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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Célula T de um Novo Tipo pode levar à Cura Universal para o Câncer

Descoberta foi feita em uma amostra de um banco de sangue no País de Gales. Células se mostraram capazes de destruir vários tipos de células cancerosas.


Pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriram um novo tipo de célula no sistema imunológico humano que pode atacar e destruir a maioria dos tipos de câncer.

A descoberta é um tipo de “célula T” nunca visto. As células T são responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos, como vírus e bactérias. Mas o novo tipo, encontrado em uma amostra de um banco de sangue na região, tem um receptor diferente que permite que ela se “enganche” na maioria dos tumores que afetam os seres humanos, sem afetar as células saudáveis.

Em testes de laboratório, este tipo de células T foi capaz de identificar e matar células causadoras de câncer de pulmão, pele, sangue, cólon, mama, ossos, próstata, ovário, cervical e renal.

Segundo o Professor Andrew Sewell, autor do estudo e especialista em células T na Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, a descoberta é “altamente incomum” e aponta para a possibilidade de um tratamento “universal” para diversos tipos de câncer.

Os pesquisadores ainda não conseguiram determinar o quão comum o novo tipo de célula T é. “Pode ser bastante raro, ou pode ser que muitas pessoas tenham estes receptores, mas que por algum motivo eles não sejam ativados. Nós ainda não sabemos”, diz o professor.


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

CIENTISTA Confirma Que EXTRATERRESTRES CRIARAM A RAÇA HUMANA

Existiriam civilizações de seres humanos avançados espalhadas pelas galáxias? Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano fizeram uma descoberta impressionante! Os resultados do estudo deixaram alguns cristãos furiosos.


Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, “sequências não-codificadas” são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres. As sequências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células à peixes à humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.

As sequências não-codificadas, originalmente conhecidas como “DNA-LIXO”, foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. A esmagadora maioria do DNA humano vem de fora do nosso planeta. Esses evidentes “genes-lixo extraterrestres” simplesmente “curtem o passeio” com os outros genes ativos, passando de geração à geração.Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang se perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de “programador extraterrestre”. “As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente à todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos”, observa o professor Chang.

O professor Chang estipula também que “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo”.

Chang, além disso, ressalta que “Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos “programadores extraterrestres” provavelmente estavam trabalhando em “um grande código” consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram “o grande código”, executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente”.

Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que “Os “programadores extraterrestres” talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no “projeto Terra” a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os “programadores extraterrestres” cortaram drasticamente o “grande código” e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra.

Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que descobriram origens extraterrestres para a Humanidade.Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no sequenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.

Um pastor do estado da Califórnia nos Estados unidos deu sua opinião recentemente em uma pequena entrevista: ”Isso é impossível, nós sabemos que o homem foi feito do barro, assim diz a palavra de Deus e ela é imutável, isso certamente é obra do inimigo para afastar as pessoas do caminho do Senhor, porque na bíblia está escrito que Deus é Deus pra todo sempre e quem crê nele será salvo, caso contrário será condenado. A verdade está na bíblia.” Concluiu.

O professor Chang ainda aponta que “o que vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código”. Chang então afirma que “o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais “no jogo”. “Cedo ou tarde”, diz Chang, “nós teremos que enfrentar a inacreditável ideia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos “primos extraterrestres” e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos”. 


domingo, 10 de novembro de 2019

Taturana Brasileira tem Veneno Capaz de Matar uma Pessoa

Contato com a espécie pode causar hemorragias internas e o soro produzido no Brasil é o único antídoto no mundo.

Lonomia obliqua vive em comunidade em árvores — Foto: Roberto Moraes/ Instituto Butantan

O Instituto Butantan alerta para os perigos do contato de pessoas com os “espinhos” envenenados de taturanas (ou lagartas) do gênero Lonomia, que apenas em 2017 foram responsáveis por 741 acidentes no país, de acordo com o Ministério da Saúde. O contato com a grande maioria das lagartas provoca dor e queimação, com inchaço e vermelhidão no local atingido. Porém, o acidente com a Lonomia pode causar uma síndrome hemorrágica, com sangramento na gengiva e na urina, até complicações graves como a insuficiência renal aguda, provocando a morte na falta de um tratamento correto.

Pesquisadores extraem o veneno da tarturana para produzir soro — Foto: Letícia Delphino/ Instituto Butantan

Atualmente, o tratamento disponível para reverter os efeitos do envenenamento é a utilização do soro antilonômico produzido pelo Instituto Butantan desde 1994, único produtor do medicamento no mundo. O soro é obtido a partir do próprio veneno da Lonomia, em um processo no qual animais são imunizados com antígenos específicos e preparados com a toxina da lagarta.

Para manter a disponibilidade do medicamento, o Instituto recebe a cada ano uma quantidade suficiente dessas lagartas por meio de parcerias com secretarias de saúde da região Sul do país, geralmente entre os meses de dezembro e fevereiro. “Existe uma cadeia de participação para a produção do soro que envolve a população, órgãos de saúde e o Instituto Butantan. Tudo isso para viabilizar o soro”, explica Fan Hui Wen, gestora de projetos do Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Butantan.

“Na medida em que divulgamos a existência dessas lagartas consequentemente se estabelecem ações de prevenção”, explica a médica do Butantan.

Contato com a taturana Lonomia obliqua pode causar síndrome hemorrágica — Foto: Adriano Dias/ Instituto Butantan

Sobre a espécie

A Lonomia é um inseto em fase larval que possui quatro estágios de desenvolvimento – ovo, lagarta, pupa e mariposa – frequentemente encontrada nos períodos de calor e chuva em troncos de árvores, camufladas e agrupadas em colônias. Somente na fase de larval a lagarta possui cerdas “espinhudas” que contêm um veneno que, em contato com a pele, causa “queimaduras”, dor local e sangramentos. Os acidentes com Lonomia nem sempre causam envenenamento e a gravidade do caso depende da quantidade de lagartas que a pessoa tocou e o quanto de veneno foi inoculado a partir do contato, se foi um contato leve ou se houve pressão sobre as cerdas.

O encontro da lagarta com o homem deve-se provavelmente ao desmatamento e é facilitado pela existência de moradias próximas à ilhas de mata nativa, inclusive no meio urbano.

Taturana é quase imperceptível em tronco de árvore — Foto: Divulgação Instituto Butantan

Desmatamento

Os motivos da expansão populacional da taturana Lonomia obliqua foram identificados pelo pesquisador Roberto Henrique Pinto Moraes já em 2002. “O desmatamento é o responsável pelo aumento populacional da taturana; o número de acidentes é consequência”, afirmou Moraes, em reportagem divulgada pela Universidade de São Paulo (USP) em 2003.

A extinção de predadores naturais é a causa do aumento das taturanas — Foto: Divulgação Instituto Butantan

Diminuição de predadores explica avanço da taturana

Outra razão para o aumento da população da taturana do gênero Lonomia é a extinção de um ou mais de seus predadores naturais. O principal deles é uma mosca da família Tachinidae. Ela deposita cinco ou seis ovos. Outro predador é o vírus loobMNPV, nocivo apenas para a Lonomia obliqua. Entre os motivos de extinção dos predadores estariam o desmatamento e o uso de agrotóxicos nas plantações. “Para reduzir acidentes o melhor é a conscientização. Conhecer a lagarta e saber como evitá-la”, alerta Moraes


quarta-feira, 20 de março de 2019

China Realiza a Primeira Cirurgia Cerebral Remota


Um médico na China realizou uma cirurgia remota no cérebro humano pela primeira vez. Eles usaram a tecnologia 5G.

A primeira cirurgia remota feita em 5G

De acordo com o China Daily, um paciente que sofre de doença de Parkinson na China passou pela primeira cirurgia remota baseada em 5G do país em um cérebro humano.

Com a ajuda da China Mobile e da gigante chinesa de tecnologia Huawei, o PLA General Hospital da China (PLAGH) realizou a operação no sábado (16) usando tecnologia 5G. Realizada por Ling Zhipei, o médico chefe do Primeiro Centro Médico do PLAGH, a operação implantou um dispositivo de estimulação cerebral profunda (DBS) no cérebro do paciente para ajudar a controlar os sintomas de Parkinson.

Ling, que circula entre o campus principal da PLAGH em Pequim e o Hospital Hainan de PLAGH, a 3.000 km de distância, realizou a delicada cirurgia em cerca de três horas.

Após a operação, o paciente respondeu positivamente: “Eu me sinto bem”.

De sua parte, Ling não esperava fazer história quando recebeu a chamada para a cirurgia.

“Eu me revezo trabalhando em Pequim e Hainan, e a operação ocorreu durante minha rotação em Hainan. Um paciente com Parkinson em Pequim precisou de cirurgia e não pôde voar para Hainan”, disse ele.

“A rede 5G resolveu problemas como o atraso de vídeo e o atraso do controle remoto experimentados na rede 4G, garantindo uma operação quase em tempo real. E você mal sente que o paciente esteja a 3.000 km de distância.”


Cientistas criam Pele Eletrônica Auto-Regenerativa e Elástica Inspirada em Águas-Vivas


Muitas das maiores invenções do mundo foram inspiradas pela natureza. Alguns dos exemplos são os trens balas japoneses que foram remodelados para um formato similar ao bico do pássaro martim-pescador, e com isso eles passaram a viajar de maneira mais silenciosa e também se tornaram 10% mais rápido e 15% mais econômicos.


Agora, cientistas da Universidade Nacional de Cingapura se inspiraram na água-viva para projetar uma pele eletrônica auto-curável, elástica e sensível ao toque que poderia ter aplicações para desenvolver robôs macios e até mesmo telas sensíveis ao toque.

“Nós nos perguntávamos como poderíamos fabricar um material artificial que imitasse a natureza e fosse resistente e que também fosse sensível ao toque”, disse Benjamin Tee, principal pesquisador do estudo, em um comunicado à imprensa.

A equipe de pesquisa, liderada pelo professor assistente Benjamin Tee levou um ano para desenvolver o material em colaboração com a Universidade de Tsinghua e a Universidade da Califórnia Riverside.

Pele elástica

O professor assistente Benjamin Tee fez parte da equipe que desenvolveu a primeira pele de auto recuperação em 2012. “Um dos desafios com muitos materiais de autocura hoje é que eles não são transparentes e não funcionam eficientemente quando molhados”, ele explica. 

“Essas desvantagens as tornam menos úteis para aplicações eletrônicas, como telas sensíveis ao toque, que geralmente precisam ser usadas em condições de clima úmido.” 

Tee continuou: “Com essa idéia em mente, começamos a observar as medusas – que são transparentes e capazes de sentir o ambiente úmido. Então, ficamos imaginando como poderíamos fabricar um material artificial que pudesse imitar a natureza resistente à água como as medusas e, ao mesmo tempo, ser sensível ao toque. ”

A equipe alcançou seu objetivo criando um gel que consiste em um polímero à base de fluorocarbono com um líquido iônico rico em flúor. Em combinação, a ‘rede polimérica interage com o líquido iônico por meio de interações íon-dipolo altamente reversíveis, o que permite a autocura.’ 

Materiais anteriormente autorrecuperáveis ​​incharam quando úmidos e encolheram quando secos, este material exclusivo pode reter sua forma em ambientes úmidos e secos e trabalhar efetivamente na água do mar e até mesmo em ambientes ácidos ou alcalinos.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

BOMBA! O Zica Vírus é uma Patente da Fundação Rockefeller?


A Organização Mundial de Saúde (OMS) chamou o Zika vírus de uma emergência de saúde global em 01 de fevereiro de 2016 sem detalhar muito sobre a doença. De fato, a maioria do público não sabe que ela está patenteada.

O zika, que é um vírus sexualmente transmissível, existe há muitos anos e é comercializado por duas empresas: Middlesex, fornecedora de culturas de células e microbiologia LGC Standards Ltd., situada no Reino Unido, e Manassas, fornecedora de micro-organismos American Type Culture Collection (ATCC), situada na Virginia.

Agora vem a questão de quem é o dono da patente do Zika vírus.

O vírus Zika é uma commodity que foi comprada online da parceria ATCC-LGC por 599 euros pela Fundação Rockefeller.

Um banqueiro americano e ex-presidente do conselho e diretor executivo do Chase Manhattan Corp., David Rockefeller, em um discurso em uma Reunião da Comissão Trilateral em junho de 1991, disse: “Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos sido submetidos às luzes da publicidade durante esses anos. Mas o mundo está mais sofisticado e preparado para marchar em direção a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros do mundo é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos passados​”.

Em 1947, os pesquisadores da Fundação Rockefeller colocaram um macaco rhesus em uma gaiola no meio da Floresta Zika, em Uganda. A equipe de pesquisa estava investigando possíveis causas da febre amarela, mas em vez de descobrir mais sobre isso, eles fizeram uma descoberta: o Rhesus 766 acabaria sendo conhecido como o primeiro portador do Zika vírus.

Como os mosquitos geneticamente modificados estão relacionados a essa história?

Em julho de 2012, a empresa de biotecnologia britânica Oxitec anunciou ao mundo que possuía uma fazenda de mosquitos geneticamente modificados (transgênicos) em grande escala no Brasil, que foi instituída com o objetivo de diminuir a incidência da dengue.

Todd Shelly, um entomologista do Departamento de Agricultura do Havaí, afirmou que 3,5% dos insetos em um experimento de laboratório conseguiram atingir a idade adulta apesar de portar um gene letal.

“A tetraciclina e outros antibióticos estão surgindo no ambiente, em amostras de solo e água superficial. Esses mosquitos transgênicos foram projetados para morrer na ausência de tetraciclina (que foi introduzida no laboratório para mantê-los vivos por tempo suficiente para se reproduzir). Com a exposição à tetraciclina (por exemplo, em um lago), esses insetos mutantes podem realmente prosperar na natureza, criando potencialmente um cenário de pesadelo”, disse ele.


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Bicho Sai Dos Lixos


Estimado leitor.

Estamos abrindo um espaço excepcional para a  Bicho Sai Dos Lixos , uma ONG que tem feito um trabalho muito bacana em ajudar animaizinhos abandonados por pessoas/donos irresponsáveis e sem coração, animais de rua e com problemas de saúde, tratando-os sempre com muito carinho e encontrando lares verdadeiramente amorosos e responsáveis para eles.

Esta ONG, infelizmente, está passando por momentos muito delicados e difíceis e pediu nossa ajuda, pois o estado em que se encontra é realmente calamitoso. Eles estão com seus estoques zerados e precisando muito da ajuda de pessoas e/ou empresas que possam doar sacos de ração para gatos e cachorros.

Também pedem o socorro de  veterinários  que possam estender a mão amiga e, caridosamente,  realizar castrações e vacinações, de forma a sempre manter os animaizinhos saudáveis, facilitar as adoções e evitar a proliferação descontrolada de animais.

Esta ONG é em Magé/RJ/Brasil.
Segue o contato da responsável (Telefone e WhatsApp):

 Mariângela Santiago 
 (21) 96757-0880 
ongbichos@gmail.com

E quem puder e quiser ajudar financeiramente uma ONG séria, dedicada e que faz um trabalho bem bacana, qualquer quantia é sempre bem-vinda. Para isso, seguem os dados bancários:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agência: 0995 Operação: 013
Conta Poupança: 1440437-3
Mariângela Santiago

A BICHARADA AGRADECE SUA AJUDA!


sábado, 23 de dezembro de 2017

Palestra de Shellyana (EXTRATERRESTRE) Através da Médium Mônica de Medeiros - [VÍDEO]


Uma vez por ano a Shellyanna (Uma Extraterrestre) se manifesta através da mediunidade da Mônica de Medeiros na Casa do Consolador em São Paulo. Como de costume, esse ano a palestra ocorreu dia 13 de dezembro de 2017 e foi transmitida ao vivo pela Rádio Vivência Espírita e Facebook Live.

Segue ao final da postagem, esta interessante palestra, que, acreditamos, muito há a acrescentar a todos aqueles que buscam tornarem-se seres melhores e compreenderem cada vez mais a si mesmos, ao universo e nossa relação com o Cosmo. Mas antes, vamos conhecer um pouco mais sobre Mônica de Medeiros e seus trabalho.

Quem é Mônica de Medeiros?

Mônica Medeiros, médica formada pela Universidade de Campinas (Unicamp), com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago, entre 1988 e 1990, quando se tornou membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Com 24 anos de experiência, Mônica se dedica há 13 anos a gerência médica de convênios e tornou-se servidora pública concursada selecionada em primeira chamada pelo Ministério da Saúde. Em hospitais de São Paulo, ocupou o cargo de chefe de equipes de cirurgia do trauma e, atualmente, trabalha em prontos socorros municipais na região de Taboão da Serra. Já em sua profissão espiritual, com visões e manifestações desde os seus cinco anos, em 1992, fundou o centro espiritualista Casa do Consolador, entidade filantrópica universalista de São Paulo. Na Casa, a doutora Mônica pratica a chamada medicina integrativa, um tipo de tratamento que trabalha a imposição das mãos, como o Reiki e o Johrei, às vezes com auxílio de entidades desencarnadas, passes mediúnicos, conceitos sobre vida após a morte, reencarnação e outras técnicas de percepção, estudo e manipulação bioenergética. 

Foi fundadora e presidente da Casa do Consolador, centro universalista com 15 anos de existência. A casa faz cerca de 7000 atendimentos por mês em reiki, cirurgia extra-terrestre, medicina espiritual e cromoterapia, umbanda pura, desobsessão, xamanismo, palestras, congressos, com cursos de escola de médiuns, cromoterapia, reiki, fraternidade branca. Nos 15 anos de existência já foram realizados mais de 270.000 consultas na área da saúde e 150 mil cirurgias extra-físicas. Atendimento a cerca de 900 pessoas carentes de São Paulo e a médica também é presidente da ONG Árvore da Vida, que protege animais em sofrimento.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Planta Amazônica pode ajudar doentes de Alzheimer a criar novos neurônios


Chamada de camapu, a planta amazônica tem o poder de produzir novos neurônios no hipocampo, sendo útil no tratamento de doentes de Alzheimer.

O caminho para um tratamento eficaz de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, pode estar bem mais perto do que você pensava. Uma substância encontrada no caule de uma planta amazônica poderá ser usada em medicamentos fitoterápicos para o combate ao Alzheimer.

A planta chamada camapu, encontrada nas regiões do interior do Pará e na periferia de Belém, é muito conhecida por sua atividade antiprotozoária e anti-inflamatória. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará descobriram que uma substância encontrada nessa planta tem o poder de estimular a produção de novos neurônios no hipocampo, região do cérebro associada à memória.

Com a produção de novos neurônios, estimulados pela substância, é provável que haja novas conexões entre as células do cérebro, revertendo à perda da memória recente, característica comum em doentes de Alzheimer.

Os cientistas também apostam que, ao usar o medicamento à base do camapu, também seja possível uma reversão da morte neural, muito comum em pacientes que apresentam depressão.

“Estamos falando da criação de novos neurônios, algo que não era possível a um tempo atrás”, diz Milton Nascimento dos Santos, do Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônicada da Universidade Federal do Pará.

Os testes já estão sendo feitos em ratos de laboratório; o próximo passo serão os testes clínicos e a viabilidade de produzir essa substância em larga escala. Hoje, sabe-se que uma das possibilidades de criar novos neurônios se dá através de exercícios para o cérebro.


domingo, 4 de setembro de 2016

Criança de uma Nova Raça Humana é descoberta na China - [VÍDEO]

Há muito tempo atrás, chegou a nosso conhecimento uma história que, baseada na teoria do Antigo Astronauta, versava sobre diversas raças extraterrestres e sua influência na criação da raça humana terrestre. Uma destas raças vindas de fora teria sido responsável por parte da herança genética dos povos do extremo oriente (chineses, japoneses, coreanos, tailandeses etc.), que teriam todos esta mesma origem ancestral. 

Quando acessamos a matéria abaixo, rapidamente nos recordamos da teoria acima. Baseados nisso, sugerimos que, talvez, esta criança esteja resgatando alguma informação genética muito antiga, que ficara adormecida em seu DNA por inúmeras gerações. Enfim... Entre mitos e verdades, somente o tempo e muitas pesquisas poderão determinar o que é realmente fato. Enquanto isso, segue a matéria que merece estar publicada aqui, no Filosofia Imortal. E cada leitor tire suas próprias conclusões a respeito.


Na cidade chinesa de Dahua vive uma criança de uma nova raça humana. O pequeno jovem Nong Yousui tem olhos azuis com brilho de néon no escuro tal como olhos de gato.

Nong Yousui consegue ver na escuridão tanto como nós conseguimos ver na luz. Os olhos dele, nem em habitantes das terras nórdicas habituados à escuridão são vistos. 


Após o seu professor partilhar as capacidades incomuns do jovem na Internet, um repórter inconformado de Pequim decidiu verificar as informações com alguns especialistas. Foram realizados alguns testes que confirmaram a capacidade do jovem em ver no escuro. O pequeno Nong Yousui é oficialmente o ser humano com a capacidade de ver no escuro.

De acordo com os especialistas, esta não é uma alteração aleatória. Esta alteração não é consequência de uma mutação, mas mais uma espécie de evolução.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

MÉDICO PHD faz denúncia alarmante: MICROCEFALIA não é causada pelo ZIKA VÍRUS e sim por VACINAS VENCIDAS

Autor do estudo: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD. Realizou estudo e assinou denúncia junto ao Ministério Público. Vale a pena conferir.

Microcefalia em Pernambuco e Brasil. Acabo de fazer uma denúncia assinada junto ao Ministério Público Federal. Ver abaixo:

Denúncia de Crime contra a população brasileira, uma sequência de erros e procedimentos grosseiros, realizados pelo Ministério da Saúde, SUS, seus institutos associados e suas autoridades constituídas, que provocaram e continuam provocando a atual crise de MICROCEFALIA (MC) em todo o Brasil. Análise mais detalhada e específica de dados e fatos referentes ao Estado de Pernambuco.

Autor: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD

Pós-doutor pelas universidades americanas de Harvard, Washington University em St. Louis e North Carolina State University; Doutor pela Washington University em St. Louis; Mestre e Bacharel em Física pela UFPE; Áreas de atuação: Ressonância Magnética, com trabalhos em neurologia, próstata, Física do Estado Sólido, entre outros.


RESUMO DESTA DENÚNCIA

A crise de Microcefalia (MC) que surgiu no Estado de Pernambuco, com um pico máximo de casos em novembro de 2015, não se deve ao vírus ZIKV e nem é uma epidemia. Quatro fatos-causa principais existem e claramente explicam os dados, números de casos e períodos das notificações. 

Os dados que aqui reporto e analiso estão sob o domínio público, na imprensa e Ministério da Saúde, podendo ser verificados. Não fui permitido acesso a dados mais completos e precisos oficiais, o que, ao meu ver, tornariam esta denúncia ainda mais evidente, por recuar o pico máximo da Microcefalia em Pernambuco para trás no tempo em um mês ou mais. Me atenho ao Estado de Pernambuco, em grande parte desta denúncia, pois é o que possui dados divulgados ao público de forma mais completa e também é o marco inicial da notificação compulsória da MC no Brasil. 

Os 4 fatos-causa que explicam o comportamento temporal do gráfico que apresento são: 

A) O pico máximo do número de casos em Pernambuco corresponde a um primeiro trimestre de gestação entre janeiro e abril de 2015 com nascimentos microcefálicos. Isso deve-se à vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo com a vacina tríplice, que contém o virus vivo da rubéola. No Ceará, esta vacinação contra o sarampo em mulheres no período fértil com a vacina tríplice continuou até meados de abril;  
B) O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação pelo Ministério da Saúde aumenta o pico e alarga a curva gráfica em torno do seu máximo;  
C) A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, nos dados para Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por um outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacinação contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, a partir do sexto mês de gravidez.; e  
D) O pico máximo de casos de Dengue no Estado de Pernambuco é entre 20 de março e 10 de abril de 2015 e isso requereria, por associação, desde que temos o mesmo mosquito vetor, um pico máximo no gráfico de Microcefalia entre final de dezembro e início de janeiro de 2016 e não em novembro de 2015 como tivemos. Isso, por si só, colocaria possíveis efeitos do ZIKV como causador de Microcefalia em importãncia menor e não como o principal causador da Microcefalia.


APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS GRÁFICOS ANEXOS

É necessário lembrarmos que uma gravidez humana tem em média 9 meses.

O gráfico da Microcefalia em Pernambuco, notificação-a-notificação no tempo, mostra um evento com máximo em cerca de 20 novembro de 2015, curva VERMELHA; a totalidade dos casos notificados é apresentada na curva AZUL. 

As curvas são baseadas em estatística muito simples, como as usadas para análise de epidemias. O número de casos é associado ao seu instante de notificação no tempo. 

Três retângulos coloridos registram, no gráfico, regiões de interesse: 

i) O retângulo vermelho, de 20 de setembro de 2015 a 18 de janeiro de 2016, marca a região da curva com notificações de Microcefalia em Pernambuco;  
ii) Tomando-se o centro do retângulo vermelho e recuando todo este retângulo vermelho 9 meses no tempo, uma gestação, temos o retângulo violeta. O retângulo violeta corresponde à região no tempo de 1 de janeiro a 30 de abril de 2015. Um nascimento de microcefálico na curva do retângulo vermelho tem, necessariamente, um início de gestação no retângulo violeta, data em média 9 meses anterior;  
iii) O retângulo amarelo, de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2015, corresponde à vacinação contra sarampo em Pernambuco pelo SUS. Devido possivelmente à Copa do Mundo de Futebol, muitos estados e em sua maioria no Nordeste, apresentaram sarampo em forma quase epidêmica, entre 2013 e 2014;  
iv) A curva vermelha e fina entre 15 de fevereiro e 30 de junho de 2015, com o seu máximo no início de abril, registra, para completude desta denúncia, a epidemia de Dengue em Pernambuco para 2015.

FATOS-CAUSAS, de A a D, acima:

A) VACINA TRÍPLICE: As chamadas públicas e oficiais para vacinação contra sarampo em Pernambuco, pelo Ministério da Saúde e SUS, foram de de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2014. Isso foi devido às centenas de casos de sarampo em PE e CE. 

No Ceará, a vacinação foi estendida até meados de abril de 2015 e inclusive com visitação para vacinação a domicílio. Nas chamadas oficiais, o convite é feito para a vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo. Se a mulher em período fértil engravidar em até 3 meses após a vacinação ou se estiver grávida, no início da gestação e não o souber, os efeitos do Rubella Virus da vacina tríplice são devastadores ao feto e são conhecidos há décadas. Problemas encefálicos, visuais ou cardíacos no feto/recém-nascido podem ser facimente encontrados na literatura deviso à rubéola. 

O que atualmente se divulga como sendo ZIKV é facilmente associado à rubéola. E tivemos sim uma grande vacinação com a vacina tríplice em Pernambuco no final de 2014. Segundo o gráfico de Microcefalia para Pernambuco, Fig. 1, o máximo da curva corresponde e pode ser associado à vacina tríplice usada para o sarampo. A microcefalia é então o efeito colateral do componente de rubéola da vacina tríplice para Sarampo, Cachumba e Rubéola. Este erro é grotesco e houve.

É preciso, também, ter em mente que o vírus da rubéola provoca, quando não o aborto, a síndrome da rubéola congenita e a microcefalia é apenas uma manifestação da tríade clássica: microcefalia, catarata e surdez.

Ver a fala do secretário de saúde de Pernambuco na época:


Esta chamada foi feita pelas várias secretarias de saude pelo nordeste, sob recomendação do Ministério da Saúde.

Devido à vacina tríplice em mulheres no período fértil, os casos de Microcefalia vão continuar até nove meses depois do término desta vacinação, mais o período inicial de atuação desta vacina no corpo da jovem, o que nos dá um total efetivo de pelo menos 12 meses após a vacina ter sido tomada. 

Como um outro fato exemplo, aqui está uma das chamadas para vacinação de sarampo no Ceará:



OBSERVAÇÃO

Não é o caso de vacinação com a vacina tríplice em mulheres grávidas. Isso pode até ter acontecido, erro grosseiro, mas não acredito ter sido a norma. Eu me refiro às mulheres que engravidaram após se vacinarem. 

Temos as nossas grandes festas culturais de final de ano de 2014 e o carnaval de 2015. Os gráficos apontam para inicio de gravidez entre janeiro a abril de 2015 em Pernambuco. E o efeito da vacinação de rubéola dura meses e estes estariam associados ao primeiro trimestre de gestação. 

Também, não estou me referindo a vacinas vencidas ou contaminadas, neste caso da vacinação contra o sarampo com a tríplice. Afirmo que a vacinação foi efetiva e de grande alcance nos postos de saúde de Pernambuco. 

A Microcefalia que se apresenta 9, 10, 11 ou 12 meses depois de uma jovem fértil ter sido vacinada com a tríplice é devido à componente da rubéola na vacina.


EXEMPLO

Por favor, notem este possível diálogo entre uma atendente em um posto de saúde e uma mulher jovem que foi tomar vacina de sarampo:

— Vim tomar a vacina de sarampo. Um conhecido meu está com sarampo.

Você está grávida?

— Não.

A sua carteira de vacinação… etc.

A jovem engravida nos próximos 3-4 meses e temos um percentual bem alto de casos de acometimento do sistema nervoso central do feto, devido a contaminação do feto no primeiro trimestre de gestação.

Nada mais claro do que isso para explicar como é que em Pernambuco a Microcefalia aparece com números descabidos em novembro de 2015, do litoral ao sertão, ao mesmo tempo. 

A vacinação de sarampo foi oficialmente satisfatória no estado, segundo a Secretaria de Saúde Estadual.

A explosão da Microcefalia em Pernambuco provoca o próximo fato-caso: 

B), abaixo.

B) NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA: O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação aumenta o pico máximo da curva no gráfico e a alarga em torno do seu pico para Pernambuco. 

Aqui em Pernambuco existiam obstáculos consideráveis, mesmo para médicos, para se aprofundar nos dados de microcefalia existentes na Secretaria Estadual de Saúde. A SES recebia a Declaração de Nascido Vivo (DNV) de todo estado para digitalizar e assim centralizava os dados. Acontece que a DNV não contém o dado antropométrico de perimetro cefálico, somente peso ao nascer, idade gestacional e Índice de Apgar. 

A notificação de defeito congenito (incluindo microcefalia) ficava dependente da observação do declarante (em geral um pediatra). Portanto, a única forma fiel de acessar dados sobre microcefalia era fazer uma busca ativa nos registros das maternidades. 

Provavelmente devido a isso, o Ministério da Saúde torna compulsória a notificação de casos de microcefalia em todo o Brasil no final de outubro de 2015. Mas, não está claro neste momento se todos os estados notificam a totalidade dos seus casos. 

C) VACINA DTP APÓS SEXTO MÊS DE GESTAÇÃO: Não fosse o “erro” operacional devido à vacinação de jovens no período fértil contra sarampo no Nordeste, dificilmente saberiamos do efeito da vacina DTP que está provocando Microcefalia em todo o Brasil presentemente.

Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacina dTpa contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, i. e., a partir do sexto mês de gravidez. A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, em Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por este outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. 

Em 2014, grande divulgação pública foi feita quanto à utização da vacina dTpa (o a significa acelular) como parte do protocolo pré-natal nacional de gestantes. Foi veiculado um acordo entre o MS-SUS para repasse da tecnologia de fabricação da dTpa no Brasil, com o apoio técnico do laboratório GlaxoSmithKline Pharmaceuticals (GSK). 

O instituto Butantan, que só produzia e ainda produz a DTP ou DTPw (com bactéria viva Bordetella Pertussis, da coqueluche atenuada) para o programa nacional de imunização, passaria a produzir a vacina sem a bactéria viva a vacina dTpa, usada no primeiro mundo.

A vacina DTP deixou de ser fabricada pela maior parte das indústrias farmacêuticas do mundo. O SUS ainda usa a DTP para vacinar as crianças de 2 meses a 7 anos. Foi também anunciado, em 2014, que o Ministério da Saúde adquirira a dTpa no mercado internacional, 4 milhões de doses, ao custo de R$ 87,2 milhões, que cobririam as 2,9 milhões de gestantes e adultos em 2015, mas que progressivamente substituiria a DTP pela dTpa para todos.


O problema com a vacina DTP ou DTPw (atenuada), que parou de ser usada nos EUA em 1995, é que ela causa, entre outras patologias, a microcefalia. É aqui que aparece o problema:

a) em meados de 2015, o Ministério da Saúde anuncia que não consegue comprar a dTpa no mercado internacional, pois está em “falta” e anuncia a sua troca pela vacina penta-valente, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan. 

Isso é bastante estranho, pois na rede privada de saúde do Brasil, uma gestante pode tomar, pagando, a dTpa que não se encontra em falta. 

Pergunto onde foram parar as 4 milnões de doses de dTpa para as gestantes e pessoal de saúde e que seriam usadas em 2015? 

Por que em 2105 toda e qualquer menção ao acordo de transferência de tecnologia para a produção de dTpa com a GSK somem no Brasil? 

Também, a própria vacina dTpa não é recomendada para uso em gestantes pelos laboratórios que as fabricam, e isso está escrito nas bulas destas vacinas.


D) O ZIKV: Uma causa e efeito devido ao ZIKV, necessariamente, acompanharia a epidemia causada pelo mosquito vetor. Não é o que a curva AZUL, Fig. 2, apresenta. 

Neste momento, e desde após o pico em Pernambuco, a curva tende a uma constante de casos por dia, o que requer, em qualquer estudo de epidemias, uma causa diária constante de contaminação. 

O mosquito vetor, Aedes Aegypti, é o mesmo para Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e ZIKV. É razoável considerar, ao menos em primeira ordem, que o período de uma epidemia de dengue estaria associada a uma epidemia de ZIKV no tempo. É o mesmo mosquito. O período de incubação da dengue no homem varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias; após este período surgem os sintomas de dengue; para o ZIKV isso está em estudo no momento. Mas o número de casos por dia é muito alto e se apresenta como uma constante, uma média de 15 casos dia desde o final de novembro de 2015. 

A causa de efeito constante, os casos de microcefalia, requer uma contaminação constante. A VACINA DTP, a versão usada pelo MS-SUS é esta causa, pois todas as grávidas devem se vacinar após o sexto mês de gestação. Temos aqui uma constante que não existia antes de novembro de 2014 e isso explica o porque de todo o Brasil est´å apresentando casos de microcefalia.

Para ZIKV a curva estaria aumentando, acompanhando o aumento do aedes, como temos na propaganda oficial massiça neste momento. Mas o comportamento do gráfico requer uma causa CONSTANTE! A dengue em Pernambuco foi entre 15 de fevereiro ao final de abril. Isso significaria, se fosse o ZIKV, que é o mesmo aedes da dengue, uma grande contaminação neste período. Acontece que isso deslocaria a curva da microcefalia para meados de janeiro de 2016 e esta não seria em novembro de 2015! 

O pico da dengue que está em 15 de abril, provocaria uma região de casos centrados em 15 de janeiro como temos aqui!

Dengue em PE 2015


Questiono, também, um dos marcadores usados para a identificação do ZIKV, o IgG, que aparece em contaminações pela rubéola/rubella, o que o torna inespecífico, exigindo, assim, uma procura pelo DNA do ZIKV, ou um marcador específico e único, para validar os testes de presença do ZIKV nas amostras provenientes de bebês com microcefalia.


CONCLUSÃO

Pelo que demonstro, as causas que provocaram e provocam o grande número de casos de microcefalia em Pernambuco estão associadas a 2 vacinas: 

a) a vacina tríplice erroneamente administrada a jovens no período fértil e b) a vacina usada para coqueluche no Brasil pelo MS-SUS. Pernambuco teve, acredito, 60 municípios com sarampo em 2014. Foi recomendação oficial da Secretaria de Saúde do estado de Pernambuco que a vacinação de sarampo fosse feita em toda a população vulnerável nestes municípios e em quem teve algum contato com os acometidos nestes municípios. Só esta constatação explica porque a microcefalia aparece por todo o estado de Pernambuco ao mesmo tempo. Mas isso é somente o pico máximo inicial da curva de microcefalia para PE. A largura do pico tem a ver com a notificação se tornar compulsória. As notificações atuais não mais tem a ver com a vacina tríplice. O estado atual de 15 casos por dia de microcefalia em Pernambuco está relacionado com a vacina DTP, DTPw (e suas outras siglas) para difiteria, tétano e pertussis, administrada a “todas” as grávidas a partir do sexto mês de gravidez.


RECOMENDAÇÕES

Parar toda e qualquer vacinação de grávidas ou jovens no período fértil em todo o Brasil!

É muito fácil verificar o que apresento aqui: 

1) Basta analisar as carteiras de vacinação das mães com crianças com microcefalia, por exemplo; 
2) Fazer o cruzamento dos dados do posto de vacinação municipal, nos 60 municipios de PE com a ocorrência de microcefalia com a vacinação de sarampo; 
3) Com dados oficiais completos, todo e qualquer estado da federação pode ter curvas de causa-efeito plotadas para microcefalia; 
4) Apurar as responsabilidades de todas as instituições e suas autoridades, nas pessoas dos seus representantes constituídos, pelos erros e procedimentos que estão provocando este grande número de casos de microcefalia em todo o País; e 
5) Acabar com esta aparente farsa que pretende singularizar o ZIKV pelos casos de microcefalia no País, quando temos duas causas gritantes que explicam o porque da quantidade absurda de casos de microcefalia no Brasil.

OBSERVAÇÃO FINAL

Me coloco à disposição do MPF para maiores esclarecimentos e para a transferência da grande quantidade de documentos, matérias e artigos científicos que pesquisei, para auxiliar as investigações.” Fonte: Apocalipse news

Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho.
22 de janeiro de 2016.


sábado, 19 de março de 2016

“Maconha é a cura do câncer”, afirmam cientistas em documentário revelador

Esta é uma matéria publicada no site Hypeness. Apesar de não fazermos apologia ao uso de qualquer droga, reconhecemos que estudos devem ser feitos, respeitados, divulgados e assumida uma postura mais sensata em relação aos resultados e uso dos componentes da Canabis no tratamento de doenças, se são realmente reportados resultados positivos nestes tratamentos.



No último dia 16 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial da União uma resolução que autoriza médicos brasileiros a prescreverem o canabidiol para seus pacientes. A substância derivada da maconha pode ser receitada apenas para o tratamento de epilepsias em crianças e adolescentes. Mas há ainda mais restrições nessa permissão.

Além de não autorizar o tratamento com canabidiol (CBD) para adultos, a resolução doConselho Federal de Medicina exige que os pacientes já tenham antes tentado usar medicamentos convencionais e não conseguido melhoras.

Outra restrição é que somente neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem receitar o CBD. E que fique claro: a resolução proíbe expressamente o uso medicinal da Cannabis in natura, assim como de qualquer outro derivado dela que não seja o canabidiol. Só daqui a dois anos essa norma será revista, quando os resultados de até então serão avaliados.

Por um lado, a permissão é um importante passo rumo ao fim do tabu que envolve a maconha no Brasil. Por outro, é ainda um avanço tímido. Porque, trocando em miúdos, a resolução é permitida apenas para um tipo de enfermidade, apenas para crianças e adolescentes, o CBD pode ser receitado apenas por alguns especialistas e apenas em último caso. Muito pouco quando comparamos à experiência internacional já acumulada no uso medicinal da erva, que envolve inclusive o tratamento para câncer com resultados excepcionais.

No YouTube é possível assistir a dois documentários que mostram isso. O primeiro se chama“Run From the Cure”, e conta a história de Rick Simpson.


Rick é um canadense nascido em 1949 que sempre trabalhou na área de saúde. No ano de 1997, ele sofreu um ferimento na cabeça e os médicos receitaram uma série de remédios, que Rick começou prontamente a tomar.

Passado algum tempo, ele não percebeu melhoras. Muito pelo contrário: sentia que os efeitos colaterais dos medicamentos estavam piorando sua situação. Já era 1999 quando Rick assistiu a um programa na TV sobre maconha medicinal e decidiu tentar a sorte. Um amigo conseguiu ilegalmente um baseado e o resultado foi que ele se sentiu muito melhor do que com as doses cavalares de comprimidos que vinha tomando. Mas, ao solicitar uma prescrição de maconha para seu médico, teve o pedido recusado.

Nos anos seguintes, o canadense vivenciou uma piora nos sintomas. Foi quando decidiu produzir o próprio remédio por sua conta e risco. Assim, Rick começou a plantar maconha, já com a ideia de produzir um óleo concentrado que potencializasse os efeitos medicinais da erva.




O óleo é feito cozinhando as flores da planta misturadas a solvente. No processo, a mistura vai sendo reduzida até ficar bem concentrada e com uma cor semelhante à da gasolina. Em média, 500 gramas de Cannabis produzem 56 gramas de óleo.




Consumindo pequenas doses diárias do remédio caseiro, logo Rick viu sua vida retornar à normalidade. A pressão sanguínea caiu, o sono voltou, as dores foram embora. Mas o mais incrível viria a acontecer no ano de 2003, quando ele teve que retirar um câncer de pele. Algumas semanas após a cirurgia, o tumor voltou. Rick aplicou o óleo de maconha medicinal direto na área afetada e cobriu apenas com um band-aid. Poucos dias depois, o câncer simplesmente tinha desaparecido.

Percebendo que tinha nas mãos um remédio poderoso, barato e sem efeitos colaterais que a maioria das pessoas desconhecia, Rick decidiu compartilhar gratuitamente sua descoberta com o mundo. No primeiro ano, foram tratadas cerca de 50 pessoas com problemas de pele diversos. No ano seguinte, o óleo produzido por Rick foi bem sucedido no tratamento de um homem com um melanoma inoperável. E, de 2003 até hoje, já foram mais de 5 mil pacientes medicados com o óleo da maconha, que sofriam de tipos diversos de câncer, diabetes, epilepsia, dores crônicas, glaucoma, úlceras, enxaqueca, ansiedade, depressão e outros males.



A história de Rick Simpson se soma ao documentário “Maconha, a Cura do Câncer”, também encontrado no YouTube, para mostrar como a discussão lá fora já está uns tantos quilômetros à frente do cenário brasileiro.


O filme faz um apanhado geral sobre a história do uso da maconha pelo homem e de como a sua proibição foi uma invenção recente. Até então, remédios baseados na Cannabis faziam parte da maleta dos médicos, sendo usados para tratar dores do parto, reumatismo e transtornos nervosos. Eram inclusive receitados a bebês, para que parassem de chorar por conta das dores de dente.



Foi no início do século XX que a maconha passou a ser perseguida. Com o surgimento das drogas criadas quimicamente, a indústria farmacêutica começou o lobby anti-cannabis para eliminar a concorrência. Em 1937, uma lei aprovada pelo congresso dos EUA proibiu médicos de receitar maconha. Em 1942, já não existia mais nenhum remédio baseado no cânhamo nas farmácias do país.

A guerra contra a maconha durou décadas. Até que a pressão popular fez com que alguns estados norte-americanos revertessem esse cenário, aprovando legislações próprias para oferecer tratamentos alternativos a seus habitantes. A Califórnia foi o primeiro, com sua lei sobre maconha medicinal que data de 1996. De lá para cá, mais de 20 outros estados aprovaram leis semelhantes.




A sequência do filme foca nas várias descobertas científicas dos anos recentes envolvendo o uso terapêutico da erva. Entre elas está o trabalho do pneumologista Donald Tashkin, da Universidade da Califórnia. Em um estudo realizado com 600 pessoas, o pesquisador demonstrou que a incidência de câncer pulmonar em quem fuma maconha diariamente é menor do que a que ocorre em quem não fuma nada.

A tese levantada pelo filme é a de que os canabinoides promovem a morte de células cancerígenas, deixando as saudáveis intocadas. Isso porque, ao longo da evolução, nosso sistema nervoso desenvolveu um processo interno que regula uma porção de funções fisiológicas (fome, sono, relaxamento, etc), de forma muito parecida à ação da maconha. Por conta da semelhança, a ele foi dado o nome de sistema endocanabinoide. O que a erva medicinal faz é estimular e reforçar esse sistema natural que já está lá no corpo humano.


Algumas estatísticas apontam que uma em cada três pessoas pode vir a ter câncer durante a vida. E se a cura já existe, mas não está acessível por ser considerada crime? Que direito alguém tem de dizer a uma pessoa com câncer se ela pode ou não tentar determinado tratamento?

O CBD, que acaba de ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, é apenas um entre os mais de 420 ativos químicos com propriedades medicinais encontrados na Cannabis. Será que cada paciente brasileiro que pode ser tratado com maconha terá de viver a mesma epopeia que o canadense Rick Simpson?

Contra o tabu e o preconceito, nós do Hypeness temos apenas uma coisa a dizer: pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo. Já passou da hora de mudar o status da relação com a Cannabis. Assista aos documentários e tire suas conclusões.


Fonte: hypeness.com.br