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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

"Campos de Concentração" no Ceará Confinavam Mais de 70 Mil Pessoas


O recente tombamento do sítio arquitetônico do "Campo de Concentração do Patu”, no Ceará, revela um capítulo pouco conhecido da história do Brasil. No início da década de 1930, o local servia para confinar milhares de pessoas que fugiam da seca que atingia o nordeste. O objetivo era evitar que os retirantes chegassem a outras cidades, principalmente Fortaleza, capital cearense.

As ruínas da construção ficam na cidade de Senador Pompeu, a 270 quilômetros de Fortaleza. Oficialmente, 16.221 pessoas ficaram concentradas no local, sob alegação de que estariam sob a proteção do governo. De acordo com historiadores, lá elas eram expostas a uma série de sofrimentos e privações. Muitas delas morreram de inanição e de doenças, como tifo. Os retirantes também seriam explorados como mão-de-obra escrava, trabalhando de forma forçada em obras públicas.


Na época, outros seis campos com a mesma função foram instalados no Ceará. Ao menos 73.918 retirantes ficaram confinados nesses locais, segundo registros do jornal O Povo. “Foi absolutamente cruel, mas houve discursos humanistas. O discurso era que o confinamento seria para cuidar das pessoas, mas passaram a morrer oito, nove, dez pessoas por dia”, disse Kênia Rios, historiadora e professora da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ela conta que resolveu estudar os campos de concentração para entender como os ricos tratam e isolam os pobres, em casos como esse.


O isolamento das pessoas de baixa renda dos grandes centros urbanos não era o único propósito dos campos. Na época, a ideia do darwinismo social era popular e ajudava a justificar iniciativas como essas. De acordo essa teoria, algumas sociedades seriam superiores às outras. Esse conceito motivou as ideias de eugenia, racismo, fascismo e nazismo.


O darwinismo social tinha entre seus seguidores Getúlio Vargas."Para se ter uma ideia, na Constituição de 1937, há um artigo [Art. 138] que diz que o Estado teria que 'estimular a educação eugênica'", disse Valdecy Alves, advogado e ativista dos direitos humanos, em entrevista ao portal Deutsche Welle. De acordo com ele, que é natural de Senador Pompeu, essa teoria era usada como justificativa moral para a implantação dos campos. Esses locais foram desativados em 1933. O número de mortos nunca foi oficialmente contabilizado. 




Fontes: Deutsche Welle e EBC

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Com Prisão de Assange, Wikileaks Expõe Base Lunar Secreta dos EUA


A prisão de Assange é escandalosa em vários aspectos, e um deles é o esforço dos governos, e não é só do governo dos EUA… Os esforços para silenciar um jornalista que estava produzindo materiais que as pessoas no poder não queriam que a multidão conhecesse… Isso é basicamente o que aconteceu. O Wikileaks estava produzindo coisas que as pessoas deveriam saber sobre quem está no poder, as pessoas no poder não gostam disso. Portanto, temos que silenciá-lo. – Noam Chomsky

A ideia de que algo estranho possa estar acontecendo na Lua não é de todo improvável. Na verdade, considerando todas as informações que estão disponíveis no domínio público sobre o assunto, é difícil ver como isso não seja fato. Vamos chegar a algumas dessas informações mais adiante neste artigo; mas primeiro, vamos chamar nossa atenção para um estranho documento do Wikileaks intitulado “Report That UR Destroyed Secret US Moon Base” (Relatório Que a UR Destruiu Base Lunar Secreta dos EUA).

Infelizmente, o documento não é um documento eletrônico, portanto, o acesso ao seu conteúdo completo não está disponível online. Para qualquer pessoa realmente interessada em ler a coisa toda, uma solicitação através do Ato de Liberdade de Informação (FOIA) pode ser uma opção.

Sem especular aqui, podemos concluir que seja um relatório sobre possíveis guerras espaciais que estão ocorrendo no mundo secreto. O título do documento, por si só, não apenas expõe a realidade dessas supostas guerras, mas também a possibilidade de uma “base lunar secreta” pertencente aos Estados Unidos que aparentemente estava em operação até ser destruída pela “UR”. (União Soviética)

Você pode ver o arquivo do Wikileaks clicando aqui.


Então, que outras informações existem, além deste documento, mostrando que algo estranho está acontecendo na Lua? Há muita informação, por isso é difícil saber por onde começar.

Primeiro de tudo, a ideia de bases na Lua tem sido uma discussão aberta dentro do governo há muito tempo, embora a informação não seja fácil de encontrar, mas está definitivamente lá fora. Um documento do próprio escritório de publicação do governo é um ótimo exemplo. Isso mostra claramente que um dos objetivos do governo dos Estados Unidos é construir uma base na Lua, e isso foi em 1966. (fonte)

Uma parte do documento faz referência aos presidentes Kennedy e Johnson, em uma declaração da HON. George P. Miller:


Também acredito que podemos e alcançaremos a meta estabelecida pelos presidentes Kennedy e Johnson: um pouso tripulado na Lua antes de 1970. Minha própria confiança em nossa ciência e tecnologia em rápida evolução é tal que consigo visualizar muitas realizações mais dramáticas pela frente, embora eu não fixarei nenhuma data para elas. 1. A exploração da superfície lunar e possivelmente o estabelecimento de uma ou mais bases permanentes por lá.

Além disso, documentos de décadas foram desclassificados discutindo este tópico, mostrando quão sérios e possíveis foram os avanços com essas intenções.

Dê uma olhada na foto do documento abaixo, tirada da sala de leitura eletrônica da CIA, na forma de um memorando que foi endereçado ao diretor da CIA a respeito de ‘Pensamento Militar (Top Secret)’ pelo Tenente-General (patente dos EUA) Korenevskiy.


O documento acima realmente entra em detalhes sobre a importância de se armar o espaço. Isso traz à mente outro documento do Wikileaks, na forma de um e-mail que foi enviado ao político John Podesta pelo Dr. Edgar Mitchell, astronauta da Apollo 14 e Dra. Carol Rosin. Ele diz o seguinte:


Prezado John,

Devido ao fato da corrida Guerra Espacial estar esquentando, achei que você deveria estar ciente de vários fatores, já que você e eu agendamos nossa conversa no Skype. Lembre-se, nossa ETI (Inteligência Extraterrestre) não-violenta do universo contíguo está nos ajudando a trazer energia de ponto zero para a Terra. Eles não vão tolerar nenhuma forma de violência militar na Terra ou no espaço. A seguinte informação em itálico foi compartilhada comigo por minha colega Carol Rosin, que trabalhou de perto por vários anos com Wernher von Braun antes de sua morte. Carol e eu trabalhamos no Tratado sobre a Prevenção da Colocação de Armas no Espaço Exterior, anexado para sua conveniência.



Um relatório desclassificado pelo Centro de Armas Nucleares da Força Aérea, de junho de 1959, mostra o quão seriamente eles consideraram um plano chamado Projeto A119. Em geral, eles queriam investigar a capacidade das armas no espaço, bem como obter mais informações sobre o ambiente espacial e a detonação de dispositivos nucleares dentro dele.

Interessante, para dizer o mínimo, mas é importante reconhecer a intenção por detrás da carta, que é o reconhecimento que os humanos levaram e continuarão a levar seus caminhos destrutivos para o espaço, armando-o ou tentando instrumentalizá-lo.

Com toda essa documentação, também é interessante analisar testemunhos de fontes confiáveis.

Na década de 1950, o Coronel Ross Dedrickson era responsável por manter o inventário do estoque de armas nucleares para a AEC e por acompanhar as equipes de segurança que testavam a segurança das armas, entre muitas outras tarefas. Quando se trata de armamento espacial, que é claramente delineado em vários documentos ligados acima, isso é o que ele tinha a dizer:


Eu também aprendi sobre incidentes envolvendo armas nucleares, e entre esses incidentes havia um par de armas nucleares enviadas para o espaço que foram destruídas pelos extraterrestres … No final dos anos 70 e início dos anos 80, tentamos colocar uma arma nuclear no Lua e explodi-la para medições científicas e outras coisas, o que não era aceitável para os extraterrestres. Eles destruíram a arma antes de chegar à Lua.

Dedrickson é um dos centenas de denunciantes com históricos verificados, credíveis e impressionantes, os quais falaram sobre uma presença extraterrestre. Na mesma entrevista, ele afirmou que:


Uma nave espacial foi para o resgate da Apolo 13, e eles acompanharam a Apolo 13 em sua viagem ao redor da Lua e de volta à Terra. E em duas ocasiões eles pensaram que poderiam ter de transferir a tripulação para a espaçonave, mas os viram em segurança de volta à Terra.



Isso pode explicar porque vários astronautas também têm sido bastante francos sobre uma presença extraterrestre, como Edgar Mitchell, Brian O’Leary, Story Musgrave, Gordon Cooper e muitos outros.

Existe também outro documento de 1965 sobre a CIA vigiando os planos espaciais soviéticos, que pode ser lido (em inglês) aqui.

Tenha em mente, isso foi há mais de 50 anos.

Abaixo está uma citação interessante de Carl Sagan:


Não está fora de questão que os artefatos dessas visitas ainda existam, ou mesmo que algum tipo de base seja mantida (possivelmente automaticamente) dentro do sistema solar para fornecer continuidade para expedições sucessivas. Por causa do intemperismo e da possibilidade de detecção e interferência pelos habitantes da Terra, seria preferível não erguer tal base na superfície da Terra. A Lua parece uma alternativa razoável. O iminente reconhecimento fotográfico de alta resolução da Lua a partir de veículos espaciais – particularmente do lado de trás – pode ter essas possibilidades em mente. (fonte)

O livro de George Leonard de 1976, Somebody Else is on the Moon (Alguém Mais Está na Lua), e o livro de Fred Steckling de 1981, We Discovered Alien Bases on The Moon(Descobrimos as Bases Alienígenas na Lua), também vêm à mente quando se discute esse assunto.

Membros da Sociedade para Pesquisa Planetária SETI (SPSR) publicaram em 2017 um artigo no Journal of Space Exploration sobre certas características do outro lado da Lua que aparecem na cratera Paracelsus C. Intitulada “Image Analysis of Unusual Structures on the Far Side of the Moon in the Crater Paracelsus C” (Análise de Imagem de Estruturas Incomuns no Lado Distante da Lua na Cratera Paracelsus C), argumenta que essas características podem ser de origem artificial.

O estudo apresenta um grande ponto quando se trata da hipótese extraterrestre:


Um estabelecimento científico decididamente conservador geralmente rejeita anomalias baseadas apenas no assunto, ou seja, não pode haver artefatos alienígenas na Lua, porque não há artefatos alienígenas na Lua (ou em outros planetas). Tal visão é um exemplo de raciocínio circular, baseado na crença de que extraterrestres não existem, ou se existem, que eles não poderiam ter viajado até o nosso sistema solar.



A verdade é que, como citada pelo Dr. Brian O’Leary, ex-astronauta da NASA e professor de física de Princeton (fonte):


…há evidências abundantes de que estamos sendo contatados, que as civilizações nos visitam há muito tempo.

Quando se trata da Lua, bases feitas pelo homem podem não ser as únicas ali.

No que diz respeito às nossas próprias bases, Karl Wolfe, que era um técnico de fotografia eletrônica de precisão na Base Aérea de Langley, tornou-se conhecido quando prestou seu testemunho no National Press Club em Washington, DC como parte do Disclosure Project do Dr. Steven Greer. projeto. (fonte)

O testemunho de Wolfe revelou que ele foi levado para uma sala escura onde imagens da sonda Lunar Orbiter da NASA estavam sendo desenvolvidas e unidas em imagens compostas chamadas de ‘mosaicos’.

Ele disse:


Eles estavam trabalhando em tiras de filme de 35 mm na época, que foram então montadas em mosaicos de 18 ½ x 11. Essas faixas eram de passagens sucessivas ao redor da Lua e elas construíam uma fotografia.

Caminhamos para um lado do laboratório e ele disse: “A propósito, descobrimos uma base na parte de trás da Lua.”

O Dr. John Brandenburg, vice-gerente da Missão Clementine à Lua, que fazia parte de um projeto espacial conjunto entre a Organização de Defesa de Mísseis Balísticos (BMDO) e a NASA, também fez algumas revelações fascinantes. A missão descobriu a água nos pólos da Lua em 1994. Mas, de acordo com o Dr. Brandenburg, a Missão Clementine tinha uma agenda paralela:


A Missão Clementine era uma missão de reconhecimento por fotos, basicamente para verificar se alguém estava construindo bases na Lua que não conhecíamos. Eles estavam expandindo-as? … De todas as fotos que vi da Lua que mostram possíveis estruturas, a mais impressionante é a imagem de uma estrutura retilínea linear de quilômetros de largura. Isso parecia inconfundivelmente artificial e não deveria estar lá. Como alguém na comunidade de defesa espacial, eu vejo essa estrutura na Lua com grande preocupação, porque ela não é nossa, não é possível que tenhamos construído uma coisa dessas. Isso significa que alguém está lá em cima.

(Citação do documentário , “Aliens on the Moon.”)


NOTA DO OVNIHOJE: Começando pelo documento publicado pelo site Wikileaks, temos aqui várias indicações de que há mesmo algum tipo de atividade na superfície da Lua, se formos confiar nas pessoas de peso que fizeram essas declarações.

Sempre me pergunto: se os astronautas tiveram mesmo na Lua, iniciando no final da década de 60, por que pararam de ir na década de 70, se os recursos e a posição estratégica que o nosso satélite natural oferece é imprescindível para o desenvolvimento acelerado da raça humana?

A desculpa dada pela NASA é o custo elevado. Mas o que dizer dos trilhões de dólares que desapareceram do orçamento do Pentágono, e que ninguém consegue fazer uma auditoria?

Recentemente, a sonda israelense Beresheet, que foi enviada à Lua, não obteve sucesso no seu pouso e se espatifou na superfície lunar. No final do artigo que publiquei aqui no OH, o qual insinuava algum tipo de intervenção externa para sabotar o pouso, escrevi que o que eu achava que realmente havia ocorrido foi uma falha devido à falta de experiência da esquipe israelense. Mas, se formos mesmo considerar friamente tudo que foi apresentado no artigo acima, não se pode deixar de ter uma “pequena pulga atrás da orelha”, não é mesmo?


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Avistamentos de OVNIs se tornaram comuns na Patagônia


Os Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) não deixaram de ‘visitar’ o Chile, para o deleite de quem gosta de ovnilogia/ufologia, e segundo especialistas, por alguma estranha razão as supostas naves espaciais mostraram uma preferência pela Patagônia.

Estas foram as palavras de Rodrigo Fuenzalida, diretor da Agrupación de Investigaciones Ovniológicas de Chile (AION), durante uma entrevista com a agência de notícias EFE. Ele explicou que os OVNIs eram frequentemente visíveis no céus do norte do Chile, um dos mais limpos do mundo.

Algo semelhante estava ocorrendo no Peru e na Bolívia. Mais do que uma pessoa ousou sugerir que uma base para essas naves poderia existir na área, mas agora eles se ‘movimentaram’ para o sul.

Fuenzalida afirmou:
A Patagônia é, sem dúvida, a [área] com maior concentração de casos interessantes, levando-nos como organização a focar todos os nossos esforços nessa região.
O especialista no assunto sustenta que o aumento de relatos na área começou a ser registrado a partir de 1997.

Fuenzalida, que é um sociólogo de profissão, saliente:
A partir daquele momento, temos a maior taxa de abduções na Patagônia, cerca de 2000 quilômetros ao sul da capital chilena. Mesmo a série de televisão OVNI, produzida pela Televisión Nacional, conseguiu quantificar que 70% das abduções incluídos no show tinham sido registradas neste local.
À luz do ceticismo que sua declaração poderia causar, Fuenzalida observou:
Temos uma equipe forte e multidisciplinar de especialistas, formada por psicólogos e psiquiatras, com o objetivo de estudar essas pessoas e verificar seu nível de credibilidade. Seus níveis de patologia é extremamente baixo.
Para os fãs de OVNIs, as abduções por OVNIs não são novidade no Chile e os eventos que aconteceram a um cabo do Exército no norte de Putre em 1977 são amplamente conhecidos.

Foi lá que Armando Valdés foi supostamente abduzido por um OVNI por 15 minutos, aparecendo com um denso crescimento de barba depois disso, como se ele estivesse sob o domínio de extraterrestres por pelo menos cinco dias, de acordo com fontes corroborantes.

Fuenzalida afirma que a AION tem relatos de nove abduções, seis das quais foram investigadas, mas acredita que ‘há muitos mais’.

O último relatório é de 2005 e agora recebemos um relatório de uma abdução coletiva em Puerto Natales (sul do Chile) que está sendo investigada por especialistas nessa área. Achamos interessante, pois envolve uma família inteira.

Primeiro eles viram uma luz aparecer. Eles perderam a consciência. Ao acordarem, havia uma criatura imponente na frente deles, com uma enorme luz atrás da qual a entidade finalmente entrou.

Tantos eventos são difíceis de acreditar por aqueles que não são fãs da ovnilogia. Fuenzalida afirma que a AION é um grupo fechado com os melhores analistas de imagem OVNI.

Isso significa que 97% das imagens e vídeos recebidos podem ser decifrados e explicados com alguma certeza.

Fuenzalida revelou que em 5 de maio de 2018, pilotos da LAN Peru e LAN Chile viram formas luminosas anômalas na costa chilena.

Fuenzalida, que se levantou da cadeira com um sorriso e se despedindo, disse:
O áudio é muito interessante. Os pilotos estão desconcertados. Há comunicações frenéticas entre pilotos de ambos os aviões com torres de controle, mas isso é uma história para outro dia.



segunda-feira, 28 de maio de 2018

A Mídia Dilui Significado da Descoberta de Papiro com "ENSINAMENTOS SECRETOS" de Jesus


por Wilson Ferreira

As notícias foram dadas como alguma coisa entre Indiana Jones, conspirações do “Código da Vinci” de Dan Brown ou sobre Jesus convenientemente próximo do Natal. As notícias sobre a descoberta do manuscrito em grego do “Primeiro Apocalipse de Tiago” (manuscrito apócrifo gnóstico até então conhecido em linguagem copta da chamada “Biblioteca de Nag Hammadi”), perdido no acervo da Universidade de Oxford, foram cercadas por uma mitologia midiática que sempre é acionada para diluir aquilo que é de mais virulento e revolucionário no Gnosticismo (razão pela qual foi tão perseguido por toda a História): os conflitos políticos e econômicos como parte do drama de uma luta cósmica entre o Bem e o Mal, sem superação dialética ou solução evolutiva. A grande mídia cobriu a descoberta como “religiosa”, diluindo a potencial ameaça às instituições desse mundo: de que Jesus não veio para nos “salvar”, mas para nos revelar algo que já existe dentro de nós – apenas nos fazem esquecer através de ilusões. E a mídia que “noticia” a descoberta do manuscrito é uma delas.

Nem tão perto do Natal para ninguém perceber a notícias, ocupados que todos estão com seus afazeres natalinos; nem tão longe do Natal o suficiente para que ninguém associe o simbolismo da descoberta com a data do nascimento de Jesus.

Por isso o timing da notícia (primeira semana de dezembro) foi perfeito e, portanto, suspeito pelos seus propósitos.

Vamos em primeiro lugar à notícia:  estudiosos encontraram a mais antiga cópia de um texto cristão apócrifo em meio ao acervo da Universidade de Oxford, uma das mais antigas do mundo.

O manuscrito é uma edição em grego do “Primeiro Apocalipse de Tiago” que reúne os chamados “ensinamentos secretos de Jesus” para o seu “irmão” Tiago – para muitos historiadores, um “irmão espiritual”. 

Esse texto já era conhecido em copta (linguagem egípcia que evoluiu dos hieróglifos) dentro da coleção de 52 manuscritos gnósticos organizados em 13 códices de papel velino encadernados em couro, descobertos em 1945 no Alto Egito, e que acabaram conhecidos como “Biblioteca de Nag Hammadi” – aqui no Brasil reunidos em uma edição em português da editora Madras: James M. Robinson, A Biblioteca de Nag Hammadi. A biblioteca foi encontrada em um enorme jarro no que é hoje a cidade de Nag Hammadi.

Manuscritos de Nag Hammadi

O documento de 1.600 anos atrás, descreve como Jesus passa o conhecimento da “prisão terrena” para Tiago, além de revelar que o mundo é protegido por figuras demoníacas (os “Arcontes”) que bloqueiam o caminho da elevação espiritual após a morte através dos diversos céus, mantendo-nos prisioneiros do mundo material.


Narrativa herética

Essa narrativa foi considerada herética por apresentar uma versão de Jesus bem diferente: muito mais revelador de uma sabedoria já pré-existente no homem (porém, esquecida) do que um messias que teria vindo para redimir a humanidade do pecado – na verdade todo o pecado e o Mal já estariam presentes na própria Criação que aprisiona a humanidade.

Em outras palavras, o “Primeiro Apocalipse de Tiago” mostra Jesus como um enviado (um “aeon”) que não tinha o propósito de nos “salvar”, mas tentar despertar-nos do sono do esquecimento através dos “ensinamentos secretos” – a gnose.

O texto, assim como todo o restante da coleção gnóstica de Nag Hammadi, foi proibido desde que Athanasius, bispo de Alexandria, definiu o cânone dos 27 livros que formariam o Novo Testamento bíblico. Banindo todas as seitas sincréticas conhecidas como “gnósticas”, condenando-as à perseguição e o genocídio, como o episódio do massacre dos gnósticos Cátaros em Laguedoc, Sul da França, no século XII.

Geoffrey Smith e Brent Landau: professores da Universidade do Texas que descobriram o manuscrito.

Desde o triunfo do cristianismo ortodoxo, o Gnosticismo (assim como os seus derivados esotéricos como a Alquimia) acabou habitando os subterrâneos dos movimentos sociais. E acabou transcendendo o campo religioso para sua cosmogonia e ontologia inspirarem pensadores revolucionários e movimentos culturais e artísticos críticos: o Iluminismo, o Romantismo dos séculos XVIII-XIX, o revival espiritualista e esotérico do Espiritismo e Teosofia do século XIX, até chegar no século XX no campo científico e cultura de massas – dos paradoxos  da Física Quântica até alcançar Hollywood é a suas melhores traduções fílmicas (porque didáticos) do drama cósmico descrito pelos evangelhos apócrifos gnósticos: Matrix e Show de Truman.  


Mitologias midiáticas contra o Gnosticismo

Por isso, desde a descoberta da coleção de Nag Hammadi, o mundo tem uma bomba nas mãos – sincronicamente, coincidiu com as explosões das bombas atômicas em Hiroxima e Nagasaki. Evangelhos diametralmente opostos aos bíblicos canônicos, que potencialmente são capazes de colocar os conflitos econômicos e políticos desse mundo em um novo patamar – como partes de um drama cósmico de uma luta universal entre o Bem e o Mal, sem superação dialética ou solução evolutiva. 

Seria muita ingenuidade da nossa parte acreditarmos que a perseguição ao Gnosticismo tenha acabado e ficado lá atrás na Inquisição católica. Apenas as estratégias de repressão a uma histórica heresia mudaram: de banimentos, assassinatos e genocídios à diluição através da grande mídia e indústria do entretenimento.

"Primeiro Apocalipse de Tiago": o conflito cósmico entre o Bem e o Mal.

Um olhar mais detido na cobertura feita pela mídia corporativa à notícia da descoberta da edição em grego do Apocalipse de Tiago transita por diversos mitos que compõe uma mitologia midiática maior: 

(a) a compartimentalização da notícia aos chamados “fatos diversos” – curiosidades históricas, científicas etc.; 

(b) o mito do “antigo”, do “perdido” ou do “raro” – um manuscrito em língua morta no qual o fetichismo da forma (o “papiro”, o “antigo”) desvia a atenção da mensagem do conteúdo; 

(c) o mito do objeto “religioso”, principalmente pela proximidade da suposta data do nascimento de Jesus;

(d) o mito do “herege”, do “secreto”, um fetiche que se aproxima de um imaginário conspiratório ao estilo do canal History Channel ou alguma coisa parecida com “Código da Vinci” de Dan Brown.

A cobertura foi anódina, na qual se evita o termo “Gnosticismo” para substituir por “cristianismo primitivo”, “manuscrito sobre Jesus”, “texto herege” ou “texto proibido” – menos pela sua mensagem, mas muito mais por supostos detalhes pessoais de Jesus: ele supostamente teve um “irmão”...

Os pesquisadores bíblicos da Universidade do Texas em Austin já haviam descoberto o documento no início do ano nos arquivos de Oxford e anunciada a descoberta no encontro anual da Society of Biblical Literature de Boston em 18 de novembro para só agora ser divulgado pela grande mídia, revelando o timing preciso, equidistante às comemorações natalinas. O que produz um efeito ideológico: a notícia como uma descoberta religiosa... coisas de religião...

"Primeiro Apocalipse de Tiago": o conflito cósmico entre o Bem e o Mal.

Manuscrito explosivo

E porque o “Apocalipse de Tiago” é um componente explosivo no interior da bomba armada pela Biblioteca de Nag Hammadi?

O texto não é um apocalipse propriamente dito, mas com características apocalípticas ao descrever a geografia celeste com seus 72 céus e as “senhas secretas” dadas a Tiago por Jesus para que consiga escapar dos poderes malignos dos Arcontes (regentes de cada céu sob o poder do Demiurgo – Yaodabaoth) após os martírios e a morte no plano material – para ler uma tradução do texto clique aqui.

Jesus adverte a Tiago que ele também passará por algo semelhante aos martírios da Paixão: “Não temas Tiago! Apanhar-te-ão a ti também. Mas separa-te de Jerusalém! Pois ela é a taça da amargura durante os tempos aos filhos da luz. É um lugar de estadia de um grande número de arcontes, mas tua redenção estará a salvo deles”.

A ascensão de Tiago e dos gnósticos é na direção da Plenitude (o Pleroma), a moradia do verdadeiro Pai fora da Criação.  

O Tiago em questão não é um dos apóstolos, mas aquele que na tradição do cristianismo ficou conhecido como “Tiago, o irmão do Senhor” e “Tiago, o justo”.

O cenário da narrativa é de iniquidade e perseguições ao povo e como a dedicação de Tiago  ao Deus Supremo (“Aquele-que-é”) despertou a fúria do deus dos judeus (o criador do mundo material e comandantes dos Arcontes), destruindo o Templo e Jerusalém.

O “Apocalipse de Tiago” explicita esse conflito cósmico que envolve tanto o mundo material (político) como o espiritual (pós-morte). Por isso, a contundência desse manuscrito, mensagem que passou bem distante da cobertura dada pela grande mídia.

No cinema, os clássicos Matrix e Show de Truman figuram esse conflito no mundo material – protagonistas prisioneiros em ilusões tecnologicamente criadas por arcontes desse mundo.

Por sua vez, filmes como Enter The Void, The Discovery, O Terceiro Olho, I Am a Ghost etc. são exemplos de narrativas que especulam sobre essas “senhas” (a gnose) para a alma escapar das armadilhas pós-morte que nos prendem nesse mundo físico e que fazem girar a “roda de Samsara” do ciclo interminável de reencarnações e sofrimento.

Sintetizando: a notícia da edição em grego do manuscrito seria a oportunidade da discussão do seu conteúdo – como sempre, trancado a sete chaves através da mitologia do “secreto”, do “religioso”, do “perdido”. Como o conteúdo seria “incompreensível” a opinião pública fica perdida no fetiche da “antiguidade” como um documento cuja importância está perdida em si mesmo. 

A perseguição ao Gnosticismo permanece, dessa vez sob as camadas pesadas da notícia e do entretenimento.

Com informações do Daily Mail, Society of Biblical Literature, Independent, O Globo.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Asteroide pode acusar a localização de Nibiru/Planeta 9/Planeta X

Encontraram evidências da existência do planeta Nibiru no Universo através de um asteroide enigmático.


A existência do planeta Nibiru tem sido discutida por muitos anos, porque a única evidência que pode ser obtida para verificar se esse corpo celeste está em nosso universo são os escritos sumérios e algumas antigas profecias de pessoas renomadas. No momento, a rota tomada pelo asteroide 2015 BP519 está em disputa, porque quando ele alcança a órbita de Netuno, passa por uma transformação incomum e os cientistas acreditam que poderia ser o Planeta 9, que está localizado lá.

De acordo com as lendas sumérias, Nibiru é um planeta que ultrapassa a Terra em massa, sendo pelo menos 10 vezes maior que o nosso corpo celeste. Esse tamanho é desconcertante e poderia ser percebido em qualquer lugar do universo com qualquer telescópio. É por isso que os cientistas afirmam que eles não acreditam que o planeta X realmente exista, mas então, com os estudos realizados no asteroide 2015 BP519, todas as crenças dos especialistas poderiam mudar.

O asteroide 2015 BP519 provaria a existência do planeta Nibiru no Universo. Tanto o asteroide quanto o restante dos objetos no espaço que passam pela órbita de Netuno sofrem mudanças repentinas, seja na sua morfologia ou na sua trajetória. É como se, quando eles passam perto daquele planeta, algo os impeça de continuar em linha reta, eles impactam e mudam de direção. Esses comportamentos já existem há algum tempo, mas ninguém prestou mais atenção a eles.

Isso é extremamente importante, porque se os cientistas puderem descobrir o que está oculto na órbita de Netuno e obterem provas de que é Nibiru, a história mudará radicalmente. Todas as profecias poderiam fazer sentido e, por sua vez, eles começariam as investigações relevantes para saber tudo sobre este planeta. Até agora, especialistas acreditam que é Nibiru e esperam conseguir informações suficientes nos próximos meses.


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Cientista Afirma: "Humanos Não Evoluíram na Terra"


Segundo um livro controverso escrito por um renomado ambientalista e ecologista, os seres humanos não evoluíram junto com outras formas de vida na Terra. Na verdade, o raça humana não evoluiu a partir de uma linhagem de vida em particular, mas evoluiu em outro lugar e foi transportada para a Terra (já como um Homo Sapiens totalmente evoluído), entre 60.000 e 200.000 anos atrás

E se estivéssemos procurando por vida alienígena não sabendo que somos, de fato, os alienígenas na Terra?

Uma teoria proposta pelo Dr. Ellis Silver declara que há vários indícios presentes na raça humana, os quais sugerem que os seres humanos não evoluíram junto com outras formas de vida na Terra, o que significa que somos os alienígenas que estamos procurando.

Um livro chamado Humans Are Not From Earth… (Humanos Não São da Terra…) é uma retomada da evidência contra a tese da evolução do homem na Terra.  No livro, o ambientalista e ecologista Dr. Ellis Silver apresenta a avaliação de treze hipóteses importantes e dezessete fatores que sugerem o fato dos humanos não serem da Terra.

A raça humana é, supostamente, a espécie mais altamente desenvolvida no planeta, todavia é surpreendentemente despreparada e mal equipada para o ambiente da Terra: prejudicada pela luz solar, uma aversão por alimentos que ocorrem naturalmente, possui taxas ridiculamente altas de doenças crônicas, e mais, disse o Dr. Silver numa entrevista.

De acordo com o Dr. Ellis Silver, os humanos podem sofrer de dores nas costas porque nossa espécie foi desenvolvida inicialmente em outro planeta com gravidade mais baixa.  Adicionando ao mistério, o Dr. Silver também indica o fato de ser estranho que recém-nascidos tenham cabeças enormes, o que torna difícil para as mães darem a luz, podendo resultar em fatalidades tanto para a mãe quanto para as crianças.

De acordo com o Dr. Silver, nenhuma outra espécie na Terra tem este problema.

Mas, além das numerosas teorias controversas que ele propõem, o doutor também sugere que os humanos não sejam projetados para ficarem expostos ao Sol da forma que estão na Terra, já que são incapazes de ‘tomar banho de Sol’ por mais de uma semana ou duas – diferentemente de outras espécies na Terra, como os lagartos – e não podem ser expostos ao Sol todos os dias sem terem problemas.

Além disso, o Dr. Silver explica que os humanos estão quase sempre doentes e isto poderia ser devido ao relógio do nosso corpo ter evoluído para esperar 25 horas no dia, e não 24, o que foi provado por muitos pesquisadores do sono. [Curiosamente, Marte possui um dia com 25 horas.]

O Dr. Silver também diz que esta não é uma condição moderna. Os mesmos fatores podem ser traçados por toda a história do homem na Terra.


Assim, de onde viemos?

De acordo com o Dr. Silver, os neandertais provavelmente eram um cruzamento com outras espécies, talvez do sistema Alpha Centauri – que é um dos sistemas solares mais próximos da Terra – num distante passado, dando nascimento aos humanos modernos.

Segundo Ellis, há milhões de pessoas ao redor do globo, os quais ‘sentem’ que não pertencem à Terra.

Ele explica: “Isto sugere (pelo menos para mim) que a raça humana pode ter evoluído num planeta diferente, e podemos ter sido trazidos aqui como uma espécie altamente desenvolvida. Uma razão para isto… é que a Terra pode ser um planeta prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta e estamos aqui até que nos comportemos.”

O Dr. Ellis Silver conclui que a raça humana não evoluiu a partir de uma linhagem em particular, mas sim evoluiu em outro lugar e foi transportada à Terra (como um Homo Sapiens totalmente evoluído), entre 60.000 e 200.000 anos atrás.


quinta-feira, 5 de abril de 2018

DISCOS DROPA Foram Decodificados e Revelam Vinda de EXTRATERRESTRES no Passado?


As Montanhas de Bayan Kara Ula são uma das áreas mais isoladas da Terra. A cidade mais próxima é Lhasa, no Tibet, a uma distância de 640 km ao sul, por um terreno inacessível. Atualmente, está habitada por tribos de pessoas muito distintas dos povos que moram nas redondezas. Denominados Dropas (ou Dzopa) eles não se encaixam em nenhuma categoria racial estabelecida pelos antropólogos. Em primeiro lugar, eles são de pequena estatura. A altura média de um adulto é de 1,25 m. São amarelos, suas cabeças são desproporcionalmente grandes, quase calvos e seus olhos são grandes e azulados. Seus traços são praticamente caucasianos e seus corpos são sumamente delgados e delicados. O peso médio de um adulto é de aproximadamente 50 kg.


O Achado

Em 1938, Chi Pu Tei, professor de arqueologia da Universidade de Beijin, conduzia alguns de seus estudantes em uma expedição a uma série de grutas que se entrelaçam nas montanhas de Bayan Kara Ula, entre as fronteiras de China e Tibet. Conforme entravam, deram-se conta de mais cavernas. Era um sistema completo de túneis artificiais. As paredes eram quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas acharam sepulturas com estranhos esqueletos. Essas ossadas eram pequenas e delgadas e com crânios muito desenvolvidos.

A princípio se pensou que as grutas havia sido um lar de uma espécie desconhecida de primata. Porém, essa ideia se descartou ao encontra os esqueletos enterrados. O professor Chi Pu Tei indagou, "quem conhece algum primata que enterra outro?”. Sobre as paredes havia pictogramas copiados do céu: o Sol, a Lua, as estrelas e a Terra com linhas de pontos que os conectavam. Entretanto, faltava ainda o descobrimento mais fantástico de todos. Semi-enterrado, devido à sujeira da gruta, havia um disco de pedra, obviamente feito por uma mão de uma criatura inteligente. O disco media 22,7 centímetros de diâmetro e dois centímetros de grossura, também tinha um buraco no centro perfeitamente circular de dois centímetros de diâmetro. Dali surgia um sulco fino em espiral. Havia caracteres escritos exteriormente. Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade - muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egito. Contudo, não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 pratos. E cada um com caracteres diferentes.


Os Discos

Os discos haviam sido etiquetados junto com os restos dos achados da expedição e guardados na Universidade de Beijing, desde o dia de seu descobrimento. No decorrer de 24 anos, outras pessoas haviam tentado decifrar as estranhas inscrições nos círculos, porém sem êxito algum. Foi o professor Tyson um dos que, em 1962, se interessou pela editoria dos discos e se propôs a decifrar seu significado. 

Esqueleto de um dos extraterrestres Dropa encontrado nas cavernas de Byan Kara Ula. A foto foi obtida por Karin Robin Evans durante uma expedição em 1947.

Ele e seus colegas descobriram que os sulcos espirais não eram simples desenhos, mas também, uma escritura incrivelmente antiga, gravada de algum modo desconhecido e de um tamanho quase microscópico. Se isto for certo, seria a escritura mais antiga do mundo, já que, como exposto anteriormente, os discos tem uma antiguidade de 8.000 a 12.000. Para começar, o professor, com ajuda de uma lupa, foi transcrevendo, minuciosamente, os caracteres do disco para um papel. Durante este processo, perguntas assaltaram o professor tais como: "Como pode um povo primitivo fazer uns discos tão exatos?"; "Como elaboraram uma escritura quase microscópica?” e "Quem eram e para quê fim produziram essas centenas de discos?"

Uma vez que os caracteres dos discos foram copiados, o professor Tsum Um Nui e seus colegas começaram a árdua tarefa de tentar decifrar seu conteúdo. Finalmente, intercambiando desenho com palavras e frases chegou a decifrar parte do código ou escritura. Feito isto, se dedicou a ordenar os discos da forma mais coerente que pôde, e assim, fazer uma transcrição parcial. A história contada nos discos era simplesmente assombrosa.


A História

O Professor passou para o papel a transcrição, assim como suas conclusões e o apresentou na universidade para sua publicação posterior, mas foi censurado. Em 1965, inesperadamente, um artigo escrito pelo filólogo russo Vyacheslav Saizev, apareceu na revista alemã Das Vegetarische Universum, e na revista anglo russa, Sputnik, contando a história dos discos e um extrato sobre o que havia sido decifrado pelo professor Tsum Um Nui. Os círculos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes da nave (Dropas) buscaram refúgio nas grutas das rochas e apesar de suas intenções pacíficas, os Dropas não foram compreendidos pelos membros da tribo Ham, os quais ocupavam as cavernas vizinhas, eles temiam que fossem inimigos que queriam apoderar-se de seu território, perseguiram e mataram alguns Dropas. Quando finalmente a tribo compreendeu a sua linguagem, por sinais, admitiram-nos em seu território ao saber que os recém chegados tinham intenções pacíficas. Os discos também contam como os Dropas não conseguiram reparar os danos na nave e ficaram impossibilitados de voltar ao seu planeta de origem, tendo de viver na Terra.


domingo, 7 de janeiro de 2018

O Pentágono e a Intervenção Extraterrestre nos Testes Nucleares


O canal do Ocultos, do YouTube, publicou um vídeo que certamente será de interesse de todos que acompanham o fenômeno dos OVNIs, e pode causar muita controvérsia na área de comentários.

Veja:

No dia 22 de dezembro, o mundo foi surpreendido por um “show noturno” CRIADO PELO FOGUETE FALCON 9, após a sua descolagem, muitos moradores se assustaram e o governo americano deu satisfação antes dos testes pra encobrir o real motivo. E em 26 de dezembro, novamente a Rússia fez um teste de míssil balístico intercontinental. Estes lançamentos quase ao mesmo tempo não são uma coincidência e embora tenha sido dito que todos estes eventos não representam um risco para a humanidade, acredita-se que a verdadeira razão é preparar-se para uma guerra que vem do espaço.


domingo, 26 de novembro de 2017

CENSURA! - As Bases Extraterrestres no Lado Oculto da Lua

Estruturas extraterrestres do outro lado da Lua que não deveriam existir. Esta poderia ser a principal razão pela qual não houve missões tripuladas na Lua nos últimos anos.


Nos últimos anos, um número anormalmente grande de altos funcionários do governo, ex-astronautas e oficiais militares falaram sobre OVNIs e formas de vida alienígenas que visitaram ativamente nosso planeta há milhares de anos.

Uma das nossas citações favoritas sobre a vida alienígena vem de Edgar Mitchell, o astronauta que participou da missão Apollo 14 em 1971 e o sexto homem a caminhar na lua. Mitchell disse que “depois de viajar no espaço, estou completamente seguro de que os alienígenas estão nos observando. Eu não sei quantos, onde e como eles fazem isso, mas olhando para nós; Vimos essas naves em todos os momentos. ”

No entanto, Mitchell não era o único astronauta que falava abertamente sobre extraterrestres. Edwin Eugene Aldrin, Jr., Alias ​​’Buzz’ Aldrin, um ex-astronauta e engenheiro americano, também falou sobre o fenômeno OVNI. Buzz Aldrin foi o piloto do módulo lunar da Apollo 11 e foi um dos dois primeiros terra humana na superfície da lua e a segunda pessoa a pisar em 21 de Julho 1969, 03:15:16 UTC

ALDRIN DISSE:

“No Apollo 11 em direção à Lua, observei uma luz através da janela que parecia se mover ao nosso lado. Havia muitas explicações sobre o que poderia ser, além de outra nave espacial de outro país ou outro mundo: era o foguete do qual tínhamos separado ou os quatro painéis que se afastaram quando removemos o lander do foguete e estávamos preparados para narrar com as duas espaçonaves. Então, na vizinhança, afastando-se, havia quatro painéis. E estou convencido de que estávamos vendo o sol refletido em um desses painéis. Qual? Não sei. Então, tecnicamente, a definição pode ser “não identificada”.


A missão Apollo da NASA é considerada por muitas pessoas em todo o mundo como uma das maiores conquistas da humanidade e, por outro lado, como uma falha total. A verdade é que ninguém pode entender por que a NASA decidiu fechar o programa Apollo, que estava indo tão bem.



Fonte
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

As Filmagens Supostamente Reais de "OVNIs" Nazistas que Publicaram no YouTube - [VÍDEO]


Um vídeo publicado recentemente no YouTube mostra o que seriam filmagens autênticas da tecnologia avançada do Terceiro Reich, na Alemanha nazistas, durante o final da Segunda Guerra Mundial.

Embora haja muitos documentos confirmando que essa tecnologia já estava sendo trabalhada pelos alemães, não há como se certificar que as filmagens abaixo sejam genuínas.

Veja o texto publicado, seguido pelo vídeo:
Durante décadas, uma mitologia rica desenvolveu-se em torno da afirmação de que os engenheiros da Alemanha nazista desenvolveram secretamente uma ou mais aeronaves super-sofisticadas em forma de disco e mísseis não tripulados, e que essa tecnologia foi apropriada pelos EUA ou pela União Soviética no período pós guerra.
Os nomes de Schriever, Miethe, Habermohl, Belluzzo estão associados a algumas dessas histórias, e as localizações das plantas secretas onde essas naves foram supostamente construídas variam de Praga a Stettin, e até fábricas subterrâneas sombrias no lendário ‘reduto nazista do sul’.

Fonte do vídeo: Martin Mikuaš

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Extraterrestres Não Deixaram Detonar Artefato Nuclear na Lua


Na década de 1950, o Coronel Ross Dedrickson foi responsável por manter um estoque de armamento nuclear para a Comissão de Energia Atômica dos EUA, e por acompanhar as equipes de segurança, inspecionando os armamentos, entre outras coisas. Como seu obituário declara:

Ele foi designado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Um longo serviço com a Comissão de Energia entre 1950 e 1958 incluiu deveres de contratos administrativos em locais de teste no estado de Nevada, Área de Testes Nucleares no Pacífico ao oeste do Havaí, fabricação e controle de qualidade de armamentos nucleares em Albuquerque, e inspeção de instalações nucleares e não nucleares por todo o país.  Ele serviu com a 5ª Força Aérea no Japão e mais tarde, como Coronel, foi o Oficial Encarregado do Comando Unificado do Pacífico, no ‘centro de controle e comando’ no Havaí. Em 1962, foi transferido e serviu como Encarregado de Materiais para a 832ª Divisão Aérea da Base Canon da Força Aérea, em Clovis, Novo México. Ele se aposentou da Força Aérea em 1964.

Dedrickson está entre um de centenas de militares delatores com histórico confirmado que foi apresentado pelo Disclosure Project do Dr. Steven Greer. Seu testemunho sobre OVNIs – especificamente sobre os OVNIs e os armamentos nucleares – pode ser corroborado por uma gama de informações e evidências que está disponível dentro do domínio público. Muitos delatores fizeram apresentações no National Press Club, numa tentativa de difundir esta informação pelo mundo, com o maior exemplo sendo a Audiência de Cidadãos para o Desacobertamento, que ocorreu há poucos anos (2014).

Com tal histórico profissional, trabalhando nos lugares onde trabalhou, é seguro dizer que ele teve acesso a informações sensíveis sobre vários assuntos. Este não é somente um delator militar aleatório do alto escalão, falando a respeito de assuntos aleatórios. Há muitos delatores e documentos claramente delineando um relacionamento de décadas entre OVNIs e instalações de armazenamento de armas nucleares e locais de testes.

Um número desses incidentes possui confirmação visual, junto com confirmações por radar de solo e de ar também.

Na entrevista abaixo, Dedrikson explica como o governo dos EUA tentou detonar um armamento nuclear na Lua, mas foram impedidos de fazê-lo.

No que diz respeito à imprensa corporativa, é conhecimento público que um relatório anteriormente secreto do Centro de Armamentos Nucleares da Força Aérea, de junho de 1959, mostra o quão seriamente eles consideraram o plano, chamado Projeto A119. Em geral, eles queriam investigar a capacidade dos armamentos no espaço, bem como ganhar mais informações sobre o ambiente do espaço e a detonação de dispositivos nucleares dentro dele.

É interessante como o mundo é tão envolvido em programas de TV, tais como Strange Things (Coisas Estranhas), os quais mostram o Departamento de Energia e seu envolvimento com criaturas de outros mundos e outros estranhos fatos, todavia estão dispostos a ignorar um Coronel estadunidense que trabalhou em cargos sensíveis no Departamento de Energia por anos, na época quando todo esse desenvolvimento nuclear estava a todo o vapor. Ele é real e é interessante pensar sobre o que ele realmente poderia saber.

Ele declarou:

Também descobri sobre incidentes envolvendo armamentos nucleares, e entre estes incidentes estavam um par de armamentos nucleares enviados ao espaço que foram destruídos pelos extraterrestres…  Bem no final da década de 70 e no começo da década 80, tentamos colocar um armamento nuclear na Lua e explodi-lo para mensurações científicas e outras coisas, o que não foi aceito pelos extraterrestres.  Eles destruíram os armamentos antes de chegarem na Lua.

Veja abaixo vídeo em inglês de uma entrevista com o Coronel aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos, Ross Dedrickson (Para instruções de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


Anomalia é Detectada Vindo da Antártica e Cientistas não Sabem Explicá-la


Recentemente tem havido muita atividade anômala no mapa traçado pelo Morphed Integrated Microwave Imagery – MIMIC-TPW (Imagens de Microondas Integradas) que está vindo da Antártica. Embora o mapa não mostre a região do polo, você ainda pode ver como a anomalia em forma de onda está obviamente se originando da Antártica.

Em abril, o mesmo tipo de atividade estava sendo produzido a partir da mesma região. Devido às coordenadas das quais a anomalia parece estar se originando, muitos acreditam que ela poderia de alguma forma estar ligada à Estação Princesa Elizabeth, que está localizada em Utsteinen Nunatak, Terra da Rainha Maud. Coordenadas: 71.949960°S 23.347503°E


A estação está situada na base de estruturas que se assemelham a pirâmides. Muita controvérsia tem sido levantada a respeito desta área em recentes meses, com o ex-astronauta Buzz Aldrin escrevendo uma sinistra mensagem no Twiter, alertando: “É o próprio mal”.

Meses antes, outras pessoas notaram o que parecia ser um forte no formato de uma cúpula na mesma região. É claro, após houve também várias mensagens no Twitter mostrando estranhas pirâmides de gelo.

Agora parece que ainda outro mistério está se originando do Polo sul, o qual ainda não foi explicado.

O canal do YouTube, Dahboo777 explica no vídeo como ele notou o mesmo fenômeno mensurado pelo MIMIC já em abril, e como ele havia reportado a respeito disso na época. De acordo com Dahboo777, e com o sistema MIMIC, as ondas parecem emanar da Antártica e se movem para fora no Oceano Pacífico.

Infelizmente, similar aos outros mistérios acima relacionados sobre o Polo Sul, este é mais um que permanece sem respostas. Esperançosamente, logo saberemos a verdade, assim poderemos compreender o que está ocorrendo no nosso planeta.

Por agora, tudo que podemos fazer é especular sobre o que está ocorrendo…

Veja o vídeo em questão (Para instruções de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):



Astronauta Buzz Aldrin enviou Mensagem de Alerta à Humanidade em seu Twitter?


Estamos todos em perigo. É o próprio mal – ‘Buzz Aldrin’?

O ex-astronauta Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua (oficialmente), teria enviado uma mensagem no seu Twitter, durante sua viagem à Antártica, alertando sobre um eminente perigo para a humanidade. 

Embora não haja prova alguma de que a mensagem de Aldrin no Twitter tenha sido verdadeira, pois as reportagens alegam que a mesma foi apagada, fica aqui o registro do que estão comentando, para a apreciação de nossos leitores:

Buzz Aldrin enviou um sinistro alerta no Twitter esta semana, alegando que “estamos todos em perigo. É o próprio mal”, acompanhada de uma foto de uma pirâmide no Pólo Sul.

A mensagem no Twitter foi publicada dias após o astronauta estadunidense ter ficado misteriosamente doente na Antártica e sido evacuado para a segurança na Nova Zelândia, para tratamento médico de emergência.

O site superstation95.com reporta:

O Sr. Aldrin parece estar se referindo a este objeto, como visto numa foto do Google Earth:


A pirâmide não está localizada longe da Estação Princesa Elisabeth, pertencente ao Reino Unido, no Pólo Sul, como mostrado na foto abaixo:


Foi reportado pela imprensa mundial que o Secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, recentemente viajou para o Pólo Sul, supostamente para se informar melhor sobre as “mudanças climáticas”.

Kerry foi a maior autoridade do governo dos EUA a oficialmente visitar o Pólo Sul, e sua visita impactou a muitas pessoas como sendo anormal.

Poucas pessoas viram quaisquer propósitos para enviar um diplomata estadunidense do alto escalão para um dos lugares mais longínquos da Terra, para ver… gelo.


Agora, com a mensagem no Twitter de Buzz Aldrin, e sua estranha eliminação mais tarde, as pessoas estão imaginando se o envio de um diplomata do alto escalão dos EUA para a terra de ninguém, talvez tivesse mesmo algo a ver com a diplomacia.

Haveria alguma entidade lá com a qual precisamos contato diplomático?

Se este foi o caso, por que teria Buzz Aldrin alertado que estamos todos em perigo?  Por que ele chamou isto de “o próprio mal”?

Se há algo no Pólo Sul que possa ser o ‘próprio mal’, então que a humanidade saiba sobre isto, para que assim possamos decidir como lidarmos com isto, mesmo se a decisão for a de deixar ‘isto’ em paz.

Mas já que um confiável e respeitado astronauta nos disse que “estamos todos em perigo”, então seja lá o que isto for acaba de se tornar um problema de todos nós para decidirmos o que fazer.

Verdadeira ou não esta reportagem, não podemos ignorar que realmente é estranho o fato de John Kerry ter ido até lá somente para ver gelo.  Mas é claro, a Antártica esconde muitos segredos dos próprios governos da Terra e não é necessário um ET para apresentar risco à humanidade.

Aos interessados em comprovar a existência dessas estruturas perto da Estação Princesa Elisabeth, clicar aqui.

Twitter que começou a espalhar a história: https://twitter.com/slone/status/806552107671257090