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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

O Projeto Brasileiro da BOMBA ATÔMICA criado no REGIME MILITAR.

O Exército começou nos anos 70, acreditando que só seríamos respeitados com isso. Hoje o Brasil domina o ciclo de produção do combustível nuclear.

Imagem meramente ilustrativa da explosão da bomba de hidrogênio Ivy Mike - Getty Images

Em 1990, o presidente Fernando Collor jogou uma simbólica pá de cal num poço de 320 metros para testes nucleares na serra do Cachimbo, no Pará. "A suspeita é que ele teria sido construído com recursos do Iraque de Saddam Hussein para abrigar testes do programa iraquiano. E os dados seriam cedidos ao Brasil", diz o jornalista Roberto Godoy, especialista em assuntos de defesa.

O poço é só um pedaço de uma série de operações clandestinas, iniciadas no governo Ernesto Geisel, para garantir ao Brasil a tecnologia necessária para fabricar a bomba atômica (e ogivas para mísseis nucleares).

Na prática, sobretudo a partir do início da década seguinte, o governo manteve dois programas nucleares: o oficial, com fins pacíficos, e o paralelo e sigiloso. Sempre houve facções do regime que defendiam que a única maneira de o Brasil ser respeitado no mundo seria ter a bomba.

O Iraque virou uma peça curiosa nesse enredo, que sobreviveu ao fim da ditadura. Entre 1979 e 1990, o Brasil exportou toneladas de urânio (a matéria-prima do combustível das bombas) para Saddam. O roteiro nebuloso inclui espionagem e suborno de técnicos e autoridades estrangeiras, entre outras manobras, que até alimentaram uma CPI sobre o tema.

A Constituição de 1988 havia proibido o país de usar a tecnologia nuclear para fins bélicos, mas o "esforço paralelo" dos militares sobreviveu até 1990, segundo confirmou mais tarde José Carlos Santana, ex-presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear no governo Collor. Quando o CNEM do B deixou de funcionar, o país estaria prestes a fazer o primeiro teste.

"Em dezembro de 1996, a PF prendeu um alemão que vendera conhecimentos ao Brasil depois de tentativas frustradas junto ao Iraque", diz Tânia Malheiros, autora de Brasil: A Bomba Oculta - O Programa Nuclear Brasileiro. Para ela, é só uma amostra de que "há muita coisa a ser explicada".

Hoje o Brasil domina o ciclo de produção do combustível nuclear e está (aos trancos e barrancos) construindo seu primeiro submarino com propulsão atômica. A revelação de detalhes estratégicos sobre essa tecnologia e os bastidores espúrios do programa nuclear estariam no topo das preocupações de quem, até pouco tempo atrás, insistia em manter o sigilo eterno.


domingo, 16 de julho de 2017

Aparição de OVNIs junto à Usinas Nucleares e Bases preocupam Governos e Militares [VÍDEO]


A humanidade desde muito tempo é reconhecida como uma civilização perigosa com uma capacidade de destruição imensa, um exemplo disso foi a detonação de bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.

Desde então, cada vez mais avistamentos de ovnis estão sendo reportados, é como se tivessem nos observando com mais atenção, talvez para evitar um desastre muito maior a nível global, e evitar estragos maiores a atmosfera da Terra, isso porque eles parecem ter um grande interesse no planeta Terra.

Nos últimos meses, foram registrados inúmeros objetos voadores não identificados em várias bases militares francesas, e isso tem gerado uma grande preocupação na elite do poder mundial. A questão foi discutida no Conselho de Segurança das Nações Unidas e debatida nas comissões de defesa das principais conferências da União Europeia.

Os comandantes dos exércitos mais poderosos e modernos do mundo têm dado a ordem para interceptar e abater estes objetos voadores não identificados, mas todos os esforços tem sido em vão, porque, alem dos radares não conseguirem identifica-los, nenhuma aeronave no planeta é suficientemente rápida para caçá-los.

Isso sem mencionar que esses supostos ovnis dificilmente percebem que foram descobertos, eles parecem voar para outra dimensão, uma vez que eles desaparecem em menos de um segundo no meio de um feixe de luz no horizonte (como acontece em muitos relatos de avistamentos por testemunhas).

A verdade é que os segredos militares das forças armadas mais importantes da Terra, parecem estar completamente expostas aos poderes alienígenas. Segundo alguns teóricos uma rede de espionagem (extraterrestre) estaria observando cada passo da humanidade, observando instalações nucleares, e bases militares.




sábado, 31 de maio de 2014

'Anjo' que salvou vidas na Primeira Guerra Mundial era um Extraterrestre?

Um ‘anjo’, que muitos soldados britânicos acreditam ter salvado suas vidas em uma das primeiras batalhas brutais da Primeira Guerra Mundial, pode não ter sido enviado do céu, mas sim das estrelas.


Escritores sobre OVNIs suspeitam que o famoso “Anjo de Mons” – descrito como São Jorge, São Miguel, anjos, ou legião de guerreiros angelicais, pode ter sido de outro planeta.

Muitos soldados deram crédito às estranhas aparições como tendo salvado suas vidas e isso se tornou uma publicação comum em revistas de paróquias. A batalha foi uma das primeiras onde os britânicos enfrentaram os alemães e, apesar de saírem em retirada, ‘somente’ 1.600 vidas foram perdidas.

Décadas mais tarde, a história ainda está repleta de controvérsia, de acordo com Nigel Watson, autor do Manual Haynes para as Investigações de OVNIs, com algumas pessoas atribuindo o ‘anjo’ a uma estória da ‘Evening Standard‘, enquanto outros à inteligência britânica.

Kevin Goodman, um especialista em OVNIs e autor de livros sobre misteriosos encontros no Reino Unido, diz que “o enigma dos OVNIs era desconhecido durante o conflito da Primeira Guerra Mundial; as tropas fariam uma associação aos eventos como este da única forma que podiam, pensando que eram um sinal de Deus”.

Cas Lake, apresentadora de rádio do programa Unexplained Show, diz que ambas as respostas podem ser verdadeiras, de certa forma. Aquilo que a cultura de 1914 teria descrito como ‘anjos’, descreveríamos como extraterrestres.

Ela diz: “Minha crença seria: se estes anjos apareceram, foi para proteger um futuro alterado, e talvez também para ajudar a crença nos anjos. Eu certamente acredito que seres espirituais possam intervir quando necessário“.

Entre os entusiastas de OVNIs, muitos acreditam que OVNIs e anjos sejam a mesma coisa – ou que os avistamentos de anjos têm sido de alienígenas, ou mesmo vice-versa. Uma pesquisa rápida pela Internet pode encontrar dezenas de sites devotados ao tópico.

Goodman, um escritor de Warminster, diz que isto é um caso de mudança cultural: “O fenômeno tem assumido muitas aparências através da história. Em tempos de estresse, medo e morte eminente possível, uma pessoa encontra consolo em algo que possa ser descrito“.

Albert S. Rosales diz que pode ter havido várias forças envolvidas – muitas delas humanas. Rosales gerencia um site dedicado aos avistamentos de alienígenas humanoides e anjos. Ele diz; “Foram entidades sobrenaturais especificamente vistas em Mons? Talvez. Em toda a guerra há tais histórias, as quais ficam entre o reino do folclore e da verdade. Talvez elas sejam exageradas mais tarde pelas autoridades religiosas e talvez até mesmo pelo governo, possivelmente para manter alto o espírito das tropas”.

Mas as origens das histórias permanecem misteriosas. Claramente alguns soldados viram o que eles acreditavam ter sido anjos – mas foi a história manipulada em prol dos propósitos do governo?

Brigadeiro-General John Charteris escreveu uma carta: “… então há a história dos ‘Anjos de Mons’ marchando fortemente através da 2ª
Divisão, e a de como o anjo do Senhor, no tradicional cavalo branco e vestido de branco, com uma espada flamejante, encarou os alemães em Mons e os impediu de avançar”.

Dizia-se que Charteris trabalhava secretamente para a inteligência britânica – adicionando peso à ideia de que as alucinações no campo de batalha tinham sido contorcidas por razões políticas.

Outros alegam que a história seja simples ficção. O popular escritor Arthur Machen alegou que esta lenda foi criada pela sua estória de ficção ‘The Bowmen‘ (Os Arqueiros – trad. livre n3m3), publicada no ‘The Evening News’, em 29 de setembro de 1914. Na história, soldados britânicos clamam a São Jorge por ajuda e são ajudados por arqueiros fantasmagóricos da Batalha de Agincourt. Um fato que dá apoio à esta teoria é que poucos relatos deste tipo de incidente existem antes da estória de Machen.

Nigel Watson, autor do livro que está para ser lançado ‘UFOs of the First World War‘ (OVNIs da Primeira Guerra Mundial – trad. livre n3m3) diz: “Mesmo hoje a lenda é envolvida de controvérsia. As teorias sobre ela são: um mito baseado nas estória de Machen, o produto de alucinações devidas ao estresse e a exaustão, visitações angélicas reais, fantasmas, gás do pântano, ou OVNIs alienígenas projetando-se às expectativas das testemunhas”.

John Rimmer, editor do Magonia Review, propõe a ideia de que Machen e os soldados estavam respondendo às suas necessidades espirituais: “Entre os horrores da Primeira Guerra Mundial, o desejo para tal intercessão espiritual seria tão forte entre os soldados que, incapazes de encontrar expressão de forma mais racional, projetaram externamente na forma de uma visão memorável. Machen, mais remoto da realidade amarga, e como escritor que possui uma forma aceitável de expressar estas reações emocionais profundas, criou uma ‘ficção’ igualmente memorável a partir do mesmo jogo de estímulos“.

Fontes: 


quinta-feira, 13 de março de 2014

Reservista das FORÇAS ARMADAS fala sobre INTERVENÇÃO MILITAR no Brasil



O EXÉRCITO FANTASMA

Em 1964 as forças armadas “escolheram” intervir no Brasil. Com frase simples inicio esse artigo que espero chegar aos comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica. O que aqui vai ser dito entra em total oposição com um texto anterior de minha autoria que chamei de “Oração às Forças Armadas”. Escrevo essas linhas em função da proximidade dos 50 anos da Revolução de 64 e dos apelos que agora proliferam nas redes sociais pedindo, mais diretamente ao Exército, a tomada do poder no Brasil. Não é minha intenção defender o que foi feito no passado, exaltar o papel dos militares ou lamentar o que está acontecendo no país. Começo, retomando a primeira frase, numa tese muito simples e pretendo que seja ela o próprio corpo dessa argumentação. Afirmei na primeira linha que as forças armadas “escolheram” intervir no Brasil, hoje essa escolha não existe mais.

Tudo que tem sido dito na internet, todas as manifestações dos militares da reserva e de uma população civil desesperada com aquilo que o PT está fazendo no Brasil partem, portanto, de uma premissa absolutamente errada: a ideia de que seus apelos, como aquele que fiz no artigo que chamei de “Oração”, possam determinar um ato de vontade, uma tomada de decisão… uma espécie de resolução militar para salvar o Brasil do destino da Venezuela. Isso simplesmente não vai acontecer por dois motivos: primeiro pela covardia e egoísmo de uma parte dos militares que pensa, como qualquer funcionário público brasileiro, na sua aposentadoria. Segundo, e esse é o motivo mais perigoso, por uma pequena parcela (pequena, mas poderosa e muito bem informada) deles que vem apostando numa política de terra arrasada… numa lógica do “quanto pior melhor” no sentido de garantir perante à população civil o respaldo à futura tomada de poder.

Quero aqui me dirigir aos três comandantes, sendo eu mesmo um militar da reserva, para dizer que os dois grupos hão de fracassar. Nós não estamos mais em 1964. Não há tempo suficiente para entrar para reserva ou obter respaldo popular. Não se trata mais de impedir, como há 50 anos, que os comunistas cheguem ao poder. Os comunistas, senhores comandantes, ESTÃO no poder. São eles os seus chefes. São a eles que devem vocês prestar continência.

Dias após dia, ano após ano, os senhores tem visto batalhões de fronteira na penúria e agora desativados. Bases aéreas e, num futuro próximo navais, tem sido em sequência desativadas. O orçamento destinado aos senhores não cobre mais o rancho e o fardamento. Não há no Exército munição para sustentar um dia de guerra total. Pergunto-lhes, pois: não concordam vocês que não trata-se mais aqui de salvar o Brasil de coisa alguma mas sim da própria existência das forças armadas como instituição?

Todos nós, senhores comandantes, estamos cansados das manifestações da reserva… de certos “Rambos de pijama” que não percebem que aproxima-se o fim do Exército e que pensam, numa lógica que desconhece totalmente o pensamento revolucionário, ser possível negociar com o PT. Sobre isso afirmo o seguinte: meu posto é de segundo tenente da reserva. Jamais trabalhei em qualquer serviço de informação e pouco me importa o conhecimento da inteligência militar brasileira. Escrevo aqui como quem conhece, e muito bem, a inteligência petista: Não se enganem, senhores, com a promessa de novos caças, de mais porta-aviões ou de um submarino nuclear. Não acreditem em mais tanques ou no soldo melhor para os oficiais generais porque o que se aproxima é a penúria total. Entendam que em 1964 vocês tomaram o poder porque “queriam” salvar o país do comunismo. Em 2014 ou depois, terão que fazê-lo para salvar a própria pele. O verdadeiro exército petista está entre os integrantes do MST e da gigantesca massa carcerária brasileira, hoje mais de meio milhão de condenados, que esse Partido criminoso controla com mão de ferro.

Senhores comandantes, até hoje nada do que os senhores viram foi suficiente para lhes convencer da necessidade de intervenção..Tudo continua parecendo uma questão de “decisão”… de “momento certo”… e de respaldo da população civil como se estivéssemos nós todos em 1964 quando foi por um ato de vontade própria que o Exército colocou-se no poder. Vossa vontade, senhores, não mais está em questão..Aceitem meu aviso quando digo que dessa vez não é “só o Brasil” que está ameaçado mas o próprio Exército que aproxima-se, ainda que seja lentamente, da própria extinção. Ou os senhores compreendem isso e tomam a atitude que, salvando a si próprios há de salvar a democracia brasileira, ou em breve não serão mais que um Exército Fantasma.