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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Salmão de Viveiro da Noruega – Alimento Mais Tóxico do Mundo.


Uma ampla investigação a nível mundial mostra os segredos da indústria do peixe. Cientistas confirmam, por exemplo, que o salmão de viveiro é o alimento mais tóxico do mundo. Na Noruega, Vietname ou Suécia, o peixe tornou-se numa indústria com enormes fábricas de alta tecnologia, onde são usadas toneladas de produtos químicos para alimentar milhões de peixes. Por exemplo, cerca de 50% do bacalhau nasce com deficiências genéticas.
É uma questão de saúde pública. E não há regulador neste mundo que atue em defesa do consumidor.

DOCUMENTÁRIO COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS:



DOCUMENTARY IN ENGLISH:



Salmonopoly – Outro documentário muito esclarecedor, “Salmonopoly“, foi realizado por Wilfried Huismann e Arno Schumann e leva-nos a outras paragens e a outros segredos deste “negócio”.

Marine Harvest é a maior preocupação mundial no que diz respeito a aquicultura. Produz mais de 100 milhões de salmões de viveiro por ano e fornece os consumidores na Europa, EUA e Japão. Mas a que preço?

Este império global é dirigido por John Fredriksen, um “self-made man” e um dos mais ricos do mundo. Na sua casa norueguesa, autodenomina-se de “grande lobo”; “verde”, “duradouro” e “transparente”. Mas a realidade contradiz a filosofia da empresa, especialmente no Chile, onde a Marine Harvest é de longe o maior produtor, com cerca de 70 viveiros de peixe.  O Chile, com a sua legislação que deixa muito a desejar, é um paraíso para os investidores.

Tudo o que é proibido aos produtores de salmão na Europa é permitido no Chile, tendo como resultado após 18 meses de criação, um salmão carregado de químicos. Em Abril de 2008, para melhorar a imagem da aquicultura intensiva de larga escala, Marine Harvest firmou uma parceria com a WWF. Com um donativo de 100.000 euros por ano, Marine Harvest pode usar o logótipo do panda da WWF, para fazer propaganda do seu salmão de viveiro produzido industrialmente.

Totalmente suspeito ecologicamente, mas muito bem-sucedido economicamente: após um colapso durante a crise financeira, as ações da companhia subiram 270 por cento no verão de 2009. John Fredriksen é o protagonista deste “eco-thriller” posicionado no mundo obscuro de um gigante alimentar global.


SALMONOPOLY EN ESPAÑOL:




SALMONOPOLY IN ENGLISH:

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

COCA-COLA Brasileira tem MAIOR TAXA de Produto CANCERÍGENO no Mundo


A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração do 4-metil-imidazol (4-MI), produto presente no corante Caramelo IV e classificado como cancerígeno nos Estados Unidos, de acordo com informações da assessoria de imprensa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Conforme o Idec, a Coca-Cola do Brasil tem nove vezes mais o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que fixou a quantidade máxima de consumo diário de 39 ml do refrigerante por dia. Nos EUA, a empresa alterou a fórmula do produto para diminuir a concentração do 4-MI, segundo o jornal britânico Daily Mail. No Reino Unido, ativistas favoráveis a uma alimentação saudável para crianças querem que a empresa tome a mesma medida.

De acordo com o levantamento, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 cmg do corante em 350 ml. Na Coca-Cola vendida no Quênia, que ficou na segunda posição, há 170 cmg para cada 355ml. A pesquisa, realizada pelo Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest, em inglês), de Washington testou a quantidade da substância nas latas vendidas também no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos. Procurada, a empresa ainda não se manifestou sobre a pesquisa.

Procurada, por meio de nota a Coca-Cola respondeu que a quantidade do 4-MI presente no corante caramelo utilizado nos produtos é "absolutamente segura" e que os índices do ingrediente apontados em amostra brasileira pela pesquisa estão dentro dos padrões aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A empresa afirmou ainda que não vai alterar sua fórmula e que mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. "Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", diz a nota.

Conforme a empresa, ela se orienta por evidências científicas sólidas para garantir que os produtos são seguros e a Coca-Cola Brasil produz bebidas rigorosamente dentro das normas e observando as regras sobre quantidades e ingredientes recomendadas. 'O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade", completa.

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Relembrando, que esta questão não está apenas relacionada com a Coca-Cola, mas também com a Pepsi, de acordo com este artigo do Daily Mail.

Veja a explicação abaixo, retirada do artigo:

O que é a substância carcinogênica na Coca-Cola e Pepsi?

A cor dos refrigerantes vem parcialmente partir do 4-metilimidazole (4-MI), um produto químico que se forma na produção do corante de caramelo.

Coca-Cola, Pepsi e outros fabricantes insistem que ele é seguro em doses baixas encontradas em bebidas.

Mas estudos têm mostrado que a exposição a longo prazo ao produto químico causa câncer de pulmão em ratos, e as autoridades de saúde na Califórnia decidiram que os produtos com mais de 29 mcg (0.029 mg) devem levar uma advertência de saúde.

Quando a pesquisa do Centro para Ciência no Interesse Público, um grupo de campanha, as latas encontradas continham quase 140mcg, todas as empresas de refrigerante em todos os EUA foram forçadas a cortar os níveis.

Ativistas dizem que o consumo diário de alimentos com 30mcg de 4-MI causaria câncer em uma em cada 100 mil pessoas ao longo de suas vidas.

Mas a FDA (Food and Drug Administration) diz que alguém precisaria beber mais de 1.000 latas de cola todos os dias para atingir os níveis que causaram câncer em ratos de laboratório.
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Resolvemos enviar uma pergunta para o SAC da Coca-Cola, questionando a quantidade de  4-metil-imidazol (4-MI) utilizada no Brasil e recebemos o que acreditamos ser a resposta padrão (copy&paste) que dão para qualquer um que ouse questionar a segurança no consumo dos refrigerantes da Coca-Cola.

A Coca-Cola agradece a sua visita ao nosso site!
 Informamos que a quantidade de corante caramelo IV utilizado em nossos produtos é absolutamente segura, e está de acordo com os valores definidos pela Comissão do Codex Alimentarius (orientações relacionadas a alimentos seguidas internacionalmente),  e pela ANVISA. Para ultrapassar os limites estabelecidos para consumo do corante caramelo IV a pessoa precisaria consumir diariamente 80 litros de refrigerante.
Assim, a quantidade de 4-MI ingerida pelo consumo de refrigerantes não é considerada significativa ou indicativa de risco à saúde humana.
Nós, da Coca-Cola Brasil, buscamos um elevado padrão de qualidade e segurança nos nossos produtos. Essa é a nossa mais alta prioridade!
Coca-Cola Brasil.
Abra Felicidade! 

Fizemos mais um questionamento em relação à quantidade exata da substância nos refrigerantes brasileiros e ainda aguardo a resposta.

Veja também a discussão sobre o assunto no Fórum Anti-NOM.

Fontes:


Leia também:

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O Veneno Está na Mesa - [VÍDEO]


O filme vem mostrar como estamos nos alimentando mal por conta de um modelo agrário baseado no agronegócio. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para toda a população do campo e das cidades, que consomem os produtos agrícolas com agrotóxicos.



Assista também ao segundo filme, de 2014:



terça-feira, 11 de novembro de 2014

13 tecnologias para obter ÁGUA LIMPA em tempos de seca

De acordo com representantes da Organização Mundial de Meteorologia, o ano que vem ainda deve ser de seca em São Paulo. As reservas de água do estado estão nos menores níveis já registrados.

Entre as armas para combater a falta d’água, está a tecnologia. Diversos produtos já foram criados tanto para produzir quanto para purificar água. A seguir, reunimos alguns deles.


LifeStraw

Uma fina membrana capaz de remover quase 100% de bactérias e protozoários presentes na água é o segredo do LifeStraw, dispositivo vendido pela empresa suíça Vestergaard. Disponível nas versões canudinho, garrafinha e balde, o LifeStraw está à venda por preços que variam entre cerca de 50 e 190 reais. Nos três modelos, a água é filtrada por essa membrana que retém as impurezas e torna-se potável.



Lifesaver

O Lifesaver leva a tecnologia do Lifestraw um passo adiante. Além de filtrar bactérias e protozoários, esse dispositivo também retém vírus. Para isso, ele conta com uma rede com furos de 15 nanômetros (ou 0,000015 centímetro).

O Lifesaver está disponível em versões de garrafinha e de galões de 5 e 18,5 litros. Para se ter uma ideia da eficiência do produto, os criadores afirmam que é possível filtrar urina por até quatro vezes seguidas no dispositivo. Isso justifica os preços, que variam entre 470 e 800 reais.



Waterair

O Waterair é outro dispositivo de capaz de captar a umidade presente no ar e transformá-la em água potável. Para funcionar, a máquina brasileira precisa de uma fonte de energia e níveis de umidade do ar superiores a 10%. Quando ligada, ela absorve a umidade, condensa-a e filtra a água resultante – que então passa por um processo para se tornar potável. Versões capazes de produzir 30, mil e 5 mil litros de água por dia custam, respectivamente, 6 mil, 120 mil e 350 mil reais.



Jarra radiológica

A empresa Seychelle comercializa na internet uma jarra que capaz de remover da água metais pesados (como chumbo e mercúrio) e 99% de contaminantes radiológicos – como urânio e césio. O produto foi desenvolvido para locais em que houve acidentes com radiação e está à venda por cerca de 250 reais.



Mitto

O Mitto é um sistema de captação e filtragem de água de chuvas, rios e outras fontes criado por estudantes canadenses. Por meio de uma tela externa de plástico, ele capta a água, que é encaminhada para um filtro interno. O Mitto tem capacidade de armazenar até meio litro de água.



PlayPump

Em algumas partes do mundo, conseguir água virou brincadeira de criança. Tudo por conta do PlayPump.

Esse dispositivo é baseado num gira-gira, aquele brinquedo no qual um grupo de crianças ficam sentadas rodando. No PlayPump, o movimento gerado por quem usa o brinquedo é usado para puxar água do subsolo.

Do lado de fora, um tanque de polietileno armazena e filtra a água. Segundo os criadores, um PlayPump é capaz de captar cerca de 1.400 litros de água por hora.



Banana

Pesquisadores brasileiros descobriram que a casca de banana consegue filtrar pesticidas que possam estar presentes na água.

Para isso, eles secaram cascas da fruta num forno de 60°C por um dia. Depois, trituraram e peneiraram o material. Com o pó em mãos, misturaram-no à água e agitaram por 40 minutos.

Ao fim do processo, 90% dos pesticidas contidos na água foram absorvidos pela casca de banana.



Plasma

O cientista Alfredo Zolezzi criou um aparelho que purifica água transformando-a em plasma. O plasma é o estado da matéria no qual os átomos perdem sua cobertura de elétrons e ficam todos desordenados – como acontece no Sol, por exemplo.

A invenção consiste num tubo de 30 centímetros alimentado com eletricidade. Nele, a água é acelerada e recebe uma descarga elétrica. Isso a transforma em plasma, destruindo vírus e bactérias. O produto final é uma água mais pura do que a que chega às nossas casas hoje.



H2PrO

O H2prO é um dispositivo criado pela australiana Cynthia Sin Nga Lam, de 17 anos. A máquina é capaz de gerar energia e purificar água ao mesmo tempo.

Para isso, o H2prO conta com redes de titânio nas quais circula água. Quando exposto ao sol, o titânio reage com a água e separa suas moléculas de hidrogênio e oxigênio.

Depois que o hidrogênio é usado para produzir energia, o H2prO o recombina com o oxigênio – produzindo água limpa.



Turbinas AW

O holandês Piet Oosterling é o criador das turbinas AW. Além de produzir energia, essas turbinas são capazes de extrair água do ar.

A invenção funciona assim: quando o ar passa pela turbina, ele é resfriado, de maneira que a água contida nele se condense e possa ser armazenada.

Em condições ideais, os criadores estimam que uma turbina AW consiga produzir 7.500 litros de água por dia.



WarkaWater Tower

As WarkaWater Towers são estruturas feitas de junco e bambu. Por meio de uma tela interna de plástico, essas estruturas conseguem filtrar a umidade da atmosfera e condensá-la, fornecendo quase 100 litros de água por dia.

Elas foram criadas pelo arquiteto italiano Arturo Vittori e tem design inspirado numa árvore da Etiópia.



Bolhas

O engenheiro José Gilberto Dalfré Filho criou um método de desinfecção de água baseado em bolhas.

Nessa técnica, um jato de alta pressão é disparado num reservatório de água. Isso forma bolhas, que crescem até estourar. Quando estouram, elas liberam uma tensão tão alta que rompe as células de organismos que possam estar na água.



Celular

Nos bairros pobres de Angola, a torneira mais próxima pode ser achada com uma mensagem de celular. O serviço é fruto de uma parceria entre a agência de socorro Development Workshop e a associação de operadoras Mobile Enabled Community Services.

Quando quer água, o angolano envia uma mensagem de texto para o serviço, que indica a torneira em funcionamento mais próxima.


Fonte: EngenhariaÉ

sábado, 26 de abril de 2014

Chemtrail vira matéria de Jornal Brasileiro!


Nesta terça feira dia 22 de Abril de 2014, o Diário do Estado, maior jornal do norte de Mato Grosso do Sul publicou um artigo sem precedentes no que diz respeito à atual conjuntura da mídia brasileira. 

Trata-se do mais completo artigo já publicado no Brasil sobre a geoengenharia global. Escrito pelo pesquisador catarinense Oberon de Mello, o texto aborda de forma séria e metódica a questão, apresentando um panorama completo sobre a ação da geoengenharia nos céus do Brasil e de todo o mundo. 

Agradecemos a iniciativa do jornalista Walter Luiz pelo seu pioneirismo dentro da mídia, oportunizando a divulgação de tão importante e sonegado assunto.


Fonte: chemtrailbrasil.blogspot.com.br

Leia mais sobre o assunto em:



quarta-feira, 12 de março de 2014

CERVEJA: você está bebendo TRANSGÊNICO?

Sem informar consumidores, Ambev, Itaipava, Kaiser e outras marcas trocam cevada pelo milho e podem estar levando à ingestão inconsciente de OGMs


Por Flavio Siqueira Júnior* e Ana Paula Bortoletto*

Vamos falar sobre cerveja. Vamos falar sobre o Brasil, que é o 3º maior produtor de cerveja do mundo, com 86,7 bilhões de litros vendidos ao ano e que transformou um simples ato de consumo num ritual presente nos corações e mentes de quem quer deixar os problemas de lado ou, simplesmente, socializar.

Não se sabe muito bem onde a cerveja surgiu, mas sua cultura remete a povos antigos. Até mesmo Platão já criou uma máxima, enquanto degustava uma cerveja nos arredores do Partenon quando disse: “era um homem sábio aquele que inventou a cerveja”.

E o que mudou de lá pra cá? Jesus Cristo, grandes navegações, revolução industrial, segunda guerra mundial, expansão do capitalismo… Muita coisa aconteceu e as mudanças foram vistas em todo lugar, inclusive dentro do copo. Hoje a cerveja é muito diferente daquela imaginada pelo duque Guilherme VI, que em 1516, antecipando uma calamidade pública, decretou na Bavieira que cerveja era somente, e tão somente, água, malte e lúpulo.

Acontece que em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam o mundo com a publicação de um artigo científico no Journal of Food Composition and Analysis, indicando que as cervejas mais vendidas por aqui, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.

Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que consta como ingrediente “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera, mas estão de acordo com a legislação brasileira, que permite a substituição de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.

Agora pense na quantidade de cerveja que você já tomou e na quantidade de milho que ela continha, principalmente a partir de 16 de maio de 2007.

Foi nessa data que a CNTBio inaugurou a liberação da comercialização do milho transgênico no Brasil. Hoje já temos 18 espécies desses milhos mutantes produzidos por Monsanto, Syngenta, Basf, Bayer, Dow Agrosciences e Dupont, cujo faturamento somado é maior que o PIB de países como Chile, Portugal e Irlanda.

Tudo bem, mas e daí?

E daí que ainda não há estudos que assegurem que esse milho criado em laboratório seja saudável para o consumo humano e para o equilíbrio do meio ambiente. Aliás, no ano passado um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas dessas multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos: se fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos horrendos surgiam rapidamente nas pobres cobaias. O pior é que o poder dessas multinacionais é tão grande, que o estudo foi desclassificado pela editora da revista por pressões de um novo diretor editorial, que tinha a Monsanto como seu empregador anterior.

Além disso, há um movimento mundial contra os transgênicos e o Brasil é um de seus maiores alvos. Não é para menos, nós somos o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, mais da metade do território brasileiro destinado à agricultura é ocupada por essa controversa tecnologia. Na safra de 2013 do total de milho produzido no país, 89,9% era transgênico. (Todos esses dados são divulgados pelas próprias empresas para mostrar como o seu negócio está crescendo)

Enquanto isso as cervejarias vão “adequando seu produto ao paladar do brasileiro” pedindo para bebermos a cerveja somente quando um desenho impresso na latinha estiver colorido, disfarçando a baixa qualidade que, segundo elas, nós exigimos. O que seria isso se não adaptar o nosso paladar à presença crescente do milho?

Da próxima vez que você tomar uma cervejinha e passar o dia seguinte reinando no banheiro, já tem mais uma justificativa: “foi o milho”.

Dá um frio na barriga, não? Pois então tente questionar a Ambev, quem sabe eles não estão usando os 10,1% de milho não transgênico? O atendimento do SAC pode ser mais atencioso do que a informação do rótulo, que se resume a dizer: “ingredientes: água, cereais não maltados, lúpulo e antioxidante INS 316.”

Vai uma, bem gelada?


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Alemanha é Primeiro País a Admitir Operações Clandestinas de Chemtrails

Para aqueles que têm pesquisado sobre o fenômeno chemtrail e operações secretas de governo globais, a fim de manipular os experimentos climáticos ou biológicos não pode perder esta notícia vinda da Alemanha.


O relatório emitido pelo canal RTL Internacional declara e garante que: “Aviões militares do Exército Federal Alemão estão manipulando nosso clima, é isso que os pesquisadores e especialistas em clima presumiram e suas suspeitas foram confirmadas …”

E abaixo do artigo:

“Podemos dizer com 97% de confiabilidade que estão despejando chemtrails comprimidos por polímetos contendo partículas finas e metais usados ​​para distrair e confundir os sinais de radar”.



Isso é o que é dito no vídeo:

“Este é o seu principal objetivo, mas eu fiquei muito surpreso por essas nuvens artificiais serem tão difundidas. As imagens de radar são surpreendentes, considerando as toneladas necessárias de elementos dispersos. No entanto, os militares dizem que são apenas pequenas quantidades de material, que foi propagada. Fabricantes do exército afirmam que as substâncias utilizadas não são prejudiciais ".
“Nos Estados Unidos há protestos continuamente por muitos anos contra estas operações militares e agora as pessoas estão se mobilizando na Alemanha também. Um exemplo é o de Johannes Remmel do Partido dos Verdes."
“É óbvio que as regiões enormes estão sendo poluídas com ações clandestinas e tudo isso tem que ser liberado de uma só vez. O governo deve dar explicações para as pessoas que estão suspeitando que algo não está certo."

Sem dúvida, foi editado em uma TV através das notícias e o reconhecimento por parte do militar alemão que opera os chemtrails é um passo significativo na luta que temos tido para descobrir por que os nossos governos estão espalhando produtos químicos atmosféricos sob a cabeça da população.

Aqui deixo um estudo italiano, dos famosos rastros químicos e suas patentes correspondentes nos EUA, listadas aqui.

Imprescindível a leitura deste documento para qualquer pessoa que tenha se perguntado sobre chemtrails, está tentando organizar suas ideias a respeito, tendo a  intenção de fazer análises das substâncias, fotografar ou que queira conhecer os nomes das pessoas que tem investigado o fenômeno em todo o mundo.

A edição da publicação "El Discípulo", ano 3, outubro de 2010, é uma monografia dedicada aos rastros químicos. A edição especial é impressa, mas também está disponível em formato eletrônico.

Os artigos foram elaborados pelo excelente Massimo Rodolfi, editor (edições Draco), professor e escritor, com base em estudos científicos conclusivos e ensaios informativos. O trabalho de Rodolfi, animado por um senso de ética raros agora, merece atenção: ele tem construído uma soma de "a questão chemtrails," analisando com extraordinária habilidade e estilo ágil, tingindo com ironia, os vários tratamentos do tema, desde as falsas previsões meteorológicas e a Síndrome Morguellons, até a guerra do clima e os filamentos de polímeros, etc.

Certamente outros países também se manifestarão sobre tal assunto. E sempre subestimando a inteligência do povo, com argumentações descabidas.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Vinicultor francês é processado por NÃO usar agrotóxicos!

Um vinicultor da região de Côte-d'Or, na Borgonha francesa, está sendo processado pela prefeitura local por se recusar a usar agrotóxicos em sua produção.


A família de Emmanuel Giboulot, em sua propriedade de dez hectares, se dedica à produção biodinâmica –na qual, além de refutar o uso de elementos químicos, leva-se em conta fatores como a influência do sol e da lua sobre as plantas e a preservação da biodiversidade local.

Por causa dessa tradição, o produtor se recusou a seguir um decreto, emitido em junho pela prefeitura, que obriga todos os vinicultores a fazer ao menos uma aplicação de inseticida em suas vinícolas.

A medida foi tomada como forma de combate à cicadela, praga que causa a flavescência dourada, doença que prejudica as videiras; não foram identificados focos da praga nas propriedades próximas à de Giboulot, mas, em 2011, a cicadela devastou a região de Saône-et-Loire, ao sul de Côte-d'Or.

Depois de uma inspeção feita em julho pelo Serviço Regional de Alimentação, Giboulot foi convocado a comparecer ao tribunal em 12 de novembro para se explicar, mas a audiência foi postergada e ainda não tem data para ocorrer.

Por desobedecer o decreto, o produtor corre o risco de ser penalizado em 30 mil euros (R$ 97 mil) e até seis meses de prisão. Uma página no Facebook foi criada em apoio a ele.

"Eu estou muito ciente do perigo que essa doença pode representar, mas me parece completamente desmesurado fazer um tratamento sistemático se não foi verificado nenhum foco [da praga em Côte-d'Or]", disse Giboulot ao site francês Basta!.

"[Um tratamento com agrotóxicos] significa destruir uma parte da fauna auxiliar, que gera o equilíbrio de nosso vinhedo –cultivamos uvas de forma biodinâmica há 43 anos", completou.

Giboulot se opõe até ao único pesticida aceito por produtores orgânicos, feito a partir de plantas secas –ele não seria "seletivo" e, portanto, destruiria a fauna e flora auxiliares da mesma maneira.

Fonte: Folha