número de satélites que circundam a Terra, danificando-os.

Os sistemas de cronometragem por satélite que governam  as redes elétricas estariam susceptíveis à falha. Transformadores da rede podem ser incendiados em massa. Porque as redes são tão fortemente acoplados uns com os outros, a falha poderia ocorrer por todo o globo, causando um efeito dominó com uma série de apagões que podem durar décadas.

Nesta animação, as linhas azuis indicam um campo magnético mais fraco, as linhas vermelhas um mais forte, e a linha verde a fronteira entre eles, em intervalos de 10 anos de 1910 a 2020. O campo está enfraquecendo na América do Sul, e  a área vermelha sobre a América do Norte está perdendo força. – NOAA National Centers for Environmental Information

Sem luzes. Sem computadores. Sem telefones celulares. Até mesmo dar a descarga num banheiro ou encher o tanque do carro de gasolina seria impossível. E isso é só para começar.

Mas estes perigos raramente são considerados por aqueles cujo trabalho é proteger o pulso eletrônico da civilização.

Mais satélites estão sendo colocados em órbita com a eletrônica mais altamente miniaturizados (e, portanto, mais vulneráveis). A rede elétrica se torna mais interligada a cada dia, apesar dos maiores riscos de tempestades solares.

Uma das melhores maneiras de proteger satélites e redes de clima espacial é de prever com precisão onde a força mais prejudicial vai atingir. Operadores poderiam desligar temporariamente um satélite ou desconectar parte da rede.

Mas o progresso em aprender a controlar o clima espacial prejudicial não se manteve com o ritmo do aumento exponencial de tecnologias que podem ser danificadas por ele.

E operadores de satélite privados não catalogando e compartilhando informações sobre como seus aparelhos eletrônicos poderão suportar a radiação espacial, uma prática que poderia ajudar a todos para protegerem seus equipamentos.

Temos alegremente construído infra-estruturas críticas da nossa civilização durante um tempo quando o campo magnético do planeta era relativamente forte, não levando em consideração a tendência do campo magnético para a anarquia.

O campo magnético não é só turbulento e ingovernável, mas, neste momento, é imprevisível. Ela fará do seu modo, não importa o que fazemos. Nossa tarefa é descobrir como fazer doer o menos possível.


terça-feira, 11 de julho de 2017

OVNI: Exército da Noruega encontra Objeto Estranho [VÍDEO]

O portal Section51 publicou imagens mostrando os restos de um objeto desconhecido que lembra uma nave espacial extraterrestre.


O estranho objeto foi encontrado no mar junto à costa da Noruega. 
De acordo com a informação do Section51 o incidente ocorreu em março de 2017. 

Após o aparecimento do objeto estranho o exército foi enviado para o local para verificar a sua origem. 

As imagens mostram os blindados do exército se aproximando do enorme objeto flutuando nas águas.


Após a aproximação dos veículos militares, mais dois engenhos brilhantes apareceram por cima do lugar do suposto naufrágio.

Os ufólogos acreditam que o objeto mostrado no vídeo é um OVNI acidentado e que os objetos brilhantes – dois outros OVNI’s que monitoravam a Noruega.

Fonte

domingo, 6 de novembro de 2016

Estranho Ruído no Ártico mobiliza Militares Canadenses


Um misterioso ruído parece estar vindo do fundo do mar no Ártico, e os militares do Canadá foram chamados para ajudar a descobrir o que está acontecendo.  De acordo com caçadores próximos de Igloolik, Nunavut, um estranho ruído está espantando a vida selvagem para longe. Ninguém foi capaz de explicar de onde o ruído está vindo, tampouco o que o está causando. Mas, aparentemente, o assunto é sério pois as Forças Armadas Canadenses estão investigando o assunto.

Como reporta a CBC, os moradores locais têm várias teorias do que esteja causando o som enigmático. Alguns acreditam que o ‘zumbido’ ou ‘ping’ é causado por uma empresa de mineração que opera na região, enquanto outros estão dizendo que o ‘som apocalíptico’ é algo causado pela GreenPeace.

Contudo, tanto a GreenPeace quanto a empresa de mineração negaram ter algo a ver com o estranho ruído.

Sabe-se que o Ártico é uma ‘zona quente’ não somente de operações de mineração, mas também de turismo e exercícios militares, mas de todas as teorias nenhuma parece explicar o que esteja causando o misterioso som. Assim, já que nada e ninguém pode explicar o que está acontecendo, o gabinete do Premier de Nunavut apelou para o Departamente Nacional de Defesa (DND) e pediu que investigassem o misterioso som.

O site Motherboard investigou mais a fundo.

“O Departamento Nacional de Defesa foi informado dos estranhos ruídos emanando das áreas de Fury e Hecla Straights, e as Forças Armadas Canadenses estão tomando as medidas apropriadas para ativamente investigar a situação”, escreveu o porta-voz do DND, Evan Koronewski num e-mail para o Motherboard.

“Agradecemos a informação fornecida pelo Governo de Nunavut e retornaremos ao Gabinete do Premier, uma vez que a investigação esteja concluída”, ele adicionou no e-mail.

Além disso, o DND reportou:

“A tripulação aérea conduziu várias procuras com multi-sensores na área, inclusive uma procura acústica por 1,5 horas, sem detectar quaisquer anomalias acústicas”, escreveu a porta-voz do DND, Ashely Lemire, em outro e-mail. “A tripulação não detectou quaisquer contatos acima ou abaixo da superfície.  Ela observou dois cardumes de baleias e seis leões marinhos na área de interesse.”

Contudo, as baleias não são as fontes prováveis.

Enquanto discutia a teoria de que as ‘baleias estavam causando o ruído assustador’, o Professor Steve Ferguson, da Universidade de Manitoba, estudioso da ecologia evolucionária de grandes mamíferos do Ártico, tais como as baleias, disse que é possível, mas altamente improvável que as baleias estejam causando o misterioso ruído.

“Baleias Beluga e Narwhal comumente usam ecolocalização”, disse Ferguson. "Esta ecolocalização “poderia espantar peixes que as baleias comem, mas é improvável que espantaria quaisquer outras vidas selvagens.  Eu acho que a suposição é a de que o barulho está mais para o fato de que tenha sido gerado por humanos."

Assim, se o misterioso som não for resultado de baleias, seria possível que existam coisas no Ártico que não saibamos a respeito?  De acordo com muitos pesquisadores e ovniólogos, tanto o Ártico quanto a Antártica são grandes áreas de aparecimento de fenômenos anômalos.

Fonte